PROGRAMA

 

Nível I
PROGRAMA:
Habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição de estruturas e do léxico básico utilizados em situações cotidianas diversas, entre as quais: apresentações, cumprimentos, recursos para identificar e caracterizar pessoas e objetos, dar e pedir informações, exprimir sua opinião. Elementos de cultura dos países de expressão francesa Comunicação: Entrar em contato, convidar e responder a um convite, descrever pessoas e objetos, exprimir ordem e obrigação, pedir, solicitar e comandar, avaliar e apreciar, felicitar e agradecer, explicar e justificar, dar opinião. Vocabulário: Profissões e nacionalidades, lazeres, descrições físicas e psicológicas, números cardinais e ordinais, habitações e alimentação. Gramática: Artigos definidos e indefinidos, gênero e número de substantivos e adjetivos, interrogação e negação, artigos partitivos, pronomes tônicos, conjugação do presente do indicativo, imperativo, futuro próximo, noções do passado. Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfosintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.
Nível II
PROGRAMA:
Habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição de estruturas e do léxico básico utilizados em situações cotidianas diversas. Elementos de cultura dos paises de expressão francesa. Comunicação: Aconselhar, exprimir sua opinião, pedir e dar informações, descrever pessoas, pedir, dar e recusar conselhos, desculpar-se, justificar-se, escrever cartas, solicitar entrevistas de trabalho, redigir textos informativos, elaborar curriculum vitae, narrar Vocabulário: alimentos, esportes e saúde, roupas, cores, relações familiares e de trabalho. Gramática: Artigos partitivos; formação do passado; e do futuro, adjetivos demonstrativos, comparativos, pronomes pessoais (C.O.D.), pronomes en e y, formação do passado e do futuro Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morto-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso. Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morto-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.
Nível III
PROGRAMA: 
Habilidades comunicativas em Língua Francesa que. possibilitem a aquisição de estruturas e do léxico básico utilizados em situações cotidianas diversas. Elementos de cultura dos países de expressão francesa. Comunicação: compreender e analisar um fato da sociedade em um texto escrito. Apreciar, pedir, dar e recusar conselhos; compreender e redigir um texto informativo; desculpar-se diante de uma situação formal; falar de si e narrar. Vocabulário: alimentação, transportes, vida privada, viagens, turismo em geral, caracterizar um personagem, descrição de lugares e de tempo. Gramática: COI : lui et leur ,imperativo, verbos irregulares no passado e no futuro, pronomes relativos (que, qui) , imperfeito, passado recente, presente contínuo. Plural dos substantivos, adjetivos e advérbios: depuis, bien, mieux, bon, meilleur, oui, si. Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfo-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.
Nível IV
PROGRAMA: 
Habilidades comunicativas em Língua . Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Elementos de cultura dos países de expressão francesa. Comunicação: dar informações sobre si mesmo, pedir informações sobre outra pessoa, compreender textos informativos, recusar e entrar em contato com alguém, expor um problema, pedir e dar conselhos, convidar um amigo, aceitar e recusar um pedido ou um convite. Vocabulário: música, expressões utilizadas para exprimir opinião, palavras derivadas, expressões para convidar, aceitar e recusar um convite, expressão de reprovação. Gramática: pronomes relativos (qui, que, dont, ou), la mise en relief (c'est...qui, c'est... que), interrogação com inversão do pronome sujeito, pronome pessoal complemento + imperativo, interrogação indireta, demonstartivo + relativo (celui...qui, celui...que, etc), pronomes relativos compostos (à...qui, auquel, etc) , condicional presente, concordância verbal, introdução ao estudo do subjuntivo (iI faut que ). Obs.:Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que serádesenvolvida no curso.
Nível V
PROGRAMA: 
Habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Elementos de cultura dos países de expressão francesa. Comunicação: descrever o lugar onde vive, compreender um texto argumentativo, expressar opinião e justificá-la, escrever uma carta a um amigo, convencer, repreender, pedir e dar conselhos. Vocabulário: expressões utilizadas para exprimir opinião, termos ligados à cidade, termos ligados a uma negociação, termos ligados às férias e viagens, descrição de paisagens, termos ligados ao trabalho, expressões para dizer que não se está de acordo. Gramática: subjuntivo, mais que perfeito do indicativo, condicional passado, oração subordinada condicional (si+ presente, si+ imperfeito; si + mais que perfeito), discurso indireto no presente e no passado, oração coordenada, (et pourtant, quand...et que, parce que... et que) ,infinitivo sujeito, algumas construções com infinitivo, en + pronomes pessoais, interrogação com qui est-ce qui, qui est- ce que, uso de lequel Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfo-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.
Nível VI
PROGRAMA: 
Habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Elementos de cultura dos países de expressão francesa .Comunicação: compreender um texto descritivo, apreciar, dar razões, queixar-se, responder as queixas de alguém: propor soluções, encorajar, dar conselhos, interpretar uma pesquisa, dizer porque gosta ou não gosta de algo, dar explicações formalmente. Vocabulário: termos ligados ao cinema: palavras para criar um video, tipos de filmes, palavras para apreciar um filme; termos ligados aos meios de comunicação, expressões para queixar-se, para reconfortar, o verbo passer, palavras de uma mesma família e derivadas, termos para se fazer uma declaração de perda. Gramática: o gerúndio, o presente do subjuntivo após verbos de sentimento e de opinião, uso de pour que, sans que com subjuntivo, o emprego do condicional e do infinitivo, os verbos em -indre, ne pas com infinitivo, a restrição ne...que, advérbios em -ment e sua colocação, a expressão da oposição: bien que com subjuntivo, pourtant, quand même, cependant, malgré tout, a voz passiva, o pronome possessivo: le mien, les miens. Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfo-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.
Nível VII
PROGRAMA: 
Habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Elementos de cultura dos países de expressão francesa. Comunicação: compreender um texto narrativo e a seqüência e encadeamento das ações e circunstâncias no espaço e no tempo. Compreender um texto argumentativo, argumentar, fazer proposições, expressar a opinião, comparar e apreciar informações, narrar acontecimentos. Vocabulário: termos ligados à descrição espacial e temporal de eventos, mecanismos de derivação e composição lexicais, léxico da expressão dos sentimentos e apreciações, advérbios e termos usados na narração, termos ligados à rilídia e aos meios de comunicação em geral. Gramática: o subjuntivo e o indicativo nas frases complexas, subjuntivo passado, expressão das circunstâncias: tempo (anterioridade, simultaneidade, posterioridade, oposição), comparação, causa e conseqüência, hipótese e condição, concessão e oposição, finalidade. Passé Sim pie e sua relação com os demais tempos do passado. Imperfeito e mais que perfeito do subjuntivo. Elementos de fonética: ligação e encadeamento, nasalidade vocálica. Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfo-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.
Nível VIII
PROGRAMA: 
Habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Elementos de cultura dos países de expressão francesa. 
Comunicação: compreender e produzir um texto argumentativo; argumentar, expressar evoluções e mudanças; comparar e comentar comportamentos alimentares e comportamentos femininos/masculinos; expressar causas, consequências, concessões, oposições e condições; fazer hipóteses em relação ao passado, expressar arrependimento; expressar desejos, gostos e preferências; descrever locais turísticos; fazer promessas, desculpar-se, acusar, perdoar. 
Vocabulário: termos ligados à: ecologia, ciências, alimentação, tarefas ligadas à casa, grupos sociais e imigração, patrimônio histórico. 
Gramática: futuro anterior, subjuntivo passado, expressão da oposição e concessão, condicional passado, expressão da condição e da restrição; encadeamento dos argumentos; causa e consequência. 
Elementos de fonética: marcas do plural, entonação, pronúncia de palavras estrangeiras. 
Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfo-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

