Programa

Aula 1 a 4: Apresentação do programa: objetivos da oficina. Sequência didática
no gênero “apresentação” – produção de apresentações, leitura e
compreensão textual.


Aulas 5 a 8: Sequência Didática nos gêneros “convite” e “diálogo em
restaurante” – produção de apresentações, leitura e compreensão textual.
Encerramento do curso.

Ao longo das aulas, os alunos trabalharão os gêneros textuais escolhidos de
forma escrita e oral.

Bibliografia
ARTIGUE, M. (1988) “Ingénierie Didactique”. Recherches en Didactique des
Mathématiques. Grenoble: La Pensée Sauvage-Éditions, v. 9.3, 281-307. 
AVETISYAN, Anahit S. Eastern armenian comprehensive self-study
language course. 2008.
BRONCKART, Jean-Paul (2003). Atividade de linguagem, textos e
discursos: por um interacionismo sócio-discursivo. Tradução Anna Raquel
Machado, Péricles Cunha. São Paulo: EDUC. 
DOLZ, Joaquim (2016) As atividades e os exercícios de língua: uma reflexão
sobre a engenharia didática. DELTA: Documentação de Estudos em
Linguística Teórica e Aplicada, vol. 32, nº 1, p. 237-260.
DOLZ-MESTRE, Joaquim, LIMA, Gustavo, BACAN ZANI, Juliana. (2020).
Itinerário para o ensino do gênero fábula: a formação de professores em um
minicurso. Textura,vol. 22, no. 52, p. 250-274. Disponível em:
<file:///C:/Users/EasyPc/Downloads/unige_145878_attachment01.pdf>. Acesso
em: 31 mai. 2021.
DUM-TRAGUT, Jasmine. Armenian: modern eastern armenian. vol. 14.
Amsterdam/ Philadelphia: John Benjamins Publishing Company, 2009. (London
Oriental and African Language Library).
GURÉGHIAN, Jean. L’ arménien sans peine. France: Assimil, 1999.
ROJO, Roxane; ALMEIDA, Eduardo de Moura (Orgs.) (2012).
Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial. (Estratégias de
ensino)
SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim e colaboradores (2011). Gêneros
orais e escritos na escola. Tradução Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. 3ª
ed. São Paulo: Mercado de Letras.

Programa

Os conteúdos trabalhados serão uma introdução aos principais épicos hindus (Ramayana e Mahabharata), conceitos gerais do hinduísmo (dharma, o papel da mulher, a tríade formada por Shiva, Vishnu e Brahma, os principais deuses adorados na Índia, sua importância e impacto na sociedade) e elementos da cultura indiana (geografia, sociedade, costumes e crenças).

Para que as/os alunas/os possam aproveitar melhor o curso, faz-se necessária (mas não obrigatória) a leitura das páginas indicadas, da versão em prosa em português do épico traduzida por William Buck [BUCK, William. O Ramayana: o clássico poema épico indiano recontado em prosa por William Buck. Tradução: Octávio Mendes Cajado. São Paulo: Cultrix, 2011, 536 p.]. Desta maneira, a/o aluna/aluno terá uma imersão na mitologia hindu e na cultura indiana.

Palavras chave: épico/ Ramayana/ hinduísmo/ Índia/ mitologia

Aula 01: Introdução aos épicos hindus: Ramayana e Mahabharata
Resumo dos dois épicos, explicação e discussão dos termos mito, mitologia e avatar. Introdução à mitologia hindu e seus principais temas. Contextualização dos dois épicos na história e cultura indianas.
Aula 02: Rama
Resumo e discussão dos eventos envolvendo o personagem principal e avatar de Vishnu: seu dharma e sua moral, suas decisões ao longo do épico e o uso político de sua imagem na atualidade.
Aula 03: Ravan
Resumo e discussão do enredo envolvendo o rival de Rama: suas diferentes representações no território indiano, seu dharma e moral.
Aula 04: Sita
Resumo e discussão do enredo envolvendo a parceira de Rama: seu uso no contexto nacional indiano, as diversas reescritas envolvendo sua personagem, e uma análise feminista sobre seu papel no épico e na cultura da Índia.
Aula 05: Histórias intrigantes do épico
Resumo e discussão de histórias que fazem parte do épico fora do enredo principal, como Surpanakha, Kumbakharna e Ahalya. Finalização do curso, perguntas e dúvidas sobre o Ramayana e literatura indiana no geral.

Bibliografia:

ARNI, SAMHITA. Why do majority of Indian writers remain obsessed with myth? The Lead Books, 23 fev. 2019. Available in: https://www.thehindu.com/books/and-allour-yesterdays-in-utopia/article2… Access in: Jul.05 2022.

BUCK, William. O Ramayana: o clássico poema épico indiano recontado em prosa por William Buck. Tradução: Octávio Mendes Cajado. São Paulo: Cultrix, 2011, 536 p.
CALASSO, Roberto. Ka: Stories of the Mind and Gods of India. New York: Alfred A. Knopf, 1999, 449 p.

CHATTERJEE, Partha. Whose Imagined Community? The Nation and Its Fragments: Colonial and Postcolonial Histories. New Jersey: Princeton University Pres, 1993, pp. 3–13.

