Programa

Aula 01: Homenagem, Plágio, Adaptação ou Apropriação: Como definir a intermidialidade?
Aula 02: Dazai Osamu e suas representações na Cultura Pop
Aula 03: Edogawa Ranpo e seu impacto no gênero thriller, investigativo e policial.
Aula 04: Natsume Sôseki, influências e reverberações atuais de suas obras.

Referências Bibliográficas:

ANSATSU KYÔSHITSU. Direção: KISHI Seiji. Estúdio: Lerche. 2015.
AOI BUNGAKU SERIES. Direção: MORIO Asaka. Estúdio: Madhouse. 2009.
BIBLIA KOSHODÔ NO JIKEN TECHÔ. Fuji TV, 2013. Série
BROTTMAN, M.; Bakhtin and Popular Culture. New Literary History. New Literary History 23(3):765,1993.<Disponível em:https://www.researchgate.net/publication/270309806_Bakhtin_and_Popular_… >
BROWN, C.S.; Music and Literature, A Comparison of the Arts. Athens: University of Georgia Press, 1948. <Disponível em: https://www.jstor.org/stable/1768393&gt;
BUNGOU STRAY DOGS. Direção: IGARASHI Takuya. Estúdio: Bones. 2016.
CARVALHAL, T. Intertextualidade: diálogos possíveis. 4ª ed. São Paulo: Ática, 2003.
CERVELLI, F. Ima Deshô: the Vacuum of Immediacy in Contemporary Japanese Literature and Popular Culture. Tese de Doutorado em Filosofia. Universidade de Oxford, 2017. <Disponível em: https://ora.ox.ac.uk/objects/uuid:521d5f5e-d34d-454a- b622 a0454783cf80 >
DAZAI, O. Joseito. In: Dazai Osamu tanpenshû . Edição: Shueisha Bunko. Tóquio: Shueisha, 2021. ISBN 978-4-08-751697-4.
______ Ningen shikkaku. Edição: Bungei Shunju. Tóquio: Bungeishunju, 2017. ISBN 978-4-16-790743-4.
_______ Hashire Merosu. In: Dazai Osamu tanpenshû. Edição: Shueisha Bunko. Tóquio: Shueisha, 2021. ISBN 978-4-08- 751697-4.
_______ Shayô. Edição: Shincho Bunko. Tóquio: Shinchosha, 2020. ISBN 978-4-10-101018-0.
EDOGAWA, R. Ranpo kessakusen. Edição: Kobunsha Bunko . Tóquio: Kobunsha, 2021. ISBN 978-4-334-79256-1.
FLÜLÖP, M. Culture Shock and the Birth of the Modern Japanese novel: Natsume Soseki In: Berg, W., Éigeartaigh, A. (eds)
Exploring Transculturalism. VS Verlag für Sozialwissenschaften. 2010 Disponível em:https://doi.org/10.1007/978-3-531- 92440-3_5 Acesso em: 19/10/2024
GEKKAN SHÔJO NOZAKI-KUN. Direção: YAMAZAKI Mitsue. Estúdio: Doga Kobo. 2014. Série
GINTAMA. Direção: TAKAMATSU, Shinji. Estúdio: Sunrise. 2006.
HOSHINO, Y. Bungô to Arukemisuto. Tóquio: Kadokawa, 2016.
HOWE, A. Murder Most Modern: Detective Fiction and Japanese Culture. Jefferson Vol. 27, Iss. 2, (Fall 2009): 113-115.
