Programa

AULA 1. IA no Poder Judiciário: usos no trabalho jurisdicional – 03/02/2025 - Mateus Amorin
Descrição: o objetivo da aula é abordar a inserção de ferramentas de Inteligência Artificial no Judiciário brasileiro, em especial discutindo a trajetória dessas ferramentas, suas tipologias, usos costumeiros, regulamentos e normativas já existentes, como também alguns dos desafios e experiências a partir de dados coletados em pesquisa.

Leitura Obrigatória:
GREEN, Ben; KAK, Amba. The False Comfort of Human Oversight as an Antidote to A.I.
Harm. Jun, 2021. Disponível em: https://slate.com/technology/2021/06/human-oversight-artificial-intelli…
Acesso em: 4 jul. 2024.

Leitura Complementar:
BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução No 332 de 21/08/2020: Dispõe sobre a
ética, a transparência e a governança na produção e no uso de Inteligência Artificial no Poder Judiciário e dá outras providências. Disponível em: https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/3429 Acesso em: 4 jul. 2024.
CENCI, Daniela Lima. Inteligência artificial na justiça brasileira: mapeamento das
orientações normativas e diretrizes éticas aplicáveis. Trabalho de Conclusão de Curso. Rio:
ITS, 2022.
CETIC.BR. O cenário atual de desenvolvimento da Inteligência Artificial no Brasil.
Panorama Setorial da Internet, n. 1, ano 16, abril, 2024. São Paulo: CETIC.br | Nic.br, 2024.
COECKELBERGH, Mark. Ética na Inteligência Artificial. Título original: AI Ethics; trad.
por Clarisse de Souza et al. São Paulo / Rio de Janeiro: Ubu Editora / Editora PUC- Rio,
2023.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Justiça em números 2024: painel justiça em
números. Brasília: CNJ, 2024a. Disponível em: https://justica-em-numeros.cnj.jus.br/
Acesso em: 4 jul. 2024.
KAPOOR, Sayash. et. al. Promises and pitfalls of artificial intelligence for legal applications
in Journal of Cross-disciplinary Research in Computational Law, v. 2, n. 2. Maio, 2024.
Disponível em: https://journalcrcl.org/crcl/article/view/62 Acesso em: 4 jul. 2024.
NUNES, Dierle; MARQUES, Ana Luiza Pinto Coelho. Inteligência artificial e direito
processual : vieses algorítmicos e os riscos de atribuição de função decisória às máquinas in
Revista de Processo, São Paulo, v. 43, n. 285, p. 421-447, nov. 2018. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2018.

AULA 2. Produção de conhecimento de IA nas Humanidades – 10/02/2025 - Guilherme O. Fagundes
Descrição: O objetivo da aula é apresentar como se dá a distribuição de grupos de pesquisa em Ciências Humanas, Sociais, Letras, Linguística e Artes que investigam Inteligência Artificial (IA), bem como os temas investigados mais frequentes, a partir do Diretório de Grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (DGP-CNPq). Com base nisso, demonstro como isso abre uma agenda de pesquisa, enfatizando as imbricações entre ciência e Estado na produção de políticas públicas e tecnologias digitais e de IA.

Leitura obrigatória:
MENDES, Vinícius. A economia política da inteligência artificial: o caso da Alemanha. Revista de Sociologia e Antropologia, v. 30, e003, 2022.

Leitura complementar:
COSTA, Anna Helena et al. Trajetória acadêmica da Inteligência Artificial no Brasil. In: COZMAN, Fabio; PLONSKI, Guilherme; NERI, Hugo (org.). Inteligência Artificial: Avanços e Tendências. São Paulo: Instituto de Estudos Avançados, 2021.
BAIL, Christopher. Can Generative AI improve social science?. Proceedings of the National Academy of Sciences, v. 121, n. 21, 2024.
AIROLDI, Massimo. Machine habitus: Toward a Sociology of Algorithms. Cambridge: Polity Press, 2021.
ESPOSITO, Elena. Artificial Communication: How Algorithms Produce Social Intelligence. Cambridge: MIT Press, 2022;
PASQUINELLI, Matteo. How to Make a Class: Hayek’s Neoliberalism and the Origins of Connectionism. Qui Parle v. 30, n. 1, 159–184, 2021.
PASQUINELLI, Matteo. The Eye of the Master: A Social History of Artificial Intelligence. Nova Iorque: Verso, 2023.
STICHWEH, Rudolf. Elementos-chave de uma teoria da sociedade mundial. Sociedade & Estado v. 33, n. 2, 389–406, 2018.
MILES, Christopher. The combine will tell the truth: On precision agriculture and algorithmic rationality. Big Data & Society, 10.1177/2053951719849444, 2019.
ROTZ, Sarah et al. The politics of digital agricultural technologies: a preliminary review”. Sociological Ruralis v. 59: 203–229, 2019.

