Programa

Aula 1: Sistema, Campo e Capital Literários

Bibliografia principal:
BOURDIEU, P. O Mercado dos Bens Simbólicos, In: As Regras da Arte, Gênese e Estrutura do Campo Literário. 7 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
Bibliografia complementar:
BECKER, H. Mundos da Arte: Horizonte, 2010.
CANDIDO, A, Literatura e sociedade, Todavia, 2023.
SAPIRO, G. Sociologia da literatura, Editora Moinhos, 2019.
WILLIAMS, R. Marxismo e literatura. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
_____. Cultura e sociedade: de Coleridge a Orwell. Petrópolis: Vozes, 2011

Aula 2: Intermediadores: Prêmios, Crítica e Traduções

Bibliografia principal:
THOMPSON, J. B. Mercadores de Cultura: The Publishing Business of the Twenty-First Century. Editora Unesp.
BOURDIEU, P. As Condições Sociais da Circulação Internacional de Ideias. Revista Enfoques, v. 1, n. 1, Rio de Janeiro, IV-2017-XIII-2017, 2002
STELLA, M. G. P.; SANTOS, J. C. B.; PINHEIRO FILHO, F. A. . Apoiar a tradução em língua portuguesa no exterior: divergências e convergências entre Portugal e Brasil. Sociologias, [S. l.], v. 25, n. 62, 2023.
Bibliografia complementar:
MUNIZ, J. S. J; SZPILBARG, D. Regimes de Visibilidade no Mercado Editorial Globalizado: Brasil e Argentina como convidados de honra na Feira do Livro de Frankfurt. Revista Sociedade e Estado, v. 31, n. 3, p. 671-692, 2016.
PARDO, M. C. V. Estrategias y procesos de internacionalización. Vender(se) y mostrar(se) en ferias internacionales del libro. SANTOS, I. G. La traducción literaria. Granada: Comares, v. 1, p. 73- 92, 2016.
PINHEIRO FILHO, F. O Mago, O Santo, A Esfinge. Todavia, 2024.
SORÁ, G. Traducir el Brasil. Una Antropología de la circulación Internacional de Ideas. Libros de Zorzal. 2003.

Aula 3: Violências do sistemas literário Internacional

Bibliografia principal:
MORETTI, F. Atlas do Romance Europeu 1800-1900. 1. ed. São Paulo: Boitempo, 2003.
HEILBRON, J. Towards a sociology of translation. Translation as a Cultural Worldsystem. European Journal of Social Theory, v. 4, n. 2, p. 429-444, 1999.
Bibliografia complementar:
SAPIRO, Gisèle. Translation and the field of publishing. Translation Studies, Informa UK Limited, v.1, n. 2, p.154-166, 2008.
_____. Globalization and cultural diversity in the book market: The case of literary translations in the US and in France. Poetics. Elsevier BV. v. 38, n. 4, p.419-439, 2010, 10.1016/j.poetic.2010.05.001.
_____. Translation and Symbolic Capital in the Era of Globalization: French Literature in the United States. SAGE Publications, Cultural Sociology, v. 9, n. 3, p. 320-346, 2015.
_____. How Do Literary Works Cross Borders (or Not)?


Aula 4: A República Mundial das Letras, perspectivas de contestação

Bibliografia principal:
CASANOVA, P. O Espaço Literário Mundial. In: A República Mundial das Letras. 1. ed. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.
_____. Kafka Indignado. Capítulos 2 e 3. 1 ed. Edusp. 2024
Bibliografia complementar:
APTER, Emily. Untranslatables: A World System. New Literary History, Johns Hopkins University Press, v. 39, n. 3, Literary History in the Global Age (Summer, 2008), pp. 581-598.
_____. Against World Literature: On the politics of untranslatability. 1 ed. Londres: Verso, 2013.
STELLA, M. Literaturas de língua portuguesa: produção e circulação em um espaço transnacional. Tese de Doutorado: https://doi.org/10.11606/T.8.2023.tde-05102023-125028

 

Programa

Encontro 1: Introdução à literatura islandesa contemporânea e o coletivo Svikaskáld
O primeiro encontro oferecerá uma contextualização histórica e cultural da literatura islandesa, apresentando um panorama da poesia feminina islandesa contemporânea. Serão apresentados o coletivo Svikaskáld, sua origem, suas integrantes e proposta estética, seguido pela leitura e discussão do manifesto "The Impostor Poets of Iceland Issue a Manifesto". Discutiremos questões de autoria coletiva e performance na poesia contemporânea, além de oferecer noções básicas sobre a língua islandesa, incluindo alfabeto, fonética e estrutura.

Encontro 2: Ég er ekki að rétta upp hönd / Não estou levantando a mão (2017)
O segundo encontro se dedicará à leitura e análise de poemas selecionados da primeira coletânea do Svikaskáld, explorando temas e recursos formais relacionados à voz, ao corpo e à resistência. Será feita uma introdução aos exercícios de tradução, apresentando ferramentas e dicionários online disponíveis para o trabalho com a língua islandesa. A prática tradutória I consistirá em tradução coletiva de poemas selecionados.

Encontro 3: Ég er fagnaðarsöngur / Sou um canto de alegria (2018)
No terceiro encontro, faremos a leitura e análise de poemas selecionados da segunda coletânea, abordando o desenvolvimento estético do coletivo e examinando a alegria como estratégia política. Serão discutidos desafios tradutórios específicos da poesia islandesa, como ritmo, sonoridade e jogos de linguagem. A prática tradutória II incluirá exercícios individuais e em grupo.

Encontro 4: Nú sker ég netin mín / Agora corto minhas redes (2019)
O último encontro será dedicado à leitura e análise de poemas selecionados da terceira coletânea, explorando metáforas do trabalho, da natureza e da autonomia. Faremos uma comparação entre as três obras, identificando evolução e recorrências temáticas ao longo da produção do coletivo. A prática tradutória III consistirá em revisão e discussão das traduções realizadas ao longo do curso, seguida de reflexões finais sobre a tradução de literaturas periféricas e o papel do tradutor como mediador cultural.
Observação: Os poemas a serem trabalhados em cada encontro serão providenciados pelos professores.

