Programa

Cronograma:

  • 12/08: As relações étnico-raciais em São Paulo no fim da escravidão
  • 13/08: Urbanização, eugenia e gentrificação na área central de São Paulo
  • 19/08: Crescimento da metrópole e segregação racial.
  • 20/08: Crescimento da periferia, processo de favelização, e resistência da população negra na metrópole


Bibliografia

ALMEIDA, Silvio. Racismo Estrutural. São Paulo: Jandaia, 2021.
CAMPOS, Andrelino. Do Quilombo à Favela: A Produção do “Espaço Criminalizado” no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
FERNADES, Florestan. A Integração do Negro na Sociedade de Classes. São Paulo: Globo, 2008. 5.ed.
HARVEY, David. 17 Contradições e o Fim do Capitalismo. São Paulo: Boitempo, 2016.
_____________ O Neoliberalismo: história e implicações. São Paulo: Loyola, 2005.
MUNANGA. Kabengele (Org). Superando o Racismo na Escola. Brasília: MEC/BID/UNESCO, 2005.
ROLNIK, Raquel. Territórios Negros nas Cidades Brasileiras: Etnicidade e Cidade de São Paulo e Rio de Janeiro. In: Santos, Renato Emerson (Org). Diversidade, Espaço e Relações Étnico-Raciais: O Negro na Geografia do Brasil. Belo Horizonte: Guttenberg, 2007.
SANTOS, Milton. A Urbanização Brasileira. São Paulo: Edusp, 2020.
______________ Metrópole Corporativa Fragmentada: o caso de São Paulo. São Paulo: Edusp, 2019.
_____________¬¬_ O Espaço do Cidadão. São Paulo: Edusp, 2020.
SCHWARCZ, Lilia M. O Espetáculo das Raças. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
SILVA, Maria Nilza. Nem para todos é a Cidade: segregação urbana e racial em São Paulo. Brasília: Fundação Cultural Palmares, 2006.

Programa

Dia 2 de Agosto (10:00~12:00)

Apresentação da Autora Han Kang e suas obras
Sobre Atos humanos e a Tradução à língua portuguesa brasileira: a historicidade e o ritmo

Dia 9 de Agosto (10:00~12:00)

A poética da Tradução: O Ritmo_ Henri Meschonnic
Análise da tradução de Atos Humanos em comparação com a tradução inglesa.

 

BIBLIOGRAFIA

KANG, Han (한강). 소년이 온다(Menino Vem). Seoul: Changbi, 2014.
_____. Atos Humanos. Tradução de Ji Yun Kim. São Paulo: Todavia, 2021.
_____. Human Acts. Tradução de Debora Smith. New York: Hogarth, 2016.
MESCHONNIC, Henri. Crisis del signo, Política del ritmo y teoría del lenguaje. Santo Domingo: Editora Corripio, 2000.
_____. Ethics and Politics of Translating. Philadelphia, John Benjamins Publishing Company, 2007.
_____. Linguagem, Ritmos e vida. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2006
_____. Manifesto em defesas do ritmo. Tradução de Cícero Oliveira. Caderno de Leituras n.40, 2015.
_____. Poética do traduzir. Tradução de Jerusa Pires Ferreira e Suely Fenerich. São Paulo: Perspectiva, 2010.
_____. Traduzir: Escrever ou Desescrever. Tradução de Claudia Borges de Faveri e Marie-Hélène Catherine Torres. Scientia Traductionis, n.7, 2010.

Programa

I. Aspectos gerais da dramaturgia de Plínio Marcos, características e histórico do
teatro marginal brasileiro e os conceitos de marginalidade;


II. Análise dos elementos dramatúrgicos e estruturais do teatro adulto pliniano, nas
peças: Dois perdidos numa noite suja (1966), Navalha na carne (1967), Querô, uma
reportagem maldita (1979) e O assassinato do anão do caralho grande (1996);


III. Abordagens do teatro para crianças de Plínio e a cultura popular em: As aventuras
do coelho Gabriel (1965), História dos bichos brasileiros: o coelho e a onça ou Onça
que espirra não come carne (1988) e Assembleia dos ratos (1989).

Referências bibliográficas:
ARANTES, Antonio Augusto. O que é cultura popular. São Paulo: Brasiliense, 2012.
BARROS, Walderez de. A atualidade de Plínio Marcos, “repórter de um tempo mau”.
In: CRÍTICA EM MOVIMENTO: PRESENTE, 2018, São Paulo, Programação. São
Paulo: Itaú Cultural, 2018.
CANDIDO, Antonio; PRADO, Décio de Almeida et al. A personagem de ficção. São
Paulo: Perspectiva, 2009.
DEZOTTI, Maria Celeste Consolin. A tradição da fábula: de Esopo a La Fontaine.
São Paulo: UNESP, 2018.
ENEDINO, Wagner Corsino. Entre o limbo e o gueto: literatura e marginalidade em
Plínio Marcos. Campo Grande: UFMS, 2009.
GINZBURG, Jaime. Literatura, violência e melancolia. Campinas: Autores
Associados, 2013.
MAGALDI, Sábato. Panorama do teatro brasileiro. São Paulo: Global, 2004.
MARCOS, Plínio. O assassinato do anão do caralho grande: noveleta policial e
peça teatral. São Paulo: Geração Editorial. 1996.
MARCOS, Plínio. Melhor teatro de Plínio Marcos. São Paulo: Global, 2003.

MARCOS, Plínio. Obras teatrais: roda de samba, roda dos bichos. Rio de Janeiro:
FUNARTE, 2017.
MARTIN, Vima Lia. Literatura e marginalidade: um estudo sobre João Antônio e
Luandino Vieira. São Paulo: Alameda, 2008.
MENDES, Oswaldo. Bendito maldito: uma biografia de Plínio Marcos. São Paulo:
Leya, 2009.
PANTANO, Andreia Aparecida. A personagem palhaço. São Paulo: UNESP, 2007.
REYES, Alejandro. Vozes dos porões: a literatura periférica/marginal do Brasil. Rio de
Janeiro: Aeroplano, 2013.
VIEIRA, Paulo. Plínio Marcos: a flor e o mal. Rio de Janeiro: Firmo, 1994.

