Programa

Aula 1 -  O paradigma da modernização e a sociedade do consumo de massa dos anos 1950
Bibliografia:
Rostow, W. W. Etapas do desenvolvimento econômico: um manifesto não-comunista. 6. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
Regatieri, R. P. Teoria da ação e teoria de sistemas em Talcott Parsons e Jünger Habermas. Estudos de Sociologia, Recife, Vol. 2 n.25, p. 189-212, 2019

Aula 2 - A CEPAL e o subdesenvolvimento sob uma perspectiva latino-americana
Bibliografia:
Bielschowsky, Ricardo. Evolución de las ideas de la CEPAL, [w]: Revista de la
CEPAL, no. extraordinario, CEPAL, Santiago, Octubre 1998.
Furtado, Celso. Mito do desenvolvimento econômico. Círculo do Livro: São Paulo, 1974.
Prebisch, Raúl. O desenvolvimento da América Latina e seus principais problemas. Revista Brasileira de Economia, ano 03, n° 03, pp. 47-111

Aula 3 -  A Teoria da Dependência – continuidades e descontinuidades
Referências:
Dos Santos, Theotônio. Teoria da dependência: balanços e perspectivas. 1998
Frank, André Gunder. O desenvolvimento do subdesenvolvimento. Monthly Review, New York, v. 18, n. 4, p. 45–60, set. 1966.

Aula 4 - O colapso da modernização e a crise estrutural do capitalismo nos anos 1970
Referências:
Mandel, Ernest. O Capitalismo Tardio. Abril Editorial: São Paulo, 1982.
Robert, M. Monocausalidade e teoria da crise: uma resposta a David Harvey. Geografares, [S. l.], n. 28, p. 36–54, 2019. DOI: 10.7147/GEO28.24382. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/geografares/article/view/24382. Acesso em: 6.09.2021.
Kurz, Robert. O colapso da modernização. São Paulo: Paz e Terra, 1992.

Programa

Dia da semana

Período

Terça-feira

09:00 às 13:00

 

Carga Horária Ministrada

Aulas Teóricas em Sala de Aula:

28:00 hs

Aulas Práticas ou de Campo:

0 hs

Seminários:

2:00 hs

Total Ministrado:

30:00 hs

Detalhamento:

Ementa: Partindo dos marcos teóricos necessários para compreender o raciocínio da geo-história e seus conceitos, o curso visa oferecer aos alunos um primeiro contato com linhagens teóricas que têm se tornado comuns em análises críticas das questões ambientais, da economia e da cultura ou da psicoesfera da modernidade, incorporando formulações do marxismo, mas sem nele se fundir. A geo história oferece uma abordagem ecológica para alguns, ou apenas espacial para outros, capaz de oferecer uma perspectiva crítica dos processos de subalternização dos países periféricos e sua inserção na economia mundo/mundial, sem necessariamente mobilizar os mesmos paradigmas das lutas de classe. Assim, ela tem servido de base, seja pelos estudos subalternos e descoloniais, seja pelos novos estudos sociais da economia política, tornando-se uma das visões totais ou holísticas que mobilizam uma história global e apta ao entendimento dos atuais processos mundiais. A geo-história recoloca os processos no seio de questionamentos de longo alcance e oferece um excelente ponto de compreensão para problemáticas globais, como a mundialização e a pressão por recursos ambientais, a constituição territorial do Brasil, suas relações internacionais e pode contribuir com os alunos para recolocar seus problemas de pesquisa em problemáticas de longo alcance. 

Calendário e bibliografia 

Aula 1: A mundialização e a epistemologia da geo-história 

Estrutura da aula: 1. Discussão do programa; 2. O que é a mundialização?; 3. Epistemologia da geo-história; 4. Os modelos gerais da geo-história da mundialização. 
Bibliografia básica: BRAUDEL, Fernand. Geo-história: a sociedade, o espaço e o tempo. História, ciência, saúde, Manguinhos. V. 22, abr.-jun., 2015, pp. 605-639. 
LIRA, Larissa Alves de. O Mediterrâneo de Vidal de la Blache. São Paulo: Alameda, 2013, cap. 3, pp. 91-140. 
Bibliografia complementar: GRATALOUP, Christian. Géohistoire de la mondialisation. Paris: Armand Colin, 2009, Introduction: Le temps du Monde, pp. 13-20. 

Aula 2: A inserção do Brasil no Sistema Terra 

Estrutura da aula: 1. A tropicalidade como fenômeno natural; 2- A tropicalidade como resposta social imediata ao meio; 3- A tropicalidade como permanência do natural sobre o social; 4- A tropicalidade pode ser superada? 
Bibliografia básica: VIDAL DE LA BLACHE, Paul. Os gêneros de vida na geografia humana [primeiro artigo]. In: HAESBAERT, Rogério; PEREIRA, Sérgio Nunes; RIBEIRO, Guilherme. Vidal, vidais. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012, cap. 7, pp. 131-158 
VIDAL DE LA BLACHE, Paul. Os gêneros de vida na geografia humana [segundo artigo]. In: HAESBAERT, Rogério; PEREIRA, Sérgio Nunes; RIBEIRO, Guilherme. Vidal, vidais. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012, cap. 8, pp. 159-180. 

