Programa

Objetivos:
1) discutir alguns pressupostos do pensamento político de direita.
2) Utilizar de maneira articulada eventos históricos significativos para o pensamento de direita com alguns dos seus mais destacados teóricos.
3) E com isso pretendemos, introdutoriamente, dotar aos alunos, de instrumentais intelectuais, cognitivos e pedagógicos para estudar (com maior profundidade), compreender e refletir sobre o pensamento de direita que hoje ganha projeção política e cultura inegável.
Ementa: Quer com o curso capacitar da perspectiva crítica os interessados sobre o que é o conservadorismo, as ideias de direita e suas implicações políticas. Pois muito se fala e discute a questão, mas pouco se compreende a logica interna e o sentido político do conservadorismo (do liberalismo) e das ideias de direita.

Metodologia das Aulas: Expositiva via Online (Remoto).
Plataforma Utilizada: GOOGLE MEET
Tópicos do Curso/Parte-I
1) Surgimento do Conservadorismo Moderno (Aula 1 e 2)
- Burke e a revolução francesa;
- Defesa da tradição, dos costumes e a recusa das ideias abstratas (intelectuais, filósofos e escritores);
- Conceito de conservador;

2) Desenvolvimento do Conservadorismo e da Direita no Século XX (Aula 3 e 4)
- As ideais do pensamento político de direita;
- Conservadorismo, liberalismo e o ódio à democracia;

Tópicos do Curso/Parte-II
3) Fascismo histórico e Fascismo sociológico (Aula 5)
- A ofensiva contra os trabalhadores (e suas organizações);
- A personalidade autoritária;
4) Fascismo conceitual (Aula 6)
- Gestão neoliberal, neoconservadora e violência (Trump, Bolsonaro, Orban...);
- É possível um conceito de fascismo hoje?

Cronograma das Aulas:

Aula 1: dia (10/08)
Introdução ao Curso
a) Justificativa do curso: por que a crítica emancipatória deve estudar o pensamento conservador hoje?

Aula 2: dia (12/08)
Origens do Conservadorismo
b) Burke e a Revolução Francesa;
c) Defesa da “cultura” e das instituições como conceito de conservadorismo.

Aula 3: dia (17/08)
Nasce o Conservadorismo e a Direita Intransigente
d) O surgimento da democracia de massas e o surgimento do conservadorismo no século XX;
e) O importante conservadorismo alemão: Leo Strauss e Eric Voegelin - I.

Aula 4: dia (19/08)
A Persistência do Conservadorismo e da Direita Intransigente (os ingleses acompanham os alemães)
f) O importante conservadorismo alemão: Leo Strauss e Eric Voegelin - II;
g) Neoburkeanos: o ceticismo em Michael Oakeshott e Roger Scruton.

Aula 5: dia (24/08)
Conservadorismo e a Direita na História: o conceito de Fascismo
h) É preciso destruir as organizações dos subalternos;
i) Gramsci e o Fascismo;
j) Adorno e a personalidade autoritária.

Aula 6: (26/08)
Conceito de Fascismo
k) Debate contemporâneo: gestão neoliberal e governos de direita. É possível um conceito de fascismo hoje?

