Programa

1) Introdução: a obra de Machado de Assis como conjunto;
2) O jornalista Machado de Assis;
3) Introdução ao cronista Machado de Assis;
4) As crônicas Notas Semanais;
5) Machado de Assis na atualidade.

Bibliografia:

Periódicos
Diário do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro 1855 - 1858
O Cruzeiro, Rio de Janeiro 1877 - 1878
ASSIS, Machado de. Obra Completa, Rio de Janeiro: Edições W. M. Jackson, 1938
______, Correspondência de Machado de Assis, tomo 1: 1860-1869 / apresentação, coordenação e orientação de Sergio Paulo Rouanet; organização, Irene Moutinho, Sílvia Eleutério. – Rio de Janeiro: ABL, 2008. (Coleção
Afrânio Peixoto, 84)
______, Correspondência de Machado de Assis: tomo II, 1870-1889 / coordenação e orientação Sergio Paulo Rouanet; reunida, organizada e comentada por Irene Moutinho e Sílvia Eleutério. – Rio de Janeiro: ABL, 2009.
(Coleção Afrânio Peixoto; v. 92)
______, Correspondência de Machado de Assis: tomo III, 1890-1900 / coordenação e orientação Sergio Paulo Rouanet; reunida, organizada e comentada por Irene Moutinho e Sílvia Eleutério. – Rio de Janeiro: ABL, 2011. (Coleção Afrânio Peixoto; v. 98)
BOSI, Alfredo. O Teatro Político nas Crônicas de Machado de Assis. In: O Teatro Político nas Crônicas de Machado de Assis. [S. l.], 13 maio 2013. Disponível em: http://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/bosimachado.pdf. Acesso em: 4 jan. 2022.
CANDIDO, Antonio. A vida ao rés-do-chão. In: CANDIDO, Antonio. A crônica: o gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil. Rio de Janeiro: Unicamp, 1992. p. 13-22.
FARIA, João Roberto. Alencar: a semana em revista In: CANDIDO, Antonio. A crônica: o gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil. Rio de Janeiro: Unicamp, 1992. p. 301-316.
______ Machado de Assis: O Espelho. Campinas, SP.: Editora da Unicamp, 2009.
GALANTE DE SOUSA, José. Bibliografia de Machado de Assis. Rio de Janeiro: MEC, INL, 1955.
GLEDSON, John; GRANJA, Lúcia. Machado de Assis: Notas semanais. Campinas, SP: Unicamp, 2008.
GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Os leitores de Machado de Assis: o romance machadiano e o público de literatura no século 19. São Paulo: Edusp, 2004.
MASSA, Jean-Michel. A Juventude de Machado de Assis. Tradução de Marco Aurélio de Moura Matos. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1971.
PEREIRA, Lúcia Miguel. Machado de Assis: estudo crítico e biográfico. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1936. v. 73.
SOARES, Marcus Vinicius Nogueira. A crônica brasileira do século XIX: uma breve história. 1. ed. São Paulo: Realizações, 2014.
SODRÉ, Nelson Werneck. História da Imprensa no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1977.

Programa

Aulas:
1: Discussão teórica e metodológica sobre os desafios de etnografar elites no Brasil.
2: Representação de interesses de elites dos sistemas alimentares no país.
3: Apresentação de etnografia atual sobre a FPA.
4: A atuação da FPA em relação aos direitos territoriais indígenas.
5: A operação da FPA nas questões ambientais e climáticas.

Bibliografia
BERNO DE ALMEIDA, A. W. 2019. “As estratégias de exportação agromineral e a usurpação das terras
tradicionalmente ocupadas: à guisa de Introdução”. In: A. W. BERNO DE ALMEIDA et al. (Org.). Mineração e
garimpo em terras tradicionalmente ocupadas: conflitos sociais e mobilizações étnicas. Manaus: UEA.
Edições/PNCSA: 47-70.
BRONZ, D., ZHOURI, A. & CASTRO, E. 2020. “Apresentação: Passando a boiada: violação de direitos,
desregulação e desmanche ambiental no Brasil”. Antropolítica: Revista Contemporânea de Antropologia, v. 49: 8-
41.
BRUNO, R. 2015. Elites agrárias, patronato rural e bancada ruralista no Brasil. Projeto de Cooperação Técnica
UFT/ BRA/083/BRA. Rio de Janeiro.
CHAISTY, P., CHEESEMAN, N., POWER & T. J. 2018. Coalitional Presidentialism in Comparative Perspective.
Minority Presidents in Multiparty Systems. Oxford: Oxford University Press, 267 pp.
CARNEIRO DA CUNHA, M. 2021. Paz entre agronegócio e direitos indígenas? Acabar com as ilegalidades é
necessário, mas não suficiente. Revista Piauí, 172, Jan.
CARNEIRO DA CUNHA, M. et al. Povos tradicionais e biodiversidade no Brasil: Contribuições dos povos
indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais para a biodiversidade, políticas e ameaças. Brasília: SBPC (no
prelo).
FAIRHEAD, J.; LEACH, M.; SCOONES, I. 2012. “Green Grabbing. A new appropriation of nature?” Journal of
Peasant Studies. 39. pp. 237-261.
GOFFMAN, E. 1956. The presentation of self in everyday life. Edinburgh,

