Programa

Aula 1 (12 de agosto de 2025 - das 19h30 às 21h30)
Machado de Assis poeta
Machado de Assis e a Inquisição
Machado de Assis e o poeta Antônio José da Silva, o Judeu

Aula 2 (19 de agosto 2025, terça-feira, das 19h30 às 21h30)
Machado de Assis contista
O mito do Judeu Errante em Machado de Assis
A simbologia do Judeu Errante e o antijudaísmo
Raízes do antissemitismo

Aula 3 (26 de agosto de 2025, terça-feira, das 19h30 às 21h30)
Machado de Assis leitor da Bíblia
Machado de Assis e o Livro de Jó na poesia
Machado de Assis e o Livro de Jó na prosa

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A BÍBLIA de Jerusalém. Nova edição revista e ampliada. Vários tradutores. São Paulo: Paulus, 2013.
ALTER, Robert. A Arte da Narrativa Bíblica. Trad. de Vera Pereira.São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
_____________.The art of Bible translation. Princeton: Princeton University Press, 2019.
ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. V.III.
AUERBACH, Erich. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. Trad. de Georg Bernard Sperber. São Paulo: Perspectiva, 2011.
CHWARTS, Suzana. Para Reencontrar o Prazer do Texto Bíblico. Revista 18, v. 23, 2008, p.50-51.
FRYE, Northrop. O código dos códigos: a Bíblia e a literatura. Trad.de Marcio Stockler.  São Paulo: Boitempo, 2004.
GRUYTER, Walter; LISKA, Vivian. The Book of Job Aesthetics, Ethics, Hermeneutics, Berlin/Munich/Boston, 2015.
JOHNSON, Paul. A história do povo judeu. Trad. de Henrique Mesquita e Jacob Volfzon Filho. Rio de Janeiro: Imago, 1995.
MARQUES, Wilton José. Machado de Assis e as primeiras incertezas. São Paulo: Alameda, 2022.
MASSA, Jean-Michel. A biblioteca de Machado de Assis. In:JOBIM, José Luís. A biblioteca de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Topbooks,2001. p.21-90
MIASSO, Audrey. O diálogo bíblico em “A cristã-nova”, de Machado de Assis. In:PEREIRA, K.; AYUB,P.; SILVA,G.(orgs.). A poesia e a bíblia: entre a reverência e a paródia. Uberlândia: EDIBRÁS, 2016.
NOVINSKY, Anita. O olhar judaico em Machado de Assis.Rio de Janeiro: Expressão e Cultura,1990.
PEREIRA, Kenia Maria de Almeida. O andarilho e o romântico: o mito do Judeu Errante em Castro Alves. Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG, Belo Horizonte, v. 8, n. 15, p. 79–94, 2014.Disponível em:  https://periodicos.ufmg.br/index.php/maaravi/article/view/14234 . Acesso em: 10 dez. 2024.
PEREIRA, Kenia Maria de Almeida. Machado de Assis e o Livro de Jó. (2016). Arquivo Maaravi: Revista Digital De Estudos Judaicos da UFMG, 10(18), 159- 169.  https://doi.org/10.17851/1982-3053.10.18.159-169 . Acesso em 10 de dez.de 2024.
PEREIRA, Kenia Maria de Almeida. Dois marranos e um bruxo: Antônio José e Baruch Espinosa na poesia de Machado de Assis. Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG. V.6, n.11, p. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/maaravi/article/view/14143/11324 . Acesso em 10 de dez.2024.
PROENÇA, Paulo Sérgio. Sob o signo de Caim: o uso da Bíblia por Machado de Assis. Tese de Doutorado. São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP, 2011.
SCHWARZ, Roberto. Um mestre na periferia do capitalismo: Machado de Assis.São Paulo: Duas Cidades: Editora 34, 2000.
SILVA, Jiuvan Tadeu da. O mito do judeu errante em Machado de Assis : entre a errância e a redenção. Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia (Dissertação de mestrado), 2017.
BAR-EFRAT, Shimon. Narrative art in the Bible. Sheffield: Sheffield Academic Press, England, 1997.
SCHAMA, Simon. História dos judeus. Vols 1e 2. Trad. de Donaldson M. Garschagen.São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
SORJ, Bernardo. Geopolítica e história do povo judeu. Rio de Janeiro: Garamond, 2024.

