Programa

Atividades programadas


1. Problemas da crítica: gênero e sexualidade na literatura canônica
2. As donzelas-guerreiras: a vida como homem e soldado durante a guerra.
3. As mulheres masculinas: a masculinidade de mulheres e a morte.
4. As mulheres guerreiras: as transgressões de mulheres na guerra.
5. As transgeneridades guerreiras: masculinidade e identidade.

Bibliografia

AGUIAR, Flávio. Anita. São Paulo: Boitempo, 1999.
BARROSO, Gustavo. A Senhora de Pangim. Rio de Janeiro: Guanabara, 1932.

ELÍBIO JÚNIOR, Antônio Manoel. Uma heroína na história: representações sobre Anita Garibaldi. Dissertação (Mestrado em História), UFSC, 2000.
ERAUSO, Catalina. Historia de la monja alférez. Madrid: Cátedra, 2002.
FEINBERG, Leslie. Transgender warrioes. Boston: Beacon Press, 1997.
GALVÃO, Walnice. A donzela-guerreira: um estudo de gênero. São Paulo: Senac, 1998.

HARLBESTAM, JACK. Masculinidad femenina. Barcelona: Egales, 2008.
LEITE DE CASTRO, Marechal. Annita Garibaldi: história da heroína brazileira. Rio de Janeiro: Garnier, 1911.

MAIA, Helder Thiago. Transgressões Canônicas: Queerizando a Donzela-Guerreira. Cadernos de literatura comparada, n. 39, p. 91-108, 2018.

MEIRELES, Cecilia. Uma antepassada da donzela-guerreira. Revista Brasileira de Folclore, Ano IV, n. 8/10, p. X, 1964.

OLIMPIO, Domingos. Luzia-Homem. São Paulo: Moderna, 1993.

OLIVEIRA, Valdeci. Figurações da donzela-guerreira nos romances Luzia-Homem e Dona Guidinha do Poço. Campinas: UNICAMP, 2001. 154f. Dissertação (Mestrado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, 2001.

PAIVA, Manuel de Oliveira. Dona Guidinha do Poço. São Paulo: Ática, 2000.

ROSA, Guimarães. Grande Sertão: Veredas. São Paulo: Nova Aguilar, 1994.
VILALVA, Walnice. Marias: estudo sobre a donzela-guerreira no romance brasileiro. Campinas: UNICAMP, 2004. 193f. Tese (Doutorado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, 2004.

Programa

Aula 1. 06.02.2023

Tema: O que é o cotidiano? Como analisá-lo?
Síntese da aula: O cotidiano vem cada vez mais fazendo parte das ciências humanas, sendo utilizado como dimensão importante para situar os conteúdos científicos no nível da vida, tanto para analisá-la como para as pesquisas científicas se façam entender na vida cotidiana dos indivíduos. Assim, como podemos nos basear e ao mesmo tempo analisar o cotidiano? Quais elementos podemos usar para ampliar a investigação do micro da vida cotidiana sem perder a sua especificidade?

Bibliografia básica:
LEFEBVRE, Henri. Lógica formal, lógica dialética. [Tradução de Carlos Nelson Coutinho]. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, [1969] 1995. [Cap. III - Lógica formal, pág. 162 à 164. Alíneas: 16. Formalização e conteúdo; 17. O conceito e a ideia; 18. O ser e a ideias.]
LENCIONI, Sandra. Região e Geografia. São Paulo: EDUSP, [1999] 2014. [Introdução, pág. 15 à 30].

Bibliografia complementar:
LEFEBVRE, Henri. Lenguaje y sociedade: estudios y ensayos fundamentales. Buenos Aires: Proteo, 1967. [Capítulo. VIII - La forma mercancia y el discurso, p. 245-173].
MARTINS, José de Souza. A sociabilidade do homem simples: cotidiano e história na modernidade anômala. São Paulo: HUCITEC, [1999], 2000. [Capítulo 2. O senso comum e a vida cotidiana, p. 55 à 64].

Aula 2. 08.02.2023

Tema: A construção do conceito de cotidianidade: as suas relações com o cotidiano e a vida cotidiana.
Síntese da aula: Apresentado o panorama e a relação do cotidiano com o conhecimento científico, localizando a dimensão do conhecimento cotidiano como um salto para a análise; vamos apontar a construção da tríade cotidiano, cotidianidade e vida cotidiana, avançando na discussão da cotidianidade como conceito geográfico.

Bibliografia básica:
ARAUJO, Mikael Rodrigues de. O cotidiano na produção bibliográfica da geografia brasileira: uma análise das produções de geógrafos e geógrafas a respeito do ensino de geografia. 130f. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2021. [Cap. II. Seção: 2.3 – cotidiano, cotidianidade e vida cotidiana: uma aproximação teórica sobre a espacialidade da vida cotidiana em diferentes níveis].
Bibliografia complementar:
LEFEBVRE, Henri. A revolução urbana. Belo Horizonte: UFMG, [1968] 1999. [Cap. IV – Níveis e dimensões, p. 77-98].
LEFEBVRE, Henri. A vida cotidiana no mundo moderno. São Paulo: Ártica, [1968] 1991. [Cap. II – A sociedade burocrática de consumo dirigido, p. 77-108].

