Programa

1. Introdução à Sociologia da Arte e à História Social da Arte
A. Maria Amélia et al. As novas regras do jogo: o sistema de arte no brasil. Porto Alegre:
Zouk, 2014.
B. FETTER, Bruna. Das reconfigurações contemporâneas do(s) sistema(s) da arte.
MODOS. Revista de História da Arte. Campinas, v2, n 3, p. 102-119. Set 2018.
C. HAUSER, Arnold. The Sociology of Art. Chicago: University of Chicago Press, 1982.
D. GRAMSCI, Antonio. Cadernos do cárcere. Volume 3: Maquiavel. Notas sobre o Estado
e a política. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.

2. O modernismo em questão (06/02/2024)
A. WALDMAN, T. À “frente” da Semana de Arte Moderna: a presença de Graça Aranha e
Paulo Prado. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), v. 23, n. 45, p. 71–94, jun. 2010.
B. CAMARGOS, Marcia. Villa Kyrial. Crônica da belle époque paulistana. São Paulo:
Senac, 2000
C. __________________. Entre a vanguarda e a tradição: Os artistas brasileiros na
Europa (1912-1930). São Paulo: Alameda, 2011.
3. Os anos 1930 e as artes plásticas em São Paulo (07/02/2024)
A. FORTE, G. N. CAM e SPAM: Arte, Política e Sociabilidade na São Paulo Moderna, do
Início dos Anos 1930. Tese—University of São Paulo: [s.n.]

4. Os museus de Arte Moderna de São Paulo e o Sistema Internacional (08/02/2024)
A. SILVA, M. H. G. A política externa estadunidense e os museus de arte moderna de São
Paulo. Anais Congresso Patrimônio Cultural: Identidade e Imaginário, mai. 2023.
B. BARROS, Regina Teixeira de. Revisão de uma história: a criação do Museu de Arte
Moderna de São Paulo 1946-1949. Dissertação (Mestrado em Artes), Universidade de
São Paulo. São Paulo, 2002.
C. TOTA, Antonio Pedro. O amigo americano. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
D. ARRUDA, Maria Arminda do Nascimento. Metrópole e cultura: São Paulo no
meio do século XX. São Paulo: EDUSP, 2015.
E. ALAMBERT, Francisco. CANHÊTE, Polyana. As bienais de São Paulo. São
Paulo: Boitempo, 2004

Programa

12/08- Aula 1- Definição de Aprendizagem baseada em jogos e gamificação

14/08- Aula 2- Aprendizagem baseada em jogos e gamificação aplicadas às aulas de língua e literatura