Bibliografia básica:

SVIKASKÁLD. Ég er ekki að rétta upp hönd. Reykjavík: Autopublicação, 2017.
SVIKASKÁLD. Ég er fagnaðarsöngur. Reykjavík: Autopublicação, 2018.
SVIKASKÁLD. Nú sker ég netin mín. Reykjavík: Autopublicação, 2019.
THE IMPOSTOR Poets of Iceland Issue a Manifesto. Literary Hub, 2019. Disponível em: https://lithub.com/the-impostor-poets-of-iceland-issue-a-manifesto/
Bibliografia complementar:
CHAPMAN, Kenneth G. From Edda to Atom: A Brief Look at Contemporary Icelandic Poetry. Books Abroad, v. 38, n. 1, p. 5-10, 1964. DOI: 10.2307/40118362. Disponível em: https://doi.org/10.2307/40118362.
HJÖRLEIFSDÓTTIR, Thora. Dispatches From a Microlanguage: An Icelandic Reading List. Literary Hub, 2024. Disponível em: https://lithub.com/dispatches-from-a-microlanguage-an-icelandic-reading…
NEW IN Translation: Icelandic Literature in Translation: New and Noteworthy Titles for 2021. World Literature Today, v. 95, n. 3, p. 6-7, Summer 2021. DOI: 10.1353/wlt.2021.0051. Disponível em: https://muse.jhu.edu/article/831877
Além disso serão apontadas ferramentas on-line de dicionários bilíngues como snara.is

Programa

Aula 1 – Introdução das atividades; história do mangá: de emakimono a atualidade (teoria I); como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático I).

Aula 2 – Palestrante convidado (teoria II) – Gilberto de Ataide Batista Faria; como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático II).

Aula 3 – Mangá e a cultura pop japonesa (teoria III); como desenhar personagens de mangá – corpo: frontal, perfil, 3/4 (prático III).

Aula 4 – Palestrante convidado (teoria IV) – Lucas de Paula Sousa Costa; como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos (prático IV).

Aula 5 – Mercado de mangá; Mangá X animê (teoria V); como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos e cenas (prático V).

Aula 6 – Palestrante convidado (teoria VI) – Daniel Delayti Ribeiro de Souza; como desenhar personagens de mangá – criação de personagens: protagonista e antagonista (prático VI).

Aula 7 – Palestrante convidado (teoria VII) – Monique Mieko Nakagawa - Ilustração: grafite, nanquim e lápis de cor (prático VII)

Aula 8 – Palestrante convidado (teoria VIII) - Bruno Leonardo Ramos Andreotti – ilustração: aquarela, pastel seco e canetinhas (prático VIII)

Aula 9 – Estudo para criação de uma imagem: ilustração e construção de personagem (prático IX)

Aula 10 – Finalização da ilustração dos personagens (prático X).


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ACEVEDO, Juan. Como fazer histórias em quadrinhos. Tradução de Sílvio Neves Ferreira. São Paulo: Global,
1990.
AIZEN, Naumim. Bum! Prááá! Bam! Tchááá! Pou! Onomatopéias nas histórias-em-quadrinhos. In. MOYA, Álvaro
de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 269-306.
ANDRAUS, Gazy. A autoria artística das histórias em quadrinho (HQs) e seu potencial imagético informacional.
Visualidades - Revista do Programa de Mestrado em Cultura Visual – FAV - UFG, 2013, vol. 7, n° 1, p.42-67.
BAN, Toshio; TEZUKA PRODUCTIONS. Osamu Tezuka: uma biografia mangá. Tradução de Adriana Sada. São
Paulo: Conrad, 2003.
CIRNE, Moacy. A explosão criativa dos quadrinhos. 4ª ed. Petrópolis: Vozes, 1974.
CHINEN, Nobu. Linguagem HQ: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2011.
_____. Linguagem mangá: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2013.
CRAWFORD, Ben. Emperor Tomato-Ketchup: cartoon properties from Japan. In. BRODERICK, Mick. Hibakusha
Cinema: Hiroshima, Nagasaki and the nuclear image in Japanese film. Londres e Nova York: Kegan Paul
International, 1996, p. 75-90.

ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 15ª ed. Tradução de Perola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva,
1993.
FUJINO, Yoko. Identidade e alteridade: a figura feminina nas revistas ilustradas japonesas nas Eras Meiji, Taishô
e Shôwa. Tese (Doutorado em Comunicação e Estética do Audiovisual) – Universidade de São Paulo. São Paulo,
2002.
_____. Narração e ruptura no texto visual do shojo-maga: estudo das histórias em quadrinhos para público
adolescente feminino japonês. Dissertação (Mestrado em Imagem e som) – Universidade de São Paulo. São
Paulo, 1997.
GARCÍA, Héctor. A geek in Japan: discovering the land of manga, anime, zen, and the tea ceremony. North
Clarendon: Tuttle, 2011.
GASCA, Luis; GUBERN, Roman. El discurso del comic. 3ª ed. Madri: Cátedra, 1994.
GRAVETT, Paul. Mangá: como o Japão reinventou os quadrinhos. Tradução de Ederli Fortunato. São Paulo:
Conrad Editora, 2006.
GUERINI, Andreia; BARBOSA, Tereza Virgínia Ribeiro. Pescando imagens com rede textual: HQ como tradução.
São Paulo: Peirópolis, 2013. 111 p.
HASHIMOTO, Madalena. Pintura e escritura do mundo flutuante: Hishikawa Moronobu e ukiyo-e Ihara Saikaku e
ukiyo-zôshi. 1ª ed. São Paulo: Hedra, 2002.
KLAWA, Laonte; COHEN, Haron. Os quadrinhos e a comunicação de massa. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!. 2ª
ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 103-114.
KOYAMA-RICHARD, Brigitte. One thousand years of manga. Paris: Flammarion, 2007.
LEITÃO, Renata Garcia de Carvalho. Representações dos sons nos mangás. In. VERGUEIRO, Waldomiro;
RAMOS, Paulo; CHINEN, Nobu. Intersecções acadêmicas: panorama das 1 as Jornadas Internacionais de
Histórias em Quadrinhos. São Paulo: Criativo, 2013, p. 50-61.
LUYTEN, Sonia Bibe. Mangá, o poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo: Hedra, 2000.
______. Onomatopéia e mímesis no mangá: a estética do som. In. Revista USP, São Paulo, dez./fev. 2001 –
2002, n o 52, p. 176-188.
McCARTHY, Helen. The art of Osamu Tezuka: god of manga. Lewes: ILEX, 2013.
McCLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. Tradução de Helcio de Carvalho, Marisa do Nascimento Paro. 1ª
ed. São Paulo: Makron Books, 1995.
NAPIER, Susan J. Anime: from Akira to Princess Mononoke. Nova York: PALGRAVE, 2001.
NATSUME, Fusanosuke. Manga wa Naze Omoshiroi no ka: sono hyôgen to bunpô. (Por que mangá é tão
interessante: suas expressões e gramática.). Tokyo: NHK raiburari, 1997.
RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos. 1ª ed. São Paulo: Contexto, 2010.
______. Tiras livres: um novo gênero dos quadrinhos. João Pessoa: Marca de Fantasia, 2014.
SHODT, Frederik L.. Manga! Manga! The world of Japanese comics. Tokyo: Kodansha International, 2001.
VASCONCELLOS, Pedro Vicente Figueiredo. Mangá-Dô, os caminhos das histórias em quadrinhos japonesas.
Mestrado (Dissertação em Artes e Design) – Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro, 2006.

VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo (Org.). Muito além dos quadrinhos: análises e reflexões sobre a 9a
arte. 1ª ed. São Paulo: Devir Livraria, 2009.


FONTES ELETRÔNICAS

AIHARA, Hiroyuki. JAPAN: Kingdom of Characters. Japan Foundation. Disponível em:
http://fjsp.org.br/agenda/kingdom_of_characters/. Acesso em: 05 out. 2015.
ALLISON, Anne. Cuteness as Japan’s: Millennial Product. In. TOBIN, Joseph. Pikachu’s Global Adventure: the
rise and fall of Pokémon. London: Duke University Press, 2004. Disponível em:
http://web.mit.edu/condry/Public/NausicaaFiles/Allison-PikachusGlobalCh… . Acesso em: 20 nov. 2013.
BOUISSOU, Jean-Marie. Por que o mangá se tornou um produto cultural globlal? (Pourquoi le manga est-il
devenu un produit culturel global?). In. Eurozine, 27 de outubro de 2010. Diponível em:
http://www.eurozine.com/articles/2008-10-27-bouissou-fr.html. Acesso em: 29 jun. 2015.
EISNER, Will. Disponível em: http://www.willeisner.com/ . Acesso em: 02 abr. 2014.
NATSUME, Fusanosuke. Japanese Manga: Its Expression and Popularity. Trad. Ueki Kaori. In. ABD-UNESCO,
vol. 34, n° 1, 2003. Disponível em: http://www.accu.or.jp/appreb/09/pdf34-1/34-1P003-005.pdf . Acesso em: 03
abr. 2014.
ODAGIRI, Hiroshi. Manga truism: on the insularity of Japanese manga discourse. In. BERNDT, Jaqueline. Comics
Worlds and the World of Comics: Towards Scholarship on a Global Scale. IMRC, vol. 1, 2009. Disponível em:
http://imrc.jp/lecture/2009/12/comics-in-the-world.html . Acesso em: 07abr. 2014.
SHARLIN, Naomi. Sounds like…: understanding Japanese sound symbolism. Projetos e teses. (Tese em
Línguistica). Faculdade Bryn Mawr College. Pennsylvania, 2009. Disponível em:
http://www.swarthmore.edu/SocSci/Linguistics/2010theses/NaomiSharlinBMC…. Acesso em: 24 abr. 2014.
YANO, Christine R. Wink on Pink: Interpreting Japanese Cute as It Grabs the Global Headlines. In. The Journal of
Asian Studies, vol. 68, n° 3, agosto 2009. Disponível em:
http://www.jstor.org/stable/20619791http://www.jstor.org/stable/20619791 . Acesso em: 14 fev. 2014.

Programa

1ª aula – 24/05/22
Profa. Dra. Matilde Ribeiro
Mulher negra: trajetória de luta no Brasil contemporâneo

2ª Aula – 31/05/22
Prof. Dr. Petrônio Domingues
O movimento negro no Brasil

3ª Aula – 07/06/22
Prof. Dr. Dennis de Oliveira
O negro na mídia

4ª Aula -14/-6/22
Prof. Dr. Jorge Garcia Basso
Mitologia afro-brasileira na escola

5a. Aula – 21/06/22
Prof. Dr. Paulo Andrade
Literatura negra brasileira: alguns aspectos

6ª Aula – 28/06/22
Prof. Dr. Acácio Sidinei Almeida Santos
10 anos da lei de cotas: balanço e perspectivas

7ª Aula – 05/07/22
Prof. Dr. Luís Eduardo Batista
Saúde da população negra: questões práticas

8ª Aula – 14/07/22
Doutoranda Maria Paula de Jesus Correa
A literatura como instrumento rumo à educação antirracista

