Programa

Plano de aula:
Aula 1: apresentação das obras e dos autores:
Abertura do curso. Apresentação dos autores Alejandro Zambra e Natalia Ginzburg, seus contextos de produção e suas principais obras. Breve panorama acerca dos romances Formas de voltar para casa (Zambra) e Léxico familiar (Ginzburg).

Aula 2: projetos literários, estruturas narrativas e conversas intertextuais:
Discussão dos temas e formas de escrita dos romances Léxico Familiar e Formas de voltar para casa.
Aproximações explícitas e implícitas entre os projetos literários dos dois autores, tomando por base os dois romances e as referências de Zambra a Natalia Ginzburg.

Aula 3: relatos familiares, narrativas de testemunho e potência literária
Análise das relações estabelecidas entre ficção e autobiografia nos dois romances e sua intersecção com a narrativa testemunhal dos períodos de exceção no Chile e na Itália. Discussão do lugar ocupado pela ficção nas obras e das ferramentas apresentadas pela literatura para o pensamento do passado.
Encerramento do curso e balanço final das atividades.

Bibliografia:

1. Obras dos autores:
* GINZBURG, Natalia. Léxico familiar. Trad. Homero Freitas de Andrade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
GINZBURG, Natalia. As pequenas virtudes. Trad. Maurício Santana Dias. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
ZAMBRA, Alejandro. No leer. Barcelona: Alpha Decay, 2010.
* ZAMBRA, Alejandro. Formas de voltar para casa. Trad. José Geraldo Couto. São Paulo: Cosac Naify, 2014.
ZAMBRA, Alejandro. Tema libre. Barcelona: Anagrama, 2019.
* Leituras recomendadas

2. Bibliografia crítica:
CASTRO, Lorena Amaro. La pose autobiográfica: ensayos sobre narrativa chilena. Santiago: Ediciones Universidad Alberto Hurtado, 2018.
GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros: verdadeiro, falso, fictício. Trad. Rosa Freire d’Aguiar; Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
LEJEUNE, Philippe. O pacto autobiográfico: de Rousseau à Internet. Trad. Jovita Maria Gerheim Noronha; Maria Inês Coimbra Guedes. 2ª ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
SAER, Juan José. “O conceito de ficção”. Trad. Joca Wolff. Sopro, n. 15, ago 2009.
SAMOYAULT, Tiphaine. A intertextualidade. Trad. Sandra Nitrini. São Paulo: Aderaldo & Rothschild, 2008.
SARLO, Beatriz. Tempo passado: cultura da memória e guinada subjetiva. Trad. Rosa Freire d’Aguiar. São Paulo: Companhia das Letras; Belo Horizonte: Editora UFMG, 2007.

Programa

1. Programa Resumido
O programa de todos os módulos está organizado conforme os capítulos do livro didático
Čeština Expres 1 (A1/1) e Čeština Expres 2 (A1/2) distribuidos da seguinte maneira:

Módulo I Estudo dos capítulos 1 a 3 de Čeština Expres 1
Módulo II Estudo dos capítulos 4 a 7 de Čeština Expres 1
Módulo III Estudo dos capítulos 8 a 10 de Čeština Expres 2
Módulo IV Estudo dos capítulos 11 a 14 de Čeština Expres 2

2. Bibliografia Complementar
HOLÁ, Lída a Pavla BOŘILOVÁ. Čeština expres 1: [úroveň] A1/1 : [anglická verze]. 2.,
opr. vyd. Praha: Akropolis, 2011. ISBN 978-80-87481-22-6.
Disponível para compra em:
https://issuu.com/akropolis/docs/cestina_expres_1_aj_issuu_1
HOLÁ, Lída a Pavla BOŘILOVÁ. Čeština expres 2: [úroveň] A1/2 : [anglická verze].
Praha: Akropolis, 2011. ISBN 978-80-87481-26-4.
Disponível para compra em:
https://issuu.com/akropolis/docs/cestina_expres_1_aj_issuu_1
REMEDIOSOVÁ, Helena a Elga ČECHOVÁ. Chcete mluvit česky? Liberec: Harry Putz,
2009. ISBN 978-80-86727-19-6.
REMEDIOSOVÁ, Helena a Elga ČECHOVÁ. Chcete mluvit česky? Liberec: Harry Putz,
2009. ISBN 80-86727-08-4.
Portugalština: slovníček. V Brně: Lingea, 2015. Nejen pro začátečníky. ISBN 978-80-
7508-084-4.

Programa

Aula 01 – Introdução do curso: cinema e teatro e literatura
Objetos de discussão: trechos de filmes diversos que abordem a figura do intérprete enquanto profissional

Aula 02 – Cinema mudo e “a vingança do homem comum contra a máquina”
Objeto de discussão: “A Corrida do Ouro” (The Gold Rush, 1925), de Charlie Chaplin

Aula 03 – O Método: autonomia profissional do intérprete, invisibilidade da expressão
Objeto de discussão: “Uma Rua Chamada Pecado” (A Streetcar Named Desire, 1951), de Elia Kazan

Aula 04 – Na contramão da eficiência: improvisação e criação coletiva da cena
Objeto de discussão: “Uma Mulher Sob Influência”, (A Woman Under The Influence, 1974) de John Cassavetes

Aula 05 – Releitura, provocação e reinvenção das formas de representar
Objeto de discussão: “Dogville” (Dogville, 2003), de Lars Von Trier

