Programa

5 aulas - duração de cada aula: 2h

Em cada aula, abordaremos textos jornalísticos da revista de turismo in Viaggio por meio dos quais os alunos poderão aperfeiçoar a compreensão escrita e desenvolver a produção oral em língua italiana. Além disso, as atividades de classe têm o objetivo de promover reflexões a respeito da cultura siciliana de modo contextualizado e comunicativo

Aula 1 : Fra templi e teatri della magna grecia – parte 1
Aula 2: Fra templi e teatri della magna grecia – parte 2
Aula 3: Il Barocco sui balconi – parte 1
Aula 4: il Barocco sui balconi- parte 2
Aula 5: ripresa dei contenuti


Bibliografia

ALDERSON, J. C. (1984) “Reading in a foreign language: a reading problem or a language problem?” in: ALDERSON, J. C. e URQUHART, A.H (eds). Reading in a foreign language. New York: Longman, pp. 1-27.
COADY, James. (1997). “L2 Vocabulary acquisition – a synthesis of the research”, in COADY, James e HUCKIN, Thomas (eds). Second language vocabulary acquisition. Cambridge University Press.
KRASHEN, S. Principles and Practice in Second Language Acquisition. Oxford: Pergamon Press, 1982.
LARSEN-FREEMAN, D.; LONG, M. H.( 1991) An introduction to second language acquisition
research. New York: Longman.
RICHARDS, J. "The Role of Vocabulary Teaching". TESOL Quarterly 10.1: 77-89. 1976.
SANJUAN, M."Que significa 'conocer' una palabra: la complejidad de la competencia lexica". Cuadernos de Investigacion Filologica 17.1-2: 89-101.1991.
SCARAMUCCI, B.A (1995). O papel do léxico na compreensão em leitura em língua estrangeira: foco no produto e no processo. Campinas: Unicamp, Tese de Doutorado.

Programa

Introdução à 'era trágica' de Nietzsche

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Aula 1 (2h) – O Filósofo como médico do povo
Por que a Era Trágica?


Apresentação do lugar da Filosofia na era trágica dos gregos na obra nietzschiana e da discussão quanto ao projeto filosófico de Nietzsche entre o Nascimento da Tragédia e o seu rompimento com Richard Wagner. Discussão das diferentes preocupações que circundam os textos do autor no período.
O problema dos “médicos do povo”
Análise da metáfora medicinal presente em diversos momentos-chave dos textos do período, apontando-a como articuladora na tarefa de determinação da figura e função da Filosofia diante da problemática da Cultura.
Saúde e Cultura – o problema da unidade
A noção de unidade orgânica, de raiz kantiana, praticamente se identifica com a ideia de Saúde mobilizada por Nietzsche para seus juízos em relação às esferas de determinação da experiência internas à cultura (ciência, religião, filosofia, arte etc.). A colaboração para uma maior integração ao Todo é a medida fundamental do pensamento nietzschiano deste período.

Aula 2 (2h) - Os gregos e a História da filosofia
Os gregos de Nietzsche – entre o ideal clássico e o romântico
O lugar da antiguidade clássica no pensamento nietzschiano está intrinsicamente ligado a esse mesmo ideal de unidade orgânica entre o Todo e seus elementos constituintes. Assim como para o helenismo idealista de Schiller e Goethe, os gregos são tomados como medida de um povo sadio e “integral”, principalmente no que se refere à relação entre pensamento e ação. Diferentemente destes, porém, a ênfase schopenhaueriana no fundamento metafísico da Vontade terá consequências profundas nesta idealização.
A filosofia e sua história
Nietzsche possui, desde cedo, a consciência do laço entre a filosofia e sua historicidade, e o estabelecimento do que seja a Filosofia e da possibilidade de sua historicidade atravessará diversos textos do período, inclusive a Era Trágica. A necessidade de uma narrativa da origem da filosofia que leve em conta os pressupostos da unidade entre pensamento e vida é um dos problemas centrais deste pensamento.

Aula 3 (2h) – O Filósofo como legislador dos valores
O sábio e o gosto (sophós)
A postulação, feita na Era Trágica, de uma hipótese filológica em que o sentido do grego sophós estaria ligado a um discernimento de valores e grandezas que remeteria ao gosto apurado é o ponto mais importante da especulação nietzschiana quanto à figura do “médico do povo”. Neste ponto se encontra não apenas a justificação da figura e função da Filosofia diante de um critério salutar quanto uma caracterização original da figura do filósofo que, já antecipando ideias posteriores de Nietzsche, tem seu campo de ação e relevância no registro axiológico da Cultura.
Alguns dilemas que permanecem no pensamento nietzschiano
Concluindo, serão apresentados certos pontos problemáticos na especulação nietzschiana sobre a Cultura, particularmente no que se refere à relação entre a totalidade e o indivíduo. Como será demonstrado, o deslocamento posterior dos conceitos de unidade, saúde e valor será determinado mais por necessidades internas ao pensamento nietzschiano da cultura do que pelo rompimento com certos ideais wagnerianos.


