Programa

Ementa: O curso visa apresentar alguns aspectos da história do continente africano e das fontes com as quais reconstrui-la. Cada aula será proferida por uma professora ou professor diferente, introduzindo os participantes a um conjunto de questões de suas especialidades. O público alvo são pessoas interessadas em assuntos africanos, em especial aqueles com algum conhecimento anterior e professoras e professores de áreas afins. Uma aula de abertura mostrará como a ideia de África se constitui de fora para dentro do continente. Nas aulas subsequentes serão abordados temas a partir da perspectiva dos estudos literários, e principalmente históricos. Será dada uma visão ampla da história da África subsaariana, aspectos da história da África Ocidental e Central serão considerados durante o período anterior à colonização e durante a sua implantação, e alguns temas da África contemporânea serão introduzidos.

Programa completo e bibliografia:

23/5: 1ª aula - O olhar imperial e a invenção da África
Profa. Dra. Leila M. Gonçalves Leite Hernandez - FFLCH - USP
Texto de apoio: HERNANDEZ, Leila M. G. Leite. “O olhar imperial e a invenção da África”. In: A África na sala de aula - Visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro Ed., 2008, p. 17-44.

30/5: 2ª aula - 30/5: 2ª aula – A literatura no continente africano: violência e libertação.
Profa. Dra. Rita Chaves - FFLCH – USP
Textos de apoio: ACHEBE, Chinua. O nome difamado de África. IN A educação de uma criança em um protetorado britânico.São Paulo: Companhia das letras, 2012, p.82-98.
RUI, Manuel. Eu e o Outro – o Invasor (ou em três poucas linhas uma maneira de pensar o texto). In MEDINA, Cremilda. Sonha, Mamana África,. São Paulo:Epopeia, 1987, p. 353-355.

6/6: 3ª aula - Temas de História da África: uma introdução
Profa. Dra. Marina de Mello e Souza - FFLCH - USP
Textos de apoio: SOUZA, Marina de Mello e. História da África: um continente de possibilidades. In: ROCHA, MAGALHÃES e GONTIJO, Helenice, Marcelo e Rebeca (organizadores), A escrita da história escolar, memória e historiografia. Rio de Janeiro: Editora UFGV, 2009, pp.165-180.
SOUZA, Marina de Mello e. A descoberta da África, Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 4, n. 38, novembro de 2008, pp.72-75; reproduzido em Raízes Africanas, RHBN no bolso. Rio de Janeiro: Editor Sabin, 2009, pp.91-97.

13/6: 4ª aula – Expansão islâmica: o caso da África Ocidental
Prof. Dr. Thiago H. Mota - Universidade Federal de Viçosa
Textos de apoio: MOTA, Thiago H. Um coração de rei: Cultura política islâmica como antecedente das revoluções muçulmanas na África Ocidental (Senegâmbia, séculos XVI e XVII). Varia Historia, v. 36, p. 295-328, 2020.
MOTA, Thiago H. O Islã na África Atlântica: transformações no significado de comportamentos religiosos (séculos XVI-XVII). In: Lucilene Reginaldo e Roquinaldo Ferreira. (Org.). África, margens e oceanos: perspectivas de História Social. 1ed.Campinas: Editora UNICAMP, 2021, v. 1, p. 181-216.

20/6: 5ª aula - Textos e contextos missionários e o ponto de vista africano: Angola e Congo, séculos XVII - XVIII.
Profa. Dra. Lucilene Reginaldo - UNICAMP
Texto de apoio: Almeida, Carlos. A narrativa etnográfica na literatura missionária sobre o Kongo, séculos XVI a XVIII. In: Selma Pantoja; Estevam Thompson. Em torno de Angola: narrativas, identidades e as conexões atlânticas. São Paulo: Intermeios, 2014, pp. 15-32.

27/6: 6ª aula - “Imperialismo e visualidade: as narrativas de expedicionários e missionários britânicos em Uganda (África Oriental, 1870-1920)”
Profa. Marcia C. Pacito F. Almeida - IPHAN, PPGHS-USP
Textos de apoio: BOAHEN, Albert Adu.“Tendências e processos novos na África do século XIX”. In: AJAYI, J. F. Ade (org.). História geral da África: África do século XIX à década de 1880 (vol. VI). Brasília: UNESCO, 2010, pp. 51-57. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000190254/PDF/190254por.pdf.mu…
COHEN, David. “Povos e Estados da região dos Grandes Lagos”. In: AJAYI, J. F. Ade (org.). História geral da África: África do século XIX à década de 1880 (vol. VI). Brasília: UNESCO, 2010, pp. 318-342. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000190254/PDF/190254por.pdf.mu…
KNAUSS, Paulo. “O desafio de fazer História com imagens: arte e cultura visual”. ArtCultura, Uberlândia, vol. 8, nº 12, pp. 97-115, 2006. Disponível em: http://www.seer.ufu.br/index.php/artcultura/article/view/1406

4/7: 7ª aula - Mulheres em ação: África do Sul, século XX.
Profa. Nubia Aguilar Moreno - PPGHS-USP
Texto de apoio: MCCLINTOCK, Anne. Adeus ao paraíso futuro - Nacionalismo, gênero e raça. In.: Couro imperial: raça, gênero e sexualidade no embate colonial. Campinas: Editora da Unicamp, 2010. pp.517- 568.

