Programa

Módulo 1: “ AMÉFRICA”
- Abertura e apresentação do curso.
- Discutir o processo de formação e criação da América Latina e ressignificar esse conceito, através da
categoria de amefricanidade de Lélia Gonzalez. Levantaremos questionamentos do que significa ser
negro/a na América Latina e como o racismo estruturou e continua estruturando nossas sociedades.

Módulo 2: “Diásporas Negras: Colômbia”
- Pacífico Negro Colombiano: Trazer novas releituras da história e geografia da população negra na
Colômbia, com o intuito de problematizar como esse país construiu uma imagem que remete à colonização
pela imigração europeia, mas oculta a presença afrocolombiana.

Módulo 3: “Diásporas Negras: Argentina”
- “Buenos Aires Negra, Negra Buenos Aires”: Com enfoque na cidade de Buenos Aires propomos
pluralizar as narrativas acerca do ideário brancocentrado da cidade, através da discussão das geo-grafias
negras e identificar os antigos “barrios negros”. 

Módulo 4: “Diásporas Negras: Brasil”
- População negra em São Paulo (virada séc XIX -XX): Apresentar as sociabilidades negras e a ocupação
do espaço urbano frente ao projeto higienista de modernização da cidade. Refletir sobre a presença negra
do centro da cidade como grafias de memórias da diáspora.
- Momento para debate e reflexões com o grupo.
- Encerramento

Referências bibliográficas
ANDREWS, George Reid. Los Afroargentinos de Buenos Aires. Buenos Aires: Ediciones de la Flor S.R.L., 1989.
CARNEIRO, Sueli. A construção do outro como não-ser como fundamento do ser. FEUSP, 2005. Disponível
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GELER, Lea. Andares negros, caminos blancos: afroporteños, Estado y Nación. Argentina a fines del siglo
XIX. Rosario: Prohistoria Ediciones, TEIAA (Universidad de Barcelona), 2010.
GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de Amefricanidade. In: Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, nº 92/93
(jan/jun) 1988.
GROSFOGUEL, Ramón. “A estrutura do conhecimento nas universidades ocidentalizadas: racismo/sexismo
epistêmico e os quatro genocídios/epistemicídios do longo século XVI”. In: Revista e Sociedade e Estado-
Volume 31, Número 1, Janeiro/ Abril 2016. 
GROSFOGUEL, Rámon. Para descolonizar os estudos da economia política e os estudos pós-coloniais.
Trasmodernidade, pensamento de fronteira e colonialidade global. in SANTOS, Boaventura S.; MENESS, Maria P.
(org.). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010.
GUERRA, Geinne Monteiro de Souza Guerra. Pacífico Negro Colombiano: territorialidades e os movimentos
negros de 1980 a 1990. 73f. Trabalho de Graduação Individual (TGI)- FFLCH- Universidade de São Paulo, São
Paulo, 2018. Disponível em: http://www.tcc.sc.usp.br/tce/disponiveis/8/8021104/tce-18022019-081013/…
Acesso: 09/12/2021.
GUIMARÃES, Geny Ferreira. “Geo-grafias Negras e Geografias Negras”. In: Revista da ABPN, v. 12, n. Ed.
Especial. Caderno Temático: “Geografias Negras”, abril de 2020, pp. 292-311. Disponível em:
http://abpnrevista.org.br/revista/index.php/revistaabpn1/article/view/8… . Acesso em: julho de 2020.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Editora Cobogó, 2019.
MIGNOLO, Walter D. La idea de América Latina. La herida colonial y la opción decolonial. Trad. JAWERBAUM,
Silvia; BARBA, Julieta. Barcelona: Editorail Gedisa, 2007.
MORAES, Amanda de Lima. Negras e negros na cidade de São Paulo: A igreja do Rosário como espaço de
resistência. In: Estudios afrolatinoamericanos 4 : actas de las sextas jornadas del GEALA . p.357-367 - 1a ed . -
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Disponível em: https://geala.files.wordpress.com/2019/09/estudios-afrolatinoamericanos…-
del-geala.pdf
NASCIMENTO, Elisa Larkin. Lutas Africanas no Mundo e nas Américas. A Matriz Africana no Mundo. Elisa Larkin
Nascimento (org.). São Paulo: Selo Negro, 2008. Sankofa: Matrizes africanas da cultura brasileira. Disponível em:
https://afrocentricidade.files.wordpress.com/2016/04/a-matriz-africana-…
Acesso: 09/ 02/2021.
QUIJANO, Aníbal. “Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina”. In: A colonialidade do saber:
eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005. Disponível
em: http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/clacso/sur-sur/20100624103322/12… . Acesso em: julho de 2020.
RATTS, Alex. Eu sou Atlântica. Sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial,
2006.
REIS, Marilise Luiza Martins dos. Vozes e políticas da diáspora na América Latina e Caribe: A Red de Mujeres
Afrolatinoamericanas, Afrocaribeñas y de la Diáspora como movimento transnacionl afrodiaspórico.
Florianópolis, 2012. Disponível em: < https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=159121748006 > Acesso: 25/01/2021.
ROLNIK, Raquel. Territórios negros nas cidades brasileiras. In:Revista de Estudos Afro-Asiáticos 17 – CEAA,
Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro, 1989.
SANTOS, Carlos José Ferreira dos. Nem tudo era italiano. São Paulo e Pobreza 1890-1915. São Paulo,
Annablume, 1998.
SANTOS, Maria do Carmos Rebouças da Cruz Ferreira dos. “Lélia Gonzalez: a amefricanidade como contributo para
a construção de uma nova epistemologia”. In: Revista Espaço Acadêmico, n. 225. nov/dez, 2020. Disponível em:
http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/539… . Acesso em 22/01/2021.
SANTOS, Milton. “Sociedade e Espaço: a Formação Social como Teoria e como Método” In: Boletim Paulista de
Geografia. São Paulo, n. 54, Junho, 1977.
SILVA, Beatriz Pereira. “Buenos Aires Negra, Negra Buenos Aires: uma contextualização acerca das geo-grafias
negras da cidade (século XIX)”. In: Boletim Paulista de Geografia, n. 104: Edição Especial – Geografia e relações
étnico-raciais. (pp. 121-141), São Paulo, 2020. Disponível em: https://www.agb.org.br/publicacoes/index.php/boletim-
paulista/article/view/2021 . Acesso em 09/02/2021.
TROUILLOT, Michel-Rolph. Silenciando o passado: poder e a produção da história. Curitiba: huya, 2016. 272p.

Programa

All the lessons will be held in English, they will be online, with the use of power point slides. Although the course will be online, students will be encouraged to participate through structured class-discussions which be stimulated by the teacher through focused questions.

