Programa

Aula 1: Análise linguístico-discursiva em textos da esfera pública
Gêneros do discurso em foco: artigos de opinião e entrevistas. 
BAKHTIN, B. Questões de estilística no ensino de Língua Portuguesa. São Paulo: Editora 34, 2015.
hooks,b. Abraçar a mudança: o ensino no mundo multicultural. In:______ Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: Editora Martins Fontes, 2017.

Aula 2: Gêneros do discurso e a produção textual: práticas de cidadania 
Gêneros do discurso em foco: redação dissertativo-argumentativa, carta aberta e manifesto. 
COELHO, Fábio André; PALOMARES, Roza (org.). Ensino de Produção Textual. São Paulo: Editora Contexto, 2016.
COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES DA UNICAMP (COMVEST). Redações 2025: Vestibular Unicamp; Vestibular Indígena. Campinas: Editora da Unicamp, 2025.

Aula 3 Discursos de resistência em textos multimodais: charges e memes
Gêneros do discurso em foco: charges, memes, fotomontagens, cartazes e posts de redes sociais.
ROJO, R. Pedagogia dos multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens na escola.In: ROJO, R. MOURA, E. Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola, 2012.  
BEDÊ, Luiza. Arte e política: carnavalização na imprensa de resistência dois anos de chumbo . 2019. Tese (Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa) – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Araraquara, 2019.

Aula 4:  Funk e Rap na formação cidadã: a margem no centro 
Gêneros do discurso em foco: Letras de rap, letras de funk, canção, videoclipes e relatos de experiência.
SOUZA, Ana Lúcia. Letramentos de reexistência: hip-hop. São Paulo: Parábola, 2011.
STREET, Brian V. Literatura social: abordagens críticas ao uso da leitura e da escrita. Tradução de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2014.
RACIONAIS MC'S. Vida louca, parte 2. São Paulo: Cosa Nostra. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=5KzA4XKQYfIAcesso em: 4 de novembro de 2025.
MC HARIEL. A mente do batalhador. São Paulo: GR6 Explode, 2019. 1 vídeo (3 min 22 s). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=1qSTFi7uqvAAcesso em: 4 de novembro de 2025.

Programa

Programa:
- A mais antiga impressão xilográfica
- A mais antiga impressão em tipos móveis metálicos
- Tripitaka Koreana
- Hangul, a escrita coreana
- Registro pluviométrico
- Diário de Guerra
- Compêndio de Medicina Oriental
- Diários da Secretaria Real
- Anais da Dinastia Joseon
- Manuais das Cerimônias Reais de Joseon

Bibliografia:

Material elaborado pelo professor

Programa

1. Os estudos de gênero e sexualidade nos estudos de Literatura no Brasil;
2. Intertextualidade homoerótica: “Grande pederasta roçando-te contra a diversidade das coisas”.
3. Alguma poesia brasileira: Valério Pereliéchin, Roberto Piva, Horácio Costa, Glauco Mattoso, Ricardo Domeneck

Bibliografia:
COSTA, Horácio. A hora e vez de Candy Darling. Goiânia: Martelo, 2016.
DOMENECK, Ricardo. Ciclo do amante substituível. Rio de Janeiro: 7Letras, 2012.
MATTOSO, Glauco. Poesia Digesta. São Paulo: Landy, 2004.
MINCHILLO, Carlos Cortez. A perspectiva canhota de um emigrado russo: expressão homoerótica na poesia de Valério Pereliéchin (1953-1992). Journal of Lusophone Studies. Junho, 2019.
PIVA, Roberto. Um estrangeiro na legião, Obras reunidas volume 1. São Paulo: Globo, 2005.

Programa

31/07/23: Sistema manguezal conceitos iniciais. O que é? Qual a sua origem? Onde ocorre?

01/08/23: Sistema manguezal: características físicas e biológicas.

02/08/23: Sistema manguezal e suas interações com a fauna e com os demais sistemas costeiros.

03/08/23: Sistema manguezal e a legislação ambiental: como e porque conservar esse sistema?