University of Edinburgh.
KRÖGER, M. 2017. “Inter-sectoral determinants of forest policy: the power of deforesting actors in post-2012
Brazil”. Forest Policy and Economics. 77 (2017) pp. 24-32.
LATOUR, B. Para distinguir amigos e inimigos no tempo do Antropoceno. Revista de Antropologia, São Paulo, v.
57, n. 1, p. 11-31, nov. 2014.
MACHADO, L. Z. 2020. “From the Time of Rights to the Time of Intolerance. The Neoconservative Movement
and the Impact of the Bolsonaro Government: Challenges for Brazilian Anthropology”. Vibrant, pp. 1-35.
NADER, L. 1969. “Up the anthropologist - Perspectives gained from studying up”. In: D. HYMES (ed.)
Reinventing Anthropology. New York: Random House.
NADER, L. 2011. “Ethnography as theory”. Hau: Journal of Ethnographic Theory 1(1): 211-219.
POMPEIA, C. 2020a. “‘Agro é tudo’: simulações no aparato de legitimação do agronegócio”. Horiz. antropol.,
Porto Alegre, v. 26, n. 56, abril: 195-224.
POMPEIA, C. 2020b. “Concertação e poder: o agronegócio como fenômeno político no Brasil”. Rev. bras. Ci.
Soc., São Paulo , v. 35, n. 104: 1-17.
POMPEIA, C. 2021a. Formação Política do Agronegócio. São Paulo: Editora Elefante, 2021.
POMPEIA, C. 2022. Uma etnografia do Instituto Pensar Agropeucária. Mana (Museu Nacional/UFRJ). 28(2): 1-33.
PEREIRA, J. C., VIOLA, E. 2019. “Catastrophic Climate Risk and Brazilian Amazonian Politics and Polices: A
New Research Agenda”. Global Environmental
Politics, v. 19, n. 2: 93-103.
RAJÃO, R. et al. 2020. “The rotten apples of Brazil's agribusiness”. Science, 17 Jul. Vol. 369, Issue 6501. pp. 246-
248.
SAUER, Se. 2019. “Rural Brazil during the Lula Administrations: Agreements with Agribusiness and Disputes in
Agrarian Policies”. Latin American Perspectives. 46(4). pp. 103-121.
ROCHEDO, P. et al. 2018. “The threat of political bargaining to climate mitigation in Brazil”. Nature Climate
Change. V. 8. pp. 695-698.
SAUER, S, MÉSZÁROS, G 2017. “The political economy of land struggle in Brazil under Workers' Party
governments”. Journal of Agrarian Change 17 (2): 397-414.

Programa

Aula 1 (05/08): Introdução ao curso, apresentação da lista de filmes para discussão em sala. Proposta de atividade aos discentes para a última aula no dia 21/08.
Aula 2 (07/08): Quase humanos: robôs, ciborgues e androides
Aula 3 (12/08): Vigilância: violência e controle humanoide
Aula 4 (14/08): Dentro da máquina: convívio social, reputação e transformações
Aula 5 (19/08): Estatísticas e Afetos: dos grandes dados à cognição humana?
Aula 6 (21/08): Atividade Final: o exercício será realizado utilizando a bibliografia indicada ao longo do curso. Cada grupo terá um tempo de apresentação para que haja debate e comentários do ministrante e demais participantes.

Bibliografia:

Aumont, Jacques. Dicionário Teórico E Crítico De Cinema. Campinas, São Paulo: Papirus, 2012. | A Estética Do Filme. São Paulo: Papirus, 1995| A Imagem. São Paulo: Papirus, 1993.
Morin, Edgar. O Cinema E O Homem Imaginário.
Casetti, Francesco. Teorías Del Cine. Madri: Ediciones Catedra, 1994.
Kristeva, Julia. Introdução À Semanálise. São Paulo: Perspectiva, 2005. | História Da Linguagem. Lisboa, Edições 70, 1974.
Metz, Christian. A Significação Do Cinema. São Paulo: Perspectiva, 2014.
Stam, Robert. Introdução À Teoria Do Cinema. Campinas, São Paulo: Papirus, 2013.
Zizek, Slajov. Lacrimae Rerum – Ensaios Sobre Cinema Moderno. São Paulo: Boitempo, 2018.
Charney, Leo; Schwartz, Vanessa R (Org.). O Cinema E A Invenção Da Vida Moderna. São Paulo: Cosac Naify, 2001.
Jullier, Laurent; Marie, Michel. Lendo As Imagens Do Cinema. São Paulo: Senac, 2012.
Nichols, Bill. Introdução Ao Documentário. São Paulo: Papirus, 2007 | Representing Reality. Indiana University Press, 1991.
Rosenfeld, Anatol. Cinema: Arte & Indústria. São Paulo: Perspectiva, 2013.
Vanoye, Francis; Goliot-Lété, Anne. Ensaio Sobre A Análise Fílmica. São Paulo: Papirus, 2012.
Badiou, Alain. O Cinema Como Experimentação Filosófica. In: Yoel, Gerardo. Pensar O Cinema: Imagem, Ética E Filosofia. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
Kracauer, Sigfried. De Caligari A Hitler: Historia Psicológica Del Cine Alemán. Buenos Aires: Ediciones Paidós Ibérica, 1985.
Foucault, Michel. A Ordem Do Discurso. São Paulo: Loyola, 2014.
Martin, Marcel. Metáforas E Símbolos. In: A Linguagem Cinematográfica. São Paulo: Editora Brasiliense, 1990.
Menezes, Paulo. O Cinema Documental Como Representificação: Verdades E Mentiras Nas Relações (Im)Possíveis Entre Representação, Documentário, Filme Etnográfico, Filme Sociológico E Conhecimento. In: Caiuby Novaes, Sylvia Et Alii. Escrituras Da Imagem. São Paulo: Edusp, 2004.
Merleau-Ponty, Maurice. O Cinema E A Nova Psicologia. In: A Experiência Do Cinema. Xavier, Ismail (Org.); Rio De Janeiro: Graal, 1983.
Sorlin, Pierre. Filme Y Ideologia. In: Sociologia Del Cine. D.F. Mexico: Fondo De Cultura Economica, 1985.
Bazin, André. A Evolução Da Linguagem Cinematográfica. In: O Que É Cinema?. São Paulo: Cosac Naify, 2014.
Marcuse, Herbert. De L’ontologie À La Technologie. Les Tendances De La Société Industrielle. Arguments, Paris, Vol.4, Nº 18, P. 54-59, 1960. | A Ideologia Da Sociedade Industrial; Rio De Janeiro: Zahar Editores, 1973.
Feenberg, Andrew. O Que É Filosofia Da Tecnologia?. Conferência Realizada Para Os Estudantes Universitários De Komaba Em Junho De 2003,
Frase, Peter. Quatro Futuros. São Paulo: Autonomia Literária, 2020.
Bostrom, Nick. Superinteligência: Caminhos, Perigos E Estratégias Para Um Novo Mundo. Rio De Janeiro: Darkside Books, 2018.
Daugherty, Paul & Wilson, J. Human + Machine. Reimagining Work In The Age Of Ai. Boston (Usa). Harvard Business Review Press, 2018.
Lévi, Pierre. Introdução; Iii. In: As Tecnologias Da Inteligência: O Futuro Do Pensamento Na Era Da Informática. São Paulo: Editora 34, 2010.
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Zuboff, Shoshana. A Era Do Capitalismo De Vigilância. Rio De Janeiro: Intrínseca, 2019.
Artificial Intelligence: Risks To Privacy And Democracy. Karl Manheim And Lyric Kaplan. 21 Yale J.L. & Tech. 106 (2019)
Nicolas Miailhe E Cyrus Hodes, Making The Ai Revolution Work For Everyone. 2017, Pp-20-22.
Paulo Sá Elias. Algoritmos, Inteligência Artificial E O Direito. 2017, P.15.
Carta Europeia De Ética Sobre O Uso Da Inteligência Artificial Em Sistemas Judiciais E Seu Ambiente Adoptada Pela Cepej Na Sua 31.ª Reunião Plenária (Estrasburgo, 3 E 4 De Dezembro De 2018).
Luiz Fernando Martins Castro. Uso Da Inteligência Artificial No Meio Jurídico: Mitos E Realidade. 2020, P.12.
Assange, Julian. Cypherpunks: Liberdade E Futuro Da Internet. São Paulo: Boitempo Editorial, 2013.
Mori, Masahiro. The Buddah The Robot. Kosei Publishing Co. • Tokyofirst English Edition, 1981. Fourth Printing, 1985 Published By Kosei Publishing Co., Kssei Building, 2-7-1 Wada, Suginami-Ku, Tokyo 166. Copyright © 1974, 1976, 1980 By Kssei Publishing. Co.; All Rights Reserved. Printed In Japan. Lcc 82-190923.
Haraway, Donna. A Cyborg Manifesto., 1984. Traducción: Manuel Talens. Editor Digital: Titivillus. Epub Base R2.1.
Antropologia Do Ciborgue : As Vertigens Do Pós-Humano / Organização E Tradução Tomaz Tadeu – 2. Ed. – Belo Horizonte : Autêntica Editora, 2009. – (Mimo).
Lupton, Deborah. Digital Sociology. Routledge, 2015.
Baudrillard, Jean. Simulacros E Simulações. Ed Relógio D'água, Portugal, 1991.
Ricuero, Raquel. Redes Sociais Na Internet. Porto Alegre: Ed. Sulina, 2020.
Castells, Manuel. O Poder Da Identidade. Rio De Janeiro: Paz E Terra, 2018.
Emociones, Afectos Y Sociología : Diálogos Desde La Investigación Social Y La Interdisciplina / Marina Ariza, Coordinadora. -- Primera Edición. -- México : Unam, Instituto De Investigaciones Sociales, 2016.
M. Mori, K. F. Macdorman And N. Kageki, "The Uncanny Valley [From The Field]," In Ieee Robotics & Automation Magazine, Vol. 19, No. 2, Pp. 98-100, June 2012, Doi: 10.1109/Mra.2012.2192811.
Miailhe, N & Hodes, C. Making The Ai Revolution Work For Everyone. Ai Initiative: The Future Society, 2017.
Russel, Stuart J.; Norvig, Peter. Parte I. In: Inteligência Artificial. Rio De Janeiro: Elsevier, 2013.
Turing, A. M. Computing Machinery And Intelligence. Mind 59, No. 236 (1950): 433-60. Accessed April 8, 2020. Www.Jstor.Org/Stable/2251299.
Baiochi Do Nascimento, Nayara. Amor Em Telas: Amor E Tecnologia Digital Em Filmes Dos Anos 2010. 2022. Tese (Doutorado Em Sociologia) - Faculdade De Filosofia, Letras E Ciências Humanas, Universidade De São Paulo, São Paulo, 2022. Doi:10.11606/T.8.2022.Tde-06102022-210224. Acesso Em: 2024-06-03.
Wittmann, Isabel. Feminilidades Maquínicas: Gênero, Sexualidade E Corpo De Mulheres Artificiais No Cinema Fantástico. 2023. Tese (Doutorado Em Antropologia Social) - Faculdade De Filosofia, Letras E Ciências Humanas, Universidade De São Paulo, São Paulo, 2023. Doi:10.11606/T.8.2023.Tde-16012024-134412. Acesso Em: 2024-06-03.
Latour, B. On the modern cult of the factish gods. Durham [NC]: Duke University Press, 2010. Tradução: Sobre o culto moderno dos deuses "fatiches". São Paulo, Ed. Unesp, 2021.
Latour, B.; Woolgar, S. Laboratory life: The construction of scientific facts. 2d ed. Princeton, NJ: Princeton University Press, 1986. Tradução: A vida de laboratório. A produção dos fatos científicos. Rio de Janeiro, Relume Dumaré, 1997.