Aula 3: A inserção do Brasil da economia-mundo 

Estrutura da aula: 1. O que é a economia-mundo?; 2- A formação da economia-mundo moderna; 3- A entrada das Américas na economia-mundo. 
Bibliografia básica: BRAUDEL, Fernand. Civilização material, economia e capitalismo. São Paulo: Martins Fontes, 1998, introdução e prefácio, pp. 11-18. 
WALLERSTEIN, Immanuel. Capitalism, agriculture and the origins of the European World-Economy in the Sixteenth Century [vol. 1]. Berkeley, Los Angeles, London: Univeristy of California Press, 2001, cap. 2, pp. 66-129. 
Bibliografia complementar: BRAUDEL, Fernand. A dinâmica do capitalismo. Rio de Janeiro: ROCCO, 1987. 

Aula 4: A inserção do Brasil na economia mundial 

Estrutura da aula: 1. Qual paradigma geográfico para análise geo-histórica da economia mundial?; 2- A Europa e a saída do mundo malthusiano; 3- O capitalismo europeu e o Novo Mundo 
Bibliografia básica: POMMERANZ, Kenneth. A Grande divergência: a China, a Europa e a construção da economia mundial moderna. Lisboa: Edições 70, 2000. cap. 6, pp. 441-493. 
Bibliografia complementar: MEDEIROS, Felipe. Proto-indústria ajudou na industrialização moderna? A teoria e suas críticas. Artigo para ANPOCS (disponível na internet). 

Aula 5: A inserção do Brasil na economia contemporânea 

Estrutura da aula: 1. Os ciclos sistêmicos de acumulação; 2. Novas estruturas sociais da economia mundial pós-primeira guerra batidas sob novas dependências geográficas; 3. O Brasil e as novas estruturas do capitalismo. 
Bibliografia básica: ARRIGHI, G. O Longo século XX: Dinheiro, poder e as origens do nosso tempo. São Paulo: Unesp, 1996, capítulo 4, pp. 247-335. 
SINGER, Paul. “Evolução da Economia e Vinculação Internacional”. In: I. Sachs, J. Wilheim & P. S. Pinheiro [orgs.] Brasil: um século de transformações. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. 

Aula 6: O subdesenvolvimento e o desenvolvimento brasileiro na geo-história da mundialização. 

Estrutura da aula: 1. Geografia do subdesenvolvimento; 2. Geografia do desenvolvimento. 
Bibliografia básica: LEFF, Nathaniel H. Subdesenvolvimento e desenvolvimento no Brasil. Rio de Janeiro: Expressão e cultura, 1991, cap. 1 (Introdução) e cap. 2 (visão geral), pp. 1-31. 
LIRA, Larissa Alves de. Pierre Monbeig e a formação da geografia brasileira. Tese de doutorado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP, São Paulo, cap. 6 e 7. 

Aula 07: A geo-história do Brasil: como pensar sua inserção na mundialização? 

Estrutura da aula: 1. Geo-história do Brasil pré-industrial; 2. Geo-história da formação do Brasil moderno; 3. Geo-história do Brasil contemporâneo. 
Bibliografia básica: LIMA, Luís Corrêa. Fernand Braudel e o Brasil: Vivência e Brasilianismo (1935-1945). São Paulo: EDUSP, capítulo O Brasil de Fernand Braudel (6 ou 7, a conferir). 
MONBEIG, Pierre. Pioneiros e fazendeiros de São Paulo. São Paulo: Hucitec, 1984. Livro II, pp. 127-208. 
BECKER, Bertha; EGLER, Cláudio. Brasil: uma nova potência regional na economia-mundo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1993, cap. 3, pp. 89-122.

 

Programa

O curso terá oito encontros semanais, com três horas de duração. Em todas eles, haverá um/a professor/a que ministrará a primeira parte da aula, de 1h30, e um/a segundo/a professor/a que ministrará a segunda parte da aula, também de 1h30. Os encontros se fazem, portanto, com professores e tópicos distintos, ainda que sempre relacionados. Os títulos das aulas, por ordem do primeiro nome da/o palestrante, são:

CRONOGRAMA – 2022 – sexta-feira – das 14h às 17h


6 de maio
Marlise Vaz Bridi – “Reflexões sobre as relações entre mulher e literatura no decorrer da história da literatura
portuguesa” – 14h-15h30
Viviane Madeira Souza – “Mulher e direitos humanos” – 15h30-17h

13 de maio
Cibele Aldrovandi – “Três personagens femininas nas fontes textuais da Índia Antiga” – 14h-15h30m
Hélder Garmes – “Personagens femininas na obra de Vimala Devi” – 15h30-17h

20 de maio
Cielo Griselda Festino – “Mulheres cristãs e hindus nos contos de Maria Elsa da Rocha”; 14h-15h30
Viviane Madeira Souza – “Mulheres em movimento: redes intelectuais em língua portuguesa” – 15h30-17h

