Programa

1. Jo sóc així (Eu sou assim)

Cultura: Como nos apresentamos, desde o ponto de vista verbal e não verbal (pragmática).
Descrever pessoas que formam parte da cultura catalã (políticos, cantores, esportistas, atores...).

Farem servir:
Articles personals: el, la, els, les
Demostratius: aquest, aquesta, aquell, aquella
Interrogatius: com, qui, quants, quantes, d’on, quina, quines, què, de què...
Numerals de l’1 al 100
Present d’indicatiu: ser, dir-se, tenir, parlar, fer, estudiar, treballar, agradar
Pronoms febles: em, et, es, li
Pronoms forts: jo, tu, ell, ella, nosaltres...
Noms de països, nacionalitats, llengües, estudis i professions
Verbs que indiquen activitats de lleure: anar al cinem, sopar a un restaurant, visitar un museu...

Aspecte historicocultural: Història de Catalunya des de la prehistòria fins al 1714.

Tarefa final: Redação de uma descrição do perfil físico e psicológico de uma pessoa.

2. Ciutats i gent (Cidades e gente)

Cultura: Descrever fotos de lugares emblemáticas de cidades catalãs.

Farem servir:
Adjectius: gros, prim, alt, baix, sorollós...
Connectors: a més (a més), també, perquè, però...
Demostratius: aquest, aquell...
Expressions locatives: lluny, a prop, aquí, allà...
Interrogatius: on, què, com...
Numerals a partir del 100
Possessius: meu, meua, seu...
Pronoms febles: et, li, ens, us...
Pronoms febles: et, li, ens, us...
Present d’indicatiu: dir-se, tenir, haver-hi, parlar, viure, conèixer, saber...
Noms de parentesc: mare, pare, oncle, gendre, nora...

Aspecte historicocultural: les grans ciutats dels Països Catalans, història de Catalunya del 1714 fins a la Guerra Civil Espanyola (1936).

Tarefa final: Falar de pessoas que vivem em lugares diferentes e descrever os lugares nas quais vivem.

3. De sol a sol (De sol a sol)


Cultura: quando, onde e como se celebram algumas das festas mais importantes dos territórios de fala catalã.
Farem servir:
Expressions temporals: abans de, aviat, ara, sovint, sempre, de tant en tant...
Noms col·lectius: la gent, la majoria...
Perífrasi: estar + gerundi
Present d’indicatiu de verbs regulars: triar, treballar...
Noms dels dies de la setmana, dels mesos de l’any, d’establiments...
Verbs que indiquen accions quotidianes: llevar-se, rentar-se, dutxar-se, esmorzar, dinar, córrer, estudiar, dormir, gitar-se...

Aspecte historicocultural: la situació política actual a Catalunya. El procés sobiranista.
Tarefa final: Escrever um texto para se conhecer como é uma pessoa, segundo os seus hábitos cotidianos.


Referência Bibliográfica de Catalão I

Andrews, Colman (2008) Cuina catalana: el darrer secret culinari d’Europa. Barcelona: Martínez Roca.
Bastons, Núria et al. (2003) Català bàsic II: iniciació a la llengua oral. Barcelona: Generalitat de Catalunya.
Esteban, Jordi (2012) El trampolí. 120 impulsos per llançar-se a parlar. Barcelona: Teide.
Esteve, Francesc (Coord.) (2011) Gramàtica zero. València: Universitat de València. http://www.spluv.es/PDFS/gramatica_zero.pdf
Ginebra, Jordi et al. (2009) Diccionari d'ús dels verbs catalans: règim verbal i canvi i caiguda de preposicions. Barcelona: Educaula.
Mas, Marta; Vilagrasa, Albert et al. (2005) Veus 1. Curs de català. Barcelona: Publicacions de l'Abadia de Montserrat.
Pujol, Núria et al. (2013) Catalonia is Calling. El món ho ha de saber. Barcelona Sàpiens Publicacions.
Rovira, Josep M. (1987) La Arquitectura catalana de la modernidad. Barcelona: Universitat Politècnica de Catalunya.

Programa

Aula 1: Introdução aos Estudos de Gênero e Holocausto
● Apresentação dos conceitos fundamentais de gênero e sua relação com a história.
● Breve histórico do Holocausto e suas implicações sociopolíticas.
Para a primeira aula, será feita uma introdução sobre questões históricas, apresentação de vocabulário necessário para o entendimento do curso na totalidade.

Aula 2: A Perspectiva das Mulheres no Holocausto
● Quem eram as mulheres judias na Europa pré-Holocausto
● Discussão sobre a instrumentalização do gênero na política nazista.
● Primeiros anos da política nazista e as mulheres.
Partindo do vocabulário apresentado na aula anterior, começaremos a compreender o ponto central do curso: sendo homens e mulheres vítimas da violência nazista, o caminho para a destruição era o mesmo ou ele ia também perpassar pelas características de gênero e socialização de homens e mulheres?

