Programa
CONTEÚDO:
- Introdução ao crioulo haitiano: história, cultura, expressões fáticas
Duração: 1 hora em vídeo – 30 minutos para exercícios
- Aspectos fonético-fonológicos do crioulo haitiano
Duração: 1 hora em vídeo – 1 hora para exercícios
- Aspectos da morfossintaxe do crioulo haitiano
Duração: 2 horas em vídeo – 1h30 para exercícios
- Aspectos da sintaxe e da semântica verbal do crioulo haitiano
Duração: 3 horas em vídeo – 2 horas para exercícios
METODOLOGIA:
O conteúdo do curso (videoaulas e exercícios) ficará disponível aos alunos durante o período de 21/07/2020 a 31/07/2020. Dentro desse período os alunos deverão assistir a todas as videoaulas e realizar os exercícios correspondentes a cada uma das videoaulas para fazer jus ao certificado. A entrega dos exercícios e o desempenho alcançado pelos alunos será o método para avaliação de acompanhamento das aulas. O conteúdo do curso será liberado por meio de um site construído especialmente para o curso que será informado aos alunos por e-mail. Os alunos poderão enviar dúvidas por meio do site e as dúvidas serão respondidas diariamente (segunda a sexta), por meio do site, e todos os alunos terão acesso às perguntas dos colegas e respostas do professor.
BIBLIOGRAFIA:
ABOH, Enoch, e DEGRAFF, Michel. (2017). A Null Theory of Creole Formation Based on Universal Grammar. Oxford Handbooks Online.
DEGRAFF, Michel. 2007. Haitian Creole. In Comparative Creole Syntax: Parallel Outlines of 18 Creole Grammars, John Holm and Peter Patrick, eds., London: Battlebridge Publications (Westminster Creolistics Series, 7), 2007.
________________. 2017. La langue maternelle comme fondement du savoir: L’initiative MIT-Haïti: vers une education en créole efficace et inclusive. Revue transatlantique d’études suisses.
DEJEAN, Yves, 1983. Diglossia revisited: French and Creole in Haiti. Word, 34, 189-213.
HOLM, John. An Introduction to Pidgins and Creoles. Cambridge University Press, 2000.
LEFEBVRE, Claire. Creole genesis and the acquisition of grammar: the case of Haitian Creole. Cambridge, Cambridge University Press, 1998.
SILVA, Bruno Pinto. 2019. Afinal, o que são crioulos e pidgins? Texto apresentado para a conclusão da disciplina FLL 5087 - Contato de Línguas. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de Linguística, Universidade de São Paulo, São Paulo.
SITES DE APOIO:
Blog Aprenda Crioulo Haitiano: https://aprannkreyolayisyen.blogspot.com
Dicionário Crioulo Haitiano-Português: http://sites.google.com/view/dkaweb
Programa
1. A esfera científica e sua relação com a popularização científica: objetivos do artigo científica e sua relação com gêneros da popularização científica.
2. O gênero artigo científico: modalidades (teórico, de revisão bibliográfica, análise de corpus etc.), partes constituintes (título, resumo, introdução, referências, anexos etc.), estilo (linguagem acadêmica).
3. Apresentação de critérios de avaliação por pares de periódicos das áreas de Letras e Educação.
4. Estratégias para indexação nas bases de dados (Scielo, Scopus, Web of Science etc.) e classificação de periódicos (WebQualis).
5. O processo de submissão e publicação de artigos: planejamento, escrita, revisão, formatação segundo critérios dos periódicos, status de avaliação, estratégias de submissão, exigência de versão em língua estrangeira, titulação exigida do autor.
Bibliografia:
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Disponível em: http://www.abnt.org.br/
BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso (1952-1953). Organização, posfácio, tradução e notas de Paulo Bezerra. 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2016.
BERLINCK, M. T. Editor de revistas científicas: relatos de um interminável aprendizado. Psicologia USP, São Paulo, vol. 22, nº 2, p. 423-435, 2011.
