Programa

Aula 1 – Primórdios da Ficção Científica e suas transformações até a era Imperialista
Na primeira aula, à guisa de introdução ao tema, apresentaremos o conceito de ficção científica e a ascensão do gênero no contexto do contato dos europeus com outros povos, particularmente a partir do século XVI, bem como os clássicos do gênero, na Europa, que têm a colonização como pano de fundo fundamental.

Aula 2 – O imperialismo e a consolidação da ficção científica
Essa aula se centrará na Ficção Científica produzida no período de disputa entre os grandes impérios coloniais, na Europa, e de ascensão do imperialismo estadunidense, compreendendo o século XX até a Segunda Guerra Mundial.

Aula 3 – Descolonização e a nova onda da Ficção Científica
Nessa aula, será discutido o impacto dos processos de descolonização de África e Ásia sobre obras de Ficção Científica, particularmente da chamada Nova Onda, no pós-guerra.

Aula 4 – Neocolonialismo e a Ficção Científica
Essa aula se centrará no período de fins do século XX até a contemporaneidade, levando em consideração tanto os movimentos decoloniais quanto as novas formas de colonização a partir da globalização, como o colonialismo econômico e o digital.

BIBLIOGRAFIA TEÓRICA
COULDRY, Nick; MEJIAS, Ulises A. "The Costs of Connection: How Data Is Colonizing Human Life and Appropriating It for Capitalism" Redwood City: Stanford University Press, 2019.
GREWELL, Greg. "Colonizing the universe: Science Fictions then, now and in the (imagined) future". Rocky Mountain Review of Language and Literature, Vol.55, No. 2 (2001). Rocky Mountain Modern Language Association.
KERSLAKE, Patricia. "Science Fiction and Empire". Liverpool: Liverpool university Press, 2007.
LENIN, Vladimir I. "O Imperialismo, Etapa Superior do Capitalismo". Campinas: Unicamp, 2011.
RIEDER, John. "Colonialism and the Emergency of Science Fiction". Middleton: Wesleyan University Press, 2008
ROBERTS, Adam. "A verdadeira História da Ficção Científica: do preconceito à conquista das massas". São Paulo: Seoman, 2018.
SEED, David. "A Companion to Science Fiction". New Jersey: Wiley-Blackwell, 2018.


BIBLIOGRAFIA LITERÁRIA - Alguns exemplos de textos literários que serão abordados (não são obrigatórios, nem serão comentados só esses):

Aula 1
GILMAN, Charlotte P. "A Terra das Mulheres".São Paulo: Rosa dos Tempos, 2023.
WELLS, H. G. "A Guerra dos Mundos". Rio de Janeiro: Suma, 2016.
VERNE, Julio. "A Volta ao Mundo em 80 Dias". Rio de Janeiro: Zahar, 2017.

Aula 2
HEINLEIN, Robert A. "Tropas estelares". São Paulo: Aleph, 2015.
WYNDHAM, John. "O Dia das Trífides". Lisboa: Livros do Brasil, 1962.
DICK, Philip K. "Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?" São Paulo: Aleph, 2015.

Aula 3
LE GUIN, Ursula K. "Floresta é o Nome do Mundo". São Paulo: Morro Branco, 2020.
DELANY, Samuel. "Babel-17". London: Orion, 2010.
HERBERT, Frank. "Duna". São Paulo, Aleph, 2015.

Aula 4
BUTLER, Octavia. "A parábola do Semeador". São Paulo: Morro Branco, 2018.
GIBSON, William. "Neuromancer". São Paulo: Aleph, 2001.
TCHAIKOVSKY, Adrian. "Herdeiros do Tempo". São Paulo: Morro Branco, 2022.

Programa

Aula 1: A era de ouro: a formação da literatura russa
- O estabelecimento de uma língua literária
- A. S. Púchkin

Aula 2: A era de ouro: da poesia à prosa
- M. Lérmontov e Tiúttchev
- Novos papéis da literatura

Aula 3: A era de prata: o Simbolismo e o Acmeísmo
- O Simbolismo e a renovação da poesia (A. Blok e A. Biéli)
- O Acmeísmo (N. Gumiliov, A. Akhmátova e O. Mandelstam)

Aula 4: A era de prata: as vanguardas
- O Futurismo: egofuturismo e imagismo (I. Severiánin e I. Essénin)
- Cubo-futurismo e construtivismo (V. Maiakóvski, V. Khlébnikov, A. Krutchônikh, B. Pasternak)

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
BERNARDINI, A. Púchkin e o Começo da Literatura Russa. Caderno de Literatura e Cultura Russa, n. 1, p. 31–40, mar. 2024. (Aula 1)
JAKOBSON, R. A geração que esbanjou seus poetas. São Paulo: Cosac Naify, 2006. (Aula 4)
LO GATTO, E. Tiutchev. In: ___. Historia de la literatura rusa. Barcelona: Luis de Caralt, 1952. (Aula 2)
POMORSKA, K. Os predecessores do futurismo. In: ___. Formalismo e futurismo. São Paulo: Perspectiva, 1972. (Aulas 3 e 4)
RAYFIELD, D. The golden age of Russian poetry. In: CORNWELL, N. The Routledge companion to Russian literature. London; New York: Routledge, 2001. (Aulas 1 e 2)

Programa

Aula 1

Introdução ao curso, com apresentação dos principais aspectos a serem abordados, da metodologia e do formato das aulas. Nesta primeira aula, o foco se dará na exposição das características mais relevantes da obra de Roberto Bolaño (aspectos biográficos, sua relação com o infrarrealismo, as perspectivas conflitantes em relação ao Chile, a recorrência das vivências no México em suas narrativas, a relação com a doença e a iminência da morte, além dos reflexos disso em sua produção artística, especialmente em seus contos e em suas obras maximalistas).