SUJEITO A MUDANÇAS.

Programa

 
Ementa 
 
O curso propõe-se a apresentar e discutir o quadro teórico da Antropologia e, em especial, da Antropologia Urbana, com base em alguns autores da bibliografia clássica com ênfase, contudo, em autores contemporâneos voltados para a análise da dinâmica cultural contemporânea, especialmente nos centros urbanos. Serão elencados estudos e pesquisas específicos sobre cada um dos itens do curso – mobilidade urbana, práticas corporais no espaço público, gênero e sexualidade, manifestações e conflitos no campo da religiosidade, equipamentos de cultura e lazer, técnicas e métodos de pesquisa. A depender dos interesses dos alunos, alguns textos podem ser acrescentados no decorrer do curso. 
 
Programa (sujeito a modificações) 
 
Aula 1 – Apresentação do curso: a cidade, de perto e de dentro 
 
 
- Apresentação do curso: objetivos, conteúdo, metodologia, bibliografia e demais questões práticas. 
 
Leitura sugerida: 
MAGNANI, José Guilherme C. “De perto e de dentro: notas para uma etnografia urbana”. In: Revista 
Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, vol.17, n° 49, 2002, p. 11-29. 
 
 
Aula 2 – Práticas corporais nos espaços urbanos 
 
 
– Reflexão sobre as práticas corporais e esportivas que permeiam o modo de vida urbano. 
 
Leitura sugerida: 
CHIQUETTO, Rodrigo Valentim. A cidade do futebol: Etnografia sobre a prática futebolística na metrópole manauara. Dissertação (Mestrado em Antropologia) - Faculdade de Filosofia Letras e 
Ciências Humanas / Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014. 
MACHADO, Giancarlo Marques Carraro. De “carrinho” pela cidade: a prática do skate em São Paulo. 
São Paulo: Editora Intermeios / FAPESP, 2014. 
SPAGGIARI, Enrico. Família joga bola: constituição de jovens futebolistas na várzea paulistana. Tese 
(Doutorado em Antropologia Social) – Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, 
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. 
 
 
Aula 3 – Gênero e sexualidade 
 
 
– Com base em estudos etnográficos, vislumbra-se compreender a construção de feminilidades e 
masculinidades na interface entre questões de gênero e sexualidade, mas também aspectos 
relacionados à diferença e estigmatização em certas práticas urbanas. 
 
Leitura sugerida: 
NASCIMENTO, S. S.. Variações do feminino: circuitos do universo trans na Paraíba. Revista de Antropologia (USP. Impresso), v. 57, p. 376-411, 2014. 
NASCIMENTO, S.S.. A cidade no corpo: diálogos entre etnografia e corpografia. Ponto.Urbe (USP), v. 1, p. 1-37, 2016. 
 
 
Aula 4 – Religião no espaço urbano 
 
 
- Discussão de etnografias focadas em processos que perpassam vivências religiosas em contextos 
urbanos. 
 
Leitura sugerida: 
NOVAES, Regina. “Juventude, religião e espaço público: exemplos ‘bons para pensar’ tempos e sinais”. In: Religião & Sociedade (Impresso), v. 32, p. 184-208, 2012. 
ABREU, CLETO JÚNIOR P.; TEIXEIRA, JACQUELINE MORAES; OLIVEIRA, ROSENILTON S. Os usos da rua: apropriações religiosas do espaço público. Ponto.Urbe (USP), v. 19, p. 1-3, 2016. 
 