11/7: 8ª aula - Intelectuais africanos e africanas no Brasil
Profa. Dra. Luiza Nascimento dos Reis - UFPE
Texto de apoio: . REIS, L. N. Estudantes africanos e africanas no Brasil (Anos 1960). Recife: Editora da UFPE, 2022 p.194
Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/716

Programa

Aula 1: Linguística descolonial e novos caminhos para a análise de línguas minoritárias

Aula 2: A ecologia linguística do Alto Rio Negro: Descolonialidade em prática

Referências bibliográficas:

Andrello, Geraldo. (2006). Cidade do Índio: transformações e cotidiano em Iauaretê. São Paulo: Editora UNESP/ISA/NUTI.
Andrello, G., & Vianna, J. (2022). A humanidade e seu(S) gênero(S): Mito, parentesco e diferença no noroeste amazônico. Revista de Antropologia, 65(1), e192786. https://doi.org/10.11606/1678-9857.ra.2022.19278.
Azevedo, D. S. da R. (2021). Construindo parentesco: O mito da cobra-canoa sob a perspectiva das integrações conceituais. Cadernos de Linguística, 2(2), e370. https://doi.org/10.25189/2675-4916.2021.v2.n2.id370
Barreto João Paulo. (2021). Kumuã na kahtiroti-ukuse: uma “teoria” sobre o corpo e o conhecimento prático dos especialistas indígenas do Alto Rio Negro. Tese de Doutorado PPGAS-UFAM.
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Mufwene, Salikoko S. (2017). “Language vitality: The weak theoretical underpinnings of what can be an exciting research area.” Language. Perspectives 93: 202-223.
Negrão & Viotti. (2022). Desafios teórico-metodológicos para a descrição de línguas não indoeuropeias. In: Linguagem, uso e gramática: da vivência à teorização. São Paulo: Editora Mackenzie, pp. 120-146.
Quijano, Aníbal. (1992). “Colonialidad y modernidad/racionalidad.” Perú Indígena v. 13, n. 29: 11-20.
Ramirez, Henri. (1997a). A escrita tukano dos Ye'pâ-masa. Manaus: Cedem.
Ramirez, Henri. (1997b). A fala tukano dos Ye'pâ-masa: Tomo I: Gramática. Manaus: Cedem.
Ramirez, Henri. (1997c). A fala tukano dos Ye'pâ-masa: Tomo II: Dicionário. Manaus: Cedem.
Rosch, E. Principles of Categorization. (2002). In: Levitin, D. J. (org.). Foundations of
Cognitive Psychology: Core readings. Cambridge, MA: MIT Press.
Toulmin, Stephen. (1990). Cosmopolis: The Hidden Agenda of Modernity. Chicago: The University of Chicago Press.
Vilaça, Aparecida. (2005). Chronically Unstable Bodies: Reflections on Amazonian Corporalities. Journal of the Royal Anthropological Institute 11:445-464.
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Viveiros de Castro, Eduardo. (2007). “Xamanismo transversal: Lévi-Strauss e a cosmopolítica amazônica”. In R. Queiroz; R.Nobre (ed). Lévi-Strauss: leituras brasileiras. Belo Horizonte: UFMG.
Viveiros De Castro, Eduardo. (2006). A Floresta de cristal: notas sobre a ontologia dos espíritos amazônicos. Cadernos de Campo, 14/15: 319-338.
Viveiros de Castro, Eduardo. (2018). Metafísicas canibais: Elementos para uma antropologia pós-estrutural. Ubu Editora, N-1-Edicoes.

Programa

Aula 1: O nascimento de uma indústria e a Guerra Civil Espanhola nas telas (1930-1940)
Exploração das origens da indústria cinematográfica espanhola e do impacto da Guerra Civil nas produções. Discutiremos o surgimento dos grandes estúdios, assim como os filmes bélicos e de propaganda realizados durante a Guerra Civil pelos dois lados do conflito. Abordaremos os principais diretores do período, como Benito Perojo e Florian Rey, além de empresas produtoras, como CIFESA e Hispano Film Produktion.

Bibliografia a ser comentada:
CAPARRÓS LERA, Josep Maria. História crítica del cine español. Barcelona, Editorial Ariel, 1999.
GARCÍA SEGUÍ, Alfons. "CIFESA, la antorcha de los éxitos". In: Archivos de la Filmoteca: revista de estudos históricos sobre la imagen, n. 4, 1990, p. 38-49.
GUBERN, Román. Benito Perojo: pionerismo y supervivencia. Instituto Nacional de las Artes Escénicas y de la Música (INAEM), 1994.


Aula 2: O pós-Guerra Civil e o cinema franquista (1940-1960)
Análise do cinema como instrumento de propaganda ideológica durante o franquismo. Discutiremos os filmes religiosos, que reforçavam a moral católica, os dramas históricos, que glorificavam a unidade nacional e momentos heroicos, e as “espanholadas”, que exploravam estereótipos culturais para projetar uma imagem folclórica e idealizada da Espanha.

Bibliografia a ser comentada:
DURÁN, Juan Antonio. Cesáreo González: el empresario espectáculo. Pontevedra: Diputación de Pontevedra, 2003.
FERNÁNDEZ, Emilio Carlos García. “Cine y propaganda en la España de Franco”. In: Revista de Occidente, n. 432, 2017, p. 142-147.
GUBERN, Román. La censura: función política y ordenamiento jurídico bajo el franquismo (1936-1975). Barcelona: Ediciones Península, 1981.


Aula 3: Etapa moderna, García Escudero e o Novo Cinema Espanhol (1960-1975)
Examinaremos o impacto da política de abertura cultural promovida por García Escudero na década de 1960 e o as articulações que levaram ao surgimento do Novo Cinema Espanhol. A partir de filmes que exploraram temas sociais e políticos, analisaremos os limites da renovação cinematográfica promovida pelo regime franquista. Serão abordados diretores como Carlos Saura, Basilio Martín Patino e Manuel Summers.

