Programa

Aula 1 (1 de fevereiro): Por que jogamos? Por que lemos? – considerações teóricas iniciais

Aula 2 (8 de fevereiro): Formas claramente lúdicas – livros-jogos e narrativas de detetive

Aula 3 (15 de fevereiro): Júlio Cortázar e Disco Elysium– renovação formal e abertura lúdica

Aula 4 (22 de fevereiro): Italo Calvino e Braid – o livro e o quebra-cabeças

Aula 5 (29 de fevereiro): Quem joga? Quem é jogado? – questões ético-teóricas finais

Bibliografia teórica:

ADORNO, Theodor W. “Palestra sobre lírica e sociedade”. In: _____. Notas de literatura I (trad. Jorge de Almeida). São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2012 (2ª edição), pp. 55-64.

CAILLOIS, Roger. Les jeux et les hommes: le masque et le vertige. Paris: Gallimard, 2015 (edição eletrônica).

ECO, Umberto. Obra aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas (trad. Giovanni Cutolo, et al.). São Paulo: Perspectiva, 2015.

HUIZINGA, Johan. Homo ludens: O jogo como elemento da cultura (trad. João Paulo Monteiro). São Paulo: Perspectiva, 2019

TRAMMELL, Aaron. Repairing Play: a Black phenomenology. Cambridge: The MIT Press, 2023

Bibliografia literária:

AUSTER, Paul. Cidade de vidro. In: _____. A trilogia de Nova York. Tradução de Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. p. 7-147.

CALVINO, Italo. Se um viajante numa noite de inverno (trad. Nilson Moulin). São Paulo: Planeta de Agostini, 2003.

CORTÁZAR, Julio. O jogo da amarelinha (trad. Fernando de Castro Ferro). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.

ECO, Umberto. O nome da rosa. Tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade 1. ed. Rio de Janeiro: Record, 2022.

FOWLES, John. The French Lieutenant’s Woman. London: Vintage Books, 2004

PEREC, Georges. O sumiço. (trad. Zefere) Rio de Janeiro: Autêntica, 2015.

Bibliografia lúdica:
KURVITZ, Robert (designer). Disco Elysium. 1st ed. . Eslovênia: Studio ZAUM, 2019. jogo eletrônico.

BLOW, Jonathan (designer). Braid. 1st ed. EUA: Number None, 2008. jogo eletrônico.

DRUCKMAN, Neil; GROSS, Hailey (roteiristas) The Last of Us: Part II. 1st ed. . EUA: Naughty Dog, 2020. jogo eletrônico.

GRADY, Gary; GOLDBERG, Suzanne; EDWARDS, Raymond. Sherlock Holmes, Consulting Detective: Os Assassinatos do Tâmisa & Outros Casos. 1st ed. . Brasil: Galápagos Jogos, 1981. livro-jogo.

Programa

Aula 1 - 02/04/2025 - Pautar o absurdo! - Glória da Anunciação Alves
Introdução às problemáticas do curso, apresentação da grade e da dinâmica do curso. Análise de conjuntura da realidade geopolítica global em 2025.

Aula 2 - 16/04/2025 - Desnaturalizar a guerra! - Fernanda Padovesi Fonseca
O objetivo desse encontro é debater como as imagens veiculadas pela mídia e pelos livros didáticos, bem como a própria Cartografia, vem sendo utilizadas para naturalizar a existência de guerras e a normalizar a violência.

Aula 3 - 07/05/2025 - A lógica do imperialismo americano - Raimundo Jucier Sousa de Assis
O objetivo desta aula é dar uma base para conectar as próximas aulas, visando discutir como os EUA construíram um poderoso império neste século e quais as consequências disso para todos os conflitos em vigor, além de que, como isso é um debate realmente geográfico.

Aula 4 - 04/06/2025 - A guerra na Europa: Rússia X Otan/Ucrânia e a crise energética - Adilson Prizmic Momce
Discutir como o conflito entre Rússia e Ucrânia é antigo e abrange várias questões, especialmente desde 2014. A proposta inclui explorar a relação com os EUA, OTAN, interesses geopolíticos e a crise energética, além do impacto na produção de fertilizantes e relações com o Brasil.

Aula 5 - 02/07/2025 - As guerras no oriente médio - Edilson Adão Candido da Silva
O objetivo dessa aula é explorar as dinâmicas do Oriente Médio, além de Israel e Palestina. Vamos discutir as tensões no Kuwait, a presença do Irã, a questão do Afeganistão e o poder da Arábia Saudita.

Aula 6 - 23/07/2025 - A escalada de tensão na Ásia: China e Taiwan, Coreia do Sul x Coreia do Norte, Japão e o imperialismo - Evandro Andaku
Neste encontro, o foco será a Ásia, principalmente a tensão entre China e Taiwan, como outras questões como Coreia do Sul x Coreia do Norte, Japão e Oceania extremamente alinhada aos EUA.

Aula 7 - 06/08/2025 - Um olhar crítico ao BRICS - André Roberto Martin
O objetivo desse encontro é desnaturalizar a visão sobre alianças comerciais e blocos econômicos como se fossem blocos militares e homogêneos. Precisando-se discutir as contradições dos BRICS, como as agressões entre Índia e China e as antigas tensões entre China e Rússia. Também é importante analisar como o bloco contribui para uma ordem mundial multipolar.

Aula 8 - 03/09/2025 - A escalada do horror na África e a crise global de refugiados - Rosemberg Ferracini
O objetivo desse encontro será explorar as dinâmicas de conflitos presentes na África, em especial por parte da
intervenção francesa. Há múltiplos conflitos presentes no continente mas que não estão em evidência na mídia, e
quando estão, reproduzem a visão do colonizador. Dessa forma, conectar o debate com a crise de refugiados é
uma tentativa de explicitar os diversos desdobramentos decorrentes de um conflito.

Aula 9 - 01/10/2025 - As múltiplas escalas da violência e da opressão imperialista na América Latina - Daniel Bruno Vasconcelos e Ginneth Pulido Gomez
A proposta é que a escala latino-americana seja abordada, dando um apanhado geral das violências que atravessam o continente e os agentes geopolíticos que se aproveitam da exploração da América Latina. Uma reflexão sobre a guerra as drogas, a questão Venezuelana, e etc.

Mesa 01 - 06/10/2025 - XXII SEMANA DE GEOGRAFIA USP: Conferência de Abertura
Mesa 02 - 07/10/2025 - XXII SEMANA DE GEOGRAFIA USP: Ainda estamos aqui (e eles também!): o legado da violência da Ditadura Civil-Militar brasileira e suas implicações na naturalização da barbárie
Mesa 03 - 08/10/2025 - XXII SEMANA DE GEOGRAFIA USP: O genocídio palestino e a luta contra o colonialismo no Século XXI
Mesa 04 - 09/10/2025 - XXII SEMANA DE GEOGRAFIA USP: As múltiplas escalas da opressão: a luta brasileira pela terra no campo, nas florestas e na cidade
Mesa 05 - 10/10/2025 - XXII SEMANA DE GEOGRAFIA USP: A crise de refugiados globais e seus impactos nas escolas brasileiras

Aula 10 - 05/11/2025 - Pautar o absurdo e defender o futuro! - Profa. Dra. Glória da Anunciação Alves                                                                     Reflexão geral para finalizar o curso.

Referências gerais:
ASSIS, Raimundo Jucier Sousa de. A iminência da subordinação aos Estados Unidos: a afirmação do Brasil como periferia do capitalismo na exposição universal de Chicago. 2016. Tese (Doutorado em Geografia Humana) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. doi:10.11606/T.8.2017.tde-08052017-121250. Acesso em: 2025-02-05.
LACOSTE, Yves. A geografia – isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. Tradução de Maria Cecília França. 3. ed. Campinas: Papirus, 1988.
MARTIN, André. O Papel do Brasil na emergência de uma nova ordem mundial Pós-Ialta in Confederação Nacional da Indústria. Panorama dos desafios brasileiros da indústria de defesa e segurança / Confederação Nacional da Indústria. – Brasília : CNI, 2023. ,pp131-142.
SILVA, E. C. ; LUIGI, R. . Guerra na Ucrânia: da síntese histórica à difusão dos fatos pela mídia. In: Eloi Martins Senhoras. (Org.). Ucrânia sob fogo cruzado: a geohistória de uma guerra. 1ed.Boa Vista: Iole Editora, 2022, v. I, p. 101-127.
SILVA, Edilson Adão Candido da. Formação territorial do Oriente Médio: a gênese das fronteiras (1878-1945). Breve ensaio de geografia política - uma reconstituição bibliográfica. 2000. 198 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Departamento de Geografia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2000.
WORLD ECONOMIC FORUM; ELSNER, Mark; ATKINSON, Grace; ZAHIDI, Saadia. The Global Risks Report 2025. 20th ed. Geneva: World Economic Forum, 15 jan. 2025. Disponível em: https://www.weforum.org/publications/global-risks-report-2025/. Acesso em: 23 de janeiro de 2025.

