Programa

Aula 1: A origem e o contexto histórico do conceito de “Democracia Racial”
Aula 2: “Democracia racial” e suas transformações discursivas ao longo do século XX
Aula 3: A “Democracia Racial” na mídia: jornais e revistas da época

Referências bibliográficas:
ANDREWS, George Reid. Negros e Brancos em São Paulo (1888-1988). São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1998.
CUNHA, O. M. G. Sua alma em sua palma: Identificando a ‘raça’ e inventando a nação. In: PANDOLFI, D. Repensando o Estado Novo. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1999.
FERNANDES, Florestan. O negro no mundo dos brancos. São Paulo: Global, 2007.
FERNANDES, Florestan. A integração do negro na sociedade de classes. 4ª ed. São Paulo: Global Editora, 2008.
FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. 51ª ed. rev. São Paulo: Global Editora. 2006 [1933].
GUIMARÃES, Antônio Sérgio Alfredo. Democracia racial: o ideal, o pacto e o mito. Novos Estudos Cebrap, v. 20, p. 147-162, out. 2001.
HASENBALG, Carlos; SILVA, Nelson do Valle. Relações Raciais no Brasil Contemporâneo. Rio de Janeiro: Rio Fundo Editora, 1992.
HOFBAUER, Andreas. Uma história de branqueamento ou o negro em questão. São Paulo: Editora UNESP, 2006.
KERN, Gustavo da Silva. Gilberto Freyre e Florestan Fernandes: O debate em torno da democracia racial no Brasil. In: Revista Historiador, n. 6, jan., 2014.
MAIO, M. C. O Projeto Unesco e a agenda das ciências sociais no Brasil dos anos 40 e 50. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 14:141-158. 1999.
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1999.
SCHWARCZ, Lília Moritz. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão
racial no Brasil - 187011930. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
SCHWARTZMAN, Simon. As Causas da Raça no Pensamento Brasileiro. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
SKIDMORE, Thomas E. Preto no Branco: raça e nacionalidade no pensamento brasileiro. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.

Programa

Aula 1 (05/08) - Desvendando a IA Generativa e o Poder dos Prompts
Apresentação da IA Generativa, dos Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs) e dos conceitos fundamentais da engenharia de prompts. Análise da anatomia de um prompt eficaz (instrução, contexto, persona, formato). Introdução da proposta de mini-projeto prático a ser desenvolvido ao longo do curso.

Aula 2 (07/08) - Princípios e Técnicas Fundamentais de Engenharia de Prompts
Aprofundamento em técnicas essenciais para o refinamento de prompts, como clareza, especificidade, uso de delimitadores e a arte da iteração. Exploração de estratégias para definir persona, tom e formato da resposta da IA, incluindo a técnica de "few-shot prompting" e a análise de erros comuns.

Aula 3 (12/08) - Técnicas Avançadas, Ética Prática e Aplicações Profissionais
Estudo de técnicas avançadas como "Chain-of-Thought" (Cadeia de Pensamento) e prompts de autorreflexão. Discussão sobre ética na prática, incluindo o uso de prompts para identificar vieses. Participação de especialista convidada para apresentar casos de uso da IA na produção de conteúdo profissional. Início do desenvolvimento dos mini-projetos.

Aula 4 (14/08) - Desenvolvimento de Projetos, Ética Aprofundada e o Futuro da IA
Discussão sobre implicações éticas complexas (autoria, plágio, desinformação) e o papel do humanista na construção de uma IA responsável. Finalização e apresentação dos mini-projetos práticos, com feedback coletivo. Panorama sobre o futuro da IA e indicação de recursos para aprendizado contínuo.


Bibliografia:


