Programa

AULA 1 - Introdução. A Itália após o Congresso de Viena em 1815. O debate cultural. As preocupações do grupo fundador de Il Conciliatore.

AULA 2 - A Era Romântica. A Revolução Industrial e a Revolução Francesa. O Pré - Romantismo. A Itália e o Império Napoleônico. O aumento da população jovem. A nova concepção artístico-literária.

AULA 3 - Romantismo e Classicismo. Como surgiu a palavra "romantismo". O adjetivo "romântico". Os movimentos românticos. A crítica romântica. O confronto entre Classicismo e Romantismo. Ugo Foscolo.

AULA 4 - Um jornal romântico: Il Conciliatore. O movimento romântico na Itália. A Carbonaria.  Os integrantes do grupo de Il Conciliatore. Os colaboradores do jornal. As ideias defendidas pelo periódico. A reação a essas ideias.

AULA 5 - Il Conciliatore e a difusão do Romantismo na Itália. As novas abordagens críticas. Os embates entre românticos e classicistas na Itália. A literatura estrangeira nas páginas de Il Conciliatore. A Dramaturgia. O legado intelectual de Il Conciliatore.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS:
"Il Conciliatore, Foglio Scientifico - Letterario (3 settembre 1818 - 17 ottobre 1819)"; edizione anastatica. Bologna: Arnaldo Fornì, 1981
"I Manifesti Romantici del 1816 e gli scritti principali del Conciliatore sul Romanticismo"; a cura di Carlo Calcaterra. Torino: UTET, 1951
APPOLONIO, Carla. "Romantico; storia e fortuna di una parola". Firenze: G. C. Sansoni Editore, 1958
BONORA, Ettore. "Storia della Letteratura Italiana". Torino: Petrini, 1977 (2 edizione) BORGESE, G. A. "Storia della critica romantica in Italia". Milano: Fratelli Treves, 1920
BOSCO, Umberto. "Aspetti del romanticismo italiano". Roma: Edizione Cremonese, 1942
BOTTACHIARI, R. "La rivoluzione romantica". Roma : Perrella, 1942
CLERICE, E. "Il Conciliatore, periodico milanese". Pisa: Nistri, 1903
CANTÙ, Cesare. "Il Conciliatore e i carbonari". Milano, 1878
CROCE, Benedetto. "Le definizioni del romanticismo" in "Problemi di estetica" Bari: Laterza, 1910
DE SANCTIS, Francesco. "La letteratura italiana nel secolo decimonono", volume terzo. Napoli: Alberto Morano Editore, 1930
FARINELLI, Arturo. "Il Romanticismo nel mondo latino" (3 volumes). Torino: Fratelli Bocca, 1927
FUBINI, Mario. "Romanticismo Italiano: saggi di storia della critica e della letteratura" Bari: Laterza, 1953
GOETHE, Johann Wolfgang von. "Viagem à Itália (1786 - 1788)" São Paulo: Companhia das Letras, 1999
GUSTARELLI, Andrea. "Il Conciliatore". Milano: Treves, 1918
LESKI, Ivan. "Romantismo e História nas páginas de Il Conciliatore" Saarbrücken: Novas Edições Acadêmicas, 2017
PELLICO, Silvio."Lettere Milanesi (1815 - 1821)" Torino:Loescher, 1963
PESENTI, Amilcare. "Il Romanticismo in Italia" Milano:Giacomo Agnelli, 1882
PRAZ, Mario. "A carne, a morte e o diabo na literatura romântica". Campinas: Editora da Unicamp, 1996
SCHANZER, Alice. "Il Romanticismo in Italia". Perugia: Umbra, 1899
SCHILLER, Friedrich. "Poesia ingênua e sentimental"; tradução, apresentação e notas de Márcio Suzuki. São Paulo: Iluminuras, 1991
SCHLEGEL, Friedrich. "Conversa sobra a Poesia e outros fragmentos"; tradução, prefácio e notas de Victor-Pierre Stirnimann. São Paulo: Iluminuras, 1994

Programa

Aula 1: A cultura de massa: produção, consumo e circulação em transformação
Aula 2: Artes do espetáculo: crítica e massificação
Aula 3: “A Linguagem da Persuasão” da indústria cultural