HUTCHEON, L. A Theory of Adaptation. New York: Routledge, 2006.
HYOUKA. Direção: TAKEMOTO, Yasuhiro. Estúdio: Kyoto Animation. 2012.
ISHIDA, S. Tôkyô kushû. Tóquio: Shueisha, 2011–2014. 14 vols.
KAWANA, K.K.; Ficção e realidade nas obras de Dazai Osamu. Estudos Japoneses, n. 33, p. 35-44, 2013. <Disponível em:https://doi.org/10.11606/issn.2447-7125.v0i33p35-44&gt;
KAWANA, S. Undercover agents of modernity: Sleuthing *city, colony, and body in Japanese detective fiction. University of Pennsylvania Dissertations & Theses,  2003. 3095898.
KUROTOKAGE. Fuji TV, 2015. Filme.
LOVE LIVE! SUNSHINE!! Direção: SAKAI, Kazuo. Estúdio: Sunrise. 2016. Série
MITSUI, T. et al; Popular Music Intercultural Interpretations. International Association for the Study of Popular Music and Kanazawa University Press. 1998.
NATSUME YÛJIN-CHÔ. Direção: OMORI, Takahiro. Estúdio: Brain's Base. 2008. Série
NATSUME SÔSEKI NO TSUMA. Direção: MIYAKE, Mitsuyuki. NHK. 2016. Série
NATSUME, S. Botchan. Edição: Iwanami Bunko. Tóquio: Iwanami Shoten, 2019. ISBN 978-4-00-310122-3.
____________. Kokoro. Edição: Shincho Bunko. Tóquio: Shinchosha, 2013. ISBN 978-4-10-101013-5.
___________. Wagahai wa neko de aru. Edição: Kadokawa Bunko. Tóquio: Kadokawa, 2020. 3 vols. ISBN 978-4-04-109101- 4.
NOMURA, M. Bungaku shôjo. Tóquio: Enterbrain, 2006. 8 vols.
OURAN HIGH SCHOOL HOST CLUB. Direção: IGARASHI Takuya. Estúdio: Bones. 2006.
RAMPO KITAN: GAME OF LAPLACE. Direção: KISHI, Seiji. Estúdio: Lerche. 2015.
SAKAMICHI NO APOLLON. Direção: WATANABE, Shinichirou. Estúdio: MAPPA. 2012.
SAYONARA ZETSUBÔ SENSEI. Direção: SHINBO, Akiyuki. Estúdio: Shaft. 2007.
SHILOH, I. Adaptation, Intertextuality, and the Endless Deferral of Meaning: Memento. M/C Journal, 10(2). 2007.
SHINREI TANTEI YAKUMO. Direção: YAMAMOTO Kiyoshi. Estúdio: Bee Train. 2010.
STEINBERG, M.; Anime’s Media Mix: Franchising Toys and Characters in Japan. Minneapolis, MN: University of Minnesota Press. 2012.
TRICKSTER. Direção: MUKAI, Masahiro. Estúdio: TMS Entertainment. 2016.
TSUKI GA KIREI. Direção: KISHI, Seiji. Estúdio: Feel. 2017.
YU, C.; Japanese Anime Idol Music in the Media Mix: A Case Study of the Love Live Idols. Dissertação de Mestrado em Música. Universidade da California, San Diego, 2021. <Disponível em: https://escholarship.org/uc/item/2m63z7dr&gt;

