Programa

Aula 1: O que é, de onde veio e para onde vai a Linguagem Simples

Antes de tudo, iremos entender melhor de onde surgiu o movimento e como ele tomou força ao redor do mundo.
Faremos um breve apanhado histórico de como a linguagem escrita se tornou tão complexa e por que ela foi
deixando pessoas pelo caminho, excluindo boa parte da população do seleto grupo de cidadãos letrados.

Aula 2: Linguagem Simples e Comunicação Governamental

Entendendo como chegamos até aqui, fica mais fácil imaginar onde podemos chegar.
A segunda aula vai mostrar casos reais de comunicação governamental que usaram Linguagem Simples para
explicar temas complexos: da sociobioeconomia à lei orçamentária anual. Para isso, o texto rompe as barreiras da
escrita e se adapta aos mais diversos recursos midiáticos como vídeos, podcasts, apresentações e redes sociais.

Aula 3: Linguagem Simples e Nós

Por fim, um respiro. A terceira aula é um encontro para refletirmos sobre o papel da língua como transformadora
social e cultural. Na literatura, no cinema, nos textos de arte, na sala de aula... quanto mais gente entender o
verdadeiro sentido das palavras, mais elas entenderão o abstrato sentido da vida. E isso não tem como ser ruim.
Nem como indivíduo, nem como sociedade.

Bibliografia

FARACO, C. A. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. 2ª ed. São Paulo: Parábola, 2009. 205 p.
FISCHER, H. Os impactos da Linguagem Simples na compreensibilidade da informação em governo eletrônico: o caso de
um benefício do INSS. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento de Artes e Design, 2021. Disponível em:
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSe…. Acesso em 5 de maio, 2022.
FREYRE, G. Casa-grande & senzala. 51ª ed. São Paulo: Global Editora, 2006.
GALINDO, C. W. Latim em pó: um passeio pela formação do nosso português. Versão digital. São Paulo/SP: Editora Schwarcz,
2022.
GNERRE, M. Linguagem, escrita e poder. 3ª edição. São Paulo/SP: Livraria Martins Fontes Editora Ltda., 1991. 115p.
LUCCHESI, D. Língua e sociedade partidas: a polarização sociolinguística do Brasil. São Paulo: Contexto, 2015. 320 p.

Programa

Aula 1: Afinal, quem são os animais? Um panorama histórico a partir de abordagens filosóficas

BERGER, John. Por que olhar para os animais? Trad. Pedro Paulo Pimenta. São Paulo: Fósforo, 2021.
INGOLD, Tim (ed.). What is an animal? Nova York: Routledge, 1988.
MACIEL, Maria Esther. Animalidades: zooliteratura e os limites do humano. São Paulo: Editora Instante, 2023.
MASSUMI, Brian. O que os animais nos ensinam sobre política. Trad. Francisco Trento & Fernanda Mello. São Paulo: n-1 edições, 2017.
TORRE TORRES, Rosa María de la. Los fundamentos de los derechos de los animales. Cidade do México: Tirant lo Blanch, 2021.

Aula 2: Relações multi e interespecíficas numa perspectiva histórica

APROBATO FILHO, Nelson. O couro e o aço. Sob a mira do moderno: a aventura dos animais pelos jardins da Paulicéia (final do século XIX - início do XX). 397 f. Tese (Doutorado em História). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006.
DESPRET, Vinciane. O que diriam os animais? Trad. Letícia Mei. São Paulo: Ubu Editora, 2021.
DUARTE, Regina Horta. História dos animais no Brasil: tradições culturais, historiografia e transformação. Historia Ambiental Latinoamericana Y Caribeña (HALAC), Revista de la Solcha, 9(2), 16–44, 2019.
HARAWAY, Donna. Quando as espécies se encontram. Trad. Juliana Fausto. São Paulo: Ubu Editora, 2022.

Aula 3: Estudo de caso: abelhas africanas no Brasil e agência animal

BURTON-ROSE, Daniel. Towards a Sinophone Insect Humanities: A Review Essay. Journal of the History of Biology, 53, 667–678, 2020.
CABRAL, Diogo de Carvalho Meaningful Clearings: Human-Ant Negotiated Landscapes in Nineteenth-Century Brazil. Enviromental History, v. 26, n. 1 p. 1-24, 2021.
CHITKA, Lars. The mind of a bee. Princeton: Princeton University Press, 2022.
DOMANSKA, Ewa. A história para além do humano. Trad. Taynna Marino e Hugo Merlo. São Paulo: FGV Editora, 2024.
KENT, Robert B. The Introduction and Diffusion of the African Honeybee in South America. Yearbook of the Association of Pacific Coast Geographers, v. 50, n. 1, p. 21–43, 1988.
SILVA, Leonardo. Por uma leitura sociotécnica da história da criação de abelhas no Brasil: análise à luz da Social Construction of Technology (SCOT). Mosaico Social - Revista do Curso de Ciências Sociais da UFSC, Ano XII, n. 07, 2014.

