Programa

Formato: Online misto: atividades assíncronas (gravadas) + dois encontros síncronos (ao vivo)
Carga horária total: 4 horas síncronas + material preparatório assíncrono (2 horas estimadas)

Atividade prévia: (assíncrona):
◦ Instalação e configuração do QGIS (versão recomendada 3.1 (3.14, 3.16, etc.))
◦ Introdução ao portal GeoSampa: tipos de dados disponíveis (WMS, WFS, shapefiles, CSV)
◦ Orientações técnicas para acesso aos dados e checagem do ambiente de trabalho
*as atividades prévias serão disponibilizadas com antecedência para os alunos, em formato de vídeo gravado, a fim
de que instalem o programa QGIS e façam um primeiro acesso no GeoSampa.

Aula 1 (2 horas):
◦ Apresentação do curso e objetivos
◦ Navegação pelo portal GeoSampa e seleção de dados relevantes
◦ Importação de camadas via WMS/WFS e por download de shapefiles
◦ Exploração dos atributos, simbologia e projeções no QGIS
◦ Exercício prático: criação de um mapa temático simples

Aula 2 (2 horas):
◦ Revisão e dúvidas iniciais
◦ Operações espaciais básicas: recorte (clip), buffer e interseção entre camadas
◦ Montagem de layout cartográfico (legenda, escala, título e exportação em PDF)
◦ Discussão de aplicações práticas: pesquisa acadêmica, planejamento urbano e ensino
◦ Encerramento e orientações de aprofundamento

BIBLIOGRAFIA
SÃO PAULO (Município). GeoSampa: Mapa Digital da Cidade de São Paulo. Disponível em:
https://metadados.geosampa.prefeitura.sp.gov.br/geonetwork/srv/por/cata…
Acesso em: 21 out. 2025.
QGIS DEVELOPMENT TEAM. QGIS: A Free and Open Source Geographic Information System. Disponível em: https://qgis.org/
Acesso em: 21 out. 2025.

Programa

1ª aula –
Introdução – a emigração feminina da Itália (ontem e hoje) - Panorama da literatura feminina da emigração

2ª aula –
Estados Unidos:
Maria Messina (1887-1944) – Nonna Lidda (1910) e La Merica (1910) e Amy Allemande Bernardy (1879-1959) – L’Italia randaggia verso gli Stati Uniti
3ª aula –
Argentina:
Beatrice Mortillaro – Da Garibaldi a Che Guevara. Storie della mia famiglia e Laura Pariani (1951-) – Quando Dio ballava il tango
4ª aula –
Brasil: Autobiografias de imigrantes italianas
Liliana Laganá (1939-) – A Última fábula e Terra Amada e Zélia Gattai (1916-2008) – Anarquistas Graças a Deus

Bibliografia
BRUNO, Oriana. Le navi delle mogli. Donne calabresi in Argentina. Rivista Altreitalie 38-39, gen.-dic. 2009, p.61-84. último acesso: 8/6/2020
CARCANO, Paola. Autobiografia ed emigrazione. Isernia: Cosmo Iannone Editore, 2008.

CORTI, Paola. Mulheres e migrações na Itália entre passado e presente. In: Mulheres em movimento. Experiências, conexões e trajetórias transnacionais. São Leopoldo (RS): Oikos/Unisinos, 2017, p. 27-50.

FERES, Pellegrino Cristina de Lourdes. Amor em tempo de guerra e a imigração de 58 esposas para o Brasil. Rivista del Cesla, International Latin-American Studies Review, (22), 2018, p.95-114.
Último acesso em 8/6/2020.

GATTAI, Zélia. Anarquistas graças a Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

LAGANÀ, Liliana. Terra Amada. São Paulo: Casa Amarela, 2005.

_______________. A última fábula. São Paulo: Casa Amarela, 2002.
LEJEUNE, Philippe. O pacto autobiográfico. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
LUCONI, Stefano e VARRICCHIO, Mario. (Org.) Lontane da casa. Donne italiane e diaspora globale dall’inizio Novecento a oggi. Torino: Accademia University Press/Centro Altreitalie sulle Migrazioni Italiane, 2015.

MARCOLINI, Adriana. No rastro dos emigrati na Argentina: Da Garibaldi a Che Guevara e Quando Dio ballava il tango. Revista De Italianística, (39), 44-53. https://doi.org/10.11606/issn.2238-8281.v0i39p44-53.
MARTELLINI, Amoreno. Abasso di un firmamento sconosciuto. Um secolo di emigrazione italiana nelle fonti autonarrative. Bologna: Il Mulino, 2018.

