Programa

Aula 1: De onde partimos para falar sobre os mortos
Aula 2: Cemitérios, necrotérios, e outros lugares dos mortos
Aula 3: Luto, memória, e tudo aquilo que permanece
Aula 4: Os efeitos da pandemia de Covid-19

Bibliografia:
- Auchter, Jessica. Ghosts. In: Gutman, Yifat e Wüstenberg, Jenny. The Routledge Handbook of Memory Activism. Londres: Routledge, 2023.
- Barthes, Roland. A Câmara Clara: nota sobre a fotografia. Tradução de Júlio Castañon. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984 [1980].
- Belting, Hans. Imagem e morte. In: Belting, Hans. Antropologia da imagem: para uma ciência da imagem. Tradução de Artur Mourão. Lisboa: KKYM, 2014, p. 181-238.
- Corrêa, Pedro. Por Uma Antropologia dos Sentidos da Morte: Investigando as Relações Sensíveis Entre Vivos e Mortos na Tanatopraxia. Mediações - Revista de Ciências Sociais, Londrina, v. 28, n. 1, p. 1–19, 2023.
- Despret, Vinciane. Um brinde aos mortos: Histórias daqueles que ficam. Tradução de Hortência Lencastre. São Paulo: Editora N-1, 2023 [2015].
- Douglas, Mary. Pureza e perigo. Tradução de Mônica Siqueira Leite de Barros e Zilda Zakia Pinto. São Paulo: Editora Perspectiva, 2010 [1966].
- Favret-Saada, Jeanne. Ser afetado. In: Cadernos de Campo, no 13, 2005, p.155-161. Disponível em http://www.revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/viewFile/50263/54376. Acesso em 15 de jul. 2021.
- Freud, Sigmund. A negação. Tradução de Marilene Carone. São Paulo: Cosac Naify, 2014.
- Junqueira dos Santos, Carolina. Amor, morte, fotografia. Pós: Belo Horizonte, v. 6, n. 11, p. 188-199, maio 2016.
- Junqueira dos Santos, Carolina. O corpo, a morte, a imagem: a invenção de uma presença nas fotografias memoriais e post-mortem. Tese (Doutorado) – Escola de Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2015.
- Mauss, Marcel. A expressão obrigatória dos sentimentos. In: Cardoso de Oliveira, R. (Org.). Marcel Mauss: Antropologia. São Paulo: Ática, 1979, pp. 147-153.
- Mbembe, Achille. Necropolítica. Arte & Ensaios, n. 32, p. 123-151, 2016.
- Medeiros, Flávia. Visão e o cheiro dos mortos: uma experiência etnográfica no Instituto Médico-Legal. Cadernos De Campo, v. 23, n. 23, p. 77-89, 2014.
- Medeiros, Flávia. Matar o morto: uma etnografia do Instituto Médico-Legal do Rio de Janeiro. Niterói: EDUFF, 2017.
- Motta, Antônio. Formas tumulares e processos sociais nos cemitérios brasileiros. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 24, n. 71, p. 73–93, out. 2009.
- Pétonnet, Colette. A observação flutuante: exemplo de um cemitério parisiense. Traduzido por Soraya Silveira Simões. Antropolítica, n. 25, p. 99-111, 2008.
- Pinheiro Koury, Mauro Guilherme. O luto no Brasil no final do século XX. Caderno CRH, v. 27, n. 72, p. 593-612, 2014.
- Reis, João José. A morte é uma festa: ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
- Rodrigues, Carla. Por uma filosofia política do luto. O que nos faz pensar, Rio de Janeiro, v. 29, n. 46, p. 58-73, 2020.
- Rodrigues, José Carlos. Tabu da Morte. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2006.
- Sanfelicio, Marianna Knothe. Fotografando o impossível: ritos e imagens da morte produzidas durante a pandemia de Covid-19 no Brasil. Ponto Urbe, v. 30, n. 1, p. 1-15, 2024.
- Vernant, Jean-Pierre. Do duplo à imagem. In: Vernant, Jean-Pierre. Mito e Pensamento entre os gregos: estudos de psicologia histórica. Tradução de Haiganuch Sarian. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990 [1973], pp. 383-415.
- Vicente da Silva, Andreia. Os “ritos possíveis” de morte em tempos de coronavírus. DILEMAS: Revista de Estudos de Conflito e Controle Social. Rio de Janeiro: Reflexões na Pandemia– p. 1-12, 2020.
- Vicente da Silva, Andreia; Rodrigues, Claudia; Aisengart, Rachel. Morte, ritos fúnebres e luto na pandemia de Covid-19 no Brasil. Revista NUPEM, v. 13, n. 30, p. 214–234, 15 set. 2021.

Filmografia:
- A queda da casa de Usher. Direção de Mike Flanagan, Michael Fimognari. Produção de Trevor Macy, Mike Flanagan, Michael Fimognari, Emmy Grinwis, Kathy Gilroy, Jamie Flanagan. Intérpretes: Carla Gugino, Bruce Greenwood, Mary McDonnell, Henry Thomas, Kate Siegel, Rahul Kohli, Samantha Sloyan, T'Nia Miller, Zach Gilford, Willa Fitzgerald, Michael Trucco, Katie Parker, Sauriyan Sapkota, Matt Biedel, Crystal Balint, Ruth Codd, Kyliegh Curran, Carl Lumbly, Mark Hamill. Música: The Newton Brothers. Estados Unidos: Intrepid Pictures, 2023. (57-77 min.), son., color. Legendado.
- Coco (Viva: A Vida é uma Festa). Direção de Lee Unkrich, Adrian Molina. Produção de Darla K. Anderson, John Lasseter. Intérpretes: Anthony Gonzalez, Gael Garcia Bernal, Benjamin Bratt, Alanna Ubach, Renée Victor, Ana Ofelia Murguía, Edward James Olmos. Roteiro: Adrian Molina, Matthew Aldrich. Música: Michael Giacchino. Estados Unidos: Walt Disney Pictures, Pixar Animation Studios, 2017. (105 min.), son., color. Legendado.
- M-8: Quando a morte socorre a vida. Direção de Jeferson De. Produção de Rômulo Martinho Jr, Carolina Castro, Iafa Britz. Intérpretes: Juan Paiva, Raphael Logam, Henri Pagnoncelli, Fabio Beltrão, Bruno Peixoto, Giulia Gayoso, Aílton Graça, João Acaiabe, Léa Garcia, Mariana Nunes, Lázaro Ramos, Zezé Motta, Malu Valle, Higor Campagnaro, Dhu Moraes, Aramis Trindade, Tatiana Tiburcio, Rocco Pitanga. Música: Tomas Alem, Douglas Viana, Gustavo Loureiro, Rodrigo Noronha, Berardo Uzeda. Brasil: Migdal Filmes, 2019. (84 min.), son., color. Original.
- O Sétimo Selo. Direção de Ingmar Bergman. Produção de Allan Ekelund. Intérpretes: Gunna Bjornstrand, Bengt Ekerot, Nils Poppe, Max von Syow, Bibi Anderson, Inga Gill, Maud Hansson, Inga Landgré, Gunnel Lindblom, Bertil Anderbeg, Anders Ek, Ake Fridell, Gunnar Olsson, Erik Strandmark. Música: Lennart Wallin e Aaby Wedin. Suécia: SF Studios, 1957. (96 min.), son., color. Legendado.
- O cemitério maldito. Direção de Kevin Kölsch, Dennis Widmyer. Produção de Lorenzo di Bonaventura, Mark Vahradian, Steven Schneider. Intérpretes: Jason Clarke, Amy Seimetz, John Lithgow. Roteiro: Matt Greenberg, baseado em Obra de Stephen King. Música: Christopher Young. Estados Unidos: Di Bonaventura Pictures, Room 101, Inc., 2019. (101 min.), son., color. Legendado.
- Sob a areia. Direção de François Ozon. Produção de Olivier Delbosc, Marc Missonnier. Intérpretes: Charlotte Rampling, Bruno Cremer. Roteiro: François Ozon. Música: Philippe Rombi. França, 2000. (96 min.), son., color.