Programa

Aula 1. O romeno e as demais variedades balcânicas entre as línguas românicas
Aula 2. Fonologia do romeno
Aula 3. Morfologia do romeno
Aula 4. Sintaxe do romeno

Bibliografia

Gönczöl, Ramona (2007). Romanian: An Essential Grammar. Londres: Routledge.
Hoffman, Christina N. (1989). Romanian Reference Gramamr. U. S. Department of State.
Kohn, Daniela (2009) PULS- Manual de limba româna pentru străini. A1-A2. Iași/București: Polirom.
Рыжова, Мария Михайловна. Румынский язык. Начальный курс (Língua romena. Curso inicial). São
Petersburgo: КАРО, 2017.

Programa

Aula 1 - Apresentação - Conceituando e historicizando raça, racismo e branquitude no capitalismo.
Texto 1
ALMEIDA, Silvio Luiz de. Racismo e economia. In: ALMEIDA, Silvio Luiz de Racismo estrutural. São Paulo: Pólen, 2019. p. 153-208.
Texto 2
SCHUCMAN, Lia Vainer. Branquitude. In: SCHUCMAN, Lia Vainer Entre o encardido, o branco e o branquíssimo: branquitude, hierarquia e poder na cidade de São Paulo. 2ª. ed. São Paulo: Veneta, 2020. cap. 2, p. 49-74.

Aula 2 – A presença da raça na produção do espaço brasileiro
Texto 3
MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia Política e história da geografia no Brasil. In: MORAES, Antonio Carlos Robert Território e história no Brasil. São Paulo: Editora Hucitec, 2002. p. 132-174.
Texto 4
SANTOS, Renato Emerson dos. O ensino de Geografia do Brasil e as relações raciais: reflexões a partir da lei 10.639. In: SANTOS(Org.), Renato Emerson dos. Diversidade, espaço e relações étnico-espaciais: o Negro na Geografia do Brasil. 2ª. ed. Belo Horizonte: Editora Gutenberg, 2009. p. 21-40.

Aula 3 – Relações raciais na sala de aula
Texto 5
SILVA, Renata Rodrigues da. A Produção e a reprodução do racismo na escola. In SILVA, Renata Rodrigues da. A Produção de saberes geográficos antirracistas por professores de Geografia. Dissertação (Dissertação em Geografia) - USP. São Paulo, 2024, p. 128-150.
Texto 6
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Ministério da Educação, Brasília, 2004. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/programa-saude-da-escola/323-secretarias-11287…. Acesso em: 20 setembro 2021.

Aula 4 – Encerramento - Disputando o currículo
Texto 7
hooks, bell. Pedagogia engajada. In hooks, bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2017. p. 25-36
Texto 8
ARROYO, Miguel. Os saberes do trabalho docente disputam lugar nos currículos. In: ARROYO, Miguel Currículo, território em disputa. Petrópolis: Vozes, 2013. p. 69-112

Referências:
ALMEIDA, Silvio Luiz de. Racismo e economia. In: ALMEIDA, Silvio Luiz de Racismo estrutural. São Paulo: Pólen, 2019. p. 153-208.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Ministério da Educação, Brasília, 2004. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/programa-saude-da-escola/323-secretarias-11287…. Acesso em: 20 setembro 2021.
BRECHT, Bertolt. Poemas 1986-1956. 5ª. ed. São Paulo: Ed. 34, 2000.
HOOKS, bell. Ensinando a Transgredir: Educação como Prática da Liberdade. 2ª. ed. São Paulo: WMF Martins fontes, v. I, 2017.
MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia Política e história da geografia no Brasil. In: MORAES, Antonio Carlos Robert Território e história no Brasil. São Paulo: Editora Hucitec, 2002. p. 132-174.
SANTOS, Renato Emerson dos. O ensino de Geografia do Brasil e as relações raciais: reflexões a partir da lei 10.639. In: SANTOS(ORG.), Renato Emerson dos Diversidade, espaço e relações étnico-espaciais: o Negro na Geografia do Brasil. 2ª. ed. Belo Horizonte: Editora Gutenberg, 2009. p. 21-40.
SANTOS, Renato Emerson dos. Refletindo sobre a Lei 10.639: possibilidades e necessidades do ensino de Geografia. Observatório Geográfico da América Latina, 2009. Disponível em: http://www.observatoriogeograficoamericalatina.org.mx/egal12/Ensenanzad…. Acesso em: dezembro 2019.
SCHUCMAN, Lia Vainer. Entre o encardido, o branco e o branquíssimo: branquitude, hierarquia e poder na cidade de São Paulo. 2ª. ed. São Paulo: Veneta, 2020.
SILVA, Renata Rodrigues da. A Produção de saberes geográficos antirracistas por professores de Geografia. Dissertação (Dissertação em Geografia) - USP. São Paulo, p. 249. 2024.
SILVA, Tomaz Tadeu da. O currículo como narrativa étnica e racial. In: SILVA, Tomaz Tadeu da Documentos de identidade; uma introdução às teorias do currículo. 3º. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2015. p. 99-104.

Programa

Cronograma


As aulas serão realizadas entre julho e agosto, aos sábados, das 9h às 12h. O conteúdo divide-se em dez blocos:
1) Fundamentos e estrutura organizacional de periódicos científicos
2) Políticas editoriais e critérios de publicação
3) O fluxo editorial e a gestão dos processos de avaliação e publicação de manuscritos
4) Aspectos éticos na edição científica
5) Divulgação científica e estratégias de visibilidade editorial
6) A internacionalização de periódicos científicos
7) Diversidade e equidade na editoria científica
8) Princípios da Ciência Aberta e como adotá-los
9) Novos temas e problemas da editoria científica
10) Competências e desenvolvimento profissional do editor

Conteúdo programático


Aula 1. Sábado, 05/07 – 8h às 12h.