Programa

Aula 1: Apresentação do programa e discussão inicial sobre publicação de artigos
Aula 2: atividades práticas (Google acadêmico, Lattes, revistas)
Aula 3: Estrutura de um artigo acadêmico
Aula 4: Elaborar estrutura de um artigo

Bibliografia:
ADLER, M.; van DOREN, C. . Como ler livros. O guia clássico para a leitura inteligente. [Trad. Edwar H. Wolff, Pedro Sette-Câmara]. São Paulo: É realizações, 2010.
BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as ideias. Editora Ática, São Paulo. 2005.
BOEGLIN, Martha. Wissenschaftlich arbeiten Schritt für Schritt: gelassen und effektiv studieren. München: Wilhelm Fink Verlag, 2007.
DUDEN. Wie verfasst man wissenschaftlichen Arbeiten? [Ulrich Andermann, unter Mitw. v. Martin Dress u. Frank Grätz]. Mannheim, Leipzig, Wien, Zürich: Dudenverlag 2006.
ESSELBORN-KRUMBIGEL, Helga. von der Idee zum Text. Eine Anleitung zum wissenschaftlichen Schreiben. Ferdinand Schöningh, Zürich, 2004.
KOCH, Ingedore. Argumentação e Linguagem. Cortez Editora, São Paulo. 2011.
LOUSADA, Eliane. G.; MACHADO, Anna Rachel; ABREUTARDELLI, Lília Santos.Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005. v. 1. 120p.
MOITA LOPES, Luiz Paulo da. Por uma Linguística Aplicada Interdisciplinar. Editora Parábola, São Paulo. 2006.
MOTTA-ROTH, Désirée; HENDGES, Graciela Rabuske. Produção textual na universidade. 1ª edição, 9ª impressão. São Paulo: Parábola Editorial. 2021.
OLIVEIRA, Jorge Leite de – Texto acadêmico. Técnicas de redação e de pesquisa científica conforme normas atuais da ABNT. 5ª edição. São Paulo: Vozes, 2007.
RODRIGUES, André Figueiredo. Como elaborar e apresentar monografias. 3a ed. atualizada. São Paulo: Humanitas, 2008.
SEVERINO, Antonio Joaquim – Metodologia do trabalho científico. 23ª edição, revista e ampliada. Campinas (SP): Cortez, 2007.
VILAÇA, Márcio Luiz Corrêa. Pesquisa e ensino: considerações e reflexões.Revista e-scrita, v.1, n.2, p.59-74. 2010.

Programa

Aula 1: Vinicius em movimento

Aula 2: Vinicius de Moraes – crítico de cinema

Aula 3: O pensamento de Eisenstein na obra de Vinicius de Moraes

Aula 4: VM, matéria de cinema

Bibliografia

AUMONT, Jacques (org.). As teorias dos cineastas. Trad. de Marina Appenzeller. Campinas: Papirus, 2004.
BUENO, Alexei. Vinicius de Moraes e o cinema. In. Cadernos de Literatura Comparada. n. 32, 2015. p. 15-40.
CATANI, Afrânio Mendes. Vinícius de Moraes, crítico de cinema. Perspectivas. São Paulo, n. 7, 1984. p. 127-147.
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Trad. de Teresa Ottoni. Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed., 2002.
MORAES, Vinicius de. O cinema de meus olhos. 3. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
PELLEGRINI, Tânia et al. Literatura, cinema e televisão. São Paulo: Senac/Itaú Cultural, 2003.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico: a opacidade e a transparência. 4 ed. São Paulo: Paz e Terra, 2008.

Programa

Aula 1: 31/07/2023: Excesso e Homoerotismo: conceitualizações

Aula 2: 02/08/2023: João Gilberto Noll e o corpo/excesso

Aula 3: 04/08/2023: João Silvério Trevisan e o desejo de Ser

Bibliografia

BARTHES, Roland. O prazer do texto. Trad.: J. Guinsburg. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1987.
________. Fragmentos de um discurso amoroso. Trad.: Márcia Valéria Martinez de Aguiar. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.
BATAILLE, Georges. O erotismo. Trad.: Fernando Scheibe. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.
_______. Documents. Trad.: João Camillo Penna e Marcelo Jacques de Moraes – Desterro [Florianópolis]: Cultura
e Barbárie, 2018.
BRANDÃO, Luís Alberto. Teorias do espaço literário. Belo Horizonte: Fapemig, 2013.

COSTA, Jurandir Freire. A inocência e o vício: estudos sobre o homoerotismo. Rio de Janeiro: Relume-Dumará,
1992.
_______. A face e o verso: estudos sobre o homoerotismo II. São Paulo: Escuta, 1995.
LEFEBVE, Maurice-Jean. Estrutura do discurso da poesia e da narrativa. São Paulo: Almedina, 1980.
MORAES, Eliane Robert. A escrita do excesso. Viver Mente&Cérebro. Especial, v. 4, p. 72-75, 2008.
_________. Lições de Sade: ensaios sobre a imaginação libertina. São Paulo, Iluminuras, 2006.
MORICONI, I. (org.). Os cem melhores contos brasileiros do século. São Paulo: Objetiva, 2002.
NOLL, João Gilberto. A céu aberto. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
TREVISAN, João Silvério. Em nome do desejo. Rio de Janeiro: Record, 2001.

