Programa

1. 07/02/2026 - Aspectos gerais do romance de 1930 e introdução à obra de José Lins do Rego.

2. 21/02/2026 - Patriarcado, memória e fracasso: Análise panorâmica dos romances que compõem o clico da cana: “Menino de Engenho”, “Doidinho” e “Bague”.

3. 28/02/2026 - Cangaço e fanatismo: análise do romance “Pedra Bonita”.

4. 07/03/2026 - Decadência e patriarcado: análise da obra “Fogo Morto”.

*Não haverá aula no dia 14/02/2026

Referências bibliográficas

BUENO, Luís. Uma história do romance de 30. São Paulo/Campinas. Edusp/Editora Unicamp. 2006.
CANDIDO, Antonio. “Um romancista em decadência”, in: Brigada Ligeira e Outros Escritos. São Paulo. Editora Unesp. 1992.
_________________. Literatura e Sociedade, Rio de Janeiro, Ouro sobre Azul, 2014.
_________________. “A Compreensão da realidade”, in: Brigada ligeira e outros escritos. São Paulo. Editora Unesp. 1992.
CARPEAUX, Otto Maria. “O brasileiríssimo José Lins do Rego”, in Fogo Morto. 4ed. Rio de Janeiro. Editora José Olympio, 1956.
CASTELLO, José Aderaldo. José Lins do Rego: modernismo e regionalismo. São Paulo. Edart. 1961.
CAMILO, Vagner. “Um banguê na fronteira de Wessex e da Beira (Lins do Rego, leitor de Hardy e Eça)”, in: Revista USP n. 63. São Paulo. 2004.
CHAGURI, Mariana. O Romancista e o engenho: José Lins do Rego e o regionalismo nordestino dos anos 1920 e 1930. São Paulo. Aderaldo e Rothschild. 2009.
COUTINHO, Edilberto. O romance do açúcar - José Lins do Rego: vida e obra. Rio de Janeiro. José Olympio: INL: MEC. 1980.
RUFINONI, Simone Rossinetti. À sombra da casa-grande: patriarcado, loucura e ressentimento em "Fogo morto". Teresa, São Paulo, Brasil, v. 1, n. 19, p. 315–346, 2018
___________________________. Um país dentro da casa: o caráter político do espaço doméstico em três romances brasileiros. Estudos Avançados, São Paulo, Brasil, v. 33, n. 97, p. 277–302, 2019.
QUEIROZ, Maria Isaura de Pereira. O messianismo no Brasil e no mundo. São Paulo, EDUSP, 1965.
______________________________. Os cangaceiros. São Paulo: Duas Cidades, 1977.
VILLAÇA, Davi Lopes. José Lins do Rego: tipos em transição. 2017. Dissertação (Mestrado em Literatura Brasileira) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.

Programa

4 aulas de 2 horas cada
Aula 1: Introdução à tradução feminista
• Contexto histórico
• Sistematização de teorias
• Críticas
Aula 2: Manipulação/intervenção no texto
• Questões de tradução espanhol/português
• Estratégias de intervenção
Aula 3: dar voz ao silêncio (recuperação de mulheres não traduzidas)
• A literatura escrita por mulheres na América Latina
• Revisão do espaço das mulheres na literatura
• Projetos de recuperação de vozes com a tradução
Aula 4: o que se faz na América Latina – mitos, anedotas, possibilidades
• Desfazendo mitos latino-americanos, uma reflexão para a tradução feminista
• Possibilidades para a tradução feminista latino-americana

Bibliografia

ALÍ, B; MOLINELLI, R. Otros colores para nosotras. Poesía contemporánea de mujeres argentinas. Editora Continente: Buenos Aires, 2018.

CASTELLANOS, Rosario. Mujer que sabe latín..., México: Fondo de Cultura Económica, 2012.

CASTRO, Olga. (Re-)examining Horizons in Feminist Translation Studies: Towards a Third Wave?/ (Re)examinando horizontes em los estudios feministas de tradución: ¿hacia uma terceira ola?. MonTI 1, 2009, p. 59-86. Disponível em: https://rua.ua.es/dspace/bitstream/10045/13037/1/MonTI_01_08_trans.pdf

ESQUIVEL, Laura. Malinche. Rio de Janeiro: Ediouro, 2007.

FLOTOW, Luise Von. Feminist Translation: Contexts, Practices and Theories. In: TTR 4:2, 1991. pp. 69-84. Disponível em: https://www.erudit.org/fr/revues/ttr/1991-v4-n2-ttr1475/037094ar.pdf

GODARD, Barbara. Theorizing Feminist Discourse/Translation. Tessera 6 (1989): 42-53.

GUARDIA, Sara Beatriz. Literatura e escritura feminina na América Latina. Anais do XII Seminário Nacional e III Seminário Internacional Mulher e Literatura. Ilhéus: UESC, 2007.

MILLS, Sarah. Third Wave Linguistic Feminism and the Analysis of Sexism. Discourse Analysis Online 2:1, 2003. Disponível em: http://extra.shu.ac.uk/daol/articles/open/2003/001/mills2003001-paper.h… Acesso em: 29 dez 2016

PAZ, Octavio. Los hijos de la Malinche. El laberinto de la soledad. México: Fondo de Cultura Económica, 2004. Print.