Bibliografia a ser comentada:
CAPARRÓS LERA, Josep Maria. El cine de los años 70. Navarra: EUNSA, 1976.
RUBIO, Carlos Aragüez. “La política cinematográfica española en los años sesenta: la propaganda del régimen a través del nuevo cine español (1962-1967)". Sociedad y utopía: Revista de ciencias sociales, n. 27, 2006, p. 77-92.


Aula 4: O cinema da transição e o cinema contemporâneo (1975-2000)
Exploração das transformações estéticas e culturais nas décadas de 1980 e 1990, e o impacto da transição democrática na produção cinematográfica. Análise das produções pós-transição, a globalização do cinema espanhol e o sucesso de cineastas como Almodóvar e Amenábar.

Bibliografia a ser comentada:
BARRY, Jordan; MORGAN-TAMOSUNAS, Rikki. Contemporary Spanish cinema. Manchester: Manchester University Press. 1998.
GARCÍA FERNÁNDEZ, Emilio Carlos. "El cine español contemporâneo: una propuesta didáctica". Barcelona: CILEH, 1992.
SMITH, Paul Julian. Desire Unlimited: The cinema of Pedro Almodóvar. Londres: Verso, 1994.

Programa

OBJETIVOS:
O curso tem por objetivos fornecer à/ao aluna/o um panorama das ferramentas computacionais que auxiliam o trabalho de tradução e capacitá-la/o para trabalhar com o software livre Wordfast Anywhere, uma das ferramentas de tradução assistida por computador mais empregadas por tradutoras e tradutores profissionais, contribuindo, desse modo, para a formação prática e/ou atualização de estudantes, interessadas/os ou profissionais da tradução e para sua melhor adequação às demandas atuais do mercado de trabalho.

JUSTIFICATIVA:
Ferramentas computacionais podem ser importantes aliadas de tradutoras e tradutores, reduzindo o tempo de trabalho necessário para concluir uma tradução e elevando a qualidade do produto final. Em alguns setores do mercado de trabalho de tradução, especialmente no de empresas especializadas nesse tipo de serviço, o domínio de ao menos uma das chamadas ferramentas de tradução assistida por computador (Computer-Assisted Translation Tools, ou CAT Tools) tornou-se mesmo requisito básico para a contratação de profissionais. No entanto, o desenvolvimento da subcompetência instrumental, que envolve o saber como empregar tecnologias ao longo do processo tradutório, nem sempre compõe os currículos para formação de tradutoras e tradutores. Levando em conta a importância da subcompetência instrumental para a consolidação da competência tradutória no mundo contemporâneo, o curso apresentará um panorama das tecnologias de tradução disponíveis atualmente (glossários e dicionários on line, sistemas de tradução automática e ferramentas de tradução assistida por computador - CAT Tools) e capacitará a/o aluna/o para trabalhar com o software livre Wordfast Anywhere, umas das CAT Tools mais usadas por tradutoras e tradutores profissionais. Além de funcionar de modo bastante similar ao de outras ferramentas pagas, o software tem como característica a possibilidade de se trabalhar na nuvem e de se produzir traduções coletivamente, já que pode ser acessado simultaneamente por mais de um usuário com a mesma conta.

CONTEÚDO (EMENTA):

Aula 1 (28/06):
- A competência tradutória e suas subcompetências;
- Ferramentas computacionais: dicionários e glossários on line, sistemas de tradução automática e ferramentas de tradução assistida por computador (CAT Tools);
- Como criar uma conta no software livre Wordfast Anywhere e reconhecimento da interface do software.

Aula 2 (29/06):
- Primeiros elementos da prática com Wordfast Anywhere: quais os recursos disponíveis no Wordfast Anywhere; como preparar um arquivo para ser trabalhado no Wordfast Anywhere; como subir o arquivo para o software; como construir e/ou importar/exportar um glossário; como construir e/ou importar/exportar uma memória de tradução; como definir o par linguístico; quais os comandos básicos do Wordfast Anywhere.

Aula 2 (30/06):
- Elementos avançados da prática com Wordfast Anywhere: como revisar uma tradução no Wordfast Anywhere; como baixar um arquivo do Wordfast; quais os formatos possíveis de arquivo para download e as diferenças entre eles; alguns problemas técnicos que podem ocorrer e como solucioná-los.
- Discussão sobre os resultados.


BIBLIOGRAFIA:
ALBIR, Amparo Hurtado. Competência tradutória e formação por competências. Cadernos de Tradução, Florianópolis, v. 40, nº 1, p. 367-416, jan-abr, 2020. Traduzido por Lavínia Teixeira Gomes e Marta Pragana Dantas. Disponível em: . Acesso em: 5 jun. 2020.
ALCINA, Amparo. Translation Technologies: Scope, Tools and Resources. Target: International Journal on Translation Studies, maio, 2008.
SANTOS, Diana; FREITAS, Cláudia. Áreas emergentes e ferramentas especializadas: tradução e tecnologia em revista. Tradução em Revista, n. 22, v. 1, 2007.
AMARAL, Ana Lúcia Ribeiro do. A experiência da tradução comparando ferramentas de auxílio a tradução: Wordfast Anywhere x Smartcat. Trabalho de Conclusão de Curso. Instituto de Letras, Universidade de Brasília, Brasília, 2019.