1. Benamara, F., Taboada, M., & Mathieu, Y. (2017). Evaluative Language Beyond Bags of Words: Linguistic Insights and Computational Applications. Computational Linguistics, 43(1), 201-264.
2. Bender, E. M., Gebru, T., McMillan-Major, A., & Shmitchell, S. (2021). On the Dangers of Stochastic Parrots: Can Language Models Be Too Big?. In Proceedings of the 2021 ACM Conference on Fairness, Accountability, and Transparency (FAccT '21).
3. Giray, L. (2024). The Prompt Report: A Systematic Survey of Prompting Techniques. arXiv preprint arXiv:2403.13551.
4. Grimmer, J., Roberts, M. E., & Stewart, B. M. (2022). Text as Data: A New Framework for Machine Learning and the Social Sciences. Princeton University Press.
5. Liu, P., Yuan, W., Fu, J., Jiang, Z., Hayashi, H., & Neubig, G. (2022). Pre-train, Prompt, and Predict: A Systematic Survey of Prompting Methods in Natural Language Processing. ACM Computing Surveys, 55(9), 1-35.
6. Oppenlaender, J. (2024). A Prompt Pattern Catalog to Enhance Prompt Engineering with ChatGPT. arXiv preprint arXiv:2302.11382.
7. Silva, T. F. L. da. (2022). O Pão Que O Viado Amassou: contribuições da semiótica para o processamento de língua natural. Estudos Semióticos, 18(3), 70-92.
8. Silva, T. F. L. da. (2023). Using transformer networks and tensive semiotics to improve sentiment analysis accuracy in tourism digital platforms. In Semiotica e intelligenza artificiale (pp. 131-147). Aracne.
9. Silva, T. F. L. da. (2023). Humanismo digital e transformação social: campos abertos para o fomento da inovação nas Ciências Humanas e Sociais. Revista Sciencia Veritas, 2, 5-8.
10. Silva, T. F. L. da, et al. (2025). CDB: A Unified Framework for Hope Speech Detection Through Counterfactual, Desire, and Belief. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2025.
11. Sivasubramaniam, S., & Gurevych, I. (2024). An Empirical Categorization of Prompting Techniques for Large Language Models: A Practitioner’s Guide. In Proceedings of the 2024 Conference of the North American Chapter of the Association for Computational Linguistics: Human Language Technologies (NAACL 2024).
12. Wei, J., Wang, X., Schuurmans, D., Bosma, M., Chi, E., Le, Q., & Zhou, D. (2022). Chain-of-Thought Prompting Elicits Reasoning in Large Language Models. Advances in Neural Information Processing Systems, 35.
13. White, J., Fu, Q., Hays, S., Sandborn, M., Olea, C., Gilbert, H., ... & Schmidt, D. C. (2023). A Prompt-Based Probing Framework for Connecting Language Models to Knowledge Bases. arXiv preprint arXiv:2305.14924.
14. Zhang, T., Ke, P., Chen, Y., Zhang, J., & Li, F. (2023). A Systematic Survey of Prompt Engineering in Large Language Models: Techniques and Applications. arXiv preprint arXiv:2402.07927.

Programa

Aula 1.  Fundamentos da Teoria da Atividade (TA) e o Ensino de Línguas
Conceitos centrais da TA, focando nas unidades de análise das 4 gerações (Vygotsky 1981, 1991,
2001; Leontiev, 1978; Engeström, 1999, 2001, 2014; Engeström e Sannino (2018). Ênfase no modelo triangular expandido de Engeström e seu uso prático.
Prática: Análise da sala de aula de línguas orientais como um Sistema de Atividade. Identificação dos componentes (p. ex., o professor como sujeito, o domínio da língua/cultura oriental como objeto, os materiais didáticos e TICs como instrumentos).
Foco para Línguas Orientais: Como a complexidade da escrita, pode ser entendida como um
"instrumento" na atividade de aprendizagem e como as regras culturais e sociais (Comunidade e Regras) influenciam a comunicação na língua-alvo.

Aula 2. Contradições e Transformação na Prática Docente
O papel das contradições como motor da mudança e do desenvolvimento (Ciclo expansivo). A Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) em ambientes de ensino de L2.
Prática: Estudo de caso de contradições comuns no ensino de línguas orientais (p. ex., o choque entre os métodos de ensino e as expectativas de aprendizagem dos alunos).
Aplicação: Uso da TA como ferramenta metodológica para que professores e alunos de graduação identifiquem, analisem e proponham soluções inovadoras para as contradições em seus próprios contextos de ensino/aprendizagem.

Aula 3. Mediação, Instrumentos e Tecnologias Digitais
O conceito de mediação semiótica. A linguagem como ferramenta psicológica. A relevância da
mediação pedagógica no desenvolvimento da consciência linguística e cultural.
Prática: Avaliação e design de instrumentos pedagógicos para línguas orientais à luz da TA (p. ex., a criação de tarefas autênticas, o uso de mídias sociais ou aplicativos de escrita como instrumentos, e a discussão sobre como esses instrumentos medeiam a relação Sujeito Objeto).
Aplicação: Elaboração de atividades para analisar a eficácia das tecnologias ou mídias sociais como instrumentos mediadores no desenvolvimento das capacidades de linguagem nas línguas orientais.