PAZ, Octavio. Sor Juana Inés de la Cruz ou As armadilhas da fé. São Paulo: Ubu, 2017.

ROCHA, Nildicéia Aparecida. A constituição da subjetividade feminina em Alfonsina Storni: uma voz gritante na América. São Paulo: UNESP, 2013.

SIMON, Sherry. Gender in Translation. Londres e Nova York: Routledge, 1996.

SPIVAK, Gayatri. The Politics of Translation. In: VENUTI, Lawrence (ed.), The Translation Studies Reader. London. New York: Routledge, 2000

Programa

1. A revisão de textos: breve levantamento histórico e de pesquisa sobre a atividade

2. Um olhar bakhtiniano para o trabalho do revisor textual

3. A abordagem ergológica da atividade de trabalho

4. Entre dizeres e fazeres: o trabalho com a revisão textual

 

Referências bibliográficas:

BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso (1952-1953). Organização, posfácio, tradução e notas de Paulo Bezerra. 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2016.

BAKHTIN, Mikhail. Teoria do Romance I: A estilística (1934-1935). Tradução de Paulo Bezerra. 1 ed. São Paulo, Editora 34, 2015.

BAKHTIN, Mikhail. Problemas da poética de Dostoiévski. [1963]. Trad. Paulo Bezerra. 5 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2015.

BAKHTIN, Mikhail. Notas sobre literatura, cultura e ciências humanas. Organização, posfácio, tradução e notas de Paulo Bezerra. 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2017.

BARBOSA, Vanessa Fonseca. Uma análise dialógica da atividade de revisão linguística em EaD. Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada) – Universidade Católica de Pelotas, Pelotas, 2012.
_____. Uma voz apagada? Análise da atividade de revisão de textos acadêmicos sob as perspectivas bakhtiniana e ergológica. Tese (Doutorado em Linguística) – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2017.

BARBOSA, Vanessa Fonseca; DI FANTI, Maria da Glória Correa. A (in)visibilidade da atividade de revisão de textos acadêmicos: um outro na teia dos sentidos. Letrônica, v. 11, p. s35-s53, 2018.

BARBOSA, V. F.; Di Fanti, M.G.C . Implicações éticas na atividade de revisão textual (no prelo). Discurso, Trabalho e Ética. 1ed.Rio de Janeiro: Letras, 2019, v. , p. 1-20. In: Bruno Deusdará; Fátima Pessoa. (Org.). Discurso, Trabalho e Ética.. 1ed.São Carlos: Pedro & João Editores, 2020.

BARBOSA, Vanessa Fonseca; SOBRAL, Adail. Sobre tipos de revisão textual e suas redes enunciativas: uma proposta bakhtiniana. In: Daniella Lopes Dias Ignácio Rodrigues. (Org.). No ritmo do texto: questões contemporâneas de preparação, edição e revisão textual (180 p.). 1ed. Divinópolis: Artigo A, 2019, v. 1, p. 15-40.

DI FANTI, Maria da Glória Corrêa. Linguagem e trabalho: diálogo entre a translinguística e a ergologia. Desenredo (PPGL/UPF), v.8, p. 309-329, 2012.

GRILLO, Sheila. Marxismo e Filosofia da linguagem: uma resposta à ciência da linguagem do séc. XIX e início do XX. In: VOLOCHÍNOV, Valentin (Círculo de Bakhtin). Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. Tradução, notas e glossário de Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. 2ed. São Paulo: Editora 34, 2018.

SCHWARTZ, Yves. A abordagem do trabalho reconfigura nossa relação com os saberes acadêmicos: as antecipações do trabalho. In: SILVA, M.C.S. FAÏTA, D. (orgs.). Linguagem e Trabalho: construção de objetos de análise no Brasil e na França. São Paulo: Cortez, 2002, p.109-126.

SCHWARTZ, Yves. A linguagem em trabalho. In: SCHWARTZ, Y. & DURRIVE, Y. (Org.). Trabalho & Ergologia: conversas sobre a atividade humana. Tradução Milton Athayde e Jussara Brito et al. Niterói: UFF, 2007, p. 131-188.

SCHWARTZ, Yves. Trabalho e ergologia. In: SCHWARTZ, Y.; DURRIVE, Y. (Org.). Trabalho & ergologia: conversas sobre a atividade humana. Trad. Milton Athayde et al. 2. ed. Niterói: UFF, 2010. p. 131-188.

SCHWARTZ, Yves. Manifesto por um ergoengajamento. In: BENDASSOLLI, P.; SOBOLL, L. A. (Org.). Clínicas do trabalho: novas perspectivas para compreensão do trabalho na atualidade. São Paulo: Atlas, 2011, p. 132-164.

SCHWARTZ, Yves. Motivações do conceito de corpo-si: corpo-si, atividade, experiência. In: DI FANTI, Maria da Glória Corrêa; SOUZA-E-SILVA, Maria Cecília de. Revista Letras de Hoje, Porto Alegre: EDIPUCRS, volume 49, número 3. 2014. p.259-274.

