Programa

1ª aula – 24/05/22
Profa. Dra. Matilde Ribeiro
Mulher negra: trajetória de luta no Brasil contemporâneo

2ª Aula – 31/05/22
Prof. Dr. Petrônio Domingues
O movimento negro no Brasil

3ª Aula – 07/06/22
Prof. Dr. Dennis de Oliveira
O negro na mídia

4ª Aula -14/-6/22
Prof. Dr. Jorge Garcia Basso
Mitologia afro-brasileira na escola

5a. Aula – 21/06/22
Prof. Dr. Paulo Andrade
Literatura negra brasileira: alguns aspectos

6ª Aula – 28/06/22
Prof. Dr. Acácio Sidinei Almeida Santos
10 anos da lei de cotas: balanço e perspectivas

7ª Aula – 05/07/22
Prof. Dr. Luís Eduardo Batista
Saúde da população negra: questões práticas

8ª Aula – 14/07/22
Doutoranda Maria Paula de Jesus Correa
A literatura como instrumento rumo à educação antirracista

Bibliografia Geral

ALCANFOR Lucilene Rezende; BASSO, Jorge Garcia. Infância, identidade étnica e conhecimentos de matriz africana na Escola. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 44, n. 2, e88363, 2019.
ANDREI, Elena Maria e FERNANDES, Frederico Augusto Garcia (orgs.) Cultura Afro-Brasileira: construindo novas histórias. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2007 (Caderno UNIAFRO, vol. 2)
ANDREWS, George Reid. Negros e Brancos em São Paulo (1888-1988). Bauru-SP: EDUSC. 1998
ANJOS, Rafael Sânzio Araújo dos. Quilombos, Geografia Africana – Cartografia Étnica – Territórios Tradicionais. Brasília: Mapas Editora & Consultoria, 2009.
ANTONACCI, Maria Antonieta. Memórias ancoradas em corpos negros. São Paulo: EDUC, 2014.
BANDEIRA DE MELLO, Celso Antonio. Conteúdo Jurídico do Princípio da Igualdade. São Paulo: Malheiros Editora
BARBOSA, Luciene C. Racismo e Branquitude: representações na telenovela ‘Da Cor do Pecado. Revista Mídia e Etnia. São Paulo: PMSP/CONE, ano 1 (1):5-9.
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BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Saberes e Fazeres, vol. 2 (Modo de Sentir). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br]
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OLIVEIRA, Iolanda (org.). Relações raciais e educação: novos desafios. RJ: DP&A, 2003.
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PRANDI, Reginaldo. Os Príncipes do Destino: histórias da mitologia afro-brasileira. São Paulo: Cosac Naify, 2001.
PROGRAMA de Ação Durban. 3a Conferência Mundial contra o Racismo, a Xenofobia e Intolerâncias Correlatas.
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QUINTÃO, Antonia Aparecida. Lá vem os meus parentes: as irmandades de pretos e pardos no Rio de Janeiro e em Pernambuco (séc. XVIII). São Paulo: Annablume: FAPESP, 2002
ROCHA, Rosa Margarida de Carvalho. Almanaque Pedagógico Afro-brasileiro. MG: Mazza Edições, 2004.
RODRIGUES, Nina. Os africanos no Brasil. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 2004.
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SANTOS, Sales Augusto [e outras autoras]. Ações Afirmativas: Polêmicas e possibilidades sobre igualdade racial e o papel do Estado. Revista Estudos Feministas/REF – Dossiê: 120 anos da Abolição da escravidão no Brasil: um processo ainda inacabado (v. 16, n. 13 - Dez). Santa Catarina/Florianópolis: 2008.
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SILVA, Lucia Helena Oliveira e FERNANDES, Frederico Augusto Garcia (orgs.) Cultura Afro-Brasileira: expressões religiosas e questões escolares. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2006 (Caderno Uniafro, vol. 1.
SOUZA, Ana Lúcia Silva e CROSO, Camila (coord.) Igualdade das relações étnico-raciais na escola: possibilidades e desafios para implementação da Lei 10.639/2003. São Paulo: Peirópolis: Ação Educativa, Ceafro, Ceert, 2007.
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TAYLOR, Charles. A política de reconhecimento. In: APPIAH, K. Anthony (e outros). Multiculturalismo: examinando a política de reconhecimento. Lisboa: Instituto Piaget, 1998.
TELLES, Edward. Racismo à brasileira. Uma perspectiva sociológica. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003.
VANSINA, Jan. A Tradição Oral e sua Metodologia. In: KI-ZERBO, Joseph. História Geral da África: metodologia e pré-história da África. Brasília: UNESCO, 2010. P. 138-166.
VERGER, Pierre Fatumbi. Lendas dos Orixás. Salvador: Editora Corrupio, 1981.

Programa

Aula 1: A Temática Indígena na sala de aula: estereótipos e perspectivas de ensino antirracista

Aula 2: Povos Indígenas no currículo da cidade de São Paulo

Procedimentos:

Teremos 2 encontros síncronos de 2h cada, que contará com exposição dialogada do tema.


