Programa

Aulas:

1. Metafísica e Crítica da Razão: Breve Introdução à Filosofia de Kant;
2. Introdução à Lógica Transcendental;
3. A terceira antinomia da Crítica da Razão Pura: o sentido negativo de liberdade;
4. A Fundamentação da Metafísica dos Costumes: O inacabamento do projeto e a passagem para a Crítica da Razão Prática;
5. A exposição do princípio supremo da razão prática: o sentido positivo de liberdade;
6. O Sistema da Filosofia e a Finalidade da Crítica. O Problema da Unidade na “Primeira Introdução à Crítica da Faculdade de Julgar”;
7. Analítica do Belo: A técnica e a passagem à uma teleologia da natureza;
8. 300 anos de Kant: reflexões sobre a atualidade da filosofia crítica.

Bibliografia:

ALLISON, H. (1990) Kant’s Theory of Freedom. Cambridge University Press, New York.
ALLISON, H. (2001) Kant's Theory of Taste: A Reading of the Critique of Aesthetic Judgment. Cambridge: Cambridge University Press.
BECK, L. (1960) A Commentary on Kant’s Critique of Practical Reason. Chicago & London: Phoenix Books: The University of Chicago Press.
CASSIERER, E. Kant - Vida e Doutrina. Tradução de Leonardo Rennó Ribeiro Santos e Rafael Garcia, Petrópolis, Vozes, 2021.
DELEUZE, G. (2009). A filosofia crítica de Kant. Lisboa: Edições 70.
HEIDEGGER, M. (2020). Kant e o problema da metafísica. Rio de Janeiro: Via Verita.
LEBRUN, G. (1997) Kant e o fim da metafísica. Tradução de Moura, C A R. São Paulo: Martins Fontes.
LONGUENESSE, B. Kant e o Poder de Julgar. Tradução de João Geraldo Martins da Cunha e Luciano Codato. Campinas, SP: Editora UNICAMP, 2019.
TIMMERMANN, J. (2009) Kant's 'Groundwork of the Metaphysics of Morals': A Critical Guide. New York: Cambridge University Press.
TORRES FILHO, R. R. (2006). Ensaios de filosofia ilustrada. São Paulo: Iluminuras.
ZAMMITO, J. (1996). The Genesis of Kant's Critique of Judgment. Cambridge, Cambridge University Press.

Programa

I. Husserl
1. O projeto fenomenológico

a) Breve apresentação biográfica de Husserl;
b) Motivação filosófica: a necessidade de um começo radical;
c) Procedimento crítico: a epoché;
d) Delimitação de uma nova ciência: fenomenologia transcendental.

2. A intencionalidade
a) A consciência e sua correlação;
b) Objeto intencional e a síntese de identificação: a unidade do múltiplo e multiforme;
c) O horizonte intencional;
d) Paralelismo entre objeto intencional e mundo.

II. Sartre
4. O jovem Sartre e a fenomenologia

a) Na teia da aranha: Sartre e o “idealismo oficial” da Terceira República francesa;
b) Husserl ou o Prometeu concreto: a intencionalidade;
c) A volta ao horror da vida ou o realismo fenomenológico de Sartre

5. A Imaginação
a) As teorias pré-fenomenológicas da imagem;
b) A metafísica ingênua da imagem;
c) O problema da imagem e sua relação com a psicologia;
d) Husserl e a natureza intencional da imagem.

6. A estática da imagem
a) A imagem é uma consciência;
b) O fenômeno de quase-observação;
c) A consciência imaginante coloca o seu objeto como um nada;
d) A espontaneidade da consciência imaginante.

7. Imaginação e liberdade
a) O tempo e o espaço do irreal;
b) O escape do mundo;
c) Toda consciência imagina?
d) Realidade e imaginário: irredutíveis, porém inseparáveis.

Referências Bibliográficas:

I. Husserl:
HUSSERL, E. Meditações Cartesianas e Conferências de Paris. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2013.
______. Ideias para uma fenomenologia pura e uma filosofia fenomenológica. Aparecida: Ideias e Letras, 2006.
______. A Crise das Ciências Européias e a fenomenologia transcendental. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2012.
______. Fenomenologia e Antropologia. In: Revista Aurora. 2019, v. 31, n. 53, p. 639-667.
______. La Filosofía, ciencia rigurosa. Madrid: Ediciones Encuentro, 2009.