Aula 4. Motivo e Engajamento na Atividade de Aprendizagem de Línguas Orientais
A relação entre Motivo, Necessidade e Objeto da atividade. A importância de alinhar o motivo do aluno (geralmente ligado a interesses culturais, acadêmicos ou profissionais) ao objeto da atividade pedagógica.
Prática: Estratégias para identificar e desenvolver o motivo de alunos. Discussão sobre a criação de tarefas que sejam, de fato, atividades (que tenham um motivo genuíno para o aluno, e não apenas um fim acadêmico).
Aplicação: Criação de projetos de atividade que engajem o aluno na totalidade do sistema de atividade, fomentando a autonomia e a colaboração.

Bibliografia
ENGESTRÖM, Y. Innovative learning in work teams: analysing cycles of knowledge creation in practice, in: Y. ENGESTRÖM et al. Perspectives on Activity Theory. Cambridge: Cambridge University Press, p. 377-406, 1999.
ENGESTRÖM, Y. Expansive Learning at work: toward and activity theoretical reconceptualization. Journal of Education and Work, v. 14, n 1, p.133-153, 2001. Learning by Expanding
ENGESTRÖM, Y . Learning by expanding: An Activity-Theoretical Approach to Developmental Research. 2 nd ed. Cambridge University Press, 2014.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido, 17ª. ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987.
LEONTIEV, A. O desenvolvimento do psiquismo. Lisboa: Livros Horizonte, 1978.
MATOS, Doris Cristina Vicente da Silva; SOUSA, Cristiane Maria Campelo Lopes LANDULFO DE (org.). Suleando conceitos e linguagens: decolonialidades e epistemologias outras / Organizadoras: Doris Cristina Vicente da Silva Matos e Cristiane Maria Campelo Lopes Landulfo de Sousa; Prefácio de Claudiana Nogueira de Alencar. – 1. ed. – Campinas, SP : Pontes Editores, 2022.
PUH, M. Lições do expresso do oriente: metodologias de ensino de línguas não-hegemônicas no Brasil. In: INICIAÇÃO & FORMAÇÃO DOCENTE, v. 7, p. 822-827, 2020.
SILVA, O. O. De línguas minorizadas dos núcleos de imigrantes a disciplinas escolares da educação básica: o ensino de línguas alóctones nas redes públicas estaduais sob a perspectiva glotopolítica. In: COTINGUIBA, M.L.P.; TONDINELI, P.G. (Org.). Contextos de aprendizagem e de descrição de línguas autóctones e alóctones. 1ed.Porto Velho: Edufro, 2021b.
VYGOTSKY, L. S. The Genesis of Higher Mental Functions. In: WERTSCH, J.V. The Concept of Activity in Soviet Psychology: An Introduction. M.E. Sharpe, Inc. New York: USA, 1981.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente (1934). 4ºed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. S/L [Edição eletrônica]: Ed Ridendo Castigat Mores, 2001
WALSH, C. Interculturalidade e decolonialidade do poder um pensamento e posicionamento "outro" a partir da diferença colonial. Revista Eletrônica da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) v. 05, n. 1, Jan.-Jul., 2019

Programa

Aula 1 - 21/07 Apresentação do curso e de nosso ponto de partida
Objetivo: conhecer os temas que serão abordados ao longo do curso, ler conjuntamente o ensaio de Roberto Schwarz intitulado “Fim de Século” e realizar um breve debate sobre o mesmo.

Metodologia:
Parte 1: Exposição dos temas que serão abordados ao longo do curso e os textos correspondentes que nos servirão de base para cada um dos temas. Duração: 20 min.
Temas: Moradia; Família; Crime; Consumo; Trabalho.

Parte 2: Leitura conjunta com os estudantes do ensaio “Fim de Século” (1999) de Roberto Schwarz. Duração: 01h30m

Parte 3: Conversa sobre o texto de Roberto Schwarz. Duração: 30m

Bibliografia obrigatória:
SCHWARZ, Roberto. Fim de Século. In: Sequências Brasileiras. Editora Companhia das Letras, São Paulo, 1999, pp. 155-163. Total 8 páginas

Total de horas do encontro: 2h30m

Aula 2 - 22/07 Da escala nacional à escala metropolitana
Objetivo: Conhecer a virada metodológica dos anos de 1980 em diante que assentou um programa de estudos sobre a periferia “a partir de dentro”.

Metodologia:
Parte 1: Levantamento das interpretações e questões trazidas pelos estudantes. Duração: 1h00m

Parte 2: A partir das contribuições trazidas pelos estudantes, exposição dos textos estudados, contextualização histórica dos textos. Duração: 45m

Parte 3: Exercício de cotejamento entre os textos lidos e aquela contextualização particular presente no texto de Roberto Schwarz. Duração: 30m

Bibliografia obrigatória:
CARLOS, Ana Fani Alessandri. ‘“Novas” contradições do espaço’. In: O espaço no fim de século, a nova raridade. Orgs. DAMIANI, Amélia Luisa; CARLOS, Ana Fani Alessandri; SEABRA, Odete Carvalho de Lima, Editora Contexto, 1999, pp. 62-74.