BEZERRA, B. G. Letramentos acadêmicos e construção da identidade: a produção do artigo científico por alunos de graduação. Linguagem em (dis)curso, v. 15, p. 61-76, 2015.
BOURDIEU, P. Os usos sociais da ciência. Por uma sociologia clínica do campo científico. Trad. D. B. Catani. São Paulo: Editora UNESP, 2004 [1997].
______. Homo academicus. Trad. I. R. Valle e N. Valle. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2017.
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES. Qualis: classificação de periódicos, anais, jornais e revistas. Disponível em: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoP…;
CARLINO, Paula. Escribir, ler y aprender en la universidad: una introducción a la
alfabetización académica. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2009.
CORACINI, M. J. Um fazer persuasivo. O discurso subjetivo da ciência. Campinas:
Pontes, 1991.
FERREIRA, Marília Mendes; LOUSADA, Eliane Gouvêa. Ações do Laboratório de Letramento Acadêmico da Universidade de São Paulo: Promovendo a Escrita Acadêmica na Graduação e na Pós-graduação. Ilha Desterro, Florianópolis , v. 69, n. 3, p. 125-140, Dec. 2016. Disponível em: <https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S2175- 80262016000300125&script=sci_arttext&tlng=pt>. Acesso em 26 de jan. de 2021.
FILHO, M. A. Escrita acadêmica, uma prática estratégica. Jornal da UNICAMP. 2019. Disponível em: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2019/08/12/escrita-academica… em: 26 jan. 2021.
GRILLO, Sheila Vieira de Camargo. Divulgação científica: linguagens, esferas e gêneros. Tese (Livre-docência em Filologia e Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013.
GUSTAVII, Björn. Como escrever e ilustrar um artigo científico. Tradução: Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola Editorial, 2017.
KEMIAC, L. Uma Proposta de Análise Do Gênero “Artigo Experimental” a partir dos Pressupostos Teóricos de Bakhtin e do Círculo. Tese (Doutorado em Linguística) - Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2019. Disponível em: https://sig-arq.ufpb.br/arquivos/2020075148004018574796c817ef0cc3d/LK20…. Acesso
em 23 jan. 2020.
LOUSADA, E. Resumo. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
MOTTA-ROTH, D.; HENDGES, G. H. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.
OLIVEIRA, M. do S. Aprendendo a ler para escrever: o gênero textual resumo científico e letramento acadêmico. Revista da Anpoll, vol. 51, nº 2, p. 125-138, Florianópolis, jul./set. 2020.
PEREIRA, Mauricio Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
PINKER, S. Guia de escrita: como conceber um texto com clareza, precisão e elegância. Tradução de Rodolfo Ilari. São Paulo: Editora Contexto. 2016.
SIGNORINI, I. Metapragmáticas da “redação” científica de “alto impacto”. Revista do GEL, v. 14, n. 3, p. 59-85, 2017.
SOARES, Magda. (2001) Letramento: um tema em três gêneros. 3 ed. 4 reimpressão. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
STREET, Brian. Letramentos sociais: abordagens críticas do letramento no desenvolvimento, na etnografia e na educação. São Paulo: Parábola Editorial, 2014.
TRZESNIAK, Piotr. As dimensões da qualidade dos periódicos científicos e sua presença em um instrumento da área da educação. Revista Brasileira de Educação., Rio de Janeiro , v. 11, n. 32, p. 346-361, Agosto, 2006. Disponível em: <https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-
24782006000200013&script=sci_arttext>. Acesso em 26 de jan. de 2021.
Programa
Aula 1 (22/04). Breve história das relações entre os Yanomami e os napë (brancos), desde os primeiros contatos com os exploradores e com a frente pioneira regional, a invasão de seu território pelos garimpeiros nas décadas de 1980 e 1990, a demarcação da Terra Indígena Yanomami em 1991 e a criação do subsistema de saúde indígena com Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami. Garimpo e genocídio.