27 de maio
Suzana Ventura – “A autoria feminina e os contos de fadas” – 14h-15h30
Cleide Rapucci – “O conto ‘Branca de Neve’, de Lídia Jorge, e a noção de reescrita no contexto da literatura feminista” – 15h30-17h

3 de junho
Nicole Guim de Oliveira – “Mulheres escritoras e o estigma da loucura” – 14h-15h30
Daiane Cristina Pereira – “Figurações da mulher na obra de Eça de Queirós” – 15h30-17h

10 de junho
Hélder Garmes – “Protagonismo e pragmatismo no conto ‘José Matias’, de Eça de Queirós” – 14h-15h30
Elisângela Aneli Ramos de Freitas – “Reflexões em torno da obra de Maria Teresa Horta” – 15h30-17h

17 de junho – PONTE FERIADO CORPUS CHRISTI

24 de junho
Gabriela de Castro Maciel de Oliveira – “Sentidos na figura feminina nos Caderno de memórias coloniais de Isabela
de Figueiredo” – 14h-15h30
Priscila Fernandes Balsini – “A voz da crítica literária de autoria feminina – contribuições de Maria Alzira Seixo” –
15h30-17h

1 de julho
Jéssika Santachiara – “Romance de formação na literatura produzida por mulheres” – 14h-15h30
Fabio Mario da Silva – “Panorama das escritoras na Literatura Portuguesa” – 15h30-17h

BIBLIOGRAFIA

Haverá uma bibliografia específica para cada aula, mas, em temos gerais, podemos aqui referir a bibliografia de referência que nos norteia no decorrer do curso:

BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. 2 v. Trad. Sérgio Milliet. São Paulo: Difel, 1960.
BENHABIB, Seyla & CORNELL, Drucilla (Coord.). Feminismo como crítica da modernidade. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1987.
CASTELLO BRANCO, Lúcia & BRANDÃO, Ruth Silviano. A mulher escrita. Rio de Janeiro: Casa Maria/L.T.C., 1989.
DUARTE, Constância Lima. Literatura feminina e crítica literária. Travessia n. 21, Florianópolis: 1990. P. 15-23.
DUBY, Georges e PERROT, Michelle. História das mulheres no ocidente. 5 v. Porto/São Paulo: Afrontamento/Ebradi[ [s.d.]
ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do estado. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1974.
GALVAO, Walnice Nogueira e PRADO JR, Bento. Mulher objeto… de estudo. São Paulo: Brasiliense, 1979.
HOLLANDA, Heloísa Buarque de (Org.). Explosão Feminista: arte, cultura, política e universidade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
HOLLANDA, Heloísa Buarque de (Org.). Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.
KEHL, Mana Rita. A mínima diferença: masculino e feminino na cultura. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
KEHL, Maria Rita. Deslocamentos do feminino. Rio de Janeiro: Imago, 1998.
LEWENHAK, Sheila. A mulher e o trabalho. Lisboa: Editorial Presença [1982].
MAGALHÃES, lsabel Allegro de. O sexo dos textos e outras leituras. Lisboa: Caminho, 1995. PAIVA,V. Evas, Marias, Liliths...: as voltas do feminino. São Paulo: Brasilíense, 1993.
PAZ. O. A dupla chama: amor e erotismo. Trad. Wladir Dupont. São Paulo: Siciliano, 1995. RUBIN, Gayle. Políticas do sexo. São Paulo: Ubu Editora, 2017.
SCHMIDT, R. T. (Org.) (Trans) Formando identidades. Porto Alegre, Pallotti, 1997.

Programa

Aula 01 (29/11): Filologia e suas intefaces no estudo de textos históricos dos séculos XVIII e XIX.
Aula 02 (30/11): Filologia e história da língua. Diplomática e o Modelo de Tradições Discursivas no estudo de fontes manuscritas da língua portuguesa.
Aula 03 (01/12): A Filologia e a documentação manuscrita relativa à escravização e à resistência negra na Bahia: construindo a prática.


