Programa

Aula 1. Estética da recepção: precursores e conceitos.
Roman Ingarden e os correlatos intencionais na leitura literária. Hans Robert Jauss e o horizonte de expectativa na leitura. Wolfgang Iser, o leitor implícito e o ato da leitura.

Aula 2. Imaginário e os atos de fingir.
Seleção e combinação. O mesmo, a diferença, a relação, a suspensão e a auto-expressão.
O imaginário: faculdade, representação, imaginário radical, imaginário elementar.

Aula 3. A ficção no discurso filosófico.
Ficção como ídolo (Bacon); ficção como modalidade linguística (Bentham); ficção como definição inautêntica (Vaihinger); ficção como diferença escorregadia (Goodman); ficção como camaleão da cognição.

Aula 4. Mimese, performance e a metáfora como saber do imaginário.
Metáfora e conhecimento. Metáfora e imaginário. Metáfora, imaginário e o leitor: negatividade, prospecção e reidentificação.

Bibliografia


GALLE, Helmut P. E.; PEREZ, Juliana P. e PEREIRA, Valéria S. (orgs.). Ficcionalidade: uma prática cultural e seus contextos. São Paulo: FFLCH/USP: FAPESP, 2018.
INGARDEN, Roman. A obra de arte literária. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1965.
ISER, Wolfgang. The Act of Reading: A Theory of Aesthetic Response. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 1978.
________. El Proceso de la Lectura. Trad. Ricardo Sánchez Ortiz de Urbina. In: WARNING, Rainer (org.). Estética de la recepción. Madrid: Visor, 1989. p. 149-164.
________. Das Fiktive und Das Imaginäre: Perspektiven literarischer Anthropologie. Frankfurt: Suhrkamp, 1991.
________. Problemas da teoria da literatura atual: o imaginário e os conceitos-chave da época [1979]. In: Teoria da literatura em suas fontes. Vol. 2. Org, Luiz Costa Lima. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
JAUSS, Hans Robert. Aesthetic Experience and Literary Hermeneutics. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1982.
________. Toward an Aesthetic of Reception. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1982.
KÖPPE, Tilmann und WINKO, Simone. Neuere Literaturtheorien. 2., aktualisierte und erweiterte Auflage. Stuttgart: Springer Verlag, 2013.

Programa

Módulo 1
Data: 17/04, segunda-feira
Horário: 19 às 21h:
19h: Abertura do curso (Leonardo Viana Braga)
19h45: Assessoria para ONGs indigenistas: uma experiência de gestão socioambiental com o povo Zo’é (Leonardo Viana Braga)

Data: 19/04, quarta-feira
Horário: 19 às 21h30:
19h: O trabalho técnico no Estado: experiências com políticas públicas para povos indígenas no Paraguai (Anai Vera Britos).
20h: Atuação junto ao Estado e ao Terceiro setor: experiências com políticas de proteção para povos indígenas isolados no Sudoeste amazônico (Amanda Villa)
21h: Balanço do Módulo 1 (Amanda Villa, Anai Vera Britos, Leonardo Viana Braga, Paula Berbert e Rafael Pacheco)

Módulo 2
Data: 29/05, segunda-feira
Horário: 19 às 21h:
19h: Abertura do Módulo 2 (Leonardo Viana Braga)
19h30: Apoio à justiça de transição: experiências nas comissões da verdade e perspectivas históricas dos povos Xetá e Tikmu’un_Maxakali (Paula Berbert e Rafael Pacheco)

Data: 31/05, quarta-feira
Horário: 19 às 21h30:
19h: Curadoria e mediação intercultural: experiências com as artes e cinemas indígenas (Paula Berbert)
19h45: Formação de professores da rede pública: experiências em diretorias de ensino na cidade de São Paulo (Rafael Pacheco)
20h30: Balanço do curso (Amanda Villa, Anai Vera Britos, Leonardo Viana Braga, Paula Berbert e Rafael Pacheco)

Bibliografia sugerida:

ALBERT, Bruce. 1995. “‘Anthropologie apliquée’ ou ‘anthropologie impliquée’? Ethnographie, minorités et développement”. In: J.F. Baré (ed.) Les applications de l’anthropologie. Un essai de réflexion à partir de la France. Paris: Karthala. (versão traduzida em processo de submissão)

ALMEIDA, Mauro Wiliam Barbosa de. “As ciências sociais e seu compromisso com a verdade e a justiça”. Mediações 20(1):260-284. 2015.

ALMEIDA, Mauro William Barbosa de. “Relativismo antropológico e objetividade Etnográfica”. Campos (UFPR), Curitiba, v. 03, 2003, p. 9-30.