Programa

Encontro 1: Introdução ao curso e Fundamentos de Python.

Encontro 2: Python para manipulação de corpus textual.

Encontro 3: Introdução ao PLN; Pré-processamento de texto.

Encontro 4: Estatísticas descritivas de dados linguísticos; Semântica vetorial.

Encontro 5: Aprendizado de máquina probabilístico.

Bibliografia:

CASELI, H. M.; NUNES, M. G. V. (org.) Processamento de Linguagem Natural: Conceitos, Técnicas e Aplicações em Português. 3a. ed. BPLN, 2024. Disponível em: https://brasileiraspln.com/livro-pln/3a-edicao.

FERREIRA, Marcelo; LOPES, Marcos. Para conhecer linguística computacional. São Paulo: Contexto, 2019.

JURAFSKY, D.; MARTIN, J. 2025. Speech and Language Processing: An Introduction to Natural Language Processing, Computational Linguistics, and Speech Recognition with Language Models. 3a. edição. https://web.stanford.edu/~jurafsky/slp3.
 

Programa

1a. Breve contexto da lírica do exílio
1b. Else Lasker-Schüler, alemã de origem judaica exilada em Jerusalém
2a. Nelly Sachs, alemã de origem judaica exilada na Suécia
2b. Paula Ludwig, austríaca auto-exilada no Brasil
3a. Rose Ausländer, nascida em Bucovina, de origem judaica e exilada nos EUA
3b. Hilde Domin, alemã de origem judaica exilada na República Dominicana
4. Síntese do curso e debate: aproximações e distanciamentos na poesia das autoras

Bibliografia:
Referências primárias
ABDALA JUNIOR, Luiz C. Tudo pode ser motivo - Rose Ausländer. Belas Infiéis, v. 9, n. 2, p. 219-223, 31 mar. 2020. Disponível em: . Acessado em 4 jun. 2020.
AUSLÄNDER, Rose; BRAUN, Helmut (Ed). Rose Ausländer: Gedichte. Frankfurt am Main: Fischer Verlag, 2012.
______.The Forbidden Tree: Englische Gedichte. Frankfurt am Main: Fischer Verlag, 2008.
BRANTES, Simone. Arcas de Babel: Simone Brantes traduz Hilde Domin. Cult, 15 mai. 2020. Disponível em: . Acessado em 4 jun. 2020.
DOMIN, Hilde. Abel steh auf. Gedichte, Prosa, Theorie. Herausgegeben von Gerhard Mahr. Frankfurt am Main: Reclam Verlag, 2008.
LASKER-SCHÜLER, Else. Mein blaues Klavier: Gedichte. Kindle Ausgabe. BookRix, 2015.
______. My blue piano. Poems translated from the German by Brooks Haxton. Bilingual edition. New York: Syracuse University Press, 2015.
LUDWIG, Paula. Buch des Lebens. Ebenhausen bei München: Langewiesche-Brandt, 1990.
______. Gedichte. Hg. von Kristian Wachinger und Christiane Peter. Ebenhausen: Langewiesche-Brandt, 1986.
SACHS, Nelly. Suche nach Lebenden: Die Gedichte der Nelly Sachs. Hrsg. von Margaretha Holmqvist u. Bengt Holmqvist. Frankfurt a. M.: Suhrkamp, 1971. 177 p.
______. Fahrt ins Staublose. Die Gedichte. Frankfurt A. M. Suhrkamp, 1961. 386 p.
______. Späte Gedichte. Frankfurt a. M.: Suhrkamp, 1968. 236 p.

