Programa

Comunicação: cumprimentar, despedir-se e agradecer em contextos formais, apresentar-se, falar de sonhos e paixões, falar de planos, falar de cidades e país, falar da profissão, do estudo, da experiência e dos centros de interesse.

Vocabulário: fórmulas de cumprimento, despedida e agradecimento formais, expressões do que se gosta, algumas profissões, algumas universidades e os nomes de cursos, expressões de temporalidade, algumas fórmulas de polidez, algumas atividades esportivas e culturais.

Gramática: Verbo +过guò:indicar experiência passada; Verbo +了le : indicar ação realizada; 是shì + complemento + Verbo + 的de : realçar a hora, o local e o modo em relação à ação já realizada; 会huì + Verbo: indicar a possibilidade; Complemento de Locuções adverbiais de tempo + 了le:continuidade de ação; Verbo + 着zhe:continuidade de ação até o presente; 在zài + verbo: indicar uma ação que se está realizando.

Elementos não-linguísticos de comunicação oral: marcadores conversacionais, evitar repetições, pausas e tom da voz, meios cinésicos como movimentos corporais, aspecto exterior como roupas e decorações do ambiente em situação formal.

Elementos culturais: Diferença e semelhança entre o sistema educativo da China e do Brasil; regiões e cidades da China; universidades da China; etiqueta de conversação na China; expressões de polidez de chinês.

Bibliografia:

STATE LANGUAGE COMMISSION. Chinese Proficiency Grading Stantards for International Chinese Language Education. Beijing, 2021.
JIANG Liping. HSK Standard Course. Beijing Language & Culture University Press,China, 2014.
Admission Office, School of International Education, CSU. 2023 Application Guide to Central South University Scholarship for International Students. 2023. https://intl.csu.edu.cn/info/1144/2266.htm acesso em 26-09-2023.
MAO Yue. New Target Chinese Spoken Language. BEIJING LANGUAGE AND CULTURE UNIVERSITY PRESS. 2013.

Programa

A ser realizado por até 25 participantes, o curso tem por base o material didático Deutsch für das Studium. Em primeiro lugar, as/os participantes serão introduzidas/os à estrutura acadêmica alemã a fim de-se promover uma discussão sobre as diversas formas de interacão social universitária e seus correspondentes registros. Em segundo lugar, terá lugar uma série de atividades com uma dinâmica propiamente argumentativa. Aqui, as/os participantes realizarão exercícios, cujo objetivo é a produção de formulações orais e escritas visando maior compreensão sobre as formas e estratégias adequadas para solucionar problemas de expressão formal com respeito ao estandarte do alemão acadêmico. Por último, visa-se finalmente sublinhar os conhecimentos adquiridos durante os encontros, apontando às e aos participantes possíveis direções para o aprofundamento de seus conhecimentos linguísticos subsequentes.


Bibliografia: Deutsch für das Studium. Klett. 2019.

Programa

1) Crítica do governo, crítica do Estado: Henry David Thoreau e Mohandas K. Gandhi
2) Desobediência civil, liberalismo e Estado democrático de direito
3) O problema da violência
4) Ação clandestina e sabotagem
5) O que é a desobediência incivil?

Leituras introdutórias:

Thoreau, Henry David. A desobediência civil. Antofágica, 2022. (Trad. André Czarnobai).
King Jr., Martin Luther. Por que não podemos esperar. Faro, 2020. (Trad. Sarah Pereira).
Fortas, Abe. Do direito de discordar e da desobediência civil. Cruzeiro, 1968. (Trad. Norah Levy).
Arendt, Hannah. Crises da república. Perspectiva, 2019. (Trad. José Volkmann).
Rawls, John. Uma teoria da justiça. Martins Fontes, 2016. (Trad. Jussara Simões).
Davis, Angela. Uma autobiografia. Boitempo, 2019. (Trad. Heci Regina Candiani).

Programa

O curso apresenta a análise dos contos “Meneseteung”, “Falsos segredos” e “A ilha de Cortes”, estabelecendo vínculos com o restante da obra de Alice Munro. Ao longo das três aulas, serão abordadas questões referentes à construção narrativa, além de temas como o vestígio, a fofoca, a apreensão do real e as intersecções entre segredo e imaginário.

Aula 1 (11/08) – Análise e discussão de “Meneseteung”, da coletânea Amiga de juventude.
Aula 2 (18/08) – Análise e discussão de “Falsos segredos”, da coletânea Falsos segredos.
Aula 3 (25/08) – Análise e discussão de “A ilha de Cortes”, da coletânea O amor de uma boa mulher.

Bibliografia essencial:
MUNRO, Alice. Meneseteung. In: MUNRO, Alice: Amiga de juventude. Tradução de Elton Mesquita. São Paulo: Globo, 2014. p. 50-71.
MUNRO, Alice. Falsos segredos. In: MUNRO, Alice: Falsos segredos. Tradução de Celina Portocarrero. São Paulo: Biblioteca Azul, 2015. p. 116-143.
MUNRO, Alice. A ilha de Cortes. In: Munro, Alice. O amor de uma boa mulher. Tradução de Jorio Dauster. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 133-163.