AULA 3. IA, organizações e políticas públicas – 17/02/2025 – Catarina Segatto
Descrição: o objetivo da aula é discutir o uso de IA nas organizações públicas, que tipos de tecnologias são mais adotadas e por quais organizações. Além disso, busca-se debater o uso de IA nas políticas públicas, especialmente apoiando, substituindo ou intermediando a tomada de decisões.

Leitura obrigatória:
Peeters, R., & Widlak, A. C. (2023). Administrative exclusion in the infrastructure‐level bureaucracy: The case of the Dutch daycare benefit scandal. Public Administration Review, 83(4), 863-877.

Leitura complementar:
Bernd W. Wirtz, Jan C. Weyerer & Carolin Geyer (2018): Artificial Intelligence and the Public Sector—Applications and Challenges, International Journal of Public Administration, 1-20.
Boer, N., & Raaphorst, N. (2023). Automation and discretion: explaining the effect of automation on how street-level bureaucrats enforce. Public Management Review, 25(1), 42-6.2.
Bovens, M., & Zouridis, S. (2002). From street‐level to system‐level bureaucracies: How information and communication technology is transforming administrative discretion and constitutional control. Public administration review, 62(2), 174-184.
Buffat, A. (2015). Street-level bureaucracy and e-government. Public management review, 17(1), 149-161.
Hansen, H. T., Lundberg, K., & Syltevik, L. J. (2018). Digitalization, street‐level bureaucracy and welfare users' experiences. Social policy & administration, 52(1), 67-90.
Newman, J., & Mintrom, M. (2023). Mapping the discourse on evidence-based policy, artificial intelligence, and the ethical practice of policy analysis. Journal of European Public Policy, 1-21.
Selten, F., Robeer, M., & Grimmelikhuijsen, S. (2023). ‘Just like I thought’: Street-level bureaucrats trust AI recommendations if they confirm their professional judgment. Public Administration Review, 83(2), 263-278.

Aula 4. Estado e Desenvolvimento da IA (João Ricardo) – 24/02/25  

Descrição: O objetivo da aula é o de apresentar uma proposta dos setores-chave do desenvolvimento das capacidades nacionais de inteligência artificial, destacando suas principais características e listando exemplos concretos, além de abordar teorias sobre o papel do Estado no processo de inovação tecnológica em um contexto de competição entre países

Leitura Obrigatória:
Scharre, P. (2023). Four battlegrounds: Power in the age of artificial intelligence (Preface, Introduction, Chapters 1, 2, 3, 4, pp. 9-56, E-book). London: W.W. Norton & Company.
Prefácio, Introdução, Capítulos 1, 2, 3 e 4. Da página 9 a 56.

Leitura Complementar:
Lee, K. F. (2018). AI superpowers: China, Silicon Valley, and the new world order (Chapter 4, pp. 87-108, E-book). Boston: Houghton Mifflin Harcourt.
Lundvall, B. (Ed.). (1992). National systems of innovation: Towards a theory of innovation and interactive learning (Introduction, Chapter 7, pp. 1-19, pp. 133-150). London: Anthem Press.
Mazzucato, M. (2014). O estado empreendedor: desmascarando o mito do setor público vs. setor privado (Prefácio, Introdução, pp. 11-33). Portfolio-Penguin.
 

Programa

Plano de 4 Aulas (2 horas cada)

AULA 1: O Espaço Geográfico e a Hierarquia Clássica: A Lógica do Lugar (2 Horas)
Objetivo: introduzir as categorias filosófico-geográficas de Tempo e Espaço, e apresentar a Teoria das Localidades Centrais como modelo explicativo tradicional da organização urbana, contrastando-o com um exemplo histórico brasileiro.

AULA 2: A Reestruturação por Redes: Teoria dos Fluxos Centrais e a Gestão do Território (2 Horas)
Objetivo: analisar a transição para a "era da informação" e a Teoria dos Fluxos Centrais (TFC), focando na manifestação empírica das redes corporativas e financeiras no território brasileiro.

AULA 3: Fenômeno Técnico, Mobilidade e Temporalidades Desiguais na Metrópole de São Paulo (2 Horas)
Objetivo: aplicar o quadro teórico de tempo, técnica e fluxos ao estudo da mobilidade e da desigualdade territorial na cidade de São Paulo.

AULA 4: Metodologia, Resultados e Implicações para Políticas Públicas (2 Horas)
Objetivo: detalhar a metodologia proposta para a análise de fluxos e redes em São Paulo e discutir as implicações geográficas e sociais dos resultados esperados.