Bibliografia básica

Aula 01:
- SZONDI, Peter, “Introdução: estética histórica e teoria dos gêneros” e “O drama”, in Teoria do Drama Moderno,
Luiz Sérgio Rêpa (tradução), São Paulo, Cosac e Naify Edições, 2003, pgs. 21-34
Aula 02:
- BENJAMIN, Walter, “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica”, in Magia e Técnica, Arte e Política –
Obras Escolhidas Volume 1, (tradução de Sérgio Paulo Rouanet), São Paulo, Brasiliense, 1985, págs. 175-196
- EISENSTEIN, Sergei, “Sirva-se!”, in A Forma do Filme, tradução de Teresa Ottoni e apresentação e notas de José
Carlos Avellar, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2002, págs. 89-107
Aula 03:
- CAVALIERI, Arlete e VÁSSINA, Elena, “A herança de Stanislavski no teatro norteamericano: caminhos e
descaminhos”, in Teatro Russo – Literatura e Espetáculo, São Paulo, Ateliê Editorial, 2011, págs. 163-181
- NAREMORE, James, “Rhetoric and expressive technique”, in Acting in the Cinema, Los Angeles, University of
California Press, 1988, pgs. 34-67
Aula 04:
- SOULES, Marshall, “Improvising Character: Jazz, the Actor and Protocols of Improvisation”, in FISCHLIN, Daniel e
HEBLE, Ajay (organizadores) The Other Side of Nowhere – jazz, improvisation, and communities in dialogue,
Middletown, Wesleyan Universitary Press, 2004, pgs. 268-297
- WEXMAN, Virginia Wright, “The Rhetoric of Cinematic Improvisation”, in Cinema Journal, vol. 20, nº 1, Special
Issue on Film Acting (Outono de 1980), University of Texas Press, pgs. 29-41
Aula 05:
- JOVANOVIC, Nenad, “Lars Von Trier: Brechtian cinema in the postmodern era”, in Brechtian Cinemas - Montage
and Theatricality in Jean-Marie Straub and Danièle Huilet, Peter Watkins, and Lars Von Trier, 2017, Nova York,
Suny Press, págs. 169-205
Bibliografia complementar:
BLUM, Richard A., American Film Acting – The Stanislavsky Heritage, Michigan, UMI Research Press, 1984
BROWNE, Nick, “The Spectator-in-the-Text: the Rhetoric of ‘Stagecoach’”, inverno de 1975-1976, Film Quarterly,
Vol. 29, nº 2, págs. de 26-38
COOK, David, A History of Narrative Film, New York & London: W. W. Norton, 1981
COSTA, Iná Camargo, “Brecht no cativeiro das forças produtivas”, in Nem Uma Lágrima: Teatro Épico em
Perspectiva Dialética, São Paulo, Expressão Popular, 2012, pgs. 137-152
__________________, Panorama do Rio Vermelho – ensaios sobre o teatro americano moderno, São Paulo,
Nankin Editorial, 2001
DENNING, Michael, The Cultural Front – The Laboring of American Culture in the Twentieth Century, Nova Iorque e
Londres, Verso, 1998
GORDON, Mel, Stanislavsky in America, New York, Routledge, 2010
JAMESON, Fredric, As Marcas do Visível, Tradução de João Roberto Martins Filho, Rio de Janeiro: Edições Graal
LTDA, 1995
KRUGER, Patrícia de Almeida, Penetrando o Éden: Anticristo, de Lars von Trier, à luz de Brecht, Strindberg e
outros elementos inquietantes, Tese de doutorado, FFLCH/USP, 2016
LIMA, Gabriel Bordignon de, Charlie Chaplin - laboratório subversivo e sabotagens industriais: um estudo de A casa
de penhores (1916) e Tempos Modernos (1936), Dissertação de Mestrado, FFLCH/USP, 2018
NEVE, Brian, (org.), Cinema, Politics and Society in America, Manchester, Manchester University Press, 1981, pgs.
19-41 e pgs. 97-118
MOUËLLIC, Gilles, Improvising Cinema, Amsterdam, Amsterdam University Press, 2013
RAY, Robert B., A Certain Tendency of the Hollywood Cinema, 1930-1980, Princeton, Princeton University Press,
1985
SAAD, Sheila Maria Ribeiro, Driblando a censura: o macarthismo e a figuração do trabalho em Sunset Boulevard,
de Billy Wilder, Dissertação de Mestrado, FFLCH/USP, 2014
SOARES, Marcos, “A aliança de classes e o nascimento de uma nação em Cerimônia de casamento”, in
Travessias, Cascavel, v. 15, n. 2, p. e27763, 2021
_______________, “Cinema e Dramaturgia: a renascença de Hollywood dos anos 1960”, em Dramaturgia em Foco,
2018, vol. 2, nº 1, pgs. 45-63.
SPOLIN, Viola, Improvisação Para o Teatro, Tradução de Ingrid Dormien Koudela e Eduardo José de Almeida
Amos, São Paulo, Editora Perspectiva, 4ª edição, 2001
SILBERMAN, Marc (organização), Brecht On Film and Radio, Londres, Methuen Drama, 2016
SKLAR, Robert, Movie-Made America – A cultural History of American movies, Nova Iorque, Vintage Books, 1994

(Revised and updated edition)
XAVIER, Ismail, O Olhar e a Cena, São Paulo, Cosac e Naify Edições
ZANIOLO, Bruno Gavranic, “Sindicato de Ladrões”: o Método como um campo de disputa em Hollywood, São
Paulo, Pimenta Cultural, 2023
_______________________, “Afetos Abortados: Drama Psicológico, o Método e a representação do macartismo
em Um Lugar ao Sol”, in Dramaturgia em Foco, Vol. 3, nº 1, 2019
XAVIER, Ismail, “A noção clássica de representação e a teoria do espetáculo, de Griffith a Hitchcock”, in O Cinema
No Século, Rio de Janeiro, Imago, 1996, pgs. 247-266