 

Programa

Dia 1: Fundamentos Existenciais e Fenomenológicos em Beauvoir
Influências Filosóficas e Fundamentos Existenciais
Má-Fé e Liberdade Radical
Situação e Existência Autêntica

Dia 2: Ambiguidade, Transcendência e Imanência na Ética de Beauvoir
Ambiguidade como Condição Existencial e Fundamento Ético

Dia 3: Síntese e Aplicação dos Conceitos
Integração dos Conceitos na Ética de Beauvoir
Estudo de Caso e Aplicação Prática dos Conceitos

Referência Bibliográfica
BEAUVOIR, Simone de. Para uma Moral da Ambiguidade. Lisboa: Edições 70, 2009.
BEAUVOIR, Simone de. O Segundo Sexo. São Paulo: Nova Fronteira, 2019.

Programa

Conteúdo programático resumido: apresentação oral, conversa com a turma e escutas conexas com a música pop japonesa.

Aula 01 (07/08)
A música japonesa nos meados do século XX: a contextualização da indústria fonográfica no Japão; traçando escolhas de pesquisa e entendimentos entre os conceitos de música popular e música pop: adentrando o campo japonês; constituições musicais da música japonesa: influências, estruturas, gêneros musicais; formatações da indústria e configurações a partir do surgimento do disco; música japonesa e embates identitários; para uma breve história da música na vizinhança: comparando a música japonesa com exemplos asiáticos; contextualização dos escritórios musicais.

Aula 02 (14/08)
Para pensar os protótipos do pop japonês: de 1970 a 1990; música pop japonesa e o início da técnica de formulação de seus artistas: apresentando conceitos e esquemas como jimusho, aidoru (idol) e tarento (talento); o sistema de promoção de artistas na música popular e pop japonesa: artistas solo x grupos musicais x bandas; contextualizações para entendimento do conceito de pop e sua fixação na música japonesa; a música pop japonesa e o consumo: na esfera do city pop; música pop japonesa e o papel do rádio; novas influências e trajetos: o pop japonês e o eletrônico; características técnicas do pop japonês: refletindo sobre estruturas, métricas e vocalidades.

Aula 3 (21/08)
Para pensar o pop japonês contemporâneo em uma indústria renovada: j-pop a partir de 1990; tensionamentos da arte nos termos musicais: discutindo noções de diva, utahime, aidoru, atisuto; breves esferas do pop japonês: o j-pop em outros gêneros musicais; atualizações de mercado musical; formatações do j-pop a partir de cantores: o j-pop em debate a partir de nomes como Utada Hikaru; negociações e tensionamentos históricos: pop japonês, pop coreano, pop chinês - filiações asiáticas do pop; j-pop e identidade; j-pop como gênero musical capilarizado: o j-pop agora.

 

Referências Bibliográficas:
AOYAGI, Hiroshi; GALBRAITH, Patrick W.; KOVACIC, Mateja (orgs.). Idology in transcultural perspective:
anthropological investigations of popular idolatry. Londres: Palgrave MacMillan, 2021.
BOMAN, Björn. Japanese and Korean collaborations in K-pop: Iz One, TWICE and K-pop spaces in Tokyo. East Asian Journal of Popular Culture, [S.L.], vol. 7, n. 2, p. 1-16, março de 2023. Disponível em:
https://intellectdiscover.com/content/journals/10.1386/eapc_00116_1#abs… . Acesso em 03 mar. 2024.
FUKUYA, Toshinobu. Ongaku shakaigaku de J-pop [J-pop em sociomusicologia]. Tóquio: Taiyou Shupan, 2018.
HIRATA, Shu. J-poppu to gengo-gaku no aida de [Entre o j-pop e a Linguística]. FIELDPLUS, Tóquio. vol. 1, n. 19, p. 26-28,
20 mar. 2018. Disponível em: https://repository.tufs.ac.jp/handle/10108/92455. Acesso em 31 ago. 2020.
JIN, Dal Yong. Comparative Discourse on J-pop and K-pop: hybridity in contemporary local music. Korea Journal, [S.L.], v.
60, n. 1, p. 40-70, mar. 2020. 유네스코한국위원회. http://dx.doi.org/10.25024/KJ.2020.60.1.40. Disponível em:
https://kj.accesson.kr/v.60/1/40/8509. Acesso em: 23 jun. 2021.
LANCASHIRE, Terence. J-POP’S ELUSIVE “J”: Is Japanese popular music Japanese?. Perfect Beat, [S. l.], v. 9, n. 1, p. 38–59, 2015. DOI: 10.1558/prbt.v9i1.28679. Disponível em: https://journal.equinoxpub.com/PB/article/view/16585. Acesso em: 23 aug. 2021.
LOVEDAY, Leo J.. Language contact in Japan: A Socio-linguistic History. Oxford: Clarendon Press, 1996.
MILLER, Laura; COPELAND, Rebecca (org.). Diva nation: female icons from Japanese cultural history. Oakland: University of California Press, 2018.
MŌRI, Yoshitaka. Reconsidering cultural hybridities: transnational exchanges of popular music in between Korea and Japan. In: BERRY, Chris; LISCUTIN, Nicola; MACKINTOSH, Jonathan D. (orgs.). Cultural studies and cultural industries in northeast Asia. Honk Kong: Honk Kong University Press, 2009. Cap. 12, p. 213-230. (TransAsia: Screen Cultures)
NEVES, Mauro. As origens do J-Pop e a sua diversificação: algumas reflexões. In: GREINER, Christine; SOUZA, Marcos (org.). Imagens do Japão: experiências e invenções, vol. 2. São Paulo: Annablume, Fundação Japão, 2012. p. 85-100.
NEVES, Mauro. O conceito de música popular no Japão. In: GREINER, Christine; SAITO, Cecília Noriko Ito; SOUZA, Marco (org.). Em busca do Japão contemporâneo: conversas, ensaios e traduções. São Paulo: Hedra, 2013. Cap. 5, p. 109-120
SANTAELLA, Mayco A. Popular music in East and Southeast Asia: sonic (under)currents and currencies. Kuala Lumpur: Sunway University Press, 2022.
SATŌ, Yoshiaki. J-pop shinkaron: Nippon no uta wa dō kawatta ka [Teoria da evolução do j-pop: como mudaram as canções japonesas?]. Tóquio: Heibonsha, 2019.
STEVENS, Carolyn S.. Japanese popular music: culture, authenticity, and power. Londres, Nova Iorque: Routledge, 2008.
TAKAMASU, Akira. Nihon no popyurā ongaku no kiki to keizai teitai [A crise da música popular no Japão e a estagnação econômica]. Kansai daigaku shakaigakubu kiyō [Boletim da Faculdade de Sociologia da Universidade Kansai], vol. 47, n. 1, p. 1-20, 31 out. 2015. Disponível em: http://hdl.handle.net/10112/9455 . Acesso em: 22 out. 2021.
UEDA, Yasutaka. Aidoru entateinmento gaisetsu: kōdō keizai-gaku kara miru aidoru `sotsugyō"`intai""katsudō kyūshi"A visão geral do entretenimento aidoru: analisando os processos de “formatura”, “aposentadoria” e “suspensão de atividades” a partir da
economia comportamental]. Edogawa Daigaku Kiyō [Bulletin of Edogawa University], Chiba, v. 29, n. 1, 15 mar. 2019. Disponível em: https://edo.repo.nii.ac.jp/ action=pages_view_main&active_action=repository_view_main_item_detail&item_id=849&item_no =1&page_id=13&block_id=21 . Acesso em 21 fev. 2022.
YAMAMOTO, Shiho. Japanese female aidoru identities. 2019. 272 f. Tese (Doutorado) - Curso de College Of Humanities, Department Of East Asian Studies, University Of Arizona, Tucson, 2018. Disponível em: https://repository.arizona.edu/handle/10150/631935. Acesso em: 10 jun. 2020.
YANO, Christine; HOSOKAWA, Shūhei. Popular music in modern Japan. TOKITA, Alison McQueen; HUGHES, David W. (orgs.). The Ashgate companion research to Japanese music. Londres, Nova Iorque: Routledge, 2008. Cap. 15, p. 345 -362.