Bibliografia
DAVIDSON, Mark. “Gentrification as Global Habitat: A Process of Class Formation or Corporate Creation?” Transactions of the Institute of British Geographers 32, no. 4 , 2007, pp. 490–506.
DERRUAU, Max. Tratado de geografia humana. Paris: Librairie Armand Colin, 1961. Barcelona: Vicens-Vives, 1964.
ELIAS, Norbert. Sobre el Tiempo. Trad. Guillermo Hirata. 3ª ed. México: FCE, 2013.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). População, PNAD, Síntese Cidade.
GUTIÉRREZ, Andrea; BLANCO, Jorge. “Urbanización, movilidades y segregación socio-territorial: indagaciones en contextos periféricos de la Región Metropolitana de Buenos Aires”. In: Argentina e Brasil: territórios em redefinição. (Org.) LENCIONI, Sandra; BLANCO, Jorge. Rio de Janeiro: Editora Consequência, 2016.
HÄGERSTRAND, Torsten. “Time-geography: focus on the corporeality of man”. In: The science and praxis complexity. The United Nations University, Tokio, 1985, pp. 193-215.
HARVEY, David. “O trabalho, o capital e o conflito de classes em torno do ambiente construído nas sociedades capitalistas avançadas”. In: Espaço e Debate – Revista de Estudos Regionais e Urbanos. São Paulo, v. 2, n. 6, pp. 6-35, 1982.
HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Tradução, organização, prólogo, anexos e notas: Fausto Castilho, Campinas, SP. Editora da Unicamp; Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2012.
LEFEVRE, Henri. O direito à cidade. Documentos: São Paulo, 1969.
LENCIONI, Sandra. “Helicópteros em São Paulo. O controle do espaço aéreo e a insubordinação dos helipontos”. In: XIII Coloquio Internacional de Geocrítica El control del espacio y los espacios de control. Barcelona, 5-10 de mayo de 2014.
MASSEY, Doreen. Spatial Divisions of Labour. Social structures and Geography of Production. Macmillan: London, 1984.
MOLES, Abraham André. Teoría de los objetos. Gustavo Gili: Barcelona, 1975.
PARK, Robert Ezra. “A cidade: sugestões para a investigação do comportamento humano no meio urbano”. In: O Fenômeno Urbano. Trad. Sérgio Magalhães Santeiro. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976.
RIBEIRO, Ana Clara Torres. Por uma sociologia do presente: ação, técnica e espaço, Rio de Janeiro: Letra Capital, 2012.
ROLNIK, Raquel. “Mobilidade na cidade de São Paulo”. Dossiê São Paulo, Estudos Avançados, nº 25 (71), Abril, 2011.
SANTOS, Milton. Por uma geografia nova: da crítica da geografia a uma geografia crítica. 6. ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008.
____________. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 1996.
______________. Técnica, Espaço, Tempo. Globalização e Meio técnico-Científico-Informacional. 3ª ed. Editora Hucitec: São Paulo, 1997.
SILVEIRA, Marcio Rogério (Org.). “Geografia da circulação, transportes e logística: construção epistemológica e perspectivas”. In: Circulação, transporte e logística: diferentes perspectivas. São Paulo: Expressão Popular, 2011, p. 13-44.
SILVEIRA, María Laura. “Uma situação geográfica: do método à metodologia”. In: Revista Território, ano IV, nº 6, jan./jun., 1999a
__________________. “O espaço geográfico: da perspectiva geométrica à perspectiva existencial”. GEOUSP Espaço e Tempo (Online), [S. l.], v. 10, n. 2, p. 81-91, 2006.
_________________. “Tiempo y Espacio en Geografía: dilemas y reflexiones”. In: Revista de Geografía Norte Grande, nº 54, pp. 9-29, 2013.
SMITH, Neil. Desenvolvimento desigual. Natureza, Capital e a Produção do Espaço. Tradução: Eduardo de Almeida Navarro. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988.
SIMONDON, Gilbert. El modo de existencia de los objetos técnicos. Buenos Aires: Prometeo Livros, 2007.
TOZI, Fabio. Da nuvem ao território nacional: uma periodização das empresas de transporte por aplicativo no Brasil. Geousp – Espaço e Tempo (On-line), v. 24, n. 3, p. 487-507, dez. 2020. ISSN 2179-0892.

Programa

Conteúdo programático:

-Primeiro dia (23/07)
1 – História e Conceituação do Estado de Exceção
a) A Ditadura Romana
b) A Noção de Exceção da Antiguidade à Contemporaneidade
c) A Revolução Francesa e o Estado de Sítio
d) A Ressignificação do Estado de Exceção (Séculos XIX e XX)
e) Estado de Exceção x Regime de Exceção

-Segundo dia (30/07)
2 – Prática do Estado de Exceção e Historiografia
a) O Alastramento da Exceção no Mundo
b) Estado de Exceção no Brasil
c) Abordagens Sobre o Estado de Exceção (Séculos XX e XXI)
d) A Exceção Como Paradigma
e) Historiografia e Investigações Possíveis Sobre a Exceção

Referências bibliográficas

AGAMBEN, Giorgio. Estado de Exceção. São Paulo: Boitempo, 2007.

