Programa

1. Programa Resumido
O programa de todos os módulos está organizado conforme os capítulos do livro didático
Čeština Expres 1 (A1/1) e Čeština Expres 2 (A1/2) distribuidos da seguinte maneira:

Módulo I Estudo dos capítulos 1 a 3 de Čeština Expres 1
Módulo II Estudo dos capítulos 4 a 7 de Čeština Expres 1
Módulo III Estudo dos capítulos 8 a 10 de Čeština Expres 2
Módulo IV Estudo dos capítulos 11 a 14 de Čeština Expres 2

2. Bibliografia Complementar
HOLÁ, Lída a Pavla BOŘILOVÁ. Čeština expres 1: [úroveň] A1/1 : [anglická verze]. 2.,
opr. vyd. Praha: Akropolis, 2011. ISBN 978-80-87481-22-6.
Disponível para compra em:
https://issuu.com/akropolis/docs/cestina_expres_1_aj_issuu_1
HOLÁ, Lída a Pavla BOŘILOVÁ. Čeština expres 2: [úroveň] A1/2 : [anglická verze].
Praha: Akropolis, 2011. ISBN 978-80-87481-26-4.
Disponível para compra em:
https://issuu.com/akropolis/docs/cestina_expres_1_aj_issuu_1
REMEDIOSOVÁ, Helena a Elga ČECHOVÁ. Chcete mluvit česky? Liberec: Harry Putz,
2009. ISBN 978-80-86727-19-6.
REMEDIOSOVÁ, Helena a Elga ČECHOVÁ. Chcete mluvit česky? Liberec: Harry Putz,
2009. ISBN 80-86727-08-4.
Portugalština: slovníček. V Brně: Lingea, 2015. Nejen pro začátečníky. ISBN 978-80-
7508-084-4.

Programa

02/02, AULA 1 - Código Hays e a mulher na ficção hollywoodiana dos anos 1950
Censura, caça às bruxas, modernização do trabalho doméstico, questões psiquiátricas e bons modos no American way of life da Guerra Fria

09/02, AULA 2 - A nostalgia dos anos 1950 no cinema de Hollywood nos anos 1980
A era Reagan e a ressaca dos direitos civis: neo-liberalismo, televangelismo, pós-modernidade e a ilusão de um passado mais ameno e feliz

16/02, AULA 3 - Replicantes, algoritmos e a digitalização da mulher na nostalgia futurista distópica dos anos 2010
A ficção científica como base nostálgica: deslocamentos e embaralhamento de tempos, a desmobilização social no olhar adiante por lentes pregressas

23/02, AULA 4 - Versão brasileira: a mulher "recatada e do lar" na ficção televisiva com vínculos religiosos
Da ficção global de época nos anos 1980 à ficção contemporânea com valores e comportamentos de época num Brasil cada vez mais evangélico

BIBLIOGRAFIA:

BEASLEY, Chris, BROOK, Heather. The cultural politics of contemporary Hollywood film: power, culture, and society. Manchester: Manchester University Press, 2019.

BUTLER, Judith P.. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018.

COWE, Jennifer. Past perfect(ed): future nostalgia and the fight against Trump’s America in Netflix’s Hollywood. European journal of American studies 17-2, Summer 2022. Disponível em: https://journals.openedition.org/ejas/18287. Acesso em: 14 set. 2022.

CREED, Barbara. Return of the monstrous-feminine: feminist New Wave Cinema. Nova York: Routledge, 2022.

DANCYGER, Ken. The technique of film and video editing: history, theory, and practice. Burlington: Focal Press, 2006.

DÁVILA, Ignacio Del Valle; MORETTIN, Eduardo. Cinema e história nas Américas. In: IdeAs [En ligne], 7 | Printemps/Été 2016. Disponível em: http://journals.openedition.org/ideas/3144. Acesso em: 03 ago. 2022.

DOANE, Mary Ann. The afterimage, the index, and the acessibility of the present. In: The emergence of cinematic time. Modernity, Contingency, the Archive. Cambridge: Harvard University Press, 2002, p. 69-107.