Bloco 1. Fundamentos e estrutura organizacional dos periódicos científicos
1.1. Panorama histórico dos periódicos científicos;
1.2. Tipos de periódicos e suas especificidades: o que uma revista científica pode publicar;
1.3. A autoria do texto científico e a Taxonomia CRediT;
1.4. Estrutura organizacional de uma revista científica: equipe editorial, conselho científico, corpo de pareceristas, terceirização de serviços;
1.5. Funções e responsabilidades da equipe editorial: prospecção e capacitação de editores; distribuição de papéis, gestão editorial;

Bloco 2. Políticas editoriais e critérios de publicação
2.1. Dados básicos de uma revista científica: nome e afiliação institucional, registro ISSN, sistemas de gerenciamento de submissões e de hospedagem de revistas (plataforma Open Journal System – OJS).
2.2. Desenvolvimento de documentos normativos: foco e escopo editorial, políticas editoriais, diretrizes para autores, normas de submissão, critérios de aceite e de recusa de manuscritos;
2.3. Seções e políticas de seção: documentos indexáveis e não indexáveis;
2.4. Elaboração do projeto gráfico de uma revista científica;
2.5. Capacitação da equipe editorial e divisão de tarefas;
2.6. Plano de Desenvolvimento Editorial e sustentabilidade operacional e financeira de periódicos;
2.7. Políticas de direitos autorais, de conflito de interesse e de retratação;
2.8. Políticas de dados de pesquisa, de acesso e de uso;
2.9. Políticas de preservação digital e arquivamento;
2.10. Políticas de licenciamento e de privacidade;
2.11. Taxas de submissão, processamento e publicação.

Aula 2. Sábado, 12/07 – 8h às 12h.

Bloco 3. O fluxo editorial e a gestão dos processos de avaliação e publicação de manuscritos
3.1. Configuração do sistema de gerenciamento de submissões (plataforma OJS);
3.2. Etapas do fluxo editorial: da submissão à publicação;
3.3. Procedimentos da triagem inicial (avaliação desk review); da avaliação (simples/duplo/ triplo-cega ou avaliação aberta); da revisão autoral; da editoração e da publicação;
3.4. Uso de ferramentas para identificação de plágio, autoplágio, similaridades e textos éditos;
3.5. Constituição de um corpo de pareceristas, criação de um formulário de avaliação, comunicação com avaliadores, leitura e interpretação de pareceres;
3.6. Conversão de arquivos para PDF; marcação XML; preenchimento e padronização de metadados, revisão de plotter (se houver);
3.7. Pós-publicação: correções, erratas, retratações, divulgação e monitoramento de métricas.

Bloco 4: Aspectos éticos na edição científica
4.1. Códigos de conduta e a integridade ética na editoria científica;
4.2. Boas práticas para autores, pareceristas e equipe editorial;
4.3. Identificação e tratamento de má conduta e desvios éticos;
4.4. Gestão de conflitos de interesse;
4.5. Políticas de correção e de retratação;

Aula 3. Sábado, 19/07 – 8h às 12h.

Bloco 5: Divulgação científica e estratégias de visibilidade editorial
5.1. Participação em redes sociais acadêmicas;
5.2. Criação e gerenciamento de redes sociais;
5.3. Veículos de divulgação científica e contato com a grande imprensa;
5.4. Outros produtos editoriais: blogs, newsletters, eventos.

Bloco 6: A internacionalização de periódicos científicos
6.1. Multilinguismo na publicação de manuscritos;
6.2. Questões de tradução: de trabalhos, da interface do sistema de gerenciamento de manuscritos, dos processos de avaliação e revisão de textos;
6.3. Internacionalização do conselho científico, da equipe editorial, do corpo de pareceristas e dos autores;
6.4. Estratégias para indexação em repositórios e bases de dados internacionais.

Aula 4. Sábado, 26/07 – 8h às 12h.

Bloco 7: Diversidade e equidade na editoria científica
7.1. Os Princípios DEIA (Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade);
7.2. A equidade de sexo e gênero na pesquisa (Diretrizes SAGER – Sex and Gender Equity in Research);
7.3. A endogenia acadêmica;
7.4. O estímulo ao fortalecimento de redes regionais, nacionais e internacionais de pesquisadores e fóruns de editores.

Bloco 8: Princípios da Ciência Aberta e como adotá-los
8.1. A Ciência Aberta e seu impacto na publicação científica;
8.2. Taxonomia da Ciência Aberta: acesso aberto, dados abertos, reprodutibilidade aberta das pesquisas, avaliação aberta, políticas abertas;
8.3. Preprints e sua integração no processo editorial;
8.4. Modalidades de revisão por pares aberta;
8.5. Gestão de dados científicos e repositórios de dados.

Aula 5. Sábado, 02/08 – 8h às 12h.

Bloco 9: Novos temas e problemas da editoria científica
9.1. Inteligência artificial generativa: diretrizes para uso ético;
9.2. O fim da revista científica: do formato revista ao fluxo contínuo;
9.3. Novas métricas e avaliação de impacto: critérios bibliométricos, altimétricos e impacto social;
9.4. Integração ORCiD e outros identificadores acadêmicos persistentes;
9.5. Participação em editais de financiamento de revistas científicas e transparência de custos;
9.6. Visibilidade e valorização do trabalho de equipes editoriais;
9.7. Reconhecimento formal do trabalho de pareceristas;
9.8. O “fim” do Qualis Periódicos.

Bloco 10: Competências e desenvolvimento profissional do editor
10.1. Princípios básicos de preparação de texto e revisão textual para equipes editoriais;
10.2. Princípios básicos de editoração e design de produtos editoriais;
10.3. A formação continuada de editores e equipes;
10.4. Ferramentas para gestão e otimização do trabalho editorial.