First class FEBRUARY 16th (4 HOURS):
Students will be introduced to pacifism as a century-long tradition of thought having a normative status and being characterized by a great variety of diverse schools of thought. After that institutional pacifism will be analysed. In the first instance, this form of pacifism will be described in its general theoretical components, while illustrating its major political objectives. Then, the focus will shift to some of its major theorists and representatives. The first to be taken into consideration will be the Austrian legal philosopher HANS KELSEN with his project of a League of Nations based on the primacy of International law. The second thinker will be the Italian political philosopher NORBERTO BOBBIO proposing an empowerment of the U.N tasks and function.

Second class FEBRUARY 17TH (4 HOURS)
In this second day of lesson we will analyze absolute pacifism through two iconic figures, MAHATMA GANDHI and MARTIN L. KING. Their lives and ideals will be discussed, while relating their ethical and political commitment for peace to the concrete, historical and political context within which they lived and acted. Gandhi’s pacifism will be analized in relation to the Indian liberation movement from the British rule, whereas King’s pacifism in relation to the American civil rights movement. By this way, the second class aims to show and argue how Gandhi’ and King’s pacifism had a strong operative dimension consisting in a personal and concrete effort to make India independent and fight against racism in U.S.

Third class FEBRUARY 18TH (4 HOURS)
The last lesson aims to argue how ecological pacifism looks at the protection of the environment and the promotion of peaceful relations amongst living beings as two profoundly interrelated elements. According to ecological pacifism, human beings are potentially harmful not only towards their own kind, but also toward the environment as a whole. Starting from such an assumption, ecological pacifism shifts its focus from the search for peace, in terms of how to avoid warfare, to the search for peace in terms of protecting the environment in order to avoid “the extinction” of entire forms of life. A specific focus will be devoted to the concrete strategies promoted by eco-pacifism in order to improve eco-protection as a key-condition for conflict-solutions and peacekeeping. In the last lesson students will be asked to prepare a critical reflection on each of the three forms of pacifism discussed in class in order to argue and stress both strengths and limits.

BIBLIOGRAFIA

A.Alexandra, Political Pacifism, “Social Theory and Practice”, 29, 4, 2003, pp. 589-606.

D. Dalton, M. Gandhi: Non Violent Power in Action, N. Y, Columbia University Press, 2012.

A.Fiala (ed. by), The Routledge Handbook of Ecology and Pacifism, New York, Routledge, 2018.

D. L. Cady; From Warism to Pacifism. A Moral Continuum, Philadelphia, Temple University Press, 1989.D. L. Cady, Why Ecologists must be Pacifists, paper read for the American Philosophical Association (2018): https://duanelcady.com/why-environmentalists-must-be-pacifists/

A.Fiala, The Pacifist Tradition and Pacifism as Transformative and Creative Theory, “The Acorn: Philosophical Studies in Pacifism and Nonviolence, 2019, available online: https://www.andrewfiala.com/wp-content/uploads/2013/03/Fiala-Acorn-Paci…

H. Kelsen, Peace through Law, New Jersey, Lawbook Exchange Ltd; Reprint, 2008.

M. L. King, A Testament of Hope: the Essential Writings and Speeches, London, Harper & Collins, 1990.

Leopold, Living with the Land Ethic, “Bioscience”, 54, 2, 2004, pp. 149-154: https://academic.oup.com/bioscience/article/54/2/149/255019

O. Shabani, Democracy, Power and Legitimacy: the Critical Theory of Jürgen Hambermas, Toronto, Toronto University Press, 2003.

Programa

1. No limite da razão

- O alienista (Papéis avulsos‚ 1882)‚ de Machado de Assis
- “Demônios” (Demônios‚ 1893)‚ de Aluísio Azevedo

2. Representações do feminino

- “D. Benedita” (Papéis avulsos‚ 1882)‚ de Machado de Assis
- “Esperando” e “Perfil de preta” (Ânsia eterna‚ 1903)‚ de Júlia Lopes de Almeida

3. Estórias do interior do Brasil

- “Assombramento” (Pelo sertão‚ 1898)‚ de Afonso Arinos
- “O Gado do Valha-me-Deus” (Contos amazônicos‚ 1893)‚ de Inglês de Souza

4. Escravidão e pós-abolição

- “50$000 de gratificação” (Obras Vol. III – Contos‚ 1981)‚ de Raul Pompeia
- “Pai contra mãe” (Relíquias de casa velha‚ 1906)‚ de Machado de Assis
- “O Treze de Maio” (O 13 de Maio‚ 2021)‚ de Astolfo Marques

Referências bibliográficas

BOSI, Alfredo. A máscara e a fenda. In: Machado de Assis: o enigma do olhar. São Paulo: WMF Martins Fontes‚ 2007.
COUTINHO, Afrânio. ___ In: POMPÉIA, Raul. Obras. v. III. Contos. Afrânio Coutinho, org. Rio de Janeiro: MEC – FENAME; Oficina Literária Afrânio Coutinho (OLAC); Editora Civilização Brasileira, 1981.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda e RONAI, Paulo. Mar de histórias. v. 5 – O realismo. 5ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.
GALVÃO, Walnice Nogueira. Introdução. In: ARINOS‚ Afonso. Contos. Pelo Sertão. Histórias e Paisagens. A Rola Encantada. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2008.
GATO, Matheus. ___ In: MARQUES‚ Astolfo. O 13 de Maio de outras estórias do pós-abolição. Org. Matheus Gato. São Paulo: Fósforo‚ 2021.
GLEDSON, John. Os contos de Machado de Assis: o machete e o violoncelo. In: Contos: uma antologia‚ volume 1. São Paulo: Companhia das Letras‚ 1998.
GOMES, Celuta Moreira. O conto brasileiro e sua crítica. Bibliografia (1841-1974). 2 volumes. Rio de Janeiro, 1977.
GOTLIB, Nádia Battella. Teoria do conto. 10ª ed. São Paulo: Editora Ática, 2000.
GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Introdução. In: Várias histórias. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2004.
POE, Edgar Allan. A filosofia da composição. Trad. Milton Amado. In: BARROSO, Ivo. (Org.) “O Corvo” e suas traduções. Rio de Janeiro: Lacerda Ed., 2000.
PAIXÃO, Sylvia Perlingeiro. Introdução. In: SOUSA, Inglês de. Contos amazônicos. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2021.
SÁ, Lúcia. ____ In: AZEVEDO, Aluísio. Demônios. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2007.
SENNA, Marta de. Introdução. In: ASSIS, Machado de. Histórias sem data. Edição preparada por Marta de Senna. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2005.
TEIXEIRA, Ivan. Pássaro sem asas ou morte de todos os deuses. Uma leitura de Papéis avulsos. In: ASSIS, Machado de. Papéis avulsos. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2005.
TEIXEIRA, Ivan. O Altar & o Trono: Dinâmica de Poder em O Alienista. Cotia: Ateliê Editorial; Campinas: Editora da Unicamp, 2010.
WILLIAMS, Raymond. Palavras-chave: um vocabulário de cultura e sociedade. Trad. Sandra Guardini Vasconcelos. São Paulo: Boitempo, 2007.