DUNN, Charles W.; WOODARD, David. Ideological images for a television age: Ronald Reagan as party leader. In: HILL, Dilys M., MOORE, Raymond A.; WILLIAMS, Phil (edit.). The Reagan Presidency: an incomplete revolution?. Londres: The MacMillan Press, 1990, p. 115-131.

FALUDI, Susan. Backlash: the underclared war against American women. Nova York: Three Rivers Press, 2006.

FERNANDES, Luiz Estevam; KARNAL, Leandro; MORAIS, Marcus Vinícius de; PURDY, Sean. História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. São Paulo: Contexto, 2007.

HADDEN, Jeffrey K.. The rise and fall of American televangelism. In: The Annals of the American Academy of Political and Social Science, Vol. 527, Religion in the Nineties (May, 1993), pp. 113-130. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/1048680. Acesso em: 14 set. 2022.

HALBERSTAM, David. The fifties. Nova York: Villard Books, 1993.

HUTCHEON, Linda, VÁLDES, Mario J.. Irony, nostalgia, and the postmodern: a dialogue. In: Poligrafías. Revista de Literatura Comparada, n. 3, 2000, p. 18-41.

KORNIS, Mônica Almeida. Uma memória da história nacional recente: as minisséries da Rede Globo. Disponível em:
http://www.portcom.intercom.org.br/pdfs/1261325703698131227166816141114…. Acesso em: 22 nov. 2023.

KOZIOL, Mary; TONE, Andrea. (F)ailing women in psychiatry: lessons from a painful past. In: Canadian Medical Association Journal, v.190(20); 22 mai. 2018. Disponível em:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5962395/. Acesso em: 14 set. 2022.

MACMANUS, Matthew. The rise of post-modern conservatism: neoliberalism, post-modern culture, and reactionary politics. Londres: Palgrave MacMillan, 2020.

MANOVICH, Lev. The language of new media. Cambridge: MIT Press, 2001.

MORETTIN, Eduardo Victorio. Cinema as a historial source in the Works Marc Ferro. In: História: Questões & Debates, n. 38, p. 11-42. Curitiba: Editora UFPR, 2003.

MULVEY, Laura. Feminist film theory, history, and film studies. In: CALLAHAN, Vicki (edit.). Reclaiming the archive: feminism and lm history. Detroit: Wayne State University Press, 2010.

NÉIA, Lucas Martins. Como a ficção televisiva moldou um país: uma história cultural da telenovela brasileira (1963 a 2020). Tese (Doutorado em Ciências da Comunicação) Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2021. Disponível em:
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27164/tde-25092023-103535…. Acesso em: 22 nov. 2023.

PERROT, Michelle. Os excluídos da história: operários, mulheres e prisioneiros. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2017.

SCOLA, Jorge. La dramaturgia bíblico-televisiva en TV Record: significados y mediaciones basados en la producción del mensaje. Ciencias Sociales y Religión, Campinas, SP, v. 19, n. 27, p. 47–71, 2017. DOI: 10.20396/csr.v19i27.12496. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/csr/article/view/8669763. Acesso em: 22 nov. 2023.

WARE, Susan. American women's history: a very short introduction. Nova York: Oxford University Press.

 

Programa

1. Drones: Tipos e Aplicações;

2. Drones para Mapeamento;

3. Drones: Montagem e Conservação e Manutenção;

4. Normas e Leis da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e do Sistema para solicitação de acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro por Aeronaves Não Tripuladas (SARPAS);

5. Drones: Pilotagem e Planos de Voo.

Bibliografia

ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Disponivel em: https://www.gov.br/anac/pt-br/assuntos/drones/cadastro-de-drones.

BOURSCHEIDT, Vandoir. Uso de VANTS para estudos ambientais em áreas urbanas: aplicações atuais e perspectivas. In: PRUDKIN, Gonzalo; BREUNIG, Fábio Marcelo (Org). Drones e ciência: teoria e aplicações metodológicas. Teoria e aplicações metodológicas. Santa Maria: Facos-ufsm, 2019. p. 111-123. Disponível em: https://repositorio.ufsm.br/handle/1/18774.

FENG, Quanlong; L., LIU, Jiantao; GONG, Jianhua. UAV remote sensing for urban vegetation mapping using random forest and texture analysis. Remote Sensing, 7(1), 1074-1094, 2015. Disponível em: https://www.mdpi.com/2072-4292/7/1/1074.

