Programa

Neste curso de língua galega continuar-se-á com a análise dos principais elementos constitutivos do sistema linguístico galego: prosódia, morfologia, sintaxe, léxico e questões sociolinguísticas e culturais. Dado que o galego e o português são muito inteligíveis, o aluno não encontrará dificuldades na aprendizagem da língua e por isso o
curso será ministrado integramente em língua galega. Como o nível é intermédio será necessário um conhecimento prévio da língua. O curso faz referência às diferentes competências da língua:

- expressão oral: resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
-compreensão escrita: compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções simples relacionadas com situações habituais e previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral: compreensão de expressões e vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega como a mitologia, as tradições, os símbolos, os principais autores, a relação Galícia-Brasil).
- dimensão metafórica: saber falar em modo simbólico e indireto mediante metáforas e metonímias.

O professor fornecerá ao aluno muitas ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e para que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será entregado muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos.

Os conteúdos gramaticais incluem: o grupo nominal, os pronomes, a colocação dos pronomes átonos, os acentos, os principais tempos verbais (pretérito, imperfecto, condicional) e perífrases verbais.

As seguintes referências bibliográficas incluem os textos que o professor fará chegar aos alunos virtualmente. De cada obra serão selecionados os fragmentos mais pertinentes e nunca a obra inteira.

Recursos didáticos:
Livro de texto didático
Lingua e Literatura I, 2005, Rodeira-grupo edebé.
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 4. Xunta de Galicia. https://www.lingua.gal/celga-4/aula-de-galego/alumnado
Gramáticas e manuais de estilo
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega. Baía Edicións.
Livros de leitura
Prado, Tucho; Prado, Miguelanxo. 2007. O xabaril branco. Biblos Clube De Lectores
Tabuyo Romero, Domingo M. 1998. Balsaín blues. Espiral Maior.
Quadrinhos
Alves, Abel; Tolj, Esteban. 2018. A tumba de Breogán. Demo.
Prado, Miguelanxo. 2012. Ardalén. Norma Editorial.
Prado, Migueanxo. 2020. O pacto do letargo. Retranca Edicións.
Ensaios sobre cultura
Barreiro Fernandez, Xosé Ramón. 2007. Os símbolos de Galicia. Consello Cultura Galega.
Cuba, Xohán R.; Reigosa, Antonio; Miranda, Xosé. 2007. Dicionario dos seres míticos galegos. Xerais.
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Reigosa, Antonio. 2015. Galicia Encantada: O país das mil e unha fantasías. Xerais.

Programa

AULA 01:
Teoria do Espaço e História da Paisagem
“Poética e Filosofia da Paisagem”, Michel Collot
Origens da Paisagem
A Paisagem Romântica
Naturalismo e Impressionismo
Baudelaire e a flanerie

Cesário Verde
Apresentação biográfica (1855-1886)
Recepção. Primeira e segunda crítica (1870s a 1940s, 1950s e 1960s)
Críticos: Teófilo Braga, Fialho de Almeida, Joel Serrão, David-Mourão-Ferreira
A Paisagem dos Poemas de Imaturidade
Textos: “Heroísmos”, “Desastre”, “Esplêndida”

AULA 02:
Cesário Verde (Continuação)
Terceira crítica (1970s a 90s)
Críticos: Helena Buescu, Helder Macedo, Eduardo Lourenço
A Paisagem Urbana dos Poemas de Maturidade
Textos: “Num Bairro Moderno”, “Cristalizações”
Paisagem e Memória: Poemas Finais
Textos: “O Sentimento dum Ocidental” e “Nós”

O pós-Cesário: poetas variados
Fernando Pessoa (“O Guardador de Rebanhos”, III)
João Cabral de Melo Neto (“Serial”)
Sophia de Mello Breyner Andresen (“Cesário Verde”)

AULA 03:
Coordenadas estéticas do século XX: Modernismo
“Estrutura da Lírica Moderna”
“O Pintor da Vida Moderna”
em Portugal: Geração de Orfeu

Sophia de Mello Breyner Andresen
Apresentação biográfica (1919-2004)
Poemas do Livro “Geografia”

AULA 04:
Sophia de Mello Breyner Andresen (Continuação)
Poemas do Livro “Geografia”

Discussão do Filme “Retrato de uma Jovem em Chamas”, dirigido por Céline Sciamma.

Discussão do Filme “Retrato de uma Jovem em Chamas”, dirigido por Céline Sciamma.

