Programa

Aula 1 (04/02/2025): Imagens do excesso ou os excessos da imagem?

Aula 2 (05/02/2025): A violência dos dispositivos.

Aula 3 (06/02/2025): A (im)possibilidade das imagens e o sublime.

Aula 4 (07/02/2025): Desmontagens do visível na arte contemporânea.

Referências bibliográficas:

AGAMBEN, Giorgio. “O que é um dispositivo?”. In: O que é o contemporâneo e outros ensaios. Chapecó: Argos, 2009.
AZOULAY, Ariella. The Civil Contract of Photography. Princeton: Zone Books, 2013.
BARTHES, Roland. “Fotos-choque”. In: Mitologias. Tradução Rita Buongermino e Pedro de Souza. 11ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
BATCHEN, Geoffrey et all (eds). Picturing Atrocity: Photography in Crisis. London, Reaktion Books, 2012.
BLUMENBERG, Hans. Naufrágio com espectador. Tradução Manuel Loureiro. Liboa: Vega, 1990.
BOLTANSKI, Luc. Distant Suffering – Morality, Media and Politics. Translated by Graham Burchell. United Kingdom : Cambridge University Press, 2004.
BREDEKAMP, Horst. Teoria do acto icônico. Tradução de Artur Morão. Lisboa: KKYM, 2015.
BROSSAT, Alain. La democracia inmunitaria. Traducción María Emilia Tijoux. Santiago: Palinodia, 2008.
BURKE, Edmund. Uma investigação filosófica sobre a origem de nossas ideias do sublime e do belo. Trad. Enid Abreu Dobránszky. Campinas, SP: Papirus, 1993.
CARUTH, Cathy. Trauma: Explorations in Memory. Baltimore, London: The Johns Hopkins University Press, 1995.
COURTINE, François. Of the sublime: Presence in Question: essays. New York: State University of New York Press, 1993.
CRIMP, Douglas. Sobre as ruínas dos museus. São Paulo, Martins Fontes, 2005.
DANTO, Arthur C. O abuso da beleza: a estética e o conceito de arte. Trad. Pedro Sussekind. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2015.
DE DUVE, Thierry. A arte diante do mal radical. In: Ars, v. 7, n. 13, 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ars/a/79Bz8sLshtvytDQNgVPvqHF/?lang=pt
DIDI-HUBERMAN, Georges. Ninfa dolorosa – Essai sur la mémoire d’un geste. Paris : Éditions Gallimard, 2019.
______. Imagens apesar de tudo. Trad. Vanessa Brito e João Pedro Cachopo. São Paulo Editora 34, 2020.
______. Povo em lágrimas, povo em armas. Tradução: Hortencia Lencastre. São Paulo: N-1 Edições, 2021.
GALARD, Jean. Beleza exorbitante: Reflexões sobre o abuso estético. Trad. Iraci D. Poleti. São Paulo: Editora Unifesp, 2012.
KANT, Immanuel. Crítica da faculdade de julgar. Tradução: Fernando Costa Mattos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2016.
LYOTARD, Jean-François. Le sublime, à present. Po&sie, n. 34, p. 97-116, 3º trim. 1985.
______. Lições sobre a analítica do sublime. Trad. Constança Marcondes César e Lucy R. Moreira César. Campinas: Papirus, 1993.
______. O inumano: considerações sobre o tempo. Trad. Ana Cristina Seabra e Elisabete Alexandre. 2ª edição. Lisboa: Editorial Estampa, 1997.
MARIN, Louis. “Le sublime, l’infini et le « je ne sais quoi »”. In: De la littérature française, s., dir. Denis Hollier, Paris, Bordas, 1993.
MONDZAIN, Marie-José. Hoje, o que ver o que mostrar frente ao terror? – reflexões acerca da criação e da difusão das imagens relacionadas ao terror, ao gozo e à morte. In: Devires, Belo Horizonte, v. 13, n. 1, 2016. Disponível em: https://www.devires.org/produto/revista-devires-v-13-n-1-dossie-politic…
______. A imagem pode matar?.Lisboa: Nova Vega, 2009.
NANCY, Jean-Luc. “L’offrande sublime”. In: Du sublime. DEGUY, M. e NANCY, J. L. (orgs.) Paris: Belin, 1988, p. 37-76.
NESTROVSKI, Arthur; SELIGMANN-SILVA, Márcio (orgs.). Catástrofe e representação. São Paulo: Escuta, 2000.
RANCIÈRE, Jacques. Mal-estar na estética. Tradução Gustavo Chataignier e Pedro Hussak. São Paulo/ Rio de Janeiro: Editora 34/ Editora PUC-Rio, 2023.
SCHAEFFER, Jean-Marie. A imagem precária. Campinas, São Paulo: Papirus, 1996.
SONTAG, Susan. Diante da dor dos outros. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

 

Programa

Encontro 1 | 10 de abril
Horário: 19h30 às 22h30
Local: Auditório 24 do prédio da Filosofia e Ciências Sociais, na Cidade Universitária da USP, Butantã, São Paulo.
Conteúdo: Introdução ao tema “toxi-cidades” e a plataforma educativa digital “Lutas Ribeirinhas”

Encontro 2 | 24 de abril
Horário: 19h30 às 22h30
Local: Sala 118 do prédio da Filosofia e Ciências Sociais, na Cidade Universitária da USP, Butantã, São Paulo. 
Conteúdo: Introdução à bibliografia do curso e aos métodos qualitativos implementados