CÂMARA, Heloisa Fernandes. Estado de Exceção Entre o Direito e a Vida: soberania, biopolítica e campos. Dissertação de Mestrado (Faculdades de Ciências Jurídicas), Universidade Federal do Paraná, 2010.

CASELA, Gabriel Teixeira. Democracia Sitiada: discursos no Congresso Nacional e na imprensa sobre os instrumentos de exceção no Brasil, 1946-1988. Dissertação de Mestrado (Departamento de História), UFMG, Belo Horizonte, 2011.

CORVAL, Paulo. Carl Schimitt e o Estado de Exceção. In: Revista Acadêmica de Direito da Unigranrio, v. 3, n. 2, 2010.

ELIZABETH, Navas Mejía Alexandra. El Estado de Excepción como Mecanismo de Limitación de Derecho nel Estado Constitucional: seguridad jurídica y derechos humanos. Dissertação de Mestrado (Facultad de Jurisprudencia), Universidad Regional Autónoma de los Andes, Ambato-Ecuador, 2017.

FERREIRA, Ramón Pedro Yanzi. La Regulación Jurídica del Estado de Sítio (1810-1930). Tese de Doutorado (Facultad de Derecho y Ciencias Sociales), Universidad Nacional de Córdoba, 1994.

FRANKENBERG, Günter. Técnicas de Estado: perspectivas sobre o estado de direito e o estado de exceção. São Paulo: Editora UNESP, 2018.

GALVÃO, Laila Maia. História Constitucional Brasileira na Primeira República: um estudo da intervenção federal no estado do Rio de Janeiro em 1923. Dissertação (Mestrado em Direito), Universidade Federal de Santa Catarina, 2013.

GARCÍA, Helena Alviar & FRANKENBERG, Günter. Authoritarian Constitutionalism: comparative analysis and critique. Northampton: Edward Elgar, 2019.

GASPARETTO JÚNIOR, Antonio. Atmósfera de Plomo: las declaraciones de estado de sitio en la Primera República brasileña. Valência: Tirant lo Blanch, 2019.

GASPARETTO JÚNIOR, Antonio. Usos e Abusos do Estado de Sítio na França (1849-1875). In: Passagens: Revista Internacional de História Política e Cultura Jurídica, v. 12, 2020.

GOUPY, Marie. L’Essor de la Théorie Juridico-Politique sur l’État d’Exception dans l’Entre-Deux Guerres en France et en Allemagne: une genèse de l’état d’exception comme enjeu pour la démocratie. Thèse de Doctorat (Philosophie), École Normale Supérieure de Lyon, Lyon, 2011.

GREENE, Alan. Permanent States of Emergency and the Rule of Law: constitutions in an age of crisis. Oxford: Hart, 2018.

JÁCOME, Jorge González. Estados de Excepción y Democracia Liberal en América del Sur: Argentina, Chile y Colombia (1930-1990). Bogotá: Pontifícia Universidad Javeriana, 2015.

LAZAR, Nomi Claire. States of Emergency in Liberal Democracies. New York: Cambridge University Press, 2009.

LIMA, Bruno Rodrigues de. História Constitucional de um Estado de Sítio na Primeira República: usos da Constituição na Bahia de Lama & Sangue (1920-1926). Dissertação (Mestrado em Direito), Universidade de Brasília, 2017.

LOVEMAN, Brian. The Constitution of Tyranny: regimen of exception in Spanish America. Pittsburgh: University of Pittsburgh Press, 1993.

MARQUES, Raphael Peixoto de Paula. Repressão Política e Usos da Constituição no Governo Vargas (1934-1937). Curitiba: Prismas, 2016.

MELÉNDEZ, Florentín. Los Derechos Fundamentales en los Estados de Excepción Según el Derecho internacional de los Derechos Humanos. Tesis Doctoral (Derecho), Universidad Complutense, Madrid, 1997.

ORLANDO, Piray Rodríguez Paúl. La Facultad Constitucional de Discrecionalidad del Presidente de la República en un Estado de Excepción y sus Efectos en la Seguridad Jurídica. Dissertação de Mestrado (Facultad de Jurisprudencia), Universidad Regional Autónoma de los Andes, Ambato-Ecuador, 2017.

PASCOETTO, Luis Gustavo de Lima. Triunvirato de Emergência. Tese de Doutorado (Faculdade de Direito), USP, São Paulo, 2012.