MESSINA, Maria. Piccoli Gorghi. Palermo: Sellerio, 1997.
último acesso: 4 jun. 2020

MORTILLARO, Beatrice. Da Garibaldi a Che Guevara. Storie della mia famiglia.
Marsala: Navarra Editore, 2015.


PARIANI, Laura. Quando Dio ballava il tango. Milano: Rizzoli, 2007.
PEREIRA, Syrléa Marques. Entre histórias, fotografias e objetos: imigração italiana e memórias de mulheres. 2008. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-graduação em História, Universidade Federal Fluminense, Niterói. 280 p.

PERROT, Michele. As mulheres ou os silêncios da história. Bauru: Edusc, 2005.
PAOLETTI, Gianni. Vite ritrovate. Emigrazione e letteratura italiana di Otto e Novecento. Foligno: Editoriale Umbra, 2011.

PATERNOSTRO, Rocco. Letteratura italiana dell’emigrazione. Con antologia dei testi. Roma: Aracne editrice, 2011.
PERASSI, Emilia. Scrittici italiane ed emigrazione argentina. In: Oltreoceano. Donne con la valigia. Esperienze migratorie tra l’Italia, la Spagna e le Americhe, Udine: Vol. 6, 97-107, 2012. A cura di Silvana Serafin. http://riviste.forumeditrice.it/oltreoceano/article/view/409. (acesso: 4 jun. 2020)
SANFILIPPO, Matteo. Las ediciones de autobiografias de emigrantes italianos. Migraciones y exílios. Cuadernos de la Asociación para el Estudio de los Exilios y Migraciones Ibéricos, Madrid, n. 11, pp. 29-40, 2010. Disponível em: http://www.aemic.org/ano-2010-numero-11-dossier-emigracion-autobiografi… (acesso em 4 jun. 2020)

TIRABASSI, M.; AUDENINO, P. Migrazioni Italiane. Storia e storie dall’Ancien régime a oggi. Milano: Mondadori, 2008.

TIRABASSI, Maddalena. Ripensare la patria grande. Gli scritti di Amy Allemande Bernardy sulle migrazioni italiani 1900-1930. Isernia: Cosmo Iannone Editore, 2005.

Programa


1. Uma história brasileira dos estudos de gênero e sexualidade nos estudos de Literatura;
2. Amoras: outras formas de enunciar o amor;
3. A literatura se transfaz;
4. Da pele à palavra: marcas da identidade quare na arte literária;
5. Expressões negro-sapatão na produção literária brasileira como exercício de libertação e prática democrática;
6. Autobiografias trans brasileiras;
7. Exercício e desejo (homos)sexual em algumas narrativas do entre séculos XIX e XX;
8. Leituras lésbicas no Brasil contemporâneo;
9. As donzelas-guerreiras e a crítica literária brasileira e portuguesa.

Bibliografia

ÁDREON, Loris. Meu corpo, minha prisão: Autobiografia de um transexual. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1985.

BEAUVOIR, Atena. Contos transantropológicos. Poro Alegre: Taverna, 2018.

BUTLER, Judith. Relatar a si mesmo: Crítica da violência ética. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

CRENSHAW, Kimberlé. A intersecionalidade na discriminação de raça e gênero. VV. AA. Cruzamento: raça e gênero. Brasília: Unifem, 2004. Disponível em: https://static.tumblr.com/7symefv/V6vmj45f5/kimberle-crenshaw.pdf Acesso em: 14 jul. 2020.

DELUCA, Naná. O sexo dos tubarões. São Paulo: Patuá, 2017.

EL FAR, Alessandra. Os romances que o povo gosta: o universo das narrativas populares de finais do século XIX. Floema (UESB), v. 9, p. 11-31, 2011.

EVARISTO, Conceição. Insubmissas lágrimas de mulheres. Rio de Janeiro, Malê, 2016.

GALVÃO, Walnice. A donzela-guerreira: um estudo de gênero. São Paulo: Senac, 1998.

HERZER. A queda para o alto. Rio de Janeiro: Vozes, 1982.

LESLÃO, Janaína. A princesa e a costureira. Metanoia editora, 2016.

LEONEL, Vange. As Sereias da Rive Gauche. 2002. São Paulo: Brasiliense, 2002.