BANIWA, Gersen (Gersen dos Santos Luciano). “O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje”. Brasília (DF): Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000154565

BAVARESCO, Andréia; MENEZES, Marcela. Entendendo a PNGATI. Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas – PNGATI. Brasília: GIZ / Projeto GATI/Funai, 2014, 87p

BERBERT, Paula. “Pedagogias da Transformação”. In: Esbell, J.; Berbert, P.; Cesarino, P.N.; Takua, C.; Krenak. A. Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea. São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2021. (Catálogo de exposição)

BERBERT, Paula. “Perspectivas Tikm’n Maxakali sobre a história da ditadura e os desafios da justiça de transição no ‘tempo dos golpes’”. Campos - Revista de Antropologia Social, v. 20, p. 108-122, 2020.

BERBERT, Paula.; RIBEIRO, R. R. “Isael e Sueli Maxakali”. Revista BDMG Cultural, Belo Horizonte, 04 nov. 2020.

BRAGA, Leonardo Viana. “Formação de pesquisadores indígenas por ONGs indigenistas (e vice-versa)”. In: Pedro Célio Alves Borges; Luiz Felipe Kojima Hirano; Tania Ludmila Dias Tosta; Carlo Patti; Glauber de Lima. (Org.). Democracia e Ciências Sociais hoje: memória, políticas e desigualdades. 1ed.Goiânia: Gegraf/UFG, v. 1, p. 261-279, 2016

BRAGA, Leonardo Viana; CANGUSSU, Daniel; FURQUIM, L. P. “Instrumentos de promoção das políticas para povos isolados e de recente contato: os Tupi no arco do desmatamento”. Revista Brasileira de Linguística Antropológica, v. 14, p. 15-60, 2022.

BRAGA, Leonardo Viana; PEDREIRA, Hugo; CABALZAR, Flora Dias. “Fazer saber a própria terra”. In: Nelson Russo de Moraes; Leila Adriana Baptaglin; Lamounier Erthal Vilella; Alexandre de Castro Campos; Raoni Fernandes Azerêdo. (Org.). Povos originários e comunidades tradicionais: trabalhos de pesquisa e de extensão universitária. 1ed.Porto Alegre: Fi, v. 4, p. 133-165, 2020

CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. 1988. “Por uma etnografia das antropologias periféricas”. In. R. Cardoso de Oliveira. Sobre o pensamento antropológico. Rio de Janeiro / Brasília: Tempo Brasileiro / CNPq.

CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. 2004. “O mal-estar da ética na antropologia prática”. In: Ceres Víctora, Ruben George Oliven, Maria Eunice Maciel e Ari Pedro Oro (Orgs.), Antropologia e ética: o debate atual no Brasil. Niterói: Associação Brasileira de Antropologia, ABA, e Editora da Universidade Federal Fluminense, EdUFF, v. 1: 21-32.

EVANS-PRITCHARD, Edwars Evan. 2022 [1945]. “Antropologia aplicada”. Tradução Carmen Añon Brasolin, Cadernos de campo, vol. 31 no. 1:1-9

FERNANDES, Florestan. 2009 [1957]. “Tendências teóricas da moderna investigação etnológica no Brasil”. In: A investigação etnológica no Brasil e outros ensaios. 2. ed. rev. São Paulo: Global Editora, p. 130-197.

GALLOIS, Dominique Tilkin; BRAGA, Leonardo Viana. “Antropologia aplicada e a questão indígena no Brasil hoje: algumas considerações em diálogo com Evans-Pritchard”. Cadernos de Campo (São Paulo - 1991), 31(1), pp. 1-13, 2022, e203786. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v31i1pe203786

GALLOIS, Dominique Tilkin; BRAGA, Leonardo Viana; PEDREIRA, H. P. S. “Construindo um Plano de Gestão Territorial e Ambiental com os Zo’é”. In: Luís Donizete Benzi Grupioni (org.), Em busca do bem viver. Experiências de elaboração de Planos de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas. São Paulo: Rede de Cooperação Amazônica, 1 ed., v. 1, p. 108-131, 2020

IEPÉ, Instituto de Pesquisa e Formação Indígena; FPEC, Frente de Proteção Etnoambiental Cuminapanema. Jo’e rekoha bokituteha ram. Planejando como vamos continuar vivendo bem no futuro. Plano de Gestão Territorial e Ambiental da TI Zo'é. 1. ed. São Paulo: Iepé, v. 1., 2019, 136p,

LIMA, Edilene Cofacci; PACHECO, Rafael. “Povos Indígenas e Justiça de Transição: reflexões a partir do caso Xetá”. RACÊ DIREITOS HUMANOS EM REVISTA, v. 4, p. 219-241, 2017.