Programa

1. O problema da memória franciscana: o combate pela identidade e autoconsciência.
2. Francisco autor e os seus escritos: análise da tradição manuscrita e introdução à filologia;
3. A circulação das hagiografias: análise da tradição manuscrita e introdução à codicologia.


Bibliografia básica:
ACCROCA, F. Francesco e le sue immagini. Momenti della evoluzione della coscienza storica dei frati minori (secoli
XIII-XVI). Padova: Centrostudi antoniani, 1997.
ACCROCCA, G. “Viveva ad Assisi un uomo di nome Francesco”. Un’introduzione alle fonti biografiche di san
Francesco. Padova: EMD, 2005.
AGATI, M. L. Il Libro Manoscritto. Da Oriente a Occidente per una codicologia comparata. Roma: “L’Erma di
Bretschneider”, 2009.
BARTOLI LANGELI, A. Gli autografi di frate Francesco e di frate Leone. Brepols: Turnhout, 2000.
CONVEGNO INTERNAZIONALE: LIBRI E BIBLIOTECHE: LE LETTURE DEI FRATI MENDICANTI TRA
DALARUN, J. Corpus Franciscanum: François d’Assise, corps et textes.s/i: Zones sensibles, 2021.
DALARUN, J. La Malavventura di Francesco d’Assisi. Per un uso storico delle leggende francescane. Milano:
Biblioteca Francescana, 1996.
DALARUN, J. Oltre la questione Francescana: la leggenda nascosta di San Francesco. Milano: Biblioteca
Francescana, 2009.
MARCHIOLI, N. G. Il Codice Francescano. L’invenzione di una identità. In: CONVEGNO INTERNAZIONALE: LIBRI,
BIBLIOTECHE E LETTURE DEI FRADI MENDICANTI (SECOLI XIII-XIV), 32, 2004, Assisi. Atti… Spoleto: CISAM,
2005, pp. 376-418.
MARCHIOLI, N. G. Scrivere (e leggere) il libro francescano. In: CONVEGNO STORICO INTERNAZIONALE:
SPRIPTORIA E BIBLIOTECHE NEL BASSO MEDIOEVO (SECOLI XII-XV), 51, 2014, Todi. Atti…  Spoleto: CISAM,
2015, pp. 180-211.
PETRUCCI, A. Prima lezione di paleografia. Bari: Laterza, 2002.
SOLVI, D. Le edizioni delle fonti francesane. In: SISF (org.). Gli Studi francescani: prospettive di ricerca. Atti
dell’Incontro di studio in occasione del 30° aniversario dei Seminario di formazione. Spoleto: CISAM, 2017, pp. 21-
37.
SOLVI, D. Officina Francescana. Testi, sinossi e indici delle fonti francescane, con grafici, mappe e tabelle. 2 vols.
Firenze: SISMEL, 2005.
STOCK, B. The implications of literacy. Written language and models of interpretation in the eleventh and twelfth
centuries. Princeton, New Jersey: Princeton University Press, 1983.

Programa

Aula 1: Apresentação, sistema de escrita e flexão nominal; leitura de BABYLON 3
Aula 2: Flexão verbal e clíticos; leitura de HAMA 2
Aula 3: Sintaxe; leitura de BOHÇA
Aula 4: Temas de linguística; leitura de KARKAMISH A11b+c
Aula 5: Leitura de trechos selecionados de KARATEPE

Bibliografia

BAUER, A. H. Morphosyntax of the Noun Phrase in Hieroglyphic Luwian. Leiden: Brill, 2013.
ÇAMBEL, H. Corpus of Hieroglyphic Luwian Inscriptions. Volume II: Karatepe-Aslantaş. The Inscriptions: Facsimile Edition. Berlin: Walter de Gruyter, 1999.
HAWKINS, J. D. Corpus of Hieroglyphic Luwian Inscriptions. Volume I: Inscriptions of the Iron Age. Part 1: Text. Introduction, Karatepe, Karkamiš, Tell Ahmar, Maraş, Malatya, Commagene. Berlin: Walter de Gruyter, 2000a.
HAWKINS, J. D. Corpus of Hieroglyphic Luwian Inscriptions. Volume I: Inscriptions of the Iron Age. Part 2: Text. Amuq, Aleppo, Hama, Tabal, Assur Letters, Miscellaneous, Seals, Indices. Berlin: Walter de Gruyter, 2000b.
HAWKINS, J. D. Corpus of Hieroglyphic Luwian Inscriptions. Volume I: Inscriptions of the Iron Age. Part 3: Plates. Berlin: Walter de Gruyter, 2000c.
HAWKINS, J. D. Corpus of Hieroglyphic Luwian Inscriptions. Volume III: Inscriptions of the Hittite Empire and New Inscriptions of the Iron Age. Berlin: Walter de Gruyter, 2024.
MELCHERT, H. C. (Ed.). The Luwians. Leiden: Brill, 2003.
MOUTON, A.; RUTHERFORD, I.; YAKUBOVICH, I. (Ed.). Luwian Identities. Leiden: Brill, 2013.
PAYNE, A. Hieroglyphic Luwian: An Introduction with Original Texts. 2nd revised edition. Wiesbaden: Harrassowitz Verlag, 2010.
PAYNE, A. Iron Age Hieroglyphic Luwian Inscriptions. Atlanta: Society of Biblical Literature, 2012.
VELHARTICKÁ, Š. (Ed.). Audias fabulas veteres. Anatolian Studies in Honor of Jana Součková-Siegelová. Leiden: Brill, 2016.
YAKUBOVICH, I. Sociolinguistics of the Luwian Language. Leiden: Brill, 2010

 

Programa

AULA 1:
A aula abordará os impactos da captura de dados no mundo do trabalho e sociedade em geral, tanto como uma supervisão automatizada quanto pela plataformização de classificações e reputações. Será abordado o emprego da captura de dados na avaliação de desempenho de trabalhadores, predição de rotinas de trabalho e produção de conformidade vigiada nas dinâmicas de socialização dos dados. A plataformização das reputações, de forma mais ampla, presta-se à precificação e reformatação de setores econômicos, como o setor informal de serviços residenciais indiano, onde as plataformas se tornam uma referência na conversão de serviços em produtos padronizados. Toda essa discussão é balizada pela consideração do papel dos scores de crédito, desde os anos 70, nos EUA, com a conversão da vida em situações de classificação.

Bibliografia recomendada:
LEVY, Karen E. C. The Contexts of Control: Information, Power, and Truck-Driving Work. The Information Society: An International Journal, 2015.
SURIE, Aditi. On-Demand Platforms and Pricing: How platforms can impact the informal urban economy, evidence from Bengaluru, India. Work Organisation, Labour & Globalisation, vol. 14, n. 1, 2020.
FOURCADE, Marion & HEALY, Kieran. Classification Situations: Life-Chances in the Neoliberal Era. Historical Social Research 42, 2017.

AULA 2:
A aula tem como fundamentação, a importância atual dos videogames como fenômeno cultural na sociedade contemporânea. Os videogames aliam experiências imersivas de entretenimento e trabalho, nas quais se observam dinâmicas sociais, construções de perfis profissionais, representações simbólicas e interações humanas.