Ministrante
Eduardo Marinho da Silva [http://lattes.cnpq.br/1166924688195273] é graduado em Letras, com habilitação em Português (Bacharelado e Licenciatura), pela Universidade de São Paulo e mestre em Literatura Brasileira pela mesma instituição. Atualmente, é aluno de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Literatura Brasileira da USP, membro da equipe editorial da Opiniães – Revista dos Alunos de Literatura Brasileira e editor-chefe na Revista Brasileira de Estudos da Homocultura. Atuou como editor-assistente nos periódicos Teresa – Revista de Literatura Brasileira e Novos Estudos Cebrap, como revisor e preparador de textos, e como professor de literatura e redação para o Ensino Médio. E-mail: marinhoems@gmail.com.

Referências bibliográficas

ALBAGLI, Sarita; CLINIO, Anne; RAYCHTOCK, Sabryna. Ciência Aberta: correntes interpretativas e tipos de ação. Liinc em Revista, v. 10, n. 2, 2014. DOI: https://doi.org/10.18617/liinc.v10i2.749. Disponível em: https://revista.ibict.br/liinc/article/view/3593. Acesso em: 11 mai. 2025.

ALBAGLI, Sarita; MACIEL, Maria Lucia; ABDO, Alexandre Hannud (org.). Ciência Aberta, questões abertas. Brasília: Ibict; Rio de Janeiro: Unirio, 2015.

ANDRADE, Rebeca de Moura; MURIEL-TORRADO, Enrique Muriel. Declarações de acesso aberto e a lei de direitos autorais brasileira. Reciis: Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde, Rio de Janeiro, v. 11, p. 1-5, 2017. Disponível em: https://www.reciis.icict.fiocruz.br/index.php/reciis/article/view/1374. Acesso em: 25 abr. 2025.

ARAÚJO, Kizi Mendonça de; ARAÚJO, Paula Carina de; VOGEL, Michely Jabala Mamede. Manifesto EBBC por uma política nacional de acesso aberto e melhores práticas para a avaliação da ciência nacional. Disponível em: https://ebbc.inf.br/ebbc9/?page_id=913. Acesso em: 10 mai. 2025.

ARELLANO, Miguel Angel. Preservação de documentos digitais. Ciência da Informação, v. 33, n. 2, p. 15-27, 2004. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0100-19652004000200002. Acesso em: 11 mai. 2025.

BARATA, Germana. Por métricas alternativas mais relevantes para a América Latina. Transinformação, v. 31, p. e190031, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2318-0889201931e190031. Acesso em: 24 abr. 2025.

BENCHIMOL, Jaime L.; CERQUEIRA, Roberta C.; PAPI, Camilo. Desafios aos editores da área de humanidades no periodismo científico e nas redes sociais: reflexões e experiências. Educação e Pesquisa, v. 40, n. 2, p. 347-364, 2014. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1517-97022014061668. Acesso em: 2 mai. 2025.

BOAS, Raphael Faria; CAMPOS, Fhillipe de Freitas; AMARO, Bianca. Análise dos critérios formais de qualidade editorial: a política de classificação de periódicos científicos a partir do Qualis periódicos. Informação & Informação, v. 26, n. 1, p. 28-52, 2021. DOI: https://doi.org/10.5433/1981-8920.2021v26n1p28. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/39985. Acesso em: 11 maio. 2025.

BOMFÁ, Cláudia Regina Ziliotto. Modelo para gestão de periódicos científicos eletrônicos com foco na promoção da visibilidade. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC. Disponível em: http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/92734. Acesso em: 10 mai. 2025.

BRITO, Ronnie Fagundes de; SHINTAKU, Milton; CURADO, Andréa M. de C. S. Fleury et al. Guia do usuário do OJS 3. Brasília: Ibict, 2018. Disponível em: https://ridi.ibict.br/handle/123456789/1112. Acesso em: 25 abr. 2025.

FAPESP. Código de boas práticas científicas. São Paulo: Fapesp, 2014. Disponível em: https://fapesp.br/boaspraticas/. Acesso em: 10 mai. 2025.

GOMES, Valdir Pereira. O editor de revista científica: desafios da prática e da formação. Informação & Informação, v. 15, n. 1, p. 147-172, 2010. DOI: https://doi.org/10.5433/1981-8920.2010v15n1p147. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/5579. Acesso em: 11 mai. 2025.

MENDONÇA, Alex; CHIARELLI, Andrea; BYERS, Andy et al. Toolkit para periódicos de acesso aberto. [s.l.] OASPA; DOAJ, 2023. Disponível em: https://zenodo.org/records/14712847. Acesso em: 10 mai. 2025.

MUGNAINI, Rogério; DIGIAMPETRI, Luciano Antonio; MENA-CHALCO, Jesús Pascual. Comunicação científica no Brasil (1998-2012): indexação, crescimento, fluxo e dispersão. Transinformação, v. 26, n. 3, p. 239-252, 2014. Disponível: https://doi.org/10.1590/0103-3786201400030002. Acesso em: 10 mai. 2025.
NASSI-CALÒ, L. Avaliação por pares: modalidades, prós e contras. SciELO em Perspectiva, 27 mar. 2017. Disponível em: https://blog.scielo.org/blog/2015/03/27/avaliacao-por-pares-modalidades…. Acesso em: 25 abr. 2025.

PRÍNCIPE, Eloísa; RODE, Sigmar de Mello (org.). Comunicação científica aberta. Rio de Janeiro: Ibict, 2022.

SAMPAIO, Rafael Cardoso; Sabbatini, Marcelo; Limongi, Ricardo. Diretrizes para o uso ético e responsável da Inteligência Artificial Generativa: um guia prático para pesquisadores. São Paulo: Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – Intercom, 2024. Disponível em: https://www.portcom.intercom.org.br/ebooks/arquivos/livro-diretrizes-ia…. Acesso em: 23 abr. 2025/

SCIELO BRASIL. Critérios SciELO Brasil: critérios, política e procedimentos para a admissão e a permanência de periódicos na Coleção SciELO Brasil. Disponível em: https://www.scielo.br/about/criterios-scielo-brasil. Acesso em: 2 mai. 2025.