Referências Bibliográficas (serão oferecidas traduções de trabalho dos textos em língua estrangeira):
NIETZSCHE, F. – “A Filosofia na Era Trágica dos Gregos” org. e trad.: Fernando R. de Moraes Barros – São Paulo: Hedra, 2008.
______________ - “Les philosophes préplatoniciens” Org. Paolo D’Iorio, trad. Nathalie Ferrand – Paris: Éditions de L’éclat, 1994.
______________ - “On the origins of Language” trad. CRAWFORD, C. In: CRAWFORD, C. – “The Beginnings of Nietzsche’s Theory of Language” – Berlim, Nova Iorque: De Gruyter, 1988, vol. 19.
______________ - “Sobre a utilidade e a desvantagem da história para a vida” trad. André Itaparica – São Paulo: Hedra, 2017.
______________ - “Nietzsche: obras incompletas” trad. e notas: Rubens Rodrigues Torres Filho – São Paulo: Abril Cultural, 1979, 2ª ed.
______________ - “Os filósofos trágicos” (fragmentos) trad. Rubens Rodrigues Torres Filho; In: “Coleção Os Pensadores - Os pré socráticos” – São Paulo: Nova Cultural, 1996.
_____________ - “Correspondencia II (Abril 1869- Diciembre 1874)” trad. e notas: José Manuel Romero Cuevas e Marco Parmeggiani – Madrid: Editorial Trotta, 2007.
Referências secundárias
ANDLER, C. – “Nietzsche: vida e pensamento” trad. Regina Schöpke e Mauro Balaldi – Rio de Janeiro: Contraponto Editora; PUC – Rio, 2016. Vol. 1.
AGAMBEN, G. “Gosto” trad. Cláudio Oliveira – Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
BLONDEL, E. – “Nietzsche: a vida e a metáfora” trad. Fernando de Moraes Barros; In: MARTON, S. (Org.) – “Nietzsche, um ‘francês’ entre franceses” – São Paulo: Barcarolla, 2009.
CAVALCANTI, A. H. – “Símbolo e Alegoria: a gênese da concepção de linguagem em Nietzsche” – São Paulo: Annablume, 2005.
COLLI, G. – “Scritti su Nietzsche” – Milão: Adelphi, 2008 – 5ª ed.
CRAWFORD, C. – “The Beginnings of Nietzsche’s Theory of Language” – Berlim, Nova Iorque: De Gruyter, 1988, vol. 19.
DELEUZE, G. - “Nietzsche et la Philosophie” – Paris: PUF, 1970.
HADOT, P. – “O que é a Filosofia Antiga?” trad. Dion Davi Macedo – São Paulo: Loyola, 2017.
HEIDEGGER, M. “Introdução à Filosofia” trad. Marco Antonio Casanova – São Paulo: Martins Fontes, 2009.
MACHADO, R. “Nietzsche e a Verdade” – Rio de Janeiro, Rocco, 1984.
____________ - “Novas liras para novas canções: reflexões sobre a linguagem em Nietzsche”; In: Ide, v. 30 (44). 2007.
MARTON, S. (Org.) - “Dicionário Nietzsche” – São Paulo: Loyola, 2016.
MELÉNDEZ, G. – “Sistema filosófico e personalidade segundo o jovem Nietzsche. Uma leitura dos prólogos de A filosofia na era trágica dos gregos”; In: NASSER, E., RUBIRA, L. (Org.) “Nietzsche no século XXI” – Porto Alegre: Zouk, 2017
SOUTO, Marcelo L.V. – “‘Lições sobre os filósofos pré-platônicos’ e ‘A Filosofia na época trágica dos gregos’: um ensaio comparativo”; In: Cadernos Nietzsche - 13, São Paulo, pgs. 37 a 66, 2002.
WOTLING, P. – “Nietzsche e o Problema da Civilização” trad. Vinícius de Andrade – São Paulo: Editora Barcarolla, 2013.