Referência bibliográfica:
Bulut, Ergin. Introduction. In: A Precarious Game: The Illusion Of Dream Jobs In The Video Game Industry. Ilr Press, 2020.
Crogan, Patrick. The Conditions Of Production Of Video Games: The Nature And Stakes Of Creative Freedom In Stiegler’s Philosophy Of Technicity. Philosophy Of Computer Games No. 8. Istanbul Bilgi University, Nov 2014.
Keogh, Brendan. From Videogame Industry to Videogame Fields; Getting by in the Videogame Gig Economy. In: The Videogame Industry Does Not Exist: Why We Should Think Beyond Commercial Game Production, 2018.
Kirkpatrick, Gaeme. Computer Games in Social Theory. In: Computer Games and the Social Imaginary. Polity Press: Cambridge, 2013.
Ruffino, Paolo. Independent Gaming: Take Care of Your Own Video Game. In: Future gaming. London, England; Cambridge, MA: Goldsmiths Press, 2018.
Ruberg, Bonnie. Introduction. In: The queer games avant-garde: how LBGTQ game makers are reimagining the medium of video games. Durham : Duke University Press, 2020.
Guevara-Villalobos, Orlando. Playful Peripheries: The Consolidation Of Independent Game Production In Latin America. In: Independent Videogames Cultures, Networks, Techniques And Politics, Ruffino, Paolo (Ed.), Routledge, 2021.
Tschang, Ted F. The Video Game Development Process. In: The Video Game Explosion: A History From Pong To Playstation And Beyond. Wolf, Mark J.P. (Edit.). Greenwood Publishing Group, Inc, United States Of America, 2008.
Penix-Tadsen, Phillip. Video Games and the Global South; Playing Beyond Precariousness: The Political Dimension of Brazilian Modding in Pro Evolution Soccer. In: Video Games and the Global South. Carnegie Mellon University: ETC Press, 2019.
Woodcock, James. Marx No Fliperama. São Paulo: Autonomia Literária, 2020.

Programa

Pesquisas realizadas pelo NEV-USP indicam que para além da eficiência policial na redução do crime e da violência, a forma como os policiais interagem e se relacionam com a população é central para pensar as políticas de segurança pública no Brasil. Nesse sentido, é fundamental para o bom desempenho de suas missões institucionais que as polícias levem em consideração o contato que seus policiais estabelecem com os cidadãos na sua atuação cotidiana, bem como a qualidade da relação que esses
agentes têm em suas instituições, com seus colegas e gestores, e com os agentes do judiciário. Nestas aulas discutiremos resultados da pesquisa CEPID “Building Democracy Daily” – Human Rights, Violence and Institutional Trust, em desenvolvimento no NEV/USP, que busca identificar como moradores da cidade de São Paulo avaliam a qualidade da relação (contato) com a polícia; e como os próprios policiais civis e militares, avaliam a qualidade das relações emsuas instituições.

Serão discutidos também resultados da pesquisa CNPq “As percepções de policiais sobre a justiça, a democracia e os direitos humanos”, também em desenvolvimento no NEV/USP, que busca compreender como policiais percebem as políticas públicas de segurança, o funcionamento do sistema de justiça, a Democracia e os Direitos Humanos em sua relação com o dia a dia de seu exercício profissional.

As aulas têm o objetivo de atualizar os policiais a respeito das pesquisas mais recentes sobre o trabalho da polícia em São Paulo, promover a reflexão e a discussão, bem como motivá-los para pensar e gerar mudanças na atuação policial.

As aulas serão ministradas por professores e pesquisadores do NEV/USP.

PROGRAMA DE AULAS:
30 de abril (quarta-feira)
AULA 1. Estado e Sociedade (3h)
As relações entre Estado e sociedade e a construção da legitimidade.
Responsável: Dr. Marcos Alvarez

07 de maio (quarta-feira)
Aula 2. Polícia civil e polícia militar: estrutura e funcionamento (3h)
Aspectos positivos e negativos da estrutura e funcionamento das polícias civil e
militar de São Paulo e seus impactos para a atividade policial.
Responsáveis: Cel. Reserva Ernesto Puglia Neto e Delegado Rafael Marcondes de
Moraes

14 de maio (quarta-feira)
AULA 3. Autoridade e obediência (3h)
A construção da autoridade, os diferentes modos de conseguir a submissão e
suas consequências
Responsável: Dr. Renato Alves

21 de maio (quarta-feira)
AULA 4. Legitimidade das leis e justiça procedimental (3h)
Introdução aos conceitos de legitimidade e justiça procedimental
Responsável: Dr. Thiago Oliveira

28 de maio (quarta-feira)
AULA 5. A legitimidade da polícia na percepção dos paulistanos (3h)
A legitimidade das polícias a partir de levantamento realizado junto a moradores da cidade de São Paulo                                                                      Responsável: Dr. Frederico Teixeira

04 de junho (quarta-feira)
AULA 6. A legitimidade da polícia na percepção dos policiais (3h)
Introdução ao conceito de auto legitimidade; a auto legitimidade a partir de
levantamento realizado junto a policiais civis e militares da cidade de São Paulo
Responsável: Dra. Viviane Cubas

11 de junho (quarta-feira)
Aula 7. Legitimidade e saúde mental dos policiais (3h)
O trabalho policial e seus impactos na saúde mental dos policiais.
Responsável: Dra. Fernanda Novaes Cruz

18 de junho (quarta-feira)
Aula 8. Legitimidade e seus desafios: crime organizado (3h)
A expansão do crime organizado e seus impactos para a legitimidade das polícias.
Responsável: Dr. Bruno P. Manso