Aula 3. 10.02.2023

Tema: As múltiplas escalas da cotidianidade: uma simbiose homem-máquina.
Síntese da aula: Nesta aula vamos demonstrar as diferenciações e articulações sobre as múltiplas escalas da cotidianidade. Isso será realizado demonstrando alguns exemplos de diferentes temporalidades históricas e localizações geográficas, como o homem foi se metamorfoseando com as transformações técnicas e tecnológicas, alterando assim a sua cotidianidade.

Bibliografia básica:
HARVEY, David. Espaços de esperança. 3º ed. São Paulo: Loyola, [2000] 2009. [Cap. 6. O corpo como estratégia de acumulação]
ALVES, Glória da Anunciação. O dia em que a terra parou. In: CARLOS, Ana Fani Alessandri (Org.). COVID-19 e a crise urbana. São Paulo: FFLCH/USP, 2020. Disponível em: https://geografia.fflch.usp.br/sites/geografia.fflch.usp.br/files/Covid…. Acesso: 03.11.2022.

Bibliografia complementar:
WIENER, Norbert. Cibernética e sociedade: o uso humano de seres humanos. 2ª ed. São Paulo: Cultriz, [1950] 1954.
LEFEBVRE, Henri. Posição contra os tecnocratas. São Paulo: Editora documentos, [1967] 1969. [Cap. I Tecnicidade e quotidianidade - fragmentos de um manifesto do possível. Alínea: 3. Vida quotidiana e diversidade].

Programa

Aula 1 – A aula de Geografia Física e os Professores de Educação Básica da escola pública;
- Oportunidades tecnológicas e o uso da geoludicidade como forma de ensino aprendizagem;

Aula 2 - Estratégias didáticas inclusivas e o seu uso na sala de aula;
- As Fontes e transportes hidrodinâmicos;
- Os estudos Costeiros;

Aula 3 - Proposta de atividade realizada pelos cursistas (Avaliação Final).

Bibliografia

BARBOSA, Alvodano Dantas. Espaço escolar: rupturas e permanências na disciplina de história.https://repositorio.unesp.br/handle/11449/157360#:~:text=Barbosa%2C%20A…. Acesso: 09/06/23.

BENJAMIN, W. Pequena história da fotografia. In: Obras Escolhidas, v. I. (Trad. Sérgio Paulo Rouanet). São Paulo: Brasiliense, 1985, p. 91-107.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.

KOSSOY, B. Realidades e ficções na trama fotográfica. São Paulo: Ateliê Editorial, 1999. p.149

LOIZOS, Peter. Vídeo, filme e fotografias como documentos de pesquisa. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. In: BAUER, Martins W. e GASKELL, George (Org.) Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som. São Paulo: Editora Vozes, 2008, p.137- 160

RAMOS, M. G. S. A importância dos recursos didáticos para o ensino da geografia no ensino fundamental nas séries finais. Monografia (Licenciatura), Universidade de Brasília, Departamento de Geografia - Santa Maria - DF, 2012.

TEIXEIRA, W. et al. Decifrando a Terra. Oficina de Textos 2000, 2ª Reimpressão, São Paulo, 2003.

Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado de São Paulo. Currículo Paulista. São Paulo: SEE- SP/UNDIME-SP, 2019.

https://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/o-ludico-na… Acesso:24/05/23.

https://brasilescola.uol.com.br/historia Acesso:10/06/23.

Programa

Aula 1. Introdução: A partir de uma leitura crítica da obra "Frankenstein", de Mary Shelley, a aula terá como objetivo introduzir o aluno no gênero Ficção Científica e suas aproximações com a questão da Inteligência Artificial. Também serão apresentados os livros a serem debatidos nas aulas subsequentes.

Aula 2. “Eu, Robô”, de Isaac Asimov: análise visando um debate sobre o robô e a inteligência artificial como retratados na Ficção Científica, de forma a investigar as suas possíveis implicações para as relações sociais e para o entendimento sobre a consciência humana.

Aula 3. “Os Androides sonham com ovelhas elétricas?”, de Philip K. Dick: o debate sobre os limites entre o humano e o artificial, considerando como aspecto relevante da consciência não apenas a racionalidade, mas também a empatia.

Aula 4. “Neuromancer”, de William Gibson: ênfase na discussão sobre as realidades virtuais no contexto de ascensão da internet e as transformações das imagens de inteligências artificiais entre o fim do século XX e o século XXI.

