Programa

Revelações sobre o Romance Proletário (1930-1935)
1a aula
Vídeo/palestra do ministrante
20 minutos
Disponível no Google Sala de Aula
Conteúdo
Manifestações literárias na década de 1920 que foram batizadas como "romance proletário".
Exemplos de obras e autores mais clássicos deste tipo de romance e uma indagação: por que foram chamados assim?
As definições de "proletariado" e "romance" que emanam dos movimentos de esquerda e direita.

Material disponível ao alunos no Google Sala de Aula: artigos da época em PDF; trechos ou resumos dos livros citados.
2a aula
Vídeo/palestra do ministrante
30 minutos
Disponível no Google Sala de Aula
Conteúdo
O romance proletário no Brasil: de carona com o Romance de 30. Jorge Amado.
Os principais autores e seus principais críticos.
As influências estrangeiras — Michael Gold e Os Judeus Sem Dinheiro

Material disponível ao alunos no Google Sala de Aula: artigos da época em PDF; trechos ou resumos dos livros citados.
3a aula
Debate ao vivo
50 minutos
Existe romance proletário?
Qual é o principal legado dessa manifestação?
Questões poéticas e políticas

Avaliação:
A nota final de cada aluno será composta de:
Texto final a ser entregue até dia 15 de agosto: 30%
Participação na aula ao vivo: 70%

ABDALA JÚNIOR, Benjamin. O Romance Social Brasileiro. São Paulo: Editora Scipione, 1993.
ADONIAS, Filho. O Romance Brasileiro de Trinta. Rio de Janeiro: Edições Bloch, 1969.
ALBUQUERQUE, Durval Muniz de. A Invenção do Nordeste e outras artes. São Paulo: Cortez, 1999.
ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de. Jorge Amado: política e literatura. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1979.
ALMEIDA, José Maurício Gomes de. A tradição regionalista no Romance Brasileiro 1875-1945. Rio de Janeiro: Topbooks, 1999.
AMADO, Jorge.País do Carnaval, Cacau, Suor. São Paulo: Editora Martins, 1974.
______. Capitães da Areia. São Paulo: Editora Martins, 1937.
______. Jubiabá. Rio de Janeiro: Editora Record, 1982.
______. Navegação de Cabotagem. Rio de Janeiro: Editora Record, 1992.
ANDRADE, Mário de. O Empalhador de Passarinho, São Paulo: Livraria Martins Editora, 1972.
ANDRADE, Mário. Aspectos da Literatura Brasileira. Belo Horizonte: Itatiaia, 2002.
BUENO, Luís. Os três tempos do romance de 30. Teresa, São Paulo: n. 3, pp. 254-283, 26 dezembro de 2002.
______. Uma história do romance de 30. São Paulo: Edusp, 2015.
BARTHES, Roland. O Rumor da Língua. São Paulo: Editora Brasiliense, 1988
CANDIDO, Antonio. Brigada Ligeira. São Paulo: Livraria Martins Editora,1945
______. A Educação pela Noite e Outros Ensaios. São Paulo: Ática, 1989.
______. Formação da Literatura Brasileira, 2o volume (1836-1880). Belo Horizonte - Rio de Janeiro: Editora Itatiaia, s/d.
______. Literatura e Sociedade. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1965.
______. O Discurso e a Cidade. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1993
CARELLI, Fabiana. Casas com rio atrás: Jorge Amado em África. Via Atlântica no. 27, p. 111-143, São Paulo: Universidade de São Paulo, Jun/2015
CASTRO, Moacyr Werneck de. Sobre um Romance do Norte. Revista Acadêmica. Rio de Janeiro ano II ,no10, IV, 1934. s/p
COUTINHO, Afrânio. A Literatura no Brasil. Volume 5 Parte II - Era Modernista. São Paulo: Global Editora, 2001
DÓRIA, Carlos Alberto. 1930: Romance e revolução. Ensaios enveredados. São Paulo: Edições Siciliano, 1991
DUARTE, Eduardo de Assis. Jorge Amado: Romance em Tempo de Utopia. Rio de Janeiro: Editora Record, 1996.
FREYRE, Gilberto. Casa-Grande e Senzala. São Paulo: Global, 2011.
HALLEWELL, Laurence. O Livro no Brasil. São Paulo: T.A Queiroz, Editor, 1985.
HOLLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1978
JORGE AMADO: 30 ANOS DE LITERATURA. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1961.
LAFETÁ, João Luiz. 1930: A Crítica e o Modernismo. São Paulo: Editora 34/ Duas cidades, 2000.
MICELI, Sérgio. Intelectuais à Brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Martins, 1942
PRATT, Marie Louise. Os Olhos do Império: Relatos de Viagem e Transculturação. Florianópolis: Edusc, 1999.
OLIVEIRA, José Osório de. História Breve da Literatura Brasileira. Lisboa: Editorial Inquérito, 1939.
PAES, José Paulo. De Cacau a Gabriela, Um Percurso Pastoral. Salvador: Casa das Palavras, Fundação Jorge Amado, 1991.
PEREIRA, Lucia Miguel. Livros. Gazeta de Notícia. Rio de Janeiro; 14 de outubro de 1934, p. 16
PEREIRA, Lucia Miguel. Prosa de Ficção. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1957.
RAILLARD, Alice. Conversando com Jorge Amado. Rio de Janeiro: Editora Record, 1992.
RAMOS, Graciliano. Linhas Tortas. Rio de Janeiro: Editora Record, 1980.
ROSSI, Luiz Gustavo Freitas. A militância política na Obra de Jorge Amado, Caderno de Leituras 22,São Paulo, Companhia das Letras, s/d
SALLA, Thiago Mio. Literatura, política e legitimação institucional: o romance de 1930 e o modernismo de 1922 segundo a retórica estadonovista. Teresa. São Paulo: 2015, no 16, 201, p. 119.
______. Graciliano e a Cultura Política. São Paulo: Edusp, 2016
SÜSSEKIND, Flora. Tal Brasil, Qual Romance?. Rio de Janeiro: Achiamé, 1984.
TATI, Miécio. Jorge Amado: Vida e Obra. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 1961.
TROTSKY, Leon. Literatura e Revolução. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1969.