Aula 4: Colonialismo, animais e ciência

ARISTÓTELES. História dos animais. Trad. Maria de Fátima Sousa e Silva. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2014.
FAUSTO, Juliana. A cosmopolítica dos animais. São Paulo: n-1 edições, 2020.
FERDINAND, Malcom. Uma ecologia decolonial: pensar a partir do mundo caribenho. Trad. Letícia Mei. São Paulo: Ubu Editora, 2022.
HARAWAY, Donna. A reinvenção da natureza: símios, ciborgues e mulheres. Trad. Rodrigo Tadeu Gonçalves. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2023.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Metafísicas canibais: elementos para uma antropologia pós-estrutural. São Paulo: Ubu Editora; n-1 edições, 2018.

Programa

Aula 1: Cultura, conhecimento, técnicas e práticas de si na Antiguidade pagã e cristã (Parte I)
Aula 2: Cultura, conhecimento, técnicas e práticas de si na Antiguidade pagã e cristã (Parte II) – Verdade, realidade e parresía.
Aula 3: O problema de Rousseau
Aula 4: Freud e seus sucessores
Aula 5: Sinceridade na literatura
Aula 6: O lugar da verdade na literatura contemporânea

Bibliografia:
AZEVEDO, Luciene. Pensar a ficção hoje. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens Edições, 2024.
BARTHES, Roland. O rumor da língua. Trad. Mario Laranjeira. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
BAUDRILLARD, Jean. Simulacros e simulação. Tradução de Maria João da Rocha Afonso. Lisboa: Relógio d`Água, 1991.
BRETON, André. Nadja. Trad. Ivo Barroso. São Paulo: 100/Cabeças, 2022.
DE JESUS, Carolina Maria. Quarto de despejo. São Paulo: Editora Ática, 2015.
EVARISTO, Conceição. Ponciá Vivêncio. Rio de Janeiro: Editora Pallas, 2017.
______. Becos da memória. Rio de Janeiro: Editora Pallas, 2017.
______. Da grafia-desenho de minha mãe, um dos lugares de nascimento de minha escrita. In: Representações Performáticas Brasileiras: teorias, práticas e suas interfaces. Marcos Antônio Alexandre (org.). Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007. p 16-21. Disponível em: https://revistazcultural.pacc.ufrj.br/da-grafia-desenho-de-minha-mae-um… Acesso em: 28.5.2025.
FOUCAULT, Michel. Dizer a verdade sobre si. Trad. Salma Tannus Muchail. São Paulo: Ubu Editora, 2022.
______. A escrita de si. In: O que é um autor? Lisboa: Passagens. 1992. pp. 129-160.
FREUD, Sigmund. Obras completas volume 14: "O homem dos lobos" e outros textos (1917-1920). Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
FUKS, Julián. A resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
______. História abstrata do romance. 2016. 144 f. Tese (Doutorado em Letras). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2016.
______. O escritor que não sabia inventar. s.d. In: Suplemento Pernambuco. Disponível em: http://www.suplementopernambuco.com.br/edi%c3%a7%c3%b5es-anteriores/67-…. Acesso em: 07 fev. 2017.
GALLE, Helmut; OLMOS, Ana Cecília; KANZEPOLSKY, Adriana; IZARRA, Laura Z. (Orgs.). Em primeira pessoa: abordagens de uma teoria da autobiografia. São Paulo: Annablume; FAPESP, 2009.
KNAUSGÅRD, Karl Ove. A morte do pai: minha luta 1. Trad. Leonardo Pinto Silva. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
______. Um outro amor: minha luta 2. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
______. A ilha da infância: minha luta 3. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
______. Uma temporada no escuro: minha luta 4. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
______. A descoberta da escrita: minha luta 5. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
______. O fim: minha luta 6. Trad. Guilherme da Silva Braga. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
LACAN, Jacques. O Seminário, livro 11: Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 1985.
NORONHA, Jovita Maria Gerheim (Org.). Ensaios sobre a autoficção. Trad. Jovita Maria Gerheim Noronha e Maria Inês Coimbra Guedes. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Confissões. Trad. Rachel de Queiroz e José Benedicto Pinto. Bauru: Edipro, 2008.
SANTIAGO, Silviano. Meditação sobre o ofício de criar. 2007. Disponível em: http://revistazcultural.pacc.ufrj.br/meditacao-sobre-o-oficio-de-criar-…. Acesso em: 29 ago. 2017.
STAROBINSKI, Jean. Jean-Jacques Rousseau: a transparência e o obstáculo. Trad. Maria Lúcia Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
SARLO, Beatriz. Tempo passado: cultura da memória e guinada subjetiva. Trad. Rosa Freire d`Aguiar. São Paulo: Companhia das Letras; Belo Horizonte: UFMG, 2007.
TRILLING, Lionel. Sincerity and Authenticity. Cambridge: Harvard University Press, 1972.
ØRSTAVIK, Hanne. Ti amo. Tradução de Camilo Gomide. São Paulo: Aboio, 2023.