Programa

Referências Bibliográficas:

APPLE, Wendy. The Cutting Edge: The Magic of Movie Editing. Documentary: Production Companies, A.C.E., British Broadcasting Corporation (BBC), NHK Enterprises, TCEP Inc. 2004.
AUMONT, Jacques. A estética do filme. Campinas: Papirus, 1995.
AUMONT, Jacques. Moderno? Por que o cinema se tornou a mais singular das artes. Campinas: Papirus, 2007.
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BALLERINI, Franthiesco. Cinema brasileiro no século 21: reflexões de cineastas, produtores, distribuidores, exibidores, artistas, críticos e legisladores sobre os rumos da cinematografia nacional. São Paulo: SUmmus, 2012.
BARTHES, Roland. A câmara clara: nota sobre a fotografia. Tradução de Júlio Castañon Guimarães. Rio de Janeiro: Editora
Nova Fronteira, 1984.
BAZIN, André 1991 “A evolução da linguagem cinematográfica” em O cinema, ensaios. Brasiliense, p.66-81 (1997 Qu’est-ce que le cinéma. Paris, ed. du Cerf, p.63-80).
BAZIN, Andre. O Cinema: Ensaios. (1991). Tradução Eloisa de Araújo Ribeiro. 1. Ed. São Paulo: Editora Brasiliense.
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BERGER, Peter L. & LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. Petrópolis, MG: Vozes, 36 ed., 2014.
BERNARDET, Jean-Claude. Cineastas e imagens do povo. São Paulo: Companhia das letras, 2003.
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BORGES, Antonádia (2005) “Sobre pessoas e variáveis: etnografia de uma crença política”. Mana 11/1 (abril), p.67-93.
BORDWELL, David. Narration in the Fiction Film. Wisconsin: University of Wisconsin Press, 1986.
BOURDIEU, Pierre (coord.). A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, 1997.
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CARDOSO, Luís Miguel. A problemática do narrador. Lumina - Juiz de Fora - Facom/UFJF - v.6, n.1/2, p. 57-72, jan./dez. 2003.
CHILVES, Ian. Dicionário Oxford de Arte; trad. Marcelo Brandão Cipolla; rev. tec. Jorge Lucio Campos. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes: 2011.
CLIFFORD, James. A Escrita da Cultura. Poética e Política da Etnografia. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2017.
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COSTA, Flávia Cesarino. O Primeiro cinema, Espetáculo, narração, domesticação. Rio de Janeiro: Azougue Editorial: 2005.;
DAMINELLO, Luiz Adriano. Entre duas margens : do filme etnográfico ao cinéma-vérité e o lugar do filme La pyramide
humaine na obra de Jean Rouch. Campinas, SP: [s.n.], 2010. DOUCHET, J. Não acredito em épocas de arte superior ou de arte
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EDGAR-HUNT, Robert; MARLAND, John; RAWLE, Steven. A linguagem do cinema. Porto Alegre: Bookman, 2013.
ELSAESSER, Thomas & HAGENER, Malte. Teoria do cinema: Uma introdução através dos sentidos. São Paulo: Editora Papirus, 2018, 272p. ISBN 8544902871.
EMERSON, Caryl. Mikhail Bakhtin, linguagem, cultura e mídia. São Carlos: Pedro e João Editora, 2010. DEWEY, John. Arte como experiência. São Paulo: Martins, 2010.
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FERRO, M. Cinema e História; tradução Flávia Nascimento. - Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
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GAUDREAULT. André. A narrativa cinematográfica I André Gaudreault, François Iost; Adalberto Müller, Ciro Inácio Marcondes e Rita love!" Faleiros. tradução; Adalberto Müller, revisão técnica e supervisão. - BruOia : Editom Universidade de Brasília, 2009.
GEERTZ, Clifford. O antropólogo como autor. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 3 ed. 2009.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos, 1995.
GOMES, Paulo Emílio Salles. Cinema: trajetória no subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2 ed., 1986.
GRANATO, Luíza Zaidan. "Trilogia Do Palco": Autorrepresentação, Jogo E Mise-en-scène No Cinema De Eduardo Coutinho =
"The Stage Trilogy": Self-representation, Acting and Mise-en-scène in the Cinema of Eduardo Coutinho. 2020.
GRANATO, Luíza Zaidan. "Trilogia Do Palco": Autorrepresentação, Jogo E Mise-en-scène No Cinema De Eduardo Coutinho =
"The Stage Trilogy": Self-representation, Acting and Mise-en-scène in the Cinema of Eduardo Coutinho. 2020.
HERWITZ, Daniel. Estética: conceitos-chave em filosofia. Trad. Felipe Rangel Elizalde. Porto Alegre: Artmed, 2010.
HIKIJI, Rose Satiko. 1998a. Imagem violência mimesis e reflexividade em alguns filmes contemporâneos. Dissertação de
mestrado, PPGASUSP, São Paulo.
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LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho: televisão, cinema e vídeo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.
MARCUS, George E.. O intercâmbio entre arte e antropologia: como a pesquisa de campo em artes cênicas pode informar a
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MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense, 2003.
MARTINS, José de Souza. Sociologia da fotografia e da imagem. 1 ed. São Paulo: Editora Contexto, 2011.
MATTOS, C.A. Sete faces de Eduardo Coutinho São Paulo: Boitempo, 2019.
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NAVES, Rodrigo. A forma difícil. São Paulo: Editora Ática. 2006.
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– Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/11561.
ORICCHIO, Luiz Zanin. Cinema de novo: um balanço crítico da Retomada. São Paulo: Estação Liberdade, 2003.
ORTIZ, Renato. A Moderna Tradição Brasileira: cultura brasileira e indústria cultural. São Paulo: Editora Brasiliense: 2001.
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RIDENTI, Marcelo. Em busca do povo brasileiro: artistas da revolução, do CPC à era da TV. Rio de Janeiro: Record, 2000.
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SIMMEL, Georg. Arte e vida: ensaios de estética sociológica. Tradução de Markus André Hediger. Revisão técnica e
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SORLIN, Pierre. Sociologia del cine: la apertura para la historia de mañana. México: Fundo de cultura econômica, 1985.
SPIVAK, Gayatri C. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
TEIXEIRA, Francisco E.. Documentário no Brasil: tradição e transformação. São Paulo: Summus Editorial.
TELLES, Vera da Silva. Prospectando a cidade a partir de suas margens: notas inconclusas sobre uma experiência etnográfica.
Contemporânea – Revista de Sociologia da UFSCar. São Carlos, v. 3, n. 2, jul.-dez. 2013, pp. 359-373.
VALLADARES, Licia do Prado. A invenção da favela: do mito de origem a favela.com. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1 ed., 2005
VOLOCHÍNOV, V. N.; BAKHTIN, M. (1926) Discurso na vida, discurso na arte. (mimeo)
WAGNER, Roy. Trad. Marcela Coelho de Souza e Alexandre Morales. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
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XAVIER, Ismail. O cinema brasileiro moderno. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico: a opacidade e a transparência. São Paulo: Paz e Terra, 2005.
XAVIER, Ismail. O olhar e a cena. São Paulo: Cosac Naify, 2003.