FLOOD, Gavin. Uma Introdução ao Hinduísmo. Tradução de Dilip Loundo. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2014. [introdutória]

DHARWADKER, Vinay (Edit). Collected Essays of A. K. Ramanujan. Oxford: Oxford India Paperbacks, 2004. [introdutória]

GOLDMAN, Robert P. (Translated by). The Ramayana of Valmiki. Volume I, II, III, IV, V, VI. New Jersey: Princeton University Press, 1984 – 2009.

LAL, Malashri. Sita: Naming Purity and Protest. In: GOKHALE, Namita; LAL, Malashri (ed.). In Search of Sita: Revisiting Mythology. New Delhi: Penguin Books India and Yatra Books, 2009.

LOUNDO, Dilip. Razão com sabor de mel: ensaios de filosofia indiana. Campinas. São Paulo: Editora Phi, 2022.

PANNU, Sujan Singh. Mitos e mistérios da Índia. 1a ed. São Paulo: Madras, 2000. 109p.

PATTANAIK, Devdutt. Indian mythology: tales, symbols and rituals of the subcontinent. Vermont: Inner Traditions International, 2003.

POLLOCK, Sheldon. Introduction. In: Rama’s Last Act by Bhava-bhuti. New York: Clay Sanskrit Library, 2007.

RAJAGOPALACHARI, Chakravarthi. Ramayana. Delhi: Bharatiya Vidya Bhavan, 2013.

RAO, A S. Myth and History in Contemporary Indian Novels in English. New Delhi: Atlantic Publishers and Distributors, 2000.

 

Programa

AULA 1- Introdução aos Estudos de Adaptação Audiosivual

AULA 2- Metodologias e Práticas de Análise de Adaptações Cinematográficas

AULA 3- Metodologias e Práticas de Análise de Adaptações Serializadas nos Streamings

AULA 4- Metodologias e Práticas de Análise de Adaptações de Videogames

Referência Bibliográfica:

AARSETH, E. (2007). Doors and Perception: Fiction vs. Simulation in Games. Intermédialités, 9, 35–44.
Bennett, Tara. (2014). Showrunners: The Art of Running a TV Show. Titan Books.
Bordwell, David & Thompson, Kristin. (2013). A Arte do Cinema: uma Introdução. Editora Unicamp.
Bordwell, David. (2020). Quando a mídia se torna gerenciável: Streaming, pesquisa de filmes e o Multiplex Celestial. Disponível em: https://abraccine.files.wordpress.com/2020/08/abraccine_traduccca7occ83…
Boszorád, Martin. (2020). Watch a Film, Play a Game -- Play a Film, Watch a Game: Notes on the ‘Intermedia-Presence’ of Digital Games in Cinema. Acta Ludologica, 3(1), 4-17.
Boozer, Jack. (2008). Authorship in film adaptation. University of Texas Press.
Brookey, Robert Alan. (2010). Hollywood Gamers: Digital Convergence in the Film and Video Game Industries. Indiana University Press.
Chalaby, Jean K. (2011). The making of an entertainment revolution: How the TV format trade became a global industry. European Journal of Communication, 26(4), 293-309.
Clark, M. J.
Edgar-Hunt, Robert et al. (2013). A Linguagem do Cinema.
Elliot, Kamilla. (2020). Theorizing Adaptation. Oxford University Press.
Esser, Andrea; Smith, Iain Robert & Bernal-Merino, Miguel Á. (2016). Media Across Borders: Localising TV, Film and Video Games. Routledge.
Fiske, John. (2004). Television Culture. In: RIVKIN, Julie &RYAN, Michael. (Ed.). (2004). Literary theory: an anthology. 2. ed. Oxford: Blackwell Publishing, 1274 - 1284.
Grossman, Julie, and R. Barton Palmer (Eds). (2017). Adaptation in Visual Culture: Images, Texts, and Their Multiple Worlds. Springer.
Hutcheon, Linda and O’Flynn, Siobhan. (2013). A Theory of Adaptation. London: Routledge.
Jenkins, Henry; Green, Joshua & Ford, Sam. (2022). A Cultura da Conexão. Aleph.
Jenkins, H. (2004). Game Design as Narrative Architecture. In N. Wardrip-Fruin & P. Harrigan (Eds.), First Person: New Media as Story, Performance, and Game (pp. 118-130). The MIT Press.
Kennedy, H. W. (2019). Transmedia Games: Aesthetics and Politics of Profitable Play. In M. Freeman & R.R. Gambarato (Eds.), The Routledge Companion to Transmedia Studies (pp. 72-81). Routledge.
Leitch, Thomas (Ed.). (2017). The Oxford Handbook of Adaptation Studies. Oxford University Press.
Liboriussen, Bjarke. (2023). Videogame Adaptations as Opportunities for Remembering Gameplay. Game Studies, 23(1). Disponível em: https://gamestudies.org/2301/articles/liboriussen_adaptations
McCabe, Colin & Murray, Kathleen. (Ed). (2011). True to the Spirit: Film Adaptation and the Question of Fidelity. OUP.
Machado, Arlindo. (2014). A Televisão levada à sério. 6 ed. Editora Senac.
Machado, Arlindo. (1997). Pré-Cinemas & Pós-Cinemas. Papirus.
Orlebar, Jeremy. (2013). The Television Handbook. 4. ed. Routledge.
Skolnick, Evan. (2014). Video Game Storytelling: What Every Developer Needs to know about Narrative Techniques. New York: Watson-Guptill Publications.
Souza, Ricardo Vinicius Ferraz de. (2023). Video Games: The Fictional Feedback Loop. In: Milton, John & Cobelo, Silvia. (2023). Translation, Adaptation and Digital Media. Routledge.
Stam, Robert & Raengo, Alessandra. (2008). A Companion to Literature and Film. John Wiley & Sons.
Stam, Robert. (2015). Keywords in subversive film and media aesthetics. Blackwell.
Wasko, Janet (Ed). (2020) A companion to television. John Wiley & Sons.
Wells-Lassagne, Shannon. (2017). Television and Serial Adaptation.