Programa

Comunicação: relato de uma experiência; exprimir a adesão e emitir reservas; propor soluções; debater um assunto polêmico; identificar um projeto de desenvolvimento local e sustentável; incitar a agir; identificar gestos ecológicos; persuadir alguém a fazer algo; comunicar sobre seu percurso; exprimir sua motivação e apresentar seu projeto; compreender a ferramenta “portfolio profissional”; compreender e dar conselhos para uma entrevista de emprego; assumir riscos; valorizar sua experiência; compreender uma profissão; descrever o início de sua jornada de trabalho; analisar a capa de uma revista; comparar as mídias tradicionais e as mídias sociais; relatar um evento; estruturar um artigo de imprensa; reportar fatos passados.

Vocabulário: descrever relações de vizinhança; exprimir a adesão e emitir reservas; debater um assunto polêmico; falar do desperdício alimentar; os termos para falar do microcrédito social e solidário; falar do crédito e da poupança; alguns termos para se exprimir em francês coloquial; descrever uma história em quadrinhos; os termos para designar as áreas e os diplomas; as diferentes partes do portfolio profissional; os termos para designar as competências profissionais; os termos para designar as competências de um encarregado de clientela; analisar a capa de uma revista; os termos da escrita jornalística; os termos das mídias tradicionais/participativas.

Gramática: alguns adjetivos e pronomes indefinidos para exprimir ou nuançar a quantidade; o particípio presente para precisar uma ação ; os advérbios de maneira para dar precisões (advérbios em -ment); os advérbios de quantidade/intensidade para nuançar sua opinião; alguns verbos preposicionais para exprimir o objetivo de uma ação; o infinitivo e o subjuntivo para exprimir o objetivo de uma ação; incitar à agir; situar as diferentes etapas de seu percurso no tempo; os articuladores para estruturar uma carta de apresentação; as estruturas para compreender e dar conselhos; o pronome où para dar precisões sobre o lugar ou sobre o tempo; o gerúndio para expressar a simultaneidade; diferenciar o gerúndio e o particípio
presente; a expressão da concessão para debater um assunto; a voz passiva para insistir sobre o resultado de uma ação/a concordância do particípio passado; os indicadores de tempo para precisar o momento de onde falamos.

Elementos de fonética: os sons [y], [ɥ], [u]; a entonação para persuadir; passado composto, imperfeito ou condicional?; colocar em evidência algumas palavras; os sons [o] et [ɶ]

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos,
morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliographie :
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire ! Intermédiaire. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed.
Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. ; THIÉVENAZ, O. et al. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris,
CLE, 2013.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 3. Niveau B1. Paris: Hachette, 2017.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Programa

Aula 1 – A crítica imanente e seus limites

Aula 2 – O Estado em putrefação

Aula 3 – Os rejeitados da história universal

Aula 4 – A dialética do senhor e do escravo revisitada

Aula 5 – De Hegel a Marx ou do conceito ao capital

Bibliografia

ADORNO, T. W. Introdução à Dialética. São Paulo: UNESP, 2022.
ADORNO, T. W. Três Estudos sobre Hegel. São Paulo: UNESP, 2013.
ADORNO, T. W. Crítica cultural e sociedade. In: Prismas. São Paulo: ática, 1998, p.7-26.
ARANTES, P. Ressentimento da Dialética. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
AVINERI, S. Hegel’s Theory of the Modern State. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
BERNASCONI, R. Hegel at the Court of the Ashanti. In: BARNETT, S (Org.). Hegel after Derrida. London and New York: Routledge, 2001, p.41-63.
BERNASCONI, R. With what must the philosophy of world history begin? On the racial basis of Hegel’s eurocentrism. Nineteenth-Century Contexts: An Interdisciplinary Journal, vol.22:2, 2000, p.171-201.
BICHIR, G.F. A Agonia do Lógos: Hegel e o Fim Trágico da Dialética. 2024. 277p. Tese de Doutorado em Filosofia - Departamento de Filosofia, USP, São Paulo, 2024.
BUCK-MORSS, S. Hegel, Haiti, and Universal History. Pittsburgh: University of Pittsburgh Press, 2009.
FAUSTO, R. O Capital e a Lógica de Hegel. Dialética marxiana, dialética hegeliana. São Paulo: UNESP, 2021.
HABIB, M.A.R. Hegel and Islam. Philosophy East and West, volume 68, N.1, January 2018, p.59-77.
HEGEL, G.W.F. Linhas Fundamentais da Filosofia do Direito. São Paulo: Editora 34, 2022.
HEGEL, G.W.F. Fenomenologia do Espírito. Petrópolis: Vozes, 2013.
HEGEL, G.W.F. Filosofia da História. Brasília: UNB, 2008.
HEGEL, G.W.F. A Razão na História. Lisboa: Edições 70, 1995.
HEGEL, G.W.F. Werke in 20 Bänden. Frankfurt am Main: Suhrkamp Verlag, 1986.
HOFFHEIMER, M. Hegel, Race, Genocide. The Southern Journal of Philosophy, vol. XXXIX, 2001, p.35-62.
HOULGATE, S. An Introduction to Hegel. Freedom, Truth and History. Oxford: Blackwell Publishing, 2005.
JAMESON, F. The Hegel Variations. On the Phenomenology of Spirit. London and New York: Verso, 2010.
LEBRUN, G. O Avesso da Dialética: Hegel à luz de Nietzsche. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
LOSURDO, D. Hegel and the Freedom of Moderns. Durham and London: Duke University Press, 2004.
MARX, K. O Capital. Livro I. São Paulo: Boitempo, 2013.
MARX, K. Grundrisse. São Paulo: Boitempo, 2011.
MARX, K. Crítica da Filosofia do Direito de Hegel. São Paulo: Boitempo, 2010.
PIPPIN, R.B. De Volta a Hegel?. Novos Estudos Cebrap, vol.98, março 2014, p.163-182.
PURTSCHERT, P. On the limit of spirit: Hegel’s racism revisited. Philosophy and Social Criticism, vol.36 (9), 2010, p.1039-1051.
RUDA, F. A populaça ou: o fim do Estado hegeliano. Revista Eletrônica de Estudos Hegelianos, vol.16, n.28, 2019, p.1-21.
SAFATLE, V. Grande Hotel Abismo. Por uma reconstrução da teoria do reconhecimento. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012.