ZALUAR, Alba. A máquina e a revolta. Editora Brasiliense, 1985. pp. 9-32

Total de horas do encontro: 2h30m


Aula 3 - 23/07 As transformações na mobilidade do trabalho
Objetivo: Análise das transformações no exercício da mobilidade de trabalho.

Metodologia:
Parte 1: Levantamento das interpretações e questões trazidas pelos estudantes a partir da leitura da bibliografia obrigatória. Duração: 1h00m

Parte 2: A partir das contribuições trazidas pelos estudantes, exposição dos textos estudados e contextualização histórica dos mesmos. Duração: 45m

Parte 3: Exercício de cotejamento entre os textos lidos e aquela contextualização particular presente no texto de Roberto Schwarz. Duração: 30m

Bibliografia obrigatória:
TELLES, Vera da Silva. “Mutações do trabalho e experiência urbana” In: Tempo Social, Revista de Sociologia da USP, vol. 18, núm. 1, São Paulo, 2006, pp. 173-195.
ABÍLIO. Ludmila Costhek. “Uberização do trabalho: subsunção real da viração”. PassaPalavra, c2017. Disponível em: . Acesso em: 02 de jun. de 2020.
ABÍLIO, Ludmila Abílio. “Uberização e viração: mulheres periféricas no centro da acumulação capitalista”. In: Revista Margem Esquerda, núm. 31, Boitempo Editorial, São Paulo, 2018, pp. 58-62.


Aula 4 - 24/07 Crime e criminalização - a nova face das ilegalidades na periferia
Objetivo: Investigar as transformações nas práticas criminais que envolvem o cotidiano das periferias e seus moradores.

Metodologia:
Parte 1: Levantamento das interpretações e questões trazidas pelos estudantes a partir da leitura da bibliografia obrigatória. Duração: 1h00m

Parte 2: A partir das contribuições trazidas pelos estudantes, exposição dos textos estudados e contextualização histórica dos mesmos. Duração: 45m

Parte 3: Exercício de cotejamento entre os textos lidos e aquela contextualização particular presente no texto de Roberto Schwarz. Duração: 30m

Bibliografia obrigatória:
FELTRAN, Gabriel de Santis. “Governo que produz crime, crime que produz governo: o dispositivo de gestão do homicídio em São Paulo (1992-2011)”. In: Revista Brasileira de Segurança Pública, v. 6, núm. 2, pp. 232-255, ago/set 2012.

HIRATA, Daniel e TELLES, Vera da Silva. “Cidade e práticas urbanas: nas fronteiras incertas entre o ilegal, o informal e o ilícito”. In: Revista Estudos Avançados, v. 21, núm. 61, pp. 173-191, 2017.

OLIVEIRA, Dennis de. Análise sobre o genocídio da população negra e debate sobre a desmilitarização da polícia. In: Cadernos Temáticos CRP SP. São Paulo, 2016. pp. 9-11.

Total de horas do encontro: 2h30m


Aula 5 - 27/07 As práticas populares de consumo e a sua “financeirização”
Objetivo: Conhecer as novas práticas populares de consumo a partir da assim chamada “financeirização” da economia.

Metodologia:
Parte 1: Levantamento das interpretações e questões trazidas pelos estudantes a partir da leitura da bibliografia obrigatória. Duração: 1h00m

Parte 2: A partir das contribuições trazidas pelos estudantes, exposição dos textos estudados e contextualização histórica dos mesmos. Duração: 45m

Parte 3: Exercício de cotejamento entre os textos lidos e aquela contextualização particular presente no texto de Roberto Schwarz. Duração: 30m

Bibliografia obrigatória:
MONTENEGRO, Marina Regitz. “Da financeirização ao lugar: dos nexos hegemônicos às contra-racionalidades do cotidiano”. In: GEOgraphia, revista de geografia da UFF, vol. 19, núm. 40, pp. 92-106, Niterói, mai/ago 2017.
SCIRÉ, Cláudia. “Uma etnografia multissituada das práticas populares de consumo. In: Plural, Revista do Programa de Pós-graduação em Sociologia da USP, v. 16. núm. 01, pp. 93-109, São Paulo, 2009.
Total de horas do encontro: 2h30m

Aula 6 - 28/07 A moradia periférica e os circuitos globais do capital
Objetivo: Investigar os desdobramentos “econômicos” dos territórios periféricos autoconstruídos, do ponto de vista da terra e seus imóveis.