Aula 2

Apresentação dos principais aspectos da obra de Diamela Eltit: a relação com movimentos artísticos e performáticos no Chile e os reflexos disso em suas narrativas, a perspectiva de resistência e militância política durante a ditadura chilena, a trajetória intelectual e acadêmica da autora e sua marginalização diante de parte da crítica literária, os problemas de gênero (sexual e literário) em suas obras, bem como sua relação biográfica e literária com a maternidade.

Aula 3

Nesta aula, o propósito é fazer um cruzamento entre as trajetórias e obras dos autores, a partir de escritos ensaísticos de ambos e de algumas de suas obras (especialmente Amuleto, de Bolaño, e Jamais o fogo nunca, de Eltit). Como motivo principal do encontro está a análise da noção de limite em suas obras, colocando em perspectiva de que maneira essa ideia dialoga com experiências históricas latino-americanas (ditaduras, violência, ascensão do neoliberalismo) e com uma espécie de desencantamento histórico.

Aula 4

A aula final terá como esboço inferências analíticas que buscam interpretar o campo do limite em suas obras como um eco simbólico do tensionamento de fronteiras entre o sagrado e o profano, o passado e a profecia, o humano e o animal, o conhecimento acadêmico e o conhecimento popular/marginal, a poesia e a antipoesia, o romance e o antirromance, etc..

Referências bibliográficas

Diamela Eltit em português
ELTIT, Diamela. A máquina Pinochet e outros ensaios. São Paulo: e-galáxia, 2017.
______. Jamais o fogo nunca. Belo Horizonte: Relicário Edições, 2017.

Diamela Eltit em espanhol
ELTIT, Diamela. Lumpérica. Santiago, Chile: Seix Barral, 1983.
____________. Mano de obra: tres novelas. México: FCE, 2004.
____________. Jamás el fuego nunca. Cáceres, Espanha: Editorial Periférica, 2012.
______________. Tres novelas. México: FCE, 2004.

Roberto Bolaño em português

BOLAÑO, Roberto. 2666. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
_______. A literatura nazista na América. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
_______. Amuleto. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
_______. Detetives selvagens. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
_______. Estrela distante. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
_______. Noturno do Chile. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
_______. O espírito da ficção científica. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
_______. O Terceiro Reich. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
_______. Putas assassinas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
_______. Pista de gelo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.


Roberto Bolaño em espanhol

BOLAÑO, Roberto. La Universidad Desconocida. Barcelona: Anagrama, 2007.
________. El gaucho insufrible. Barcelona: Anagrama, 2003.
_______. Entre paréntesis. Barcelona: Anagrama, 2004.
_______. Sepulcros de Vaqueros. Buenos Aires: Alfaguara, 2018.


Sobre Bolaño:

BRAITHWAITE, Andrés. Bolaño por sí mismo: entrevistas escogidas. Santiago: Ediciones Universidad Diego Portales, 2006.
CONCHA, Jaime. Leer a contraluz. Estudios de la narrativa chilena. De Blest Gana a Varas y Bolaño. Santiago de Chile: Ediciones Universidad Alberto Hurtado, 2012.

ESPINOSA, Patricia. Territorios en fuga: estudios críticos sobre la obra de Roberto Bolaño. Santiago: Ed. Frasis, 2003.
GUTIÉRREZ, Rafael. “Las intervenciones críticas de Roberto Bolaño: el escritor como estratega en el combate literario”. In: Cuadernos de Literatura, vol. XVIII, nº36, JULIO-DICIEMBRE 2014, p. 310-331. Disponível em: http://dx.doi.org/10.11144/Javeriana.CL18-36.icrb Acesso em 18/05/2021
HOSIASSON, Laura. “La voz del otro em Bolaño”. In: DHONDT, Reindert; VANDEBOSCH, Dagmar (orgs.). Transnacionalidad e hibridez en el ensayo hispánico. Leida, Países Baixos: Editora Brill, 2017, p. 124-135.
JENNERJAHN. Ina. “Escritos en los cielos y fotografías del infierno. Las 'Acciones de arte' de Carlos Ramírez Hoffman, según Roberto Bolaño”. In: Revista de Crítica Literaria Latinoamericana. Año 28, No. 56 (2002), pp. 69-86.
LÓPEZ BADANO, Cecilia. “Construcciones estéticas intertextuales: ecos postmodernos de Cortázar en tres "generaciones" literarias latinoamericanas (Bolaño, Bellatín, Busqued)”. In Revista Chasqui, Querétaro, novembro de 2014.
MANZONI, Cecilia. La escritura como tauromaquia. Buenos Aires: Corregidor, 2002.
ROBERTO Bolaño frente ao canon literario. In: Romanische Studien1, 2015. Disponível em https://www.romanischestudien.de/index.php/rst/article/view/10/64 Acesso em 18/05/2021