2. Sartre:

SARTRE, Jean-Paul. O imaginário. trad. de Duda Machado. São Paulo: Editora Ática, 1996.
_______. Situações I. São Paulo: Cosac Naif, 2005.
_______. A Imaginação. Porto Alegre: L&PM, 2008
_______. A Transcendência do Ego. Petropólis: Vozes, 2017.

2.1. Bibliografia secundária:

BEAUVOIR, Simone de. A Força da Idade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.
CABESTAN, Philippe. L’imaginaire, Sartre. Paris: Ellipses, 1999.
CARRASCO, ALEXANDRE. Breve Apresentação de “A transcendência do ego - esboço de uma descrição fenomenológica”, de Jean-Paul Sartre. Cadernos Espinosanos, [S. l.], n. 22, p. 173-181, 2010.
CASTRO, Paulo Alexandre e. Metafísica da imaginação. Estudos sobre a Consciência Irrealizante a Partir de Sartre. São Paulo: Editora Bond, 2006
COELHO, Ildeu. Sartre e a interrogação fenomenológica do imaginário. Tese defendida no Programa de Pós-Graduação em Filosofia, USP, 1978.

COOREBYTER, Vincent de. Sartre face à la phénoménologie: Autour de L’intentionnalité et La transcendance de L’ego. Bruxelles: Éditions Ousia, 2000.

SOUZA, Thana Mara de. Da irredutibilidade e inseparabilidade entre percepção e imaginação em Sartre. Educação e Filosofia, Uberlândia, v. 32, n. 64, p. 311–338, 2018. DOI: 10.14393/REVEDFIL.issn.0102-6801.v32n64a2018-15. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/35096. Acesso em: 26 out. 2024.

Programa

Aula 1 - Paradigma Cartográficos e suas influências no ensino (03/02)
Com base na reflexão sobre como os professores utilizam a cartografia no ensino de Geografia, a aula buscará apresentar referenciais bibliográficos sobre os principais paradigmas cartográficos. A partir da exposição e discussão de suas características e origens no campo da cartografia, será possível evidenciar como esses paradigmas influenciam, direta ou indiretamente, a concepção e o uso dos mapas no contexto escolar.

Aula 2 - Os mapas digitais: uma miscelânea de definições. (05/02)
Nesta aula, buscaremos relacionar as concepções que os cursistas têm sobre mapas digitais com as definições apresentadas em pesquisas acadêmicas sobre o tema. Pretende-se evidenciar a diversidade de interpretações existentes, resultado da ampla variedade de recursos digitais disponíveis para a cartografia. Apesar da complexidade do desafio, o esforço de definir e nomear esses mapas é essencial para fundamentar as reflexões acerca do uso da cartografia digital no contexto escolar.

Aula 3 - Possibilidades de uso de mapas digitais em aula (10/02)
Apresentação do Wellington Fernandes, discutindo seu trabalho com cartografia denominado Quebrada Maps. Pesquisador na FFLCH-USP e professor na rede municipal de ensino de São Paulo, ele apresentará perspectivas de construção de mapas participativos e críticos no ensino de Geografia.

Aula 4 - Possibilidades de uso de mapas digitais em aula (12/02)
Apresentação de Mariane Braga que irá propor uma maneira de pensar o mapeamento colaborativo utilizando o Open Route Service e o GoogleEarth para construção do conceito de entorno como território usado (SANTOS, 2000) a fim de permitir a construção de mapas em diferentes escalas a partir da escola ou de diferentes contextos utilizando os princípios geográficos (MOREIRA, 2011) como elementos para mediar (FEUERSTEIN, 2014) a realidade e os processos que acontecem na escala da vivência (VIGOTSKI, 2018) dos sujeitos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem.