Metodologia:
Parte 1: Levantamento das interpretações e questões trazidas pelos estudantes a partir da leitura da bibliografia obrigatória. Duração: 1h00m

Parte 2: A partir das contribuições trazidas pelos estudantes, exposição dos textos estudados e contextualização histórica dos mesmos. Duração: 45m

Parte 3: Exercício de cotejamento entre os textos lidos e aquela contextualização particular presente no texto de Roberto Schwarz. Duração: 30m

Bibliografia obrigatória:
ROLNIK, Raquel. Guerra dos lugares: a colonização da terra e da moradia na era das finanças. Boitempo Editorial, São Paulo, 2015. pp. 129-140.

GIAVAROTTI, Daniel Manzione. “Eles não usam macacão: crise do trabalho e reprodução do colapso da modernização a partir da periferia da metrópole de São Paulo”. Tese de doutorado. Departamento de Geografia., FFLCH/USP, 2018, pp. 55-60 e 86-93.

Total de horas do encontro: 2h30m


Aula 7 - 29/07 As novas reconfigurações familiares
Objetivo: Pensar sobre a historicidade da família trabalhadora diante das transformações no mundo do trabalho e a emergência do crime.

Metodologia:
Parte 1: Levantamento das interpretações e questões trazidas pelos estudantes a partir da leitura da bibliografia obrigatória. Duração: 1h00m

Parte 2: A partir das contribuições trazidas pelos estudantes, exposição dos textos estudados e contextualização histórica dos mesmos. Duração: 45m

Parte 3: Exercício de cotejamento entre os textos lidos e aquela contextualização particular presente no texto de Roberto Schwarz. Duração: 30m

Bibliografia obrigatória:
FELTRAN, Gabriel de Santis. “Fronteiras de tensão: um estudo sobre política e violências nas periferias de São Paulo”. Tese de doutorado. Departamento de Sociologia, IFCH/Unicamp, 2008, pp. 105-140.

GIAVAROTTI, Daniel Manzione. “Eles não usam macacão: crise do trabalho e reprodução do colapso da modernização a partir da periferia da metrópole de São Paulo”. Tese de doutorado. Departamento de Geografia., FFLCH/USP, 2018, pp. 176-182.

Total de horas do encontro: 2h30m

Programa

- Aula 1 - Gilda de Mello e Souza: esta aula se centra na formação do campo da moda no Brasil por meio de uma análise de O espírito das roupas: a moda no século dezenove em dois níveis distintos, porém complementares. Primeiramente, considerando as balizas históricas e sociológicas que marcam as reflexões suscitadas por Gilda de Mello e Souza, valemo-nos do viés da autora para adentrar e analisar a moda no Brasil do século XIX. Em segundo momento, por meio da leitura crítica da obra, analisaremos como determinadas escolhas da autora, desde as fontes selecionadas à abordagem teórica adotada para o desenvolvimento de sua pesquisa, evidenciam a compreensão de moda vigente no Brasil do século XX. Esperamos, assim, articular uma releitura da obra tanto como fonte de análise como enquanto contribuição teórica ao estudo da moda.

- Aula 2 - Paulo Emílio Sales Gomes: nesta aula o objetivo é concentrado na reflexão sobre o problema do figurino cinematográfico. Embora o tema seja pouco conhecido no interior da obra desse autor, o problema da moda acompanha suas reflexões mais gerais sobre o cinema brasileiro e suas particularidades, interagindo com problemas como a construção das personagens, de uma gestualidade e de uma visualidade próprias ao cinema nacional. Mas se o tema da moda acompanha suas reflexões desde o fim dos anos 1950, é na tese Humberto Mauro, Cataguases, Cinearte, publicada em 1974, que a moda aparece como categoria pertinente para reflexão sobre a formação do cinema silenciosos brasileiro, em finais dos anos 1920.