PAZ, Edmundo; FAVERÓN, Gustavo (org.). Bolaño Salvaje. Barcelona: Ed. Candaya, 2008.
PEREIRA, Antonio Marcos; RIBEIRO, Gustavo Silveira (orgs). Toda a orfandade do mundo: escritos sobre Roberto Bolaño. Belo Horizonte: Relicário Edições, 2016.
Sobre Eltit:
CARREÑO, Rubí (org.). Diamela Eltit: redes locales, redes globales. Santiago de Chile: Nuevo Hispanismos, Pontificia Universidad Católica, 2009.
ESPINOSA, Patricia (org). Diamela Eltit: políticas de su narrativa ficcional: estudios desde Chile. Santiago, Chile: Garceta Ediciones, 2018.
FRANCO, Jean. “Apuntes sobre la crítica feminista y la literatura hispanoamericana”. In: Hispamérica. Año 15, nº. 45 (Dec., 1986), p. 31-43.
KLINGER, Diana. “A resistência: uma vida”. In: ALEA. Rio de Janeiro, vol. 20/2, p. 184-195, mai-ago. 2018. Disponível em: https://dx.doi.org/10.1590/1517-106X/2018202184195 Acesso em 08/06/2021
OLEA, Raquel. Lengua vibora. Producciones de lo femenino en la escritura de mujeres chilenas. Michigan: Ed. Cuarto Propio, 1998.
ORTEGA, Julio. “Diamela Eltit y el imaginario de la virtualidad”. In: LÉRTORA, Juan Carlos. Una poética de literatura menor: la narrativa de Diamela Eltit. Santiago: Editorial Cuarto Propio, 1993, p. 53-81.
PASTEN, Agustín. “Radiografía de un pueblo enfermo: la narrativa de Diamela Eltit”. In: A Contracorriente, vol. 10, nº 1, Primavera 2012, p. 88-123. Disponível em: https://acontracorriente.chass.ncsu.edu/index.php/acontracorriente/arti… Acesso em: 16/05/2021


Outros:


GIORDANO, Alberto. “Los límites de la literatura”. In: Cuadernos del Seminario. Rosario: Centro de Estudios de Literatura Argentina, 2010.
GUTIÉRREZ, Rafael. “Formas híbridas na literatura latino-americana contemporânea”. In: Revista Landa. Vol 3, nº 2, 2015, p. 94-115. Disponível em: http://www.revistalanda.ufsc.br/PDFs/vol3n2/6.%20CHAMADA%20-%20Rafael%2… Acesso em 08/06/2021
HARAWAY, Donna. When species meet. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2008.
OLMOS, Ana Cecilia. “Transgredir o gênero: políticas da escritura na literatura hispano-americana atual”. In: Revista Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, n. 38, Brasília, julho/dezembro, 2011.
PELBART, Peter Pál. Da clausura do fora ao fora da clausura: loucura e desrazão. São Paulo: Brasiliense. 1989.
__________________. A nau do tempo rei: 7 ensaios sobre o Tempo da Loucura. Rio de Janeiro: Imago. 1993.

PONIATOWSKA, Elena. La noche de Tlatelolco. México: Editorial Era, 2010.
RANCIÈRE, Jaques. A partilha do sensível. Trad. Mônica Costa Netto. São Paulo: EXO experimental org.; Ed. 34, 2005.
_______________. O inconsciente estético. São Paulo: Editora 34, 2009.
RICHARD, Nelly. Márgenes e instituciones. Arte en Chile desde 1973. Santiago: Ediciones Metales Pesados, 2007.
SELIGMANN-SILVA, Márcio. “Testemunho e a política da memória: o tempo depois das catástrofes”. In: Projeto História, nº 30, 2005, 31-78.
VECCHI, Roberto. “Alegorias claustrosóficas: o pensamento confinado, a exceção e a história literária.” In: Rassegna iberistica 91, 2010, p. 43-52.

Programa

Conteúdo programático.
- Relações entre fascismo e cultura;
- Bolsonarismo e fascismo;
- Definição de Guerra Cultural e suas conexões com o fascismo;
- Guerra Cultural Bolsonarista;

Programa.
Aula 1. Abordagem da relação entre fascismo e cultura, apresentando as categorias de análise “forma-fascismo”, “situação fascismo” e “emergência fascismo”. Apresentação de textos clássicos que empreenderam esforços no sentido de compreender e definir o fascismo enquanto categoria de análise dos fenômenos autoritários no século XX e agora no início do século XXI;

Aula 2. Emergência do bolsonarismo como expressão da forma-fascismo: debate a partir da experiência recente da política brasileira, destacando-se a ascensão do governo Bolsonaro, desde quando despontou nas pesquisas de intenção de voto, sua eleição, em 2018, sua derrota eleitoral e perspectivas para o futuro próximo;

Aula 3. Abordagem histórico e conceitual das Guerras Culturais;

Aula 4. As expressões de Guerra Cultural no Bolsonarismo, suas principais referências, práticas e veículos.