SCHWARTZ, Yves. Uma entrevista com Yves Schwartz. Revista Letrônica, Porto Alegre: EDIPUCRS, v. 9, n. especial, p. 222-233, 2016.

VOLOCHÍNOV, Valentin (Círculo de Bakhtin). Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. Tradução, notas e glossário de Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. 2ed. São Paulo: Editora 34, 2018.

VOLOCHÍNOV, Valentin (Círculo de Bakhtin). A palavra na vida e na poesia: ensaios, artigos, resenhas e poemas. Tradução, notas e glossário de Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. 1ed. São Paulo: Editora 34, 2019.

Programa

Ementa: O curso visa apresentar alguns aspectos da história do continente africano e das fontes com as quais reconstrui-la. Cada aula será proferida por uma professora ou professor diferente, introduzindo os participantes a um conjunto de questões de suas especialidades. O público alvo são pessoas interessadas em assuntos africanos, em especial aqueles com algum conhecimento anterior e professoras e professores de áreas afins. Uma aula de abertura mostrará como a ideia de África se constitui de fora para dentro do continente. Nas aulas subsequentes serão abordados temas a partir da perspectiva dos estudos literários, e principalmente históricos. Será dada uma visão ampla da história da África subsaariana, aspectos da história da África Ocidental e Central serão considerados durante o período anterior à colonização e durante a sua implantação, e alguns temas da África contemporânea serão introduzidos.

Programa completo e bibliografia:

23/5: 1ª aula - O olhar imperial e a invenção da África
Profa. Dra. Leila M. Gonçalves Leite Hernandez - FFLCH - USP
Texto de apoio: HERNANDEZ, Leila M. G. Leite. “O olhar imperial e a invenção da África”. In: A África na sala de aula - Visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro Ed., 2008, p. 17-44.

30/5: 2ª aula - 30/5: 2ª aula – A literatura no continente africano: violência e libertação.
Profa. Dra. Rita Chaves - FFLCH – USP
Textos de apoio: ACHEBE, Chinua. O nome difamado de África. IN A educação de uma criança em um protetorado britânico.São Paulo: Companhia das letras, 2012, p.82-98.
RUI, Manuel. Eu e o Outro – o Invasor (ou em três poucas linhas uma maneira de pensar o texto). In MEDINA, Cremilda. Sonha, Mamana África,. São Paulo:Epopeia, 1987, p. 353-355.

6/6: 3ª aula - Temas de História da África: uma introdução
Profa. Dra. Marina de Mello e Souza - FFLCH - USP
Textos de apoio: SOUZA, Marina de Mello e. História da África: um continente de possibilidades. In: ROCHA, MAGALHÃES e GONTIJO, Helenice, Marcelo e Rebeca (organizadores), A escrita da história escolar, memória e historiografia. Rio de Janeiro: Editora UFGV, 2009, pp.165-180.
SOUZA, Marina de Mello e. A descoberta da África, Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 4, n. 38, novembro de 2008, pp.72-75; reproduzido em Raízes Africanas, RHBN no bolso. Rio de Janeiro: Editor Sabin, 2009, pp.91-97.

13/6: 4ª aula – Expansão islâmica: o caso da África Ocidental
Prof. Dr. Thiago H. Mota - Universidade Federal de Viçosa
Textos de apoio: MOTA, Thiago H. Um coração de rei: Cultura política islâmica como antecedente das revoluções muçulmanas na África Ocidental (Senegâmbia, séculos XVI e XVII). Varia Historia, v. 36, p. 295-328, 2020.
MOTA, Thiago H. O Islã na África Atlântica: transformações no significado de comportamentos religiosos (séculos XVI-XVII). In: Lucilene Reginaldo e Roquinaldo Ferreira. (Org.). África, margens e oceanos: perspectivas de História Social. 1ed.Campinas: Editora UNICAMP, 2021, v. 1, p. 181-216.

20/6: 5ª aula - Textos e contextos missionários e o ponto de vista africano: Angola e Congo, séculos XVII - XVIII.
Profa. Dra. Lucilene Reginaldo - UNICAMP
Texto de apoio: Almeida, Carlos. A narrativa etnográfica na literatura missionária sobre o Kongo, séculos XVI a XVIII. In: Selma Pantoja; Estevam Thompson. Em torno de Angola: narrativas, identidades e as conexões atlânticas. São Paulo: Intermeios, 2014, pp. 15-32.