BIBLIOGRAFIA

ARANTES, Otília Beatriz. Notas sobre o método crítico de Gilda Mello e Souza. Estudos Avançados, v. 20, n. 56, São Paulo, 2006. Disponível em:
scielo.br/j/ea/a/qKxHHZCyDxDFYzSkB8cQ3rf/?lang=pt
ARANTES, Paulo Eduardo; ARANTES, Otília Beatriz. Sentido da formação: três estudos sobre Antonio Cândido, Gilda de Mello e Souza e Lúcio Costa. São Paulo: Paz & Terra, 1997.
MELLO E SOUZA, Gilda de. O Espírito das Roupas: a moda no século dezenove. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
________. Exercícios de leitura. São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2008.
MENDES, Adilson. Trajetória de Paulo Emilio. Cotia: Ateliê Editorial, 2013.
PONTES, Heloisa. Destinos mistos: os críticos do Grupo Clima em São Paulo (1940-68). São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
________. Modas e modos: uma leitura enviesada de O espírito das roupas. Cadernos Pagu, v. 22, Campinas, 2004. Disponível em: doi.org/10.1590/S0104-83332004000100003
PRADO, Luís André do. Gilda de Mello e Souza e a emergência do campo da moda no Brasil (1800-1990). Revista de História, n. 178, São Paulo, 2019. Disponível em:
revistas.usp.br/revhistoria/article/view/137772/151438
SALES GOMES, Paulo Emílio. Humberto Mauro, Cataguases, Cinearte. São Paulo: Perspectiva; Edusp, 1974.
________. Crítica de cinema no Suplemento Literário. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1981, 2 v.
________. Uma situação colonial? São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
SOUZA, José Inacio de Melo. Paulo Emilio no Paraíso. Rio de Janeiro: Record, 2002.

Programa

a. Geotecnologia na Base Nacional Comum Curricular;
b. Geotecnologias acessíveis;
c. Aplicação nos ensinos fundamental e médio;
d. Geotecnologia na educação superior;
e. Dado, informação e conhecimento;
f. Exemplos de aplicação.

BIBLIOGRAFIA:


ALMEIDA, R. D.; PASSINI, E. Y. Espaço geográfico: ensino e representação. São Paulo: Contexto, 1989.
Brasil. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
Callai, H. C. Aprendendo a ler o mundo: a geografia nos anos iniciais do ensino fundamental. Cad. Cedes, Campinas, v. 25, n. 66, p. 227-247, maio/ago, 2005.
Costa, F. R.; Lima, F. A. F. A linguagem cartográfica e o ensino-aprendizagem da Geografia: algumas reflexões. Geografia Ensino & Pesquisa, v. 16, n.2, p. 105-116, 2012.
Ferreira, M.C. Iniciação à análise espacial: teoria, técnicas e exemplos para geoprocessamento. São Paulo, Editora da Unesp, 2014.
Longley, P. A. et al. Sistemas e ciência da informação geográfica. Porto Alegre, Bookman, 3 ed. 2013.
Oliveira, I. J., Nascimento, D. T. F. As Geotecnologias e o ensino de cartografia nas Escolas: potencialidades e restrições. Revista Brasileira de Educação em Geografia, 7(13), 158-172, 2017.
Simielli, M. E. R. Análise Crítica da Base Nacional Comum Curricular – Geografia. Ministério da Educação, 2016. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/relatorios-analiticos/Maria_…. Acesso em: 8 jun. 2023.

 

Programa

Módulo II: será desenvolvida a técnica do estilo Shoka, arranjo característico do Período Edo (1603-1868).

1. História da Ikebana
2. Estilos de arranjos
3. Técnicas de fixação
4. Combinação de elementos

Bibliografia:


ABE, Kimiko e KAWAMURA, Tokuko – Ikebana, arte e criação no estilo Ikenobo, São Paulo, Aliança Cultural Brasil Japão, 1993
BENEDICT, Ruth – O Crisântemo e a Espada: padrões de cultura japonesa, São Paulo, Perspectiva, 1972
CHIANG SING – Ikebana, arte japonesa para arranjo de flores, Rio de Janeiro, Ediouro Publicações, 1979
HERRIGEL, Gusty L. – O Zen da arte da cerimônia das flores, São Paulo, Pensamento, 2013
KATO, Shuichi – Tempo e Espaço na cultura japonesa, São Paulo, Estação Liberdade, 2012
SILVÉRIO DE SOUZA, Valderson C – Flores Vivas – a presença do Ikebana Ikenobo no Brasil, São Paulo, dissertação de mestrado, FFLCHUSP, 2007
TAKENAKA, Reiko – Ikebana passo-a-passo, Tokyo, Patrimonio Tokyo LTD., 1998

Programa

 

Italiano in contesto: perfezionare la propria conoscenza dell'italiano attraverso Whatsapp, e-mail e conversazioni faccia a faccia
 
A partir do trabalho com gêneros textuais autênticos, espera-se que os aprendizes compreendam que cada gênero requer forma, linguagem e conteúdo específicos e que sejam capazes de desenvolver competência tanto receptiva quanto produtiva relativa aos aspectos linguísticos relacionados às modalidades oral, escrita e híbrida. 