LORDE, Audre Lorde. Irmã Outsider: ensaios e conferências. Tradução: Stephanie Borges. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.

LOURO, Guacira Lopes. Um corpo estranho: ensaios sobre a sexualidade e a teoria queer. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

LUGARINHO, Mário. A crítica literária e os estudos gays e lésbicos: uma introdução a um problema. In: Rick Santos; Wilton Garcia. (Org.). A escrita de adé: perspectivas teóricas dos estudos gays e lésbic@s no Brasil. 1ed.São Paulo: Xamã, 2002, p. 51-58.

LUGARINHO, Mário. Como traduzir a teoria Queer para a Língua Portuguesa. REVISTA GÊNERO, Niterói, v. 1, n.2, p. 36-46, 2013.
LUGARINHO, Mário. Antropofagia crítica: para uma teoria queer em português. Olhar (UFSCar), v. 22, p. 105-111, 2010.

MAIA, Helder Thiago. Transgressões Canônicas: Queerizando a Donzela-Guerreira. Cadernos de literatura comparada, n. 39, p. 91-108, 2018.

MENDES, L. P. Livros para Homens: sucessos pornográficos no Brasil no final do século XIX. In: CADERNOS DO IL, PORTO ALEGRE, v. 53, p. 173-191, 2016.

MORAIS, Fernando Luís de. Diamantes negros sob um arco-íris multicolorido: as identidades negras-gay na poesia de Thomas Grimes. Orientadora: Cláudia Maria Ceneviva Nigro. 2019. 150 f. Dissertação (Mestrado Teoria da Literatura) - Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas, São José do Rio Preto, 2019.

MORSCH, Bruna Sofía. Van Ella Citron. Joinville: Micronotas, 2017.

MOTTA, Waldo. Eis o homem. Vitória: Ed. Da Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1987.

NASCIMENTO, Tatiana. Cuierlombismo literário. São Paulo: edições n-1, 2019. Série Pandemia.

NASCIMENTO, Tatiana. Lundu. Brasília: Padê, 2016.
OLIVEIRA, Valdeci. Figurações da donzela-guerreira nos romances Luzia-Homem e Dona Guidinha do Poço. Campinas: UNICAMP, 2001. 154f. Dissertação (Mestrado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, 2001.

POLESSO, Natália Borges. Amora. Porto Alegre: Não Edtora, 2016.

PONTUAL, Cesar. Abra. São Paulo: Patuá, 2017.

SANTOS, Claudiana Gois dos. A Bruta Flor do Querer: amor, performance e heteronormatividade na representação das personagens lésbicas. 2018. Dissertação (Mestrado em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.

SANTOS, Rick; GARCIA, Wilton. A escrita de adé: perspectivas teóricas dos estudos gays e lésbic@s no Brasil. São Paulo, New York: Xamã, CUNY, 2003.

SILVA, Cidinha da. Um Exu em Nova York. Editora Pallas, 2018.

SILVA, E. K. da; CAMARGO, F F. Os gozos de Bem Bem. In: MALUCO, C. O menino do Gouveia. Uberlândia: O sexo da palavra, 2017.

Programa

APRESENTAÇÃO
O curso Introdução ao Google Earth Engine Explorer foi desenvolvido para fornecer os principais fundamentos de uma nova metodologia para o processamento digital de imagens de Sensoriamento Remoto. Trata-se uma técnica com base em plataforma de computação em nuvem. Nela não se gasta com o pré-processamento, espaço de disco e memória. A plataforma fornece a possibilidade de realizar todo o processamento on-line, de forma gratuita e com acesso aos principais dados de Sensoriamento Remoto do mundo, podendo ser em escala planetária, regional ou local. Nessa perspectiva o curso fornecerá ao aluno conhecimentos básicos sobre a plataforma Explorer do Google Earth Engine.

RECOMENDAÇÕES
É recomendável (não obrigatório) que o aluno tenha básicos sobre:
Princípios físicos de Sensoriamento Remoto.
Processamento Digital de Imagens de Satélite - PDI.
Sistema de Informações Geográficas - SIG.
Além disso é necessário que o aluno tenha uma conta aberta no GEE. O cadastro pode ser realizado gratuitamente pelo link: https://earthengine.google.com/


OBJETIVOS
Construir conhecimentos básicos sobre as principais metodologias utilizadas na plataforma do Google Earth Engine (Versão Explorer).