Bibliografia:

ALMEIDA, Maria Regina Celestino De. “O lugar dos Índios na história entre múltiplos usos do passado: reflexões sobre cultura histórica e cultura política”. In: SOIHET, Rachel; ALMEIDA, Maria Regina Celestino de; AZEVEDO, Cecília; GONTIJO, Rebeca. Mitos, Projetos e Práticas Políticas. Memória e Historiografia. Rio De Janeiro: Civilização Brasileira, 2009, p. 207-230.

ALMEIDA, Maria Regina Celestino De. Os Índios na História do Brasil. Rio De Janeiro: Editora FGV, 2010.

BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. “História Das Populações Indígenas na Escola: Memórias e Esquecimentos”. In: PEREIRA, Amilcar Araújo; MONTEIRO, Ana Maria (Orgs.). Ensino de Histórias Afro-Brasileiras e Indígenas. Rio De Janeiro: Pallas, 2013. P. 101-132.

CUNHA, Manuela Carneiro Da (Org.). História Dos Índios No Brasil. São Paulo: Companhia Das Letras, 1992.

FANELLI, Giovana De Cássia Ramos. A Lei 11.645/08: história, movimentos sociais e mudança curricular. Dissertação (Mestrado em educação). Faculdade de Educação da Pontifica Universidade Católica. São Paulo, 2018.

FERNANDES, Antonia Terra de Calazans. Material didático para escola Guarani. In: ZAMBONI, Ernesta; FERNANDES, Antonia; SANTOS, Eva Aparecida; SANTOS, Patrícia; PELLARES, Renata.
Experiências Docentes: Subprojeto História Capes/Pibid/Usp. Revista História Hoje, V. 4, N. 7, 2015.

Kopenawa, Davi e ALBERT, Bruce. A Queda Do Céu: palavras de um Xamã Yanomâmi. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia Das Letras, 2019.

MONTEIRO, John Manuel. Negros da Terra. São Paulo: Companhia Das Letras, 1994.

PREZIA, Benedito. Indígenas em São Paulo: Ontem e Hoje. São Paulo: Editora Paulinas, 2001.

São Paulo. Currículo da Cidade de São Paulo: Povos Indígenas: Orientações Pedagógicas. São Paulo: Sme-Coped, 2019.

São Paulo. Currículo da Cidade de São Paulo: História. 2.Ed. São Paulo: Sme-Coped, 2019.

São Paulo. Orientações Didáticas do Currículo da Cidade de São Paulo: História. 2.Ed. São Paulo: Sme-Coped, 2019.

VALENTE, Rubens. Os Fuzis a as flechas: história, sangue e resistência indígena na ditadura. São Paulo: Cia das Letras, 2017.

Programa

Aula 1 (03/02/2025) – Apresentação do Curso: introdução à bibliografia básica, à organização das aulas e aos principais problemas abordados no curso (modernismo, literatura e engajamento, literatura sob censura, pós-autonomia).

Aula 2 (05/02/2025) – “Reunión”, de Julio Cortázar: análise e discussão do conto à luz da teoria da narrativa breve elaborada pelo próprio autor. Introdução a aspectos da obra e da vida política de Cortázar (peronismo, foquismo, modernismo).

Aula 3 (07/02/2025) – “Bar Don Juan”, de Antonio Callado: análise e discussão do romance à luz dos óbices colocados à narrativa pela censura. Discussão do projeto literário do autor (modernismo e engajamento).

Aula 4 (10/02/2025) – “Um Oscuro Diá de Justicia”, de Rodolfo Walsh: análise e discussão do conto à luz da atividade jornalística e literária do autor, considerando sua crítica ao peronismo e sua relação com a luta armada na argentina.

Aula 5 (12/02/2025) – “Em Câmera Lenta”, de Renato Tapajós: análise e discussão do romance considerando aspectos da vida de seu autor e seu envolvimento direto na oposição à ditadura militar. Introdução do problema da pós-autonomia nas literaturas latino-americanas. Introdução à categoria de “Realismo Feroz”, considerando temas de literatura e violência.

Bibliografia:

ARAÚJO, Arturo Gouveia de. Literatura e Repressão Pós-64: o Romance de Antonio Callado. João Pessoa: Idéia, 2006.

ANGUITA, Eduardo e CAPARRÓS, Martín. La Voluntad: Una Historia de la Militancia Revolucionaria en Argentina. Buenos Aires: Random House, 2021.

CANDIDO, Antonio. “Literatura e Subdesenvolvimento” (1970). Em: A Educação Pela Noite (1987). Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2011.

______________ . “Nova Narrativa” (1979). Em: A Educação Pela Noite (1987). Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2011.

CORTÁZAR, Julio. “Reunión” (1966). Em: Todos los Fuegos, el Fuego (1968). Madrid: Punto de Lectura, 2013.

______________ . “Algunos Aspectos del Cuento” / “Alguns Aspectos do Conto” (1970): Em: Valise de Cronópio. Tradução: Davi Arrigucci Jr. São Paulo: Perspectiva, 2006.

FRANCO, Renato. Itinerário Político do Romance Pós-1964. São Paulo: UNESP, 1998.

GILMAN, Claudia. “Cortázar: de ‘Escritor Burgués’ a ‘Intelectual Revolucionario’”. Em: Hispamérica. Nº 124. Rockville: 2013.