Encontro 3 | 26 de abril
Horário: 09 às 17h
Local: Baixada do Glicério (local exato a definir)
Conteúdo: Excursão / caminhada urbana pela Baixada do Glicério (retraçando a estrada velha de Santos / o caminho indígena Peabiru – a definir)

Encontro 4 | 10 de maio
Horário: 09 às 17h
Local: Baixada Santista (local exato a definir)
Conteúdo: Excursão / caminhada urbana pela Baixada Santista (retraçando a estrada velha de Santos / o caminho indígena Peabiru – a definir)

Encontro 5 | 17 de maio
Horário: 09 às 17h
Local: Baixada Santista (local exato a definir)
Conteúdo: Excursão / caminhada urbana pela Baixada Santista (retraçando a estrada velha de Santos / o caminho indígena Peabiru – a definir)

Encontro 6 | 22 de maio
Horário: 19h30 às 22h30
Local: Sala 118 do prédio da Filosofia e Ciências Sociais, na Cidade Universitária da USP, Butantã, São Paulo. 
Conteúdo: Reflexão coletiva sobre as excursões e orientação sobre a apresentação dos trabalhos em grupos.

Encontro 7 | 29 de maio
Horário: 19h30 às 22h30
Local: Sala 118 do prédio da Filosofia e Ciências Sociais, na Cidade Universitária da USP, Butantã, São Paulo. 
Conteúdo: Apresentação dos resultados dos trabalhos em grupo e comentários pelos ministrantes.
Discussão final.

ATENÇÃO: As viagens dos participantes para as Excursões (provavelmente para o bairro do Glicério em São Paulo, para a região do Parque Serra do Mar/Portaria São Bernardo do Campo, e para a região de Cubatão) deverão ser custeadas pelos próprios participantes. No caso de o participante ter recursos financeiros limitados, será importante entrar em contato com os professores ministrantes, a fim de buscarmos uma solução conjunta. Contato: Frank Mueller <frank.mueller@fu-berlin.de>, Laura Kemmer <laura.kemmer@usp.br>

Bibliografia:
Bruno, T. (2022): Ecological Memory in the Biophysical Afterlife of Slavery, Annals of the American Association of Geographers, DOI: 10.1080/24694452.2022.2107985
Liboiron, M. (2021). Pollution is Colonialism. Durham: Duke University Press.
Murphy, M. (2017) Commentary: What Can’t a Body Do? Catalyst: Feminism, Theory, Technoscience 3(1), 1-15.
Passos Lima, M.R. (2020) (Toxi)Cidade do Aço: Infraestrutura Siderúrgica e Contestação Social em um Caso de Contaminação por Resíduos Industriais, Anthropologicas 31(2), https://doi.org/10.51359/2525-5223.2020.247373.
Theriault, N. & S. Kang (2021) Toxic Research. Political Ecologies and the Matter of Damage, Environment and Society: Advances in Research 12, 5–24.
Villamizar, C. G. & E. Brito-Henriques (2023) Toxic landscapes: A reflection on the spatialities of the Anthropocene, Documents d´Analisi Geografica 69, 55-79.
Viana, M.A. (2018) A Baixada Santista e os desafios do planejamento urbano e regional. O Futuro passa pelo pre-sal. Oportunidade e/ou ameaça? Economia Brasileira em Debate: Subsídios ao Desenvolvimento. São Paulo: Blucher, pp. 325-352.

Programa

Programa do curso: calendários e bibliografias 
Aula 1. 16/08/2021. 
Tema: A geografia brasileira dos anos de 1990: a emergência e avanço da discussão do cotidiano
Síntese da aula: Os estudos da obra de Henri Lefebvre potencializaram o avanço da discussão do cotidiano na geografia brasileira. Simultaneamente, no contexto da educação, o cotidiano emergia nas investigações de ensino de geografia, uma vez que ganhava força a produção do conhecimento geográfico a partir da vivência dos alunos. 

Bibliografia básica:
1. MOREIRA, R. As tendências da geografia universitária e da geografia escolar. In: MOREIRA, R. O discurso do avesso: para a crítica da geografia que se ensina. São Paulo: Contexto, 2014 [1987]. p. 151-160.
2. CARLOS, A. F. A. A "Geografia Urbana" como disciplina: uma abordagem possível. Revista do Departamento de Geografia – USP, Volume Especial 30 Anos (2012), p. 92-111. Disponível em: < https://www.revistas.usp.br/rdg/article/view/53844&gt;.
3. ALVES, G. da A. Cidade, cotidiano e TV. In: CARLOS, A. F. A. A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999, p. 134-144. 
Bibliografia complementar:
CARLOS, A. F. A. A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999.
CASTROGIOVANNI, A. C. (Org.). Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Mediação, 1999.
PONTUSCHKA, N. Geografia na sala de aula. GEOUSP: espaço e tempo (Online), São Paulo, n. 6, 117-125, 24 de Agosto de 2006. Disponível em: <https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.1999.123369&gt;.

Aula 2. 18/08/2021
Tema: A multiplicidade teórico-metodológica do cotidiano na geografia brasileira Síntese da aula: Apensar de avançarmos consideravelmente o debate do cotidiano na geografia brasileira, sua composição teórica-conceitual do mesmo demonstra uma multiplicidade teórica-metodológica quando trabalhado nas dimensões teóricas e práticas da geografia.