Programa

Aula 01: Introdução ao pensamento de Emmanuel Levinas (contexto, história e fenomenologia)
Aula 02: A fenomenologia como método: qual é a perspectiva de Levinas?
Aula 03: A aplicação do método fenomenológico no estudo sobre o mal: parte I
Aula 04: A aplicação do método fenomenológico no estudo sobre o mal: parte II

Referências Bibliográficas:
LEVINAS, E. De Deus que vem à ideia. Petrópolis: Vozes, 2008. 

Programa

Programa resumido:
Aula 1: Introdução: o lugar da semântica no ensino de PLE
Aula 2: Os passados: pretérito perfeito x pretérito imperfeito
Aula 3: Distinções entre os modos indicativo e subjuntivo
Aula 4: Casos de seleção do subjuntivo

Programa completo:
Aula 1: Introdução: o lugar da semântica no ensino de PLE
Metodologias de ensino de PLE: comunicação, oralidade, escrita e gramática
Fundamentos da semântica: tempo, modo e aspecto
Contribuições possíveis da semântica para as aulas de PLE

Aula 2: Os passados: pretérito perfeito x pretérito imperfeito
Principais dificuldades no ensino-aprendizagem dos passados em PB
Distinções aspectuais entre os pretéritos perfeito e imperfeito em PB
Contraste entre os passados em materiais didáticos de PLE

Aula 3: Distinções entre indicativo e subjuntivo
Pluralidade de usos do subjuntivo em PB: o que ensinar?
Significado do subjuntivo: questões de tempo e modo
Apresentação do modo subjuntivo em materiais didáticos de PLE

Aula 4: Casos de seleção do subjuntivo
Seleção de modo por verbos de atitude e em orações relativas
Competição entre presente e futuro do subjuntivo
Contradições em materiais didáticos de PLE



Bibliografia por aula

Aula 1:
ALMEIDA FILHO, José Carlos P. (org.). Parâmetros atuais para o ensino de português língua estrangeira. Campinas: Pontes, 1989.

MARCUSCHI, Luiz Antônio. Aspectos da oralidade descuidados, mas relevantes para o ensino de português como segunda língua. GAERTNER. E.; HERHUTH. MJP; SOMMER. NN (Orgs.) Contribuições para a didáctica do português língua estrangeira. Frankfurt: Verlag Teo Ferrer de Mesquita, p. 15-39, 2003.

COSTA, Sônia Bastos Borba. O aspecto em português. Editora Contexto, 1990.

ILARI, Rodolfo. A expressão do tempo em português. EDUC-Editora da PUC-SP, 1997.

Aula 2:
DE MEDEIROS, Vanise Gomes. Os passados no ensino de português para estrangeiros. Soletras, n. 2, p. 76-82, 2001.

COSTA, Sônia Bastos Borba. O aspecto em português. Editora Contexto, 1990.

