Programa

1. Introdução às PMs (classificação, homônimos) - Marceli Aquino
2. Introdução às PMs (função nuclear, geral) - Marceli Aquino
3. PM doch
4. PM doch - PM ja
5. PM ja
6. Discussão e produção

BIBLIOGRAFIA


ABRAHAM, Werner. Discourse particles in German: how does their illocutive force come about? In: ABRAHAM, Werner. (Ed.). Discourse particles: descriptive and theoretical investigations on the logical, syntactic, and pragmatic properties of discourse particles in German. Amsterdam: Johns Benjamins, 1991. p. 203-252

AQUINO, Marceli. O ensino das partículas modais alemãs: estratégias didáticas em ALE. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, Belo Horizonte, v. 20, n. 1, p. 131-161, 2020.

AQUINO, M.. Die Modalpartikel und ihre funktionalen Äquivalente im Portugiesischen. Kontrastive Pragmatik. Wege der Germanistik in transkultureller Perspektive. Jahrbuchs für internationale Germanistik, v. 6, p. 183-194, 2023.

AQUINO, M. C.. A description of the pragmatic function of mas and aí in Brazilian Portuguese: analysis on the functional equivalents of German Modal Particles. Diálogo das Letras, p. e02304-17, 2023.

AQUINO, M.. The nuclear communicative function as a teaching strategy for German Modal Particles: the relevance of the minimalist approach as a teaching tool. EDUCAÇÃO EM REVISTA (ONLINE), v. 40, p. e26145, 2023.

AQUINO, M.Das sieht ja ganz anders aus, wie fühlst du dich denn? Teaching modal particles ja and denn with the Queer Eye Germany series: a didactic model based on a Descriptive Format. PANDAEMONIUM GERMANICUM (ONLINE), v. 49, p. 170-195, 2023.

AQUINO, M. Proposta de ensino das partículas modais doch e halt na série How to Sell Drugs Online: uma análise com base na abordagem minimalista. Revista Horizontes de Linguística Aplicada, no prelo.

AQUINO, Marceli; ARANTES, Poliana Coeli Costa. Partículas modais em alemão e seus equivalentes funcionais em português brasileiro: proposta de análise e classificação para o uso. Pandaemonium Germanicum, São Paulo, v. 23, n. 40, p. 166-190, 2020.

AQUINO, Marceli; KAHIL, Tamires. As partículas modais mas e aí pela perspectiva de falantes do português brasileiro: uma investigação da linguagem em uso. Revista Confluência, Rio de Janeiro, 2022.

BOLACIO, E.; LIMA, T; BARROS, B. Modalpartikeln im DaF-Unterricht. Vermittlung und Lehrwerkanalyse. Periodicos Caderno de Letras (Ufpel) 29. 2017. https://periodicos.ufpel.edu.br

BROSS, Fabian. German modal particles and the common ground. Helikon. A Multidisciplinary Online Journal, 2 . 2012. 182-209.

BRÜNJES, Lena. Das Paradigma deutscher Modalpartikeln: Dialoggrammatische Funktion und
paradigmeninterne Opposition. Berlin: de Gruyter, 2014.

BUSSE, D. Partikeln im unterricht Deutsch als fremdsprache. Muttersprache, Berlin, v. 102, n. 1, p. 37-59, 1992

DIEWALD, Gabriele; KRESIĆ, Marijana; BATINIĆ, Mia Angster. A format for the description of German modal particles and their functional equivalents in Croatian and English. In: CHIARA, Fedriani; SANSÓ, Andrea (Ed.). Pragmatic Markers, Discourse Markers and Modal Particles: New Perspectives. Amsterdam: John Benjamins, 2017. p. 230-254.

CUENCA, Maria Josep. The fuzzy boundaries between discourse marking and modal marking. In: DEGAND, Liesbeth; PIETRANDREA, Paola; CORNILIE, Bert (org.). Discourse markers and modal particles. Categorization and description. Amsterdam & Philadelphia: John Benjamins, 2013, p.191-216.

DUCH-ADAMCZYK, J. Vermittlung der Abtönungspartikeln im DaF-Unterricht. In: SKOWRONEK, B. (ed.). Glottodidactica. Kraków: Wydawnictwo Naukowe, 2012. p. 25-35. v. 39

FISCHER, Kerstin; ALM, Maria. A radical construction grammar perspective on the modal particle-discourse particle distinction. In: DEGAND, Liesbeth; PIETRANDREA, Paola; CORNILLIE, Bert (Ed.). Discourse markers and modal particles. Categorization and description. Amsterdam/Philadelphia: John Benjamins, 2013. p. 47-88.

FRANCO, A. Descrição linguística das partículas modais no português e no alemão. Coimbra: Coimbra, 1991.

HEGGELUND, K. Zur Bedeutung der Deutschen Modalpartikeln in Gesprächen unter besonderer Berücksichtigung der Sprechakttheorie und der Daf-Perspektive. Linguistik Online, Berna, v. 9, n. 2, 2001.

HENTSCHEL, Elke; WEYDT, Harald. Handbuch der deutschen Grammatik. Berlin: De Gruyter, 2003.

JOHNEN, Thomas. Aí como partícula modal do português. In: MOTA, Jacyra (ed.): Atas do 1o Congresso Internacional da Associação Brasileira de Lingüística, vol. 2: Comunicações, disquete 06: Lexicologia e Semântica. Salvador: Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia, 1994.