Bibliografia básica:
CAVALCANTI, L. de S. Para onde estão indo as investigações sobre ensino de Geografia no Brasil? Um olhar sobre elementos da pesquisa e do lugar que ela ocupa nesse campo. Boletim Goiano Geografia (Online), Goiânia, v. 36, n. 3, p. 399-419, set./dez. 2016. Disponível em: <http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=337148745002&gt;.
ARAUJO, M. R. de. A composição teórico-conceitual do cotidiano nos PCNs e BNCC de Geografia: da palavra ao conceito geográfico. Boletim Paulista de Geografia, nº 103, jan.-jun. 2020 Disponível em: <https://www.agb.org.br/publicacoes/index.php/boletim-paulista/article/v…;. Acesso em: 28 mar. 2021.

Bibliografia complementar:
CAVALCANTI, L. de S. A Geografia Escolar e a Cidade: ensaios sobre o ensino de Geografia para a vida urbana cotidiana. São Paulo: Papirus, 2008a.
DAMIANI, A. L. O lugar e a produção do cotidiano. In: CARLOS, A. F. (Org.). A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999, p. 50-61.
CARLOS, A. F. A.; ALVES, G. da A.; PADUA, R. F. de. (Org.). Justiça espacial e o direito à cidade. São Paulo: Contexto, 2017.

Aula 3. 23/08/2021
Tema: Uma possibilidade de investigação da espacialidade da vida cotidiana em diferentes níveis e dimensões de análise
Síntese da aula: A partir do desdobramento da obra de Henri Lefebvre, situamos a cotidianidade como dimensão espacial, o cotidiano na ordem distante e a vida cotidiana na ordem próxima, possibilitando, assim, a investigação do modo de vida capitalista.

Bibliografia básica:
ARAUJO, M. R. de. O cotidiano na produção bibliográfica da geografia brasileira: uma análise das produções de geógrafos e geógrafas a respeito do ensino de geografia. 130f. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2021. [Cap. II. Seção: 2.3 – cotidiano, cotidianidade e vida cotidiana: uma aproximação teórica sobre a espacialidade da vida cotidiana em diferentes níveis].

Bibliografia complementar:
LEFEBVRE, H. Critique de la vie quotidienne II: fundements d’une sociologie de la quotidienneté. Paris: L’arche Editeur, 1961. [Primier chapitre: Mise au point, p. 07-104].
LEFEBVRE, H. Níveis e dimensões. In: LEFEBVRE, H. A revolução urbana. Belo Horizonte: UFMG, 1999. p. 77-98.
LEFEBVRE. H. A sociedade burocrática de consumo dirigido. In: LEFEBVRE, H. A vida cotidiana no mundo moderno. São Paulo: Ártica, 1991, p. 77-108.

Aula 4. 25/08/2021
Tema: A cotidianidade em diferentes escalas geográficas.
Síntese da aula: Com base em mapas a respeito das dinâmicas urbanas no Brasil apontaremos as possibilidades de análise da cotidianidade nesse território. Nesse sentido, finalizaremos demonstrando as aberturas para avanços e os limites em que esse curso e, em certa medida, a geografia brasileira, vêm demonstrando para construir possibilidades para analisar o cotidiano
geograficamente.

Bibliografia básica:
THÉRY, H.; MELLO-THÉRY, N. A. de. Dinâmicas urbanas. In: THÉRY, H.; MELLO-THÉRY, N. A. de. Atlas do Brasil: disparidades do território. 3. ed. São Paulo: EDUSP, 2018, p. 222-258.
ARAUJO, M. R. de. O cotidiano na produção bibliográfica da geografia brasileira: uma análise das produções de geógrafos e geógrafas a respeito do ensino de geografia. 130f. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2021. [Considerações finais, p. 120-124].

Bibliografia complementar:
ARAUJO, M. R. de. O cotidiano na produção bibliográfica da geografia brasileira: uma análise das produções de geógrafos e geógrafas a respeito do ensino de geografia. 130f. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2021.

Programa

Assuntos:
• Apresentação
• Alfabeto
• Cumprimentos
• Plural
• O que é isto?
• Quem é este?
• Sufixo de interrogação
• Onde é aqui?
• Uso de VAR e YOK
• Caso locativo
• Adjetivos
• Números


Bibliográfica atualizada:

• DILSET, Lale Türkçe Seti (Kit de Ensino de Turco), Istambul
• TOMER, Yabancılar için Türkçe YENİ HİTİT-1, Ankara üniversitesi basımevi, Ancará, 2011
• KUT, İnci, Portekizce-Türkçe Sözlük, İnkılap yayınları, İstanbul 2010
• Site www.brasilturquia.com.br
• Apostilas dos professores

Programa

Aula 1. História dos Povos Indígenas – abordagens e a construção de um campo historiográfico.

Aula 2. Algumas divisões etno-linguísticas possíveis e os debates sobre uma História Indígena nacional (parte 01)

Aula 3. Nova História Indígena e a construção do conhecimento sobre as populações indígenas no Brasil

Aula 4. Cultura material, oralidade e fontes escritas – a problemática das fontes para a História dos Povos Indígenas

Aula 5. Povos Indígenas e o Estado – projetos de inclusão subordinada.

Aula 6. Abordagens decoloniais e a História do Povos Originários.