Bibliografia Geral

ALCANFOR Lucilene Rezende; BASSO, Jorge Garcia. Infância, identidade étnica e conhecimentos de matriz africana na Escola. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 44, n. 2, e88363, 2019.
ANDREI, Elena Maria e FERNANDES, Frederico Augusto Garcia (orgs.) Cultura Afro-Brasileira: construindo novas histórias. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2007 (Caderno UNIAFRO, vol. 2)
ANDREWS, George Reid. Negros e Brancos em São Paulo (1888-1988). Bauru-SP: EDUSC. 1998
ANJOS, Rafael Sânzio Araújo dos. Quilombos, Geografia Africana – Cartografia Étnica – Territórios Tradicionais. Brasília: Mapas Editora & Consultoria, 2009.
ANTONACCI, Maria Antonieta. Memórias ancoradas em corpos negros. São Paulo: EDUC, 2014.
BANDEIRA DE MELLO, Celso Antonio. Conteúdo Jurídico do Princípio da Igualdade. São Paulo: Malheiros Editora
BARBOSA, Luciene C. Racismo e Branquitude: representações na telenovela ‘Da Cor do Pecado. Revista Mídia e Etnia. São Paulo: PMSP/CONE, ano 1 (1):5-9.
BATISTA, Leandro Leonardo; LEITE, Francisco (orgs). O negro nos espaços publicitários brasileiros. S. Paulo: ECA/USP – CONE, 2011
BATISTA, Luís Eduardo; BARROS, SÔNIA ; SILVA, NAIARA GAJO ; TOMAZELLI, PRISCILA CACCER ; SILVA, ALEXANDRE DA ; RINEHART, DENISE . Indicadores de monitoramento e avaliação da implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. SAÚDE E SOCIEDADE (ONLINE), v. 29, p. 1-18, 2020.
BATISTA, Luís Eduardo; BARROS, SÔNIA. Enfrentando o racismo nos serviços de saúde. Cadernos de Saúde Pública, v. 33, p. 1-5, 2017.
BATISTA, Luís Eduardo; ESCUDER, Maria Mercedes; PEREIRA, Júlio Cesar Rodrigues. A cor da morte: causas de óbito segundo características de raça no Estado de São Paulo, 1999 a 2001. Revista de Saúde Pública (Impresso), São Paulo, v. 38, n.5, p. 630-636, 2004.
BRAGA, Júlio. Na Gamela do Feitiço: repressão e resistência nos Candomblés da Bahia. Salvador: EDUFBA, 1995.
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Memória das Palavras. Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [www.acordacultura.org.br]
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Saberes e Fazeres, vol. 1 (Modo de Ver). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [www.acordacultura.org.br]
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Saberes e Fazeres, vol. 2 (Modo de Sentir). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br]
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Saberes e Fazeres, vol. 3 (Modo de Interagir). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br]
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Parecer CNE/CP 3/2004, de 10 de março de 2004.
CADERNOS DE DEBATES, Política Democrática. Brasília: Edições Fundação Astrogildo Pereira, Ano I, nº 2, maio de 2008.
CARNEIRO, Sueli. Mulheres em movimento. REVISTA ESTUDOS AVANÇADOS. São Paulo, set/dez, 2003.
CASHMORE, Ellis. Dicionário de Relações Étnicas e Raciais. São Paulo, Selo Negro/Summus, 2000.
CASTRO JÚNIOR, Luis Victor. Capoeira Angola: Olhares e toques cruzados entre ancestalidade e historicidade. Revista Brasileira de Ciência e Esporte. Campinas. Autores Associados. v. 25 nº2, p. 143-158. Jan. 2004.
CRUZ, A. C. J. Dimensões de educar para as relações étnico-raciais refletindo sobre suas tensões, sentidos e práticas. 33ª Reunião Anual da Anped. Caxambu, 2010. http://www.anped.org.br/33encontro/app/webroot/files/file/Trabalhos%20e…
CRUZ, A. C. J. Relações raciais em sala de aula: construindo saberes desconstruindo estereótipos. Anais do XII Congresso da Associação Internacional para a Pesquisa Intercultural. Florianópolis: Edugraf, 2009. p. 26. Link: http://aric.edugraf.ufsc.br/congrio/html/anais/anais.html
CUTI. Moreninho, Neguinho, Pretinho. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009.
DEOSCÓREDES Maximiliano dos Santos. História de um terreiro Nagô. Salvador: Instituto Brasileiro de Estudos Afro-Asiático, 1962.
DIAS, Adriana Albert: Mandinga, Manha e Malícia – uma história sobre os capoeiras na capital da Bahia (1910-1925). Edufba, Salvador, 2006. Em: http://www.ffch.ufba.br/IMG/pdf/2004adriana_albert_dias.pdf
DUARTE, Eduardo de Assis. Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011.
DUARTE, Evandro C. Piza (e outros). Cotas raciais no ensino superior: entre o Jurídico e o Político. Curitiba: Juruá, 2008.
FERRETTI, Sérgio. Repensando o Sincretismo: estudo sobre a Casa das Minas. São Paulo: Edusp, 1995.
GOMES, Nilma Lino. Diversidade cultural, currículo e questão racial. In: ABRAMOVICZ, Anete, BARBOSA, Lúcia Maria de Assunção & SILVÉRIO, Valter Roberto (Org.). Educação como prática da diferença. Campinas: Ed. Autores associados, 2006.
GOMES, Nilma Lino. Limites e possibilidades da implementação da Lei 10.639/03 no contexto das politicas públicas em educação. In: HERNGER, Rosana & PAULA, Marilene. Caminhos Convergentes – Estado e sociedade na superação das desigualdades raciais no Brasil. Rio de Janeiro: Fundação Heinrich Boll, ActionAid, 2009.
GOMES, Nilma Lino. Um olhar além das fronteiras: educação e relações raciais. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
GOMES, Nilma Lino., SILVA, Petronilha B. Gonçalves. Experiências étnico-culturais para a formação de professores. Belo Horizonte: Autêntica, 2011
GONÇALVES, Maria Alice Rezende. Educação e Cultura: pensamento em cidadania. RJ: Quartet, 1999
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HASENBALG, Carlos Alfredo. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Rio de Janeiro: Graal, 1979
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LIMA, Heloisa P. Entre a orelha, a língua e a mão: a origem africana para o leitor infantil e juvenil. Scripta. Belo Horizonte: Ed. PUC Minas, 2009.
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MUNANGA, Kabengele. As facetas de um racismo silenciado. In: SCHWARCZ, Lília M. & QUEIROZ, Renato S. (orgs). Raça e Diversidade. São Paulo: EDUSP/Estação Ciência, 1996.
MUNANGA, Kabengele. Políticas de ação afirmativa em benefício da população negra no Brasil: um ponto de vista em defesa de cota. In: GONÇALVES e SILVA, Petronilha B. & SILVÉRIO, Valter R. Educação e Ações Afirmativas: entre a injustiça simbólica e a injustiça econômica. Brasília: INEP/MEC, 2003.
MUNANGA, Kabengele. Teoria social e relações raciais no Brasil contemporâneo. Cadernos PENESB (Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira). Niterói: Universidade Federal Fluminense, nº 12, 2010
MUNANGA, Kabengele. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Cadernos PENESB (Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira). Niterói: Universidade Federal Fluminense, Centro de Estudos Sociais Aplicada da Faculdade de Educação, nº 5, 2004.
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PEREIRA, Rosa Vani. Aprendendo valores étnicos na escola. Belo Horizonte: Autêntica, 2010
PRANDI, Reginaldo. Os Príncipes do Destino: histórias da mitologia afro-brasileira. São Paulo: Cosac Naify, 2001.
PROGRAMA de Ação Durban. 3a Conferência Mundial contra o Racismo, a Xenofobia e Intolerâncias Correlatas.
QUINTÃO, Antonia Aparecida. As irmandades negras: outro espaço de luta e resistência. In: Irmandades Negras: Outro espaço de luta e resistência. (São Paulo: 1870-1890). São Paulo: Annablume: Fapesp, 2002.
QUINTÃO, Antonia Aparecida. Lá vem os meus parentes: as irmandades de pretos e pardos no Rio de Janeiro e em Pernambuco (séc. XVIII). São Paulo: Annablume: FAPESP, 2002
ROCHA, Rosa Margarida de Carvalho. Almanaque Pedagógico Afro-brasileiro. MG: Mazza Edições, 2004.
RODRIGUES, Nina. Os africanos no Brasil. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 2004.
SANTOS, Gislene Aparecida dos. A invenção do “ser negro”: um percurso de idéias que naturalizam a inferioridade dos negros. São Paulo: EDUC/FAPESP; Rio de Janeiro: Pallas, 2002.
SANTOS, Jocélio Telles dos. O Dono da terra: o caboclo nos candomblés da Bahia. Salvador: Sarah Letras, 1995.
SANTOS, Juana Elbein dos. Os Nagô e a morte: Pade, Asese e o culto Egum na Bahia. Petrópolis: Editora Vozes, 1977.
SANTOS, M. P. A.; NERY, J. S.; GOES, E. F.; SILVA, A.; SANTOS, A. B. S.; BATISTA, L. E.; ARAUJO, E. M. População negra e Covid-19: reflexões sobre racismo e saúde. ESTUDOS AVANÇADOS (ONLINE), v. 34, p. 225-244, 2020.
SANTOS, R. V.; BASTOS, J. L.; KAINGANG, J. D.; BATISTA, L. E. Cabem recomendações para usos de "raça" nas publicações em saúde? Um enfático "sim", inclusive pelas implicações para as práticas antirracistas. CADERNOS DE SAÚDE PÚBLICA, v. 38, p. 1, 2022.
SANTOS, Sales Augusto [e outras autoras]. Ações Afirmativas: Polêmicas e possibilidades sobre igualdade racial e o papel do Estado. Revista Estudos Feministas/REF – Dossiê: 120 anos da Abolição da escravidão no Brasil: um processo ainda inacabado (v. 16, n. 13 - Dez). Santa Catarina/Florianópolis: 2008.
SILVA, Cidinha da. Ações Afirmativas em Educação: Experiências Brasileiras. Editora Summus, São Paulo, 2003.
SILVA, Lucia Helena Oliveira e FERNANDES, Frederico Augusto Garcia (orgs.) Cultura Afro-Brasileira: expressões religiosas e questões escolares. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2006 (Caderno Uniafro, vol. 1.
SOUZA, Ana Lúcia Silva e CROSO, Camila (coord.) Igualdade das relações étnico-raciais na escola: possibilidades e desafios para implementação da Lei 10.639/2003. São Paulo: Peirópolis: Ação Educativa, Ceafro, Ceert, 2007.
SOVIK, Liv. Aqui ninguém é branco: hegemonia branca e media no Brasil. In: WARE, Vrom (org.) Branquidade, identidade branca e multiculturalismo. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.
TAYLOR, Charles. A política de reconhecimento. In: APPIAH, K. Anthony (e outros). Multiculturalismo: examinando a política de reconhecimento. Lisboa: Instituto Piaget, 1998.
TELLES, Edward. Racismo à brasileira. Uma perspectiva sociológica. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003.
VANSINA, Jan. A Tradição Oral e sua Metodologia. In: KI-ZERBO, Joseph. História Geral da África: metodologia e pré-história da África. Brasília: UNESCO, 2010. P. 138-166.
VERGER, Pierre Fatumbi. Lendas dos Orixás. Salvador: Editora Corrupio, 1981.