Aula 2 (29/04). Modos de vida e modos com a morte – moradia, alimentação, relações sociais, ritos funerários.
Referências:
ALBERT, Bruce 1995. O ouro canibal e a queda do céu: uma crítica xamânica da economia política da natureza. Brasília, UnB. Disponível em https://acervo.socioambiental.org/acervo/documentos/o-ouro-canibal-e-qu…
KOPENAWA, Davi e ALBERT, Bruce. 2010. A queda do céu: Palavras de um xamã yanomami. São Paulo, Companhia das Letras
RAMALHO, Moises. Os Yanomami e a morte. 2008. Doutorado em Antropologia Social – FFLCH-USP. Disponível em https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-04052009-154152/p…
RAMOS, Alcida 1990. Memória Sanumá. Espaço e tempo em uma sociedade yanomami. Brasília/São Paulo, Marco Zero/EDUSP
Entrevistas
com Davi Kopenawa:
1998 http://www.hutukara.org/index.php/hay/davi-kopenawa/66-entrevista-davi-…
2012 https://revistatrip.uol.com.br/trip/entrevista-com-davi-kopenawa-yanoma…
com Bruce Albert:
2023 Jornal Valor Econômico, 10/02/23, p. A14
Programa
AULA 1 – Memórias e suas disputas (data: 03 de fevereiro de 2025 – das 19:00 às 21:00).
AULA 2 – Iconoclastia, conservadorismo, preservacionismo (data: 04 de fevereiro de 2025 – das 19:00 às 21:00).
AULA 3 – Os museus e a renovação da memória (data: 05 de fevereiro de 2025 – das 19:00 às 21:00)
BIBLIOGRAFIA
ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas: Reflexões sobre a origem e a difusão do nacionalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
ARAUJO, Ana Lucia (ed.). Politics of Memory: Making Slavery Visible in the Public Space. London: New York: Routledge, 2012.
ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas: Editora da Unicamp, 2011.
CONNERTON, Paul. How Societies Remember. Cambridge: Cambridge University Press, 1989.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.
HOBSBAWM, Eric; RANGER, Terence (orgs.). A invenção das tradições. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
MENEGUELLO, Cristina; BENTIVOGLIO, Júlio (orgs.). Corpos e Pedras: estátuas, monumentalidade e história. Vitória: Editora Milfontes, 2022.
MIGNOLO, Walter D. The darker side of western modernity: global futures, decolonial options. Durham & London: Duke University Press, 2011.
JUNQUEIRA, Mary Anne. Sobre memórias, chagas e reminiscências: a batalha dos monumentos nos Estados Unidos no século XXI. In: NAPOLITANO, Marcos; KAMINSKI, Rosane (orgs.). Monumentos, memória e violência. São Paulo: Letra e Voz, 2022.
MARINS, Paulo César Garcez. (org.). Passados imaginados. São Paulo: Edusp: Museu Paulista da USP, 2023.
MENESES, ULPIANO T. BEZERRA DE. Os Museus e as Ambiguidades da Memória: a Memória Traumática. Disponível em: https://www.sisemsp.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Ulpiano-Bezerra-d…. Acesso em: 24 out. 2024.
MOODY, Jessica. The Persistence of Memory. Remembering Slavery in Liverpool, ‘slaving capital of the world’. Liverpool: Liverpool University Press, 2020.
NAPOLITANO, Marcos; KAMINSKI, Rosane (orgs.). Monumentos, memória e violência. São Paulo: Letra e Voz, 2022.
STERN, Alexandra Minna. Proud boys and the white ethnostate: how the alt-right is warping the American imagination. Boston: Beacon Press, 2019.
WALDMAN, Thais Chang. Entre batismos e degolas: (des)caminhos bandeirantes em São Paulo. 2018. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-10102018-150420/pt-br…. Acesso em: 24 out. 2024.