Bibliografia:

ALMEIDA, Maria Regina Celestino. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010, p. 13-28.
CABRERA, Gabriel Becerra. La presencia antillana en la Amazonia: los negros barbadenses en la explotación del caucho y sus imágenes. Memorias, Barraquilla, n. 36, p. 57-96, septiembre, 2018.
BRASIL. Lei nº 11.645. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 2008.
CANCELA, Francisco. “Você quer voltar à oca?”: armadilhas, artimanhas e questões da pesquisa histórica sobre os povos indígenas. Revista História em Reflexão, v.3, n. 5, jan/jun 2009.
CALDERÓN, Camilo Mongua. Caucho, frontera, indígenas e historia regional: um análisis historiográfico de la época del caucho em el Putumayo-Aguarico. Boletín de Antropología (Universidad de Antioquia), v. 33, n. 55, p. 15-34, 2018.
CAMACHO, Roberto Pineda . Los huérfanos de La Vorágine: los andoques y su desafío para superar el llanto del genocidio cauchero. Bogotá: Academia Colombiana de Historia, 2014.
CARDOSO, Antonio Alexandre Isídio. O Eldorado dos Deserdados: Indígenas, Escravos, Migrantes, Regatões e o Avanço rumo ao Oeste Amazônico no século XIX. Tese (Doutorado em História). Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade de São Paulo (PPGHS - USP). São Paulo, 321p., 2017.
COSTA, Hideraldo. Cultura, Trabalho e Luta na Amazônia: Discurso dos Viajantes (Século XIX). Manaus: Valer, 2013.
CUNHA, Euclides da. Um paraíso perdido: reunião de ensaios amazônicos. Brasília: Senado Federal, 2000.
CUNHA, Manoela Carneiro (Org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
DIAS, Camila Loureiro. Os índios, a Amazônia e os conceitos de escravidão e liberdade. Estudos Avançados, v. 33, n. 97, p. 235-252, set./dez. 2019.
ECHEVERRI, Juan Alvaro. Sondeo de fuentes bibliográficas sobre linguajes del interflúvio Caqueta-Putumayo: Amazonia colombo-peruana. Amerindia, Paris, n. 17, 1993, p. 149-172.
FAUSTO, Carlos. Os Índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000 ALMEIDA, Maria Regina Celestino. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010, p. 13-28.
FERREIRA, Ana Carolina Sodré. Fontes para a história indígena do e antes do século XVI. Humanidades em diálogo, 9 (1), 115-126, 2019.
https://doi.org/10.11606/issn.1982-7547.hd.2019.154276
FUNARI, Pedro Paulo; PIÑON, Ana. A temática indígena na escola: subsídios para os professores. São Paulo: Contexto, 2011.
GONZAGA, Alvaro de Azevedo. Decolonialismo Indígena. 2. Ed. São Paulo: Matrioska, 2022.
GOW, Peter. Gringos and Wild Indians: Images of History in Western Amazonian Cultures. L’Homme, Paris, n. 126-128 (ano 33), abril-dezembro, 1993, pp. 327-347.
GOW, Peter. River people: shamanism and history in Western Amazonia. In: THOMAS, Nicholas e HUMPFRIES, Caroline (Orgs.). Shamanism, history, and the state. Chicago: The University of Michigan Press, 1994, p. 90-112.
HARDMAN, Francisco Foot. A vingança da Hileia: Euclides da Cunha, a Amazônia e a Literatura Moderna. São Paulo: Editora Unesp, 2009.
HARDMAN, Francisco Foot. Trem Fantasma: A Modernidade na Selva. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019
LIMA, Antonio Carlos de Souza. Um grande cerco de paz: poder tutelar, indianidade e formação do Estado no Brasil. Petrópolis-RJ: Vozes, 1995.
LIMA, Pablo Luiz de Oliveira (Org.). Fontes e reflexões para o ensino de história indígena e afro-brasileira: uma contribuição da área de História do PIBID/FaE/UFMG. Belo Horizonte: UFMG – Faculdade de Educação, 2012.
LOPES DA SILVA, Aracy; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (Orgs.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º. e 2º. graus. Brasília: MEC/ Mari/ Unesco, 1995.
MONTEIRO, John Manuel (Org.). Guia de fontes para a história indígena e do indigenismo em arquivos brasileiros: acervos das capitais. São Paulo: USP-NHII/Fapesp, 1994.
MONTEIRO, John Manuel. Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
MONTEIRO, John M. Tupis, Tapuias e historiadores: estudos de História Indígena e do Indigenismo. Tese de livre docência, Unicamp, Campinas-SP, 2001.
MOREIRA, Vânia Maria Losada. Reinventando a Autonomia: liberdade, propriedade, autogoverno e novas identidades indígenas na capitania do Espírito Santo, 1535-1822. São Paulo: Humanitas, 2019.
NOVAES, Adauto. A outra margem do ocidente. São Paulo: Companhia das Letras/Minc.Funarte, 1999.
PREUSS, Konrad Theodor. Religión y mitología de los Uitotos: Textos y diccionario. Bogotá: Edit. Universidad Nacional de Colombia, 1994.
ROCHA, Hélio Rodrigues da e COQUEIRO, João Carlos Pereira. Os Bora e os Uitoto dos Distritos dos Rios Iça-Japurá aos Olhos de um Viajante Britânico. Wamon. Manaus, v. 04, n. 01, 2019, p. 147-160.
SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (Orgs.). A Temática Indígena na Escola: novos subsídios para professores de primeiro e segundo graus. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995.
SILVA, José Bonifácio de Andrada e Silva. Projetos para o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
SMITH, Linda Tuhiwai. Descolonizando metodologias: pesquisa e povos indígenas. Curitiba: Ed. UFPR, 2018.
SOUZA, Adriana Barreto de [et al.]. Pacificar o Brasil: das guerras justas às UPPs. São Paulo: Alameda, 2017.
SOUZA, Rosemeire de Oliveira; RODRIGUES, Sonia da Silva (orgs.) Ensino de História Indígena na sala de aula: Repensando práticas e metodologias. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023.
TAUSSIG, Michael. Xamanismo, colonialismo e o homem selvagem: um estudo sobre o terror e a cura. São Paulo: Paz e Terra, 1993.
WRIGHT, Robin. História Indígena do Noroeste da Amazônia: Hipóteses, Questões e Perspectivas. In: CUNHA, Manuela Carneiro da (Org.). História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 253-266.