KÖNIG, Ekkehard. Dimensionen der Bedeutung und Verwendung von Modalpartikeln im Deutschen: Grundlagen einer Bestandsaufnahme. In Harden, Theo & Hentschel, Elke (eds.), 40 Jahre Partikelforschung. Tübingen: Stauffenburg. 79-96. 2010.

KRESIĆ, Marijana.; BATINIĆ, Mia. Modalpartikeln: Deutsch im Vergleich mit dem Kroatischen und Englischen/Modalne čestice: njemački jezik u usporedbi s hrvatskim i engleskim. 1. ed. Zadar: Sveučilište u Zadru, 2014.

LINDNER, Katrin. 'Wir sind ja doch alte Bekannte'. The use of German ja and doch as modal particles. In: Abraham, Werner (Ed.). Discourse particles. Descriptive and theoretical investigations on the logical, syntactic, and pragmatic properties of discourse particles in German. Amsterdam: John Benjamins, 1991. p. 163-201.

LOCHTMANN, K.; DE BOE, S. Die soziolinguistische kompetenz bei daf-lernenden und die rolle der modalpartikeln. Zeitschrift für Interkulturellen Fremdsprachenunterricht, [S.l.], v. 18, n. 2, p. 142-156, 2013.

RÖSLER, D. Teaching German modal particles. International Review of Applied Linguistics, [S. l.], v. 20, n. 1, p. 33-38, 1982.

SCHOONJANS, Steven. The Influence of Context on the Translation of Modal Particles. In Papers in Translation Studies. IN: IZWAINI, S. Newcastle upon Tyne: Cambridge Scholars Publishing, 2–24, 2015.

SCHOONJANS, Steven. Modalpartikeln als multimodale Konstruktionen: Eine korpusbasierte
Kookkurrenzanalyse von Modalpartikeln und Gestik im Deutschen. Berlin: De Gruyter, 2018. 320p.

SCHRÖDER, Ulrike. Partículas modais no contexto do uso multimodal: uma análise cognitiva e comparativa de uma aula de ALE. In: AQUINO, Marceli Cherchiglia. (Org.). Was du schon immer über Linguistik, DaF und Interkulturalität wissen wolltest, aber nicht zu fragen wagtest: reflexões sobre linguística, ensino-aprendizagem e interculturalidade em língua alemã. 1ed.São Paulo: FFLCH/USP, 2020, v. 1, p. 10-29.

WALTEREIT, Richard. Modal particles and their functional equivalents: a speech-act-theoretic approach. Journal of Pragmatics, Amsterdam, v. 33, n. 9, p. 1391-1417, 2001.

WEYDT, Harald. What are Particles Good for? In : FISCHER, Kerstin (ed.), Approaches to discourse particles (Studies in Pragmatics 1), Amsterdam, New York : Elsevier, 2006. p. 205-218.

Programa

Bibliografia básica:

BAER, Brian James (org). Contexts, subtexts and pretexts: literary translation in Eastern Europe and Russia. Amsterdam/Philadelphia, Johns Benjamins Publishing Company, 2011.
FINKELSTEIN, Miriam. “Constructions of Russianness in Contemporary non-Russian Literary Contexts”, in Russian Cultures and Global Situation, Kevin M.F. Platt (Ed.), Madison (WI): University of Wisconsin Press, 2019, 312-329.

Programa

Aula 1: Algoritmos e plataformas digitais
Aula 2: Ação conectiva e populismo digital
Aula 3: Emoções e discurso de ódio na política contemporânea

Bibliografia:
ANTONELLI, Giuseppe. Volgare eloquenza. Come le parole hanno paralizzato la politica. Roma: Laterza, 2017.
Van Djick, J. Tracing Twitter: The rise of a microblogging platform. International Journal of Media and Cultural Politics, vol. 7, n 3, 2011.
VAN DIJCK, J.et al . The Platform Society as a Contested Concept; Platform Mechanisms In: The platform society. Oxford: Oxford University Press, 2018, p.7-48
O’NEIL, C. Introdução e Componentes da bomba: o que é um modelo? In: O’NEIL, C. Algoritmos de destruição em massa: como o Big Data aumenta a desigualdade e ameaça a democracia. 1. ed. São Paulo: Editora Rua do Sabão, 2020. p. 5-32.
EMPOLI, G. Os engenheiros do caos: como as fakes News, as teorias da conspiração e os algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições. 3. ed. São Paulo: Vestígio, 2019.
BENNETT, Lance; SEGERBERG, Alexandra. The logic of connective action. Digital media and the personalization of contentious politics. Information, communication e society, vol. 15, n 5, p. 739-768, 2012.
CESARINO, L. Política: Algoritmização e Populismo. In O Mundo do Avesso: verdade e política na era digital. Ubu, 2022, pp. 145-202
SERRANO-PUCHE, J. Internet and emoticons: New trends in an emerging field of research. Comunicar, 46, 2016, p.19-26.
SALMELA, M.; VON SCHEVE, C. Emotional dynamics of right- and left-wing political populism. Humanity & Society, 42(4), p. 434–454, 2018.
MERCURI, K. T.; LIMA-LOPES, R. E. DE .. Discurso de Ódio em Mídias Sociais como Estratégia de Persuasão Popular. Trabalhos em Linguística Aplicada, v. 59, n. 2, p. 1216–1238, maio 2020.
 