Bibliografia Básica do Curso

ADORNO, Theodor. Estudos sobre a Personalidade Autoritária. São Paulo. Unesp. 2020.
ALMEIDA, Ângela Mendes. A República de Weimar e a Ascensão do Nazismo. São Paulo. Brasiliense, 1990.
ANDERSON, Perry. A Direita Intransigente no Fim do Século. In Afinidades Seletivas. São Paulo. Boitempo, 2002.
______________ Ideias a Ação Política na Mudança Histórica. Revista Margem Esquerda, nº 1, 2003*.
BEAUVOIR, Simone. O Pensamento Político da Direita Hoje. São Paulo. Paz e Terra, 1972 [Há uma edição em espanhol disponível em PDF no Google]**.
Brown, Wendy. American Nightmare: Neoliberalism, Neoconservatism, and De-Democratization. Political Theory, V. 34, nº 6, 2006.
GERMINO, Dante. O Metaxo da Vida Humana em Eric Voegelin. In: CRESPIGNY, Anthony; MINOGUE, Kenneth R. Filosofia Política Contemporânea. Brasília. UNB, 1982.
MILLER, Eugene F. Leo Strauss a Recuperação da Filosofia Política. In: CRESPIGNY, Anthony; MINOGUE, Kenneth R. Filosofia Política Contemporânea. Brasília. UNB, 1982.
MINOGUE, Kenneth R. Oakeshott: o oceano ilimitado da política. In: CRESPIGNY, Anthony; MINOGUE, Kenneth R. Filosofia Política Contemporânea. Brasília. UNB, 1982.
SCHMITT, Carl. Teologia Política. Belo Horizonte. Del Rey, 2006.
SCRUTON, Roger. O Que é Conservadorismo? São Paulo. É Realizações, 2015.
HABERMAS, Jürgen. O Discurso Filosófico da Modernidade. São Paulo. Martins Fontes, 2002.
HOBSBAWN, Eric. A Revolução Mundial. In: A Era dos Extremos. São Paulo. Companhia das Letras, (Varias edições).
NISBET, Robert. O Conservadorismo. Lisboa. Estampa, 1987.
RILEY, Dylan. Enigmas of Fascism. New Left Review, nº 30, 2004.
ROCHA, Camila. Vários Artigos. Revistas Progressistas (Le Monde Diplomatique Brasil, Cult, Margem Esquerda).
RODRIGUES. Candido Moreira. Críticos da Revolução Francesa. Revista Brasileira de Ciência Política, nº 3, 2010.
RUDÉ, George. A Multidão na História: estudos dos movimentos populares na França e Inglaterra (1730-1848). Rio de Janeiro. Campus, 1991.
SOUZA, Jamerson Murillo Anunciação. Edmund Burke e a Gênese do Conservadorismo. Revista Serviço Social e Sociedade, nº 126, 2016.
TOGLIATTI, Palmiro. Lições Sobre o Fascismo. São Paulo. Temas de Ciências Humanas, 1978.
* Texto altamente recomendado para o curso.
** Texto altamente recomendado para o curso.

Programa

Para o desenvolvimento das habilidades comunicativas orais, trabalharemos:
- Estratégias de aprendizado de uma língua estrangeira;
- Estratégias de compreensão e produção escrita;
- Revisão de aspectos linguísticos em função das dificuldades dos alunos, como: passé composé, imparfait, plus-que-parfait, futur simple, présent, sistema de pronomes, adjetivos;
- Prática da fonética e pronúncia em francês.

Bibliografia Geral :
AVANZI, Audrey et al. Entre nous 3 – B2. Paris : Editions Maison des Langues, 2016.
ABRY, Dominique ; CHALARON, Marie-Laure. Grammaire des premiers temps A2-B1. Presses Universitaires de Grenoble, 2003.
BENAMAR, R. Stratégies d’aide à la production orale en FLE. Synergies, Algérie, nº8, 5-63, 2009.
CHAHI, Fatiha et al. Entre nous 2 – A2. Paris : Editions Maison des Langues, 2015.
DENIYER, Monique. Version Originale 2 – A2. Paris : Editions Maison des Langues, 2010.
GLOANEC, Audrey. Défi 3 – B1. Paris : Editions Maison des Langues, 2018.
GLOANEC, Audrey. Défi 3 – B2. Paris : Editions Maison des Langues, 2018.
MIQUEL, Claire. Grammaire en dialogues – Niveau Intermédiaire. Clé International, 2007.
PACTHOD, A. ROUX, Pierre-Yves. 80 fiches pour la production orale en fle. Paris : Didier, 1999, 95p.

Programa

Aula 1 - Os diários e as obras de juventude

BEAUVOIR, Simone de. Cahiers de Jeunesse. Paris: Gallimard. 2ª ed, 2008.
____________. Diary of a Philosophy Student - Vol I - 1926-27. University of Illinois. 1ª ed, 2006.
____________. Diary of a Philosophy Student - Vol II - 1928-29. University of Illinois. 1ª ed, 2019.
____________. Memórias de uma moça bem-comportada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 3ª ed, 2018.
____________. As inseparáveis. Trad. Ivone Benedetti. São Paulo: Record, 2021.
KIRKPATRICK, Kate. Becoming Beauvoir: A life. UK: Bloomsbury Academic. 1ª ed, 2019.