Referências complementares:
CARRINGTON, Ildikó P. Controlling the Uncontrollable: The Fiction of Alice Munro. 1ª ed. Illinois: Northern Illinois University Press, 1989.
GLOVER, Douglas. The style of Alice Munro. In: STAINES, D. (Ed.). The Cambridge Companion to Alice Munro. 1st ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2016. p. 45-59.
GONZALEZ, Betina. A obrigação de ser genial. Tradução de Silvia Massimini Felix. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2024.
HOWELLS, Coral A. Alice Munro. Manchester: Manchester University Press, 1998.
O’CONNOR, Flannery. Writing Short Stories. In: O’CONNOR, Flannery. Mystery and Manners: Occasional Prose. 1st ed. New York: Farrar, Straus and Giroux, 1970.
PIGLIA, Ricardo. Novas teses sobre o conto. In.: PIGLIA, Ricardo. Formas Breves. Tradução de José Marcos Mariani de Macedo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 61-75.
PROSE, Francine. Para ler como um escritor. Tradução de Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
SAUNDERS, George. A swim in a pond in the rain: in which four Russians give a master class on writing, reading, and life. Nova York: Penguin Random House, 2021.
SILVA, Maria das Graças Gomes Villa da. Momentos de ser em Virginia Woolf, Clarice Lispector e Alice Munro. 1 ed. Curitiba: Appris, 2020.
STRUTHERS, J.R. (Tim); COX, Ailsa; BIGOT, Corinne; ROSS, Catherine Sheldrick. Reading Alice Munro’s Breakthrough Books: A Suite in Four Voices. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2024.

Obras de Alice Munro:
MUNRO, Alice. Dance of the Happy Shades. Toronto: Ryerson, 1968.
________. Lives of Girls and Women. Toronto: McGraw-Hill Ryerson, 1971.
________. Something I’ve Been Meaning to Tell You. Toronto: McGraw-Hill Ryerson, 1974.
________. Who Do You Think You Are? Toronto: Macmillan, 1978.
________. The Moons of Jupiter. Toronto: Macmillan, 1982.
________. The Progress of Love. Toronto: McClelland & Stewart, 1986.
________. Friend of My Youth. Toronto: McClelland & Stewart, 1990.
________. Open Secrets. Toronto: McClelland & Stewart, 1994.
________. The Love of a Good Woman. Toronto: McClelland & Stewart, 1998.
________. Hateship, Friendship, Courtship, Loveship, Marriage. Toronto: McClelland & Stewart, 2001.
________. Runaway: Stories. New York: Vintage Books, 2006.
________. The View from Castle Rock. Toronto: McClelland & Stewart, 2006.
________. Too Much Happiness. Toronto: McClelland & Stewart, 2009.
________. Dear Life. New York: Penguin Group, 2013.

Programa

Ementa
Esse curso tem como objetivo apresentar um romance emblemático da cultura moderna – Frankenstein, ou o Prometeu moderno (1818), de Mary Shelley – no intuito não somente de explorar o projeto e a formação, que esse texto carrega, mas também de examinar um dos impasses culturais que ele tematiza e que permanecem até hoje em dia. Isso significa que além da análise textual, estrutural e sócio-histórica do livro, investigaremos como as questões, a um só tempo estéticas e políticas, que o animaram, persistem na contemporaneidade, principalmente nos debates acerca do papel da metafísica religiosa e da ação política diante da passagem da manufatura para a grande indústria e da última revolução científico-tecnológica, isto é, da robótica e da inteligência virtual sob um equilíbrio atômico e a lei da queda tendencial da taxa de lucros.

Programa
Ponto 1: Mito e verdade, tragédia e romance
1.1. “Magia e técnica, Arte e política”; “Magia e religião, e materialismo contra idealismo”;
1.2. Modo de produção geral, modo de produção literário, ideologia geral, ideologia autorial e ideologia estética – “Categorias para uma crítica materialista” (1976) em Criticism and ideology, de T. Eagleton;
1.3. O mito prometeico na Teogonia (circa séculos VIII-VII a.C.), de Hesíodo;
1.4. Tragédia e romance: a agonia da memória e o desenvolvimento da escrita, ou, do aedo ao tragediógrafo e desse ao romancista;
1.5. Revelação, profetas, milagres e escritura sagrada: o mito da criação, formação e queda do homem do paraíso por sucumbir ao pecado da árvore do conhecimento (“Gênesis”, versículos 1-3, Bíblia de Jerusalém);
1.6. O profeta como historiador – aquele que no instante de perigo não olha para o futuro, mas sim para o passado – teologia materialista: “Sobre o conceito da História” (1940), de W. Benjamin.

Ponto 2: Romantismo inglês
2.1. Revoluções científico-tecnológicas e o mal-estar na civilização;
2.2. “Formações econômicas pré-capitalistas” em Grundrisse (1857-1858), de K. Marx;
2.3. “O feudalismo e o estilo românico” e “O romantismo da cavalaria cristã” (1953) em História social da arte e da literatura, de A. Hauser;
2.4. “O dualismo da arte gótica” e “Arte de classe média do gótico tardio” (1953) em História social da arte e da literatura, de A. Hauser;
2.5. “A relação do romantismo com o liberalismo e a reação” (1953) em História social da arte e da literatura, de A. Hauser e “O artista romântico” (1958) em Cultura e sociedade: 1780-1950, de R. Williams;
2.6. A ficção gótica inglesa – a regressão ao gótico – o revival do gótico;
2.7. Revolução melancólica.