Programa

Programa completo: “A origem da obra de arte segundo Martin Heidegger”.
Coordenador do curso livre: Professor Dr. Márcio Suzuki.
Ministrante: Dra. Danjone Regina Meira.
Ementa: estudo sobre a origem da obra de arte a partir do caminho ontológico na filosofia de Martin Heidegger.

Aula 1 – Heidegger, a linguagem e o “Dasein” em “Ser e tempo”.
A relação do “Dasein” com a linguagem, o aspecto pré-ontológico e ontológico inerente ao “Dasein”. A arte advém do “Dasein” como ente privilegiado, ser de compreensão e ser de linguagem. Ontologia do Dasein, hermenêutica e linguagem.

Aula 2 – A arte e a obra de arte na superação da metafísica em Heidegger. A questão da arte após a virada no pensamento de Martin Heidegger. O projeto do ser se encontra com a poesia e a questão da linguagem é mais aprofundada no pensamento de Heidegger.

Aula 3 – Dasein e arte em “A origem da obra de arte”. A relação entre o Dasein, a arte e a verdade. A história da arte a partir da “verdade do ser”. “Historie” e “Geschichte”.

Aula 4 – A disputa entre “terra” e “mundo” na obra de arte. O acontecimento da verdade do ser e a “disputa”. A tensão no interior do ente: obra de arte. O velamento e o desvelamento no ente.

Aula 5 – A verdade e a arte. A questão da verdade após a virada no pensamento de Heidegger e a sua interface com a arte.

Aula 6 – A arte e a linguagem. A obra “A caminho da linguagem”. O projeto do ser e o seu caminho que considera a arte.

Aula 7- A arte e a poesia (Dichtung). A arte não é ficção, a arte é a realidade. A essência poética da arte.

Bibliografia

HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Trad: Fausto Castilho. Campinas, SP: Editora da Unicamp, RJ: Vozes, 2012.
HEIDEGGER, Martin. A origem da obra de arte. Trad. de Idalina Azevedo e Manuel Antônio de Castro. São Paulo: Edições 70, 2010.
HEIDEGGER, Martin. Introdução à metafísica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1969.
HEIDEGGER, Martin. A caminho da linguagem. Tradução Márcia Sá Cavalcante Schuback. Petrópolis, RJ: Vozes: Bragança Paulista, SP: Editora Universitária São Francisco, 2003.
HEIDEGGER, Martin. Hölderlin y la esencia de la poesía; edición, traducción, comentarios y prólogo de Juan David García Bacca. - Barcelona: Anthropos, 1994.