Aula 3: Histórias, memórias e relatos
● Experiências de mulheres em guetos, campos de concentração e de extermínio.
● Análise de relatos, diários e memórias de sobreviventes.
Nesse momento, faremos leituras de textos, relatos e testemunhos de mulheres para compreendermos, em suas palavras - aproveitando-se de livros traduzidos para a língua portuguesa.

Aula 4: O futuro dos estudos de gênero
● Reflexão sobre as formas de resistência feminina.
● Conclusão do curso com um debate sobre as lições aprendidas e suas implicações para a sociedade contemporânea.
Conclusão do curso - como esses aprendizados auxiliaram os alunos a compreenderem não só o Holocausto, mas também a sociedade atual.

Bibliografia:

ALEKSIEVICH, S.; CECÍLIA ROSAS. A guerra não tem rosto de mulher. São Paulo: Companhia Das Letras, 2016.
Von Mühlen, B. K., & Strey, M. N. (2015). As mulheres e o Holocausto: dando visibilidade ao invisível. Arquivo Maaravi: Revista Digital De Estudos Judaicos Da UFMG, 9(17), 64–87. https://doi.org/10.17851/1982-3053.9.17.64-87
FRANK, A. Obras completas. [s.l.] PLAZA & JANÉS, 2022.
GHIŢĂ, R. Different Horrors, same Hell: The Gendered Nature of Holocaust Suffering. In: Gender Studies, vol.11, no.1, 2013, pp.183-192. Disponível em: https://sciendo.com/pdf/10.2478/v10320-012-0038-1 Acessado em: 11 de dezembro de 2023.
KLÜGER, R. Still alive : a Holocaust girlhood remembered. New York: Feminist Press At The City University Of New York, 2001.
KLÜGER, R. Paisagens da memória autobiografia de uma sobrevivente do Holocausto. [s.l.] São Paulo Ed. 34, 2005.
LENGYEL, O. Os fornos de Hitler: A história de uma sobrevivente de Auschwitz. São Paulo: SP, Editora Crítica, 2018.
MILLU, L.; LYNNE SHARON SCHWARTZ. Smoke over Birkenau. Illinois: Northwestern University Press, 1998.
SCHWEITZER, P. M. Gendered testimonies of the Holocaust : writing life. Lanham ; Boulder: Lexington Books, 2016.
PINE, Lisa. Gender and Holocaust Victims: A Reappraisal. Journal of Jewish Identities: Youngstown State University Center for Judaic and Holocaust Studies, Issue 1, Number 2, July 2008
ROSEN, P.; APFELBAUM, N. Bearing Witness. [s.l.] Bloomsbury Publishing USA, 2001.
SELIGMANN-SILVA, Márcio Narrar o trauma – a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. In: Psicologia Clínica, Rio de Janeiro, vol. 20, nº 1, p. 65-82, 2008.
SELIGMANN-SILVA, Márcio. História, Memória e Literatura: O testemunho na Era das Catástrofes. São Paulo: Unicamp, 2003.
WAXMAN, Z. Unheard Testimony, Untold Stories: The representation of women's Holocaust experiences. Women's History Review. 12, 2007

Programa

Dia 1 - Desvendando a IA Generativa e o Poder dos Prompts
Apresentação da IA Generativa, dos Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs) e dos conceitos fundamentais da engenharia de prompts. Análise da anatomia de um prompt eficaz (instrução, contexto, persona, formato). Introdução da proposta de mini-projeto prático a ser desenvolvido ao longo do curso.

Dia 2 - Princípios e Técnicas Fundamentais de Engenharia de Prompts
Aprofundamento em técnicas essenciais para o refinamento de prompts, como clareza, especificidade, uso de delimitadores e a arte da iteração. Exploração de estratégias para definir persona, tom e formato da resposta da IA, incluindo a técnica de "few-shot prompting" e a análise de erros comuns.

Dia 3 - Técnicas Avançadas, Ética Prática e Aplicações Profissionais
Estudo de técnicas avançadas como "Chain-of-Thought" (Cadeia de Pensamento) e prompts de autorreflexão. Discussão sobre ética na prática, incluindo o uso de prompts para identificar vieses. Participação de especialista convidada para apresentar casos de uso da IA na produção de conteúdo profissional. Início do desenvolvimento dos mini-projetos.

Dia 4 - Desenvolvimento de Projetos, Ética Aprofundada e o Futuro da IA
Discussão sobre implicações éticas complexas (autoria, plágio, desinformação) e o papel do humanista na construção de uma IA responsável. Finalização e apresentação dos mini-projetos práticos, com feedback coletivo. Panorama sobre o futuro da IA e indicação de recursos para aprendizado contínuo.