Bibliografia Sugerida:
ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner. Obra Poética. Rio de Janeiro: Tinta-da-China Brasil (2018).
BAUDELAIRE, Charles. “O Pintor da Vida Moderna”. In: Charles Baudelaire. Poesia e Prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar (1995). pp. 851-881.
BOSI, Alfredo. O ser e o tempo da poesia. 6a. ed. São Paulo: Companhia das Letras (2000).
BUESCU, Helena Carvalhão. Chiaroscuro. Modernidade e Literatura. Porto: Campo das Letras - Editores S.A. (2001).
COLLOT, Michel. Poética e Filosofia da Paisagem. Tradução de Ida Alves [et al]. 1. Ed. Rio de Janeiro: Editora Oficina Raquel (2013).
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna: da metade do século XIX a meados do século XX. Livraria Duas Cidades (1978).
LOPES, Óscar e SARAIVA, António José. História da Literatura Portuguesa. 7ª edição. Santos: Livraria Martins Fontes (1973).
MANFRINI, Bianca Ribeiro. A Mulher e a Cidade: Imagens da Modernidade Brasileira em Quatro Escritoras Paulistas. São Paulo: Fapesp/Edusp (2011).
MITCHELL, W. J. T. (org). Landscape and Power. 2. ed. Chicago: University of Chicago Press (2002).
MULVEY, Laura. Afterimages: on cinema, women and changing times. Londres: Reaktion Books (2019).
POUND, Ezra. ABC da Literatura. Tradução de Augusto de Campos e José Paulo Paes. São Paulo: Cultrix (1970).
SCHAMA, Simon. Landscape and Memory. New York: Vintage Books (1995).
WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade na história e na literatura. Tradução de Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras (1989).
VERDE, Cesário. Poemas Reunidos. Introdução, estabelecimento do texto e notas de Mario Higa. Cotia: Ateliê Editorial (2010).

Programa

Aula 1: O nascimento de um ator genial e seu desenvolvimento dentro do contexto do teatro russo do século XX
Esta aula abordará a biografia de Mikhail Tchékhov e o início de sua trajetória artística dentro da Rússia, bem como seu trabalho
no Segundo TAM. A aula também apresenta a filosofia prática denominada de antroposofia e sua influência na vida de M.
Tchékhov.

Aula 2: Mikhail Tchékhov na Europa – Pedagogo e Diretor
A aula trata da trajetória do ator russo no período de sua emigração para a Alemanha, passando por Paris, Lituânia e Inglaterra.
Apresentará, além do histórico, alguns dos conceitos da técnica tchekhoviana desenvolvidos no período.

Aula 3: Chegando aos EUA: trabalho em Hollywood
A última aula apresenta a parte final da vida do ator, seu amadurecimento pedagógico e sua carreira em filmes americanos.
Também se comentará sobre a evolução dos conceitos dentro de sua psicotécnica artística.

Bibliografia

CHEKHOV, Michael. Para o ator. São Paulo, Martins Fontes, 2019.
CHEKHOV, Michael. Lessons for Teachers of his Acting Technique. Transcribed by Deirdre Hurst du Prey. Dovehouse Editions
Inc. Ottawa, Canada, 2000.
CHÉJOV. Mijaíl. A. El caminho del actor / Vida y encuentros. Traduccíon y notas de Bibichrifa Jakimziánova y Jorge Saura.
Ediciones ALBA, Barcelona, Espanha, 2016.
GONZÁLEZ PUCHE, Alejandro. ZHENGHONG, Ma (Compilação e Tradução). 16 lecciones y otros materiales. Cali, Universidad
del Valle, 2017.
MALAEV-BABEL, Andrei. Yevgeny Vakhtangov: A critical portrait. New York, Routledge, 2013.
MAROWITZ, Charles. The Other Chekhov: A biography of Michael Chekhov, the Legendary Actor, Director and Theorist. Applause
Theatre & Cinema Books, New York, 2004.
MERINO, Daniela Simone Terehoff. Mestre de Teatro, Mestre de Vida – Leopold Sulerjítski e sua busca artística e pedagógica.
Dissertação (Mestrado em Letras). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.
SCANDOLARA, Camilo. Os estúdios do Teatro de Arte de Moscou e a formação da pedagogia teatral no século XX. 2006. 218 f.
Dissertação (Mestrado em Artes) – Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Artes. Campinas, 2006.
STEINER, Rudolf. Teosofia – Introdução ao conhecimento supra-sensível do mundo e do destino humano. São Paulo, Editora
Antroposófica, 2004.
STEINER, Rudolf. Matéria, forma e essência – o caminho cognitivo da Filosofia à Antroposofia. São Paulo, Editora Antroposófica,
1999.
STEINER, Rudolf. A filosofia da Liberdade. Elementos de uma cosmovisão moderna. São Paulo, Editora Antroposófica, 1988.
STEINER, Rudolf. Arte e estética segundo Goethe. Goethe como inaugurador de uma estética nova. São Paulo, Editora Antropo-
sófica, 2012.
TCHERKÁSSKI, Serguei. Stanislávski e o yoga. São Paulo, É Realizações, 2019.