OBSERVAÇÕES:
O curso será ministrado remotamente via Google Meet. Os slides explicativos, textos e demais materiais de apoio serão disponibilizados na plataforma Google Classroom. Cada aluna/a inscrito/a abrirá (na primeira aula) uma conta de acesso individual ao software Wordfast Anywhere, com a qual trabalhará durante o curso.

Programa

Aula 1 – Vida e obra do autor – Parte I - Apresentação do autor e de toda a obra. Introdução à série Minha luta. Análise dos livros 1 (A morte do pai), 2 (Um outro amor) e 3 (A ilha da infância).

Aula 2 – Vida e obra do autor – Parte II – Análise dos livros 4 (Uma temporada no escuro), 5 (A descoberta da escrita) e 6 (O fim).

Aula 3 – Crítica, recepção e pensamento do autor – Análise da repercussão crítica da obra do autor e de seus escritos e entrevistas sobre o próprio trabalho à luz da teoria literária.

Aula 4 – Sinceridade e verdade na ficção – Abordagem dos problemas relacionados à expressão da sinceridade e da verdade na ficção, em especial nas escritas de si.

Aula 5 - O realismo histórico e os novos realismos – Discussão sobre como a noção de realismo foi se
transformando ao longo do tempo do século XVII até a atualidade.

Aula 6 - A Wunderkammern de Knausgård - No encerramento do curso, a partir da imagem das wunderkammern - os “gabinetes de curiosidades”, do período barroco, citadas por Knausgård no segundo volume da série – nos propomos a refletir sobre os tipos de representações da realidade que a série concebe e seus significados.

Bibliografia:
BADIOU, Alain. Em busca do real perdido. Trad. Fernando Scheibe. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
BARTHES, Roland. O rumor da língua. Trad. Mario Laranjeira. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura, Obras escolhidas v.1. Trad. Sérgio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 2012.
DOUBROVSKY, Serge. O último eu. In: NORONHA, Jovita Maria Gerheim (Org.). Ensaios sobre a autoficção. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
FAEDRICH, Anna. Autoficção: um percurso teórico. In: Criação E Crítica, n. 17, pp. 30-46, dez. 2016. Disponível em: <http://revistas.usp.br/criacaoecritica&gt;. Acesso em: 17 fev. 2017.
FOUCAULT. Michel. Ética, sexualidade e política. Trad. Manoel Barros da Mota. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2004. (Ditos e escritos).
FOUCAULT. Michel. Estética, literatura e pintura, música e cinema. Org. e seleção de textos Manoel Barros da Mota. Trad. Inês Autran Dourado Barbosa. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2009. (Ditos e escritos, III).
FOSTER, Hall. O retorno do real: a vanguarda no final do século XX. Trad. Célia Euvaldo. 2. Ed. São Paulo, Cosac Naify, 2014.
JAMESON, Fredric. La estética de la singularidade. New Left Review, n. 92, p. 109-141, 2015.
KLINGER, Diana. Escritas de si, escritas do outro: o retorno do autor e a virada etnográfica. 2ͣ edição. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2012.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. A morte do pai: minha luta 1. Trad. Leonardo Pinto Silva. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. Um outro amor: minha luta 2. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. A ilha da infância: minha luta 3. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. Uma temporada no escuro: minha luta 4. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. A descoberta da escrita: minha luta 5. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo:
Companhia das Letras, 2017.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. O fim: minha luta 6. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. Karl Ove Knausgaard: the shame of writing about myself. 26 fev. 2016. In: The Guardian.
Disponível em: <https://www.theguardian.com/books/2016/feb/26/karl-ove-knausgaard-the-s…;. Acesso em: 15 abr. 2017.
LEJEUNE, Philippe. O pacto autobiográfico. De Rousseau à Internet. Trad. Jovita Maria Gerheim Noronha e Maria Inês Coimbra Guedes. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
LUDMER, Josefina. Literaturas postautónomas. Linkillo (cosas mias), 2006. Disponível em:
http://linkillo.blogspot.com/2006/12/dicen-que_18.html. Acesso em: 12 dez. 2020.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Mutações da literatura no século XXI. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
SANTIAGO, Silviano. Meditação sobre o ofício de criar. 2007. Disponível em:
<http://revistazcultural.pacc.ufrj.br/meditacao-sobre-o-oficio-de-criar-…;. Acesso em: 29 ago.
2017.
SCHØLLHAMMER, Karl Erik. A volta vitoriosa do eu na narrativa contemporânea. In: OLIVEIRA; Maria Rosa Duarte de; PALO, Maria José (orgs.). Impasses do narrador e da narrativa na contemporaneidade. São Paulo: Educ, 2016.
SCHØLLHAMMER, Karl Erik. Cena do Crime: violência e realismo no Brasil contemporâneo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2013.
SCHØLLHAMMER, Karl Erik. Ficção brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
STAROBINSKI, Jean. Os problemas da autobiografia. Jean-Jacques Rousseau: A transparência e o obstáculo. Trad. Maria Lúcia Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
WATT, Ian. O realismo e a forma do romance, in: A ascensão do romance. Trad. Hildegard Feist. São Paulo:
Companhia das Letras, 1990, p. 11-33.
WOOD, James. Total Recall. Karl Ove Knausgaard’s “My Struggle”. 13 ago. 2012. In: New Yorker. Disponível em:
<http://www.newyorker.com/magazine/2012/08/13/total-recall&gt;. Acesso em: 13 mai. 2017.