Ponto 3: Ideologia geral, ideologia autorial, ideologia estética
3.1. Ludismo romântico, anarcoprimitivismo, milenarismo, messianismo e revolução – A busca do milênio: milenaristas revolucionários e anarquistas místicos da Idade Média (1957), de Norman Cohn;
3.2. Consolidação dos profissionais liberais, a “intelligentsia pequeno burguesa emergente”, os reformadores sociais e suas ilusões de então e de agora – radicalismos – “A ficção da reforma” (1977) em Writing in society e “A fração de Bloomsbury” (1980) em Cultura e materialismo, de R. Williams;
3.3. O nascimento da estética como um discurso burguês sobre o corpo – A ideologia da estética (1990), de T. Eagleton;
3.4. Os efeitos da Revolução Francesa na Inglaterra e a reação vitoriosa contra eles; mentalidade radical e mentalidade conservadora;
3.5. Mentalidade revolucionária jacobina – Terror e tragédia: Morte de Danton (1835), de G. Büchner – Napoleão – restauração;
3.6. Socialismo utópico e socialismo científico – Manifesto do partido comunista (1848), de K. Marx e F. Engels.

Ponto 4: Frankenstein, ou o Prometeu moderno (1818), de Mary Shelley
4.1. Panorama dos elementos constitutivos da narrativa: a) enredo, b) narração, c) personagens, d) tempo, e) espaço;
4.2. Materiais: Prometeu acorrentado, de Ésquilo (subtítulo) e Paraíso perdido (1667), de John Milton (epígrafe);
4.3. Estrutura e sentido da obra.

Continuação Ponto 4: Frankenstein, ou o Prometeu moderno (1818), de Mary Shelley
Volume 1
a) Introdução da autora – associação de elementos autobiográficos à narrativa de ficção;
b) Cartas: forma epistolar, empresa e fortuna; formação (cultivation e bildung) do indivíduo como busca por sentido (purpose) e conhecimento (knowledge);
c) Capítulos iniciais: individuação do herói (principium individuationis)
d) Suspense: o inquietante, o estranho-familiar, a inquietante estranheza (strangerm, uncanny e unheimlich).

Continuação Ponto 4: Frankenstein, ou o Prometeu moderno (1818), de Mary Shelley
Volume 2
a) Revelação e confissão;
b) O herói do romance e a sua psicologia demoníaca;
c) “A cura pela fala”, ou, o relato como expiação da culpa.

Continuação Ponto 4: Frankenstein, ou o Prometeu moderno (1818), de Mary Shelley
Volume 3
a) monólogo da alma dilacerada e conexão direta entre o crente e o sagrado;
b) Novo pacto com um crescente público leitor;
c) supernatural e irracional como vazão do pavor diante dos movimentos democrático-populares modernos e do advento da grande indústria na era da restauração.
d) “Divisão do trabalho e manufatura” e “Maquinaria e grande indústria” em O capital, livro I (1864), de K. Marx.

Ponto 5: O mito de Prometeu para os jovens Karl Marx e Friedrich Nietzsche
5.1. Diferença entre a filosofia da natureza de Demócrito e a de Epicuro (1841), de K. Marx;
5.2. Autoconsciência subjetiva;
5.3. Alienação religiosa e liberdade;
5.4. O nascimento da tragédia (1872), de F. Nietzsche;
5.5. Prefácio para Richard Wagner;
5.6. O mito prometeico e os arianos;
5.7. Ideia sublime do pecado ativo e mito do pecado original semítico;
5.8. O culto da arte, ou, a redenção estética.

Ponto 6: “A ideologia na fase do capitalismo tardio” (1972) em O capitalismo tardio, de Ernest Mandel
6.1. “Lei da queda tendencial da taxa de lucros” em O capital, livro III (1894), de K. Marx;
6.2. Ondas de inovação, choques modernizantes e compressão do tempo-espaço;
6.3. A ideologia conformista: necessidade do esmagamento do ser humano diante do desenvolvimento técnico-científico estranhado.

Ponto 7: O conceito de tecnologia (1973), de Álvaro Vieira Pinto
7.1. O conceito anti-histórico e antissocial de “era tecnológica”;
7.2. O caráter social da cibernética – subdesenvolvimento e propriedade tecnológico-científica.

Ponto 8: “Posfácio de 1979” à Tragédia moderna (1966), de Raymond Williams
8.1. Separação entre teoria do trágico e experiência trágica;
8.2. Tragédia e história, tragédia e revolução;
8.3. A grande capitulação da resignação trágica;
8.4. A incapacidade de estabelecer conexões como uma característica da tragédia moderna;
8.5. A era da distopia: fluxos trágicos de uma classe dominante e de uma ordem política agonizantes;
8.6. Âmago da tragédia no século XX: tomada de consciência de que as forças que se apresentaram para protagonizar a superação do capitalismo, na verdade, faziam parte da sustentação do capitalismo.