 
Aula 5 – Metodologia: etnografia como prática e experiência 
 
 
– Discussão sobre a especificidade do método etnográfico, com base em pesquisas e reflexões realizadas sobre o tema no Núcleo de Antropologia Urbana da USP (NAU). 
 
Leitura sugerida: 
MAGNANI, José Guilherme C. “O velho e bom caderno de campo”. In: Revista Sexta Feira, n. 1, p. 8- 
12, maio 1997. 
_____. “Etnografia como prática e experiência”. In: Horizontes Antropológicos, vol.15, n.32, 2009, 
p.129-156. 
 
Trabalho de campo – Incursão etnográfica* 
Data: xx/06/2018 (a definir) 
Profs. responsáveis: Prof. Dr. José Guilherme Cantor Magnani 
 
– A turma, acompanhada do professor, fará uma etnografia coletiva de uma prática, espaço 
ou evento a ser delineado conforme a quantidade e perfil dos inscritos. 
 
* atividade não obrigatória 
 
 
Aula 6 – Novas propostas metodológicas: expedições, etnografia coletiva e softwares 
 
– Debate sobre a incursão etnográfica realizada pelos estudantes e apresentação de novas abordagens etnográficas desenvolvidas em pesquisadas vinculadas ao NAU. 
 
 
Aula 7 – Equipamentos culturais e de lazer 
 
– Discussão de pesquisas que colocam em debate alguns dos vários circuitos culturais e de lazer que atravessam a cidade de São Paulo, entre elas, a pesquisa "Cultura e lazer: as práticas culturais dos frequentadores do SESC em São Paulo", realizada pelo NAU em parceria com o SESC–SP e o Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (CEDEC). 
 
Leitura sugerida: 
Capítulo sobre a pesquisa "Cultura e lazer: as práticas culturais dos frequentadores do SESC em São Paulo" (no prelo) 
 
 
Aula 8 – Mobilidade, circulação e circuitos 
 
 
– Reflexão sobre pesquisas recentes dedicadas às diferentes formas de mobilidade e circulação de atividades cotidianas no espaço urbano. 
 
Leitura sugerida: 
INGOLD, Tim. Lines: a brief history. London: Routledge, 2007. 188 p 
TAMBUCCI, Yuri Bassichetto. “Rio a fora, Cidade a dentro - transporte fluvial e modos de viver no 
Amazonas”. Dissertação (Mestrado em Antropologia) - Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas / Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. 
 
 
Aula 9 – Entre a aldeia e a cidade: trajetos e saberes   
 
 
– Com base nas reflexões do Grupo de Etnologia Urbana (GEU) do NAU, propõe-se uma discussão sobre a significativa presença indígena nas cidades a partir de uma estratégia teórico-metodológica que articule as contribuições tanto da Etnologia como da Antropologia Urbana.  
 
Leituras sugeridas: 
AMOROSO, Marta Rosa; MENDES DOS SANTOS, Gilton. (Org.). Paisagens Ameríndias: Lugares, circuitos e modos de vida na Amazônia. 1ed.: , 2013. 
ANDRADE, J. A. A. D.. Experimentos teórico-etnográficos na fronteira entre a etnologia indígena e a antropologia urbana. Ponto.Urbe (USP), v. 4, p. 2, 2010. 
 
 
Aula 10 – Aula final 
 
 
- Pretende-se retomar os principais pontos trabalhados ao longo do curso. Os alunos e alunas 
entregarão os trabalhos para avaliação (relato de campo ou resenha bibliográfica). 
 
Leitura sugerida: 
MAGNANI, José G. C.. Antropologia Urbana: desafios e perspectivas. Revista de Antropologia, v. 59, p. 174-203, 2016.

 

Programa

Aula 1: Apresentação do programa/ Augusto Boal nos Estados Unidos

BABBAGE, Frances. New York and after: Gassner, realism and the “method”. In: The Routledge Companion to Theatre of the Oppressed. New York: Routledge, 2019.
BETTI, Maria Silvia. “O impulso e o salto: Boal em Nova York (1953-1955)”. Revista Sala Preta. Vol. 15, nº 01, 2015.
BOAL, Augusto. Nova York: O impulso e o salto. In: Hamlet e o filho do padeiro. Rio de Janeiro: Record, 2000.
___. O Cavalo e o Santo. [S.I.: s.n.], 1954.
GASSNER, John. Rumos do teatro moderno. Rio de Janeiro: Lidador, 1965.

Aula 2: O trabalho no Teatro de Arena e Revolução na América do Sul

AUTRAN, Paula Chagas. O pensamento dramatúrgico de Augusto Boal. As lições de Dramaturgia da Escola de Arte Dramática. Tese de doutoramento apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, 2018 (Capítulos 3, 4 e 5).
BOAL, A. “Tentativa de análise do desenvolvimento do teatro brasileiro”. Arte em Revista, nº 6, 1981.
___. Revolução na América do Sul. Rio de Janeiro: Massao Ohno, 1960.
___. Estrutura dialética da interpretação. In: Jogos para atores e não-atores. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
LIMA, Mariângela Alves de. História das Ideias. Revista Dionysos, nº 24, 1978.

Aula 3: Arena conta Tiradentes e Sistema Coringa

BOAL, A, GUARNIERI, G.. Arena conta Tiradentes. São Paulo: Sagarana, 1967.
CAMPOS, Cláudia de Arruda. Tempo de organização. In: Zumbi, Tiradentes. São Paulo: Perspectiva, 1988.
COSTA, Iná Camargo. Adeus às armas. In: A hora do teatro épico no Brasil. São Paulo: Expressão Popular, 2016.
ROSENFELD, Anatol. Heróis e Coringas. In: O mito e o herói no moderno teatro brasileiro. São Paulo: Perspectiva, 2012.

