Programa

Aula 1: A economia política: uma introdução à Riqueza das Nações (18 de agosto)
- SMITH, Adam. An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations. Indianapolis: Liberty Fund, 1981.
- SMITH, Adam. A Riqueza das Nações. Tradução de Alexandre Amaral e Eunice Ostrensky. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2019.
- COUTINHO, Maurício. “Adam Smith e o nascimento da economia política clássica”. In: Lições de Economia Política Clássica. São Paulo: Editora Hucitec, 1993.
- DIATKINE, Daniel. Adam Smith: La découverte du capitalisme et de ses limites. Paris: Éditions du Seuil, 2019.

Aula 2: A acumulação de capital em Adam Smith (20 de agosto)
- SMITH, Adam. Book II – Of the Nature, Accumulation, and Employments of Stock. In: An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations. Indianapolis: Liberty Fund, 1981.
- ASPROMOURGOS, Tony. “4 – Production and capital accumulation”. In: The Science of Wealth: Adam Smith and the framing of political economy. Routledge, 2008.

Aula 3: O projeto da crítica da economia política (25 de agosto)
- MARX, Karl. “Introdução de 1857”. In: Grundrisse. Manuscritos econômicos de 1857-1858. Esboços da crítica da economia política. São Paulo: Boitempo; Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2011.
- MARX, Karl. “Posfácio da Segunda Edição”. In: O capital. Crítica da economia política. Livro I: O processo de produção do capital. São Paulo: Boitempo, 2013.
- MÜLLER, Marcos Lutz. “Exposição e método dialético em O capital”. In: Boletim SEAF – MG, vol. 2, 1982.
- RENAULT, Emmanuel. Marx et la philosophie. Paris: PUF, 2014.

Aula 4: A acumulação primitiva (27 de agosto)
- MARX, Karl. “Capítulo 24 – A assim chamada acumulação primitiva”. In: O capital. Crítica da economia política. Livro I: O processo de produção do capital. São Paulo: Boitempo, 2013.
- MARX, Karl. “Formas que precedem a produção capitalista”. In: Grundrisse. Manuscritos econômicos de 1857-1858. Esboços da crítica da economia política. São Paulo: Boitempo; Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2011.
- FAUSTO, Ruy. “Para uma crítica da apresentação marxista da História: sobre a sucessão dos modos de produção”. In: Marx: Lógica e política. Investigações para uma reconstituição do sentido da dialética. Tomo II. São Paulo: Editora Brasiliense, 1987.
- GIANNOTTI, José Arthur. “História e revolução”. In: Trabalho e reflexão. Ensaios para uma dialética da sociabilidade. São Paulo: Brasiliense, 1983.

Programa

- Introdução ao tema

- O alfabeto, a língua e o material didático de ensino da língua estrangeira, em especial, o armênio.

- Apresentação da produção acadêmica, em especial, de Yessai Ohannes Kerouzian, Sandra Maria Silva Palomo e Chaké Ekizian.

- Análise dos trabalhos: Origens do alfabeto armênio; Conversação português-armênio; Introdução à língua armênia ocidental: alfabetização e conversação elementar; Sobre a posição do armênio dentro do indo-europeu; e Sobre a gramática da língua armênia.

- Leitura dirigida de trechos das obras referidas e análise do contexto histórico e linguístico;

- Conclusões.

Ementas:

Aula 1 – Introdução – língua “materna”, L1, L2 etc. – material didático para ensino de língua estrangeira – trabalhos de Yessai Ohannes Kerouzian - alfabeto armênio: apresentação – material didático de ensino da língua armênia: primeira geração;

Aula 2 – Língua Armênia – características linguísticas – material didático – trabalhos de Sandra Maria Silva Palomo;

Aula 3 – Língua armênia – gramática – trabalhos de Chaké Ekizian e outros – considerações finais.