Aula 2 - Os clássicos e as obras de maturidade

BEAUVOIR, Simone de. A Convidada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 3ª ed, 2019.
____________. A força das coisas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 3ª ed, 2018.
____________. A força da idade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 3ª ed, 2018.
____________. O sangue dos outros. Trad. Heloysa de Lima Dantas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
____________. Todos os Homens são mortais. Trad. Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.

BAUER, Nancy. Simone de Beauvoir - Philosophy and Feminism. Columbia University Press 2001.


Aula 3 – Contos, balanço final

CARD, Claudia (Org). The Cambridge Companion to Simone de Beauvoir. Cambridge University Press, 2003.
BEAUVOIR, S. A mulher desiludida. Trad. Helena Silveira e Maryan A. Bom Barbosa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
____________. Tout compte fait [1972]. Paris: Gallimard, 1982.
____________. Balanço final. Trad. Rita Braga. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
____________. La cérémonie des adieux suivi de Entretiens avec Jean-Paul Sartre. Paris: Gallimard, 1981.
____________. A Cerimônia do Adeus. Trad. Rita Braga. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.
____________. “Uma existencialista observa os americanos”. In: DE BEAUVOIR, Simone. Brigitte Bardot e a síndrome de Lolita & outros ensaios. Trad. Magda Guadalupe dos Santos e Paulo Sartori. Belo Horizonte: Editoras associadas, 2018.

Programa

Aula 1 – 05 de fevereiro de 2024: Introdução e revisão dos principais tópicos tratados no curso “Introdução ao Latim da Vulgata”, ministrado no semestre passado, e que pode ser encontrado na íntegra através do link: https://www.youtube.com/playlist?list=PLnkq1VWpqlHNC3PTPGTR_U2eZG5Axp6pG

Aula 2 – 06 de fevereiro de 2024: 1. O particípio passado; 1.1. Morfologia; 1.2. Verbos mais comuns; 1.3. Declinação; 1.4. Sentido; 1.5. Ocorrências no ESI.

Aula 3 – 07 de fevereiro de 2024: 2. O particípio futuro; 2.1. Morfologia; 2.2. Verbos mais comuns; 2.3. Declinação; 2.4. Sentido; 2.5. Ocorrências no ESI.

Aula 4 – 08 de fevereiro de 2024: 3. Imperativo; 3.1. Desinências número-pessoais; 3.2. Imperativo presente ativo; 3.3. Imperativo presente passivo; 3.4. Imperativo presente depoente; 3.5 Texto de leitura; 3.6. Imperativo negativo; 3.7 Texto de leitura.

Aula 5 – 09 de fevereiro de 2024: 4. Pretérito mais-que-perfeito; 4.1. Conjugação; 4.2. Comparação com o pretérito imperfeito; 4.3. Uso do pretérito-mais-que-perfeito; 4.4. Conjugação do verbo esse no pretérito imperfeito e no mais-que-perfeito; 4.5. Voz passiva do pretérito mais-que-perfeito; 4.6. Textos de leitura.

Obs.: Cada aula terá a duração de 1 hora, totalizando 5 horas.