SARPAS. Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). Disponível em : https://sarpas.decea.mil.br/.

Programa

Aula 1 - Introdução à crônica e ao autor

Aula 2 - Futebol e Literatura: Tempo e Comunidade nas Crônicas de Juan Villoro (I)

Aula 3 - Futebol e Literatura: Tempo e Comunidade nas Crônicas de Juan Villoro (II)

Aula 4 - Outras crônicas e encerramento dos encontros

REFERÊNCIAS

ANDRADE, Mário de. Macunaíma : o herói sem nenhum caráter / Mário de Andrade ; organizadores: Miguel Sanches Neto, Silvana Oliveira. – Chapecó : Ed. UFFS, 2019.
BERNABÉ, Mónica. (2010). Sobre márgenes, crónica y mercancía. Boletín, 15, p. 1- 17.
BATAILLE, Georges. El límite de lo útil (fragmentos de una versión abandonada de La Parte maldita). Traducción de Manuel Arranz. Madrid: Losada, 2005.
BROTHERSTON, Gordon. La visión americana de la conquista. In: PIZARRO, Ana. América Latina: palabra, literatura e cultura. Campinas: Unicamp,1993.
CAPARRÓS, Martín. Por la crónica. In: Congreso Internacional de la Lengua Española de Cartagenas, 4., 2007, Cartagena de las Indias. Anais eletrônicos… Disponível em:
29
http://congresosdelalengua.es/cartagena/ponencias/seccion_1/13/caparros…. htm.
CASTRO;SCHMIDT, Como Mário Filho foi essencial para a construção do Maracanã. ge.globo.com, 2021. Disponível em: https://interativos.globoesporte.globo.com/pe/futebol/materia/o-estadio… filho
FILHO, Mario. O Negro no futebol brasileiro. Rio de Janeiro: Mauad, 2003. 5ª edição, 2010
MONSIVÁIS, Carlos. Monsiváis C. (1987). De la Santa Doctrina al Espíritu Público. (Sobre las funciones de la crónica en México). Nueva Revista De Filología Hispánica (NRFH), 35(2),
NANCY, Jean-Luc. 58 indicios sobre el cuerpo. In: __________. 58 indicios sobre el cuerpo y Extensión del alma. Traducción de Daniel Alvaro. Adorgué: Ediciones La Cebra, 2017. p. 13-34.
NANCY, Jean-Luc. La comunidad inoperante. In: _________. La comunidad inoperante. Traducción de Juan Miguel Garrido Wainer. Santiago: Lom, 2000b. p. 9- 48.
NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo. São Paulo. Global. 2013. p. 587. VILLORO, Juan. Balón dividido. Cidade de México: Planeta, 2014b.
SABINO, Alex. Meu pior defeito foi ter ficado rico, provoca Milton Neves aos 50 anos de carreira. Folha de S.Paulo, São Paulo, 23 de dez. de 2021.
VILLORO, Juan. Dios es redondo. Barcelona: Editorial Anagrama, 2014a.
30
VILLORO, Juan. La crónica, ornitorrinco de la prosa. La nación, [S.I] 22 de jan. de 2006. Disponível em: https://www.lanacion.com.ar/cultura/la-cronica-ornitorrinco-de la-prosa-nid773985/.
VILLORO, Juan. Los once de la tribu. CLACSO: Brigada para leer en libertad - José Martí, 2017. Disponível em: https://www.clacso.org/casa-de-las-americas-brigada para-leer-en-libertad-jose-marti/.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Perspectivismo e multinaturalismo na América indígena. O que nos faz pensar, [S.l.], v. 14, n. 18, p. 225-254, sep. 2004. ISSN 0104- 6675. Disponível em: http://www.oquenosfazpensar.fil.puc rio.br/import/pdf_articles/OQNFP_18_13_eduardo_viveiros_de_castro.pdf

Programa

 
OBJETIVOS: 
 
Desenvolver habilidades comunicativas e reflexivas avançadas em e sobre a Língua Francesa, que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas linguísticas, discursivas e do léxico utilizados em situações diversas. Possibilitar o desenvolvimento das habilidades de compreensão oral e escrita em nível avançado. Sensibilizar para elementos de cultura dos países francófonos, promovendo a reflexão cultural e intercultural sobre aspectos contemporâneos. 
 