METODOLOGIA
A construção de conhecimentos acontecerá com aulas teóricas e práticas sobre a plataforma do Google Earth Engine (versão Explorer). Devido a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e a necessidade do distanciamento social, o curso ocorrerá totalmente de maneira on-line. A parte teórica será apresentada com uso de slides e diálogos com os estudantes. Já a parte prática acontecerá com a exposição e logo depois com a sequência dos passos pelos alunos. Durante o curso será utilizado um site de apoio: https://geoestudoss.blogspot.com/ . Nesse sentido, o curso será dividido em três módulos, cada um com 4 horas de duração. Os módulos estão apresentados a seguir:

Módulo I (CH: 4h)
Apresentação do curso
Apresentação geral da plataforma do Google Earth Engine - GEE
Cadastro na plataforma GEE
Introdução Básica ao Sensoriamento Remoto
Relembrando conceitos básicos de Sensoriamento Remoto (Resolução espacial, radiométrica e temporal).

Módulo II (CH: 4h)
Relembrando conceitos básicos do Processamento Digital de Imagens de Satélite – PDI
Introdução ao Google Earth Engine Explorer
Conhecendo o banco de dados do GEE Explorer
Funções e Ferramentas do GEE Explorer
Primeiros passos para o processamento digital de imagens em nuvem
Subindo dados delimitativos (formato raster) para delimitação da área de estudo.
Atividade prática (subir dados de uma área de estudo de interesse para a plataforma GEE).

Módulo III (CH: 4h)
Utilização de dados de satélites para o Processamento Digital de Imagens
Atividade prática (Sequência didática)
Compartilhamento do resultado
Encerramento do curso

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA O MÓDULO III

1 – Utilização do limite Raster municipal ou estadual de São Paulo para delimitação da área de estudo.
2 – Utilização dos dados do Landsat 8 (Reflectância). Demonstração das características do sensor na plataforma GEE: resolução espectral, espacial, radiométrica e temporal.
3 – Máscara e corte dos dados Landsat 8 correlacionados pelo limite de São Paulo.
4 – Definição do período de estudo e combinação de bandas espectrais. Demonstração das funcionalidades de uso com as combinações espectrais:

USO / ÊNFASE BANDAS L-8
Cor Natural 4 3 2
Falsa Cor (Urbano)  7 6 4
Infravermelho (vegetação) 5 4 3
Agricultura 6 5 2
Penetração atmosférica 7 6 5
Saúde Vegetal 5 6 2
Terra/Água 5 6 4
Natural com Atmosfera removida 7 5 3
Infravermelho Curto 7 5 4
Análise de Vegetação 6 5 4


5 – Customização da Imagem com explicações e demonstrações do uso do Gamma, Custom e opacity.
6 – Download dos dados processados.
7 – Índice espectral: Geração do Normalized Difference Vegetation Index - NDVI.
8 – Recorte do NDVI pela área de estudo.
9 – Modelo Digital do Terreno: Utilização do produto Shuttle Radar Topography Mission - SRTM.
10 – Recorte do SRTM pela área de estudo.
11 - Download dos dados processados.
12 – Coleta de amostras em ponto, linha ou polígono para classificação na imagem Landsat (Coletar: água, urbano, solo, solo exposto e vegetação)
13 – Classificação supervisionada da imagem Landsat 8. Testar Diferentes classificadores.
14 – Junção do NDVI, SRTM para o aprimoramento da classificação.
15 – Estatística da classificação.
16 - Download dos dados processados.
17 – Compartilhamento do resultado

BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA PARA OS ESTUDANTES
CRÓSTA, A.P. Processamento digital de imagens de sensoriamento remoto. Campinas: IG/UNICAMP, 199 170 p.
GORELICK, N., HANCHER, M., DIXON, M., ILYUSHCHENKO, S., THAU, D., MOORE, R.. Google Earth Engine: Planetary-scale geospatial analysis for everyone. Remote Sens. Environ. 202:1, 2017. https://doi.org/10.1016/j.rse.2017.06.031
MENESES, Paulo Roberto; ALMEIDA, Tati de. (Orgs). Introdução ao Processamento de imagens de sensoriamento remoto. Brasília: UNB, 2012.