BIBLIOGRAFIA
ALVAREZ, M. C. (2008) Os sentidos da punição. ComCiência, n. 98.
ALVAREZ, M. C.; SALLA, F.; SOUZA, L. A. F. de. (2004) Políticas de Segurança Pública em São Paulo: uma perspectiva histórica. Justiça & História, Porto Alegre, v. 4, n.8, p. 173-199.
CRUZ, F. N.; OLIVEIRA, A.; CASTELO BRANCO, F. T.; CUBAS, V. (2023) The impact of administrative disciplinary proceedings on military police officers in São Paulo. Policing: A journal of policy and practice, v. 17, p. 1.
CRUZ, F. N.; MIRANDA, D.; NEVES RASTRELLI, A. (2022) Luto por suicídio e posvenção na Polícia Militar. Revista Brasileira de Segurança Pública, [S. l.], v. 16, n. 3. DOI: 10.31060/rbsp.2022.v16.n3.1413. Disponível em: https://revista.forumseguranca.org.br/index.php/rbsp/article/view/1413.
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CUBAS, V. O., CASTELO BRANCO, F.; OLIVEIRA, A. R.; CRUZ, F. N. (2021), Predictors of self-legitimacy among military police officers in São Paulo, Brazil. Policing: An International Journal, Vol. 44 No. 6, pp. 1140-1153. https://doi.org/10.1108/PIJPSM-05-2021-0066
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DAHIA, S. L. de M. (2015) Da obediência ao consentimento: reflexões sobre o experimento de Milgram à luz das instituições modernas. Soc. Estado. Brasília, v. 30, n. 1, p. 225-241.
LIMA, A. de M. A Análise da Coerção e a Segurança Pública no Brasil. Disponível em: https://www.redepsi.com.br/2007/01/28/a-an-lise-da-coer-o-e-a-seguran-a…
LIPSKY, M. (2019) Burocracia de nível de rua. Dilemas do indivíduo no serviço público. ENAP, Brasília.
MANSO, B. P.; DIAS, C. N. (2017) PCC, sistema prisional e gestão do novo mundo do crime no Brasil. Revista Brasileira de Segurança Pública, [S. l.], v. 11, n. 2, p. 10–29. DOI: 10.31060/rbsp.2017.v11.n2.854. Disponível em: https://revista.forumseguranca.org.br/index.php/rbsp/article/view/854. Acesso em: 17 jun. 2024.
Manso, B. P. (2009). Um debate sobre o PCC: Entrevista com Camila Nunes DIAS, Gabriel de Santis FELTRAN, Adalton
MARQUES e Karina BIONDI. Revista De Antropologia Da UFSCar, 1(2), 154–175. https://doi.org/10.52426/rau.v1i2.18
MILGRAM, S. (1967) Os perigos da obediência. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/832874/mod_resource/content/…. Acessado em: nov/2019.
MINAYO, M. C. de S.; ADORNO, S. (2013) Risco e (in)segurança na missão policial. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 18, n. 3, p. 585-593.
MIRANDA, D. (Org.). (2016) Por que os policiais se matam? Diagnóstico e prevenção do comportamento suicida na polícia militar do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Mórula Editorial.
MOLM, L. D. (1994) Is punishment effective? Coercive strategies in social exchange. Social Psychology Quarterly, p. 75-94.
MUNIZ, J.; CARUSO, H.; FREITAS, F. (2018), Os estudos policiais nas ciências sociais: um balanço sobre a produção brasileira a partir dos anos 2000. Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais - BIB, Vol. 1, pp. 148-187.
OLIVEIRA, T. R. (2021). Legal Cynicism, Intrusive Policing, and the Dynamics of Police Legitimacy: Evidence from Brazil’s Largest City. https://doi.org/10.31235/osf.io/89jkv
OLIVEIRA, T. R.; DE OLIVEIRA, A. R.; ADORNO, S. (2019) Legitimidade policial: um modelo de mensuração. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 34, n. 100, p. 1-25.
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PONCIONI, P. (2022) A Questão da Legitimidade Policial na Democracia – A Educação Policial em Foco. REVISTA BRASILEIRA DE SEGURANÇA PÚBLICA Edição Especial - Volume 16, v. 16 n. 1.
SIDMAN, M.; ANDERY, M. A.; SÉRIO, T. M. (1995) Coerção e suas implicações. Editorial Psy.
SOARES, L. E.; ROLIM, M.; RAMOS, S. (2009), O que pensam os profissionais da segurança pública, no Brasil. Ministério da Justiça – SENASP.
TEIXEIRA, F. C. B. (2019), Contato com a polícia e legitimidade policial em São Paulo. (doutorado), PPGDCP, USP.
TYLER, T. (2004), “Enhancing Police Legitimacy”. The Annals of the American Academy of Political and Social Science, Vol. 593, nº 1, pp. 84–99.
WEBER, M. (1999) Economia e Sociedade. UNB: Brasília. [Capítulo III “Os tipos de Dominação”, p. 139-188.]
ZANETIC, A.; MANSO, B. P.; NATAL, A. L.; OLIVEIRA; T. R.. (2016), “Legitimidade da Polícia: Segurança Pública para além da Dissuasão”. Civitas, Rev. Ciênc. Soc., Vol 16, nº4, pp. 148-173. 

Programa

1. O judeu como estrangeiro: algumas reflexões
2. A situação dos judeus na Europa: séculos XIII a XVIII
3. A Inquisição Espanhola e a Inquisição Portuguesa: tipicidades, semelhanças e diferenças.
4. A cultura como perseguição: Autos de Fé, descrição, análise.
5. A constituição de Estados "puros" étnica e religiosamente. Os Estatutos de limpeza de sangue.
6. O marranismo e os cripto-judeus: transculturação.
7. A Diáspora Sefaradita: América Colonial e Europa. Conflitos inter-comunitários: toshavim/megorashim; sefaradim/ashkenazim.
8. Os judeus no Brasil colonial: a transferência do preconceito para o Brasil-Colônia
9. Um estudo de caso: os cristãos novos da Bahia
10. Desenvolvimento cultural dos judeus sob o domínio espanhol e lusitano.
 
Bibliografia:
Berezin, R. (org): Caminhos do Povo Judeu. São Paulo: Vaad há'chinuch, 1975
Elazar, D. I. "Sefaradim y Ashkenazim: La Tradición Clásica y Romántica en el Judaísmo" em Merkaz Ierushalaim, N*2
Gendler, E.E. "Community" em Cohen, A.A. & Mendes-Flohr, P (eds). Contemporary Jewish Religious
Thought. London: Collier Macmillan Publishers, 1987.
Johnson, P. História dos Judeus, Rio de Janeiro: Imago Ed., 1995.
Kamen, H. A Inquisição Española. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1966 (caps. 1, 2 e 3)
Malamat, A, Tadmor, H., Stern, M, Safrai, S., Bem-Sasson, H. H. & Ettinger, S. Historia del Pueblo Judío. Madrid: Alianza Editorial, 1988 (Volume II)
Novinsky, Anita. Cristãos Novos na Bahia. São Paulo: Editora Perspectiva, 1972
Novinsky, A. & Tucci Carneiro, M.A. Inquisição: Ensaios sobre Mentalidade, Heresias e Arte. São Paulo: EDUSP, 1992
Roth, C. La época europea, em Grandes Épocas e Ideas del Pueblo Judío. Buenos Aires: Editora Paidós, 1965.
Scholem, G. A Mística Judaica. São Paulo: Editora Perspectiva, 1972 (cap. 7)
Tucci Carneiro, M. L. Preconceito Racial no Brasil Colonia. São Paulo: Editora Brasiliense, 1983.