Referências secundárias
ABDALA JUNIOR, Luiz C. Língua, palavra e experiência no poema “Mátria” de Rose Ausländer. Versalete, v. 7, n. 13, p. 271-288, dez. 2019. Disponível em: . Acessado em: 4 jun. 2020.
ADORNO, Theodor W. Palestra sobre lírica e sociedade. Tradução e apresentação de Jorge M. B. de Almeida. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2003.
ARENDT, Hannah. Origens do totalitarismo. Tradução Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das Letras; Companhia de Bolso, 2013.
ARON, Irene. Rose Ausländer: “Mátria Palavra”. Pandaemonium Germanicumn, 5, p. 277-293, 19 dez. 2001. Disponível em: . Acessado em: 4 jun. 2020.
ASH, Adrienne. “Lyric Poetry in Exile.” Exile: The Writer's Experience, edited by JOHN M. SPALEK and ROBERT F. BELL, vol. 99, University of North Carolina Press, Chapel Hill, 1982, pp. 1–23. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
BAHR, Ehrhard. “Flight and Metamorphosis: Nelly Sachs as a Poet of Exile.” Exile: The Writer's Experience, edited by JOHN M. SPALEK and ROBERT F. BELL, vol. 99, University of North Carolina Press, Chapel Hill, 1982, pp. 267–277. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
BENTELER, Anne. Sprache im Exil: Mehrsprachigkeit und Übersetzung als literarische Verfahren bei Hilde Domin, Mascha Kaléko und Werner Lansburgh. Stuttgart: J.B. Metzler, 2019.
BOOS, Sonja. "Hannah Arendt." In Speaking the Unspeakable in Postwar Germany: Toward a Public Discourse on the Holocaust, 87-113. Ithaca, NY: Cornell University Press, 2014. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
BRANTES, Simone. Rose Ausländer por Simone Brantes. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2016; Curitiba: Editora UFPR, 2019, 224 p.
BRECHENMACHER, T. WOLFFSOHN, M. “Sprache Und Heimat, Heimat Und Hölle.” Das Kulturerbe Deutschsprachiger Juden: Eine Spurensuche in Den Ursprungs-, Transit- Und Emigrationsländern, edited by Elke-Vera Kotowski, 1st ed., De Gruyter, Berlin; München; Boston, 2015, pp. 84–99. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
BURKE, Peter. Perdas e ganhos: exilados e expatriados na história do conhecimento na Europa e nas Américas, 1500-2000. São Paulo: Editora Unesp, 2017. 300 p.
CARNEIRO, Maria Luiza Tucci; ODÁLIA, Nilo (Coord.). Brasil, um refúgio nos trópicos. A trajetória dos refugiados do Nazi-fascismo. Trad. de Dieter Strauß & Angel Bojadsen. São Paulo, Estação Liberdade/Instituto Goethe, 1996.
EMMERICH, Wolfgang. Kein Gespräch über Bäume. Naturlyrik unterm Faschismus und Exil (1981). n: Exilliteratur: 1933-1945. Hrgs. Von Wulf Koepke u. Michael Winkler. Darmstadt: wiss. Buchges, 1989. p. 394-423.
GALLE, Helmut. A poeta das “moradas da morte”. Sobre a obra lírica de Nelly Sachs. Pandaemonium Germanicum, n. 10, p. 89-112, 17 dez. 2006. Disponível em: . Acessado em: 19 nov. 2019. https://doi.org/10.11606/1982-8837.pg.2006.74327
HELWIG, Heide. „Ob niemand mich ruft“. Das Leben der Paula Ludwig. Ebenhausen bei München: Langewiesche-Brandt, 2002.
HERMAND, Jost. Schreiben in der Fremde. Gedanken zur deutschen Exilliteratur seit 1789 (1972/1979). In: Exilliteratur: 1933-1945. Hrsg. von Wulf Koepke u. Michael Winkler. Darmstadt: Wiss. Buchges, 1989. p. 62-92.
HOYER, J.M. Painting Sand: Nelly Sachs and the Grabschrift. The German Quarterly, vol. 82, 2009, pp. 24-41. Acessado em: 3 jun. 2020.
HOYER, Jennifer M. In the Mirrors' Hall’: Nelly Sachs and the 40s Generation. Scandinavian Studies, vol. 91, no. 4, 2019, pp. 500–520. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
KESTLER, Izabela Maria Furtado. Exílio e literatura. Escritores de fala alemã durante a época do nazismo. Trad. Karola Zimber. São Paulo, Edusp, 2003.
KOEPKE, Wulf; WINKLER, Michael. Einleitung. In: Exilliteratur: 1933-1945. Hrgs. Von Wulf Koepke u. Michael Winkler. Darmstadt: wiss. Buchges, 1989. p. 23-45.
LEHR-ROSENBERG, S. „Ich setzte den Fuss in die Luft, und sie trug": Umgang mit Fremde und Heimat in Gedichten Hilde Domins. Könighausen & Neumann: Würzburg, 2003.
LORENZ, Dagmar C. G. “Jewish Women Authors and the Exile Experience: Claire Goll, Veza Canetti, Else Lasker-Schüler, Nelly Sachs, Cordelia Edvardson.” German Life and Letters 51.2 (1998): 225–239.
MILLER, Malcolm. “Ancient Symbols, Modern Meanings The Use of the Shofar in Twentieth- and Twenty-First-Century Music.” Qol Tamid: The Shofar in Ritual, History, and Culture, edited by Jonathan L. Friedmann and Joel Gereboff, vol. 1, Claremont Press, Claremont, 2017, pp. 165–220. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
MIRANDA, Fernando. “Do exílio ao arquivo: rastros de Hilde Domin”. In: Caderno de Letras, n. 29, 2017, p. 67-86.
NYOTA, Lynda K. "'The Space of Words': Exile and Diaspora in the Works of Nelly Sachs." Studies in Twentieth and Twenty-First Century Literature, vol. 41, no. 2, 2017. Gale Academic OneFile. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
PEREZ, Juliana Pasquarelli; SPERBER, George Bernard. Consciência, tristeza e espera em metáforas de Else Lasker-Schüler. 2000. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2000.
QUANDT, Christiane. Paula Ludwig: "Aus Berlin emigriert 1933! 13 Jahre Brasilien; 1953 Heimkehr – fatal!". In: Pandaemonium Germanicum, São Paulo, v. 19, n. 28, set.-out. 2016, p. 20-44. doi: http://dx.doi.org/10.11606/1982-8837192820. Acessado em: 26 fev. 2019.
SKRODZKI, Karl Jürgen. "Abschied von den Freunden". Exil in den späten Gedichten Else Lasker-Schülers. In: Literatur im Exil (Ortsvereinigung Hamburg der Goethe-Gesellschaft in Weimar e. V. Jahresgabe 2013). Wettin-Löbejün 2013. S. 58–85. – Vortrag, gehalten auf Einladung der Goethe-Gesellschaft Hamburg: 15. Klassik-Seminar (»Literatur im Exil«) am 23./24. November 2012. Disponível em: . Acessado em: 23 nov. 2019.
SCHMID, Sigrid. Schriftstellerinnen im Exil - Zuständig fürs Überleben. In: Österreichische Literatur im Exil. Salzburg: Universität Salzburg, 2002. Disponível em: . Acessado em: 10 fev. 2020.
VORDTRIEDE, Werner. Vorläufige Gedanken zu einer Typologie der Exilliteratur. (1968). In: Exilliteratur: 1933-1945. Hrgs. Von Wulf Koepke u. Michael Winkler. Darmstadt: wiss. Buchges, 1989. p. 23-43.

Programa

AULA 1 (10/08/2021, terça): Cultura clássica japonesa: música, literatura e expressividades artísticas nos séculos IX a XII

Ministrante: Helena Xavier

Ementa: Esta aula tem como objetivo apresentar um panorama da cultura japonesa do período Heian (794-1192), com destaque para manifestações artísticas como a poesia, música, caligrafia e a arte do incenso. Serão apresentados trechos de duas importantes obras literárias da época, ‘As Narrativas de Genji’ e ‘O Livro do Travesseiro’, que mostram a presença ubíqua das artes no cotidiano da aristocracia. Além disso, será comentada a importância do intercâmbio cultural com a China e a necessidade de rever discursos e estereótipos sobre a suposta “pureza” da cultura japonesa.

Referências bibliográficas
MORRIS, I. The world of the Shining Prince: court life in ancient japan. Nova Iorque: Kodansha America Ltd., 1994.
SHIKIBU, M. The Tale of Genji. Tradução de Dennis Washburn. Nova Iorque: W. W. Norton & Company, 2015.
SHIRANE, H. The Bridge of Dreams: A Poetics of ‘The Tale of Genji’. Stanford: Stanford University Press, 1987.
SHONAGON, S. O Livro do Travesseiro. Tradução de Geny Wakisaka, Junko Ota, Madalena Hashimoto Cordaro, Lica Hashimoto e Luiza Nana Yoshida. Editora 34, 2013.
SMITS, I. The Way of the Literati Chinese Learning and Literary Practice in Mid-Heian Japan. In: ADOLPHSON, Mikael (Org). Heian Japan, Centers and Peripheries. Honolulu: University of Hawai‘i Press, 2007. P. 105-128.

AULA 2 (12/08/2021, quinta): O teatro Nō e o Yūgen: formação estética e percursos históricos

Ministrante: Felipe Mendes

Ementa: A tradicional arte teatral do Nō, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, constitui uma das manifestações artísticas mais antigas que permanecem ainda ativas e relevantes mesmo no tecnológico e acelerado Japão contemporâneo. Sua estética característica pode evocar as mais variadas sensações nos espectadores, e é passível de estudo por diversas abordagens diferentes. Esta aula tem como objetivo apresentar um panorama no que toca essa forma teatral, que teve desenvolvimento expressivo junto à elite japonesa entre os séculos XIV e XV, principalmente com o trabalho dos atores e escritores Kan'ami Kiyotsugu e Zeami Motokiyo. A apresentação também deve discutir a ideia estética yūgen, importante para a arte japonesa e frequentemente associada ao Nō.