Programa

10/04, 14h30 às 18h - Aula 1.
Apresentação da proposta, bibliografia, dinâmicas de ensino do curso
História do território, do estado e das fronteiras westfalianas.
DORFMAN, Adriana. A condição fronteiriça diante da securitização das fronteiras do Brasil. D. Nascimento; J. P.
Rebelo. Fronteiras em perspectiva comparada e temas de defesa da Amazônia. Belém: EDUFPA, 2013.
GOETTERT, Jones D.; ABREU, Silvana de ; SOUZA, A. O. . O processo civilizador e as fronteiras: fronteiras para
civilizar ou civilizar as fronteiras? In: XIV Simpósio Internacional Processos Civilizadores, 2012, Dourados. XIV
Simpósio Internacional Processos Civilizadores. Dourados: Editora da UFGD, 2012. v. 1. p. 1-21.
MACHADO, Lia Osório. Limites, fronteira, redes. In: STROHAECKER, Tania Maria et al. (org.). Fronteiras e espaço
global. Porto Alegre: AGB Porto Alegre, 1998. p. 41-49.


11/04, 14h30 às 18h - Aula 2.
O sistema territorial
BENEDETTI, Alejandro. Territorio: concepto integrador de la geografía contemporánea. En: Territorio, Lugar,
Paisaje. Prácticas y conceptos básicos en geografía, coord. Patricia Souto, Colección Libros de Cátedra, Buenos
Aires: Facultad de Filosofía y Letras, UBA, 2011. P. 11-82.
RAFFESTIN, Claude. Por uma geografia do poder. São Paulo: Ática, 1993.

12/04, 14h30 às 18h - Aula 3.
Fronteiras Disciplinares
História dos Estudos Fronteiriços na América do Sul e do Brasil
DORFMAN, Adriana; FRANÇA, Arthur Borba Colen; ROCHA, Rafael Port da. Dinâmicas temáticas, disciplinares,
espaciais e temporais dos Estudos Fronteiriços no Brasil: teses e dissertações (2000-2014). Anuário Unbral das
fronteiras brasileiras. Vol. 3 (2017), p. 11-50, Apêndice p. 153-160. http://hdl.handle.net/10183/170022
SPRANDEL, M. A. Breve genealogia sobre os estudos de fronteiras e limites no Brasil. In: OLIVEIRA, R. C. de;
BAINES, S. G. (Orgs.). Nacionalidade e etnicidade em fronteiras. v. 1. Brasília: Editora UNB, 2005.
MARTINS, José de Souza. O tempo da fronteira. Retorno à controvérsia sobre o tempo histórico da frente de
expansão e da frente pioneira. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 8(1): 25-70, maio de 1996.

17/04, 14h30 às 18h - Aula 4.
Análise espacial das fronteiras
Fronteiras e escalas
ANCEL, Jacques. La geografía de las fronteras: El método. Geopolítica(s) Revista de estudios sobre espacio y
poder. v7. n1. 2016.
SAHLINS, Peter. Repensando Boundaries. In: GRIMSON, Alejandro. (comp.) Fronteras, Naciones e Identidades: la
periferia como centro. Buenos Aires: Ciccus, La Crujía, 2000.


18/04, 14h30 às 18h - Aula 5.
História das fronteiras brasileiras
Políticas e práticas em curso nas fronteiras brasileiras
OLIVEIRA, Samara Mineiro. Formação das fronteiras brasileiras: uma abordagem geo-histórica.
Monografia UnBhttps://bdm.unb.br/bitstream/10483/11473/1/2015_SamaraMineiroOliveira.p…
BRASIL. Ministério da Integração Nacional. Secretaria de Programas Regionais. Programa de Desenvolvimento da
Faixa de Fronteira. Proposta de Reestruturação do Programa de Desenvolvimento da Faixa de Fronteira: Bases de
uma Política Integrada de Desenvolvimento Regional para a Faixa de Fronteira. Brasília: Ministério da Integração
Nacional, 2005. 416 p.