LIMA, Edilene Coffaci de, PASSOS, Lilianny Rodriguez Barreto dos; PACHECO, Rafael. (2022). “Os Xetá e seus acervos: memória histórica, política e afetiva (Paraná, Brasil)”, Journal de la Société des américanistes [En ligne], 107-1 | 2021. URL : http://journals.openedition.org/jsa/19503 ; DOI : https://doi.org/10.4000/jsa.19503

LIMA, Edilene Cofacci; PACHECO, Rafael; SILVA, Maria Angelita. “Xetá: a renitente batalha”. Povos Indígenas no Brasil, v. 2011-6, p. 748-748, 2017.

OLIVEIRA FILHO, João Pacheco; SOUZA LIMA, A. C. 1982. “Os muitos fôlegos do indigenismo”. Anuário Antropológico, vol.6, no. 1: 277-290

PACHECO, Rafael; LIMA, E. C. “Apresentação: A ditadura continua para os índios”. Campos (UFPR), v. 20, p. 9-25, 2019. (dossiê “Povos indígenas: Memória, verdade, justiça”).

PACHECO, Rafael; HARARI, Isabel. “Comissão da Verdade considera a não demarcação de Terras Indígenas grave violação de direitos humanos”. Instituto Socioambiental, São Paulo (SP), 18 mar. 2015.

RAMOS, Alcida Rita. “Indigenismo: um orientalismo americano”. Anuário antropológico, vol. 37, no. 1: 27-48, 2012.

SÃO PAULO (SP), Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Currículo da cidade: povos indígenas: orientações pedagógicas. – São Paulo: SME / COPED, 2019.

SILVA, Aracy; GRUPIONI, Luis Donizete. A temática indígena na escola: a: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. Brasília (DF): MEC/Mari/Unesco, 1995. 575 páginas.

VERA BRITOS, A. G. “Aceso a la información pública con enfoque intercultural: Reflexiones y propuestas desde y con los Pueblos Indígenas del Chaco paraguayo”. 000. ed. Asuncion: Tierraviva, 2019. 58p.

VERA BRITOS, A. G.; MARTINEZ RIQUELME, E. “Políticas públicas educativas para los pueblos indígenas en Paraguay: breves reflexiones y desafíos a partir de la creación de la Ley 3231/07”. Suplemento Antropológico, v. LIII, p. 105-127, 2018.

VILLA, Amanda. Demarcando vestígios: Definindo (o território de) indígenas em isolamento voluntário na Terra Indígena Massaco. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social). São Carlos, Universidade Federal de São Carlos, 2018.

VILLA, A. “Fazer-se notar, fazer-nos afastar: um percurso etno-histórico sobre os indígenas em isolamento na Terra Indígena Massaco”. Revista Brasileira De Linguística Antropológica, 14(1), 2022, 153–195. https://doi.org/10.26512/rbla.v14i1.44513

VILLA PEREIRA, A. “Roçando caminho e semeando paisagem”. Maloca: Revista de Estudos Indígenas, v. 5, p. e022012, 2022.

Portais:

. Fundação Nacional dos Povos Indígenas. www.funai.gov.br
. Povos Indígenas no Brasil (enciclopédia virtual) - Instituto Socioambiental. www.pib.socioambiental.org
. Terras Indígenas no Brasil - Instituto Socioambiental. www.terrasindigenas.org
. Centro de Referência Virtual Indígena - Armazém Memória. https://armazemmemoria.com.br/centros-indigena/

Programa

Aula 1. Siegfried Kracauer e o urbano

Aula 2. Walter Benjamin e a infância

Aula 3. Theodor Adorno e a astrologia

Aula 4. Gilda de Mello e a moda

Bibliografia principal:

ADORNO, T. As estrelas descem à terra: a coluna de astrologia do Los Angeles Times: um estudo sobre superstição secundária. São Paulo: Editora UNESP, 2008.
BENJAMIN, W. Obras escolhidas II: Rua de mão única. São Paulo: Brasiliense, 1995.
____________. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. São Paulo: Editora 34, 2002.
KRACAUER, S. O ornamento da massa. São Paulo: Cosac & Naify, 2009.
SOUZA, G.M. O espírito das roupas: a moda no século 19. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

Bibliografia de apoio:

ADORNO, T. Introdução à sociologia. São Paulo: Editora Unesp, 2008.
ARANTES, O. Chai-na. São: Editora da Universidade de São Paulo, 2011.
ARANTES, O; ARANTES, P. Gilda de Mello e Souza: ainda se trata de formação. São Paulo : [s.n], 2020.
_______________________. Sentido da formação: Três estudos sobre Antonio Candido, Gilda de Mello e Souza e Lucio Costa. São Paulo : [s.n], 2021.
CRAVER, H.T. Reluctant Skeptic: Siegfried Kracauer and the Crises of Weimar Culture. New York: Berghahn Books, 2017.
FLECK, A. Theodor W. Adorno: um crítico na era dourada do capitalismo. 2015. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2015.
________________________. Gilda de Mello e Souza: ainda se trata de formação. São Paulo : [s.n], 2020.
GAGNEBIN, J.M. Limiar, aura e rememoração: ensaios sobre Walter Benjamin. São Paulo: Editora 34, 2014
_______________. História e narração em Walter Benjamin. São Paulo: Perspectiva, 2001.
HANSEN, M.B. Cinema and Experience Siegfried Kracauer, Walter Benjamin, and Theodor W. Adorno. Berkeley: University of California Press, 2012.
SANTOS, P. Siegfried Kracauer: sociologia e superfícies: escritos até 1933. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.
SOUZA, G.M. O tupi e o alaúde. São Paulo: Editora 34, 2003.
____________. A ideia e o figurado. São Paulo: Editora 34, 2005
____________. Exercícios de leitura. São Paulo: Editora 34, 2009.

 

Programa

1. Programa Resumido
O programa de todos os módulos está organizado conforme os capítulos do livro didático
Čeština Expres 1 (A1/1) e Čeština Expres 2 (A1/2) distribuidos da seguinte maneira:

Módulo I Estudo dos capítulos 1 a 3 de Čeština Expres 1
Módulo II Estudo dos capítulos 4 a 7 de Čeština Expres 1
Módulo III Estudo dos capítulos 8 a 10 de Čeština Expres 2
Módulo IV Estudo dos capítulos 11 a 14 de Čeština Expres 2

2. Bibliografia Complementar
HOLÁ, Lída a Pavla BOŘILOVÁ. Čeština expres 1: [úroveň] A1/1 : [anglická verze]. 2.,
opr. vyd. Praha: Akropolis, 2011. ISBN 978-80-87481-22-6.
Disponível para compra em:
https://issuu.com/akropolis/docs/cestina_expres_1_aj_issuu_1
HOLÁ, Lída a Pavla BOŘILOVÁ. Čeština expres 2: [úroveň] A1/2 : [anglická verze].
Praha: Akropolis, 2011. ISBN 978-80-87481-26-4.
Disponível para compra em:
https://issuu.com/akropolis/docs/cestina_expres_1_aj_issuu_1
REMEDIOSOVÁ, Helena a Elga ČECHOVÁ. Chcete mluvit česky? Liberec: Harry Putz,
2009. ISBN 978-80-86727-19-6.
REMEDIOSOVÁ, Helena a Elga ČECHOVÁ. Chcete mluvit česky? Liberec: Harry Putz,
2009. ISBN 80-86727-08-4.
Portugalština: slovníček. V Brně: Lingea, 2015. Nejen pro začátečníky. ISBN 978-80-
7508-084-4.

Programa

02/02, AULA 1 - Código Hays e a mulher na ficção hollywoodiana dos anos 1950
Censura, caça às bruxas, modernização do trabalho doméstico, questões psiquiátricas e bons modos no American way of life da Guerra Fria

09/02, AULA 2 - A nostalgia dos anos 1950 no cinema de Hollywood nos anos 1980
A era Reagan e a ressaca dos direitos civis: neo-liberalismo, televangelismo, pós-modernidade e a ilusão de um passado mais ameno e feliz

16/02, AULA 3 - Replicantes, algoritmos e a digitalização da mulher na nostalgia futurista distópica dos anos 2010
A ficção científica como base nostálgica: deslocamentos e embaralhamento de tempos, a desmobilização social no olhar adiante por lentes pregressas

23/02, AULA 4 - Versão brasileira: a mulher "recatada e do lar" na ficção televisiva com vínculos religiosos
Da ficção global de época nos anos 1980 à ficção contemporânea com valores e comportamentos de época num Brasil cada vez mais evangélico

BIBLIOGRAFIA:

BEASLEY, Chris, BROOK, Heather. The cultural politics of contemporary Hollywood film: power, culture, and society. Manchester: Manchester University Press, 2019.

BUTLER, Judith P.. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018.

COWE, Jennifer. Past perfect(ed): future nostalgia and the fight against Trump’s America in Netflix’s Hollywood. European journal of American studies 17-2, Summer 2022. Disponível em: https://journals.openedition.org/ejas/18287. Acesso em: 14 set. 2022.

CREED, Barbara. Return of the monstrous-feminine: feminist New Wave Cinema. Nova York: Routledge, 2022.

DANCYGER, Ken. The technique of film and video editing: history, theory, and practice. Burlington: Focal Press, 2006.