Referências Bibliográficas

ALBUQUERQUE, A.G.B.M.; et al. A proteção dos ecossistemas de manguezal pela legislação ambiental brasileira. GEOgraphia,
ano 17, n. 33, p. 126-153, 2015.
ARAUJO, M. P., et al. Assessment of Brazilian mangroves hydrocarbon contamination from a latitudinal perspective. Marine
Pollution Bulletin, n. 150, 2020.
BARBIER, E. B. et al. The value of estuarine and coastal ecosystem services. Ecological Monographs, v. 81, n. 2, p. 169-193,
2011.
BRASIL, Ministério do Meio Ambiente. Atlas dos Manguezais do Brasil. Brasília: Instituto Chico Mendes de Conservação da
Biodiversidade, 2018. 176p.
HOCHARD, J. P.; HAMILTON, S.; BARBIER, E. D. Mangroves shelter coastal economic activity from cyclones. PNAS, v. 116, n.
25, p. 12232-12237, 2019.
MACIEL, N. C. Legislação Ambiental e o manguezal. In: ALVES, J. R. P. (Org.) Manguezais: educar para proteger. Rio de Janeiro
FEMAR/SEMADS, 2001. p. 35-45.
MAGRIS, R. A.; BARRETO, R. Mapping and assessment of protection of mangrove habitats in Brazil. Pan-American Journal of
Aquatic Sciences, v. 5, n. 4, p. 546-556, 2010.
MUKHERJEE, N. et al. Ecosystem service valuations of mangrove ecosystems to inform decision making and future valuation
exercises. Plos One, v. 9, n. 9, 2014.
POLIDORO, B. A. et al. The loss of species: mangrove extinction risk and geographic areas of global concern. Plos One, v. 5, p.
1-10, 2010.
ROVAI, A. S. et al. Brazilian Mangrovees: Blue Carbon Hotspots of National and Global Relevance to Natural Climate Solutions.
Frontiers in Forests and Global Change, 03 jan. 2022.
SANTOS, A. L. G. Cartografia dos níveis hierárquicos dos manguezais: uma visão sistêmica. 2014. 352 f. Tese (Doutorado).
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.
SANTOS, A. L. G. Manguezais da Baixada Santista-SP: alterações e permanências (1962-2009). 2009. 169 f. Dissertação
(Mestrado) - Programa de Pós Graduação em Ciência Ambiental - PROCAM, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.
SCHAEFFER-NOVELLI, Y. et al. Brazilian mangroves. Aquatic Ecosystem Health and Management Society, n. 3, p. 561-570,
2000.
SCHAEFFER-NOVELLI, Y.; VALE, C. C.; CINTRÓN, G. Monitoramento do ecossistema manguezal: estrutura e características
funcionais. In: TURRA, A.; DENADAI, M. R. (Orgs.) Protocolos para o monitoramento de habitats bentônicos costeiros. Rede
de Monitoramento de Habitat Bentônicos Costeiros – ReBentos. São Paulo: Instituto Oceanográfico da Universidade de São
Paulo, 2015. p. 62-80.
SCHAEFFER-NOVELLI, Y. et al. Climate changes in mangrove forests and salt marshes. Brazilian. Journal of Oceanography, v.
64, p. 37-52, 2016.
SILVA, A. P.; SILVA, J.B.; ARAÚJO, E.D.S. Marisma, manguezal (mangue e apicum): ecossistema de transição terra-mar do
Brasil. Revista Brasileira de Geografia Física, v. 13, n. 2, p.727-742, 2020.
SPALDING, M.; KAINUMA, M.; COLLINS, L. World Atlas of Mangroves. Washington, D.C.: Lorna, 2010.