Bibliografia

ALEM, Jean-Pierre. L’Armenie. Paris: Presses Universitaires de France, 1983.
ANTUNES, Sérgio Pereira. Introdução ao universo armênio. São Paulo: Sésamo, 2012.
COSTA, Chaké Ekzian. A gramática da língua armênia. São Paulo: FFLCH/USP, 1999.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes. Origens do alfabeto armênio. São Paulo: FFLCH/USP, 1981.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes. Conversação português armênio. São Paulo: FFLCH/USP, 1981.
LEFFA, Vilson J. Metodologia do ensino de língua. IN BOHN, Tópicos de linguística aplicada: o ensino de língua estrangeira. Florianópolis, UFSC, 1988.
LITTLEWOOD, William. Communicative language teaching: an introduction. Cambridge: Cambridge University Press, 1983.
PALOMO, Sandra Maria Silva. Introdução à língua armênia ocidental: alfabetização e conversação elementar. Organização: Deize Crispim Pereira e Ygor Pinheiro Amorim Galdino. São Paulo: FFLCH USP, 2020. [recurso eletrônico – PDF]
PALOMO, Sandra Maria Silva. Sobre a posição do armênio dentro do indo-europeu. IN Revista de Estudos Orientais. nº 1. p 177-188.
SAPSEZIAN, Aharon. História da Armênia. São Paulo: Paz e Terra, 1988.
SARKISSIAN, Sarkis Ampar. Os 50 anos do curso de armênio da Universidade de São Paulo. [Trabalho de Graduação Individual]. São Paulo: FFLCH/USP, 2015.
VILAÇA, Márcio Luiz Correa. O material didático no ensino de língua estrangeira: definições, modalidades e papéis. IN Revista do Instituto de Humanidades. Volume VIII, 2009.

Programa

Aula 1 (24/04/2023): Intérpretes indígenas na história da interpretação no Brasil: ausência ou apagamento?
- Intérpretes indígenas na história e historiografia da interpretação;
- O contexto brasileiro: dos “línguas” aos dias de hoje;
- Preenchendo lacunas de apagamento por meio de novas pesquisas.

Aula 2 (25/04/2023): Mulheres indígenas intérpretes
- Os Estudos Feministas da Tradução e sua importância para repensar o papel e o lugar das intérpretes indígenas na história da interpretação;
- Tecendo histórias: Bartira e Catarina Paraguaçu, as primeiras intérpretes indígenas do Brasil; Damiana, a intérprete kaiapó; Vanuíre, a “pacificadora; as intérpretes do movimento indígena nacional atual.

Aula 3 (26/04/2023): Intérpretes indígenas hoje
- Principais contextos de atuação: interpretação comunitária, forense e médica;
- Estudo de caso: intérpretes indígenas forenses e seu impacto no acesso à justiça de réus indígenas.

BIBLIOGRAFIA:

ARLACÓN, Norma. A Re-vision Through Malintzin or Malintzin: Putting Flesh Back on the Object. In: MORAGA, Cherrie ; ANZALDÚA, Gloria Anzaldúa (org.). This Bridge Called My Back: Writings by Radical Women of Color. New York: Kitchen Table-Women of Color Press, 1983. p. 182-190.
BARBOSA, Helena Lúcia Silveira; MILTON, John. The interpreters of the Brazilian Indigenous Protection Service – SPI (1910-1967): a study of power and (un)awareness. The Translator, v. 38, p. 1-19, 2021. DOI: https://doi.org/10.1080/13556509.2021.1883798
BARBOSA, Helena Lúcia Silveira; MILTON, John. Photographs of the interpreters of the Indian Protection Service – SPI (1910 – 1967). Tradução em Revista, v. 28, p. 66 - 86, 2020. ISSN: 18086195. DOI : http://doi.org/10.17771/PUCRio.TradRev.48168
DELISLE, Jean; WOODSWORTH, Judith. Os Tradutores na História. São Paulo: Ática, 1998. 359 p.
JAGER, Rebeca Kay. Malinche, Pocahontas and Sacagawea as cultural intermediaries. In : Malinche, Pocahontas and Sacagawea: Indian women as cultural intermediaries and national symbols. University of Oklahoma Press: Norman, 2015. p. 91-120.
METCALF, Alida. Go-betweens and the colonization of Brazil. Texas, U.S.A.: University of Texas Press, 2005. p. 1-15.
SILVA-REIS, Dennys ; BAGNO, Marcos. Os intérpretes e a formação do Brasil: os quatro primeiros séculos de uma história esquecida. Cadernos de Tradução, v. 36, n. 3, p. 81-108, 2016. DOI : https://doi.org/10.5007/2175-7968.2016v36n3p81
WYLER, Lia. Línguas, Poetas e Bacharéis: uma crônica da tradução no Brasil. Rio de. Janeiro: Rocco, 2003. 158p.

Programa

Aula 1 (04/02/2025): Imagens do excesso ou os excessos da imagem?

Aula 2 (05/02/2025): A violência dos dispositivos.

Aula 3 (06/02/2025): A (im)possibilidade das imagens e o sublime.

Aula 4 (07/02/2025): Desmontagens do visível na arte contemporânea.

