Programa

Metodologia: Metodologias ativas: aprender a partir de leituras, exercícios, análises e discussões e interação em fóruns; vídeo aulas.

Programa do curso:

Semana 1: Conceituando imagem e entendendo princípios de sua sintaxe
Semana 2: Interações palavra e imagem na arte e na literatura
Semana 3: Livros ilustrados, livros com ilustrações e livros-imagem
Semana 4: Poesia ilustrada, poesia concreta e poesia digital


Bibliografia do curso:

ABREU, A. O texto potencial no sistema ecológico do livro ilustrado infantil: palavra-imagem-design. Dissertação (Mestrado em Literatura e Crítica Literária). São Paulo: PUC-SP, 2013.
BOSI, Alfredo. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix, 1990.
DONDIS, D. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
KRESS, G.; van LEEUWEN, T. Reading images: the grammar of visual design. Abingdon: Routledge, 2006.
KÜMMERLING-MEIBAUER, B. The Routledge companion to picturebooks. Londres e Nova York: Routledge: 2018.
KÜMMERLING-MEIBAUER, B.; COLOMER, T.; SILVA-DÍAZ, C. (Orgs.) New directions in picturebook research. Londres: Routledge, 2010.
NEITZEL, A.; BRIDON, J. Poesia digital: reflexões em curso. Literatura y lingüística. no.27, Santiago, 2013, p. 111-133.
NIKOLAJEVA, Maria; SCOTT, Carole. Livro Ilustrado: palavras e imagens. Trad. Cid Knipel. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
PAINTER, C.; MARTIN, J.; UNSWORTH, L. Reading visual narratives: Image analysis of children’s Picture books. Sheffield: Equinox, 2013.
SANTAELLA, Lucia. Leitura de imagens. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
SANTAELLA, Lucia; NÖTH, W. . A poesia e outras artes. CASA. Cadernos de Semiótica Aplicada (Online), v. 9, p. 1-17, 2011.
SANTAELLA, Lucia; NÖTH, W. . Imagem: cognição, semiótica, mídia. 1. ed. Iluminuras, 1998.

Programa

1) Patrimônio: Apresentação do conceito de ‘Patrimônio’ e sua importância para a sociedade.
2) Conceitos: Questionamento das diferenças entre Preservação, Conservação e Restauração e posterior conceituação.
3) Suporte nos acervos: Apresentação dos principais suportes que podem existir em um acervo bibliográfico, isto é, os tipos de papéis, tintas e encadernações.
4) Paleografia: Introdução à Paleografia e sua importância para a associação e classificação de documentos em um acervo.
5) Codicologia: Descrição dos elementos diplomáticos para melhor caracterização da documentação.
6) Agentes internos e externos de degradação: Apresentação dos principais agentes de degradação internos e externos (luminosidade, temperatura, umidade relativa do ar, ação humana).
7) Agentes biológicos: Foco nos fatores externos de degradação relacionados a agentes biológicos: traças, baratas, cupins etc.
8) Estratégias de conservação: Diagnóstico, monitoramento ambiental e vistoria para estabelecimento de critérios para adoção de medidas para a conservação dos acervos.
9) Materiais para a conservação de acervos: qualidade dos materiais e recomendações.
10) Higienização: Apresentação dos Equipamentos de Proteção individual (EPIs), como óculos de proteção, avental, luvas e máscaras para que o conservador não se coloque em risco no momento da higienização. Demonstração das técnicas de higienização com trincha e espátula.
11) Acondicionamento: Serão apresentados os principais critérios de acondicionamento (primário, secundário e terciário) necessários para a conservação dos documentos.

BIBLIOGRAFIA:

ACIOLI, Vera Lúcia Costa. A Escrita no Brasil Colônia: um guia para a leitura de documentos manuscritos. UFP/Fundação Joaquim Nabuco, Massangana, 1994.
BALLOFFET, NELLY & HILLE, J. PRESERVATION and CONSERVATION for Libraries and Archives. Chicago: American Library Association, 2005.
BECK, Ingrid et. al. Manual de preservação de documentos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1991.
BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos Permanentes: tratamento documental. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
__. Como fazer análise diplomática e análise tipológica de documento de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado/ Imprensa Oficial, 2000. (Projeto Como Fazer, 8). Disponível em: http://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_como_fazer/cf8.pdf
CASSARES, Norma Cianflone. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São Paulo: Arquivo do Estado/ Imprensa Oficial, 2000. (Projeto Como Fazer, 5).
CEDRAN, Lourdes. Cartilha do Papel Artesanal. Editora Páginas e Letras. São Paulo, 1977.
JUNIOR, Jayme Spinelli. Conservação de acervos bibliográficos e documentais. Fundação da Biblioteca Nacional – Departamento de Processos Técnicos. Rio de Janeiro, 1997.
PEDERSOLI, José Luiz Jr; SPINELLI, Jaime. Biblioteca Nacional - Plano de gerenciamento de riscos: salvaguarda & emergência. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2010.
Projeto CPBA - Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos. Textos traduzidos disponíveis em: http://www.arqsp.org.br/cpba Resource: The Council for Museums, Archives and Libraries.
SEQUEIRA, S.; CABRITA, E. J.; MACEDO, M. F. Antifungals on paper conservation: An overview. International Biodeterioration and Biodegradation, v. 74, p. 67–86, 2012.
ZERVOS, S.; ALEXOPOULOU, I. Paper conservation methods: a literature review. Cellulose, v. 22, n. 5, p. 2859–2897, 2015.

Programa

Unidades:
1. Demografia, etnocídio, genocídio
2. Variedade cultural e linguística
3. Panorama da presença histórica
4. Invisibilização


Bibliografia de referência:
Clastres, Pierre “Do Etnocídio”, in Arqueologia da violência. Ensaios de antropologia política. São Paulo, Cosac&Naify, 2004, cap. 4
Cunha, Manuela Carneiro da. Índios no Brasil: história, direitos e cidadania. Editora Companhia das Letras, 2013.
Krenak, Ailton. “O eterno retorno do encontro” . In A. Novaes (org.) A outra margem do ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, p. 23-31, 1999.
Melatti, Julio Césas. Página do Melatti. http://www.juliomelatti.pro.br/
Povos Indígenas no Brasil. Instituto Socioambiental. https://pib.socioambiental.org/pt/
Projeto de documentação de línguas indígenas. Museu do Índio. http://prodoclin.museudoindio.gov.br/index.php/conheca-as-linguas-indig…
Seki, Lucy. “Línguas indígenas do Brasil no limiar do século XXI”,
Silva, Aracy Lopes da, Luís Donisete Benzi Grupioni, and Ana Vera Lopes da Silva Macedo. A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1o. e 2o. graus. Mec, 1995.
Viveiros de Castro, Eduardo. "No Brasil, todo mundo é índio, exceto quem não é." Povos indígenas no Brasil (2001 2005) (2006): 41-49. https://pib.socioambiental.org/files/file/PIB_institucional/No_Brasil_t…

Programa

- Introdução ao tema. Apresentação da produção acadêmica, em especial, de Yessai Ohannes
Kerouzian, a respeito da matéria;
- O movimento literário das primeiras décadas do século XX.
- A vida e obra de Yeghiche Tcharents. Biografia. Contexto histórico da Armênia.
- A obra produzida por Tcharents. Análise dirigida de poemas selecionados
- Análise do contexto histórico e cultural.
- Conclusões.
Bibliografia
ANTUNES, Sérgio Pereira. Introdução ao universo armênio. São Paulo: Sésamo, 2012.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes. Yeghishé Tcharentz e a literatura moderna armênia. São Paulo:
FFLCH/USP, 1972. (tese de livre docência).
KEROUZIAN, Yessai Ohannes. A nova poesia armênia. São Paulo: FFLCH/USP, 1983.
PEREIRA, Deize Crespim (org.). Poesia armênia moderna e contemporânea. São Paulo: FFLCH/USP,
2020.
SAPSEZIAN, Aharon. História da Armênia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
SAPSEZIAN, Aharon. Literatura armênia: uma introdução. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994

Programa

1. Apresentação da proposta e introdução histórica.
2. A relação entre marxismo e psicanálise na primeira geração: caráter, autoridade e ideologia.
3. A relação entre marxismo e psicanálise na primeira geração: sofrimento, dominação e resistência.
4. Uma Teoria Crítica livre das contradições freudianas: comunicação e reconhecimento.
5. Teoria Crítica e Psicanálise hoje: a questão da intersubjetividade.
6. Teoria Crítica e Psicanálise hoje: neoliberalismo e negatividade.
 