______________ . Entre la Pluma y el Fusil: Debates y Dilemas del Escritor Revolucionario en América Latina. Madrid: Siglo XXI, 2003.

GORENDER, Jacob. Combate nas Trevas (1987). São Paulo: Expressão Popular, 2014.

GUEVARA, Che. “El Socialismo y el Hombre en Cuba” (1965) / “O Socialismo e o homem em Cuba”. Em: SADER, Éder (org.). Che Guevara: Política. São Paulo: Expressão Popular, 2004.

LUDMER, Josefina. "Literaturas pós-autônomas". Em: Revista Sopro, Número 20, Janeiro de 2010.

ORLOFF, Carolina. Construcción de lo Político en Julio Cortázar. Buenos Aires: Godot, 2014.

ROCHA, Rejane. Antonio Callado e a rasura da identidade nacional. Revista Brasileira de Literatura Comparada, São Paulo, v. 14, n. 21, pp. 109-136, 2012.

SARLO, Beatriz. “Política, Ideología y Figuración Literaria”. Em: Ficción y Política: La Narrativa Argentina Durante el Proceso Militar. Buenos Aires: Alianza Estudio, 1987.

SCHWARZ, Roberto. “Cultura e Política (1964 - 1969)”. Em: O Pai de Família. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

TAPAJÓS, Renato. Em Câmera Lenta (1977). São Paulo: Carambaia, 2022.

VIÑAS, David. Literatura Argentina y Realidad Política - De Sarmiento a Cortázar. Buenos Aires: Ediciones Siglo Veinte, 1971.

WALSH, Rodolfo. “Un Oscuro Día de Justicia” (1973). Em: Un Oscuro Día de Justicia – Zugswang. Buenos Aires: De la Flor, 2012.

Programa

1) Introdução ao pensamento de Donna Haraway e Jack Halberstam;
2) Introdução a Teoria Queer e os estudos trans;
3) Donna Haraway e os livros de ficção cientifica no Manifesto Ciborgue;
4) Jack Halberstam e os filmes de animação infantil na Arte Queer do Fracasso.

Bibliografia:
AMARAL, Luísa. Por uma ética queer. São Paulo: N-1, 2022. 
BRETAS, Aléxia. QUEER. Blogs de Ciência da Universidade Estadual de Campinas: Mulheres na Filosofia, V. 7, N. 2, 2021, p. 01-15. Edição eletrônica URL: https://www.blogs.unicamp.br/mulheresnafilosofia/queer/ ISSN: 2526-6187
BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003
BUTLER, Octavia E. O despertar. Morro Branco; 1ª edição. 2018.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade 1: A vontade de saber. Paz & Terra; 11ª edição. 2020.
FOUCAULT, Michel. Os anormais: curso no Collège de France (1974-1975). Tradução de Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes; 2ª edição, 2010.
HALBERSTAM, Jack. A arte queer do fracasso. Recife: CEPE, 2020.
HALBERSTAM, Jack. Trans: uma abordagem curta e curiosa sobre a variabilidade de gênero.
HARAWAY, Donna J. Ficando com o problema: Tornar-se com os outros no Chthuluceno. Tradução de Ana Luiza Braga. São Paulo: N-1, 2022. 
HARAWAY Donna: Story Telling for Earthly Survival. Dirigido por Fabrizio Terranova, Produção: Ellen Meiresonne, Bélgica, 2016.
HARAWAY, Donna. When We Have Never Been Human, What Is to Be Done? Entrevista por Nicholas Gane. Theory, Culture & Society 23(7–8). 2006.
LE GUIN, Ursula K. A mão esquerda da escuridão. Editora Aleph; 1ª edição, 2019.

Programa

El objetivo es, en primer lugar, explicar cómo diferentes corrientes intelectuales abordan la cuestión de la vida dentro del campo de la antropología: la etnología de las sociedades amerindias, los estudios sobre ciencia y tecnología (STS, por sus siglas en inglés), la antropología de la biopolítica y de la vida cotidiana, y la antropología de la naturaleza y la ecología.
Posteriormente, a partir del libro Ce que les humains font avec la vie (Lo que los humanos hacen con la vida), el propósito es proponer un modelo comparativo —una “pragmática general de la vida”— capaz de contrastar las diversas concepciones de la vida elaboradas por las sociedades humanas y fomentar un diálogo entre los diferentes enfoques que conforman la antropología de la vida.  


11 de agosto – Etnología de las sociedades amerindias
Basándose en su trabajo de campo etnográfico en Mesoamérica, P. Pitrou presentará propuestas comparativas orientadas al estudio de las concepciones de la vida en sociedades amazónicas y andinas.

12 de agosto – Estudios sobre ciencia y tecnología (STS)
Esta sesión revisará los principales aportes teóricos del campo STS con el fin de comprender mejor cómo las investigaciones contemporáneas en ciencias de la vida y biotecnologías contribuyen a redefinir la vida y la frontera entre lo vivo y lo no vivo.