Programa

Aula 1: As primeiras autobiografias trans brasileiras: dos anos 1970 até 1980
Aula 2: Esboço de um movimento literário trans: entre os anos 1990 e 2000
Aula 3: O boom das autobiografias trans: dos anos 2010 até hoje

Bibliografia:
ÁDREON, Loris. Meu corpo, minha prisão: autobiografia de um transexual. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1985.
ALBUQUERQUE, Fernanda Farias de; JANNELLI, Maurizio. Princesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995.
BABY, Jovana; ONG ASTRAL. Diálogo de bonecas. Rio de Janeiro: PIM / ISER / Ministério da Saúde / AIDSCAP, 1995.
COUTINHO, Laerte. Diário de um minotauro. São Paulo: Quadrinhos na Cia, 2010.
DELUCA, Naná. O sexo dos tubarões. São Paulo: Patuá, 2017.
FREITAS, Martha C. Meu sexo real: a origem somática, neurológica e inata da transexualidade. Petrópolis: Vozes, 1998.
GUIMARÃES, Amanda. Meu nome é Amanda. Rio de Janeiro: Fábrica231, 2016.
HERZER, Anderson. A queda para o alto. Petrópolis: Vozes, 1982.
LAFFOND, Jorge. Bofes & babados, por Vera Verão. Rio de Janeiro: Star Brazil/CC&P, 1999.
LANZ, Letícia. A construção de mim mesma. São Paulo: Objetiva, 2021.
LEMOS, Kaio. No candomblé, quem é homem e quem não é? Rio de Janeiro: Metanoia, 2019.
LESSA, Jordhan. Eu trans: a alça da bolsa, relatos de um transexual. Rio de Janeiro: Metanoia, 2014.
MARILAC, Luísa; QUEIROZ, Nana. Eu, travesti. São Paulo: Record, 2019.
MARTINS, Téo. EP. Brasília: Padê, 2018.
MOIRA, Amara. E se eu fosse puta. São Paulo: Hoo editora, 2016.
NERY, João W. Erro de pessoa: João ou Joana? Rio de Janeiro: Record, 1984.
_________________Viagem solitária: memórias de um transexual trinta anos depois. Rio de Janeiro: LeYa, 2011.
_________________Velhice transviada. São Paulo: Objetiva, 2019.
PEPITA, Mulher. Cartas pra Pepita. São Paulo: Arole Cultural, 2019.
PINHO, Ruddy. Nem tão bela, nem tão louca. Rio de Janeiro: Nova Razão Cultural, 2007.
PINHO, Ruddy. Liberdade ainda que profana. Rio de Janeiro: Nova Razão Cultural, 1998.
SALU, Diana. Cartas para ninguém. Brasília: Padê, 2019.
SATÃ, Madame. Memórias de Madame Satã. Rio de Janeiro: Lidador, 1972.
WONDER, Claudia. Olhares de Claudia Wonder: crônicas e outras histórias. São Paulo: GLS, 2008.

Programa

Aula 1: Apresentação do curso – Fragmento, figura e ordem: do seminário à crítica-escritura

Aula 2: Na margem da filosofia e literatura: Nietzsche, Werther e Platão

Aula 3: Escreve-se para ser amado: os amigos e o affair X.

Aula 4: O amor depois do amor: não-querer-possuir e o neutro

Aula 5: Quando não se pode estar junto: bilhetes e aquarelas

Bibliografia

BARTHES, Roland. Fragmentos de um discurso amoroso. São Paulo: Editora UNESP, 2018.
_______________., Roland. Le discours amoureux. Séminaire à l’école pratique des hautes études (1974-76). Paris: Seuil, 2007.
_______________., Roland. Le Neutre. Cours au collège de france (1977-1978). Paris: Seuil, 2002.
CENTRE GEORGES POMPIDOU. Roland Barthes. Paris: Seuil, 2002. (catálogo de exposição)
CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL. Roland Barthes artista amador: coleção Romaric Sulger Büel. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1995. (catálogo de exposição)
DELEUZE, Gilles. Nietzsche e a filosofia. São Paulo: n-1 edições, 2018.
GOETHE, Johann Wolfgang Von. Os sofrimentos do jovem Werther. São Paulo: Penguin – Companhia das letras, 2021.
PLATÃO. O banquete. Belém: ed.ufpa, 2018.
PERRONE-MOISÉS. Leyla. Texto, crítica, escritura. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
SAMOYAULT, Tiphaine. Roland Barthes: biografia. São Paulo: Editora 34, 2021.