 

Programa

Aula 1: Metade do céu: origem e desenvolvimento do feminismo chinês
Aula 2: Feminismo sul-coreano e movimento de mulheres norte-coreano
Aula 3: Cortando as mangas: homoerotismos e movimento LGBTIA+ na China contemporânea
Aula 4: Nação e gays: articulando narrativas nacionais e homossexualidade na Península Coreana
Aula 5: Resumo comparativo e esclarecimento de dúvidas

Referências bibliográficas:
BAO, Hongwei. Queer China: Lesbian and Gay Literature and Visual Culture under Postsocialism. London: Routledge, 2020.
BAO, Hongwei. Queer Media in China. London: Routledge, 2021.
BAO, Hongwei; MA, Yahia Zhengtang (ed.). Queer Literature in the Sinosphere. London: Bloomsbury Publishing, 2024.
DE MORAIS SILVA, Amanda; LIMA JUNIOR, Jayme Benvenuto. Confucionismo, tradição e feminismo: os papéis da mulher na Coreia do Sul. Ciência & Trópico, v. 48, n. 2, 2024. Disponível em: https://periodicos.fundaj.gov.br/CIC/article/view/2345 .
EDA, Haruki. Outing North Korea: Necropornography and Homonationalism. MSc Dissertation, 2012. Disponível em: https://www.academia.edu/2040450/Outing_North_Korea_Necropornography_an… .
EDA, Haruki. Queer Korean diaspora: an ethnography of geopolitics. 2022. Tese (Doutorado) – Rutgers The State University of New Jersey, School of Graduate Studies.
JEONG, Euisol. From meme-making trolls to feminist artists: digital feminist art activism in contemporary South Korea. Journal of Gender Studies, p. 1-13, 2024.
JEONG, Euisol; LEE, Jieun. We take the red pill, we confront the DickTrix: Online feminist activism and the augmentation of gendered realities in South Korea. Feminist Media Studies, v. 18, n. 4, p. 705-717, 2018.
JUNG, Kyungja. Practicing feminism in South Korea: the issues of sexual violence and the women's movement. Hecate, v. 29, n. 2, p. 261-284, 2003.
KIM, Elaine H.; CHOI, Chungmoo (ed.). Dangerous Women: Gender and Korean Nationalism. Psychology Press, 1998.
KIM, Hee-Kang. Should feminism transcend nationalism? A defense of feminist nationalism in South Korea. In: Women's Studies International Forum. Pergamon, 2009. p. 108-119.
KIM, Kyung-Ai. Nationalism: An advocate of, or a barrier to, feminism in South Korea. In: Women's Studies International Forum. Pergamon, 1996. p. 65-74.
KONG, Travis S. K. Chinese Male Homosexualities: Memba, Tongzhi and Golden Boy. Abingdon; New York: Routledge, 2010.
KONG, Travis S. K. Sexuality and the Rise of China: The Post-1990s Gay Generation in Hong Kong, Taiwan, and Mainland China. Durham (NC): Duke University Press, 2023.
LEE, Jieun; JEONG, Euisol. The 4B movement: Envisioning a feminist future with/in a non-reproductive future in Korea. Journal of Gender Studies, v. 30, n. 5, p. 633-644, 2021.
LEE, Wondong; YI, Joseph. South Korean evangelical narratives on North Koreans and homosexuals. Journal of Homosexuality, v. 68, n. 12, p. 1923-1949, 2021.
MA, Yuxin. Women Journalists and Feminism in China, 1898–1937. Amherst (MA): Cambria Press, 2010.
PARK, BooYoung. “Ex-gay” campaigns as a new form of conservative Christians’ queer hatred politics in South Korea. International Feminist Journal of Politics, v. 26, n. 5, p. 1072-1096, 2024.
WESOKY, Sharon; SONG, Shaopeng (ed.). Chinese Modernity and Socialist Feminist Theory. London: Routledge, 2023.
WU, Guoguang; FENG, Yuan; LANSDOWNE, Helen (ed.). Gender Dynamics, Feminist Activism and Social Transformation in China. London: Routledge, 2018.
XUE, Aviva Wei; ROSE, Kate. Weibo Feminism: Expression, Activism, and Social Media in China. London: Bloomsbury Academic, 2022.
YI, Joseph et al. Gay Seouls: Expanding religious spaces for non-heterosexuals in South Korea. Journal of Homosexuality, v. 65, n. 11, p. 1457-1483, 2018.
YU, Zhongli. Translating Feminism in China: Gender, Sexuality and Censorship. London: Routledge, 2015.
 