Bibliografia
ANTIGO TESTAMENTO. “Gênesis” em Bíblia de Jerusalém. São Paulo: Paulus, 2002.

ARAÚJO, Alberto F.; ALMEIDA, Rogério de.; BECCARI, Marcos. (orgs.). O mito de Frankenstein:
imaginário e educação – coleção mitos da pós-modernidade, volume 1. São Paulo: FEUSP,
2018.

BENJAMIN, Walter. Origem do drama barroco alemão. Trad. João Barrento. São Paulo e Belo
Horizonte: Autêntica, 2011. (1928)

______. “A crise do romance. Sobre Alexanderplatz, de Döblin” em Obras escolhidas I: Magia e
técnica, arte e política – ensaios sobre literatura e história da cultura. Trad. Serio Paulo Rouanet.
São Paulo: Brasiliense, 2011, p. 54-60. (1930)

_______. “O narrador” em Obras escolhidas I: Magia e técnica, arte e política – ensaios sobre literatura
e história da cultura. Trad. Serio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 2011, p. 197-221.
(1936)

_______. “Sobre o conceito da História” em Obras escolhidas I: Magia e técnica, arte e política –
ensaios sobre literatura e história da cultura. Trad. Serio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 2011, p. 222-232. (1940)

BÜCHNER, Georg. “Danton’s death” em Danton’s death, Leonce and Leona, and Woyzeck. Trad.
Victor Price. Oxford: Oxford University Press, 2008.

CEVASCO, Maria E. Para ler Raymond Williams. São Paulo: Paz e terra, 2001.

COHN, Norman. The pursuit of the millennium: revolutionary millenarians and mystical anarchists of
the middle ages. Oxfordo: Oxford University Press, 1970. (1957)

EAGLETON, Terry. “Categories for a materialist criticism” em Criticism and ideology: a study in
Marxist literary theory. London: Verso, 2006, p. 44-63. (1976)

______. A ideologia da estética. Trad. Mauro Sá Rego Costa. Rio de Janeiro: Zahar, 1993. (1990)

______. “Tragédia e romance” em Doce violência: a ideia do trágico. Trad. Alzira Allegro. São Paulo:
Editora UNESP, p. 249-279, 2012. (2003)

ESPINOSA, Baruch. Tratado Teológico-Político. Trad. Diogo Pires Aurélio. Lisboa: Imprensa
Nacional-Casa da Moeda, 2004. (1667)

ÉSQUILO. “Prometeu acorrentado” em O melhor do teatro grego. Trad. Mário da Gama Kury. Rio de
Janeiro: Zahar, 2013.

FREUD, Sigmund. “O inquietante” em Obras completas volume 14. Trad. Paulo César de Souza. São
Paulo: Companhia das letras, 2017, p. 328-376. (1919)

______. “O mal-estar na civilização” em Obras completas volume 18. Trad. Paulo César de Souza. São
Paulo: Companhia das letras, 2014, p. 13-122. (1930)

GRESPAN, Jorge. Revolução Francesa e Iluminismo. São Paulo: Contexto, 2017. (2003)

HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Martins
Fontes, 2000. (1953)

HESÍODO. Teogonia. Trad. Jaa Torrano. São Paulo: Iluminuras, 2017.

______. Os trabalhos e os dias. Trad. Mary de Camargo Neves Lafer. São Paulo: Iluminuras, 2019.

HOBSBAWM, Eric. “Introduction” em MARX, Karl. Pre-capitalist economic formations. Trad. Jack
Cohen. New York: International publishers, 2007.

______. Bandidos. Trad. Donaldson M. Garschagen. São Paulo: Paz e terra, 2015. (2000)

LÖWY, Michael. Walter Benjamin: aviso de incêndio – uma leitura das teses ‘Sobre o conceito de
história’. Trad. Wanda Nogueira Caldeira Brant, Jeanne Marie Gagnebin, Marcos Lutz Müller.
São Paulo: Boitempo, 2010. (2001)

LÖWY, Michael.; SAYRE, Robert. Revolta e melancolia: o romantismo na contracorrente da
modernidade. Trad. Nair Fonseca. São Paulo: Boitempo, 2015.

MANDEL, Ernest. “A ideologia na fase do capitalismo tardio” em O Capitalismo Tardio. Trad. Carlos
Eduardo Silveira Matos, Regis de Castro Andrade e Dinah de Abreu Azevedo. São Paulo:
Abril Cultural, 1982, p. 351-366. (1972)

MILTON, John. Paradise lost. London and New York: Penguin, 2003. (1667)

NIETZSCHE, Friedrich. O nascimento da tragédia. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Companhia das
letras, 2017. (1872)

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Manifesto comunista. Trad. Álvaro Pina. São Paulo: Boitempo,
2010. (1848)

MARX, Karl. Diferença entre a filosofia da natureza de Demócrito e a de Epicuro. Tradução de Nélio
Schneider. São Paulo: Boitempo, 2018. (1841)