Referências bibliográficas
CAMPOS, Haroldo de. Hagoromo de Zeami: o charme sutil. São Paulo: Estação Liberdade, 2006.
GIROUX, Sakae Murakami. Zeami: cena e pensamento nô. São Paulo: Perspectiva, 1991.
KUSANO, Darci. O Que é Teatro Nô. São Paulo: Brasiliense, 1984.
MARRA, Michael F.. Essays on Japan: Between Aesthetics and Literature. Danvers: Brill, 2010. 505 p.
PINNINGTON, Noel J.. A New History of Medieval Japanese Theatre: Noh and Kyōgen from 1300 to 1600. [S.l.]: Palgrave Macmillan, 2019.

AULA 3 (17/08/2021, terça): Cerimônia do chá japonesa

Ministrante: Narumi Ito

Ementa: A aula consistirá, entre outros aspectos, em apresentar a chanoyu ou cerimônia de chá japonesa para um público que possa não conhecer nada sobre o assunto. Desse modo, nos debruçaremos sobre um percurso histórico do chá, assim como apresentaremos nomes importantes para a arte do chá, como o mestre Sen no Rikyū (1522-1591). Outros temas que serão explorados são: a influência do taoísmo e do zen budismo; o aposento da cerimônia de chá; os principais utensílios e por último a estética do “wabicha”.

Referências bibliográficas
GAYLARD, Linda. The Tea Book: Experience the World´s Finest Teas, Qualities, Infusions, Rituals, Recipes. New York: DK - Adult (US), 1ª edição, 2015.
GRACINDO, Ina. Viagem ao mundo do chá. 1. ed. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013.
HAMMITZSCH, Horst. O zen na arte da cerimônia do chá. Tradução Alayde Mutzenbecher. São Paulo: Editora Pensamento, 2016.
OKAKURA, Kakuzō. O Livro do Chá. 2° edição. Prefácio e Posfácio de Hounsai Genshitsu Sen. Tradução de Leiko Gotoda. São Paulo: Estação Liberdade, 2008.
SEN, Sōshitsu, (1923–). [Chakyō to waga kuni chadō no rekishiteki igi]. The Japanese way of tea: from its origins in China to Sen Rikyū. Translated by V. Dixon Morris. University of Hawai‘i Press, 1998.

AULA 4 (19/08/2021, quinta): De Edo à belle époque: a arte kôgei e seus primeiros contatos com o Ocidente

Ministrante: Keiko Nishie

Ementa: A partir de um esclarecimento sobre a origem da palavra kôgei 工芸, criada para traduzir o termo inglês industry no contexto da modernização do Japão em fins do século XIX, investigamos alguns elementos que contribuíram para a reelaboração desse significado, mais próximo de arte e de artesanato. Relatos de viajantes, a participação nas exposições internacionais, o japonismo, o debate ocidental sobre as artes e ofícios e a própria ideia de arte no Japão antigo, diferente das belas artes ocidentais, são alguns dos temas a serem abordados.

Referências bibliográficas
DRESSER, Christopher. Japan: its architecture, art, and art manufactures. Londres: Longmans, Green and Co.; Nova York: Scribner and Welford, 1882.
GUTH, Christine. Art of Edo Japan: the artist and the city 1615-1868. Nova York: Harry Abrams, 1996.
OKANO, Michiko. Bijutsu (Belas Artes): o símbolo da história da ocidentalização do Japão. In: XV CONGRESO INTERNACIONAL ALADAA: 40 AÑOS DE ALADAA: IDENTIDAD, PERTINENCIA E IMPACTO DE LOS ESTUDIOS DE ASIA Y ÁFRICA EN AMÉRICA LATINA, 2016. Santiago. Anais… Santiago: ALADAA Chile, 2016, p. 1141-1155. Disponível em: http://www.aladaachile.com/actas. Acesso em 03/12/2016.
SHIMIZU, Yoshiaki (ed.). Japan: the shaping of daimyo culture 1185-1868. Washington: National Gallery of Art, 1988.
SUZUKI, Sadami. Para uma releitura da história cultural do Japão moderno e contemporâneo: os conceitos de literatura (bungaku 文学) e artes (geijustsu 芸術). Estudos Japoneses, v. 28, p. 39-62, 2008.

AULA 5 (24/08/2021, terça): Narrativas e diálogos entre moda, arte e Japonismo

Ministrante: Rafael Hett (Rafael Felipe dos Santos)

Ementa: De Hiroshige a Hokusai, de Monet a Van Gogh, inúmeros artistas ocidentais e japoneses foram impactados pelo movimento que ficou conhecido como Japonismo, cuja popularidade atingiu o apogeu entre o fim do século XIX e o início do século XX. Esta aula tem como objetivo fornecer um panorama acerca do Japonismo centralizando a moda como domínio de estudo. A partir da análise de obras artísticas e de peças do vestuário produzidas por nomes importantes, tais como Paul Poiret e Madeleine Vionnet, retraçaremos parte do longo e fecundo diálogo entre a Europa e o Japão.

Referências bibliográficas
BURNHAM, Helen; THOMPSON, Sarah E. Thompson; BRAUN, Jane E. Braun. Looking east: western artists and the allure of Japan. Boston, Massachusetts: MFA Publications Museum of Fine Arts, Boston, 2014.
IVES, Colta. “Japonisme.” In: Heilbrunn Timeline of Art History. New York: The Metropolitan Museum of Art, 2004. http://www.metmuseum.org/toah/hd/jpon/hd_jpon.htm.
MORISHIMA, Yuki, et al. Kimono refashioned: Japan's impact on international fashion. San Francisco: Asian Art Museum, 2018.
WICHMANN, Siegfried. Japonisme: the Japanese influence on Western art since 1858. New York, N.Y: Thames & Hudson, 1999.

AULA 6 (26/08/2021, quinta): Yūrei, o fantasma japonês e suas representações nas artes

Ministrante: Maria Ivette Job

Ementa: O yūrei, traduzido como fantasma japonês, vincula-se a séculos de tradição e cultura. Com aspectos bastante singulares, tributários da relação do Japão com a morte e o sobrenatural, os yūrei encontram-se representados amplamente e em diversos suportes artísticos. Nesta aula, serão vistas algumas dessas representações, explorando-se ao mesmo tempo as características peculiares desses entes.

Referências bibliográficas
CUEVAS, B. J., & STONE, J. I. The Buddhist Dead, Practices, Discourses, Representations. Honolulu: University of Hawai‘i Press, 2007.
DAVISSON, Z. Yūrei, the Japanese Ghost. Seattle: Chin Music Press, 2015.
HUNTER, J. Night Parade of Dead Souls. Baltimore: Shinbaku Books, 2013.
IWASAKA, M., & TOELKEN, B. Ghosts And The Japanese: Cultural Experience in Japanese Death Legends. Logan: Utah State University Press, 1994.
KOYAMA-RICHARD, B. Yōkai, Fantastique Art Japonais. Paris: Nouvelles Éditions Scala, 2017.
READER, I. Religion in Contemporary Japan. London: MacMillan Press LTD, 1991.