Nível exigido: o aluno deve ter o diploma do DELF B2 ou diploma do DALF C1; Nível 10 completo; teste de nível (apto para nível 11); Graduação nível 7 completo. 
 
Não há livro didático programado, mas pode ser escolhido um livro, de comum acordo com o professor. 
 
PROGRAMA: 
 
Comunicação: discutir sobre aspectos da cultura contemporânea relativos aos diferentes países francófonos. Debater temas da atualidade francófona, escolhidos conjuntamente entre alunos e professores, podendo abranger os seguintes conteúdos temáticos: arte, cinema, literatura, música, aspectos sociais, gastronomia, turismo, aspectos linguísticos, aspectos regionais dos países francófonos, entre outros. 
Vocabulário: termos ligados à arte, cinema, literatura, música, aspectos sociais, gastronomia, turismo, níveis de língua, visando a um desenvolvimento mais preciso e completo do campo lexical dos alunos. 
Gramática: serão desenvolvidos aspectos julgados necessários pelos professores e/ou pelos alunos, tendo em vista sua expressão em relação aos temas tratados. 
Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso. 
 
BIBLIOGRAFIA GERAL: 
 
BARTHÉLEMY, Fabrice ; KLESZEWSKI, Christine ; PERRICHON, Emilie ; WUATTIER, Sylvie. Version originale 4. Paris : Editions Maison des Langues, 2012. 
GRÉGOIRE, M. Grammaire progressive du français – perfectionnement. Paris : CLE International, 2012. 
MEYER, Denis. Clés pour la France. Paris : Hachette, 2010. 
MONNERIE-GOARIN, Annie. Le français au présent. Paris : Didier, 1996. 
ROESCH, R. ; ROLLE-HAROLD, R. La France au quotidien. Grenoble : PUG, 2012. 
TREVISIOL, Pascale ; VASILJEVIC, Ivana. Vocabulaire en action. Niveau avancé (B1-B2). Paris, CLE International, 2011.

 

Programa

CRONOGRAMA
Todos os textos a serem discutidos terão acesso facilitado e virtual. Para fins de organização do material do curso, os textos também serão disponibilizados via Google Drive, assim como as indicações de material complementar utilizados em aulas.

Aula 1 – 21 de julho
Na primeira aula, vamos contextualizar o debate em dois níveis. Primeiro, referindo autor e obra ao contexto de discussão em que ela foi escrita. Segundo, mostrando como o problema do conservadorismo se inscreve no interstício entre a sociologia do conhecimento e a sociologia política.


Aula 2 – 23 de julho
Nesta aula, vamos apresentar o primeiro capítulo do livro “Konservatismus” de Karl Mannheim. A discussão se concentrará nos aspectos teórico-metodológicos de seu trabalho.


Aula 3 – 28 de julho
Na terceira aula, vamos apresentar o segundo capítulo de “Konservatismus”: o conceito de conservadorismo, sua natureza, história, morfologia e a relação com o conceito de liberdade.


Aula 4 – 30 de julho
Dedicaremos a última aula a aplicar algumas das ideias desenvolvidas por Mannheim para pensar formas contemporâneas do pensamento conservador; O conservadorismo segundo os conservadores. Algumas ideias de Scruton, Oakshott e Nisbet.