______. Pre-capitalist economic formations. Trad. Jack Cohen. New York: International publishers,
2007. (1845-1858)

______. “Formas que precederam a produção capitalista” em Grundrisse: Manuscritos econômicos de
1857-1858. Esboços da crítica da economia política. Trad. Mari Duayer e Nélio Schneider. São
Paulo: Boitempo, 2011, p. 388-423. (1857-1858)

______. “Divisão do trabalho e manufatura” e “Maquinaria e grande indústria” em O capital: crítica da
economia política. Livro I: o processo de produção do capital. Trad. Rubens Enderle. São Paulo:
Boitempo, 2013, p. 411-574. (1867)

______. “A lei da queda tendencial da taxa de lucros” em O capital: crítica da economia política. Livro
III: o processo global da produção capitalista. Trad. Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo,
2019, p. (1894)

MORETTI, Franco. O romance de formação. Trad. Natascha Belfort Palmeira. São Paulo: Todavia,
2020. (1987)

NOVACK, George. As origens do materialismo. São Paulo: Sundermann, 2015.

ROSDOLSKY, Roman. Gênese e estrutura de O capital de Karl Marx. Trad. César Benjamin. Rio de
Janeiro: Editora da UERJ e Contraponto, 2001. (1968)

ROUANET, Sergio P. “Apresentação” em BENJAMIN, Walter. Origem do drama barroco alemão.
Trad. Sergio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1984, p. 11-47.

SHELLEY, Mary. Frankenstein, or the modern Prometheus. London: Penguin, 2003. (1818)

SZONDI, Peter. Ensaio sobre o trágico. Trad. Pedro Süssekind. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.

VASCONCELLOS, Sandra G. “Romance gótico: persistência do romanesco” em Dez lições sobre o
romance do século XVIII. São Paulo: Boitempo, 2002, p. 118-135.

PINTO, Álvaro V. O Conceito de Tecnologia. Vol. 1. Rio de Janeiro: Contraponto, 2013. (1973)

WILLIAMS, Raymond. “The romantic artist” em Culture and society 1780-1950. London: Penguin,
1975, p. 48-64. (1958)

______. Tragédia moderna. Trad. Betina Bischof. São Paulo: Cosac & Naify, 2002. (1966)

______. Keywords: a vocabulary of culture and society. London: Fontana press, 1983. (1976)

______. “The fiction of reform” em Writing in society. London: Verso, 1991, p. 142-149. (1977)

______. “Afterword to Modern Tragedy” em Politics of modernism: against the new conformists.
London and New York: Verso, 2007, p. 95-105. (1979)

______. “The Bloomsbury fraction” em Culture and materialism. London: Verso, 2003, p. 148-169.
(1980)

WOLLSTONECRAFT, Mary. A vindication of the rights of men - A vindication of the rights of
woman – An historical and moral view of the French Revolution. Oxford: Oxford University Press, 1993. (1790-1794)

Programa

PROGRAMA LÍNGUA E CULTURA CATALÃS V

1. Veure món
- Estructures per aconsellar, localitzar, fer recordar, indicar duració, opinar i temporals
- Expressions locatives
- Imperatiu
- Preposicions: amb, en i a
- Present d’indicatiu i condicional de verbs
- Present de subjuntiu
- Pronoms febles: hi, es s’hi
- Pronoms relatius on i que
- Lèxic per descriure l’entorn geogràfic
- Lèxic per donar indicacions per anar a un lloc
- Lèxic relacionat amb els viatges
TASCA FINAL: Presentació oral individual sobre un destí de vacances dels Països Catalans

2. Explica-m’ho
- Connectors
- Estil directe i estil indirecte
- Estructures per fer hipòtesis i suposicions
- Expressions per reaccionar davant d’anècdotes poc usuals
- Expressions temporals
- Imperfet d’indicatiu
- Participis
- Passat perifràstic, imperfet, perfet i plusquamperfet d’indicatiu
- Pronoms febles d’objecte indirecte
- Adjectius relacionats amb la manera de ser de les persones
- Lèxic relacionat amb la delinqüència
TASCA FINAL: Redacció d’un resum de les notícies catalanes

3. Com a casa
- Condicional
- Connectors
- Estructures de probabilitat, per expressar desig i per opinar
- Expressions locatives
- Futur i futur perfet
- Present, perfet i imperfet de subjuntiu
- Lèxic relacionat amb el sector immobiliari, amb l’habitatge i amb la decoració de la llar
TASCA FINAL: Preparar discurs per a la participació de debat a classe

Bibliografia

Bastons, Núria et al. (2003) Català bàsic II: iniciació a la llengua oral. Barcelona: Generalitat de Catalunya.

Bastons, Núria et al. (2011) Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide

Boix, E., Vila, F. X. (1998) Sociolingüística de la llengua catalana. Barcelona: Ariel

Esteban, Jordi (2012) El trampolí. 120 impulsos per llançar-se a parlar. Barcelona: Teide.

Esteve, Francesc (Coord.) (2011) Gramàtica zero. València: Universitat de València. http://www.spluv.es/PDFS/gramatica_zero.pdf

Ginebra, Jordi et al. (2009) Diccionari d'ús dels verbs catalans: règim verbal i canvi i caiguda de preposicions. Barcelona: Educaula.