Programa
1. Introdução ao estudo da imagem do Brasil
2. Stefan Zweig e Ulrich Becher: Brasil, um país do futuro ou Romanceiro?
3. Paula Ludwig: como seguir “Estavida” pelos corais do luto?
4. Debate sobre a relação entre as obras apresentadas
Referências bibliográficas:
BECHER, Ulrich. Brasilianischer Romanzero. Berlin/Weimar: Aufbau-Verlag, 1979
_____. Spiele der Zeit 2. Niemand, Makumba, Mademoiselle Löwenzorn. Berlin/Wien: Aufbau-Verlag,
1968.
_____. Spiele der Zeit. Samba, Feuerwasser, Die Kleinen und die Großen. Berlin: Aufbau-Verlag, 1957.
BOHUNOVSKY, Ruth. A relação literária de Ulrich Becher com o Brasil: entre transculturalidade e
“moradia fixa”. Anais do XII Congresso Internacional da Associação Brasileira de Literatura Comparada,
2011: Curitiba, PR – CENTRO, CENTROS; ética e estética I. Benito Martinez Rodriguez (org.) –
Curitiba: ABRALIC, 2011. e-book.
_____. O Brasil de Ulrich Becher no Romanceiro Brasileiro: a harmonia em questão. Pandaemonium
Germanicum, São Paulo, n. 12, p. 80-99, nov. 2008. ISSN 1982-8837. Disponível em
˂http://www.revistas.usp.br/pg/article/view/62264˃. Acesso em: 24 jun 2020.
_____. A relação literária de Ulrich Becher com o Brasil: entre transculturalidade e “moradia fixa”. XII
Congresse Internacional da ABRALIC. UFPR – Curitiba, Brasil, 18-22 de julho de 2011.
ECKL, Marlen. „Großes zärtliches Brasilien“ – Das Brasilienbild in den Werken von Heinrich Eduard
Jacob. In: Pandaemonium germanicum 14/2009.2, p. 54-83 Disponível em
< www.fflch.usp.br/dlm/alemao/pandaemoniumgermanicum >. Acesso em 01 jun 2021.
_____. Entre resistência e resignação – as atividades políticas de exílio de língua alemã no Brasil, 1933-
1945. Projeto História, São Paulo, n. 53, pp. 121-159, Mai-Ago. 2015. Disponível em
˂ https://revistas.pucsp.br/index.php/revph/article/viewFile/23974/18631 ˃. Acesso em 01 jun 2021.
_____. O exílio no Brasil ou “a Europa no meio do mato”: desencontros entre Stefan Zweig e Ulrich
Becher. In: Revista do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) n 53, São Paulo, 21 nov. 2011. p. 127-148
HELWIG, Heide. „Ob niemand mich ruft”: das Leben der Paula Ludwig. München: Langwiesche-Brandt;
2002.
KESTLER, Izabela Maria Furtado. A literatura em língua Alemã e o período do exílio (1933-1945): a
produção literária, a experiência do exílio e a presença de exilados de fala alemã no Brasil. Itinerários,
Araraquara, 23, 115-135, 2005.
_____. Exílio e Literatura. Escritores de fala alemã durante a época do nazismo. Tradução: Karola
Zimber. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2003. – (Ensaios de Cultura; 22)
LESSER, Jeffrey. A invenção da brasilidade: identidade nacional, etnicidades e políticas de imigração.
Tradução: Patrícia de Queiroz Carvalho Zimbres. 1 ed. São Paulo: Editora Unesp, 2015.
_____. A negociação da identidade nacional: imigrantes, minorias e a luta pela etnicidade no Brasil.
Tradução: Patrícia de Queiroz Carvalho Zimbres. São Paulo: Editora UNESP, 2001.
LUDWIG, Paula. Gedichte. Hg. von Kristian Wachinger und Christiane Peter. Ebenhausen:
Langewiesche-Brandt, 1986.
______. Träume: Aufzeichnungen aus den Jahren zwischen 1920 und 1960. Ebenhausen bei München:
Langewiesche-Brandt, 1962.