AULA 7 (31/08/2021, terça): Lee Ufan: do Mono-ha ao retorno da pintura nos anos de 1970

Ministrante: João Víctor Kurohiji Bonani

Ementa: Um dos artistas japoneses e sul-coreanos mais reconhecidos na cena artística internacional, a aula se propõe a apresentar, a partir do pensamento e da prática artística de Lee Ufan (1936-), o importante movimento para a história da arte do pós-guerra japonês Mono-ha ocorrido em torno do ano de 1970, bem como o retorno da pintura que o sucede na metade da década de 1970. Dessa forma, pretende-se apresentar um panorama da obra escultórica, pictórica e teórica de Lee Ufan em consonância com o contexto histórico-cultural japonês e suas conexões com a pintura contemporânea sul-coreana.

Referências bibliográficas
CHONG, Doryun; HAYASHI, Michio; KAJIYA, Kenji; SUMITOMO, Fumihiko (Ed.). From Postwar to Postmodern: Art in Japan 1945-1988 Primary Documents. Nova Iorque – Estados Unidos: The Museum of Modern Art, 2012, 440p.
HAYASHI, Michio. Cultural Rebellion: Japan from the 1960s to the 1980s. Art Studies, vol.01, p.40-45. 2015.
KEE, Joan. Contemporary Korean Art: Tansaekhwa and the Urgency of Method. Minneapolis - Estados Unidos: University of Minnesota Press, 2013. 347p.
LEE, Ufan. The Art of Encounter. Tradução Stanley N. Anderson. Londres - Reino Unido: Lisson Gallery & Serpetine Galleries, 2019. 301p.
MUNROE, Alexandra. Japanese Art After 1945: Scream Against The Sky. Nova Iorque – Estados Unidos: Harry N. Abrams Inc., 1994. 416p.

AULA 8 (02/09/2021, quinta): Takashi Murakami: obra, técnicas, conceitos, referências e desdobramentos

Ministrante: Lizia M. Ymanaka Barretto

Ementa: Esta aula pretende oferecer uma breve leitura panorâmica da obra do artista contemporâneo japonês Takashi Murakami (1962-), apresentando a diversidade experimentada em sua produção - iniciada no estilo japonês de pintura nihonga na década de 1980, marcada por diversas experimentações na década de 1990, até o desenvolvimento do conceito de superflat em 2000. A contemplação da transformação de sua obra também fundamenta as discussões do artista sobre o mercado e o próprio conceito de arte, permitindo abordarmos a sua atuação além da produção artística.

Referências bibliográficas
DARLING, Michael (org.). Takashi Murakami: The Octopus Eats Its Own Leg. New York: Skira Rizzoli, 2017.
MIKI, Akiko (org.). Takashi Murakami: the 500 Arhats. Tokyo: Mori Art Museum, 2016.
MURAKAMI, Takashi. Ego. New York: Skira Rizzoli Publications, 2012.
MURAKAMI, Takashi. Superflat. Tokyo: Madra, 2000.
TSUJI, Nobuo. History of Art in Japan. Tradução: Nicole Coolidge Rousmaniere. New York: Columbia University Press, 2019

AULA 9 (09/09/2021, quinta): Poética da rotina: introdução ao cinema de Hirokazu Kore-eda

Ministrante: Claudia Ideguchi

Ementa: O cinema japonês apresenta uma série de desdobramentos que dialogam diretamente com o contexto social, econômico e político do país. Para abordar o cinema contemporâneo, vamos utilizar as obras do cineasta Hirokazu Kore-eda e sua habilidade de retratar os dramas e desafios do dia a dia de uma sociedade nada homogênea.

Referências bibliográficas
JACOBY, Alexander. A critical handbook of Japanese film directors: from the silent era to present day. Berkley: Stone Bridge Press, 2008.
LEE, Cheuk-chi. To live and forget: the limits of comprehension and remembrance in the feature films of Hirokazu Kore-eda. University of Hong Kong, Pokfulam, Hong Kong SAR, 2012.
RICHIE, Donald. A hundread years of Japanese Film: a concise history, with a selective guide to DVDs and videos. New York: Kodansha, 2012.
RICHIE, Donald. Japanese cinema: film style and national character. Garden City: Doubleday, 1971.
VAN OMMEN, Merel. The visual representation of time in the Œuvre of Kore-eda Hirokazu. Image and Narrative, v. 15, p. 17-29, 2014.

AULA 10 (14/09/2021, terça): O som da identidade: música popular no Japão

Ministrante: Josieldo Pereira

Ementa: Associada ao viés mercadológico, a música popular vai além, intercalando a fruição estética a eventos políticos e movimentos artísticos. Nesta apresentação, são esmiuçados os contextos sociais que configuram a formatação da música popular japonesa, sobretudo nas últimas décadas do século XX, até sua estruturação contemporânea, em específico em artistas que se combinam hoje aos elementos do gênero conhecido como j-pop (Japanese pop). O objetivo do curso é discutir os tensionamentos acerca da construção da identidade sonora em relação direta com a identidade nacional nipônica.

Referências bibliográficas
BOURDAGHS, Michael. Sayonara Amerika, sayonara Nippon: a geopolitical prehistory of j-pop. Nova Iorque: Columbia University Press, 2012. (Asia Perspectives: History, Society, and Culture)
GALBRAITH, Patrick W.; KARLIN, Jason G. (org.). Idols and celebrity in Japanese media culture. Londres: Palgrave Macmillan, 2012.
IMADA, Tadahiko; TAKAHIRO, Sato. Ongaku no kime ni tsuite: jeipoppu wa kikoenai [Sobre textura musical: não se pode ouvir o j-pop]. Ongaku kyōiku jissen jānaru, Tóquio, v. 5, n. 1, ago 2007, p. 6-16.
MITSUI, Tōru (org). Made in Japan: studies in popular music. Nova Iorque, Londres: Routledge, 2014. (Routledge Global Popular Music Series)
STEVENS, Carolyn S.. Japanese popular music: culture, authenticity, and power. Londres, Nova Iorque: Routledge, 2008.

Programa

Idioma: italiano
Duração (aulas síncronas e assíncronas): 80 horas
O curso incluirá leituras e o estudo de uma obra a ser selecionada entre as indicadas na filmografia.

Programma delle lezioni:


1. L’attore dalla commedia dell’arte al grande teatro del XIX secolo;
2. L’arte della declamazione, il grande attore e la Drammatica;
3. Attori e teorici della mimica italiana;
4. L’attore di fine Ottocento tra psicologia, finzione e rappresentazione;
5. Norme e pratica della rappresentativa, la drammatica, la contraffacente;
6. Il novo stile di Gustavo Modena e l’estensiva di Tommaso Salvini;
7. Il teatro nel gesto di Dario Fo;
8. Corpo, mimica e politica nel teatro di Dario Fo;
9. Mimica, gesto ed esibizione nel cinema;
10. Pratiche di set e il grande attore al cinema;
11. Stili e tecniche attoriche cinematografiche contemporanee;
12. Il teatro e il cinema di Carmelo Bene.