Programa

Aula 1. [10/02] O que é close reading? Trajetória e atualidade do método
Aula 2. [12/02] Elementos formais e mediação forma-conteúdo (visão materialista dialética)
Aula 3. [24/02] Prosa: aspectos técnicos e leitura de um conto realista
Aula 4. [26/02] Prosa: leitura de um conto de ficção científica
Aula 5. [03/03] Poesia: aspectos técnicos e leitura de coletânea de poesia moderna
Aula 6. [05/03] Poesia: leitura de coletânea de poesia contemporânea

Bibliografia

ADORNO, Theodor W. Posição do narrador no romance contemporâneo. In: Notas de Literatura I. Tradução de Jorge de Almeida. São Paulo: Duas Cidades e Ed. 34, 2003.
ANGELIDES, Sophia (org.). A. P. Tchekhov: cartas para uma poética. São Paulo: Edusp, 1995.
ARISTÓTELES. Poética. São Paulo: Ars Poética, 1992.
ARRIGUCCI JR., Davi. Teoria da narrativa: posições do narrador. Jornal de Psicanálise, Instituto de Psicanálise SBPSP, v. 31, n. 57, 1998.
AUERBACH, Erich. Mímesis: a representação da realidade na literatura ocidental. Tradução de George Sperber. São Paulo: Perspectiva, 2004.
BAKHTIN, Mikhail. Questões de literatura e estética: a teoria do romance. São Paulo: UNESP e Hucitec, 1988.
BENJAMIN, Walter. O narrador. In: Obras escolhidas. v. 1. Tradução de Sergio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1985. p. 197-221.
BOOTH, Wayne C. A retórica da ficção. Lisboa: Arcádia, 1980.
BRAIT, Beth. A personagem. São Paulo: Ática, 1985.
BRANDÃO, Luis Alberto. Conceitos de espaço literário. In: Teorias do espaço literário. São Paulo: Perspectiva e Minas Gerais: FAPEMIG, 2013.
CANDIDO, Antonio. A personagem do romance. In: A personagem de ficção. São Paulo: Perspectiva, 1976.
CANDIDO, Antonio. Na sala de aula. 6. ed. São Paulo: Ática, 1998.
CANDIDO, Antonio. O discurso e a cidade. São Paulo: Todavia, 2023.
CANDIDO, Antonio. O escritor e o público. In: Literatura e sociedade. 3. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1973. p. 73-88.
CANDIDO, Antonio. O estudo analítico do poema. 5. ed. São Paulo: Associação Editorial Humanitas, 2006.
CHIAPPINI, Lígia. Foco narrativo. São Paulo: Ática, 1990.
CORTÁZAR, Julio. Alguns aspectos do conto e do conto breve e seus arredores. In: Valise de cronópio. São Paulo: Perspectiva, 1974.
DIMAS, Antonio. Espaço e romance. São Paulo: Ática, 1985.
EAGLETON, Terry. How to Read a Poem. Oxford: Blackwell, 2007.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. Tradução de Waltensir Dutra. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
EAGLETON, Terry. The Nature of Fiction. In: The Event of Literature. New Haven e London: Yale University Press, 2012. p. 106-166.
EIKHENBAUM, Boris et al.. Teoria da literatura: formalistas russos. Porto Alegre: Globo, 1973.
FORSTER, E. M.. Aspectos do romance. Tradução de Sérgio Alcides. Rio de Janeiro: Globo, 2005.
FRIEDMAN, Norman. O ponto de vista na ficção: o desenvolvimento de um conceito crítico. Tradução de Fábio Fonseca de Melo. Revista USP, n. 53, São Paulo: USP, mar. abr. mai. 2002.
FRIEDMAN, Norman. O que faz um conto ser curto?. Revista USP, n. 63, São Paulo: USP, set. out. nov. 2004.
GOTLIB, Nádia. Teoria do conto. São Paulo: Ática, 1985.
JAMES, Henry. A arte do romance. Organização de Marcelo Pen. São Paulo: Globo, 2003.
JAMESON, Fredric. The ideologies of theory. London e New York: Verso, 2008.
JOLLES, André. O conto. In: Formas simples. São Paulo: Cultrix, s.d.
KAYSER, Wolfgang. Análise e interpretação da obra literária. Tradução de Paulo Quintela. 7. ed. Coimbra: Arménio Amado Editora, 1985.
LEAVIS, F. R.. Culture and Environment: the training of the critical awareness. London: Chatto and Windos, 1964.
LEAVIS, F. R.. Education and the University: Sketch for an English School. Cambridge: Scrutiny, 1940.
LEAVIS, F. R.. The Common Pursuit. UK: Peregrine Books, 1962.
LEAVIS, F. R.. The Living Principle: ‘English’ as discipline of thought. Chicago: Elephant Paperback, 1998.
LEAVIS, F. R.. The Responsible Critic. In: Selection from Scrutiny II. Cambridge: Cambridge University Press, 1968.
LUKÁCS, Georg. A teoria do romance. Tradução de José Marcos Macedo. São Paulo: Duas Cidades e Ed. 34, 2000.
MEYERHOFF, Hans. O tempo na literatura. São Paulo: McGraw-Hill, 1976.
NUNES, Benedito. O tempo na narrativa. São Paulo: Ática, 1995.
PIGLIA, Ricardo. Formas breves. Tradução de José Marcos de Macedo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
PROPP, Vladimir. Morfologia do conto maravilhoso. Tradução de Paulo Bezerra. Rio de Janeiro: Forense- Universitária, 1984.
ROSENFELD, Anatol. A teoria dos gêneros. In: O teatro épico. São Paulo: Perspectiva, 1986.
TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. 2. ed. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009.
TODOROV, Tzvetan. As estruturas narrativas. Tradução de Leyla Perrone-Moisés. São Paulo: Perspectiva, 1969.
TODOROV, Tzvetan. Teoria da literatura: textos dos formalistas russos. Tradução de Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Editora Unesp, 2013.
WATT, Ian. The Rise of the Novel. London: Penguin, 1983.
WILLIAMS, Raymond. Cultura e sociedade: de Coleridge a Orwell. Petrópolis: Vozes, 2011.
WILLIAMS, Raymond. Lectura y crítica. Buenos Aires: Ediciones Godot, 2014.
WILLIAMS, Raymond. Palavras-chave: um vocabulário de cultura e sociedade. São Paulo: Boitempo, 2007.
WILLIAMS, Raymond. Recursos da esperança: cultura, democracia, socialismo. São Paulo: Editora Unesp, 2015.
WILLIAMS, Raymond. The Long Revolution. England: Pelican Book, 1962.
WOOD, James. How Fiction Works. New York: Farrar, Straus and Giroux, 2008.

Programa

 
I – Objetivos 
 
Expor ao aluno o projeto de educação proposto por J.-J. Rousseau no Emílio considerando-se, por um lado, alguns escritos desse autor, como o Discurso sobre a origem da desigualdade, a Nova Heloísa e o Contrato social, e por outro lado, o contexto histórico e intelectual da França do século XVIII no qual o projeto se situa, bem como algumas das fontes utilizadas por Rousseau em matéria de educação (sobretudo Montaigne e Locke). Trata-se de uma introdução à leitura dessa obra fundamental da história da filosofia que, nos últimos quinze anos, tem se mostrado um interessante objeto de pesquisa para pedagogos e filósofos da educação no Brasil. Espera-se que o exercício de leitura dos cinco livros que compõem o Emílio, assim como dos textos de Rousseau e da bibliografia de apoio, capacite o aluno a não apenas compreender os conceitos filosóficos implicados na pedagogia rousseauísta, mas também refletir criticamente, por meio dessa compreensão, sobre a possibilidade de aplicação desses mesmos conceitos na atividade docente. 
 