Programa

Aula 1: Introdução geral à filosofia aristotélica (5/8, 10h-12h)
1.1. Contexto histórico e intelectual de Aristóteles
1.2. Estrutura do corpus aristotelicum
1.3. Estrutura do Organon: os tratados lógicos
1.4. Estrutura da Metafísica
Questões metodológicas: trabalhando com um texto antigo - edições, traduções e crítica textual
Questões abertas: hipótese compatibilista e hipótese desenvolvimentista
Bibliografia: Ross (1924), Graham (1987), Wedin (2000), Burnyeat (2001).

Aula 2: Ciência, conhecimento científico e ontologia (6/8, 10h-12h)
2.1. Uma introdução à filosofia da ciência de Aristóteles
2.1.2. Noção aristotélica de episteme: conhecimento e fundamentos da ciência (APo)
2.1.3. A doutrina das quatro causas (Phys.) etapas de uma investigação científica (APo II)
2.1.4. Noção de definição, demonstração e o modelo de ciência demonstrativa (APo II)
2.2. A noção de sophia e a busca pela Filosofia Primeira
Questões: é possível que exista uma ciência que estuda o ser enquanto tal?
Bibliografia: Angioni (2014), Charles (2010, 2020), Bronstein (2016, 2024), Zingano (2005)

Aula 3: A ciência do ser: substância, essência e hilemorfismo (6/8, 10h-12h)
3.1. A noção de ousia: substância e essência - contraste entre Organon e Metafísica
3.2. Dependência ontológica e unidade focal (Met. IV)
3.3. Conhecendo o tratado do ser: mapeamento do Livro Z
3.4. Conceito de essência, forma e matéria (o hilemorfismo aristotélico)
3.5. Interseção entre a filosofia da ciência e a metafísica aristotélica
Considerações finais e conclusão do curso
Bibliografia: Burnyeat (2001), Lewis (2013), Peramatzis (2018), Zillig (2009, 2023), Zingano (2003).

