Programa

Aula 1 (22/04). Breve história das relações entre os Yanomami e os napë (brancos), desde os primeiros contatos com os exploradores e com a frente pioneira regional, a invasão de seu território pelos garimpeiros nas décadas de 1980 e 1990, a demarcação da Terra Indígena Yanomami em 1991 e a criação do subsistema de saúde indígena com Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami. Garimpo e genocídio.

Aula 2 (29/04). Modos de vida e modos com a morte – moradia, alimentação, relações sociais, ritos funerários.

Referências:


ALBERT, Bruce 1995. O ouro canibal e a queda do céu: uma crítica xamânica da economia política da natureza. Brasília, UnB. Disponível em https://acervo.socioambiental.org/acervo/documentos/o-ouro-canibal-e-qu…
KOPENAWA, Davi e ALBERT, Bruce. 2010. A queda do céu: Palavras de um xamã yanomami. São Paulo, Companhia das Letras
RAMALHO, Moises. Os Yanomami e a morte. 2008. Doutorado em Antropologia Social – FFLCH-USP. Disponível em https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-04052009-154152/p…
RAMOS, Alcida 1990. Memória Sanumá. Espaço e tempo em uma sociedade yanomami. Brasília/São Paulo, Marco Zero/EDUSP

Entrevistas

com Davi Kopenawa:
1998 http://www.hutukara.org/index.php/hay/davi-kopenawa/66-entrevista-davi-…
2012 https://revistatrip.uol.com.br/trip/entrevista-com-davi-kopenawa-yanoma…
com Bruce Albert:
2023 Jornal Valor Econômico, 10/02/23, p. A14

Programa

AULA 1 – Memórias e suas disputas (data: 03 de fevereiro de 2025 – das 19:00 às 21:00).
AULA 2 – Iconoclastia, conservadorismo, preservacionismo (data: 04 de fevereiro de 2025 – das 19:00 às 21:00).
AULA 3 – Os museus e a renovação da memória (data: 05 de fevereiro de 2025 – das 19:00 às 21:00)

BIBLIOGRAFIA
ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas: Reflexões sobre a origem e a difusão do nacionalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
ARAUJO, Ana Lucia (ed.). Politics of Memory: Making Slavery Visible in the Public Space. London: New York: Routledge, 2012.
ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas: Editora da Unicamp, 2011.
CONNERTON, Paul. How Societies Remember. Cambridge: Cambridge University Press, 1989.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.
HOBSBAWM, Eric; RANGER, Terence (orgs.). A invenção das tradições. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
MENEGUELLO, Cristina; BENTIVOGLIO, Júlio (orgs.). Corpos e Pedras: estátuas, monumentalidade e história. Vitória: Editora Milfontes, 2022.
MIGNOLO, Walter D. The darker side of western modernity: global futures, decolonial options. Durham & London: Duke University Press, 2011.
JUNQUEIRA, Mary Anne. Sobre memórias, chagas e reminiscências: a batalha dos monumentos nos Estados Unidos no século XXI. In: NAPOLITANO, Marcos; KAMINSKI, Rosane (orgs.). Monumentos, memória e violência. São Paulo: Letra e Voz, 2022.
MARINS, Paulo César Garcez. (org.). Passados imaginados. São Paulo: Edusp: Museu Paulista da USP, 2023.
MENESES, ULPIANO T. BEZERRA DE. Os Museus e as Ambiguidades da Memória: a Memória Traumática. Disponível em: https://www.sisemsp.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Ulpiano-Bezerra-d…. Acesso em: 24 out. 2024.
MOODY, Jessica. The Persistence of Memory. Remembering Slavery in Liverpool, ‘slaving capital of the world’. Liverpool: Liverpool University Press, 2020.
NAPOLITANO, Marcos; KAMINSKI, Rosane (orgs.). Monumentos, memória e violência. São Paulo: Letra e Voz, 2022.
STERN, Alexandra Minna. Proud boys and the white ethnostate: how the alt-right is warping the American imagination. Boston: Beacon Press, 2019.
WALDMAN, Thais Chang. Entre batismos e degolas: (des)caminhos bandeirantes em São Paulo. 2018. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-10102018-150420/pt-br…. Acesso em: 24 out. 2024.