Bibliografia:
ADORNO, Theodor W. Indústria Cultural e Sociedade. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2020.
BONADIO, Maria Claudia. Moda e publicidade no Brasil nos anos 1960. São Paulo: nVersos Editora, 2012.
CANCELLI, Elizabeth. “Intelectualidade e poder: inconformidade na Guerra Fria” In. ArtCultura, Uberlândia, v. 6, n. 9, 2004, p. 111-118.
FIGUEIREDO, A. C. C. M. “Liberdade é uma calça velha, azul e desbotada”: publicidade, cultura de consumo e comportamento político no Brasil, 1954-1964. São Paulo: Editora Hucitec : História Social, USP, 1998.
GARCIA, Walter. “De ‘A preta do acarajé’ (Dorival Caymmi) a ‘Carioca’ (Chico Buarque): canção popular e modernização capitalista no Brasil” In: Música popular em revista, v. 1, n. 1, Campinas, 2012, p. 30-57.
MICELI, Sérgio. O papel político dos meios de comunicação de massa. SCHWARTZ, Jorge e SOSNOWSKI, Saúl (org.). Brasil: o trânsito da memória. São Paulo: Edusp, 1994, p. 41-67.
NAPOLITANO, Marcos. Coração civil: a vida cultural brasileira sob o regime militar (1964-1985). São Paulo: Intermeios/Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade de São Paulo, 2017.
NAPOLITANO, Marcos. Cultura brasileira: utopia e massificação (1950-1980). São Paulo: Contexto, 2020.
MELLO, J.M.C. de; NOVAIS, F. Capitalismo Tardio e Sociabilidade Moderna. São Paulo: Editora Unesp, 2009.
ORTIZ, Renato. Mundialização e cultura. 1. edição ed. São Paulo, SP: Editora Brasiliense, 1994.
PEDROSA, Mario. Mundo, Homem, Arte em Crise. São Paulo: Editora Perspectiva, 2007.
RAMOS, José Mário Ortiz. Cinema, Estado e lutas culturais: anos 50, 60, 70. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1983.
RIDENTI, Marcelo. Em busca do povo brasileiro: artistas da revolução, do CPC à era da TV. São Paulo: Editora Unesp, 2014.
XAVIER, Ismail. O cinema brasileiro moderno. São Paulo: Paz e Terra, 2001.

Programa

31/07/2023: Uma abordagem retórica da obra espiritual do padre Alexandre de Gusmão (1629-1724)

02/08/2023: Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga: aspectos materiais e circulação da produção letrada no
contexto luso-brasileiro

03/08/2023: Metodologias para leitura e análise de textos anteriores à Modernidade: os estudos retórico-poéticos atuais

Referências bibliográficas

CARVALHO, Maria do Socorro Fernandes de. Poesia de Agudeza em Portugal. São Paulo: Humanitas; Edusp;
Fapesp, 2007.
CHARTIER, Roger. A Ordem dos Livros: Leitores, Autores e Bibliotecas na Europa entre os Séculos XIV e XVIII.
Tradução de Mary Del Priori. Ed. UnB, 1998.
CHAUVIN, Jean Pierre. Pedra, Penha, Penhasco: A Invenção do Arcadismo Brasileiro. São Carlos (SP):
Pedro & João Editores, 2023.
CURTIUS, Ernst Robert. Literatura Europeia e Idade Média Latina. Tradução de Teodoro Cabral e Paulo Rónai. 2.
ed. Brasília: Instituto Nacional do Livro, 1979.
FOUCAULT, Michel. A Arqueologia do Saber. Tradução de Luiz Felipe Baeta Neves. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2008.
HANSEN, João Adolfo. Alegoria: construção e interpretação da metáfora. São Paulo: Hedra; Campinas: Editora da
Unicamp, 2006.
GONZAGA, Tomás Antônio. Marília de Dirceu. Introdução de Adma Muhana, estabelecimento de texto de Heidi
Strecker. São Paulo: Penguin/Companhia das Letras, 2023.
HANSEN, João Adolfo. A Sátira e o Engenho: Gregório de Matos e a Bahia do século XVII. 2. ed. São Paulo: Ateliê
Editorial; Campinas: Ed. da Universidade de Campinas, 2004.
LACHAT, Marcelo; CHAUVIN, Jean Pierre (orgs.). As Letras na Terra do Brasil (séculos XVI a XVIII): uma
introdução. Cotia: Ateliê, 2022..
MASSIMI, Marina (Org.). A Novela História do Predestinado Peregrino e de seu Irmão Precito (1682): Compêndio
dos saberes antropológicos e psicológicos no Brasil Colonial. São Paulo: Edições Loyola, 2012.
MUHANA, Adma. A Epopeia em Prosa Seiscentista: uma definição de gênero. São Paulo: Fundação Editora da
UNESP, 1997.
PÉCORA, Alcir. Máquina de Gêneros. São Paulo: Edusp, 2001.
TEIXEIRA, Ivan. Mecenato Pombalino e Poesia Neoclássica. São Paulo: Edusp, 1999.
--------------. Roteiro da Poesia Brasileira: Raízes. São Paulo: Global, 2008.