Aula 4: O “e agora?” das Feiras de Opinião

BOAL, A. Ao qu’isto chegou! Guião do espetáculo retirado dos textos enviados para a Feira Portuguesa de Opinião. In: Ao qu’isto chegou. Feira Portuguesa de Opinião. Lisboa: Editorial Estampa, 1977.
BOAL, A. et al. Primeira Feira Paulista de Opinião. São Paulo: Expressão Popular, 2016.
SANTOS, Patricia Freitas dos. Pedagogia da atuação: um estudo sobre o trabalho teatral de Augusto Boal no exílio latino-americano. São Paulo: Desconcertos, 2019. (Primeira parte do capítulo 2)

Programa

1. Així, com quedam?


Cultura: Geografia física i humana dels Països Catalans, expressions folklòriques, festes tradicionals i festes populars, hàbits socials...
Expressions locatives: allà mateix, a la cantonada, davant…
Expressions temporals: més d’hora, cap a, una hora abans…
Estructures d’expressió de possibilitat i de voluntat: poder/voler + infinitiu
Futur
Imperatiu: agafar, pujar, baixar
Present d’indicatiu: avenir-se, poder, voler…
Pronoms febles: el, la, els, les, ho
Quantificadors: molt, bastant, una mica, no gaire, moltíssim…
Adjectius per fer valoracions
Expressions per fer propostes i per donar excuses
Noms i verbs relacionats amb el món del lleure, les festes i el temps meteorològic
Aspecte historicocultural: Geografia i antropologia dels Països Catalans
Tarefa final: Organitzar un cap de setmana i convidar-hi algú

2. Notícies fresques


Cultura: conèixer quins són els temes de més actualitat als territoris de parla catalana en aquest moment: política, conflictivitat social, medi ambient...
Connectors: perquè, per això, doncs…
Demostratius: aquest, aquesta, aquests, aquestes + període de temps
Expressions temporals: avui, ara, ara mateix, fa una estona, fa un moment, fa mitja hora, no fa gaire, fa temps, llavors, aleshores, encara no, ja, mai (no)…
Participis
Perfet d’indicatiu i passat perifràstic d’indicatiu
Pronoms febles: m’, t’, li, ens, us, l’, els, les, n’, hi, me l’, te l’, se l’, me n’, m’ho, t’ho…
Que + adjectiu
Quin, quina, quins, quines + nom
Verbs que es podem conjugar amb pronom: beure’s, menjar-se
Expressions per reaccionar davant d’una notícia: ostres, enhorabona…
Lèxic relacionat amb notícies d’actualitat i incidents: terratrèmol, huracà, incendi...
Aspecte historicocultural: Actualitat política als Països Catalans
Tarefa final: Explicar una notícia d’actualitat

3. Temps era temps


Cultura: Hàbits de vida dels intel·lectuals (artistes, pensadors, escriptors, músics…) catalans a les diferents èpoques de la història catalana (Edat Mitjana, Renaixença, 2a República, dictadura...)
Adjectius: gènere i nombre
Connectors: en canvi, encara que
Estructures: acostumar a / soler + infinitiu, deure + infinitiu
Estructures comparatives: tots dos, ni l’un ni l’altre, ni ell ni jo, cap dels dos, cap d’ells, abans... en canvi ara / després
Expressions temporals: abans, en aquella època, durant un temps / una temporada, al cap de, a la dècada dels..., el 25 d’agost de...
Imperfet d’indicatiu: fer, dur, ser, suspendre, llegir, portar, tenir, soler...
Passat perifràstic, imperfet i perfet d’indicatiu
Present d’indicatiu: dur i soler
Pronoms febles: el, la, els, les, en, ho, l’hi, els hi, les hi
Adjectius per descriure característiques físiques, maneres de ser, parts del cos i peces de vestir
Noms de parts del cos, peces de vestir, colors i materials, jocs d’infants…
Verbs per descriure persones i maneres de vestir: assemblar-se, tenir, dur, portar, posar-se, anar, vestir-se, ser, fer-se, tornar-se, acostumar-se, soler, aprimar-se, engreixar-se...
Aspecte historicocultural: Història social d’alguns grups dels Països Catalans
Tarefa final: Explicar qui era i com era el millor amic de la infància

Programa

13/08
AULA 01: A Educação de Damas na Idade Média: Análise da obra O Livro das Três Virtudes de Christine de Pizan;

20/08
AULA 02: Pedras para uma Fortaleza: Exemplos Míticos n’A Cidade das Damas de Christine de Pizan;

27/08
AULA 03: Modelos e Contra-Modelos Míticos: A tradução das Heroides de Ovídio no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende;

Referências Bibliográficas:

Fontes:
ARISTÓTELES. Ethica Nicomachea, L. II, c.5: 1106, a. 14-19.
_____________. A Poética Clássica. (Aristóteles, Horácio e Longino). Tradução direta do grego e do latim de Jaime Bruna. São Paulo, Editora Cultrix, 1997.
____________. Retórica. Trad. Manuel Alexandre Júnior. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, s/d.
CHRISTINE DE PIZAN, A Medieval Woman’s Mirror of Honor- The Treasure of the City of Ladies. Translated, with an introduction by Charity Cannon Willard, New York: Persea Books, 1989.
_____________________. Le livre des trois vertus. Étude critique, intr. Et notes par C. C. Willard. Texte étabili em collaboration avec E. Hicks Paris, Honoré Champion, 1989.
_____________________. Le livre des trois vertus de Christine de Pizan et son milieu historique et littéraire par Mathilde Laigle (docteur em philosophie) Paris: Libraire spéciale pour l’histoire de France, Honoré Campion, éditeur, 1912.
_____________________. O Espelho de Cristina. [Facsim. de Le livre des trois vertus. Lisboa, Germão de Campos, 1518]. Intr. e trad. de M. M. Cruzeiro. Lisboa, Biblioteca Nacional, 1987.
____________________. Le livre de la Cité des dames. Trad. et intr.. par E. Hicks et T. Moreau. Paris, Stock, 2000.
____________________. The Book of the city of ladies. Trans. Earl Jeffrey Richards. New York, Persea Books, 1982.
____________________. JEAN GERSON, JEAN DE MONTREUIL, GONTIER COL et PIERRE COL, Le débat sur le Roman de la Rose. Éd. Critique, intr., trad. Et notes par E. Hicks. (Paris, Honoré Champion, 1977) Genève, Slathine, 1996.
____________________. Debate of the Romance of the Rose. Edited and translated by David F. Hult. Chicago: the University of Chicago Press, 2010.
____________________. O Livro das Tres Vertudes: a Insinança das Damas. Edição crítica de Maria de Lourdes Crispim. Lisboa: Editorial Caminho, 2002.

Estudos:
ACHCAR, Francisco. Lírica e Lugar-Comum. Tese de Doutoramento apresentada ao Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, 1992.
ASSIS, R. F. S. Os poderes na França. Os Espelhos de Príncipes e suas construções sobre a importância régia nos séculos finais do medievo francês. In: https://periodicos.unb.br/index.php/emtempos/article/view/14831, DOI: https://doi.org/10.26512/emtempos.v0i24.14831, acessado em 07/02/2020.
ASSMAN, Jam. Collective Memory and Cultural Identitity. New German Critique 65, p. 125-133, 1995.
BRAGA, Theófilo. História da Literatura Portuguesa – Idade Média - vol.1. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 2005.
_________. Poetas palacianos. Porto: Imprensa Portugueza, 1871.

BUESCU, M. L. C. Aspectos da Herança Clássica na Cultura Portuguesa. Lisboa: Instituto de Cultura Portuguesa, 1979.
CALADO, Luciana. A Cidade das Damas: a construção da memória feminina no imaginário utópico de Christine de Pizan. Tese de doutorado apresentada a Universidade Federal de Pernambuco, sob a orientação da Profª Drª Luzilá Gonçalves Licari. Recife, 2006.
CARVALHO, P. M. A Cidade das Damas: Uma Análise Comparativa da ética das virtudes em Christine de Pizan com a ética a Nicômaco de Aristóteles. In: https://www.academia.edu/23723333/A_Cidade_das_Damas_Uma_An%C3%A1lise_C… , acessado em 29/04/2018 às 14h55.
CORREIA, L. M. T. A Insinança das Damas – Formas de Poder Feminino no século XV (O caso de Isabel de Lencastre). Dissertação de Mestrado em História sob orientação do Prof. Dr. Bernardo Vasconcelos e Sousa. Universidade Nova de Lisboa, 2013.
DENERY II, D. G. Christine de Pizan, Against the Theologians: The Virtue of Lies in The Book of The Three Virtues. In: VIATOR: Medieval and Renaissance Studies, Los Angeles, University of DUBY, G. & PERROR, M. História das Mulheres no Ocidente: Idade Média. (Vol. 2) Porto, Edições Afrontamento, 1990.
DIONÍSIO de Halicarnasso. Tratado da Imitação. Ed. Por Raul Miguel Rosado Fernandes.Lisboa: IN-CM, 1986.
EURIPIDES. O Melhor do Teatro Grego - Prometeu acorrentado, Édipo Rei, Medeia, As Nuvens. Tradução de Mário da Gama Kury. Edição comentada. Jorge Zahar Editora Ltda. Rio de Janeiro, 2013.
FEEHAN, T. D. Augustine on Lying and Deception. In: Augustinian Studies 19, 1988, pp. 131-139.
___________. The Morality of Lying in St. Augustine. In: Augustinian Studies 21, 1990, p. 67-81.
FLORI, Jean. A cavalaria: a origem dos nobres guerreiros da Idade Média. Tradução: Eni Tenório dos Santos. São Paulo: Madras, 2005
FOX MORCILLO, Sebastián. De Imitatione. In: PINEDA, Victoria. La Imitación como arte literária en el siglo XVI español. Sevilha: Diputacion Provincial de Sevilla, 1994.
GARCIA DE RESENDE. Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, texto estabelecido, prefaciado e anotado por Álvaro J. da Costa PIMPÃO e Aida Fernanda DIAS. Coimbra, Centro de Estudos Românicos, 1973.
GEARY, Peter. Memória. In: LE GOFF, Jacques e SCHMITT, Jean-Claude (eds.). Dicionário Temático do Ocidente Medieval. Vol II. São Paulo: EDUSC, 2002. P. 167-181
GOMES, J. L. A estética das Virtudes: a relação entre beleza e virtude na obra A Cidade das Damas de Christine de Pizan. Monografia de conclusão de curso, sob orientação da professora Ana Miriam Wuensch, Universidade de Brasília, Brasília, 2014.
GREENE, V. Le débat sur le Roman de la Rose: comme document d’historie littéraire et morale. In: Cahiiers de recherches médiévales et humanists, nº 14 (spécial), 2007.
LEITE, Lucimara. Christine de Pizan: Uma Resistência. Portugal, Chiado Editora, 2015.
_________. Transcrição do Livro O Espelho de Cristina: Uma pequena amostra. In: Revista Signum, vol. 15, nº1, 2014.
_________. O Espelho de Cristina. Ed. Semidiplomática. São Paulo: NEHiLP/ FFLCH/ USP, 2019.
MARGOLIS, Nadia. An Introduction to Christine de Pizan. Florida: University Press of Florida, s/d.
MENDONÇA, M. O Espelho de Cristina (Séc. XV). In: História Revista – Revista da Faculdade de História e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Goiás (DOI: 10.5216/hr.v18i1.29903), acessado em: 04/05/2018 às 21h14.
PIRES, J. D. A. Misoginia medieval: a construção da justificação da subserviência feminina a partir de Eva e do pecado original. Faces da História, v. 3, n. 1, p. 128-142, 29 ago. 2017.
ROCHA, A. C. Aspectos do Cancioneiro Geral. Coimbra: Coimbra Editora, 1949.
_____________. Garcia de Resende e o Cancioneiro Geral, Lisboa: Instituto de Cultura Portuguesa, 1979.
SPINA, Segismundo. Introdução à Poética Clássica. São Paulo, FTD, 1967.
VERGA, Walter. Heroides, A Concepção do Amor em Roma através da Obra de Ovídio. Rio de Janeiro; Museu de Armas Ferreira Cunha, 1975.
ZUMNTHOR, Paul. Falando de Idade Média. Editora Perspectiva, tradução Jerusa Pires Ferreira. São Paulo: 2009