Programa

1. Introdução ao estudo da imagem do Brasil
2. Stefan Zweig e Ulrich Becher: Brasil, um país do futuro ou Romanceiro?
3. Paula Ludwig: como seguir “Estavida” pelos corais do luto?
4. Debate sobre a relação entre as obras apresentadas

Referências bibliográficas:
BECHER, Ulrich. Brasilianischer Romanzero. Berlin/Weimar: Aufbau-Verlag, 1979
_____. Spiele der Zeit 2. Niemand, Makumba, Mademoiselle Löwenzorn. Berlin/Wien: Aufbau-Verlag,
1968.
_____. Spiele der Zeit. Samba, Feuerwasser, Die Kleinen und die Großen. Berlin: Aufbau-Verlag, 1957.
BOHUNOVSKY, Ruth. A relação literária de Ulrich Becher com o Brasil: entre transculturalidade e
“moradia fixa”. Anais do XII Congresso Internacional da Associação Brasileira de Literatura Comparada,
2011: Curitiba, PR – CENTRO, CENTROS; ética e estética I. Benito Martinez Rodriguez (org.) –
Curitiba: ABRALIC, 2011. e-book.
_____. O Brasil de Ulrich Becher no Romanceiro Brasileiro: a harmonia em questão. Pandaemonium
Germanicum, São Paulo, n. 12, p. 80-99, nov. 2008. ISSN 1982-8837. Disponível em
˂http://www.revistas.usp.br/pg/article/view/62264˃. Acesso em: 24 jun 2020.
_____. A relação literária de Ulrich Becher com o Brasil: entre transculturalidade e “moradia fixa”. XII
Congresse Internacional da ABRALIC. UFPR – Curitiba, Brasil, 18-22 de julho de 2011.
ECKL, Marlen. „Großes zärtliches Brasilien“ – Das Brasilienbild in den Werken von Heinrich Eduard
Jacob. In: Pandaemonium germanicum 14/2009.2, p. 54-83 Disponível em
< www.fflch.usp.br/dlm/alemao/pandaemoniumgermanicum >. Acesso em 01 jun 2021.
_____. Entre resistência e resignação – as atividades políticas de exílio de língua alemã no Brasil, 1933-
1945. Projeto História, São Paulo, n. 53, pp. 121-159, Mai-Ago. 2015. Disponível em
˂ https://revistas.pucsp.br/index.php/revph/article/viewFile/23974/18631 ˃. Acesso em 01 jun 2021.
_____. O exílio no Brasil ou “a Europa no meio do mato”: desencontros entre Stefan Zweig e Ulrich
Becher. In: Revista do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) n 53, São Paulo, 21 nov. 2011. p. 127-148
HELWIG, Heide. „Ob niemand mich ruft”: das Leben der Paula Ludwig. München: Langwiesche-Brandt;
2002.
KESTLER, Izabela Maria Furtado. A literatura em língua Alemã e o período do exílio (1933-1945): a
produção literária, a experiência do exílio e a presença de exilados de fala alemã no Brasil. Itinerários,
Araraquara, 23, 115-135, 2005.
_____. Exílio e Literatura. Escritores de fala alemã durante a época do nazismo. Tradução: Karola
Zimber. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2003. – (Ensaios de Cultura; 22)
LESSER, Jeffrey. A invenção da brasilidade: identidade nacional, etnicidades e políticas de imigração.
Tradução: Patrícia de Queiroz Carvalho Zimbres. 1 ed. São Paulo: Editora Unesp, 2015.
_____. A negociação da identidade nacional: imigrantes, minorias e a luta pela etnicidade no Brasil.
Tradução: Patrícia de Queiroz Carvalho Zimbres. São Paulo: Editora UNESP, 2001.
LUDWIG, Paula. Gedichte. Hg. von Kristian Wachinger und Christiane Peter. Ebenhausen:
Langewiesche-Brandt, 1986.
______. Träume: Aufzeichnungen aus den Jahren zwischen 1920 und 1960. Ebenhausen bei München:
Langewiesche-Brandt, 1962.
LUDWIG, Paula; FITZBAUER, Erich. Größerer Zeiten Gesang: ein Brief und fünf Gedichte im Faksimile
der Handschrift. Wien: Ed. Graph. Zirkel; 1996.
OLIVEIRA, Lucia Lippi; VELLOSO, Mônica Pimenta; GOMES, Ângela Maria de Castro. Estado Novo:
ideologia e poder. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 1982. 166 p. (Política e Sociedade).
PRUTSCH, Ursula. Das Geschäft mit der Hoffnung: Österreichische Auswanderung nach Brasilien;
1918-1938. Wien; Köln; Weimer: Böhlau, 1996.
RIBEIRO DE SOUSA, Celeste. Literatura brasileira de expressão alemã. Disponível em
http://martiusstaden.org.br/conteudo/detalhe/69/rellibra . Acessado em 23 abr. 2019.
______. A imagologia no Brasil: primeira tentativa de sistematização. In: Revista de Literatura
Comparada 14, 2009, p. 37-55. Disponível em: http://www.abralic.org.br/revista/2009/14 . Acessado em:
26 jun. 2019.
______. Literatura brasileira de expressão alemã. In: Revista Sibila, Ano 9, dez. 2009. Disponível em:
http://www.sibila.com.br/index.php/mapa-da-lingua/916-literatura-brasil… .
Acessado em: 26 jun. 2019.
______. Do cá e do lá. Introdução à Imagologia. São Paulo: Humanitas, 2004, 368 p.
______. Retratos do Brasil: hetero-imagens literárias alemãs. São Paulo: Arte & Cultura, 1996.
SKIDMORE, Thomas Elliot. O Brasil visto de fora. Tradução: Susan Semler. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1994.
ZWEIG, Stefan. Autobiografia: o mundo de ontem: memórias de um europeu. Tradução: Kristina
Michahelles. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.
_____. Brasil, um país do futuro. Tradução: Kristina Michahelles. Porto Alegre, RS: L&M, 2013.
_____. Brasilien, ein Land der Zukunft. Berlin, Suhrkamp Taschenbuch Verlag, 1989.