Programa

Aula 1: A Temática Indígena na sala de aula: estereótipos e perspectivas de ensino antirracista

Aula 2: Povos Indígenas no currículo da cidade de São Paulo

Procedimentos:

Teremos 2 encontros síncronos de 2h cada, que contará com exposição dialogada do tema.


Bibliografia:

ALMEIDA, Maria Regina Celestino De. “O lugar dos Índios na história entre múltiplos usos do passado: reflexões sobre cultura histórica e cultura política”. In: SOIHET, Rachel; ALMEIDA, Maria Regina Celestino de; AZEVEDO, Cecília; GONTIJO, Rebeca. Mitos, Projetos e Práticas Políticas. Memória e Historiografia. Rio De Janeiro: Civilização Brasileira, 2009, p. 207-230.

ALMEIDA, Maria Regina Celestino De. Os Índios na História do Brasil. Rio De Janeiro: Editora FGV, 2010.

BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. “História Das Populações Indígenas na Escola: Memórias e Esquecimentos”. In: PEREIRA, Amilcar Araújo; MONTEIRO, Ana Maria (Orgs.). Ensino de Histórias Afro-Brasileiras e Indígenas. Rio De Janeiro: Pallas, 2013. P. 101-132.

CUNHA, Manuela Carneiro Da (Org.). História Dos Índios No Brasil. São Paulo: Companhia Das Letras, 1992.

FANELLI, Giovana De Cássia Ramos. A Lei 11.645/08: história, movimentos sociais e mudança curricular. Dissertação (Mestrado em educação). Faculdade de Educação da Pontifica Universidade Católica. São Paulo, 2018.

FERNANDES, Antonia Terra de Calazans. Material didático para escola Guarani. In: ZAMBONI, Ernesta; FERNANDES, Antonia; SANTOS, Eva Aparecida; SANTOS, Patrícia; PELLARES, Renata.
Experiências Docentes: Subprojeto História Capes/Pibid/Usp. Revista História Hoje, V. 4, N. 7, 2015.

Kopenawa, Davi e ALBERT, Bruce. A Queda Do Céu: palavras de um Xamã Yanomâmi. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia Das Letras, 2019.

MONTEIRO, John Manuel. Negros da Terra. São Paulo: Companhia Das Letras, 1994.

PREZIA, Benedito. Indígenas em São Paulo: Ontem e Hoje. São Paulo: Editora Paulinas, 2001.

São Paulo. Currículo da Cidade de São Paulo: Povos Indígenas: Orientações Pedagógicas. São Paulo: Sme-Coped, 2019.

São Paulo. Currículo da Cidade de São Paulo: História. 2.Ed. São Paulo: Sme-Coped, 2019.

São Paulo. Orientações Didáticas do Currículo da Cidade de São Paulo: História. 2.Ed. São Paulo: Sme-Coped, 2019.

VALENTE, Rubens. Os Fuzis a as flechas: história, sangue e resistência indígena na ditadura. São Paulo: Cia das Letras, 2017.

Programa

Aula 1 (03/02/2025) – Apresentação do Curso: introdução à bibliografia básica, à organização das aulas e aos principais problemas abordados no curso (modernismo, literatura e engajamento, literatura sob censura, pós-autonomia).

Aula 2 (05/02/2025) – “Reunión”, de Julio Cortázar: análise e discussão do conto à luz da teoria da narrativa breve elaborada pelo próprio autor. Introdução a aspectos da obra e da vida política de Cortázar (peronismo, foquismo, modernismo).

Aula 3 (07/02/2025) – “Bar Don Juan”, de Antonio Callado: análise e discussão do romance à luz dos óbices colocados à narrativa pela censura. Discussão do projeto literário do autor (modernismo e engajamento).

Aula 4 (10/02/2025) – “Um Oscuro Diá de Justicia”, de Rodolfo Walsh: análise e discussão do conto à luz da atividade jornalística e literária do autor, considerando sua crítica ao peronismo e sua relação com a luta armada na argentina.

Aula 5 (12/02/2025) – “Em Câmera Lenta”, de Renato Tapajós: análise e discussão do romance considerando aspectos da vida de seu autor e seu envolvimento direto na oposição à ditadura militar. Introdução do problema da pós-autonomia nas literaturas latino-americanas. Introdução à categoria de “Realismo Feroz”, considerando temas de literatura e violência.

Bibliografia:

ARAÚJO, Arturo Gouveia de. Literatura e Repressão Pós-64: o Romance de Antonio Callado. João Pessoa: Idéia, 2006.

ANGUITA, Eduardo e CAPARRÓS, Martín. La Voluntad: Una Historia de la Militancia Revolucionaria en Argentina. Buenos Aires: Random House, 2021.

CANDIDO, Antonio. “Literatura e Subdesenvolvimento” (1970). Em: A Educação Pela Noite (1987). Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2011.

______________ . “Nova Narrativa” (1979). Em: A Educação Pela Noite (1987). Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2011.