Programa

Aula 1: Pressupostos
A primeira aula lançará as bases metodológicas para nossa análise literária. Para tal, entraremos em contato com três textos centrais do exercício investigativo de Antonio Candido: “Um instrumento de descoberta e investigação” (1957), “Dialética da malandragem” (1970) e “Mundo desfeito e refeito” (1992). Além disso, será feita uma rápida introdução do romance Benjamim e de Chico Buarque enquanto autor.
Bibliografia:
CANDIDO, Antonio. Um instrumento de descoberta e investigação. Formação da literatura brasileira. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2006.
________. Dialética da malandragem. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, São Paulo, n. 8, 1970.
________. Mundo desfeito e refeito. Caderno de estudos linguísticos, Campinas, n. 22, 1992.

Aula 2: Narração
A segunda aula desenvolverá algumas reflexões a respeito do foco narrativo e da figura do narrador em Benjamim. Para tanto, serão lidos e discutidos por este prisma o primeiro e o último parágrafos da obra, bem como recortes de passagens relevantes para nosso debate. Servirão de balizas, neste momento, Norman Friedman e Walter Benjamim.
Bibliografia:
BENJAMIN, Walter. O narrador. Obras escolhidas: magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1985.
FRIEDMAN, Norman. Ponto de vista na ficção. Revista da USP, São Paulo, n. 53, 2002.

Aula 3: Personagens
Na terceira aula, será pensada a categoria personagem dentro do romance. Buscaremos identificar o quadro de forças dos sujeitos em Benjamim, identificando suas relações e implicações narrativas. Para aprofundar o estudo focaremos em três personagens (Ariela Masé, Benjamim Zambraia e Castana Beatriz), à luz novamente de Antonio Candido.
Bibliografia:
CANDIDO, Antonio. A personagem do romance. A personagem de ficção. São Paulo: Perspectiva, 2019.

Aula 4: Tempo
A quarta aula envolverá o questionamento do tempo na obra. Partindo das definições didáticas de Benedito Nunes, pensaremos a formatação do registro temporal em Benjamim. A partir disso, passaremos à interpretação ricoeuriana do tempo na narrativa, de forma a verificar a possibilidade de leitura do tempo como um dos dispositivos formais de maior relevância no romance.
Bibliografia:
NUNES, Benedito. O tempo na narrativa. São Paulo: Loyola, 2013.
RICOEUR, Paul. Tempo e narrativa. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2020.

Aula 5: Memória e História em Benjamim
De forma a concluir o curso, a quinta aula recolherá as leituras produzidas sobre os elementos da narrativa trabalhados para pensar a elaboração da memória e da história em Benjamim. Esta aula centra-se na hipótese investigativa da memória enquanto um dispositivo estrutural e estruturante da obra, responsável pela construção de um possível discurso historiográfico a partir da elaboração do trauma da ditadura civil-militar brasileira e da redemocratização nacional pela forma estética do romance.

Bibliografia:

BENJAMIN, Walter. Sobre o conceito de história. Obras escolhidas: magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1985.
GAGNEBIN, Jeanne Marie. Lembrar escrever esquecer. São Paulo: Editora 34, 2018.
__________. História e narração em Walter Benjamin. São Paulo: Perspectiva, 2020.
RICOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Campinas: Editora da Unicamp, 2020.
WELTER, Juliane Vargas. Gostosa, quentinha, tapioca: forma literária em Benjamim, de Chico Buarque. Verbo de Minas, Juiz de Fora, v. 17, n. 29, 2016.
________. Onde andarão Castana, Matilde, Sergio, Domingos, Ariosto…? Os desaparecidos como princípio formal dos romances de Chico Buarque. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 66, 2017.

Bibliografia complementar:

ARAÚJO, Érica Tavares de. Benjamim, Ariela e Castana: vida, tempo e relações interpessoais no Benjamim de Chico Buarque. Anais do IV Colóquio Internacional Cidadania Cultural. Campina Grande: Editora EDUEPB, 2010.
CARNEIRO, Larissa Ferreira. A fragmentação do sujeito moderno: uma análise das personagens em Benjamim, romance de Chico Buarque. Macabéa, vol. 10, n. 1, jan./mar. 2021.
GARCIA, Walter. Um mapa para se estudar Chico Buarque. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, [S. l.], n. 43, 2006.
_______. De “A preta do acarajé” (Dorival Caymmi) a “Carioca” (Chico Buarque): canção popular e modernização capitalista no Brasil. Música Popular em Revista, Campinas, ano 1, v. 1, p. 30-57, jul.-dez. 2012.
LÖWY, Michael. Walter Benjamin: aviso de incêndio. São Paulo: Boitempo, 2005.
MENDONÇA, Wilma Martins de. O arco do tempo: ficção, história e memória cultural em Chico Buarque. Revista Graphos, vol. 14, no 1, 2012. PPGL, UFPB.
OLIVEIRA, Cristiano Mello de. A representação do personagem “dessubjetivado” no romance Benjamim, de Chico Buarque. Revista Versalete, vol. 3, n. 5, jul./dez. 2015.
REIS, Mírian. Memória e olhar: a câmera subjetiva e a escrita cinematográfica em Benjamim, de Chico Buarque. Revista Garrafa, vol. 30, abr./jun. 2013.
RIDENTI, Marcelo. Visões do paraíso perdido: sociedade e política em Chico Buarque a partir de uma leitura de Benjamim. In: ______. Em busca do povo brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2000.
OTSUKA, Edu Teruki. Marcas da catástrofe: experiência urbana e indústria cultural em Rubem Fonseca, João Gilberto Noll e Chico Buarque. São Paulo: Nankin Editorial, 2001.
WELTER, Juliane Vargas. Anistias Inconscientes: as narrativas cíclicas de Onde andará Dulce Veiga? (1990) e Benjamim (1995). Revista Entrelaces, ano IV, n. 04, 2014.
________. Em busca do passado esquecido: Uma análise dos romances Onde andará Dulce Veiga?, de Caio Fernando Abreu, e Benjamim, de Chico Buarque. Tese, UFRGS, Porto Alegre, 2015.

 

Programa

Atividades programadas


1. Problemas da crítica: gênero e sexualidade na literatura canônica
2. As donzelas-guerreiras: a vida como homem e soldado durante a guerra.
3. As mulheres masculinas: a masculinidade de mulheres e a morte.
4. As mulheres guerreiras: as transgressões de mulheres na guerra.
5. As transgeneridades guerreiras: masculinidade e identidade.

Bibliografia

AGUIAR, Flávio. Anita. São Paulo: Boitempo, 1999.
BARROSO, Gustavo. A Senhora de Pangim. Rio de Janeiro: Guanabara, 1932.

ELÍBIO JÚNIOR, Antônio Manoel. Uma heroína na história: representações sobre Anita Garibaldi. Dissertação (Mestrado em História), UFSC, 2000.
ERAUSO, Catalina. Historia de la monja alférez. Madrid: Cátedra, 2002.
FEINBERG, Leslie. Transgender warrioes. Boston: Beacon Press, 1997.
GALVÃO, Walnice. A donzela-guerreira: um estudo de gênero. São Paulo: Senac, 1998.

HARLBESTAM, JACK. Masculinidad femenina. Barcelona: Egales, 2008.
LEITE DE CASTRO, Marechal. Annita Garibaldi: história da heroína brazileira. Rio de Janeiro: Garnier, 1911.

MAIA, Helder Thiago. Transgressões Canônicas: Queerizando a Donzela-Guerreira. Cadernos de literatura comparada, n. 39, p. 91-108, 2018.

MEIRELES, Cecilia. Uma antepassada da donzela-guerreira. Revista Brasileira de Folclore, Ano IV, n. 8/10, p. X, 1964.

OLIMPIO, Domingos. Luzia-Homem. São Paulo: Moderna, 1993.

OLIVEIRA, Valdeci. Figurações da donzela-guerreira nos romances Luzia-Homem e Dona Guidinha do Poço. Campinas: UNICAMP, 2001. 154f. Dissertação (Mestrado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, 2001.

PAIVA, Manuel de Oliveira. Dona Guidinha do Poço. São Paulo: Ática, 2000.