Programa

1. PROGRAMA COMPLETO
1. L’avaluació i la certificació de coneixements de català com a llengua estrangera fora del domini lingüístic: organització i funcionament. L’Institut Ramon Llull.
2. Inscripcions, dates i seu d’examen de les proves oficials de català al Brasil.
3. Presentació dels continguts dels nivells A2, B1, B2, C1 i C2 de català del MECR.
4. Presentació de l’estructura de la prova dels nivells A2, B1, B2, C1 i C2 de català del MECR.
5. Exercicis pràctics de les diferents àrees de què consta la prova de català segons el nivell: comprensió lectora, comprensió oral, gramàtica, expressió escrita i expressió oral.
6. Presentació de recursos en línia.

2. BIBLIOGRAFIA
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Proposta per a un estàndard oral de la llengua catalana, I. Fonètica. Barcelona: Institut d'Estudis Catalans, 1990 [1999].
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Proposta per a un estàndard oral de la llengua catalana, II. Morfologia. Barcelona: Institut d'Estudis Catalans, 1992 [1999].
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d'Estudis Catalans, 2016.
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També disponible en línia)
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2018.
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans: 2019.
Certificats de català fora del domini lingüístic: Institut Ramon Llull
https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_intro.cfm

 Models d’examen nivell A2: https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_basic.cfm
 Models d’examen nivell B1
https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_elemental.cfm
 Models d’examen nivell B2
https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_intermedi.cfm
 Models d’examen nivell C1
https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_suficiencia.cfm
 Models d’examen nivell C2
https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_superior.cfm
 Marc Europeu Comú de Referència (MECR)
https://www.llull.cat/catala/aprendre_catala/certificats_marc.cfm
Els sons del català. Universitat de Barcelona. http://www.ub.edu/sonscatala/ca/presentacio
Estructura i descripció de les proves oficial de català. Generalitat de Catalunya
https://llengua.gencat.cat/ca/serveis/acreditacio_coneixements/certific…
cio_proves/
Estructura, valoració i models de proves oficials de català. CAIB
http://www.caib.es/govern/sac/fitxa.do?lang=ca&codi=1761295&coduo=23904…
Estructura, continguts i models de proves de valencià. Generalitat Valenciana
https://jqcv.gva.es/va/nivell-a2

Programa

AULA 1: 05/02/2024 - Boas-vindas aos participantes; Introdução do conteúdo e discussão sobre aspectos ambientais e características climáticas do Semiárido brasileiro.

AULA 2: 06/02/2024 – Rede de monitoramento climático; Análises estatísticas (termopluviométricas) e climatologia do Semiárido brasileiro.

AULA 3: 07/02/2024 – Classificações climáticas e aplicação de Índices de aridez; discussão do conteúdo e encerramento do curso.

Resultados esperados para os participantes:
- atualização de conteúdos sobre ambientes semiáridos;
- familiaridade com rede de monitoramento e instrumentos de medição
- manejo e análise de dados climáticos (estatística descritiva e classificações climáticas)

BIBLIOGRAFIA:

AB’SABER, A. N. 2003. Caatingas: O domínio dos sertões secos. In: Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. 1ª Ed. São Paulo: Ateliê Editorial.

APRÍGIO, Tuana Raquel de Medeiros; FARIA, Raila Mariz; LUCENA, Rebecca Luna; SOUZA, Sara Fernandes Flor de; CARDOZO, Aline da Silva.; SILVA, Alíbia Deysi Guedes da. (2019). Mapeamento da aridez no estado do Rio Grande do Norte. In: Lidriana de Souza Pinheiro; Adryane Gorayeb. (Org.). Geografia fisica e as mudancas globais. 1ed. Fortaleza: UFC, v. 1, p. 1-12.

ARAÚJO, R. S. P., VILA, D. A. Climatological Behavior of Precipitating Clouds in the Northeast Region of Brazil. Advances in Meteorology (2017). 1 – 12, 2017. https://doi.org/10.1155/2017/5916150


CONTI, J. B. A questão climática do Nordeste brasileiro e os processos de desertificação. Revista Brasileira de Climatologia. 1 (1), 7 – 14, 2005. http://dx.doi.org/10.5380/abclima.v1i1.25226

CONTI, J. B. O conceito de Desertificação. CLIMEP - Climatologia e Estudos da Paisagem, v. 3, n. 2, p. 39-52, 2008.

GALVANI, E. Métodos e técnicas de quantificação em Geografia. In: VENTURI, L. A. B (Org). Praticando Geografia: Técnicas de Campo e Laboratório. 1a Edição, v. 1, São Paulo: Oficina de Textos, 2005.

LUCENA, Rebecca Luna; CABRAL JUNIOR, Jório Bezerra; STEINKE, Ercília Torres. Comportamento hidroclimatológico do estado do Rio Grande do Norte e do município de Caicó. Revista Brasileira de Meteorologia. n 33: 485-496, 2018. Doi https://doi.org/10.1590/0102-7786333008.

ROLIM, Glauco de Souza; SENTELHAS, Paulo Cesar; BARBIERI, Valter. Planilhas no ambiente EXCEL TM para os cálculos de balanços hídricos: normal, sequencial, de cultura e de produtividade real e potencial. Revista Brasileira de Agrometeorologia, Santa Maria, v. 6, n.1, p. 133-137, 1998.

SÁ, Iedo Bezerra; SILVA, Pedro Carlos Gama da. Semiárido brasileiro: pesquisa, desenvolvimento e inovação. Petrolina: EMBRAPA Semiárido, 2010.