Programa

Aula 1 - sexta-feira (02/02) – via Zoom: panorama geral do English Corpora, com enfoque no Corpus of Contemporary American English (COCA) como ferramenta de suporte à escrita acadêmica em inglês. Discutiremos como o COCA pode ser utilizado para melhorar a compreensão do vocabulário, identificar padrões linguísticos e aprimorar a precisão gramatical. Prática e discussão.

Aula 2 - segunda-feira (05/02) - via Zoom: principais funcionalidades do COCA e sua aplicação na escrita acadêmica em inglês. Os participantes aprenderão a realizar buscas avançadas no corpus para encontrar exemplos autênticos de uso de termos e estruturas específicas, permitindo o desenvolvimento de habilidades de escrita mais eficazes. Prática e discussão.

Aula 3 – quarta-feira (07/02) - via Zoom: utilização do COCA para criação de um corpus pessoal dentro da plataforma. Discutiremos estratégias para pesquisar e analisar esses textos, permitindo aos participantes encontrar exemplos relevantes para sua área de interesse acadêmico. Prática e discussão final.

BIBLIOGRAFIA: 


ANDERSON, Wendy; CORBETT, John. Exploring English with Online Corpora: an introduction. 2. ed. Londres: Palgrave, 2017. p. 230
DAVIES, Mark. The COCA Corpus. 2020. Disponível em: www.english-corpora.org.
SINCLAIR, John. Corpus, Concordance, Collocation. Oxford: Oxford University Press, 1991. p. 179
TAGNIN, Stella e O. O jeito que a gente diz: combinações consagradas em inglês e português. Barueri: Disal, 2013. p. 223.

 

Programa

Aula 1: Marxismo e Estudos da Tradução: tecendo relações

Aula 2: Tradução e luta de classes: Gramsci tradutor e pensador da tradutibilidade

Aula 3: Marxismo feminista: tradutoras, traduções e paratextos no Brasil

Aula 4: No novelo das contradições sociais: por uma Sociologia Marxista da Tradução

Bibliografia:


Aula 1:
BIANCHI, Álvaro. Tradução e circulação: por uma história global do pensamento político. IX Encontro da ABCP, Belo Horizonte, 2016. Disponível em: (PDF) BIANCHI, Alvaro. Circulação e tradução: para uma história global do pensamento político. IX encontro da ABCP, Belo Horizonte, 2016 (researchgate.net)
TYMOZCKO, Maria. Translation and political engagement. The Translator, v. 6, n. 1, 2000.

SECCO, Lincoln. Os Cadernos de Gramsci ou Pequena história acerca de como se salva um Livro. Blog da Boitempo, 5 de agosto de 2011.

Aula 2:
BIANCHI, Álvaro. Introdução: Um sardo no mundo grande e terrível. Gramsci entre dois mundos: política e tradução. São Paulo: Autonomia Literária, 2021.
LIGUORI, Guido; VOZA, Pascale. Dicionário Gramsciano. São Paulo: Boitempo, 2020. Tradução de Ana Maria Chiarini; Diego S. C. Ferreira; Leandro de O. Galastri e Sílvia de Bernardinis. *Verbetes: “Tradução” e “Tradutibilidade”.
GRAMSCI, Antonio. Tradutibilidade das linguagens científicas e filosóficas. In. Cadernos do Cárcere, vol. 1. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2023. Tradução de Carlos Nelson Coutinho.