Programa

Filmes síncronos:

  1. A história do cinema contada pelo próprio cinema: A invenção de Hugo Cabret (2011);

  2. Cine mudo e melodrama: Carmiña, flor de Galicia (1926);

  3. Curta-metragens do periodo da ditadura franquista (1971 – 1989)

  4. Primeiro filme após a morte de Franco, drama da emigração: Sempre Xonxa (1989);

  5. Filme histórico sobre a Guerra Civil espanhola: A lingua das bolboretas (1999);

  6. A Costa da Morte galega e thriller: Finisterre (2003);

  7. Serial killer e lobishome: Romasanta, a caza da bestia (2004);

  8. Narcotráfico e biografia: Heroína (2005);

  9. Animação: De profundis/O apóstolo (2007);

  10. Crime: Retornos (2011);

  11. Marginalização, nomadismo e ciganos: Tralas luces (2011);

  12. Homoerótica: Nove de novembro (2018);

  13. Piromania e reinserção social: O que arde (2019);

  14. Misterio: A illa das mentiras (2020);

  15. Comédia: Cuñados (2021)

     

    Filmes assíncronos:

  16. Histórico: O lapis do carpinteiro (2003)

  17. Thriller psicológico: 13 badaladas (2003);

  18. Amor adolescente e explotação mineira: Pradolongo (2008);

  19. Policial e adaptação de romance: A praia dos afogados (2015).

Programa

Aula 1: Judeus, judaísmo, judeidade: introdução

Aula 2: Imigração judaica-sefardita: origens e cultura

Aula 3: Imigração judaica-asquenaze: origens e cultura

Aula 4: Sinagogas como patrimônio

Bibliografia:

AVIGDOR, R. Judeus Sinagogas e Rabinos: O Judaísmo em São Paulo em mudança, 2010, Tese (Doutorado em sociologia) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2010.
BENCHIMOL, S. Eretz Amazônia: os judeus na Amazônia. Manaus: Comitê Israelita do Amazonas, 1998.
BLAY, E. A. O Brasil como destino: raízes da imigração judaica contemporânea para São Paulo. São Paulo: Editora Unesp, 2013.
BUCHALSKI, S. Memórias da Minha Juventude e do Teatro Ídiche no Brasil. São Paulo: Editora Perspectiva, 1995.
CARNEIRO, M. L. T. (Org.). Recordações dos Primórdios da Imigração Judaica em S. Paulo. São Paulo: Maayanot, 2013.
CYTRYNOWICZ, R., HONIGSBERG, E. M. et al. TAIB: Uma história do teatro. São Paulo: NarrativaUm. 2023.
DECOL, R. Imigrações urbanas para o Brasil: o caso dos judeus. 1999. Tese (Doutorado em
Sociologia) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual
de Campinas, Campinas, 1999.
ENCICLOPÉDIA Judaica, Rio de Janeiro: Editora Tradição, 1967.
FALBEL, A. Como cantaríamos o canto do Senhor numa terra estrangeira, parte I. Boletim Informativo Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, São Paulo, n. 35, 2006.
__________. Como cantaríamos o canto do Senhor numa terra estrangeira, parte II. Boletim Informativo Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, São Paulo, n. 37, 2007.
FALBEL, N. Judeus no Brasil: estudos e notas. São Paulo: Humanitas; Edusp, 2008.
FAUSTO, B. (Org.). Fazer a América. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1999.
FREIDENSON, M. L.; BECKER, G. (Org.). Passagem para a América: relatos da imigração
judaica em São Paulo. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2003.
FREIDENSON, M. L. (Org.). Carta de chamada: relatos da imigração judaica em São Paulo de 1930 a 1942. São Paulo: Annablume, 2014.
FROCHTENGARTEN, F. Isaac Alperowitch – A vida de um filho de Israel. [s.l: s.n]
GEDANKIEN, A. Coragem, trabalho e fé - a história da comunidade judaica na região do ABC paulista. 1. ed. Santo André: [s.n.].
GOUSSINSKY, S. Era uma vez uma voz: o cantar ídiche, suas memórias e registros no Brasil. São Paulo: Humanitas, 2015.
GRINBERG, K. (Org.). Os judeus no Brasil: inquisição, imigração e identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
GUINSBURG, J. Aventuras de uma língua errante: ensaios de literatura e teatro idiche. São Paulo: Perspectiva, 1996. 507 p.
LEWIN, H. (Coord.). Identidade e cidadania: como se expressa o judaísmo brasileiro. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2009. Disponível em:
https://www.precog.com.br/bc-texto/obras/lewin-9788579820182.pdf
Acesso em 1 nov. 2024.
LEWIN, H. Da Colônia à República: judeus construindo sua identidade brasileira. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2019.
MILGRAM, A.; KOIFMAN, F.; FALBEL, A. (Org.). Judeus no Brasil: história e historiografia. São Paulo: Garamond, 2021.
MINKOVICIUS, I. Você sabe onde fica o Bom Retiro?. São Paulo: Dagui Design, 2021.
MIZRAHI, R. Imigrantes judeus do Oriente Médio: São Paulo e Rio de Janeiro. Cotia: Ateliê
Editorial, 2003.
PÓVOA, C. A. A territorialização dos judeus na cidade de São Paulo. São Paulo: Humanitas, 2010.
SALGADO, E (Org.). União Israelita Shel Guemilut Hassadim: 150 anos de atos de bondade. 1. ed. Rio de Janeiro, RJ: Talu Cultural, 2023. 162 p.
SCHEINDLIN, R.P. História Ilustrada do Povo Judeu. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
SZWARCBART, M. R. As Sinagogas em São Paulo - Arte e Arquitetura Judaica. Disponível em https:// https://artejudaicasaopaulo.blogspot.com/. Acesso em 23 out.2024
VALADARES, P.; FAIGUENBOIM, G.; ANDREAS, N. Os primeiros judeus de São Paulo: uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana. Rio de Janeiro: Fraiha, 2009.
VELTMAN, H. B. A História dos Judeus em São Paulo. Rio de Janeiro: Instituto Arnaldo Niskier, 1994.
WOLFF, E.; WOLFF, F. Guia histórico da comunidade judaica de São Paulo. São Paulo: Editora B’nei B’rith, 1988.