SILVEIRA, Lúcia da; ABADAL , Ernest. Open peer review: mais um passo das revistas científicas em direção à ciência aberta. Ciência da Informação Express, v. 5, p. 1-18, 2024. DOI: https://doi.org/10.60144/v5i.2024.122. Disponível em: https://cienciadainformacaoexpress.ufla.br/index.php/revista/article/vi…. Acesso em: 11 mai. 2025.

SILVEIRA, Lúcia da; SILVA, Fabiano Couto Corrêa da (org.). Gestão editorial de periódicos científicos: tendências e boas práticas. Florianópolis: BU Publicações; Edições do Bosque/UFSC, 2020. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/208691. Acesso em: 4 mai. 2025.

VEIGA, Viviane; HENNING, Patricia; PRÍNCIPE, Pedro; SANTOS, Luiz Olavo Bonino da Silva. Um panorama dos princípios de dados FAIR: teoria, práticas e serviços. Informação & Informação, v. 29, n. 4, p. 267-282, 2025. DOI: https://doi.org/10.5433/1981-8920.2024v29n4p267. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/51782. Acesso em: 11 mai. 2025.

Recursos online
ABCD – Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP – https://www.abcd.usp.br
ABEC – Associação Brasileira de Editores Científicos – https://www.abecbrasil.org.br
Academia.edu – https://www.academia.edu
Almetric – https://www.altmetric.com
cOAlition S – https://www.coalition-s.org
Cariniana – Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital – https://cariniana.ibict.br
COPE (Committee on Publication Ethics) – https://publicationethics.org
CopySpider – https://copyspider.com.br
Counsil of Science Editors – https://www.councilscienceeditors.org
DOI – Digital Object Identifier – https://www.doi.org
Directory of Open Access Journals (DOAJ) – https://doaj.org
Dimensions – https://www.dimensions.ai
Elsevier for Editors – https://www.elsevier.com/editor
EmeRI – Emerging Research Information – https://preprints.ibict.br/sobrePreprint.jsp
Google Scholar – https://scholar.google.com.br
Harvard Dataverse – https://dataverse.harvard.edu
iThenticate – https://www.ithenticate.com
Manuelzão – Portal brasileiro para revistas científicas – http://manuelzao.ibict.br
Miguilim – Diretório das revistas científicas eletrônicas brasileiras – https://miguilim.ibict.br
Oasisbr – Portal Brasileiro de Publicações e Dados Científicos em Acesso Aberto – https://oasisbr.ibict.br
Open Journal Systems (OJS) – https://pkp.sfu.ca/software/ojs
ORCiD – https://orcid.org
Think. Check. Submit. – https://thinkchecksubmit.org

Programa

CONTEÚDO TEORIA // PRATICA – MÓDULO 2
09-08
1 Semana da Cultura Japonesa – ochakai - Ryakubon Temae – Chitosebon, Ushucha Temae– Cerimônia do chá fraco
16-08
2 Hishaku – concha de bambu - Maneira de usar a concha de bambu -
Mizusashi – vasilhame para água fresca - Demonstração de Ushucha Temae – Cerimônia
do chá fraco // Ryakubon Temae – Chitosebon, Cerimônia do Chá com o uso da bandeja Chitose
23-08
3 Kama – caldeira de ferro. Furo – fogareiro. Haigata – Formas de cinzas. Sumi – carvão e seus utensílios // Chitosebon - Demonstração de Usucha Temae
30-08
4 Daisu – estante e Tana – prateleira. O yin - yang e os cinco elementos // Chitosebon – Usucha Temae
13-09
5 Chaji – Cerimônia do Chá completa. Chakai – reuniões do chá. Os utensílios para o kaiseki – refeição japonesa // Usucha Temae
20-09
6 Shichijishiki – Os sete Exercícios Cerimoniais de Chá em grupo. Nodate – Cerimônia do Chá ao ar livre // Usucha Temae
27-09
7 Koicha Temae – Cerimônia do chá forte. Chaire – pote para chá forte. Shifuku – invólucro para o pote de chá forte. Demonstração de Koicha Temae – Cerimônia do chá forte. // Usucha Temae.
04-10
8 Os 4 princípios e as 7 normas. Ro – fogareiro embutido a nível do chão // Usucha Temae
11-10
9 História do Chadô: nascimento do costume de tomar Chá. A transmissão do Chá. A formação de normas de etiqueta do Chá. Desenvolvimento do Chá ao estilo shoin. O
ambiente da natureza nos centros urbanos // Furo usucha temae - Cerimônia do Chá no Furo
18-10
10 História do Chadô: a essência do Chá ao estilo wabi // Furo usucha temae - Cerimônia do Chá no Furo
25-10
11 O Chanoyu do início do Período Edo. As escolas de Chá de Kyoto - Kamiryû Shimoryû. A expansão do Chanoyu // Furo usucha temae - Cerimônia do Chá no Furo
01-11
12 Análise do livro O Livro do Chá: A tigela da humanidade. Taoismo e Zen. O recinto do Chá. A apreciação da arte. Flores. Os mestres do Chá // Furo usucha temae - Cerimônia do Chá no Furo
08-11
13 Análise da Crônica do Chá Nanpôroku. Oboegaki. Kai, Tana, Shoin. Sumibiki. Metsugo// Cerimônia do Chá no Furo
22-11
14 Anedotas de chajin – mestres do Chá. Murata Juko. Takeno Joo. Sen no Rikyu // Cerimônia do Chá no Furo
29-11
15 Evento de Final de Curso – Ochakai - Furo usucha temae - Cerimônia do Chá no Furo

Bibliografia:
HAYASHI, Sokei e HAYASHI, Soen (compilação e adaptação). Cha no Yu – Arte e Filosofia – publicado
KANEKO, Mitsuko e outros (org.). Matcha no Hon (Livro do Chá Verde em Pó) – Editora Sekai Bunkasha – Tokyo, 1992.
KUWATA, Tadachika. Cha no Kokoro – Chado Meigenshû (O espírito do Chá – Antologia de Chadô) – Editora Tokyodô – Tokyo, 1957.
OKAKURA, Tenshin. Cha no Hon - The Book of Tea – Editora Kôdansha – Tokyo, 1971.
SEN, Soshitsu (supervisão). Genshoku Odôgu no Atsukai (Livro Ilustrado sobre o Uso dos Utensílios) – Editora Tankôsha – Kyoto, 1972.
SEN, Soshitsu (supervisão). Urasenke Chado Kyôka – Kyôyôhen – 16 volumes (Livros Didáticos de Urasenke Chado) – Editora Tankôsha – Kyoto, 1979.
TANAKA, Sen-ô. Nanpô Roku Kenkyû (Estudos sobre Registros de Nanpô) – Editora Chadô no Kenkyûsha – Tokyo, 1978.
UMEHARA, Takeshi e outros. Geijutsu Shinchô (Revista de Artes) – Editora Shinchô – Tokyo, agosto de 1991.