LUDWIG, Paula; FITZBAUER, Erich. Größerer Zeiten Gesang: ein Brief und fünf Gedichte im Faksimile
der Handschrift. Wien: Ed. Graph. Zirkel; 1996.
OLIVEIRA, Lucia Lippi; VELLOSO, Mônica Pimenta; GOMES, Ângela Maria de Castro. Estado Novo:
ideologia e poder. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 1982. 166 p. (Política e Sociedade).
PRUTSCH, Ursula. Das Geschäft mit der Hoffnung: Österreichische Auswanderung nach Brasilien;
1918-1938. Wien; Köln; Weimer: Böhlau, 1996.
RIBEIRO DE SOUSA, Celeste. Literatura brasileira de expressão alemã. Disponível em
http://martiusstaden.org.br/conteudo/detalhe/69/rellibra . Acessado em 23 abr. 2019.
______. A imagologia no Brasil: primeira tentativa de sistematização. In: Revista de Literatura
Comparada 14, 2009, p. 37-55. Disponível em: http://www.abralic.org.br/revista/2009/14 . Acessado em:
26 jun. 2019.
______. Literatura brasileira de expressão alemã. In: Revista Sibila, Ano 9, dez. 2009. Disponível em:
http://www.sibila.com.br/index.php/mapa-da-lingua/916-literatura-brasil… .
Acessado em: 26 jun. 2019.
______. Do cá e do lá. Introdução à Imagologia. São Paulo: Humanitas, 2004, 368 p.
______. Retratos do Brasil: hetero-imagens literárias alemãs. São Paulo: Arte & Cultura, 1996.
SKIDMORE, Thomas Elliot. O Brasil visto de fora. Tradução: Susan Semler. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1994.
ZWEIG, Stefan. Autobiografia: o mundo de ontem: memórias de um europeu. Tradução: Kristina
Michahelles. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.
_____. Brasil, um país do futuro. Tradução: Kristina Michahelles. Porto Alegre, RS: L&M, 2013.
_____. Brasilien, ein Land der Zukunft. Berlin, Suhrkamp Taschenbuch Verlag, 1989.
Programa
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Aula 1 - sexta-feira (02/02) – via Zoom: panorama geral do English Corpora, com enfoque no Corpus of Contemporary American English (COCA) como ferramenta de suporte à escrita acadêmica em inglês. Discutiremos como o COCA pode ser utilizado para melhorar a compreensão do vocabulário, identificar padrões linguísticos e aprimorar a precisão gramatical. Prática e discussão.
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Programa
Aula 1: Marxismo e Estudos da Tradução: tecendo relações
Aula 2: Tradução e luta de classes: Gramsci tradutor e pensador da tradutibilidade
Aula 3: Marxismo feminista: tradutoras, traduções e paratextos no Brasil
Aula 4: No novelo das contradições sociais: por uma Sociologia Marxista da Tradução
Bibliografia:
Aula 1:
BIANCHI, Álvaro. Tradução e circulação: por uma história global do pensamento político. IX Encontro da ABCP, Belo Horizonte, 2016. Disponível em: (PDF) BIANCHI, Alvaro. Circulação e tradução: para uma história global do pensamento político. IX encontro da ABCP, Belo Horizonte, 2016 (researchgate.net)
TYMOZCKO, Maria. Translation and political engagement. The Translator, v. 6, n. 1, 2000.
SECCO, Lincoln. Os Cadernos de Gramsci ou Pequena história acerca de como se salva um Livro. Blog da Boitempo, 5 de agosto de 2011.
Aula 2:
BIANCHI, Álvaro. Introdução: Um sardo no mundo grande e terrível. Gramsci entre dois mundos: política e tradução. São Paulo: Autonomia Literária, 2021.
LIGUORI, Guido; VOZA, Pascale. Dicionário Gramsciano. São Paulo: Boitempo, 2020. Tradução de Ana Maria Chiarini; Diego S. C. Ferreira; Leandro de O. Galastri e Sílvia de Bernardinis. *Verbetes: “Tradução” e “Tradutibilidade”.