Programa

Formato: Online misto: atividades assíncronas (gravadas) + dois encontros síncronos (ao vivo)
Carga horária total: 4 horas síncronas + material preparatório assíncrono (2 horas estimadas)

Atividade prévia: (assíncrona):
◦ Instalação e configuração do QGIS (versão recomendada 3.1 (3.14, 3.16, etc.))
◦ Introdução ao portal GeoSampa: tipos de dados disponíveis (WMS, WFS, shapefiles, CSV)
◦ Orientações técnicas para acesso aos dados e checagem do ambiente de trabalho
*as atividades prévias serão disponibilizadas com antecedência para os alunos, em formato de vídeo gravado, a fim
de que instalem o programa QGIS e façam um primeiro acesso no GeoSampa.

Aula 1 (2 horas):
◦ Apresentação do curso e objetivos
◦ Navegação pelo portal GeoSampa e seleção de dados relevantes
◦ Importação de camadas via WMS/WFS e por download de shapefiles
◦ Exploração dos atributos, simbologia e projeções no QGIS
◦ Exercício prático: criação de um mapa temático simples

Aula 2 (2 horas):
◦ Revisão e dúvidas iniciais
◦ Operações espaciais básicas: recorte (clip), buffer e interseção entre camadas
◦ Montagem de layout cartográfico (legenda, escala, título e exportação em PDF)
◦ Discussão de aplicações práticas: pesquisa acadêmica, planejamento urbano e ensino
◦ Encerramento e orientações de aprofundamento

BIBLIOGRAFIA
SÃO PAULO (Município). GeoSampa: Mapa Digital da Cidade de São Paulo. Disponível em:
https://metadados.geosampa.prefeitura.sp.gov.br/geonetwork/srv/por/cata…
Acesso em: 21 out. 2025.
QGIS DEVELOPMENT TEAM. QGIS: A Free and Open Source Geographic Information System. Disponível em: https://qgis.org/
Acesso em: 21 out. 2025.

Programa

1ª aula –
Introdução – a emigração feminina da Itália (ontem e hoje) - Panorama da literatura feminina da emigração

2ª aula –
Estados Unidos:
Maria Messina (1887-1944) – Nonna Lidda (1910) e La Merica (1910) e Amy Allemande Bernardy (1879-1959) – L’Italia randaggia verso gli Stati Uniti
3ª aula –
Argentina:
Beatrice Mortillaro – Da Garibaldi a Che Guevara. Storie della mia famiglia e Laura Pariani (1951-) – Quando Dio ballava il tango
4ª aula –
Brasil: Autobiografias de imigrantes italianas
Liliana Laganá (1939-) – A Última fábula e Terra Amada e Zélia Gattai (1916-2008) – Anarquistas Graças a Deus

Bibliografia
BRUNO, Oriana. Le navi delle mogli. Donne calabresi in Argentina. Rivista Altreitalie 38-39, gen.-dic. 2009, p.61-84. último acesso: 8/6/2020
CARCANO, Paola. Autobiografia ed emigrazione. Isernia: Cosmo Iannone Editore, 2008.

CORTI, Paola. Mulheres e migrações na Itália entre passado e presente. In: Mulheres em movimento. Experiências, conexões e trajetórias transnacionais. São Leopoldo (RS): Oikos/Unisinos, 2017, p. 27-50.

FERES, Pellegrino Cristina de Lourdes. Amor em tempo de guerra e a imigração de 58 esposas para o Brasil. Rivista del Cesla, International Latin-American Studies Review, (22), 2018, p.95-114.
Último acesso em 8/6/2020.

GATTAI, Zélia. Anarquistas graças a Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

LAGANÀ, Liliana. Terra Amada. São Paulo: Casa Amarela, 2005.

_______________. A última fábula. São Paulo: Casa Amarela, 2002.
LEJEUNE, Philippe. O pacto autobiográfico. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
LUCONI, Stefano e VARRICCHIO, Mario. (Org.) Lontane da casa. Donne italiane e diaspora globale dall’inizio Novecento a oggi. Torino: Accademia University Press/Centro Altreitalie sulle Migrazioni Italiane, 2015.

MARCOLINI, Adriana. No rastro dos emigrati na Argentina: Da Garibaldi a Che Guevara e Quando Dio ballava il tango. Revista De Italianística, (39), 44-53. https://doi.org/10.11606/issn.2238-8281.v0i39p44-53.
MARTELLINI, Amoreno. Abasso di un firmamento sconosciuto. Um secolo di emigrazione italiana nelle fonti autonarrative. Bologna: Il Mulino, 2018.

MESSINA, Maria. Piccoli Gorghi. Palermo: Sellerio, 1997.
último acesso: 4 jun. 2020

MORTILLARO, Beatrice. Da Garibaldi a Che Guevara. Storie della mia famiglia.
Marsala: Navarra Editore, 2015.


PARIANI, Laura. Quando Dio ballava il tango. Milano: Rizzoli, 2007.
PEREIRA, Syrléa Marques. Entre histórias, fotografias e objetos: imigração italiana e memórias de mulheres. 2008. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-graduação em História, Universidade Federal Fluminense, Niterói. 280 p.