PIVATTO, Priscila Maddalozzo. Discursos Sobre o Estado de Sítio na Primeira República Brasileira: uma abordagem a partir das teorias de linguagem de Mikhail Bakhtin e Pierre Bourdieu. Dissertação de Mestrado (Departamento de Direito), PUC-RJ, Rio de Janeiro, 2006.

PRIETO, Evaristo. Poder, Soberania e Exceção: uma leitura de Carl Schimitt. In: Revista Brasileira de Estudos Políticos, Belo Horizonte, n. 105, jul/dez 2012.

RODRIGUES, Cândido Moreira. Apontamentos Sobre o Pensamento de Carl Schimitt: um intelectual nazista. In: SAECULUM – Revista de História, João Pessoa, jan-jun 2005.

SAINT-BONNET, François. L’État d’Exception. Paris: PUF, 2001.

SCHMITT, Carl. La Dictadura. Madrid: Revista de Ocidente, 1968.

SCHMITT, Carl. O Conceito do Político. Petrópolis: Vozes, 1992.

SCHMITT, Carl. Teología Política. Madrid: Trotta, 2009.

TAVARES, Marcelo Leonardo. Estado de Emergência: o controle do poder em situações de crise. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2008.

TOBÓN, Mary Luz Tobón. Los Estados de Excepción: imposibilidad de suspensión de los derechos humanos y las libertades fundamentales. Bogotá: Ibañez, 2019.

VIEIRA, Luiz Vicente. A Produtividade do Pensamento de Carl Schimitt na Crítica às Instituições Políticas Liberais. In: Perspectiva Filosófica, v. II, n. 22, julho-dezembro de 2004.

VILLALON, Pedro Cruz. El Estado de Sítio y la Constitución: la constitucionalización de la proteción extraordinaria del Estado, 1789-1878. Madrid: Centro de Estudios Constitucionales, 1980.

WRIGHT, Claire. Emergency Politics in the Third Wave of Democracy: a study of regimes of exception in Bolivia, Ecuador and Peru. London: Lexington Books, 2015.

Programa

Conteúdo programático:
Aula 1 – 12 de agosto de 2021
- Introdução Histórica do grego Koiné
- Introdução a composição da Septuaginta

Aula 2 – 17 de agosto de 2021
- As características do grego Koiné (Septuaginta)
- As características do grego Koiné (Novo Testamento)
- Morfologia (artigo, substantivo, adjetivo pronome)

Aula 3 – 19 de agosto de 2021
- As características do grego Koiné (Novo Testamento)
- Conjugação, partículas e conjunções
- Sintaxe

Aula 4 – 24 de agosto de 2021
- As características do grego Koiné (Novo Testamento)
- Sintaxe

Obs: Cada aula com duração de 1h30, totalizando 6 horas.

Bibliografia Básica:
ADRADOS, Francisco R. Historia de La Lengua Griega: De Los Orígenes a Nuestros Días. Madrid: Gredos, 1999.
AMENOS, Jaime Berenguer. Gramatica Griega. Barcelona, Espana: Editorial Bosch, 2003.
BAUER, W; ARNDT, W; GINGRICH, F.W., A Greek-English Lexicon of the New Testament and Other Early
Christian Literature. 3rd ed. Chicago Press, 2000.
FREIRE, Antonio, S. J. Gramatica Grega. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
HARL, Marguerite; DORIVAL, Gilles; MUNNICH, Olivier. A Bíblia Grega dos Setenta - Do Judaísmo Helenístico ao Cristianismo Antigo. São Paulo: Edições Loyola, 2007.
HATCH, Edwin; REDPATH, Henry A. A Concordance to the Septuagint and Other Greek Versions of the Old
Testament (Including the Apocryphal Books). Part I. Oxford: Clarendon Press, 1897.
HORTA, Guida Nedda Barata Parreiras. Os Gregos e Seu Idioma, 2 vols. Rio de Janeiro: Editora J. Di Giorgio & Cia. Ltda., 1983,1991.
LIDDEL, H. G.; SCOTT, F., A Greek-English Lexicon. Oxford, The Clarendon Press, 1996.
MOULTON, James Hope; TURNER, Nigel: A Grammar of New Testament Greek. Volume 1-3 : Syntax. Edinburgh: T. & T. Clark, 1963.
NESTLE-ALAND. Novum Testamentum Graece. 28 ed. Stuttgart, Deutsche Bibelgesellschaft, 2013.
RAGON, E. Gramática Grega. São Paulo: Odysseus, 2016.
RAHLFS, Alfred; RANHART, Robert. Septuaginta. Editio Altera. Stuttgart, Germany: Deutsche Bibelgesellschaft, 2006.
REGA, Lourenço Stelio; BERGMANN, Johannes. Noções do grego bíblico: Gramática fundamental. 3 Ed. São Paulo: Vida Nova, 2014.
RUSCONI, Carlo. Dicionário do Grego do Novo Testamento. Tradução: Irineu Rabuske. São Paulo: Paulus, 2005.
SOARES, Esequias Septuaginta: Guia histórico e literário. São Paulo Hagnos 2009.
WALLACE, Daniel B. Gramática Grega: Uma sintaxe exegética do Novo Testamento. São Paulo: Editora Batista Regular do Brasil, 2009.