Programa

10 de agosto - Aula 1: Espaço, conteúdo construído socialmente
As formas de pensar o espaço e o tempo fazem parte da vida cotidiana, nas atividades que condizem às ações culturais da existência humana, e não-cotidiana, ou seja as atividades científicas, filosóficas e artísticas. O desenvolvimento dessas noções pelas crianças envolve uma forma própria de pensamento, o espacial, e demanda investigações acerca de metodologias de ensino, considerando a importância do meio para o desenvolvimento infantil. Compreende-se a Educação Infantil, como uma primeira aproximação aos conhecimentos sistematizados, o que não significa um acúmulo ou aprofundamento de conteúdo científicos. Com isto, espera-se que o ambiente educativo - no caso da escola de Educação Infantil – desenvolva atividades sistematizadas compreendendo que as crianças acessam conhecimentos que apoiarão outros tantos, pois aprender é dialogar com o que já se sabe e agregar outras leituras e ideias sobre o aprendido. Considera-se a importância de compreender o significado da Educação Infantil e o desenvolvimento humano com base na psicologia histórico-cultural.

17 de agosto - Aula 2: Vivência, a escola
A aprendizagem se dá por encadeamentos conceituais, em processo contínuo de construção de conceitos, os quais se apoiam na produção do conhecimento. Adentrar ao mundo sistematizado das ciências é mobilizar crianças de 4 anos, por exemplo, a observar, descrever, questionar, classificar, argumentar. Mobilizar as crianças a pensar o espaço e suas relações de forma sistematizada é contribuir para formação do ser social, pois “fora da relação com a sociedade, jamais desenvolveria as qualidades, as características que são resultado do desenvolvimento metódico de toda humanidade” (VIGOTSKI, 2018, p. 90). Ao compreender o que se ensina, deve-se analisar as formas pelas quais os sujeitos aprendem e, portanto os fundamentos metodológicos do ensino, de modo que o trabalho educativo considere os seguintes aspectos para o desenvolvimento infantil: a) o encadeamento de conceitos; b) a conscientização da própria atividade mental; c) a relação entre criança e conhecimento. A partir destes pressupostos e questionamentos acerca de como se ensina e como se aprende, o meio escolar é um fator a ser considerado na formação de vivências, em oposição às situações espontâneas, isoladas e fragmentadas.

24 de agosto - Aula 3: Representação espacial, o desenho
O desenho, com base nos estudos histórico-culturais, consiste em uma linguagem, uma primeira escrita da criança, pois caracteriza-se por elementos referentes à cognição, cultura, desenvolvimento motor e afetividade daquele que o produz. Não é atividade motora ou um simples domínio do material, mas envolve uma série de aprendizado que carrega em si historicidade da funcionalidade da representação gráfica acerca de um pensamento ou informação espacial. O desenho consiste em uma linguagem, uma primeira escrita da criança, e caracteriza-se por elementos relacionados à cognição, cultura, desenvolvimento motor e afetividade. Considera-se três elementos sobre o desenho no processo da iniciação cartográfica: a) a criação de equivalentes gráficos; b) a tradução do volume; c) o ponto de vista. As noções topológicas e projetivas podem estar baseadas no desenvolvimento das funções psíquicas superiores durante a atividade criadora, uma vez que compõem instrumentais para elaboração do conhecimento sistematizado.

31 de agosto - Aula 3: Dimensões da prática docente
Processo de avaliação compartilhada entre os participantes do grupo, com o intuito de compreender como, a partir do cotidiano escolar, pode-se construir processos formativos de ensino-aprendizagem que articulam pensamento espacial, representação e conhecimento geográfico. Neste processo, os participantes apresentarão suas reflexões e produções didáticas (projetos didáticos, plano de aula, entre outros).

Bibliografia:

ALMEIDA, R. D.; JULIASZ, P. C. S. Espaço e Tempo na Educação Infantil. São Paulo: Editora Contexto, 2014.
ARCE, A.; MARTINS, L. M. Quem tem medo de ensinar na educação infantil?: em defesa do ato de ensinar. Campinas, SP: Editora Alínea, 2a ed. 2010, p.14 - 36.
DUARTE, Newton. Educação escolar, teoria do cotidiano e a escola de Vigotski. 2ª ed. Campinas: Autores Associados, 1999.
FREIRE, Paulo. Papel da Educação na humanização. Seleção de Textos. São Paulo. n. 17. p. 01 – 13. 1987.
LURIA, A. R. O desenvolvimento da escrita na criança. In: VIGOTSKI, L. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Traduzido por M. da P. Villalobos. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 2001. pp. 143-189.
VIGOSTKI, L. S. A construção do pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes. 2009.
VIGOTSKI, Lev Semionovich. Sete aulas de L. S. Vigotski sobre os fundamentos da pedologia. Organização [e tradução] Zoia Prestes, Elizabeth Tunes; tradução Claudia da Costa Guimarães Santana. Rio de Janeiro: E-Papers, 2018.
VYGOTSKY, Lev Semionovich. La imaginación y el arte en la infância. 10ª ed. Madri: Akal, 2011.