BIBLIOGRAFIA


MANNHEIM, Karl (1986). “O pensamento conservador”. In: MARTINS, José de S. (Org.). Introdução critica à sociologia rural. São Paulo: Hucitec, 1986. cap 3, p.77-131.
Bibliografia de apoio
ESCORSIM NETTO, Leila. (2013) “O conservadorismo como objeto da sociologia do conhecimento (K. Mannheim)”. In: O conservadorismo clássico: elementos de caracterização e crítica. São Paulo: Cortez.
GARCÍA, José M. G. (1993), “Reflexiones sobre «El Pensamiento Conservador» de Karl Mannheim”. In: Revista española de investigaciones sociológicas, n. 62, p. 61-81.
FRISBY, David P. (1992). The alienated mind: the sociology of knowledge in Germany. Routledge: Londres.
LEPENIES, Wolf (1996). “O espírito alemão em perigo: E. R. Curtius, Karl Mannheim e T. S. Elliot”. In: As três culturas. São Paulo: Edusp, pp. 309-328.
LONGHURST, Brian (1989). Karl Mannheim and the Contemporary Sociology of Knowledge. London: MacMillan Press.
MANNHEIM, Karl (1984). Korservatismus – Ein Beitrag zur Soziologie des Wissens (orgs. KETTLER, David; MEJA, Volker; STEHR, Nico). Frankfurt am Main: Surkhamp Taschebuch Wissenschaft. [Em inglês: (1986), Conservatism – A contribution to the sociology of Knowledge (orgs. KETTLER, David; MEJA, Volker; STEHR, Nico). Londres, Nova York: Routledge & Kegan Paul.]
MANNHEIM, Karl (1998). Ideology and Utopia (Routledge Classics in Sociology). Routledge. [Em português: (1968). Ideologia e Utopia. Rio de Janeiro: Zahar.]
MANNHEIM, Karl (1927). “Das konservative Denken: soziologische Beiträge zum Werden des politisch-historischen Denkens in Deutschland”. In: Archiv für Sozialwissenschaft und Sozialpolitik, v. 57, pp. 68-142 (p. I) e 470-495 (p. II). [Em inglês: (1954) “Conservative thought”. In: Essays on Sociology and Social Psychology. Londres, Nova York: Routledge & Kegan Paul, pp. 74-164. Em francês: (2009) "La pensée conservatrice." Éditions de la revue Conférence.]
MEJA, Volker, STEHR, Nico (orgs.) (2006). Der Streit um die Wissenssoziologie. Frankfurt am Main: Surkhamp Taschenbuch Wissenschaft.
NELSON, Rodney D. (1992). “The Sociology of Styles of Thought”. In: The British Journal of Sociology, vol. 43, no. 1, pp. 25-54.
NISBET, Robert (1952). Conservatism and sociology. American Journal of Sociology, 58(2), 167-175. [Em Português: (1986) "As idéias-unidades da Sociologia; Conservadorismo e Sociologia." In: MARTINS, José de S. (org.). Introdução Crítica à Sociologia Rural (2ª edição). Universidade de São Paulo & Hucitec.
NISBET, Robert (1986). Conservatism: dream and reality. Transaction publishers. [Em Português: O conservadorismo. (1987) Tradução M. F. Gonçalves de Azevedo. Lisboa: Editorial Estampa (Col. Temas de Ciências Sociais)].
OAKESHOTT, Michael. (1991). On being conservative. Rationalism in politics and other essays, 407-437. [Em Português: Conservadorismo. (2016) Tradução de André Bezamat. Belo Horizonte: Editora yiné.
ROUVILLOIS, Frederic., DARD, Olivier., & BOUTIN, Christophe. (2017). Le dictionnaire du conservatisme. Les éditions du Cerf.
RINGER, Fritz (2010). “A sociologia da cultura e do conhecimento”. In: O declínio dos mandarins alemães. São Paulo: Edusp, pp. 384-397.
SCRUTON, Roger. (1980). The meaning of conservatism. Harmondsworth: Penguin Books. [Em Português: O que é conservadorismo? (2015). São Paulo. Ed É Realizações. Capítulos I e II, pp. 45-95.]
VILLAS BOAS, Glaucia (2006). A recepção da sociologia alemã no Brasil. Rio de Janeiro: Topbooks.

Programa

Aula 1 – Noções introdutórias. As línguas indígenas de importância histórica no Brasil e seu
papel na nomeação do território brasileiro. A natureza do estudo toponímico

Aula 2 – Os padrões morfológicos dos nomes indígenas de origem tupi ou com origem nas
línguas gerais dele originadas. Os topônimos quinhentistas de origem tupi.

Aula 3 – Os nomes de origem tupi com a posposição tupi -PE.