BIBLIOGRAFIA

LITERÁRIAS
ASIMOV, Isaac. "Eu, robô". São Paulo: Aleph, 2014.
DICK, Philip K. "Androides sonham com ovelhas elétricas?" São Paulo: Aleph, 2015.
GIBSON, William. "Neuromancer". São Paulo: Aleph, 2016.
SHELLEY, Mary. "Frankenstein, ou o Prometeu moderno". São Paulo: Editora Landmark, 2016. (edição bilíngue)
TEÓRICAS
COULDRY, Nick; MEJIAS, Ulises A. "The Costs of Connection: How Data Is Colonizing Human Life and Appropriating It for Capitalism". Redwood City: Stanford University Press, 2019.
DOCTOROW, Cory. "Science Fiction is a Luddite Literature". Locus, Oakland, n. 732, jan. 2022. Disponível em: https://locusmag.com/2022/01/cory-doctorow-science-fiction-is-a-luddite…. Acesso em 24/10/2024.
DOUGHERTY, Stephen. "The Dangerous Rays of the Future: Democracy, Media, Science Fiction". Science Fiction Studies, Vol. 40, No. 3 (November 2013). Greencastle: DePauw University, 2013.
FREEDMAN, Carl. "Critical Theory and Science Fiction". Middletown, Connecticut: Wesleyan University Press, 2000.
JAMESON, F. "Archaeologies of the future: the desire called Utopia and other science fictions". New York: Verso, 2005.
JAMES, Edward; MENDLESOHN, Farah. "The Cambridge Companion to Science Fiction". Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
KERMAN, Judith B. "Retrofitting Blade runner: issues in Ridley Scott's 'Blade runner' and Philip K. Dick's 'Do androids dream of electric sheep?'" Bowling Green (Ohio): Bowling Green State University Popular Press, 1991.
MCCUTCHEON, Mark. "The Medium Is the Monster: Canadian Adaptations of Frankenstein and the Discourse of Technology". Athabasca: Athabasca University Press, 2018.
MOROZOV, Evgeny. Big Tech: "A ascensão dos dados e a morte da política". São Paulo: Editora Ubu, 2018.
MOYLAN, Tom. (Ed. BACCOLINI, Raffaella). "Demand the impossible: science fiction and the utopian imagination". Bern: Peter Lang, 2014.
ROBERTS, Adam. "A verdadeira História da Ficção Científica: do preconceito à conquista das massas". São Paulo: Seoman, 2018.

Programa

Primeira parte:
- Panorama histórico e contextualização: Habilidades para o século XXI (Relatório da Unesco) e as habilidades e competências socioemocionais na Educação.
- A afetividade no ambiente de ensino-aprendizagem
- Teorias do ensino de línguas e afetividade

Segunda parte:
- Aspectos socioemocionais em diferentes disciplinas
- Aspectos socioemocionais no ensino-aprendizagem de Italiano
- Materiais didáticos e didatizados em italiano

Referências bibliográficas:
ARNOLD, J. “La dimensión afectiva en el aprendizaje de ELE1”. In: CVC Cervantes, publicaciones. Sevilla: 2015. Disponível em:
https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/publicaciones_centros…
BALBONI, P. "Il ruolo delle emozioni di studente e insegnante nel processo di apprendimento e insegnamento linguistico.". In: EL.LE - Educazione Linguistica. Language Education (Università Ca’ Foscari), vol. 2, nº1; Venezia: 2013. Disponível em: https://edizionicafoscari.unive.it/media/pdf/article/elle/ 2013/1/art-10.14277-2280-6792-1063.pdf
CAVALCANTI, C.C. Aprendizagem socioemocional com metodologias ativas: um guia para educadores. São Paulo: SaraivaUni, 2023.
DAMÁSIO, A. R. O erro de Descartes - emoção, razão e cérebro humano. São Paulo: Companhia da Letras, 2012.
DELORS, J. et al. Educação: um tesouro a descobrir: relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 1998.
GOLEMAN, D. Inteligência Emocional. 82. ed. Tradução: Marcos Santarrita. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.
FREDDI, E. “Disturbi emotivi e socio-relazionali. Una prospettiva glottodidattica umanistica”. In: EL.LE - Educazione Linguistica. Language Education (Università Ca’ Foscari); vol. 1, nº3; Venezia: 2013. Disponível em: https://edizionicafoscari.unive.it/media/pdf/article/elle/2012/3/art-10…
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2004
KRASHEN, S. Principles and Practice in Second Language Acquisition. Oxford: Pergamon Press Inc, 1982

Programa

Neste curso de língua galega continuar-se-á com a análise dos principais elementos constitutivos do sistema linguístico galego: prosódia, morfologia, sintaxe, léxico e questões sociolinguísticas e culturais. Dado que o galego e o português são muito inteligíveis, o aluno não encontrará dificuldades na aprendizagem da língua e por isso o
curso será ministrado integramente em língua galega. Como o nível é intermédio será necessário um conhecimento prévio da língua. O curso faz referência às diferentes competências da língua:

- expressão oral: resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
-compreensão escrita: compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções simples relacionadas com situações habituais e previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral: compreensão de expressões e vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega como a mitologia, as tradições, os símbolos, os principais autores, a relação Galícia-Brasil).
- dimensão metafórica: saber falar em modo simbólico e indireto mediante metáforas e metonímias.