Programa

I. OBJETIVOS GERAIS

O objetivo deste curso é apresentar uma introdução aos estudos sociológicos sobre movimentos sociais, com enfoque para as suas principais correntes teóricas e aportes metodológicos, a saber as análises de eventos de protesto e de trajetória. A primeira aula visa apresentar o debate teórico mais amplo e as suas diferentes vertentes mais contemporâneas. As outras duas aulas têm como foco apresentar as diferentes possibilidades, limites e desafios metodológicos das análises de eventos de protestos e de trajetórias no estudo dos movimentos sociais e da ação coletiva. De modo geral, o curso busca apresentar ao aluno um conjunto de questões, desenhos de pesquisa, conceitos e casos empíricos sobre o estudo de movimentos sociais na política contemporânea, sobretudo com base no programa da Teoria do Confronto Político (TCP).

II. METODOLOGIA

As aulas serão expositivas e síncronas, ocorrerão à distância (formato virtual), e contarão com o uso de material multimídia sobre os temas das aulas . O curso será ministrado através da plataforma Google Meet, terá seu material de leitura disponibilizado em uma pasta do Google Drive (compartilhada com os alunos do curso) e, para o controle de frequência dos alunos, será utilizado o recurso Google Forms (a ser disponibilizado no início de cada aula). As três aulas serão ministradas pelas professoras conjuntamente, que dividirão as atividades de docência entre si: apresentação do conteúdo, disponibilização e gerenciamento do acesso à sala de aula virtual e controle de frequência dos alunos. A vantagem desse formato é que os alunos terão acesso a diferentes perspectivas e experiências durante todo o curso.


III. ATIVIDADE DISCENTE

a) Leitura dos textos indicados (bibliografia obrigatória);
b) Participação em aula, suscitando questões e debates


IV. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Todos os alunos que cumprirem com a frequência mínima no curso receberão certificado de participação.

FREQUÊNCIA: É necessário que os alunos tenham frequência mínima de 75%.


V. CRONOGRAMA

A bibliografia completa do curso será disponibilizada em uma pasta compartilhada com os alunos através da nuvem Google Drive, assim como todas as demais indicações de leitura complementar e referências multimídias utilizadas nas aulas.


AULA 1 (23/08) - Teoria dos Movimentos Sociais

O estudo dos movimentos sociais adquiriu destaque a partir dos anos 70, seguindo três principais linhas de abordagem, pautadas empiricamente na análise dos atores, das associações e dos eventos de protesto – sendo elas, respectivamente, a Teoria dos Novos Movimentos Sociais, de Touraine, Melucci e Castells; a Teoria da Mobilização de Recursos e Teoria da Sociedade Civil, de Zald e McCarthy/Cohen e Arato e, por fim, a Teoria do Confronto Político, de Charles Tilly e Sidney Tarrow. Estudaremos nesta aula estas principais linhas de análise dos movimentos sociais e seus desdobramentos.

Bibliografia indicada
ALONSO, Angela. Teorias dos movimentos sociais: balanço do debate. Lua Nova, 2009, no. 75. 2009.
DIANI, Mario. The concept of social movement. The Sociological Review. Volume 40, Issue1 February 1992, (pps 1-25).
__. Revisando el concepto de movimiento social. Encrucijadas. Revista Critica de Ciencias Sociales, n. 9, 2015.
JASPER, James. Social movement theory today: towards a theory of action? Sociology Compass, 4/11, 2010.
MELLUCCI, Alberto. The new social movements: a theoretical approach. Social science information, vol 19, no 2, 1980.
__. Challenging Codes. Collective Action in the information age. Cambridge U.P, 1996.
TARROW, Sidney. Power in Movement. New York: Cambridge University Press. 1994.
TILLY, Charles. Social Movements, 1768-2004. London, Paradigm, 2004. Chap 1. Social movements as politics (p 1-15).
__. Contentious performances. Cambridge Univ. Press, 2008. Chap 5. Invention of the Social movement (p 116-145).

AULA 2 (24/08) - Análise de Eventos de Protesto (AEP)

A Análise de Eventos de Protesto (AEP) se popularizou nos estudos da ação coletiva e dos movimentos sociais nos anos 1980. Uma das contribuições centrais dessa linhagem metodológica é acentuar o caráter relacional e interacional da ação coletiva, analisando os movimentos sociais para além de suas relações internas, mas nas suas relações com outros movimentos sociais contemporâneos, aliados, opositores e o Estado. Esta aula abordará quando e porquê devemos usar a AEP e quais são os critérios em jogo para a classificação de um evento de protesto, bem como os desafios e limites da AEP como método de pesquisa.

Bibliografia indicada
ALONSO, Angela. A política das ruas: protesto em São Paulo de Dilma a Temer. Revista Novos Estudos: São Paulo, Especial, p. 49-58, jun. 2017.
EARL, Jennifer; MARTIN, Andrew; McCARTHY, John; SOULE, Sarah. The Use of Newspaper Data in the Study of Collective Action. Annual Review of Sociology, v. 30, p. 65-80, 2004.
FILLIEULE, Olivier; JIMÉNEZ, Manuel. The Methodology of Protest Event Analysis and the Media Politics of Reporting Environmental Protest Events. In: ROOTES, C. (ed.). Environmental Protest in Western Europe, Oxford: Oxford University Press, 2003.
VAN DYKE, Nella; SOULE, Sarah; TAYLOR, Verta. The targets of social movements: beyond a focus on the State. Authority in Contention, v. 25, p. 27–51, 2004.