Referências bibliográficas:
ALMEIDA, Rosângela Doin de; ALMEIDA, Regina Araujo de. Fundamentos e perspectivas da cartografia escolar no Brasil. Revista Brasileira de Cartografia, v. 66, n. 4, p. 885-897, 2014. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view…. Acesso em: jun. 2025.
ALMEIDA, Rosângela Doin de. Cartografia para crianças e escolares: uma área de conhecimento? Revista Brasileira de Educação em Geografia, v. 7, n. 13, p. 10–20, 2017. Disponível em: https://doi.org/10.46789/edugeo.v7i13.483. Acesso em: 1 jun. 2025.
CANTO, Tânia Seneme do. A cartografia na era da cibercultura: mapeando outras geografias no ciberespaço. 2010. 120 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista, Instituto de Geociências e Ciências Exatas, 2010. Disponível
em:https://repositorio.unesp.br/items/0962c019-fa8e-469a-9172-16e073ca7cc5. Acesso em: jun. 2025.
FAIRBAIRN, D., Gartner, G.; Peterson, M. P. Epistemological thoughts on the success of maps and the role of cartography. International Journal of Cartography, 7(3), pp. 317–331, 2021. Disponível em: https://repositum.tuwien.at/handle/20.500.12708/138040. Acesso em: jun. 2025.
FERNANDES, Wellington; PASSOS, Felipe; SANTOS, Jéssica; PACHECO, Marcelo. Quebrada maps: mobilizando mapas críticos e participativos. Giramundo: Revista de Geografia do Colégio Pedro II, v. 4, p. 65, 2020. DOI: 10.33025/grgcp2.v4i8.2561.
FERNÁNDEZ, P. I. A.; BUCHROITHNER, M. F. Paradigms in Cartography: An Epistemological Review of the 20th and 21st Centuries. New York: Springer, 2014. Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/286103228_Paradigms_in_cartogr… 1st_centuries. Acesso em: set, 2025.
FERNÁNDEZ, P. I. A. Paradigmatic Tendencies in Cartography: A Synthesis of the Scientific-Empirical, Critical and Post- Representational Perspectives. 2012. Dissertation zur Erlangung des akademischen Grades Doctor rerum naturalium. Technische Universität Dresden, Desden, 2012. Disponível em: https://tud.qucosa.de/api/qucosa%3A25910/attachment/ATT-0/. Acesso em: set, 2025.
FEUERSTEIN, R.; FEUERSTEIN, R. S.; FALIK,L. H. Além da inteligência: Aprendizagem mediada e a capacidade de mudança do cérebro. Petrópolis -RJ: Editora Vozes, 2014.
MATIAS, L. F. A Epistemologia da Cartografia. In:SILVA, Charlei Aparecido da; LEITE, Emerson Figueiredo. (Org.). Cartografia & Geotecnologias: conceitos e aplicações. 1ed.Porto Alegre. : Total Books. 2023.v. 1, p. 46-67. Disponível em:
https://totalbooks.com.br/wp-content/uploads/2024/02/CARTOGRAFIA GEOTECNOLOGIAS.pdf. Acesso em set, 2025.
MOREIRA. R. Conceitos, categorias e princípios lógicos para o método e o ensino de geografia. In: Pensar e ser em geografia. 2 ed. São Paulo: Contexto, 2011.
SANTOS, M.Manifesto o Papel Ativo da Geografia. Revista Território, Rio de Janeiro, ano V, n. 9, p. 103-109, jul. 2000.
SANTOS, M. O retorno do territorio. OSAL: ObservatorioSocial de América Latina. Buenos Aires. Año 6 n.16, ene./abr, p. 251-161, 2005. Disponível em: http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/osal/osal16/D16Santos….
SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O território usado como conceito geográfico. Território, v. 9, p. 153-154, 2011.
Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/601.
VIGOTSKI, L. S. (2009). A construção do pensamento e da linguagem / Lev Semenovich Vigotski ; tradução Paulo Bezerra. – 2ª ed. – São Paulo : Editora WMF Martins Fontes, 2009.
VIGOTSKI, L. S. (2018). Sete aulas de L.S. Vigotski sobre os fundamentos da pedologia / L.S. Vigotski ; organização [e tradução] Zoia Prestes, Elizabeth Tunes ; tradução Cláudia da Costa Guimarães Santana. – 1 ed. – Rio de Janeiro : E-Papers, 2018

Programa

Plano de aula:
Aula 1: apresentação das obras e dos autores:
Abertura do curso. Apresentação dos autores Alejandro Zambra e Natalia Ginzburg, seus contextos de produção e suas principais obras. Breve panorama acerca dos romances Formas de voltar para casa (Zambra) e Léxico familiar (Ginzburg).