13 de agosto – Antropología de la naturaleza y la ecología
Ante el creciente interés por una “antropología más allá de lo humano” o una “antropología más-que-humana”, se vuelve fundamental clarificar las bases metodológicas sobre las cuales desarrollar investigaciones etnográficas en torno a las relaciones con seres vivos no humanos y los entornos donde la vida se despliega.

14 de agosto – Antropología de la biopolítica y de la vida cotidiana
Las investigaciones sobre situaciones en las que la vida humana se ve amenazada (como la guerra o los desastres) constituyen una dimensión clave de la antropología de la vida. A través de los conceptos de “formas de vida” y “la desigualdad de las vidas humanas”, se obtienen herramientas para comprender tanto la fragilidad de la existencia humana como la inestabilidad del orden social."

 

Bibliografia:
Allen, Catherine. 2003. The hold life has: coca and cultural identity in an Andean community. London, Washington: Smithsonian Institution Press.Angé, Olivia, and Perig Pitrou. 2016. "Miniatures in Mesoamerica and the Andes: Theories of life, values, and relatedness." Journal of Anthropological Research 72 (4):408-415.
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Latour, Bruno. 2001 [1984]. Pasteur guerre et paix des microbes suivi de Irréductions, La Découverte-poche Sciences humaines et sociales. Paris: la Découverte. Texte imprimé.
Lock, Margaret. 2002. Twice dead : organ transplants and the reinvention of death. Berkeley: University of California Press.
López Austin, Alfredo. 1980. Cuerpo humano e ideología. Las concepciones de los antiguos nahuas. Mexico: UNAM.
Milanovic, Fabien, Noémie Merleau-Ponty, and Perig Pitrou. 2017. Biobanques: quelles reconfigurations pour le vivant? Approches interdisciplinaires. EDP Sciences.
Mol, Annemarie. 2008. The Logic of Care. Health and the Problem of Patient Choice. London: Routledge.
Myers, Natasha. 2015. Rendering life molecular: models, modelers, and excitable matter. Durham: Duke University Press.
Overing, Joanna. 2003. "In praise of the everyday: trust and the art of social living in an Amazonian community." Journal of Anthropology Museum of Ethnography 68 (3):293-316.
Pálsson, Gísli. 2007. Anthropology and the new genetics. Cambridge: Cambridge University Press.
Pálsson, Gísli. 2015. Nature, culture and society: anthropological perspectives on Life: Cambridge University Press.
Paxson, Heather. 2013. The life of cheese: crafting food and value in America. Berkeley: University of California Press.
Petryna, Adriana. 2013 [2002]. Life exposed: biological citizens after Chernobyl. Princeton: Princeton University Press.
Pitrou, Perig. 2015. "Life as a process of making in the Mixe Highlands (Oaxaca, Mexico): towards a ‘general pragmatics’ of life." Journal of the Royal Anthropological Institute 21 (1):86–105.
Pitrou, Perig. 2016. "Special Issue "Action rituelle, mythe, figuration. L’imbrication des processus vitaux et des processus techniques en Mésoamérique et dans les Basses-Terres d’Amérique du Sud"." Revista de Antropologia 59 (1):6-32.
Pitrou, Perig. 2017. "Life form and form of life within an agentive configuration: a birth ritual among the Mixe of Oaxaca, Mexico." Current Anthropology 58 (7):360-380.
Pitrou, Perig. 2024. Ce que les humains font avec la vie. Paris: Puf.
Praet, Istvan. 2013. Animism and the question of life. New York, Abingdon: Routledge.
Rabinow, Paul. 1996. Making PCR : a story of biotechnology. Chicago: University of Chicago Press.
Santos-Granero, Fernando. 2009. Vital enemies: slavery, predation, and the Amerindian political economy of life. Austin: University of Texas Press.
Santos-Granero, Fernando, ed. 2009. The occult life of things: Native Amazonian theories of materiality and personhood. Tuscon: University of Arizona Press.
Strathern, Marilyn. 1992. After Nature English. Kinship in the Late Twentieth Century. Cambridge: Cambridge university press.
Tsing, Anna Lowenhaupt. 2015. The mushroom at the end of the world: on the possibility of life in capitalist ruins. Princeton: Princeton University Press.
Turner, Victor. 1969. The Ritual Process. Structure and Anti-Structure. New York: Aldine de Gruyter.
 

Programa

EMENTA 
A tradução literária passa frequentemente despercebida, como ato invisível e transparente, na percepção do leitor e até mesmo da crítica. Por meio do cotejo de fragmentos de obras clássicas da literatura universal – desde a antiguidade até o modernismo –, o curso apresenta a variedade de opções textuais e de posições tradutórias reveladoras da responsabilidade do tradutor como (co)autor da obra traduzida. O panorama de obras focalizadas, com suas respectivas traduções e retraduções, também permite conhecer a contribuição fundamental dos tradutores brasileiros para a formação de uma literatura universal em língua portuguesa. Os tradutores e especialistas ministrantes abordarão textos de sua área de interesse e pesquisa. Este curso é organizado numa cooperação entre a Casa Guilherme de Almeida – Centro de Estudos de Tradução Literária e o Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia (CITRAT) da USP. 
 