Aula 4 – A nomeação da Amazônia com topônimos indígenas

Aula 5 – Os nomes de origem indígena da “Paulistânia”, isto é, a região do sudeste, sul e centro-
oeste do Brasil influenciada pelos paulistas

Aula 6 – Os nomes geográficos de origem indígena não tupi no Brasil

Aula 7 – Os nomes de origem indígena surgidos nos séculos XIX e XX

Bibliografia:

CARDOSO, Armando Levy. Toponímia Brasílica. Rio de Janeiro: Biblioteca do
Exército Editora, 1961.
LEITE, Fabiana Raquel. A Língua Geral Paulista e o "Vocabulário Elementar da
Língua Geral Brasílica". Dissertação de mestrado. Universidade Estadual de
Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem. Campinas, SP, 2013.
NAVARRO, Eduardo de Almeida. O último refúgio da língua geral no Brasil. In:
Estudos Avançados. São Paulo, USP, v. 26, p. 245-254, 2012.
_________________ Tupi or not Tupi: A Identidade Indígena do Brasil. In: Revista
Brasileira, Rio de Janeiro, 1941, v. I, p. 91-104, 2017.
_________________ Artificial Indigenous Place Names in Brazil: a Classification of
Tupi Origin Names Created in the 19th and 20th Centuries. In Revista Letras
Raras. Campina Grande, UFCG, v. 9, p. 252-267, 2020.
_________________Os topônimos com a posposição tupi –pe no território brasileiro. In
Revista do Museu Emílio Goeldi. Belém, 2021 (no pelo).

TEIXEIRA, Rubenilson Brazão. Os desenhos da cidade: as representações da cidade do
Natal no século XVII. In: Topoi. Rio de Janeiro, v. 21, n. 43, p. 68-96, jan./abr.
2020.

Programa

Aula 1: A economia política: uma introdução à Riqueza das Nações (18 de agosto)
- SMITH, Adam. An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations. Indianapolis: Liberty Fund, 1981.
- SMITH, Adam. A Riqueza das Nações. Tradução de Alexandre Amaral e Eunice Ostrensky. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2019.
- COUTINHO, Maurício. “Adam Smith e o nascimento da economia política clássica”. In: Lições de Economia Política Clássica. São Paulo: Editora Hucitec, 1993.
- DIATKINE, Daniel. Adam Smith: La découverte du capitalisme et de ses limites. Paris: Éditions du Seuil, 2019.

Aula 2: A acumulação de capital em Adam Smith (20 de agosto)
- SMITH, Adam. Book II – Of the Nature, Accumulation, and Employments of Stock. In: An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations. Indianapolis: Liberty Fund, 1981.
- ASPROMOURGOS, Tony. “4 – Production and capital accumulation”. In: The Science of Wealth: Adam Smith and the framing of political economy. Routledge, 2008.

Aula 3: O projeto da crítica da economia política (25 de agosto)
- MARX, Karl. “Introdução de 1857”. In: Grundrisse. Manuscritos econômicos de 1857-1858. Esboços da crítica da economia política. São Paulo: Boitempo; Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2011.
- MARX, Karl. “Posfácio da Segunda Edição”. In: O capital. Crítica da economia política. Livro I: O processo de produção do capital. São Paulo: Boitempo, 2013.
- MÜLLER, Marcos Lutz. “Exposição e método dialético em O capital”. In: Boletim SEAF – MG, vol. 2, 1982.
- RENAULT, Emmanuel. Marx et la philosophie. Paris: PUF, 2014.

Aula 4: A acumulação primitiva (27 de agosto)
- MARX, Karl. “Capítulo 24 – A assim chamada acumulação primitiva”. In: O capital. Crítica da economia política. Livro I: O processo de produção do capital. São Paulo: Boitempo, 2013.
- MARX, Karl. “Formas que precedem a produção capitalista”. In: Grundrisse. Manuscritos econômicos de 1857-1858. Esboços da crítica da economia política. São Paulo: Boitempo; Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2011.
- FAUSTO, Ruy. “Para uma crítica da apresentação marxista da História: sobre a sucessão dos modos de produção”. In: Marx: Lógica e política. Investigações para uma reconstituição do sentido da dialética. Tomo II. São Paulo: Editora Brasiliense, 1987.
- GIANNOTTI, José Arthur. “História e revolução”. In: Trabalho e reflexão. Ensaios para uma dialética da sociabilidade. São Paulo: Brasiliense, 1983.