19/08- Aula 3- Ferramentas para gamificação

21/08- Aula 4- Atividades gamificadas e jogos

Bibliografia


FARDO, Marcelo Luís. A gamificação como estratégia pedagógica: estudo de elementos
dos games aplicados em processos de ensino e aprendizagem. Dissertação de mestrado.
2014. Disponível em https://repositorio.ucs.br/xmlui/handle/11338/457. Acesso em 19/09/2016.
GEE, Paul James. Bons videogames e boa aprendizagem. Trad. Gilka Girardello.
Perspectiva, v. 27, n. 1, 2009. Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/perspectiva/article/view/2175-
795X.2009v27n1p167/14515.
KLEIMAN, Angela. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. 14ª edição. Pontes. 2011.
KOCH, Ingedore Villaça.; ELIAS, Wagner Rodrigues. Ler e compreender os sentidos do
texto. São Paulo: Contexto, 2017.
LEFFA, V. J. Gamificação adaptativa para o ensino de línguas. In: Congresso IberoAmericano
de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação. Buenos Aires. Anais, 2014, p. 1- 12.
MACKEY, Margaret. Literacies across media: playing the text. London and New York:
Routledge, 2002.
MARCUSCHI. Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São
Paulo: Parábola Editorial, 2015.
MATTAR, João. Games em educação: como os nativos digitais aprendem. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2010.
OLIVEIRA, Cássia Joene Sobreira de. A responsividade em atividades de leitura mediadas por
objetos de aprendizagem (AO): uma análise comparativa. UECE, Fortaleza, 2015.
PRENSKY, Marc. Digital natives, digital immigrants. On the horizon, 9(5), 1-6.2001. Retrieved
April 30, 2003, Disponível em: http://www.marcprensky.com/writing/Prensky%20-
20Digital%20Natives,%20Digital%20Immigrants%20-%20Part1.pdf. Acesso em: 28/08/20.
RIBEIRO, Fernanda Rodrigues. Jogos educacionais digitais para o ensino em língua
portuguesa: uma proposta de avaliação didático-pedagógica e ergonômica. UECE, Fortaleza,
2013.
SCHLEMMER, Eliane. e LOPES, Daniel. Avaliação da aprendizagem em processos
gamificados: desafios para apropriação do método cartográfico. In: ALVES, Lynn; COUTINHO,
Isa de Jesus (orgs). Jogos Digitais e aprendizagem: fundamentos para uma prática baseada
em evidências. Campinas – SP: Papirus, 2016, 179-208.
SCHLEMMER, Eliane. Gamificação em espaços de convivência híbridos e multimodais:
design e cognição em discussão. Revista da FAEEBA-Educação e Contemporaneidade,
23(42). 2014.
SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. Trad. Cláudia Schilling. 6 a . ed. Porto Alegre: ArtMed,
1998.
SPINELLI, Jaqueline Marilis. O lúdico no ensino de espanhol como língua estrangeira.
Monografia de Graduação, Universidade Estadual Paulista, 2011.
VAN ECK, Richard. Digital game-based learning: It's not just the digital natives who are
restless. Educause Review, v. 41, n. 2, p. 16, 2006.
VIANNA, Ysmar et al. Gamification Inc.: como reinventar empresas a partir de jogos. Rio
de Janeiro: MJV Press, 2013 [e-book].
VYGOTSKY, Lev Semenovich. Pensamento e linguagem. Ridendo Castigat Mores, 2001.
Disponível em: http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/vigo.html. Acesso em: 31 de julho de 2016.

Programa

Aula 1: Introdução a um assassinato: quem foi Sylvia Serafim e por que nunca ouvi falar dela?

A primeira aula apresentará o curso, bem como os métodos utilizados. Explicará como funciona a estrutura, links, presenças e perguntas, apresentará o professor. Após a apresentação, terá espaço uma aula introdutória sobre o
estudo de caso que permeará todo o curso. A intenção desta aula inicial é apresentar a personagem, contextualizar
sua história, e pavimentar o caminho à discussão que se seguirá sobre o seu material.

Bibliografia:
SCHARGEL, Sergio. Minha bisavó matou um cara. Revista Piauí, jan. 2023. Disponível em:
https://piaui.folha.uol.com.br/materia/minha-bisavo-matou-um-cara/ .

Aula 2: Uma contextualização sobre o cenário político e social de 1930

A segunda aula focará em contextualizar o cenário político e social do crepúsculo da Belle Èpoque carioca, essencial para apresentar elementos teóricos essenciais à compreensão do caso de Sylvia Serafim, colocando em diálogo estética da violência, desumanização e sensacionalismo.

Aula 3: “A Tortura da Vida e a Serenidade da Morte”: a obra de Roberto Rodrigues (1906-1929), um ilustrador assassinado

A aula apresentará um breve apanhado biográfico sobre Roberto Rodrigues (1906-1929), o ilustrador assassinado por Sylvia Serafim, e comentará sua trajetória artística, desde sua formação na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA) até sua atuação nos principais periódicos cariocas no final da década de 1920, como a revista Para Todos… e os jornais dirigidos por seu pai, Mário Rodrigues, A Manhã e Crítica.

Professora convidada: Beatriz Schreiner

Bibliografia:
SCHREINER, Beatriz Carvalho. As reconstituições visuais de crime de Roberto Rodrigues no jornal Crítica (1929). 2023. 64 f. Monografia (Graduação em História da Arte) - Escola de Belas Artes, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2023.

Aula 4: A literatura de Sylvia Serafim

Por fim, a última aula irá trabalhar alguns dos escritos de Serafim, principalmente sua produção política e literária.

Bibliografia:
SERAFIM, Sylvia. Fios de prata, symphonia da dor. Rio de Janeiro: Officinas Graphicas Alba, 1930.