O professor fornecerá ao aluno muitas ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e para que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será entregado muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos.

Os conteúdos gramaticais incluem: o grupo nominal, os pronomes, a colocação dos pronomes átonos, os acentos, os principais tempos verbais (pretérito, imperfecto, condicional) e perífrases verbais.

As seguintes referências bibliográficas incluem os textos que o professor fará chegar aos alunos virtualmente. De cada obra serão selecionados os fragmentos mais pertinentes e nunca a obra inteira.

Recursos didáticos:
Livro de texto didático
Lingua e Literatura I, 2005, Rodeira-grupo edebé.
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 4. Xunta de Galicia. https://www.lingua.gal/celga-4/aula-de-galego/alumnado
Gramáticas e manuais de estilo
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega. Baía Edicións.
Livros de leitura
Prado, Tucho; Prado, Miguelanxo. 2007. O xabaril branco. Biblos Clube De Lectores
Tabuyo Romero, Domingo M. 1998. Balsaín blues. Espiral Maior.
Quadrinhos
Alves, Abel; Tolj, Esteban. 2018. A tumba de Breogán. Demo.
Prado, Miguelanxo. 2012. Ardalén. Norma Editorial.
Prado, Migueanxo. 2020. O pacto do letargo. Retranca Edicións.
Ensaios sobre cultura
Barreiro Fernandez, Xosé Ramón. 2007. Os símbolos de Galicia. Consello Cultura Galega.
Cuba, Xohán R.; Reigosa, Antonio; Miranda, Xosé. 2007. Dicionario dos seres míticos galegos. Xerais.
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Reigosa, Antonio. 2015. Galicia Encantada: O país das mil e unha fantasías. Xerais.

Programa

AULA 01:
Teoria do Espaço e História da Paisagem
“Poética e Filosofia da Paisagem”, Michel Collot
Origens da Paisagem
A Paisagem Romântica
Naturalismo e Impressionismo
Baudelaire e a flanerie

Cesário Verde
Apresentação biográfica (1855-1886)
Recepção. Primeira e segunda crítica (1870s a 1940s, 1950s e 1960s)
Críticos: Teófilo Braga, Fialho de Almeida, Joel Serrão, David-Mourão-Ferreira
A Paisagem dos Poemas de Imaturidade
Textos: “Heroísmos”, “Desastre”, “Esplêndida”

AULA 02:
Cesário Verde (Continuação)
Terceira crítica (1970s a 90s)
Críticos: Helena Buescu, Helder Macedo, Eduardo Lourenço
A Paisagem Urbana dos Poemas de Maturidade
Textos: “Num Bairro Moderno”, “Cristalizações”
Paisagem e Memória: Poemas Finais
Textos: “O Sentimento dum Ocidental” e “Nós”

O pós-Cesário: poetas variados
Fernando Pessoa (“O Guardador de Rebanhos”, III)
João Cabral de Melo Neto (“Serial”)
Sophia de Mello Breyner Andresen (“Cesário Verde”)

AULA 03:
Coordenadas estéticas do século XX: Modernismo
“Estrutura da Lírica Moderna”
“O Pintor da Vida Moderna”
em Portugal: Geração de Orfeu

Sophia de Mello Breyner Andresen
Apresentação biográfica (1919-2004)
Poemas do Livro “Geografia”

AULA 04:
Sophia de Mello Breyner Andresen (Continuação)
Poemas do Livro “Geografia”

Discussão do Filme “Retrato de uma Jovem em Chamas”, dirigido por Céline Sciamma.

Discussão do Filme “Retrato de uma Jovem em Chamas”, dirigido por Céline Sciamma.

Bibliografia Sugerida:
ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner. Obra Poética. Rio de Janeiro: Tinta-da-China Brasil (2018).
BAUDELAIRE, Charles. “O Pintor da Vida Moderna”. In: Charles Baudelaire. Poesia e Prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar (1995). pp. 851-881.
BOSI, Alfredo. O ser e o tempo da poesia. 6a. ed. São Paulo: Companhia das Letras (2000).
BUESCU, Helena Carvalhão. Chiaroscuro. Modernidade e Literatura. Porto: Campo das Letras - Editores S.A. (2001).
COLLOT, Michel. Poética e Filosofia da Paisagem. Tradução de Ida Alves [et al]. 1. Ed. Rio de Janeiro: Editora Oficina Raquel (2013).
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna: da metade do século XIX a meados do século XX. Livraria Duas Cidades (1978).
LOPES, Óscar e SARAIVA, António José. História da Literatura Portuguesa. 7ª edição. Santos: Livraria Martins Fontes (1973).
MANFRINI, Bianca Ribeiro. A Mulher e a Cidade: Imagens da Modernidade Brasileira em Quatro Escritoras Paulistas. São Paulo: Fapesp/Edusp (2011).
MITCHELL, W. J. T. (org). Landscape and Power. 2. ed. Chicago: University of Chicago Press (2002).
MULVEY, Laura. Afterimages: on cinema, women and changing times. Londres: Reaktion Books (2019).
POUND, Ezra. ABC da Literatura. Tradução de Augusto de Campos e José Paulo Paes. São Paulo: Cultrix (1970).
SCHAMA, Simon. Landscape and Memory. New York: Vintage Books (1995).
WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade na história e na literatura. Tradução de Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras (1989).
VERDE, Cesário. Poemas Reunidos. Introdução, estabelecimento do texto e notas de Mario Higa. Cotia: Ateliê Editorial (2010).