Aula 3:
ALBUQUERQUE, Adriana; FARIAS, Martina. Casos de flutuação no emprego do modo subjuntivo no português brasileiro: uma investigação. De volta ao futuro da língua portuguesa. Atas do V SIMELP-Simpósio Mundial de Estudos de Língua Portuguesa, p. 3509-3526, 2017.

ILARI, Rodolfo. A expressão do tempo em português. EDUC-Editora da PUC-SP, 1997.

MARQUES, Rui. Sobre a semântica dos tempos do conjuntivo. Textos Seleccionados do XXV Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Linguística, p. 549-565, 2010.

DE SANTANA NOVAIS, Juliana Oliveira; RIBAS, Mario Marcio Godoy; DOS SANTOS GOMES, Nataniel. O subjuntivo no ensino de português para falantes de língua inglesa: reflexões gramaticais e metodológicas.

PIRANHA, Valdir. O ensino do subjuntivo português para alemães. Contribuições para a Didáctica do Português Língua Estrangeira, p. 145, 2003.

Aula 4:

MARQUES, Rui. On the selection of mood in complement clauses. Cross-linguistic semantics of tense, aspect, and modality. v. 148, p. 179, 2009.

SANTOS, Camila Cristina Silvestre dos. O Futuro do Subjuntivo em Orações Relativas no Português Brasileiro. 2019. Dissertação de Mestrado. Universidade de São Paulo.

Bibliografia de apoio
COMRIE, Bernard et al. Tense. Cambridge university press, 1985.

COMRIE, Bernard. Aspect. Cambridge Textbooks in Linguistics. Cambridge: Cambridge University, 1976.

COIMBRA, Olga Mata; LEITE, Isabel Coimbra. Gramática ativa. Lidel Edições Técnicas, 1997.

Fernandes, Gláucia Roberta Rocha et al. 2008. Muito Prazer: fale o Português do Brasil. Barueri: Disal.

LIMA, Emma Eberlein de Oliveira Fernandes; IUNES, Samira Abirad. Falar... ler... escrever... português: um curso para estrangeiros, livro de exercícios. 2000.

LIMA, Emma Eberlein OF; IUNES, Samira Abirad. Português via Brasil: um curso avançado para estrangeiros. Editora Pedagógica e Universitária, 1990.

LIMA, Emma Eberlein OF et al. Avenida Brasil: curso básico de Português para estrangeiros. Editora Pedagógica e Universitária, 1992.

Programa

Aula 1. Introdução: apresentação das ministrantes, perspectiva teórica, escopo do curso e expectativas. Panorama geral dos plantios de coca na América Latina e, em particular, na Colômbia. Apresentação das/os alunas/os.
Aula 2. Regiões de colonização, fronteira agrícola e política agrária.
Aula 3. Mundo rural e atores armados.
Aula 4. Cultivadores da folha de coca. O papel da coca na economia rural familiar, plantios de coca, gênero e questões étnicas.
Aula 5. Acordo de paz de 2016. Como chegamos ao acordo de paz, o que foi acordado em relação aos "cultivos de uso ilícito", implementação do programa nacional de substituição de cultivos e mobilização civil.
Fechamento e avaliação do curso.