Programa

Aula 1: Judeus no Brasil: contextualização histórica

Aula 2: Judeus em São Paulo: contextualização histórica e territorialização

Aula 3: Preservação institucional da memória judaica em São Paulo: Casa do Povo, Memorial da Imigração Judaica e do Holocausto, Museu Judaico de São Paulo

Aula 4: Três experiências adicionais no campo da memória judaica brasileira



Bibliografia:


BENCHIMOL, S. Eretz Amazônia: os judeus na Amazônia. Manaus: Comitê Israelita do Amazonas, 1998.
BIALSKI, A. A. Museu Judaico de São Paulo: a criação de um diálogo entre comunidade e sociedade. 2021. Dissertação (Mestrado em Letras Estrangeiras e Tradução) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2021.
______. Memorial do Holocausto: um estudo dos públicos escolar e espontâneo. 2022. Monografia (Especialização em Museologia, Cultura e Educação) – Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2022.
BLAY, E. A. O Brasil como destino: raízes da imigração judaica contemporânea para São Paulo. São Paulo: Editora Unesp, 2013.
CARNEIRO, M. L. T. (Org.). Recordações dos Primórdios da Imigração Judaica em S. Paulo. São Paulo: Maayanot, 2013.
DECOL, R. Imigrações urbanas para o Brasil: o caso dos judeus. 1999. Tese (Doutorado em Sociologia) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1999.
FALBEL, N. Judeus no Brasil: estudos e notas. São Paulo: Humanitas; Edusp, 2008.
FAUSTO, B. (Org.). Fazer a América. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1999.
FREIDENSON, M. L.; BECKER, G. (Org.). Passagem para a América: relatos da imigração judaica em São Paulo. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2003.
FREIDENSON, M. L. (Org.). Carta de chamada: relatos da imigração judaica em São Paulo de 1930 a 1942. São Paulo: Annablume, 2014.
GRINBERG, K. (Org.). Os judeus no Brasil: inquisição, imigração e identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
LESSER, J. A negociação da identidade nacional: imigrantes, minorias e a luta pela etnicidade no Brasil. São Paulo: Editora UNESP, 2001.
LEWIN, H. Da Colônia à República: judeus construindo sua identidade brasileira. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2019.
MILGRAM, A.; KOIFMAN, F.; FALBEL, A. (Org.). Judeus no Brasil: história e historiografia. São Paulo: Garamond, 2021.
MIZRAHI, R. Imigrantes judeus do Oriente Médio: São Paulo e Rio de Janeiro. Cotia: Ateliê Editorial, 2003.
PÓVOA, C. A. A territorialização dos judeus na cidade de São Paulo. São Paulo: Humanitas, 2010.
RIBEMBOIM, J. História dos judeus em Pernambuco. Recife: Cepe, 2023.
VALADARES, P.; FAIGUENBOIM, G.; ANDREAS, N. Os primeiros judeus de São Paulo: uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana. Rio de Janeiro: Fraiha, 2009.
VELTMAN, H. B. A História dos Judeus em São Paulo. Rio de Janeiro: Instituto Arnaldo Niskier, 1994.
WIZNITZER, A. Os judeus no Brasil Colonial. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1960.
WOLFF, E.; WOLFF, F. Guia histórico da comunidade judaica de São Paulo. São Paulo: Editora B’nei B’rith, 1988.
ZITUNE, G. Beirute, Mooca, panelas e amor. São Paulo: Oficina de Conteúdo, 2017.

 

Programa

AULA 1 (21/07) - O que é a política do confronto político? Como estudar as rupturas políticas?

Existe política para além das instituições. As pessoas vão às ruas, praças e outros espaços para exibir suas demandas políticas. Em algumas circunstâncias, grupos resolvem atuar por meio de manifestações como marchas e petições. Em outros momentos, grupos e pessoas optam por formas violentas de levar a cabo seus interesses. Qual o cálculo dos atores para o uso dessas táticas e performances de expressão política? Quais circunstâncias favorecem certos modelos de ação política? Quando determinadas táticas e performances se impõem arena política pública? A aula introduzirá o aluno nos principais conceitos e estratégias metodológicas aplicadas a uma variedade de questões e casos como movimentos sociais, guerrilhas e associativismo. Nesta aula o aluno tomará contato com os seguintes conceitos:
● Confronto Político - Ação Coletiva, Conflito e Estado
● Mecanismos e Processos
● Oportunidades Políticas
● Estruturas de Mobilização e Formas Organizacionais
● Enquadramentos Interpretativos
● Repertórios de Confronto

Leitura Básica
MCADAM, Doug; TARROW, Sidney; TILLY, Charles. Para mapear o confronto político. Lua Nova: revista de cultura e política, n. 76, p. 11-48, 2009.

Leitura Complementar
ALONSO, Angela. A POLÍTICA DAS RUAS: Protestos em São Paulo de Dilma a Temer. Novos Estudos, p. 49, 2017.
SOUZA, Rafael de. Cenários de protesto: Mobilização e espacialidade no ciclo de confronto de junho de 2013. 2018. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo.