Programa

Aula 1: O nascimento de um ator genial e seu desenvolvimento dentro do contexto do teatro russo do século XX
Esta aula abordará a biografia de Mikhail Tchékhov e o início de sua trajetória artística dentro da Rússia, bem como seu trabalho
no Segundo TAM. A aula também apresenta a filosofia prática denominada de antroposofia e sua influência na vida de M.
Tchékhov.

Aula 2: Mikhail Tchékhov na Europa – Pedagogo e Diretor
A aula trata da trajetória do ator russo no período de sua emigração para a Alemanha, passando por Paris, Lituânia e Inglaterra.
Apresentará, além do histórico, alguns dos conceitos da técnica tchekhoviana desenvolvidos no período.

Aula 3: Chegando aos EUA: trabalho em Hollywood
A última aula apresenta a parte final da vida do ator, seu amadurecimento pedagógico e sua carreira em filmes americanos.
Também se comentará sobre a evolução dos conceitos dentro de sua psicotécnica artística.

Bibliografia

CHEKHOV, Michael. Para o ator. São Paulo, Martins Fontes, 2019.
CHEKHOV, Michael. Lessons for Teachers of his Acting Technique. Transcribed by Deirdre Hurst du Prey. Dovehouse Editions
Inc. Ottawa, Canada, 2000.
CHÉJOV. Mijaíl. A. El caminho del actor / Vida y encuentros. Traduccíon y notas de Bibichrifa Jakimziánova y Jorge Saura.
Ediciones ALBA, Barcelona, Espanha, 2016.
GONZÁLEZ PUCHE, Alejandro. ZHENGHONG, Ma (Compilação e Tradução). 16 lecciones y otros materiales. Cali, Universidad
del Valle, 2017.
MALAEV-BABEL, Andrei. Yevgeny Vakhtangov: A critical portrait. New York, Routledge, 2013.
MAROWITZ, Charles. The Other Chekhov: A biography of Michael Chekhov, the Legendary Actor, Director and Theorist. Applause
Theatre & Cinema Books, New York, 2004.
MERINO, Daniela Simone Terehoff. Mestre de Teatro, Mestre de Vida – Leopold Sulerjítski e sua busca artística e pedagógica.
Dissertação (Mestrado em Letras). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.
SCANDOLARA, Camilo. Os estúdios do Teatro de Arte de Moscou e a formação da pedagogia teatral no século XX. 2006. 218 f.
Dissertação (Mestrado em Artes) – Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Artes. Campinas, 2006.
STEINER, Rudolf. Teosofia – Introdução ao conhecimento supra-sensível do mundo e do destino humano. São Paulo, Editora
Antroposófica, 2004.
STEINER, Rudolf. Matéria, forma e essência – o caminho cognitivo da Filosofia à Antroposofia. São Paulo, Editora Antroposófica,
1999.
STEINER, Rudolf. A filosofia da Liberdade. Elementos de uma cosmovisão moderna. São Paulo, Editora Antroposófica, 1988.
STEINER, Rudolf. Arte e estética segundo Goethe. Goethe como inaugurador de uma estética nova. São Paulo, Editora Antropo-
sófica, 2012.
TCHERKÁSSKI, Serguei. Stanislávski e o yoga. São Paulo, É Realizações, 2019.