 

Programa

Programa completo:
Aula 1 (27/07) – Nelson Pereira do Santos e o cinema neo-realista no Brasil
Esta aula introduzirá a definição conceitual e a contextualização histórica do cinema moderno, a partir das formulações do crítico francês André Bazin, na década de 1950, sobre o neo-realismo italiano do imediato segundo pós-guerra. Em seguida, apresentará um panorama da história do cinema brasileiro até a década de 1950, com destaque para a falência do projeto industrial da Vera Cruz, bem como a trajetória de Nelson Pereira dos Santos até a produção de seus dois primeiros filmes, Rio, 40 graus (1955) e Rio, Zona Norte (1957). Analisaremos Rio, 40 graus a fim de destacar as inovações por ele introduzidas na linguagem cinematográfica e no tratamento da realidade social brasileira, bem como seus diálogos com o neo-realismo italiano. Por fim, a produção de Nelson Pereira dos Santos será comparada a filmes como O grande momento (Roberto Santos, 1958) e Estranho encontro (Walter Hugo Khouri, 1958), apresentando diferentes linhas e projetos que caracterizaram o cinema brasileiro moderno.
Aula 2 (28/07) – Paulo Emílio Salles Gomes e a questão do “subdesenvolvimento”
Esta aula discutirá o artigo “Uma situação colonial?”, de Paulo Emílio Salles Gomes, publicado no Estado de S. Paulo em 1960, fruto de uma tese apresentada na I Convenção Nacional da Crítica Cinematográfica. Analisaremos a trajetória de Salles Gomes e sua relação com a crítica brasileira da década de 1950 (Alex Viany, Francisco Luiz de Almeida Salles e Walter da Silveira). A partir desse material, a proposta é: 1) analisar as formulações que procuraram dar conta de uma produção que dava sinais de renovação; 2) articular algumas opções conceituais (“colonização”, “subdesenvolvimento” etc.) com o processo de modernização econômica e social ocorrido no país nas décadas de 1950 e 1960.
Aula 3 (29/07) – Os curtas-metragens deflagradores do Cinema Novo
Em 1960 Glauber Rocha iniciou uma série de artigos em que proclamava o nascimento de um novo cinema no Brasil, defendido a partir dos curtas-metragens Arraial do Cabo (Paulo César Saraceni e Mário Carneiro, 1959) e Aruanda (Linduarte Noronha, 1960). No ano seguinte, a VI Bienal de São Paulo exibiu tais curtas em sua programação, juntamente com Couro de gato (Joaquim Pedro de Andrade, 1961) e, naquele momento, o Cinema Novo começou a se formar enquanto grupo e projeto estético-político. Esta aula analisará esses três curtas, com destaque para o impacto da produção de Linduarte Noronha e para a emergência do grupo cinemanovista (Paulo César Saraceni, Joaquim Pedro de Andrade, Leon Hirszman, Glauber Rocha, Gustavo Dahl, Carlos Diegues, etc.).
Aula 4 (30/07) – Gustavo Dahl, Glauber Rocha e a política dos autores
Esta aula analisará o texto de Gustavo Dahl “Algo de novo entre nós”, de outubro de 1961, e a introdução do livro de Glauber Rocha, Revisão crítica do cinema brasileiro, de 1963. Ambos os textos são manifestos em defesa das inovações em curso, tanto na produção fílmica quanto na crítica, e articuladores de um projeto a nortear a nova cinematografia brasileira. E ambos escolhem como método o cinema de autor – originalmente proposto por críticos-cineastas franceses (François Truffaut, Jean-Luc Godard etc.) –, porém, adequando-o aos debates e dilemas próprios do Brasil daquele momento.

Forma de avaliação: Presença mínima de 75% nas aulas.

Bibliografia:
ALAMBERT, Francisco; CANHÊTE, Polyana. As bienais de São Paulo: da era dos museus à era dos curadores (1951-2001). São Paulo: Boitempo, 2004.
ALMEIDA SALLES, Francisco Luiz de. Cinema e verdade: Marylin, Buñuel, etc., por um escritor de cinema. Organização Carlos Augusto Calil. São Paulo/Rio de Janeiro: Companhia das Letras/Cinemateca Brasileira/Fundação do Cinema Brasileiro, 1988.
ARAÚJO, Luciana Corrêa de. Joaquim Pedro de Andrade: primeiros tempos. São Paulo: Alameda, 2013.
AUTRAN, Arthur. Alex Viany: crítico e historiador. São Paulo: Perspectiva, 2003.
BAZIN, André. “A evolução da linguagem cinematográfica”. In: ___. O que é o cinema? São Paulo: Ubu Editora, 2018. p. 101-121.
BERNARDET, Jean-Claude. “Modificação na crítica”. O Estado de S. Paulo, São Paulo, Suplemento literário, p. 5, 05 jan. 1963.
____________. Brasil em tempo de cinema: ensaio sobre o cinema brasileiro de 1958 a 1966. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
____________. O autor no cinema: a política dos autores: França, Brasil – anos 1950 e 1960. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2018.
DAHL, Gustavo. “Algo de novo entre nós”. O Estado de S. Paulo, São Paulo, Suplemento literário, p. 5, 07 out. 1961.
FABRIS, Mariarosaria. “A questão realista no cinema brasileiro: aportes neo-realistas”. Alceu, Rio de Janeiro, v. 8, n. 15, p. 82-94, jul.-dez. 2007.
NAPOLITANO, Marcos. “A arte engajada e seus públicos”. Estudos históricos, Rio de Janeiro, n. 28, p. 103-124, 2001.
RAMOS, Fernão. “A ascensão do novo jovem cinema”. In: ___; SCHVARZMAN, Sheila (org.). Nova história do cinema brasileiro. São Paulo: Edições SESC, 2018. V. 2. p. 16-116.
RIDENTI, Marcelo. Em busca do povo brasileiro: artistas da revolução, do CPC à era da TV. Rio de Janeiro: Record, 2000.
ROCHA, Glauber. “Introdução”. In: ___. Revisão crítica do cinema brasileiro. São Paulo: Cosac Naify, 2003. p. 31-40.
SALLES GOMES, Paulo Emílio. “Uma situação colonial”? In: ___. Uma situação colonial? São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 47-54.
VIANY, Alex. Introdução ao cinema brasileiro. Rio de Janeiro: Revan, 1993.
XAVIER, Ismail. O cinema brasileiro moderno. São Paulo: Paz e Terra, 200