Programa

Ementa:
Filme etnográfico, utilização do audiovisual em campo em contextos de minorias étnico-raciais, uso de imagens e sons na pesquisa, formas de representação do outro.

Aula 1:
Breve histórico sobre a imagem na antropologia e as diferentes modalidades de representação do "outro".

Aula 2:
Filme etnográfico, documentário e audiovisual. Diferentes modalidades fílmicas e a sua repercussão nos trabalhos em campo junto a grupos minoritários.

Aula 3:
Produções colaborativas: etnoficção e vídeos para internet.

Aula 4:
Audiovisual, memória e patrimônio: novas abordagens para o processo de patrimonialização e salvaguarda do patrimônio cultural.

Aula 5:
Como planejar o imponderável: filmando na prática. Filmação e performance.
 

Referências bibliográficas:


BOUDREAULT-FOURNIER, A.; HIKIJI, R.S.G. & NOVAES, S.C. "Etnoficção – uma ponte entre fronteiras". In Barbosa, Cunha, Hikiji & Novaes. A experiência da imagem na etnografia. São Paulo, Terceiro Nome/FAPESP, 2016.
BOAST, Robin. Neocolonial collaboration: Museum as Contact Zone Revisited. In Museum Anthropology, Vol. 34, Iss. 1, pp. 56–70 & 2011 by the American Anthropological Association. All rights reserved. DOI: 10.1111/j.1548-1379.2010.01107.x
BITTENCOURT, Luciana Aguiar: Algumas considerações sobre o uso da imagem fotográfica na pesquisa antropológica. IN Feldman-Bianco, B. e Moreira Leite, M. Desafios da Imagem – fotografia, iconografia e vídeo nas Ciências Sociais. Papirus Ed. Campinas, 1998. (ps. 197-212).
CAIUBY NOVAES, Sylvia. "Imagem e Ciências Sociais: trajetória de uma relação difícil". In BARBOSA, Andrea et al. (Ed.). Imagem-conhecimento. Antropologia, cinema e outros diálogos. Campinas: Papirus, 2009.
CAIUBY NOVAES, Sylvia: “O uso da imagem na Antropologia”. IN Samain, Etienne: O Fotográfico. Editora HUCITEC, CNPq. São Paulo, 1998. (ps. 113-119).
COLLINS, Patricia Hill. “A experiência vivida como critério de significado”. In: Pensamento Feminista Negro, 1ª ed., São Paulo, Boitempo, 2019.
CUNHA, FERRAZ & HIKIJI. "O vídeo e o encontro etnográfico". In Cadernos de Campo. USP, v. 14-15, p. 287-298, 2007.
DA-RIN, Silvio. “Uma testemunha discreta”. In Espelho Partido. Tradição e transformação do documentário. RJ: Editora Azouge, 2004.
DAWSEY, John, Regina Müller, Rose Satiko Hikiji e Mariana F. M. Monteiro (orgs). 2013. “Antropologia e Performance: ensaios Napedra”. São Paulo: Terceiro Nome, 499 p.
DAWSEY, John. 2011. “Schechner, teatro e antropologia”. Cadernos de campo, São Paulo: n. 20, p. 1-360.
DIAS, Paulo. 2001. A outra festa negra. In: Festa: Cultura e Sociabilidade na América Portuguesa. São Paulo: Hucitec/Edusp, p. 1-35
DIDI-HUBERMAN, Georges.Remontagens do tempo perdido. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2018.
ECKERT, Cornelia e Ana Luiza Carvalho da Rocha. 2014. “Experiências de ensino em antropologia visual e da imagem e seus espaços de problemas”. In: Ferraz, Ana Lúcia Camargo e João Martinho de Mendonça (Orgs.). Antropologia visual: perspectivas de ensino e pesquisa. Brasília-DF: ABA
FERRAZ, Ana Lúcia M.C. “Dramaturgia da vida social e a dimensão poética da pesquisa antropológica”. In: DAWSEY et al. (orgs.). Antropologia e performance: ensaios napedra. São Paulo: Terceiro Nome, 2013.
FRANCE, Claudine de (org.). “Do filme etnográfico à antropologia fílmica”. Campinas: Editora Unicamp, 2000.
GOFFMAN, Erving. 1996. A representação do eu na vida cotidiana. Petrópolis: Ed. Vozes, 1996.
HIKIJI, Rose Satiko Gitirana. “Rouch Compartilhado: Premonições e Provocações para uma Antropologia Contemporânea”. In Iluminuras (Porto Alegre). , v.14, p.113 -122, 2013.
HIKIJI, Rose Satiko Gitirana. 2005. Etnografia da Performance Musical – Identidade, Alteridade e Transformação. Horizontes Antropológicos, v. 11(24), p. 155-184
HOOKS, bell. Erguer a Voz. São Paulo, ed. Elefante, 2019.

KILOMBA, Grada. Memórias da Plantação. Rio de janeiro, Cobogó, 2019.
KOSSOY, Boris: Fotografia e memória. IN Samain, Etienne: O Fotográfico. Editora HUCITEC, CNPq. São Paulo, 1998. (ps. 41-47).