Programa

Aula 1 - Introdução à crônica e ao autor

Aula 2 - Futebol e Literatura: Tempo e Comunidade nas Crônicas de Juan Villoro (I)

Aula 3 - Futebol e Literatura: Tempo e Comunidade nas Crônicas de Juan Villoro (II)

Aula 4 - Outras crônicas e encerramento dos encontros

REFERÊNCIAS

ANDRADE, Mário de. Macunaíma : o herói sem nenhum caráter / Mário de Andrade ; organizadores: Miguel Sanches Neto, Silvana Oliveira. – Chapecó : Ed. UFFS, 2019.
BERNABÉ, Mónica. (2010). Sobre márgenes, crónica y mercancía. Boletín, 15, p. 1- 17.
BATAILLE, Georges. El límite de lo útil (fragmentos de una versión abandonada de La Parte maldita). Traducción de Manuel Arranz. Madrid: Losada, 2005.
BROTHERSTON, Gordon. La visión americana de la conquista. In: PIZARRO, Ana. América Latina: palabra, literatura e cultura. Campinas: Unicamp,1993.
CAPARRÓS, Martín. Por la crónica. In: Congreso Internacional de la Lengua Española de Cartagenas, 4., 2007, Cartagena de las Indias. Anais eletrônicos… Disponível em:
29
http://congresosdelalengua.es/cartagena/ponencias/seccion_1/13/caparros…. htm.
CASTRO;SCHMIDT, Como Mário Filho foi essencial para a construção do Maracanã. ge.globo.com, 2021. Disponível em: https://interativos.globoesporte.globo.com/pe/futebol/materia/o-estadio… filho
FILHO, Mario. O Negro no futebol brasileiro. Rio de Janeiro: Mauad, 2003. 5ª edição, 2010
MONSIVÁIS, Carlos. Monsiváis C. (1987). De la Santa Doctrina al Espíritu Público. (Sobre las funciones de la crónica en México). Nueva Revista De Filología Hispánica (NRFH), 35(2),
NANCY, Jean-Luc. 58 indicios sobre el cuerpo. In: __________. 58 indicios sobre el cuerpo y Extensión del alma. Traducción de Daniel Alvaro. Adorgué: Ediciones La Cebra, 2017. p. 13-34.
NANCY, Jean-Luc. La comunidad inoperante. In: _________. La comunidad inoperante. Traducción de Juan Miguel Garrido Wainer. Santiago: Lom, 2000b. p. 9- 48.
NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo. São Paulo. Global. 2013. p. 587. VILLORO, Juan. Balón dividido. Cidade de México: Planeta, 2014b.
SABINO, Alex. Meu pior defeito foi ter ficado rico, provoca Milton Neves aos 50 anos de carreira. Folha de S.Paulo, São Paulo, 23 de dez. de 2021.
VILLORO, Juan. Dios es redondo. Barcelona: Editorial Anagrama, 2014a.
30
VILLORO, Juan. La crónica, ornitorrinco de la prosa. La nación, [S.I] 22 de jan. de 2006. Disponível em: https://www.lanacion.com.ar/cultura/la-cronica-ornitorrinco-de la-prosa-nid773985/.
VILLORO, Juan. Los once de la tribu. CLACSO: Brigada para leer en libertad - José Martí, 2017. Disponível em: https://www.clacso.org/casa-de-las-americas-brigada para-leer-en-libertad-jose-marti/.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Perspectivismo e multinaturalismo na América indígena. O que nos faz pensar, [S.l.], v. 14, n. 18, p. 225-254, sep. 2004. ISSN 0104- 6675. Disponível em: http://www.oquenosfazpensar.fil.puc rio.br/import/pdf_articles/OQNFP_18_13_eduardo_viveiros_de_castro.pdf

Programa

Aula1:

1. Acerca da implementação da Lei 10.639/2003 e da Lei 11.645/2008: algumas reflexões e a produção literária infantil e juvenil em Brasil e África
2. Representação do trabalhador e das relações de trabalho na obra de Luandino Vieira
Ministrantes: Stela Saes, Kelly Avelino e Gabriela Castro Maciel