Programa

Modo: As aulas serão oferecidas por meio da plataforma Google Meet, com encontros síncronos de uma hora.

1. Aula 1 (13/08/21): Lavoura arcaica (1975), um romance “colérico” na ficção brasileira.
O primeiro encontro será dedicado a introduzir os alunos à obra de Raduan Nassar. Uma parte da fortuna crítica será levantada para explorar as características mais elementares da ficção nassariana. Também serão apresentados os elementos primordiais do romance Lavoura arcaica (1975) para que se possa iniciar o estudo analítico nas próximas aulas.

2. Aula 2 (20/08/2021): A terra, o pão, a família e o tempo: os discursos em disputa na romance nassariano.
O segundo encontro permitirá analisar algumas características estruturantes do romance Lavoura arcaica (1975), como os personagens, o espaço e a temporalidade da narrativa. Pretende-se evidenciar a existência de duas vozes dominantes (do pai e do filho) em contraposição ao silêncio significativo dos outros personagens.

3. Aula 3 (27/08/2021): As parábolas e os famintos: ressignificações, inversões e transformações.
O terceiro encontro continuará a análise do romance de Raduan Nassar, evidenciando os movimentos discursivos elaborados pelo filho, narrador-protagonista, para subverter os ensinamentos do patriarca.

4. Aula 4 (03/09/21): Lavoura arcaica (1975), um romance “intempestivo” na literatura brasileira.
O quarto e último encontro pretende situar Lavoura arcaica (1975) como produção contemporânea e evidenciar as importantes projeções recebidas pelo romance em obras de autores posteriores, como Torto arado (2018), de Itamar Vieira Júnior.

Referências bibliográficas

ABATI, Hugo M. F. Da Lavoura arcaica: Fortuna crítica, análise e interpretação da obra de Raduan Nassar. 1999. Dissertação (Mestrado em Estudos Literários) – Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 1999. Disponível em: https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/24282. Acesso em 16/07/19. Acesso em 16/04/2020.
AZEVEDO, Estevão Andozia. O corpo erótico das palavras: um estudo da obra de Raduan Nassar. 2015. Dissertação (Mestrado em Literatura Brasileira) – Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8149/tde-28012016-120821/p… em 16/04/2020.
ENABE, C. A. Ideologias subterrâneas, mitologias pessoais: a disputa narrativa em Lavoura arcaica. Opiniães, [S. l.], n. 17, p. 536-555, 2020. DOI: 10.11606/issn.2525-8133.opiniaes.2020.171031. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/opiniaes/article/view/171031. Acesso em: 5 jun. 2021.
INSTITUTO MOREIRA SALLES. Cadernos de literatura brasileira: Raduan Nassar. São Paulo, 2001.
LEMOS, Maria José Cardoso. Une poétique de l’intertextualité : Raduan Nassar ou la littérature comme écriture infinie. 2004. Tese (Doutorado em Estudos Lusófonos-Literatura Brasileira). Estudos Ibéricos e Latino-Americanos, Université Sorbonne Nouvelle, Paris III, Paris, 2004.
HATOUM, Milton. Confluências. In: Cadernos de literatura brasileira: Raduan Nassar, pp. 19-21. São Paulo: Instituo Moreira Salles, 2001.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Da cólera ao silêncio. In: Cadernos de literatura brasileira: Raduan Nassar, pp. 61-77. São Paulo: Instituo Moreira Salles, 2001.
NASSAR, Raduan. Lavoura arcaica. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
SEDLMAYER-PINTO, Sabrina. Ao lado esquerdo do pai. Belo Horizonte: Editora da Universidade Federal de Minas Gerais, 1997. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e-livros/Ao%20Lado%20Esquerdo%20do%20Pai…. Acesso em 16/02/2020.
RODRIGUES, André Luis. Ritos da paixão em Lavoura arcaica. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2006.