Programa

Aula 1: Introdução à Sociologia de Erving Goffman: a interação como objeto de análise (Segunda-feira – 23/02)

Aula 2: "Quando um indivíduo chega à presença de outros": a dramaturgia como metáfora da vida social (Quarta-feira – 25/02)
Leitura recomendada:
Goffman, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. Rio de Janeiro: Zahar, [1956] 2016.

Bibliografia complementar:
Maciel, Diogo Barbosa; Berbel, Gustavo dos Santos. “A representação do eu na vida cotidiana”. In: Enciclopédia de Antropologia. São Paulo: Universidade de São Paulo, Departamento de Antropologia, 2015. Disponível em: http://ea.fflch.usp.br/obra/representação-do-eu-na-vida-cotidiana
Martins, Carlos Benedito. Notas sobre o sentimento de embaraço em Erving Goffman. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 23, n. 68, p. 137-144, 2008.
Velho, Gilberto. Goffman, mal-entendidos e riscos interacionais. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 23, n. 68, p. 145-148, 2008.
Gastaldo, Édison. Goffman e as relações de poder na vida cotidiana. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 23, n. 68, p. 149-153, 2008.

Aula 3: "Estufas para mudar pessoas": instituições totais e o que se pode fazer com o self (Segunda-feira – 02/03)
Leitura recomendada:
Goffman, Erving. “Prefácio”; “Introdução”; “Cap.1 – As características das instituições totais” . Em: Manicômios, Prisões e Conventos. São Paulo: Perspectiva [1974], 2001, pp. 7-108.

Bibliografia complementar:
Almeida, Bruna Gisi Martins de. Socialização e regras de conduta para adolescentes internados. Tempo Social, v. 25, n. 1, p. 149–167, jun. 2013.
Becker, Howard S.. The Politics of Presentation: Goffman and Total Institutions. Symbolic Interaction, 26, pp. 659-669, 2003.
Frehse, Fraya. Erving Goffman, sociólogo do espaço. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 23, n. 68, 2008, p. 155-166.
Soares R de O, Gisi B. AJUSTAMENTOS À LOUCURA: A DINÂMICA DOS AJUSTAMENTOS PRIMÁRIOS E SECUNDÁRIOS NO COTIDIANO DE UM CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL. Sociologia & Antropologia, 13(3), 2023, pp. 1-23.

Aula 4: “Acreditamos que alguém com um estigma não seja completamente humano”: o estigma e a deterioração do self (Quarta-feira – 04/03)
Leitura recomendada:
GOFFMAN, Erving. "Estigma e identidade social". In: Estigma. Notas sobre a manipulação de uma identidade deteriorada. LTC Editora. 4o Edição. Rio de Janeiro, 1981, pp. 11-50.

Bibliografia complementar:
ASSENSIO, Cibele Barbalho & SOARES, Roberta. 2022. "Estigma – Erving Goffman". In: Enciclopédia de Antropologia. São Paulo: Universidade de São Paulo, Departamento de Antropologia. Disponível em: https://ea.fflch.usp.br/conceito/estigma-erving-goffman. ISSN: 2676-038X.
GOFFMAN, Erving. “A carreira moral do doente mental”. In: Manicômios, prisões e conventos. Editora Perspectiva S.A. São Paulo. 2015.
VIDAL, Alex. Os jovens em conflito com a lei: construindo vidas descartáveis. In: CRAIDY, Carmem Maria; SZUCHMAN, Karine (org.). Socioeducação: Fundamentos e Práticas. Porto Alegre: Evangraf, 2015.
BRANAMAN, Ann. Interaction and Hierarchy in Everyday Life: Goffman and Beyond. In: Treviño, Javier A. Goffman’s legacy. Maryland: Rowman & Littlefield Publishers, Inc, 2003. Pp. 86-126.

Outras referências complementares

Gastaldo, Édison. (org.). (2004), Erving Goffman, desbravador do cotidiano. Porto Alegre, Tomo Editorial.
Goffman, Erving. The Neglected Situation. American Anthropologist, New Series, Vol. 66, No. 6, Part 2: The Ethnography of Communication (Dec., 1964), pp. 133-136.
Goffman, Erving. Ritual de interação: ensaios sobre o comportamento face a face. Petrópolis: Vozes, [1967], 2011.
Goffman, Erving. Quadros da experiência social. Petrópolis: Vozes, [1974], 2012.
Goffman, Erving. A ordem da interação: discurso presidencial da American Sociological Association, 1982. Dilemas: Revista de Estudos de Conflito e Controle Social, v. 12, n. 3, p. 571-603, 2019
Goffman, Erving. Acalmando o otário: alguns aspectos de adaptação à falha. Tradução: Jordão Horta Nunes, J. Plural, vol. 16, n. 1, 2009, pp. 195-212.
Jensen, Ole B. Erving Goffman and everyday life mobility. In: Jacobsen, Michael (org.). The Contemporary Goffman. New York: Routledge, 2010.
Jensen, Ole B. Facework, flow and the city: Simmel. Goffman and mobility in the contemporary city. Mobilities, 1(2) 143-165, 2006.
Jensen, Ole B. Mobilities studies: Goffman on the move. In: Jacobsen, Michael; Smith, Greg (orgs.). The Routledge International Handbook of Goffman Studies. London: Routledge, 2022.
Joas, Hans; Knobl, Wolfgang. Teoria social: vinte lições introdutórias. Tradução de Raquel Weiss. Petrópolis: Vozes, 2017.
Nizet, Jean; Rigaux, Natalie. A sociologia de Erving Goffman. Petrópolis: Vozes, 2016.
Nunes, João Arriscado. Erving Goffman, a Análise de Quadros e a Sociologia da Vida Quotidiana. Revista Crítica de Ciências Sociais, 37, 1993, pp. 33–46.
Ranci, Francesco. The Unfinished Business of Erving Goffman: From Marginalization Up Towards the Elusive Center of American Sociology. The American Sociologist, 52, 390–419, 2021.
Smith, Greg. Erving Goffman. Routledge, 2006.
Urry, John. Social networks, travel and talk. The British Journal of Sociology, 54(2), 155-175, 2003.