Programa

Aula 1: Judeus no Brasil: contextualização histórica

Aula 2: Judeus em São Paulo: contextualização histórica e territorialização

Aula 3: Preservação institucional da memória judaica em São Paulo: Casa do Povo, Memorial da Imigração Judaica e do Holocausto, Museu Judaico de São Paulo

Aula 4: Três experiências adicionais no campo da memória judaica brasileira



Bibliografia:


BENCHIMOL, S. Eretz Amazônia: os judeus na Amazônia. Manaus: Comitê Israelita do Amazonas, 1998.
BIALSKI, A. A. Museu Judaico de São Paulo: a criação de um diálogo entre comunidade e sociedade. 2021. Dissertação (Mestrado em Letras Estrangeiras e Tradução) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2021.
______. Memorial do Holocausto: um estudo dos públicos escolar e espontâneo. 2022. Monografia (Especialização em Museologia, Cultura e Educação) – Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2022.
BLAY, E. A. O Brasil como destino: raízes da imigração judaica contemporânea para São Paulo. São Paulo: Editora Unesp, 2013.
CARNEIRO, M. L. T. (Org.). Recordações dos Primórdios da Imigração Judaica em S. Paulo. São Paulo: Maayanot, 2013.
DECOL, R. Imigrações urbanas para o Brasil: o caso dos judeus. 1999. Tese (Doutorado em Sociologia) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1999.
FALBEL, N. Judeus no Brasil: estudos e notas. São Paulo: Humanitas; Edusp, 2008.
FAUSTO, B. (Org.). Fazer a América. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1999.
FREIDENSON, M. L.; BECKER, G. (Org.). Passagem para a América: relatos da imigração judaica em São Paulo. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2003.
FREIDENSON, M. L. (Org.). Carta de chamada: relatos da imigração judaica em São Paulo de 1930 a 1942. São Paulo: Annablume, 2014.
GRINBERG, K. (Org.). Os judeus no Brasil: inquisição, imigração e identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
LESSER, J. A negociação da identidade nacional: imigrantes, minorias e a luta pela etnicidade no Brasil. São Paulo: Editora UNESP, 2001.
LEWIN, H. Da Colônia à República: judeus construindo sua identidade brasileira. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2019.
MILGRAM, A.; KOIFMAN, F.; FALBEL, A. (Org.). Judeus no Brasil: história e historiografia. São Paulo: Garamond, 2021.
MIZRAHI, R. Imigrantes judeus do Oriente Médio: São Paulo e Rio de Janeiro. Cotia: Ateliê Editorial, 2003.
PÓVOA, C. A. A territorialização dos judeus na cidade de São Paulo. São Paulo: Humanitas, 2010.
RIBEMBOIM, J. História dos judeus em Pernambuco. Recife: Cepe, 2023.
VALADARES, P.; FAIGUENBOIM, G.; ANDREAS, N. Os primeiros judeus de São Paulo: uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana. Rio de Janeiro: Fraiha, 2009.
VELTMAN, H. B. A História dos Judeus em São Paulo. Rio de Janeiro: Instituto Arnaldo Niskier, 1994.
WIZNITZER, A. Os judeus no Brasil Colonial. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1960.
WOLFF, E.; WOLFF, F. Guia histórico da comunidade judaica de São Paulo. São Paulo: Editora B’nei B’rith, 1988.
ZITUNE, G. Beirute, Mooca, panelas e amor. São Paulo: Oficina de Conteúdo, 2017.

 

Programa

AULA 1 (21/07) - O que é a política do confronto político? Como estudar as rupturas políticas?

Existe política para além das instituições. As pessoas vão às ruas, praças e outros espaços para exibir suas demandas políticas. Em algumas circunstâncias, grupos resolvem atuar por meio de manifestações como marchas e petições. Em outros momentos, grupos e pessoas optam por formas violentas de levar a cabo seus interesses. Qual o cálculo dos atores para o uso dessas táticas e performances de expressão política? Quais circunstâncias favorecem certos modelos de ação política? Quando determinadas táticas e performances se impõem arena política pública? A aula introduzirá o aluno nos principais conceitos e estratégias metodológicas aplicadas a uma variedade de questões e casos como movimentos sociais, guerrilhas e associativismo. Nesta aula o aluno tomará contato com os seguintes conceitos:
● Confronto Político - Ação Coletiva, Conflito e Estado
● Mecanismos e Processos
● Oportunidades Políticas
● Estruturas de Mobilização e Formas Organizacionais
● Enquadramentos Interpretativos
● Repertórios de Confronto

Leitura Básica
MCADAM, Doug; TARROW, Sidney; TILLY, Charles. Para mapear o confronto político. Lua Nova: revista de cultura e política, n. 76, p. 11-48, 2009.

Leitura Complementar
ALONSO, Angela. A POLÍTICA DAS RUAS: Protestos em São Paulo de Dilma a Temer. Novos Estudos, p. 49, 2017.
SOUZA, Rafael de. Cenários de protesto: Mobilização e espacialidade no ciclo de confronto de junho de 2013. 2018. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo.


AULA 2 (22/07) - Conjunturas fluidas e a formação de frentes políticas

O mundo político contemporâneo é fortemente marcado pela participação de atores diversos e grupos identitários. Há, no entanto, conjunturas em que vários desses atores políticos se agrupam na formação de blocos que visam a coordenar e fortalecer as ações em uma mesma frente de disputa. Esta aula trata de analisar semelhantes conjunturas a partir da recente experiência de formação do bloco de direita nomeado Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos. A reflexão engloba temáticas como: conjunturas fluidas; tempo e espaço social; formação de grupos e identidades políticas; polarização e radicalização do confronto; processos de conversão, defecção e metamorfose de atores políticos; confronto político em sociedades democráticas.