Programa

- Introdução ao tema

- Técnicas de produção da cerveja, do vinho, da cerâmica e da tapeçaria; apresentação de elementos básicos da pintura, escultura, arquitetura armênia.

- Análise dos tópicos do curso (cerveja, vinho, cerâmica, tapeçaria e artes no contexto dos trabalhos de Yessai Ohannes Kerouzian, Beatriz Dinis, Chake Ekizian entre outros.

- Considerações da temática no contexto histórico, literário e cultural.

Ementa:

Aula 1 – Introdução – Indústria e artes armênias: generalidades – a produção da cerveja na Antiguidade – a produção do vinho na Antiguidade – análise do contexto histórico econômico e cultural da Armênia no período.

Aula 2 – a produção da cerâmica na Armênia Antiga – a tapeçaria da Transcaucásia – análise do contexto histórico econômico e cultural da Armênia no Século XIX.

Aula 3 – Elementos básicos da pintura, escultura e arquitetura armênia - artes armênias – a indústria e arte armênia na literatura.

Bibliografia:

ALEM, Jean-Pierre. L’Armenie. Paris: Presses Universitaires de France, 1983.
ANTUNES, Sérgio Pereira. Introdução ao universo armênio. São Paulo: Sésamo, 2012.
COSTA, Chaké Ezikian. As manifestações artísticas armênias. In Revista de Estudos Orientais, vol. 1. São Paulo: Humanitas / FFLCH/USP, 1997. p.140-148
DINIZ, Darci Aparecida e CHEKERDENIAN, Mary. A técnica da cerâmica na Armênia antiga. IN O Homem e a Técnica: anais do IX simpósio da ANPUH. São Paulo: ANPUH, 1979. p. 251-258.
GULBENKIAN, Calouste. Les tapis d’Orient. IN GULBENKIAN, Calouste. La transcaucasie et la péninsule d’Apchéron: souvenirs de voyage. Paris: Hachette, 1891. p. 160-183.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes. A cerveja na Armênia Antiga. IN O Homem e a Técnica: anais do IX simpósio da ANPUH. São Paulo: ANPUH, 1979. p. 197-206.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes e DINIZ, Beatriz. A técnica da vinicultura na Armênia antiga. IN O Homem e a Técnica: anais do IX simpósio da ANPUH. São Paulo: ANPUH, 1979. p. 181-192.
SAPSEZIAN, Aharon. História da Armênia. São Paulo: Paz e Terra, 1988.

Programa

1 – Gêneros e temas
a) Representação da mulher no Quixote – María Cecilia Fernández Uhart (Meste – LELEHA/FFLCH/USP)
b) Teatro cervantino e a representação do ridículo – Ana Aparecida Teixeira de Souza (Pós-doc/ LELEHA/FFLCH/USP)
c) Adaptações de Dom Quixote no Brasil e na Espanha – Vitória Soares Pedroza (Mestranda – LELEHA/FFLCH/USP)
d) O Quixote e o gênero romance – Rafael Mariano dos Santos – (Doutorando – LELEHA/FFLCH/USP)

2 – Vertentes da prosa cervantina
a) Cervantes e Avellaneda – Rafaela Xavier Rego – (Mestranda – LELEHA/FFLCH/USP)
b) Loucura, engenho e agudeza – (Doutorando – LELEHA/ FFLCH/USP – Professor na Federal de São Carlos)
c) A questão temática do adultério em perspectiva comparada - Eleni Nogueira dos Santos (Doutorado LELEHA/FFLCH/USP – Profa UNIMONTES – Montes Claros, MG)
d) Cervantes plural – Maria Augusta C. Vieira (FFLCH/USP)