AULA 2 (22/07) - Conjunturas fluidas e a formação de frentes políticas

O mundo político contemporâneo é fortemente marcado pela participação de atores diversos e grupos identitários. Há, no entanto, conjunturas em que vários desses atores políticos se agrupam na formação de blocos que visam a coordenar e fortalecer as ações em uma mesma frente de disputa. Esta aula trata de analisar semelhantes conjunturas a partir da recente experiência de formação do bloco de direita nomeado Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos. A reflexão engloba temáticas como: conjunturas fluidas; tempo e espaço social; formação de grupos e identidades políticas; polarização e radicalização do confronto; processos de conversão, defecção e metamorfose de atores políticos; confronto político em sociedades democráticas.

Leitura Básica
ALONSO, Angela. "A política das Ruas: Protestos em São Paulo de Dilma a Temer 1." Novos Estudos (2017): 49.
DOBRY, Michel. Sociologia das Crises Políticas, S.P., Editora Unesp, 2015, prefácio (1-24); cap 4 e 5 (p 105-134).

Material Multimídia a ser utilizado em aula
TV FOLHA. “Queda de Dilma é o que une grupos à frente de manifestações” (07:09 minutos)
Link: https://www.youtube.com/watch?v=PDgogEAb_Gg ;


AULA 3 (23/07) - A relação entre Estado e movimentos sociais: O caso do ativismo intervencionista

A relação entre Estado e movimentos sociais é amplamente abordada na literatura sociológica. Nessa aula, abordaremos a compreensão desenvolvida nos marcos da Teoria do Confronto Político. O que são movimentos sociais? Qual sua relação com o Estado? Como se apresentam os movimentos sociais contemporaneamente? Essas são as perguntas que guiarão este encontro. Como estudo de caso, será apresentado o caso do ativismo intervencionista, isto é, daqueles que defendem a intervenção militar no governo federal no Brasil contemporâneo.

Leitura Básica
TILLY, C.. Os movimentos sociais como política In Revista Brasileira de Ciência Política, no.3, Brasília, janeiro-julho, 2010, pp.133-160, 2009.

Leitura Complementar
ALONSO, Angela. Teorias dos movimentos sociais: balanço do debate. Lua Nova, 2009, no. 75. 2009. Alvarez, Sonia E.; Dagnino; Evelina; Escobar, Arturo (Orgs.).

Material Multimídia a ser utilizado em aula
Intervenção Militar com Bolsonaro no poder (04:41 minutos)
Link: https://www.youtube.com/watch?v=XAutVaqTtss&feature=youtu.be


AULA 4 (27/07) - Enquadramentos Interpretativos e a politização da sexualidade e da reprodução

A politização de temas em torno da sexualidade e da reprodução humana é um fenômeno político do século XX. Com o invento de métodos anticonceptivos, elemento central que desencadeou a Revolução Sexual dos anos 1960, sexualidade/erotismo e reprodução/fertilidade passaram a ser enquadrados como termos distintos e autônomos. Como parte desse fenômeno, as noções de família, sexualidade, reprodução e gênero passaram a ser disputadas no campo político por diferentes atores sociais.
Esta aula tem como objetivo introduzir os alunos no campo dos estudos sobre mobilizações da sexualidade e da reprodução humana, a partir do enfoque dos enquadramentos interpretativos de mobilizações e contramobilizações em torno dos temas aborto e prostituição no contexto brasileiro.

Leitura Básica
TARROW, Sidney. Interpretando o confronto. In Poder em movimento: Movimentos sociais e confronto político. Ed. Vozes. 2009.

Leitura Complementar
FACCHINI, Regina; SIMÕES, Júlio. Na trilha do arco-íris: do movimento homossexual ao LGBT. São Paulo: Perseu Abramo, 2009.
HALFMANN, Drew; YOUNG, Michael. War pictures: the grotesque as a mobilizing tactic. Mobilization: An International Journal, v.15, n.1, p.01-24, 2010.
JOHNSTON, Hank; OLIVER, Pamela. What a good idea! Ideologies and frames in social movement research. Mobilization: An International Journal, n.4, v.1, 2000, p. 37-54.
REZENDE, Patricia. Reinterpretando corpo, gênero e sexualidade: uma perspectiva da ação coletiva do movimento brasileiro de prostitutas. Revista Enfoques, v.15, p. 126-146, dez 2016.
REZENDE, Patricia. Eleições 2006: mobilização e contramobilização em torno do aborto no ciclo eleitoral. In: III Seminário Mídia, Política e Eleições, 2016: São Paulo. Os trabalhos do III Seminário MPE (2016), 2016. v.3.