Referências bibliográficas:

AGAMBEN, Giorgio. “O que é um dispositivo?”. In: O que é o contemporâneo e outros ensaios. Chapecó: Argos, 2009.
AZOULAY, Ariella. The Civil Contract of Photography. Princeton: Zone Books, 2013.
BARTHES, Roland. “Fotos-choque”. In: Mitologias. Tradução Rita Buongermino e Pedro de Souza. 11ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
BATCHEN, Geoffrey et all (eds). Picturing Atrocity: Photography in Crisis. London, Reaktion Books, 2012.
BLUMENBERG, Hans. Naufrágio com espectador. Tradução Manuel Loureiro. Liboa: Vega, 1990.
BOLTANSKI, Luc. Distant Suffering – Morality, Media and Politics. Translated by Graham Burchell. United Kingdom : Cambridge University Press, 2004.
BREDEKAMP, Horst. Teoria do acto icônico. Tradução de Artur Morão. Lisboa: KKYM, 2015.
BROSSAT, Alain. La democracia inmunitaria. Traducción María Emilia Tijoux. Santiago: Palinodia, 2008.
BURKE, Edmund. Uma investigação filosófica sobre a origem de nossas ideias do sublime e do belo. Trad. Enid Abreu Dobránszky. Campinas, SP: Papirus, 1993.
CARUTH, Cathy. Trauma: Explorations in Memory. Baltimore, London: The Johns Hopkins University Press, 1995.
COURTINE, François. Of the sublime: Presence in Question: essays. New York: State University of New York Press, 1993.
CRIMP, Douglas. Sobre as ruínas dos museus. São Paulo, Martins Fontes, 2005.
DANTO, Arthur C. O abuso da beleza: a estética e o conceito de arte. Trad. Pedro Sussekind. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2015.
DE DUVE, Thierry. A arte diante do mal radical. In: Ars, v. 7, n. 13, 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ars/a/79Bz8sLshtvytDQNgVPvqHF/?lang=pt
DIDI-HUBERMAN, Georges. Ninfa dolorosa – Essai sur la mémoire d’un geste. Paris : Éditions Gallimard, 2019.
______. Imagens apesar de tudo. Trad. Vanessa Brito e João Pedro Cachopo. São Paulo Editora 34, 2020.
______. Povo em lágrimas, povo em armas. Tradução: Hortencia Lencastre. São Paulo: N-1 Edições, 2021.
GALARD, Jean. Beleza exorbitante: Reflexões sobre o abuso estético. Trad. Iraci D. Poleti. São Paulo: Editora Unifesp, 2012.
KANT, Immanuel. Crítica da faculdade de julgar. Tradução: Fernando Costa Mattos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2016.
LYOTARD, Jean-François. Le sublime, à present. Po&sie, n. 34, p. 97-116, 3º trim. 1985.
______. Lições sobre a analítica do sublime. Trad. Constança Marcondes César e Lucy R. Moreira César. Campinas: Papirus, 1993.
______. O inumano: considerações sobre o tempo. Trad. Ana Cristina Seabra e Elisabete Alexandre. 2ª edição. Lisboa: Editorial Estampa, 1997.
MARIN, Louis. “Le sublime, l’infini et le « je ne sais quoi »”. In: De la littérature française, s., dir. Denis Hollier, Paris, Bordas, 1993.
MONDZAIN, Marie-José. Hoje, o que ver o que mostrar frente ao terror? – reflexões acerca da criação e da difusão das imagens relacionadas ao terror, ao gozo e à morte. In: Devires, Belo Horizonte, v. 13, n. 1, 2016. Disponível em: https://www.devires.org/produto/revista-devires-v-13-n-1-dossie-politic…
______. A imagem pode matar?.Lisboa: Nova Vega, 2009.
NANCY, Jean-Luc. “L’offrande sublime”. In: Du sublime. DEGUY, M. e NANCY, J. L. (orgs.) Paris: Belin, 1988, p. 37-76.
NESTROVSKI, Arthur; SELIGMANN-SILVA, Márcio (orgs.). Catástrofe e representação. São Paulo: Escuta, 2000.
RANCIÈRE, Jacques. Mal-estar na estética. Tradução Gustavo Chataignier e Pedro Hussak. São Paulo/ Rio de Janeiro: Editora 34/ Editora PUC-Rio, 2023.
SCHAEFFER, Jean-Marie. A imagem precária. Campinas, São Paulo: Papirus, 1996.
SONTAG, Susan. Diante da dor dos outros. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

 

Programa

Encontro 1 | 10 de abril
Horário: 19h30 às 22h30
Local: Auditório 24 do prédio da Filosofia e Ciências Sociais, na Cidade Universitária da USP, Butantã, São Paulo.
Conteúdo: Introdução ao tema “toxi-cidades” e a plataforma educativa digital “Lutas Ribeirinhas”

Encontro 2 | 24 de abril
Horário: 19h30 às 22h30
Local: Sala 118 do prédio da Filosofia e Ciências Sociais, na Cidade Universitária da USP, Butantã, São Paulo. 
Conteúdo: Introdução à bibliografia do curso e aos métodos qualitativos implementados