Aula 3:
ALVARENGA, Ana França et al. Coletivo Sycorax: desdobramentos de práticas feministas de tradução. Revista
Belas Infiéis, v. 11, n. 2, 2022. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/belasinfieis/article/view/41253.
CASTRO, Olga; SPOTURNO, Maria Laura. Feminismos y traducción: apuntes conceptuales y metodológicos para una traductología feminista transnacional. Mutatis Mutandis, v. 13, n. 1, 2020. Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/mutatismutandis/article/view/340….
WAQUIL, Marina et al. Antologia de Paratextos feministas a traduções. Tomo I: Brasil. Campinas: Mercado de Letras, 2024. (no prelo)

Aula 4:
CHAMBERLAIN, Lori. Gênero e a metafórica da tradução. In. OTTONI, Paulo. Tradução: a prática da diferença.
Campinas: Fapesp/Unicamp, 1998 [1988]. Tradução de Norma Viscardi.
MHEREB, Maria Teresa. Gênero e divisão do trabalho: o caso da poesia traduzida no Brasil. Revista Belas Infiéis, v. 11, n. 2, 2022. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/belasinfieis/article/view/41365.
MÖSER, Cornelia. Traduire, c’est produire. GLAD! Revue sur le langage, le genre, les sexualités, n. 9, 2020. Disponível em : https://journals.openedition.org/glad/1991.

Bibliografia complementar:


BATTISTAM, Laura. Uma tradução feminista da poesia de práxis: mulheres poetas na esquerda estadunidense dos anos 1920 - Georgia Douglas Johnson, Genevieve Taggard, Lola Ridge e Sarah N. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2022.
BIANCHI, Álvaro. A filologia como método. In. Gramsci entre dois mundos: política e tradução. São Paulo: Autonomia Literária, 2021.
BORGHESE, Lucia. Tia Alene in bicicletta: Gramsci traduttore dal tedesco e teorico della traduzione. Belfagor, v. 26, n. 6, 1981. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/26145074.
BOURDIEU, Pierre. As condições sociais da circulação internacional das ideias. Revista Enfoques, 2002 [1988]. Tradução de Fernanda Abreu.
CAMPOS, Augusto de. Patrícia Galvão: vida-obra. São Paulo: Brasiliense, 1982.
CAMPOS, Haroldo de. A operação dos cinco sentidos. São Paulo: Iluminuras, 2013.
CAMPOS, Haroldo de. Da tradução como criação e como crítica. In. Metalinguagem e outras metas. São Paulo: Perspectiva, 1992.
CHAMBERLAIN, Lori. Gender and the metaphorics of translation. Signs, vol. 13, n. 3, 1988. Disponível em: http://www.jstor.com/stable/3174168.
GRAMSCI, Antonio. Quaderni di traduzioni – 1929-1932 (vol. 1 e 2). Roma: Instituto della Enciclopedia Italiana, 2007.
HOLMES, Rachel. Eleanor Marx: uma vida. São Paulo: Expressão Popular, 2021. Tradução de Cecília Farias, Letícia Bergamini, Lia Urbini.
IVES, Peter. Gramsci's Politics of Language. Toronto: University of Toronto Press, 2006.
MARX, Eleanor. Obra completa. São Paulo: Aetia, 2021. Tradução de Felipe Vale da Silva.
MHEREB, Maria Teresa. Divisão sexual do trabalho e direcionalidade dos fluxos de tradução: um estudo sobre o romance traduzido no Brasil. In: FALEIROS, Álvaro et al. Tradução em Relação: espaços de transformação. Campinas: Mercado de Letras, 2021.
MHEREB, Maria Teresa. Apresentação ao Dossiê Sylvia Pankhurst. Lucía - Revista Feminista de Cultura Visual e Tradução. Disponível em: https://www.marxists.org/portugues/pankhurst/1914/03/08.pdf
MITTMANN, Solange. A tradução militante feminista e o silêncio. Línguas e instrumentos linguísticos, v. 25, n. especial. Campinas: Unicamp, 2022. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/42-53.
ROSAS, Cecília et al. Conjurar traducciones: la traducción colectiva de ‘Caliban and the Witch’ al portugués brasileño como estrategia feminista transnacional. Revista Mutatis Mutandis, vol. 13, n. 1, Medellín, 2020. Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/mutatismutandis/article/view/341….
SPIVAK, Gayatri. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2011.
SPIVAK, Gayatri. Politics of translation.
COLETIVO SYCORAX. Nota das tradutoras. In: Silvia Federici, O ponto zero da revolução: trabalho doméstico,
reprodução e luta feminista. São Paulo: Elefante, 2019. Disponível em:
http://coletivosycorax.org/wp-content/uploads/2019/09/Opontozerodarevol…
COLETIVO SYCORAX. Nota das tradutoras. In: Silvia Federici, Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação
primitiva. São Paulo: Elefante, 2019. Disponível em: http://coletivosycorax.org/wp-
content/uploads/2019/09/CALIBA_E_A_BRUXA_WEB-1.pdf
VENUTI, Lawrence. Introdução. In. A invisibilidade do tradutor. São Paulo: Editora Unesp, 2021. Tradução de
Valéria Biondo, Laureano Pellegrin, Lucinéia Marcelino Villela, Marileide Dias Esqueda.