Referências bibliográficas:
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e negação do trabalho. São Paulo: Boitempo Editorial, 2009.
COOPER, Frederick. "Condições análogas à escravidão: imperialismo e ideologia da mão-de-obra livre na África". In: COOPER, Frederick (Org.). Além da escravidão: investigações sobre raça, trabalho e cidadania em sociedades pós-emancipação. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
FRANÇA, Luiz Fernando de. Uns contos iguais a muitos: Estórias africanas, relações de trabalho e estrutura narrativa no contexto colonial angolano e moçambicano. Tese (Doutorado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas. Área de concentração: Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa. São Paulo, 2018. 336 f.
VIEIRA, José Luandino. Luuanda. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
MEIRELES, Cecília. Problemas da Literatura Infantil. 3ª ed. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1984.
MUNANGA, Kabengele – Superando o racismo na escola. [Brasília]: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005.
MUNANGA, Kabengele – Superando o racismo na escola. [Brasília]: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005.SANDRONI, Laura. De Lobato a Bojunga: as reinações renovadas. Rio de
Janeiro: Agir, 1987.
ZILBERMAN, Regina & LAJOLO, Marisa. Um Brasil para crianças. Para
conhecer a literatura infantil brasileira: história, autores e textos. 3 ed. São
Paulo: Global, 1988.
__________________. Como e por que ler a literatura infantil brasileira. Rio de
Janeiro: Objetiva, 2005.

Aula 2: Literatura afro-brasileira:
1. Carolina Maria de Jesus
2. A história da produção literária negra brasileira - os cadernos negros
Ministrantes: Vanessa e Marília

Referências bibliográficas:
Cadernos Negros, volumes 20, 30, 40 e 42.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária. 8.ed. São Paulo: T. A. Queiroz, 2000.
CRUZ, Marília Pereira da. A IMPORTÂNCIA DA LITERATURA AFRO-BRASILEIRA EM SALA DE AULA: RESGATE DA IDENTIDADE DO NEGRO BRASILEIRO. São Paulo, 2019. Disponível em: https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-literatura/6560993
FERNANDES, Florestan. O negro no mundo dos brancos. 2. ed. Revista - São Paulo: Editora Global, 2007.
GONZALEZ, Lélia. Primavera para rosas negras. São Paulo, 2018. Diáspora Africana, Editora: Filhos da África.
GONZALEZ, Lélia. HASENBALG, Carlos. Lugar de negro. Rio de Janeiro: Editora Marco Zero Limitada, 1982.
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: Editora Martins Fontes, 2013.
JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo - Diário de uma favelada. São Paulo: Martins Fontes, 2018.
LAPA, Fabiana. A literatura das mulheres negras: A escrita como ferramenta de resistência e expressão. Rio de Janeiro. Disponível em: http://obviousmag.org/fabiana_lapa/2017/a-literatura-das-mulheres-negra… acesso em: 14 de junho de 2021.
LIMA, Omar da Silva. “Carolina Maria de Jesus e sua obra - prima Quarto de despejo: diário de uma favelada”. In: Via Litterae - Revista de Linguística e Teoria Literária. Anápolis, jul./dez, 2014. v.6, n.2, p.303-314 . http://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/ (visto em 14/06/2021).
MUNANGA, Kabenguele. GOMES, Nilma Lino. O negro no Brasil de hoje. 2. ed. - São Paulo: Global Editora,2016.
SANTOS, Neidjane Gonçalves dos. A escrita da mulher Negra: Catando e escrevendo palavras. In: Anais do SILIAFRO. Volume, Número 1. EDUFU, 2012. Disponível em: http://www.ileel.ufu.br/anaisdosiliafro/wp-content/uploads/2014/03/arti… acesso em: 14 de junho de 2021.

Aula 3: A violência de gênero na literatura produzida por mulheres
1. São Tomé e Príncipe (Alda do Espírito Santo e Conceição Lima) e Angola (Paula Tavares)
2. Cabo Verde (Dina Salústio)
Ministrantes: Fernanda Sampaio e Talita