SILVA, F. L. P.; OLIVEIRA, G. P.; LUCENA, R. L.; LIMA NETO, J. M. Métodos estatísticos na análise interanual das chuvas: uma apreciação da série histórica do município de Caicó/RN. Cadernos do IME - Série Estatística, v. 54, p. 43-62, 2023.

SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE (SUDENE). Delimitação do semiárido. Disponível em: https://www.gov.br/sudene/pt-br/assuntos/projetos-e-iniciativas/delimit….

TORRES, F. T. P.; MACHADO, P. J. O. Introdução à climatologia. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 280p.

VIANELLO, R. L. A estação meteorológica e seu observador. Brasília: INMET, 2011.

 

Programa

Aula 1: Sistema, Campo e Capital Literários

Bibliografia principal:
BOURDIEU, P. O Mercado dos Bens Simbólicos, In: As Regras da Arte, Gênese e Estrutura do Campo Literário. 7 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
Bibliografia complementar:
BECKER, H. Mundos da Arte: Horizonte, 2010.
CANDIDO, A, Literatura e sociedade, Todavia, 2023.
SAPIRO, G. Sociologia da literatura, Editora Moinhos, 2019.
WILLIAMS, R. Marxismo e literatura. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
_____. Cultura e sociedade: de Coleridge a Orwell. Petrópolis: Vozes, 2011

Aula 2: Intermediadores: Prêmios, Crítica e Traduções

Bibliografia principal:
THOMPSON, J. B. Mercadores de Cultura: The Publishing Business of the Twenty-First Century. Editora Unesp.
BOURDIEU, P. As Condições Sociais da Circulação Internacional de Ideias. Revista Enfoques, v. 1, n. 1, Rio de Janeiro, IV-2017-XIII-2017, 2002
STELLA, M. G. P.; SANTOS, J. C. B.; PINHEIRO FILHO, F. A. . Apoiar a tradução em língua portuguesa no exterior: divergências e convergências entre Portugal e Brasil. Sociologias, [S. l.], v. 25, n. 62, 2023.
Bibliografia complementar:
MUNIZ, J. S. J; SZPILBARG, D. Regimes de Visibilidade no Mercado Editorial Globalizado: Brasil e Argentina como convidados de honra na Feira do Livro de Frankfurt. Revista Sociedade e Estado, v. 31, n. 3, p. 671-692, 2016.
PARDO, M. C. V. Estrategias y procesos de internacionalización. Vender(se) y mostrar(se) en ferias internacionales del libro. SANTOS, I. G. La traducción literaria. Granada: Comares, v. 1, p. 73- 92, 2016.
PINHEIRO FILHO, F. O Mago, O Santo, A Esfinge. Todavia, 2024.
SORÁ, G. Traducir el Brasil. Una Antropología de la circulación Internacional de Ideas. Libros de Zorzal. 2003.

Aula 3: Violências do sistemas literário Internacional

Bibliografia principal:
MORETTI, F. Atlas do Romance Europeu 1800-1900. 1. ed. São Paulo: Boitempo, 2003.
HEILBRON, J. Towards a sociology of translation. Translation as a Cultural Worldsystem. European Journal of Social Theory, v. 4, n. 2, p. 429-444, 1999.
Bibliografia complementar:
SAPIRO, Gisèle. Translation and the field of publishing. Translation Studies, Informa UK Limited, v.1, n. 2, p.154-166, 2008.
_____. Globalization and cultural diversity in the book market: The case of literary translations in the US and in France. Poetics. Elsevier BV. v. 38, n. 4, p.419-439, 2010, 10.1016/j.poetic.2010.05.001.
_____. Translation and Symbolic Capital in the Era of Globalization: French Literature in the United States. SAGE Publications, Cultural Sociology, v. 9, n. 3, p. 320-346, 2015.
_____. How Do Literary Works Cross Borders (or Not)?


Aula 4: A República Mundial das Letras, perspectivas de contestação

Bibliografia principal:
CASANOVA, P. O Espaço Literário Mundial. In: A República Mundial das Letras. 1. ed. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.
_____. Kafka Indignado. Capítulos 2 e 3. 1 ed. Edusp. 2024
Bibliografia complementar:
APTER, Emily. Untranslatables: A World System. New Literary History, Johns Hopkins University Press, v. 39, n. 3, Literary History in the Global Age (Summer, 2008), pp. 581-598.
_____. Against World Literature: On the politics of untranslatability. 1 ed. Londres: Verso, 2013.
STELLA, M. Literaturas de língua portuguesa: produção e circulação em um espaço transnacional. Tese de Doutorado: https://doi.org/10.11606/T.8.2023.tde-05102023-125028

 

Programa

Encontro 1: Introdução à literatura islandesa contemporânea e o coletivo Svikaskáld
O primeiro encontro oferecerá uma contextualização histórica e cultural da literatura islandesa, apresentando um panorama da poesia feminina islandesa contemporânea. Serão apresentados o coletivo Svikaskáld, sua origem, suas integrantes e proposta estética, seguido pela leitura e discussão do manifesto "The Impostor Poets of Iceland Issue a Manifesto". Discutiremos questões de autoria coletiva e performance na poesia contemporânea, além de oferecer noções básicas sobre a língua islandesa, incluindo alfabeto, fonética e estrutura.

Encontro 2: Ég er ekki að rétta upp hönd / Não estou levantando a mão (2017)
O segundo encontro se dedicará à leitura e análise de poemas selecionados da primeira coletânea do Svikaskáld, explorando temas e recursos formais relacionados à voz, ao corpo e à resistência. Será feita uma introdução aos exercícios de tradução, apresentando ferramentas e dicionários online disponíveis para o trabalho com a língua islandesa. A prática tradutória I consistirá em tradução coletiva de poemas selecionados.