DÁVILA, Ignacio Del Valle; MORETTIN, Eduardo. Cinema e história nas Américas. In: IdeAs [En ligne], 7 | Printemps/Été 2016. Disponível em: http://journals.openedition.org/ideas/3144. Acesso em: 03 ago. 2022.

DOANE, Mary Ann. The afterimage, the index, and the acessibility of the present. In: The emergence of cinematic time. Modernity, Contingency, the Archive. Cambridge: Harvard University Press, 2002, p. 69-107.

DUNN, Charles W.; WOODARD, David. Ideological images for a television age: Ronald Reagan as party leader. In: HILL, Dilys M., MOORE, Raymond A.; WILLIAMS, Phil (edit.). The Reagan Presidency: an incomplete revolution?. Londres: The MacMillan Press, 1990, p. 115-131.

FALUDI, Susan. Backlash: the underclared war against American women. Nova York: Three Rivers Press, 2006.

FERNANDES, Luiz Estevam; KARNAL, Leandro; MORAIS, Marcus Vinícius de; PURDY, Sean. História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. São Paulo: Contexto, 2007.

HADDEN, Jeffrey K.. The rise and fall of American televangelism. In: The Annals of the American Academy of Political and Social Science, Vol. 527, Religion in the Nineties (May, 1993), pp. 113-130. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/1048680. Acesso em: 14 set. 2022.

HALBERSTAM, David. The fifties. Nova York: Villard Books, 1993.

HUTCHEON, Linda, VÁLDES, Mario J.. Irony, nostalgia, and the postmodern: a dialogue. In: Poligrafías. Revista de Literatura Comparada, n. 3, 2000, p. 18-41.

KORNIS, Mônica Almeida. Uma memória da história nacional recente: as minisséries da Rede Globo. Disponível em:
http://www.portcom.intercom.org.br/pdfs/1261325703698131227166816141114…. Acesso em: 22 nov. 2023.

KOZIOL, Mary; TONE, Andrea. (F)ailing women in psychiatry: lessons from a painful past. In: Canadian Medical Association Journal, v.190(20); 22 mai. 2018. Disponível em:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5962395/. Acesso em: 14 set. 2022.

MACMANUS, Matthew. The rise of post-modern conservatism: neoliberalism, post-modern culture, and reactionary politics. Londres: Palgrave MacMillan, 2020.

MANOVICH, Lev. The language of new media. Cambridge: MIT Press, 2001.

MORETTIN, Eduardo Victorio. Cinema as a historial source in the Works Marc Ferro. In: História: Questões & Debates, n. 38, p. 11-42. Curitiba: Editora UFPR, 2003.

MULVEY, Laura. Feminist film theory, history, and film studies. In: CALLAHAN, Vicki (edit.). Reclaiming the archive: feminism and lm history. Detroit: Wayne State University Press, 2010.

NÉIA, Lucas Martins. Como a ficção televisiva moldou um país: uma história cultural da telenovela brasileira (1963 a 2020). Tese (Doutorado em Ciências da Comunicação) Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2021. Disponível em:
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27164/tde-25092023-103535…. Acesso em: 22 nov. 2023.

PERROT, Michelle. Os excluídos da história: operários, mulheres e prisioneiros. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2017.

SCOLA, Jorge. La dramaturgia bíblico-televisiva en TV Record: significados y mediaciones basados en la producción del mensaje. Ciencias Sociales y Religión, Campinas, SP, v. 19, n. 27, p. 47–71, 2017. DOI: 10.20396/csr.v19i27.12496. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/csr/article/view/8669763. Acesso em: 22 nov. 2023.

WARE, Susan. American women's history: a very short introduction. Nova York: Oxford University Press.

 

Programa

1. Drones: Tipos e Aplicações;

2. Drones para Mapeamento;

3. Drones: Montagem e Conservação e Manutenção;

4. Normas e Leis da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e do Sistema para solicitação de acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro por Aeronaves Não Tripuladas (SARPAS);

5. Drones: Pilotagem e Planos de Voo.

Bibliografia

ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Disponivel em: https://www.gov.br/anac/pt-br/assuntos/drones/cadastro-de-drones.

BOURSCHEIDT, Vandoir. Uso de VANTS para estudos ambientais em áreas urbanas: aplicações atuais e perspectivas. In: PRUDKIN, Gonzalo; BREUNIG, Fábio Marcelo (Org). Drones e ciência: teoria e aplicações metodológicas. Teoria e aplicações metodológicas. Santa Maria: Facos-ufsm, 2019. p. 111-123. Disponível em: https://repositorio.ufsm.br/handle/1/18774.

FENG, Quanlong; L., LIU, Jiantao; GONG, Jianhua. UAV remote sensing for urban vegetation mapping using random forest and texture analysis. Remote Sensing, 7(1), 1074-1094, 2015. Disponível em: https://www.mdpi.com/2072-4292/7/1/1074.