PERROT, Michele. As mulheres ou os silêncios da história. Bauru: Edusc, 2005.
PAOLETTI, Gianni. Vite ritrovate. Emigrazione e letteratura italiana di Otto e Novecento. Foligno: Editoriale Umbra, 2011.

PATERNOSTRO, Rocco. Letteratura italiana dell’emigrazione. Con antologia dei testi. Roma: Aracne editrice, 2011.
PERASSI, Emilia. Scrittici italiane ed emigrazione argentina. In: Oltreoceano. Donne con la valigia. Esperienze migratorie tra l’Italia, la Spagna e le Americhe, Udine: Vol. 6, 97-107, 2012. A cura di Silvana Serafin. http://riviste.forumeditrice.it/oltreoceano/article/view/409. (acesso: 4 jun. 2020)
SANFILIPPO, Matteo. Las ediciones de autobiografias de emigrantes italianos. Migraciones y exílios. Cuadernos de la Asociación para el Estudio de los Exilios y Migraciones Ibéricos, Madrid, n. 11, pp. 29-40, 2010. Disponível em: http://www.aemic.org/ano-2010-numero-11-dossier-emigracion-autobiografi… (acesso em 4 jun. 2020)

TIRABASSI, M.; AUDENINO, P. Migrazioni Italiane. Storia e storie dall’Ancien régime a oggi. Milano: Mondadori, 2008.

TIRABASSI, Maddalena. Ripensare la patria grande. Gli scritti di Amy Allemande Bernardy sulle migrazioni italiani 1900-1930. Isernia: Cosmo Iannone Editore, 2005.

Programa


1. Uma história brasileira dos estudos de gênero e sexualidade nos estudos de Literatura;
2. Amoras: outras formas de enunciar o amor;
3. A literatura se transfaz;
4. Da pele à palavra: marcas da identidade quare na arte literária;
5. Expressões negro-sapatão na produção literária brasileira como exercício de libertação e prática democrática;
6. Autobiografias trans brasileiras;
7. Exercício e desejo (homos)sexual em algumas narrativas do entre séculos XIX e XX;
8. Leituras lésbicas no Brasil contemporâneo;
9. As donzelas-guerreiras e a crítica literária brasileira e portuguesa.

Bibliografia

ÁDREON, Loris. Meu corpo, minha prisão: Autobiografia de um transexual. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1985.

BEAUVOIR, Atena. Contos transantropológicos. Poro Alegre: Taverna, 2018.

BUTLER, Judith. Relatar a si mesmo: Crítica da violência ética. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

CRENSHAW, Kimberlé. A intersecionalidade na discriminação de raça e gênero. VV. AA. Cruzamento: raça e gênero. Brasília: Unifem, 2004. Disponível em: https://static.tumblr.com/7symefv/V6vmj45f5/kimberle-crenshaw.pdf Acesso em: 14 jul. 2020.

DELUCA, Naná. O sexo dos tubarões. São Paulo: Patuá, 2017.

EL FAR, Alessandra. Os romances que o povo gosta: o universo das narrativas populares de finais do século XIX. Floema (UESB), v. 9, p. 11-31, 2011.

EVARISTO, Conceição. Insubmissas lágrimas de mulheres. Rio de Janeiro, Malê, 2016.

GALVÃO, Walnice. A donzela-guerreira: um estudo de gênero. São Paulo: Senac, 1998.

HERZER. A queda para o alto. Rio de Janeiro: Vozes, 1982.

LESLÃO, Janaína. A princesa e a costureira. Metanoia editora, 2016.

LEONEL, Vange. As Sereias da Rive Gauche. 2002. São Paulo: Brasiliense, 2002.

LORDE, Audre Lorde. Irmã Outsider: ensaios e conferências. Tradução: Stephanie Borges. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.

LOURO, Guacira Lopes. Um corpo estranho: ensaios sobre a sexualidade e a teoria queer. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

LUGARINHO, Mário. A crítica literária e os estudos gays e lésbicos: uma introdução a um problema. In: Rick Santos; Wilton Garcia. (Org.). A escrita de adé: perspectivas teóricas dos estudos gays e lésbic@s no Brasil. 1ed.São Paulo: Xamã, 2002, p. 51-58.

LUGARINHO, Mário. Como traduzir a teoria Queer para a Língua Portuguesa. REVISTA GÊNERO, Niterói, v. 1, n.2, p. 36-46, 2013.
LUGARINHO, Mário. Antropofagia crítica: para uma teoria queer em português. Olhar (UFSCar), v. 22, p. 105-111, 2010.

MAIA, Helder Thiago. Transgressões Canônicas: Queerizando a Donzela-Guerreira. Cadernos de literatura comparada, n. 39, p. 91-108, 2018.

MENDES, L. P. Livros para Homens: sucessos pornográficos no Brasil no final do século XIX. In: CADERNOS DO IL, PORTO ALEGRE, v. 53, p. 173-191, 2016.

MORAIS, Fernando Luís de. Diamantes negros sob um arco-íris multicolorido: as identidades negras-gay na poesia de Thomas Grimes. Orientadora: Cláudia Maria Ceneviva Nigro. 2019. 150 f. Dissertação (Mestrado Teoria da Literatura) - Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas, São José do Rio Preto, 2019.