AULA 3 (25/08) - Análise de trajetórias

A análise de trajetória é uma técnica de pesquisa largamente utilizada em investigações que privilegiam aspectos subjetivos da ação coletiva. Ainda pouco utilizada nos estudos sobre movimentos sociais no Brasil, a análise de trajetória permite vislumbrar os processos de reprodução e mudança dos movimentos sociais, processos de recrutamento, carreiras de ativismo radical, impactos do ativismo nas biografias dos militantes, e a variação nas experiências de participação individual em um mesmo movimento social. Nesta aula abordaremos o que são as análises de trajetória, as diferentes formas de realizá-las, seus limites e os dados mais comumente utilizados para a construção dos bancos de dados biográficos.

Bibliografia indicada
ALONSO, Angela. Métodos qualitativos de pesquisa: uma introdução. São Paulo: Sesc São Paulo/CEBRAP, 2016.
AUYERO, Javier. Appendix: On fieldwork, theory, and the question of biography. In: AUYERO, Javier. Contentious Lives: Two Argentine Women, Two Protests, and the Quest for Recognition. Durham: Duke University Press, 2003
FILLIEULE, Olivier. Propositions pour une analyse processuelle de l’engagement individuel. Revue française de Science politique, v. 51, 2001, p. 199-215.
SOMMIER, Isabelle. Engagement radical, désengagement et déradicalisation. Continuum et lignes de fracture. Lien social et Politiques, n. 68, 2012, p. 15-35.
VITERNA, Jocelyn. Pulled, pushed and persuaded. Explaining women’s mobilization into the Salvadoran guerrilla army. American Journal of Sociology, v. 112, n. 1, p. 1-45, 2006.


VI. BIBLIOGRAFIA COMPLETA
ALONSO, Angela. Teorias dos movimentos sociais: balanço do debate. Lua Nova, 2009, no. 75. 2009.
__. Métodos qualitativos de pesquisa: uma introdução. São Paulo: Sesc São Paulo/CEBRAP, 2016.
__. A política das ruas: protesto em São Paulo de Dilma a Temer. Revista Novos Estudos: São Paulo, Especial, p. 49-58, jun. 2017.
DIANI, Mario. The concept of social movement. The Sociological Review. Volume 40, Issue1 February 1992, (pps 1-25).
__. Revisando el concepto de movimiento social. Encrucijadas. Revista Critica de Ciencias Sociales, n. 9, 2015.
EARL, Jennifer; MARTIN, Andrew; McCARTHY, John; SOULE, Sarah. The Use of Newspaper Data in the Study of Collective Action. Annual Review of Sociology, v. 30, p. 65-80, 2004.
FILLIEULE, Olivier; JIMÉNEZ, Manuel. The Methodology of Protest Event Analysis and the Media Politics of Reporting Environmental Protest Events. In: ROOTES, C. (ed.). Environmental Protest in Western Europe, Oxford: Oxford University Press, 2003.
JASPER, James. Social movement theory today: towards a theory of action? Sociology Compass, 4/11, 2010.
MELLUCCI, Alberto. The new social movements: a theoretical approach. Social science information, vol 19, no 2, 1980.
__. Challenging Codes. Collective Action in the information age. Cambridge U.P, 1996.
SOMMIER, Isabelle. Engagement radical, désengagement et déradicalisation. Continuum et lignes de fracture. Lien social et Politiques, n. 68, 2012, p. 15-35.
TARROW, Sidney. Power in Movement. New York: Cambridge University Press. 1994.
TILLY, Charles. Social Movements, 1768-2004. London, Paradigm, 2004. Chap 1. Social movements as politics (p 1-15).
__. Contentious performances. Cambridge Univ. Press, 2008. Chap 5. Invention of the Social movement (p 116-145).
VAN DYKE, Nella; SOULE, Sarah; TAYLOR, Verta. The targets of social movements: beyond a focus on the State. Authority in Contention, v. 25, p. 27–51, 2004.AUYERO, Javier. Appendix: On fieldwork, theory, and the question of biography. In: AUYERO, Javier. Contentious Lives: Two Argentine Women, Two Protests, and the Quest for Recognition. Durham: Duke University Press, 2003
VITERNA, Jocelyn. Pulled, pushed and persuaded. Explaining women’s mobilization into the Salvadoran guerrilla army. American Journal of Sociology, v. 112, n. 1, p. 1-45, 2006.

Programa

Aula 1 - A crise da crise da democracia
Esta aula inaugural tem o propósito de fornecer uma visão geral do curso. A intenção é que a primeira aula forneça uma introdução não somente do conteúdo, mas também da estrutura do curso, apresentando a plataforma e as dinâmicas do ensino, bem como o professor e a pesquisa que deu origem ao programa. A seguir, discutiremos o conceito de democracia, a ideia de crise da democracia e a ascensão contemporânea global da extrema direita.

Aula 2 - Conceitos possíveis
Com a aula anterior tendo solidificado as bases teóricas da ascensão da extrema direita, esta se dedicará a trabalhar em profundidade os conceitos que podem ser utilizados para explicar o fenômeno.

Aula 3 - Um mergulho sobre o Bolsonarismo
Por fim, a última aula se dedicará a colocar as duas anteriores em diálogo, mas se voltando para um estudo de caso de um movimento político recente no Brasil.

Programa

Programa das aulas:
AVISO: Os texto abaixo serão lidos e discutidos durante as aulas, a ordem apresentada não será necessariamente a das aulas, pois está poderá sofrer algumas alterações. Texto estarão disponíveis virtualmente no Google Drive, neste link: https://drive.google.com/drive/folders/1SUnA_WIXiBeFBFcE5pVnLyoP996FTzR…

EIXO 1: O que são histórias em quadrinhos?