Referências:
ACIOLI, V. L. C. A escrita no Brasil Colônia: um guia para a leitura de documentos manuscritos. Recife: Fundação Joaquim Nabuco; Editora Massangana, 2003.
ALENCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
BELLOTTO, Heloísa Liberalli. As espécies documentais. In: Como fazer análise diplomática e análise tipológica de documento de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial, 2002. p. 45-90. (Projeto Como Fazer, v. 8)
BERWANGER, Ana Regina; LEAL, João Eurípedes Franklin. Noções de Paleografia e Diplomática. Santa Maria: Centro de Ciências Sociais e Humanas-UFSM, 1991.
CAMBRAIA, César Nardelli. Introdução à crítica textual. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
CASTILHO, Ataliba T. de; ANDRADE, Maria Lúcia C. V. O.; GOMES, Valéria Severina (Orgs.). História do português brasileiro: tradições discursivas do português brasileiro: constituição e mudança dos gêneros discursivos. São Paulo: Contexto, 2018. v. 7. 416p.
CASTRO, Ivo. O retorno à filologia. In: PEREIRA, Cilene da Cunha; PEREIRA, Paulo Roberto Dias. Miscelânea de estudos linguísticos, filológicos e literários ‘in memoriam’ Celso Cunha. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 511- 520.
CHARTIER, Roger. A história ou a leitura do tempo. Trad. Cristina Antunes. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.
COSERIU, Eugenio. Sincronia, diacronia e história. Tradução Carlos Alberto da Fonseca e Mário Ferreira. São Paulo: EDUSP, 1979.
DIAS, Madalena Marques; BIVAR, Vanessa dos Santos Bodstein. Paleografia para o período colonial. In: SAMARA, Eni de Mesquita. (Org.) Paleografia e fontes do período colonial brasileiro. São Paulo: Humanitas/FFLCH/USP, 1986. p. 11 - 38. (Estudos CEDHAL/ Centro de Estudos de Demografia Histórica da América Latina, nova série, n. 11)
DURANTI, Luciana. Diplomática: novos usos para uma antiga ciência. Acervo. Rio de Janeiro, v.28, n.1, p. 196-215. jan./jun., 2015.
FACHIN, Phablo Roberto Marchis. Critérios de leitura de manuscritos: em busca de edições fidedignas. Filologia e Linguística Portuguesa. 2009; 10-11: 237-262.
GONÇALVES, Eliana Correia Brandão. Diálogos entre Crítica Filológica e Linguística Histórica: construindo trilhas para o estudo linguístico de textos históricos. In: ATAÍDE, Cleber et al. (Orgs.) Estudos linguísticos e literários [recurso eletrônico]: caminhos e tendências. São Paulo: Pá de Palavra, 2019, v. 1. p. 11-20.
GONÇALVES, Eliana Correia Brandão. Leitura crítico-filológica de Resolução de 1822: revoltas, vigilância, violência e punição na Bahia do século XIX. Revista Filologia e Linguística Portuguesa, São Paulo, v. 20, n. 2, p. 153-174, ago./dez. 2018. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2176-9419.v20i2p153-174.
Filologia e Linguística Portuguesa, v. 22, p. 75-92, 2020.
GONÇALVES, Eliana Correia Brandão. Léxico e história da escravatura: reflexões críticas a partir de documentos históricos. LaborHistórico, Rio de Janeiro, 6(3):224-244, set.|dez. 2020. https://doi.org/10.24206/lh.v6i3.35125
GONÇALVES, Eliana Correia Brandão. Tradição Discursiva, Filologia e Corpus Histórico-Diacrônico: análise de
Requerimentos do século XVIII. Revista da ABRALIN, p. 582–598, 2020. Disponível em: https://revista.abralin.org/index.php/abralin/article/view/1772. Acesso em: 28 out. 2022.
KABATEK, Johannes. Tradição discursiva e gênero. In: LOBO, Tania. et al. (Orgs.). Rosae: linguística histórica, história das línguas e outras histórias [online]. Salvador: EDUFBA, 2012, pp. 579-588. Disponível em: SciELO Books http://books.scielo.org. Acesso em: 05 agosto 2020.
KABATEK, Johannes. Tradições Discursivas e Mudança Linguística. In: LOBO, Tânia et al. (Orgs.). Para a História do Português Brasileiro. v. 6: Novos dados, novas análises, tomo 2. Salvador, Bahia: EDUFBA, 2006, p. 505-527.
LARA, Silvia Hunold; FACHIN, Phablo Roberto Marchis, (org.). Guerra contra Palmares: o manuscrito de 1678. 1. ed. São Paulo: Chão Editora, 2021.
LE GOFF, Jacques. História e memória. Tradução Bernardo Leitão e Irene Ferreira. 4 ed. Campinas, São Paulo: Editora da UNICAMP, 1996.
MARQUILHAS, Rita. Filologia oitocentista e Crítica Textual. In: ALVES, Fernanda Mota et al. (Orgs.) Filologia, memória e esquecimento. Act. 20, Lisboa: Húmus, 2010. p. 355 - 367.
MIGNOLO, Walter. Desobediencia epistémica: retórica de la modernidad, lógica de la colonialidad e gramática de la descolonialidad. Buenos Aires: Ediciones del Signo, 2010.
MONTE, Vanessa Martins do. Correspondências paulistas: as formas de tratamento em cartas de circulação
pública (1765-1775). São Paulo: FAPESP/Humanitas, 2015.
PETRUCCI, Armando. La ciencia de la escritura: primera lección de Paleografía. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2003.
PINSKY, Carla Bassanezi. (Org.) Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005.
REIS, João José. Quilombos e revoltas escravas no Brasil. Revista USP, 28, São Paulo, dezembo/fevereiro de 1995-1996; 28: 14-39.
REIS, João José; SILVA, Eduardo. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
SÁEZ SÁNCHEZ, Carlos; CASTILLO GÓMEZ, Antonio. Paleografía e historia de la cultura escrita: del signo a lo escrito. Madrid: Síntesis, 1999, p. 21-31.
TAVARES, Luís Henrique Dias. História da Bahia. 10. ed. São Paulo: UNESP; Salvador: EDUFBA, 2001.
TOLEDO NETO, Sílvio de Almeida. Escavar a camada paleográfica do texto: as letras como vestígios materiais em uma tradição textual. LaborHistórico, v. 7, p. 296-310, 2021. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/lh/article/view/42496. Acesso em: 14 de maio de 2023.
TOLEDO NETO, Sílvio de Almeida. Filologia e curadoria textual: reflexões sobre uma aproximação possível. In: Antes e depois de editar: estudos filológicos. 1ed. Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal, 2023, v. 1, p. 141-161.
TOLEDO NETO, Sílvio de Almeida. Um caminho de retorno como base: Proposta de normas de transcrição para textos manuscritos do passado. Travessias Interativas. São Cristóvão, SE, n.20, v.10, p. 192-208, 2020.