Aula 2: projetos literários, estruturas narrativas e conversas intertextuais:
Discussão dos temas e formas de escrita dos romances Léxico Familiar e Formas de voltar para casa.
Aproximações explícitas e implícitas entre os projetos literários dos dois autores, tomando por base os dois romances e as referências de Zambra a Natalia Ginzburg.

Aula 3: relatos familiares, narrativas de testemunho e potência literária
Análise das relações estabelecidas entre ficção e autobiografia nos dois romances e sua intersecção com a narrativa testemunhal dos períodos de exceção no Chile e na Itália. Discussão do lugar ocupado pela ficção nas obras e das ferramentas apresentadas pela literatura para o pensamento do passado.
Encerramento do curso e balanço final das atividades.

Bibliografia:

1. Obras dos autores:
* GINZBURG, Natalia. Léxico familiar. Trad. Homero Freitas de Andrade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
GINZBURG, Natalia. As pequenas virtudes. Trad. Maurício Santana Dias. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
ZAMBRA, Alejandro. No leer. Barcelona: Alpha Decay, 2010.
* ZAMBRA, Alejandro. Formas de voltar para casa. Trad. José Geraldo Couto. São Paulo: Cosac Naify, 2014.
ZAMBRA, Alejandro. Tema libre. Barcelona: Anagrama, 2019.
* Leituras recomendadas

2. Bibliografia crítica:
CASTRO, Lorena Amaro. La pose autobiográfica: ensayos sobre narrativa chilena. Santiago: Ediciones Universidad Alberto Hurtado, 2018.
GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros: verdadeiro, falso, fictício. Trad. Rosa Freire d’Aguiar; Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
LEJEUNE, Philippe. O pacto autobiográfico: de Rousseau à Internet. Trad. Jovita Maria Gerheim Noronha; Maria Inês Coimbra Guedes. 2ª ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
SAER, Juan José. “O conceito de ficção”. Trad. Joca Wolff. Sopro, n. 15, ago 2009.
SAMOYAULT, Tiphaine. A intertextualidade. Trad. Sandra Nitrini. São Paulo: Aderaldo & Rothschild, 2008.
SARLO, Beatriz. Tempo passado: cultura da memória e guinada subjetiva. Trad. Rosa Freire d’Aguiar. São Paulo: Companhia das Letras; Belo Horizonte: Editora UFMG, 2007.

Programa

1. Programa Resumido
O programa de todos os módulos está organizado conforme os capítulos do livro didático
Čeština Expres 1 (A1/1) e Čeština Expres 2 (A1/2) distribuidos da seguinte maneira:

Módulo I Estudo dos capítulos 1 a 3 de Čeština Expres 1
Módulo II Estudo dos capítulos 4 a 7 de Čeština Expres 1
Módulo III Estudo dos capítulos 8 a 10 de Čeština Expres 2
Módulo IV Estudo dos capítulos 11 a 14 de Čeština Expres 2

2. Bibliografia Complementar
HOLÁ, Lída a Pavla BOŘILOVÁ. Čeština expres 1: [úroveň] A1/1 : [anglická verze]. 2.,
opr. vyd. Praha: Akropolis, 2011. ISBN 978-80-87481-22-6.
Disponível para compra em:
https://issuu.com/akropolis/docs/cestina_expres_1_aj_issuu_1
HOLÁ, Lída a Pavla BOŘILOVÁ. Čeština expres 2: [úroveň] A1/2 : [anglická verze].
Praha: Akropolis, 2011. ISBN 978-80-87481-26-4.
Disponível para compra em:
https://issuu.com/akropolis/docs/cestina_expres_1_aj_issuu_1
REMEDIOSOVÁ, Helena a Elga ČECHOVÁ. Chcete mluvit česky? Liberec: Harry Putz,
2009. ISBN 978-80-86727-19-6.
REMEDIOSOVÁ, Helena a Elga ČECHOVÁ. Chcete mluvit česky? Liberec: Harry Putz,
2009. ISBN 80-86727-08-4.
Portugalština: slovníček. V Brně: Lingea, 2015. Nejen pro začátečníky. ISBN 978-80-
7508-084-4.