27/6: 6ª aula - “Imperialismo e visualidade: as narrativas de expedicionários e missionários britânicos em Uganda (África Oriental, 1870-1920)”
Profa. Marcia C. Pacito F. Almeida - IPHAN, PPGHS-USP
Textos de apoio: BOAHEN, Albert Adu.“Tendências e processos novos na África do século XIX”. In: AJAYI, J. F. Ade (org.). História geral da África: África do século XIX à década de 1880 (vol. VI). Brasília: UNESCO, 2010, pp. 51-57. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000190254/PDF/190254por.pdf.mu…
COHEN, David. “Povos e Estados da região dos Grandes Lagos”. In: AJAYI, J. F. Ade (org.). História geral da África: África do século XIX à década de 1880 (vol. VI). Brasília: UNESCO, 2010, pp. 318-342. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000190254/PDF/190254por.pdf.mu…
KNAUSS, Paulo. “O desafio de fazer História com imagens: arte e cultura visual”. ArtCultura, Uberlândia, vol. 8, nº 12, pp. 97-115, 2006. Disponível em: http://www.seer.ufu.br/index.php/artcultura/article/view/1406

4/7: 7ª aula - Mulheres em ação: África do Sul, século XX.
Profa. Nubia Aguilar Moreno - PPGHS-USP
Texto de apoio: MCCLINTOCK, Anne. Adeus ao paraíso futuro - Nacionalismo, gênero e raça. In.: Couro imperial: raça, gênero e sexualidade no embate colonial. Campinas: Editora da Unicamp, 2010. pp.517- 568.

11/7: 8ª aula - Intelectuais africanos e africanas no Brasil
Profa. Dra. Luiza Nascimento dos Reis - UFPE
Texto de apoio: . REIS, L. N. Estudantes africanos e africanas no Brasil (Anos 1960). Recife: Editora da UFPE, 2022 p.194
Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/716

Programa

Aula 1: Linguística descolonial e novos caminhos para a análise de línguas minoritárias

Aula 2: A ecologia linguística do Alto Rio Negro: Descolonialidade em prática

Referências bibliográficas:

Andrello, Geraldo. (2006). Cidade do Índio: transformações e cotidiano em Iauaretê. São Paulo: Editora UNESP/ISA/NUTI.
Andrello, G., & Vianna, J. (2022). A humanidade e seu(S) gênero(S): Mito, parentesco e diferença no noroeste amazônico. Revista de Antropologia, 65(1), e192786. https://doi.org/10.11606/1678-9857.ra.2022.19278.
Azevedo, D. S. da R. (2021). Construindo parentesco: O mito da cobra-canoa sob a perspectiva das integrações conceituais. Cadernos de Linguística, 2(2), e370. https://doi.org/10.25189/2675-4916.2021.v2.n2.id370
Barreto João Paulo. (2021). Kumuã na kahtiroti-ukuse: uma “teoria” sobre o corpo e o conhecimento prático dos especialistas indígenas do Alto Rio Negro. Tese de Doutorado PPGAS-UFAM.
Boas, F. (1963). Introduction to the handbook of american indian languages: Frank boas. Georgetown University Press.
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Chernela, Janet. (2013). “Toward an East Tukano ethnolinguistics: Metadiscursive practices, identity, and sustained linguistic diversity in the Vaupés basin of Brazil and Colombia.” In Upper Rio Negro: Cultural and Linguistic Interaction in Northwestern Amazonia, 197-244. Rio de Janeiro: Museu Nacional do Índio - Funai.
Chernela, Janet (2018). Language in an ontological register: Embodied speech in the Northwest Amazon of Colombia and Brazil. Language & Communication 63.
Cobbinah, Alexander Y.. (2020). “An Ecological Approach to Ethnic Identity and Language Dynamics in a Multilingual Area (Lower Casamance, Senegal).” In DiCarlo, Pierpaolo & Jeff Good (eds.) African Multilingualisms: Rural Linguistic and Cultural Diversity, 69-104. Lexington Books: Lanham.
Course, Magnus. (2018). Words beyond meaning in Mapuche language ideology. Language and Communication 63:9-14.
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Duranti, Alessandro. (1997). Linguistic Anthropology. New York: Cambridge University Press.
Duranti, A., & Goodwin, C. (1992). Introduction. In: Duranti, A. & Goodwin, C. (eds.). Rethinking context: Language as an interactive phenomenon. (pp. 1-42). Cambridge University Press.
Enfield, Nick J. (2009). The Anatomy of Meaning: Speech, Gesture, and Composite Utterances. Nova York: Cambridge University Press.
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Epps, Patience & Paiva Ramos, Danilo. (2020) Enactive Aesthetics: The Poetics of Hupdah Incantation Journal of Linguistic Anthropology, Vol. 0, Issue 0, pp. 1
Epps, Patience & Stenzel, Kristine. (eds.). Upper Rio Negro: cultural and linguistic interaction in Northwestern Amazonia. Rio de Janeiro: Museu do Índio – FUNAI, Museu Nacional, 2013.
Epps, Patience; Stenzel, Kristine. (2013). “Introduction: Cultural and Linguistic Interaction in the Upper Rio Negro Region”. In Upper Rio Negro: Cultural and Linguistic Interaction in Northwestern Amazonia, 13-41. Rio de Janeiro: Museu Nacional do Índio - Funai.
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Foley, William A. (1997). Anthropological Linguistics: An Introduction. Oxford: Blackwell.
Gomez-Imbert, E. 1996. When animals become "rounded" and "feminine": Conceptual categories and linguistic classification in a multilingual setting. In: Gumperz, J., Levinson, S (eds.). pp. 438-469. Rethinking liinguistic relativity. Cambrige University Press.
Goodwin, Charles. (2018). Co-operative action. Nova York: Cambridge University Press.
Hauck, Jan David. (2018). The origin of language among the Aché. Language and Communication 63:76-88
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Hugh-Jones, Stephen. (1996). “Shamans, prophets, priests and pastors”. In N. Thomas & C. Humphrey (eds.), Shamanism, history, and the state, pp. 32-75. Ann Arbor: University of Michigan Press.
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Viveiros de Castro, Eduardo. (2007). “Xamanismo transversal: Lévi-Strauss e a cosmopolítica amazônica”. In R. Queiroz; R.Nobre (ed). Lévi-Strauss: leituras brasileiras. Belo Horizonte: UFMG.
Viveiros De Castro, Eduardo. (2006). A Floresta de cristal: notas sobre a ontologia dos espíritos amazônicos. Cadernos de Campo, 14/15: 319-338.
Viveiros de Castro, Eduardo. (2018). Metafísicas canibais: Elementos para uma antropologia pós-estrutural. Ubu Editora, N-1-Edicoes.