 

Programa

Programa

Comunicação: apresentar-se, informar-se sobre o outro, contar, comunicar-se em aula, cumprimentar e despedir-se em diferentes contextos, perguntar e dar informações pessoais, falar de sonhos e paixões, falar da cidade, nomear e localizar lugares na cidade, pedir e dar explicações, informar-se para se hospedar, agradecer e responder a um agradecimento, indicar um itinerário simples, dar impressões sobre um lugar, falar das atividades, da profissão, do que gosta, de si e dos centros de interesse.
 
Vocabulário: línguas, nacionalidades, números de 0 a 100, alfabeto, momentos do dia, dias da semana, fórmulas de cumprimento formais e informais, elementos da identidade, meses do ano, expressão do que se gosta, alguns lugares da cidade, algumas expressões de localização, termos para se hospedar, algumas indicações de direção, algumas fórmulas de polidez, algumas profissões, algumas atividades esportivas e culturais, caracterização física e psicológica, termos ligados à saídas, o
registro familiar.
 
Gramática: adjetivos de nacionalidade, verbos chamar-se, ser e ter, artigos definidos e indefinidos, ajectifs possessifs (pronomes possessivos), negação, presente dos verbos do 1º grupo, preposições com nomes de país, preposições de lugar com artigos contraídos, por que/porque, perguntas fechadas, pronomes demonstrativos, verbos da ordem do gostar seguidos de substantivo ou verbo, presente de alguns verbos seguidos de artigo contraído, masculino e feminino das profissões, masculino, feminino e plural dos adjetivos, pronomes tônicos.
 
Elementos de fonética: acentuação da última sílaba, distinção dos sons [y] e [u], entonação ascendente e descendente, pronúncia
dos números, ligação da última sílaba com a seguinte, entonação de pergunta, distinção do feminino das profissões, marca do gênero nos adjetivos orais.
 
Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:
GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 1. Niveau A1. Paris: Hachette, 2017.

Programa

Dia 1 - Desvendando a IA Generativa e o Poder dos Prompts
Apresentação da IA Generativa, dos Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs) e dos conceitos fundamentais da engenharia de prompts. Análise da anatomia de um prompt eficaz (instrução, contexto, persona, formato). Introdução da proposta de mini-projeto prático a ser desenvolvido ao longo do curso.

Dia 2 - Princípios e Técnicas Fundamentais de Engenharia de Prompts
Aprofundamento em técnicas essenciais para o refinamento de prompts, como clareza, especificidade, uso de delimitadores e a arte da iteração. Exploração de estratégias para definir persona, tom e formato da resposta da IA, incluindo a técnica de "few-shot prompting" e a análise de erros comuns.

Dia 3 - Técnicas Avançadas, Ética Prática e Aplicações Profissionais
Estudo de técnicas avançadas como "Chain-of-Thought" (Cadeia de Pensamento) e prompts de autorreflexão. Discussão sobre ética na prática, incluindo o uso de prompts para identificar vieses. Participação de especialista convidada para apresentar casos de uso da IA na produção de conteúdo profissional. Início do desenvolvimento dos mini-projetos.

Dia 4 - Desenvolvimento de Projetos, Ética Aprofundada e o Futuro da IA
Discussão sobre implicações éticas complexas (autoria, plágio, desinformação) e o papel do humanista na construção de uma IA responsável. Finalização e apresentação dos mini-projetos práticos, com feedback coletivo. Panorama sobre o futuro da IA e indicação de recursos para aprendizado contínuo.