Bibliografia geral do curso


Edições e traduções das obras de Aristóteles
ACKRILL, J. (1963) Aristotle’s Categories and De Interpretatione. Oxford: Clarendon Press 1963.
AUBENQUE, P. Concepts et Catégories dans la Pensée Antique. Paris: Vrin, 1980.
BEKKER, I. [1831]. Aristotelis Opera. Berlin: Walter De Gruyter, 1961.
BARNES, J. The complete works of Aristotle. Volumes 1 e 2. Princeton: Princeton University Press, 1984.
BOSTOCK, D. Aristotle Metaphysics - Books Z and H. Oxford: Clarendon Press, 1994.
JAEGER, W. Metaphysica. 1. ed. Oxford: Clarendon Press, 1957.
MIGNUCCI, M. Aristotele: Organon. Le confutazioni sofistiche, Analitici secondì. Traduzione e commento di
Mario Mignucci. Laterza & Figli, 2007.
ROSS, D. Aristotle’s Metaphysics: A Revised Text with Introduction and Commentary. 2 volumes. Oxford:
Clarendon Press, 1924.
ROSS, D. Aristotle’s Prior and Posterior Analytics: A Revised Text with Introduction and Commentary. Oxford:
Clarendon Press, 1949.
SANTOS, R. Aristóteles: Categorias & Da Interpretação, INCM 2016, volume I tomo II das Obras Completas de
Aristóteles, ed. A. P Mesquita, Lisboa, 2016.
Bibliografia secundária
ANGIONI, L. (org.) Lógica e Ciência em Aristóteles. Campinas: Phi., 2014.
BASTOS, D. A Teoria da Demonstração Científica de Aristóteles em Segundos Analíticos 1.2-9 e 1.13. Archai,
2020.
BRONSTEIN, D. Aristotle on Knowledge and Learning: The Posterior Analytics. Oxford: OUP, 2016.
BURNYEAT, M. Aristotle on Understanding Knowledge. In: Berti, E. (ed.), 1981.
CHARLES, D. Aristotle on Meaning and Essence. Oxford: Oxford University Press, 2000.
CHARLES, D. Definition and Explanation in the Posterior Analytics and Metaphysics. In: Charles, D (ed.),
Definition in Greek Philosophy, 286–328. Oxford: OUP, 2010.
GILL, M. L. Aristotle on Substance. The Paradox of Unity. Princeton: Princeton University Press, 1989.
GRAHAM, D.W., Aristotle's two Systems, Oxford University Press, Oxford 1987.
LENNOX, J. Aristotle on Inquiry - Erotetic Frameworks and Domain Specific Norms. Cambridge University Press,
2021.
LEVY, Lia. et al. (org.) Substância na história da filosofia. Pelotas: NEPFIL Online, 2023.
LENNOX, J. Aristotle on Inquiry - Erotetic Frameworks and Domain Specific Norms. Cambridge University Press,
2021
LEWIS, F. A. How Aristotle gets by in Metaphysics Zeta. Oxford: Oxford University Press, 2013.
LOUX, M. Primary Ousia. An Essay on Aristotle’s Metaphysics Z and H. Ithaca and London: Cornell University
Press, 1991.
MENN, S. The Aim and the Argument of Aristotle’s Metaphysics (forthcoming).
PERAMATZIS, M. Aristotle’s Hylomorphism: The Causal-Explanatory Model Metaphysics. 1(1):12-32, 2018.
SCALTSAS, T. CHARLES, D. & GILL, M.L. (eds.) Unity, Identity, and Explanation in Aristotle's Metaphysics (pp.
75–105). Oxford: Oxford University Press, 1994.
WEDIN, M. Aristotle’s Theory of Substance. Oxford: Oxford University Press, 2000
ZILLIG, R. A ciência do ser enquanto ser e o estudo da substância - Metafísica IV e VII. Journal of Ancient
Philosophy, 2009.
ZINGANO, M. As Categorias de Aristóteles e a Doutrina dos Traços do Ser, Dois Pontos 10: 225-254, 2013
ZINGANO, M. Forma, matéria e definição na Metafísica de Aristóteles. Cad. Hist. Fil. Campinas, vol. 13, n. 2, pp.
277-299, 2003.
ZINGANO, M. (org.) Sobre a Metafísica de Aristóteles. São Paulo: Odysseus. 2005.

 

Programa

Cronograma:

  • 12/08: As relações étnico-raciais em São Paulo no fim da escravidão
  • 13/08: Urbanização, eugenia e gentrificação na área central de São Paulo
  • 19/08: Crescimento da metrópole e segregação racial.
  • 20/08: Crescimento da periferia, processo de favelização, e resistência da população negra na metrópole


Bibliografia

ALMEIDA, Silvio. Racismo Estrutural. São Paulo: Jandaia, 2021.
CAMPOS, Andrelino. Do Quilombo à Favela: A Produção do “Espaço Criminalizado” no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
FERNADES, Florestan. A Integração do Negro na Sociedade de Classes. São Paulo: Globo, 2008. 5.ed.
HARVEY, David. 17 Contradições e o Fim do Capitalismo. São Paulo: Boitempo, 2016.
_____________ O Neoliberalismo: história e implicações. São Paulo: Loyola, 2005.
MUNANGA. Kabengele (Org). Superando o Racismo na Escola. Brasília: MEC/BID/UNESCO, 2005.
ROLNIK, Raquel. Territórios Negros nas Cidades Brasileiras: Etnicidade e Cidade de São Paulo e Rio de Janeiro. In: Santos, Renato Emerson (Org). Diversidade, Espaço e Relações Étnico-Raciais: O Negro na Geografia do Brasil. Belo Horizonte: Guttenberg, 2007.
SANTOS, Milton. A Urbanização Brasileira. São Paulo: Edusp, 2020.
______________ Metrópole Corporativa Fragmentada: o caso de São Paulo. São Paulo: Edusp, 2019.
_____________¬¬_ O Espaço do Cidadão. São Paulo: Edusp, 2020.
SCHWARCZ, Lilia M. O Espetáculo das Raças. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
SILVA, Maria Nilza. Nem para todos é a Cidade: segregação urbana e racial em São Paulo. Brasília: Fundação Cultural Palmares, 2006.