Programa

Aula 1: Introdução e panorama dos estudos Hip Hop nos anos 90.
Aula 2: O intercâmbio entre rua e academia, novos estudos, novos atores.
Aula 3: Corpo sonoro e as reverberações estético-políticas
Aula 4: Das ruas aos palcos, dos palcos à rua.

Bibliografia:
BOTELHO, Guilherme Machado. Quanto vale o show? O fino rap de Athalyba-Man/ Guilherme Machado Botelho- São Paulo: Ed. do Autor, 2022.
BOURCIER, Paul. História da dança no ocidente/ Paul Bourcier; tradução Marina Appenzeller.- 2ª ed. – São Paulo: Martins Fontes, 2001.
BOURDIEU, P. O camponês e seu corpo. Revista de Sociologia e Política., Curitiba, nº 26, pp. 83-92, 2006.
CAMPOS, Felipe Oliveira. Rap, cultura e política: Batalha da Matrix a estética da superação empreendedora/ Felipe Oliveira Campos. – 1ª ed. – São Paulo: Hucitec, 2020.
CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: 1. Artes de fazer/ Michel de Certeau: tradução de Ephraim Ferreira Alves. – Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.
DAMÁSIO, Antônio R. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano/ Antônio R. Damásio; tradução portuguesa Dora Vicente e Georgina Segurado.- São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
DERRICK, Darby & Tommie Shelby. Hip Hop e a filosofia. Tradução Marta Malvezzi Leal.- São Paulo: Madras, 2006.
FELDMAN- BIANCO, Bela(org.). Antropologia das Sociedades Contemporâneas: métodos/ Bela Feldman- Bianco (org.)- São Paulo: Editora UNESP, 2010.
FÉLIX, João Batista de Jesus. Chic Show e Zimbabwe a construção da identidade nos Bailes Blacks paulistano. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP. São Paulo, 2000.
______, Hip Hop: Cultura e Política no Contexto Paulistano. Tese de Doutorado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP. São Paulo, 2005.
FLÉMING, Jefferson de Assis. Além da roda e da linha: discurso das práticas corporais na Cultura Hip Hop, territórios, apagamentos e afirmações políticas : Dissertação de Mestrado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP. São Paulo, 2024.
GARCIA, Walter. “Elementos para a crítica da estética do Racionais MC’S (1990-2006)”. In: Ideias, Campinas, SP, v. 4, n. 2, p. 81–108, 2013. DOI: 10.20396/ideias.v4i2.8649382.
GEERTZ, Clifford. “Uma Descrição Densa: Por uma Teoria Interpretativa da Cultura”. In A Interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Editora Guanabara. 1978.
GILROY, Paul, Entre Campos: Nações, cultura e o fascínio da raça/ trad. Célia M. Martinho- São Paulo: Anablume, 2007.
KEHL, Maria Rita (org). Função Fraterna. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2000.
LEAL, Sérgio José de Machado. Acorda Hip Hop! Despertando um Movimento em Transformação. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2007.
MAGNANI, José Guilherme C./SOUZA, Bruna Mantese de (organizadores). Jovens na Metrópole: etnografias de circuitos de lazer, encontro e sociabilidade, - 1a.ed.- São Paulo: Editora Terceiro Nome, 2007.
MAGNANI, José Guilherme C. & Torres, Lilian de Lucca (Orgs). Na Metrópole- Textos de Antropologia Urbana. EDUSP, São Paulo, 1996.
MAUSS, Marcel (1972-1950). In Sociologia e Antropologia; tradução Paulo Neves. Editora Cosac Naify, 2003.
MERLEAU, Ponty, Maurice, 1908-1961. Fenomenologia da percepção/ Maurice Merleau- Ponty; trad. Carlos Alberto R. de Moura.- 5ª.ed.-São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2018.--(Biblioteca do pensamento moderno).
NASCIMENTO, Silvana. O corpo da antropóloga ou os desafios da experiência próxima. Revista de Antropologia. (São Paulo, Online) | v. 62 n. 2: 459-484 | USP, 2019.
NEGRAXA, Thiago. As danças da cultura hip hop e funk styles/Thiago Negraxa. --1ª ed. São Paulo: All Print Editora, 2015.
PISKOR, Ed. Hip Hop Genealogia vol. 1 e 2. São Paulo: Veneta, 2016.
RIBEIRO, Ana Cristina. Dança de Rua/ Ana Cristina Ribeiro, Ricardo Cardoso. --Campinas, SP: Editora Átomo, 2011.
ROSE, Tricia. Barulho de Preto: rap e cultura negra nos Estados Unidos contemporâneos/Tricia Rose; tradução Daniela Vieira, Jaqueline Lima Santos.- 1º edição.- São Paulo: Perspectiva, 2021.
SODRÉ, Muniz. O terreiro e a cidade: a forma social negro- brasileira/Muniz Sodré.- Rio de Janeiro: Imago Ed; Salvador, BA: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 2002.
VALÉRY. Paul, 1871- 1945. A alma e a dança e outros diálogos/Paul Valéry; tradução, Marcelo Coelho. - Rio de Janeiro: Imago Ed., 2005.124 pp.