Programa

Aula 1

Tópicos:
● Mudança social e mudança religiosa
● Alguns conceitos da sociologia da religião
● Religião e modernidade
● Mudar para que tudo permaneça como está: Papa Francisco e o romance Gattopardo
Textos sugeridos:
● PIERUCCI, Antônio Flávio; PRANDI, Reginaldo (1996). Assim como não era no princípio: religião e ruptura. In: Idem, A realidade social das religiões no Brasil: religião, sociedade e política. São Paulo: Hucitec, p. 9-20.
● HERVIEU-LÉGER, Danièle (2014). O peregrino e o convertido: a religião em movimento. Petrópolis: Vozes. [Introdução]
● ROSADO-NUNES, Maria José Fontelas. (2013). “As aparências não enganam: Francisco é Bergoglio”. Sexuality PolicyWatch, 18 de julho. Disponível em .
● SANTOS, Renan William dos Santos. Radio USP: Após 5 anos de papa Francisco, não há mudanças concretas. https://jornal.usp.br/atualidades/apos-5-anos-de-papa-francisco-nao-ha-…
● PRANDI, Reginaldo; SANTOS, Renan William dos (2015). Mudança religiosa na sociedade secularizada: o Brasil 50 anos após o Concílio Vaticano II. Contemporânea, 5 (2): 351-379.
 
Aula 2
 
Tópicos:
● O cristianismo como raiz do antropocentrismo antiecológico
● O peso do fator religião em surveys sobre o engajamento ecológico
● Tipificação dos diferentes tipos de ambientalismo
● Os principais aspectos do ambientalismo nas religiões e movimentos cristãos
Textos sugeridos:
● THOMAS, Keith (2010 [1983]). O homem e o mundo natural. São Paulo: Companhia das Letras. [Especialmente a “Introdução”, p. 15-20, e o item 1 “Fundamentos teológicos”, p. 21-32].
● FERRY, Luc (2009). A nova ordem ecológica: a árvore, o animal e o homem. Rio de Janeiro: DIFEL. [Especialmente o item 4 “A ecologia democrática e a questão dos direitos da natureza”, p. 217-44].
● WHITE Jr., Lynn (2007) [1967]. Raíces históricas de nuestra crisis ecológica. Revista Ambiente Y Desarrollo de CIPMA, 23 (1), Santiago de Chile, p. 78-86. Disponível em . [Texto curto. Versão em português no link: http://paulo-loucao.blogspot.com/2013/05/as-raizes-historicas-da-nossa-…].
● MMA – MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (2012). O que o brasileiro pensa do meio ambiente e do consumo sustentável. Rio de Janeiro: Overview. Disponível em: https://www.mma.gov.br/images/noticias_arquivos/pdf/sumario%20executivo…
 
Aula 3
 
Tópicos:
● Os primeiros brotos do ambientalismo católico
● Aversão ao paganismo
● Ecologia moral, humana e integral
● Conservadorismo reciclado
● Estratégias no mundo secularizado
Textos sugeridos:
● FRANCISCO, Papa (2015). Carta encíclica Laudato Si’: sobre o cuidado da casa comum. Disponível em .
● SANTOS, Renan William (2019). Direitos da natureza e deveres religiosos: tensões entre a ecologia católica e movimentos ambientalistas seculares. Religião & Sociedade, 39 (2), p. 78-99. Disponível em .
 