Encontro 3 | 26 de abril
Horário: 09 às 17h
Local: Baixada do Glicério (local exato a definir)
Conteúdo: Excursão / caminhada urbana pela Baixada do Glicério (retraçando a estrada velha de Santos / o caminho indígena Peabiru – a definir)

Encontro 4 | 10 de maio
Horário: 09 às 17h
Local: Baixada Santista (local exato a definir)
Conteúdo: Excursão / caminhada urbana pela Baixada Santista (retraçando a estrada velha de Santos / o caminho indígena Peabiru – a definir)

Encontro 5 | 17 de maio
Horário: 09 às 17h
Local: Baixada Santista (local exato a definir)
Conteúdo: Excursão / caminhada urbana pela Baixada Santista (retraçando a estrada velha de Santos / o caminho indígena Peabiru – a definir)

Encontro 6 | 22 de maio
Horário: 19h30 às 22h30
Local: Sala 118 do prédio da Filosofia e Ciências Sociais, na Cidade Universitária da USP, Butantã, São Paulo. 
Conteúdo: Reflexão coletiva sobre as excursões e orientação sobre a apresentação dos trabalhos em grupos.

Encontro 7 | 29 de maio
Horário: 19h30 às 22h30
Local: Sala 118 do prédio da Filosofia e Ciências Sociais, na Cidade Universitária da USP, Butantã, São Paulo. 
Conteúdo: Apresentação dos resultados dos trabalhos em grupo e comentários pelos ministrantes.
Discussão final.

ATENÇÃO: As viagens dos participantes para as Excursões (provavelmente para o bairro do Glicério em São Paulo, para a região do Parque Serra do Mar/Portaria São Bernardo do Campo, e para a região de Cubatão) deverão ser custeadas pelos próprios participantes. No caso de o participante ter recursos financeiros limitados, será importante entrar em contato com os professores ministrantes, a fim de buscarmos uma solução conjunta. Contato: Frank Mueller <frank.mueller@fu-berlin.de>, Laura Kemmer <laura.kemmer@usp.br>

Bibliografia:
Bruno, T. (2022): Ecological Memory in the Biophysical Afterlife of Slavery, Annals of the American Association of Geographers, DOI: 10.1080/24694452.2022.2107985
Liboiron, M. (2021). Pollution is Colonialism. Durham: Duke University Press.
Murphy, M. (2017) Commentary: What Can’t a Body Do? Catalyst: Feminism, Theory, Technoscience 3(1), 1-15.
Passos Lima, M.R. (2020) (Toxi)Cidade do Aço: Infraestrutura Siderúrgica e Contestação Social em um Caso de Contaminação por Resíduos Industriais, Anthropologicas 31(2), https://doi.org/10.51359/2525-5223.2020.247373.
Theriault, N. & S. Kang (2021) Toxic Research. Political Ecologies and the Matter of Damage, Environment and Society: Advances in Research 12, 5–24.
Villamizar, C. G. & E. Brito-Henriques (2023) Toxic landscapes: A reflection on the spatialities of the Anthropocene, Documents d´Analisi Geografica 69, 55-79.
Viana, M.A. (2018) A Baixada Santista e os desafios do planejamento urbano e regional. O Futuro passa pelo pre-sal. Oportunidade e/ou ameaça? Economia Brasileira em Debate: Subsídios ao Desenvolvimento. São Paulo: Blucher, pp. 325-352.

Programa

Programa do curso: calendários e bibliografias 
Aula 1. 16/08/2021. 
Tema: A geografia brasileira dos anos de 1990: a emergência e avanço da discussão do cotidiano
Síntese da aula: Os estudos da obra de Henri Lefebvre potencializaram o avanço da discussão do cotidiano na geografia brasileira. Simultaneamente, no contexto da educação, o cotidiano emergia nas investigações de ensino de geografia, uma vez que ganhava força a produção do conhecimento geográfico a partir da vivência dos alunos. 

Bibliografia básica:
1. MOREIRA, R. As tendências da geografia universitária e da geografia escolar. In: MOREIRA, R. O discurso do avesso: para a crítica da geografia que se ensina. São Paulo: Contexto, 2014 [1987]. p. 151-160.
2. CARLOS, A. F. A. A "Geografia Urbana" como disciplina: uma abordagem possível. Revista do Departamento de Geografia – USP, Volume Especial 30 Anos (2012), p. 92-111. Disponível em: < https://www.revistas.usp.br/rdg/article/view/53844&gt;.
3. ALVES, G. da A. Cidade, cotidiano e TV. In: CARLOS, A. F. A. A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999, p. 134-144. 
Bibliografia complementar:
CARLOS, A. F. A. A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999.
CASTROGIOVANNI, A. C. (Org.). Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Mediação, 1999.
PONTUSCHKA, N. Geografia na sala de aula. GEOUSP: espaço e tempo (Online), São Paulo, n. 6, 117-125, 24 de Agosto de 2006. Disponível em: <https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.1999.123369&gt;.