Programa

Aula 1: PM doch - introdução teórica
Aula 2: PM doch - discussão prática
Aula 3: PM ja - introdução teórica
Aula 4: PM ja - discussão prática
Aula 5: PM denn - introdução teórica
Aula 6: PM denn - discussão prática

Bibliografia:
AQUINO, Marceli. O ensino das partículas modais alemãs: estratégias didáticas em ALE. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, Belo Horizonte, v. 20, n. 1, p. 131-161, 2020.
AQUINO, M.. Die Modalpartikel und ihre funktionalen Äquivalente im Portugiesischen. Kontrastive Pragmatik. Wege der Germanistik in transkultureller Perspektive. Jahrbuchs für internationale Germanistik, v. 6, 2023.
AQUINO, M.. The nuclear communicative function as a teaching strategy for German Modal Particles: the relevance of the minimalist approach as a teaching tool. EDUCAÇÃO EM REVISTA (ONLINE), v. 40, 2024.
AQUINO, M.Das sieht ja ganz anders aus, wie fühlst du dich denn? Teaching modal particles ja and denn with the Queer Eye Germany series: a didactic model based on a Descriptive Format. PANDAEMONIUM GERMANICUM, v. 49, p. 170-195, 2023.
AQUINO, M. Proposta de ensino das partículas modais doch e halt na série How to Sell Drugs Online: uma análise com base na abordagem minimalista. Revista Horizontes de Linguística Aplicada, 2024.
BOLACIO, E.; LIMA, T; BARROS, B. Modalpartikeln im DaF-Unterricht. Vermittlung und Lehrwerkanalyse. Periodicos Caderno de Letras (Ufpel) 29. 2017. https://periodicos.ufpel.edu.br
BRÜNJES, Lena. Das Paradigma deutscher Modalpartikeln: Dialoggrammatische Funktion und paradigmeninterne Opposition. Berlin: de Gruyter, 2014.
DIEWALD, Gabriele; KRESIĆ, Marijana; BATINIĆ, Mia Angster. A format for the description of German modal particles and their functional equivalents in Croatian and English. In: CHIARA, Fedriani; SANSÓ, Andrea (Ed.).
Pragmatic Markers, Discourse Markers and Modal Particles: New Perspectives. Amsterdam: John Benjamins, 2017. p. 230-254.
DUCH-ADAMCZYK, J. Vermittlung der Abtönungspartikeln im DaF-Unterricht. In: SKOWRONEK, B. (ed.). Glottodidactica. Kraków: Wydawnictwo Naukowe, 2012. p. 25-35. v. 39.
HEGGELUND, K. Zur Bedeutung der Deutschen Modalpartikeln in Gesprächen unter besonderer Berücksichtigung der Sprechakttheorie und der Daf-Perspektive. Linguistik Online, Berna, v. 9, n. 2, 2001.
KÖNIG, Ekkehard. Dimensionen der Bedeutung und Verwendung von Modalpartikeln im Deutschen: Grundlagen einer Bestandsaufnahme. In Harden, Theo & Hentschel, Elke (eds.), 40 Jahre Partikelforschung. Tübingen: Stauffenburg. 79-96. 2010.
LINDNER, Katrin. 'Wir sind ja doch alte Bekannte'. The use of German ja and doch as modal particles. In: Abraham, Werner (Ed.). Discourse particles. Descriptive and theoretical investigations on the logical, syntactic, and pragmatic properties of discourse particles in German. Amsterdam: John Benjamins, 1991. p. 163-201.
RÖSLER, D. Teaching German modal particles. International Review of Applied Linguistics, [S. l.], v. 20, n. 1, p. 33-38, 1982.
WEYDT, Harald. What are Particles Good for? In : FISCHER, Kerstin (ed.), Approaches to discourse particles (Studies in Pragmatics 1), Amsterdam, New York : Elsevier, 2006. p. 205-218.

Programa

Comunicação: falar de suas atividades; explicar um problema de saúde; indicar a hora e os horários; falar de suas atividades e hábitos quotidianos; falar de sua jornada de trabalho; falar de suas saídas (atividades de lazer externas noturnas ou de fim de semana); propor uma saída, convidar, aceitar, recusar um convite; contar eventos passados; falar de experiências recentes ou de projetos; compreender informações biográficas; descrever fisicamente uma pessoa; falar de eventos passados e atuais; dar conselhos; compreender o programa de uma estadia; escolher uma destinação e uma fórmula de viagem.