SARPAS. Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). Disponível em : https://sarpas.decea.mil.br/.

Programa

Aula 1 - Introdução à crônica e ao autor

Aula 2 - Futebol e Literatura: Tempo e Comunidade nas Crônicas de Juan Villoro (I)

Aula 3 - Futebol e Literatura: Tempo e Comunidade nas Crônicas de Juan Villoro (II)

Aula 4 - Outras crônicas e encerramento dos encontros

REFERÊNCIAS

ANDRADE, Mário de. Macunaíma : o herói sem nenhum caráter / Mário de Andrade ; organizadores: Miguel Sanches Neto, Silvana Oliveira. – Chapecó : Ed. UFFS, 2019.
BERNABÉ, Mónica. (2010). Sobre márgenes, crónica y mercancía. Boletín, 15, p. 1- 17.
BATAILLE, Georges. El límite de lo útil (fragmentos de una versión abandonada de La Parte maldita). Traducción de Manuel Arranz. Madrid: Losada, 2005.
BROTHERSTON, Gordon. La visión americana de la conquista. In: PIZARRO, Ana. América Latina: palabra, literatura e cultura. Campinas: Unicamp,1993.
CAPARRÓS, Martín. Por la crónica. In: Congreso Internacional de la Lengua Española de Cartagenas, 4., 2007, Cartagena de las Indias. Anais eletrônicos… Disponível em:
29
http://congresosdelalengua.es/cartagena/ponencias/seccion_1/13/caparros…. htm.
CASTRO;SCHMIDT, Como Mário Filho foi essencial para a construção do Maracanã. ge.globo.com, 2021. Disponível em: https://interativos.globoesporte.globo.com/pe/futebol/materia/o-estadio… filho
FILHO, Mario. O Negro no futebol brasileiro. Rio de Janeiro: Mauad, 2003. 5ª edição, 2010
MONSIVÁIS, Carlos. Monsiváis C. (1987). De la Santa Doctrina al Espíritu Público. (Sobre las funciones de la crónica en México). Nueva Revista De Filología Hispánica (NRFH), 35(2),
NANCY, Jean-Luc. 58 indicios sobre el cuerpo. In: __________. 58 indicios sobre el cuerpo y Extensión del alma. Traducción de Daniel Alvaro. Adorgué: Ediciones La Cebra, 2017. p. 13-34.
NANCY, Jean-Luc. La comunidad inoperante. In: _________. La comunidad inoperante. Traducción de Juan Miguel Garrido Wainer. Santiago: Lom, 2000b. p. 9- 48.
NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo. São Paulo. Global. 2013. p. 587. VILLORO, Juan. Balón dividido. Cidade de México: Planeta, 2014b.
SABINO, Alex. Meu pior defeito foi ter ficado rico, provoca Milton Neves aos 50 anos de carreira. Folha de S.Paulo, São Paulo, 23 de dez. de 2021.
VILLORO, Juan. Dios es redondo. Barcelona: Editorial Anagrama, 2014a.
30
VILLORO, Juan. La crónica, ornitorrinco de la prosa. La nación, [S.I] 22 de jan. de 2006. Disponível em: https://www.lanacion.com.ar/cultura/la-cronica-ornitorrinco-de la-prosa-nid773985/.
VILLORO, Juan. Los once de la tribu. CLACSO: Brigada para leer en libertad - José Martí, 2017. Disponível em: https://www.clacso.org/casa-de-las-americas-brigada para-leer-en-libertad-jose-marti/.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Perspectivismo e multinaturalismo na América indígena. O que nos faz pensar, [S.l.], v. 14, n. 18, p. 225-254, sep. 2004. ISSN 0104- 6675. Disponível em: http://www.oquenosfazpensar.fil.puc rio.br/import/pdf_articles/OQNFP_18_13_eduardo_viveiros_de_castro.pdf

Programa

 
OBJETIVOS: 
 
Desenvolver habilidades comunicativas e reflexivas avançadas em e sobre a Língua Francesa, que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas linguísticas, discursivas e do léxico utilizados em situações diversas. Possibilitar o desenvolvimento das habilidades de compreensão oral e escrita em nível avançado. Sensibilizar para elementos de cultura dos países francófonos, promovendo a reflexão cultural e intercultural sobre aspectos contemporâneos. 
 
Nível exigido: o aluno deve ter o diploma do DELF B2 ou diploma do DALF C1; Nível 10 completo; teste de nível (apto para nível 11); Graduação nível 7 completo. 
 
Não há livro didático programado, mas pode ser escolhido um livro, de comum acordo com o professor. 
 