Programa

O curso irá perpassar o período formativo das concepções teatrais e políticas de Piscator no período do pós I Guerra Mundial, quando, a partir de 1919, torna-se diretor teatral. Até 1931, desenvolve seu trabalho na Alemanha. De forma panorâmica, o curso pretende abordar esse período. A segunda parte do curso irá tratar brevemente da história do teatro operário nos EUA, do Federal Theatre Project, e da encenação da peça “The case of Clyde Griffiths” (O caso de Clyde Griffiths), de autoria de Piscator, pelo Group Theatre em 1936 na Broadway. Também será abordado brevemente o trabalho de Piscator no Dramatic Workshop, escola de teatro que dirigiu durante seu exílio nos EUA, que compreende o período entre 1939 e 1951.

BIBLIOGRAFIA:


- PISCATOR, Erwin. The Political Theatre. Great Britain: Eyre Methuen Ltd, 1980.
- _______________. Organizado por: César de Vicente Hernando. Erwin Piscator: teatro, política, sociedad. Madrid: Asociación de directores de escena de España, 2013.
- LOUP, Alfred Joseph III, "The Theatrical Productions of Erwin Piscator in Weimar Germany: 1920-1931." (1972). LSU Historical Dissertations and Theses. 2348. https://repository.lsu.edu/gradschool_disstheses/2348
- SCHLIESSER, Ella. “Retrospectiva e perspectiva”. In: ESTEVAM, Douglas; COSTA, Iná Camargo; BÔAS, Rafael Villas (Orgs.). Agitprop: cultura política. São Paulo: Expressão Popular, 2015.
- WILLET, John. The Theatre of Erwin Piscator: Half a Century of Politics in the Theatre. London: Methuen, 1986.
- BUSTAMANTE, Fernando. "The case of Clyde Griffiths": a encenação do Group Theatre e a dramaturgia de Erwin Piscator nos Estados Unidos. 2022. Tese (Doutorado em Estudos Lingüísticos e Literários em Inglês) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2022. doi:10.11606/T.8.2022.tde-10022023-200813. Acesso em: 2023-10-09.
- https://wikis.fu-berlin.de/pages/viewpage.action?pageId=722044257
- BLAKE, Ben. The Awakening of The American Theatre. New York City: Tomorrow Publishers, 1935.
- Bonn, J. E., Buchwald, N., McNamara, B., & Schuman, M. (1973). Spartakiade. The Drama Review: TDR, 17(4), 99. doi:10.2307/1144833
- Centre Stage: Radical Theatre in America, 1925-1934. Author(s): Virginia Hagelstein Marquardt.Source: RACAR: revue d'art canadienne / Canadian Art Review, Vol. 19, No. 1/2, Art as Propaganda / Art et propaganda (1992), pp. 112-122 Published by: AAUC/UAAC (Association des universités d’art du Canada / Universities Art Association of Canada) Stable URL: http://www.jstor.org/stable/42630501
- LIMA, Eduardo Luis Campos. Procedimentos formais do jornal Injunction Granted (1936), do Federal Theatre Project, e de Teatro Jornal: Primeira Edição (1970), do Teatro de Arena de São Paulo. 2012. Dissertação (Mestrado em Estudos Lingüísticos e Literários em Inglês) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013. doi:10.11606/D.8.2013.tde-06052013-102207. Acesso em: 2023-10-17.
- Billy Rose Theatre Division, The New York Public Library. (1936). The Case of Clyde Griffiths, by Erwin Piscator and Mrs. Lena Goldschmidt Retrieved from https://digitalcollections.nypl.org/items/510d47de-a87f-a3d9-e040-e00a1…
- MALINA, Judith. The Piscator Notebook. London: Routledge Chapman & Hall, 2012.
- LEY-PISCATOR, Maria. The Piscator Experiment. The Political Theatre. New York: James H. Heineman, 1967

 

Programa

Este curso tem como objetivo apresentar parte da filosofia antiga grega através de curtas passagens textuais de diferentes pensadores gregos. Esse recorte contemplará algumas ideias de pensadores gregos, desde Heráclito de Éfeso até Aristóteles, que permitem discussões e comentários extensos. A interpretação e a discussão dessas passagens servirão como um ponto de entrada para o público que tem interesse na filosofia desse período. Dada a abrangência significativa do recorte, as passagens terão temas diversos que abarcarão diversas questões de áreas do conhecimento filosófico.

Conteúdo

04/02/2025
Heráclito e o mundo ambíguo
- Passagens sobre o logos divino (a incompreensão humana).
- Passagens sobre o rio (o fluxo e a ambiguidade).

06/02/2025
Parmênides e o pensamento radical
- Passagens sobre o que é e o que não é (os dois caminhos da deusa).