Videografia:
BOTELHO, Guilherme. Nos Tempos da São Bento. DVD Documentário. São Paulo, 2010.

Programa

O curso aborda os processos históricos, políticos e cosmológicos que atravessam a formação e a circulação dos acervos afro-brasileiros. A partir de uma perspectiva antropológica, discute-se como o colecionamento de objetos afro-brasileiros se inscreveu em regimes de violência e dominação, e como, no presente, comunidades de terreiro, artistas e curadoras(es) têm reconfigurado essas coleções a fim de produzir outras narrativas sobre esses objetos. O minicurso, assim, propõe pensar a memória como arena cosmopolítica, em que múltiplas ontologias e temporalidades se encontram em disputa.

Aula 01 – Cosmopolíticas da memória e a recalcitrância dos objetos afro-brasileiros (Lucas Marques)
Leitura sugerida:
Roger Sansi. 2013. “A vida oculta das pedras: historicidade e materialidade dos objetos no candomblé”. In: Gonçalves, José R. S.; GUIMARÃES, Roberta S.; BITTAR, Nina P. (Orgs.) A alma das coisas: patrimônio, materialidade e ressonância. Rio de Janeiro: Mauad X.
Mbembe, Achille. 2018. “Sobre a restituição de artefatos africanos conservados nos museus do Ocidente”. Analyse Opinion Critique (AOC).
Munanga, Kabengele. 2019. “Arte afro-brasileira: o que é afinal?”. Paralaxe, 6(1), 5–23.
https://revistas.pucsp.br/index.php/paralaxe/article/view/46601
Hartman, Saidiya. 2020. “Vênus em dois atos”. Revista Eco-Pós, 23(3), 12–33.
Sugestão fílmica:
Dahomey, de Mati Diop (2024)

Aula 02 – Memórias, visagens e vestígios (Gabriela Lajes Gonçalves)
Leitura sugerida:
Walcyr Monteiro. 2003. Visagens e assombrações de Belém. 4. ed. Belém: Paka-Tatu, 2003
Gabriela Lages Gonçalves. 2023. “Sobre as formas de sentir o vento ou ficções criativas: notas sobre relações entre vigilantes, casarões e seres intangíveis em São Luís”. Ponto Urbe [Online], 31. http://journals.openedition.org/pontourbe/14778
Sharpe, Christina. 2023. “O vestígio”. In: No vestígio: negridade e existência. São Paulo: Editora Ubu.

Aula 03 – Das religiões reprimidas à memória retomada: o caso do Acervo Nosso Sagrado (Ana Cecília Freitas)
Leitura sugerida:
Côrrea, Alexandre Fernandes. “A coleção museu de magia negra do Rio de Janeiro: o primeiro patrimônio etnográfico do Brasil”. Revista Humanidades, vol. 7. n. 18, 2005, pp. 404-438.
Entrevista com Mãe Meninazinha de Oxum. Revista Fim do Mundo. 2 de fev. de 2021. Disponível em:
http://portal.amelica.org/ameli/jatsRepo/448/4481964004/4481964004.pdf.
Monteiro, Francisco César Manhães; VERSIANI, Maria Helena; CHAGAS, Mário de Souza. “A chegada e chegadas dos nossos sagrados à república”. Museologia & Interdisciplinaridade, v. 11, no 22, p. 14–32, 2022.
Disponível em: A chegada e chegadas do nosso sagrado à república | Museologia & Interdisciplinaridade Smith, Laurajane. “Desafiando o discurso autorizado do patrimônio”. Caderno Virtual de Turismo, vol. 21, no 2, 2021. pp. 140-154.
Sugestão fílmica:
Nosso Sagrado, de Fernando Souza, Gabriel Barbosa e Jorge Santana (2017)

Aula 04 – Ancestralidades, fotografias e o tempo espiralar no entrono do Omô Ilê Agboulá (Andréa Silva D’Amato)
Leitura sugerida:
Azoulay, Ariella Aïsha. 2024. História potencial: desaprender o imperialismo. São Paulo: Ubu, 2024
Martins, Leda Maria. 2021. Performances do tempo espiralar: poéticas do corpo-tela. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021.
Campt, Tina M. 2017. Listening to Images. Duke University Press.