Vocabulário: atividades esportivas e artísticas; partes do corpo; horários e hora formal e informal; hábitos
quotidianos; hábito e frequência; as atividades e os horários de trabalho; saídas (atividades de lazer externas noturnas ou de fim de semana); expressões para propor, aceitar ou recusar um convite para sair; indicar um momento preciso no tempo; palavras de aprendizagem; palavras ligadas a sucesso ou projetos; números; algumas etapas da vida de uma pessoa; descrição e semelhança físicas; palavras ligadas à profissão de dono de restaurante; imprensa e reportagem; palavras ligadas a viagem; expressões para situar um lugar.

Gramática: verbo “faire de” + artigos contraídos “du, de la, des”; “avoir mal à” + partes do corpo; alguns
articuladores temporais; diferentes maneiras de dizer a hora; verbos pronominais; verbos “lire” e “écrire” no
presente; expressão de hábito e de frequência; o pronome “on”; verbos “pouvoir”, “devoir” e “vouloir” no presente;verbos “choisir” e “sortir” no presente; fazer perguntas; o presente do imperativo; o passado composto ; o passado recente e o futuro próximo; verbo “dizer” no presente; marcadores temporais; passado composto 2; “être” + adjetivo, “avoir” + substantivo + adjetivo; o adjetivo “même”; o passado composto para falar de eventos passados e o presente para falar de fatos atuais; “mais”; o presente do imperativo 2; o futuro simples; “il faut”; o pronome “y”

Elementos de fonética: dizer a hora; a entonação para expressar diversas ações; o som [ɵ]; o som [õ]; o som [y]; a pronúncia de [jɜ] [jɜn]; identificar o “e” mudo; diferença entre passado composto e presente.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal,
Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 1. Niveau A1. Paris: Hachette, 2017.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Programa

Aula 1: Apresentação do curso e contextualização

A palavra como demarcação de território - um exercício de memória e construção de futuros em retorno ao ventre, de Jr. Bellé.
A aula apresentará o livro de poesia narrativa de Jr. Bellé, retorno ao ventre, no qual o autor busca reconstruir a memória familiar e coletiva a partir da escuta de sua tia Petrolina, que lhe revela a ascendência indígena apagada da história da família, reflexo também do apagamento indígena no estado do Paraná, onde se situa o livro. Por meio da obra, discutiremos a importância da palavra nos contextos indígenas e em que medida essa ferramenta se articula na luta por reconhecimento de direitos e demarcação de territórios.

Aula 2: Memórias de ontem e hoje na poética de Edimilson de Almeida Pereira

Neste encontro, serão discutidas questões relativas à religiosidade popular, saberes tradicionais e memórias familiares das populações negras brasileiras; bem como a produção de memória do tempo presente, a partir de temas como política e exílio. Para tanto, leremos poemas selecionados dos livros qvasi e Melro, ambos do escritor Edmilson de Almeida Pereira. Como aporte teórico para a aula, serão mobilizados conceitos de Leda Maria Martins e também haverá o diálogo com outras obras de cunho ensaístico e etnográfico do próprio Edmilson de Almeida Pereira.

Aula 3: Águas que vão, águas que vêm: apagamento e construção da memória

Nesta aula, conheceremos um pouco da escritora são-tomense Olinda Beja e de sua vasta produção literária e nos aprofundaremos em seu belíssimo caderno de poemas Água Crioula, que nos faz refletir sobre como os silenciamentos moldam a memória e a história. Refletiremos como a autora resgata um tempo que lhe foi roubado, recuperando lembranças familiares e tudo que deixou de viver da história e cultura de seu país. A partir da leitura de alguns poemas como Ancestralidade, Requiem ao mar do esquecimento e Ode ao tempo, identificaremos as marcas do tempo e da memória, construídas pelo olhar daquela que vivenciou a diáspora e compreendeu este fenômeno por um olhar íntimo e profundo.

Aula 4: Morrer de nostalgia: crônicas de uma escritora “afropeia”

Nesta aula, investigaremos como a escritora portuguesa Djaimilia Pereira de Almeida mobiliza a memória familiar, o arquivo íntimo e a experiência para pensar os deslocamentos como construção subjetiva, histórica e racializada. A partir da leitura comparada das crônicas “Morrer de nostalgia”, “Torre do tombo” e “A minha grande biblioteca são os meus antepassados” – todas publicadas na Revista 451 – discutiremos como a autora formula uma estética de perdas que opera em trânsitos entre Angola, Portugal e outros espaços da diáspora.