Leitura Básica
ALONSO, Angela. "A política das Ruas: Protestos em São Paulo de Dilma a Temer 1." Novos Estudos (2017): 49.
DOBRY, Michel. Sociologia das Crises Políticas, S.P., Editora Unesp, 2015, prefácio (1-24); cap 4 e 5 (p 105-134).

Material Multimídia a ser utilizado em aula
TV FOLHA. “Queda de Dilma é o que une grupos à frente de manifestações” (07:09 minutos)
Link: https://www.youtube.com/watch?v=PDgogEAb_Gg ;


AULA 3 (23/07) - A relação entre Estado e movimentos sociais: O caso do ativismo intervencionista

A relação entre Estado e movimentos sociais é amplamente abordada na literatura sociológica. Nessa aula, abordaremos a compreensão desenvolvida nos marcos da Teoria do Confronto Político. O que são movimentos sociais? Qual sua relação com o Estado? Como se apresentam os movimentos sociais contemporaneamente? Essas são as perguntas que guiarão este encontro. Como estudo de caso, será apresentado o caso do ativismo intervencionista, isto é, daqueles que defendem a intervenção militar no governo federal no Brasil contemporâneo.

Leitura Básica
TILLY, C.. Os movimentos sociais como política In Revista Brasileira de Ciência Política, no.3, Brasília, janeiro-julho, 2010, pp.133-160, 2009.

Leitura Complementar
ALONSO, Angela. Teorias dos movimentos sociais: balanço do debate. Lua Nova, 2009, no. 75. 2009. Alvarez, Sonia E.; Dagnino; Evelina; Escobar, Arturo (Orgs.).

Material Multimídia a ser utilizado em aula
Intervenção Militar com Bolsonaro no poder (04:41 minutos)
Link: https://www.youtube.com/watch?v=XAutVaqTtss&feature=youtu.be


AULA 4 (27/07) - Enquadramentos Interpretativos e a politização da sexualidade e da reprodução

A politização de temas em torno da sexualidade e da reprodução humana é um fenômeno político do século XX. Com o invento de métodos anticonceptivos, elemento central que desencadeou a Revolução Sexual dos anos 1960, sexualidade/erotismo e reprodução/fertilidade passaram a ser enquadrados como termos distintos e autônomos. Como parte desse fenômeno, as noções de família, sexualidade, reprodução e gênero passaram a ser disputadas no campo político por diferentes atores sociais.
Esta aula tem como objetivo introduzir os alunos no campo dos estudos sobre mobilizações da sexualidade e da reprodução humana, a partir do enfoque dos enquadramentos interpretativos de mobilizações e contramobilizações em torno dos temas aborto e prostituição no contexto brasileiro.

Leitura Básica
TARROW, Sidney. Interpretando o confronto. In Poder em movimento: Movimentos sociais e confronto político. Ed. Vozes. 2009.

Leitura Complementar
FACCHINI, Regina; SIMÕES, Júlio. Na trilha do arco-íris: do movimento homossexual ao LGBT. São Paulo: Perseu Abramo, 2009.
HALFMANN, Drew; YOUNG, Michael. War pictures: the grotesque as a mobilizing tactic. Mobilization: An International Journal, v.15, n.1, p.01-24, 2010.
JOHNSTON, Hank; OLIVER, Pamela. What a good idea! Ideologies and frames in social movement research. Mobilization: An International Journal, n.4, v.1, 2000, p. 37-54.
REZENDE, Patricia. Reinterpretando corpo, gênero e sexualidade: uma perspectiva da ação coletiva do movimento brasileiro de prostitutas. Revista Enfoques, v.15, p. 126-146, dez 2016.
REZENDE, Patricia. Eleições 2006: mobilização e contramobilização em torno do aborto no ciclo eleitoral. In: III Seminário Mídia, Política e Eleições, 2016: São Paulo. Os trabalhos do III Seminário MPE (2016), 2016. v.3.

Material Multimídia a ser utilizado em aula
Política e prostituição no Brasil (04:48 minutos)
Link: https://www.youtube.com/watch?v=VTaJ4rD6QYk

Gabriela Leite: História do Movimento de Prostitutas (06:06 minutos)
Link: https://www.youtube.com/watch?v=sISSYTGViJc

Band Entrevista com Lia Zanotta e Lenise Garcia- Bloco 1, 2 e 3 (27:07 minutos)
Link: https://www.youtube.com/watch?v=KdHGWkMngpk
Link: https://www.youtube.com/watch?v=FnYqmPA3XM4
Link: https://www.youtube.com/watch?v=laaV-zXXl28


AULA 5 (28/07) - Trajetórias de ativistas: mobilização, recrutamento e participação