Institut d’Estudis Catalans (2016) Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans

Mas, Marta; Vilagrasa, Albert et al. (2010) Veus 3. Curs de català. Barcelona: Publicacions de l'Abadia de Montserrat.

Pujol, Núria et al. (2013) Catalonia is Calling. El món ho ha de saber. Barcelona Sàpiens Publicacions.

Puxant, M., i Rosàs, M. (2014). El disseny i la implementació d'un programa de llengua catalana que integra llengua i cultura a les universitats de Harvard i de Chicago. Llengua i ús: revista tècnica de política lingüística, 55, 39-50.

Sinner, C., i Bernaus, O. (2014). La realitat lingüística i sociolingüística a la class de català com a L2. Comunicació presentada al IV Simposi Internacional sobre l’Ensenyament del Català, Vic 4-5 d’abril de 2014.

Programa

Aula 01 e 02 – Introdução à Literatura Policial


Aula 03 – Poe: Assassinatos na Rua Morgue


Aula 04 – Conan Doyle: Um Estudo em Vermelho


Aula 05 – Pessoa e Sá-Carneiro: O caso da janela estreita, O roubo na Quinta das Vinhas e “A Estranha Morte do Professor Antena”

Bibliografia Leitura
Doyle, Arthur Conan. Sherlock Holmes Obra Completa: Volume 1. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2021.

SÁ-CARNEIRO, Mário, In: BERARDINELLI, Cleonice (Org.) Mário de Sá-Carneiro: antologia. Rio de Janeiro: Edições de Janeiro, 2015.

Pessoa, Fernando. O Caso da Janela Estreita. 1ª publ. in A Novela Policial-Dedutiva em Fernando Pessoa. Soares, Fernando Luso. Lisboa: Diabril, 1976. Disponível em: http://arquivopessoa.net/

_______________. O Roubo na Quinta das Vinhas. 1ª publ. in A Novela Policial-Dedutiva em Fernando Pessoa.
Soares, Fernando Luso. Lisboa: Diabril, 1976. Disponível em: http://arquivopessoa.net/

Poe, Edgar Allan. Os Crimes Da Rua Morgue: E Outras Histórias Extraordinárias. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 2017.

Bibliografia Geral
BOILEAU, Pierre; NARCEJAC, Thomas. O romance policial. São Paulo: Ática, 1991.

BORGES, Jorge Luis. Cinco visões pessoais. 3a. ed. Brasília: UNB, 1996.

BOURDIER, Jean. Histoire du roman policier. Paris: Éditions de Fallois, 1996.

DUBOIS, Jacques. Le roman policier ou la modernité. Paris: Éditions Nathan, 1992.

FREITAS, Ana Maria de. O fio e o labirinto: a ficção policial na Obra de Fernando Pessoa. Lisboa: Edições Colibri, 2016.

HAYCRAFT, Howard. Murder for pleasure: the Life and Times of the Detective Story. Nova Iorque: Carroll & Graf Publishers, Inc., 1984.

HERBERT, Rosemary. Whodunit?: A Who's Who in Crime and Mystery Writing. Nova Iorque: Oxford University Press, 2003.

LINS, Álvaro. No mundo do romance policial. São Paulo: Ministério da Educação e Saúde: Serviço de Documentação, 1947.

MANDEL, Ernest. Delícias do crime: história social do romance policial. São Paulo: Busca Vida, 1988.

MARTINS, Marcelo Machado. “Constituintes do gênero policial: natureza, percursos e métodos de investigação”. In: LOPES, Ivã Carlos; HERNANDES, Nilton (Org.). Semiótica: objetos e práticas. São Paulo: Contexto, 2005.

SILVA, Manuela Parreira da (Edição). Cartas de Mário de Sá-Carneiro a Fernando Pessoa. Lisboa: Assírio & Alvim, 2001.

JAMES, P.D. Segredos do romance policial: história das histórias de detetive. São Paulo: Três Estrelas, 2012.
SAMPAIO, Maria de Lurdes; VILAS-BOAS, Gonçalo (Org.). Ficção policial: antologia de ensaios teóricos-críticos. Porto: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa (FLUP) Edições Afrontamento, 2012.

PESSOA, Fernando. Novelas Policiarias: uma antologia. Porto: Assírio & Alvim, 2017.
REUTER, Yves. Le Roman Policier. Paris: Armand Colin, 2007.

SOARES, Fernando Luso. A novela policial-dedutiva em Fernando Pessoa. Lisboa: Diabril, 1976.

Programa

1ª AULA - Introdução • Conceitos • Berço das civilizações • Povos da região entre as nações •O Oriente Médio no contexto geopolítico • O Século XIX • O Antissemitismo europeu, origens do sionismo e as primeiras imigrações. Confronto de impérios • Ascensão da Alemanha e Japão e declínio da Rússia • Ben Gurion, Chaim Weizmann • A Primeira Guerra Mundial, A Declaração Balfour e as promessas aos árabes • Tratado Sykes-Picot.