EISNER, Will. Quadrinhos e arte sequencial. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

MCCLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. São Paulo: Makron Books, 2004.

GROENSTEEN, Thierry. O sistema dos quadrinhos. Nova Iguaçu/RJ: Marsupial, 2015.

POSTEMA, Barbara. Estrutura narrativa nos quadrinhos: construindo sentindo a partir de fragmentos. São Paulo: Peirópolis, 2018.


EIXO 2: Quadrinhos e História (imagens e fontes)

BURKE, Peter. Testemunha ocular: História e imagem. Bauru, SP: Edusc, 2004.
RODRIGUES, Márcio dos Santos. Apontamentos para a pesquisa histórica sobre quadrinhos. In: CALLARI,

Victor; RODRIGUES, Márcio dos Santos (Org.). História e quadrinhos: contribuições ao ensino e à pesquisa. 1ed.Belo Horizonte: Letramento, 2021, v. 1, p. 19-61.

VOVELLE, Michel. Imagens e Imaginário na História: Fantasmas e Certezas nas Mentalidades desde a Idade Média até o Século XX. São Paulo: Ática, 1997.


EIXO 3: Quadrinhos e ensino de História

LIMA, Douglas Mota Xavier de. História em quadrinhos e ensino de História. In: Revista História Hoje, v.6, n.11, p.147-171, 2017. Disponível em: https://rhhj.anpuh.org/RHHJ/article/view/332

PEDROSO, Rodrigo Aparecido de Araújo. Quadrinhos como referência e fonte para o ensino de história. In: CALLARI, Victor; RODRIGUES, Márcio do Santos. (Org.). História e Quadrinhos: contribuições ao ensino e à pesquisa. 1ed.Belo Horizonte: Editora Letramento, 2021, v. 1, p. 137-158.

SANTO, Janaína de Paula Espirito. Cultura Histórica, Narrativa Histórica e Quadrinhos: provocações a partir de Hiroshima. In: CALLARI, Victor; RODRIGUES, Márcio do Santos. (Org.). História e Quadrinhos: contribuições ao ensino e à pesquisa. 1ed.Belo Horizonte: Editora Letramento, 2021, v. 1, p. 137-158.


AVALIÇÃO:
Os estudantes serão avaliados por meio da presença, da participação nas aulas e pela apresentação de um seminário no qual devem expor propostas de análise ou um projeto de aula de uma história em quadrinhos de livre escolha.

Bibliografia Básica:
BURKE, Peter. Testemunha ocular: História e imagem. Bauru, SP: Edusc, 2004.
CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e representações. Lisboa: DIFEL, Rio de Janeiro: Bertrand, 1990.
CIRNE, Moacy. Notas para uma história materialista dos quadrinhos. In: Revista cultura vozes. São Paulo: vol. LXXII n.09 pp.31-44, nov. 1978.
CIRNE, Moacy. Ideologia e desmitificação dos super-heróis. In: Revista cultura vozes. São Paulo: vol. LXV n.04, pp.47-54, maio de 1971.
CIRNE, Moacy. Para ler os quadrinhos. Petrópolis, Vozes, 1972.
CIRNE, Moacy. Quadrinhos sedução e paixão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.
DORFMAN, Ariel; MATTELART, Armand. Para ler o Pato Donald: comunicação de massa e colonialismo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
DORFMAN, Ariel; JOFRE, Manuel. Super-homem e seus amigos do peito. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1970.
EISNER, Will. Quadrinhos e arte sequencial. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
GORDON, Ian. Superman: the persistence of an American icon. New Brunswick, New Jersey: Rutger Universty Press, 2017.
GROENSTEEN, Thierry. O sistema dos quadrinhos. Nova Iguaçu/RJ: Marsupial, 2015.
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MOYA, Álvaro de. Shazam! São Paulo: Perspectiva, 1972.
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PEDROSO, Rodrigo Ap. Araújo. Estados Distópicos da América: o futuro dos EUA nas histórias em quadrinhos (1983-1999). Curitiba, PR: Editora CRV, 2023.
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VERGUEIRO, Waldomiro. Pesquisa acadêmica em histórias em quadrinhos. São Paulo: Criativo, 2017.

 

Programa

1. Reflexão introdutória “Inscrições urbanas e grafite: uma problematização das práticas semióticas”.
2. Panorama crítico da Semiótica greimasiana: os níveis de pertinência da análise semiótica.
3. Reflexões precursoras a respeito das práticas semióticas e das formas de vida
4. As práticas semióticas segundo J. Fontanille.
4.1. A constituição de cenas práticas.
5. As formas de vida: de A. J. Greimas a J. Fontanille.
5.1. A concepção de formas de vida
5.2. O belo gesto: a invenção de novas formas de vida
6. Problematização da construção da semiose em práticas semióticas e formas de vida diversas: discussão de textos teóricos e analíticos.

METODOLOGIA
Aulas síncronas via Google Meet;
Aulas expositivas;
Discussão de textos teóricos e analíticos.


CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO
Mínimo de 75% de frequência obrigatório.


BIBLIOGRAFIA

BENVENISTE, Émile. Problemas de linguística geral I. Tradução de Maria da Glória Novak e Maria Luisa Neri. 5. ed. Campinas: Pontes, 2005. 294 p.

BENVENISTE, Émile. Problemas de linguística geral II. Tradução de Eduardo Guimarães et al. 2. ed. Campinas: Pontes, 2006. 413 p.