Bibliografia:
1. Benamara, F., Taboada, M., & Mathieu, Y. (2017). Evaluative Language Beyond Bags of Words: Linguistic Insights and Computational Applications. Computational Linguistics, 43(1), 201-264.
2. Bender, E. M., Gebru, T., McMillan-Major, A., & Shmitchell, S. (2021). On the Dangers of Stochastic Parrots: Can Language Models Be Too Big?. In Proceedings of the 2021 ACM Conference on Fairness, Accountability, and Transparency (FAccT '21).
3. Giray, L. (2024). The Prompt Report: A Systematic Survey of Prompting Techniques. arXiv preprint arXiv:2403.13551.
4. Grimmer, J., Roberts, M. E., & Stewart, B. M. (2022). Text as Data: A New Framework for Machine Learning and the Social Sciences. Princeton University Press.
5. Liu, P., Yuan, W., Fu, J., Jiang, Z., Hayashi, H., & Neubig, G. (2022). Pre-train, Prompt, and Predict: A Systematic Survey of Prompting Methods in Natural Language Processing. ACM Computing Surveys, 55(9), 1-35.
6. Oppenlaender, J. (2024). A Prompt Pattern Catalog to Enhance Prompt Engineering with ChatGPT. arXiv preprint arXiv:2302.11382.
7. Silva, T. F. L. da. (2022). O Pão Que O Viado Amassou: contribuições da semiótica para o processamento de língua natural. Estudos Semióticos, 18(3), 70-92.
8. Silva, T. F. L. da. (2023). Using transformer networks and tensive semiotics to improve sentiment analysis accuracy in tourism digital platforms. In Semiotica e intelligenza artificiale (pp. 131-147). Aracne.
9. Silva, T. F. L. da. (2023). Humanismo digital e transformação social: campos abertos para o fomento da inovação nas Ciências Humanas e Sociais. Revista Sciencia Veritas, 2, 5-8.
10. Silva, T. F. L. da, et al. (2025). CDB: A Unified Framework for Hope Speech Detection Through Counterfactual, Desire, and Belief. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2025.
11. Sivasubramaniam, S., & Gurevych, I. (2024). An Empirical Categorization of Prompting Techniques for Large Language Models: A Practitioner’s Guide. In Proceedings of the 2024 Conference of the North American Chapter of the Association for Computational Linguistics: Human Language Technologies (NAACL 2024).
12. Wei, J., Wang, X., Schuurmans, D., Bosma, M., Chi, E., Le, Q., & Zhou, D. (2022). Chain-of-Thought Prompting Elicits Reasoning in Large Language Models. Advances in Neural Information Processing Systems, 35.
13. White, J., Fu, Q., Hays, S., Sandborn, M., Olea, C., Gilbert, H., ... & Schmidt, D. C. (2023). A Prompt-Based Probing Framework for Connecting Language Models to Knowledge Bases. arXiv preprint arXiv:2305.14924.
14. Zhang, T., Ke, P., Chen, Y., Zhang, J., & Li, F. (2023). A Systematic Survey of Prompt Engineering in Large Language Models: Techniques and Applications. arXiv preprint arXiv:2402.07927.

Programa

Aula 1: Thomas Paine e as Revoluções Atlânticas: Paine como “Cidadão do Mundo” e “Revolucionário da Liberdade” (19/02/2026)

Aula 2: O pensamento republicano de Paine: O Bom Senso e Os direitos do homem (24/02/2026)

Aula 3: Os fundamentos de uma democracia representativa: Legitimidade, sufrágio universal e igualdade (26/02/2026)

Aula 4: Uma democracia pedagógica e protetiva: Justiça agrária, educação pública e cidadania em Thomas Paine (03/03/2026)

Aula 5: O Pensylvannia Magazine: notas sobre uma pesquisa recente na American Philosophical Society, com Daniel Gomes de Carvalho (05/03/2026)