Programa

1.  O romantismo em Francisco Varnhagen e o “naturalismo” em Capistrano de Abreu;
2.  A re-interpretação do Brasil e as controvérsias entre os anos 1930-1964;
3.  A re-interpretação do Brasil e as controvérsias entre os anos 1964-1994;

BIBLIOGRAFIA

ALMEIDA, Lúcio Flávio de. Uma Ilusão de Desenvolvimento – Nacionalismo e Dominação Burguesa nos Anos JK. Florianópolis: UFSC. 2006.
ARÓSTEGUI, Julio. A pesquisa histórica. Teoria e método. Bauru: Edusc, 2006.
BAER, Werner. Economia Brasileira. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1983.
BARAN, Paul A. A economia política do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.
BARBOSA, Wilson do Nascimento. Globalização: uma péssima parceria. São Paulo: Revista Perspectivas, SEADE. 1997.
_________. Balanço do período 1940-1964 na economia brasileira: uma visão de longo prazo. São Paulo, Xerox-História – FFLCH/USP, 1982.
BASTOS, Pedro Paulo Zahluth; FONSECA, Pedro Cezar Dutra (Org.). A Era Vargas: desenvolvimentismo, economia e sociedade. Editora Unesp, 2011.
BENEVIDES, Maria Vitória de M. O governo Kubitschek – Desenvolvimento Econômico e Estabilidade Política. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
BESSELAAR, José Van den. Introdução aos estudos históricos. São Paulo: Editora Herder, 1972.
BIELSCHOWSKY, Ricardo. Pensamento econômico brasileiro 1930-1964: o ciclo do desenvolvimentismo. Rio de Janeiro, Contraponto, 1996.
BORGES, Maria Angélica. Eugênio Gudim: capitalismo e neoliberalismo. São Paulo: Edusc, 1996.
BOURDÉ, Guy; MARTIN, Hervé. As escolas históricas. Publicações Europa-América, 1983.
BRESSER-PEREIRA, Luis Carlos. Desenvolvimento e Crise no Brasil (1930-83). São Paulo: Ed. 34, 2003.
BRIGNOLI, Héctor Pérez; CARDOSO, Ciro Flamarion. Os métodos da História. Rio de Janeiro: Graal, 1979.
CAMPOS, Roberto. A lanterna na popa. Rio de Janeiro: Ed. Topbook, 1994.
CARDOSO, Ciro Flamarion et al. Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia. Rio de janeiro: Campus, 1997, v. 1.
CARDOSO, Fernando Henrique. Empresário industrial e desenvolvimento econômico no Brasil. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1964
CARDOSO, Miriam Limoeiro. Ideologia do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
CARONE, Edgard. A República liberal (1945-1964). São Paulo: Difel, 1985.
COSTA, Helio B. Um depoimento histórico de Catullo Branco. In: BRANCO, Adriano Murgel. (Org.) Política energética e crise de desenvolvimento. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2002.
DE MORAES, José Geraldo Vinci; REGO, José Marcio. Conversas com historiadores brasileiros. São Paulo: Editora 34, 2002.
DRAIBE, Sônia. Rumos e metamorfoses: Estado e industrialização no Brasil - 1930-1960. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1985.
FERNANDES, Florestan. A revolução burguesa no Brasil. São Paulo, Editora Globo, 2006.
FERREIRA, Jorge. O nome e a coisa: o populismo na política brasileira. In: ____________(Org). O Populismo e sua história – debate e crítica. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
FIORI, José Luis. Em busca do dissenso perdido: ensaios críticos sobre a festejada crise do Estado. Rio de Janeiro, Insight, 1995.
FONSECA, Pedro Cesar. Vargas: o capitalismo em construção. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1989.
FONTANA, Josep. História: análise do passado e projeto social. Bauru: Edusc, 1998.
FURTADO, Celso. Formação econômica brasileira. São Paulo, Cia. Editora Nacional, 1989.
GORENDER, J. A Burguesia Brasileira. São Paulo, Brasiliense, 1982.
HOBSBAWM, Eric. Sobre história. Editora Companhia das Letras, 2013.
IANNI, Octavio. Estado e planejamento econômico no Brasil - 1930-1970. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1971.
LANGE, Oskar. Moderna economia política. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1963.
LIMA SOBRINHO, Barbosa. Estudos Nacionalistas. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1981.
LIMA, Heitor F. História do pensamento econômico no Brasil. São Paulo, Cia. Ed. Nacional, 1976.
LIMA, Medeiros (org.). Petróleo, energia elétrica e siderurgia: a luta pela emancipação – um depoimento de Jesus Soares Pereira sobre a política de Getúlio Vargas. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1975.
MAGALHÃES, Gildo (Org). História e Energia: Memória, informação e sociedade. São Paulo: Alameda, 2012.
__________. Energia, industrialização e a ideologia do progresso. Projeto História, São Paulo, n.34, p. 27-47, jun. 2007.
__________. O Progresso e Seus Desafios: uma Perspectiva Histórica de Ciências e Técnicas no Brasil. São Paulo: Alameda, 2017.
MANTEGA, Guido. A economia política brasileira. Petrópolis: Vozes, 1991.
__________.; REGO, José Marcio. Conversas com economistas brasileiros II. São Paulo: Editora 34, 1999.
MARANHÃO, Ricardo. O Governo Juscelino Kubitschek. São Paulo, Brasiliense, 1994.
MARINI, Ruy Mauro. Dialética da dependência. Petrópolis/Buenos Aires, Vozes/Clacso, 2002.
MARTINS, Luciano. Industrialização, burguesia nacional e desenvolvimento. Rio de. Janeiro: Saga, 1968.
MENDONÇA, Sonia Regina de. Estado e Economia: opções de desenvolvimento. Rio de Janeiro, Graal, 1985.
MUNTEAL, Oswaldo; VENTAPANE, Jacqueline; FREIXO, Adriano de (Orgs). O Brasil de João Goulart: um projeto de nação. Rio de Janeiro, Contraponto, 2006.
OLIVEIRA, Francisco de. A economia da dependência imperfeita. Rio de Janeiro, Graal, 1980.
PRADO JUNIOR, Caio. A Revolução Brasileira. São Paulo, Brasiliense, 1996.
QUEIROZ, Edson Teixeira. Antologia de Barbosa Lima Sobrinho. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1997.
REIS, José Carlos. As identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC. FGV editora, 2007.
RIDENTI, Marcelo; REIS FILHO, Daniel Aarão. História do marxismo no Brasil. vol. V: partidos e organizações dos anos 1920 aos 1960. Campinas: Ed. Unicamp, 2002.
SALAMA, Pierre; VALIER, Jacques. Uma Introdução à Economia Política. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.
SALIBA, Elias Thomé. As utopias românticas. Estação Liberdade, 1991.
SILVA, Marcelo Squinca da. Privatistas e nacionalistas na história do setor elétrico: do Código de Águas à Eletrobras. In: MAGALHÃES, Gildo. (Org.) O progresso e seus desafios: uma perspectiva histórica de ciências e técnicas no Brasil. São Paulo. Alameda, 2017.
SILVA, Maria Beatriz Nizza da (Org.). Teoria da História. São Paulo: Cultrix, 1976.
SINGER, Paul. A crise do “milagre”: interpretação crítica da economia brasileira. Rio de Janeiro, Paz e terra, 1982.
_________. Aprender economia. São Paulo. Brasiliense, 1994.
SOBRINHO, Barbosa L. Estudos Nacionalistas, Rio de Janeiro, Civ. Brasileira, 1981.
SODRÉ, Nelson Werneck. História da burguesia brasileira. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1967.
SUZIGAM, Wilson. Indústria brasileira: origem e desenvolvimento. São Paulo, Brasiliense, 1986.
SWEEZY, Paul. Teoria do desenvolvimento capitalista. Rio de Janeiro, Zahar, 1973.
SZMRECSÁNYI, Tamás et alii. Getúlio Vargas e a economia contemporânea. Campinas, Ed. Unicamp, 1986.
VÉDRINE, Hélène. As filosofias da história: decadência ou crise? Rio de Janeiro: Zahar, 1977.
VERSIANI, Flávio R.; BARROS, José R. M. (Org.). Formação econômica do Brasil: experiência da industrialização. São Paulo, Ed. Saraiva, 1978.
VILAR, Pierre et al. Iniciación al vocabulario del análisis histórico. Barcelona: Crítica, 1980.
ZAIDAN FILHO, Michel. A crise da razão histórica. São Paulo: Papirus, 1989.

Programa

Sessão 1 – Violência, contraviolência, medo e revide: aproximações e fabulações conceituais
CLASTRES, Pierre. Arqueologia da violência. Tradução de Paulo Neves. São Paulo: Cosac & Naify, 2004.
FANON, Frantz. Os Condenados da Terra. Tradução de José Laurênio de Melo. Rio de Janeiro: Civilização

Brasileira, 1968.
JAMES, C. L. R. Os jacobinos negros: Toussaint L’Ouverture e a revolução de São Domingos. Tradução de
Afonso Teixeira Filho. São Paulo: Boitempo, 2010.
MOURA, Clóvis. Dialética radical do Brasil Negro. São Paulo: Fundação Maurício Grabois, 2014.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. “O medo dos outros”. In: Revista de Antropologia. São Paulo, USP, v.
54, nr 2, 2011.