 
II – Conteúdo 
 
- Os antecedentes da educação do Emílio; 
- A relação entre natureza e sociedade na filosofia de Rousseau; 
- Exposição detalhada dos cinco livros do Emílio; 
- Considerações gerais sobre a pedagogia de Rousseau; 
- Interpretações exemplares do Emílio. 
 
 
III – Métodos utilizados 
 
Aulas expositivas e discussão de textos indicados na bibliografia. Serão convidados conferencistas para tratarem de pontos específicos durante o curso. Confirmadas as participações de: Profa. Dra. Maria de Fátima Simões Francisco (FE-USP) e Profa. Dra. Maria das Graças de Souza (DF-USP). 
 
 
IV – Atividades discentes 
 
Leitura dos textos, participação nas discussões. 
 
 
V – Critérios de avaliação 
 
Presença em 85% das aulas, nota mínima 5,0 (cinco) na monografia a ser exigida ao final do curso, participação nas discussões. 
 
 
VI – Bibliografia 
 
ALTHUSSER, Louis. “Sur le Contrat Social”. Cahiers pour l’Analyse, Paris, n. 8, 1967. 
ARCO JR., Mauro Dela Bandera. A palavra cantada ou a concepção de linguagem de Jean-Jacques Rousseau. 2012. Dissertação (Mestrado em Filosofia). FFLCH-USP. São Paulo, 2013. 
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. 
ASSMANN, Selvino José. "Sobre a política e a pedagogia em Rousseau (É possível ser homem e ser cidadão")". Perspectiva - Revista do Centro de Ciências da Educação da UFSC, Florianópolis, v. 6, n. 11, p. 22-44, 1988. 
AZEVEDO, Thiago Vargas Escobar. Da deliciosa indolência à atividade petulante: trabalho e ócio na antropologia de Rousseau. 2014. Dissertação (Mestrado em Filosofia). FFLCH-USP. São Paulo, 2014. 
BACZKO, Bronislaw. Rousseau: solitude et communauté. Paris: Mouton, 1974. 
BADINTER, Elisabeth. Um amor conquistado: o mito do amor materno. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. [Ver também L’Amour en plus: histoire de l’amour maternel, XVIIe-XXe siècle. Paris: Flammarion, 1980.] 
BECKER, Evaldo. "Questões acerca da história em Rousseau". Cadernos de Ética e Filosofia Política (USP), n. 8, p. 19-31, 2006. 
______. "Educação e Política: notas sobre a formação do homem e do cidadão em Rousseau". Contexto & Educação (Unijuí), v. 82, p. 35-58, 2009. 
BERNARDI, Bruno. La Fabrique des concepts: recherches sur l’invention conceptuelle chez Rousseau. Paris: Honoré Champion, 2006. 
BIGNOTTO, Newton. As aventuras da virtude: as ideias republicanas na França do século XVIII. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. 
BORGES JR., Ciro Lourenço. Verdade e virtude: os fundamentos da moral no Discurso sobre as ciências e as artes de J.J. Rousseau. 2015. Dissertação (Mestrado em Filosofia). FFLCH-USP. São Paulo, 2015. 
BOTO, Carlota. "O Emílio como categoria operatória do pensamento rousseauniano". In: MARQUES, José Oscar de Almeida (Org.). Verdades e mentiras: 30 ensaios em torno de Jean-Jacques Rousseau. Ijuí: Ed. Unijuí, 2005. p. 369-388. 
BURGELIN, Pierre. La Philosophie de l’existence de J.-J. Rousseau. Paris: Presses Universitaires de France, 1952. 
CAMBI, Franco. História da pedagogia. São Paulo: Ed. Unesp, 1999. 
CASSIRER, Ernst. A filosofia do Iluminismo. Campinas: Ed. Unicamp, 1992. 
______. A questão Jean-Jacques Rousseau. São Paulo: Ed. Unesp, 1999. 
CHATEAU, Jean. Jean-Jacques Rousseau: sa philosophie de l’éducation. Paris: J. Vrin, 1962. 
CERIZARA, Ana Beatriz. Rousseau: a educação na infância. São Paulo: Scipione, 1990. 
DERATHÉ, Robert. Jean-Jacques Rousseau e a ciência política de seu tempo [1950]. Trad. Natalia Maruyama. São Paulo: Barcarolla, 2009. 
DOZOL, Marlene de Souza. Da figura do mestre. São Paulo: Edusp, 2003. 
FORTES, Luiz Roberto Salinas. Rousseau: da teoria à prática. São Paulo: Ática, 1976. 
______. O iluminismo e os reis filósofos. São Paulo: Brasiliense, 1981. 
______. Rousseau: o bom selvagem. São Paulo: FTD, 1989. [2ª ed. Prefácio de Milton Meira do Nascimento. São Paulo: Discurso/Humanitas, 2007.] 
FRANCISCO, Maria de Fátima Simões. "A lição sobre a noção de propriedade privada no Emílio". Cadernos de Ética e Filosofia Política (USP), n. 3, p. 73-89, 2001. 
______. "Rousseau e a questão das educações pública e doméstica". Cadernos de Ética e Filosofia Política (USP), n. 16, p. 59-78, 2010. 
FREITAS, Jacira de. Política e festa popular em Rousseau: a recusa da representação. São Paulo: Humanitas, 2003. 
GOLDSCHMIDT, Victor. Anthropologie et politique: les principes du système de Rousseau. Paris: J. Vrin, 1974. 
______. “Rousseau et le droit” [1978]. In: ______. Écrits, t. II. Paris: J. Vrin, 1984. 
GOUHIER, Henri. Les Méditations métaphysiques de J.-J. Rousseau [1970]. 2.ed. Paris: J. Vrin, 1984. 
GOYARD-FABRE, Simone. Politique et philosophie dans l’oeuvre de Jean-Jacques Rousseau. Paris: Presses Universitaires de France, 2001. 
GROETHUYSEN, Bernard. J.-J. Rousseau. Paris: Gallimard, 1949. 
GROSRICHARD, Alain. "Educação e política em Rousseau". Almanaque, n. 11, p. 29-36, 1980. 
HAZARD, Paul. O pensamento europeu no século XVIII. Lisboa: Presença, 1983. 
JAEGER, Werner. Paideia: a formação do homem grego. Trad. Artur M. Parreira. 3.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1995. 
KAWAUCHE, Thomaz. Religião e política em Rousseau: o conceito de religião civil. São Paulo: Humanitas/Fapesp, 2013. 
KOSELLECK, Reinhart. Crítica e crise: uma contribuição à patogênese do mundo burguês. Rio de Janeiro: Ed. UERJ/Contraponto, 1999. 
KUNTZ, Rolf. Fundamentos da teoria política de Rousseau. São Paulo: Barcarolla, 2012. 
LAGRÉE, Jacqueline. La Religion naturelle. Paris: Presses Universitaires de France, 1991. 