Programa

Aula 01 – Introdução do curso: cinema e teatro e literatura
Objetos de discussão: trechos de filmes diversos que abordem a figura do intérprete enquanto profissional

Aula 02 – Cinema mudo e “a vingança do homem comum contra a máquina”
Objeto de discussão: “A Corrida do Ouro” (The Gold Rush, 1925), de Charlie Chaplin

Aula 03 – O Método: autonomia profissional do intérprete, invisibilidade da expressão
Objeto de discussão: “Uma Rua Chamada Pecado” (A Streetcar Named Desire, 1951), de Elia Kazan

Aula 04 – Na contramão da eficiência: improvisação e criação coletiva da cena
Objeto de discussão: “Uma Mulher Sob Influência”, (A Woman Under The Influence, 1974) de John Cassavetes

Aula 05 – Releitura, provocação e reinvenção das formas de representar
Objeto de discussão: “Dogville” (Dogville, 2003), de Lars Von Trier

Bibliografia básica

Aula 01:
- SZONDI, Peter, “Introdução: estética histórica e teoria dos gêneros” e “O drama”, in Teoria do Drama Moderno,
Luiz Sérgio Rêpa (tradução), São Paulo, Cosac e Naify Edições, 2003, pgs. 21-34
Aula 02:
- BENJAMIN, Walter, “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica”, in Magia e Técnica, Arte e Política –
Obras Escolhidas Volume 1, (tradução de Sérgio Paulo Rouanet), São Paulo, Brasiliense, 1985, págs. 175-196
- EISENSTEIN, Sergei, “Sirva-se!”, in A Forma do Filme, tradução de Teresa Ottoni e apresentação e notas de José
Carlos Avellar, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2002, págs. 89-107
Aula 03:
- CAVALIERI, Arlete e VÁSSINA, Elena, “A herança de Stanislavski no teatro norteamericano: caminhos e
descaminhos”, in Teatro Russo – Literatura e Espetáculo, São Paulo, Ateliê Editorial, 2011, págs. 163-181
- NAREMORE, James, “Rhetoric and expressive technique”, in Acting in the Cinema, Los Angeles, University of
California Press, 1988, pgs. 34-67
Aula 04:
- SOULES, Marshall, “Improvising Character: Jazz, the Actor and Protocols of Improvisation”, in FISCHLIN, Daniel e
HEBLE, Ajay (organizadores) The Other Side of Nowhere – jazz, improvisation, and communities in dialogue,
Middletown, Wesleyan Universitary Press, 2004, pgs. 268-297
- WEXMAN, Virginia Wright, “The Rhetoric of Cinematic Improvisation”, in Cinema Journal, vol. 20, nº 1, Special
Issue on Film Acting (Outono de 1980), University of Texas Press, pgs. 29-41
Aula 05:
- JOVANOVIC, Nenad, “Lars Von Trier: Brechtian cinema in the postmodern era”, in Brechtian Cinemas - Montage
and Theatricality in Jean-Marie Straub and Danièle Huilet, Peter Watkins, and Lars Von Trier, 2017, Nova York,