Programa

Lezione 1 - 25/7
Presentazione del corso; Panorama storico, letterario e linguistico dell'Italia dall'unificazione ai giorni nostri; Italiano (neo)standard, italiano regionale e dialetti.

Lezione 2 - 1/8
L'Italiano (neo)standard e i dialetti oggi. Il dialetto ciociaro e il dialetto ciociaro serronese.
Dialetto come ponte tra italiano e portoghese (Intercomprensione).

Lezione 3 - 8/8
Applicazione delle attività didattiche e conclusioni.

Referências bibliográficas:
BALLARÈ, S. L’italiano Neo-Standard oggi: Stato dell’arte. Italiano LinguaDue, v. 12, n.12, p. 469- 492, 2021.
BERRUTO, G. Sociolinguistica dell’italiano contemporaneo. Nuova ed., Roma: Carocci, 2012.
D’ACHILLE, P. L’italiano contemporaneo. 3. ed. (Nuova ed. aggiornata) ed. Bologna: Il Mulino, 2010.
ESCUDÉ, P; CALVO DEL OLMO, F. Intercompreensão: a chave para as línguas. São Paulo: Parábola, 2019.
FIORENTINO, G. Dialetti in rete. Rivista italiana di dialettologia. Anno XXIX, 2005, p. 1000–1037, 2005. CLUEB.
LEPSCHY, G. Lingua e dialetto. Oggi e allora. The Italianist, v. 32, n. sup1, p. 154–159, 2012.
LOPORCARO, M. Profilo linguistico dei dialetti italiani. 1. ed ed. Bari: GLF Editori Laterza, 2009.
MIGLIORINI, B. Storia della lingua italiana. Milano. Bompiani, 1994.
MARAZZINI, C. La lingua italiana. Profilo storico. Bologna: Il Mulino, 1998.
MARCATO, C. Dialetto, dialetti e italiano. Nuova ed ed. Bologna: Il Mulino, 2007.
ROCHA DA CUNHA, K. M. et al. PanromanIC: manuale di intercomprensione fra lingue romanze. Bologna: Zanichelli, 2022.

Programa

Aula 1 — Tradição e experimentação: a busca de uma expressão própria em A História de Amor de Fernando e Isaura (1956)

Aula 2 — Mito e história: o Movimento Armorial e o Romance d’A Pedra do Reino e do Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971)

Aula 3 — Continuidade e ruptura: a reavaliação do próprio trabalho em Romance d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão (1977)

Aula 4 — Herança e testamento: o sonho da obra definitiva no Romance de Dom Pantero no Palco dos Pecadores (2017)