Referências bibliográficas
ANDERSON, Elizabeth. Thomas Paine’s “Agrarian Justice” and the origins of social insurance. Ten neglected Classics of philosophy, pp. 55-83, 2017.
BAILYN, Bernard. As origens ideológicas da Revolução Americana. Bauru: Edusc, 2003.
BELISSA, Marc. Les leçons de républicanisme de Thomas Paine (1802-1807). Révolution Française.net (L’Esprit des Lumières et de la Révolution), 2011. Disponível em: https://revolution-francaise.net/2011/04/26/434-les-lecons- de-republicanisme-de-thomas-paine-1802-1807 .
BELISSA, Marc. Thomas Paine, A Transatlantic Republican Between Two Revolutions. Révolution Française.net (L’Esprit des Lumières et de la Révolution), 2017. Disponível em: https://revolution-francaise.net/2017/01/12/677- thomas-paine-a-transatlantic-republican-between-two-revolutions .
BIGNOTTO, Newton. As aventuras da virtude: As ideias republicanas na França do século XVIII. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
BIGNOTTO, Newton. Condorcet: pensador da liberdade e da Constituição. In: CONDORCET. Escritos político- constitucionais. Campinas: Editora da Unicamp, 2013
BOSC, Yannick. Paine e Condorcet, restauradores da solidariedade? O fim da pobreza? Um debate histórico. Tradução de Vital Francisco Celestino Alves. Latin American Human Rights Studies, v.1, 2021.
BOSC, Yannick. Thomas Paine, le républicanisme, le droit à l'existence et la critique du libéralisme économique. Révolution Française.net (L’Esprit des Lumières et de la Révolution), 2014. Disponível em: https://revolution-
francaise.net/2014/07/10/583-thomas-paine-le-republicanisme-le-droit-a-l-existence-et-la-critique-du-liberalisme-economique .
CARVALHO, Daniel Gomes de. O pensamento radical de Thomas Paine (1793-1797): artífice e obra da Revolução Francesa. 2018. Tese (Doutorado em História) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.
CARVALHO, Daniel Gomes de; FLORENZANO, Modesto. A (des)fortuna de Thomas Paine: um problema histórico e historiográfico. 2019, Tempo, v. 25, n. 2, pp. 320-341.
CARVALHO, Daniel Gomes de. Thomas Paine e a Revolução Francesa: entre o Liberalismo e a Democracia (1794- 1795). São Paulo, Revista de História, n. 180, 2021, pp. 01-37.
CARVALHO, Daniel Gomes de. Thomas Paine e a Revolução Francesa: religião, democracia e justiça social (1793- 1797). Belo Horizonte, MG: Fino Traço, 2022.
CARVALHO, Daniel Gomes de; PINHEIRO, Marcos Sorrilha. As Revoluções Atlânticas: Estados Unidos e França. In: ARAÚJO, André de Melo; DORÉ, Andréa; LIMA, Luís Filipe Silvério; MACHEL, Marília de Azambuja Ribeiro; RODRIGUES, Rui Luis (orgs.). (Org.). A Época Moderna. 1ed.Petrópolis: Vozes, 2024,
CONDORCET. Escritos políticos-constitucionais. Campinas: Editora da Unicamp, 2013.
CONDORCET. Cinco memórias sobre a instrução pública. São Paulo: Editora UNESP, 2008
CONWAY, Moncure Daniel. The Life of Thomas Paine. Londres: Thoemmes Press, 1996.
FLORENZANO, Modesto. Começar o mundo de novo: Thomas Paine e outros estudos. Tese (livre docência), Universidade de São Paulo, São Paulo, 1999.
FLORENZANO, Modesto. Thomas Paine Revisitado. Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), 1996. Disponível em: http://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/florenzanothomaspaine.pdf .
FONER, Eric. Tom Paine and Revolutionary America. New York: Oxford University Press, 1976.
FONER, Philip. The Complete Writings of Thomas Paine. Nova Iorque: The Citadel Press, 1945.
FOOT, Michael; KRAMNICK, Isaac (org.). The Thomas Paine Reader. Londres: Penguin Books, 1987.
FRUCHTMAN, Jack. Thomas Paine Apostle of Freedom. Nova Iorque: Four Walls Eight Windows, 1994.
HAWKE, David Freeman. Paine. New York: Harper & Row, 1974.
HITCHENS, Christopher. Os Direitos do Homem de Thomas Paine. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.
LEVIN, Yuval. O Grande Debate: Edmund Burke, Thomas Paine e o Nascimento da Esquerda e da Direita. Tradução de Alessandra Bonrruquer. Rio de Janeiro: Record, 2017.
LOPES, Marcos Felipe de Brum. A árvore proibida do sacerdócio: razão e religião segundo Tom Paine. Revista Temporalidades, UFMG, vol. I, n. 1, 2009.
MAAMARI, Adriana Mattar. A República e a Democracia em Thomas Paine. 2007. Tese (Doutorado)- Curso de Pós- graduação em Filosofia da Universidade de São Paulo, FFLCH-USP, 2007.
PAINE, Thomas. Collected Writings. Nova York: The Library of America, 1995.
REIS, Patrícia C. Soberania popular e Constituição em Condorcet. São Paulo: Edições Loyola, 2021.
ROSANVALLON, Pierre. A democracia inacabada. São Paulo: Alameda, 2018.
STARLING, Heloisa Maria Murgel. A Matriz norte-americana. In: BIGNOTTO, Newton. Matrizes do republicanismo. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013.
VINCENT, Bernard. Thomas Paine: O Revolucionário da Liberdade. Tradução de Sieni Maria Campos. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.
VINCENT, Bernard. Thomas Paine and the Birth of The Welfare State. University of Orléans, 1998.
WOOD, Gordon S. A Revolução Americana. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.
WOOD, Gordon. Empire of Liberty: a history of the Early Republic, 1789-1815. New York: Oxford University Press, 2009.

Programa

INTRODUÇÃO À LÍNGUA ARMÊNIA OCIDENTAL: ALFABETIZAÇÃO E CONVERSAÇÃO ELEMENTAR
 
Detalhamento:
1. Ementa: Introdução à história da língua armênia. Fonética e Fonologia da língua armênia ocidental. Alfabetização. Conversação elementar. 
 