 

Programa

1. Princípios e práticas da análise semiótica de textos
1.1 SemióticaS: diferentes propostas teórico-metodológicas
1.2 A Semiótica da Escola de Paris: aspectos gerais e proposta metodológica
1.3 O percurso gerativo do sentido: do plano de conteúdo ao plano de expressão dos diferentes tipos de texto
1.3.1 Enunciação, enunciado e gênero do discurso
1.3.2 O nível discursivo: projeções da enunciação no enunciado, temas e figuras
1.3.3 Especificidades do processo de textualização: sincretismo e semissimbolismo
1.4 Outros níveis de pertinência para análise semiótica dos textos: objetos-suporte, práticas, estratégias e formas de vida

2. História das mulheres pela semiótica: compreendendo o início do feminismo francês civilizatório
2.1 Debates em torno da história das mulheres: construção de um campo específico do saber;

a. Questão do ponto de vista;
b. Acesso ao material produzido pelas próprias mulheres;

2.2 O contexto francês de efervescência de lutas femininas e a problemática dos direitos;

c. Estruturação do significado do ‘feminismo (francês)’;

2.3 Colocação da história das mulheres em cena;

d. Apresentação da imprensa feminista do século XIX e das primeiras ideias ‘feministas’;
e. Feminismo para todos quem.

3. Entre opressão e liberdade: a Ditadura Hétero-Militar e o jornal “guei” Lampião da Esquina
3.1 Moral, bons costumes e mecanismos de repressão do Estado hétero-militar;
3.2 Imprensa gay no século XX e surgimento do Lampião da Esquina;
3.3 Editoriais jornalísticos: uma visada semiótica.

4. Violência simbólica e apagamento semiótico da vulva
4.1. Como a linguagem é veículo de ideologias;
4.2. Apagamento semiótico em torno da vulva: uma análise da HQ A origem do mundo: uma história
cultural da vagina ou a vulva vs. o patriarcado, de Liv Strömquist;
4.3. Violência simbólica em torno dos estereótipos femininos e formas de definir a mulher;
4.4. Corredores isotópicos e a construção do preconceito.

Referencial Básico:

BARROS, D. L. Teoria do discurso: fundamentos semióticos. São Paulo: Atual, 1988.
BARROS, D. L. A construção discursiva dos discursos intolerantes. In.: BARROS, D. L. P. Preconceito e intolerância. Reflexões linguístico-discursivas. São Paulo: Editora Mackenzie, p. 255-270, 2011a.
FIORIN, José Luiz. Esboço da história do desenvolvimento da semiótica francesa. Cadernos de Estudos Linguísticos UNICAMP, vol. 42, 2002. p. 131-146. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cel/article/view/8637144
FIORIN, José Luiz. Em busca do sentido: estudos discursivos. São Paulo: Contexto, 2008.
FONTANILLE, Jacques. Práticas semióticas: imanência e pertinência, eficiência e otimização. In: VISSOTTO, Maria Lúcia; PORTELA, Jean Cristtus (orgs.). Semiótica e mídia: textos, práticas, estratégias. Bauru, SP: Unesp/FAAC, 2009. p. 15-74. Disponível em: https://issuu.com/lucasdebarbo/docs/semioticaemidia
LOPES, Ivã Carlos; HERNANDES, Nilton (Orgs.). Semiótica: objetos e práticas. SP: Contexto, 2009.
OLIVEIRA, A. C. de; TEIXEIRA, L. (Org.). Linguagens na comunicação: desenvolvimentos da semiótica sincrética. São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2009.