Material Multimídia a ser utilizado em aula
Política e prostituição no Brasil (04:48 minutos)
Link: https://www.youtube.com/watch?v=VTaJ4rD6QYk

Gabriela Leite: História do Movimento de Prostitutas (06:06 minutos)
Link: https://www.youtube.com/watch?v=sISSYTGViJc

Band Entrevista com Lia Zanotta e Lenise Garcia- Bloco 1, 2 e 3 (27:07 minutos)
Link: https://www.youtube.com/watch?v=KdHGWkMngpk
Link: https://www.youtube.com/watch?v=FnYqmPA3XM4
Link: https://www.youtube.com/watch?v=laaV-zXXl28


AULA 5 (28/07) - Trajetórias de ativistas: mobilização, recrutamento e participação

Uma das questões centrais da Sociologia Política é explicar por que algumas pessoas, e não outras, se engajam em ações contenciosas, sejam estas protestos ou movimentos armados. Indo mais além, é possível refletir também sobre a variação nas experiências de participação dentro de um movimento. Nesta aula serão apresentados alguns dos principais conceitos e esquemas teóricos e metodológicos para estudar a participação e engajamento de ativistas. O objetivo é discutir a relação entre motivações para o engajamento, oportunidades e ameaças políticas e biografias dos indivíduos, com enfoque para a interação entre biografia, laços sociais e contexto situacional. Partindo de trabalhos empíricos e discussões sobre trabalho de campo, a aula procurará construir competências para a realização de análises de trajetórias de ativistas. Os temas que serão trabalhados em aula concentram-se em torno de conceitos como custo e risco, disponibilidade biográfica, socialização e histórico de ativismo, recrutamento, participação diferencial, e afinidade atitudinal.
Nessa aula também será realizado um fechamento do curso, tendo duração mais longa que as demais.

Leitura Básica
ALONSO, Angela. Métodos qualitativos de pesquisa: uma introdução. São Paulo: Sesc São Paulo/CEBRAP, 2016.
SALGADO, Maria Mercedes. Perfil e recrutamento das (os) ativistas da Frente Sandinista. In: SALGADO, Maria Mercedes. Recrutamento em movimentos de alto risco: o caso da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua. Dissertação (Mestrado em Sociologia). São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2016

Leitura Complementar
AUYERO, Javier. Appendix: On fieldwork, theory, and the question of biography. In: AUYERO, Javier. Contentious Lives: Two Argentine Women, Two Protests, and the Quest for Recognition. Durham: Duke University Press, 2003.
VITERNA, Jocelyn. Pulled, pushed and persuaded. Explaining women’s mobilization into the Salvadoran guerrilla army. American Journal of Sociology, v. 112, n. 1, p. 1-45, 2006.


VI. BIBLIOGRAFIA COMPLETA

ALONSO, Angela. Teorias dos movimentos sociais: balanço do debate. Lua Nova, 2009, no. 75. 2009. Alvarez, Sonia E.; Dagnino; Evelina; Escobar, Arturo (Orgs.).
_____.Métodos qualitativos de pesquisa: uma introdução. São Paulo: Sesc São Paulo/CEBRAP, 2016.
_____. A política das ruas: Protestos em São Paulo de Dilma a Temer. Novos Estudos, p. 49, 2017.
AUYERO, Javier. Appendix: On fieldwork, theory, and the question of biography. In: AUYERO, Javier. Contentious Lives: Two Argentine Women, Two Protests, and the Quest for Recognition. Durham: Duke University Press, 2003
DOBRY, Michel. Sociologia das Crises Políticas, S.P., Editora Unesp, 2015.
FACCHINI, Regina; SIMÕES, Júlio. Na trilha do arco-íris: do movimento homossexual ao LGBT. São Paulo: Perseu Abramo, 2009.
HALFMANN, Drew; YOUNG, Michael. War pictures: the grotesque as a mobilizing tactic. Mobilization: An International Journal, v.15, n.1, p.01-24, 2010.
JOHNSTON, Hank; OLIVER, Pamela. What a good idea! Ideologies and frames in social movement research. Mobilization: An International Journal, n.4, v.1, 2000, p. 37-54.
MCADAM, Doug; TARROW, Sidney; TILLY, Charles. Para mapear o confronto político. Lua Nova: revista de cultura e política, n. 76, p. 11-48, 2009.
REZENDE, Patricia. Reinterpretando corpo, gênero e sexualidade: uma perspectiva da ação coletiva do movimento brasileiro de prostitutas. Revista Enfoques, v.15, p. 126-146, dez 2016.
_____. Eleições 2006: mobilização e contramobilização em torno do aborto no ciclo eleitoral. In: III Seminário Mídia, Política e Eleições, 2016: São Paulo. Os trabalhos do III Seminário MPE (2016), 2016. v.3.
SALGADO, Maria Mercedes. Perfil e recrutamento das (os) ativistas da Frente Sandinista. In: SALGADO, Maria Mercedes. Recrutamento em movimentos de alto risco: o caso da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua. Dissertação (Mestrado em Sociologia). São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2016
SOUZA, Rafael de. Cenários de protesto: Mobilização e espacialidade no ciclo de confronto de junho de 2013. 2018. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo.
TARROW, Sidney. Interpretando o confronto. In Poder em movimento: Movimentos sociais e confronto político. Ed. Vozes. 2009.
TILLY, C.. Os movimentos sociais como política. Revista Brasileira de Ciência Política, no.3, Brasília, janeiro-julho, 2010, pp.133-160, 2009.
VITERNA, Jocelyn. Pulled, pushed and persuaded. Explaining women’s mobilization into the Salvadoran guerrilla army. American Journal of Sociology, v. 112, n. 1, p. 1-45, 2006.