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NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos. Imaginário cultural e persuasão em textos publicitários. In: CORTINA, Arnaldo; MARCHEZAN, Renata Coelho (Orgs.). Razões e sensibilidades: a semiótica em foco. Araraquara: Laboratório Editorial/FCL/UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica Editora, 2004. 190 p. p.191-202.

NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos. Prudência e aventura: revista O Cruzeiro e formas de vida da mulher da década de 40. Alfa, São Paulo, v. 53, n. 2, 2009. Disponível em: . Acesso em: 16 jun. 2014.

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NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos; ABRIATA, Vera Lucia Rodella (Orgs.). Formas de vida: rotina e acontecimento. Ribeirão Preto: Ed. Coruja, 2014. 218 p.

PORTELA, Jean Cristtus. Conversations avec Jacques Fontanille. Alfa, São Paulo, v. 50, n. 1, 2006. Disponível em:
< https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/1401/1101 >. Acesso em: 09 mai. 2016.

PORTELA, Jean Cristtus. Práticas didáticas: um estudo sobre os manuais brasileiros de semiótica greimasiana. Tese (Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa) - Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara, Universidade Estadual Paulista. Araraquara: 2008a. p. 181.

PORTELA, Jean Cristtus. Semiótica midiática e níveis de pertinência. In: DINIZ, Maria Lúcia Vissotto Paiva; PORTELA, Jean Cristtus (Orgs.). Semiótica e Mídia: textos, práticas, estratégias. Bauru: Unesp/Faac, 2008b. 271 p. pp. 93-113.

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SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira. Escrita epistolar: da cena prática à forma de vida. Estudos Linguísticos, 42 (3), São Paulo, 2013. P. 1450 - 1464.

SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira. A noção de texto e os níveis de pertinência da análise semiótica. Estudos Semióticos, 14 (1), São Paulo, março de 2018. P. 1 – 6.
Disponível em: < http://www.revistas.usp.br/esse/article/view/144288&gt;.

SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira; PORTELA, Jean Cristtus. Rê Bordosa: forma de vida e moralização. In: NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos; ABRIATA, Vera Lucia Rodella (Orgs.). Formas de vida da mulher brasileira. Ribeirão Preto: Ed. Coruja, 2012. 174 p. p. 113-136.

Programa

Unidad 1: Búsqueda de información científica

Aleixandre-Benavent, R., Alcaide, G. G., de Dios, J. G., & Alonso-Arroyo, A. (2011). Fuentes de información bibliográfica (I). Fundamentos para la realización de búsquedas bibliográficas. Acta Pediatrica Espanola, 69(3), 131-136. http://repositori.uji.es/xmlui/handle/10234/187512

Ávila-García, L., Ortiz-Repiso, V., & Rodríguez-Mateos, D. (2015). Herramientas de descubrimiento: ¿una ventanilla única? Revista Española de Documentación Científica, 38(1), e077. doi: http://dx.doi.org/10.3989/redc.2015.1.1178

Cervera Rodríguez, A. (2019). Cómo elaborar trabajos académicos y científicos (TFG, TFM, tesis y artículos). Alianza Editorial. [Capítulo 3].

Codina, L. (2020). Cómo hacer revisiones bibliográficas tradicionales o sistemáticas utilizando bases de datos académicas. Revista ORL, 11(2), 139-153. https://dx.doi.org/10.14201/orl.22977

Codina, L. (2018). Sistemas de búsqueda y obtención de información: componentes y evolución. Anuario ThinkEPI, (12), 77-82. https://doi.org/10.3145/thinkepi.2018.06

Cordón García, J. A., Alonso Arévalo, J., Gómez Díaz, R., & López Lucas, J. (2012) Las Nuevas fuentes de información: información y búsqueda documental en el contexto de la web 2.0 (2a. Ed.). Pirámide. [Capítulos 1 y 2].

Ferran, N. & Pérez-Montoro, M. (2009). Búsqueda y recuperación de la información. Editorial UOC.

Ford, N. (2012). The essencial guide for using the web for research. Sage.

López Carreño, R. (2017). Fuentes de información: Guía básica y nueva clasificación. Editorial UOC.

Romanos de Tiratel, S. (2000). Guía de fuentes de información especializadas. Buenos Aires: Grebyd. [Capítulo 1].

Somoza, M. (2015). Búsqueda y recuperación de información en bases de datos de bibliografía científica. Ediciones Trea.


Unidad 2: Sistemas de información científica

Abadal, E., & Codina, L. (2018). Taxonomía, evolución y uso de los sistemas de información científica. En: G. A. Torres Vargas, (Coord.), Estudios de la información: teoría, metodología y práctica (pp. 161-178). Universidad Nacional Autónoma de México.
EBSCO. (2019, 23 de agosto). Introduction to EBSCOhost – Tutorial. https://connect.ebsco.com/s/article/Introduction-to-EBSCOhost-Tutorial?…

Science Direct (2021, 19 de marzo). I How do I use the advanced search?. https://cutt.ly/GfXIN2g

Cordón García, J. A., Alonso Arévalo, J., Gómez Díaz, R., & López Lucas, J. (2012) Las Nuevas fuentes de información: información y búsqueda documental en el contexto de la web 2.0 (2a. ed.). Pirámide.
Biblioteca Universidad Complutense de Madrid. (2020, 4 de mayo). JSTOR: Guía básica. https://biblioguias.ucm.es/jstor/busquedas

Biblioteca Universidad Complutense de Madrid. (2021, 27 de octubre). Scopus: Guía básica. https://biblioguias.ucm.es/scopus/buscar

Biblioteca de la Universidad Autónoma de Madrid. (2021, 7 de octubre). Google Académico. https://biblioguias.uam.es/tutoriales/google_academico


Unidad 3: Estilos de citación y construcción de referencias bibliográficas

American Psychological Association. (2020). Publication Manual of the American Psychological Association.