LORDE, Audre. “A transformação do silêncio em linguagem e ação”. In: Irmã Outsider.1ª ed. Belo Horizonte, ed. Autêntica, 2019.
MACDOUGALL, David. “The visual in anthropology”. In BANKS, Marcus &MORPHY, Howard (Orgs.). Rethinking visual anthropology. New Haven e Londres: Yale University Press, 1999. p. 276- 295.
MOREIRA SALLES, João: A dificuldade do documentário. IN Martins, José de Souza et alli: O imaginário e o poético nas Ciências Sociais. EDUSC. Bauru, 2005. (ps. 57 – 71)]
PINTO, Alice Martins Villela. 2014. Construindo imagens etnográficas: uma abordagem reflexiva da experiência de campo entre os Asurini do Xingu. In: Ferraz, Ana Lúcia Camargo e João Martinho de Mendonça (Orgs.). Antropologia visual: perspectivas de ensino e pesquisa. Brasília-DF: ABA.
SILVA, Vagner Gonçalves da. O Antropólogo e sua Magia. Edusp, São Paulo, 2015.

SMITH, Laurajane. Uses of Heritage. “Introduction”. London and New York: Routledge, 2006.
SZTUTMAN, Renato. “Jean Rouch: um antropólogo-cineasta”. In Barbosa, Caiuby Novaes, Cunha, Ferrari, Hikiji & Sztutman (orgs.) Escrituras da imagem. São Paulo: Edusp/Fapesp, 2004 pp 49-62.
VILLELA, Alice & ROMERO, Hidalgo. "Quando a roda acontece: o audiovisual como tradução da experiência na performance musical participativa". In: ANAIS do SIPA - Seminário Imagem, Pesquisa e Antropologia. Unicamp, 10 a 12 de abril de 2018.
SCHECHNER, Richard. 2011. Pontos de contato entre o pensamento antropológico e teatral. Cadernos de campo: São Paulo, n. 20, p. 1-360

Programa

Aula 1. Estética da recepção: precursores e conceitos.
Roman Ingarden e os correlatos intencionais na leitura literária. Hans Robert Jauss e o horizonte de expectativa na leitura. Wolfgang Iser, o leitor implícito e o ato da leitura.

Aula 2. Imaginário e os atos de fingir.
Seleção e combinação. O mesmo, a diferença, a relação, a suspensão e a auto-expressão.
O imaginário: faculdade, representação, imaginário radical, imaginário elementar.

Aula 3. A ficção no discurso filosófico.
Ficção como ídolo (Bacon); ficção como modalidade linguística (Bentham); ficção como definição inautêntica (Vaihinger); ficção como diferença escorregadia (Goodman); ficção como camaleão da cognição.

Aula 4. Mimese, performance e a metáfora como saber do imaginário.
Metáfora e conhecimento. Metáfora e imaginário. Metáfora, imaginário e o leitor: negatividade, prospecção e reidentificação.

Bibliografia


GALLE, Helmut P. E.; PEREZ, Juliana P. e PEREIRA, Valéria S. (orgs.). Ficcionalidade: uma prática cultural e seus contextos. São Paulo: FFLCH/USP: FAPESP, 2018.
INGARDEN, Roman. A obra de arte literária. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1965.
ISER, Wolfgang. The Act of Reading: A Theory of Aesthetic Response. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 1978.
________. El Proceso de la Lectura. Trad. Ricardo Sánchez Ortiz de Urbina. In: WARNING, Rainer (org.). Estética de la recepción. Madrid: Visor, 1989. p. 149-164.
________. Das Fiktive und Das Imaginäre: Perspektiven literarischer Anthropologie. Frankfurt: Suhrkamp, 1991.
________. Problemas da teoria da literatura atual: o imaginário e os conceitos-chave da época [1979]. In: Teoria da literatura em suas fontes. Vol. 2. Org, Luiz Costa Lima. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
JAUSS, Hans Robert. Aesthetic Experience and Literary Hermeneutics. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1982.
________. Toward an Aesthetic of Reception. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1982.
KÖPPE, Tilmann und WINKO, Simone. Neuere Literaturtheorien. 2., aktualisierte und erweiterte Auflage. Stuttgart: Springer Verlag, 2013.

Programa

Módulo 1
Data: 17/04, segunda-feira
Horário: 19 às 21h:
19h: Abertura do curso (Leonardo Viana Braga)
19h45: Assessoria para ONGs indigenistas: uma experiência de gestão socioambiental com o povo Zo’é (Leonardo Viana Braga)

Data: 19/04, quarta-feira
Horário: 19 às 21h30:
19h: O trabalho técnico no Estado: experiências com políticas públicas para povos indígenas no Paraguai (Anai Vera Britos).
20h: Atuação junto ao Estado e ao Terceiro setor: experiências com políticas de proteção para povos indígenas isolados no Sudoeste amazônico (Amanda Villa)
21h: Balanço do Módulo 1 (Amanda Villa, Anai Vera Britos, Leonardo Viana Braga, Paula Berbert e Rafael Pacheco)

Módulo 2
Data: 29/05, segunda-feira
Horário: 19 às 21h:
19h: Abertura do Módulo 2 (Leonardo Viana Braga)
19h30: Apoio à justiça de transição: experiências nas comissões da verdade e perspectivas históricas dos povos Xetá e Tikmu’un_Maxakali (Paula Berbert e Rafael Pacheco)

Data: 31/05, quarta-feira
Horário: 19 às 21h30:
19h: Curadoria e mediação intercultural: experiências com as artes e cinemas indígenas (Paula Berbert)
19h45: Formação de professores da rede pública: experiências em diretorias de ensino na cidade de São Paulo (Rafael Pacheco)
20h30: Balanço do curso (Amanda Villa, Anai Vera Britos, Leonardo Viana Braga, Paula Berbert e Rafael Pacheco)

Bibliografia sugerida:

ALBERT, Bruce. 1995. “‘Anthropologie apliquée’ ou ‘anthropologie impliquée’? Ethnographie, minorités et développement”. In: J.F. Baré (ed.) Les applications de l’anthropologie. Un essai de réflexion à partir de la France. Paris: Karthala. (versão traduzida em processo de submissão)

ALMEIDA, Mauro Wiliam Barbosa de. “As ciências sociais e seu compromisso com a verdade e a justiça”. Mediações 20(1):260-284. 2015.