Aula 05 – Experiências da rede de acervos afro-brasileiros (José Batista Franco Junior)
Leitura sugerida:
Gomes, Flavio dos Santos; Lauriano, Jaime; Schwarcz, Lilia Moritz. 2021. “Introdução”. In: Enciclopédia Negra: biografias afro-brasileiras. São Paulo: Companhia das Letras
Instituto Brasileiro de Museus. 2018. “Museu, memória e cultura afro-brasileira”. Brasília, DF: IBRAM. Internacional Council of Museums Brasil. Nova Definição de Museu. 2025. Disponível em: <https://icom.org.br/nova- definicao-de-museu-2/> Acessado em 04 nov de 2025.
Martinho, Casso. 2003. “Redes: uma introdução à dinâmica da conectividade e da auto-organização”. 1 ed. WWF Brasil: Brasília.
Museu Afro Brasil Emanoel Araujo. 2025. “Sobre”. Disponível em: <https://museuafrobrasil.org.br/sobre/&gt; Acessado em 04 nov de 2025.
Rede de Acervos Afro-brasileiros. 2024. Guia rede de acervos afro-brasileiros. Museu Afro Brasil Emanoel Araujo (Org.). São Paulo: Museu Afro Brasil Emanuel Araujo. 64 p.
Sistema Estadual de Museus SP (SISEM/SP). 2023. “Quem somos”. Disponível em: <https://sisemap.org.br/quem- somos/> Acessado em 04 nov de 2025.

Programa

DATA NOME TEMA DA AULA
16/04 10h – Prof. Dr. Paulo E. Artaxo Netto Balanço de energia na atmosfera e mudanças climáticas.
16/04 14h – Dr. Gabriel Pereira Visualização do uso do solo no decorrer do tempo.
23/04 10h – Prof. Dr. Cristiano Chiessi Lições do clima do passado.
30/04 10h – Prof. Dr. Edmo José Dias Campos Oceanografia, variabilidade e mudanças do clima.
30/04 14h – Dr. Carlos Batista Visualização de variáveis atmosféricas que indicam mudanças climáticas.
07/05 10h – Profª Drª. Maria de Fátima Andrade As cidades no contexto das mudanças climáticas.
07/05 14h – Dr. Guilherme Martins Visualização das projeções climáticas.
14/05 10h – Prof. Dr. Fábio Gonçalves Biometeorologia humana.
21/05 10h – Drª Amanda Rehbein Mudanças Climáticas e COVID-19.
21/05 14h – Drª Sylmara Dias Desenvolvimento de práticas sustentáveis na Escola (Vale do Ribeira).
28/05 14h – Prof. Dr. Miguel Cooper Degradação do solo em tempos de mudanças climáticas.
04/06 10h – Drª Andrea Lucchesi Economia das Mudanças Climáticas.
04/06 14h – Dr. Carlos A. H. Arriagada Planejamento Estratégico na Formulação de Cenários Sustentáveis: Processo de mitigação para a aplicação das ODS.
11/06 10h – Prof. Dr. Arlindo Philippi Junior Sustentabilidade, políticas públicas e interdisciplinaridades.
11/06 14h – Dr. Pedro H. Campello Torres Energia e Impactos Ambientais
15/06 16h30 – Prof. Dr. Carlos A. Nobre A Amazônia próxima de um ponto de não retorno. A urgente necessidade de uma inovadora bioeconomia de floresta em pé.
18/06 10 – Drª Rosana Rodrigues dos Santos A matriz energética atual e as Mudanças Climáticas.
18/06 14h – Dr. Pedro Torres - Oficina Matriz energética no Brasil.
25/06 10h – Dr. Gerd Sparovek Sustentabilidade, políticas públicas e interdisciplinaridade.
25/06 14h – Prof. Dr. Pedro Roberto Jacobi Governança ambiental e mudanças climáticas globais.