19/04, 14h30 às 18h - Aula 6.
Estudos Fronteiriços e Estudos Migratórios contemporâneos
DOMENECH, Eduardo; DIAS, Gustavo. Regimes de fronteira e “ilegalidade” migrante na América Latina e no
Caribe. Sociologias, Porto Alegre, ano 22, n. 55, p. 40-73, 2020.
FELLNER, Astrid M; BURGOS, Hugo. Introducción. Post(S) V. 7. Dez. 2021
MEZZADRA, Sandro. Multiplicação das fronteiras e práticas de mobilidade. REMHU - Rev. Interdiscip. Mobil. Hum.,
Brasília, Ano XXIII, n. 44, p. 11-30, 2015.
SILVA, Regina Coeli Machado e. Escola e educar na fronteira: atos do estado se (des)fazendo em seus limites. In:
Dorfman, A.; Filizola, R.; Félix, J. M. (Orgs.) Ensinando Fronteiras: projetos estatais, representações sociais e
interculturalidade. Porto Alegre: Editora Letra1; Editora Diadorim, 2021, p. 27-58.

Programa

Aula 1: Introdução – A geração de autores do Royal Court Theatre
Aula 2: Vinegar Tom (1976) – A caça às bruxas de ontem e de hoje
Aula 3: Cloud 9 (1979) – Dramatizando o “fim” do Império
Aula 4: Top Girls (1982) – O jantar da História
Aula 5: Far Away (2000) e Seven Jewish Children – a play for Gaza (2009) – A forma dos problemas
contemporâneos
Aula 6: Escaped Alone (2016) – Fim das utopias?

Referências

ADISESHIAH, Siân. Churchill’s Socialism : Political Resistance in the Plays of Caryl Churchill. Newcastle upon
Tyne : Cambridge Scholars Publishing, 2009.
ASTON, Elaine, REINELT, Janelle (eds.). The Cambridge Companion to Modern British Women Playwrights.
Londres: Cambridge University Press, 2000.
ASTON, Elaine & DIAMOND, Elin (eds.) The Cambridge Companion to Caryl Churchill. Londres: Cambridge
University Press, 2009.
BRECHT, Bertolt. Estudos sobre teatro (trad. Fiama Pais Brandão). Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1978.
CHURCHILL, Caryl. Vinegar Tom. In: Plays: 1. Londres: Bloomsbury, 1985.
_______________. Cloud 9. In: In: Plays: 1. Londres: Bloomsbury, 1985.
_______________. Far Away. Londres: Nick Hern Books, 2000.
_______________. Seven Jewish Children – a play for Gaza. Londres: Nick Hern Books, 2009.
_______________. Top Girls. Londres: Bloomsbury, 2013.
_______________. Escaped Alone. Londres: Nick Hern Books, 2016.
EAGLETON, Terry. As ilusões do pós-modernismo. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
INNES, Christopher. Modern British Drama 1890-1990. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.
ITZIN, Catherine. Stages in the Revolution: Political Theatre in Britain Since 1968. Londres: Methuen, 1980 [edição
online 2022].
JAMESON, Fredric. Periodizing the 60s. Social Text, Durham, No. 9/10 The 60’s without Apology, p. 178-209, 1984.
________________. Pós-modernismo ou a lógica do capitalismo tardio. São Paulo: Ática, 1996.
________________. A cultura do dinheiro: ensaios sobre a globalização. Petrópolis: Vozes, 2001.
LACEY, Stephen. British Realist Theatre: The New Wave in Its Context 1956-1965. Londres: Routledge, 1995.
LEHMANN, Hans-Thies. Teatro pós-dramático. São Paulo: Cosac Naify, 2007.
PATTERSON, Michael. Strategies of Political Theatre: Post-War British Playwrights. Cambridge: Cambridge
University Press, 2003.
PAVIS, Patrice. The Routledge Dictionary of Performance and Contemporary Theatre. Abingdon: Routledge, 2016.
PEACOCK, D. Keith. Thatcher’s Theatre. British Theatre and Drama in the Eighties. Westport: Greenwood Press,
1999.
REBELLATO, Dan. 1956 And All That: the making of the modern British drama. London: Routledge, 1999.
ROBERTS, Philip. The Royal Court Theatre and the modern stage. Cambridge: Cambridge University Press, 1999.
ROSENFELD, Anatol. O teatro épico. São Paulo: Editora Perspectiva, 2014.
SAID, Edward. Orientalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
SINFIELD, Alan. The theatre and its audiences. In:___________. Society and Literature 1945-1970. Abingdon:

Routledge, 2013, p. 173-197.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno (1880-1950). São Paulo: Cosac Naify, 2011.
WILLIAMS, Raymond. The Long Revolution. Londres: Penguin Books, 1965.
_________________. Marxism and Literature. Oxford: Oxford University Press, 1977.
_________________. The Country and the City. Londres: The Hogarth Press, 1993.

 

Programa

Aula 1: Delimitação do tema e ferramentas de análise
Aula 2: Populações nativas da região
Aula 3: Colonização e primeiros contatos com os europeus
Aula4: Produção de relações, espaços e locais

Bibliografia básica:
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Metamorfoses Indígenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2003.
BORGES, Jóina Freitas. Os Senhores das Dunas e os Adventícios D‘Além-Mar: primeiros contatos, tentativas de colonização e autonomia Tremembé na Costa Leste-Oeste (séculos XVI e XVII). 2010. 361 f. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2010.
CARVALHO, Maria Rosário G. de; DANTAS, Beatriz G.; SAMPAIO, José Augusto L. “Os povos indígenas no nordeste brasileiro: um esboço histórico”. In: CUNHA, Maria Manuela Ligeti Carneiro da (org.). História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, Secretaria Municipal de Cultura, FAPESP, 1992.
CURT NIMUENDAJU. Museu Nacional. Mapa Etno- Histórico do Brasil e Regiões Adjacentes. [Belém], 1944, 1 mapa. Escala: 1:2.500.00. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Mapa%20Nimuendaju%…. Acesso em: 5 fev. 2025.
FARAGE, Nádia. As muralhas dos sertões: os povos indígenas no Rio Branco e a colonização. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.
GOW, Peter. 2014. Lévi-Strauss’s ‘double twist’ and controlled comparison: transformational relations between neighboring societies. Anthropology of this Century. Disponível em: http://aotcpress.com/articles/lvistrausss-double-twist-controlled-compa…. Acesso em: 14 de janeiro de 2024.
HESPANHA, António Manuel. Porque é que existe e em que é que Consiste um Direito Colonial Brasileiro. Quaderni Fiorentini per la Storia del Pensiero Giuridico Moderno,v. 35, n. 1, p. 59-81, 2006.
MAIA, Lígio José de Oliveira. Serras de Ibiapaba: de aldeia à vila de índios: vassalagem e identidade no Ceará colonial – século XVIII. 2010. 409 f. Tese (Doutorado em História) – Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2010.
METCALF, Alida. Os papéis dos intermediários na colonização do Brasil: 1500-1600. Campinas: Editora da Unicamp, 2019.
MONTEIRO, John Manuel. Tupis, tapuias e historiadores: estudos de história indígena e do indigenismo. 2001. 233 f. Tese (Livre-Docência) – Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, 2001.
OLIVEIRA, João Pacheco de. Uma etnologia dos “índios misturados”? Situação colonial, territorialização e fluxos culturais. In: OLIVEIRA, João Pacheco de. A viagem da volta. Rio de Janeiro: Contra Capa/Laced, 2004.
PERRONE-MOISÉS, Beatriz. Festa e guerra. 2015. Tese (Livre Docência) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.
PERRONE-MOISÉS, Beatriz. Índios livres e índios escravos: os princípios da legislação indigenista do período colonial (séculos XVI a XVIII). In: Cunha, Manuela Carneiro da (org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras/FAPESP, 1992, p. 115-131.
POMPA, Cristina. Religião como tradução: missionários, Tupi e “Tapuia” no Brasil Colonial. São Paulo: EDUSC, 2003.
RIBEIRO, João Victor Diniz. Entre a terra e a conquista: petições e sesmarias indígenas na capitania do Siará Grande (1706-1738). 2025. 190 f. : Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-Graduação em Direito. Fortaleza, 2025.
STUDART FILHO, Carlos. Notas históricas sobre os indígenas cearenses. Fortaleza: Revista do Instituto do Ceará, Fortaleza, 1931.
SZTUTMAN, Renato. “Meditações Clastreanas”. In:__________. O profeta e o principal: a ação política ameríndia e seus personagens. São Paulo: EDUSP, FAPESP, 2012.