MORSCH, Bruna Sofía. Van Ella Citron. Joinville: Micronotas, 2017.

MOTTA, Waldo. Eis o homem. Vitória: Ed. Da Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1987.

NASCIMENTO, Tatiana. Cuierlombismo literário. São Paulo: edições n-1, 2019. Série Pandemia.

NASCIMENTO, Tatiana. Lundu. Brasília: Padê, 2016.
OLIVEIRA, Valdeci. Figurações da donzela-guerreira nos romances Luzia-Homem e Dona Guidinha do Poço. Campinas: UNICAMP, 2001. 154f. Dissertação (Mestrado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, 2001.

POLESSO, Natália Borges. Amora. Porto Alegre: Não Edtora, 2016.

PONTUAL, Cesar. Abra. São Paulo: Patuá, 2017.

SANTOS, Claudiana Gois dos. A Bruta Flor do Querer: amor, performance e heteronormatividade na representação das personagens lésbicas. 2018. Dissertação (Mestrado em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.

SANTOS, Rick; GARCIA, Wilton. A escrita de adé: perspectivas teóricas dos estudos gays e lésbic@s no Brasil. São Paulo, New York: Xamã, CUNY, 2003.

SILVA, Cidinha da. Um Exu em Nova York. Editora Pallas, 2018.

SILVA, E. K. da; CAMARGO, F F. Os gozos de Bem Bem. In: MALUCO, C. O menino do Gouveia. Uberlândia: O sexo da palavra, 2017.

Programa

APRESENTAÇÃO
O curso Introdução ao Google Earth Engine Explorer foi desenvolvido para fornecer os principais fundamentos de uma nova metodologia para o processamento digital de imagens de Sensoriamento Remoto. Trata-se uma técnica com base em plataforma de computação em nuvem. Nela não se gasta com o pré-processamento, espaço de disco e memória. A plataforma fornece a possibilidade de realizar todo o processamento on-line, de forma gratuita e com acesso aos principais dados de Sensoriamento Remoto do mundo, podendo ser em escala planetária, regional ou local. Nessa perspectiva o curso fornecerá ao aluno conhecimentos básicos sobre a plataforma Explorer do Google Earth Engine.

RECOMENDAÇÕES
É recomendável (não obrigatório) que o aluno tenha básicos sobre:
Princípios físicos de Sensoriamento Remoto.
Processamento Digital de Imagens de Satélite - PDI.
Sistema de Informações Geográficas - SIG.
Além disso é necessário que o aluno tenha uma conta aberta no GEE. O cadastro pode ser realizado gratuitamente pelo link: https://earthengine.google.com/


OBJETIVOS
Construir conhecimentos básicos sobre as principais metodologias utilizadas na plataforma do Google Earth Engine (Versão Explorer).

METODOLOGIA
A construção de conhecimentos acontecerá com aulas teóricas e práticas sobre a plataforma do Google Earth Engine (versão Explorer). Devido a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e a necessidade do distanciamento social, o curso ocorrerá totalmente de maneira on-line. A parte teórica será apresentada com uso de slides e diálogos com os estudantes. Já a parte prática acontecerá com a exposição e logo depois com a sequência dos passos pelos alunos. Durante o curso será utilizado um site de apoio: https://geoestudoss.blogspot.com/ . Nesse sentido, o curso será dividido em três módulos, cada um com 4 horas de duração. Os módulos estão apresentados a seguir:

Módulo I (CH: 4h)
Apresentação do curso
Apresentação geral da plataforma do Google Earth Engine - GEE
Cadastro na plataforma GEE
Introdução Básica ao Sensoriamento Remoto
Relembrando conceitos básicos de Sensoriamento Remoto (Resolução espacial, radiométrica e temporal).

Módulo II (CH: 4h)
Relembrando conceitos básicos do Processamento Digital de Imagens de Satélite – PDI
Introdução ao Google Earth Engine Explorer
Conhecendo o banco de dados do GEE Explorer
Funções e Ferramentas do GEE Explorer
Primeiros passos para o processamento digital de imagens em nuvem
Subindo dados delimitativos (formato raster) para delimitação da área de estudo.
Atividade prática (subir dados de uma área de estudo de interesse para a plataforma GEE).

Módulo III (CH: 4h)
Utilização de dados de satélites para o Processamento Digital de Imagens
Atividade prática (Sequência didática)
Compartilhamento do resultado
Encerramento do curso

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA O MÓDULO III

1 – Utilização do limite Raster municipal ou estadual de São Paulo para delimitação da área de estudo.
2 – Utilização dos dados do Landsat 8 (Reflectância). Demonstração das características do sensor na plataforma GEE: resolução espectral, espacial, radiométrica e temporal.
3 – Máscara e corte dos dados Landsat 8 correlacionados pelo limite de São Paulo.
4 – Definição do período de estudo e combinação de bandas espectrais. Demonstração das funcionalidades de uso com as combinações espectrais:

USO / ÊNFASE BANDAS L-8
Cor Natural 4 3 2
Falsa Cor (Urbano)  7 6 4
Infravermelho (vegetação) 5 4 3
Agricultura 6 5 2
Penetração atmosférica 7 6 5
Saúde Vegetal 5 6 2
Terra/Água 5 6 4
Natural com Atmosfera removida 7 5 3
Infravermelho Curto 7 5 4
Análise de Vegetação 6 5 4