Programa

O curso de língua e cultura romena centra-se em vários temas, desde a gramática à culinária e música, do vocabulário à história e tradições, dando aos alunos uma imagem ampla sobre este país, os seus habitantes e a sua língua. Por ser uma língua românica assim como o português, os alunos da USP poderão aprender o básico com bastante facilidade, sendo capazes de fazer associações com as demais línguas românicas que conhecem. Por se tratar de um curso complexo e envolvente, o aprendizado da gramática e do vocabulário será feito de forma interativa, por meio de jogos online, sem que os alunos tenham tempo para ficar entediados.

Bibliografia

Gönczöl, Ramona (2007). Romanian: An Essential Grammar. Londres: Routledge.
Hoffman, Christina N. (1989). Romanian Reference Gramamr. U. S. Department of State.
Kohn, Daniela (2009) PULS- Manual de limba româna pentru străini. A1-A2. Iași/București: Polirom.
Рыжова, Мария Михайловна. Румынский язык. Начальный курс (Língua romena. Curso inicial). São Petersburgo: КАРО,
2017.

Programa

Detalhamento: Módulo 1

- Alfabeto Turco

- Cumprimentos em Língua Turca

- Harmonia Vocálica (1,2)

- Pronomes Pessoais

- Sufixo de Possessivo

- Números

- Verbo Ser-Estar

 

Bibliografia: 

OZTURK, Tuncay; AKCAY, Sezgin; GUN, Salih. Lale Turkce Ders Kitabi 1. DILSET YAYINLARI. 2011.

CELIK, A.Abbas. Acilim Turkce Ders Kitabi 1. DILSET YAYINLARI. 2020.

 

 

Programa

Aula 1 - Humanidades Digitais e edições filológicas digitais
Aula 2 - O uso do software Transkribus
Aula 3 - O formato XML e o padrão TEI-XML
Aula 4 - Exercícios práticos de marcação de textos

Bibliografia:
BANZA, Ana Paula. As edições digitais e o futuro da Filologia. In: DIOS, Ángel Marcos de (Ed.). La Lengua Portuguesa, v. II: Estudios Lingüísticos. Salamanca: Ediciones Universidad, 2014. p. 125-134.
BUSA, Roberto. Foreword: Perspectives on the Digital Humanities. In: SCHREIBMAN, Susan; SIEMENS, Ray; UNSWORTH, John (eds.). A Companion to Digital Humanities. Oxford: Blackwell, 2004.
CHAUDIRON, S.; IHADJADENE, M.; MAREDJ, A. La fragmentation et l’unité documentaire en question. In: Actes du 16ème Congrès de la SFSIC, Compiègne, 11-13 jun. 2008.
CRANE, Gregory et al. ePhilology: when the books talk to their readers. In: SCHREIBMAN, Susan; SIEMENS, Ray (eds.). A Companion to Digital Literary Studies. Oxford: Blackwell, 2008.
CRANE, Gregory. Give us editors! Re-inventing the edition and re-thinking the humanities. In: Online Humanities Scholarship: The Shape of Things to Come. University of Virginia: Mellon Foundation, 2010.
EMILIANO, António. Tipo Medieval para Computador: uma ferramenta informática para linguistas, historiadores da língua e paleógrafos. Signo. Revista de Historia de la Cultura Escrita, n. 15, p. 139-176, 2005.
FIORMONTE, Domenico et al. E-Philology. Digital resources on philology and textual criticism. 2013.
FIORMONTE, Domenico; NUMERICO, Teresa; TOMASI, Francesca. The digital humanist: a critical inquiry. Tradução de Desmond Schmidt com Christopher Ferguson. Brooklyn, NY: punctum books, 2015.
LUCÍA MEGÍAS, José Manuel. El hipertexto ante el reto de los textos medievales: nuevas reflexiones sobre informática humanística. In: GONZÁLEZ, Aurelio; VON DER, Lilian (Eds.). Temas, motivos y contextos medievales. México: El Colegio de México, 2007. p. 425-452.
MARONEZE, Bruno O. Dicionário Histórico de Termos da Biologia. Recurso eletrônico. Disponível em: https://dicbio.fflch.usp.br/
MONTE, Vanessa M. do; PAIXÃO DE SOUSA, Maria Clara. Por uma filologia virtual: o caso das atas da câmara de São Paulo (1562-1596). REVISTA DA ABRALIN, v. 16, p. 1-26, 2017.
PAIXÃO DE SOUSA, M. C.; KEPLER, F. N.; FARIA, P. P. F. E-Dictor: Novas perspectivas na codificação e edição de corpora de textos históricos. In: SHEPHERD, Tania; SARDINHA, Tony Berber; PINTO, Marcia Veirano (Org.). Caminhos da linguística de corpus. Campinas: Mercado de Letras, 2010.
PAIXÃO DE SOUSA, Maria Clara. A Filologia Digital em Língua Portuguesa: Alguns caminhos. In: BANZA, Ana Paula; GONÇALVES, Maria Filomena (coord.). Património textual e humanidades digitais: da antiga à nova Filologia. Évora: CIDEHUS/FCT, 2014.
PAIXÃO DE SOUSA, Maria Clara. Texto digital: Uma perspectiva material. Revista ANPOLL, v. 1, n. 35, 2013.
TEI: Guidelines for Electronic Text Encoding and Interchange.P5 Version 4.9.0. Last updated on 24th January 2025, revision f73186978. Disponível em: https://tei-c.org/release/doc/tei-p5-doc/en/html/index.html