Aula 4
 
Tópicos:
● Pioneiros das Campanhas da Fraternidade
● A trajetória significativa de Leonardo Boff
● O Sínodo da Amazônia
● Conflitos entre ambientalismo católico e governo federal
Textos sugeridos:
● COSTA, Marcelo (2016). Em nome do Pai: o Francisco de Assis de Leonardo Boff. Topoi, Rio de Janeiro, v. 17, n. 33, p. 444-467.
● CNBB/REPAM (2019). Instrumentum laboris. Disponível em: .
● BRAGANÇA, Bertrand de Orleans e (2017). Psicose ambientalista: os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma "religião" ecológica, igualitária e anticristã. São Paulo: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.
 
Leitura complementar:
 
Sobre ambientalismo
ALONSO, Angela; COSTA, Valeriano & MACIEL, Débora (2007). Identidade e estratégia na formação do movimento ambientalista brasileiro. Novos estudos, n. 79, p. 151-67.
CARSON, Rachel (1962). Silent spring. Nova York, Ballantine.
CRESPO, Samyra & LEITÃO, Pedro (1993). O que o brasileiro pensa da ecologia. Rio de Janeiro: MAST, CETEM e ISER.
GIDDENS, Anthony (2010). A política da mudança climática. Rio de Janeiro: Zahar.
LUTZENBERGER, José A. (1980). Fim do futuro? Manifesto ecológico brasileiro. Porto Alegre: Movimento.
SERRES, Michel (1991). O contrato natural. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
ZHOURI, Andréa (2006). O ativismo transnacional pela Amazônia: entre a ecologia política e o ambientalismo de resultados. Horizontes antropológicos, Porto Alegre, n.25, p. 139-69.
 
Sobre religião
BERGER, Peter. O dossel sagrado. São Paulo: Paulus.
BOURDIEU, Pierre. Sociólogos da crença e a crença de sociólogos. In: ______, Coisas ditas. São Paulo: Brasiliense, p. 108-113, 2004.
BOURDIEU, Pierre (2011). Apêndice I: Uma interpretação da teoria da religião de Max Weber. In: Idem, A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, p. 79-98.
BRUCE, Steve (2016). Secularização e a impotência da religião individualizada. Religião & Sociedade, Rio de Janeiro, n. 36, vol. 1, p. 178-90.
FERNANDES, Silvia Alves e VÁSQUEZ, Manuel A. (2013). Is new pope`s take on the poor all that new?. Religion Dispatches. 25 de Julho. Disponível em: http://religiondispatches.org/is-new-popes-take-on-the-poor-all-that-ne….
HERVIEU-LÉGER, Danièle. O peregrino e o convertido: a religião em movimento. Petrópolis: Vozes, 2004.
PIERUCCI, Antônio Flávio. Reencantamento e dessecularização: a propósito do autoengano em sociologia da religião. Novos Estudos CEBRAP. Vol. 49, pp. 99-117, 1997a.
______ . Religião como solvente: uma aula (2006). Novos estudos CEBRAP, n.75, pp. 111-127.
PRANDI, Reginaldo; SANTOS, Renan William (2017). Quem tem medo da bancada evangélica? Tempo Social, 29 (2), p.187-213. Disponível em .
PRANDI, Reginaldo; SANTOS, Renan William dos; BONATO, Massimo. (2019). Igrejas evangélicas como máquinas eleitorais no Brasil [Evangelical churches as electoral machines in Brazil]. Revista USP, v. 01, p. 43-60. Disponível em: .
WEBER, Max. A ética protestante e o “espírito” do capitalismo. São Paulo: Cia das Letras, 2004.
 
Sobre religião e ambientalismo
ELLINGSON, Stephen (2016). To care for creation: the emergence of the religious environmental movement. Chicago: University of Chicago Press.
ESQUIVEL, Juan e MALLIMACI, F. (2016). Religión, medioambiente y desarrollo sustentable: la integralidad en la cosmología católica. Revista de Estudios Sociales, Bogotá, n. 60, p. 72-86.
SANTOS, Renan William (2017). A salvação agora é verde: ambientalismo e sua apropriação religiosa pela Igreja Católica. 2017. 172 f. Dissertação (Sociologia). Universidade de São Paulo, São Paulo.
TAYLOR, Bron (2004). A Green Future for Religion?. Futures, n. 36, p. 991-1008.
______ (2008). Dark Green Religion and the Environmental Future. In: SWEARER, Donald K., Ecology and the Environment. Cambridge: Harvard University Press, p. 89-107.
WILSON, Edward O. (2008). A criação: como salvar a vida na Terra. São Paulo: Companhia das Letras.
WILKINSON, Katharine K. (2012). Between God & Green. New York: Oxford University Press.

Programa

1. Contexto social e filosófico do Xunzi (filósofo Xun);
2. A filosofia de Xun e sua ética relacional das virtudes confucionista;
3. A teoria do conhecimento do Xun: as funções emocional e cognitiva do coração-mente;
4. Lista de virtudes e vícios morais e intelectuais a partir da obra Xunzi;
Encontro II:
5. Epistemologia das virtudes: resumo do estado da arte;
6. Desafios: situacionismo, “falta de caráter” e a dificuldade de seguir altos padrões normativos;
7. Respostas xunzianas: as vantagens de moldar nossa natureza biológica em harmonia com o ideal cultural;
8. Ritualidade como virtude intelectual: uma contribuição xunziana à epistemologia das virtudes.