BIBLIOGRAFIA
     
Arena, Alessio, La regia della lingua: testi, norme e stile del teatro italiano - 3, in “treccani.it”, lingua italiana, 8 aprile 2019
(http://www.treccani.it/magazine/lingua_italiana/articoli/percorsi/perco…).

Id., La regia della lingua: testi, norme e stile del teatro italiano - 2, in “treccani.it”, lingua italiana,
12 marzo 2019
(http://www.treccani.it/magazine/lingua_italiana/articoli/percorsi/perco…)

Id., La regia della lingua: testi, norme e stile del teatro italiano - 1, in “treccani.it”, lingua italiana,
29 gennaio 2019
(http://www.treccani.it/magazine/lingua_italiana/articoli/percorsi/perco…)

Id., Il mondo a ribaltone. Il teatro nel gesto di Dario Fo, Palermo, Edizioni Ex Libris, 2018.

Jandelli, Cristina, L’attore in primo piano. Nascita della recitazione cinematografica, Venezia, Marsilio, 2016, pp. 15-128.

Pietrini, Sandra, L’arte dell’attore dal Romanticismo a Brecht, Roma-Bari, Laterza, 2009.

Sica, Anna, L’arte massima vol.1.1, Milano-Udine, Mimesis, 2017, pp. 9-99.
     
Filmografia:


Roma città aperta (1945, Roberto Rossellini)
Ladri di biciclette (1948, Vittorio De Sica);
I soliti ignoti (1958, Mario Monicelli);
Accattone (1961, Pier Paolo Pasolini);
Il sorpasso (1962, Dino Risi);
8½ (1963, Federico Fellini);
Matrimonio all’italiana (1964, Vittorio De Sica);
Il conformista (1970, Bernardo Bertolucci);
Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto (1970, Elio Petri);
Morte a Venezia (1971, Luchino Visconti);
Una giornata particolare (1977, Ettore Scola);
Suspiria (1977, Dario Argento);
Borotalco (1982, Carlo Verdone);
Nuovo Cinema Paradiso (1988, Giuseppe Tornatore);
La grande bellezza (2013, Paolo Sorrentino).

Programa

Aula 1: Leitura e discussão de “Sensini”, de Roberto Bolaño

Aula 2: Leitura e discussão de “Hotel Almagro”, de Ricardo Piglia

Aula 3: Leitura e discussão de “Meus documentos”, de Alejandro Zambra

Aula 4: Leitura e discussão de “Pássaros na boca”, de Samanta Schweblin

Bibliografia

BOLAÑO, Roberto. Chamadas telefônicas. Tradução de Eduardo Brandão. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2012.
CORTÁZAR, Julio. Valise de cronópio. 2. ed. São Paulo, SP: Perspectiva, 1993.
PIGLIA, Ricardo. Anos de formação: os diários de Emilio Renzi. Tradução de Sérgio Molina. São Paulo, SP: Todavia, 2017.
PIGLIA, Ricardo. Formas breves. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2004.
POE, Edgar Allan. A filosofia da composição. Rio de Janeiro, RJ: 7Letras, 2011.
SCHWEBLIN, Samanta. Pássaros na boca e Sete casas vazias: contos reunidos. São Paulo, SP: Fósforo Editora, 2022.

 

Programa

Programa:
Encontro 1: Torcer: análise das obras de Janet Toro (Chile) e E² cia de dança e teatro (Brasil) Nessa aula veremos os desacordos temporais e espaciais entre o ato de exibição imediato e compartilhado da performance, e o ato de observação, mais comum à teoria. Para isso, analisa as obras performáticas A emparedada da Rua Nova (2017) da E² Cia de Teatro e Dança e Este é meu corpo (2019), de Janet Toro, que optam por apresentar suas performers de costas para o público, contra ou detrás de paredes, invertendo relações usuais de visibilidade na performance. Através da analise formal das obras, demonstra-se como ambas lidam com a violência não como mero tema, tornando-o constituinte da obra através de torções do que se faz visível para o público. Tais torções seriam justamente o que ultrapassa uma relação afirmativa da demonstração performativa e convocam o público à uma experiência reflexiva de ordem teórica.

Encontro 2: Cortar: análise das obras de Maria José Arjona (Colombia) e Juliana Notari (Brasil) O encontro analisa as performances Justo en el centro, de Maria Jose Arjona e Symbebekos, de Juliana Notari, nas quais as artistas se colocam em relação com objetos cortantes como navalhas e cacos de vidro. Em diálogo com o filósofo Jean-Luc Nancy, discute-se a pele como zona de proteção e exposição do corpo para, a partir disso, discutir como as obras apresentam ao mesmo tempo imagens violentas e ações de cuidado, entendendo dessa forma o risco do corte como algo inevitável e contingente ao próprio ato de cuidar de si.

Encontro 3: Barbarizar: análise das obras da Improvável Produções (Brasil/Argentina) e Regina Parra (Brasil/EUA) A partir da noção de uma arte bárbara apresentada por Walter Benjamin em seu texto Experiência e pobreza, de 1933, analisaremos as obras Deixa arder e Lasciva, que recuperam imagens e gestos de violencias históricas contra mulheres e negros. A partir do empilhamento coreográfico dessas imagens, pensaremos sobre as possibilidades e agencias de uma perspectiva bárbara da arte nos dias de hoje.

Encontro 4: análise das obras de Alice Yura e Cinthia Marcelle (Brasil/EUA). Nesse encontro, analisaremos os videos e fotografias de duas artistas que pensam as relações de poder através de encenações e teatralizações. Seja em negociações com o próprio público ou instituições artísticas,as obras nos mostram como as relações entre poder e violência podem ser tensionadas. Veremos também como esse embate entre os termos se dá através de Walter Benjamin e Hannah Arendt.

Referências bibliográficas:
BENJAMIN, Walter. Para uma crítica da violência. Trad. Ernani Chaves. ______. Escritos sobre mito e linguagem. Trad. Susana Kampff e Ernani Chaves. São Paulo: Duas Cidades, 2011. DORLIN, Elsa. Autodefesa – uma filosofia da violência. São Paulo: Crocodilo/Ubu editora, 2020. FRAYZE-PEREIRA, João A. Arte, Dor: Inquietudes entre Estética e Psicanálise. Cotia: Ateliê Editorial, 2005.
GARCIA, Silvio de. Arte Acción em Latinoamérica: cuerpo político y estratégias de resistência. 2016. Disponível em: https://icaa.mfah.org/s/es/page/home
HAMACHER, Werner. Aformativo, greve: a “Crítica da violência” de Benjamin. In: BENJAMIN, Andrew; OSBORNE, Peter (orgs.). A filosofia de Walter Benjamin: destruição e experiência. Jorge Zahar Editor: São Paulo, 1997.
HAN, Byung-Chul. Topologia da violência. Petropolis: Editora Vozes, 2017.
KUNST, Bojana. Artist at work: proximity of art and capitalism. UK: Zero books, 2015. VERGINE, Lea. Body art and performance: the body as language. Milão: Sjira Editore, 2000. WARD, Frazer. No innocent bystanders. Dartmouth college, 2012.
WOOD, Catherine. Performance in contemporary art. Londres: Tate Modern, 2019. ŽIŽEK, Slavoj. Violência: seis reflexões laterais. São Paulo: Boitempo, 2014

Programa

Unidad (aula) I: Foucault-Chomsky.
 