Bibliografia

AMARANTE, José. Latinitas: uma introdução à língua latina através dos textos. 2ª edição revista. Volume único: Fábulas mitológicas e esópicas, epigramas, elegias, poesia épica, odes. Salvador: EDUFBA,2018. https://www.latinitasbrasil.org/_files/ugd/0f7cc7_b887870852ec412883829…
BIBLIA SACRA VULGATA. 5th ed. Edited by Robert Weber. Stuttgart: German Bible Society, 2007.
CARDOSO, Zelia de Almeida. Iniciação ao latim. Série Princípios, vol. 172. São Paulo: Ed. Ática, 2009.
ERGE, Damião et alii. Ars Latina. Curso prático de língua latina. Nova edição reformulada e atualizada por Amós Coêlho da Silva e Airto Ceolin Montagner. Petrópolis: Vozes, 2012.
FARIA, Ernesto. Dicionário latino português. Rio de Janeiro: FAE, 1988. http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_act…
FREIRE, António. Gramática Latina. Braga: Apostolado da Imprensa, 1992.
GLARE, P. G. W. Oxford Latin Dictionary. Oxford: Oxford University Press, 1968.
GRIMAL, Pierre, et alii. Gramática latina. São Paulo: EDUSP, 1986.
MARTINS, Paulo. Literatura Latina. Curitiba: IESDE, 2009.
RAVIZZA, João. Gramática Latina. 14ª edição, acrescida de um compêndio da história da literatura latina. Niterói: Escola Industrial Dom Bosco, 1958.
TORRINHA, Francisco. Dicionário latino português. Porto: Gráficos Reunidos, 1994.
SARAIVA, Francisco Rodrigues dos Santos. Novissimo diccionario latino-portuguez. 7ª edição. Rio de Janeiro: Garnier, 1910. https://archive.org/details/F.rDosSantosSaraivaNoviss.Dic.LatinoPortugu…

Programa

Encontro 1 – Constelações: A poesia do pós-guerra alemão
Encontro 2 – A poética de Paul Celan
Encontro 3 – A poética de Ingeborg Bachmann
Encontro 4 – Correspondências: Bachmann e Celan em relação

Referências:
Bachmann, I. O tempo adiado e outros poemas. Tradução: Cláudia Cavalcanti. São Paulo: Editora Todavia, 2020.
Bachmann, I. Werke 1 – Gedichte, Hörspiele, Libretti, Übersetzung. München: Piper Verlag, 2021.
Bachmann, I.; Celan, P. Herzzeit: Ingeborg Bachmann – Paul Celan: Der Briefwechsel. Ed.: Badiou, B. et al. Frankfurt am Main: Suhrkamp Verlag, 2008.
Böschenstein, B.; Wiegel, S. (Org). Ingeborg Bachmann und Paul Celan Poetische Korrespondenzen. Frankfurt am Main: Suhrkamp Verlag, 2000.
Celan, P. Ar-reverso. Tradução: Guilherme Gontijo Flores. São Paulo: Editora 34, 2021.
Celan, P. A rosa de ninguém. Tradução: Mauricio Mendonça Cardozo. São Paulo: Editora 34, 2021.
Celan, P. Die Gedichte – Kommentierte Gesamtausgabe. Frankfurt am Main: Suhrkamp, 2017.

Programa

Aula 01: Homenagem, Plágio, Adaptação ou Apropriação: Como definir a intermidialidade?
Aula 02: Dazai Osamu e suas representações na Cultura Pop
Aula 03: Edogawa Ranpo e seu impacto no gênero thriller, investigativo e policial.
Aula 04: Natsume Sôseki, influências e reverberações atuais de suas obras.

Referências Bibliográficas:

ANSATSU KYÔSHITSU. Direção: KISHI Seiji. Estúdio: Lerche. 2015.
AOI BUNGAKU SERIES. Direção: MORIO Asaka. Estúdio: Madhouse. 2009.
BIBLIA KOSHODÔ NO JIKEN TECHÔ. Fuji TV, 2013. Série
BROTTMAN, M.; Bakhtin and Popular Culture. New Literary History. New Literary History 23(3):765,1993.<Disponível em:https://www.researchgate.net/publication/270309806_Bakhtin_and_Popular_… >
BROWN, C.S.; Music and Literature, A Comparison of the Arts. Athens: University of Georgia Press, 1948. <Disponível em: https://www.jstor.org/stable/1768393&gt;
BUNGOU STRAY DOGS. Direção: IGARASHI Takuya. Estúdio: Bones. 2016.
CARVALHAL, T. Intertextualidade: diálogos possíveis. 4ª ed. São Paulo: Ática, 2003.
CERVELLI, F. Ima Deshô: the Vacuum of Immediacy in Contemporary Japanese Literature and Popular Culture. Tese de Doutorado em Filosofia. Universidade de Oxford, 2017. <Disponível em: https://ora.ox.ac.uk/objects/uuid:521d5f5e-d34d-454a- b622 a0454783cf80 >
DAZAI, O. Joseito. In: Dazai Osamu tanpenshû . Edição: Shueisha Bunko. Tóquio: Shueisha, 2021. ISBN 978-4-08-751697-4.
______ Ningen shikkaku. Edição: Bungei Shunju. Tóquio: Bungeishunju, 2017. ISBN 978-4-16-790743-4.
_______ Hashire Merosu. In: Dazai Osamu tanpenshû. Edição: Shueisha Bunko. Tóquio: Shueisha, 2021. ISBN 978-4-08- 751697-4.
_______ Shayô. Edição: Shincho Bunko. Tóquio: Shinchosha, 2020. ISBN 978-4-10-101018-0.
EDOGAWA, R. Ranpo kessakusen. Edição: Kobunsha Bunko . Tóquio: Kobunsha, 2021. ISBN 978-4-334-79256-1.
FLÜLÖP, M. Culture Shock and the Birth of the Modern Japanese novel: Natsume Soseki In: Berg, W., Éigeartaigh, A. (eds)
Exploring Transculturalism. VS Verlag für Sozialwissenschaften. 2010 Disponível em:https://doi.org/10.1007/978-3-531- 92440-3_5 Acesso em: 19/10/2024
GEKKAN SHÔJO NOZAKI-KUN. Direção: YAMAZAKI Mitsue. Estúdio: Doga Kobo. 2014. Série
GINTAMA. Direção: TAKAMATSU, Shinji. Estúdio: Sunrise. 2006.
HOSHINO, Y. Bungô to Arukemisuto. Tóquio: Kadokawa, 2016.
HOWE, A. Murder Most Modern: Detective Fiction and Japanese Culture. Jefferson Vol. 27, Iss. 2, (Fall 2009): 113-115.
HUTCHEON, L. A Theory of Adaptation. New York: Routledge, 2006.
HYOUKA. Direção: TAKEMOTO, Yasuhiro. Estúdio: Kyoto Animation. 2012.
ISHIDA, S. Tôkyô kushû. Tóquio: Shueisha, 2011–2014. 14 vols.
KAWANA, K.K.; Ficção e realidade nas obras de Dazai Osamu. Estudos Japoneses, n. 33, p. 35-44, 2013. <Disponível em:https://doi.org/10.11606/issn.2447-7125.v0i33p35-44&gt;
KAWANA, S. Undercover agents of modernity: Sleuthing *city, colony, and body in Japanese detective fiction. University of Pennsylvania Dissertations & Theses,  2003. 3095898.
KUROTOKAGE. Fuji TV, 2015. Filme.
LOVE LIVE! SUNSHINE!! Direção: SAKAI, Kazuo. Estúdio: Sunrise. 2016. Série
MITSUI, T. et al; Popular Music Intercultural Interpretations. International Association for the Study of Popular Music and Kanazawa University Press. 1998.
NATSUME YÛJIN-CHÔ. Direção: OMORI, Takahiro. Estúdio: Brain's Base. 2008. Série
NATSUME SÔSEKI NO TSUMA. Direção: MIYAKE, Mitsuyuki. NHK. 2016. Série
NATSUME, S. Botchan. Edição: Iwanami Bunko. Tóquio: Iwanami Shoten, 2019. ISBN 978-4-00-310122-3.
____________. Kokoro. Edição: Shincho Bunko. Tóquio: Shinchosha, 2013. ISBN 978-4-10-101013-5.
___________. Wagahai wa neko de aru. Edição: Kadokawa Bunko. Tóquio: Kadokawa, 2020. 3 vols. ISBN 978-4-04-109101- 4.
NOMURA, M. Bungaku shôjo. Tóquio: Enterbrain, 2006. 8 vols.
OURAN HIGH SCHOOL HOST CLUB. Direção: IGARASHI Takuya. Estúdio: Bones. 2006.
RAMPO KITAN: GAME OF LAPLACE. Direção: KISHI, Seiji. Estúdio: Lerche. 2015.
SAKAMICHI NO APOLLON. Direção: WATANABE, Shinichirou. Estúdio: MAPPA. 2012.
SAYONARA ZETSUBÔ SENSEI. Direção: SHINBO, Akiyuki. Estúdio: Shaft. 2007.
SHILOH, I. Adaptation, Intertextuality, and the Endless Deferral of Meaning: Memento. M/C Journal, 10(2). 2007.
SHINREI TANTEI YAKUMO. Direção: YAMAMOTO Kiyoshi. Estúdio: Bee Train. 2010.
STEINBERG, M.; Anime’s Media Mix: Franchising Toys and Characters in Japan. Minneapolis, MN: University of Minnesota Press. 2012.
TRICKSTER. Direção: MUKAI, Masahiro. Estúdio: TMS Entertainment. 2016.
TSUKI GA KIREI. Direção: KISHI, Seiji. Estúdio: Feel. 2017.
YU, C.; Japanese Anime Idol Music in the Media Mix: A Case Study of the Love Live Idols. Dissertação de Mestrado em Música. Universidade da California, San Diego, 2021. <Disponível em: https://escholarship.org/uc/item/2m63z7dr&gt;