Programa

 
XIXème Siècle – « Moeurs de l’époque » 
 
1 – Leçon 0 ; 2- “Chez Maupassant”: série télévisée / Conte : « La parure » , Guy de Maupassant 
3- « Splendeurs et misères des courtisanes », Honoré de Balzac 
4- « Au bonheur des Dames » (Émile Zola) 
5 – « L’oeuvre »/ « Écrits sur l’art » – (Émile Zola) 
6 - Proust et la mode/ Proust et la presse - Le temps retrouvé 
 
 
XXème Siècle – « Souvenirs » 
 
1- Marguerite Duras – « L’amant » 
2- Georges Perec – « W ou le souvenir d’enfance » 
3– Georges Perec – « Récit d’Ellis Island » 
5 – Albert Camus - « Le premier homme » 
 
XXIème Siècle – « Être un étranger » 
 
1-Stupeur et tremblements – Amélie Nothomb 
2- L’élégance du hérisson – Muriel Barbery 
3–Persépolis 
4 - Samba pour la France 
5- Présentation des travaux 
6- Remise/ fête 
 
 
Évaluation: Présentation qui établit une relation entre un texte littéraire d’un des auteurs et autre une œuvre (film, peinture, sculpture, pièce de théâtre, exposition, musique, culinaire). (Présentation de 15 minutes) 
 
Bibliographie: 
 
MAUPASSANT, GUY DE. Contes et nouvelles de Maupassant. Paris: Gallimard, 1974-79 
CHEZ MAUPASSANT. (Série) Réalisateurs: Gérard Jourd’hui/Gaëlle Girre. France 2, 2007-2011 
 
BALZAC, Honoré de. Splendeurs et misères des courtisanes. Paris : Éd. Garnier frères, 1958. 
SPLENDEURS ET MISÈRES DES COURTISANES. Réalisateur : Maurice Cazeneuve, 1975. 
 
ZOLA, Émile. Au bonheur des dames. Paris: Fasquelle, 1960. 
THE PARADISE. (Série) Réalisateur: Bill Gallagher. BBC, 2012-2013 
AU BONHEUR DES DAMES. Réalisateur : Julien Duvivier.1930, 85 min. 
 
ZOLA, Émile. L’oeuvre. Paris: Gallimard, 1983. 
ZOLA, Émile. Écrits sur l’art. Paris : Gallimard, 1991 
 
- PROUST, Marcel. Le Côté de Guermantes. Paris: Gallimard, 1921. Vol. 6. p. 18-75 
- PROUST, Marcel. Le Temps retrouvé. Paris: Gallimard, 1927. Vol 14. p. 41-54 
Écrits de presse de Proust 
- Une fête littéraire à Versailles - Le Gaulois 31 Mai 1894 Sur le site: http://proustetlapresse.blogspot.ca/p/les-articles-1890-1900.html 
- La Mode - Le Mensuel, Déc 1890. 
-La Mode - Le Mensuel, Mars 1891. 
À la Recherche du temps perdu. Réalisation: Nina Companee.Diffusé : le 9 janvier 2011 sur TSR2 et le 1er février 2011 sur France 2. Durée : 230 minutes. Producteur : Alain Bessaudou, CineMag Bodard (Téléfilm) 
Le Temps retrouvé. Réalisation : Raoul Ruiz. Diffusé: 16 mai 1999, Festival de Cannes et sortie nationale. Durée : 169 min, Producteur : Paulo Branco (film) 
Textes de Proust et la presse : 
Sentiments filiaux d'un parricide - Le Figaro, 1 Fév 1907 
Journées de lecture - Le Figaro, 20 Mars 1907 
Impressions de route en automobile - Le Figaro, 19 Nov 1907 
Études - La Revue blanche, Juillet-Août 1893 
 
DURAS, Marguerite. L’amant. Paris : Éditions de Minuit, 1984. 
L’AMANT (film). Réalisateur : Jean-Jacques Annaud. 1992, 115 min. 
 
PEREC, Georges. W ou le souvenir d’enfance. Paris: Denöel, 1975 
PEREC, Georges. Je me souviens. Paris : Hachette, 1994 
 
PEREC, Georges. Récits d’Ellis Island. Paris: P.O.L., 1995 
RÉCITS D’ELLIS ISLAND. Réalisateurs: Georges Perec/ Robert Bober. 1980, 117 min. (“Traces”: 57min; “Mémoires”: 60 min.) 
 
CAMUS, Albert. Le premier homme. Mayenne: Gallimard, 1995 
LE PREMIER HOMME. (Film) Réalisateur: Gianni Amelio. 2011, 100 min. 
 
NOTHOMB, Amélie. Stupeur et tremblements: roman. Paris: Albin Michel, 1999 
STUPEUR ET TREMBLEMENTS. (film) Réalisateur: Alain Corneau. 2003, 107 min. 
 
BARBERY, Muriel. L´élégance du hérisson. Paris : Gallimard, 2006. 
LE HÉRISSON. Réalisateur : Mona Acache. 2009, 100 min. 
 
SATRAPI, Marjane. Persépolis. Paris: L’Association, 2007. 
PERSEPOLIS. (Animation). Réalisateurs: Marjane Satrapi, Vincent Paronnaud. 2007, 96 min. 
 