Programa

O caso acusativo: declinação dos substantivos, adjetivos e pronomes
O tempo passado do verbo
O tempo futuro do verbo
Vocabulário
Fonética
Informações complementares relativas à história e à cultura russa

Bibliografia
Tchernichov, S.I., Tchernichova, A.V. Poekhali! Russki iazik dlia vzroslikh. Natchalni kurs.
Utchebnik. Tchast 1.1. São Petersburgo: Zlatoust, 2019, 176 p.
Tchernichov, S.I., Tchernichova, A.V. Poekhali! Russki iazik dlia vzroslikh. Natchalni kurs.
Rabotchaia Tetrad. Tchast 1.1. São Petersburgo: Zlatoust, 2019, 160 p.
Khavronina, S.A. Russki iazik v uprajneniakh. Utchebnoe Posobie. 19ª ed. Moscou: Russki
Iazik. 2009, 384 p.
Finagina, I.V. Russki iazik kak inostranni. Posobie po chteniu. São Petersburgo: NIU ITMO,
2014, 81 p.
Ermachenkova V.S. То listen and to hear: А listening course for the foreign students of
Russian: Level А2. St. Petersburg: Zlatoust, 2007, 112 р.

Programa

Aula 01: “Existem Mudanças Climáticas?” - Prof. Dr. Emerson Galvani, DG.FFLCH-USP.

08/05/2024 Aula 02 - “Produção da natureza no capitalismo e mudanças climáticas” - Profa. Dra. Marta Inez Medeiros Marques, DG.FFLCH-USP.

05/06/2024 Aula 03 - “Produção da natureza e desigualdades sociais” - Profa.. Florence Marcolino Barboza

03/07/2024 Aula 04 - “Questão ambiental e mudanças climáticas”

07/08/2024 Aula 05 - “Geopolítica das Mudanças Climáticas” - Prof. Dr. Wagner Costa Ribeiro, DG.FFLCH-USP.

04/09/2024 Aula 06 - “Racismo ambiental: das comunidades tradicionais às quebradas” - Profa. Dra. Simone Scifoni, DG.FFLCH-USP.

02/10/2024 Aula 07 - “Perspectivas para uma educação ambiental e climática” - Profa. Dra. Sueli Angelo Furlan, DG.FFLCH-USP.

06/11/2024 Aula 08 - “Produção, consumo, cotidiano e mudanças climáticas” - Profa. Dra. Glória da Anunciação Alves e Profa. Dra. Valéria de Marcos.

04/12/2024 Aula 09 - “Justiça Climática não basta! Vamos repensar o mundo em que vivemos”.

Bibliografia

ACSELRAD, H.; HERCULANO, S.; PÁDUA, J.A. Justiça ambiental e cidadania. RJ: Relume Dumará, 2004.

BERNINI, C. I. A Produção da “Natureza Conservada” na Sociedade Moderna: Uma análise do Mosaico do Jacupiranga, Vale do Ribeira-SP. Tese (doutorado). São Paulo, FFLCH USP, 2015, 290p

COSTA, I.M. A gestão democrática participativa da escola nas relações socioambientais do território e com a comunidade para além dos muros da escola: a narrativa do Centro de Educação Infantil (CEI) Cidade de Genebra, São Paulo/SP. TCC. Curso de Pós graduação Lato Sensu em Educação Socioambiental e Sustentabilidade. São Paulo: Universidade Federal de São Paulo, 2023.

ESPINDOLA,I. B. e RIBEIRO, W.C. Cidades e mudanças climáticas: desafios para os planos diretores municipais brasileiros, Cad. Metrop., São Paulo, v. 22, n. 48, pp. 365-395, maio/ago 2020, http://dx.doi.org/10.1590/2236-9996.2020-4802

FRASER, N . Scales of justice: reimagining political space in a globalizing world New York: Columbia University Press, 2009.

KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. SP: Companhia das Letras, 2020.

MARENGO, José A. (Coordenador). Riscos das Mudanças Climáticas no Brasil. INPE, 2011. (PDF online)

LEFF, Enrique. Ecologia, capital e cultura. Blumenau: Edifurb, 2000. Cap 7: Estratégias do ecodesenvolvimento e do desenvolvimento sustentável: racionalização do capital ou reapropriação social da natureza.

OLIVEIRA, G. S; SILVA, N.F.; HENRIQUES, R. Mudanças climáticas: Ensino fundamental e médio / Brasília : MEC, SEB ; MCT ; AEB, 2009. 348 p. -- : il. – (Coleção Explorando o ensino; v. 13). (PDF online).
Disponível em: https://repositorio.mcti.gov.br/handle/mctic/5204

RIBEIRO,W.C. Mudanças climáticas, realismo e multilateralismo, Terra Livre, São Paulo: AGB, n. 18, 2002.

SALLES, S. Racismo ambiental é conceito pouco usado na Universidade para analisar desigualdades.https://jornal.usp.br/diversidade/racismo-ambiental-e-conceito-pouco-us… publicado em 13.07.2023

SANTOS, Antonio Bispo dos. A terra dá, a terra quer. SP: Ubu, 2023.