ROSA, Guimarães. Grande Sertão: Veredas. São Paulo: Nova Aguilar, 1994.
VILALVA, Walnice. Marias: estudo sobre a donzela-guerreira no romance brasileiro. Campinas: UNICAMP, 2004. 193f. Tese (Doutorado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, 2004.

Programa

Aula 1. 06.02.2023

Tema: O que é o cotidiano? Como analisá-lo?
Síntese da aula: O cotidiano vem cada vez mais fazendo parte das ciências humanas, sendo utilizado como dimensão importante para situar os conteúdos científicos no nível da vida, tanto para analisá-la como para as pesquisas científicas se façam entender na vida cotidiana dos indivíduos. Assim, como podemos nos basear e ao mesmo tempo analisar o cotidiano? Quais elementos podemos usar para ampliar a investigação do micro da vida cotidiana sem perder a sua especificidade?

Bibliografia básica:
LEFEBVRE, Henri. Lógica formal, lógica dialética. [Tradução de Carlos Nelson Coutinho]. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, [1969] 1995. [Cap. III - Lógica formal, pág. 162 à 164. Alíneas: 16. Formalização e conteúdo; 17. O conceito e a ideia; 18. O ser e a ideias.]
LENCIONI, Sandra. Região e Geografia. São Paulo: EDUSP, [1999] 2014. [Introdução, pág. 15 à 30].

Bibliografia complementar:
LEFEBVRE, Henri. Lenguaje y sociedade: estudios y ensayos fundamentales. Buenos Aires: Proteo, 1967. [Capítulo. VIII - La forma mercancia y el discurso, p. 245-173].
MARTINS, José de Souza. A sociabilidade do homem simples: cotidiano e história na modernidade anômala. São Paulo: HUCITEC, [1999], 2000. [Capítulo 2. O senso comum e a vida cotidiana, p. 55 à 64].

Aula 2. 08.02.2023

Tema: A construção do conceito de cotidianidade: as suas relações com o cotidiano e a vida cotidiana.
Síntese da aula: Apresentado o panorama e a relação do cotidiano com o conhecimento científico, localizando a dimensão do conhecimento cotidiano como um salto para a análise; vamos apontar a construção da tríade cotidiano, cotidianidade e vida cotidiana, avançando na discussão da cotidianidade como conceito geográfico.

Bibliografia básica:
ARAUJO, Mikael Rodrigues de. O cotidiano na produção bibliográfica da geografia brasileira: uma análise das produções de geógrafos e geógrafas a respeito do ensino de geografia. 130f. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2021. [Cap. II. Seção: 2.3 – cotidiano, cotidianidade e vida cotidiana: uma aproximação teórica sobre a espacialidade da vida cotidiana em diferentes níveis].
Bibliografia complementar:
LEFEBVRE, Henri. A revolução urbana. Belo Horizonte: UFMG, [1968] 1999. [Cap. IV – Níveis e dimensões, p. 77-98].
LEFEBVRE, Henri. A vida cotidiana no mundo moderno. São Paulo: Ártica, [1968] 1991. [Cap. II – A sociedade burocrática de consumo dirigido, p. 77-108].

Aula 3. 10.02.2023

Tema: As múltiplas escalas da cotidianidade: uma simbiose homem-máquina.
Síntese da aula: Nesta aula vamos demonstrar as diferenciações e articulações sobre as múltiplas escalas da cotidianidade. Isso será realizado demonstrando alguns exemplos de diferentes temporalidades históricas e localizações geográficas, como o homem foi se metamorfoseando com as transformações técnicas e tecnológicas, alterando assim a sua cotidianidade.

Bibliografia básica:
HARVEY, David. Espaços de esperança. 3º ed. São Paulo: Loyola, [2000] 2009. [Cap. 6. O corpo como estratégia de acumulação]
ALVES, Glória da Anunciação. O dia em que a terra parou. In: CARLOS, Ana Fani Alessandri (Org.). COVID-19 e a crise urbana. São Paulo: FFLCH/USP, 2020. Disponível em: https://geografia.fflch.usp.br/sites/geografia.fflch.usp.br/files/Covid…. Acesso: 03.11.2022.