Bibliografia

ADORNO, T. W. A arte e as artes e Primeira introdução à Teoria estética. 2ª ed. São Paulo: Bazar do Tempo, 2018.
BÉDIER, J. O romance de Tristão e Isolda. 5ª ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012.
BOSI, A. “Moderno e modernista na literatura brasileira”. In: Céu, inferno. 3ª ed. Duas Cidades/Editora 34, 2010.
DIDIER, M. T. Miragens peregrinas: sertão e nação em Euclides da Cunha e Ariano Suassuna. 1ª ed. São Paulo: Edusp, 2012.
DIMITROV, E. O Brasil dos espertos. 1ª ed. São Paulo: Alameda, 2011.
GOMES, H. T. O poder rural na ficção. São Paulo: Editora Ática, 1981.
LUKÁCS, G. A teoria do romance. 2ª ed. São Paulo: Editora 34/Duas Cidades, 2009.
NEWTON JR, C. Ariano Suassuna: Vida e obra em almanaque. 1ª ed. Caixa Econômica Federal, 2014.
___________. O pai, o exílio e o reino. 1ª ed. Recife: Editora da Universidade Federal de Pernambuco, 1999.
NOGUEIRA, M. A. L. Ariano Suassuna: o cabreiro tresmalhado. 1ª ed. São Paulo: Palas Athena, 2002.
ROUGEMONT, D. O amor e o ocidente. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1988.
SANTIAGO, Silviano. “Situação de Ariano Suassuna”. Em: SUASSUNA, Ariano. Seleta em prosa e verso. 4ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2011.
SANTOS, I. M. F. Em demanda da poética popular: Ariano Suassuna e o Movimento Armorial. 2ª ed. Campinas: Editora Unicamp, 2009.
SANTOS, T. L. Mito e literatura: a (re)escritura mítica do Sebastianismo no Romance d’A Pedra do Reino, de Ariano Suassuna. São Paulo: Dialética, 2023.
SUASSUNA, A. A história de amor de Fernando e Isaura. 11ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019.
___________. A Onça Castanha e a Ilha Brasil. Tese de livre-docência. Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 1976.
___________. A pena e a lei. 8ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019.
___________. A pensão de Dona Berta e outras histórias para jovens. 1ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2021.
___________. Almanaque armorial. 1ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008.
___________. As conchambranças de Quaderna. 1ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.
___________. Auto de João da Cruz. 1ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2021.
___________. “Introdução”. In: CARREIRO, R. A história de Bernarda Soledade: a tigre do sertão. 2ª ed. Recife: Bagaço, 1995.
___________. “Em entrevista exclusiva, Ariano Suassuna revela detalhes de sua obra”. Correio Braziliense, Brasília, 11 set. 2011. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/acervo. Acesso em 5 jul. 2022.
___________. Farsa da boa preguiça. 13ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2020.
___________. Iniciação à estética. 16ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017a.
___________. O desertor de Princesa. 1ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2022.
___________. Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. 16ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017b.
___________. Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta: edição especial de 50 anos. 17ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2021.
___________. Romance de Dom Pantero no Palco dos Pecadores. 1ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017c.
___________. Seleta em prosa e verso. 4ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2011.
___________. Teatro completo de Ariano Suassuna: Comédias. Vol. 1. 1ª ed. Rio de Janeiro, 2017d.
___________. Teatro completo de Ariano Suassuna: Entremezes. Vol. 3. 1ª ed. Rio de Janeiro, 2017e.
___________. Teatro completo de Ariano Suassuna: Teatro traduzido. Vol. 4. 1ª ed. Rio de Janeiro, 2017f.
___________. Teatro completo de Ariano Suassuna: Tragédias. Vol. 2. 1ª ed. Rio de Janeiro, 2017g.
___________. Vida-nova brasileira e outros textos em prosa e verso. 1ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2022.
TAVARES, B. ABC de Ariano Suassuna. 1ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2007.
VASSALLO, L. O sertão medieval. 1ª ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1993.

Programa

Justificativa
O curso busca refletir a dinâmica do desenvolvimento capitalista global contemporâneo, propondo uma abordagem que tem, como ponto de partida, a leitura e o debate de quatro obras cinematográficas de ficção produzidas na segunda década do século XXI. Nosso objetivo é tratar de problemas da Sociologia contemporânea por meio da reflexão sobre temas suscitados pelos filmes. Apesar de retratarem diferentes regiões do mundo e lidarem com um universo complexo de questões, pode-se dizer que, nos filmes selecionados, é possível colocar em evidência, de modo mais ou menos explícito, conceitos como desenvolvimento, crise do capitalismo, transnacionalização da economia, migrações, desigualdades sociais, concentração de renda, acumulação por espoliação e digitalização da vida social, entre outros. 
Embora o curso não proponha a realização de uma crítica imanente das obras ou o esboço de uma teoria sociológica a seu respeito, a exploração das relações entre texto e contexto e análises de ordem estética serão inevitáveis, ainda que não sejam o foco principal da proposta. Pretende-se, dessa forma, exercitar um tipo de análise sociológica que se vale de produtos da cultura contemporânea como ponto de partida, buscando analisar questões relevantes da sociedade contemporânea com o auxílio das chaves interpretativas oferecidas pelas obras cinematográficas. O curso não deixa de ser, portanto, uma tentativa de aproximação entre cinema e análise da sociedade, ainda que seu enfoque não seja o das teorias sobre a Arte ou da Sociologia da Cultura. 
O pressuposto é que o recurso à sensibilidade artística permita sublinhar questões a ser debatidas nas seções expositivas e de discussão, tais como: 1) como enquadrar teoricamente a globalização capitalista contemporânea e sua crise?; 2) quais são seus impactos sociais e como se distribuem geograficamente ou, em outras palavras, de que modo as diferentes sociedades humanas vivem a experiência da globalização capitalista?; 3) como estabelecer relações entre tendências homogeneizantes, por um lado, e fragmentárias, por outro, no trabalho e na vida social decorrentes da transnacionalização da economia e da cultura?; entre outras. Entre as obras selecionadas, foram privilegiadas produções oriundas do Sul Global, o que – espera-se – pode proporcionar uma visão crítica e matizada das feições do desenvolvimento capitalista no século XXI.
 
Programa
O curso está organizado em quatro sessões. Na primeira metade de cada uma delas, será exibido um dos quatro filmes propostos. Na segunda parte, tomará lugar a exposição dos conceitos propostos pelos ministrantes, seguida de debate pelos participantes. Os filmes selecionados tratam de aspectos multifacetados das sociedades capitalistas no século XXI: produzidos em diferentes países, cada um deles destaca uma configuração nacional específica do capitalismo global. Sua abordagem, portanto, deve ser entendida como uma metáfora – ou uma expressão simbólica – dos fenômenos sociais a serem discutidos. 
Para cada sessão, serão indicados textos de leitura obrigatória e bibliografia complementar. As leituras obrigatórias apresentam os conceitos e teorias sociológicas objeto da exposição e debate em sala. Por sua vez, as leituras complementares, em geral, oferecem novas informações e contextualizam a realidade nacional e/ou local retratada em cada filme.
 