Ynoue, Rita Yuri et al. Meteorologia: noções básicas. São Paulo: Oficina de Textos, 2017 (Capítulo 13: Mudanças Climáticas. Disponível na biblioteca da FFLCH e do LCB/DG).

ZANI, S.V.M. Histórias pessoais como ferramenta de representatividade e conscientização sobre as mudanças climáticas. TCC. Curso de Pós graduação Lato Sensu em Educação Socioambiental e Sustentabilidade. São Paulo: Universidade Federal de São Paulo, 2023.

Programa

Detalhamento:

Axe 1 : Le roman inédit de Céline
● Guerre, de Louis-Ferdinand Céline, publié en 2022, écrit en 1934.

Axe 2 : Un écrivain tchèque qui écrit en langue française
● La Fête de l’insignifiance, de Milan Kundera, publié en 2015.

Axe 3 : La littérature, la prosodie et la phonétique
● Zazie dans le métro, de Raymond Queneau, publié en 1959 (œuvre).
● Zazie dans le métro, réalisé par Louis Malle, 1960 (film).

Axe 4 : La France des tropiques : un roman historique sur le Brésil antarctique
● Rouge-Brésil, de Jean-Christophe Rufin, publié en 2001.


Bibliographie :

CELINE, Louis-Ferdinand. Guerre, édition établie par Pascal Fouché ; avant-propos de François
Gibault, Paris, Gallimard, « nrf », 2022.
KUNDERA, Milan. La Fête de l’insignifiance. Paris: Editions Gallimard, 2018.
QUENEAU, Raymond. Zazie dans le métro. Paris: Editions Gallimard, 2011.
RUFIN, Jean-Christophe. Rouge-Brésil. Paris: Editions Gallimard, 2001.

Programa

Aula 1: Introdução ao R e RStudio – Ambientação e configuração

Aula 2: Importação de Dados – Conhecendo o tidyverse

Aula 3: Manipulação de Dados – O pacote dplyr

Aula 4: Análise Exploratória de Dados Criminais – Transformação e visualização de dados

Aula 5: Investigando crimes com Mapas – O pacote geobr

Bibliografia:

AQUINO, Jakson Alves de. R para cientistas sociais. Ilhéus: Editus, 2015.
DAUBER, Daniel. R for Non-Programmers: A Guide for Social Scientists. 2025.
WICKHAM, Hadley. R para Data Science: importe, arrume, transforme, visualize e modele dados. Editora: Alta Books, 2021.
Xie, Yihui. 2015. Dynamic Documents with R and Knitr. 2nd ed. Boca Raton, Florida: Chapman; Hall/CRC. https://yihui.name/knitr

Programa

All the lessons will be held in English, they will be frontal, with the use of power point slides. At the end of each lesson an outline summarizing the major concepts and issues covered in class will be distributed. Students will be also provided by the teacher with excerpts from Kelsen’ and Schumpter’s main works (listed below in the bibliography), which will be discussed in class, as an opportunity to stimulate class discussion.
 
1st day:
Hans Kelsen legal theorist and political thinker (I): democracy, pluralism and constitutional jurisdiction in his European writings (1920-1932) – democracy and relativism in front of totalitarianism (1932-1940). The following issues will be addressed: A) Kelsen’s critique of Roussovian idea of direct democracy and common good; B) parliamentarism as the specific instrument to make political decisions; C) the proportional voting system as a condition to grant the respect of the minority; D) freedom and social peace as components of democracy; E) constitutional jurisditiction as the proper instrument to protect democracy against the “tyranny of the majority”; D) relativism as the philosophical vision of democracy. The course will highlight how all these aspects – representing for Kelsen the essence of democracy – presuppose the concept of pluralism (political, ideal, social) and that of freedom (civil and political).
 
2nd day:
Hans Kelsen legal theorist and political thinker (II) democracy and proceduralism in Kelsen’s political work: from the European writings to the American ones (1940-1955). More precisely, the first part of this lesson will be focused on the reasons why Kelsen’s democratic theory is proceduralist and in what sense his proceduralism is functional to his liberal and pluralist view of representative democracy against the attempts to justify democracy on the basis of alleged “absolute” principles, values (chiefly of religious connotation) and common good. In the second part of the lesson, the focus of the course will move from Kelsen to Schumpeter: Schumpeter economist and political thinker (I). The course will analyze the main components of Schumpeter’s economic theory during the European period and how his moving to the U.S. in 1932 impacted his intellectual interest for democratic and political theory – a focus on his major work on Capitalism, Socialism and Democracy. The course will discuss Schumpeter’s view of capitalism and socialism as a basic presupposition to the understanding of his democratic theory.
 