Bibliografia complementar:
WIENER, Norbert. Cibernética e sociedade: o uso humano de seres humanos. 2ª ed. São Paulo: Cultriz, [1950] 1954.
LEFEBVRE, Henri. Posição contra os tecnocratas. São Paulo: Editora documentos, [1967] 1969. [Cap. I Tecnicidade e quotidianidade - fragmentos de um manifesto do possível. Alínea: 3. Vida quotidiana e diversidade].

Programa

Aula 1 – A aula de Geografia Física e os Professores de Educação Básica da escola pública;
- Oportunidades tecnológicas e o uso da geoludicidade como forma de ensino aprendizagem;

Aula 2 - Estratégias didáticas inclusivas e o seu uso na sala de aula;
- As Fontes e transportes hidrodinâmicos;
- Os estudos Costeiros;

Aula 3 - Proposta de atividade realizada pelos cursistas (Avaliação Final).

Bibliografia

BARBOSA, Alvodano Dantas. Espaço escolar: rupturas e permanências na disciplina de história.https://repositorio.unesp.br/handle/11449/157360#:~:text=Barbosa%2C%20A…. Acesso: 09/06/23.

BENJAMIN, W. Pequena história da fotografia. In: Obras Escolhidas, v. I. (Trad. Sérgio Paulo Rouanet). São Paulo: Brasiliense, 1985, p. 91-107.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.

KOSSOY, B. Realidades e ficções na trama fotográfica. São Paulo: Ateliê Editorial, 1999. p.149

LOIZOS, Peter. Vídeo, filme e fotografias como documentos de pesquisa. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. In: BAUER, Martins W. e GASKELL, George (Org.) Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som. São Paulo: Editora Vozes, 2008, p.137- 160

RAMOS, M. G. S. A importância dos recursos didáticos para o ensino da geografia no ensino fundamental nas séries finais. Monografia (Licenciatura), Universidade de Brasília, Departamento de Geografia - Santa Maria - DF, 2012.

TEIXEIRA, W. et al. Decifrando a Terra. Oficina de Textos 2000, 2ª Reimpressão, São Paulo, 2003.

Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado de São Paulo. Currículo Paulista. São Paulo: SEE- SP/UNDIME-SP, 2019.

https://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/o-ludico-na… Acesso:24/05/23.

https://brasilescola.uol.com.br/historia Acesso:10/06/23.

Programa

Aula 1. Introdução: A partir de uma leitura crítica da obra "Frankenstein", de Mary Shelley, a aula terá como objetivo introduzir o aluno no gênero Ficção Científica e suas aproximações com a questão da Inteligência Artificial. Também serão apresentados os livros a serem debatidos nas aulas subsequentes.

Aula 2. “Eu, Robô”, de Isaac Asimov: análise visando um debate sobre o robô e a inteligência artificial como retratados na Ficção Científica, de forma a investigar as suas possíveis implicações para as relações sociais e para o entendimento sobre a consciência humana.

Aula 3. “Os Androides sonham com ovelhas elétricas?”, de Philip K. Dick: o debate sobre os limites entre o humano e o artificial, considerando como aspecto relevante da consciência não apenas a racionalidade, mas também a empatia.

Aula 4. “Neuromancer”, de William Gibson: ênfase na discussão sobre as realidades virtuais no contexto de ascensão da internet e as transformações das imagens de inteligências artificiais entre o fim do século XX e o século XXI.