2. Objetivos: 
 
Proporcionar a aquisição da Fonética, Fonologia e escrita da língua armênia ocidental. Levar à aquisição de um vocabulário básico (conversação elementar). 
 
3. Programa: 
 
3.1 Língua armênia: formação histórica e variedades lingüísticas 
 
3.2 Os sons da língua armênia ocidental: Fonética e Fonologia 
3.2.1 Sistema vocálico 
3.2.2 Sistema consonantal 
 
3.3 Relações entre Pronúncia e Grafia: O Alfabeto Armênio 
3.3.1 Formas manuscritas minúsculas 
3.3.2 Formas manuscritas maiúsculas 
3.3.3 Formas impressas minúsculas 
3.3.4 Formas impressas maiúsculas 
 
3.4 Conversação elementar 
 
 
4. Método: 
 
Aulas expositivas, exercícios de leitura e escrita, conversação, aulas de vídeo. 
 
 
5. Avaliação: 
 
Provas orais e escritas. 
 
 
6. Bibliografia 
 
ANDONIAN, H. (1999). Begginner’s Armenian. New York, Hippocrene Books. 
 
DER-KRIKORIAN, Ashod (1973). Alfabeto. Yerevan (em armênio). 
 
EZIKIAN, C (1999). Sobre a Gramática da Língua Armênia. São Paulo, Humanitas, FFLCH/USP. 
 
GULIAN, K. Elementary Modern Armenian Grammar. New York, Frederic Ungar Publishing CO. 
 
KEROUZIAN, Y. O. (1981). Conversação Português-Armênio. São Paulo, Edição do autor. 
 
PALOMO, S. M. S. (1990). O Oriental e o ocidental no idioma armênio. In: Berezin, R. (org.): Cultura Oriental e Cultura Ocidental: Projeções. São Paulo, DLO/FFLCH/USP, 1990, p.367-75. 
 
PALOMO, S. M. S. (1997). Sobre a posição do armênio dentro do indo-europeu. Revista de Estudos Orientais, no.1, março, 1997, p.177-183.

Programa

1 História externa da língua. Extensão territorial do galego. As variedades dialetais. Aspectos sociolingüísticos. 
2 Normas ortográficas do idioma galego. Acentuación gráfica e diacrítica. 
3 Estudo comparativo entre as línguas galega e portuguesa: aspectos fonéticos, morfológicos e sintáticos. 
4 Ferramentas básicas de comunicação em galego. 
Literatura 
1. A literatura popular. Contos, lendas e outros gêneros populares. 
2. O esplendor medieval. Trovadores e cantigas. 
3. Época Romântica: Rosalía de Castro e o Rexurdimento. 
4. Das Irmandades da Fala a 1936. 
5. A Literatura Galega durante a Ditadura: entre o exílio e o silêncio. 
6. De 1980 a hoje. No caminho da normalização. Últimas tendencias. 
História e Cultura 
1. Historia social da Galiza: A romanização. Reino de Galiza na Idade Media. Séculos Escuros e Ilustração. Nacionalismo no século XX. Emigração e Diáspora. 
2. Mitologia galega e tradição. Lendas, imaginário coletivo e formas de literatura popular. 
3.- O Caminho de Santiago. A tradição popular. Modificação da lenda. Discussões sobre a presença de Santiago na Galiza. Os caminhos. O final da viagem: Santiago de Compostela. Os ritos dos peregrinos. 
 