After that, Schumpeter’s critique of classical (Roussovian) conception of common good as functional to delineating a proceduralist theory of democracy will be discussed.
 
3rd day:
Schumpeter economist and political thinker (II): democracy and ruling class selection – the race for leadership and its major mechanisms. In the first part of this lesson, the attention will be centred on the nature of democratic leadership as one of the leading aspects of Schumpeter’s work. In particular, such issue will be considered in the light of Schumpeter’s concern about how to restrain the pace of democratic change through the élites. In the second part of the lesson (Kelsen and Schumpeter: the path towards proceduralist democracy I) Kelsen’ and Schumpeter’s democratic theory will be put in direct comparison. The main conceptual similarities between their political theories will be thus identified: the critique of the common good – presupposing a similar critical approach to Rousseau’s political philosophy – and the concept of democracy as a method to make political decisions and select the ruling class.
 
4th day:
(Kelsen and Schumpeter: the path towards proceduralist democracy II) The last day of the course will take into account the major differences between Kelsen’ and Schumpeter’s democratic theories. Starting from the assumption that both thinkers shared a basically proceduralist conception of democracy, the course will discuss the main elements of divergence between the two, concerning mainly the political implications of leaders’ selection. Hence, the course will analyze how for Kelsen that selection was primary imagined within a broader view of democracy based on the principle of compromise and dialogue, whereas for Schumpeter within the race and fight among political forces. The course will argue how Schumpeter’s theory of leadership played a crucial role in making his work influential for several generations of political scientists. At the end of the lesson, the course will pose and investigate the question whether or not Kelsen’ and Schumpeter’s proceduralist conception of democracy.
 
Primary sources:
 
H. Kelsen, Vom Wesen und Wert der Demokratie (1929), in Ibid. hrsg. von M. Jestaedt und O. Lepsius, Tuebingen: Mohr Siebeck, 2006.
(For the Portuguese edition: H. Kelsen, Essência e valor da democracia, in: A Democracia, Introdução de Giacomo Gavazzi, São Paulo: Martins Fontes, 1993).
H. Kelsen, Verteidigung der Demokratie (1932), in Ibid. hrsg. von M. Jestaedt und O. Lepsius, Tuebingen: Mohr Siebeck, 2006. H. Kelsen, Foundations of Democracy (1955), in Ibid. hrsg. von M. Jestaedt und O. Lepsius, Tuebingen: Mohr Siebeck, 2006.
(For the Portuguese edition: H. Kelsen, Fundamentos da democracia, in A Democracia, Introdução de Giacomo Gavazzi, São Paulo: Martins Fontes, 1993).
J. A. Schumpeter, Capitalism, Socialism and Democracy (1942), New York: Harper Perennial, 2008.
(For the Portuguese edition: J. A. Schumpeter, Capitalismo, Socialismo e democracia, São Paulo: Editora UNESP, 2017).
 
Secondary sources:
 
N. Bobbio, The Future of Democracy: A Defense of the Rules of the Game, Minneapolis, University of Minnesota Press, 1984.
N. Bobbio, Teoria generale della politica, a cura di M. Bovero, Torino, Einaudi, 2014.
S. Baume, Hans Kelsen and the Case for Democracy, Bruxelles, ECPR PRESS, 2012.
S. Ingham, Popular Rule in Schumpeter’s Democracy, “Political Studies”, 64 (4), 2016, 1071-1087.
A. S. Kirchner, Proceduralism and Popular Threats to Democracy, “Journal of Political Philosophy”, 18, 4, pp. 405-424.
E. Lagerspetz, Kelsen on Democracy and Majority Decision, “Archiv für Rechts und Sozialphilosophie”, 103, 2, 2017, 155-179.
S. Lagi, El pensamiento político de Hans Kelsen. Los origines de “De la Eséncia y valor de la democracia” (1911-1920), Madrid, Biblioteca Nueva, 2007.
G. Mackie, Schumpeter's Leadership Democracy, “Political Theory”, 37, 2009, 128-153.
G. Mackie, The Values of Democratic Proceduralism, “Irish Political Studies”, 4, 2011, 439-453.
J. Medearis, Joseph Schumpeter’s Two Thoeries of Democracy, Harvard: Harvard University Press, 2001.
M. P. Saffon-N. Urbinati, Procedural Democracy, the Bulwark of Equal Liberty, “Political Theory”, 4 (3), 2013, 441-481 A. Weale, Democracy, London: Macmillan, 1999.