4/4/2016 – Odisseia e Ilíada, de Homero 
Marcelo Tápia 
 
11/4/2016 – Eneida, de Virgílio 
João Angelo Oliva Neto 
 
18/4/2016 – Decameron, de Giovanni Boccaccio 
Mauricio Santana Dias 
 
25/4/2016 – Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes 
Sérgio Molina 
 
2/5/2016 – Sonetos de William Shakespeare 
Paulo Henriques Britto 
 
9/5/2016 – Discussão sobre as reflexões apresentadas 
Marcelo Tápia e Simone Homem de Mello 
 
16/5/2016 – “The Masque of the Red Death”, de Edgar Allan Poe 
Eliane Fittipaldi 
 
23/5/2016 – Poemas de Charles Baudelaire 
Álvaro Faleiros 
 
6/6/2016 – Poemas expressionistas alemães 
Simone Homem de Mello 
 
13/6/2016 – Ulysses, de James Joyce 
Maria Teresa Quirino 
 
20/6/2016 – “Todesfuge”, de Paul Celan 
Nelson Ascher 
 
27/6/2016 – Aula de encerramento do curso 
Marcelo Tápia e Simone Homem de Mello 
 
 
BIBLIOGRAFIA 
 
BRITTO, Paulo Henriques. A tradução literária. Coleção Contemporânea. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2012. 
 
___________. “Contraponto métrico e semantização da forma num poema de Fernando Pessoa”. Cadernos de Tradução (UFSC) nº especial, p. 145-159, jul./dez.https://periodicos.ufsc.br/index.php/traducao/article/view/2175-7968.20…;
 
FALEIROS, Álvaro. Traduzir o poema. São Paulo: Ateliê Editorial, 2012. 
FITTIPALDI, Eliane. “Asas da Permanência: 'O Corvo', de Edgar Allan Poe” e "A Trajetória de um Maldito”. Revista Discutindo Literatura, Escala Editorial, ano 2, no 8, p. 48-53. 
HOMEM DE MELLO, Simone. “A tradução da poesia ilustrada de Wilhelm Busch no 
Brasil”. In: Pandaemonium Germanicum, v. 17, n. 24. São Paulo: FFLCH/USP, 
 
HOMEM DE MELLO, Simone. “’Com resumos em alemão” as traduções do Cancioneiro 
da Ajuda por Carolina Michaëlis de Vasconcelos’”. In: CONDÉ, Valéria et alii 
(org.). Carolina Michaëlis de Vasconcelos: Uma homenagem. São Paulo: 
NEHiLP/FFLCH/USP, 2015; p. 160-173. 
 
HOMEM DE MELLO, Simone. Peter Handke: A perda da imagem – Através da Sierra de 
Gredos (Tradução e posfácio). São Paulo: Editora Estação Liberdade, 2009. 
 
POE, Edgar Allan. Contos de Suspense e Terror. Trad. Eliane Fittipaldi Pereira e Kátia Maria Orberg. São Paulo : Martin Claret,2015 (edição especial). Apresentação : “Mais Poe?” e Posfácio: “O Eu em Abismo” de Eliane Fittipaldi. 
 
QUIRINO, Maria Teresa. “O estilo de Joyce nas Travessias tradutórias dos Campos”, in CARVALHAL, Tânia Franco; REBELLO, Lúcia Sá; FERREIRA, Eliane Fernanda Cunha (org). Transcriações: teoria e prática. Porto Alegre: Editora Evangraf, 2004, p. 55-62. 
 
QUIRINO, Maria Teresa. “A experiência ética em traduções da obra de James Joyce”, in GALERY, Maria Clara Versiani; PERPÉTUA, Elzira Divina; HIRSCH, Irene (org.). Tradução, Vanguarda e Modernismos. São Paulo: Paz e Terra, 2009, p. 83-107. 
 
TÁPIA, Marcelo / NÓBREGA, Thelma M. (org.). Haroldo de Campos – Transcriação. São Paulo: Perspectiva, 2013. 
TÁPIA, Marcelo. “Questões de equivalência métrica em tradução de poesia antiga”. Revista Letras no 89. Curitiba: Editora UFPR, 2014. 
TÁPIA, Marcelo. “Sobre conceituação metafórica e variabilidade operacional em tradução poética no Brasil”. In: Faleiros, Álvaro et. al. (org.). Jornada TRADUSP: tradução e poética. Rio de Janeiro: Vermelho Marinho, 2014.
 