BIBLIOGRAFIA 
AA.VV. Actas do Simposio Internacional de Antropoloxía. Identidade e territorio. Santiago de Compostela: Consello da Cultura Galega, 1990. 
ACTAS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE LINGÜÍSTICA. Variação Lingüística no espaço, no tempo e na sociedade. Lisboa, Ed. Colibri, 1994. 
ÁLVAREZ BLANCO, R. e XOVE FERREIRO,X. Gramática da Lingua Galega, Vigo: Galaxia, 2002. 
ALVAREZ BLANCO, R. REGUEIRA, X. L. MONTEAGUDO ROMERO, H. Gramática Galega. Vigo, Galaxia, 6ª ed., 1995. 
BOUZA-BREY, F. Etnografía y folclore de Galicia. 2 vols. Vigo: Xerais, 1982. González Reboredo, Xosé Manuel (coord.).BREA, M. (coord.). Lírica Profana Galego-Portuguesa. Santiago de Compostela, Xunta de Galicia, vol. I e II, 1ª reimpressão, 1996. 
CASAS, X..X. C. et alii. Nova gramática para a aprendizaxe da língua. A Coruña,Via Láctea, 1988. 
CASTRO, Rosalía de. Cantares Gallegos. Madrid, Ed. Espasa Calpe, Col. Austral, 1999. 
COLÓQUIO / LETRAS. Nós: A Literatura Galega. Lisboa, Fund. Calouste Gulbenkian, n° 139, 1995. 
COLÓQUIO / LETRAS. Nós: A Literatura Galega. Lisboa, Fund. Calouste Gulbenkian, n° 137 / 138, 1995. 
CUESTA, P.V. O que um falante de português deve saber acerca do galego: pequena achega. Lisboa, Fund. Calouste Gulbenkian, encarte da revista Colóquio/ Letras, n° 139, 1995. 
FEIXO, X. (org.). Dicionario Cumio da lingua galega. Vigo, Cumio, 1999. 
FERNÁNDEZ REI, F., Dialectoloxía da Lingua Galega, Vigo: Xerais, 1990. FERREIRO, C. E. Obras Completas III. España, Akal Ed, Col. Arealonga, 1981. 
__________. Longa noite de pedra. Vigo, Xerais, 3ª ed., 1999. 
FERREIRO, M. Gramática Histórica Galega( Manual ). Santiago de Compostela,2ª ed, Ed. Laiovento,1996. 
FREIXEIRO MATO, X. R. Gramática da Lingua Galega. Fonética e Fonologia, Morfosintaxe, Semântica. 3 volumes, Vigo, Ed. A Nosa Terra, 1998. 
GONDAR PORTASANY, Marcial (1993): Crítica da razón galego: entre o nós-mesmo e o nós-outros. Vigo: A Nosa Terra (1993). 
GONZÁLEZ GONZÁLEZ, M. Sociolingüística. In: Lexicon der Romanistichen Linguistik (LRL). Volume VI, 2, Gallego/port. Ed. Por Gunter Holtus et alli, 1994, p. 61. 
GÓMES SÁNCHEZ, A. e M. Queixas Zas, Historia xeral da Literatura Galega, Vigo: A Nosa Terra, 2001. 
MARIÑO FERRO, X. R. Antropoloxía de Galicia. Vigo: Xerais, 2000. 
MERINO, Mª. Camiño de Santiago. Madrid, Acento Editorial, 1999. 
MONTEAGUDO ROMERO, H. Historia Social da Lingua Galega. Vigo, Galaxia, 1999.
PIEL, J. M. Estudos de Lingüística Histórica Galego-Portuguesa. Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1989. 
REAL ACADEMIA GALEGA. Pequeno Diccionario da língua galega. A Coruña, 1993. 
TARRÍO VARELA, A. Literatura Galega, Aportacións a unha Historia Crítica, Ed. Vigo: Xerais, 1997. 
V.V.A.A. As Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego, Vigo: RAG-ILG, 2004. 
V.V.A.A. Gran Diccionario Xerais da Lingua, Vigo: Xerais, 2006. 
VIEIRA, Y.F. Antologia de poesia galega. Campinas, Unicamp, 1996. 
VILAVEDRA, D. Historia da Literatura Galega, Vigo: Galaxia, 1999.

 

Programa

Objetivo:
O curso propõe uma leitura do romance inaugural de Frances Burney, Evelina (1778) com o objetivo de aprofundar a leitura da obra e contextualizá-la no âmbito dos eventos no século XVIII. Partindo do foco na protagonista e em sua trajetória, serão também abordados os romances de educação e formação e o diálogo entre ambos no caso do romance inglês.

Justificativa:
A autora cuja obra Cecilia (1782) sugeriu o título do célebre romance de Jane Austen, Orgulho e Preconceito (1813), Frances Burney, foi reconhecida por Virginia Woolf em um de seus ensaios como “a mãe da ficção inglesa”. Ela atingiu fama imediata com a publicação de sua primeira obra, o romance epistolar Evelina (1778), o qual, apesar de ter reunido considerável fortuna crítica, merece novas leituras. A narrativa possibilita uma análise pautada tanto pelo complexo contexto oitocentista, quanto pela própria estrutura do romance, essencialmente ancorada em propósitos instrutivos e edificantes. Ambos vieses serão examinados ao longo das aulas. O curso será oferecido à distância, com encontros virtuais de uma hora e trinta minutos por meio da plataforma para reuniões não presenciais disponibilizada pelo Google à comunidade USP (https://meet.google.com/). Os textos de apoio e outras sugestões serão compartilhados e disponibilizados em uma pasta no Google Drive. Ademais, os alunos poderão enviar perguntas e dúvidas para o e-mail do professor, que serão discutidas e esclarecidas em aula.

Programa completo:

Aula 1: O século XVIII e o romance
Aula 2: O romance inaugural de Frances Burney
Aula 3: Assinaturas em Evelina (1778)
Aula 4: Diálogo entre educação e formação em Evelina

Bibliografia essencial
BURNEY, F. Evelina, or the history of a young lady’s entrance into the world. Nova York:
Oxford University Press Inc., 2002. [não há tradução para o português]