Programa

Objetivos:
1) discutir alguns pressupostos do pensamento político de direita.
2) Utilizar de maneira articulada eventos históricos significativos para o pensamento de direita com alguns dos seus mais destacados teóricos.
3) E com isso pretendemos, introdutoriamente, dotar aos alunos, de instrumentais intelectuais, cognitivos e pedagógicos para estudar (com maior profundidade), compreender e refletir sobre o pensamento de direita que hoje ganha projeção política e cultura inegável.
Ementa: Quer com o curso capacitar da perspectiva crítica os interessados sobre o que é o conservadorismo, as ideias de direita e suas implicações políticas. Pois muito se fala e discute a questão, mas pouco se compreende a logica interna e o sentido político do conservadorismo (do liberalismo) e das ideias de direita.

Metodologia das Aulas: Expositiva via Online (Remoto).
Plataforma Utilizada: GOOGLE MEET
Tópicos do Curso/Parte-I
1) Surgimento do Conservadorismo Moderno (Aula 1 e 2)
- Burke e a revolução francesa;
- Defesa da tradição, dos costumes e a recusa das ideias abstratas (intelectuais, filósofos e escritores);
- Conceito de conservador;

2) Desenvolvimento do Conservadorismo e da Direita no Século XX (Aula 3 e 4)
- As ideais do pensamento político de direita;
- Conservadorismo, liberalismo e o ódio à democracia;

Tópicos do Curso/Parte-II
3) Fascismo histórico e Fascismo sociológico (Aula 5)
- A ofensiva contra os trabalhadores (e suas organizações);
- A personalidade autoritária;
4) Fascismo conceitual (Aula 6)
- Gestão neoliberal, neoconservadora e violência (Trump, Bolsonaro, Orban...);
- É possível um conceito de fascismo hoje?

Cronograma das Aulas:

Aula 1: dia (10/08)
Introdução ao Curso
a) Justificativa do curso: por que a crítica emancipatória deve estudar o pensamento conservador hoje?

Aula 2: dia (12/08)
Origens do Conservadorismo
b) Burke e a Revolução Francesa;
c) Defesa da “cultura” e das instituições como conceito de conservadorismo.

Aula 3: dia (17/08)
Nasce o Conservadorismo e a Direita Intransigente
d) O surgimento da democracia de massas e o surgimento do conservadorismo no século XX;
e) O importante conservadorismo alemão: Leo Strauss e Eric Voegelin - I.

Aula 4: dia (19/08)
A Persistência do Conservadorismo e da Direita Intransigente (os ingleses acompanham os alemães)
f) O importante conservadorismo alemão: Leo Strauss e Eric Voegelin - II;
g) Neoburkeanos: o ceticismo em Michael Oakeshott e Roger Scruton.

Aula 5: dia (24/08)
Conservadorismo e a Direita na História: o conceito de Fascismo
h) É preciso destruir as organizações dos subalternos;
i) Gramsci e o Fascismo;
j) Adorno e a personalidade autoritária.

Aula 6: (26/08)
Conceito de Fascismo
k) Debate contemporâneo: gestão neoliberal e governos de direita. É possível um conceito de fascismo hoje?

Bibliografia Básica do Curso

ADORNO, Theodor. Estudos sobre a Personalidade Autoritária. São Paulo. Unesp. 2020.
ALMEIDA, Ângela Mendes. A República de Weimar e a Ascensão do Nazismo. São Paulo. Brasiliense, 1990.
ANDERSON, Perry. A Direita Intransigente no Fim do Século. In Afinidades Seletivas. São Paulo. Boitempo, 2002.
______________ Ideias a Ação Política na Mudança Histórica. Revista Margem Esquerda, nº 1, 2003*.
BEAUVOIR, Simone. O Pensamento Político da Direita Hoje. São Paulo. Paz e Terra, 1972 [Há uma edição em espanhol disponível em PDF no Google]**.
Brown, Wendy. American Nightmare: Neoliberalism, Neoconservatism, and De-Democratization. Political Theory, V. 34, nº 6, 2006.
GERMINO, Dante. O Metaxo da Vida Humana em Eric Voegelin. In: CRESPIGNY, Anthony; MINOGUE, Kenneth R. Filosofia Política Contemporânea. Brasília. UNB, 1982.
MILLER, Eugene F. Leo Strauss a Recuperação da Filosofia Política. In: CRESPIGNY, Anthony; MINOGUE, Kenneth R. Filosofia Política Contemporânea. Brasília. UNB, 1982.
MINOGUE, Kenneth R. Oakeshott: o oceano ilimitado da política. In: CRESPIGNY, Anthony; MINOGUE, Kenneth R. Filosofia Política Contemporânea. Brasília. UNB, 1982.
SCHMITT, Carl. Teologia Política. Belo Horizonte. Del Rey, 2006.
SCRUTON, Roger. O Que é Conservadorismo? São Paulo. É Realizações, 2015.
HABERMAS, Jürgen. O Discurso Filosófico da Modernidade. São Paulo. Martins Fontes, 2002.
HOBSBAWN, Eric. A Revolução Mundial. In: A Era dos Extremos. São Paulo. Companhia das Letras, (Varias edições).
NISBET, Robert. O Conservadorismo. Lisboa. Estampa, 1987.
RILEY, Dylan. Enigmas of Fascism. New Left Review, nº 30, 2004.
ROCHA, Camila. Vários Artigos. Revistas Progressistas (Le Monde Diplomatique Brasil, Cult, Margem Esquerda).
RODRIGUES. Candido Moreira. Críticos da Revolução Francesa. Revista Brasileira de Ciência Política, nº 3, 2010.
RUDÉ, George. A Multidão na História: estudos dos movimentos populares na França e Inglaterra (1730-1848). Rio de Janeiro. Campus, 1991.
SOUZA, Jamerson Murillo Anunciação. Edmund Burke e a Gênese do Conservadorismo. Revista Serviço Social e Sociedade, nº 126, 2016.
TOGLIATTI, Palmiro. Lições Sobre o Fascismo. São Paulo. Temas de Ciências Humanas, 1978.
* Texto altamente recomendado para o curso.
** Texto altamente recomendado para o curso.