Bibliografia
ARCHILA, M. Conflictos, poderes e identidades en el Magdalena Medio 1990 - 2001. Bogotá: Colciencias, Cinep, 2006a.
ARCHILA, M. Las identidades en el Magdalena Medio. In: Conflictos, poderes e identidades en el Magdalena Medio 1990-2001. Bogotá: Colciencias, Cinep, 2006b. p. 465–508.
ARCILA, M. T. Magdalena Medio. In: Un mundo que se mueve como el río. Historia regional del Magdalena Medio. Bogotá: Instituto Colombiano de Antropología-ICAN; Plan Nacional de Rehabilitación-PNR, 1994. p. 13–85.
BARTRA, A. Campesindios. Aproximaciones a los campesinos de un continente colonizado. Boletín de Antropología Americana, n. 44, p. 5–24, 2008.
CIRO, Estefania. Cultivando coca en El Caquetá: vidas y legitimidades en la actividad cocalera. [tese de doutorado] Universidad Nacional Autónoma de México- UNAM, 2016.
BOLÍVAR, I. Identidades culturales y formación del Estado en Colombia: colonización, naturaleza y cultura. Primera ed. Bogotá: Universidad de los Andes, Facultad de Ciencias Sociales, Departamento de Ciencia Política, CESO, Ediciones Uniandes, 2006a.
CHAVES, M.; ZAMBRANO, M. Desafíos de la nación multicultural. Una mirada comparativa sobre la reindianización y el mestizaje en Colombia. In: MARTINEZ, C. (Ed.). . Repensando los Movimientos Indígenas. Quito: FLACSO, Ecuador; Ministerio de cultura del Ecuador, 2009. p. 215–245.
CIRO, Estefanía. Cultivando coca en el Caquetá: vidas y legitimidades en la actividad cocalera. 2016. Tese (Doutorado em Sociologia). Facultad de ciencias políticas y sociales. Programa de postgrado en ciencias políticas y sociales. Universidad Nacional Autónoma de México: Ciudad de México, 2016
CUBIDES C., F. La participación política del campesinado en el contexto de la guerra: el caso colombiano. La construcción de la democracia en el campo latinoamericano, 2006.
CULMA Vargas, Edinso. Petróleo, coca, despojo territorial y organización social en Putumayo. CNMH: Bogotá, 2015.
FAJARDO, D. Fronteras, Colonizaciones, y Construcción Social del Espacio. In: Frontera y poblamiento: estudios de historia y antropología de Colombia y Ecuador. Lima: Institut français d’études andines, 1996. p. 237–282.
FAJARDO, D. Las Zonas De Reserva Campesina: Primeras Experiencias. p. 19, 2000.
FAJARDO, D. Colombia: dos décadas en los movimientos agrarios. Cahiers des Amériques latines, n. 71, p. 145–168, 2012
FONSECA, D.; GUTIERREZ, O.; RUDQVIST, A. Cultivos de uso ilícito en el sur de Bolívar: aproximación desde la economía política. Bogotá: PNUD - Asdi, 2005.
GUTIÉRREZ, F. Tensiones y dilemas de la producción cocalera. Análisis Político, v. 32, n. 97, p. 71–90, 2019.
GUTIERREZ, O. La oposición regional a las negociaciones con el ELN. Análisis Político, v. 0, n. 52, p. 34–50, 2004a.
GUTIERREZ, O. Desplazamiento forzoso y tenencia de la tierra en San Pablo (sur de Bolívar). Revista Controversia, n. 183, p. 22–47, 2004b.
HOFFMANN, O. Divergencias construidas, convergencias por construir. Identidad, territorio y gobierno en la ruralidad colombiana. Revista Colombiana de Antropologia, v. 52, n. 1, p. 17–39, 2016.
LYONS, Kristina. Vital decomposition. soil practitioners and life politics. Duke University Press: Durham, London. 2020.
PARADA, M. M.; MARÍN, M. Mujeres y coca: una relación agridulce. 2019.
RAMIREZ, M. C. Entre el estado y la guerrilla: identidad y ciudadanía en el movimiento de los campesinos cocaleros del Putumayo. Bogotá: Instituto Colombiano de Antropología e Historia-ICANH, 200
_____. Alternative development in Putumayo, Colombia bringing back the State throught the creationof Community and “Productive Social Capital”? IN: Hutchins, F.; Wilson, P. (eds). Editing Eden. University of Nebraska Press, Nebraska, 2010
_____; Bolívar, Ingrid; Iglesias, Juliana; Torres, María Clara; Vásquez, Teófilio.
Elecciones, coca, conflicto y partidos políticos en Putumayo 1980- 2007. Cinep, ICANH: Bogotá. 2010
RINCÓN G., J. J. La gente de la Macarena. Colonos, campesinos e institucionalidad local en la configuración social del territorio. Bogotá: CINEP, 2018.
SALCEDO, L.; PINZÓN, R.; DUARTE, C. El paro nacional agrario: un análisis de los actores agrarios y los procesos organizativos del campesinado colombiano. [s.l: s.n.]. Disponível em: <https://medvedkino.files.wordpress.com/2014/12/paro_agrario_2013_actore…;
TATE, Winifred. Drogas, bandidos y diplomáticos: formulación de política pública de Estados Unidos hacia Colombia. Klatt, Andy; Ramírez, Ma. Clemencia (trads.) Universidad del Rosario: Bogotá. 2015

Programa

Primeiro encontro:
Movimentações de Gays e Lésbicas nos anos da Ditadura Civil-Militar

Segundo encontro:
Lampião e ChanacomChana

Terceiro encontro:
Movimento de Travestis no Brasil
homossexualidade masculina e da epidemia de HIV-Aids.

Quarto encontro:
Novos grupos LGBT´s
Emergências bissexuais

Referências:

Green, James Naylor.Além do carnaval. A homossexualidade masculina no Brasil do século XX. Tradução Cristina Fino e Cássio Arantes Leite. – São Paulo: Editora UNESP, 2022.

Oliveira, L. F. (2017). Quem tem medo de sapatão? Resistência lésbica à Ditadura Militar (1964-1985). Revista Periódicus, 1(7), 06–19.

LESSA, Patrícia. Visibilidade e Ação Lesbiana na década de 1980: uma análise a partir do Grupo de Ação Lésbico-Feminista e do boletim Chanacomchana. Revista Gênero, v. 8, n. 2, 2008.

MARTINS, Larissa Pinto. Quebrando o Tabu: Visibilidade lésbica através dos boletins Chanacomchana. RELACult-Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura e Sociedade, v. 5, 2019.

FRACCAROLI, Yuri. Dissidentes sexuais e de gênero e a ditadura civil-militar brasileira: entre a Memória Política e as memórias cotidianas. Revista Uruguaya de Ciencia Política, v. 31, n. 1, p. 25-53, 2022.

DE JESUS, Jaqueline Gomes; ALVES, Hailey. Feminismo transgênero e movimentos de mulheres transexuais. Revista Cronos, v. 11, n. 2, 2010.

SIMÕES, Júlio Assis. Gerações, mudanças e continuidades na experiência social da homossexualidade masculina e da epidemia de HIV-Aids. Sexualidad, Salud y Sociedad, n. 29, ago 2018, pp.313-339.

Macrae, Edward. A construção da igualdade- política e identidade homossexual no Brasil da “abertura”. Salvador: EDUFBA, 2018.

FACCHINI, Regina. Entre compassos e descompassos: um olhar para o" campo" e para a" arena" do movimento LGBT brasileiro. Bagoas-Estudos gays: gêneros e sexualidades, v. 3, n. 04, 2009.
ALMEIDA, Guilherme. 'Homens trans': novos matizes na aquarela das masculinidades?. Revista Estudos Feministas, v. 20, p. 513-523, 2012.

FACCHINI, Regina; FRANÇA, Isadora Lins (Ed.). Direitos em disputa: LGBTI+, poder e diferença no Brasil contemporâneo. Editora da Unicamp, 2020.