BIBLIOGRAFIA

BARBOSA, Jefferson Rodrigues. Chauvinismo e extrema direita. Crítica aos herdeiros do sigma. São Paulo, Editora UNESP, 2015.
BERTONHA, João Fábio. Sobre a direita, estudos sobre o fascismo, o nazismo e o integralismo. Maringá, Editora da Universidade Estadual de Maringá, 2008.
BRAY, Mark. O manual antifascista. São Paulo, Autonomia Literária, 2019.
CARR, E. H. Vinte anos de crise 1919-1939. Brasília, Editora Universidade de Brasília, 1981.
CHAUI, Marilena. Manifestações ideológicas do autoritarismo brasileiro. São Paulo, Autêntica, 2013.
DIETRICH, Ana Maria. Nazismo tropical? O Partido Nazista no Brasil. Tese de doutorado. Janeiro 2007.
GEARY, Patrick J. O mito das nações. São Paulo, Conrad Livros, 2005.
LUKACS, John. O Hitler da história. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1997.
PINTO, Álvaro Vieira. Ciência e existência. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1969.
POULANTZAS, Nicos. Fascismo e ditadura. vol. I e II, Porto, Portucalense Editora, 1972.
SAFATLE, Vladimir. O circuito dos afetos, corpos políticos, desamparo e o fim do indivíduo. São Paulo, Autêntica, 2016.
SANTOS, Theotonio dos. Socialismo ou fascismo, o novo caráter da dependência e o dilema latino-americano. Florianópolis, Insular, 2018.
SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. “Os fascismos.” O século XX, vol. II, Civilização Brasileira, 2005, pp. 109-163.
WILLIAMS, Raymond. “Base e superestrutura na teoria da cultura marxista.” Cultura e materialismo, Editora UNESP, 2011, pp. 42 - 68.
WILLIAMS, Raymond. Cultura. São Paulo, Editora Paz e Terra, 2000.
WILLIAMS, Raymond. Cultura e sociedade. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1969.
WILLIAMS, Raymond. “A ideia de uma cultura comum.” Recursos da esperança, Editora UNESP, 2014, pp. 49-57.
WILLIAMS, Raymond. Política do modernismo. São Paulo, Editora UNESP, 2011.
WILLIAMS, Raymond. Recursos da esperança. São Paulo, Editora UNESP, 2014.
ZETKIN, Clara. “A luta contra o fascismo.” Como nasce e morre o fascismo, Autonomia Literária, 2019, pp. 32-75.

Programa

1. Introdução à Sociologia da Arte e à História Social da Arte
A. Maria Amélia et al. As novas regras do jogo: o sistema de arte no brasil. Porto Alegre:
Zouk, 2014.
B. FETTER, Bruna. Das reconfigurações contemporâneas do(s) sistema(s) da arte.
MODOS. Revista de História da Arte. Campinas, v2, n 3, p. 102-119. Set 2018.
C. HAUSER, Arnold. The Sociology of Art. Chicago: University of Chicago Press, 1982.
D. GRAMSCI, Antonio. Cadernos do cárcere. Volume 3: Maquiavel. Notas sobre o Estado
e a política. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.

2. O modernismo em questão (06/02/2024)
A. WALDMAN, T. À “frente” da Semana de Arte Moderna: a presença de Graça Aranha e
Paulo Prado. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), v. 23, n. 45, p. 71–94, jun. 2010.
B. CAMARGOS, Marcia. Villa Kyrial. Crônica da belle époque paulistana. São Paulo:
Senac, 2000
C. __________________. Entre a vanguarda e a tradição: Os artistas brasileiros na
Europa (1912-1930). São Paulo: Alameda, 2011.
3. Os anos 1930 e as artes plásticas em São Paulo (07/02/2024)
A. FORTE, G. N. CAM e SPAM: Arte, Política e Sociabilidade na São Paulo Moderna, do
Início dos Anos 1930. Tese—University of São Paulo: [s.n.]

4. Os museus de Arte Moderna de São Paulo e o Sistema Internacional (08/02/2024)
A. SILVA, M. H. G. A política externa estadunidense e os museus de arte moderna de São
Paulo. Anais Congresso Patrimônio Cultural: Identidade e Imaginário, mai. 2023.
B. BARROS, Regina Teixeira de. Revisão de uma história: a criação do Museu de Arte
Moderna de São Paulo 1946-1949. Dissertação (Mestrado em Artes), Universidade de
São Paulo. São Paulo, 2002.
C. TOTA, Antonio Pedro. O amigo americano. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
D. ARRUDA, Maria Arminda do Nascimento. Metrópole e cultura: São Paulo no
meio do século XX. São Paulo: EDUSP, 2015.
E. ALAMBERT, Francisco. CANHÊTE, Polyana. As bienais de São Paulo. São
Paulo: Boitempo, 2004

Programa

Aula 1 (13/08): O duelo na Literatura Russa (Púchkin, Lérmontov e Tchékhov)

Aula 2 (15/08): Análise da poética tchekhoviana em O duelo: o sistema dos personagens