Bibliografia

ADORNO, T. Ensaios de Psicologia social e Psicanálise. Tradução: Verlaine Freitas, São Paulo, Unesp, 2015.
ADORNO, Theodor. Minima Moralia. Reflexões a partir da vida danificada. tradução de Luiz Eduardo Bicca, São Paulo, ed. Ática, 1993; Minima Moralia. Reflexões a partir da vida lesada, tradução de Gabriel Cohn, Rio de Janeiro, ed. Beco do Azougue, 2008.
ADORNO, Theodor. O Conceito de inconsciente na doutrina transcendental da alma. In: ADORNO, Theodor. Primeiros escritos filosóficos. São Paulo: Unesp, 2018.
ALLEN, Amy. Critique on the couch: why critical theory needs psychoanalysis. Nova Iorque: Columbia University Press, 2020.
BENJAMIN, Walter. Charles Baudelaire: um lírico no auge do capitalismo. IN: Obras Escolhidas. Vol. II, São Paulo, Brasiliense, 2000.
DAHMER, Helmut. Adorno’s view of psychoanalysis. Thesis Eleven, 111(1), 97-109. https://doi.org/10.1177/0725513612453422, 2012
DAHMER, Helmut. Libido und Gesellsachaft: studien über Freud und die Freudsche Lynke, Suhrkamp, Frankfurt am Main, 1973.
DURKIN, Kieran. “Erich Fromm and Theodor W. Adorno Reconsidered: A Case Study in Intellectual History” IN: New German Critique 136, Vol. 46, No. 1, 2019.
FREUD, Sigmund. Obras Completas. São Paulo: Cia. das Letras, 2010.
HONETH, Axel. Pathologies of reason: on the legacy of critical theory. New York, Columbia University Press, 2009.
JAY, Martin, A Imaginação dialética: história da Escola de Frankfurt e do Instituto de Pesquisas Sociais. Rio de Janeiro, ed. Contraponto, 2008.
MARCUSE, Herbert. Eros e Civilização - Uma interpretação filosófica do pensamento de Freud. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1981.
RAMOS, Conrado. “Elementos para um reflexão da clínica psicanalítica como resistência e como adaptação” In: Crochík, José Leon (et al.). Teoria crítica e formação do indivíduo. São Paulo, Casa do Psicólogo, 2007.
REICH, Wilhelm. Análise do Caráter. Zahar editora, Rio de Janeiro, 1998 [1933].
ROUANET, Sérgio. Teoria crítica e psicanálise. Rio de Janeiro, ed. Tempo Brasileiro, 1986.
SAFATLE, Vladimir. Dar corpo ao impossível: o sentido da dialética a partir de Theodor Adorno, Belo Horizonte, ed Autêntica, 2019.
WHITEBOOK, Joel. “The marriage of Marx and Freud: Critical Theory and psychoanalysis” IN: Rush, Fred. The Cambridge Companion to Critical Theory. Cambridge University Press, 2004.
WHITEBOOK, Joel. Perversion and utopia, Cambridge: MIT Press, 1995.
WIGGERSHAUS, Rolf. A Escola de Frankfurt: história, desenvolvimento teórico, significação política. Rio de Janeiro, Difel, 2006.

 

Programa

This course invites students of American literature, history, psychology (and other fields) to join in discussing the history and literature of a non-hegemonic region of the U.S. The excerpts the class reads will be supplemented to fill in context and historical periods. A schedule of readings is attached; all are in English.. Please keep up with readings as the class moves quickly.
This course explores issues of identity and cultural relevancy/appropriations in contemporary southwestern literature. We will read works by major authors of Arizona, Colorado, and New Mexico, including Rudolfo Anaya, Barbara Kingsolver, Tony Hillerman, Terry McMillan, Simon Ortiz, and Edward Abbey. This will include poetry, fiction, and non-fiction.
In addition, students will audition radio documentaries on these writers and read Writing the Southwest, a volume of biography and critical reception on these same authors. Competency in English reading and writing required
 
Course Schedule and Readings
 
Class 1 - Southwestern American Culture in Context;
- Joy Harjo and Native American Literature
 