Bibliografia abreviada:
CANAVAGGIO, Jean. Historia de la Literatura Española. Barcelona, Editorial Ariel, 1994 (tomo II y III).
CERVANTES, M. Don Quijote. Barcelona, Ed, Crítica/ Instituto Cervantes, 1998, 2ª ed.
CERVANTES, M. Novelas ejemplares. Barcelona, Ed. Crítica, 2001.
CERVANTES, M. Obras completas. Madrid, Castalia, 1999.
CLOSE, Anthony. Cervantes y la mentalidad cómica de su tiempo. Alcalá, Biblioteca. de Estudios Cervantinos, 2007.
EGIDO, Aurora. Don Quijote de la Mancha o el triunfo de la ficción caballeresca. Madrid, Cátedra, 2023.
GARCÍA LÓPEZ, J. et alii. Historia de la literatura española -1500-1598. Barcelona, Editorial Planeta/Crítica, 2013
VIEIRA, M. Augusta da C. O Dito pelo não Dito: Paradoxos de Don Quixote. São Paulo, Edusp/Fapesp, 1998.
VIEIRA, M. Augusta da C. A narrativa engenhosa de Miguel de Cervantes. São Paulo, Edusp/Fapesp, 2012.

Programa

Aula 1 (03/05/24): Apresentação - literatura e sociedade; representações da intelectualidade; marcos da história e sociedade moçambicanas; a transmissão e o transmissor de conhecimento nas sociedades culturais bantas; a condição de escritora e a escrita de testemunho em tempos de guerra.

Aula 2 (10/05/24): Leituras e análise da produção de romances - tempo colonial, guerras pós-independência, sociedades urbanas e rurais de Moçambique, processos de identidade cultural e (des)apropriação das subjetividades africanas.

Aula 3 (17/05/24): Leituras e análise da produção de contos e obras de epistemologias africanas – mito e sociedade, os heróis nacionais na história recente, as mazelas coloniais e o neocolonialismo; o curandeirismo; saberes e técnicas da ancestralidade; os elementos da natureza, as plantas e os animais.

Aula 4 (24/05/24): Leituras e análise de textos de poesia, canções e obras de desenvolvimento social - a diáspora africana e a pessoa negra na contemporaneidade; o papel africano cultural e produtivo no contexto atual; as mulheres no desenvolvimento social; as escritas dos presídios moçambicanos; a fraternidade e a vida amorosa.

Bibliografia Básica:

CHIZIANE, Paulina & MARTINS, Mariana. Ngoma Yethu, o Curandeirismo e o
Novo Testamento. Maputo: Matiko Editora, 2015.
CHIZIANE, Paulina & PITA, Rasta. Por Quem Vibram os Tambores do Além?.
Maputo: Editora Índico, 2013.
CHIZIANE, Paulina & SILVA, Maria do Carmo da. Na Mão de Deus. Maputo:
Carmo Editora, 2012.
CHIZIANE, Paulina. As Andorinhas. Belo Horizonte: Ed. Nandyala, 2013.
CHIZIANE, Paulina. As Andorinhas. Maputo: Ed. Índico: 2008.

Programa

Aula 1 - A nova space opera e os novos alienígenas
Veremos as transformações ocorridas no subgênero de Space Opera, particularmente nas relações estabelecidas com aliens enquanto "outro". Serão abordados temas como colonização, racismo e opressão contra as mulheres, observando como passam a reverberar na ficção científica desde sua nova onda, exemplificados em “A Mão Esquerda da Escuridão”, de Ursula K. Le Guin, e “Duna”, de Frank Herbert.
 

Aula 2 - As novas linguagens e as novas visões sobre a linguagem
Aqui será apresentado o movimento intelectual conhecido como "virada linguística" e o modo como reverbera na produção de literatura de ficção científica, a partir de obras em que a linguagem é um elemento central e, muitas vezes, borrando as fronteiras entre a fc hard e soft: "Babel-17", de Samuel Delany e “‘Arrependa-se, Arlequin!’ disse o homem Tique-Taque”, de Harlan Ellison.

Aula 3 - As novas Utopias e distopias
Iremos explorar como a ficção científica produzida na nova onda constrói novos universos utópicos e distópicos, permitindo, nas décadas seguintes, uma renovação das formas e temáticas abordadas por tais subgêneros. Nessa aula, analisaremos como exemplo "Os Despossuídos" e "Aqueles que abandonam Omelas", de Ursula K. Le Guin, assim como “Os Três Estigmas de Palmer Eldritch”, de Philip K Dick.

Aula 4 - As origens do cyberpunk: esboçando um novo gênero
Nessa aula, iremos tratar de obras nas quais despontam temas e formas influentes para a literatura do subgênero cyberpunk, que só é realmente nomeado e estabelecido a partir do início da década de 1980. Para isso, iremos comentar "Androides sonham com ovelhas elétricas?", de Philip K. Dick e "Garota Plugada", de James Tiptree Jr. (Alice Sheldon).

Bibliografia:
Obras que serão tratadas:
DELANY, Samuel. Babel-17. São Paulo: Morro Branco, 2019.
DICK, Philip K. Androides sonham com ovelhas elétricas? São Paulo: Aleph, 2015.
DICK, Philip K. Os três estigmas de Palmer Eldritch. São Paulo : Aleph, 2013.
ELLISON, Harlan. “Arrependa-se, Arlequim! disse o homem Tique-Taque”. In: COSTA, Rafaela. Medium, 11 Fev. 2019. Disponível em: medium.com/@rafaelapc33/arrependa-se-arlequim-disse-o-homem-tique-taque-8e913c36aa55 . Acesso em 22 Maio 2025.
HERBERT, Frank. Duna. São Paulo, Aleph, 2015.
LE GUIN, Ursula K. Os Despossuídos. São Paulo: Aleph, 2017.
LE GUIN, Ursula K. A Mão Esquerda da Escuridão. São Paulo : Aleph, 2015.
TIPTREE JR., James (SHELDON, Alice B.). "Garota Plugada". In:______. Mulheres que os homens não veem. Rio de Janeiro: Ímã Editorial, 2023.