1ª sessão – A “acumulação por espoliação” e a incorporação da Rússia ao capitalismo globalizado
Filme: Leviatã – Diretor: Andrey Zvyagintsev, Rússia (2014). 
Leitura obrigatória
HARVEY, David. “A acumulação via espoliação”. In: ______. O novo imperialismo. São Paulo: Edições Loyola, 2014, p. 115-149.
Leitura complementar
BUDRAITSKIS, Ilya. Rússia: conservadorismo como instrumento do neoliberalismo. Disponível em: https://movimentorevista.com.br/2017/11/contradicoes-russia-conservador…
 
2ª sessão – Transnacionalização, digitalização e desigualdade: o proletariado global de serviços
Filme: Parasita – Diretor: Bong Joon-ho, Coréia do Sul (2019).
Leitura obrigatória
ANTUNES, Ricardo. “A explosão do novo proletariado de serviços”. In: ______. O privilégio da servidão: o novo proletariado de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo, 2018, p. 25 – 65.
Leitura complementar
TOUSSAINT, Éric. Desvendando o milagre da Coreia do Sul. Disponível em: https://movimentorevista.com.br/2017/09/coreia-do-sul-milagre-coreia-do…
 
3ª sessão – Migrações globais, “populações supérfluas” e fascismo do século XXI
Filme: Cafarnaum – Diretora: Nadine Labaki, Líbano (2018). 
Leitura obrigatória
ROBINSON, William I. “Policing Global Capitalism”. In: ______. Global Capitalism and the Crisis of Humanity. New York: Cambridge University Press, 2014. p. 158 – 214.
Leitura alternativa 
GRAHAM, Stephen. “O novo urbanismo militar”. In: ______. Cidades sitiadas: o novo urbanismo militar. São Paulo: Boitempo, 2017. 
 
4ª sessão  – O “Brasil global” do século XXI: velhas e novas contradições
Filme: O som ao redor – Diretor: Kleber Mendonça Filho, Brasil (2012).
Leitura obrigatória
SOUZA, Pedro. “Uma história política da desigualdade no Brasil”. In: ______. A desigualdade vista do topo: a concentração de renda entre os ricos no Brasil, 1926-2013. Tese de doutorado apresentada ao departamento de Sociologia da Universidade de Brasília. Brasília: UNB, 2016, p. 270 – 322.
Leitura complementar
ROBINSON, William I. “Davos Man Comes to the Third World: The Transnational State and the BRICS”. In: ______. Into the Tempest: Essays on the New Global Capitalism. Chicago: Haymarket Books, 2018, p. 163 – 182.
 
Leituras de apoio (complementares) para as quatro sessões
ROBINSON, William I. Una teoría sobre el capitalismo global: producción, classe y Estado en un mundo transnacional. México: Siglo XXI Editores, 2013. Capítulo 1 – La globalización como cambio de época en el capitalismo mundial (pp. 19 – 56); Capítulo 2 – Formación de clase global y surgimiento de una clase capitalista transnacional (p. 57 – 118).
SORLIN, Pierre. Sociologia del cine. México: Fondo de cultura, 1994.
 
 

Programa

CONTEÚDO:
- Introdução ao crioulo haitiano: história, cultura, expressões fáticas
Duração: 1 hora em vídeo – 30 minutos para exercícios

- Aspectos fonético-fonológicos do crioulo haitiano
Duração: 1 hora em vídeo – 1 hora para exercícios

- Aspectos da morfossintaxe do crioulo haitiano
Duração: 2 horas em vídeo – 1h30 para exercícios

- Aspectos da sintaxe e da semântica verbal do crioulo haitiano
Duração: 3 horas em vídeo – 2 horas para exercícios

METODOLOGIA:
O conteúdo do curso (videoaulas e exercícios) ficará disponível aos alunos durante o período de 21/07/2020 a 31/07/2020. Dentro desse período os alunos deverão assistir a todas as videoaulas e realizar os exercícios correspondentes a cada uma das videoaulas para fazer jus ao certificado. A entrega dos exercícios e o desempenho alcançado pelos alunos será o método para avaliação de acompanhamento das aulas. O conteúdo do curso será liberado por meio de um site construído especialmente para o curso que será informado aos alunos por e-mail. Os alunos poderão enviar dúvidas por meio do site e as dúvidas serão respondidas diariamente (segunda a sexta), por meio do site, e todos os alunos terão acesso às perguntas dos colegas e respostas do professor.

BIBLIOGRAFIA:

ABOH, Enoch, e DEGRAFF, Michel. (2017). A Null Theory of Creole Formation Based on Universal Grammar. Oxford Handbooks Online.
DEGRAFF, Michel. 2007. Haitian Creole. In Comparative Creole Syntax: Parallel Outlines of 18 Creole Grammars, John Holm and Peter Patrick, eds., London: Battlebridge Publications (Westminster Creolistics Series, 7), 2007.
________________. 2017. La langue maternelle comme fondement du savoir: L’initiative MIT-Haïti: vers une education en créole efficace et inclusive. Revue transatlantique d’études suisses.
DEJEAN, Yves, 1983. Diglossia revisited: French and Creole in Haiti. Word, 34, 189-213.
HOLM, John. An Introduction to Pidgins and Creoles. Cambridge University Press, 2000.
LEFEBVRE, Claire. Creole genesis and the acquisition of grammar: the case of Haitian Creole. Cambridge, Cambridge University Press, 1998.
SILVA, Bruno Pinto. 2019. Afinal, o que são crioulos e pidgins? Texto apresentado para a conclusão da disciplina FLL 5087 - Contato de Línguas. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de Linguística, Universidade de São Paulo, São Paulo.