Class 2 - Rudolfo Anaya and Hispanic American LIterature
 
Class 3 -Edward Abbey and Anglo American Literature
 
Class 4 -Summary: Reading/Writing The American Southwest
 
 
Bibliography:
Dunaway and Spurgeon. Writing the Southwest (3rd edition: 2017)
Abbey, Edward. The Brave Cowboy. Dodd, Mead, 1956.
Chavez, Denise. The Last of the Menu Girls. Houston: Arte Publico Press, 1986.
Harjo, Joe. In Mad Love and War. Middletown. Conn.: Wesleyan University Press, 1990.
Hillerman, Tony. The Ghostway. New York. Harper and Row, 1985.
Kingsolver, Barbara. Animal Dreams. New York: HarperCollins, 1990.
McMillan, Terry. Waiting to Exhale. New York. Viking, 1992.
Nichols, John. Elegy for September. New York. Henry Holt and Company, 1992.
Nichols, John. On the Mesa. Santa Fe. Peregrine Smith, 1986.
Rios, Alberto. The Iguana Killer: Twelve Stories of the Heart. New York: Blue Moon Books, 1982.
Steiner, Stan. La Raza: The Mexican Americans. New York: G.P. Putnam,1970.
Waters, Frank. People of the Valley. Chicago. Swallow Press, 1941.

 

Programa

7/5 AULA 1
• Apresentação do curso e abordagem teórico-metodológica.
• Pressupostos históricos: a colonização de Moçambique e o pensamento anticolonial.
• Uma abordagem biobibliográfica: onde, quando e quem foi José Craveirinha?

14/5 AULA 2
• Seleção de poemas de Craveirinha e início de leituras coletivas.
• Craveirinha na literatura produzida em Moçambique: o que houve antes?
• O redor literário de Craveirinha: uma perspectiva geracional.
• Literatura, identidade e nacionalismos: implicações históricas.

21/5 AULA 3
• Literatura e poder político: lirismo, confrontação, engajamento e participação.
• Literatura anticolonial e poesia revolucionária: encontros e dissensões.
• Craveirinha após a década de 1980: a reivindicação da utopia.
• Craveirinha hoje: cânone e subversão.

28/5 AULA 4
• Apresentação dos participantes e avaliação final.
• Celebração: um século de Craveirinha na data de seu aniversário.

Referências bibliográficas:

ABDALA JÚNIOR, Benjamin. Literatura, história e política: literaturas de língua portuguesa no século XX. Cotia: Ateliê, 2007.
ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas: reflexões sobre a origem e difusão do nacionalismo. São Paulo: Cia. das Letras, 2008.
BOAHEN, Albert Adu (org.). História geral da África, VII: África sob dominação colonial, 1880-1935. Brasília: Unesco, 2010.
CABAÇO, José Luís. Moçambique: identidades, colonialismo e libertação. São Paulo: Ed. Unesp, 2010.
CALANE DA SILVA, Raul. Do léxico à possibilidade de campos isotópicos literários. Tese de doutorado. Faculdade de Letras. Porto: Universidade do Porto, 2009.
CALANE DA SILVA, Raul. O estiloso Craveirinha. Maputo: Imprensa Universitária, 2002.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2014.
CHABAL, Patrick. Vozes moçambicanas: literatura e nacionalidade. Editora Vega: Lisboa, 1994.
CRAVEIRINHA, José. Babalaze das hienas. Maputo: AEMO, 1997.
CRAVEIRINHA, José. Hamina e outros contos. Lisboa: Caminho, 1997.
CRAVEIRINHA, José. Karingana ua karingana. Lourenço Marques: Académica, 1974.
CRAVEIRINHA, José. Maria. Lisboa: Caminho, 1998.
CRAVEIRINHA, José. Moçambique e outros poemas. Maputo: Alcance, 2018.
CRAVEIRINHA, José. O folclore moçambicano e suas tendências. Maputo: Alcance, 2019.
CRAVEIRINHA, José. O plebiscito. Maputo: Alcance editores, 2020.
CRAVEIRINHA, José. Xigubo. Lisboa: Edições 70, 1980.
CORREA, Sonia/ HOMEM, Eduardo. Moçambique: primeiras machambas. Rio de Janeiro: Margem Editora, 1977.
EAGLETON, Terry. Marxismo e crítica literária. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
FANON, Frantz. Os Condenados da Terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
_____________. Pele negra, máscaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008.