Aula 3 (20/08): Leitura das traduções I: capítulos I ao X

Aula 4 (22/08): Leitura das traduções II: capítulos XI a XXI

Bibliografia

Obra discutida:
ЧЕХОВ, A.П. Полн. собр. соч. и писем: в 30 т. Т. 7 (1888—1891). Москва: Наука, 1985.
_______________ . O duelo. Trad.: Klara Gourianova. São Paulo: Ed. Manole, 2011.
_______________ . O duelo. Trad.: Marina Tenório. São Paulo: Ed. 34, 2014.
_______________ . O duelo. Trad.: Cecília Rosas. São Paulo: Ed. Grua, 2024.
Referências Complementares:
ANGELIDES, Sophia. A. P. Tchékhov: cartas para uma poética. São Paulo: Edusp, 1995.
BERNARDINI, Aurora Fornoni. “Tchékhov, o intérprete do grande tédio russo”. In: Aulas de literatura russa: de
Púchkin a Gorenstein. São Paulo: Kalinka, 2018.
LÉRMONTOV, Mikhail Iúrievitch. “A princesinha Mary”. In: O herói do nosso tempo. Trad. Paulo Bezerra. SP:
Martins Fontes, 1999.
MANN, N, Thomas. “Ensaio sobre Tchékhov”. In: Ensaios. Org. Anatol Rosenfeld. Trad. Natan Robert Zins. São
Paulo: Perspectiva, 1988.
NABOKOV, Vladimir. “Anton Tchékhov”. In: Lições de literatura russa. São Paulo: Três Estrelas, 2014.
PÚCHKIN. Aleksandr. “O tiro”. In: A dama de espadas: prosa e poemas. Trad. Boris Schnaiderman e Nelson
Ascher. 2.ed. Ed. 34, 2006.
TCHÉKHOV, Anton. Cartas a Suvórin: 1886 - 1891. Introdução, tradução e notas: Aurora Bernardini e Homero
Freitas de Andrade. São Paulo: Edusp, 2002.
__________. A ilha de Sacalina: notas de viagem. Tradução e apresentação: Rubens Figueiredo. São Paulo:
Todavia, 2018.

Programa

Aula 1: Introdução ao curso: a aquisição da linguagem sob a perspectiva chomskyana
 

Aula 2: Aquisição de linguagem e desenvolvimento cognitivo: a influência das funções executivas no desempenho linguístico de crianças
 

Aula 3: Aquisição de linguagem e bilinguismo
 

Aula 4: A influência das funções executivas no desempenho linguístico em contextos bilíngues

 

Bibliografia:

Augusto, M. R. A., .; JAKUBÓW, A. P. S. P. O objeto direto anafórico nos dados de produção espontânea de três bilíngues simultâneos de português brasileiro e inglês: a influência entre as línguas: In: Revista Linguística, vol. 11, n.1, 2015. p. 153 – 167.
Crain, Stephen & Thornton, Rosalind (1998). Investigations in universal grammar: A guide to experiments on the acquisition of syntax and semantics. MIT Press.
Crain, Stephen, Lillo-Martin, Diane (1999) An Introduction to Linguistic Theory and Language Acquisition. Wiley-Blackwell.
De Houwver, A. Bilingual development in childhood. Cambridge University Press, Cambridge, 2021.
Diamond, Adele (2006) The Early Development of Executive Functions. In Ellen Bialystok & Fergus 1. M. Craik (eds.) Lifespan cognition mechanisms of change. Oxford University Press. 70-95.
Diamond, Adele (2020) Executive functions. In: A. Gallagher, C. Bulteau, D. Cohen and J.L. Michaud (eds) Handbook of Clinical Neurology, Vol. 173 (3rd series) https://doi.org/10.1016/B978-0-444-64150-2.00020-4.
Grolla, Elaine & Figueiredo Silva, Maria Cristina (2014) Para Conhecer - Aquisição de Linguagem. Editora Contexto.
Grolla, Elaine (2018) A Aquisição de Linguagem e o Desenvolvimento das Funções Executivas: o Caso das Perguntas-QU de Longa Distância. Tese de Livre Docência. Universidade de São Paulo.
Guasti, M. (2016) Language acquisition. The growth of grammar. Cambridge, MA: MIT Press.
Hughes, C. (1998a) Executive function in preschoolers: Links with theory of mind and verbal ability. British Journal of Developmental Psychology 16: 233–253.
Hughes, C. (1998b) Finding your marbles: Does preschoolers’ strategic behavior predict later understanding of mind? Developmental Psychology 34: 1326–1339.
Liter, Adam, Elaine Grolla & Jeffrey Lidz (2022): Cognitive inhibition explains children’s production of medial wh-phrases. Language Acquisition 29: 327–359. DOI: 10.1080/10489223.2021.2023813
Mazuka, R., Jincho, N. & Oishi, H. (2009) development of executive control and language processing. Language and Linguistics Compass 3: 59–89.
Mishina-Mori, S. Argument representation in Japanese/English simultaneous bilinguals: is there a crosslinguistic influence? In: CAUNT-NULTON, H.; KULATILAKE, S.; WOO. I. (eds), Proceedings of the 31st Annual Boston University Conference on Language Development, Cascadilha Press, 2007, p. 441 – 450.
Omaki, A. (2010) Commitment and flexibility in the developing parser. Ph.D. Dissertation. University of Maryland, College Park.
Omaki, A. & Lidz, J. (2015) Linking parser development to acquisition of syntactic knowledge. Language Acquisition 22: 158-192.
Paradis, J.; Genesee, F. Syntactic acquisition in bilingual children: autonomous or interdependent? Studies in second language acquisition, 18, 1996, p. 1 – 25.
Paradis, J.; Navarro, S. Subject realization and crosslinguistic interference in the bilingual acquisition of Spanish and English: what is the role of the input? Journal of Child Language, 30, 2003, p. 371 – 393.
Rodrigues, Erica (2011) O papel de mecanismos de controle executivo no processamento linguístico: diferenças de desempenho entre crianças e adultos em tarefas experimentais. Revista LinguíStica: 7: 98-117.
Serratrice, L.; Sorace, A.; Paoli, S. Crosslinguistic influence at the syntax-pragmatics interface: Subjects and objects in English-Italian bilingual and monolingual acquisition. Bilingualism: Language and Cognition, 7 (3), 2004, p. 183 – 205.
Trueswell, J.C., Sekerina, I., Hill, N.M. & Logrip, M.L. (1999) The kindergarten-path effect: studying on-line sentence processing in young children. Cognition 73: 89-134.
Yip, V.; Matthews, S. Syntactic transfer in a Cantonese-English bilingual child. In: Bilingualism: Language and Cognition 3 (3), 2000, p. 193- 208.