Referências


CONFÚCIO. Os Analectos. Tradução, comentários e notas de Giorgio Sinedino. São Paulo: Editora UNESP, 2012.
COSTA, Matheus Oliva da; LI, Peter. A Visão Educacional do Filósofo Xun: tradução comentada do primeiro capítulo do Xunzi. Zi Yue, n. 2, 2021 (no prelo)
CHEN, Kuan Hung. Knowledge and conduct: Zhi and the epistemic landscape in the Xunzi. 2016, 230 p. Tese (Doutorado em Filosofia). Honolulu: University of Hawaii at Manoa, 2016.
GETTIER, Edmund. Conhecimento é crença verdadeira justificada?. Revista Perspectiva Filosófica, Recife, v. 39, n.1, 2013, p.124-127. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/perspectivafilosofica/article/view/…. Acessado em 05 mai. 2021.
GRECO, John; TURRI, John. Epistemologia da Virtude. Intuitio, Por Alegre, v. 8, n. 1, 2015, pp. 325-262. Disponível em: https://philarchive.org/archive/SANEDV. Acessado em 05 mai. 2022.
HUTTON, Eric L. (Ed.). Dao Companion to the Philosophy of Xunzi. Ebook: Springer, 2016.
KNOBLOCK, John (ed.). Xunzi: A translation and study of the complete works (3 v.). Stanford: Stanford University Press, 1988.
MI, C. What Is Knowledge? When Confucius Meets Ernest Sosa. Dao: A Journal of Comparative Philosophy, Vol. 14, No. 3, p. 355-367, 2015.
MI, Chienkuo; SLOTE, Michael Slote; SOSA, Ernest. Moral and Intellectual Virtues in Western and Chinese Philosophy: The Turn Toward Virtue. New York: Routledge, 2016.
NUNES. Álvaro. O que é o conhecimento? Crítica na Rede, 27 de Setembro de 2015. Disponível em: https://criticanarede.com/anunesoqueeoconhecimento.html. Acessado em 05 mai. 2021.
SANTOS, Felipe Rocha Lima. Epistemologia e Virtudes Intelectuais: do Conhecimento ao Entendimento. Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2018.
SANTOS, Felipe Rocha L. Vícios intelectuais, virtudes e investigação. Sofia, v. 7, n. 1, p. 147-162, 2018.
SATO, Masayuki. The Confucian quest for order: the original and formation of the politial thought of Xun Zi. Leiden: Brill, 2003.
SILVA FILHO, Waldomiro. Resenha - Pessoas epistemicamente virtuosas: sobre Epistemologia da virtude de E. Sosa. Philósophos-Revista de Filosofia, v. 18, n. 2, p. 293-312, 2013.
SOSA, Ernest. The Raft and the Pyramid: Coherence versus Foundations in the Theory of Knowledge. Midwest Studies In Philosophy, v. 5, n. 1, pp. 3–26, 1980. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1475-4975.1980.tb00394.x. Acesso em 13/07/2021;
SOSA, Ernest. A Virtue Epistemology: Apt Belief and Reflective Knowledge, Volume I. Oxford: Oxford University Press, 2009.
TSAI, Cheng-Hung. Xunzi and Virtue Epistemology (荀子與德性知識論). Universitas (哲學與文化), v. 41, n. 3, 2014. Disponível em: https://philarchive.org/archive/TSAXAV. Acesso em 26/08/2021. (tradução do autor para o inglês: https://www.academia.edu/11819791/Xunzi_and_Virtue_Epistemology).
UM, Sungwoo (2020). What is a relational virtue?. Philosophical Studies, n. 178, p. 95–111, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1007/s11098-020-01422-1. Acesso em 08/05/2022.
VALENZUELA ALONSO, Nuño Alberto. Rectificar los nombres (Xun Zi / Zheng Ming): Un capítulo fundamental en el pensamiento confuciano. Madrid: Miraguano Ediciones, 2019.
XUNZI. Nomeação Correta (Zheng Ming 正名) – Xunzi. Tradução, introdução e notas Matheus Oliva da Costa e Peter Li. Prajna, n. 3, 2022 (no prelo).
XUNZI. Discurso sobre o Céu (Tiān Lùn 天論) - cap. 17 do Xunzi 荀子. Tradução, introdução e notas Matheus Oliva da Costa. Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy, v. 5, p. 211-226, 2021.
XUNZI. Xunzi (2 volumes). Translated into English by John Knoblock, translated into Modern Chinese by Zhang Jue. Changsha/Beijing: Hunan People's Publishing House/Foreign Languages Press, 1999.
XUNZI. Xunzi. In: STURGEON, Donald. Chinese Text Project. 2006. Disponível em https://ctext.org/xunzi. Acesso em: 28/05/2022.
XUNZI. Xunzi: The complete text. Translated and with an introduction by Eric L. Hutton. Princeton: Princeton University Press, 2014.