 

Programa

Terça-feira, 21/07/2020, 15h-17h
Encontro 1: Women and Fiction
• Introdução ao curso
• Contexto histórico do A Room of One’s Own de Virginia Woolf
• Estrutura de A Room of One’s Own (an essay-novel?)
• Leitura e discussão da “introdução” pp. 7-10 (original & tradução)

Sexta-feira, 24/07/2020, 15h-17h
Encontro 2: Shakespeare’s Sister and the Man’s Sentence
• Leitura: Woolf pp.52-55/59-62 (Shakespeare’s sister) & pp.78-85/88-97 (the man’s sentence)
• Introdução à teoria feminista
• A mulher como categoria social
• Língua(gem) e gênero
• Discussão

Terça-feira, 28/07/2020, 15h-17h
Encontro 3: What is a Woman?
• Leitura: Butler, Gender Trouble pp. 1-25/15-49
• Introdução à teoria queer
• Sexo/Gênero/Desejo
• Identidade e a metafísica da substância
• Discussão

Sexta-feira, 31/07/2020, 15h-17h
Encontro 4: Unsex me: Performativity and Identity
• Leitura: Butler pp. 128-142/185-203 (Bodily inscriptions, performative subversions) & Woolf pp.104-109/118-124 (The androgynous mind)
• Introdução ao conceito de performatividade
• A mente andrógena
• Discussão
• Considerações finais



Bibliografia Principal:

WOOLF, Virginia. A Room of One’s Own. 1929. London: Grafton-HarperCollins, 1977

BUTLER, Judith. Gender Trouble: Feminism and the Subversion of Identity. London: Routledge, 1990


Bibliography Complementar:

BEAUVOIR, Simone. The Second Sex. London: Vintage, 1997

CASTLE, Terry. The Apparitional Lesbian: Female Homosexuality and Modern Culture. New York: Columbia University Press, 1993

FEDERICI, Silvia. Revolution at Point Zero: Housework, Reproduction, and the Feminist Struggle. New York: PM Press, 2012

FOUCAULT, Michel. The History of Sexuality. translated by Robert Hurley. New York: Pantheon Books, 1978

SEDGWICK, Eve Kosofsky. Epistemology of the Closet. Berkeley: University of California Press, 1990

SCOTT, Joan. “Gênero: uma categoria útil para a análise histórica”. Cadernos de História, vol.11, n. 11, Recife: UFPE, 2016

SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Can the Subaltern Speak? Trad. bras.: Pode o subalterno falar? Tradução de Sandra R. Almeida, Marcos P. Feitosa & André P. Feitosa. Belo Horizonte: UFMG, 2010

Programa

CONTEÚDO:
- Introdução ao crioulo haitiano: história, cultura, expressões fáticas
- Aspectos fonético-fonológicos do crioulo haitiano
- Aspectos da morfossintaxe do crioulo haitiano
- Aspectos da sintaxe e da semântica verbal do crioulo haitiano

METODOLOGIA:
O conteúdo do curso (videoaulas e exercícios) ficará disponível aos alunos durante o período de 10/06/2021 a 27/06/2021. Dentro desse período os alunos deverão assistir a todas as videoaulas e realizar os exercícios correspondentes a cada uma das videoaulas para fazer jus ao certificado. A entrega dos exercícios e o desempenho alcançado pelos alunos será o método para avaliação de acompanhamento das aulas. O conteúdo do curso será liberado por meio de uma plataforma de cursos on-line que será informada aos alunos por e-mail. Os alunos poderão enviar dúvidas por meio da plataforma e as dúvidas serão respondidas diariamente (segunda a sexta), por meio da plataforma, e todos os alunos terão acesso às perguntas dos colegas e respostas do professor.

BIBLIOGRAFIA:
ABOH, Enoch, e DEGRAFF, Michel. (2017). A Null Theory of Creole Formation Based on Universal Grammar. Oxford Handbooks Online.
DEGRAFF, Michel. 2007. Haitian Creole. In Comparative Creole Syntax: Parallel Outlines of 18 Creole Grammars, John Holm and Peter Patrick, eds., London: Battlebridge Publications (Westminster Creolistics Series, 7), 2007.
________________. 2017. La langue maternelle comme fondement du savoir: L’initiative MIT-Haïti: vers une education en créole efficace et inclusive. Revue transatlantique d’études suisses.
DEJEAN, Yves, 1983. Diglossia revisited: French and Creole in Haiti. Word, 34, 189-213.
HOLM, John. An Introduction to Pidgins and Creoles. Cambridge University Press, 2000.
LEFEBVRE, Claire. Creole genesis and the acquisition of grammar: the case of Haitian Creole. Cambridge,
Cambridge University Press, 1998.
SILVA, Bruno Pinto. 2019. Afinal, o que são crioulos e pidgins? Texto apresentado para a conclusão da disciplina FLL 5087 - Contato de Línguas. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de Linguística, Universidade de São Paulo, São Paulo.

SITES DE APOIO:
Blog Aprenda Crioulo Haitiano: aprendacrioulohaitiano.com

Programa

Programação
Aula 1 - 06/10/22 - História e memória pública da escravidão e do colonialismo: o papel das políticas culturais
Profª. Drª Maria Cristina Cortez Wissenbach (apresentação FFLCH/USP), Prof. Dr. David Ribeiro (MASP)
Leitura: GRINBERG, Keila. O mundo não é dos espertos: história pública, passados sensíveis, injustiças históricas. Hist. Historiogr. v. 12, n. 31, set.-dez., ano 2019, p. 145-176.

Aula 2 - 13/10/ 22 - A escrita da existência negro-paulistana: Cartografias, patrimônios e narrativas audiovisuais
Prof. Marcelo Vitale (PPGHS-USP),, Profª. Thaís Avelar (DIVERSITAS/USP)
Leitura: SILVA, Marcelo Vitale Teodoro da. Experiências negras: territorialidade e invisibilidade no município de São Paulo. In: ---- Territórios negros em trânsito, Sociabilidades e redes negras na São Paulo do Pós-Abolição.
Dissertação de mestrado, DIVERSITAS FFLCH/USP, 2018.