Referências bibliográficas:
BERTHET, Marina. Reflexões sobre as roças em São Tomé e Príncipe. In: Revista Estudos Históricos, v. 25, n. 50, 2012.
BRITO, G.; LIMA, T. M. Dina Salústio e a violência de gênero na literatura cabo-verdiana. Veredas: Revista da Associação Internacional de Lusitanistas, n. 24, p. 55-69, 19 jun. 2017.
CARVALHO, Ruy Duarte de. A câmara, a escrita e a coisa dita... fitas, textos e
palestras. Lisboa: Livros Cotovia, 2008.
DAVIS, Angela. Mulheres, cultura e política. São Paulo: Boitempo, 2017.
ESPÍRTIO SANTO, Alda. É nosso o solo sagrado da terra: poesia de protesto e luta. Lisboa: Ulmeiro, 1978.
FONSECA, M. N. S., & MOREIRA, T. T. (2017). Panorama das Literaturas Africanas de Língua Portuguesa. Cadernos CESPUC De Pesquisa Série Ensaios, (16), 13-72. http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/147…
GOMES, Simone Caputo. Cabo Verde: Mulher, Cultura, Literatura. In: _. Revista Pré-textos. Praia: Associação de Escritores cabo-verdianos, p. 27-35, 1998.
HERNANDEZ, Leila Leite. Os Filhos da Terra do Sol: a formação do Estado-nação em Cabo Verde. São Paulo: Selo Negro, 2002.
LIMA, Conceição. O útero da casa. Lisboa: Caminho, 2004.
_____. A dolorosa raiz do Micondó. Lisboa: Caminho, 2006.
_____. O país de Akendenguê. Lisboa: Caminho, 2011.
_____. À sombra do cacau: representações sobre trabalho forçado nas ilhas de São Tomé e Príncipe. In: Revista do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, n.11, 2016, p.343-356.
MARX, Karl. Sobre o suicídio. São Paulo: Boitempo, 2006.
SAFFIOTI, Heleieth. A mulher na sociedade de classes: mito e realidade. São Paulo: Expressão Popular, 2013.
SALÚSTIO, Dina. Mornas Eram as Noites. Praia: Instituto da Biblioteca Nacional, 2002.
SANTILLI, Maria Aparecida. Literaturas de Língua Portuguesa: marcos e marcas – Cabo Verde: Ilhas do Atlântico em prosa e verso. São Paulo: Arte & Ciência, 2007.
TAVARES, Paula. Amargos como os frutos: poesia reunida. Rio de Janeiro: Pallas, 2011
WOOLF, Virginia, Um teto todo seu. São Paulo: Tordesilhas, 2014.

Aula 4: Vozes de Moçambique (poesia)
1. Noémia de Sousa
2. José Craveirinha
Ministrantes: Mayara e Carlos

Referências bibliográficas:
CABAÇO, José Luís. Moçambique: identidade, colonialismo e libertação. São Paulo: Editora da Unesp, 2009.
CRAVEIRINHA, José. O folclore moçambicano e suas tendências. Maputo: Alcance Editores, 2009.
___________________. Karingana ua Karingana. Lisboa: Edições 70, 1982.
___________________. Xigubo. Lisboa: Edições 70, 1980.
___________________. Babalaze das Hienas. Maputo: Alcance Editores, 2008.
___________________. Maria. Maputo: Alcance editores, 2008.
___________________. Maria. Lisboa: Caminho, 1998.
SOUSA, Noémia de. Sangue Negro. São Paulo: Editora Kapulana, 2016.

Aula 5: Vozes de Moçambique (prosa) a escrita de
1. Paulina Chiziane
2. Mia Couto e Ungulani Ba Ka Khosa
Ministrantes: Juliana e Guilherme
Referências bibliográficas:
COUTO, Mia. As areias do imperador: uma trilogia moçambicana. Livro 1. São Paulo: Cia. das Letras, 2015.
______. Sombras da água: as areias do imperador: uma trilogia moçambicana. Livro 2. São Paulo: Cia. das Letras, 2016.
______. O bebedor de horizontes: as areias do imperador: uma trilogia moçambicana. Livro 3. São Paulo: Cia. das Letras, 2018.
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. 7ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2019.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Lisboa: Editora ULISSEIA, 1961.
............... Peles negras, Máscaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008.
FRY, Peter (org.). Moçambique: ensaios. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2001.
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2013.
KHOSA, Ungulani Ba Ka. Gungunhana; Ualalapi; As mulheres do imperador. São Paulo: Kapulana, 2018.
MACHEL, Samora. A Libertação da Mulher é uma necessidade da Revolução, Garantia de sua Continuidade, Condição de seu Triunfo. Caderno nº 4, Edições da Frelimo, CEA - UEM, Pasta 161/W, 1974 [1972]. Coleção Estudos e Orientações.
SAFFIOTI, Heleieth. Gênero patriarcado violência. 2ª ed. São Paulo: Expressão Popular: Fundação Perseu Abramo, 2019.