 

Bibliografia:
1. Benamara, F., Taboada, M., & Mathieu, Y. (2017). Evaluative Language Beyond Bags of Words: Linguistic Insights and Computational Applications. Computational Linguistics, 43(1), 201-264.
2. Bender, E. M., Gebru, T., McMillan-Major, A., & Shmitchell, S. (2021). On the Dangers of Stochastic Parrots: Can Language Models Be Too Big?. In Proceedings of the 2021 ACM Conference on Fairness, Accountability, and Transparency (FAccT '21).
3. Giray, L. (2024). The Prompt Report: A Systematic Survey of Prompting Techniques. arXiv preprint arXiv:2403.13551.
4. Grimmer, J., Roberts, M. E., & Stewart, B. M. (2022). Text as Data: A New Framework for Machine Learning and the Social Sciences. Princeton University Press.
5. Liu, P., Yuan, W., Fu, J., Jiang, Z., Hayashi, H., & Neubig, G. (2022). Pre-train, Prompt, and Predict: A Systematic Survey of Prompting Methods in Natural Language Processing. ACM Computing Surveys, 55(9), 1-35.
6. Oppenlaender, J. (2024). A Prompt Pattern Catalog to Enhance Prompt Engineering with ChatGPT. arXiv preprint arXiv:2302.11382.
7. Silva, T. F. L. da. (2022). O Pão Que O Viado Amassou: contribuições da semiótica para o processamento de língua natural. Estudos Semióticos, 18(3), 70-92.
8. Silva, T. F. L. da. (2023). Using transformer networks and tensive semiotics to improve sentiment analysis accuracy in tourism digital platforms. In Semiotica e intelligenza artificiale (pp. 131-147). Aracne.
9. Silva, T. F. L. da. (2023). Humanismo digital e transformação social: campos abertos para o fomento da inovação nas Ciências Humanas e Sociais. Revista Sciencia Veritas, 2, 5-8.
10. Silva, T. F. L. da, et al. (2025). CDB: A Unified Framework for Hope Speech Detection Through Counterfactual, Desire, and Belief. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2025.
11. Sivasubramaniam, S., & Gurevych, I. (2024). An Empirical Categorization of Prompting Techniques for Large Language Models: A Practitioner’s Guide. In Proceedings of the 2024 Conference of the North American Chapter of the Association for Computational Linguistics: Human Language Technologies (NAACL 2024).
12. Wei, J., Wang, X., Schuurmans, D., Bosma, M., Chi, E., Le, Q., & Zhou, D. (2022). Chain-of-Thought Prompting Elicits Reasoning in Large Language Models. Advances in Neural Information Processing Systems, 35.
13. White, J., Fu, Q., Hays, S., Sandborn, M., Olea, C., Gilbert, H., ... & Schmidt, D. C. (2023). A Prompt-Based Probing Framework for Connecting Language Models to Knowledge Bases. arXiv preprint arXiv:2305.14924.
14. Zhang, T., Ke, P., Chen, Y., Zhang, J., & Li, F. (2023). A Systematic Survey of Prompt Engineering in Large Language Models: Techniques and Applications. arXiv preprint arXiv:2402.07927.

Programa

1. 07/02/2026 - Aspectos gerais do romance de 1930 e introdução à obra de José Lins do Rego.

2. 21/02/2026 - Patriarcado, memória e fracasso: Análise panorâmica dos romances que compõem o clico da cana: “Menino de Engenho”, “Doidinho” e “Bague”.

3. 28/02/2026 - Cangaço e fanatismo: análise do romance “Pedra Bonita”.

4. 07/03/2026 - Decadência e patriarcado: análise da obra “Fogo Morto”.

*Não haverá aula no dia 14/02/2026

Referências bibliográficas

BUENO, Luís. Uma história do romance de 30. São Paulo/Campinas. Edusp/Editora Unicamp. 2006.
CANDIDO, Antonio. “Um romancista em decadência”, in: Brigada Ligeira e Outros Escritos. São Paulo. Editora Unesp. 1992.
_________________. Literatura e Sociedade, Rio de Janeiro, Ouro sobre Azul, 2014.
_________________. “A Compreensão da realidade”, in: Brigada ligeira e outros escritos. São Paulo. Editora Unesp. 1992.
CARPEAUX, Otto Maria. “O brasileiríssimo José Lins do Rego”, in Fogo Morto. 4ed. Rio de Janeiro. Editora José Olympio, 1956.
CASTELLO, José Aderaldo. José Lins do Rego: modernismo e regionalismo. São Paulo. Edart. 1961.
CAMILO, Vagner. “Um banguê na fronteira de Wessex e da Beira (Lins do Rego, leitor de Hardy e Eça)”, in: Revista USP n. 63. São Paulo. 2004.
CHAGURI, Mariana. O Romancista e o engenho: José Lins do Rego e o regionalismo nordestino dos anos 1920 e 1930. São Paulo. Aderaldo e Rothschild. 2009.
COUTINHO, Edilberto. O romance do açúcar - José Lins do Rego: vida e obra. Rio de Janeiro. José Olympio: INL: MEC. 1980.
RUFINONI, Simone Rossinetti. À sombra da casa-grande: patriarcado, loucura e ressentimento em "Fogo morto". Teresa, São Paulo, Brasil, v. 1, n. 19, p. 315–346, 2018
___________________________. Um país dentro da casa: o caráter político do espaço doméstico em três romances brasileiros. Estudos Avançados, São Paulo, Brasil, v. 33, n. 97, p. 277–302, 2019.
QUEIROZ, Maria Isaura de Pereira. O messianismo no Brasil e no mundo. São Paulo, EDUSP, 1965.
______________________________. Os cangaceiros. São Paulo: Duas Cidades, 1977.
VILLAÇA, Davi Lopes. José Lins do Rego: tipos em transição. 2017. Dissertação (Mestrado em Literatura Brasileira) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.