Aula 2. 18/08/2021
Tema: A multiplicidade teórico-metodológica do cotidiano na geografia brasileira Síntese da aula: Apensar de avançarmos consideravelmente o debate do cotidiano na geografia brasileira, sua composição teórica-conceitual do mesmo demonstra uma multiplicidade teórica-metodológica quando trabalhado nas dimensões teóricas e práticas da geografia.

Bibliografia básica:
CAVALCANTI, L. de S. Para onde estão indo as investigações sobre ensino de Geografia no Brasil? Um olhar sobre elementos da pesquisa e do lugar que ela ocupa nesse campo. Boletim Goiano Geografia (Online), Goiânia, v. 36, n. 3, p. 399-419, set./dez. 2016. Disponível em: <http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=337148745002&gt;.
ARAUJO, M. R. de. A composição teórico-conceitual do cotidiano nos PCNs e BNCC de Geografia: da palavra ao conceito geográfico. Boletim Paulista de Geografia, nº 103, jan.-jun. 2020 Disponível em: <https://www.agb.org.br/publicacoes/index.php/boletim-paulista/article/v…;. Acesso em: 28 mar. 2021.

Bibliografia complementar:
CAVALCANTI, L. de S. A Geografia Escolar e a Cidade: ensaios sobre o ensino de Geografia para a vida urbana cotidiana. São Paulo: Papirus, 2008a.
DAMIANI, A. L. O lugar e a produção do cotidiano. In: CARLOS, A. F. (Org.). A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999, p. 50-61.
CARLOS, A. F. A.; ALVES, G. da A.; PADUA, R. F. de. (Org.). Justiça espacial e o direito à cidade. São Paulo: Contexto, 2017.

Aula 3. 23/08/2021
Tema: Uma possibilidade de investigação da espacialidade da vida cotidiana em diferentes níveis e dimensões de análise
Síntese da aula: A partir do desdobramento da obra de Henri Lefebvre, situamos a cotidianidade como dimensão espacial, o cotidiano na ordem distante e a vida cotidiana na ordem próxima, possibilitando, assim, a investigação do modo de vida capitalista.

Bibliografia básica:
ARAUJO, M. R. de. O cotidiano na produção bibliográfica da geografia brasileira: uma análise das produções de geógrafos e geógrafas a respeito do ensino de geografia. 130f. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2021. [Cap. II. Seção: 2.3 – cotidiano, cotidianidade e vida cotidiana: uma aproximação teórica sobre a espacialidade da vida cotidiana em diferentes níveis].

Bibliografia complementar:
LEFEBVRE, H. Critique de la vie quotidienne II: fundements d’une sociologie de la quotidienneté. Paris: L’arche Editeur, 1961. [Primier chapitre: Mise au point, p. 07-104].
LEFEBVRE, H. Níveis e dimensões. In: LEFEBVRE, H. A revolução urbana. Belo Horizonte: UFMG, 1999. p. 77-98.
LEFEBVRE. H. A sociedade burocrática de consumo dirigido. In: LEFEBVRE, H. A vida cotidiana no mundo moderno. São Paulo: Ártica, 1991, p. 77-108.

Aula 4. 25/08/2021
Tema: A cotidianidade em diferentes escalas geográficas.
Síntese da aula: Com base em mapas a respeito das dinâmicas urbanas no Brasil apontaremos as possibilidades de análise da cotidianidade nesse território. Nesse sentido, finalizaremos demonstrando as aberturas para avanços e os limites em que esse curso e, em certa medida, a geografia brasileira, vêm demonstrando para construir possibilidades para analisar o cotidiano
geograficamente.

Bibliografia básica:
THÉRY, H.; MELLO-THÉRY, N. A. de. Dinâmicas urbanas. In: THÉRY, H.; MELLO-THÉRY, N. A. de. Atlas do Brasil: disparidades do território. 3. ed. São Paulo: EDUSP, 2018, p. 222-258.
ARAUJO, M. R. de. O cotidiano na produção bibliográfica da geografia brasileira: uma análise das produções de geógrafos e geógrafas a respeito do ensino de geografia. 130f. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2021. [Considerações finais, p. 120-124].

Bibliografia complementar:
ARAUJO, M. R. de. O cotidiano na produção bibliográfica da geografia brasileira: uma análise das produções de geógrafos e geógrafas a respeito do ensino de geografia. 130f. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2021.