Programa

Aula 1: O nascimento de uma indústria e a Guerra Civil Espanhola nas telas (1930-1940)
Exploração das origens da indústria cinematográfica espanhola e do impacto da Guerra Civil nas produções. Discutiremos o surgimento dos grandes estúdios, assim como os filmes bélicos e de propaganda realizados durante a Guerra Civil pelos dois lados do conflito. Abordaremos os principais diretores do período, como Benito Perojo e Florian Rey, além de empresas produtoras, como CIFESA e Hispano Film Produktion.

Bibliografia a ser comentada:
CAPARRÓS LERA, Josep Maria. História crítica del cine español. Barcelona, Editorial Ariel, 1999.
GARCÍA SEGUÍ, Alfons. "CIFESA, la antorcha de los éxitos". In: Archivos de la Filmoteca: revista de estudos históricos sobre la imagen, n. 4, 1990, p. 38-49.
GUBERN, Román. Benito Perojo: pionerismo y supervivencia. Instituto Nacional de las Artes Escénicas y de la Música (INAEM), 1994.


Aula 2: O pós-Guerra Civil e o cinema franquista (1940-1960)
Análise do cinema como instrumento de propaganda ideológica durante o franquismo. Discutiremos os filmes religiosos, que reforçavam a moral católica, os dramas históricos, que glorificavam a unidade nacional e momentos heroicos, e as “espanholadas”, que exploravam estereótipos culturais para projetar uma imagem folclórica e idealizada da Espanha.

Bibliografia a ser comentada:
DURÁN, Juan Antonio. Cesáreo González: el empresario espectáculo. Pontevedra: Diputación de Pontevedra, 2003.
FERNÁNDEZ, Emilio Carlos García. “Cine y propaganda en la España de Franco”. In: Revista de Occidente, n. 432, 2017, p. 142-147.
GUBERN, Román. La censura: función política y ordenamiento jurídico bajo el franquismo (1936-1975). Barcelona: Ediciones Península, 1981.


Aula 3: Etapa moderna, García Escudero e o Novo Cinema Espanhol (1960-1975)
Examinaremos o impacto da política de abertura cultural promovida por García Escudero na década de 1960 e o as articulações que levaram ao surgimento do Novo Cinema Espanhol. A partir de filmes que exploraram temas sociais e políticos, analisaremos os limites da renovação cinematográfica promovida pelo regime franquista. Serão abordados diretores como Carlos Saura, Basilio Martín Patino e Manuel Summers.

Bibliografia a ser comentada:
CAPARRÓS LERA, Josep Maria. El cine de los años 70. Navarra: EUNSA, 1976.
RUBIO, Carlos Aragüez. “La política cinematográfica española en los años sesenta: la propaganda del régimen a través del nuevo cine español (1962-1967)". Sociedad y utopía: Revista de ciencias sociales, n. 27, 2006, p. 77-92.


Aula 4: O cinema da transição e o cinema contemporâneo (1975-2000)
Exploração das transformações estéticas e culturais nas décadas de 1980 e 1990, e o impacto da transição democrática na produção cinematográfica. Análise das produções pós-transição, a globalização do cinema espanhol e o sucesso de cineastas como Almodóvar e Amenábar.

Bibliografia a ser comentada:
BARRY, Jordan; MORGAN-TAMOSUNAS, Rikki. Contemporary Spanish cinema. Manchester: Manchester University Press. 1998.
GARCÍA FERNÁNDEZ, Emilio Carlos. "El cine español contemporâneo: una propuesta didáctica". Barcelona: CILEH, 1992.
SMITH, Paul Julian. Desire Unlimited: The cinema of Pedro Almodóvar. Londres: Verso, 1994.

Programa

OBJETIVOS:
O curso tem por objetivos fornecer à/ao aluna/o um panorama das ferramentas computacionais que auxiliam o trabalho de tradução e capacitá-la/o para trabalhar com o software livre Wordfast Anywhere, uma das ferramentas de tradução assistida por computador mais empregadas por tradutoras e tradutores profissionais, contribuindo, desse modo, para a formação prática e/ou atualização de estudantes, interessadas/os ou profissionais da tradução e para sua melhor adequação às demandas atuais do mercado de trabalho.