Programa

Aula 1: O Picasso cubista 
Aula 2: O Picasso “pós-cubista” 
Aula 3: Malevitch, Mondrian e a abstração absoluta 
Aula 4: O surrealismo de René Magritte 
 
Bibliografia sugerida: 
 
ARGAN, G. C. História da arte italiana – volume II de Giotto a Leonardo. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. 
_______ . Arte Moderna – do iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. 
_______ . Imagem e persuasão – ensaios sobre o barroco. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. 
_______ . A arte moderna na Europa – de Hogarth a Picasso. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. 
BAUDELAIRE, C. As flores do mal. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1985. 
_____________ . O spleen de Paris – pequenos poemas em prosa. Rio de Janeiro: Imago Editora Ltda., 1995. 
 
BENJAMIN, W. Obras escolhidas – magia e técnica, arte e politica. São Paulo: Brasiliense, 1993. 
_______ . Obras escolhidas III – Charles Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994. 
 
BUCK-MORSS, S. The Dialectics of Seeing – Walter Benjamin and the Arcades Project. Cambridge, Massachusetts: The MIT Press, 1991. 
 
FABRIS, A. (org.). Fotografia – usos e funções no século XIX. São Paulo: EDUSP, 1998. 
 
FRASCINA, F. [et alii]. Modernidade e modernismo – a pintura francesa no século XIX. São Paulo: Cosac & Naify Edições, 1998. 
 
HAUSER, A. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1995. 
 
LE MEN, S. (org) L’Art de la Caricature. Paris: Presses Universitaires de Paris Ouest, 2011. 
 
LÖVY, M. Walter Benjamin: aviso de incêndio – uma leitura das teses “Sobre o conceito de história”. São Paulo: Boitempo Editorial, 2005.

 

Programa

Aula 1 – A trajetória de Antonio Candido
Leitura recomendada: “Como e por que sou crítico”.

Aula 2 – A atitude política
Leitura recomendada: “Radicalismos”.

Aula 3: A atitude crítica I
Leitura recomendada: Formação da literatura brasileira (“Introdução” e seção “Um instrumento de descoberta e interpretação”).

Aula 4: A atitude crítica II
Leitura recomendada: “Literatura e subdesenvolvimento”.
 
Bibliografia básica:
 
CANDIDO, Antonio. Como e por que sou crítico [2016]. In: FONSECA, Maria Augusta e SCHWARZ, Roberto (Org.). Antonio Candido: 100 Anos. São Paulo: Editora 34, 2018. p. 481-486
______. Um instrumento de descoberta e interpretação. In: Formação da Literatura Brasileira: momentos decisivos 1750-1880. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2013 [1959]. p. 429-437.
______. Introdução. In: Formação da Literatura Brasileira: momentos decisivos 1750-1880. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2013 [1959]. p. 25-39.
______. Literatura e Subdesenvolvimento [1970]. In: A educação pela noite. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2011. p. 169-196.
______. Radicalismos. In: Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2011. p. 195-216.
 
Bibliografia complementar:
 
AGUIAR, Flávio (Org.). Antonio Candido: pensamento e militância. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; Humanitas, 1999.
ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Penguin; Companhia das Letras, 2014 [1881].
BORGES, Jorge Luis. Ficciones. Buenos Aires: Debolsillo, 2011 [1944].
CARPENTIER, Alejo. El Reyno de este mundo. La Habana: Editorial Letras Cubanas, 1987 [1949].
D’INCAO, Maria Angela; SCARABÔTOLO, Eloísa Faria (Org.). Dentro do texto, dentro da vida: ensaios sobre Antonio Candido. São Paulo: Companhia das Letras; Instituto Moreira Salles, 1992.
FONSECA, Maria Augusta; SCHWARZ, Roberto (Org.). Antonio Candido: 100 Anos. São Paulo: Editora 34, 2018.
LAFER, Celso (Org.). Esboço de figura: homenagem a Antonio Candido. São Paulo: Duas Cidades, 1979.
ROJO, Grínor. Antonio Candido em diálogo com a teoria do desenvolvimento, o desenvolvimentismo e a teoria da dependência. Tradução: Roberto Schwarz. In: FONSECA, Maria Augusta; SCHWARZ, Roberto (Org.). Antonio Candido: 100 Anos. São Paulo: Editora 34, 2018. p. 153-167.
ROSA, Guimarães. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001 [1956].
SCHWARZ, Roberto. Os sete fôlegos de um livro [1999]. In: Sequências brasileiras: ensaios. 2ª Edição. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p. 46-58.
______. Roberto Schwarz reflete sobre quatro tentativas de modernização do Brasil. Folha de São Paulo, São Paulo, 21 jul. 2018. Entrevista a Bruna Della Torre de Carvalho Lima e Mónica González García.
VARGAS LLOSA, Mario. La Casa Verde. Lima: Punto de Lectura, 2010 [1966].
______. La Ciudad y los Perros. Lima: Peisa, 2001 [1963].