Referencial Específico:


ALBISTUR, M.; ARMOGATHE, D. Histoire du féminisme français: de l’empire napoléonien à nos jours. Paris: Éditions des Femmes, 1977, 2v.
BLIKSTEIN, Izidoro. Kaspar Hauser ou a fabricação da realidade. São Paulo, Contexto, 2018
BLIKSTEIN, Izidoro. Semiótica e Totalitarismo. São Paulo, Contexto, 2020
BOURDIEU, Pierre, A dominação masculina. A condição feminina e a violência simbólica, 18. ed., Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2020
BUTLER, Judith, Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade, 18ª ed., Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, tradução de Renato Aguiar, 2019.
BUTLER, Judith. Corpos que pesam: sobre os limites discursivos do 'sexo'. In: LOURO, Guacira Lopes. O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte, Ed. Autêntica, 1999 (tradução da introdução de BUTLER, Judith: Bodies that Matter. New York, Routledge, 1993)
FIORIN, José Luiz, Linguagem e ideologia, 4ª ed., São Paulo, Ática, 1995.
FIORIN, José Luiz, Elementos de análise do discurso. São Paulo, Contexto, 2016
FOUCAULT, Michel, Microfísica do Poder, 28ª ed., São Paulo, Paz & Terra, 2014
FOUCAULT, Michel, Poder e Corpo (1975), In Motta, Manoel Barros da (org.) Ditos e Escritos X. Rio de Janeiro: Forense Universitária, pp. 67-82, 2014b.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir 42. ed. São Paulo: Vozes, 2014
GARCIA, Carla Cristina, Breve história do feminismo, 3ª ed., São Paulo, Claridade, 2015.
GREIMAS, Algirdas Julius; COURTÉS, Joseph. [1979] Dicionário de Semiótica. Tradução de LIMA, A. D. L. São Paulo, Contexto, 2016
HJELMSLEV, Louis, Prolegômenos a uma teoria da linguagem, 2ª ed. tradução de NETTO, J. T.C., São Paulo, Perspectiva, 2018.
HOUAISS, Antônio. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, Ed. Objetiva, 2001.
INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009.
LERNER, Gerda. A criação do patriarcado. História da opressão das mulheres pelos homens. trad. Luiza Sellera, São Paulo, Cultrix, 2019
LHOMOND, Brigitte. Dicionário crítico do feminismo, São Paulo, Unesp, 2009
MILL, Stuart. A sujeição das mulheres, trad. Débora Ginza, São Paulo, LaFonte, 2019
STRÖMQUIST, Liv. A origem do mundo uma história cultural da vagina ou a vulva vs. o patriarcado. Tradução de Kristin Lie Garrubo. São Paulo, Quadrinhos na Cia., 2018
PASTORINI, Vanessa. Mulheres francesas do século XIX: trajetórias de lutas. Albuquerque: revista de história, v. 13, nº 26, 2021, p. 47-66.
PÉRET, F. Imprensa gay no Brasil. São Paulo: Publifolha, 2012.
PERROT, Michelle. Os excluídos da história. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
PERROT, Michelle . Mulheres públicas. Tradução: Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1998.
PERROT, Michelle. Minha história das mulheres. Tradução: Angela M. S. Corrêa. São Paulo: Contexto, 2015.
QUINALHA, R. Uma ditadura hétero-militar: notas sobre a política sexual do regime autoritário brasileiro. In: GREEN, J. et al (orgs.) História do movimento LGBT no Brasil. São Paulo: Alameda, 2018. p. 15-38.
QUINALHA, R. Lampião da Esquina na mira da ditadura hetero-militar de 1964. Cadernos Pagu [online]. 2021, n. 61, e216104. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/18094449202100610004>.Epub 04 Jun 2021. ISSN 1809-4449. https://doi.org/10.1590/18094449202100610004.
SCOTT, Joan. “Gender: a useful category of historical analysis” in: Gender and the politics of history, New York, Columbia Univ. Press (ou na tradução: “Gênero: uma categoria útil de análise histórica”, Educação e Realidade, Porto Alegre, 16 (2), jul-dez 1990, pp. 5-22)
SCOTT, Joan. A invisibilidade da experiência. Projeto história, v. 16, 1998.
SCOTT, Joan. O enigma da igualdade. Revista Estudos feministas, v. 13, n. 1, 2005.