5 – Customização da Imagem com explicações e demonstrações do uso do Gamma, Custom e opacity.
6 – Download dos dados processados.
7 – Índice espectral: Geração do Normalized Difference Vegetation Index - NDVI.
8 – Recorte do NDVI pela área de estudo.
9 – Modelo Digital do Terreno: Utilização do produto Shuttle Radar Topography Mission - SRTM.
10 – Recorte do SRTM pela área de estudo.
11 - Download dos dados processados.
12 – Coleta de amostras em ponto, linha ou polígono para classificação na imagem Landsat (Coletar: água, urbano, solo, solo exposto e vegetação)
13 – Classificação supervisionada da imagem Landsat 8. Testar Diferentes classificadores.
14 – Junção do NDVI, SRTM para o aprimoramento da classificação.
15 – Estatística da classificação.
16 - Download dos dados processados.
17 – Compartilhamento do resultado

BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA PARA OS ESTUDANTES
CRÓSTA, A.P. Processamento digital de imagens de sensoriamento remoto. Campinas: IG/UNICAMP, 199 170 p.
GORELICK, N., HANCHER, M., DIXON, M., ILYUSHCHENKO, S., THAU, D., MOORE, R.. Google Earth Engine: Planetary-scale geospatial analysis for everyone. Remote Sens. Environ. 202:1, 2017. https://doi.org/10.1016/j.rse.2017.06.031
MENESES, Paulo Roberto; ALMEIDA, Tati de. (Orgs). Introdução ao Processamento de imagens de sensoriamento remoto. Brasília: UNB, 2012.

Programa

Filmes síncronos:

  1. A história do cinema contada pelo próprio cinema: A invenção de Hugo Cabret (2011);

  2. Cine mudo e melodrama: Carmiña, flor de Galicia (1926);

  3. Curta-metragens do periodo da ditadura franquista (1971 – 1989)

  4. Primeiro filme após a morte de Franco, drama da emigração: Sempre Xonxa (1989);

  5. Filme histórico sobre a Guerra Civil espanhola: A lingua das bolboretas (1999);

  6. A Costa da Morte galega e thriller: Finisterre (2003);

  7. Serial killer e lobishome: Romasanta, a caza da bestia (2004);

  8. Narcotráfico e biografia: Heroína (2005);

  9. Animação: De profundis/O apóstolo (2007);

  10. Crime: Retornos (2011);

  11. Marginalização, nomadismo e ciganos: Tralas luces (2011);

  12. Homoerótica: Nove de novembro (2018);

  13. Piromania e reinserção social: O que arde (2019);

  14. Misterio: A illa das mentiras (2020);

  15. Comédia: Cuñados (2021)

     

    Filmes assíncronos:

  16. Histórico: O lapis do carpinteiro (2003)

  17. Thriller psicológico: 13 badaladas (2003);

  18. Amor adolescente e explotação mineira: Pradolongo (2008);

  19. Policial e adaptação de romance: A praia dos afogados (2015).

Programa

Aula 1: Judeus, judaísmo, judeidade: introdução

Aula 2: Imigração judaica-sefardita: origens e cultura

Aula 3: Imigração judaica-asquenaze: origens e cultura

Aula 4: Sinagogas como patrimônio

Bibliografia:

AVIGDOR, R. Judeus Sinagogas e Rabinos: O Judaísmo em São Paulo em mudança, 2010, Tese (Doutorado em sociologia) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2010.
BENCHIMOL, S. Eretz Amazônia: os judeus na Amazônia. Manaus: Comitê Israelita do Amazonas, 1998.
BLAY, E. A. O Brasil como destino: raízes da imigração judaica contemporânea para São Paulo. São Paulo: Editora Unesp, 2013.
BUCHALSKI, S. Memórias da Minha Juventude e do Teatro Ídiche no Brasil. São Paulo: Editora Perspectiva, 1995.
CARNEIRO, M. L. T. (Org.). Recordações dos Primórdios da Imigração Judaica em S. Paulo. São Paulo: Maayanot, 2013.
CYTRYNOWICZ, R., HONIGSBERG, E. M. et al. TAIB: Uma história do teatro. São Paulo: NarrativaUm. 2023.
DECOL, R. Imigrações urbanas para o Brasil: o caso dos judeus. 1999. Tese (Doutorado em
Sociologia) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual
de Campinas, Campinas, 1999.
ENCICLOPÉDIA Judaica, Rio de Janeiro: Editora Tradição, 1967.
FALBEL, A. Como cantaríamos o canto do Senhor numa terra estrangeira, parte I. Boletim Informativo Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, São Paulo, n. 35, 2006.
__________. Como cantaríamos o canto do Senhor numa terra estrangeira, parte II. Boletim Informativo Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, São Paulo, n. 37, 2007.
FALBEL, N. Judeus no Brasil: estudos e notas. São Paulo: Humanitas; Edusp, 2008.
FAUSTO, B. (Org.). Fazer a América. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1999.
FREIDENSON, M. L.; BECKER, G. (Org.). Passagem para a América: relatos da imigração
judaica em São Paulo. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2003.
FREIDENSON, M. L. (Org.). Carta de chamada: relatos da imigração judaica em São Paulo de 1930 a 1942. São Paulo: Annablume, 2014.
FROCHTENGARTEN, F. Isaac Alperowitch – A vida de um filho de Israel. [s.l: s.n]
GEDANKIEN, A. Coragem, trabalho e fé - a história da comunidade judaica na região do ABC paulista. 1. ed. Santo André: [s.n.].
GOUSSINSKY, S. Era uma vez uma voz: o cantar ídiche, suas memórias e registros no Brasil. São Paulo: Humanitas, 2015.
GRINBERG, K. (Org.). Os judeus no Brasil: inquisição, imigração e identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
GUINSBURG, J. Aventuras de uma língua errante: ensaios de literatura e teatro idiche. São Paulo: Perspectiva, 1996. 507 p.
LEWIN, H. (Coord.). Identidade e cidadania: como se expressa o judaísmo brasileiro. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2009. Disponível em:
https://www.precog.com.br/bc-texto/obras/lewin-9788579820182.pdf
Acesso em 1 nov. 2024.
LEWIN, H. Da Colônia à República: judeus construindo sua identidade brasileira. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2019.
MILGRAM, A.; KOIFMAN, F.; FALBEL, A. (Org.). Judeus no Brasil: história e historiografia. São Paulo: Garamond, 2021.
MINKOVICIUS, I. Você sabe onde fica o Bom Retiro?. São Paulo: Dagui Design, 2021.
MIZRAHI, R. Imigrantes judeus do Oriente Médio: São Paulo e Rio de Janeiro. Cotia: Ateliê
Editorial, 2003.
PÓVOA, C. A. A territorialização dos judeus na cidade de São Paulo. São Paulo: Humanitas, 2010.
SALGADO, E (Org.). União Israelita Shel Guemilut Hassadim: 150 anos de atos de bondade. 1. ed. Rio de Janeiro, RJ: Talu Cultural, 2023. 162 p.
SCHEINDLIN, R.P. História Ilustrada do Povo Judeu. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
SZWARCBART, M. R. As Sinagogas em São Paulo - Arte e Arquitetura Judaica. Disponível em https:// https://artejudaicasaopaulo.blogspot.com/. Acesso em 23 out.2024
VALADARES, P.; FAIGUENBOIM, G.; ANDREAS, N. Os primeiros judeus de São Paulo: uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana. Rio de Janeiro: Fraiha, 2009.
VELTMAN, H. B. A História dos Judeus em São Paulo. Rio de Janeiro: Instituto Arnaldo Niskier, 1994.
WOLFF, E.; WOLFF, F. Guia histórico da comunidade judaica de São Paulo. São Paulo: Editora B’nei B’rith, 1988.

 

Programa

1. Princípios e práticas da análise semiótica de textos
1.1 SemióticaS: diferentes propostas teórico-metodológicas
1.2 A Semiótica da Escola de Paris: aspectos gerais e proposta metodológica
1.3 O percurso gerativo do sentido: do plano de conteúdo ao plano de expressão dos diferentes tipos de texto
1.3.1 Enunciação, enunciado e gênero do discurso
1.3.2 O nível discursivo: projeções da enunciação no enunciado, temas e figuras
1.3.3 Especificidades do processo de textualização: sincretismo e semissimbolismo
1.4 Outros níveis de pertinência para análise semiótica dos textos: objetos-suporte, práticas, estratégias e formas de vida

2. História das mulheres pela semiótica: compreendendo o início do feminismo francês civilizatório
2.1 Debates em torno da história das mulheres: construção de um campo específico do saber;

a. Questão do ponto de vista;
b. Acesso ao material produzido pelas próprias mulheres;

2.2 O contexto francês de efervescência de lutas femininas e a problemática dos direitos;

c. Estruturação do significado do ‘feminismo (francês)’;

2.3 Colocação da história das mulheres em cena;

d. Apresentação da imprensa feminista do século XIX e das primeiras ideias ‘feministas’;
e. Feminismo para todos quem.

3. Entre opressão e liberdade: a Ditadura Hétero-Militar e o jornal “guei” Lampião da Esquina
3.1 Moral, bons costumes e mecanismos de repressão do Estado hétero-militar;
3.2 Imprensa gay no século XX e surgimento do Lampião da Esquina;
3.3 Editoriais jornalísticos: uma visada semiótica.

4. Violência simbólica e apagamento semiótico da vulva
4.1. Como a linguagem é veículo de ideologias;
4.2. Apagamento semiótico em torno da vulva: uma análise da HQ A origem do mundo: uma história
cultural da vagina ou a vulva vs. o patriarcado, de Liv Strömquist;
4.3. Violência simbólica em torno dos estereótipos femininos e formas de definir a mulher;
4.4. Corredores isotópicos e a construção do preconceito.