Sessão 2 – Mundo anti-negritude e circuitos insurgentes

FERREIRA DA SILVA, Denise. “A dívida impagável: lendo cenas de valor contra a flecha do tempo”. In: A
dívida impagável. São Paulo: Oficina de Imaginação Política e Living Commons, 2019.
MAGNANI, José Guilherme. “O circuito: proposta de delimitação da categoria”. In: Ponto Urbe, n.15,
2014.
PINHO, Osmundo. Cativeiro: antinegritude e ancestralidade. Salvador: Editora Segundo Selo, 2021.
PATERNIANI, Stella Zagatto. “São Paulo cidade negra: branquidade e afrofuturismo a partir de lutas por
moradia”. Tese apresentada à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade
de São Paulo para obtenção do título de Doutora em Antropologia Social. São Paulo, 2019.
VARGAS, João H. Costa. “Racismo não dá conta: antinegritude, a dinâmica ontológica e social definidora
da modernidade”. In: Em Pauta: Revista da Faculdade de Serviço Social da Universidade do
Estado do Rio de Janeiro, nr. 45, vol. 18, 2020.


Sessão 3 – Virilidade, relações de gênero e construção de si
FAUSTINO (NKOSI), D. “O pênis sem o falo: algumas reflexões sobre homens negros, masculinidades e
racismo”. In: Feminismos e masculinidades: novos caminhos para enfrentar a violência contra a
mulher / organização Eva Alterman Blay. – 1. ed. – São Paulo: Cultura Acadêmica, 2014.
PINHO, Osmundo. ‘“Botando A Base’: corpo racializado e performance da masculinidade no pagode
baiano”. Revista de Ciências Sociais, n° 47, Junho/Dezembro de 2017
RESTIER, Henrique. “O duelo viril: confronto entre masculinidades no Brasil mestiço”. In: Diálogos
Contemporâneos sobre homens negros e masculinidades. São Paulo, Ciclo Contínuo Editorial,
2019.
SOUZA, Rolf Malungo. “Um panorama sobre as discussões sobre gênero, masculinidade e poder”.
Antropolítica nr 34, 2013.


Sessão 4 – Pedagogias contra o sincretismo: opacidade, ancestralidade e negociação
CALDAS, Alan. Valentia e Linhagem: Uma história da Capoeira. Curitiba: Editora Appris, 2018.
GLISSANT, Édouard. “Pela Opacidade”. In: Revista Criação & Crítica, nr. 1, 2018.
NASCIMENTO, Beatriz. “Kilombo e Memória comunitária – um estudo de caso”. In: Revista Estudos-
Asiáticos. Nº 6-7. Centro de Estudos Afroasiáticos – CEAA/UCAM, RJ, 1982.
MARTINS, Leda Maria. “Performances da Oralitura: corpo, lugar da memória”. In: Letras: Revista do
Programa de Pós Graduação em Letras da Universidade Federal de Santa Maria, nr 26, 2003.
REIS, João José; SILVA, Eduardo. Negociação e Conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São
Paulo: Companhia das Letras, 1989 (2009).


Sessão 5 – Saberes encorporados, artes populares do corpo
ACSELRAD, Maria. “Dançando contra o estado: análise descoreográfica das forças em movimento entre
os caboclinhos de Goiana/Pernambuco”. In: Revista Ñanduty, 5(6), 2017.
OBI, T. J. “A defesa dançada de Bill Richmond”. In: Recorde: Revista de História do Esporte, vol.4, nr.2,

2011.
SOARES, Michel de Paula. “Reflexões sobre raça e classe a partir de uma medalha de ouro no boxe
olímpico”. Comunicação apresentada no GT Relações Raciais e Étnicas na América Latina e
Caribe, no XI Seminário de Pesquisa e Extensão da FESPSP “200 anos de Independência:
reflexões”, realizado em São Paulo, entre os dias 07 e 10 de novembro de 2022.
UCHÔA, Victor. “’Aqui o boxe é raiz: o que explica o sucesso dos pugilistas de Salvador”.
https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2021/09/05/aqui-o-boxe-e-raiz-o…-
sucesso-de-pugilistas-de-salvador.htm , 2021.
ZONZON, Christiane. “O corpo da malícia: reflexões acerca de habilidades sensoriais, corpos e mundos”.
In: Trajetórias, sensibilidades, Materialidades: experimentações com a fenomenologia. Org.
Rabelo, Souza e Alves, Edufba, 2012.


Sessão 6 – Lutas cruzadas, imaginações possíveis
FLAUZINA, Ana Luiza Pinheiro. “Pelo amor ou pela dor: apontamentos sobre o uso da violência como
resistência ao genocídio”. In: Motim: horizontes do genocídio antinegro na Diáspora. Brasília:
Brado Negro, 2017.
GONZALEZ, Lélia. “Entrevista ao MNU”. In: Jornal Nacional do Movimento Negro Unificado, n. 19, p. 8-9,
1991.
NASCIMENTO, Abdias. “Documento 7: O Quilombismo”. In: O Quilombismo: Documentos de uma
Militância Pan-Africanista. São Paulo: Editora Perspectiva; Rio de Janeiro: Ipeafro, 2019.
PINHO, Osmundo. “Ontologia(s): perspectivismo e afropessimismo”. In: Novos Debates, 7(2), 2021.

Programa

Aula 1: A história da concepção da Montanha mágica e Propósito
Aula 2: Partes I, II e III
Aula 3: Partes IV
Aula 4: Parte V
Aula 5: Parte VI, exposição sobre o capítulo Neve
Aula 6: Parte VII

Bibliografia:

ABBOTT, Scott H. “Der Zauberberg and the German Romantic Novel”. The Germanic Review: Literature, Culture, Theory. Vol. 55, 1980, p. 139-145.
BEDDOW, Michael. “The Magic Mountain”. In: The Cambrigde Companion to Thomas Mann. Richtie Robertson (ed.). Cambridge: Cambridge University Press, 2003, p. 137-150.
BORCHMEYER, Dieter. “Auf der Suche nach dem Gral neuer Humanität”: “Schlimme Liebe” zum Tod und “Lebensfreundschaft”: Der Zauberberg (1924). In: Thomas Mann: Werk und Zeit. Berlin: Insel Verlag, 2022, p. 619-738.
CALDAS, Pedro Spinola Pereira. “A educação estética de Hans Castorp: A montanha mágica como Bildungsroman”. Cadernos de Estética Aplicada. Rio de Janeiro, n. 12, jul/dez de 2012.
CALDAS, Pedro Spinola Pereira. “O murmurante evocador do passado: A montanha mágica e o romance de formação após a Primeira Guerra Mundial”. Revista História, historiografia. Ouro Preto, n. 16, dez. 2014, p. 107-120.
CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio: lições americanas. Tradução Ivo Barroso. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
FARIAS, Damião. “A montanha mágica – apontamentos sobre o pensamento nietzschiano no romance de Thomas Mann”. A Palo Seco – Escritos de Filosofia e Literatura, n. 14, p. 51-70, 2022.
FONTANELLA, Marco Antônio Rassolin. 2000. 122f. “A montanha mágica como Bildungsroman”. Dissertação (Mestrado em Teoria Literária). Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas, Unicamp, 2000.
GATTI, Lucianno. “A Montanha Mágica como romance de formação”. Viso: Cadernos de Estética Aplicada, v. VIII, n. 15, (jan.-dez./2014), p. 112, 120.
GRENVILLE, Anthony. “”Linke Leute von rechts”. Thomas Mann’s Naphta and the Ideological Confluence of Radical Right and Radical Left in the Early Years of the Weimar Republic”. Deutsche Vierteljahtesschrift 59 (1985), p. 651-675.
HAMILTON, Nigel. Os irmãos Mann: as vidas de Heinrich e Thomas Mann. Tradução Raimundo Araújo. Rio de Janeiro: Terra e Paz, 1985.
KÖNNEKER, Carsten. “Raum der Zeitlosigkeit: Thomas Manns “Zauberberg” und die Relativitätstheorie”. Thomas Mann Jahrbuch, vol. 14 (2001), p. 213-224.
KOOPMANN, Helmut (ed.). Thomas Mann Handbuch. Frankfurt am Main: Fischer, 2005, p. 823-835.
LUKÁCS, Georg. “Thomas Mann e a Tragédia da Arte Moderna”. In: Ensaios sobre Literatura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965, p. 178-234.
MAAR, Michael. Geister und Kunst. Neuigkeiten aus dem Zauberberg. München: Carl Hanser, 1995.
MANN, Thomas. Der Zauberberg. Große kommentierte Frankfurter Ausgabe. Herausgegeben und textkritisch durchgesehen von Michael Neuman. Krankfurt am Main: S. Fischer, 2002.
MANN, Thomas. A montanha mágica. Tradução Herbert Caro. Posfácio e revisão de tradução Paulo Soethe. 1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
MANN, Thomas. Introdução à Montanha mágica para os alunos de Princeton. Tradução Ricardo Miskolci. Perspectivas, São Paulo, 19: 1996, p. 131-142.
MANN, Thomas; FRUNGILLO, Mário. “Thomas Mann”. Revista UFG, Goiânia, v. 12, n.8, 2017, p. 143-158.
MANN, Thomas. “Von deutscher Republik”. In: Essays II, 1914-1926. Bd. 15.1. Große kommentierte Frankfurter Ausgabe. Werke – Briefe – Tagebücher, hrgs. Und textkritisch durchgesehen von Hermann Kurzke unter Mitarbeit von Joelle Stoupy, Jörn Bender und Stephan Stachorski. Frankfurt am Main: Fischer Verlag, 2000, p. 514-559.
MAZZARI, Marcus Vinicius. “Riobaldo, Hans Castorp, Wilhelm Castorp: viajantes em Formação”. Literatura e Sociedade, n. 35, p. 96-123, Jan/Jun 2022.
MAZZARI, Marcus Vinicius. “Metamorfoses de Wilhelm Meister: O verde Henrique na tradição do Bildungsroman”. In: Labirintos da aprendizagem: pacto fáustico, romance de formação e outros temas de literatura comparada. São Paulo: Editora 34, p. 93-158.
NIETZSCHE, Friedrich. O nascimento da tragédia ou Helenismo e Pessimismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
PRATER, Donald. Thomas Mann: uma biografia. Tradução Luciano Trigo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000.
RAMIRES, Francisco José. “A montanha mágica: formação e fortuna de Hans Castorp”. Literatura e Sociedade, n. 28, São Paulo: FFLCH-USP, jul.-dez., 2018, p. 163-182.
REED, T. J. “Education: Der Zauberberg”. In: Thomas Mann: The Uses of Tradition. New York: Oxford Univeristy Press, 1996, p. 226-274.
ROSENFELD, Anatol. Thomas Mann. São Paulo: Perspectivas/EDUSP, 1994.
VAGET, Hans Rudolf (org.). The Magic Mountain: A Casebook. New York: Oxford University Press, 2008.