JUSTIFICATIVA:
Ferramentas computacionais podem ser importantes aliadas de tradutoras e tradutores, reduzindo o tempo de trabalho necessário para concluir uma tradução e elevando a qualidade do produto final. Em alguns setores do mercado de trabalho de tradução, especialmente no de empresas especializadas nesse tipo de serviço, o domínio de ao menos uma das chamadas ferramentas de tradução assistida por computador (Computer-Assisted Translation Tools, ou CAT Tools) tornou-se mesmo requisito básico para a contratação de profissionais. No entanto, o desenvolvimento da subcompetência instrumental, que envolve o saber como empregar tecnologias ao longo do processo tradutório, nem sempre compõe os currículos para formação de tradutoras e tradutores. Levando em conta a importância da subcompetência instrumental para a consolidação da competência tradutória no mundo contemporâneo, o curso apresentará um panorama das tecnologias de tradução disponíveis atualmente (glossários e dicionários on line, sistemas de tradução automática e ferramentas de tradução assistida por computador - CAT Tools) e capacitará a/o aluna/o para trabalhar com o software livre Wordfast Anywhere, umas das CAT Tools mais usadas por tradutoras e tradutores profissionais. Além de funcionar de modo bastante similar ao de outras ferramentas pagas, o software tem como característica a possibilidade de se trabalhar na nuvem e de se produzir traduções coletivamente, já que pode ser acessado simultaneamente por mais de um usuário com a mesma conta.

CONTEÚDO (EMENTA):

Aula 1 (28/06):
- A competência tradutória e suas subcompetências;
- Ferramentas computacionais: dicionários e glossários on line, sistemas de tradução automática e ferramentas de tradução assistida por computador (CAT Tools);
- Como criar uma conta no software livre Wordfast Anywhere e reconhecimento da interface do software.

Aula 2 (29/06):
- Primeiros elementos da prática com Wordfast Anywhere: quais os recursos disponíveis no Wordfast Anywhere; como preparar um arquivo para ser trabalhado no Wordfast Anywhere; como subir o arquivo para o software; como construir e/ou importar/exportar um glossário; como construir e/ou importar/exportar uma memória de tradução; como definir o par linguístico; quais os comandos básicos do Wordfast Anywhere.

Aula 2 (30/06):
- Elementos avançados da prática com Wordfast Anywhere: como revisar uma tradução no Wordfast Anywhere; como baixar um arquivo do Wordfast; quais os formatos possíveis de arquivo para download e as diferenças entre eles; alguns problemas técnicos que podem ocorrer e como solucioná-los.
- Discussão sobre os resultados.


BIBLIOGRAFIA:
ALBIR, Amparo Hurtado. Competência tradutória e formação por competências. Cadernos de Tradução, Florianópolis, v. 40, nº 1, p. 367-416, jan-abr, 2020. Traduzido por Lavínia Teixeira Gomes e Marta Pragana Dantas. Disponível em: . Acesso em: 5 jun. 2020.
ALCINA, Amparo. Translation Technologies: Scope, Tools and Resources. Target: International Journal on Translation Studies, maio, 2008.
SANTOS, Diana; FREITAS, Cláudia. Áreas emergentes e ferramentas especializadas: tradução e tecnologia em revista. Tradução em Revista, n. 22, v. 1, 2007.
AMARAL, Ana Lúcia Ribeiro do. A experiência da tradução comparando ferramentas de auxílio a tradução: Wordfast Anywhere x Smartcat. Trabalho de Conclusão de Curso. Instituto de Letras, Universidade de Brasília, Brasília, 2019.

OBSERVAÇÕES:
O curso será ministrado remotamente via Google Meet. Os slides explicativos, textos e demais materiais de apoio serão disponibilizados na plataforma Google Classroom. Cada aluna/a inscrito/a abrirá (na primeira aula) uma conta de acesso individual ao software Wordfast Anywhere, com a qual trabalhará durante o curso.

Programa

Aula 1 – Vida e obra do autor – Parte I - Apresentação do autor e de toda a obra. Introdução à série Minha luta. Análise dos livros 1 (A morte do pai), 2 (Um outro amor) e 3 (A ilha da infância).

Aula 2 – Vida e obra do autor – Parte II – Análise dos livros 4 (Uma temporada no escuro), 5 (A descoberta da escrita) e 6 (O fim).

Aula 3 – Crítica, recepção e pensamento do autor – Análise da repercussão crítica da obra do autor e de seus escritos e entrevistas sobre o próprio trabalho à luz da teoria literária.

Aula 4 – Sinceridade e verdade na ficção – Abordagem dos problemas relacionados à expressão da sinceridade e da verdade na ficção, em especial nas escritas de si.

Aula 5 - O realismo histórico e os novos realismos – Discussão sobre como a noção de realismo foi se
transformando ao longo do tempo do século XVII até a atualidade.