FRY, Peter. Moçambique: ensaios. Rio de Janeiro: UFRJ, 2001.
KI-ZERBO, Joseph. História da África Negra. Mem Martins: Publicações Europa-América, 1979.
HAMILTON, Russell G. Literatura africana, literatura necessária II – Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe. Lisboa: Edições 70, 1984.
HEDGES, David et al (org.). História de Moçambique Vol. 3: Moçambique no auge do colonialismo 1930-1961. Maputo: UEM, 1993.
HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008.
HOBSBAWN, Eric. A era dos Impérios (1875-1914). Rio de Janeiro: Paz e terra, 2010.
MARGARIDO, Alfredo. Estudo sobre literaturas das nações africanas de língua portuguesa. Lisboa: A regra do jogo, 1980.
MARX, Karl. Textos sobre el colonialismo. Córdoba: Ediciones pasado y presente, 1973.
M’BOKOLO, Elikia. África Negra: História e Civilizações. São Paulo: Casa das Áfricas/ Salvador: EDUFBA, 2009.
MATUSSE, Gilberto. A construção da imagem de moçambicanidade em José Craveirinha, Mia Couto e Ungulani Ba Ka Khosa. Maputo: UEM Livraria Universitária, 1998.
MENDONÇA, Fátima e SAÚTE, Nelson. Antologia da nova poesia moçambicana. Maputo: AEMO, 1989.
MENDONÇA, Fátima. Literatura moçambicana: a história e as escritas. Maputo: Universidade Eduardo Mondlane, 1988.
RITA-FERREIRA, Antônio. Povos de Moçambique. Lisboa: Editora Afrontamento, 1975.
RODNEY, Walter. Como a Europa subdesenvolveu a África. Coleção de leste a oeste. Lisboa: Seara Nova, 1975.
SANTOS JÚNIOR, José Welton Ferreira dos. Tambores poéticos: a (re)invenção da história em José Craveirinha e Abdias do Nascimento. Dissertação de mestrado do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos da UFBA. Salvador: UFBA, 2012.
SOUZA, Ubiratã R. Bueno de. Entre armas e palavras: literatura e guerra civil em Moçambique. São Paulo: EdUFABC, 2017.
WILLIAMS, Eric. Capitalismo e escravidão. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
WILLIAMS, Raymond. Marxismo e literatura. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
ZAMPARONI, Valdemir. De escravo a cozinheiro: colonialismo e racismo em Moçambique. Salvador: EDUFBA: CEAO, 2012.
ZAMPARONI, Valdemir. Entre narros e mulungos: colonialismo e paisagem social em Lourenço Marques (1890-1940). Tese de Doutorado. São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 1998.

Programa

1. Introdução às PMs (classificação, homônimos) - Marceli Aquino
2. Introdução às PMs (função nuclear, geral) - Marceli Aquino
3. PM doch
4. PM doch - PM ja
5. PM ja
6. Discussão e produção

BIBLIOGRAFIA


ABRAHAM, Werner. Discourse particles in German: how does their illocutive force come about? In: ABRAHAM, Werner. (Ed.). Discourse particles: descriptive and theoretical investigations on the logical, syntactic, and pragmatic properties of discourse particles in German. Amsterdam: Johns Benjamins, 1991. p. 203-252

AQUINO, Marceli. O ensino das partículas modais alemãs: estratégias didáticas em ALE. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, Belo Horizonte, v. 20, n. 1, p. 131-161, 2020.

AQUINO, M.. Die Modalpartikel und ihre funktionalen Äquivalente im Portugiesischen. Kontrastive Pragmatik. Wege der Germanistik in transkultureller Perspektive. Jahrbuchs für internationale Germanistik, v. 6, p. 183-194, 2023.

AQUINO, M. C.. A description of the pragmatic function of mas and aí in Brazilian Portuguese: analysis on the functional equivalents of German Modal Particles. Diálogo das Letras, p. e02304-17, 2023.