Programa

Ementa:
Entendendo o texto como uma totalidade de sentido dotada de um plano de conteúdo e um plano de expressão, qualquer que seja este (verbal, visual, audiovisual etc.), a Semiótica Discursiva oferece um amplo arcabouço teórico-metodológico para o estudo dos diferentes textos que circulam no contexto contemporâneo, possibilitando, assim, o refinamento e a ampliação das habilidades de produção e interpretação. A proposta do curso é, portanto, apresentar aos participantes alguns dos princípios básicos de análise nessa perspectiva sem deixar de mostrar a sua produtividade para a compreensão da configuração do sentido nos diferentes textos, pertencentes a múltiplas esferas discursivas e linguagens de manifestação. Teoria e prática de análise serão trabalhadas de maneira conjunta durante todo o curso, com base em exemplos variados: textos literários, jornalísticos, fotográficos, em quadrinhos, memes, adaptações etc. O objetivo é o de chamar a atenção dos participantes para questões como: a produção de sentidos e efeitos de sentido; as estratégias enunciativas e a manipulação discursivo-textual; os procedimentos de textualização e discursivização; a convocação sensível-inteligível e o gerenciamento do fluxo de atenção.

:. Objetivos:
Proporcionar aos interessados uma perspectiva teórico-metodológica que os auxilie na análise de vários tipos de textos provenientes de diferentes linguagens e esferas de circulação.

:. Programa:
Aula 1. Apresentação do curso e dos princípios teóricos básicos da abordagem semiótica
Aula 2. Análise do conteúdo: o percurso gerativo do sentido
Aula 3. Análise da expressão: textos sincréticos e a questão do semissimbólico
Aula 4. Enunciado e enunciação: estratégias enunciativas, gêneros do discurso e efeitos de sentido produzidos
Aula 5. Desdobramentos da teoria: outras propostas da análise semiótica


:. Bibliografia básica:
BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria semiótica do texto. São Paulo: Ática, 2005.
DISCINI, Norma. A comunicação nos textos. São Paulo: Contexto, 2005.
FIORIN, José Luiz. Esboço da história do desenvolvimento da semiótica francesa. Cadernos de Estudos Linguísticos UNICAMP, vol. 42, 2002. p. 131-146. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cel/article/view/8637144
______. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 2006.
______. Em busca do sentido: estudos discursivos. São Paulo: Contexto, 2008.
FONTANILLE, Jacques. Práticas semiótica: imanência e pertinência, eficiência e otimização. In: VISSOTTO, Maria Lúcia; PORTELA, Jean Cristtus (orgs.). Semiótica e mídia: textos, práticas, estratégias. Bauru, SP: Unesp/FAAC, 2009. p. 15-74. Disponível em: https://issuu.com/lucasdebarbo/docs/semioticaemidia
GOMES, Regina Souza. Relações entre linguagens no jornal: fotografia e narrativa verbal. Niterói, RJ: EdUFF, 2008. Disponível em: http://www.eduff.uff.br/index.php/catalogo/8-catalogo/livros/590-relaco…
HERNANDES, Nilton A mídia e seus truques. São Paulo: Contexto, 2006.
LANDOWSKI, Eric. Sociossemiótica: uma teoria geral do sentido. Galáxia, n. 27, 2014. p. 10-20. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/galaxia/article/view/19609/14586
LIMA, Eliane Soares de. (Multi)letramentos na escola: proposições da semiótica discursiva à ação didática. Revista do GEL, v. 16, n. 3, 2019. Disponível em: https://revistadogel.emnuvens.com.br/rg/article/view/2804/0
______. A convocação afetiva do enunciatário-leitor: uma possibilidade de análise discursiva. Todas as Letras (MACKENZIE. Online), v. 18, 2016. p. 145-157.
______. O discurso de uma fotografia de imprensa: uma abordagem semiótica. In: GARCIA, Bianca Rigamonti Valeiro et al. (orgs.). Análises do discurso: o diálogo entre as várias tendências na USP. Ied.São Paulo: Paulistana, 2009. Disponível em: http://eped.fflch.usp.br/sites/eped.fflch.usp.br/files/O%20di%C3%A1logo…
LOPES, Ivã Carlos; HERNANDES, Nilton Semiótica: objetos e práticas. SP: Contexto, 2009.
______.; SOUZA, Paula Martins. Estudos semióticos do plano da expressão. São Paulo: FFLCH-USP, 2018. Disponível em: http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/314
MANCINI, Renata. Os modos de engajamento do leitor de Grande sertão: veredas em quadrinhos. Todas as Letras (MACKENZIE Online), v. 21, 2019. p. 100-113. Disponível em: http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tl/article/view/12340
PIETROFORTE, Antonio Vicente Semiótica Visual: os percursos do olhar. São Paulo: Contexto, 2004.
______. Tópicos de semiótica. Modelos teóricos e aplicações. São Paulo: AnnaBlume, 2008.
PORTELA, Jean C. Semiótica midiática e níveis de pertinência. In: VISSOTTO, Maria Lúcia; PORTELA, Jean Cristtus (orgs.). Semiótica e mídia: textos, práticas, estratégias. Bauru, SP: Unesp/FAAC, 2009. p. 93-113. Disponível em: https://issuu.com/lucasdebarbo/docs/semioticaemidia
TATIT, Luiz Análise semiótica através das letras. São Paulo: Ateliê editorial, 2001.
______. Bases do pensamento tensivo. Estudos Semióticos, vol. 15, edição especial, 2019. p. 11-26. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/esse/article/view/156045
TEIXEIRA, Lucia. Leitura de textos visuais: princípios metodológicos. In: BASTOS, N. B. (org.).
Língua portuguesa: lusofonia. Memória e diversidade cultural. São Paulo: EDUC, 2008. p. 299-306.
______. Relações entre o verbal e o não-verbal: pressupostos teóricos. Caderno de Discussão do Centro de Pesquisas Sociossemióticas, v. 1, São Paulo, 2001. p. 415-426.