CORTÁZAR, Julio. “Reunión” (1966). Em: Todos los Fuegos, el Fuego (1968). Madrid: Punto de Lectura, 2013.

______________ . “Algunos Aspectos del Cuento” / “Alguns Aspectos do Conto” (1970): Em: Valise de Cronópio. Tradução: Davi Arrigucci Jr. São Paulo: Perspectiva, 2006.

FRANCO, Renato. Itinerário Político do Romance Pós-1964. São Paulo: UNESP, 1998.

GILMAN, Claudia. “Cortázar: de ‘Escritor Burgués’ a ‘Intelectual Revolucionario’”. Em: Hispamérica. Nº 124. Rockville: 2013.

______________ . Entre la Pluma y el Fusil: Debates y Dilemas del Escritor Revolucionario en América Latina. Madrid: Siglo XXI, 2003.

GORENDER, Jacob. Combate nas Trevas (1987). São Paulo: Expressão Popular, 2014.

GUEVARA, Che. “El Socialismo y el Hombre en Cuba” (1965) / “O Socialismo e o homem em Cuba”. Em: SADER, Éder (org.). Che Guevara: Política. São Paulo: Expressão Popular, 2004.

LUDMER, Josefina. "Literaturas pós-autônomas". Em: Revista Sopro, Número 20, Janeiro de 2010.

ORLOFF, Carolina. Construcción de lo Político en Julio Cortázar. Buenos Aires: Godot, 2014.

ROCHA, Rejane. Antonio Callado e a rasura da identidade nacional. Revista Brasileira de Literatura Comparada, São Paulo, v. 14, n. 21, pp. 109-136, 2012.

SARLO, Beatriz. “Política, Ideología y Figuración Literaria”. Em: Ficción y Política: La Narrativa Argentina Durante el Proceso Militar. Buenos Aires: Alianza Estudio, 1987.

SCHWARZ, Roberto. “Cultura e Política (1964 - 1969)”. Em: O Pai de Família. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

TAPAJÓS, Renato. Em Câmera Lenta (1977). São Paulo: Carambaia, 2022.

VIÑAS, David. Literatura Argentina y Realidad Política - De Sarmiento a Cortázar. Buenos Aires: Ediciones Siglo Veinte, 1971.

WALSH, Rodolfo. “Un Oscuro Día de Justicia” (1973). Em: Un Oscuro Día de Justicia – Zugswang. Buenos Aires: De la Flor, 2012.

Programa

1) Introdução ao pensamento de Donna Haraway e Jack Halberstam;
2) Introdução a Teoria Queer e os estudos trans;
3) Donna Haraway e os livros de ficção cientifica no Manifesto Ciborgue;
4) Jack Halberstam e os filmes de animação infantil na Arte Queer do Fracasso.

Bibliografia:
AMARAL, Luísa. Por uma ética queer. São Paulo: N-1, 2022. 
BRETAS, Aléxia. QUEER. Blogs de Ciência da Universidade Estadual de Campinas: Mulheres na Filosofia, V. 7, N. 2, 2021, p. 01-15. Edição eletrônica URL: https://www.blogs.unicamp.br/mulheresnafilosofia/queer/ ISSN: 2526-6187
BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003
BUTLER, Octavia E. O despertar. Morro Branco; 1ª edição. 2018.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade 1: A vontade de saber. Paz & Terra; 11ª edição. 2020.
FOUCAULT, Michel. Os anormais: curso no Collège de France (1974-1975). Tradução de Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes; 2ª edição, 2010.
HALBERSTAM, Jack. A arte queer do fracasso. Recife: CEPE, 2020.
HALBERSTAM, Jack. Trans: uma abordagem curta e curiosa sobre a variabilidade de gênero.
HARAWAY, Donna J. Ficando com o problema: Tornar-se com os outros no Chthuluceno. Tradução de Ana Luiza Braga. São Paulo: N-1, 2022. 
HARAWAY Donna: Story Telling for Earthly Survival. Dirigido por Fabrizio Terranova, Produção: Ellen Meiresonne, Bélgica, 2016.
HARAWAY, Donna. When We Have Never Been Human, What Is to Be Done? Entrevista por Nicholas Gane. Theory, Culture & Society 23(7–8). 2006.
LE GUIN, Ursula K. A mão esquerda da escuridão. Editora Aleph; 1ª edição, 2019.

Programa

El objetivo es, en primer lugar, explicar cómo diferentes corrientes intelectuales abordan la cuestión de la vida dentro del campo de la antropología: la etnología de las sociedades amerindias, los estudios sobre ciencia y tecnología (STS, por sus siglas en inglés), la antropología de la biopolítica y de la vida cotidiana, y la antropología de la naturaleza y la ecología.
Posteriormente, a partir del libro Ce que les humains font avec la vie (Lo que los humanos hacen con la vida), el propósito es proponer un modelo comparativo —una “pragmática general de la vida”— capaz de contrastar las diversas concepciones de la vida elaboradas por las sociedades humanas y fomentar un diálogo entre los diferentes enfoques que conforman la antropología de la vida.  


11 de agosto – Etnología de las sociedades amerindias
Basándose en su trabajo de campo etnográfico en Mesoamérica, P. Pitrou presentará propuestas comparativas orientadas al estudio de las concepciones de la vida en sociedades amazónicas y andinas.

12 de agosto – Estudios sobre ciencia y tecnología (STS)
Esta sesión revisará los principales aportes teóricos del campo STS con el fin de comprender mejor cómo las investigaciones contemporáneas en ciencias de la vida y biotecnologías contribuyen a redefinir la vida y la frontera entre lo vivo y lo no vivo.

13 de agosto – Antropología de la naturaleza y la ecología
Ante el creciente interés por una “antropología más allá de lo humano” o una “antropología más-que-humana”, se vuelve fundamental clarificar las bases metodológicas sobre las cuales desarrollar investigaciones etnográficas en torno a las relaciones con seres vivos no humanos y los entornos donde la vida se despliega.

14 de agosto – Antropología de la biopolítica y de la vida cotidiana
Las investigaciones sobre situaciones en las que la vida humana se ve amenazada (como la guerra o los desastres) constituyen una dimensión clave de la antropología de la vida. A través de los conceptos de “formas de vida” y “la desigualdad de las vidas humanas”, se obtienen herramientas para comprender tanto la fragilidad de la existencia humana como la inestabilidad del orden social."