Programa

Aula 1 – Aldo Palazzeschi e o futurismo palazzeschiano

Aula 2 - A recepção crítica a Aldo Palazzeschi no Brasil

Aula 3 - Relação entre o modernismo marioandradiano e o futurismo palazzeschiano

BIBLIOGRAFIA

Andrade, Mário de. 2010. A escrava que não é Isaura. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
Andrade, Mário de. 2013. Poesias Completas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
Antonielli, Sergio. 1971. “Palazzeschi e il suo tempo”. In: Poesie. Milano: Mondadori, 1971.
Baldacci, Luigi.1967. I crepuscolari. Torino: ERI.
Bosi, Alfredo. 1985. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix.
Britto, Mário da Silva. 1958. História do Modernismo Brasileiro. São Paulo: Editora Saraiva.
Candido, Antonio. 2006. Literatura e Sociedade. Rio de Janeiro: Editora Ouro sobre Azul.
Fabris, Annateresa. 1994. O Futurismo Paulista: hipóteses para o estudo da chegada da vanguarda ao Brasil. São Paulo: Editora
Perspectiva/EDUSP.
Fabris, Annateresa. 1990. “Contrador e o anti-sublime futurista”. Insieme. São Paulo 1: 11-8.
Hass, Juliana. 2018. “Adaptações de Perelà uomo di fumo: diálogos político-socioculturais entre romance, teatro e
radioteatro/Adattamenti di Perelà uomo di fumo: dialoghi politico-socioculturali tra romanzo, teatro e radiodramma”. Tese de
doutorado. São Paulo: Universidade de São Paulo e Università degli Studi di Firenze.
Hass, Juliana. 2012. “Fumaça! Fumaça! Fumaça! O código de Perelá: a leveza do romance futurista de Aldo Palazzeschi”.
Dissertação de mestrado. São Paulo: Universidade de São Paulo.
Hass, Juliana; Barni, Roberta. 2017. “Perelà uomo di fumo: adaptações e prestígio cultural”. In: Adaptação. Pesquisas do GREAT
Grupo de Estudos de Adaptação e Tradução. Freitas, Renata Cazarini de; John Milton (org.), 87-109. São Paulo: Paulistana.
Hass, Juliana; Klein, Adriana Iozzi. 2021. “A presença de Friedrich Nietzsche na vida e na produção de Aldo Palazzeschi”.
Cadernos Nietzsche, 42: 201-222. DOI: https://doi.org/10.1590/2316-82422021v4202jh-aik
Holanda, Sérgio Buarque de. 1996. “O Gênio do Século”. In: O espírito e a Letra: estudos e crítica literária I, 1920-1947. Volume I,
Prado, Antonio Arnoni (org.) 108-112. São Paulo: Companhia das Letras.
Lopez, Telê Ancona. 2002. “A biblioteca de Mário de Andrade: seara e celeiro da criação”. In: Criação em processo – ensaios de
crítica genética, Zular, Roberto (org.). São Paulo: Iluminuras.
Lopez, Telê Ancona. 2012. “Mário de Andrade e Brecheret nos primórdios do modernismo.” Revista USP 94: 29-38.
Magherini, Simone. 2004. Il codice della libertà. Aldo Palazzeschi (1885-1974). Firenze: Società Editrice Fiorentina
Palazzeschi, Aldo, 1910. L’incendiario. Milano: Edizioni Futuriste di “Poesie”.
Palazzeschi, Aldo, Giovanni Papini & Ardengo Soffici. 1915. “Futurismo e Marinettismo”. Lacerba, III, n.7, 14 febbraio.
https://archive.org/details/lacerba-a.-iii-n.-7-14-febbraio-1915
Palazzeschi, Aldo. 1974. Poesie, Sergio Antonielli (org.), Milano: Oscar Mondadori.
Papini, Giovanni. 1927. L’Esperienza Futurista (1913-1914). Firenze: Vallecchi Editore.
Tellini, Gino. 2021. Palazzeschi. Roma: Salerno Editrice.

Programa

AULA 01 (07/08) – Introdução: os anos 1960 na história e na cultura dos EUA
Textos de discussão: “Periodizando os Anos 60”, Fredric Jameson
“Billenium”, J. G. Ballard (conto, 1962)

AULA 02 (14/08) – A mudança dos costumes como história de terror
Objeto de discussão: “O Bebê de Rosemary” (Rosemary´s Baby, filme de Roman Polansky, 1968)

AULA 03 (21/08) – O passado como utopia: refúgio nos anos 50
Objeto de discussão: “Ubik”, Philip K. Dick (romance, 1969)

AULA 04 (28/08) – Rumo aos anos 1970: o retrato de uma geração confusa
Objeto de discussão: “Maridos” (Husbands, filme de John Cassavetes, 1970)

Bibliografia:

BELGRAD, Daniel. The Culture of Spontaneity - Improvisation and the Arts in Postwar America. Chicago: The
University of Chicago Press. 1998
BERARDI, Franco. Depois do futuro. Trad. Regina Silva. São Paulo: Ubu, 2019.
DICK, Philip K. Ubik. Londres: Gollancz, 2004.
___________. Ubik. Trad. Ludimila Hashimoto. São Paulo: Aleph, 2009.
FITTING, Peter. "Ubik": The Deconstruction of Bourgeois SF”. Science Fiction Studies. Vol. 2. No. 1. The Science
Fiction of Philip K. Dick. (Mar., 1975). pp. 47-54.
FOSTER, Hal. O Retorno do Real – a vanguarda no final do século XX. Tradução de Célia Euvaldo. São Paulo: Ubu
Editora. 2017
JAMESON, Fredric. “Periodizando os Anos 60”. Tradução de César Brites e Maria Luiza Borges. In HOLANDA,
Heloísa Buarque de (organização). Pós-modernismo e Política. Rio de Janeiro: Editora Rocco. 1992. p. 81-126
_______________. “Reificação e utopia na cultura de massa”. In: As Marcas do Visível. Tradução de João Roberto
Martins Filho. Rio de Janeiro: Edições Graal LTDA. 1995. p. 9-35
_______________. “Pleasure: A Political Issue”. In: The Ideologies of Theory. London & New York: Verso, 2008.
JOUSSE, Thierry. John Cassavettes. Tradução de Nilton Goldman e Tati Moraes. Rio de Janeiro: Editora Nova
Fronteira. 1992
KAISER, Charles. 1968 in America: Music Politics, Chaos, Counterculture, and the Shaping of a Generation. Nova
Iorque: Grove Press, 2018.
MONACO, Paul. The Sixties: 1960-1969, History of the American Cinema Vol. 8. Nova Iorque: Charles Scribner´s
Sons. 2001
SELL, Mike. “The avant-garde of absorption: happenings, Fluxus, and the performance economies of the American

sixties”. Rethinking Marxism. Vol. 10. Nº 2 (Verão, 1998)
SOARES, Marcos César de Paula. “Cinema e Dramaturgia: a renascença de Hollywood dos anos 1960”.
Dramaturgia em Foco. 2018. Vol. 2. Nº 1. p. 45-63
______________________________. “Artes visuais, espaço urbano e processo social em Os Lança-chamas, de
Rachel Kushner”. FronteiraZ. Revista Do Programa De Estudos Pós-Graduados Em Literatura E Crítica Literária,
(30). 2023
SUVIN, Darko. "A ficção científica e o novum (1977)". Trad. Larissa Costa da Mata. Outra travessia, v. 2 n. 32.
2021.
WEXMAN, Virginia Wright. “The Rhetoric of Cinematic Improvisation”. In: Cinema Journal. Vol. 20. Nº 1. Special
Issue on Film Acting (Outono de 1980). University of Texas Press. p. 29-41
XAVIER, Ismail. “O mundo tem as caras que pode ter”. In: CEVASCO, Maria Elisa e OHATA, Milton (org.). Um
Crítico Na Periferia do Capitalismo: Reflexões sobre a obra de Roberto Schwarz. São Paulo: Companhia das
Letras. 2007. p. 212-225
ZINN, Howard. A People´s History of the United States. Nova Iorque: Harper Collins. 1990

 

Programa


SESSÃO 1 (04/06/2025)
Apresentação do grupo.

SESSÃO 2 (18/06/2025)
 Castañeda, Carlos. Introdução & Viagem a Ixtlan. In.: ______. Viagem a Ixtlan. Rio de Janeiro: Editora Record, s.d.

SESSÃO 3 (02/06/2025)
 Castañeda, Carlos. Porta para o infinito. São Paulo: Nova Era Editora, 1998.

SESSÃO 4 (16/07/2025)
 Gallardo, Sara. Eisejuaz. Belo Horizonte: Editora Relicário, 2021.

SESSÃO 5 (30/07/2025)
 Martin, Natassja. Escute as feras. São Paulo: Editora 34, 2021.

SESSÃO 6 (13/08/2025)
 Hartman, Sadiya. Perder a mãe: uma jornada atlântica pela escravidão. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo,
2021.

SESSÃO 7 (27/08/2025)
 Atividade escrita.

SESSÃO 8 (10/09/2025)
 Farella, John. Prefácio & Começos. In.: ______. The wind in a jar. Albuquerque: University of New Mexico, 1995.

SESSÃO 9 (24/09/2025)
 Farella, John. Pessoas & A última valsa. In.: ______. The wind in a jar. Albuquerque: University of New Mexico, 1995.