Subjetividad, naturaleza humana y ley.
La discusión sobre el concepto de subjetividad en el marco del problema de la naturaleza humana. Ciencia, verdad y nominalismo histórico. Subjetividad y creatividad. El carácter político de la discusión en torno a la relación entre subjetividad y justicia. La red microfísica del poder y sus dispositivos fundamentales: las instituciones.
 
Unidad (aula) II: Foucault-Derrida.
 
Subjetividad y alteridad en torno a la razón y la locura.
Las transformaciones propias de la época clásica (siglo XVII) y los argumentos de Descartes. La nueva figura de la subjetividad que nace a partir de un acto de exclusión. Separación y rechazo entre la razón y la locura. La locura como alteridad. La subjetividad entre la historia y la metafísica: las críticas de Derrida y la respuesta de Foucault.
 
Unidad (aula) III: Foucault y Cacciari.
 
Subjetividad, poder y resistencia.
Críticas desde diversas posiciones marxistas a la concepción foucaulteana del poder. La constitución de la subjetividad y su relación con las nociones de Ideología, Estado y lucha de clases. La crítica a la noción de microfísica del poder de M. Cacciari. La respuesta de Foucault. Fabricación de la verdad, red institucional y estrategias de grupos. Subjetividad y resistencia.
 
Unidad (aula) IV: Foucault-Deleuze.
 
Deseo, placer y procesos de subjetivación.
Formaciones de poder y procesos de subjetivación. Crítica a la noción de “represión” y su relación con la ley. Distinción entre ley y norma, normalización y normación. La querella en torno a las nociones de placer (Foucault) y de deseo (Deleuze). La carta crítico-conceptual de Deleuze que nunca tuvo una respuesta de Foucault.
 
Bibliografia:
 
Los estudiantes podrán optar por utilizar los textos en el idioma original de los autores o en sus respectivas traducciones al portugués o al español. La propuesta es que cada estudiante seleccione 1 (uno) de los textos que se detallan a continuación y lo estudie en profundidad. El profesor brindará el marco general y conceptual de todos los textos.
 
Unidad (aula) I:
FOUCAULT, MICHEL; CHOMSKY, NOAM, De la nature humaine: justice contre pouvoir; discussion de M. Foucault avec N. Chomsky et F. Elders, Eindhoven, novembre 1971. Reedición: Foucault, Michel, Dits et écrits, vol. 2, Paris, Gallimard, 1994, texto 132, pp. 471-512.
 
Unidad (aula) II:
DERRIDA, JACQUES, L’écriture et la différence, Paris, Seuil, 1967, pp. 51-97.
FOUCAULT, MICHEL, Histoire de la folie à l'âge classique, Paris, Gallimard, 1972, pp. 67-109 y 584-602.
 
Unidad (aula) III:
CACCIARI, MASSIMO, «Razionalita e irrazionalita nella critica del político in Deleuze e Foucault», en Aut-Aut, N°161, Milán, 1977.
-DEWS, PETER, «Power and subjectivity in Foucault», New Left Review, N° 144, marzo-abril 1984.
-FOUCAULT, MICHEL, «Précisions sur le pouvoir. Réponses à certaines critiques», en Dits et écrits, vol. 3, Paris, Gallimard, texto 238: pp. 625-634].
-LECOURT, DOMINIQUE, «Dissidence ou Rèvolution?», Maspero, Paris, 1978.
 
Unidad (aula) IV:
DELEUZE, GILLES, Sur Deux Régimes de fous et autres textes, Paris, Minuit, 2003, pp. 112-122.
FOUCAULT, MICHEL, Histoire de la sexualité 1. La volonté de savoir, Paris, Gallimard, 1976, pp. 9-22.
-----------------------------, «Structuralisme et poststructuralisme», Dits et écrits, vol. 4, Paris, Gallimard, texto 330, pp. 431-457.
-----------------------------, Surveiller et punir. Naissance de la prison, París, Gallimard, 1975, pp. 9-35.

 

Programa

Objetivo: A figura da prostituta na Grécia antiga foi normalmente referida de modo tangencial. No entanto, estudos recentes se debruçam sobre ela e trazem informações mais detalhadas. Por exemplo, os termos pórnē e “hetera” eram entendidos como categorias mais bem rígidas que, de modo geral, faziam alusão à classe social à qual a prostituta pertencia. Porém, hoje entende-se que o uso dessas palavras nos fragmentos de que dispomos dependia muito mais da intenção do falante para com o seu ouvinte, do que da situação do cotidiano da prostituta. Outro exemplo é o tema da prostituição sagrada que, embora permeie o imaginário sobre a antiguidade, é questionado de maneira insistente na atualidade. Assim, sob a perspectiva de estudos atuais, o objetivo deste curso é apresentar algumas das principais imagens e temas acerca da prostituta na Grécia antiga a partir da leitura e análise de fragmentos de dois gêneros poéticos da época arcaica (séculos VII a VI a.C.), a mélica e o jambo.

Cronograma de aulas:
Aula 1: Trataremos sobre os problemas de terminologia e definição das palavras pórnē e hetera, entendendo o contexto em que elas aparecem nos fragmentos que nos propomos estudar. Uma dessas circunstâncias é o simpósio ou banquete, instituição fundamental do universo grego antigo. Outra, são os bordéis, cuja abordagem é mais complexa, pois embora existam referências textuais, há apenas uma única evidência arqueológica mais consistente do século V a.C., a qual será apresentada.
Aula 2: Os poetas e as prostitutas (parte 1): Analisaremos o uso dos termos pórnē e de outros da mesma esfera em três fragmentos de três poetas diferentes: Alceu, Fr. 117b Voigt, Hipônax, Fr. 104 West e Anacreonte, Fr. 388 PMG.
Aula 3: Os poetas e as prostitutas (parte 2): Analisaremos o uso ambíguo do termo hetera e de outros diferentes, mas de âmbito próximo, em dois fragmentos: Anacreonte, Fr. 346 e Píndaro, Fr. 122 Maehler. Este último traz o tema da prostituição sagrada na antiguidade, questionado de maneira insistente nos dias de hoje.