Programa

- Introdução ao tema

- O alfabeto, a língua e o material didático de ensino da língua estrangeira, em especial, o armênio.

- Apresentação da produção acadêmica, em especial, de Yessai Ohannes Kerouzian, Sandra Maria Silva Palomo e Chaké Ekizian.

- Análise dos trabalhos: Origens do alfabeto armênio; Conversação português-armênio; Introdução à língua armênia ocidental: alfabetização e conversação elementar; Sobre a posição do armênio dentro do indo-europeu; e Sobre a gramática da língua armênia.

- Leitura dirigida de trechos das obras referidas e análise do contexto histórico e linguístico;

- Conclusões.

Ementas:

Aula 1 – Introdução – língua “materna”, L1, L2 etc. – material didático para ensino de língua estrangeira – trabalhos de Yessai Ohannes Kerouzian - alfabeto armênio: apresentação – material didático de ensino da língua armênia: primeira geração;

Aula 2 – Língua Armênia – características linguísticas – material didático – trabalhos de Sandra Maria Silva Palomo;

Aula 3 – Língua armênia – gramática – trabalhos de Chaké Ekizian e outros – considerações finais.

Bibliografia

ALEM, Jean-Pierre. L’Armenie. Paris: Presses Universitaires de France, 1983.
ANTUNES, Sérgio Pereira. Introdução ao universo armênio. São Paulo: Sésamo, 2012.
COSTA, Chaké Ekzian. A gramática da língua armênia. São Paulo: FFLCH/USP, 1999.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes. Origens do alfabeto armênio. São Paulo: FFLCH/USP, 1981.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes. Conversação português armênio. São Paulo: FFLCH/USP, 1981.
LEFFA, Vilson J. Metodologia do ensino de língua. IN BOHN, Tópicos de linguística aplicada: o ensino de língua estrangeira. Florianópolis, UFSC, 1988.
LITTLEWOOD, William. Communicative language teaching: an introduction. Cambridge: Cambridge University Press, 1983.
PALOMO, Sandra Maria Silva. Introdução à língua armênia ocidental: alfabetização e conversação elementar. Organização: Deize Crispim Pereira e Ygor Pinheiro Amorim Galdino. São Paulo: FFLCH USP, 2020. [recurso eletrônico – PDF]
PALOMO, Sandra Maria Silva. Sobre a posição do armênio dentro do indo-europeu. IN Revista de Estudos Orientais. nº 1. p 177-188.
SAPSEZIAN, Aharon. História da Armênia. São Paulo: Paz e Terra, 1988.
SARKISSIAN, Sarkis Ampar. Os 50 anos do curso de armênio da Universidade de São Paulo. [Trabalho de Graduação Individual]. São Paulo: FFLCH/USP, 2015.
VILAÇA, Márcio Luiz Correa. O material didático no ensino de língua estrangeira: definições, modalidades e papéis. IN Revista do Instituto de Humanidades. Volume VIII, 2009.

Programa

Aula 1 (24/04/2023): Intérpretes indígenas na história da interpretação no Brasil: ausência ou apagamento?
- Intérpretes indígenas na história e historiografia da interpretação;
- O contexto brasileiro: dos “línguas” aos dias de hoje;
- Preenchendo lacunas de apagamento por meio de novas pesquisas.

Aula 2 (25/04/2023): Mulheres indígenas intérpretes
- Os Estudos Feministas da Tradução e sua importância para repensar o papel e o lugar das intérpretes indígenas na história da interpretação;
- Tecendo histórias: Bartira e Catarina Paraguaçu, as primeiras intérpretes indígenas do Brasil; Damiana, a intérprete kaiapó; Vanuíre, a “pacificadora; as intérpretes do movimento indígena nacional atual.

Aula 3 (26/04/2023): Intérpretes indígenas hoje
- Principais contextos de atuação: interpretação comunitária, forense e médica;
- Estudo de caso: intérpretes indígenas forenses e seu impacto no acesso à justiça de réus indígenas.

BIBLIOGRAFIA:

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