Programa

Primero encontro:
História panorâmica da psicanálise;
A interpretação dos sonhos por Freud.
Segundo encontro:
A interpretação dos devaneios;
Utilização da psicanálise para análise de obras de arte.
Terceiro encontro:
O fluxo de consciência na Teoria Literária;
Análise do conto “Devaneio e embriaguez duma rapariga.

REFERÊNCIAS
AUERBACH, E. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Perspectiva, 2009.
BELLEMIN-NÖEL, Jean. Psicanálise e Literatura. São Paulo: Cultrix. 1978.
BORELLI, OLGA. Clarice Lispector: esboço para um possível retrato. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1981.
CANDIDO, Antonio. Vários Escritos. São Paulo: Duas Cidades. 1977.
CARVALHO, Alfredo. L. Foco Narrativo e Fluxo da Consciência, questões de teoria literária. São Paulo: Pioneira. 1981.
EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes. 1994.
FREUD, Sigmund. A Interpretação dos Sonhos (1900) In: Obras Completas, vol. IV. Rio de Janeiro: Imago. 1987a.
____. Delírios e sonhos na Gradiva de Jensen (1907[1906]). In: Obras Completas, vol. IX. Rio de Janeiro: Imago. 1987b.
____. Escritores criativos e devaneio (1908). In: Obras Completas, vol. IX. Rio de Janeiro: Imago. 1987c.
____. Conferências Introdutórias (1916-1917). In: Obras Completas, vol. XV. Rio de Janeiro: Imago. 1987d.
____. O inquietante (1919). Obras Completas, vol. XIV. São Paulo: Companhia das Letras. 2010.


FRIEDMAN, Norman. O Ponto de Vista na Ficção. In: Revista da USP, n. 53. p. 166-82, março/maio. Tradução de Fábio Fonseca de Melo. 2002.
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HUMPHREY, Robert. Stream of Consciousness in the Modern Novel. Berkeley: University of California Press. 1968.
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____. O desejo e a criação literária (relações: autor/texto, texto/leitor). In: PASSOS, Cleusa; ROSENBAUM, Yudith (orgs). Escritas do Desejo. Cotia: Ateliê Editorial. 2011.
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____. Clarice Lispector. São Paulo: Publifolha. 2002.
____. Clarice Lispector. Cadernos de Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Instituto Moreira Sales. 2004.
____. Leitura de “Menino a Bico de Pena” de Clarice Lispector. In: PASSOS, Cleusa; ROSENBAUM, Yudith (orgs.). Escritas do Desejo. Cotia: Ateliê Editorial. 2011.
ROSENFELD, Anatol. Texto/Contexto . São Paulo: Perspectiva. 1976.
ROUDINESCO, Elisabeth; PLON, Michel. Dicionário de Psicanálise. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
SÁ, Olga de. A Escritura de Clarice Lispector. Petrópolis: Vozes. 1979.
SANT’ANNA, Affonso R. Clarice: a epifania da escrita. In: LISPECTOR, Clarice. A Legião Estrangeira. São Paulo: Ática. 1990.
SOUZA, Gilda de M. O Vertiginoso Relance. In: Exercícios de Leitura. São Paulo: Duas Cidades. 2009.
SOUZA, Neusa S. O estrangeiro: nossa condição. In: KOLTAI, Caterina. O Estrangeiro. São Paulo: Escuta/Fapesp. 1998.
TEIXEIRA, Thais de S. Delírio, fantasia e devaneio: sobre a função da vida imaginativa na teoria psicanalítica. Revista Latinoamericana de Psicologia Fundamental. Vol IV, nº 3. 2001.
WILLEMART, Philippe. A Pequena Letra em Teoria Literária: a literatura subvertendo as teorias de Freud, Lacan e Saussure. São Paulo: Annablume. 1997.

Programa

Aula: A produção poética de Noémia de Sousa: ontem e hoje


Conteúdo programático
- Apresentação do curso
- A sociedade moçambicana entre 1940 – 1950
- Noémia de Sousa: escritora e militante política
- Correntes literárias: imbricações possíveis
- Roda de leitura: análise e leitura de poemas