PROGRAMA: 
 
Comunicação: discutir sobre aspectos da cultura contemporânea relativos aos diferentes países francófonos. Debater temas da atualidade francófona, escolhidos conjuntamente entre alunos e professores, podendo abranger os seguintes conteúdos temáticos: arte, cinema, literatura, música, aspectos sociais, gastronomia, turismo, aspectos linguísticos, aspectos regionais dos países francófonos, entre outros. 
Vocabulário: termos ligados à arte, cinema, literatura, música, aspectos sociais, gastronomia, turismo, níveis de língua, visando a um desenvolvimento mais preciso e completo do campo lexical dos alunos. 
Gramática: serão desenvolvidos aspectos julgados necessários pelos professores e/ou pelos alunos, tendo em vista sua expressão em relação aos temas tratados. 
Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso. 
 
BIBLIOGRAFIA GERAL: 
 
BARTHÉLEMY, Fabrice ; KLESZEWSKI, Christine ; PERRICHON, Emilie ; WUATTIER, Sylvie. Version originale 4. Paris : Editions Maison des Langues, 2012. 
GRÉGOIRE, M. Grammaire progressive du français – perfectionnement. Paris : CLE International, 2012. 
MEYER, Denis. Clés pour la France. Paris : Hachette, 2010. 
MONNERIE-GOARIN, Annie. Le français au présent. Paris : Didier, 1996. 
ROESCH, R. ; ROLLE-HAROLD, R. La France au quotidien. Grenoble : PUG, 2012. 
TREVISIOL, Pascale ; VASILJEVIC, Ivana. Vocabulaire en action. Niveau avancé (B1-B2). Paris, CLE International, 2011.

 

Programa

CRONOGRAMA
Todos os textos a serem discutidos terão acesso facilitado e virtual. Para fins de organização do material do curso, os textos também serão disponibilizados via Google Drive, assim como as indicações de material complementar utilizados em aulas.

Aula 1 – 21 de julho
Na primeira aula, vamos contextualizar o debate em dois níveis. Primeiro, referindo autor e obra ao contexto de discussão em que ela foi escrita. Segundo, mostrando como o problema do conservadorismo se inscreve no interstício entre a sociologia do conhecimento e a sociologia política.


Aula 2 – 23 de julho
Nesta aula, vamos apresentar o primeiro capítulo do livro “Konservatismus” de Karl Mannheim. A discussão se concentrará nos aspectos teórico-metodológicos de seu trabalho.


Aula 3 – 28 de julho
Na terceira aula, vamos apresentar o segundo capítulo de “Konservatismus”: o conceito de conservadorismo, sua natureza, história, morfologia e a relação com o conceito de liberdade.


Aula 4 – 30 de julho
Dedicaremos a última aula a aplicar algumas das ideias desenvolvidas por Mannheim para pensar formas contemporâneas do pensamento conservador; O conservadorismo segundo os conservadores. Algumas ideias de Scruton, Oakshott e Nisbet.