Programa

Dia 2 de Agosto (10:00~12:00)

Apresentação da Autora Han Kang e suas obras
Sobre Atos humanos e a Tradução à língua portuguesa brasileira: a historicidade e o ritmo

Dia 9 de Agosto (10:00~12:00)

A poética da Tradução: O Ritmo_ Henri Meschonnic
Análise da tradução de Atos Humanos em comparação com a tradução inglesa.

 

BIBLIOGRAFIA

KANG, Han (한강). 소년이 온다(Menino Vem). Seoul: Changbi, 2014.
_____. Atos Humanos. Tradução de Ji Yun Kim. São Paulo: Todavia, 2021.
_____. Human Acts. Tradução de Debora Smith. New York: Hogarth, 2016.
MESCHONNIC, Henri. Crisis del signo, Política del ritmo y teoría del lenguaje. Santo Domingo: Editora Corripio, 2000.
_____. Ethics and Politics of Translating. Philadelphia, John Benjamins Publishing Company, 2007.
_____. Linguagem, Ritmos e vida. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2006
_____. Manifesto em defesas do ritmo. Tradução de Cícero Oliveira. Caderno de Leituras n.40, 2015.
_____. Poética do traduzir. Tradução de Jerusa Pires Ferreira e Suely Fenerich. São Paulo: Perspectiva, 2010.
_____. Traduzir: Escrever ou Desescrever. Tradução de Claudia Borges de Faveri e Marie-Hélène Catherine Torres. Scientia Traductionis, n.7, 2010.

Programa

I. Aspectos gerais da dramaturgia de Plínio Marcos, características e histórico do
teatro marginal brasileiro e os conceitos de marginalidade;


II. Análise dos elementos dramatúrgicos e estruturais do teatro adulto pliniano, nas
peças: Dois perdidos numa noite suja (1966), Navalha na carne (1967), Querô, uma
reportagem maldita (1979) e O assassinato do anão do caralho grande (1996);


III. Abordagens do teatro para crianças de Plínio e a cultura popular em: As aventuras
do coelho Gabriel (1965), História dos bichos brasileiros: o coelho e a onça ou Onça
que espirra não come carne (1988) e Assembleia dos ratos (1989).

Referências bibliográficas:
ARANTES, Antonio Augusto. O que é cultura popular. São Paulo: Brasiliense, 2012.
BARROS, Walderez de. A atualidade de Plínio Marcos, “repórter de um tempo mau”.
In: CRÍTICA EM MOVIMENTO: PRESENTE, 2018, São Paulo, Programação. São
Paulo: Itaú Cultural, 2018.
CANDIDO, Antonio; PRADO, Décio de Almeida et al. A personagem de ficção. São
Paulo: Perspectiva, 2009.
DEZOTTI, Maria Celeste Consolin. A tradição da fábula: de Esopo a La Fontaine.
São Paulo: UNESP, 2018.
ENEDINO, Wagner Corsino. Entre o limbo e o gueto: literatura e marginalidade em
Plínio Marcos. Campo Grande: UFMS, 2009.
GINZBURG, Jaime. Literatura, violência e melancolia. Campinas: Autores
Associados, 2013.
MAGALDI, Sábato. Panorama do teatro brasileiro. São Paulo: Global, 2004.
MARCOS, Plínio. O assassinato do anão do caralho grande: noveleta policial e
peça teatral. São Paulo: Geração Editorial. 1996.
MARCOS, Plínio. Melhor teatro de Plínio Marcos. São Paulo: Global, 2003.

MARCOS, Plínio. Obras teatrais: roda de samba, roda dos bichos. Rio de Janeiro:
FUNARTE, 2017.
MARTIN, Vima Lia. Literatura e marginalidade: um estudo sobre João Antônio e
Luandino Vieira. São Paulo: Alameda, 2008.
MENDES, Oswaldo. Bendito maldito: uma biografia de Plínio Marcos. São Paulo:
Leya, 2009.
PANTANO, Andreia Aparecida. A personagem palhaço. São Paulo: UNESP, 2007.
REYES, Alejandro. Vozes dos porões: a literatura periférica/marginal do Brasil. Rio de
Janeiro: Aeroplano, 2013.
VIEIRA, Paulo. Plínio Marcos: a flor e o mal. Rio de Janeiro: Firmo, 1994.