AQUINO, M.. The nuclear communicative function as a teaching strategy for German Modal Particles: the relevance of the minimalist approach as a teaching tool. EDUCAÇÃO EM REVISTA (ONLINE), v. 40, p. e26145, 2023.

AQUINO, M.Das sieht ja ganz anders aus, wie fühlst du dich denn? Teaching modal particles ja and denn with the Queer Eye Germany series: a didactic model based on a Descriptive Format. PANDAEMONIUM GERMANICUM (ONLINE), v. 49, p. 170-195, 2023.

AQUINO, M. Proposta de ensino das partículas modais doch e halt na série How to Sell Drugs Online: uma análise com base na abordagem minimalista. Revista Horizontes de Linguística Aplicada, no prelo.

AQUINO, Marceli; ARANTES, Poliana Coeli Costa. Partículas modais em alemão e seus equivalentes funcionais em português brasileiro: proposta de análise e classificação para o uso. Pandaemonium Germanicum, São Paulo, v. 23, n. 40, p. 166-190, 2020.

AQUINO, Marceli; KAHIL, Tamires. As partículas modais mas e aí pela perspectiva de falantes do português brasileiro: uma investigação da linguagem em uso. Revista Confluência, Rio de Janeiro, 2022.

BOLACIO, E.; LIMA, T; BARROS, B. Modalpartikeln im DaF-Unterricht. Vermittlung und Lehrwerkanalyse. Periodicos Caderno de Letras (Ufpel) 29. 2017. https://periodicos.ufpel.edu.br

BROSS, Fabian. German modal particles and the common ground. Helikon. A Multidisciplinary Online Journal, 2 . 2012. 182-209.

BRÜNJES, Lena. Das Paradigma deutscher Modalpartikeln: Dialoggrammatische Funktion und
paradigmeninterne Opposition. Berlin: de Gruyter, 2014.

BUSSE, D. Partikeln im unterricht Deutsch als fremdsprache. Muttersprache, Berlin, v. 102, n. 1, p. 37-59, 1992

DIEWALD, Gabriele; KRESIĆ, Marijana; BATINIĆ, Mia Angster. A format for the description of German modal particles and their functional equivalents in Croatian and English. In: CHIARA, Fedriani; SANSÓ, Andrea (Ed.). Pragmatic Markers, Discourse Markers and Modal Particles: New Perspectives. Amsterdam: John Benjamins, 2017. p. 230-254.

CUENCA, Maria Josep. The fuzzy boundaries between discourse marking and modal marking. In: DEGAND, Liesbeth; PIETRANDREA, Paola; CORNILIE, Bert (org.). Discourse markers and modal particles. Categorization and description. Amsterdam & Philadelphia: John Benjamins, 2013, p.191-216.

DUCH-ADAMCZYK, J. Vermittlung der Abtönungspartikeln im DaF-Unterricht. In: SKOWRONEK, B. (ed.). Glottodidactica. Kraków: Wydawnictwo Naukowe, 2012. p. 25-35. v. 39

FISCHER, Kerstin; ALM, Maria. A radical construction grammar perspective on the modal particle-discourse particle distinction. In: DEGAND, Liesbeth; PIETRANDREA, Paola; CORNILLIE, Bert (Ed.). Discourse markers and modal particles. Categorization and description. Amsterdam/Philadelphia: John Benjamins, 2013. p. 47-88.

FRANCO, A. Descrição linguística das partículas modais no português e no alemão. Coimbra: Coimbra, 1991.

HEGGELUND, K. Zur Bedeutung der Deutschen Modalpartikeln in Gesprächen unter besonderer Berücksichtigung der Sprechakttheorie und der Daf-Perspektive. Linguistik Online, Berna, v. 9, n. 2, 2001.

HENTSCHEL, Elke; WEYDT, Harald. Handbuch der deutschen Grammatik. Berlin: De Gruyter, 2003.

JOHNEN, Thomas. Aí como partícula modal do português. In: MOTA, Jacyra (ed.): Atas do 1o Congresso Internacional da Associação Brasileira de Lingüística, vol. 2: Comunicações, disquete 06: Lexicologia e Semântica. Salvador: Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia, 1994.

KÖNIG, Ekkehard. Dimensionen der Bedeutung und Verwendung von Modalpartikeln im Deutschen: Grundlagen einer Bestandsaufnahme. In Harden, Theo & Hentschel, Elke (eds.), 40 Jahre Partikelforschung. Tübingen: Stauffenburg. 79-96. 2010.