ALMEIDA, Mauro William Barbosa de. “Relativismo antropológico e objetividade Etnográfica”. Campos (UFPR), Curitiba, v. 03, 2003, p. 9-30.

BANIWA, Gersen (Gersen dos Santos Luciano). “O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje”. Brasília (DF): Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000154565

BAVARESCO, Andréia; MENEZES, Marcela. Entendendo a PNGATI. Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas – PNGATI. Brasília: GIZ / Projeto GATI/Funai, 2014, 87p

BERBERT, Paula. “Pedagogias da Transformação”. In: Esbell, J.; Berbert, P.; Cesarino, P.N.; Takua, C.; Krenak. A. Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea. São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2021. (Catálogo de exposição)

BERBERT, Paula. “Perspectivas Tikm’n Maxakali sobre a história da ditadura e os desafios da justiça de transição no ‘tempo dos golpes’”. Campos - Revista de Antropologia Social, v. 20, p. 108-122, 2020.

BERBERT, Paula.; RIBEIRO, R. R. “Isael e Sueli Maxakali”. Revista BDMG Cultural, Belo Horizonte, 04 nov. 2020.

BRAGA, Leonardo Viana. “Formação de pesquisadores indígenas por ONGs indigenistas (e vice-versa)”. In: Pedro Célio Alves Borges; Luiz Felipe Kojima Hirano; Tania Ludmila Dias Tosta; Carlo Patti; Glauber de Lima. (Org.). Democracia e Ciências Sociais hoje: memória, políticas e desigualdades. 1ed.Goiânia: Gegraf/UFG, v. 1, p. 261-279, 2016

BRAGA, Leonardo Viana; CANGUSSU, Daniel; FURQUIM, L. P. “Instrumentos de promoção das políticas para povos isolados e de recente contato: os Tupi no arco do desmatamento”. Revista Brasileira de Linguística Antropológica, v. 14, p. 15-60, 2022.

BRAGA, Leonardo Viana; PEDREIRA, Hugo; CABALZAR, Flora Dias. “Fazer saber a própria terra”. In: Nelson Russo de Moraes; Leila Adriana Baptaglin; Lamounier Erthal Vilella; Alexandre de Castro Campos; Raoni Fernandes Azerêdo. (Org.). Povos originários e comunidades tradicionais: trabalhos de pesquisa e de extensão universitária. 1ed.Porto Alegre: Fi, v. 4, p. 133-165, 2020

CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. 1988. “Por uma etnografia das antropologias periféricas”. In. R. Cardoso de Oliveira. Sobre o pensamento antropológico. Rio de Janeiro / Brasília: Tempo Brasileiro / CNPq.

CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. 2004. “O mal-estar da ética na antropologia prática”. In: Ceres Víctora, Ruben George Oliven, Maria Eunice Maciel e Ari Pedro Oro (Orgs.), Antropologia e ética: o debate atual no Brasil. Niterói: Associação Brasileira de Antropologia, ABA, e Editora da Universidade Federal Fluminense, EdUFF, v. 1: 21-32.

EVANS-PRITCHARD, Edwars Evan. 2022 [1945]. “Antropologia aplicada”. Tradução Carmen Añon Brasolin, Cadernos de campo, vol. 31 no. 1:1-9

FERNANDES, Florestan. 2009 [1957]. “Tendências teóricas da moderna investigação etnológica no Brasil”. In: A investigação etnológica no Brasil e outros ensaios. 2. ed. rev. São Paulo: Global Editora, p. 130-197.

GALLOIS, Dominique Tilkin; BRAGA, Leonardo Viana. “Antropologia aplicada e a questão indígena no Brasil hoje: algumas considerações em diálogo com Evans-Pritchard”. Cadernos de Campo (São Paulo - 1991), 31(1), pp. 1-13, 2022, e203786. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v31i1pe203786

GALLOIS, Dominique Tilkin; BRAGA, Leonardo Viana; PEDREIRA, H. P. S. “Construindo um Plano de Gestão Territorial e Ambiental com os Zo’é”. In: Luís Donizete Benzi Grupioni (org.), Em busca do bem viver. Experiências de elaboração de Planos de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas. São Paulo: Rede de Cooperação Amazônica, 1 ed., v. 1, p. 108-131, 2020

IEPÉ, Instituto de Pesquisa e Formação Indígena; FPEC, Frente de Proteção Etnoambiental Cuminapanema. Jo’e rekoha bokituteha ram. Planejando como vamos continuar vivendo bem no futuro. Plano de Gestão Territorial e Ambiental da TI Zo'é. 1. ed. São Paulo: Iepé, v. 1., 2019, 136p,

LIMA, Edilene Cofacci; PACHECO, Rafael. “Povos Indígenas e Justiça de Transição: reflexões a partir do caso Xetá”. RACÊ DIREITOS HUMANOS EM REVISTA, v. 4, p. 219-241, 2017.