 

Programa

Módulos
1. Introdução à Antropologia das práticas esportivas.
2. Controle e regulamentação dos corpos.
3. Marcadores Sociais da diferença e práticas esportivas.

1. Introdução à Antropologia das práticas esportivas no Brasil

aula 1: Introdução ao campo de estudos
Leituras recomendadas:
- GUEDES, Simoni Lahud. Subúrbio: Celeiro de Craques. In. DAMATTA, Roberto; FLORES, Luiz Felipe Baêta Neves; GUEDES, Simoni Lahud; VOGEL, Arno. Universo do futebol: Esporte e sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Pinakotheke, 1982, pp. 59-74.
- ROJO, Luiz; CAMARGO, Wagner; PISANI, Mariane. Apresentação. In. CAMARGO, Wagner Xavier; PISANI, Mariane da Silva; ROJO, Luiz Fernando. Vinte anos de diálogos: Os esportes na antropologia Brasileira. Brasília: ABA Publicações; Curitiba: Brazil Publishing, 2021, pp. 9-21.

Leituras optativas:
- ROJO, Luiz Fernando. Simoni Guedes: uma trajetória na Antropologia dos Esportes. In. Revista Antropolítica, n. 46, Niterói, 1. sem. 2019. Disponível em: https://periodicos.uff.br/antropolitica/article/view/42065

aula 2: Discussões fundantes
Leitura obrigatória:
- GUEDES, Simoni Lahud. Que povo brasileiro no campo de futebol?. Razón y Palabra, v. 69, p. 45, 2009. Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/5781
- Arlei Damo. Futebóis – da horizontalidade epistemológica à diversidade política. FuLiA/UFMG : v. 3 n. 3 (2018). Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/fulia/article/view/14644


2. Construção e regulamentação dos corpos

aula 3: Construção de corpos
Leituras recomendadas:
- OLIVEIRA, Cilene de Lima. “O corpo não traslada, mas muito sabe”: refletindo sobre construção de corporalidades na Antropologia dos Esportes no Brasil. In. CAMARGO, Wagner Xavier; PISANI, Mariane da Silva; ROJO, Luiz Fernando. Vinte anos de diálogos: Os esportes na antropologia Brasileira. Brasília: ABA Publicações; Curitiba: Brazil Publishing, 2021, pp. 131-142
- MAUSS, Marcel. As técnicas do corpo. In:______. Sociologia e antropologia. São Paulo: Cosac Naify, 2003. Parte 6, p. 399-422.
Leitura complementar:
- HAIBARA, Alice; SANTOS, Valéria Oliveira. “As técnicas do corpo”. In: Enciclopédia de Antropologia. São Paulo: Universidade de São Paulo, Departamento de Antropologia, 2016. Disponível em: https://ea.fflch.usp.br/obra/tecnicas-do-corpo

aula 4 - Dopping e regulamentação de corpos no esporte

Leituras recomendadas:
- SILVEIRA, V. T.; VAZ, A. F.. Doping e controle de feminilidade no esporte. Cadernos Pagu, n. 42, p. 447–475, jan. 2014. https://www.scielo.br/j/cpa/a/xTN3bwwHVQxSsThqWmHwWyy/?lang=pt
- PIRES, Barbara Gomes. Pânicos de gênero, tecnologias de corpo: regulações da feminilidade no esporte. Revista Estudos Feministas, [S. l.], v. 29, n. 2, 2021. DOI: 10.1590/1806-9584-2021v29n279320. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/79320. Acesso em: 30 out. 2024.

3. Marcadores Sociais da diferença e práticas esportivas.

aula 5 - Marcadores nos esportes
Leituras recomendadas:
- MARTINS, Mariana Zuanetti; SILVA, Kerzia R. Santos; VASQUEZ, Vitor. As mulheres e o país do futebol: intersecção gênero, raça e classe. In. Movimento, [S. l.], v. 27, p. e27006, 2021. DOI: 10.22456/1982-8918.109328. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/109328.
- PISANI, Mariane da Silva. A Negra no Futebol Brasileiro. In. CAMARGO, Wagner Xavier; PISANI, Mariane da Silva; ROJO, Luiz Fernando. Vinte anos de diálogos: Os esportes na antropologia Brasileira. Brasília: ABA Publicações; Curitiba: Brazil Publishing, 2021, pp. 56-69.

Leitura complementar:
- DA CONCEIÇÃO, Daniel M. Entre vira-latas e heróis, o racismo no futebol brasileiro. Captura Críptica: direito, política, atualidade, Florianópolis, v. 12, n. 1, p. 224–248, 2023. Disponível em: https://ojs.sites.ufsc.br/index.php/capturacriptica/article/view/6161. Acesso em: 4 nov. 2024.

aula 6 - Marcadores sociais da diferença -a abordagens etnográficas
Leituras recomendadas:
- YAMAMOTO, Débora C. Entre treinadoras e atletas, sexualidade e geração em times de formação no futebol praticado por mulheres. Trabalho apresentado na 34 Reuni https://www.abant.org.br/files/34rba_189_10300383_434256.pdf
- PINTO, Maurício Rodrigues; ALMEIDA, Heloisa Buarque de. “Resistir para existir”: Meninos Bons de Bola e uma etnografia possível sobre o se fazer time de futebol. Revista Entrerios, v.5, n.2, 2023. p.07-35. Disponível em: https://revistas.ufpi.br/index.php/entrerios/article/view/13482. Acesso em: 13 ago. 2024.

Leituras complementares:
- PINTO, Maurício Rodrigues. Outra vez o “sexo biológico”: o PL-346/2019, disputas políticas em torno do gênero e a controvérsia pública sobre a elegibilidade esportiva de pessoas trans. Antropolítica - Revista Contemporânea De Antropologia, v. 55 n. 2. 2023. Disponível em: https://doi.org/10.22409/antropolitica.i.a564452023. Acesso em: 24 out. 2024.
- CAMARGO, Wagner Xavier de. “Dilemas insurgentes no esporte: as práticas esportivas dissonantes”. In. Movimento, Porto Alegre, v. 22, n. 4, p. 1.337-1.350, out./dez. 2016. Disponível em: https://doi.org/10.22456/1982-8918.66188.

Programa

Aula 1 - 02/04/2025 - Pautar o absurdo! - Glória da Anunciação Alves
Introdução às problemáticas do curso, apresentação da grade e da dinâmica do curso. Análise de conjuntura da realidade geopolítica global em 2025.

Aula 2 - 16/04/2025 - Desnaturalizar a guerra! - Fernanda Padovesi Fonseca
O objetivo desse encontro é debater como as imagens veiculadas pela mídia e pelos livros didáticos, bem como a própria Cartografia, vem sendo utilizadas para naturalizar a existência de guerras e a normalizar a violência.