11/02/2025
Zenão e a defesa do mestre
- Passagens contra o movimento e a multiplicidade (em defesa de Parmênides).

13/02/2025
Anaxágoras
- Passagens sobre o tudo está em tudo (a mistura extrema).

18/02/2025
Demócrito e o pessimismo epistemológico
- Passagens sobre a convenção (absolutismo atômico).
- Passagens sobre a impossibilidade do conhecimento das coisas mesmas (as aparências).

20/02/2025
Sócrates e a Apologia
- A passagem sobre o oráculo (a justificativa do método socrático).

25/02/2025
Platão e o conhecimento
- Passagens sobre as Formas (a insuficiência do mundo sensível)

27/02/2025
Aristóteles e a ciência do ser
- Passagens sobre o desejo de entender (a função humana e a sabedoria).

Formato
Aulas expositivas em ambiente online, com duração de 2 horas cada.

Bibliografia

A bibliografia será indicada durante as aulas

Programa

Aula 1: apresentação do programa e reflexões iniciais sobre pesquisa
Aula 2: como ler, escrever e se organizar (elaboração de cronograma de atividades)
Aula 3: estrutura de um projeto de pesquisa: Título, resumo, introdução, Arcabouço (reconhecimento das partes)
Aula 4: estrutura de um projeto de pesquisa: Metodologia, Resultados, Conclusão, Referências
(reconhecimento das partes)
Aula 5: apresentação e discussão de projetos individuais (monitoria)

 

Referências bibliográficas:

ADLER, M.; van DOREN, C. . Como ler livros. O guia clássico para a leitura inteligente. [Trad. Edwar H. Wolff, Pedro Sette-Câmara]. São Paulo: É realizações, 2010.
BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as ideias. Editora Ática, São Paulo. 2005.
BOEGLIN, Martha. Wissenschaftlich arbeiten Schritt für Schritt: gelassen und effektiv studieren. München: Wilhelm Fink Verlag, 2007.
DUDEN. Wie verfasst man wissenschaftlichen Arbeiten? [Ulrich Andermann, unter Mitw. v. Martin Dress u. Frank Grätz]. Mannheim, Leipzig, Wien, Zürich: Dudenverlag 2006.
ESSELBORN-KRUMBIGEL, Helga. von der Idee zum Text. Eine Anleitung zum wissenschaftlichen Schreiben. Ferdinand Schöningh, Zürich, 2004.
KOCH, Ingedore. Argumentação e Linguagem. Cortez Editora, São Paulo. 2011.
LOUSADA, Eliane. G.; MACHADO, Anna Rachel; ABREUTARDELLI, Lília Santos.Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005. v. 1. 120p.
MOITA LOPES, Luiz Paulo da. Por uma Linguística Aplicada Interdisciplinar. Editora Parábola, São Paulo. 2006.
MOTTA-ROTH, Désirée; HENDGES, Graciela Rabuske. Produção textual na universidade. 1a edição, 9a impressão. São Paulo: Parábola Editorial. 2021.
OLIVEIRA, Jorge Leite de – Texto acadêmico. Técnicas de redação e de pesquisa científica conforme normas atuais da ABNT. 5a edição. São Paulo: Vozes, 2007.
RODRIGUES, André Figueiredo. Como elaborar e apresentar monografias. 3a ed. atualizada. São Paulo: Humanitas, 2008.
SEVERINO, Antonio Joaquim – Metodologia do trabalho científico. 23a edição, revista e ampliada. Campinas (SP): Cortez, 2007.
VILAÇA, Márcio Luiz Corrêa. Pesquisa e ensino: considerações e reflexões.Revista e-scrita, v.1, n.2, p.59-74. 2010.

Programa

Serão abordados os resultados de uma pesquisa em andamento a respeito da apropriação lobatiana dos personagens de contos de fadas tradicionais e sua reambientação no espaço limiar Sítio do Picapau Amarelo, sob a luz dos conceitos de intertextualidade, metaficção e apropriação. Por meio das fontes primárias da obra, também será visto como tais procedimentos se deram no decorrer das modificações operadas por Monteiro Lobato no período de 1920 a 1947.

Aula 1
1. Intertextualidade e metaficção na obra infantil lobatiana
1.1 Reinações de Narizinho
1.2 O Picapau Amarelo

Aula 2
1. Caracterização histórica da obra infantil de Lobato
1.1 A literatura infantil brasileira no início do século XX
1.2 A literatura infantil de Monteiro Lobato
1.3 As fontes primárias da obra e a tradição de Reinações
1. 3. 1 A Menina do Narizinho Arrebitado (1920)
1. 3. 2 Narizinho Arrebitado (1920)
1. 3. 3 As Reinações de Narizinho (1931)