BIBLIOGRAFIA

LITERÁRIAS
ASIMOV, Isaac. "Eu, robô". São Paulo: Aleph, 2014.
DICK, Philip K. "Androides sonham com ovelhas elétricas?" São Paulo: Aleph, 2015.
GIBSON, William. "Neuromancer". São Paulo: Aleph, 2016.
SHELLEY, Mary. "Frankenstein, ou o Prometeu moderno". São Paulo: Editora Landmark, 2016. (edição bilíngue)
TEÓRICAS
COULDRY, Nick; MEJIAS, Ulises A. "The Costs of Connection: How Data Is Colonizing Human Life and Appropriating It for Capitalism". Redwood City: Stanford University Press, 2019.
DOCTOROW, Cory. "Science Fiction is a Luddite Literature". Locus, Oakland, n. 732, jan. 2022. Disponível em: https://locusmag.com/2022/01/cory-doctorow-science-fiction-is-a-luddite…. Acesso em 24/10/2024.
DOUGHERTY, Stephen. "The Dangerous Rays of the Future: Democracy, Media, Science Fiction". Science Fiction Studies, Vol. 40, No. 3 (November 2013). Greencastle: DePauw University, 2013.
FREEDMAN, Carl. "Critical Theory and Science Fiction". Middletown, Connecticut: Wesleyan University Press, 2000.
JAMESON, F. "Archaeologies of the future: the desire called Utopia and other science fictions". New York: Verso, 2005.
JAMES, Edward; MENDLESOHN, Farah. "The Cambridge Companion to Science Fiction". Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
KERMAN, Judith B. "Retrofitting Blade runner: issues in Ridley Scott's 'Blade runner' and Philip K. Dick's 'Do androids dream of electric sheep?'" Bowling Green (Ohio): Bowling Green State University Popular Press, 1991.
MCCUTCHEON, Mark. "The Medium Is the Monster: Canadian Adaptations of Frankenstein and the Discourse of Technology". Athabasca: Athabasca University Press, 2018.
MOROZOV, Evgeny. Big Tech: "A ascensão dos dados e a morte da política". São Paulo: Editora Ubu, 2018.
MOYLAN, Tom. (Ed. BACCOLINI, Raffaella). "Demand the impossible: science fiction and the utopian imagination". Bern: Peter Lang, 2014.
ROBERTS, Adam. "A verdadeira História da Ficção Científica: do preconceito à conquista das massas". São Paulo: Seoman, 2018.

Programa

Primeira parte:
- Panorama histórico e contextualização: Habilidades para o século XXI (Relatório da Unesco) e as habilidades e competências socioemocionais na Educação.
- A afetividade no ambiente de ensino-aprendizagem
- Teorias do ensino de línguas e afetividade

Segunda parte:
- Aspectos socioemocionais em diferentes disciplinas
- Aspectos socioemocionais no ensino-aprendizagem de Italiano
- Materiais didáticos e didatizados em italiano

Referências bibliográficas:
ARNOLD, J. “La dimensión afectiva en el aprendizaje de ELE1”. In: CVC Cervantes, publicaciones. Sevilla: 2015. Disponível em:
https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/publicaciones_centros…
BALBONI, P. "Il ruolo delle emozioni di studente e insegnante nel processo di apprendimento e insegnamento linguistico.". In: EL.LE - Educazione Linguistica. Language Education (Università Ca’ Foscari), vol. 2, nº1; Venezia: 2013. Disponível em: https://edizionicafoscari.unive.it/media/pdf/article/elle/ 2013/1/art-10.14277-2280-6792-1063.pdf
CAVALCANTI, C.C. Aprendizagem socioemocional com metodologias ativas: um guia para educadores. São Paulo: SaraivaUni, 2023.
DAMÁSIO, A. R. O erro de Descartes - emoção, razão e cérebro humano. São Paulo: Companhia da Letras, 2012.
DELORS, J. et al. Educação: um tesouro a descobrir: relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 1998.
GOLEMAN, D. Inteligência Emocional. 82. ed. Tradução: Marcos Santarrita. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.
FREDDI, E. “Disturbi emotivi e socio-relazionali. Una prospettiva glottodidattica umanistica”. In: EL.LE - Educazione Linguistica. Language Education (Università Ca’ Foscari); vol. 1, nº3; Venezia: 2013. Disponível em: https://edizionicafoscari.unive.it/media/pdf/article/elle/2012/3/art-10…
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2004
KRASHEN, S. Principles and Practice in Second Language Acquisition. Oxford: Pergamon Press Inc, 1982