Bibliografia básica
BOSI, Alfredo. Poesia resistência. In: _____. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix, 1977.
CABAÇO, José Luís. Moçambique: identidade, colonialismo e libertação. São Paulo: Editora da Unesp, 2009.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade. São Paulo: Companhia editora nacional, 1976.
CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1989.
CHABAL, Patrick. Vozes moçambicanas. Lisboa: Vega, 1994.
EAGLETON, Terry. Literatura e História. In: ____. Marxismo e Crítica Literária. Porto: Afrontamentos, 1976.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1968.
FANON, Frantz. Pele negra máscaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008.
MINDOSO, André Victorino. Os assimilados de Moçambique: da situação colonial à experiência socialista. Tese
(doutorado em sociologia). Programa de Pós-graduação em Sociologia. Departamento de Sociologia. Setor de
Ciências Humanas. Curitiba: Universidade do Paraná, 2017.
MINISTÉRIO DAS COLÔNIAS. Decreto-lei nº. 22:465. Acto colonial. Portugal: Paços do Governo da Rebublica,
1933.
MINISTÉRIOS DAS COLÔNIAS. Decreto-lei nº. 39.666. Estatutos dos indígenas portugueses das províncias da
Guiné, Angola e Moçambique. Portugal, 1954.
RODNEY, Walter A. Como a Europa subdesenvolveu a África.
SOUSA, Noémia de. Sangue Negro. Maputo: Associação dos Escritores Moçambicanos,1988.
ZAMPARONI, Waldemir. “Da escravatura ao trabalho forçado: teorias e práticas”.
ZAMPARONI, Waldemir. Gênero e trabalho doméstico numa sociedade colonial: Lourenço Marques,
Moçambique, c. 1900-1940.

Programa

1. Bakhtin e a metodologia das ciências humanas

2. Método sociológico

3. Metalinguística

4. Análise de aspectos verbais e extraverbais do enunciado

5. Análise das formas de transmissão do discurso alheio na esfera jornalística

BIBLIOGRAFIA:

BAKHTIN, M. Problemas da Poética de Dostoiévski. Trad. P. Bezerra. 5. Ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010[1963].

BAKHTIN, M. A Cultura popular na Idade Média e no Renascimento. O contexto de François Rabelais. Trad. Y. Frateschi. São Paulo: Hucitec, Brasília: Edub, 1999[1965].

BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. Org., trad., posf. e notas P. Bezerra. São Paulo: Editora 34, 2016 [195-].

BAKHTIN, M. Notas sobre literatura, cultura e ciências humanas. Org., trad., posf. e notas P. Bezerra. São Paulo: Editora 34, 2017[193-, 194-, 197-].

BRAIT, Beth. Literatura e outras linguagens. São Paulo: Contexto, 2010.

HAYNES, Deborah J. Bakhtin and the visual arts. Blackwell Publishing: Oxford, 2002.

PAIS, Ana Carolina. A Carnavalização em Game of Thrones: um estudo verbivocovisual. Dissertação de Mestrado (Filologia e Língua Portuguesa) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2020.

PAIS, Ana Carolina. Chapter 8: The Symbology of Popular Culture in Game of Thrones: Carnivalization and Tyrion’s Wedding Party. In: Alfonso Álvarez-Ossorio (Editor), Fernando Lozano (Editor), Rosario Moreno Soldevila (Editor), Cristina Rosillo-Lopez (Editor). (Org.). Game of Thrones - A View from the Humanities. Vol. 1: Time, Space and Culture. 1ª. ed. Estados Unidos: Palgrave MacMillan, 2023.

VOLÓCHINOV, V. (Círculo de Bakhtin). Marxismo e filosofia da linguagem. Problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. Trad. S. Grillo e E. V. Américo. 3. ed. São Paulo: Editora 34, 2021[1929].

 

Programa

Aula 01: Questão de método: Problemas relativos à Filosofia: questões de método, gênero textual e conteúdos filosóficos dispersos, a figura do autor, a intertextualidade sempre presente e as marcas detectáveis da oralidade.

Aula 02: Conceitos: A noção de pessoa como identidade plural na Filosofia Egípcia; Instruções e máximas morais; conceito de maat entre interpretações éticas e políticas; temporalidades; cosmogonia.

Referência bibliográfica:
ARAÚJO, E. Escrito para a eternidade a literatura no Egito faraônico. Brasília: Editora UnB, 2000.
MOTA, S. Maat. A Expressão do Mundo Egípcio numa só palavra. Revista História e-história, n. abril, p. 1–21, 2010.
SALES, J. Concepção e percepção de tempo e de temporalidade no Egipto Antigo. Cultura: Revista de História e Teoria das Ideias, n. Vol. 23, p. 19–37, 2006.
SANTOS, M. Jornada para a Eternidade: as concepções de vida post-mortem real e privada nas tumbas tebanas do Reino Novo – 1550-1070 a.C. 2012. 467 f. Tese (Doutorado em História Social) – Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Programa de Pós-Graduação em História, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2012.