Programa

O curso será realizado de maneira remota pela plataforma Google Meet. As aulas serão conduzidas de forma expositiva e dialogada, com a projeção e análise coletiva de imagens (fotografias do ministrante, do acervo do Museu do Futebol e de trabalhos acadêmicos clássicos que utilizaram a fotografia). A participação dos alunos será estimulada por meio de debates a partir das leituras e dos materiais visuais apresentados.

Aula 1 - Apresentação do curso, dos alunos e a história da fotografia em contextos etnográficos.

Aula 2 - A primeira parte vai tratar da discussão sobre o trabalho com acervos fotográficos: como ler e apresentar um arquivo de imagens? A segunda parte da aula vai discutir as formas de construção de uma narrativa visual a partir de exercício de sequenciamento e edição de imagens.

Aula 3 - Discussão de uma fotografia “de perto e de dentro”, prática que busca transmitir uma imersão no contexto etnográfico. A segunda parte da aula vai tratar da articulação entre escrita textual e escrita visual.

Público alvo: Estudantes de graduação em ciências sociais, fotografia, artes e área afins; estudantes de pós- graduação em Antropologia, Sociologia, Comunicação, Artes e áreas afins; pesquisadores com interesse em metodologias visuais; fotógrafos e artistas interessados em abordagens etnográficas, público geral interessado nas temáticas apresentadas. Não é necessário conhecimento prévio em fotografia.

Referências bibliográficas:
ABU-LUGHOD, Lila; REGO, Francisco Cleiton Vieira Silva do; DURAZZO, Leandro. A Escrita contra a cultura. Equatorial – Revista do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, [S. l.], v. 5, n. 8, p. 193–226, 2018
BARBOSA, Andrea; CUNHA, Edgar Teodoro da. Antropologia e Imagem. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2006.
BARTHES, Roland. A câmara clara: notas sobre a fotografia. 8. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2022.
CAIUBY NOVAES, Sylvia. O silêncio eloquente das imagens fotográficas e sua importância na etnografia. Cadernos AA - Antropologia e Artes, v. 3, n. 2, p. 57-67, 2014.
_____________. Por uma sensibilização do olhar – sobre a importância da fotografia na formação do antropólogo. GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista de Antropologia, São Paulo, Brasil, v. 6, n. 1, p. e-179923, 2021.
DOI: 10.11606/issn.2525-3123.gis.2021.179923.
FLUSSER, Vilém. Filosofia da caixa preta: ensaios para uma filosofia da fotografia. São Paulo: É Realizações, 2018.
GOMES, Nilma Lino. Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolo da identidade negra. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008
BARBOSA, Andrea et al (org.). A experiência da imagem na etnografia. São Paulo: Editora Terceiro Nome, 2016.
GUEDES, Simoni Lahud. O futebol brasileiro: Instituição zero. São Paulo: Editora Ludopédio, 2023.
GURAN, Milton. Fotografar para descobrir, fotografar para contar. Cadernos de Antropologia e Imagem, Rio de Janeiro, no 10, p. 155-166, 1995.
HIKIJI, Rose Satiko Gitirana. Filmar o musicar: ensaios de antropologia compartilhada. (Coleção ABCD Agenda 2030). Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2025.
MAGNANI, José Guilherme Cantor et al. Etnografias urbanas: quando o campo é a cidade. Petrópolis: Vozes, 2023
SAMAIN, Etienne. As peles da fotografia: fenômeno, memória/arquivo, desejo. Visualidades, Goiânia v. 10 n. 1, jan-jun 2012, p. 151-164.
SAUTCHUK, Carlos. O arpão e o anzol: técnica e pessoa na amazônia. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2020.
SCHERER, Joanna. Documento Fotográfico: fotografias como dado primário na pesquisa antropológica. Cadernos de Antropologia e Imagem, Rio de Janeiro, no 10, p. 69-84, 1995.
TOLEDO, Luiz Henrique de. Torcidas organizadas de futebol. Campinas: Autores Associados/Anpocs, 1996.
TRIANA, Bruna. Desafios metodológicos para uma etnografia de arquivos: escavando arquivos pós-coloniais em Moçambique. Antropolítica, v. 54, n. 2, p. 385-410.