Referências bibliográficas: 

BAGNO, Marcos (2013). Sete erros aos quatro ventos: a variação linguística no ensino de português. São Paulo:Parábola Editorial. 
_______ (2007). Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola Editorial. 
BAKHTIN, Mikhail (1997). Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes. 
BERRUTO, Gaetano (2005). Prima lezione di sociolinguistica. 3.ed. Roma-Bari: Laterza. 
_______. (1987). Sociolinguistica dell'italiano contemporaneo. Roma: La Nuova Italia Scientifica. 
BORTONI-RICARDO, Stella Maris (2014). Manual de sociolinguística. São Paulo: Contexto. 
_______. (2004). Educação em língua materna: a Sociolinguística na sala de aula. 2. ed. São Paulo: Parábola Editorial. 
BORTONI-RICARDO, Stella Maris et al (orgs.). (2014). Por que a escola não ensina gramática assim? São Paulo: Parábola Editorial. 
CALVET, Louis-Jean (2004). Sociolinguística: uma introdução crítica. Trad. Marcos Marcionilo. 2 ed. São Paulo: Parábola. 
CORTELAZZO, Michele (2000). Italiano d'oggi. Padova: Esedra. 
COSTA, Sérgio Roberto (2009). Dicionário de gêneros textuais. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora. 
COVERI, Lorenzo; BENUCCI, Antonella; DIADORI, Pierangela (1998). Le varietà dell'italiano: manuale di sociolinguistica italiana. Roma: Bonacci. 
DIONISIO, Angela P.; MACHADO, Anna R.; BEZERRA, Maria A. (org.) (2010). Gêneros textuais e ensino. São Paulo: Parábola Editoria. 
ELLIS, Rod; LOEWEN, Shawn; ELDER, Catherine; ERLAM, Rosemary, PHILIP, Jenefer; REINDERS, Hayo (2009) Implicit and explicit knowledge in second language learning, testing and teaching. Bristol/Buffalo/Toronto: Multilingual Matters. 
GAUTHIER, Clermont; BISSONNETTE, Steve; RICHARD, Mario (2014). Ensino explícito e desempenho dos alunos: a gestão dos aprendizados. Tradução Stephania Matousek. Petrópolis: Vozes. 
MARCUSCHI, Luiz Antônio (2008). Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial. 
MATTEO SANTIPOLO (2002). Dalla sociolinguistica alla glottodidattica. UTET Università: Torino. 
SOBRERO, Alberto A.; MIGLIETTA, Annarita (2007). Introduzione alla linguistica italiana. 2a. ed. Bari: Laterza.
 
 
Carga Horária:
21 horas
Ministrantes: Graziele Altino Frangiotti

 

Programa

1. Neoliberalism, State criticism and institutions: some questions
2. The State according to institutional analysis
3. What is a self-management practice?
4. The institution versus the State?

Bibliography:


Grégoire Chamayou, A sociedade ingovernável, Uma genealogia do liberalismo autoritário, Ubu Editora , 2020.
Félix Guattari, Psicanálise e Transversalidade: Ensaios de Análise Institucional, Ideias e Letras, 2004.
Félix Guattari, A revolução Molecular: pulsações políticas do desejo, Brasiliense, 1981
Georges Lapassade, Grupos Organizações e Instituições, Vozes, 2006
René Lourau, L’Etat inconscient, Editions de Minuit, 1978.
René Lourau, A Análise Institucional, Vozes, 2014.
Valentin Schaepelynck, L’institution renversée, Folie, analyse institutionnelle et champ social, Eterotopia, 2018.
James C. Scott, The art of not being governed, Yale University Press, 2009.

Programa

Aula 1. A tragédia como espetáculo audiovisual: os componentes extratextuais do drama trágico ateniense
Aula 2. A caracterização cênica das personagens na Electra de Eurípides
Aula 3. A função de objetos e acessórios cênicos na Ifigênia em Táuris de Eurípides
Aula 4. Loucura, perseguição, intervenção divina: a espetaculosa cenografia do Orestes de Eurípides