Programa

Aula 1 – Fundamentos da violência política (Sessão 1: 06/02/2023)
Bibliografia de referência
CHANDRA, Kanchan. What is ethnic identity and does it matter?. Annu. Rev. Polit. Sci., v. 9, p. 397-424, 2006.
HINNEBUSCH, Raymond. The politics of identity in Middle East international relations. International relations of the Middle East, p. 151-171, 2005.
KALYVAS, Stathis N. The ontology of “political violence”: action and identity in civil wars. Perspectives on politics, v. 1, n. 3, p. 475-494, 2003.
PATEL, David S. Identity and Politics. In: ANGRIST, Michele Penner (Org.), Politics and Society in the Contemporary Middle East, Lynne Rienner Publishers, 2010, Cap 7.
PEARLMAN, Wendy. Emotions and the Micro Foundations of the Arab Uprisings, Perspectives on Politics, v. 11, n. 2, 2013.
VARSHNEY, Ashutosh. Ethnicity and Ethnic Conflict. In: BOIX, Carles e Susan C. STOKES (Orgs.) The Oxford Handbook on Comparative Politics. New York: Oxford University Press, 2009, cap. 12 (pp. 274-294).

Aula 2 – Conflitos identitários: etnia, religião e comunalismo (sessão 2: 08/02/2023)
Bibliografia de referência
COLLIER, Paul; HOEFFLER, Anke. Greed and grievance in civil war. Oxford Economic Papers, v. 56, n. 4, p. 563-595, 2004.
CRAWFORD, Beverly; LIPSCHUTZ, Ronnie D. (Ed.). The myth of “ethnic conflict”: politics, economics, and “cultural” violence. Research series n. 98. Berkeley: University of California, 1998
ELBADAWI, Ebrahim; SAMBANIS, Nicholas. Why are there so many civil wars in Africa? Understanding and preventing violent conflict. Journal of African economies, v. 9, n. 3, p. 244-269, 2000.
ESTEBAN, Joan; MAYORAL, Laura; RAY, Debraj. Ethnicity and conflict: an empirical study. American Economic Review, v. 102, n. 4, p. 1310-1342, 2012.
ESTEBAN, Joan; RAY, Debraj. Conflict and distribution. Journal of Economic Theory, v. 87, n. 2, p. 379-415, 1999.
FEARON, James D.; LAITIN, David D. Ethnicity, insurgency, and civil war. American Political Science Review, 97, n. 1, p. 75-90, 2003.
GILLEY, Bruce. Against the concept of ethnic conflict. Third World Quarterly, v. 25, n. 6, p. 1155-1166, 2004.
POSNER, Daniel N. The political salience of cultural difference: Why Chewas and Tumbukas are allies in Zambia and adversaries in Malawi. American Political Science Review, v. 98, n. 4, p. 529-545, 2004.
VALBJØRN, Morten. Still Dripping with Identity Politics? Beyond Classic Identity Politics: Three Ways of Discussing Identity Politics in the Study of International Relations of the New Middle East. Apsa Mena Politics Newsletter, v. 2, n. 1, p. 33-36, 2019.

Aula 3 – Democracias pós-conflito: transição e acomodações políticas (sessão 3: 13/02/2023)
Bibliografia de referência
ANDEWEG, Rudy B. Consociational democracy. Annual Review of Political Science, v. 3, n.1, p. 509-536, 2000.
BRANCATI, Dawn. Peace by design: Managing intrastate conflict through decentralization. Oxford University Press, 2009, Introdução.
CAMMETT, Melani; MALESKY, Edmund. Power sharing in postconflict societies: Implications for peace and governance. Journal of Conflict Resolution, v. 56, n. 6, p. 982-1016, 2012.
EHRLICH, Charles E. Democratic Alternatives to Ethnic Conflict: Consociationalism and Neo-Separatism. Brook. J. Int'l L., v. 26, n.2, p. 447-484, 2000.
HARTZELL, Caroline; HODDIE, Matthew. Institutionalizing peace: power sharing and post‐civil war conflict management. American Journal of Political Science, v. 47, n. 2, p. 318-332, 2003.
______. Power sharing and democracy in post-civil war states: the art of the possible. Cambridge: Cambridge University Press, 2020.
HINNEBUSCH, Raymond. Authoritarian persistence, democratization theory and the Middle East: An overview and critique. Democratization, v. 13, n. 3, p. 373-395, 2006.
HOROWITZ, Donald L. Ethnic power sharing: Three big problems. Journal of democracy, v. 25, n. 2, p. 5-20, 2014.
__________. Making Moderation Pay: The Comparative Politics of Ethnic Conflict Management. In: Conflict and Peacemaking in Multiethnic Societies. J. Montville. Lexington, Massachusetts, Lexington Books, 1990, cap. 25 (pp. 451-475).