Programa

1ª AULA (3h)
1) Sobre o texto: as Refutações Sofísticas
2) Os tipos de argumentos e os argumentos erísticos
3) O que são endoxa?
4) O que é uma dedução e uma refutação?
5) A lista e os exemplos aristotélicos

2ª AULA (3h)
1) As soluções das refutações sofísticas


Bibliografia Primária:

ARISTOTE, “Les Réfutations Sophistiques”, trad. , L.-A. Dorion (1995), J. Vrin, Paris e Laval.
__________, “Topiques”, trad. Jacques Brunschwig (1967 e 2007), 2 tomos, Belles Lettres, Paris.
ARISTÓTELES, “Retórica”, trad. Manuel Alexandre Junior, Paulo Farmhouse Alberto e Abel do Nascimento Pena (2005), Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Lisboa.
ARISTOTLE, “Aristotle’s Sophistical Refutations. A Translation”, trad. P.S. Hasper, (2013), Philosophiegeschichte Und Logische Analyse, 15, p. 13-54.
___________, “De Anima”, trad. Christopher Shields (2016), Clarendon Press, Oxford.
___________, “On Sophistical Refutations”, trad. E. S. Forster, (1955), Loeb Classical Library, Harvard University Press, Cambridge.
___________, “The Complete Works of Aristotle”, ed. Jonathan Barnes (1984), Princeton University Press, Princeton.
___________, “Topica et Sophistici Elenchi”, revisado por W. D. Ross (1958), Oxford University Press, Oxford.
PLATO, “Complete Works”, editado por John M. Cooper (1997), Hackett Publishing Company, Indianapolis/Cambridge.

Bibliografia Secundária:

ANGIONI, L. (2012), “Três Tipos de Argumento Sofístico”, Dissertatio, vol. 36, p. 187-220.
BÄCK, A. (2009), “Mistakes of Reason: Practical Reasoning and the Fallacy of Accident”, Phronesis, vol. 54, p. 101-135.
BOGER, G. (1997), “Aristotle’s Treatment of Fallacious Reasoning in Sophistical Refutations and Prior Analytics”, OSSA Conference Archive, 12.
BOTTING, D. (2012), “What is a Sophistical Refutation?”, Argumentation, 26, p. 213-232.
CLASSEN, C. J. (1981), “Aristotle’s Picture of The Sophists”, em The Sophists and Their Legacy, ed. G. B. Kerferd, Franz Steiner Verlag, Wiesbaden, p. 7-24.
EBBESEN, S. (1981), “Commentators and Commentaries on Aristotle’s Sophistici Elenchi: A Study of Post-Aristotelian Ancient and Medieval Writings on Fallacies”, Brill, Leiden.
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Programa

1. Manhã dia 28/05 (9:00 – 12:00): Apresentação sobre Paisagem Linguística e exemplos de estudos.

2. Tarde dia 28/05 (14:00 – 18:00): Instruções sobre a atividade de campo: Fotosafari. Os(as) participantes são convidados(as) a sair do prédio do conjunto didático e investigar a paisagem linguística do campus da cidade universitária buscando elementos pré-estabelecidos fornecidos nas instruções da atividade. Retorno à sala de aula para considerações e instruções para continuar a atividade individualmente ao longo da semana.

3. Manhã dia 04/06 (9:00 – 12:00): Atividade em sala de aula e discussão sobre os resultados obtidos.

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Programa

1. Literatura Negro-Brasileira: conceituação, formação e desenvolvimento.
2. Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, uma contextualização histórica e a formação do sistema literário moçambicano.
3. Conceição Evaristo e a escrita de mulheres na literatura Negro-Brasileira.
4. Paulina Chiziane e a escrita de mulheres em Moçambique.
5. Interseccionalidade e literatura: apresentação do conceito e de seu reflexo nas obras literárias.
6. O diálogo entre as literaturas africanas e afro diaspóricas
7. A conversa entre a prosa de Conceição Evaristo e Paulina Chiziane.
8. A conversa entre a obra poética de Paulina Chiziane e Conceição Evaristo.

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Programa

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