LIMA, Edilene Coffaci de, PASSOS, Lilianny Rodriguez Barreto dos; PACHECO, Rafael. (2022). “Os Xetá e seus acervos: memória histórica, política e afetiva (Paraná, Brasil)”, Journal de la Société des américanistes [En ligne], 107-1 | 2021. URL : http://journals.openedition.org/jsa/19503 ; DOI : https://doi.org/10.4000/jsa.19503

LIMA, Edilene Cofacci; PACHECO, Rafael; SILVA, Maria Angelita. “Xetá: a renitente batalha”. Povos Indígenas no Brasil, v. 2011-6, p. 748-748, 2017.

OLIVEIRA FILHO, João Pacheco; SOUZA LIMA, A. C. 1982. “Os muitos fôlegos do indigenismo”. Anuário Antropológico, vol.6, no. 1: 277-290

PACHECO, Rafael; LIMA, E. C. “Apresentação: A ditadura continua para os índios”. Campos (UFPR), v. 20, p. 9-25, 2019. (dossiê “Povos indígenas: Memória, verdade, justiça”).

PACHECO, Rafael; HARARI, Isabel. “Comissão da Verdade considera a não demarcação de Terras Indígenas grave violação de direitos humanos”. Instituto Socioambiental, São Paulo (SP), 18 mar. 2015.

RAMOS, Alcida Rita. “Indigenismo: um orientalismo americano”. Anuário antropológico, vol. 37, no. 1: 27-48, 2012.

SÃO PAULO (SP), Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Currículo da cidade: povos indígenas: orientações pedagógicas. – São Paulo: SME / COPED, 2019.

SILVA, Aracy; GRUPIONI, Luis Donizete. A temática indígena na escola: a: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. Brasília (DF): MEC/Mari/Unesco, 1995. 575 páginas.

VERA BRITOS, A. G. “Aceso a la información pública con enfoque intercultural: Reflexiones y propuestas desde y con los Pueblos Indígenas del Chaco paraguayo”. 000. ed. Asuncion: Tierraviva, 2019. 58p.

VERA BRITOS, A. G.; MARTINEZ RIQUELME, E. “Políticas públicas educativas para los pueblos indígenas en Paraguay: breves reflexiones y desafíos a partir de la creación de la Ley 3231/07”. Suplemento Antropológico, v. LIII, p. 105-127, 2018.

VILLA, Amanda. Demarcando vestígios: Definindo (o território de) indígenas em isolamento voluntário na Terra Indígena Massaco. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social). São Carlos, Universidade Federal de São Carlos, 2018.

VILLA, A. “Fazer-se notar, fazer-nos afastar: um percurso etno-histórico sobre os indígenas em isolamento na Terra Indígena Massaco”. Revista Brasileira De Linguística Antropológica, 14(1), 2022, 153–195. https://doi.org/10.26512/rbla.v14i1.44513

VILLA PEREIRA, A. “Roçando caminho e semeando paisagem”. Maloca: Revista de Estudos Indígenas, v. 5, p. e022012, 2022.

Portais:

. Fundação Nacional dos Povos Indígenas. www.funai.gov.br
. Povos Indígenas no Brasil (enciclopédia virtual) - Instituto Socioambiental. www.pib.socioambiental.org
. Terras Indígenas no Brasil - Instituto Socioambiental. www.terrasindigenas.org
. Centro de Referência Virtual Indígena - Armazém Memória. https://armazemmemoria.com.br/centros-indigena/

Programa

Aula 1. Siegfried Kracauer e o urbano

Aula 2. Walter Benjamin e a infância

Aula 3. Theodor Adorno e a astrologia

Aula 4. Gilda de Mello e a moda

Bibliografia principal:

ADORNO, T. As estrelas descem à terra: a coluna de astrologia do Los Angeles Times: um estudo sobre superstição secundária. São Paulo: Editora UNESP, 2008.
BENJAMIN, W. Obras escolhidas II: Rua de mão única. São Paulo: Brasiliense, 1995.
____________. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. São Paulo: Editora 34, 2002.
KRACAUER, S. O ornamento da massa. São Paulo: Cosac & Naify, 2009.
SOUZA, G.M. O espírito das roupas: a moda no século 19. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

Bibliografia de apoio:

ADORNO, T. Introdução à sociologia. São Paulo: Editora Unesp, 2008.
ARANTES, O. Chai-na. São: Editora da Universidade de São Paulo, 2011.
ARANTES, O; ARANTES, P. Gilda de Mello e Souza: ainda se trata de formação. São Paulo : [s.n], 2020.
_______________________. Sentido da formação: Três estudos sobre Antonio Candido, Gilda de Mello e Souza e Lucio Costa. São Paulo : [s.n], 2021.
CRAVER, H.T. Reluctant Skeptic: Siegfried Kracauer and the Crises of Weimar Culture. New York: Berghahn Books, 2017.
FLECK, A. Theodor W. Adorno: um crítico na era dourada do capitalismo. 2015. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2015.
________________________. Gilda de Mello e Souza: ainda se trata de formação. São Paulo : [s.n], 2020.
GAGNEBIN, J.M. Limiar, aura e rememoração: ensaios sobre Walter Benjamin. São Paulo: Editora 34, 2014
_______________. História e narração em Walter Benjamin. São Paulo: Perspectiva, 2001.
HANSEN, M.B. Cinema and Experience Siegfried Kracauer, Walter Benjamin, and Theodor W. Adorno. Berkeley: University of California Press, 2012.
SANTOS, P. Siegfried Kracauer: sociologia e superfícies: escritos até 1933. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.
SOUZA, G.M. O tupi e o alaúde. São Paulo: Editora 34, 2003.
____________. A ideia e o figurado. São Paulo: Editora 34, 2005
____________. Exercícios de leitura. São Paulo: Editora 34, 2009.