Bibliografia complementar
Aula 1 (21/07):
DAY, R. A. Told in Letters: Epistolary Fiction before Richardson. Michigan: University of
Michigan Press, 1966.
JONES, V. (ed.). Women in the Eighteenth Century: Constructions of Femininity. Londres:
Routledge, 1990.
RICHETTI, J. (ed.). The Cambridge Companion to the Eighteenth-Century Novel. Cambridge:
Cambridge University Press, 1996.
SPENCER, J. The Rise of the Woman Novelist: From Aphra Behn to Jane Austen. Oxford:
Blackwell, 1986.
VASCONCELOS, S. G. T. A formação do romance inglês. Ensaios teóricos. São Paulo:
FAPESP/ Hucitec, 2007.
WATT, I. A ascensão do romance. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
Aula 2 (23/07):
EPSTEIN, J. L. Fanny Burney’s Epistolary Voices. Eighteenth Century: Theory and
Interpretation, v. 27, n. 2, 1986, pp. 162-179.
EPSTEIN, J. The Iron Pen: Frances Burney and the Politics of Women’s Writings. Wisconsin:
The University of Wisconsin Press, 1989.
ERON, S. More than a Conscious Feeling: Reading Evelina’s Mind in Time. Studies in the
Novel, v. 50. n. 2, 2018, pp. 171-196.
STRAUB, K. Divided Fictions: Fanny Burney and Feminine Strategy. Kentucky: University
Press of Kentucky, 1987.
Aula 3 (28/07):
CHOI, S. Signing Evelina: Female Self-inscription in the Discourse of Letters. Studies in the
Novel, v. 31, n. 3, 1999, pp. 259-278.
Aula 4 (30/07):
BARNEY, R. Plots of Enlightenment: Education and the Novel in Eighteenth-Century England.
California: Stanford University Press, 1999.
ELLIS, L. Appearing to Diminish: Female Development and the British Bildungsroman, 1750-
1850. Londres: Associated University Press, 1999.
FRAIMAN, S. Unbecoming Women: British Women Writers and the Novel of Development.
Nova York: Columbia University Press, 1993.
LUKÁCS, G. A teoria do romance. São Paulo: Editora 34, 2009.
MORETTI, F. O romance de formação. São Paulo: Todavia, 2020.

Programa

Aula 1. Sociologia e cinema, uma introdução
Aula 2. Amor e tecnologia digital em Her
Aula 3. Transformações sociais do sexo em Vestida para Matar e 9½ Semanas de Amor
Aula 4. Amor-vida, amor-morte em La Corrispondeza.

Bibliografia

BENSHOFF, Harry M. and GRIFFIN, Sean. America on Film: representing race, class, gender, and sexuality at the movies. Oxford: Wiley-Blackwell, 2004.
BORDWELL, David. O Cinema Clássico Hollywoodiano: normas e princípios narrativos. In: RAMOS, Fernão Pessoa (org.). Teoria Contemporânea do Cinema: documentário e narratividade ficcional. v. II. SP: Senac, 2004.
DELEUZE, G. A imagem-movimento. São Paulo: Brasiliense, 1985.
ELIAS, Norbert. O Processo Civilizador: uma história dos costumes, v. I. RJ: Zahar, 1990.
FRANCASTEL, Pierre. Art et sociologie. L'Année sociologique (1940/1948-), v. 2, 1940.
GIDDENS, A. A transformação da intimidade: sexualidade, amor e erotismo nas sociedades modernas. São Paulo: UNESP, 1992.
_____________. O mundo na era da globalização. Queluz de Baixo: Editorial Presença, 2013.
_____________. Modernity and self-identity – Self society in the late modern age. California: Stanford, 1991.
GOETHE, Johann Wolfgang. Os sofrimentos do jovem Werther. Hedra, 2006.
GREGERSEN, Edgar. Práticas Sexuais: a história da sexualidade humana. SP: Roca, 1983.
HAROCHE, C. O sujeito diante da aceleração e da ilimitação contemporânea. Educ. Pesqui., São Paulo, Ahead of print, abr. 2015.
JEFFORDS, Susan. Hard Bodies: Hollywood Masculinity in the Reagan Era. New Jersey: Rutgers University Press, 2004.
KELLNER, Douglas. A Cultura da Mídia - Estudos Culturais: identidade e política entre o moderno e o pós-moderno. SP: Edusc, 2001.
MENEZES, Paulo. À Meia Luz: cinema e sexualidade nos anos 70. SP: Editora 34, 2001.
___________. Cinema: imagem e interpretação. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 8(2): 83-104, outubro de 1996.
___________. Sociologia e Cinema: aproximações teórico-metodológicas. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais - UFJF v. 12 n. 2 jul. a dez. 2017, pp. 17-36.
MUCHEMBLED, Robert. O Orgasmo e o Ocidente: uma história do prazer do século XVI a nossos dias. SP: Martins Fontes, 2007.
PUDOVKIN, V. In XAVIER, I. A experiência do cinema. Rio de Janeiro: Graal, 1991, pp. 55-73.
SIMMEL, G. As grandes cidades e a vida do espírito. Covilhã: LusoSofia, 2009 [1903].
___________. Bridge and door. Theory, Culture & Society, v. 11, n. 1, p. 5-10, 1994.
__________. Fragmentos sobre o amor, O papel do dinheiro nas relações entre os sexos – fragmento de uma filosofia do dinheiro, Psicologia do coquetismo. In Filosofia do Amor. São Paulo: Martins Fontes, 1993; p. 113-174; 41-66; 93-112.
__________. Fragmento sobre o Amor e Outros Textos. Lisboa: Relógio d’Água, 2004.
__________. O indivíduo e a liberdade. In: SOUZA, Jessé e ÖELZE, Berthold. Simmel e a modernidade. Brasília: UnB. 1998. p. 109-117.
SORLIN, Pierre. Sociología del Cine. México: Fondo de Cultura Económica, 1977.
SOROKIN, Pitirim. A Revolução Sexual Americana. RJ: Fundo de Cultura, 1961.
WEBER, M. A ciência como vocação In Três tipos de poder e outros escritos. Lisboa: Tribuna da História, 2005.
_____________. As seitas protestantes e o espírito do capitalismo In Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1974.
_____________. Sociologia das Religiões e Consideração Intermediária. Lisboa: Relógio D’agua Editores, 2006.
Filmografia
Brilho eterno de uma mente sem lembranças. EUA, 2004, 108 min. Dirigido por Michel Gondry.
Ela. EUA, 2013, 126 min. Dirigido por Spike Jonze.