Aula 5: De linha e de rio: vozes de mulheres negras

A aula propõe uma reflexão sobre como a escrevivência é capaz de forjar narradoras que entrelaçam lirismo e pesquisa histórica para contar memórias familiares que se desdobram em lembranças de todos nós: as memórias de um país. O ponto de partida está bordado na apresentação do romance Apolinária, de Bianca Santana, de onde brotam os fios do rio São Francisco, que levam e trazem as histórias de mulheres negras que tecem vínculos entre passado e presente para semear futuros.


Referências:


ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. Pintado com o pé. Lisboa: Relógio d’água, 2019.
ALMEIDA, Miguel Vale de. Um Mar da Cor da Terra: Raça, Cultura e Política da Identidade. Lisboa, Celta, 2000.
ALMEIDA, Migual Vale de. Ninguém imagina de verdade um português negro. Portuguese Literary & Cultural studies (PLCS), v.35-35, p.32-41, 2021.
ASSMANN, Jan. Communicative and cultural memory.  In: ERLL, Astrid; NÜNNING, Ansgar (Ed.). Cultural memory studies: an international and interdisciplinary handbook. Berlin; New York: De Gruyter, 2008. p. 109-118.
ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas. Tradução Denise Bottman. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
BHABHA, Homi. O local da cultura. tradução de Myriam Avila, Eliane Livia reis, Glauce Gonçalves. Belo Horizonte, Editora UFMG, 1998. 
BEJA, Olinda. Água Crioula. Coimbra: Pé de Página Editores, 2007.
BEJA, Olinda. Contos de São Tomé e Príncipe: histórias da avó Flindó. Itapira, SP: Estrela Cultural, 2023.
BEJA, Olinda. Kilêlê: a dança sagrada do falcão. Quissamã: Revista África e Africanidades; Lisboa: Rosa de Porcelana, 2023.
BEJA, Olinda. 15 dias de regresso. Coimbra: Pé de Página Editores, 2007.
BRASIL. Lei 11.645/08, de 10 de março de 2008. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2017. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 03 nov. 2025.
BUTLER, Judith; SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Quem canta o Estado-nação?: língua, política e pertencimento. Tradução de Vanderlei J. Zacchi e Sandra Goulart Almeida. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2018.
DUARTE, Eduardo de Assis. Por um conceito de Literatura Afro-brasileira. Terceira Margem, Rio de Janeiro, n. 23, p. 113-138, jul-dez, 2010. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/tm/article/view/10953. Acesso em: 03 nov. 2025.
CHAVES, Rita. O passado presente na literatura africana. Via Atlântica, São Paulo, n. 7, p. 147-161, 2004. Disponível em: https://repositorio.usp.br/item/001416450 Acesso em: 03 nov. 2025.
CUTI (Luiz Silva). Literatura Negro-Brasileira. São Paulo: Selo Negro, 2010.
DE LA CADENA, Marisol. Seres-terra: cosmopolítica em povos andinos. Tradução: Caroline Nogueira e Fernando Silva e Silva. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2024.
GILROY, Paul.  O Atlântico Negro: modernidade e dupla consciência. Tradução de Cid Knipel Moreira. 2ª edição. São Paulo, Editora 34, 2012.
GOMES, N. P. de M. & PEREIRA, E. A. Assim se benze em Minas Gerais. Juiz de Fora, Mazza/EDUFJF, 1989.
HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Tradução de Adelaine La Guardia Resente [et al.]. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013.
HALL, S. "O Ocidente e o Resto: Discurso e Poder". Projeto História : Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados de História, [S. l.], v. 56, 2016. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/revph/article/view/30023. Acesso em: 4 nov. 2025.
HARTMAN,, Saidiya. Perder a mãe: uma jornada pela rota atlântica da escravidão. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2021.
JR. BELLÉ. retorno ao ventre: Mỹnh fi nugror to vẽsikã kãtĩ. Tradução para o kaingang: André Luís Caetano. São Paulo: Elefante, 2024. 
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
KRENAK, Ailton. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
KRENAK, Ailton. Futuro ancestral. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. 
LE GOFF, Jacques. História e memória. Tradução de Bernardo Leitão et al. 7. ed. rev. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2016. 
MARTINS, Leda Maria. Afrografias da memória: o Reinado do Rosário no Jatobá. 2. ed. rev. atual. São Paulo: Perspectiva; Belo Horizonte: Mazza Edições, 2021. 
MARTINS, Leda. Performances da oralitura: corpo, lugar da memória. Letras (Santa Maria), v. 25, p. 55-71, 2003. 
MATA, Inocência; FAZZINI, Luca; MAGALHÃES, Lucas Breda; SARTESCHI, Rosangela (orgs.). Escritas afrodescendentes em diálogos atlânticos. Teresina: Cancioneiro, 2025.
OLIVEIRA, Pedro Rocha de. Discurso filosófico da acumulação primitiva. São Paulo: Elefante, 2024.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Qvasi segundo caderno. São Paulo: Editora 34, 2017.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Melro. São Paulo: Editora 34, 2022.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. A saliva da fala: notas sobre a poética banto-católica no Brasil. São Paulo: Fósforo Editora, 2023.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Entre Orfe(x)u e Exunouveau: análise de uma estética de base afrodiaspórica na literatura brasileira. Fósforo Editora, 2022.
SHARPE. Christina. No vestígio: negridade e existência. São Paulo: Ubu Editora, 2023.
SANTANA, Bianca. Apolinária. São Paulo: Fósforo Editora, 2025.  
SANTOS, Antônio Bispo dos. A terra dá, a terra quer. São Paulo: Ubu Editora/PISEAGRAMA, 2023.