Programa

Aula 1: Apresentação do programa e discussão inicial sobre publicação de artigos
Aula 2: atividades práticas (Google acadêmico, Lattes, revistas)
Aula 3: Estrutura de um artigo acadêmico
Aula 4: Elaborar estrutura de um artigo

Bibliografia:
ADLER, M.; van DOREN, C. . Como ler livros. O guia clássico para a leitura inteligente. [Trad. Edwar H. Wolff, Pedro Sette-Câmara]. São Paulo: É realizações, 2010.
BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as ideias. Editora Ática, São Paulo. 2005.
BOEGLIN, Martha. Wissenschaftlich arbeiten Schritt für Schritt: gelassen und effektiv studieren. München: Wilhelm Fink Verlag, 2007.
DUDEN. Wie verfasst man wissenschaftlichen Arbeiten? [Ulrich Andermann, unter Mitw. v. Martin Dress u. Frank Grätz]. Mannheim, Leipzig, Wien, Zürich: Dudenverlag 2006.
ESSELBORN-KRUMBIGEL, Helga. von der Idee zum Text. Eine Anleitung zum wissenschaftlichen Schreiben. Ferdinand Schöningh, Zürich, 2004.
KOCH, Ingedore. Argumentação e Linguagem. Cortez Editora, São Paulo. 2011.
LOUSADA, Eliane. G.; MACHADO, Anna Rachel; ABREUTARDELLI, Lília Santos.Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005. v. 1. 120p.
MOITA LOPES, Luiz Paulo da. Por uma Linguística Aplicada Interdisciplinar. Editora Parábola, São Paulo. 2006.
MOTTA-ROTH, Désirée; HENDGES, Graciela Rabuske. Produção textual na universidade. 1ª edição, 9ª impressão. São Paulo: Parábola Editorial. 2021.
OLIVEIRA, Jorge Leite de – Texto acadêmico. Técnicas de redação e de pesquisa científica conforme normas atuais da ABNT. 5ª edição. São Paulo: Vozes, 2007.
RODRIGUES, André Figueiredo. Como elaborar e apresentar monografias. 3a ed. atualizada. São Paulo: Humanitas, 2008.
SEVERINO, Antonio Joaquim – Metodologia do trabalho científico. 23ª edição, revista e ampliada. Campinas (SP): Cortez, 2007.
VILAÇA, Márcio Luiz Corrêa. Pesquisa e ensino: considerações e reflexões.Revista e-scrita, v.1, n.2, p.59-74. 2010.

Programa

Aula 1: Vinicius em movimento

Aula 2: Vinicius de Moraes – crítico de cinema

Aula 3: O pensamento de Eisenstein na obra de Vinicius de Moraes

Aula 4: VM, matéria de cinema

Bibliografia

AUMONT, Jacques (org.). As teorias dos cineastas. Trad. de Marina Appenzeller. Campinas: Papirus, 2004.
BUENO, Alexei. Vinicius de Moraes e o cinema. In. Cadernos de Literatura Comparada. n. 32, 2015. p. 15-40.
CATANI, Afrânio Mendes. Vinícius de Moraes, crítico de cinema. Perspectivas. São Paulo, n. 7, 1984. p. 127-147.
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Trad. de Teresa Ottoni. Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed., 2002.
MORAES, Vinicius de. O cinema de meus olhos. 3. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
PELLEGRINI, Tânia et al. Literatura, cinema e televisão. São Paulo: Senac/Itaú Cultural, 2003.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico: a opacidade e a transparência. 4 ed. São Paulo: Paz e Terra, 2008.