Lembranças de um amor eterno. Itália, 2016, 156 min. Dirigido por Giuseppe Tornatore.
Vestida para Matar, EUA, 1980, 104 min. Dirigido por Brian de Palma
9½ Semanas de Amor, EUA, 1986, 117 min. Dirigido por Adrian Lyne

Programa

1) Representação cartográfica do relevo: altimetria, perfis topográficos, mapas hipsométricos e modelo digital de terreno
2) Principais dificuldades dos alunos;
3) Atividades práticas em sala: desenho de curvas na mão e cotovelo, blocos de isopor, aquário, traçador, maquete e realidade aumentada
4) Atividades práticas externas: demarcar curvas com nível de pedreiro no terreno e voo com drone (se não chover)
5) Avaliação do potencial dos recursos didáticos para o ensino de CN.

Referências
BARBOZA, J. P. M.; RONDINI, C. A. Tecnologia no ensino de geografia: uma reflexão acerca do uso do aplicativo “landscapAR” no ensino-aprendizagem de curvas de nível. Caminhos de Geografia, v. 22, n. 79, p. 39-55, 2020.
SIMIELLI, M. E. et. al. Maquete do relevo: um recurso didático tridimensional. Boletim Paulista de Geografia, 87, pp. 131-152, São Paulo, 2007.
SIMIELLI, M. E. et. al. Do plano ao tridimensional: a maquete como recurso didático. Boletim Paulista de Geografia, 70: 05-21, São Paulo, 1992.
WIEGAND, P. Learning and teaching with maps. Oxfordshire: Routledge, 2006.

Programa

1. Common Law e da Civil Law. Estruturas e ordenamento jurídico. Fontes do direito.
Cargos e funções. (A aula inaugural será aberta ao público e disponibilizada no canal do
GREAT-USP).
2. Terminologia jurídica em ambos os idiomas. Juridiquês, legalese & plain language.
Cognatos Enganosos/Polissemia/Campos Semânticos, questões gramaticais,
binômios/polinômios, advérbios jurídicos.
3. Técnicas de tradução jurídica: abordagem funcional – função jurídica: alguns exemplos
4. Contratos/Estatutos Sociais/Bylaws
5. Procurações
6. Contratos Internacionais – Confidencialidade e Representação.
7. Contratos Sociais
8. Extratos e Balanços Comerciais

TEXTOS DE APOIO:
ALCARAZ, Enrique and HUGHES, Brian Legal Translation Explained. Manchester: St.
Jerome, 2002.
BEATA, Piecychna. Legal translation competence in the light of translational
hermeneutics. University of Bialystok , 2013.
FONSECA, Luciana Carvalho. Inglês Jurídico – Tradução e Terminologia. São Paulo.
Lexema, 2014.
FRADE, Celina. Estratégias e Técnicas de Leitura e Redação de Contratos em Inglês - Col.
Direito e Linguagem, Lumenjuris, 2013.
GODDARD, Chris with Amy Fellner and Rue-Ann Ormand. Basic principles of contract
drafting course materials. Ulapland, 2015.
GUBBY, Helen (2004): English Legal Terminology. Legal Concepts in Language. The
Hague: Boom Juridische uitgevers.
MEISSNER, William Baynard. How To Explain Brazilian Civil Procedure in English.
JURUÁ FGV-RIO. 2015.

FONTES SUPLEMENTARES:
CASTRO, Marcílio Moreira de, 1981- Dicionário de direito, economia e contabilidade, 2015
(on-line edition).
DIDIER Jr., Fredie. CPC Brasileiro Traduzido para a Língua Inglesa. Coordenadores:
Fredie Didier Jr. e Teresa Arruda Alvim (coords.) - Salvador: Ed. Juspodivm, 2017.