Programa

4 aulas de 2 horas cada
Aula 1: Introdução à tradução feminista
• Contexto histórico
• Sistematização de teorias
• Críticas
Aula 2: Manipulação/intervenção no texto
• Questões de tradução espanhol/português
• Estratégias de intervenção
Aula 3: dar voz ao silêncio (recuperação de mulheres não traduzidas)
• A literatura escrita por mulheres na América Latina
• Revisão do espaço das mulheres na literatura
• Projetos de recuperação de vozes com a tradução
Aula 4: o que se faz na América Latina – mitos, anedotas, possibilidades
• Desfazendo mitos latino-americanos, uma reflexão para a tradução feminista
• Possibilidades para a tradução feminista latino-americana

Bibliografia

ALÍ, B; MOLINELLI, R. Otros colores para nosotras. Poesía contemporánea de mujeres argentinas. Editora Continente: Buenos Aires, 2018.

CASTELLANOS, Rosario. Mujer que sabe latín..., México: Fondo de Cultura Económica, 2012.

CASTRO, Olga. (Re-)examining Horizons in Feminist Translation Studies: Towards a Third Wave?/ (Re)examinando horizontes em los estudios feministas de tradución: ¿hacia uma terceira ola?. MonTI 1, 2009, p. 59-86. Disponível em: https://rua.ua.es/dspace/bitstream/10045/13037/1/MonTI_01_08_trans.pdf

ESQUIVEL, Laura. Malinche. Rio de Janeiro: Ediouro, 2007.

FLOTOW, Luise Von. Feminist Translation: Contexts, Practices and Theories. In: TTR 4:2, 1991. pp. 69-84. Disponível em: https://www.erudit.org/fr/revues/ttr/1991-v4-n2-ttr1475/037094ar.pdf

GODARD, Barbara. Theorizing Feminist Discourse/Translation. Tessera 6 (1989): 42-53.

GUARDIA, Sara Beatriz. Literatura e escritura feminina na América Latina. Anais do XII Seminário Nacional e III Seminário Internacional Mulher e Literatura. Ilhéus: UESC, 2007.

MILLS, Sarah. Third Wave Linguistic Feminism and the Analysis of Sexism. Discourse Analysis Online 2:1, 2003. Disponível em: http://extra.shu.ac.uk/daol/articles/open/2003/001/mills2003001-paper.h… Acesso em: 29 dez 2016

PAZ, Octavio. Los hijos de la Malinche. El laberinto de la soledad. México: Fondo de Cultura Económica, 2004. Print.

PAZ, Octavio. Sor Juana Inés de la Cruz ou As armadilhas da fé. São Paulo: Ubu, 2017.

ROCHA, Nildicéia Aparecida. A constituição da subjetividade feminina em Alfonsina Storni: uma voz gritante na América. São Paulo: UNESP, 2013.

SIMON, Sherry. Gender in Translation. Londres e Nova York: Routledge, 1996.

SPIVAK, Gayatri. The Politics of Translation. In: VENUTI, Lawrence (ed.), The Translation Studies Reader. London. New York: Routledge, 2000

Programa

1. A revisão de textos: breve levantamento histórico e de pesquisa sobre a atividade

2. Um olhar bakhtiniano para o trabalho do revisor textual

3. A abordagem ergológica da atividade de trabalho

4. Entre dizeres e fazeres: o trabalho com a revisão textual

 

Referências bibliográficas:

BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso (1952-1953). Organização, posfácio, tradução e notas de Paulo Bezerra. 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2016.

BAKHTIN, Mikhail. Teoria do Romance I: A estilística (1934-1935). Tradução de Paulo Bezerra. 1 ed. São Paulo, Editora 34, 2015.