 

Bibliografia:
Allen, Catherine. 2003. The hold life has: coca and cultural identity in an Andean community. London, Washington: Smithsonian Institution Press.Angé, Olivia, and Perig Pitrou. 2016. "Miniatures in Mesoamerica and the Andes: Theories of life, values, and relatedness." Journal of Anthropological Research 72 (4):408-415.
Biehl, João. 2013 [2005]. Vita: life in a zone of social abandonment. Berkeley: University of California Press.
Bloch, Maurice. 1992. Prey into hunter : the politics of religious experience, The Lewis Henry Morgan lectures 1984. Cambridge: Cambridge University Press.
Castro, Teresa, Perig Pitrou, and Marie Rebecchi. 2020. Puissance du végétal et cinéma animiste. La vitalité révélée par la technique. Dijon: Les presses du réel.
Coupaye, Ludovic. 2013. Growing artefacts, displaying relationships: yams, art and technology amongst the Nyamikum Abelam of Papua New Guinea. New-York, Oxford: Berghahn.
Das, Veena. 2007. Life and words: Violence and the descent into the ordinary. Berkeley: University of California Press.
Descola, Philippe. 2013. Beyond nature and culture. Chicago: University of Chicago Press. text.
Fassin, Didier. 2018. La vie. Mode d’emploi critique. Paris: Le Seuil.
Franklin, Sarah, and Margaret M. Lock. 2003. Remaking life & death: toward an anthropology of the biosciences, School of American Research advanced seminar series. Santa Fe, Oxford: School of American Research Press ; James Currey.
Graeber, David, and Marshall Sahlins. 2017. "On Kings." In. Chicago, Illinois: Hau Books.
Helmreich, Stefan. 2009. Alien Ocean: anthropological voyages in microbial seas. Berkeley, Los Angeles: University of California Press.
Helmreich, Stefan. 2011. "What Was Life? Answers from Three Limit Biologies." Critical Inquiry 37 (4):671-696.
Héritier, Françoise. 1996. Masculin/féminin. La pensée de la différence. 2 vols. Paris: Odile Jacob.
Hocart, Arthur Maurice. 1953. The Life-Giving Myth, and Other Essays. New York: Grove Press.
Ingold, Tim. 2000. The Perception of the Environment: Essays on Livelihood, Dwelling and Skill. Londres: Routledge.
Ingold, Tim, and Gísli Pálsson, eds. 2013. Biosocial becomings: integrating social and biological anthropology. Cambridge: Cambridge University Press.
Kamili, Lauren, Perig Pitrou, and Fabien Provost, eds. 2020. Biomimétismes, Techniques&Culture, n°73.
Kohn, Eduardo. 2013. How forests think: toward an anthropology beyond the human. Berkeley, Los Angeles: University of California Press.
Landecker, Hannah. 2007. Culturing life. Cambridge, Mass.: Harvard University Press.
Latour, Bruno. 2001 [1984]. Pasteur guerre et paix des microbes suivi de Irréductions, La Découverte-poche Sciences humaines et sociales. Paris: la Découverte. Texte imprimé.
Lock, Margaret. 2002. Twice dead : organ transplants and the reinvention of death. Berkeley: University of California Press.
López Austin, Alfredo. 1980. Cuerpo humano e ideología. Las concepciones de los antiguos nahuas. Mexico: UNAM.
Milanovic, Fabien, Noémie Merleau-Ponty, and Perig Pitrou. 2017. Biobanques: quelles reconfigurations pour le vivant? Approches interdisciplinaires. EDP Sciences.
Mol, Annemarie. 2008. The Logic of Care. Health and the Problem of Patient Choice. London: Routledge.
Myers, Natasha. 2015. Rendering life molecular: models, modelers, and excitable matter. Durham: Duke University Press.
Overing, Joanna. 2003. "In praise of the everyday: trust and the art of social living in an Amazonian community." Journal of Anthropology Museum of Ethnography 68 (3):293-316.
Pálsson, Gísli. 2007. Anthropology and the new genetics. Cambridge: Cambridge University Press.
Pálsson, Gísli. 2015. Nature, culture and society: anthropological perspectives on Life: Cambridge University Press.
Paxson, Heather. 2013. The life of cheese: crafting food and value in America. Berkeley: University of California Press.
Petryna, Adriana. 2013 [2002]. Life exposed: biological citizens after Chernobyl. Princeton: Princeton University Press.
Pitrou, Perig. 2015. "Life as a process of making in the Mixe Highlands (Oaxaca, Mexico): towards a ‘general pragmatics’ of life." Journal of the Royal Anthropological Institute 21 (1):86–105.
Pitrou, Perig. 2016. "Special Issue "Action rituelle, mythe, figuration. L’imbrication des processus vitaux et des processus techniques en Mésoamérique et dans les Basses-Terres d’Amérique du Sud"." Revista de Antropologia 59 (1):6-32.
Pitrou, Perig. 2017. "Life form and form of life within an agentive configuration: a birth ritual among the Mixe of Oaxaca, Mexico." Current Anthropology 58 (7):360-380.
Pitrou, Perig. 2024. Ce que les humains font avec la vie. Paris: Puf.
Praet, Istvan. 2013. Animism and the question of life. New York, Abingdon: Routledge.
Rabinow, Paul. 1996. Making PCR : a story of biotechnology. Chicago: University of Chicago Press.
Santos-Granero, Fernando. 2009. Vital enemies: slavery, predation, and the Amerindian political economy of life. Austin: University of Texas Press.
Santos-Granero, Fernando, ed. 2009. The occult life of things: Native Amazonian theories of materiality and personhood. Tuscon: University of Arizona Press.
Strathern, Marilyn. 1992. After Nature English. Kinship in the Late Twentieth Century. Cambridge: Cambridge university press.
Tsing, Anna Lowenhaupt. 2015. The mushroom at the end of the world: on the possibility of life in capitalist ruins. Princeton: Princeton University Press.
Turner, Victor. 1969. The Ritual Process. Structure and Anti-Structure. New York: Aldine de Gruyter.
 

Programa

EMENTA 
A tradução literária passa frequentemente despercebida, como ato invisível e transparente, na percepção do leitor e até mesmo da crítica. Por meio do cotejo de fragmentos de obras clássicas da literatura universal – desde a antiguidade até o modernismo –, o curso apresenta a variedade de opções textuais e de posições tradutórias reveladoras da responsabilidade do tradutor como (co)autor da obra traduzida. O panorama de obras focalizadas, com suas respectivas traduções e retraduções, também permite conhecer a contribuição fundamental dos tradutores brasileiros para a formação de uma literatura universal em língua portuguesa. Os tradutores e especialistas ministrantes abordarão textos de sua área de interesse e pesquisa. Este curso é organizado numa cooperação entre a Casa Guilherme de Almeida – Centro de Estudos de Tradução Literária e o Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia (CITRAT) da USP. 
 