Programa

Aula 1: Os gêneros literários. O romantismo em debate. O surgimento da poesia lírica moderna.
Aula 2: Expressão x convenção em Lamartine. A poesia como visão e sensação. A escrita como busca pela poesia que não se esgota no poema. Poesia como conceito limite. Expressão e paisagem.
Aula 3: Baudelaire, crítica pela ironia, suas vicissitudes e impasses. Spleen x ideal
Aula 4: Mallarmé, escrever depois de Baudelaire. A poesia não mais como expressão, ela precisa ser refeita, reconstruída, redefinida. Como?
Aula 5: Rimbaud, em busca do verdadeiro “eu”. Desfazer imagens.


JUSTIFICATIVA DO CURSO (A importância do Curso)

A crítica marxista desde muito tempo elegeu o romance como espaço privilegiado de reflexão sobre a natureza da relação entre literatura e sociedade. Trata-se aqui de propor uma pequena inflexão neste debate, não mais pensar de que formas um determinado estado da vida social aparece com mais clareza ou fissurado através do objeto estético, já que no século XIX francês a relação entre literatura e sociedade era um lugar comum, mas de pensar a poesia como espaço privilegiado de construção da ideologia e de sua crítica. Assim, o que estará em questão não será a natureza das relações e vínculos sociais, mas a política como construção discursiva e prática revolucionária, o que ao mesmo tempo, a aproxima e afasta da poesia. De que maneira o impasse do século, entre restauração de uma antiga ordem e criação de uma nova sociedade atravessa a poesia não apenas do ponto de vista temático, mas também nas reflexões dos poetas a respeito da forma.
Dito isso, a questão que colocaremos é a de saber quais as consequências, os problemas e os impasses criados pela produção de uma política através da expressão em primeira pessoa. Assim, poderemos repensar o que entendemos por político/ política, redefinir a manifestação da ideologia e de sua difusão, assim como as formas de crítica criadas pela poesia. A questão será definir qual a forma que a ideologia assume quando vinculada à expressão em primeira pessoa, quais as formas de crítica que a poesia consegue criar, onde está a sua força e quais são seus impasses e limites.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AGOSTINHO, L. Mallarmé : Les plis et déplis du hasard à la recherche de l’infini. Poésie, philosophie et politique au XIX siècle en France. Thèse de doctorat. Disponível em : http://lettres.sorbonne-universite.fr/IMG/article_PDF/article_a21360.pdf
BAUDELAIRE. As flores do mal. Trad.: Ivan Junqueira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.
_____________ Pequenos poemas em prosa. Trad.: Ivo Barroso. Rio de Janeiro: Record, 2006.
GLEIZE, Jean- Marie. Littéralité. Poésie et Figuration. Mercuès : Questions théoriques, 2015.
LAMARTINE. Méditations. Paris : Gallimard, 2005.
LIMA, Carlos de. Rimbaud no Brasil. Rio de Janeiro: UERJ, 1993.
MALLARMÉ. Œuvres complètes I, II. Paris: Gallimard, 1998, 2002.
___________ Divagações. Florianópolis: EDUFSC, 2010.
RIMBAUD. Uma temporada no inferno & iluminações. Tradução, introdução e notas Lêdo Ivo. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1993.
OEHLER, D. Quadros parisienses. Estética antiburguesa em Baudelaire, Daumier e Heine. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
________ O velho mundo desce aos infernos: auto-análise da modernidade após o trauma de junho de 1848 em Paris. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
ROSS, K. The emergence of social space. Rimbaud and the Paris Commune. University of Minnesota Press, 1988.
_______ L’imaginaire de la Commune. Paris: La fabrique, 2015.
SISCAR, M. Poesia e crise. São Paulo: Unicamp, 2010.