Programa

Comunicação: cumprimentar, despedir-se e agradecer em contextos formais, apresentar-se, falar de sonhos e paixões, falar de planos, falar de cidades e país, falar da profissão, do estudo, da experiência e dos centros de interesse.

Vocabulário: fórmulas de cumprimento, despedida e agradecimento formais, expressões do que se gosta, algumas profissões, algumas universidades e os nomes de cursos, expressões de temporalidade, algumas fórmulas de polidez, algumas atividades esportivas e culturais.

Gramática: Verbo +过guò:indicar experiência passada; Verbo +了le : indicar ação realizada; 是shì + complemento + Verbo + 的de : realçar a hora, o local e o modo em relação à ação já realizada; 会huì + Verbo: indicar a possibilidade; Complemento de Locuções adverbiais de tempo + 了le:continuidade de ação; Verbo + 着zhe:continuidade de ação até o presente; 在zài + verbo: indicar uma ação que se está realizando.

Elementos não-linguísticos de comunicação oral: marcadores conversacionais, evitar repetições, pausas e tom da voz, meios cinésicos como movimentos corporais, aspecto exterior como roupas e decorações do ambiente em situação formal.

Elementos culturais: Diferença e semelhança entre o sistema educativo da China e do Brasil; regiões e cidades da China; universidades da China; etiqueta de conversação na China; expressões de polidez de chinês.

Bibliografia:

STATE LANGUAGE COMMISSION. Chinese Proficiency Grading Stantards for International Chinese Language Education. Beijing, 2021.
JIANG Liping. HSK Standard Course. Beijing Language & Culture University Press,China, 2014.
Admission Office, School of International Education, CSU. 2023 Application Guide to Central South University Scholarship for International Students. 2023. https://intl.csu.edu.cn/info/1144/2266.htm acesso em 26-09-2023.
MAO Yue. New Target Chinese Spoken Language. BEIJING LANGUAGE AND CULTURE UNIVERSITY PRESS. 2013.

Programa

A ser realizado por até 25 participantes, o curso tem por base o material didático Deutsch für das Studium. Em primeiro lugar, as/os participantes serão introduzidas/os à estrutura acadêmica alemã a fim de-se promover uma discussão sobre as diversas formas de interacão social universitária e seus correspondentes registros. Em segundo lugar, terá lugar uma série de atividades com uma dinâmica propiamente argumentativa. Aqui, as/os participantes realizarão exercícios, cujo objetivo é a produção de formulações orais e escritas visando maior compreensão sobre as formas e estratégias adequadas para solucionar problemas de expressão formal com respeito ao estandarte do alemão acadêmico. Por último, visa-se finalmente sublinhar os conhecimentos adquiridos durante os encontros, apontando às e aos participantes possíveis direções para o aprofundamento de seus conhecimentos linguísticos subsequentes.


Bibliografia: Deutsch für das Studium. Klett. 2019.

Programa

1) Crítica do governo, crítica do Estado: Henry David Thoreau e Mohandas K. Gandhi
2) Desobediência civil, liberalismo e Estado democrático de direito
3) O problema da violência
4) Ação clandestina e sabotagem
5) O que é a desobediência incivil?

Leituras introdutórias:

Thoreau, Henry David. A desobediência civil. Antofágica, 2022. (Trad. André Czarnobai).
King Jr., Martin Luther. Por que não podemos esperar. Faro, 2020. (Trad. Sarah Pereira).
Fortas, Abe. Do direito de discordar e da desobediência civil. Cruzeiro, 1968. (Trad. Norah Levy).
Arendt, Hannah. Crises da república. Perspectiva, 2019. (Trad. José Volkmann).
Rawls, John. Uma teoria da justiça. Martins Fontes, 2016. (Trad. Jussara Simões).
Davis, Angela. Uma autobiografia. Boitempo, 2019. (Trad. Heci Regina Candiani).