Programa

Para o desenvolvimento das habilidades comunicativas orais, trabalharemos:
- Estratégias de aprendizado de uma língua estrangeira;
- Estratégias de compreensão e produção escrita;
- Revisão de aspectos linguísticos em função das dificuldades dos alunos, como: passé composé, imparfait, plus-que-parfait, futur simple, présent, sistema de pronomes, adjetivos;
- Prática da fonética e pronúncia em francês.

Bibliografia Geral :
AVANZI, Audrey et al. Entre nous 3 – B2. Paris : Editions Maison des Langues, 2016.
ABRY, Dominique ; CHALARON, Marie-Laure. Grammaire des premiers temps A2-B1. Presses Universitaires de Grenoble, 2003.
BENAMAR, R. Stratégies d’aide à la production orale en FLE. Synergies, Algérie, nº8, 5-63, 2009.
CHAHI, Fatiha et al. Entre nous 2 – A2. Paris : Editions Maison des Langues, 2015.
DENIYER, Monique. Version Originale 2 – A2. Paris : Editions Maison des Langues, 2010.
GLOANEC, Audrey. Défi 3 – B1. Paris : Editions Maison des Langues, 2018.
GLOANEC, Audrey. Défi 3 – B2. Paris : Editions Maison des Langues, 2018.
MIQUEL, Claire. Grammaire en dialogues – Niveau Intermédiaire. Clé International, 2007.
PACTHOD, A. ROUX, Pierre-Yves. 80 fiches pour la production orale en fle. Paris : Didier, 1999, 95p.

Programa

Aula 1 - Os diários e as obras de juventude

BEAUVOIR, Simone de. Cahiers de Jeunesse. Paris: Gallimard. 2ª ed, 2008.
____________. Diary of a Philosophy Student - Vol I - 1926-27. University of Illinois. 1ª ed, 2006.
____________. Diary of a Philosophy Student - Vol II - 1928-29. University of Illinois. 1ª ed, 2019.
____________. Memórias de uma moça bem-comportada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 3ª ed, 2018.
____________. As inseparáveis. Trad. Ivone Benedetti. São Paulo: Record, 2021.
KIRKPATRICK, Kate. Becoming Beauvoir: A life. UK: Bloomsbury Academic. 1ª ed, 2019.


Aula 2 - Os clássicos e as obras de maturidade

BEAUVOIR, Simone de. A Convidada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 3ª ed, 2019.
____________. A força das coisas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 3ª ed, 2018.
____________. A força da idade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 3ª ed, 2018.
____________. O sangue dos outros. Trad. Heloysa de Lima Dantas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
____________. Todos os Homens são mortais. Trad. Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.

BAUER, Nancy. Simone de Beauvoir - Philosophy and Feminism. Columbia University Press 2001.


Aula 3 – Contos, balanço final

CARD, Claudia (Org). The Cambridge Companion to Simone de Beauvoir. Cambridge University Press, 2003.
BEAUVOIR, S. A mulher desiludida. Trad. Helena Silveira e Maryan A. Bom Barbosa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
____________. Tout compte fait [1972]. Paris: Gallimard, 1982.
____________. Balanço final. Trad. Rita Braga. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
____________. La cérémonie des adieux suivi de Entretiens avec Jean-Paul Sartre. Paris: Gallimard, 1981.
____________. A Cerimônia do Adeus. Trad. Rita Braga. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.
____________. “Uma existencialista observa os americanos”. In: DE BEAUVOIR, Simone. Brigitte Bardot e a síndrome de Lolita & outros ensaios. Trad. Magda Guadalupe dos Santos e Paulo Sartori. Belo Horizonte: Editoras associadas, 2018.