Suny Press, págs. 169-205
Bibliografia complementar:
BLUM, Richard A., American Film Acting – The Stanislavsky Heritage, Michigan, UMI Research Press, 1984
BROWNE, Nick, “The Spectator-in-the-Text: the Rhetoric of ‘Stagecoach’”, inverno de 1975-1976, Film Quarterly,
Vol. 29, nº 2, págs. de 26-38
COOK, David, A History of Narrative Film, New York & London: W. W. Norton, 1981
COSTA, Iná Camargo, “Brecht no cativeiro das forças produtivas”, in Nem Uma Lágrima: Teatro Épico em
Perspectiva Dialética, São Paulo, Expressão Popular, 2012, pgs. 137-152
__________________, Panorama do Rio Vermelho – ensaios sobre o teatro americano moderno, São Paulo,
Nankin Editorial, 2001
DENNING, Michael, The Cultural Front – The Laboring of American Culture in the Twentieth Century, Nova Iorque e
Londres, Verso, 1998
GORDON, Mel, Stanislavsky in America, New York, Routledge, 2010
JAMESON, Fredric, As Marcas do Visível, Tradução de João Roberto Martins Filho, Rio de Janeiro: Edições Graal
LTDA, 1995
KRUGER, Patrícia de Almeida, Penetrando o Éden: Anticristo, de Lars von Trier, à luz de Brecht, Strindberg e
outros elementos inquietantes, Tese de doutorado, FFLCH/USP, 2016
LIMA, Gabriel Bordignon de, Charlie Chaplin - laboratório subversivo e sabotagens industriais: um estudo de A casa
de penhores (1916) e Tempos Modernos (1936), Dissertação de Mestrado, FFLCH/USP, 2018
NEVE, Brian, (org.), Cinema, Politics and Society in America, Manchester, Manchester University Press, 1981, pgs.
19-41 e pgs. 97-118
MOUËLLIC, Gilles, Improvising Cinema, Amsterdam, Amsterdam University Press, 2013
RAY, Robert B., A Certain Tendency of the Hollywood Cinema, 1930-1980, Princeton, Princeton University Press,
1985
SAAD, Sheila Maria Ribeiro, Driblando a censura: o macarthismo e a figuração do trabalho em Sunset Boulevard,
de Billy Wilder, Dissertação de Mestrado, FFLCH/USP, 2014
SOARES, Marcos, “A aliança de classes e o nascimento de uma nação em Cerimônia de casamento”, in
Travessias, Cascavel, v. 15, n. 2, p. e27763, 2021
_______________, “Cinema e Dramaturgia: a renascença de Hollywood dos anos 1960”, em Dramaturgia em Foco,
2018, vol. 2, nº 1, pgs. 45-63.
SPOLIN, Viola, Improvisação Para o Teatro, Tradução de Ingrid Dormien Koudela e Eduardo José de Almeida
Amos, São Paulo, Editora Perspectiva, 4ª edição, 2001
SILBERMAN, Marc (organização), Brecht On Film and Radio, Londres, Methuen Drama, 2016
SKLAR, Robert, Movie-Made America – A cultural History of American movies, Nova Iorque, Vintage Books, 1994