Aula 3 - 07/05/2025 - A lógica do imperialismo americano - Raimundo Jucier Sousa de Assis
O objetivo desta aula é dar uma base para conectar as próximas aulas, visando discutir como os EUA construíram um poderoso império neste século e quais as consequências disso para todos os conflitos em vigor, além de que, como isso é um debate realmente geográfico.

Aula 4 - 04/06/2025 - A guerra na Europa: Rússia X Otan/Ucrânia e a crise energética - Adilson Prizmic Momce
Discutir como o conflito entre Rússia e Ucrânia é antigo e abrange várias questões, especialmente desde 2014. A proposta inclui explorar a relação com os EUA, OTAN, interesses geopolíticos e a crise energética, além do impacto na produção de fertilizantes e relações com o Brasil.

Aula 5 - 02/07/2025 - As guerras no oriente médio - Edilson Adão Candido da Silva
O objetivo dessa aula é explorar as dinâmicas do Oriente Médio, além de Israel e Palestina. Vamos discutir as tensões no Kuwait, a presença do Irã, a questão do Afeganistão e o poder da Arábia Saudita.

Aula 6 - 23/07/2025 - A escalada de tensão na Ásia: China e Taiwan, Coreia do Sul x Coreia do Norte, Japão e o imperialismo - Evandro Andaku
Neste encontro, o foco será a Ásia, principalmente a tensão entre China e Taiwan, como outras questões como Coreia do Sul x Coreia do Norte, Japão e Oceania extremamente alinhada aos EUA.

Aula 7 - 06/08/2025 - Um olhar crítico ao BRICS - André Roberto Martin
O objetivo desse encontro é desnaturalizar a visão sobre alianças comerciais e blocos econômicos como se fossem blocos militares e homogêneos. Precisando-se discutir as contradições dos BRICS, como as agressões entre Índia e China e as antigas tensões entre China e Rússia. Também é importante analisar como o bloco contribui para uma ordem mundial multipolar.

Aula 8 - 03/09/2025 - A escalada do horror na África e a crise global de refugiados -
O objetivo desse encontro será explorar as dinâmicas de conflitos presentes na África, em especial por parte da
intervenção francesa. Há múltiplos conflitos presentes no continente mas que não estão em evidência na mídia, e
quando estão, reproduzem a visão do colonizador. Dessa forma, conectar o debate com a crise de refugiados é
uma tentativa de explicitar os diversos desdobramentos decorrentes de um conflito.

Aula 9 - 01/10/2025 - As múltiplas escalas da violência e da opressão imperialista na América Latina - Daniel Bruno Vasconcelos e Ginneth Pulido Gomez
A proposta é que a escala latino-americana seja abordada, dando um apanhado geral das violências que atravessam o continente e os agentes geopolíticos que se aproveitam da exploração da América Latina. Uma reflexão sobre a guerra as drogas, a questão Venezuelana, e etc.

Mesa 01 - 06/10/2025 - XXII SEMANA DE GEOGRAFIA USP: Conferência de Abertura
Mesa 02 - 07/10/2025 - XXII SEMANA DE GEOGRAFIA USP: Ainda estamos aqui (e eles também!): o legado da violência da Ditadura Civil-Militar brasileira e suas implicações na naturalização da barbárie
Mesa 03 - 08/10/2025 - XXII SEMANA DE GEOGRAFIA USP: O genocídio palestino e a luta contra o colonialismo no Século XXI
Mesa 04 - 09/10/2025 - XXII SEMANA DE GEOGRAFIA USP: As múltiplas escalas da opressão: a luta brasileira pela terra no campo, nas florestas e na cidade
Mesa 05 - 10/10/2025 - XXII SEMANA DE GEOGRAFIA USP: A crise de refugiados globais e seus impactos nas escolas brasileiras

Aula 10 - 05/11/2025 - Pautar o absurdo e defender o futuro! - Profa. Dra. Glória da Anunciação Alves                                                                     Reflexão geral para finalizar o curso.

Referências gerais:
ASSIS, Raimundo Jucier Sousa de. A iminência da subordinação aos Estados Unidos: a afirmação do Brasil como periferia do capitalismo na exposição universal de Chicago. 2016. Tese (Doutorado em Geografia Humana) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. doi:10.11606/T.8.2017.tde-08052017-121250. Acesso em: 2025-02-05.
LACOSTE, Yves. A geografia – isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. Tradução de Maria Cecília França. 3. ed. Campinas: Papirus, 1988.
MARTIN, André. O Papel do Brasil na emergência de uma nova ordem mundial Pós-Ialta in Confederação Nacional da Indústria. Panorama dos desafios brasileiros da indústria de defesa e segurança / Confederação Nacional da Indústria. – Brasília : CNI, 2023. ,pp131-142.
SILVA, E. C. ; LUIGI, R. . Guerra na Ucrânia: da síntese histórica à difusão dos fatos pela mídia. In: Eloi Martins Senhoras. (Org.). Ucrânia sob fogo cruzado: a geohistória de uma guerra. 1ed.Boa Vista: Iole Editora, 2022, v. I, p. 101-127.
SILVA, Edilson Adão Candido da. Formação territorial do Oriente Médio: a gênese das fronteiras (1878-1945). Breve ensaio de geografia política - uma reconstituição bibliográfica. 2000. 198 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Departamento de Geografia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2000.
WORLD ECONOMIC FORUM; ELSNER, Mark; ATKINSON, Grace; ZAHIDI, Saadia. The Global Risks Report 2025. 20th ed. Geneva: World Economic Forum, 15 jan. 2025. Disponível em: https://www.weforum.org/publications/global-risks-report-2025/. Acesso em: 23 de janeiro de 2025.

Programa

Aula 1 (10/02) – Introdução: virtù, fortuna e o presidencialismo
Literatura básica:
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Cap. VI (p. 37-41) e Cap. XXV (p. 147—152) Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2017.
BATISTA, Mariana. O Poder no Executivo: explicações no presidencialismo, parlamentarismo e
presidencialismo de coalizão. Revista de Sociologia e Política, v. 24, n. 57, p. 127–155, mar. 2016.

Aula 2 (12/02) – A tradição literária norte-americana sobre a presidência
Literatura básica:
SKOWRONEK, Stephen. Presidential Leadership in Political Time: Reprise and Reappraisal. revised and expanded. Capítulo 3: The Politics of Leadership at the End of the Twentieth Century (p. 79-118). University Press of Kansas, 2020.

Literatura complementar:
NEUSTADT, Richard E. Presidential power and the modern presidents: The politics of leadership from Roosevelt to Reagan. Capítulo 2: Three Cases of Command (p. 10-28). Simon and Schuster, 1991.

17/02 – Carnaval

Aula 3 (19/02) – Liderança em tempos de crise
Literatura básica:
GOODWIN, Doris Kean. Liderança em tempos de crise. Cap. 9: Liderança Transformacional: Abraham Lincoln e a Proclamação de Emancipação. Editora Record, 2020.
Literatura complementar:
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Caps. XIV a XIX. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2017.

Aula 4 (24/02) – Brasil: o poder dos presidentes
Literatura básica:
LASSANCE, Antônio. Governo presidencial e desenvolvimento: o poder dos presidentes. In: PEIXOTO, J. P.
M. Presidencialismo no Brasil: história, organização e funcionamento. Senado Federal, 2015.

Aula 5 (26/02) – Liderança presidencial no Brasil

Literatura básica:
GOERTZEL, Ted; BURTON, Guy. Liderança presidencial no Brasil e nos Estados Unidos. In: PEIXOTO, J. P. M. Presidencialismo no Brasil: história, organização e funcionamento. Senado Federal, 2015.

Literatura complementar:
VIZEU, Rodrigo. Os Presidentes: a história dos que mandaram e desmandaram no Brasil, de Deodoro a Bolsonaro. Cap. 29: Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), vaidade e reeleição; Cap. 30: Luís Inácio Lula da Silva (2003-2010), amor e ódio. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2019.