Programa

Aula 1. O romeno e as demais variedades balcânicas entre as línguas românicas
Aula 2. Fonologia do romeno
Aula 3. Morfologia do romeno
Aula 4. Sintaxe do romeno

Bibliografia

Gönczöl, Ramona (2007). Romanian: An Essential Grammar. Londres: Routledge.
Hoffman, Christina N. (1989). Romanian Reference Gramamr. U. S. Department of State.
Kohn, Daniela (2009) PULS- Manual de limba româna pentru străini. A1-A2. Iași/București: Polirom.
Рыжова, Мария Михайловна. Румынский язык. Начальный курс (Língua romena. Curso inicial). São
Petersburgo: КАРО, 2017.

Programa

Aula 1 - Apresentação - Conceituando e historicizando raça, racismo e branquitude no capitalismo.
Texto 1
ALMEIDA, Silvio Luiz de. Racismo e economia. In: ALMEIDA, Silvio Luiz de Racismo estrutural. São Paulo: Pólen, 2019. p. 153-208.
Texto 2
SCHUCMAN, Lia Vainer. Branquitude. In: SCHUCMAN, Lia Vainer Entre o encardido, o branco e o branquíssimo: branquitude, hierarquia e poder na cidade de São Paulo. 2ª. ed. São Paulo: Veneta, 2020. cap. 2, p. 49-74.

Aula 2 – A presença da raça na produção do espaço brasileiro
Texto 3
MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia Política e história da geografia no Brasil. In: MORAES, Antonio Carlos Robert Território e história no Brasil. São Paulo: Editora Hucitec, 2002. p. 132-174.
Texto 4
SANTOS, Renato Emerson dos. O ensino de Geografia do Brasil e as relações raciais: reflexões a partir da lei 10.639. In: SANTOS(Org.), Renato Emerson dos. Diversidade, espaço e relações étnico-espaciais: o Negro na Geografia do Brasil. 2ª. ed. Belo Horizonte: Editora Gutenberg, 2009. p. 21-40.

Aula 3 – Relações raciais na sala de aula
Texto 5
SILVA, Renata Rodrigues da. A Produção e a reprodução do racismo na escola. In SILVA, Renata Rodrigues da. A Produção de saberes geográficos antirracistas por professores de Geografia. Dissertação (Dissertação em Geografia) - USP. São Paulo, 2024, p. 128-150.
Texto 6
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Ministério da Educação, Brasília, 2004. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/programa-saude-da-escola/323-secretarias-11287…. Acesso em: 20 setembro 2021.

Aula 4 – Encerramento - Disputando o currículo
Texto 7
hooks, bell. Pedagogia engajada. In hooks, bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2017. p. 25-36
Texto 8
ARROYO, Miguel. Os saberes do trabalho docente disputam lugar nos currículos. In: ARROYO, Miguel Currículo, território em disputa. Petrópolis: Vozes, 2013. p. 69-112

Referências:
ALMEIDA, Silvio Luiz de. Racismo e economia. In: ALMEIDA, Silvio Luiz de Racismo estrutural. São Paulo: Pólen, 2019. p. 153-208.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Ministério da Educação, Brasília, 2004. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/programa-saude-da-escola/323-secretarias-11287…. Acesso em: 20 setembro 2021.
BRECHT, Bertolt. Poemas 1986-1956. 5ª. ed. São Paulo: Ed. 34, 2000.
HOOKS, bell. Ensinando a Transgredir: Educação como Prática da Liberdade. 2ª. ed. São Paulo: WMF Martins fontes, v. I, 2017.
MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia Política e história da geografia no Brasil. In: MORAES, Antonio Carlos Robert Território e história no Brasil. São Paulo: Editora Hucitec, 2002. p. 132-174.
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