Referencial Básico:

BARROS, D. L. Teoria do discurso: fundamentos semióticos. São Paulo: Atual, 1988.
BARROS, D. L. A construção discursiva dos discursos intolerantes. In.: BARROS, D. L. P. Preconceito e intolerância. Reflexões linguístico-discursivas. São Paulo: Editora Mackenzie, p. 255-270, 2011a.
FIORIN, José Luiz. Esboço da história do desenvolvimento da semiótica francesa. Cadernos de Estudos Linguísticos UNICAMP, vol. 42, 2002. p. 131-146. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cel/article/view/8637144
FIORIN, José Luiz. Em busca do sentido: estudos discursivos. São Paulo: Contexto, 2008.
FONTANILLE, Jacques. Práticas semióticas: imanência e pertinência, eficiência e otimização. In: VISSOTTO, Maria Lúcia; PORTELA, Jean Cristtus (orgs.). Semiótica e mídia: textos, práticas, estratégias. Bauru, SP: Unesp/FAAC, 2009. p. 15-74. Disponível em: https://issuu.com/lucasdebarbo/docs/semioticaemidia
LOPES, Ivã Carlos; HERNANDES, Nilton (Orgs.). Semiótica: objetos e práticas. SP: Contexto, 2009.
OLIVEIRA, A. C. de; TEIXEIRA, L. (Org.). Linguagens na comunicação: desenvolvimentos da semiótica sincrética. São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2009.

Referencial Específico:


ALBISTUR, M.; ARMOGATHE, D. Histoire du féminisme français: de l’empire napoléonien à nos jours. Paris: Éditions des Femmes, 1977, 2v.
BLIKSTEIN, Izidoro. Kaspar Hauser ou a fabricação da realidade. São Paulo, Contexto, 2018
BLIKSTEIN, Izidoro. Semiótica e Totalitarismo. São Paulo, Contexto, 2020
BOURDIEU, Pierre, A dominação masculina. A condição feminina e a violência simbólica, 18. ed., Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2020
BUTLER, Judith, Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade, 18ª ed., Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, tradução de Renato Aguiar, 2019.
BUTLER, Judith. Corpos que pesam: sobre os limites discursivos do 'sexo'. In: LOURO, Guacira Lopes. O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte, Ed. Autêntica, 1999 (tradução da introdução de BUTLER, Judith: Bodies that Matter. New York, Routledge, 1993)
FIORIN, José Luiz, Linguagem e ideologia, 4ª ed., São Paulo, Ática, 1995.
FIORIN, José Luiz, Elementos de análise do discurso. São Paulo, Contexto, 2016
FOUCAULT, Michel, Microfísica do Poder, 28ª ed., São Paulo, Paz & Terra, 2014
FOUCAULT, Michel, Poder e Corpo (1975), In Motta, Manoel Barros da (org.) Ditos e Escritos X. Rio de Janeiro: Forense Universitária, pp. 67-82, 2014b.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir 42. ed. São Paulo: Vozes, 2014
GARCIA, Carla Cristina, Breve história do feminismo, 3ª ed., São Paulo, Claridade, 2015.
GREIMAS, Algirdas Julius; COURTÉS, Joseph. [1979] Dicionário de Semiótica. Tradução de LIMA, A. D. L. São Paulo, Contexto, 2016
HJELMSLEV, Louis, Prolegômenos a uma teoria da linguagem, 2ª ed. tradução de NETTO, J. T.C., São Paulo, Perspectiva, 2018.
HOUAISS, Antônio. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, Ed. Objetiva, 2001.
INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009.
LERNER, Gerda. A criação do patriarcado. História da opressão das mulheres pelos homens. trad. Luiza Sellera, São Paulo, Cultrix, 2019
LHOMOND, Brigitte. Dicionário crítico do feminismo, São Paulo, Unesp, 2009
MILL, Stuart. A sujeição das mulheres, trad. Débora Ginza, São Paulo, LaFonte, 2019
STRÖMQUIST, Liv. A origem do mundo uma história cultural da vagina ou a vulva vs. o patriarcado. Tradução de Kristin Lie Garrubo. São Paulo, Quadrinhos na Cia., 2018
PASTORINI, Vanessa. Mulheres francesas do século XIX: trajetórias de lutas. Albuquerque: revista de história, v. 13, nº 26, 2021, p. 47-66.
PÉRET, F. Imprensa gay no Brasil. São Paulo: Publifolha, 2012.
PERROT, Michelle. Os excluídos da história. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
PERROT, Michelle . Mulheres públicas. Tradução: Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1998.
PERROT, Michelle. Minha história das mulheres. Tradução: Angela M. S. Corrêa. São Paulo: Contexto, 2015.
QUINALHA, R. Uma ditadura hétero-militar: notas sobre a política sexual do regime autoritário brasileiro. In: GREEN, J. et al (orgs.) História do movimento LGBT no Brasil. São Paulo: Alameda, 2018. p. 15-38.
QUINALHA, R. Lampião da Esquina na mira da ditadura hetero-militar de 1964. Cadernos Pagu [online]. 2021, n. 61, e216104. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/18094449202100610004>.Epub 04 Jun 2021. ISSN 1809-4449. https://doi.org/10.1590/18094449202100610004.
SCOTT, Joan. “Gender: a useful category of historical analysis” in: Gender and the politics of history, New York, Columbia Univ. Press (ou na tradução: “Gênero: uma categoria útil de análise histórica”, Educação e Realidade, Porto Alegre, 16 (2), jul-dez 1990, pp. 5-22)
SCOTT, Joan. A invisibilidade da experiência. Projeto história, v. 16, 1998.
SCOTT, Joan. O enigma da igualdade. Revista Estudos feministas, v. 13, n. 1, 2005.