Literatura de apoio:


AVRITZER, Leonardo. “O pêndulo da democracia no Brasil”. Novos Estudos CEBRAP. v. 37, n. 2, pp. 273 – 289, 2018.
CARDOSO, Fernando Henrique. Cartas a um jovem político para construir um país melhor. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.
FORNAZIERI, Aldo. Liderança e poder. São Paulo: Editora Contracorrente, 2022.
FREITAS, Andrea; SILVA, Glauco Peres da.. DAS MANIFESTAÇÕES DE 2013 À ELEIÇÃO DE 2018 NO BRASIL: BUSCANDO UMA ABORDAGEM INSTITUCIONAL. Novos estudos CEBRAP, v. 38, n. 1, p. 137–155, jan. 2019.
GRAMSCI, Antonio. Cadernos do cárcere (Vol. 3): Maquiavel. Notas sobre o estado e a política. Civilização Brasileira, 2023.
INÁCIO, Magna; LLANOS, Mariana. The institutional presidency from a comparative perspective: Argentina and Brazil since the 1980s. Brazilian Political Science Review, v. 9, n. 1, p. 39-64, 2015.
MARÍAS, Julián; TROSTER, Tomás; YAMIN, Ana Maria. Introdução à Política de Aristóteles. PoliÉtica. Revista de Ética e Filosofia Política, v. 10, n. 1, p. 97-166, 2022.
MELO, Marcus André. (2009). “Strong presidents, robust democracies? Separation of powers and rule of law in Latin America.” Brazilian Political Science Review, vol., 3, n.2.
MURPHY, Andrew R. Two American Jeremiads.
SINGER, André. Os sentidos do lulismo: reforma gradual e pacto conservador. São Paulo: Companhia das Letras. 2012.
SKOWRONEK, Stephen. The politics presidents make: leadership from John Adams to Bill Clinton. Harvard University Press, 1997.

 

Programa

 
O material é dividido em 16 lições e, idealmente, o aluno deverá realizar as atividades relativas a uma lição a cada semana. 
Para as lições 11 e 15 são dedicadas 2 semanas. 
A semana que antecede a avaliação final é dedicada a tirar dúvidas. 
Totalizando 20 semanas. 
O percurso que o aluno deve seguir durante o curso compreende as seguintes atividades obrigatórias: 
1. Visualização dos vídeos (1 lição por semana). 
2. Elaboração dos exercícios online com áudio e feedback automático. (1 lição por semana). 
3. Participação semanal da atividade proposta no fórum.1 (1 ou 2 atividades por semana supervisionadas e comentadas pelo tutor). 
4. Elaboração de 2 produções escritas. (2 atividades por curso corrigidas pelo tutor – após a lição 5 e após a lição 11). 
5. Elaboração de uma produção oral. (1 atividade por curso corrigida pelo tutor – após a lição 14). 
6. Elaboração dos exercícios suplementares de revisão periódica com feedback automático. (8 atividades por curso) 
7. Prova de elementos linguísticos presencial (1 atividade por curso). 
8. Prova de produção escrita presencial (1 atividade por curso). 
Cada tutor pode propor ao grupo atividades suplementares não obrigatórias. 
 
Primeira semana – lição 1 
Apresentação do curso (vídeo gravado pelo tutor apresentando-se e explicando a modalidade à distância, a organização do curso e os recursos do material, a importância da organização e da dedicação em um curso à distância, o papel da autoaprendizagem. Verificar com os alunos se eles teriam a possibilidade de realizar atividades para prática da oralidade em pares utilizando a ferramenta Skype). 
Ficção: Tarcisio decide di andare in Italia. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Divisão política da Itália: regiões e capitais. 
A pronúncia do italiano e as semelhanças com o português. 
O alfabeto. 
Pronomes pessoais. 
Pronomes de tratamento: formal e informal. 
Os números. 
Perguntas e repostas para falar de si mesmo (nome, idade, proveniência). 
Invito alla ricerca: procurar no google street view as cidades que Tarcísio comentou no vídeo. 
Atividade do fórum : 
Rispondi alle domande e presentati al gruppo: 
1. Come ti chiami? 
2. Quanti anni hai? 
3. Di dove sei? 
4. Dove abiti? 
5. Con chi abiti?
 
Segunda semana – lição 2 
Ficção: Tarcisio si prepara per parlare con Elisa. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Pronúncia do italiano enfatizando os traços distintivos funcionais em relação ao português: ti e ci; di e gi; si e ci; ci/ce; chi/che; sci/sce; s + consonante; z e a terminação zione e a pronúncia da letra A 
As estações do ano. 
Relação entre sílaba tônica e acentuação gráfica em italiano. 
Agradecer e responder ao agradecimento. 
Invito alla ricerca: come si dice martelo e prego in italiano. 
Atividade do fórum: 
Grave a leitura dos exercícios de scioglilingua dessa lição e envie para o tutor (ou publique no fórum): 
Cecilia è in Sicilia, Dina, sua cugina è in Cina; mentre nel Ticino Gino cucina per Cristina. 
Attenzione! Tra la S e la Z non far confusione. Mentre con la prima si scrive confessione, passione, espressione, con la seconda, informazione, staizone, confezione. 
Anna quando canta, lo fa con tanto d’anima che ci incanta. 
Quando parlano l’italiano, Armando e Gianfranco sembra che cantino. 
Stefania Esporta scarpe sportive e, a ogni stagione, sceglie stivali e stivaletti estivi vicino alla stazione di Spoleto. 
 
Terceira semana – lição 3 
Ficção: Tarcisio e Elisa parlano delle cose che gli piacciono e delle cose che non gli piacciono. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Verbo piacere (mi piace, ti piace, gli piace, le piace); 
Concordar e discordar usando o verbo piacere. 
Os números ordinais e seus usos em italiano. 
Invito alla ricerca 1: pesquisar quem são os músicos citados por Elisa.
Invito alla ricerca 2: pesquisar a diferença entre “compleanno” e “anniversario”. 
Atividade do fórum: 
Rispondi alle domande e presentati al gruppo: 
Comincio io: Mi chiamo (nome del tutore) ho ? anni, sono brasiliano di ? e abito a ?. Ho una sorella che si chiama Anna e un fratello che si chiama Paolo. Anna ha 15 anni e Paolo ha 35 anni. Mi piace la musica; mi piace ballare; mi piacciono gli animali. Non mi piace la Coca Cola, non mi piacciono gli insetti e non mi piace il freddo. 
1. Come ti chiami? 
2. Quanti anni hai? 
3. Di dove sei? 
4. Dove abiti? 
5. Hai fratelli e sorelle? 
6. Quanti anni hanno? 
7. Elenca 3 cose che ti piacciono e 3 cose che non ti piacciono. 
8. Scegli un compagno del gruppo e invitalo a dire se è d’accordo con la tua frase (affermativa o negativa). 
Esempio. Maria, mi piacciono i gatti. 
Maria risponde: anche a me, oppure, a me invece no. 
 
Exercícios suplementares de revisão: lições 1, 2 e 3. 
 
Quarta semana – lição 4 
Ficção: Tarcisio e Elisa parlano dei rapporti personali. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Gênero e número de substantivos. 
Profissões. 
Falsos cognatos. 
Léxico relativo aos relacionamentos. 
Invito alla ricerca: ler um artigo que fala sobre as mudanças nos gêneros de algumas profissões. 
Atividade no fórum: 
Graver (em áudio ou vídeo) uma apresentação pessoal e publique-a no fórum. Seguindo o seguinte esquema de perguntas: 
1. Come ti chiami? 
2. Qual è il tuo cognome? 
3. Dici il tuo cognome lettera per lettera. 
4. Quanti anni hai? 
5. Di dove sei? 
6. Dove abiti? 
7. Che lavoro fai? 
8. Sei sposato (a)? Hai un compagno (a)? Hai un fidanzato (a)? Hai un ragazzo (a)? 
9. Con chi abiti? (abito con mio marito, mia moglie, mio figlio, mia figlia, mio padre, mia madre, mia nonna, mio nonno, da solo (a)). 
10. Come si chiamano le persone con cui abiti? 
11. Quanti anni hanno? 
12. Che lavoro fanno? 
13. Sei diplomato (a)? Sei laureato (a)? Quale corso hai frequentato? (ho studiato (nome del corso (cerca in Internet il nome del corso che hai frequentato)). Studi? Cosa studi? 
 
Quinta semana – lição 5 
Ficção: Tarcisio e Marcelo parlano di alcuni elementi culturali. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Gênero e número de substantivos. 
Adjetivos. 
Descrever a si mesmos e falar das qualidades e defeitos. 
E-mail formal. 
Gênero e o número de adjetivos. 
Nacionalidades 
Cores. 
Atividades no fórum: 
Transcrever no fórum os exercícios 19 e 20 da apostila. 
Assistir à entrevista com o professor Augusto Bellon e comentar no fórum o que entendeu e as dúvidas que surgiram. 
Prima produzione scritta: 
Tema: Mi presento. 
Escreva um texto de no mínimo 150 e no máximo 200 palavras apresentando-se. Escolha os elementos já estudados nas lições de 1 a 5 para compor o seu texto. 
 
Sexta semana – lição 6 
Ficção: Tarcisio e Elisa parlano delle origini delle loro famiglie. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Verbo piacere. 
Artigos definidos. 
Invito alla ricerca: Cercare in Internet i personaggi Dylan Dog, Valentina, Lupo Alberto. 
Atividade no fórum: 
Publicar no fórum os exercícios 11 e 12 da lição 5 da apostila. 
Exercícios suplementares de revisão: lições 4, 5 e 6. 
 