Programa

Assuntos:
• Apresentação
• Alfabeto
• Cumprimentos
• Plural
• O que é isto?
• Quem é este?
• Sufixo de interrogação
• Onde é aqui?
• Uso de VAR e YOK
• Caso locativo
• Adjetivos
• Números


Bibliográfica atualizada:

• DILSET, Lale Türkçe Seti (Kit de Ensino de Turco), Istambul
• TOMER, Yabancılar için Türkçe YENİ HİTİT-1, Ankara üniversitesi basımevi, Ancará, 2011
• KUT, İnci, Portekizce-Türkçe Sözlük, İnkılap yayınları, İstanbul 2010
• Site www.brasilturquia.com.br
• Apostilas dos professores

Programa

Aula 1. História dos Povos Indígenas – abordagens e a construção de um campo historiográfico.

Aula 2. Algumas divisões etno-linguísticas possíveis e os debates sobre uma História Indígena nacional (parte 01)

Aula 3. Nova História Indígena e a construção do conhecimento sobre as populações indígenas no Brasil

Aula 4. Cultura material, oralidade e fontes escritas – a problemática das fontes para a História dos Povos Indígenas

Aula 5. Povos Indígenas e o Estado – projetos de inclusão subordinada.

Aula 6. Abordagens decoloniais e a História do Povos Originários.

Bibliografia:

ALMEIDA, Maria Regina Celestino. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010, p. 13-28.
CABRERA, Gabriel Becerra. La presencia antillana en la Amazonia: los negros barbadenses en la explotación del caucho y sus imágenes. Memorias, Barraquilla, n. 36, p. 57-96, septiembre, 2018.
BRASIL. Lei nº 11.645. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 2008.
CANCELA, Francisco. “Você quer voltar à oca?”: armadilhas, artimanhas e questões da pesquisa histórica sobre os povos indígenas. Revista História em Reflexão, v.3, n. 5, jan/jun 2009.
CALDERÓN, Camilo Mongua. Caucho, frontera, indígenas e historia regional: um análisis historiográfico de la época del caucho em el Putumayo-Aguarico. Boletín de Antropología (Universidad de Antioquia), v. 33, n. 55, p. 15-34, 2018.
CAMACHO, Roberto Pineda . Los huérfanos de La Vorágine: los andoques y su desafío para superar el llanto del genocidio cauchero. Bogotá: Academia Colombiana de Historia, 2014.
CARDOSO, Antonio Alexandre Isídio. O Eldorado dos Deserdados: Indígenas, Escravos, Migrantes, Regatões e o Avanço rumo ao Oeste Amazônico no século XIX. Tese (Doutorado em História). Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade de São Paulo (PPGHS - USP). São Paulo, 321p., 2017.
COSTA, Hideraldo. Cultura, Trabalho e Luta na Amazônia: Discurso dos Viajantes (Século XIX). Manaus: Valer, 2013.
CUNHA, Euclides da. Um paraíso perdido: reunião de ensaios amazônicos. Brasília: Senado Federal, 2000.
CUNHA, Manoela Carneiro (Org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
DIAS, Camila Loureiro. Os índios, a Amazônia e os conceitos de escravidão e liberdade. Estudos Avançados, v. 33, n. 97, p. 235-252, set./dez. 2019.
ECHEVERRI, Juan Alvaro. Sondeo de fuentes bibliográficas sobre linguajes del interflúvio Caqueta-Putumayo: Amazonia colombo-peruana. Amerindia, Paris, n. 17, 1993, p. 149-172.
FAUSTO, Carlos. Os Índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000 ALMEIDA, Maria Regina Celestino. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010, p. 13-28.
FERREIRA, Ana Carolina Sodré. Fontes para a história indígena do e antes do século XVI. Humanidades em diálogo, 9 (1), 115-126, 2019.
https://doi.org/10.11606/issn.1982-7547.hd.2019.154276
FUNARI, Pedro Paulo; PIÑON, Ana. A temática indígena na escola: subsídios para os professores. São Paulo: Contexto, 2011.
GONZAGA, Alvaro de Azevedo. Decolonialismo Indígena. 2. Ed. São Paulo: Matrioska, 2022.
GOW, Peter. Gringos and Wild Indians: Images of History in Western Amazonian Cultures. L’Homme, Paris, n. 126-128 (ano 33), abril-dezembro, 1993, pp. 327-347.
GOW, Peter. River people: shamanism and history in Western Amazonia. In: THOMAS, Nicholas e HUMPFRIES, Caroline (Orgs.). Shamanism, history, and the state. Chicago: The University of Michigan Press, 1994, p. 90-112.
HARDMAN, Francisco Foot. A vingança da Hileia: Euclides da Cunha, a Amazônia e a Literatura Moderna. São Paulo: Editora Unesp, 2009.
HARDMAN, Francisco Foot. Trem Fantasma: A Modernidade na Selva. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019
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LIMA, Pablo Luiz de Oliveira (Org.). Fontes e reflexões para o ensino de história indígena e afro-brasileira: uma contribuição da área de História do PIBID/FaE/UFMG. Belo Horizonte: UFMG – Faculdade de Educação, 2012.
LOPES DA SILVA, Aracy; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (Orgs.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º. e 2º. graus. Brasília: MEC/ Mari/ Unesco, 1995.
MONTEIRO, John Manuel (Org.). Guia de fontes para a história indígena e do indigenismo em arquivos brasileiros: acervos das capitais. São Paulo: USP-NHII/Fapesp, 1994.
MONTEIRO, John Manuel. Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
MONTEIRO, John M. Tupis, Tapuias e historiadores: estudos de História Indígena e do Indigenismo. Tese de livre docência, Unicamp, Campinas-SP, 2001.
MOREIRA, Vânia Maria Losada. Reinventando a Autonomia: liberdade, propriedade, autogoverno e novas identidades indígenas na capitania do Espírito Santo, 1535-1822. São Paulo: Humanitas, 2019.
NOVAES, Adauto. A outra margem do ocidente. São Paulo: Companhia das Letras/Minc.Funarte, 1999.
PREUSS, Konrad Theodor. Religión y mitología de los Uitotos: Textos y diccionario. Bogotá: Edit. Universidad Nacional de Colombia, 1994.
ROCHA, Hélio Rodrigues da e COQUEIRO, João Carlos Pereira. Os Bora e os Uitoto dos Distritos dos Rios Iça-Japurá aos Olhos de um Viajante Britânico. Wamon. Manaus, v. 04, n. 01, 2019, p. 147-160.
SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (Orgs.). A Temática Indígena na Escola: novos subsídios para professores de primeiro e segundo graus. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995.
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SMITH, Linda Tuhiwai. Descolonizando metodologias: pesquisa e povos indígenas. Curitiba: Ed. UFPR, 2018.
SOUZA, Adriana Barreto de [et al.]. Pacificar o Brasil: das guerras justas às UPPs. São Paulo: Alameda, 2017.
SOUZA, Rosemeire de Oliveira; RODRIGUES, Sonia da Silva (orgs.) Ensino de História Indígena na sala de aula: Repensando práticas e metodologias. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023.
TAUSSIG, Michael. Xamanismo, colonialismo e o homem selvagem: um estudo sobre o terror e a cura. São Paulo: Paz e Terra, 1993.
WRIGHT, Robin. História Indígena do Noroeste da Amazônia: Hipóteses, Questões e Perspectivas. In: CUNHA, Manuela Carneiro da (Org.). História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 253-266.