BAKHTIN, Mikhail. Problemas da poética de Dostoiévski. [1963]. Trad. Paulo Bezerra. 5 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2015.

BAKHTIN, Mikhail. Notas sobre literatura, cultura e ciências humanas. Organização, posfácio, tradução e notas de Paulo Bezerra. 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2017.

BARBOSA, Vanessa Fonseca. Uma análise dialógica da atividade de revisão linguística em EaD. Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada) – Universidade Católica de Pelotas, Pelotas, 2012.
_____. Uma voz apagada? Análise da atividade de revisão de textos acadêmicos sob as perspectivas bakhtiniana e ergológica. Tese (Doutorado em Linguística) – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2017.

BARBOSA, Vanessa Fonseca; DI FANTI, Maria da Glória Correa. A (in)visibilidade da atividade de revisão de textos acadêmicos: um outro na teia dos sentidos. Letrônica, v. 11, p. s35-s53, 2018.

BARBOSA, V. F.; Di Fanti, M.G.C . Implicações éticas na atividade de revisão textual (no prelo). Discurso, Trabalho e Ética. 1ed.Rio de Janeiro: Letras, 2019, v. , p. 1-20. In: Bruno Deusdará; Fátima Pessoa. (Org.). Discurso, Trabalho e Ética.. 1ed.São Carlos: Pedro &amp; João Editores, 2020.

BARBOSA, Vanessa Fonseca; SOBRAL, Adail. Sobre tipos de revisão textual e suas redes enunciativas: uma proposta bakhtiniana. In: Daniella Lopes Dias Ignácio Rodrigues. (Org.). No ritmo do texto: questões contemporâneas de preparação, edição e revisão textual (180 p.). 1ed. Divinópolis: Artigo A, 2019, v. 1, p. 15-40.

DI FANTI, Maria da Glória Corrêa. Linguagem e trabalho: diálogo entre a translinguística e a ergologia. Desenredo (PPGL/UPF), v.8, p. 309-329, 2012.

GRILLO, Sheila. Marxismo e Filosofia da linguagem: uma resposta à ciência da linguagem do séc. XIX e início do XX. In: VOLOCHÍNOV, Valentin (Círculo de Bakhtin). Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. Tradução, notas e glossário de Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. 2ed. São Paulo: Editora 34, 2018.

SCHWARTZ, Yves. A abordagem do trabalho reconfigura nossa relação com os saberes acadêmicos: as antecipações do trabalho. In: SILVA, M.C.S. FAÏTA, D. (orgs.). Linguagem e Trabalho: construção de objetos de análise no Brasil e na França. São Paulo: Cortez, 2002, p.109-126.

SCHWARTZ, Yves. A linguagem em trabalho. In: SCHWARTZ, Y. &amp; DURRIVE, Y. (Org.). Trabalho &amp; Ergologia: conversas sobre a atividade humana. Tradução Milton Athayde e Jussara Brito et al. Niterói: UFF, 2007, p. 131-188.

SCHWARTZ, Yves. Trabalho e ergologia. In: SCHWARTZ, Y.; DURRIVE, Y. (Org.). Trabalho &amp; ergologia: conversas sobre a atividade humana. Trad. Milton Athayde et al. 2. ed. Niterói: UFF, 2010. p. 131-188.

SCHWARTZ, Yves. Manifesto por um ergoengajamento. In: BENDASSOLLI, P.; SOBOLL, L. A. (Org.). Clínicas do trabalho: novas perspectivas para compreensão do trabalho na atualidade. São Paulo: Atlas, 2011, p. 132-164.

SCHWARTZ, Yves. Motivações do conceito de corpo-si: corpo-si, atividade, experiência. In: DI FANTI, Maria da Glória Corrêa; SOUZA-E-SILVA, Maria Cecília de. Revista Letras de Hoje, Porto Alegre: EDIPUCRS, volume 49, número 3. 2014. p.259-274.

SCHWARTZ, Yves. Uma entrevista com Yves Schwartz. Revista Letrônica, Porto Alegre: EDIPUCRS, v. 9, n. especial, p. 222-233, 2016.

VOLOCHÍNOV, Valentin (Círculo de Bakhtin). Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. Tradução, notas e glossário de Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. 2ed. São Paulo: Editora 34, 2018.

VOLOCHÍNOV, Valentin (Círculo de Bakhtin). A palavra na vida e na poesia: ensaios, artigos, resenhas e poemas. Tradução, notas e glossário de Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. 1ed. São Paulo: Editora 34, 2019.