Aula 3 - 20/10/22 - Diáspora, quilombo e afro-cultura: Presença de africanos e afrodescendentes nas comunidades rurais do território de Identidade do extremo sul baiano
Prof. Paulo Cesar Pereira de Jesus (NUANC/UFSB)
Leitura: CARMO, Alane Fraga do. Colônia Leopoldina: processo de formação e perfil da população livre. In: --- Colonização e escravidão na Bahia: a Colônia Leopoldina (1850-1888). Dissertação de mestrado, UFBA/FFCH, 2010.
REIS, João José. Quilombos e revoltas escravas no Brasil. Revista USP, São Paulo, n. 28, p. 14 - 39, 1996.

Aula 4 - 27/10/22 - De fazenda à comunidade quilombola: A teia familiar do liberto Honório em Rio das Rãs
Profª. Maria de Fátima Novaes Pires (DH/FFCH/UFBA - Estágio Pós-Doutoral - FFLCH/USP), Profª. Napoliana Pereira Santana (UFOB/UFBA)
Leitura: Santana, NAPOLIANA. Participação escrava nos negócios com o gado de fazendas sertanejas. In: --- Família e microeconomia escrava no sertão do São Francisco (Urubu-BA, 1840 a 1880). Dissertação de mestrado, UFBA, 2012.

Aula 5 - 10/11/22 - Perspectiva Índica: um olhar para a África através do oceano Índico
Prof. Thiago Folador (PPGHS-USP), Prof. Moreno Stedile (PPGHS-USP)
Leitura: ALPERS, Edward. A. A África e o oceano Índico. In: REGINALDO, Lucilene; FERREIRA, Roquinaldo. África, margens e oceanos: perspectivas de história social. Campinas: Unicamp, 2021. pp. 47-72.

Aula 6 - 17/ 11/ 22 - Mulheres na África: subjetividades, narrativas e representações (Século XIX e XX)
Profª. Iamara Nepomuceno (IFSP), Profª. Mariana Vita (FFLCH/USP), Profª. Núbia Aguilar (PPGHS-USP)
Leitura: hooks, bell. Mulheres negras revolucionárias: nos transformamos em sujeitas. In.: --- Olhares negros raça e representação. São Paulo: Elefante, 2019. pp.96-127

Leituras e Materiais complementares:

Aula 2)
Documentário O Negro da senzala ao Soul (1977)
https://www.youtube.com/watch?v=5AVPrXwxh1A
Documentário Orí (1989)
https://www.youtube.com/watch?v=i55PzJYYr70
Documentário CULTNE - Frente Negra Brasileira (1985)
https://www.youtube.com/watch?v=2FRnKpFLiQE
Documentário Mil Trutas Mil Tretas (2006)
https://youtu.be/slwalSi03g8
Documentário AmarElo (2020)

Aula 3)
SANTANA, Gean Paulo Gonçalves. Vozes e versos quilombolas uma poética identitária e de resistência em Helvécia. Porto Alegre, 2014.
FURTADO, Marcella Brasil; PEDROZA, Regina Lúcia Sucupira; ALVES, Cândida Beatriz. Cultura, identidade e subjetividade quilombola: uma leitura a partir da psicologia cultural. Psicol. Soc., Belo Horizonte, v. 26, n. 1, p. 106-
115, Apr. 2014.
GOMES, Flávio dos Santos. Quilombos/remanescentes de quilombos. In: ---- e Lilia Schwarcz (org.) Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p. 367.
LEITE, Ilka Boaventura. Os quilombos no Brasil: questões conceituais e normativas. Textos e Debates NUER, Florianópolis, n.7, p.40, 2000.
MUNANGA, Kabengele. Origem e histórico do quilombo na África. Revista USP-Dossiê Povo Negro, São Paulo, v. 28, p. 56-63, 1995- 1996.
JESUS, Paulo César Pereira. Ofício, rela, batuque e samba de caixa e pandeiro: sonoridade e expressões da cultura afro-brasileiro na comunidade tradicional de Arara. Dissertação de mestrado, Universidade Federal do Sul da Bahia, Teixeira de Freitas, 2021.
LYRA, Henrique Jorge Buckingham. Colonos e colônias, uma avaliação das experiências de colonização agrícola na Bahia na segunda metade do século XIX. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Sul da Bahia, Curso de Mestrado em Ciências Sociais, Salvador, BA, 1982.
BARICKMAN, Bert. J. Um Contraponto baiano. Açúcar, fumo, mandioca e escravidão no recôncavo, 1780-1860. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

Aula 6)
COLLINS, Patricia Hill. Pensamento feminista negro: Conhecimento, consciência e a política do empoderamento. São Paulo: Boitempo, 2019.
DIAS, Maria Odila Leite da Silva. Novas subjetividades na pesquisa histórica feminista: uma hermenêutica das diferenças. Estudos Feministas, Florianópolis, Jan./June 1994.
FANON, Franz. Pele negra, máscaras brancas. São Paulo: Ubu, 2020.
FEDERICI, Silvia. Mulheres e caça às bruxas: da Idade Média aos dias atuais. São Paulo: Boitempo, 2019.
MCCLINTOCK, Anne. Couro imperial: raça, gênero e sexualidade no embate colonial. Campinas, Editora da Unicamp, 2010.
OYEWÙMÍ, Oyèrónké. A invenção das mulheres. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021.
RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: Instituto Kuanza, 2007.
SOUZA, Neusa Santos. Tornar-se negro ou as vicissitudes da identidade do negro brasileiro em ascensão social. Rio de Janeiro: Zahar, 2021.