Encontro 3: Ég er fagnaðarsöngur / Sou um canto de alegria (2018)
No terceiro encontro, faremos a leitura e análise de poemas selecionados da segunda coletânea, abordando o desenvolvimento estético do coletivo e examinando a alegria como estratégia política. Serão discutidos desafios tradutórios específicos da poesia islandesa, como ritmo, sonoridade e jogos de linguagem. A prática tradutória II incluirá exercícios individuais e em grupo.

Encontro 4: Nú sker ég netin mín / Agora corto minhas redes (2019)
O último encontro será dedicado à leitura e análise de poemas selecionados da terceira coletânea, explorando metáforas do trabalho, da natureza e da autonomia. Faremos uma comparação entre as três obras, identificando evolução e recorrências temáticas ao longo da produção do coletivo. A prática tradutória III consistirá em revisão e discussão das traduções realizadas ao longo do curso, seguida de reflexões finais sobre a tradução de literaturas periféricas e o papel do tradutor como mediador cultural.
Observação: Os poemas a serem trabalhados em cada encontro serão providenciados pelos professores.

Bibliografia básica:

SVIKASKÁLD. Ég er ekki að rétta upp hönd. Reykjavík: Autopublicação, 2017.
SVIKASKÁLD. Ég er fagnaðarsöngur. Reykjavík: Autopublicação, 2018.
SVIKASKÁLD. Nú sker ég netin mín. Reykjavík: Autopublicação, 2019.
THE IMPOSTOR Poets of Iceland Issue a Manifesto. Literary Hub, 2019. Disponível em: https://lithub.com/the-impostor-poets-of-iceland-issue-a-manifesto/
Bibliografia complementar:
CHAPMAN, Kenneth G. From Edda to Atom: A Brief Look at Contemporary Icelandic Poetry. Books Abroad, v. 38, n. 1, p. 5-10, 1964. DOI: 10.2307/40118362. Disponível em: https://doi.org/10.2307/40118362.
HJÖRLEIFSDÓTTIR, Thora. Dispatches From a Microlanguage: An Icelandic Reading List. Literary Hub, 2024. Disponível em: https://lithub.com/dispatches-from-a-microlanguage-an-icelandic-reading…
NEW IN Translation: Icelandic Literature in Translation: New and Noteworthy Titles for 2021. World Literature Today, v. 95, n. 3, p. 6-7, Summer 2021. DOI: 10.1353/wlt.2021.0051. Disponível em: https://muse.jhu.edu/article/831877
Além disso serão apontadas ferramentas on-line de dicionários bilíngues como snara.is

Programa

Aula 1 – Introdução das atividades; história do mangá: de emakimono a atualidade (teoria I); como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático I).

Aula 2 – Palestrante convidado (teoria II) – Gilberto de Ataide Batista Faria; como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático II).

Aula 3 – Mangá e a cultura pop japonesa (teoria III); como desenhar personagens de mangá – corpo: frontal, perfil, 3/4 (prático III).

Aula 4 – Palestrante convidado (teoria IV) – Lucas de Paula Sousa Costa; como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos (prático IV).

Aula 5 – Mercado de mangá; Mangá X animê (teoria V); como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos e cenas (prático V).

Aula 6 – Palestrante convidado (teoria VI) – Daniel Delayti Ribeiro de Souza; como desenhar personagens de mangá – criação de personagens: protagonista e antagonista (prático VI).

Aula 7 – Palestrante convidado (teoria VII) – Monique Mieko Nakagawa - Ilustração: grafite, nanquim e lápis de cor (prático VII)

Aula 8 – Palestrante convidado (teoria VIII) - Bruno Leonardo Ramos Andreotti – ilustração: aquarela, pastel seco e canetinhas (prático VIII)

Aula 9 – Estudo para criação de uma imagem: ilustração e construção de personagem (prático IX)

Aula 10 – Finalização da ilustração dos personagens (prático X).


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ACEVEDO, Juan. Como fazer histórias em quadrinhos. Tradução de Sílvio Neves Ferreira. São Paulo: Global,
1990.
AIZEN, Naumim. Bum! Prááá! Bam! Tchááá! Pou! Onomatopéias nas histórias-em-quadrinhos. In. MOYA, Álvaro
de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 269-306.
ANDRAUS, Gazy. A autoria artística das histórias em quadrinho (HQs) e seu potencial imagético informacional.
Visualidades - Revista do Programa de Mestrado em Cultura Visual – FAV - UFG, 2013, vol. 7, n° 1, p.42-67.
BAN, Toshio; TEZUKA PRODUCTIONS. Osamu Tezuka: uma biografia mangá. Tradução de Adriana Sada. São
Paulo: Conrad, 2003.
CIRNE, Moacy. A explosão criativa dos quadrinhos. 4ª ed. Petrópolis: Vozes, 1974.
CHINEN, Nobu. Linguagem HQ: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2011.
_____. Linguagem mangá: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2013.
CRAWFORD, Ben. Emperor Tomato-Ketchup: cartoon properties from Japan. In. BRODERICK, Mick. Hibakusha
Cinema: Hiroshima, Nagasaki and the nuclear image in Japanese film. Londres e Nova York: Kegan Paul
International, 1996, p. 75-90.

ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 15ª ed. Tradução de Perola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva,
1993.
FUJINO, Yoko. Identidade e alteridade: a figura feminina nas revistas ilustradas japonesas nas Eras Meiji, Taishô
e Shôwa. Tese (Doutorado em Comunicação e Estética do Audiovisual) – Universidade de São Paulo. São Paulo,
2002.
_____. Narração e ruptura no texto visual do shojo-maga: estudo das histórias em quadrinhos para público
adolescente feminino japonês. Dissertação (Mestrado em Imagem e som) – Universidade de São Paulo. São
Paulo, 1997.
GARCÍA, Héctor. A geek in Japan: discovering the land of manga, anime, zen, and the tea ceremony. North
Clarendon: Tuttle, 2011.
GASCA, Luis; GUBERN, Roman. El discurso del comic. 3ª ed. Madri: Cátedra, 1994.
GRAVETT, Paul. Mangá: como o Japão reinventou os quadrinhos. Tradução de Ederli Fortunato. São Paulo:
Conrad Editora, 2006.
GUERINI, Andreia; BARBOSA, Tereza Virgínia Ribeiro. Pescando imagens com rede textual: HQ como tradução.
São Paulo: Peirópolis, 2013. 111 p.
HASHIMOTO, Madalena. Pintura e escritura do mundo flutuante: Hishikawa Moronobu e ukiyo-e Ihara Saikaku e
ukiyo-zôshi. 1ª ed. São Paulo: Hedra, 2002.
KLAWA, Laonte; COHEN, Haron. Os quadrinhos e a comunicação de massa. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!. 2ª
ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 103-114.
KOYAMA-RICHARD, Brigitte. One thousand years of manga. Paris: Flammarion, 2007.
LEITÃO, Renata Garcia de Carvalho. Representações dos sons nos mangás. In. VERGUEIRO, Waldomiro;
RAMOS, Paulo; CHINEN, Nobu. Intersecções acadêmicas: panorama das 1 as Jornadas Internacionais de
Histórias em Quadrinhos. São Paulo: Criativo, 2013, p. 50-61.
LUYTEN, Sonia Bibe. Mangá, o poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo: Hedra, 2000.
______. Onomatopéia e mímesis no mangá: a estética do som. In. Revista USP, São Paulo, dez./fev. 2001 –
2002, n o 52, p. 176-188.
McCARTHY, Helen. The art of Osamu Tezuka: god of manga. Lewes: ILEX, 2013.
McCLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. Tradução de Helcio de Carvalho, Marisa do Nascimento Paro. 1ª
ed. São Paulo: Makron Books, 1995.
NAPIER, Susan J. Anime: from Akira to Princess Mononoke. Nova York: PALGRAVE, 2001.
NATSUME, Fusanosuke. Manga wa Naze Omoshiroi no ka: sono hyôgen to bunpô. (Por que mangá é tão
interessante: suas expressões e gramática.). Tokyo: NHK raiburari, 1997.
RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos. 1ª ed. São Paulo: Contexto, 2010.
______. Tiras livres: um novo gênero dos quadrinhos. João Pessoa: Marca de Fantasia, 2014.
SHODT, Frederik L.. Manga! Manga! The world of Japanese comics. Tokyo: Kodansha International, 2001.
VASCONCELLOS, Pedro Vicente Figueiredo. Mangá-Dô, os caminhos das histórias em quadrinhos japonesas.
Mestrado (Dissertação em Artes e Design) – Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro, 2006.

VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo (Org.). Muito além dos quadrinhos: análises e reflexões sobre a 9a
arte. 1ª ed. São Paulo: Devir Livraria, 2009.


FONTES ELETRÔNICAS

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http://fjsp.org.br/agenda/kingdom_of_characters/. Acesso em: 05 out. 2015.
ALLISON, Anne. Cuteness as Japan’s: Millennial Product. In. TOBIN, Joseph. Pikachu’s Global Adventure: the
rise and fall of Pokémon. London: Duke University Press, 2004. Disponível em:
http://web.mit.edu/condry/Public/NausicaaFiles/Allison-PikachusGlobalCh… . Acesso em: 20 nov. 2013.
BOUISSOU, Jean-Marie. Por que o mangá se tornou um produto cultural globlal? (Pourquoi le manga est-il
devenu un produit culturel global?). In. Eurozine, 27 de outubro de 2010. Diponível em:
http://www.eurozine.com/articles/2008-10-27-bouissou-fr.html. Acesso em: 29 jun. 2015.
EISNER, Will. Disponível em: http://www.willeisner.com/ . Acesso em: 02 abr. 2014.
NATSUME, Fusanosuke. Japanese Manga: Its Expression and Popularity. Trad. Ueki Kaori. In. ABD-UNESCO,
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ODAGIRI, Hiroshi. Manga truism: on the insularity of Japanese manga discourse. In. BERNDT, Jaqueline. Comics
Worlds and the World of Comics: Towards Scholarship on a Global Scale. IMRC, vol. 1, 2009. Disponível em:
http://imrc.jp/lecture/2009/12/comics-in-the-world.html . Acesso em: 07abr. 2014.
SHARLIN, Naomi. Sounds like…: understanding Japanese sound symbolism. Projetos e teses. (Tese em
Línguistica). Faculdade Bryn Mawr College. Pennsylvania, 2009. Disponível em:
http://www.swarthmore.edu/SocSci/Linguistics/2010theses/NaomiSharlinBMC…. Acesso em: 24 abr. 2014.
YANO, Christine R. Wink on Pink: Interpreting Japanese Cute as It Grabs the Global Headlines. In. The Journal of
Asian Studies, vol. 68, n° 3, agosto 2009. Disponível em:
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