2ª AULA - O confronto de nacionalismos • Consolidação da nova comunidade judaica e do Mandato Britânico, primeiras revoltas árabes na Palestina. A Segunda Guerra Mundial, o Holocausto e seu impacto sobre o Oriente Médio. A intensificação da violência - 1948 a 1967 • A Guerra Fria • A Criação do Estado de Israel, surgimento dos refugiados palestinos, Guerra de Independência e Nakba • Imigração judaica dos países árabes.

3ª AULA – A década de 1950 – Guerra Fria no Oriente Médio – Descolonização - Da Guerra dos Seis Dias (1967) à Guerra do Yom Kippur (1973) • Setembro Negro e o Exílio Palestino • Choque do petróleo e um novo Oriente Médio. A guerra civil libanesa – 1977, a direita no poder em Israel, o Egito de Sadat, a invasão do Líbano • A derrubada do Xá no Irã e a nova sociedade israelense.

4a AULA - A Guerra Irã-Iraque, segundo choque do petróleo • Alternativas energéticas • Surgimento do Hizballh - A Primeira Intifada • Fim da Guerra Fria, imigração soviética e a ilusão da paz.

5ª AULA - As Guerras do Golfo e suas consequências, os acordos de Oslo, as negociações de Camp David, Segunda Intifada e a guerra assimétrica.

6ª AULA - O Estado Islâmico • O Arco Xiita, terrorismo islâmico suicida e a ameaça iraniana • O Hamas e a estagnação das negociações entre Israel e os palestinos Acordos de Abraão e cenários para o futuro. A minoria árabe em Israel.

Bibliografia:
FELDBERG, Samuel, Estados Unidos e Israel: Uma aliança em questão, São Paulo, Editora Hucitec, 2008
GILBERT, Martin, História de Israel, São Paulo, Edições 70, 2010
SAYIGH, Yezid, Armed Struggle and the Search for State, Oxford, Clarendon Press, 1997
SHAPIRA, Anita, Israel, uma história, Rio de Janeiro: Editora Record, 2017

Programa

Aula 1
Tema: O conhecimento linguístico humano
• O que significa saber uma língua?
• O que diferencia o conhecimento linguístico humano da comunicação animal?
• Como podemos estudar o conhecimento linguístico cientificamente.

Aula 2
Tema: Do que são feitas as línguas?
• O que compõe o conhecimento linguístico humano?
• Introspecção e gramaticalidade;
• Diferentes conhecimentos, diferentes regras.

Aula 3
Tema: Como as línguas são adquiridas pelos bebês?
• Tópicos fundamentais em aquisição de linguagem: estágios da aquisição e níveis de análise;
• O desenvolvimento infantil como um fenômeno biológico: períodos críticos.

Aula 4
Tema: Como a linguagem nos ajuda a pensar em números?
• O papel da linguagem na representação de conhecimento matemático;
• Variação tipológica de sistemas numerais: bases numéricas;
• Desafios a uma abordagem radicalmente matemática.

Aula 5
Tema: Quais os limites da diversidade linguística?
• Há limites para a diversidade linguística humana?
• Como nascem e mudam as línguas?
• Universais linguísticos e tipologias.

Referências:
ADGER, David. Language unlimited: The science behind our most creative power. Oxford: Oxford University Press, 2019.
BAGETTI, Tatiana. Um Estudo Experimental do Processamento na Interface Fônica e da Análise Sintática Inicial: O papel de Elementos Funcionais na Aquisição da Linguagem. Tese de Doutorado. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 2009.
BAKER, Mark. The atoms of language: The mind’s hidden rules of grammar. Nova York: Basic Books, 2001.
BASSANI, Indaiá de Santana; COSTA, Marcela Nunes; SILVA, Janderson Matheus Lima. Aquisição de morfologia em língua materna. In: CARNEIRO, Alan Silvio Ribeiro; MAGALHÃES, Anderson Salvaterra. (Orgs.). Linguagem em Perspectivas: Cognição, Interação e Ensino de Línguas. São Paulo: Editora Unifesp, 2024.
BAUER, Brigitte. Counting systems. In: LEDGEWAY, A.; MAIDEN, M. (eds.). The Cambridge Handbook of Romance Linguistics. Cambridge: Cambridge University Press, 2022.
CAREY, Susan; BARNER, David. Ontogenetic Origins of Human Integer Representations. Trends In Cognitive Sciences, v. 23, n. 10, p. 823–835, 2019.
COMRIE, Bernard. Numeral bases. In: DRYER, Matthew; HASPELMATH, Martin (eds.). The world atlas of language structures online. 2013.
COSTA, Marcela Nunes. A composicionalidade semântica dos diminutivos da fala infantil. Revista Veredas, v. 28, n. 2, no prelo.
GUASTI, Maria Teresa. Basic Concepts. In: GUASTI, Maria Teresa. Language acquisition: a linguistic perspective. Cambridge, MA: MIT Press, p. 1-21, 2002.
HERSCHENSOHN, Julia. Just in time: is there a critical period for language acquisition? In: HERSCHENSOHN, Julia. Language Development and Age. Cambridge University Press, p. 1-26, 2007.
OTHERO, Gabriel de Ávila; FLORES, Valdir do Nascimento (Orgs). O que sabemos sobre a linguagem: 51 perguntas e respostas sobre a linguagem humana. São Paulo: Parábola, 2022.
ROBERTS, Ian. The wonders of language: or how to make noises influence people. Cambridge: Cambridge University Press, 2017.
VALLS YOSHIDA, Fernando. Uma abordagem morfológica às dezenas cardinais do português brasileiro: -enta como um sufixo derivacional. No prelo.