Programa

Aula 1 – A persona e as noções de máscara em Clarice Lispector

Aula 2 – Os processos de (des)mascaramento como elementos do enredo clariciano

Aula 3 – A máscara da ficção clariciana: estrutura e linguagem

Referência bibliográfica:

ARÊAS, Vilma. Clarice Lispector com a ponta dos dedos. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
BIRMAN, Joel. Mal-estar na atualidade: a psicanálise e as novas formas de subjetivação. 6 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Trad. Estela dos Santos Abreu. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
DUARTE, Edson Costa. Clarice Lispector: máscara nua. 1996. 121f. Dissertação (Mestrado) - Instituto de Estudos da Linguagem, UNICAMP, Campinas, 1996.
GUÉRIN, Charles. “Introduction”. In:______. PERSONA - L’élaboration d’une notion rhétorique au Ier siècle AV. J. –C.. V. I. Paris: Librairie Philosophique J. Vrin, 2009. p. 5-31.
HOMEM, Maria Lucia. No limiar do silêncio e da letra: traços da autoria em Clarice Lispector. São Paulo: Boitempo: Edusp, 2012.
LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016.
_______ . Todas as crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 2018.
NUNES, Benedito. O drama da linguagem: uma leitura de Clarice Lispector. São Paulo: Ática, 1989.
PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. Trad. J. Guinsburg e Maria Lúcia Pereira. São Paulo: Perspectiva, 1999.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. “A criação do texto literário”. In:______. Flores da escrivaninha: ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. cap. 8. p. 100-110.
PRADO JR., Plínio W.. “O impronunciável: notas sobre um fracasso sublime”. Remate de males, Campinas, n. 9, p. 21-29, 1989.
ROSENFELD, Anatol. “A essência do teatro” e “Da criação do ator”. In: ______. Prismas do teatro. São Paulo: Editora Perspectiva, 2000. p. 21-34.
______. Texto/Contexto I. 5.ed. São Paulo: Perspectiva, 2013.
SOUSA, Carlos Mendes de. Clarice Lispector: figuras da escrita. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2012.
WALDMAN, Berta. Clarice Lispector: a paixão segundo C.L.. 2. ed. São Paulo: Editora Escuta, 1992.

Programa

O curso permitirá o desenvolvimento de habilidades orais e escritas, visando a descrever lugares, viagens e livros. A partir desses eixos temáticos, serão revisados aspectos importantes para a comunicação oral e escrita, assegurando ao aluno maior confiança para se expressar corretamente em francês. Neste curso serão trabalhos os seguintes objetivos comunicativos e linguísticos, por meio dos gêneros textuais abaixo relacionados.

Objetivos comunicativos:
Descrever lugares
Relatar viagens
Descrever livros, obras literárias
Sintetizar conteúdos sobre livros e obras literárias
Objetivos linguísticos:
Adjetivos qualificativos para descrever lugares
Preposições de lugar
Pronomes relativos
Gêneros textuais:
Resenha de livros
Verbetes de guias de turismo
Folhetos turísticos

Referências bibliográficas:
DOLZ, J. As atividades e os exercícios de língua: uma reflexão sobre a engenharia didática. DELTA: Documentação e Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, [S. l.], v. 32, n. 1, 2016. Disponível em:
https://revistas.pucsp.br/index.php/delta/article/view/26773. Acesso em: 17 abr. 2025.

MAGNONI, L. T; LOUSADA, E. G. De la vie quotidienne à la vie universitaire: genres textuels pour l´ enseignement-apprentissage du français langue étrangère. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2024.

Programa

UNIDAD I: ¿Qué es América Latina? El problema de los nombres y la identidad. Antecedentes del pensamiento crítico latinoamericano en el siglo XVIII-XIX. El estado oligárquico y el positivismo. Reacción antipositivista, espiritualismo y modernismo. La expansión imperialista de Estados Unidos en América Latina y el Caribe. José Martí, Nuestra América y antiimperialismo. José Enrique Rodó: Arielismo, latinoamericanismo y antiimperialismo. La Revolución Mexicana y su influencia.

UNIDAD II: La Reforma Universitaria y su impacto. La Revolución Rusa y su influencia. Anarquismo, socialismo y comunismo. El marxismo latinoamericano entre la mimesis y la originalidad. El nacionalismo popular, el antiimperialismo y los movimientos nacional-populares. Debates sobre mestizaje e indigenismo.