Programa

Lezione 1 - 25/7
Presentazione del corso; Panorama storico, letterario e linguistico dell'Italia dall'unificazione ai giorni nostri; Italiano (neo)standard, italiano regionale e dialetti.

Lezione 2 - 1/8
L'Italiano (neo)standard e i dialetti oggi. Il dialetto ciociaro e il dialetto ciociaro serronese.
Dialetto come ponte tra italiano e portoghese (Intercomprensione).

Lezione 3 - 8/8
Applicazione delle attività didattiche e conclusioni.

Referências bibliográficas:
BALLARÈ, S. L’italiano Neo-Standard oggi: Stato dell’arte. Italiano LinguaDue, v. 12, n.12, p. 469- 492, 2021.
BERRUTO, G. Sociolinguistica dell’italiano contemporaneo. Nuova ed., Roma: Carocci, 2012.
D’ACHILLE, P. L’italiano contemporaneo. 3. ed. (Nuova ed. aggiornata) ed. Bologna: Il Mulino, 2010.
ESCUDÉ, P; CALVO DEL OLMO, F. Intercompreensão: a chave para as línguas. São Paulo: Parábola, 2019.
FIORENTINO, G. Dialetti in rete. Rivista italiana di dialettologia. Anno XXIX, 2005, p. 1000–1037, 2005. CLUEB.
LEPSCHY, G. Lingua e dialetto. Oggi e allora. The Italianist, v. 32, n. sup1, p. 154–159, 2012.
LOPORCARO, M. Profilo linguistico dei dialetti italiani. 1. ed ed. Bari: GLF Editori Laterza, 2009.
MIGLIORINI, B. Storia della lingua italiana. Milano. Bompiani, 1994.
MARAZZINI, C. La lingua italiana. Profilo storico. Bologna: Il Mulino, 1998.
MARCATO, C. Dialetto, dialetti e italiano. Nuova ed ed. Bologna: Il Mulino, 2007.
ROCHA DA CUNHA, K. M. et al. PanromanIC: manuale di intercomprensione fra lingue romanze. Bologna: Zanichelli, 2022.