Aula 6 - A Wunderkammern de Knausgård - No encerramento do curso, a partir da imagem das wunderkammern - os “gabinetes de curiosidades”, do período barroco, citadas por Knausgård no segundo volume da série – nos propomos a refletir sobre os tipos de representações da realidade que a série concebe e seus significados.

Bibliografia:
BADIOU, Alain. Em busca do real perdido. Trad. Fernando Scheibe. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
BARTHES, Roland. O rumor da língua. Trad. Mario Laranjeira. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura, Obras escolhidas v.1. Trad. Sérgio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 2012.
DOUBROVSKY, Serge. O último eu. In: NORONHA, Jovita Maria Gerheim (Org.). Ensaios sobre a autoficção. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
FAEDRICH, Anna. Autoficção: um percurso teórico. In: Criação E Crítica, n. 17, pp. 30-46, dez. 2016. Disponível em: <http://revistas.usp.br/criacaoecritica&gt;. Acesso em: 17 fev. 2017.
FOUCAULT. Michel. Ética, sexualidade e política. Trad. Manoel Barros da Mota. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2004. (Ditos e escritos).
FOUCAULT. Michel. Estética, literatura e pintura, música e cinema. Org. e seleção de textos Manoel Barros da Mota. Trad. Inês Autran Dourado Barbosa. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2009. (Ditos e escritos, III).
FOSTER, Hall. O retorno do real: a vanguarda no final do século XX. Trad. Célia Euvaldo. 2. Ed. São Paulo, Cosac Naify, 2014.
JAMESON, Fredric. La estética de la singularidade. New Left Review, n. 92, p. 109-141, 2015.
KLINGER, Diana. Escritas de si, escritas do outro: o retorno do autor e a virada etnográfica. 2ͣ edição. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2012.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. A morte do pai: minha luta 1. Trad. Leonardo Pinto Silva. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. Um outro amor: minha luta 2. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. A ilha da infância: minha luta 3. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. Uma temporada no escuro: minha luta 4. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. A descoberta da escrita: minha luta 5. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo:
Companhia das Letras, 2017.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. O fim: minha luta 6. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. Karl Ove Knausgaard: the shame of writing about myself. 26 fev. 2016. In: The Guardian.
Disponível em: <https://www.theguardian.com/books/2016/feb/26/karl-ove-knausgaard-the-s…;. Acesso em: 15 abr. 2017.
LEJEUNE, Philippe. O pacto autobiográfico. De Rousseau à Internet. Trad. Jovita Maria Gerheim Noronha e Maria Inês Coimbra Guedes. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
LUDMER, Josefina. Literaturas postautónomas. Linkillo (cosas mias), 2006. Disponível em:
http://linkillo.blogspot.com/2006/12/dicen-que_18.html. Acesso em: 12 dez. 2020.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Mutações da literatura no século XXI. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
SANTIAGO, Silviano. Meditação sobre o ofício de criar. 2007. Disponível em:
<http://revistazcultural.pacc.ufrj.br/meditacao-sobre-o-oficio-de-criar-…;. Acesso em: 29 ago.
2017.
SCHØLLHAMMER, Karl Erik. A volta vitoriosa do eu na narrativa contemporânea. In: OLIVEIRA; Maria Rosa Duarte de; PALO, Maria José (orgs.). Impasses do narrador e da narrativa na contemporaneidade. São Paulo: Educ, 2016.
SCHØLLHAMMER, Karl Erik. Cena do Crime: violência e realismo no Brasil contemporâneo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2013.
SCHØLLHAMMER, Karl Erik. Ficção brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
STAROBINSKI, Jean. Os problemas da autobiografia. Jean-Jacques Rousseau: A transparência e o obstáculo. Trad. Maria Lúcia Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
WATT, Ian. O realismo e a forma do romance, in: A ascensão do romance. Trad. Hildegard Feist. São Paulo:
Companhia das Letras, 1990, p. 11-33.
WOOD, James. Total Recall. Karl Ove Knausgaard’s “My Struggle”. 13 ago. 2012. In: New Yorker. Disponível em:
<http://www.newyorker.com/magazine/2012/08/13/total-recall&gt;. Acesso em: 13 mai. 2017.

Programa

1. PROGRAMA COMPLETO
1. L’avaluació i la certificació de coneixements de català com a llengua estrangera fora del domini lingüístic: organització i funcionament. L’Institut Ramon Llull.
2. Inscripcions, dates i seu d’examen de les proves oficials de català al Brasil.
3. Presentació dels continguts dels nivells A2, B1, B2, C1 i C2 de català del MECR.
4. Presentació de l’estructura de la prova dels nivells A2, B1, B2, C1 i C2 de català del MECR.
5. Exercicis pràctics de les diferents àrees de què consta la prova de català segons el nivell: comprensió lectora, comprensió oral, gramàtica, expressió escrita i expressió oral.
6. Presentació de recursos en línia.