KRESIĆ, Marijana.; BATINIĆ, Mia. Modalpartikeln: Deutsch im Vergleich mit dem Kroatischen und Englischen/Modalne čestice: njemački jezik u usporedbi s hrvatskim i engleskim. 1. ed. Zadar: Sveučilište u Zadru, 2014.

LINDNER, Katrin. 'Wir sind ja doch alte Bekannte'. The use of German ja and doch as modal particles. In: Abraham, Werner (Ed.). Discourse particles. Descriptive and theoretical investigations on the logical, syntactic, and pragmatic properties of discourse particles in German. Amsterdam: John Benjamins, 1991. p. 163-201.

LOCHTMANN, K.; DE BOE, S. Die soziolinguistische kompetenz bei daf-lernenden und die rolle der modalpartikeln. Zeitschrift für Interkulturellen Fremdsprachenunterricht, [S.l.], v. 18, n. 2, p. 142-156, 2013.

RÖSLER, D. Teaching German modal particles. International Review of Applied Linguistics, [S. l.], v. 20, n. 1, p. 33-38, 1982.

SCHOONJANS, Steven. The Influence of Context on the Translation of Modal Particles. In Papers in Translation Studies. IN: IZWAINI, S. Newcastle upon Tyne: Cambridge Scholars Publishing, 2–24, 2015.

SCHOONJANS, Steven. Modalpartikeln als multimodale Konstruktionen: Eine korpusbasierte
Kookkurrenzanalyse von Modalpartikeln und Gestik im Deutschen. Berlin: De Gruyter, 2018. 320p.

SCHRÖDER, Ulrike. Partículas modais no contexto do uso multimodal: uma análise cognitiva e comparativa de uma aula de ALE. In: AQUINO, Marceli Cherchiglia. (Org.). Was du schon immer über Linguistik, DaF und Interkulturalität wissen wolltest, aber nicht zu fragen wagtest: reflexões sobre linguística, ensino-aprendizagem e interculturalidade em língua alemã. 1ed.São Paulo: FFLCH/USP, 2020, v. 1, p. 10-29.

WALTEREIT, Richard. Modal particles and their functional equivalents: a speech-act-theoretic approach. Journal of Pragmatics, Amsterdam, v. 33, n. 9, p. 1391-1417, 2001.

WEYDT, Harald. What are Particles Good for? In : FISCHER, Kerstin (ed.), Approaches to discourse particles (Studies in Pragmatics 1), Amsterdam, New York : Elsevier, 2006. p. 205-218.

Programa

Bibliografia básica:

BAER, Brian James (org). Contexts, subtexts and pretexts: literary translation in Eastern Europe and Russia. Amsterdam/Philadelphia, Johns Benjamins Publishing Company, 2011.
FINKELSTEIN, Miriam. “Constructions of Russianness in Contemporary non-Russian Literary Contexts”, in Russian Cultures and Global Situation, Kevin M.F. Platt (Ed.), Madison (WI): University of Wisconsin Press, 2019, 312-329.

Programa

Aula 1: Algoritmos e plataformas digitais
Aula 2: Ação conectiva e populismo digital
Aula 3: Emoções e discurso de ódio na política contemporânea

Bibliografia:
ANTONELLI, Giuseppe. Volgare eloquenza. Come le parole hanno paralizzato la politica. Roma: Laterza, 2017.
Van Djick, J. Tracing Twitter: The rise of a microblogging platform. International Journal of Media and Cultural Politics, vol. 7, n 3, 2011.
VAN DIJCK, J.et al . The Platform Society as a Contested Concept; Platform Mechanisms In: The platform society. Oxford: Oxford University Press, 2018, p.7-48
O’NEIL, C. Introdução e Componentes da bomba: o que é um modelo? In: O’NEIL, C. Algoritmos de destruição em massa: como o Big Data aumenta a desigualdade e ameaça a democracia. 1. ed. São Paulo: Editora Rua do Sabão, 2020. p. 5-32.
EMPOLI, G. Os engenheiros do caos: como as fakes News, as teorias da conspiração e os algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições. 3. ed. São Paulo: Vestígio, 2019.
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