Referências Bibliográficas
BOWRA, C.M. Greek Lyric Poetry. London: Oxford University Press, 1961.
BROWN, C. “From Rags to Riches: Anacreon’s Artemon”. Phoenix 37, 1983, pp. 1-15.
BRUCE, W. “A Note on Anacreon 388”. CQ 61, nº 1, maio 2011, pp. 306-309.
BRUNIERI, M. F. Mulheres nos Sympósia: representações femininas nas cenas de banquete nos
vasos áticos (séculos VI ao IV a.C.). São Paulo: Dissertação de mestrado MAE-USP, 2009.
BUDIN, S. L. The Myth of Sacred Prostitution in Antiquity. Nova Iorque: Cambridge University
Press, 2008.
CAMPBELL, D. (ed. e trad.). Greek Lyric I. Sappho, Alcaeus. Cambridge: Harvard University
Press, 1990.
____. Greek Lyric II. Anacreon, Anacreontea, early choral lyric. Cambridge: Harvard University
Press, 1988.
CHANTRAINE, P. Dictionnaire Étymologique de la Langue Grecque. Paris: Klincksiek, 1968.
CORNER, S. “Bringing the Outside In: the andron as brothel and the symposium’s civic
sexuality”. In: __ GLAZEBROOK, A.; HENRY, M. M. (eds.). Greek Prostitutes in the Ancient Mediterranean 800 BCE-200 CE. Madison: The University of Wisconsin Press, 2011, pp. 60-85.
DAVIES, M. “Artemon Transvetitus? A query”. Mnemosyne 34, 1981, pp. 288-289.
____. (ed.). Poetarum Melicorum Graecorum Fragmenta I. Oxford: Clarendon Press, 1991.
GENTILI, B. (ed., coment.). Anacreonte. Roma: Ateneo, 1958.
_____; CATENACCI, C. (introd., coment., notas, trad.). Polinnia. Messina: G. D’Anna, 2007.
GERBER, D. Greek Iambic Poetry. Cambridge, Mass. e Londres: Harvard University Press, 1999.
GLAZEBROOK, A. “Porneîon: prostituition in Athenian civic space”. In: __ GLAZEBROOK, A.;
HENRY, M. (eds). Greek Prostitutes in the Ancient Mediterranean 800 BCE-200 BCE. Madison: The University of Wisconsin Press, 2011, pp. 34-59.
____; TSAKIRGIS, B. (eds). Houses of Ill Repute. The archaeology of brothels, houses, and
taverns in the Greek world. Philadelphia: The University of Pennsylvania Press, 2016.
GOLDHILL, S. “Is There a History of Prostitution?”. In MASTERSON, M. et alii (eds). Sex in
Antiquity. Oxford e Nova Iorque: Routledge, 2014, pp. 179-197.
HENDERSON, J. The Maculate Muse. Obscene Language in Attic Comedy. Nova Iorque: Oxford
University Press, 1991.
HERNANDEZ, E. A. (CARRETERO). Prostituição feminina na mélica e jambo arcaicos: imagens e
temas. São Paulo: Dissertação de mestrado FFLCH-USP, 2019.
KAPPARIS, K. Prostitution in the Ancient Greek World. Berlim: De Gruyter, 2018.
KNIGGE, U. The Athenian Kerameikos. Berlim: Krene Editions, 1991.
KURKE, L. “Pindar and the Prostitutes, or Reading Ancient ‘Pornography’”. Arion, Vol. 4, nº 2,
1996, pp. 49-75.
____. “Inventing the Hetaira: sex, politics, and discursive conflict in archaic Greece”. CA 16, 1997,
pp. 106-150.
MAEHLER, H. Pindari Carmina cvm fragmentis. Vol. 2. Leipzig: Teubner, 1989.
MURRAY, O. “Sympotic History”. In: __. (ed.). Sympotica: A symposium on the symposion.
Oxford: Oxford University Press, 1990.
ONELLEY, G. (trad); CURADO, A. L. (Intr., Notas). Apolodoro. Contra Neera [Demóstenes] 59.
São Paulo: Annablume Clássica, 2012.
PAGE, D.L. (ed.). Poetae Melici Graeci. Londres: Oxford University Press, 1962.
PIRENNE-DELFORGE, V. L’Aphrodite Grecque. Contribuition à l’étude de ses cultes et de sa
personnalité dans le panthéon archaïque et classique. Atenas e Liège: Centre International
d’Étude de la Religion Grecque Antique, 1994.
PIRONTI, G. “L’Afrodite di Corinto e il ‘Mito’ della Prostituzione Sacra”. In: BERNARDINI, P.
(ed.). Corinto. Luogo di azione e luogo di racconto. Pisa, Roma: Fabrizio Serra Editore, 2013, pp. 13-26.
RAGUSA, G. Lira, Mito e Erotismo: Afrodite na poesia mélica grega arcaica. Campinas: Editora
Unicamp, 2010. (Apoio Fapesp)
SEBILLOTE CUCHET, V. “Women as ‘Wool-Workers’ and ‘Sex-Workers’ in Athens (Fourth
Century BCE)”. Clio 38, 2013, pp. 219-227.
SERRAO, G. “L’Ode di Erotima: da timida fanciulla a donna pubblica”. QUCC 6, 1968, pp. 36-
51.
SLATER, W.J. “Artemon and Anacreon: no text without context”. Phoenix 32, 1978, pp. 185-194.
STEHLE, E. Performance and Gender in Ancient Greece. Princeton: Princeton University Press,
1997.
VERNANT, J.P. Mito e sociedade na Grécia Antiga. Rio de Janiero: José Olympio Editora, 1999.
VOIGT, E-M. Sappho et Alcaeus: fragmenta. Amsterdam: Athenaeum – Polak & Van Gennep,
1971.
WEST, M.L. (ed.). Iambi et Elegi Graeci. Oxford: Oxford University Press, 1989. vols. 1-2.

Programa

Preparação para as provas de certificação em língua francesa (DELF B2)
Préparation aux diplômes en français DELF B2

Programa do curso:

Este curso tem por objetivo preparar os alunos para realizar as provas de certificação em língua francesa, dando-lhe ferramentas para que eles conheçam as provas e desenvolvam as habilidades linguísticas e discursivas requeridas por elas. Ele objetiva trabalhar habilidades comunicativas em Língua Francesa que permitam aos alunos dominar a língua em situações variadas, possibilitando que se apresentem aos exames DELF B2.

Nos módulos serão trabalhadas estratégias para o desenvolvimento das capacidades requeridas pelos exames. As aulas tratarão das quatro habilidades avaliadas nas provas: compreensão oral, compreensão escrita, produção oral e produção escrita. Para tanto, serão trabalhados as provas e objetivos específicos para permitir que os alunos possam realizar os exames DELF B2.

Trata-se de um curso modular, de 12 horas, que será dividido em 4 módulos: DELF B2. Cada módulo será composto de 1 aula de 3 horas.

Pré-requisitos para inscrever-se no curso:
É necessário comprovar o nível por meio de um dos certificados (DELF B1) anterior ao nívelque se deseja estudar ou fazer um teste de nível.

Bibliografia:
BAPTISTE Auréliane, MARTY Roselyne. Réussir le DELF B2. Didier, 2010.
BRETON Gilles, LEPAGE Sylvie, ROUSSE Marie. Réussir le DELF B1. Didier, 2010.
VELTCHEFF Caroline, HILTON Stanley. Préparation à l'examen du DELF B1. Hachette FLE, 2006.
VELTCHEFF Caroline, HILTON Stanley. Préparation à l'examen du DELF B2. Hachette FLE, 2006.