Programa

Aula 1: Introdução geral à filosofia aristotélica
Contexto histórico e intelectual de Aristóteles
Estrutura do corpus aristotelicum
Estrutura do Organon: os tratados lógicos
Estrutura da Metafísica
Noção aristotélica de episteme: conhecimento e fundamentos da ciência (APo)
A doutrina das quatro causas (Phys.)
Questões metodológicas: trabalhando com um texto antigo - edições, traduções e crítica textual
Questões abertas: é possível que exista uma ciência que estuda o ser enquanto tal?
Bibliografia: Ross (1924), Graham (1987), Wedin (2000), Burnyeat (2001), Zingano (2005)

Aula 2: A ciência do ser, a ontologia aristotélica - substância, essência e hilemorfismo
A noção de sophia e a busca pela Filosofia Primeira
A noção de ousia: substância e essência - contraste entre Organon e Metafísica
Dependência ontológica e unidade focal (Met. IV)
Conhecendo o tratado do ser: mapeamento do Livro Z
Conceito de essência, forma e matéria (o hilemorfismo aristotélico)
Interseção entre a filosofia da ciência e a metafísica aristotélica
Considerações finais e conclusão do curso
Bibliografia: Burnyeat (2001), Lewis (2013), Zillig (2009, 2023), Zingano (2003).

Bibliografia geral do curso:
Edições e traduções das obras de Aristóteles
ACKRILL, J. (1963) Aristotle’s Categories and De Interpretatione. Oxford: Clarendon Press 1963.
AUBENQUE, P. Concepts et Catégories dans la Pensée Antique. Paris: Vrin, 1980.\
BEKKER, I. [1831]. Aristotelis Opera. Berlin: Walter De Gruyter, 1961.
BARNES, J. The complete works of Aristotle. Volumes 1 e 2. Princeton: Princeton University Press, 1984.
BOSTOCK, D. Aristotle Metaphysics - Books Z and H. Oxford: Clarendon Press, 1994.
JAEGER, W. Metaphysica. 1. ed. Oxford: Clarendon Press, 1957.
MIGNUCCI, M. Aristotele: Organon. Le confutazioni sofistiche, Analitici secondì.  Traduzione e commento di Mario
Mignucci. Laterza & Figli, 2007. 
ROSS, D. Aristotle’s Metaphysics: A Revised Text with Introduction and Commentary. 2 volumes. Oxford: Clarendon Press, 1924.
ROSS, D. Aristotle’s Prior and Posterior Analytics: A Revised Text with Introduction and Commentary. Oxford: Clarendon Press, 1949.
SANTOS, R. Aristóteles: Categorias & Da Interpretação, INCM 2016, volume I tomo II das Obras Completas de Aristóteles, ed. A. P Mesquita, Lisboa, 2016.

Bibliografia secundária:
BURNYEAT, M. Aristotle on Understanding Knowledge. In: Berti, E. (ed.), 1981.
CHARLES, D. Aristotle on Meaning and Essence. Oxford: Oxford University Press, 2000.
CHARLES, D. Definition and Explanation in the Posterior Analytics and Metaphysics. In: Charles, D (ed.), Definition in Greek Philosophy, 286–328. Oxford: OUP, 2010.
GILL, M. L. Aristotle on Substance. The Paradox of Unity. Princeton: Princeton University Press, 1989.
GRAHAM, D.W., Aristotle's two Systems, Oxford University Press, Oxford 1987.LENNOX, J. Aristotle on Inquiry - Erotetic Frameworks and Domain Specific Norms. Cambridge University Press, 2021.LEVY, Lia. et al. (org.)
Substância na história da filosofia. Pelotas: NEPFIL Online, 2023.
LENNOX, J. Aristotle on Inquiry - Erotetic Frameworks and Domain Specific Norms. Cambridge University Press, 2021
LEWIS, F. A.  How Aristotle gets by in Metaphysics Zeta. Oxford: Oxford University Press, 2013.
LOUX, M. Primary Ousia. An Essay on Aristotle’s Metaphysics Z and H. Ithaca and London: Cornell University Press, 1991.
SCALTSAS, T. CHARLES, D. & GILL, M.L. (eds.) Unity, Identity, and Explanation in Aristotle's Metaphysics (pp. 75–105). Oxford: Oxford University Press, 1994.
WEDIN, M. Aristotle’s Theory of Substance. Oxford: Oxford University Press, 2000
ZILLIG, R. A ciência do ser enquanto ser e o estudo da substância - Metafísica IV e VII. Journal of Ancient Philosophy, 2009.
ZINGANO, M. Forma, matéria e definição na Metafísica de Aristóteles. Cad. Hist. Fil. Campinas, vol. 13, n. 2, pp. 277-299, 2003.
ZINGANO, M. (org.) Sobre a Metafísica de Aristóteles. São Paulo: Odysseus. 2005.