Sétima semana – lição 7 
Ficção: Tarcísio e Elisa falam sobre as diferenças entre a casa brasileira e a casa italiana. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Verbos esserci e avere.
Artigos indefinidos. 
Invito alla ricerca: Scegliete una regione italiana e cercate un esempio del dialetto di quella regione (una canzone, una ricetta, un dialogo, un proverbio). 
Atividades no fórum: 
Assistir os vídeos sobre casas sugeridos na lição e crie um vídeo (ou apenas áudio) semelhante descrevendo a sua casa e publique no fórum. 
Assistir a entrevista com a professora Maria Luisa Vassallo e comentar no fórum o que entendeu e as dúvidas que surgiram.
 
Oitava semana – lição 8 
Ficção: Tarcisio e il suo creativo curriculum. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Verbos no presente indicativo. 
Verbos reflexivos. 
Primeira, segunda e terceira conjugações. 
Invito alla ricerca: Elencare i film di Michelangelo Antonioni usati da Tarcisio per creare il suo curriculum. Cercare in Internet i trailler di questi film. 
Atividade do fórum: 
Grave (em áudio ou vídeo) uma apresentação pessoal contando como é a sua routine de segunda a sexta no período da manhã e publique-a no fórum. 
Exercícios suplementares de revisão: lições 6 e 7. 
 
Nona semana – lição 9 
Ficção: Tarcisio e Elisa parlano della loro famiglia e Tarcisio va in consolato a ritirare il passaporto. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Verbos no presente indicativo, destacando alguns aspectos importantes para o aluno brasileiro: salire, scendere, uscire e entrare. 
Como concordar ou discordar de afirmações e negações (anch’io; io invece no; neanch’io; io invece, sì). 
Ações que designam a rotina diária. 
Os dias da semana. 
As horas. 
Preposições que indicam períodos de tempo: a, da – alle. 
Atividades no fórum: 
Ogni studente deve scegliere un compagno del gruppo e invitarlo a esprimere concordanza o dissenso con 6 proposizioni (3 affermative e 3 negative). Due di esse devono contenere un riferimento all’orario). Esempi: 
Maria, mi sveglio sempre alle 8 e un quarto. E tu? 
Maria: anch’io oppure io invece no, mi sveglio sempre alle 6. 
Anna, non chiudo mai la porta della camera quando vado a letto. 
Anna: neanch’io oppure io invece sì. 
 
Decima semana – lição 10 
Ficção: Tarcisio sta male. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Verbos que criam dificuldades específicas aos alunos brasileiros: avere, esserci, tenere; essere e stare; dovere, potere e volere; restare e rimanere. 
Falar das coisas de que se tem medo: ho paura di / ho paura degli. 
Emprego de ce l’ho e de non ce l’ho. 
Atividade no fórum: 
Preparar, em duplas, durante a semana um diálogo. Escolher um personagem para ser entrevistado. Elaborar 10 perguntas e as respectivas respostas utilizando os elementos linguísticos e culturais vistos nas lições de 1 a 10. Publicar o diálogo no fórum. 
 
Decima- primeira semana – lição 11 (parte 1) 
Ficção: Tarcisio racconta ad Elisa come sarà la sua festa d’addio. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Verbos que criam dificuldades específicas aos alunos brasileiros: rimanere, andare e venire; camminare; viaggiare. 
Atividade no fórum: 
Gimkana. Durante toda a semana o tutor publicará, a cada dia, uma breve atividade. Os alunos em grupos de 3 pessoas participarão e receberão pontos virtuais pela participação. Ao final da atividade, o grupo vencedor ganhará um brinde . 
Seconda produzione scritta: 
Tema: la mia giornata. 
Escreva um texto de no mínimo 150 e no máximo 200 palavras contando como é o seu dia a dia e o que costuma fazer no fim de semana. Escolha os elementos já estudados nas lições de 1 a 11 para compor o seu texto. 
Decima-segunda semana – lição 11 (parte 2) 
Facciamo il punto: 
Pausa para fazer uma revisão dos elementos linguísticos vistos até aqui: il verbo piacere, esprimere accordo o dissenso con il verbo piacere; gli articoli; gli aggettivi; il plurale (regolare e irregolare) dei nomi e degli aggettivi; i verbi (regolari e irregolari) al presente dell’indicativo; le ore; i giorni della settimana; i mesi dell’anno; le stagioni. 
Elementos linguísticos e culturais (lição 11 – parte 2): 
Preposições di e da em sua forma simples e preposicionada. 
Atividade do fórum será inteiramente dedicada às dúvidas dos alunos. 
 
Decima-terceira semana – lição 12 
Ficção: Tarcisio racconta ad Elisa come si sta preparando per la partenza. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Diferença entre os verbos andare e venire. 
Adjetivos possessivos, com ênfase nos elementos que criam dificuldades aos alunos brasileiros: tua, sua, loro e o emprego dos artigos definidos com os artigos. 
Atividade no fórum: 
Assista a entrevista com a Professora Elisabetta Pavan (lições 9 e 10) e comente no fórum o que entendeu e as dúvidas que surgiram. O tutor estimulará discussões sobre estereótipos e preconceitos. 
 
Decima-quarta semana – lição 13 
Ficção: Tarcisio riceve risposte delle sue richieste di lavoro. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Dois verbos que indicam necessidade: volerci e aver bisongo di. 
Verbos no imperfetto dell’indicativo. 
Atividade no fórum: 
Grave (em áudio ou vídeo) a leitura do texto “Vestivamo alla marinara” di Susanna Agnelli (p. 8) e publique-a no fórum. 
Produzione orale: 
Pensando al texto di Susanna Agnelli racconta in audio o in video eventi della tua infanzia. Ecco alcune domande che ti potranno aiutare a elaborare il testo orale. 
1. Con chi abitavi quando eri piccolo (a)? 
2. Chi ti ha allevato (la mamma, una bambinaia, i nonni, il papà, la colf)? 
3. Com’era la tua giornata (la mattina, il pomeriggio, la sera)? 
4. Come ti vestivi? Che cosa ti mettevi per andare a scuola? C’era qualche vestito che non ti piaceva o che ti piaceva molto?
5. Con chi giocavi? Dove giocavi? A che cosa giocavi? 
6. Come era l’ora di pranzo e di cena? Potevi mangiare quello che volevi? Potevi mangiare tra i pasti? 
7. Che cosa ti piaceva mangiare? Che cosa odiavi? 
8. Dove passavi le vacanze? 
 
Decima-quinta semana – lição 14 
Ficção: Tarcisio ha un colloquio di lavoro. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Verbos que criam dificuldades específicas aos alunos brasileiros: vestirsi; spogliarsi; mettersi; togliersi. 
Os pronomes diretos lo, la, li e le. 
Atividade do fórum: 
O tutor enviará perguntas para praticar os pronomes diretos, os alunos são convidados a praticá-los oralmente em duplas caso tenham possibilidade de combinar horários para realizar a atividade. Os alunos que não tiverem essa possibilidade podem responder os exercícios por escrito. 
 