Programa

Aula 1 — Tradição e experimentação: a busca de uma expressão própria em A História de Amor de Fernando e Isaura (1956)

Aula 2 — Mito e história: o Movimento Armorial e o Romance d’A Pedra do Reino e do Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971)

Aula 3 — Continuidade e ruptura: a reavaliação do próprio trabalho em Romance d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão (1977)

Aula 4 — Herança e testamento: o sonho da obra definitiva no Romance de Dom Pantero no Palco dos Pecadores (2017)

Bibliografia

ADORNO, T. W. A arte e as artes e Primeira introdução à Teoria estética. 2ª ed. São Paulo: Bazar do Tempo, 2018.
BÉDIER, J. O romance de Tristão e Isolda. 5ª ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012.
BOSI, A. “Moderno e modernista na literatura brasileira”. In: Céu, inferno. 3ª ed. Duas Cidades/Editora 34, 2010.
DIDIER, M. T. Miragens peregrinas: sertão e nação em Euclides da Cunha e Ariano Suassuna. 1ª ed. São Paulo: Edusp, 2012.
DIMITROV, E. O Brasil dos espertos. 1ª ed. São Paulo: Alameda, 2011.
GOMES, H. T. O poder rural na ficção. São Paulo: Editora Ática, 1981.
LUKÁCS, G. A teoria do romance. 2ª ed. São Paulo: Editora 34/Duas Cidades, 2009.
NEWTON JR, C. Ariano Suassuna: Vida e obra em almanaque. 1ª ed. Caixa Econômica Federal, 2014.
___________. O pai, o exílio e o reino. 1ª ed. Recife: Editora da Universidade Federal de Pernambuco, 1999.
NOGUEIRA, M. A. L. Ariano Suassuna: o cabreiro tresmalhado. 1ª ed. São Paulo: Palas Athena, 2002.
ROUGEMONT, D. O amor e o ocidente. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1988.
SANTIAGO, Silviano. “Situação de Ariano Suassuna”. Em: SUASSUNA, Ariano. Seleta em prosa e verso. 4ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2011.
SANTOS, I. M. F. Em demanda da poética popular: Ariano Suassuna e o Movimento Armorial. 2ª ed. Campinas: Editora Unicamp, 2009.
SANTOS, T. L. Mito e literatura: a (re)escritura mítica do Sebastianismo no Romance d’A Pedra do Reino, de Ariano Suassuna. São Paulo: Dialética, 2023.
SUASSUNA, A. A história de amor de Fernando e Isaura. 11ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019.
___________. A Onça Castanha e a Ilha Brasil. Tese de livre-docência. Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 1976.
___________. A pena e a lei. 8ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019.
___________. A pensão de Dona Berta e outras histórias para jovens. 1ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2021.
___________. Almanaque armorial. 1ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008.
___________. As conchambranças de Quaderna. 1ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.
___________. Auto de João da Cruz. 1ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2021.
___________. “Introdução”. In: CARREIRO, R. A história de Bernarda Soledade: a tigre do sertão. 2ª ed. Recife: Bagaço, 1995.
___________. “Em entrevista exclusiva, Ariano Suassuna revela detalhes de sua obra”. Correio Braziliense, Brasília, 11 set. 2011. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/acervo. Acesso em 5 jul. 2022.
___________. Farsa da boa preguiça. 13ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2020.
___________. Iniciação à estética. 16ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017a.
___________. O desertor de Princesa. 1ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2022.
___________. Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. 16ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017b.
___________. Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta: edição especial de 50 anos. 17ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2021.
___________. Romance de Dom Pantero no Palco dos Pecadores. 1ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017c.
___________. Seleta em prosa e verso. 4ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2011.
___________. Teatro completo de Ariano Suassuna: Comédias. Vol. 1. 1ª ed. Rio de Janeiro, 2017d.
___________. Teatro completo de Ariano Suassuna: Entremezes. Vol. 3. 1ª ed. Rio de Janeiro, 2017e.
___________. Teatro completo de Ariano Suassuna: Teatro traduzido. Vol. 4. 1ª ed. Rio de Janeiro, 2017f.
___________. Teatro completo de Ariano Suassuna: Tragédias. Vol. 2. 1ª ed. Rio de Janeiro, 2017g.
___________. Vida-nova brasileira e outros textos em prosa e verso. 1ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2022.
TAVARES, B. ABC de Ariano Suassuna. 1ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2007.
VASSALLO, L. O sertão medieval. 1ª ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1993.