GRAMSCI, Antonio. Tradutibilidade das linguagens científicas e filosóficas. In. Cadernos do Cárcere, vol. 1. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2023. Tradução de Carlos Nelson Coutinho.
Aula 3:
ALVARENGA, Ana França et al. Coletivo Sycorax: desdobramentos de práticas feministas de tradução. Revista
Belas Infiéis, v. 11, n. 2, 2022. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/belasinfieis/article/view/41253.
CASTRO, Olga; SPOTURNO, Maria Laura. Feminismos y traducción: apuntes conceptuales y metodológicos para una traductología feminista transnacional. Mutatis Mutandis, v. 13, n. 1, 2020. Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/mutatismutandis/article/view/340….
WAQUIL, Marina et al. Antologia de Paratextos feministas a traduções. Tomo I: Brasil. Campinas: Mercado de Letras, 2024. (no prelo)
Aula 4:
CHAMBERLAIN, Lori. Gênero e a metafórica da tradução. In. OTTONI, Paulo. Tradução: a prática da diferença.
Campinas: Fapesp/Unicamp, 1998 [1988]. Tradução de Norma Viscardi.
MHEREB, Maria Teresa. Gênero e divisão do trabalho: o caso da poesia traduzida no Brasil. Revista Belas Infiéis, v. 11, n. 2, 2022. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/belasinfieis/article/view/41365.
MÖSER, Cornelia. Traduire, c’est produire. GLAD! Revue sur le langage, le genre, les sexualités, n. 9, 2020. Disponível em : https://journals.openedition.org/glad/1991.
Bibliografia complementar:
BATTISTAM, Laura. Uma tradução feminista da poesia de práxis: mulheres poetas na esquerda estadunidense dos anos 1920 - Georgia Douglas Johnson, Genevieve Taggard, Lola Ridge e Sarah N. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2022.
BIANCHI, Álvaro. A filologia como método. In. Gramsci entre dois mundos: política e tradução. São Paulo: Autonomia Literária, 2021.
BORGHESE, Lucia. Tia Alene in bicicletta: Gramsci traduttore dal tedesco e teorico della traduzione. Belfagor, v. 26, n. 6, 1981. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/26145074.
BOURDIEU, Pierre. As condições sociais da circulação internacional das ideias. Revista Enfoques, 2002 [1988]. Tradução de Fernanda Abreu.
CAMPOS, Augusto de. Patrícia Galvão: vida-obra. São Paulo: Brasiliense, 1982.
CAMPOS, Haroldo de. A operação dos cinco sentidos. São Paulo: Iluminuras, 2013.
CAMPOS, Haroldo de. Da tradução como criação e como crítica. In. Metalinguagem e outras metas. São Paulo: Perspectiva, 1992.
CHAMBERLAIN, Lori. Gender and the metaphorics of translation. Signs, vol. 13, n. 3, 1988. Disponível em: http://www.jstor.com/stable/3174168.
GRAMSCI, Antonio. Quaderni di traduzioni – 1929-1932 (vol. 1 e 2). Roma: Instituto della Enciclopedia Italiana, 2007.
HOLMES, Rachel. Eleanor Marx: uma vida. São Paulo: Expressão Popular, 2021. Tradução de Cecília Farias, Letícia Bergamini, Lia Urbini.
IVES, Peter. Gramsci's Politics of Language. Toronto: University of Toronto Press, 2006.
MARX, Eleanor. Obra completa. São Paulo: Aetia, 2021. Tradução de Felipe Vale da Silva.
MHEREB, Maria Teresa. Divisão sexual do trabalho e direcionalidade dos fluxos de tradução: um estudo sobre o romance traduzido no Brasil. In: FALEIROS, Álvaro et al. Tradução em Relação: espaços de transformação. Campinas: Mercado de Letras, 2021.