Aula 4 – Compartilhamento de poder e sectarismo 15/02/2023
Bibliografia de referência
FARHA, Mark; MOUSA, Salma. Secular autocracy vs. sectarian democracy? Weighing reasons for Christian support for regime transition in Syria and Egypt. Mediterranean Politics, v. 20, n. 2, p. 178-197, 2015.
GADE, Tine. Limiting violent spillover in civil wars: the paradoxes of Lebanese Sunni jihadism, 2011–17. Contemporary Arab Affairs, v. 10, n. 2, p. 187-206, 2017.
HASHEMI, Nader; POSTEL, Danny. Sectarianization: Mapping the new politics of the Middle East. The Review of Faith & International Affairs, v. 15, n. 3, p. 1-13, 2017.
PINTO, Paulo G. The Shattered Nation: the Sectarianization of the Syrian Conflict. In: HASHEMI, Nader e Danny POSTEL (Orgs). Sectarianization: Mapping the New Politics of the Middle East, London: Oxford University Press, 2017. Cap 7 (p. 123-142).
SALLOUKH, Bassel. The sectarianization of geopolitics in the Middle East. In: HASHEMI, Nader; POSTEL, Danny (Orgs.). Sectarianization: mapping the new politics of the Middle East . Nova York: Oxford University Press, 2017. p. 35-52.
WEHREY, Frederic (Ed.) Beyond Sunni and Shia: The Roots of Sectarianism in a Changing Middle East. Oxford: Oxford University Press. First Edition. 2017. Introduction (p. 1-10) e Cap 1 DIXON, Paul “Beyond Sectarianism in the Middle East? Comparative Perspectives on Group Conflict” (p. 11-36).

Programa

Aula 1 – High Tech, Low Life
Objeto: Cyberpunk Edgerunners (2022)
Teoria: MARX, Karl. Fragmento sobre as máquinas. comunism0. Disponível:
https://comunism0.wordpress.com/fragmento-sobre-asmaquinas/ . Acesso: 04 de junho de 2023;
FISHER, Mark. Fear and misery in neoliberal Britain. K-punk. Novembro de 2010. Disponível: https://k-
punk.org/fear-and-misery-in-neoliberal-britain/. Acesso: 04 de junho de 2023.

Aula 2 – O ciberespaço-tempo
Objeto: GIBSON, William. Neuromancer. Tradução de Fábio Fernandes. São Paulo: Aleph, 2016.
Teoria: JAMESON, Frederic. “The End of Temporality.” Critical Inquiry 29, no. 4 (2003): 695–718.
https://doi.org/10.1086/377726;
CRARY, Jonathan. 24/7: Capitalismo tardio e os fins do sono. Tradução de Joaquim Toledo Junior. São Paulo:
Ubu, 2016;
BAUDRILLARD, Jean. Simulacros e simulação. Tradução de Maria João da Costa Pereira. Lisboa: Relógio
D’água, 1991.

Aula 3 – Ciborgues
Objeto: Ghost in the shell (1995)
Teoria: HARAWAY, Donna. Manifesto Ciborgue. Em: TADEU, Tomaz (organização e tradução), KUNZRU, Hari;
HARAWAY, Donna. Antropologia do Ciborgue: as vertigens do pós-humano. Belo Horizonte, Autêntica, 2009;
PRECIADO, Paul B. Pornotopia: Playboy e a invenção da sexualidade multimídia. Tradução de Maria Paula
Gurgel Ribeiro. São Paulo, N -1, 2020.

Aula 4 – Mundos possíveis
Objeto: VÁRIOS AUTORES. Solarpunk: histórias ecológicas e fantásticas em um mundo sustentável. São
Paulo: Draco, 2013
Teoria: BASTANI, Aaron. Comunismo de luxo totalmente automatizado. Tradução de Everton Lourenço,
Melanie Castro Boehmer e Giuliana Almada. São Paulo: Autonomia Literária, 2023.
FISHER, Mark. Acid Communism (Unfinished Introduction). My-blackout. Abril de 2019. Disponível: https://my-
blackout.com/2019/04/25/mark-fisher-acid-communism-unfinished-introduction/ . Acesso: 04 de junho de 2023.

Programa

Aula 1. De ladrão a escritor: o caminho até Nossa Senhora das Flores
Aula 2. O mal: personagens e mitologia criminal
Aula 3. O sexo: homoerotismo e morte
Aula 4. A crítica: Sartre, Derrida e companhia

Referências Bibliográficas:
Derrida, Jacques. Glas. Paris: Galilée, 1974.
Genet, Jean. Romans et Poèmes. Édition établie par Emmanuelle Lambert et Gilles Philippe, avec Albert Dichy. Paris : Gallimard, Bibliothèque de la Pléiade, 2021.    
Genet, Jean. Pompas fúnebres. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
Genet, Jean. Nossa Senhora das Flores. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.
Genet, Jean. O milagre da rosa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
Genet, Jean. Querelle. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
Genet, Jean. Diário de um ladrão. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.
Sartre, Jean-Paul. Saint-Genet, ator e mártir. Petrópolis: Editora Vozes, 2002.