Textos teóricos de apoio:
BUSCH, Willian P. História da ficção científica nos Estados Unidos do herói cientista de John W. Campbell ao herói antropólogo de Ursula Kroeber Le Guin. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História. Curitiba: UFPR, 2019.
FREEDMAN, Carl. Critical Theory and Science Fiction. Middletown, Connecticut: Wesleyan University Press, 2000.
JAMESON, Fredric. Arqueologias do futuro: o desejo chamado Utopia e outras ficções científicas. São Paulo: Autêntica, 2021.
JAMESON, Fredric. Pós-Modernismo - a lógica cultural do capitalismo tardio. São Paulo: Ática, 1996
JAMES, Edward; MENDLESOHN, Farah. The Cambridge Companion to Science Fiction. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
KERMAN, Judith B. Retrofitting Blade runner: issues in Ridley Scott's Blade runner and Philip K. Dick's Do androids dream of electric sheep? Bowling Green (Ohio): Bowling Green State University Popular Press, 1991.
LACEY, Hugh. Ciência e Valores. Manuscrito- Revista Internacional de Filosofia, v. 20, n. 01. Campinas: Unicamp, 1997.
MOYLAN, Tom. (Ed. BACCOLINI, Raffaella). Demand the impossible: science fiction and the utopian imagination. Bern: Peter Lang, 2014.
ROBERTS, Adam. A verdadeira História da Ficção Científica: do preconceito à conquista das massas. São Paulo: Seoman, 2018.
SEED, David. A Companion to Science Fiction. New Jersey: Wiley-Blackwell, 2018.

Programa

Day 1: KANT (1724 – 1804). A discussion of Kant’s theory of freedom as autonomy (or self-legislation). We will begin to explore the so-called ‘paradox of autonomy’ as it emerges in Kant’s thinking. The paradox of autonomy suggest that, if freedom consists in obeying a self-given law, then the act of putting myself under that law cannot itself be a free act. But this seems to make the the moral law heteronomous. Either that, or there is a type of freedom which is not bound by law, which then undermines the theory of freedom as autonomy. We will examine how Kant tries to deal with this problem, by distinguishing between Wille (rational will), and Willkür (power of choice) in the Critique of Practical Reason and in his late book on Religion. We will also see how the ‘paradox of autonomy’ emerges in the writings of earlier critics of Kant’s theory, such as Carl Leonhard Reinhold.
 
Day 2: SCHELLING (1777 – 1854). Right from the beginning of his career, Schelling was deeply concerned with the question of freedom. In an early text, Philosophical Letters on Dogmatism and Criticism (1795) he suggests – against Kant – that there are two contrary models of freedom. There is a model in which we surrender to the power of nature, and ultimately become one it; but there is a contrary model in which we exercise our freedom to transform nature so that it no longer resists our freedom. At this stage, Schelling believes there is no way of choosing rationally between these two possibilities. Later, however, Schelling comes to realize that the ‘paradox of autonomy’ (which in the Letters he had tried to split into two opposing conceptions of freedom) is simply a basic feature of human existence. His question then becomes: what must the world be like, in metaphysical terms, if it can produce a being who has to live this paradox? And how can human beings live it?
 
Day 3: HEGEL (1770 – 1831). Unlike Schelling, Hegel believes that he can solve the problem of autonomy by moving from an individual to a social conception of freedom. He argues that autonomy consists in participating in social practices which have already shaped us, so that our own subjectivity is no longer simply opposed to the social rules we are obliged to obey. In this way, there is no longer an opposition between the moral agent and the duties which she must perform. Hegel calls this social conception of duty ‘Sittlichkeit’, and the associated conception of freedom ‘being-with-oneself-in-the-other’. However, a problem arises because Sittlichkeit takes the form of a concrete socio-political formation. Is Hegel right to argue that the dimension of subjectivity which may sometimes find this concreteness limiting is merely ‘abstract’? Is he underestimating the dynamic of human freedom?
 
Day 4: ADORNO (1903 – 1969) In his masterwork Negative Dialectics, and in other writings, Adorno engages deeply with the thought of Kant and Hegel. He is able to see the strengths and weakness both of Kant’s theory of autonomy, which he thinks submits the spontaneous dimension of our freedom to an inflexible moral law, and Hegel’s theory of freedom, which he believes subordinates the individual to the power of the social whole. Adorno inteprets both these theories as an expression of the dilemmas confronting the exercise of freedom in an emerging bourgeois society. As a result, he tries to develop a new conception of freedom which can reconcile the universal claims which our own humanity, and the humanity of others, make on us with individual spontaneity.
 
Bibliography
 
NB: Where possible Portuguese translations will be identified and recommended prior to the start of the course, and some texts will be supplied to students, either in English or Portuguese, as pdfs.
 
Kant, Critique of Practical Reason (Cambridge University Press, 1997)
Kant, Religion within the Boundaries of Mere Reason (Cambridge University Press, 1998)
 
Schelling, Philosophical Letters on Dogmatism and Criticism (in The Unconditional in Human Knowledge: Four Early Essays, Associated University Presses, 1980)
Schelling, Philosophical Investigations into the Essence of Human Freedom, SUNY Press, 2006
 
Hegel, Elements of the Philosophy of Right, Cambridge University Press, 1991.
 
Adorno, Negative Dialectics, Routledge, 1973.