4/4/2016 – Odisseia e Ilíada, de Homero 
Marcelo Tápia 
 
11/4/2016 – Eneida, de Virgílio 
João Angelo Oliva Neto 
 
18/4/2016 – Decameron, de Giovanni Boccaccio 
Mauricio Santana Dias 
 
25/4/2016 – Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes 
Sérgio Molina 
 
2/5/2016 – Sonetos de William Shakespeare 
Paulo Henriques Britto 
 
9/5/2016 – Discussão sobre as reflexões apresentadas 
Marcelo Tápia e Simone Homem de Mello 
 
16/5/2016 – “The Masque of the Red Death”, de Edgar Allan Poe 
Eliane Fittipaldi 
 
23/5/2016 – Poemas de Charles Baudelaire 
Álvaro Faleiros 
 
6/6/2016 – Poemas expressionistas alemães 
Simone Homem de Mello 
 
13/6/2016 – Ulysses, de James Joyce 
Maria Teresa Quirino 
 
20/6/2016 – “Todesfuge”, de Paul Celan 
Nelson Ascher 
 
27/6/2016 – Aula de encerramento do curso 
Marcelo Tápia e Simone Homem de Mello 
 
 
BIBLIOGRAFIA 
 
BRITTO, Paulo Henriques. A tradução literária. Coleção Contemporânea. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2012. 
 
___________. “Contraponto métrico e semantização da forma num poema de Fernando Pessoa”. Cadernos de Tradução (UFSC) nº especial, p. 145-159, jul./dez.https://periodicos.ufsc.br/index.php/traducao/article/view/2175-7968.20…;
 
FALEIROS, Álvaro. Traduzir o poema. São Paulo: Ateliê Editorial, 2012. 
FITTIPALDI, Eliane. “Asas da Permanência: 'O Corvo', de Edgar Allan Poe” e "A Trajetória de um Maldito”. Revista Discutindo Literatura, Escala Editorial, ano 2, no 8, p. 48-53. 
HOMEM DE MELLO, Simone. “A tradução da poesia ilustrada de Wilhelm Busch no 
Brasil”. In: Pandaemonium Germanicum, v. 17, n. 24. São Paulo: FFLCH/USP, 
 
HOMEM DE MELLO, Simone. “’Com resumos em alemão” as traduções do Cancioneiro 
da Ajuda por Carolina Michaëlis de Vasconcelos’”. In: CONDÉ, Valéria et alii 
(org.). Carolina Michaëlis de Vasconcelos: Uma homenagem. São Paulo: 
NEHiLP/FFLCH/USP, 2015; p. 160-173. 
 
HOMEM DE MELLO, Simone. Peter Handke: A perda da imagem – Através da Sierra de 
Gredos (Tradução e posfácio). São Paulo: Editora Estação Liberdade, 2009. 
 
POE, Edgar Allan. Contos de Suspense e Terror. Trad. Eliane Fittipaldi Pereira e Kátia Maria Orberg. São Paulo : Martin Claret,2015 (edição especial). Apresentação : “Mais Poe?” e Posfácio: “O Eu em Abismo” de Eliane Fittipaldi. 
 
QUIRINO, Maria Teresa. “O estilo de Joyce nas Travessias tradutórias dos Campos”, in CARVALHAL, Tânia Franco; REBELLO, Lúcia Sá; FERREIRA, Eliane Fernanda Cunha (org). Transcriações: teoria e prática. Porto Alegre: Editora Evangraf, 2004, p. 55-62. 
 
QUIRINO, Maria Teresa. “A experiência ética em traduções da obra de James Joyce”, in GALERY, Maria Clara Versiani; PERPÉTUA, Elzira Divina; HIRSCH, Irene (org.). Tradução, Vanguarda e Modernismos. São Paulo: Paz e Terra, 2009, p. 83-107. 
 
TÁPIA, Marcelo / NÓBREGA, Thelma M. (org.). Haroldo de Campos – Transcriação. São Paulo: Perspectiva, 2013. 
TÁPIA, Marcelo. “Questões de equivalência métrica em tradução de poesia antiga”. Revista Letras no 89. Curitiba: Editora UFPR, 2014. 
TÁPIA, Marcelo. “Sobre conceituação metafórica e variabilidade operacional em tradução poética no Brasil”. In: Faleiros, Álvaro et. al. (org.). Jornada TRADUSP: tradução e poética. Rio de Janeiro: Vermelho Marinho, 2014.
 

 

Programa

Terça-feira, 21/07/2020, 15h-17h
Encontro 1: Women and Fiction
• Introdução ao curso
• Contexto histórico do A Room of One’s Own de Virginia Woolf
• Estrutura de A Room of One’s Own (an essay-novel?)
• Leitura e discussão da “introdução” pp. 7-10 (original & tradução)

Sexta-feira, 24/07/2020, 15h-17h
Encontro 2: Shakespeare’s Sister and the Man’s Sentence
• Leitura: Woolf pp.52-55/59-62 (Shakespeare’s sister) & pp.78-85/88-97 (the man’s sentence)
• Introdução à teoria feminista
• A mulher como categoria social
• Língua(gem) e gênero
• Discussão

Terça-feira, 28/07/2020, 15h-17h
Encontro 3: What is a Woman?
• Leitura: Butler, Gender Trouble pp. 1-25/15-49
• Introdução à teoria queer
• Sexo/Gênero/Desejo
• Identidade e a metafísica da substância
• Discussão

Sexta-feira, 31/07/2020, 15h-17h
Encontro 4: Unsex me: Performativity and Identity
• Leitura: Butler pp. 128-142/185-203 (Bodily inscriptions, performative subversions) & Woolf pp.104-109/118-124 (The androgynous mind)
• Introdução ao conceito de performatividade
• A mente andrógena
• Discussão
• Considerações finais



Bibliografia Principal:

WOOLF, Virginia. A Room of One’s Own. 1929. London: Grafton-HarperCollins, 1977

BUTLER, Judith. Gender Trouble: Feminism and the Subversion of Identity. London: Routledge, 1990


Bibliography Complementar:

BEAUVOIR, Simone. The Second Sex. London: Vintage, 1997

CASTLE, Terry. The Apparitional Lesbian: Female Homosexuality and Modern Culture. New York: Columbia University Press, 1993

FEDERICI, Silvia. Revolution at Point Zero: Housework, Reproduction, and the Feminist Struggle. New York: PM Press, 2012

FOUCAULT, Michel. The History of Sexuality. translated by Robert Hurley. New York: Pantheon Books, 1978

SEDGWICK, Eve Kosofsky. Epistemology of the Closet. Berkeley: University of California Press, 1990

SCOTT, Joan. “Gênero: uma categoria útil para a análise histórica”. Cadernos de História, vol.11, n. 11, Recife: UFPE, 2016

SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Can the Subaltern Speak? Trad. bras.: Pode o subalterno falar? Tradução de Sandra R. Almeida, Marcos P. Feitosa & André P. Feitosa. Belo Horizonte: UFMG, 2010