Aula 3
1. Adaptação e apropriação
1.1 Contos de Grimm
1.2 Contos de Perrault

Aula 4
1. O olhar filológico para a obra e seu tratamento
2.1 A importância da perspectiva de variação em Monteiro Lobato
2.1.2 A instabilidade do texto e suas múltiplas facetas
2.1.2 O estatuto das Obras Completas (1947)
2.1.3 A Cara de Coruja (1928)
2. 1.4 O Gato Felix (1929)
2.1.5 O Irmão de Pinocchio (1929)
2.1.6 O Circo de Escavallinho (1929)
2.1.7 O Picapau Amarelo (1939)

Bibliografia:
ARROYO, L. Literatura infantil brasileira. 3. ed. São Paulo: Editora UNESP, 2011.
BERTOLUCCI, D. M. de P. A composição do livro Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato: Consciência de construção literária e aprimoramento da linguagem narrativa. 2005. 593 f. Tese (Doutorado) – Faculdade de Ciências e Letras de Assis, Universidade Estadual Paulista, Assis, 2005.
BIGNOTTO, C. C. Monteiro Lobato em construção. Apêndice I, Projeto Memória de Leitura, Unicamp, 2008. Disponível https://www.unicamp.br/iel/monteirolobato/outros/cilza01Lobato.pdf.
BRERO, C. E. A recepção crítica das obras A menina do narizinho arrebitado (1920) e Narizinho Arrebitado (1921). 2003. 246 f. Dissertação (Mestrado) - Faculdade de Ciências e Letras de Assis, Universidade Estadual Paulista, 2003.
CAMBRAIA, C. N. Introdução à crítica textual. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
CAVALHEIRO, E. Monteiro Lobato: Vida e Obra. 1° tomo. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1962.
COELHO, J. do P. Variantes e variações. Confluência, n. 10, 1995. Disponível em: https://revistaconfluencia.org.br/rc/article/view/841/594. Acesso em: 2 set. 2023.
COELHO, N. N. Dicionário crítico da literatura infantil/juvenil brasileira: 1882 1982. São Paulo: Quíron, 1983.
______. Literatura infantil: teoria, análise, didática. São Paulo: Moderna, 2000.
FERREIRA, A. P. N. Boneca de pano é gente, filósofa e produto social: a formação educacional-instrutiva de Emília. In: D’Onofrio, Silvio Tamaso; Milton, John; Santana Dezmann, Vanete (Orgs.). Monteiro Lobato: Novos Estudos: III Jornada Monteiro Lobato. Lünen: Oxalá, 2022, p. 85-108.
______. Reinações de Narizinho (1933) e Novas Reinações de Narizinho (1933): estudo filológico de emendas manuscritas. 2025. Dissertação (Mestrado em Filologia e Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2025. doi:10.11606/D.8.2025.tde-19052025-161047. Acesso em: 2025-05-26.
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GAGNEBIN, J. M. Limiar, aura e rememoração; ensaios sobre Walter Benjamin. São Paulo: Ed. 34, 2014.
GARCIA, A. L. M.; FERREIRA, A. P. N. . Lobato visionário: intertextualidade e metaficção no conto “As fadas”, ou o espaço limiar como palco para personagens transtextuais. FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária, [S. l.], v. 1, n. 34, p. 179–199, 2025. DOI: 10.23925/1983-4373.2025i34p179-199. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/fronteiraz/article/view/69452. Acesso em: 26 maio. 2025.
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______. A Barca de Gleyre. 2° tomo. 12. ed. São Paulo: Brasiliense, 1968.
______. A Cara de Coruja. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1928.
______. A Menina do Narizinho Arrebitado: livro de figuras por Monteiro Lobato com desenhos de Voltolino. São Paulo: Monteiro Lobato & Cia., 1920.
______. A Menina do Narizinho Arrebitado: Segundo livro para uso das Escolas Primarias. São Paulo: Monteiro Lobato & Cia., 1921.
______. As Reinações de Narizinho. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1931.
______. Contos de Grimm: Tradução de Monteiro Lobato. Biblioteca Pedagogica Brasileira, v. II. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1934.
______. Contos de Grimm: Tradução de Monteiro Lobato. Biblioteca Pedagogica Brasileira, v. II. 6. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1942.
______. Novas Reinações de Narizinho. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1933.
______. O Circo de Escavallinho. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1929.
______. O Gato Felix. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1929.
______. O Irmão de Pinocchio. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1929.
______. O Picapau Amarelo. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1939.
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______. Reinações de Narizinho. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1933.
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TRUSEN, S. Contos de Grimm e Novos Contos de Grimm: tradução e adaptação em Monteiro Lobato. Cadernos de Tradução, v. 36, n. 1, 2016, p. 16-33.VASQUES, C. M. Uma viagem pela intertextualidade em Reinações de Narizinho. Dissertação (Mestrado em Letras). Araraquara: Unesp, 2007.
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ZILBERMAN, R.; MAGALHÃES, L. C. Literatura Infantil: Autoritarismo e Emancipação. São Paulo: Ática, 1982, p. 03-24.