SITES DE APOIO:
Blog Aprenda Crioulo Haitiano: https://aprannkreyolayisyen.blogspot.com
Dicionário Crioulo Haitiano-Português: http://sites.google.com/view/dkaweb

Programa

1. A esfera científica e sua relação com a popularização científica: objetivos do artigo científica e sua relação com gêneros da popularização científica.

2. O gênero artigo científico: modalidades (teórico, de revisão bibliográfica, análise de corpus etc.), partes constituintes (título, resumo, introdução, referências, anexos etc.), estilo (linguagem acadêmica).

3. Apresentação de critérios de avaliação por pares de periódicos das áreas de Letras e Educação.

4. Estratégias para indexação nas bases de dados (Scielo, Scopus, Web of Science etc.) e classificação de periódicos (WebQualis).

5. O processo de submissão e publicação de artigos: planejamento, escrita, revisão, formatação segundo critérios dos periódicos, status de avaliação, estratégias de submissão, exigência de versão em língua estrangeira, titulação exigida do autor.

 

Bibliografia:

Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Disponível em: http://www.abnt.org.br/

BAKHTIN, Mikhail.  Os gêneros do discurso (1952-1953). Organização, posfácio, tradução e notas de Paulo Bezerra. 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2016. 

BERLINCK, M. T. Editor de revistas científicas: relatos de um interminável aprendizado. Psicologia USP, São Paulo, vol. 22, nº 2, p. 423-435, 2011.

BEZERRA, B. G. Letramentos acadêmicos e construção da identidade: a produção do artigo científico por alunos de graduação. Linguagem em (dis)curso, v. 15, p. 61-76, 2015.

BOURDIEU, P. Os usos sociais da ciência. Por uma sociologia clínica do campo científico. Trad. D. B. Catani. São Paulo: Editora UNESP, 2004 [1997].

______. Homo academicus. Trad. I. R. Valle e N. Valle. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2017.

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES. Qualis: classificação de periódicos, anais, jornais e revistas. Disponível em: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoP…;

CARLINO, Paula. Escribir, ler y aprender en la universidad: una introducción a la
alfabetización académica. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2009. 

CORACINI, M. J. Um fazer persuasivo. O discurso subjetivo da ciência. Campinas:
Pontes, 1991.

 FERREIRA, Marília Mendes; LOUSADA, Eliane Gouvêa. Ações do Laboratório de Letramento Acadêmico da Universidade de São Paulo: Promovendo a Escrita Acadêmica na Graduação e na Pós-graduação. Ilha Desterro,  Florianópolis ,  v. 69, n. 3, p. 125-140,  Dec.  2016. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S2175- 80262016000300125&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt&gt;. Acesso em 26 de jan. de 2021. 

FILHO, M. A. Escrita acadêmica, uma prática estratégica. Jornal da UNICAMP. 2019. Disponível em: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2019/08/12/escrita-academica… em: 26 jan. 2021.

GRILLO, Sheila Vieira de Camargo. Divulgação científica: linguagens, esferas e gêneros. Tese (Livre-docência em Filologia e Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013.

GUSTAVII, Björn. Como escrever e ilustrar um artigo científico. Tradução: Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola Editorial, 2017. 

KEMIAC, L. Uma Proposta de Análise Do Gênero “Artigo Experimental” a partir dos Pressupostos Teóricos de Bakhtin e do Círculo. Tese (Doutorado em Linguística) - Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2019. Disponível em: https://sig-arq.ufpb.br/arquivos/2020075148004018574796c817ef0cc3d/LK20…. Acesso
em 23 jan. 2020.

LOUSADA, E. Resumo. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.

MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.

MOTTA-ROTH, D.; HENDGES, G. H. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, M. do S. Aprendendo a ler para escrever: o gênero textual resumo científico e letramento acadêmico. Revista da Anpoll, vol. 51, nº 2, p. 125-138, Florianópolis, jul./set. 2020.

PEREIRA, Mauricio Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

PINKER, S. Guia de escrita: como conceber um texto com clareza, precisão e elegância. Tradução de Rodolfo Ilari. São Paulo: Editora Contexto. 2016.

SIGNORINI, I. Metapragmáticas da “redação” científica de “alto impacto”. Revista do GEL, v. 14, n. 3, p. 59-85, 2017. 

SOARES, Magda. (2001) Letramento: um tema em três gêneros. 3 ed. 4 reimpressão. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.    

STREET, Brian. Letramentos sociais: abordagens críticas do letramento no desenvolvimento, na etnografia e na educação. São Paulo: Parábola Editorial, 2014. 

TRZESNIAK, Piotr. As dimensões da qualidade dos periódicos científicos e sua presença em um instrumento da área da educação. Revista Brasileira de Educação., Rio de Janeiro ,  v. 11, n. 32, p. 346-361,  Agosto, 2006. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-
24782006000200013&amp;script=sci_arttext&gt;. Acesso em 26 de jan. de 2021.