LOCKE, John. Some Thoughts concerning Education. Ed. John W. Yolton & Jean S. Yolton. New York: Oxford University Press, 1989 (The Clarendon Edition of the Works of John Locke). 
MARQUES, José Oscar de Almeida. "A educação musical de Emílio". Rapsódia - Almanaque de Filosofia e Arte (USP), n. 2, p. 7-35, 2002. 
______. "Rousseau e os perigos da leitura, ou por que Emílio não deve ler as fábulas". Itinerários: Revista de Literatura (Unesp-Araraquara), n. 22, p. 205-216, 2004. 
MARUYAMA, Natalia. A contradição entre o homem e o cidadão: consciência e política segundo J.-J. Rousseau. São Paulo: Humanitas, 2001. 
______. "A morte moral e a economia dos desejos no Emílio de Rousseau". Dissertatio (UFPel), n. 29, p. 183-200, 2009. 
MASSON, Pierre-Maurice. La Religion de Jean-Jacques Rousseau. Paris: Hachette, 1916. 3 v. 
MASTERS, Roger. The Political Philosophy of Rousseau. Princeton: Princeton University Press, 1968. 
MONTAIGNE, Michel de. Ensaios. Trad. Sérgio Milliet. São Paulo: Nova Cultural, 2000. 2 v. [Ver também Essais de Michel de Montaigne, éd. E. Naya, D. Reguig-Naya & A. Tarrête. Paris: Gallimard, 2009. 3 v.] 
MONTEAGUDO, Ricardo. Entre o direito e a história: a concepção do legislador em Rousseau. São Paulo: Ed. Unesp, 2006. 
MOSCATELI, Renato. Rousseau frente ao legado de Montesquieu: história e teoria política no Século das Luzes. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2011. 
______. "Por que Emílio não é o cidadão republicano". Argumentos - Revista de Filosofia (UFC), ano 4, n. 8, 2012. 
NASCIMENTO, Milton Meira do. "O contrato social: entre a escala e o programa". Discurso (USP), n. 17, p. 119-129, 1988. 
______. Opinião pública & revolução: aspectos do discurso político na França revolucionária. São Paulo: Nova Stella/Edusp, 1989. 
______. "Infortúnio e glória do Emílio de Rousseau: uma saga na escravidão". In: STEIN, Ernildo; BONI, Luiz Alberto (Org.). Dialética e liberdade. Petrópolis: Vozes, 1993. 
______; NASCIMENTO, Maria das Graças de Souza. Iluminismo - a revolução das luzes. São Paulo: Ática, 1998. 
OLASO, Ezequiel de. "Os dois ceticismos do Vigário Saboiano". Sképsis, ano IV, n. 6, p. 5-26, 2011. 
PAIVA, Wilson Alves de. O Emílio de Rousseau e a formação do cidadão do mundo moderno. Trindade/GO: CEODO, 2005. 
______. "A formação do homem no Emílio de Rousseau". Revista Educação e Pesquisa (USP), v. 33, n. 2, p. 323-334, maio/ago. 2007. 
______. Da reconfiguração do homem: um estudo da ação político-pedagógica na formação do homem em Jean-Jacques Rousseau. 2010. Tese (Doutorado em Filosofia da Educacao). FE-USP. São Paulo, 2010. 
PISSARRA, Maria Constança Peres. Rousseau: a política como exercício pedagógico. São Paulo: Moderna, 2003. 
PRADO JR., Bento. A retórica de Rousseau e outros ensaios. Ed. Franklin de Mattos. São Paulo: Cosac Naify, 2008. 
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Œuvres complètes. Éd. Bernard Gagnebin & Marcel Raymond. Paris: Gallimard, 1959-1995, 5 tomos. 
______. La « Profession de foi du vicaire savoyard ». Éd. Pierre-Maurice Masson. Paris: Hachette, 1914. 
______. Do contrato social; Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. Trad. Lourdes Santos Machado. São Paulo: Abril, 1974 (Col. “Os Pensadores”). 
______. Profession de foi du vicaire savoyard. Éd. Bruno Bernardi. Paris: GF Flammarion, 1996. 
______. Emílio, ou Da educação. Trad. Roberto Leal Ferreira. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. 
______. Émile, ou De l’éducation. Éd. André Charrak. Paris: GF Flammarion, 2009. 
SAHD, Luiz Felipe Netto de Andrade e Silva. "A noção de liberdade no Emílio de Rousseau". Trans/Form/Ação (Unesp-Marília), v. 28, n. 1, p. 109-118, 2005. 
______. "Rousseau e a educação pública: uma solução?". Princípios - Revista de Filosofia (UFRN), v. 16, n. 25, p. 187-202, 2009. 
SANTOS, Antônio Carlos dos. "Montesquieu e Rousseau: a natureza da sublimidade da razão". Cadernos de Ética e Filosofia Política (USP), n. 16, p. 216-227, 2010. 
SHKLAR, Judith N. Men and Citizens: A Study of Rousseau’s Social Theory [1969]. 2.ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2009. 
SOUZA, Maria das Graças de. Ilustração e história: o pensamento sobre a história no Iluminismo francês. São Paulo: Discurso Editorial/Fapesp, 2001. 
______. "Ocasião propícia, ocasião nefasta: tempo, história e ação política em Rousseau". Trans/Form/Ação (Unesp-Marília), v. 29, n. 2, p. 249-256, 2006. 
STAROBINSKI, Jean. Jean-Jacques Rousseau: a transparência e o obstáculo; seguido de sete ensaios sobre Rousseau. São Paulo: Companhia das Letras, 1991. 
______. As máscaras da civilização: ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. 
STRECK, Danilo R. Rousseau & a educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. 
VARGAS, Yves. Introduction à l’Emile de Jean-Jacques Rousseau. Paris: Presses Universitaires de France, 1995. 
VENTURI, Franco. Utopia e reforma no Iluminismo. Bauru: Edusc, 2003. 
WATERLOT, Ghislain. Rousseau: religion et politique. Paris: Presses Universitaires de France, 2004. 
 
 
Cronograma do curso 
 
1ª aula (12/08/2016) – Apresentação do curso 
2ª aula (19/08/2016) – Algumas fontes do Emílio: Montaigne e Locke 
3ª aula (26/08/2016) – Noções acerca do sistema de Rousseau 
4ª aula (02/09/2016) – Livros I e II do Emílio: o plano geral 
5ª aula (16/09/2016) – Livro III: teoria do conhecimento 
6ª aula (23/09/2016) – Livro IV: a ordem moral 
7ª aula (30/09/2016) – Livro IV: religião natural 
8ª aula (07/10/2016) – Livro IV: moral e história 
9ª aula (14/10/2016) – Livro V e considerações gerais 
10ª aula (21/10/2016) – Interpretações exemplares