BIBLIOGRAFIA


MANNHEIM, Karl (1986). “O pensamento conservador”. In: MARTINS, José de S. (Org.). Introdução critica à sociologia rural. São Paulo: Hucitec, 1986. cap 3, p.77-131.
Bibliografia de apoio
ESCORSIM NETTO, Leila. (2013) “O conservadorismo como objeto da sociologia do conhecimento (K. Mannheim)”. In: O conservadorismo clássico: elementos de caracterização e crítica. São Paulo: Cortez.
GARCÍA, José M. G. (1993), “Reflexiones sobre «El Pensamiento Conservador» de Karl Mannheim”. In: Revista española de investigaciones sociológicas, n. 62, p. 61-81.
FRISBY, David P. (1992). The alienated mind: the sociology of knowledge in Germany. Routledge: Londres.
LEPENIES, Wolf (1996). “O espírito alemão em perigo: E. R. Curtius, Karl Mannheim e T. S. Elliot”. In: As três culturas. São Paulo: Edusp, pp. 309-328.
LONGHURST, Brian (1989). Karl Mannheim and the Contemporary Sociology of Knowledge. London: MacMillan Press.
MANNHEIM, Karl (1984). Korservatismus – Ein Beitrag zur Soziologie des Wissens (orgs. KETTLER, David; MEJA, Volker; STEHR, Nico). Frankfurt am Main: Surkhamp Taschebuch Wissenschaft. [Em inglês: (1986), Conservatism – A contribution to the sociology of Knowledge (orgs. KETTLER, David; MEJA, Volker; STEHR, Nico). Londres, Nova York: Routledge & Kegan Paul.]
MANNHEIM, Karl (1998). Ideology and Utopia (Routledge Classics in Sociology). Routledge. [Em português: (1968). Ideologia e Utopia. Rio de Janeiro: Zahar.]
MANNHEIM, Karl (1927). “Das konservative Denken: soziologische Beiträge zum Werden des politisch-historischen Denkens in Deutschland”. In: Archiv für Sozialwissenschaft und Sozialpolitik, v. 57, pp. 68-142 (p. I) e 470-495 (p. II). [Em inglês: (1954) “Conservative thought”. In: Essays on Sociology and Social Psychology. Londres, Nova York: Routledge & Kegan Paul, pp. 74-164. Em francês: (2009) "La pensée conservatrice." Éditions de la revue Conférence.]
MEJA, Volker, STEHR, Nico (orgs.) (2006). Der Streit um die Wissenssoziologie. Frankfurt am Main: Surkhamp Taschenbuch Wissenschaft.
NELSON, Rodney D. (1992). “The Sociology of Styles of Thought”. In: The British Journal of Sociology, vol. 43, no. 1, pp. 25-54.
NISBET, Robert (1952). Conservatism and sociology. American Journal of Sociology, 58(2), 167-175. [Em Português: (1986) "As idéias-unidades da Sociologia; Conservadorismo e Sociologia." In: MARTINS, José de S. (org.). Introdução Crítica à Sociologia Rural (2ª edição). Universidade de São Paulo & Hucitec.
NISBET, Robert (1986). Conservatism: dream and reality. Transaction publishers. [Em Português: O conservadorismo. (1987) Tradução M. F. Gonçalves de Azevedo. Lisboa: Editorial Estampa (Col. Temas de Ciências Sociais)].
OAKESHOTT, Michael. (1991). On being conservative. Rationalism in politics and other essays, 407-437. [Em Português: Conservadorismo. (2016) Tradução de André Bezamat. Belo Horizonte: Editora yiné.
ROUVILLOIS, Frederic., DARD, Olivier., & BOUTIN, Christophe. (2017). Le dictionnaire du conservatisme. Les éditions du Cerf.
RINGER, Fritz (2010). “A sociologia da cultura e do conhecimento”. In: O declínio dos mandarins alemães. São Paulo: Edusp, pp. 384-397.
SCRUTON, Roger. (1980). The meaning of conservatism. Harmondsworth: Penguin Books. [Em Português: O que é conservadorismo? (2015). São Paulo. Ed É Realizações. Capítulos I e II, pp. 45-95.]
VILLAS BOAS, Glaucia (2006). A recepção da sociologia alemã no Brasil. Rio de Janeiro: Topbooks.

Programa

Aula 1 – Noções introdutórias. As línguas indígenas de importância histórica no Brasil e seu
papel na nomeação do território brasileiro. A natureza do estudo toponímico

Aula 2 – Os padrões morfológicos dos nomes indígenas de origem tupi ou com origem nas
línguas gerais dele originadas. Os topônimos quinhentistas de origem tupi.

Aula 3 – Os nomes de origem tupi com a posposição tupi -PE.

Aula 4 – A nomeação da Amazônia com topônimos indígenas

Aula 5 – Os nomes de origem indígena da “Paulistânia”, isto é, a região do sudeste, sul e centro-
oeste do Brasil influenciada pelos paulistas

Aula 6 – Os nomes geográficos de origem indígena não tupi no Brasil

Aula 7 – Os nomes de origem indígena surgidos nos séculos XIX e XX

Bibliografia:

CARDOSO, Armando Levy. Toponímia Brasílica. Rio de Janeiro: Biblioteca do
Exército Editora, 1961.
LEITE, Fabiana Raquel. A Língua Geral Paulista e o "Vocabulário Elementar da
Língua Geral Brasílica". Dissertação de mestrado. Universidade Estadual de
Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem. Campinas, SP, 2013.
NAVARRO, Eduardo de Almeida. O último refúgio da língua geral no Brasil. In:
Estudos Avançados. São Paulo, USP, v. 26, p. 245-254, 2012.
_________________ Tupi or not Tupi: A Identidade Indígena do Brasil. In: Revista
Brasileira, Rio de Janeiro, 1941, v. I, p. 91-104, 2017.
_________________ Artificial Indigenous Place Names in Brazil: a Classification of
Tupi Origin Names Created in the 19th and 20th Centuries. In Revista Letras
Raras. Campina Grande, UFCG, v. 9, p. 252-267, 2020.
_________________Os topônimos com a posposição tupi –pe no território brasileiro. In
Revista do Museu Emílio Goeldi. Belém, 2021 (no pelo).

TEIXEIRA, Rubenilson Brazão. Os desenhos da cidade: as representações da cidade do
Natal no século XVII. In: Topoi. Rio de Janeiro, v. 21, n. 43, p. 68-96, jan./abr.
2020.