Programa

Aula 01:
Indicações Principais:
ALEXANDER, Michelle. A nova segregação: racismo e encarceramento em massa. São Paulo: Boitempo, 2017. pp. 257-306.
RUSCHE, George; KIRCHHEIMER, Otto. Capítulo III. Mercantilismo e surgimento da prisão. 1. O Mercado de trabalho e o Estado; 2. Etapas no tratamento da pobreza. Punição e estrutura social. Rio de Janeiro: Revan, 2004. pp. 43-67.
PLATAFORMA DESENCARCERA. “Manifesto Sem Prisões”. Disponível em: .https://desencarcera.com/wp-content/themes/desencarcera/docs/Desencarce…. Acesso em 31 de maio de 2020.
FRENTE ESTADUAL PELO DESENCARCERAMENTO SÃO PAULO. “Manifesto da Frente Estadual pelo Desencarceramento São Paulo”. 19 de outubro de 2018. Disponível em: https://desencarceramento.org.br/noticias/manifesto-da-frente-estadual-…. Acesso em 31 de maio de 2020.
Indicações Complementares:
MARX, Karl. A assim chamada acumulação primitiva (Capítulo 24). In: O capital: crítica da economia política. Livro I. São Paulo: Boitempo, 2013. pp. 959-1014.
FOUCAULT. Michel. A Prisão (Quarta Parte). In: Vigiar e Punir. 20a Ed. Petrópolis: Vozes, 1999. pp. 217-277.

Aula 02:
Indicações Principais:
WACQUANT, Loïc. “Forjando o estado neoliberal: trabalho social, regime prisional e insegurança social”. In: MALAGUTI BATISTA, Vera (org.). Loïc Wacquant e a questão penal. Rio de Janeiro: Revan, 2012.
MINHOTO, Laurindo Dias. "Foucault e o ponto cego na análise da guinada punitiva contemporânea". Lua Nova [online]. 2015, n.95, pp.289-311.
COLETIVO SYCORAX. “Mulheres, luta e capital: relato do lançamento do livro de Silvia Federici, com Débora Silva, Monique Prada e Regiany Silva”. Disponível em: https://www.entranhas.org/mulheres-luta-e-capital-silvia-federici/. Acesso em 31 de maio de 2020.
Indicações Complementares:
SIMON, Jonathan. “We The Victims: Fearing Crime and Making Law”. Governing through crime: How the war on crime transformed American democracy and created a culture of fear. Oxford University Press, 2007. pp. 75-110.
FOUCAULT, Michel. “Aula de 21 de março de 1979”. Nascimento da biopolítica, São Paulo: Martins Fontes, 2010.

Aula 03:
Indicações Principais:
RODRIGUES, Thiago. Narcotráfico: uma guerra na guerra. 2a Ed. São Paulo: Desatinos, 2012. pp. 61-82.
Indicações Complementares:
CAMPOS, Marcelo da Silveira. Crime e congresso nacional: uma análise da política criminal aprovada de 1989 e 2006. São Paulo: IBBCrim. pp. 161-206.

Aula 04:
Indicações Principais:
BATISTA, Vera Malaguti. "O Alemão é muito mais complexo." Revista Justiça e Sistema Criminal 1.1 (2009): 103-125.
VALENTE, Julia. UPPs: governo militarizado e a ideia de pacificação. Rio de Janeiro: Revan, 2016. pp. 81-106; 151-158.
Indicações Complementares:
HINTON, Elizabeth. From the War on Poverty to the War on Crime. Cambridge, MA (Estados Unidos): Harvard University Press. pp. 63-73; 191-202.

Aula 05:
Indicações Principais:
SIMON, Jonathan. "Punishment and the political technologies of the body." The Sage handbook of punishment and society (2013): 60-89.
DIETER, Maurício Stegemann. Política criminal atuarial: a criminologia do fim da história. Rio de Janeiro: Revan. pp. 17-26.
Indicações Complementares:
FEELEY, Malcom.; SIMON, Jonathan. The New Penology: Notes on the Emerging Strategy of Corrections and Its Implications. Criminology, v. 30, n. 4, 1992, pp. 449–474.