Unidad III: Antecedentes del pensamiento afro-latinoamericano en el siglo XIX. El panafricanismo y la crítica al racismo, al colonialismo y a los legados de la esclavitud. El renacimiento negro de Harlem y su influencia regional. La UNIA y su prédica pan-africana. El indigenismo haitiano y la negritud de las Antillas francesas. El panafricanismo revolucionario de las Antillas británicas. Panafricanismo y antirracismo en Brasil.

UNIDAD IV: Del ensayismo a las ciencias sociales latinoamericanas. La teoría del desarrollo y la sociología de la modernización. La Revolución Cubana y la nueva izquierda en América Latina. Los debates en torno al reformismo y la revolución. La descolonización en África y Asia. Socialismo, antiimperialismo y tercermundismo. De la CEPAL a la Teoría de la dependencia.

Unidad V: El debate en torno a la existencia de una filosofía latinoamericana. Historia de las ideas y la Filosofía de la Liberación. Cristianismo y revolución. La Teología de la Liberación. Paulo Freire y la Pedagogía del Oprimido. Del indigenismo a la indignidad.

Unidad VI: Las dictaduras latinoamericanas y el neo-liberalismo. Teorías de la transición democrática. Globalización y posmodernidad. Crisis del neoliberalismo, nuevos movimientos sociales y el giro progresista en América Latina. El neo-populismo. El socialismo del siglo XXI. Los feminismos latinoamericanos. Poscolonialismo y teoría descolonial.

BIBLIOGRAFIA

Altamirano, Carlos (dir), Historia de los intelectuales latinoamericanos, tomo II, Buenos Aires, Katz, 2008.
Almanza-Hernández, Roberto, “Panafricanismo afrocaribeño en George Padmore y C.L.R. James: insumos para ampliar la genealogía de la teoría descolonial”, Tabula Rasa, Núm. 35 (2020): Julio - Septiembre.
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Zea, Leopoldo, La Filosofía Latinoamericana como Filosofía Sin Más, Siglo XXI, Buenos Aires, 2007.

Programa

Tópicos do Curso:


a) Literatura, Filologia e Linguagem:
a.1 - A linguagem do homem
a.2 - Teor de verdade e teor coisal;
a.3 – A literatura de Baudelaire e Marcel Proust;
b) Teoria da História como Narrativa dos de Baixo
b.1 - Marcel Proust ou a história contra o esnobismo de classe;
b.2 - A história pela escrita do narrador literário;
b.3 - História como crítica ao conformismo;
c) Walter Benjamin, Teórico Político:
c.1 - a pobreza como experiência política;
c.2 - A violência redentora;
c.3 – História, estado de exceção e transformação radical;


Cronograma:


Aulas 1 e 2 - Dias 16/11 e 17/11


● Introdução ao Pensamento de Benjamin
- Escritas do fracasso;
- Surge o crítico literário e o filólogo;
- A modernidade literária de Baudelaire;
- Marcel Proust: memória e narrativa;


Aulas 3 e 4 - Dias 23/11 e 24/11


● A história em Walter Benjamin
- O historiador da memória dos vencidos;
- O Em busca do tempo perdido como narrativa histórica;
- O materialista histórico lendo história;
- Benjamin contra a social-democracia;
Aulas 5 e 6 - Dias 30/11 e 01/12


● Walter Benjamin e a Teoria Política
- Qual o sentido do ensaio Crítica da violência? (o diálogo implícito com Carl Schmitt)

- Novamente Benjamin crítico da social-democracia;
- O conceito de história como política;
- O sujeito da transformação social e o Estado de exceção;