Programa

Aula 1: 31/07/2023: Excesso e Homoerotismo: conceitualizações

Aula 2: 02/08/2023: João Gilberto Noll e o corpo/excesso

Aula 3: 04/08/2023: João Silvério Trevisan e o desejo de Ser

Bibliografia

BARTHES, Roland. O prazer do texto. Trad.: J. Guinsburg. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1987.
________. Fragmentos de um discurso amoroso. Trad.: Márcia Valéria Martinez de Aguiar. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.
BATAILLE, Georges. O erotismo. Trad.: Fernando Scheibe. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.
_______. Documents. Trad.: João Camillo Penna e Marcelo Jacques de Moraes – Desterro [Florianópolis]: Cultura
e Barbárie, 2018.
BRANDÃO, Luís Alberto. Teorias do espaço literário. Belo Horizonte: Fapemig, 2013.

COSTA, Jurandir Freire. A inocência e o vício: estudos sobre o homoerotismo. Rio de Janeiro: Relume-Dumará,
1992.
_______. A face e o verso: estudos sobre o homoerotismo II. São Paulo: Escuta, 1995.
LEFEBVE, Maurice-Jean. Estrutura do discurso da poesia e da narrativa. São Paulo: Almedina, 1980.
MORAES, Eliane Robert. A escrita do excesso. Viver Mente&Cérebro. Especial, v. 4, p. 72-75, 2008.
_________. Lições de Sade: ensaios sobre a imaginação libertina. São Paulo, Iluminuras, 2006.
MORICONI, I. (org.). Os cem melhores contos brasileiros do século. São Paulo: Objetiva, 2002.
NOLL, João Gilberto. A céu aberto. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
TREVISAN, João Silvério. Em nome do desejo. Rio de Janeiro: Record, 2001.

Programa

Aula 1: Introdução geral à filosofia aristotélica (5/8, 10h-12h)
1.1. Contexto histórico e intelectual de Aristóteles
1.2. Estrutura do corpus aristotelicum
1.3. Estrutura do Organon: os tratados lógicos
1.4. Estrutura da Metafísica
Questões metodológicas: trabalhando com um texto antigo - edições, traduções e crítica textual
Questões abertas: hipótese compatibilista e hipótese desenvolvimentista
Bibliografia: Ross (1924), Graham (1987), Wedin (2000), Burnyeat (2001).

Aula 2: Ciência, conhecimento científico e ontologia (6/8, 10h-12h)
2.1. Uma introdução à filosofia da ciência de Aristóteles
2.1.2. Noção aristotélica de episteme: conhecimento e fundamentos da ciência (APo)
2.1.3. A doutrina das quatro causas (Phys.) etapas de uma investigação científica (APo II)
2.1.4. Noção de definição, demonstração e o modelo de ciência demonstrativa (APo II)
2.2. A noção de sophia e a busca pela Filosofia Primeira
Questões: é possível que exista uma ciência que estuda o ser enquanto tal?
Bibliografia: Angioni (2014), Charles (2010, 2020), Bronstein (2016, 2024), Zingano (2005)

Aula 3: A ciência do ser: substância, essência e hilemorfismo (6/8, 10h-12h)
3.1. A noção de ousia: substância e essência - contraste entre Organon e Metafísica
3.2. Dependência ontológica e unidade focal (Met. IV)
3.3. Conhecendo o tratado do ser: mapeamento do Livro Z
3.4. Conceito de essência, forma e matéria (o hilemorfismo aristotélico)
3.5. Interseção entre a filosofia da ciência e a metafísica aristotélica
Considerações finais e conclusão do curso
Bibliografia: Burnyeat (2001), Lewis (2013), Peramatzis (2018), Zillig (2009, 2023), Zingano (2003).

Bibliografia geral do curso


Edições e traduções das obras de Aristóteles
ACKRILL, J. (1963) Aristotle’s Categories and De Interpretatione. Oxford: Clarendon Press 1963.
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