Programa

Nível A1 – modulo 1

Matéria “KLIK em Grego A1”

Data Conteúdo de aula

02/03/2021 Alfabeto – Fonetica – Escrita
09/03/2020 Alfabeto – Fonetica – Escrita
16/03/2021 Unidade 1: Vocabulario “apresentacao” p42-43
23/03/2021 Unidade 1: Gramatica “substantivos – genero” p44-46
30/03/2021 Unidade 1: Vocabulario ”conversas” p47-49: Gramatica”ser” p50-53
06/04/2021 Unidade 2: Vocabulario “origem” p54-56
13/04/2021 Unidade 2: Gramatica “acusativo” p54-60
20/04/2021 Unidade 2: Vocabulario “espaco” e Gramatica “verbos” p61-65
27/04/2021 Unidade 2: Conversa e Escrita “apresentacao” p66-67
04/05/2021 Unidade 3: Vocabulario “familia” p68-70
11/05/2021 Unidade 3: Gramatica”adjetivos” p71-73
18/05/2021 Exame de proficiencia
25/05/2021 Unidade 3: Vocabulario “adjetivos nacionais” p74-78
01/06/2021 Unidade 3: Gramatica “verbos” p79-81
08/06/2021 Nao havera aula
15/06/2021 Revisao 1-3 – Conversa p82-84

 

Nível A1 – modulo 2

02/03/2021 Unidade 4: Vocabulario “atividades & tempo”, p86-91
09/03/2020 Unidade 4: Vocaburario Gramatica “verbos & plural”, p92-97
16/03/2021 Unidade 4: Vocabulario “horas”, p98-102
23/03/2021 Unidade 4: Gramatica “acusativo e verbos” 103-107
30/03/2021 Unidade 5: Vocabulario “viagem” p110-114
06/04/2021 Unidade 5: Gramatica “subjontivo” p115-118
13/04/2021 Unidade 5: Vocabulario “viagem” p119- 125
20/04/2021 Unidade 5: Gramatica “comparative” p126-129
27/04/2021 Unidade 5: Revisao – Conversa p130-131
04/05/2021 Unidade 6: Vocabulario “casa” p132-135
11/05/2021 Unidade 6: Gramatica “adjetivos” p136-139
18/05/2021 Exame de proficiencia
25/05/2021 Unidade 6: Vocabulario “espaco” p140-143
01/06/2021 Unidade 6: Gramatica “Imperativo” p144-147
08/06/2021 Nao havera aula
15/06/2021 Revisao: Unidades 4-6, p 150-151

 

Nível A2 – modulo 1

​​​​​​​02/03/2021 Unidade 1: Vocabulario “apresentacao” p18-21
09/03/2020 Unidade 1: Vocabulario “profissoes” e Gramatica “presente” p22-26
16/03/2021 Unidade 1: Vocabulario “casa” e Gramatica “adjetivos”p27-31
23/03/2021 Unidade 1: Gramatica “plural” p32-35
30/03/2021 Unidade 1: Gramatica “preito perfeito” 36-39
06/04/2021 Unidade 2: Vocabulario “eventos” p40-46
13/04/2021 Unidade 2: Gramatica “possesivo” p47-52
20/04/2021 Unidade 2: Vocabulario “propaganda” p52-55
27/04/2021 Unidade2: Escrita “propaganda” 56-59
04/05/2021 Unidade 2: Gramatica “pronomes pessoais” p59-63
11/05/2021 Unidade 3: Vocabulario “viagem” p64-68
18/05/2021 Exame de proficiencia
25/05/2021 Unidade 3: Gramatica “adjetivos”p69-73
01/06/2021 Unidade 3: Vocabulario “tempo” p74-80
08/06/2021 Nao havera aula
15/06/2021 Unidade 3: Conversa e Escrita p81-83
 

Bibliografia - Curso de Grego Moderno


ΚΛΙΚ στα ελληνικά – Klik sta ellinika
Publicado pelo Centro para a Língua Grega – do Ministerio de Educação, o KLIK é o livro de curso grego mais completo e confiável.
É um livro inovador para aprender grego moderno como segunda / língua estrangeira. Baseia-se no novo programa de exame detalhado, implementando métodos de ensino contemporâneos e é constantemente enriquecido com material novo em formato digital.
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Programa

Aula 1 – O que são riscos políticos e o que a América Latina tem a ver com isso
Além da apresentação do conteúdo e do funcionamento do curso, esta aula oferece os conceitos básicos de risco
político, suas categorias e importância como uma das lentes possíveis para a análise da conjuntura latino-
americana contemporânea.

Aula 2 – A instabilidade política: governos fracos, debilidades institucionais e polarização
O risco à estabilidade política é uma constante na América Latina, uma região historicamente marcada por
transições de poder difíceis, quedas de presidentes e corrupção. Esta segunda aula se dedica à discussão de como
esses fenômenos têm se manifestado nos últimos anos, incluindo a volatilidade política de diversos governos,
desafios à governabilidade e a persistência de tendências autoritárias tanto à esquerda quanto à direita.