MHEREB, Maria Teresa. Apresentação ao Dossiê Sylvia Pankhurst. Lucía - Revista Feminista de Cultura Visual e Tradução. Disponível em: https://www.marxists.org/portugues/pankhurst/1914/03/08.pdf
MITTMANN, Solange. A tradução militante feminista e o silêncio. Línguas e instrumentos linguísticos, v. 25, n. especial. Campinas: Unicamp, 2022. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/42-53.
ROSAS, Cecília et al. Conjurar traducciones: la traducción colectiva de ‘Caliban and the Witch’ al portugués brasileño como estrategia feminista transnacional. Revista Mutatis Mutandis, vol. 13, n. 1, Medellín, 2020. Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/mutatismutandis/article/view/341….
SPIVAK, Gayatri. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2011.
SPIVAK, Gayatri. Politics of translation.
COLETIVO SYCORAX. Nota das tradutoras. In: Silvia Federici, O ponto zero da revolução: trabalho doméstico,
reprodução e luta feminista. São Paulo: Elefante, 2019. Disponível em:
http://coletivosycorax.org/wp-content/uploads/2019/09/Opontozerodarevol…
COLETIVO SYCORAX. Nota das tradutoras. In: Silvia Federici, Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação
primitiva. São Paulo: Elefante, 2019. Disponível em: http://coletivosycorax.org/wp-
content/uploads/2019/09/CALIBA_E_A_BRUXA_WEB-1.pdf
VENUTI, Lawrence. Introdução. In. A invisibilidade do tradutor. São Paulo: Editora Unesp, 2021. Tradução de
Valéria Biondo, Laureano Pellegrin, Lucinéia Marcelino Villela, Marileide Dias Esqueda.
Programa
Comunicação: apresentar-se, informar-se sobre o outro, contar, comunicar-se em aula, cumprimentar e despedir-se em diferentes contextos, perguntar e dar informações pessoais, falar de sonhos e paixões, falar da cidade, nomear e localizar lugares na cidade, pedir e dar explicações, informar-se para se hospedar, agradecer e responder a um agradecimento, indicar um itinerário simples, dar impressões sobre um lugar, falar das atividades, da profissão, do que gosta, de si e dos centros de interesse.
registro familiar.
dos números, ligação da última sílaba com a seguinte, entonação de pergunta, distinção do feminino das profissões, marca do gênero nos adjetivos orais.
Bibliografia Geral:
GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 1. Niveau A1. Paris: Hachette, 2017.
Programa
Dia 1 - Desvendando a IA Generativa e o Poder dos Prompts
Apresentação da IA Generativa, dos Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs) e dos conceitos fundamentais da engenharia de prompts. Análise da anatomia de um prompt eficaz (instrução, contexto, persona, formato). Introdução da proposta de mini-projeto prático a ser desenvolvido ao longo do curso.
Dia 2 - Princípios e Técnicas Fundamentais de Engenharia de Prompts
Aprofundamento em técnicas essenciais para o refinamento de prompts, como clareza, especificidade, uso de delimitadores e a arte da iteração. Exploração de estratégias para definir persona, tom e formato da resposta da IA, incluindo a técnica de "few-shot prompting" e a análise de erros comuns.
Dia 3 - Técnicas Avançadas, Ética Prática e Aplicações Profissionais
Estudo de técnicas avançadas como "Chain-of-Thought" (Cadeia de Pensamento) e prompts de autorreflexão. Discussão sobre ética na prática, incluindo o uso de prompts para identificar vieses. Participação de especialista convidada para apresentar casos de uso da IA na produção de conteúdo profissional. Início do desenvolvimento dos mini-projetos.
Dia 4 - Desenvolvimento de Projetos, Ética Aprofundada e o Futuro da IA
Discussão sobre implicações éticas complexas (autoria, plágio, desinformação) e o papel do humanista na construção de uma IA responsável. Finalização e apresentação dos mini-projetos práticos, com feedback coletivo. Panorama sobre o futuro da IA e indicação de recursos para aprendizado contínuo.
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