(Revised and updated edition)
XAVIER, Ismail, O Olhar e a Cena, São Paulo, Cosac e Naify Edições
ZANIOLO, Bruno Gavranic, “Sindicato de Ladrões”: o Método como um campo de disputa em Hollywood, São
Paulo, Pimenta Cultural, 2023
_______________________, “Afetos Abortados: Drama Psicológico, o Método e a representação do macartismo
em Um Lugar ao Sol”, in Dramaturgia em Foco, Vol. 3, nº 1, 2019
XAVIER, Ismail, “A noção clássica de representação e a teoria do espetáculo, de Griffith a Hitchcock”, in O Cinema
No Século, Rio de Janeiro, Imago, 1996, pgs. 247-266

Programa

Referências Bibliográficas:

APPLE, Wendy. The Cutting Edge: The Magic of Movie Editing. Documentary: Production Companies, A.C.E., British Broadcasting Corporation (BBC), NHK Enterprises, TCEP Inc. 2004.
AUMONT, Jacques. A estética do filme. Campinas: Papirus, 1995.
AUMONT, Jacques. Moderno? Por que o cinema se tornou a mais singular das artes. Campinas: Papirus, 2007.
BAKHTIN, Discurso na vida e discurso na arte [1926]. Texto traduzido por Carlos Alberto Faraco para fins acadêmicos. (Mimeo).
________, Mikhail. Questões de Literatura e de Estética. São Paulo: Annablume, 2002.
BALLERINI, Franthiesco. Cinema brasileiro no século 21: reflexões de cineastas, produtores, distribuidores, exibidores, artistas, críticos e legisladores sobre os rumos da cinematografia nacional. São Paulo: SUmmus, 2012.
BARTHES, Roland. A câmara clara: nota sobre a fotografia. Tradução de Júlio Castañon Guimarães. Rio de Janeiro: Editora
Nova Fronteira, 1984.
BAZIN, André 1991 “A evolução da linguagem cinematográfica” em O cinema, ensaios. Brasiliense, p.66-81 (1997 Qu’est-ce que le cinéma. Paris, ed. du Cerf, p.63-80).
BAZIN, Andre. O Cinema: Ensaios. (1991). Tradução Eloisa de Araújo Ribeiro. 1. Ed. São Paulo: Editora Brasiliense.
BERGER, J. et alli 1980. Modos de Ver. SP, Martins Fontes cap 1 p. 11 a 38.
BERGER, Peter L. & LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. Petrópolis, MG: Vozes, 36 ed., 2014.
BERNARDET, Jean-Claude. Cineastas e imagens do povo. São Paulo: Companhia das letras, 2003.
___________, Jean-Claude. Cinema brasileiro: propostas para uma história. São Paulo: Companhia das letras, 2 ed., 2009.
BORGES, Antonádia (2005) “Sobre pessoas e variáveis: etnografia de uma crença política”. Mana 11/1 (abril), p.67-93.
BORDWELL, David. Narration in the Fiction Film. Wisconsin: University of Wisconsin Press, 1986.
BOURDIEU, Pierre (coord.). A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, 1997.
BRECHT, Bertolt. Estudos sobre teatro. Trad. Fiama Pais Brandão: [textos coletados por Siegfried Unseld]. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005.
CAIUBY NOVAES, S. (Org.) 2004 Escrituras da imagem, São Paulo, Edusp/Fapesp.
_______ NOVAES, S.. Entre arte e ciência: usos da fotografia pela antropologia. In: Caiuby Novaes, Sylvia (Org.). (Org.).
CAIUBY NOVAES, Sylvia:. 1ed.São Paulo: EDUSP, 2015, v. , p. 9 20.
_______ NOVAES, S.. Imagem e Ciências Sociais - trajetória de uma relação difícil. In: Barbosa, Andréa; Cunha, Edgar; Hikiji,
Rose. (Org.). Imagem-Conhecimento: Antropologia, cinema e outros diálogos. 1ed. Campinas: Papirus, 2009, v. , p. 35-59.
_______ NOVAES, S.. O Uso da Imagem na Antropologia. In: Etienne Samain. (Org.). O Fotográfico. 2ed.São Paulo: Hucitec e
SENAC, 2005, v. , p. 107-115.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2006.
CARDENUTTO, Reinaldo. Discursos de intervenção: o cinema de propaganda ideológica para o CPC e o Ipês às vésperas do
Golpe de 1964. Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais da Comunicação, ECA/USP, 2008.
CARDOSO, Luís Miguel. A problemática do narrador. Lumina - Juiz de Fora - Facom/UFJF - v.6, n.1/2, p. 57-72, jan./dez. 2003.
CHILVES, Ian. Dicionário Oxford de Arte; trad. Marcelo Brandão Cipolla; rev. tec. Jorge Lucio Campos. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes: 2011.
CLIFFORD, James. A Escrita da Cultura. Poética e Política da Etnografia. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2017.
_________, James. A experiência etnográfica: antropologia e literatura no século XX. Rio de Janeio: Editora UFRJ, 2002.
COSTA, Flávia Cesarino. O Primeiro cinema, Espetáculo, narração, domesticação. Rio de Janeiro: Azougue Editorial: 2005.;
DAMINELLO, Luiz Adriano. Entre duas margens : do filme etnográfico ao cinéma-vérité e o lugar do filme La pyramide
humaine na obra de Jean Rouch. Campinas, SP: [s.n.], 2010. DOUCHET, J. Não acredito em épocas de arte superior ou de arte
inferior. Disponível em http://www.apaladewalsh.com/2015/11/jean-douchet-nao-acredito-em-epocas…- arte-inferior/. Acesso em 11 de out de 2016.
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XAVIER, Ismail. O olhar e a cena. São Paulo: Cosac Naify, 2003.

Programa

Aula 1: As primeiras autobiografias trans brasileiras: dos anos 1970 até 1980
Aula 2: Esboço de um movimento literário trans: entre os anos 1990 e 2000
Aula 3: O boom das autobiografias trans: dos anos 2010 até hoje