Programa

Encontro 1 (12/02/2019):
 
Mobilidade de políticas e a disseminação das smart cities
 
PECK, J.; THEODORE, N. Mobilizing policy: Models, methods, and mutations. Geoforum,
v. 41, n. 2, p. 169-174, 2010.
SENNETT, R. No one likes a city that's too smart. The Guardian, Manchester, 04 dezembro
2012.
SHELTON, T.; ZOOK, M.; WIIG, A. The ‘actually existing smart city’. Cambridge Journal
of Regions, Economy and Society, 2014.
TEMENOS, Cristina; BAKER, Tom; COOK, Ian R. Inside mobile urbanism: Cities and
policy mobilities. In: Handbook of Urban Geography. Edward Elgar Publishing, 2019
WIIG, A. IBM's smart city as techno-utopian policy mobility. City, v. 19, n. 2-3, p. 258-273,
2015.
 
Encontro 2 (13/02/2019):
 
Nuvens, câmeras, big data: a cidade vigilante
 
HU, Tung-Hui. A Prehistory of the Cloud. MIT Press, 2015.
ELLIOTT, Anthony. Automated mobilities: From weaponized drones to killer
bots. Journal of Sociology, v. 55, n. 1, p. 20-36, 2019
SHELLER, Mimi. Mobility justice: The politics of movement in an age of extremes.
Verso Books, 2018. (Capitulo 4)
VANOLO, A. Smartmentality: The smart city as disciplinary strategy. Urban Studies, p. 1-
16, 2013.
 
Encontro 3 (14/02/2019):
 
Repensando a cidade inteligente
 
EVANS, J.; KARVONEN, A.; LUQUE-AYALA, A.; MARTIN, C.; MCCORMICK, K.;
RAVEN, R.; PALGAN, Y. V. Smart and Sustainable Cities? Pipedreams, Practicalities
and Possibilities. Local Environment, 24(7), 557-564, 2019.
GREENFIELD, A. Against the Smart City (The City is Here for You to Use). New York: Do
Projects, 2013.
SHELTON, Taylor; LODATO, Thomas. Actually existing smart citizens: Expertise and
(non) participation in the making of the smart city. City, v. 23, n. 1, p. 35-52, 2019.