Programa

Aula 1 – 05 de fevereiro de 2024: Introdução e revisão dos principais tópicos tratados no curso “Introdução ao Latim da Vulgata”, ministrado no semestre passado, e que pode ser encontrado na íntegra através do link: https://www.youtube.com/playlist?list=PLnkq1VWpqlHNC3PTPGTR_U2eZG5Axp6pG

Aula 2 – 06 de fevereiro de 2024: 1. O particípio passado; 1.1. Morfologia; 1.2. Verbos mais comuns; 1.3. Declinação; 1.4. Sentido; 1.5. Ocorrências no ESI.

Aula 3 – 07 de fevereiro de 2024: 2. O particípio futuro; 2.1. Morfologia; 2.2. Verbos mais comuns; 2.3. Declinação; 2.4. Sentido; 2.5. Ocorrências no ESI.

Aula 4 – 08 de fevereiro de 2024: 3. Imperativo; 3.1. Desinências número-pessoais; 3.2. Imperativo presente ativo; 3.3. Imperativo presente passivo; 3.4. Imperativo presente depoente; 3.5 Texto de leitura; 3.6. Imperativo negativo; 3.7 Texto de leitura.

Aula 5 – 09 de fevereiro de 2024: 4. Pretérito mais-que-perfeito; 4.1. Conjugação; 4.2. Comparação com o pretérito imperfeito; 4.3. Uso do pretérito-mais-que-perfeito; 4.4. Conjugação do verbo esse no pretérito imperfeito e no mais-que-perfeito; 4.5. Voz passiva do pretérito mais-que-perfeito; 4.6. Textos de leitura.

Obs.: Cada aula terá a duração de 1 hora, totalizando 5 horas.

Bibliografia

AMARANTE, José. Latinitas: uma introdução à língua latina através dos textos. 2ª edição revista. Volume único: Fábulas mitológicas e esópicas, epigramas, elegias, poesia épica, odes. Salvador: EDUFBA,2018. https://www.latinitasbrasil.org/_files/ugd/0f7cc7_b887870852ec412883829…
BIBLIA SACRA VULGATA. 5th ed. Edited by Robert Weber. Stuttgart: German Bible Society, 2007.
CARDOSO, Zelia de Almeida. Iniciação ao latim. Série Princípios, vol. 172. São Paulo: Ed. Ática, 2009.
ERGE, Damião et alii. Ars Latina. Curso prático de língua latina. Nova edição reformulada e atualizada por Amós Coêlho da Silva e Airto Ceolin Montagner. Petrópolis: Vozes, 2012.
FARIA, Ernesto. Dicionário latino português. Rio de Janeiro: FAE, 1988. http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_act…
FREIRE, António. Gramática Latina. Braga: Apostolado da Imprensa, 1992.
GLARE, P. G. W. Oxford Latin Dictionary. Oxford: Oxford University Press, 1968.
GRIMAL, Pierre, et alii. Gramática latina. São Paulo: EDUSP, 1986.
MARTINS, Paulo. Literatura Latina. Curitiba: IESDE, 2009.
RAVIZZA, João. Gramática Latina. 14ª edição, acrescida de um compêndio da história da literatura latina. Niterói: Escola Industrial Dom Bosco, 1958.
TORRINHA, Francisco. Dicionário latino português. Porto: Gráficos Reunidos, 1994.
SARAIVA, Francisco Rodrigues dos Santos. Novissimo diccionario latino-portuguez. 7ª edição. Rio de Janeiro: Garnier, 1910. https://archive.org/details/F.rDosSantosSaraivaNoviss.Dic.LatinoPortugu…

Programa

Encontro 1 – Constelações: A poesia do pós-guerra alemão
Encontro 2 – A poética de Paul Celan
Encontro 3 – A poética de Ingeborg Bachmann
Encontro 4 – Correspondências: Bachmann e Celan em relação

Referências:
Bachmann, I. O tempo adiado e outros poemas. Tradução: Cláudia Cavalcanti. São Paulo: Editora Todavia, 2020.
Bachmann, I. Werke 1 – Gedichte, Hörspiele, Libretti, Übersetzung. München: Piper Verlag, 2021.
Bachmann, I.; Celan, P. Herzzeit: Ingeborg Bachmann – Paul Celan: Der Briefwechsel. Ed.: Badiou, B. et al. Frankfurt am Main: Suhrkamp Verlag, 2008.
Böschenstein, B.; Wiegel, S. (Org). Ingeborg Bachmann und Paul Celan Poetische Korrespondenzen. Frankfurt am Main: Suhrkamp Verlag, 2000.
Celan, P. Ar-reverso. Tradução: Guilherme Gontijo Flores. São Paulo: Editora 34, 2021.
Celan, P. A rosa de ninguém. Tradução: Mauricio Mendonça Cardozo. São Paulo: Editora 34, 2021.
Celan, P. Die Gedichte – Kommentierte Gesamtausgabe. Frankfurt am Main: Suhrkamp, 2017.