Bibliografia:
ÁDREON, Loris. Meu corpo, minha prisão: autobiografia de um transexual. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1985.
ALBUQUERQUE, Fernanda Farias de; JANNELLI, Maurizio. Princesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995.
BABY, Jovana; ONG ASTRAL. Diálogo de bonecas. Rio de Janeiro: PIM / ISER / Ministério da Saúde / AIDSCAP, 1995.
COUTINHO, Laerte. Diário de um minotauro. São Paulo: Quadrinhos na Cia, 2010.
DELUCA, Naná. O sexo dos tubarões. São Paulo: Patuá, 2017.
FREITAS, Martha C. Meu sexo real: a origem somática, neurológica e inata da transexualidade. Petrópolis: Vozes, 1998.
GUIMARÃES, Amanda. Meu nome é Amanda. Rio de Janeiro: Fábrica231, 2016.
HERZER, Anderson. A queda para o alto. Petrópolis: Vozes, 1982.
LAFFOND, Jorge. Bofes & babados, por Vera Verão. Rio de Janeiro: Star Brazil/CC&P, 1999.
LANZ, Letícia. A construção de mim mesma. São Paulo: Objetiva, 2021.
LEMOS, Kaio. No candomblé, quem é homem e quem não é? Rio de Janeiro: Metanoia, 2019.
LESSA, Jordhan. Eu trans: a alça da bolsa, relatos de um transexual. Rio de Janeiro: Metanoia, 2014.
MARILAC, Luísa; QUEIROZ, Nana. Eu, travesti. São Paulo: Record, 2019.
MARTINS, Téo. EP. Brasília: Padê, 2018.
MOIRA, Amara. E se eu fosse puta. São Paulo: Hoo editora, 2016.
NERY, João W. Erro de pessoa: João ou Joana? Rio de Janeiro: Record, 1984.
_________________Viagem solitária: memórias de um transexual trinta anos depois. Rio de Janeiro: LeYa, 2011.
_________________Velhice transviada. São Paulo: Objetiva, 2019.
PEPITA, Mulher. Cartas pra Pepita. São Paulo: Arole Cultural, 2019.
PINHO, Ruddy. Nem tão bela, nem tão louca. Rio de Janeiro: Nova Razão Cultural, 2007.
PINHO, Ruddy. Liberdade ainda que profana. Rio de Janeiro: Nova Razão Cultural, 1998.
SALU, Diana. Cartas para ninguém. Brasília: Padê, 2019.
SATÃ, Madame. Memórias de Madame Satã. Rio de Janeiro: Lidador, 1972.
WONDER, Claudia. Olhares de Claudia Wonder: crônicas e outras histórias. São Paulo: GLS, 2008.

Programa

Aula 1: Apresentação do curso – Fragmento, figura e ordem: do seminário à crítica-escritura

Aula 2: Na margem da filosofia e literatura: Nietzsche, Werther e Platão

Aula 3: Escreve-se para ser amado: os amigos e o affair X.

Aula 4: O amor depois do amor: não-querer-possuir e o neutro

Aula 5: Quando não se pode estar junto: bilhetes e aquarelas

Bibliografia

BARTHES, Roland. Fragmentos de um discurso amoroso. São Paulo: Editora UNESP, 2018.
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_______________., Roland. Le Neutre. Cours au collège de france (1977-1978). Paris: Seuil, 2002.
CENTRE GEORGES POMPIDOU. Roland Barthes. Paris: Seuil, 2002. (catálogo de exposição)
CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL. Roland Barthes artista amador: coleção Romaric Sulger Büel. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1995. (catálogo de exposição)
DELEUZE, Gilles. Nietzsche e a filosofia. São Paulo: n-1 edições, 2018.
GOETHE, Johann Wolfgang Von. Os sofrimentos do jovem Werther. São Paulo: Penguin – Companhia das letras, 2021.
PLATÃO. O banquete. Belém: ed.ufpa, 2018.
PERRONE-MOISÉS. Leyla. Texto, crítica, escritura. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
SAMOYAULT, Tiphaine. Roland Barthes: biografia. São Paulo: Editora 34, 2021.

Programa

Ementa:
Filme etnográfico, utilização do audiovisual em campo em contextos de minorias étnico-raciais, uso de imagens e sons na pesquisa, formas de representação do outro.

Aula 1:
Breve histórico sobre a imagem na antropologia e as diferentes modalidades de representação do "outro".

Aula 2:
Filme etnográfico, documentário e audiovisual. Diferentes modalidades fílmicas e a sua repercussão nos trabalhos em campo junto a grupos minoritários.

Aula 3:
Produções colaborativas: etnoficção e vídeos para internet.

Aula 4:
Audiovisual, memória e patrimônio: novas abordagens para o processo de patrimonialização e salvaguarda do patrimônio cultural.

Aula 5:
Como planejar o imponderável: filmando na prática. Filmação e performance.
 

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