Decima-sexta semana – lição 15 (parte 1) 
Ficção: Tarcisio e Elisa parlano dela partenza. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Passato prossimo e os auxiliares que o acompanham: essere e avere. 
Atividade do fórum para a decima-sexta e decima-sétima semanas. Os alunos terão 2 semanas para realizar essa atividade. 
Praticare con un compagno di corso le 100 domande di ripasso: 
Presentiamoci in 100 domande 
1. Ciao, come stai? 
2. Che ora è? 
3. Come ti chiami? 
4. Qual è il tuo cognome? 
5. Dici il tuo cognome lettera per lettera. 
6. Quanti anni hai? 
7. Di dove sei? 
8. Lavori? 
a. Dove lavori? 
b. Che lavoro fai? 
c. Da quanto tempo hai questo lavoro? 
d. Quante ore lavori ogni giorno? (Risposta: Lavoro dalle… alle…) 
9. Hai fratelli e sorelle? 
10. Come si chiamano? 
(Come si chiama tuo fratello? Come si chiama tua sorella?) 
11. Quanti anni hanno? 
(Quanti anni ha tuo fratello? Quanti anni ha tua sorella?) 
12. Che lavoro fa tuo fratello? Che lavoro fa tua sorella? 
13. Quali sono i tuoi peggiori difetti? 
14. Quali sono i tuoi maggiori pregi? 
15. Che cosa non sopporti nelle persone? 
(Risposta: Non sopporto le persone……., ……, …… e …….) 
16. Dove abiti? 
17. Qual è il tuo indirizzo? 
18. Qual è il tuo numero telefonico? 
19. Com’è la tua casa? 
20. Con chi abiti? 
21. Che lavoro fa tuo padre? 
22. Com’è la giornata di tuo padre? 
23. Che lavoro fa tua madre? 
24. Com’è la giornata di tua madre? 
25. Ti piacciono gli animali? 
26. Ti piacciono i cani? 
27. Hai un cane? 
(Risposte possibili: Sì ce, l’ho./ No, non ce l’ho.) 
28. Ti piacciono i gatti? 
29. Hai un gatto? 
(Risposte possibili: Sì, ce l’ho./ No, non ce l’ho.) 
30. Hai qualche animale da compagnia? 
(Risposta possibile: Sì, ho un …. / No, non ce l’ho.) 
31. Come si chiama? 
(Come si chiama il tuo cane? Come si chiama il tuo gatto? Come si chiamano i tuoi gatti?) 
32. Da quanto tempo hai il tuo gatto/cane/pappagallo/tartaruga…? 
33. Dove studi? 
34. Che corso frequenti? 
35. Qual è l’orario del corso lingua italiana I? 
36. Perché studi l’italiano? 
37. Da quanto tempo studi l’italiano? 
38. Quante ore la settimana dedichi allo studio dell’italiano? 
39. Qual è la tua maggiore difficoltà nell’apprendimento dell’italiano? 
40. Parli altre lingue? Quali? 
41. A che ora ti svegli di solito durante la settimana? 
42. A che ora ti alzi? 
43. Fai colazione? 
a. Cosa prendi di solito per colazione? 
b. Chi ti prepara la colazione? 
44. Come ti vesti per venire all’università? 
45. Hai la macchina? ( 
Risposte possibili: Sì, ce l’ho./ No, non ce l’ho.) 
46. Hai la bici? 
(Risposte possibili: Sì, ce l’ho./ No, non ce l’ho.) 
47. Hai la moto? 
(Risposte possibili: Sì, ce l’ho./ No, non ce l’ho.) 
48. Hai paura degli scarafaggi? 
(Risposte possibili: Sì, ce l’ho./ No, non ce l’ho.) 
49. Hai paura del buio? 
(Risposte possibili: Sì, ce l’ho./ No, non ce l’ho.) 
50. Di che cosa hai paura? 
51. Come vieni all’Università? 
52. Quanto tempo ci vuole per venire da casa tua fino all’Università? 
53. Sei contento del corso che hai scelto? 
54. Ti piacciono le lezioni di italiano? 
55. Ti piace mangiar bene? 
56. Dove pranzi? 
57. Con chi pranzi? 
58. Cosa mangi di solito a pranzo? 
59. Dove ceni? 
60. Con chi ceni? 
61. Cosa mangi di solito a cena? 
62. Parliamo di cibo: parla dei piatti che ti piacciono e di quelli che non ti piacciono. 
63. Cucini? 
a. Che pietanza («prato») ti piace preparare? 
b. Quanto tempo ci vuole per preparare questa pietanza? 
c. Ai tuoi amici piace questa pietanza? 
64. Ti piace lo sport? Quali sport ti piacciono? 
65. Pratichi qualche sport? 
a. Da quanto tempo lo pratichi? 
b. Quanto tempo dedichi a questo sport ogni settimana? 
66. Ti piace la palestra? (Palestra = «academia de ginastica») 
67. Ti piace la musica? 
68. Che genere di musica ti piace? 
(rock, pop, classica, opera, italiana, brasiliana, inglese, americana, funk, reggae, samba, musica brasiliana, bossa nova) 
69. Suoni qualche strumento musicale? 
70. Ti piace il cinema? 
(horror, romantici, polizieschi (= gialli), suspense, classici, epici, commedie, brasiliani, italiani.) 
71. Che genere di film ti piace? 
72. Ti piace leggere? 
73. Che genere di libri preferisci? 
74. Com’è la tua giornata dal lunedì al venerdì? 
75. Che cosa fai nel tempo libero? Hai qualche hobby? 
76. Che fai il sabato? 
77. Che fai di bello la domenica? 
78. Che fai di solito durante le vacanze? 
79. Parla della tua infanzia: 
a. Come era la tua giornata quando eri piccolo? 
b. Ti mettevi la divisa per andare a scuola? 
c. Che cosa ti piaceva mangiare? 
d. Con chi abitavi quando eri piccolo? 
e. Chi ti ha cresciuto? (La mamma, la nonna, il papà, una bambinaia, la colf) 
f. Che cosa ti piaceva di più nella tua infanzia? 
80. Leggi il giornale ogni giorno? 
81. Leggi la rivista Caras? 
82. Che rivista leggi? 
83. Leggi i post dei tuoi amici su Facebook? 
84. Leggi le notizie in Internet? 
85. Bevi il caffè? 
86. Aiuti nelle faccende di casa? 
a. Lavi la biancheria? 
b. Stiri la tua roba? 
c. Pulisci il pavimento? 
d. Rifai il letto dopo che ti sei alzata? 
e. Metti in ordine la tua camera? 
87. Conosci il film “Benvenuti al sud”? 
88. Conosci le attrici italiane Anna Magnani e Giulietta Masina? 
89. Conosci i tenori del gruppo Il Volo? 
90. Conosci il cantante italiano Ligabue? 
91. Conosci la scrittrice italiana Natalia Ginzburg? 
92. Conosci lo scultore e pittore italiano Michelangelo Buonarroti? 
93. Ti piace guardare la TV? 
a. Guardi il telegiornale in TV? 
b. Guardi la telenovela delle nove? 
c. Guardi i cartoni animati? 
d. Quali programmi guardi di solito in TV? 
94. Che cosa hai fatto oggi? 
95. Che cosa hai fatto le vacanze scorse? 
96. Che cosa hai fatto l’ultimo weekend? 
97. Quante sono le regioni italiane? 
98. Qual è la capitale d’Italia? 
99. Che ora è? 
100. Quanto tempo ci vuole per rispondere a tutte queste domande? 
 
 
Decima-sétima semana – lição 15 (parte 2) 
Ficção: Tarcisio e Elisa parlano dela partenza. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Passato prossimo e os auxiliares que o acompanham: essere e avere. 
Decima-oitava semana – lição 16 
Ficção: Tarciso è in partenza. 
Elementos linguísticos e culturais: 
Introdução ao futuro do indicativo. 
Atividades no fórum: 
Eccoci agli sgoccioli: che cosa c’è da dire? Che cosa vogliamo commentare del corso? Che cosa ci aspettiamo per il futuro? 
Assistir à entrevista com os professores Darius Emrani e Sandra Gazzoni, e comente no fórum o que entendeu e as dúvidas que surgiram. 
 
Decima-nona semana – revisão 
Alunos e tutor decidirão qual o melhor meio para realizar a revisão. Quais os pontos que precisam ser revistos ou praticados. 
 
Vigésima semana – avaliações finais 
Prova de produção escrita. 
Prova de elementos linguísticos. 
 
 
Referências Bibliográficas 
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TOMLINSON, B.; MASUHARA, H. A elaboração de materiais para cursos de idiomas. São Paulo: SBS Editora, 2005. 
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VIEIRA, D. A. A Didatização de materiais autênticos para o ensino do italiano língua estrangeira. São Paulo: Humanitas, 2013. 

 

Programa

Objetivo: apresentar o conceito de enunciação a partir do ponto de vista da semiótica francesa e os conceitos de sintaxe e semântica discursivas com que a semiótica propõe analisar o discurso, em especial o discurso na internet a partir dos trabalhos de Diana Barros (2015).

Público: este curso é pensado para um público que preferencialmente já tenha tido algum contato com a semiótica francesa ou com teorias linguísticas.

Duração proposta: 8h

Conteúdo:
Aula 1 1.1 O conceito de enunciação para a semiótica francesa;
1.2 Sintaxe discursiva: os conceitos de debreagem e embreagem de pessoa, tempo e espaço;

Aula 2 2.1 Semântica discursiva: temas, figuras, o conceito de isotopia e o ator da enunciação;
2.2 O discurso na internet: construção sintáxica e semântica do sujeito da enunciação na internet.


Bibliografia:
ALONSO Aldama, Juan. As transparências enganam. Estudos Semióticos [on-line]. Volume 15, n. 1. São Paulo, agosto de 2019, p. 152–161.
BARROS, Diana L. P. de. Teoria do Discurso. Fundamentos Semióticos. São Paulo: Humanitas, 2002.
BARROS, Diana L. P. de. A complexidade discursiva na internet. CASA: Cadernos de Semiótica Aplicada, v.13, n.2, , p. 13-31. Araraquara, 2015.
BARROS, Diana L. P. de. Estudos discursivos da intolerância: o ator da enunciação discursivo. Cadernos de Estudos Linguísticos. Num. 58.1 Campinas, 2016.
DISCINI, Norma. O estilo nos textos. São Paulo: Contexto, 2004.
FIORIN, José Luiz. As astúcias da Enunciação. São Paulo: Ática, 2002.
GOMES, Regina de Souza. Crise de veridicção e interpretação: contribuições da Semiótica. Estudos Semióticos [on-line]. Volume 15, n. 2. . p. 15-30. São Paulo, dezembro de 2019.
GREIMAS, A. J. e COURTÉS, J. Dicionário de Semiótica. São Paulo: Cultrix, s/d [1979].
GREIMAS, A. J. A Enunciação (uma postura epistemológica). Cópia PDF traduzida por Jean Cristtus Portela e Maria Lúcia V. P. Diniz do texto original: L’énonciation (une posture épistemologique). Significação – revista brasileira de semiótica. 1974.