Biblioteca Universidad Complutense de Madrid. (2020, 21 de mayo). Mendeley: Guía básica. https://biblioguias.ucm.es/mendeley

Biblioteca Universidad Complutense de Madrid. (2020, 27 de marzo). Zotero: Guía básica. https://biblioguias.ucm.es/zotero/inicio

Cervera Rodríguez, A. (2019). Cómo elaborar trabajos académicos y científicos (TFG, TFM, tesis y artículos). Alianza Editorial. [Capítulo 4].

Cordón García, J. A., Alonso Arévalo, J., Gómez Díaz, R., & López Lucas, J. (2012). Las Nuevas fuentes de información: información y búsqueda documental en el contexto de la web 2.0 (2a. Ed.). Pirámide. [Capítulo 13].

Eco, U. (1998). Cómo se hace una tesis: técnicas y procedimientos de estudio, investigación y escritura. Gedisa.

Michelle, A., Vaughan, N., Suárez, E., Pèrez, M. M., & Romero, M. A. (2020). Manual de citas y referencias bibliográficas: Latino, APA, Chicago, IEEE, MLA, Vancouver. Ediciones Uniandes- Universidad de los Andes.

Modern Language Association of America. (2016). MLA Handbook.

Moreno, D. & Carillo, J. (2020). Normas APA 7ª edición: Guía de citación y referenciación (2a ed.). Universidad Central.https://www.ucentral.edu.co/sites/default/files/inlinefiles/guia-normas…

University of Chicago. (2017). The Chicago manual of style. The Chicago University Press.

Unidad 4: Comunicación científica, indexación de revistas y Acceso Abierto

Borrego, Á. & Urbano, C. (2006). La evaluación de revistas científicas en Ciencias Sociales y Humanidades. Información, Cultura y Sociedad, (14), 11-27. http://revistascientificas.filo.uba.ar/index.php/ICS/article/view/886

Cordón García, J. A., Alonso Arévalo, J., Gómez Díaz, R., & López Lucas, J. (2012). Las Nuevas fuentes de información: información y búsqueda documental en el contexto de la web 2.0 (2a. Ed.). Pirámide. [Capítulo 5 y 7].

Kreimer, P. (2015). Los mitos de la ciencia: desventuras de la investigación, estudios sobre ciencia y políticas científicas. Nómadas (Col), (42), 32-51. https://www.redalyc.org/pdf/1051/105140284003.pdf

Rozemblum, C., Unzurrunzaga, C., Banzato, G., & Pucacco, C. (2015). Calidad editorial y calidad científica en los parámetros para inclusión de revistas científicas en bases de datos en Acceso Abierto y comerciales. Palabra Clave (La Plata), 4(2), 64-80. https://www.palabraclave.fahce.unlp.edu.ar/article/view/pcv4n2a01

Vasen, F., & Lujano Vilchis, I. (2017). Sistemas nacionales de clasificación de revistas científicas en América Latina:
Tendencias recientes e implicaciones para la evaluación académica en ciencias sociales. Revista Mexicana de Ciencias Políticas y Sociales, LXII(231), 199-228. https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=421/42152785008

Vessuri, H., Guédon, J.-C., & Cetto, A. M. (2014). Excellence or quality? Impact of the current competition regime on science and scientific publishing in Latin America and its implications for development. Current Sociology, 62(5), 647–665. https://doi.org/10.1177/0011392113512839

Programa

Aula 1 – Introdução das atividades; história do mangá: de emakimono a atualidade (teoria I); como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático I).

Aula 2 – Palestrante convidado (teoria II) – Gilberto de Ataide Batista Faria; como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático II).

Aula 3 – Mangá e a cultura pop japonesa (teoria III); como desenhar personagens de mangá – corpo: frontal, perfil, 3/4 (prático III).

Aula 4 – Palestrante convidado (teoria IV) – Lucas de Paula Sousa Costa; como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos (prático IV).

Aula 5 – Mercado de mangá; Mangá X animê (teoria V); como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos e cenas (prático V).

Aula 6 – Palestrante convidado (teoria VI) – Daniel Delayti Ribeiro de Souza; como desenhar personagens de mangá – criação de personagens: protagonista e antagonista (prático VI).

Aula 7 – Palestrante convidado (teoria VII) – Monique Mieko Nakagawa - Ilustração: grafite, nanquim e lápis de cor (prático VII)

Aula 8 – Palestrante convidado (teoria VIII) - Bruno Leonardo Ramos Andreotti – ilustração: aquarela, pastel seco e canetinhas (prático VIII)

Aula 9 – Estudo para criação de uma imagem: ilustração e construção de personagem (prático IX)

Aula 10 – Finalização da ilustração dos personagens (prático X).

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

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GASCA, Luis; GUBERN, Roman. El discurso del comic. 3ª ed. Madri: Cátedra, 1994.
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