COULIN, Delphine. Samba pour la France. Paris : Seuil, 2011. 
SAMBA. Réalisateurs : Olivier Nakache, Eric Toledano. 2014, 119 min.

 

Programa

Aula 1 (22/07/2020) – O “programa” inicial da Revolução Francesa (1789): Sieyès, a
Soberania da Nação e o Poder Constituinte.
Leitura sugerida: SIEYÈS, Emmanuel Joseph. A Constituinte Burguesa: Qu’est-ce
que le Tiers État ?. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2014 [1789] (especialmente o
Capítulo 5).

Aula 2 (24/07/2020) – Os debates sobre os “direitos do Homem” (1790 – 1791):
Edmund Burke versus Thomas Paine.
Leituras sugeridas: BURKE, Edmund. Reflexões sobre a Revolução na França. São
Paulo: Edipro, 2016 [1790]. PAINE, Thomas. Direitos do homem: uma resposta ao
ataque do Sr. Burke à Revolução Francesa. Petrópolis: Vozes, 1989 [1791].

Aula 3 (27/07/2020) – O governo revolucionário, o Terror e a religião civil (1793 –
1794).
Leituras sugeridas: ROBESPIERRE, Maximilien de. Discursos e relatórios na
Convenção. Rio de Janeiro: EDUERJ/Contraponto, 1999. Ou: ROBESPIERRE, Maximilien. Virtude e terror. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008. Especialmente os
seguintes discursos: “Sobre os princípios do governo revolucionário” (25 de dezembro
de 1793); “Sobre os princípios de moral política que devem guiar a Convenção
Nacional na administração interior da República” (5 de fevereiro de 1794); “Sobre as
relações das ideias religiosas e morais com os princípios republicanos e sobre as festas
nacionais” (7 de maio de 1794).

Aula 4 (29/07/2020) – Os debates do Primeiro Diretório (1795 – 1797): O balanço do
percurso revolucionário, o fantasma contrarrevolucionário e o conceito de reação
política.
Leituras sugeridas: CONSTANT, Benjamin. Das reações políticas. Tradução de
Josemar Machado de Oliveira. Revista de História, 146, 2002 [1797], p. 71-121.
CONSTANT, Benjamin. Dos efeitos do Terror. Tradução de Josemar Machado de
Oliveira. Revista de História, 146, 2002 [1797], p. 123-137.
Complemento: MAISTRE, Joseph de. Considerações sobre a França. Almedina, 2010
[1796].

Aula 5 (31/07/2020) – Reformulações do projeto republicano após o golpe do 18
Frutidor (1797 – 1804): o grupo de Coppet (Madame de Staël, Jacques Necker,
Benjamin Constant) e os “Brumarianos”.
Leituras sugeridas: STAËL, Madame de. Des circonstances actuelles qui peuvent
terminer la Révolution et des principes qui doivent fonder la République en
France. Paris: Librairie Fischbacher, 1906 [1798]. SIEYÈS, Emmanuel Joseph.
Observations constitutionnelles. In: FAURÉ, Christine (Org.). Des manuscrits de
Sieyès 1773-1799. Paris: Honoré Champion, 1999. NECKER, Jacques. Dernières vues
de politique et de finance. Paris, 1802. CONSTANT, Benjamin. Fragments d’un
ouvrage abandonné sur la possibilité d’une constitution républicaine dans un
grand pays. Paris: Aubier, 1991 [1803].
Apoio em português: FRELLER, Felipe. Madame de Staël, Benjamin Constant e a
reavaliação do arbítrio após o golpe do 18 Frutidor. Revista Brasileira de Ciências
Sociais, vol. 34, n. 100, 2019, p. 1-19.


Bibliografia:

Textos a serem tratados no curso:

BURKE, Edmund. Reflexões sobre a Revolução na França. São Paulo: Edipro, 2016
[1790].
CONSTANT, Benjamin. Fragments d’un ouvrage abandonné sur la possibilité
d’une constitution républicaine dans un grand pays. Paris: Aubier, 1991 [1803].
CONSTANT, Benjamin. Das reações políticas. Tradução de Josemar Machado de
Oliveira. Revista de História, 146, 2002 [1797], p. 71-121.
CONSTANT, Benjamin. Dos efeitos do Terror. Tradução de Josemar Machado de
Oliveira. Revista de História, 146, 2002 [1797], p. 123-137.
FRELLER, Felipe. Madame de Staël, Benjamin Constant e a reavaliação do arbítrio
após o golpe do 18 Frutidor. Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 34, n. 100,
2019, p. 1-19.
MAISTRE, Joseph de. Considerações sobre a França. Almedina, 2010 [1796].
NECKER, Jacques. Dernières vues de politique et de finance. Paris, 1802.
PAINE, Thomas. Direitos do homem: uma resposta ao ataque do Sr. Burke à
Revolução Francesa. Petrópolis: Vozes, 1989 [1791].
ROBESPIERRE, Maximilien de. Discursos e relatórios na Convenção. Rio de
Janeiro: EDUERJ/Contraponto, 1999.
ROBESPIERRE, Maximilien. Virtude e terror. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.
SIEYÈS, Emmanuel Joseph. Observations constitutionnelles. In: FAURÉ, Christine
(Org.). Des manuscrits de Sieyès 1773-1799. Paris: Honoré Champion, 1999.
SIEYÈS, Emmanuel Joseph. A Constituinte Burguesa: Qu’est-ce que le Tiers État ?.
Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2014 [1789].

5
STAËL, Madame de. Des circonstances actuelles qui peuvent terminer la
Révolution et des principes qui doivent fonder la République en France. Paris:
Librairie Fischbacher, 1906 [1798].

Obras de apoio sobre a Revolução Francesa:

FURET, François. The French Revolution: 1770-1814. Blackwell Publishers, 1996
[1988].
HOBSBAWM, Eric J. A era das revoluções: 1789-1848. São Paulo/Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 2003 [1962] (especialmente o Capítulo 3: “A Revolução Francesa”).