2. BIBLIOGRAFIA
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Proposta per a un estàndard oral de la llengua catalana, I. Fonètica. Barcelona: Institut d'Estudis Catalans, 1990 [1999].
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Proposta per a un estàndard oral de la llengua catalana, II. Morfologia. Barcelona: Institut d'Estudis Catalans, 1992 [1999].
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d'Estudis Catalans, 2016.
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També disponible en línia)
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2018.
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans: 2019.
Certificats de català fora del domini lingüístic: Institut Ramon Llull
https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_intro.cfm

 Models d’examen nivell A2: https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_basic.cfm
 Models d’examen nivell B1
https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_elemental.cfm
 Models d’examen nivell B2
https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_intermedi.cfm
 Models d’examen nivell C1
https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_suficiencia.cfm
 Models d’examen nivell C2
https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_superior.cfm
 Marc Europeu Comú de Referència (MECR)
https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_marc.cfm
Els sons del català. Universitat de Barcelona. http://www.ub.edu/sonscatala/ca/presentacio
Estructura i descripció de les proves oficial de català. Generalitat de Catalunya
https://llengua.gencat.cat/ca/serveis/acreditacio_coneixements/certific…
cio_proves/
Estructura, valoració i models de proves oficials de català. CAIB
http://www.caib.es/govern/sac/fitxa.do?lang=ca&codi=1761295&coduo=23904…
Estructura, continguts i models de proves de valencià. Generalitat Valenciana
https://jqcv.gva.es/va/nivell-a2

Programa

AULA 1: 05/02/2024 - Boas-vindas aos participantes; Introdução do conteúdo e discussão sobre aspectos ambientais e características climáticas do Semiárido brasileiro.

AULA 2: 06/02/2024 – Rede de monitoramento climático; Análises estatísticas (termopluviométricas) e climatologia do Semiárido brasileiro.

AULA 3: 07/02/2024 – Classificações climáticas e aplicação de Índices de aridez; discussão do conteúdo e encerramento do curso.

Resultados esperados para os participantes:
- atualização de conteúdos sobre ambientes semiáridos;
- familiaridade com rede de monitoramento e instrumentos de medição
- manejo e análise de dados climáticos (estatística descritiva e classificações climáticas)

BIBLIOGRAFIA:

AB’SABER, A. N. 2003. Caatingas: O domínio dos sertões secos. In: Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. 1ª Ed. São Paulo: Ateliê Editorial.

APRÍGIO, Tuana Raquel de Medeiros; FARIA, Raila Mariz; LUCENA, Rebecca Luna; SOUZA, Sara Fernandes Flor de; CARDOZO, Aline da Silva.; SILVA, Alíbia Deysi Guedes da. (2019). Mapeamento da aridez no estado do Rio Grande do Norte. In: Lidriana de Souza Pinheiro; Adryane Gorayeb. (Org.). Geografia fisica e as mudancas globais. 1ed. Fortaleza: UFC, v. 1, p. 1-12.

ARAÚJO, R. S. P., VILA, D. A. Climatological Behavior of Precipitating Clouds in the Northeast Region of Brazil. Advances in Meteorology (2017). 1 – 12, 2017. https://doi.org/10.1155/2017/5916150


CONTI, J. B. A questão climática do Nordeste brasileiro e os processos de desertificação. Revista Brasileira de Climatologia. 1 (1), 7 – 14, 2005. http://dx.doi.org/10.5380/abclima.v1i1.25226

CONTI, J. B. O conceito de Desertificação. CLIMEP - Climatologia e Estudos da Paisagem, v. 3, n. 2, p. 39-52, 2008.

GALVANI, E. Métodos e técnicas de quantificação em Geografia. In: VENTURI, L. A. B (Org). Praticando Geografia: Técnicas de Campo e Laboratório. 1a Edição, v. 1, São Paulo: Oficina de Textos, 2005.

LUCENA, Rebecca Luna; CABRAL JUNIOR, Jório Bezerra; STEINKE, Ercília Torres. Comportamento hidroclimatológico do estado do Rio Grande do Norte e do município de Caicó. Revista Brasileira de Meteorologia. n 33: 485-496, 2018. Doi https://doi.org/10.1590/0102-7786333008.

ROLIM, Glauco de Souza; SENTELHAS, Paulo Cesar; BARBIERI, Valter. Planilhas no ambiente EXCEL TM para os cálculos de balanços hídricos: normal, sequencial, de cultura e de produtividade real e potencial. Revista Brasileira de Agrometeorologia, Santa Maria, v. 6, n.1, p. 133-137, 1998.

SÁ, Iedo Bezerra; SILVA, Pedro Carlos Gama da. Semiárido brasileiro: pesquisa, desenvolvimento e inovação. Petrolina: EMBRAPA Semiárido, 2010.

SILVA, F. L. P.; OLIVEIRA, G. P.; LUCENA, R. L.; LIMA NETO, J. M. Métodos estatísticos na análise interanual das chuvas: uma apreciação da série histórica do município de Caicó/RN. Cadernos do IME - Série Estatística, v. 54, p. 43-62, 2023.

SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE (SUDENE). Delimitação do semiárido. Disponível em: https://www.gov.br/sudene/pt-br/assuntos/projetos-e-iniciativas/delimit….

TORRES, F. T. P.; MACHADO, P. J. O. Introdução à climatologia. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 280p.

VIANELLO, R. L. A estação meteorológica e seu observador. Brasília: INMET, 2011.