Programa

1. Origem do Islã e formação
a) A Arábia pré-islâmica e a conjuntura do surgimento do Islã
b) A revelação do Alcorão e a instituição do califado
c) Conquista islâmica do Magrebe e da Península Ibérica
d) Formação das Entidades políticas islâmicas peninsulares e africanas
e) Fragmentação de Al-Andalus
f) Constituição das dinastias berberes expansionistas

2. A Reconquista cristã: mito, ideologia e a historiografia árabe
a) A problemática do termo Reconquista
b) As Cruzadas e a Reconquista
c) A conquistas cristãs sob perspectivas árabes
d) A resposta muçulmana dos Almorávidas ao Emirado de Granada
e) A conquista de Ceuta entre Reconquista, Cruzada e Navegações
f) Os múltiplos legados do fatídico ano de 1492

3. A expansão marítima ibérica e seu ‘reencontro’ com o ‘mouro’
a) O Islã na África subsaariana na visão dos portugueses
b) A demanda por Preste João e o ideal de cruzada manuelino
c) As redes muçulmanas no Oceano Índico frente a hegemonia portuguesa
d) O Estado da Índia e os grandes impérios muçulmanos coevos
e) A União Ibérica e o fim do monopólio português das rotas orientais
f) O “declínio” português da batalha de Alcácer Quibir à queda de Ormuz

MÉTODOS UTILIZADOS:
Aulas expositivas; leitura e análise de fontes; reflexão historiográfica; seminários temáticos; utilização de trechos de vídeos, podcasts e filmes.

ATIVIDADES DISCENTES:
Leitura de bibliografia e exercícios de leitura de fontes.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

Manuais
DODDS, Jerrilynn Denise (Ed.). al-Andalus: the art of Islamic Spain. Metropolitan Museum of Art, 1992.
GARCÍA DE CORTÁZAR, Fernando e GONZÁLEZ VESGA, J. Manuel, Breve Historia de España. 3a ed. Madrid: Alianza Editorial, 2000 (há edição em português).
KAMEN, Henry. Breve Historia de España. Maquetación actual: Amanuense, 2009
FARAH, Paulo Daniel. O Islã - Folha Explica. São Paulo: Publifolha, 2001.
FERRÍN, Emilio González. História General de Al Ándalus. Europa entre Oriente y Occidente. 3ª ed. Córdoba: Almuzara, 2009.
ADAMEC, Ludwig W. Historical dictionary of Islam. Rowman & Littlefield, 2016.
MARQUES, A. H. de Oliveira, História de Portugal, 8a ed. Lisboa: Palas Editora, 1980, 3 vols.
RAMOS, Rui (org); MATTOSO, José; MONTEIRO, Nuno Gonçalo. História de Portugal. Esfera dos Livros, 2009
NICOLLE, David. El Cid and the reconquista 1050-1492. Oxford: Osprey Publishing, 1988.
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VALDEÓN BARUQUE, Julio. La Reconquista. El concepto de España: unidad y diversidade. Madrid: Espasa, 2006.

Programa

Aula I (Segunda-feira, 01 de agosto)
1. O tempo interpretado: O que é astrologia?
1.1 Os elementos de interpretação astrológica.
1.2 Dos primórdios ao complexo sistema de interpretação
1.3 Calendário, culto e cosmos: a influência do Egito.

Aula II (Terça-feira, 02 de agosto)
2. A astrologia na Antiguidade
2.1. A astrologia grega até Hiparco
2.2. Os filósofos e a astrologia

Aula III (Segunda-feira, 08 de agosto)
3. Ascensão da astrologia à condição de técnica de interpretação do tempo na Roma antiga.
3.1. As escolas filosóficas, a política e a astrologia
3.2. O testemunho didático de Manílio e outras obras astrológicas da antiguidade.

Aula IV (Terça-feira, 09 de agosto)
4. A astrologia como alvo dos primeiros tribunais cristãos.
4.1. O culto de Mitras
4.2. Maniqueísmo: uma nova modalidade da astrologia no fim da antiguidade.


Referências Bibliográficas

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VERNANT, J.-P. Mito e religião na Grécia antiga. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

Programa

Aula 1: Democracia
Dahl, Robert A. On democracy. Yale university press, 2020

Aula 2: Governo representativo: princípios aristocráticos e expectativas igualitárias
Manin, Bernard. The principles of representative government. Cambridge University Press, 1997.

Aula 3: Por que insistir em eleições?
Przeworski, Adam. Why bother with elections?. John Wiley & Sons, 2018

Aula 4: Integridade eleitoral: elementos normativos
Norris, Pippa. Why electoral integrity matters. Cambridge University Press, 2014
Murillo, Victoria, Steven Levitsky, and Daniel Brinks. La Ley y la trampa en América Latina: por qué optar por el debilitamiento institucional puede ser una estrategia política. Siglo XXI Editores, 2021