Aula 06:
Indicações Principais:
FLAUZINA, Ana Luiza Pinheiro. "O feminicídio e os embates das trincheiras feministas." Revista Discursos Sediciosos: Crime, Direito e Sociedade v. Ano 20: 95-106, 2016.
KARAM, Maria Lúcia. "A esquerda punitiva." Discursos sediciosos 1.1 (1996): 79-92.
NI UNA A MENOS. “No en nuestro nombre”. 20 de abril de 2017. Disponível em: http://niunamenos.org.ar/manifiestos/no-en-nuestro-nombre/ Acesso em 31 de maio de 2020.
Indicações Complementares:
BASSICHIS, Morgan; LEE, Alexander; SPADE, Dean. "Building an abolitionist trans and queer movement with everything we’ve got." Captive genders: Trans embodiment and the prison industrial complex (2011): 15-40.
MOMBAÇA, Jota. “Rumo a uma redistribuição desobediente de gênero e anticolonial da violência”. In: Cadernos do grupo de pesquisa Oficina de Imaginação Política. Publicação comissionada pela 32ª Bienal de São Paulo. São Paulo: Incerteza Viva, 2016.

INDICAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS:

BATISTA, Nilo. Política criminal com derramamento de sangue. Revista brasileira de ciências criminais, v. 5, n. 20, p. 129-146, 1997.
BATISTA, Vera Malaguti. O medo na cidade do Rio de Janeiro: dois tempos de uma história. 2 ed. Rio de Janeiro: Revan, 2003.
BELL, E. Insisting on neoliberalism. The persistente influence of neoliberalism in contemporary penality. Delito y sociedad, v. 38, dez. 2014, pp. 50–62.
BOITEUX, Luciana. Drogas e Cárcere: repressão às drogas, aumento da população penitenciária brasileira e alternativas. In LEMOS, Clécio (org.). Drogas: uma nova perspectiva. São Paulo: IBCCrim, 2014. pp. 83-103.
BROWN, Wendy. Undoing the Demos: Neoliberalism’s Stealth Revolution. New York: Zone Books, 2015.
CAMPOS, Marcelo da Silveira. Pela metade: a lei de drogas do Brasil. São Paulo: Annablume, 2019.
CHRISTIE, Nils. A indústria do controle do crime. Rio de Janeiro: Forense, 1998. capítulo 07. pp. 95-132.
COHEN, Stanley. Visions of social control: crime, punishment and classification. 1 Ed. Cambridge (Inglaterra): Polity Press, 1985.
D’ELIA FILHO, Orlando Zaccone. Indignos de vida: forma jurídica da política de extermínio de inimigos na cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Revan, 2015.
DARDOT, Pierre; LAVAL, Christian. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal. São Paulo: Boitempo, 2016a.
DAVIS, Angela. Estarão as prisões obsoletas? Rio de janeiro: Difel, 2018. pp. 65-90.
DEL OLMO, Rosa. A Face Oculta da Droga. Rio de Janeiro: Revan, 1990.
FLAUZINA, Ana Luiza Pinheiro. Corpo negro caído no chão: o sistema penal e o projeto genocida do Estado brasileiro. 2008.
GARLAND, David. The meaning of mass imprisionment. In: Mass Imprisionment: social causes and consequences. Londres (Reino Unido): SAGE Publications, 2001. pp. 1-3.
_____. The Culture of Control. Oxford: Oxford University Press, 2001.
GODOI, Rafael. Fluxos em cadeia: as prisões em São Paulo na virada dos tempos. São Paulo: Boitempo, 2017.
GÖNEN, Zeynep. Giuliani in Izmir: restructuring of the Izmir Public Order Police and criminalization of the urban poor. Critical Criminology, 21: 87-101, 2013.
HARCOURT, Bernard E. The counterrevolution: how our government went to war against its own citizens. New York: Basic Books, 2018.
KOERNER, Andrei. “Punição, disciplina e pensamento penal no Brasil do século XIX." Lua Nova 2006, 68, pp. 205-242.
LEMKE, Thomas. Foucault, governamentalidade e crítica. São Paulo: Politeia, 2017.
MELOSSI, Dário; PAVARINI, Massimo. Cárcere e fábrica: as origens do sistema penitenciário (séculos XVI – XIX). 2ª Ed. Rio de Janeiro: Revan, 2010. pp. 211-233.
MISSE, Michel. “Crime, sujeito e sujeição criminal: aspectos de uma contribuição analítica sobre a categoria ‘bandido’”. Lua Nova 79. 2010.
NEOCLEOUS, Mark. Security, commodity, fetishism. Critique, 35 (3): 339-355.
COOPER, Melinda. Family values: between neoliberalism and the new social conservatism. New York: Zone Books, 2017.
PACHUKANIS, Evgeni. A teoria geral do direito e marxismo. São Paulo: Boitempo, 2017. pp. 165-183
SEMER, Marcelo. Sentenciando tráfico: o papel dos juízes no grande encarceramento. São Paulo: Tirant lo Blanch, 2019.
SPADE, Dean. Normal life: Administrative violence, critical trans politics, and the limits of law. Duke University Press, 2015.
STANLEY, Eric A.; SMITH, Nat. Captive Genders. Trans Embodiment and the Prison Industrial Complex, Oakland, AK Press. 2011.
WACQUANT, Loïc. As Prisões da miséria. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
_____. Rumo à militarização da marginalização urbana. Discursos sediciosos: crime, direito e sociedade, ano 11, n. 15/16. p. 203-220, 2007a.
_____. Punir os pobres: a nova gestão da miséria nos Estados Unidos – a onda punitiva. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Revan, 2007b.