Aula 3 – A agitação social: a onda de revoltas que percorre a região
Ainda que revoltas populares não sejam novidade na história da América Latina, uma forte onda de protestos e
agitação social a atravessa desde 2019. Uma gama de países como Chile, Colômbia, Equador, Guatemala, entre
outros, tem sido fortemente afetados pelo fenômeno, revelando questões sociais pendentes e latentes na região.

Aula 4 – A insegurança: grupos armados e o crime organizado
A América Latina é um dos epicentros globais do crime organizado transnacional, principalmente o tráfico de
drogas, cuja dinâmica desestabiliza o ambiente de segurança em toda a região. Atores armados não-estatais são
tema-chave no México, na América Central, na fronteira Colômbia-Venezuela e têm inclusive afetado países
tradicionalmente pacíficos, como o (até a pouco tempo) pacato Uruguai.

Aula 5 – O desafio da recuperação em meio à pandemia
O curso se encerra com uma discussão sobre os desafios e possibilidades de superação dos riscos políticos,
sociais e econômicos da América Latina no delicado contexto da pandemia da COVID-19.

Bibliografia
BANCO MUNDIAL. Renovando com Crescimento. Relatório Semestral da Região da América Latina e do Caribe,
Washington, 2021, p. 13-56; 77-89. Disponível em: https://openknowledge.worldbank.org/handle/10986/35329

BREMMER, Ian; KEAT, Preston. The fat tail: The power of political knowledge in an uncertain world. Oxford:
Oxford University Press, 2010, p. 1-14.
COMISSÃO ECONÔMICA PARA A AMÉRICA LATINA E O CARIBE. Capítulo VI - El malestar social: claves para
un nuevo pacto social. In: COMISSÃO ECONÔMICA PARA A AMÉRICA LATINA E O CARIBE, Panorama Social
de América Latina 2020. Santiago: Nações Unidas, 2021, p. 221-256. Disponível em:
https://www.cepal.org/es/publicaciones/46687-panorama-social-america-la…
GARZÓN-VERGARA, Juan Carlos. Qual é a relação entre o crime organizado e os homicídios na América Latina?
Instituto Igarapé. Rio de Janeiro, 2016. Disponível em: https://igarape.org.br/wp-
content/uploads/2016/10/Homicide-Dispatch_3_PT_07-07.pdf
LANCHIMBA, Cintya; BONILLA-BOLAÑOS, Andrea; DÍAZ-SÁNCHEZ, Juan Pablo. The COVID-19 pandemic:
theoretical scenarios of its socioeconomic impacts in Latin America and the Caribbean. Brazilian Journal of
Political Economy, v. 40, n. 4, p. 622-646, 2020. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/rep/a/HV9WpHjHcQfRSNvwR8pxHJh/?lang=en&format=p…
LUSTIG, Nora. Desigualdade e descontentamento social na América Latina. Nueva Sociedad. Buenos Aires, dez.
2020. Disponível em: https://nuso.org/articulo/desigualdade-e-descontentamento-social-na-ame…
MURILLO, Maria Victoria; LEVITSKY, Steven. A tentação militar e instabilidade institucional na América Latina.
OpenDemocracy. Londres, 11 mar. 2020. Disponível em: https://www.opendemocracy.net/pt/tentacao-militar-na-
america-latina/
NAÍM, Moisés. Raiz comum de AMLO e Bolso. Estadão. São Paulo, 15 out. 2018. Disponível em:
https://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,raiz-comum-de-amlo-…
OLIVEIRA, Flávio Rocha de. A análise de riscos em política externa. In: DA SILVA MARQUES, Moisés
(Ed.). Introdução ao risco político: conceitos, análises e problemas. Rio de Janeiro: Elsevier Editora, 2014, p.
245-276.
PÉREZ-LIÑÁN, Aníbal. Presidential Impeachment and the New Political Instability in Latin America.
Cambridge: Cambridge University Press, 2007, p. 176-213.
SCHAVELZON, Salvador. A razão das ruas e o impasse na América Latina. El País. Madri, 7 dez. 2019. Disponível
em: https://brasil.elpais.com/opiniao/2019-12-07/a-razao-das-ruas-e-o-impas…
VAZ, Alcides Costa. Insurgência Armada no Arco Noroeste da América do Sul: implicações para a Segurança
e para o Exército Brasileiro. Centro de Estudos Estratégicos do Exército: Análise Estratégica, v. 16, n. 2, p. 35-
48, 2020. Disponível em: http://www.ebrevistas.eb.mil.br/CEEExAE/article/view/4838/4125
ZOVATTO, Daniel. The rapidly deteriorating quality of democracy in Latin America. Brookings. Washington, 28 fev.
2020. Disponível em: https://www.brookings.edu/blog/order-from-chaos/2020/02/28/the-rapidly-…-
of-democracy-in-latin-america/
YANAKEW, Monica. Na Praça Dignidade. Revista Piauí. Edição 160, 2020. Disponível em:
https://piaui.folha.uol.com.br/materia/na-praca-dignidade/