Uma das questões centrais da Sociologia Política é explicar por que algumas pessoas, e não outras, se engajam em ações contenciosas, sejam estas protestos ou movimentos armados. Indo mais além, é possível refletir também sobre a variação nas experiências de participação dentro de um movimento. Nesta aula serão apresentados alguns dos principais conceitos e esquemas teóricos e metodológicos para estudar a participação e engajamento de ativistas. O objetivo é discutir a relação entre motivações para o engajamento, oportunidades e ameaças políticas e biografias dos indivíduos, com enfoque para a interação entre biografia, laços sociais e contexto situacional. Partindo de trabalhos empíricos e discussões sobre trabalho de campo, a aula procurará construir competências para a realização de análises de trajetórias de ativistas. Os temas que serão trabalhados em aula concentram-se em torno de conceitos como custo e risco, disponibilidade biográfica, socialização e histórico de ativismo, recrutamento, participação diferencial, e afinidade atitudinal.
Nessa aula também será realizado um fechamento do curso, tendo duração mais longa que as demais.

Leitura Básica
ALONSO, Angela. Métodos qualitativos de pesquisa: uma introdução. São Paulo: Sesc São Paulo/CEBRAP, 2016.
SALGADO, Maria Mercedes. Perfil e recrutamento das (os) ativistas da Frente Sandinista. In: SALGADO, Maria Mercedes. Recrutamento em movimentos de alto risco: o caso da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua. Dissertação (Mestrado em Sociologia). São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2016

Leitura Complementar
AUYERO, Javier. Appendix: On fieldwork, theory, and the question of biography. In: AUYERO, Javier. Contentious Lives: Two Argentine Women, Two Protests, and the Quest for Recognition. Durham: Duke University Press, 2003.
VITERNA, Jocelyn. Pulled, pushed and persuaded. Explaining women’s mobilization into the Salvadoran guerrilla army. American Journal of Sociology, v. 112, n. 1, p. 1-45, 2006.


VI. BIBLIOGRAFIA COMPLETA

ALONSO, Angela. Teorias dos movimentos sociais: balanço do debate. Lua Nova, 2009, no. 75. 2009. Alvarez, Sonia E.; Dagnino; Evelina; Escobar, Arturo (Orgs.).
_____.Métodos qualitativos de pesquisa: uma introdução. São Paulo: Sesc São Paulo/CEBRAP, 2016.
_____. A política das ruas: Protestos em São Paulo de Dilma a Temer. Novos Estudos, p. 49, 2017.
AUYERO, Javier. Appendix: On fieldwork, theory, and the question of biography. In: AUYERO, Javier. Contentious Lives: Two Argentine Women, Two Protests, and the Quest for Recognition. Durham: Duke University Press, 2003
DOBRY, Michel. Sociologia das Crises Políticas, S.P., Editora Unesp, 2015.
FACCHINI, Regina; SIMÕES, Júlio. Na trilha do arco-íris: do movimento homossexual ao LGBT. São Paulo: Perseu Abramo, 2009.
HALFMANN, Drew; YOUNG, Michael. War pictures: the grotesque as a mobilizing tactic. Mobilization: An International Journal, v.15, n.1, p.01-24, 2010.
JOHNSTON, Hank; OLIVER, Pamela. What a good idea! Ideologies and frames in social movement research. Mobilization: An International Journal, n.4, v.1, 2000, p. 37-54.
MCADAM, Doug; TARROW, Sidney; TILLY, Charles. Para mapear o confronto político. Lua Nova: revista de cultura e política, n. 76, p. 11-48, 2009.
REZENDE, Patricia. Reinterpretando corpo, gênero e sexualidade: uma perspectiva da ação coletiva do movimento brasileiro de prostitutas. Revista Enfoques, v.15, p. 126-146, dez 2016.
_____. Eleições 2006: mobilização e contramobilização em torno do aborto no ciclo eleitoral. In: III Seminário Mídia, Política e Eleições, 2016: São Paulo. Os trabalhos do III Seminário MPE (2016), 2016. v.3.
SALGADO, Maria Mercedes. Perfil e recrutamento das (os) ativistas da Frente Sandinista. In: SALGADO, Maria Mercedes. Recrutamento em movimentos de alto risco: o caso da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua. Dissertação (Mestrado em Sociologia). São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2016
SOUZA, Rafael de. Cenários de protesto: Mobilização e espacialidade no ciclo de confronto de junho de 2013. 2018. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo.
TARROW, Sidney. Interpretando o confronto. In Poder em movimento: Movimentos sociais e confronto político. Ed. Vozes. 2009.
TILLY, C.. Os movimentos sociais como política. Revista Brasileira de Ciência Política, no.3, Brasília, janeiro-julho, 2010, pp.133-160, 2009.
VITERNA, Jocelyn. Pulled, pushed and persuaded. Explaining women’s mobilization into the Salvadoran guerrilla army. American Journal of Sociology, v. 112, n. 1, p. 1-45, 2006.