Programa

Aula 1. [02/02] A experiência afro-americana na história e na literatura I.

Aula 2. [07/02] A experiência afro-americana na história e na literatura II.

Aula 3. [09/02] Teoria e crítica: ideia e prática da poesia e seus aspectos técnicos.

Aula 4. [14/02] Claude McKay e Sterling Brown

Aula 5. [16/02] Margaret Walker e Countee Cullen

Aula 6. [21/02] Gwendolyn Brooks e Robert Hayden

Aula 7. [23/02] Langston Hughes.

Aula 8. [28/02] Epílogo: um sonho adiado.

BIBLIOGRAFIA: 


BERKE, Nancy. “The Girl Who Went to Chicago: Political Culture and Migration in Margaret Walker’s For My People”. In Women Poets on the Left: Lola Rodge, Genevieve Taggard, Margaret Walker. Gainesville: University Press of Florida, 2001, p. 123-156.

BLOOM, Harold (ed.). Bloom’s Major Poets: Gwendolyn Brooks. Broomall, PA: Chelsea Housing, 2003.

______. Bloom’s Modern Critical Views: Robert Hayden. Philadelphia: Chelsea House, 2005.

______. Bloom’s Modern Critical Views: Langston Hughes. New York: Infobase, 2008.

______. African-American Poets – Volume 1: 1700s–1940s. New York: Infobase, 2009.

BROOKS, Gwendolyn. Selected Poems. New York: Harper Collins, 2006.

COOPER, Wayne F. Claude McKay, Rebel Sojourner in the Harlem Renaissance: a biography. Baton Rouge and London: Louisiana State University Press, 1987.

CULLER, Jonathan. Theory of the Lyric. Cambridge, MA and London, UK: Harvard University Press, 2015.

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DENNING, Michael. The Cultural Front: the labouring of American culture in the twentieth century. London and New York: Verso, 2010. (1997)

DU BOIS, W. E. B. The Souls of Black Folk. Oxford: Oxford University Press, 2007.

______. Black Reconstruction in America: toward a history of the part which black folk played inthe attempt to reconstruct democracy in America. London and New York: Routledge, 2012.

EAGLETON, Terry. How to Read a Poem. Oxford: Blackwell, 2007.

HAMADA, Doaa A. “Margaret Walker and Communism: The Thirties and the Forties”. In This is Her Century: a study of Margaret Walker’s work. Newcastle: Cambridge Scholars Publishing, 2013, p. 49-88.

HEGEL, G. W. F. Cursos de Estética Volume IV. Trad. Marco Aurélio Werle e Oliver Tolle. São Paulo: Edusp, 2014.

HOLCOMB, Gary Edward. Claude McKay, Code Name Sasha: queer black Marxism and the Harlem Renaissance. Gainesville, FL: University Press of Florida, 2007.

HUGHES, Langston. The Collected Poems of Langston Hughes. New York: Vintage, 1994.

JAMES, Winston. Claude McKay: the making of a black bolshevik. New York: Columbia University Press, 2022.

MCKAY, Claude. Home to Harlem. Boston: Northeastern University Press, 1987. (1928)

MICKLE, Mildred R. (ed.). Critical Insights: Gwendolyn Brooks. Pasadena, CA and Hackensack, New Jersey: Salem Press, 2010.

MILLER, D. Q. The Routledge Introduction to African American Literature. London and New York: Routledge, 2016.

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SHAWKI, Ahmed. Black Liberation and Socialism. Chicago: Haymarket Books, 2006.

SMETHURST, James E. The New Red Negro: the literary left and African American poetry, 1930-1946. Oxford: Oxford University Press, 1999.

THURSTON, Michael. “All Together, Bkack and White: Langston Hughes”. In Making Something Happen: American political poetry between the wars. Chapel Hill and London: The University of North Carolina Press, 2001.

TIDWELL, John Edgar; TRACY, Steven C. (ed.). After Winter: the art and life of Sterling A. Brown. Oxford: Oxford University Press, 2009.

TODOROV, Tzvetan. Teoria da Literatura: textos dos formalistas russos. Trad. Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Editora Unesp, 2013.

WALKER, Margaret. For My People. New Haven: Yale University Press, 2019. (1942)

WILLIAMS, Eric. Capitalism and Slavery. London: Penguin, 2022.

YOUNG, Kevin (ed.). African American Poetry: 250 years of struggle & song. New York: Library of America, 2020.

ZINN, Howard. A People’s History of the United States. New York: Harper Collins, 2015.