Bibliografia Básica


ARENDT, Hannah. Walter Benjamin (1892-1940). In: Homens em Tempos Sombrios. São Paulo. Companhia
das Letras2008.
BENJAMIN, Walter (I). Sobre Alguns Temas em Baudelaire. In: Col. Os Pensadores. São Paulo. Abril Cultural,
1975.
_________________ A Imagem de Proust. In: Obras Escolhidas (Magia e Técnica, Arte e Política). São Paulo.
Brasiliense, 1994.
_________________ Experiência e Pobreza. In: Obras Escolhidas (Magia e Técnica, Arte e Política). São Paulo.
Brasiliense, 1994.
_________________ Melancolia de Esquerda – A propósito do novo livro de poemas de Erich Käsner. In: Obras
Escolhidas (Magia e Técnica, Arte e Política). São Paulo. Brasiliense, 1994.
_________________ O Narrador. Considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In: Obras Escolhidas (Magia e
Técnica, Arte e Política). São Paulo. Brasiliense, 1994.
_________________ Sobre o Conceito de História. In: Obras Escolhidas (Magia e Técnica, Arte e Política). São
Paulo. Brasiliense, 1994.
BENJAMIN, Walter (II). As Afinidade eletivas de Goethe. In: Ensaios Reunidos: Escritos sobre Goethe. São
Paulo. Editora 34, 2009.
______________________ O Idiota de Dostoievski. In: Obras Escolhidas (Magia e Técnica, Arte e Política). São
Paulo. Brasiliense, 1994.
______________________ Para a Crítica da Violência. In: Obras Escolhidas (Magia e Técnica, Arte e Política).
São Paulo. Brasiliense, 1994.
______________________ Sobre a Linguagem em Geral e Sobre a Linguagem do Homem. In: Obras Escolhidas
(Magia e Técnica, Arte e Política). São Paulo. Brasiliense, 1994.
GAGNEBIN, Jeanne-Marie. Walter Benjamin. São Paulo. Brasiliense, 1993.
______________________ História e narração em Walter Benjamin. São Paulo. Perspectiva, 1994
KAHN, Victoria. Sacred Kingship and Political Fiction: Ernst Kantorowicz, Carl Schmitt, Ernst Cassirer, and Walter
Benjamin. In: KAHN, Victoria. The Future of Illusion: Political Theology and Early Modern Texts. Chicago. e
University of Chicago Press, 2014.
KONDER, Leandro. Walter Benjamin. O Marxismo da Melancolia. Rio de Janeiro. Campus, 1988.
LOWY, Michael. Walter Benjamin: Aviso de Incêndio. Uma leitura das teses “Sobre o conceito de história”. São
Paulo. Boitempo, 2005.
_____________ Temps Messianique et Historicité Révolutionnaire chez Walter Benjmain. Vingtième Siègle. Revue
d’ Histoire, nº 117, Janvier-Mars, 2013.
PROUST, Marcel. Em Busca do Tempo Perdido (sete volumes). Varias Editoras e Edições.

Programa

09/08, AULA 1 (expositiva e dialógica) - Código Hays e a mulher na ficção hollywoodiana dos anos 1950
Censura, caça às bruxas, modernização do trabalho doméstico, questões psiquiátricas e bons modos no American way of life da Guerra Fria

16/08, AULA 2 (expositiva e dialógica) - A nostalgia dos anos 1950 no cinema de Hollywood nos anos 1980
A era Reagan e a ressaca dos direitos civis: neo-liberalismo, televangelismo, pós-modernidade e a ilusão de um passado mais ameno e feliz

23/08, AULA 3 (expositiva e dialógica) - Replicantes, algoritmos e a digitalização da mulher na nostalgia futurista distópica dos anos 2010
A ficção científica como base nostálgica: deslocamentos e embaralhamento de tempos, a desmobilização social no olhar adiante por lentes pregressas

30/08, AULA 4 (expositiva e dialógica) - Versão brasileira: a mulher "recatada e do lar" na ficção televisiva com vínculos religiosos
Da ficção global de época nos anos 1980 à ficção contemporânea com valores e comportamentos de época num Brasil cada vez mais evangélico

Bibliografia:

BEASLEY, Chris, BROOK, Heather. The cultural politics of contemporary Hollywood film: power, culture, and society. Manchester: Manchester University Press, 2019.

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WARE, Susan. American women's history: a very short introduction. Nova York: Oxford University Press.

 

Programa

Aula 1: O tempo na Idade Média: a escatologia cristã e o tempo da Igreja (04/02)
Aula 2: O tempo da Conquista: urgência e aceleração (06/02)
Aula 3: O tempo moderno: prognóstico político e filosofia da história (11/02)
Aula 4: O tempo após o século XX (13/02)

REFERÊNCIAS:
ARANTES, Paulo. O Novo Tempo do Mundo: estudos sobre a era da emergência. São Paulo: Boitempo, 2014.
HARTOG, François. Regimes de Historicidade: presentismo e experiências do tempo. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.
KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto; Ed. PUC-Rio, 2006.
LE GOFF, Jacques. A Civilização do Ocidente Medieval. Petrópolis: Vozes, 2018.
LE GOFF, Jacques. Para uma outra Idade Média: tempo, trabalho e cultura no Ocidente. Petrópolis: Vozes, 2014.
MARTINEAU, Jonathan. Time, Capitalism and Alienation: A Socio-Historical Inquiry into the Making of Modern Time. Leiden/Boston: Brill, 2015.
ROSA, Hartmut. Aceleração: a transformação das estruturas temporais na Modernidade. São Paulo: UNESP, 2019.
THOMPSON, Edward. Tempo, disciplina de trabalho e capitalismo industrial. In: Costumes em Comum. São Paulo: Companhia das Letras, p. 267-305, 1999.