Bibliografia

ARISTÓTELES. Poética. Tradução, prefácio, introdução, comentário e apêndices de Eudoro de Sousa. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1986.
ARISTÓTELES. HORÁCIO. LONGINO. A poética clássica. Tradução de Jaime Bruna. 1. ed. 17. reimpressão. São Paulo: Cultrix, 2014.
BOURSCHEID, Marcelo. Ifigênia entre os Tauros, de Eurípides: introdução, tradução e notas. 2012. 268f. Dissertação de mestrado (Letras) – Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Curitiba, 2012.
CASTIAJO, Isabel. O Teatro Grego em Contexto de Representação. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2012.
DAVIDSON, John. Theatrical Production. In: GREGORY, Justina (Ed.). A companion to Greek tragedy. Malden: Blackwell, 2005. p. 194-212. [Tradução dispoível na pasta da matéria]
DUARTE, Adriane da Silva. Cenas de Reconhecimento na Poesia Grega. Campinas: Editora da Unicamp, 2012.
EASTERLING, Pat; HALL, Edith (Org.). Atores gregos e romanos: aspectos de uma antiga profissão. Tradução de Raul Fiker. São Paulo: Odysseus, 2008.
EMDE BOAS, Evert van. Language and character in Euripides’ Electra. Oxford: Oxford University Press, 2017.
EURÍPIDES. Electra; Orestes. Tradução de Karen Amaral Sacconi. São Paulo: Martin Claret, 2021.
______. Teatro completo (vol. 3). Tradução de Jaa Torrano. São Paulo: Iluminuras, 2018.
______. Orestes. Tradução de Trupersa, com direção de Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa. Cotia: Ateliê, 2017.
______. Teatro completo (vol. 2). Tradução de Jaa Torrano. São Paulo: Iluminuras, 2016.
______. Electra. Tradução de Trupersa, com direção de Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa. Cotia: Ateliê, 2015.
______. Ifigénia entre os Tauros. Tradução do grego, introdução e comentário de Nuno Simões Rodrigues. Coimbra/São Paulo: Imprensa da Universidade de Coimbra/Annablume, 2014.
______. Iphigenia in Tauris. Edited with an introduction, translation and commentary by M. J. Cropp. Warminster: Aris & Phillips, 2000.
______. Orestes. Tradução de Augusta Fernanda de Oliveira e Silva. Brasília: Ed. UnB, 1999.
______. Orestes. Edited with translation and commentary by M. L. West. Warminster: Aris & Phillips, 1990.
______. Orestes. With introduction and commentary by C. W. Willink. Oxford: Clarendon Press, 1989.
______. Electra. With translation and commentary by M. J. Cropp. Warminster: Aris & Phillips, 1988.
______. Electra. Edited with introduction and commentary by J. D. Denniston. Oxford: Clarendon Press, 1987.
KNOX, Bernard. Euripidean Comedy. In: ______. Word and action: Essays on the ancient theater. Baltimore: The Johns Hopkins University Press, 1986. p. 250-274.
KYRIAKOU, Poulheria. A commentary on Euripides’ Iphigenia in Tauris. Berlin: De Gruyter, 2006.
MALHADAS, Daisi. Tragédia grega: o mito em cena. Cotia: Ateliê, 2003.
MASTRONARDE, Donald J. The art of Euripides: dramatic technique and social context. Cambridge: Cambridge University Press, 2011.
______. Actors on High: The Skene Roof, the Crane, and the Gods in Attic Drama. Classical Antiquity, v. 9, n. 2, p. 247-294, 1990.
MCCLURE, Laura K (Ed.). A companion to Euripides. Chichester: John Wiley & Sons, 2017.
MOSSMAN, Judith (Ed.). Euripides. Oxford Readings in Classical Studies. Oxford: Oxford University Press, 2003.
OLIVEIRA, Flávio Ribeiro de. As anagnoríseis de Electra. In: SANTOS, Marcos Martinho dos (Org.). 1º Simpósio de Estudos Clássicos da USP. São Paulo: Humanitas, 2006. p. 133-143.
______. Boa Retórica e Má Retórica no Orestes de Eurípides. 2000. 218 f. Tese (Doutorado em Letras Clássicas) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001.
PICKARD-CAMBRIDGE, Arthur W. The dramatic festivals of Athens. Oxford: Clarendon Press, 1953.
PORTER, John R. Studies in Euripides’ Orestes. Leiden/New York/Köln: E. J. Brill, 1994.
ROMILLY, Jacqueline de. A tragédia grega. Lisboa: Edições 70, 2013.
REHM, Rush. Euripides’ Electra: the intimate body. In:______. The play of space: spatial transformation in Greek tragedy. Princeton/Oxford: Princeton University Press, 2002. p. 187-200.
______. Marriage to death: the conflation of wedding and funeral rituals in Greek tragedy. Princeton: Princeton University Press, 1996.
SACCONI, Karen Amaral. Heraîa: casamento e fertilidade na Electra de Eurípides. In: DUARTE, Adriane da Silva; CARDOSO, Zélia de Almeida (Org.). A representação dos deuses e do sagrado no teatro greco-latino. São Paulo: Humanitas, 2013. p. 97-10.
WOLFF, Christian. Orestes. In: SEGAL, Erich (Ed.). Oxford readings in Greek tragedy. Oxford: Oxford University Press, 1983. p. 340-356.