Programa

1ª semana

21/07/20

I. Foucault: Biopolítica/Biopoder
Leituras: FOUCAULT, Michel. Direito de morte e poder sobre a vida. In: História da Sexualidade. A vontade de saber. Rio de Janeiro: Graal, 2009.
FOUCAULT, Michel. Aula de 17 de março de 1976. In: A defesa da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
2ª semana

22/07/20
II. Georges Bataille: Soberania, excesso, vida e morte
Leitura: BATAILLE, Georges. Sovereignity. In: The Accursed Share. Vol 3. New York: Zone Books, 1991
3ª semana

24/07/20

III. Michael Taussig: Cultura do terror, espaço da morte
Leituras: TAUSSIG, Michal. Cultura do terror, espaço da morte. In: Xamanismo, colonialismo e o homem selvagem. São Paulo: Paz & Terra, 1993.
4ª semana

28/07/20

IV. Judith Butler: Vidas precárias
Leituras: BUTLER, Judith. Introdução: vida precária, vida passível de luto. In: Quadros de Guerra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.
5ª semana

29/07/20

V. Veena Das e Deborah Poole: Margens do Estado
Leituras: DAS, Veena e Poole, Deborah. State and its margins. In: Anthropology in the Margins of the State. New Delhi: Oxford University Press, 2004.
6ª semana

31/07/20
VI. Achille Mbembé: Necropolítica
Leituras: MBEMBE, Achille. Necropolítica. São Paulo: n-1 edições, 2018.

Programa

Aula 1​​​​​​​
a)    Direitos Humanos, Pluralismos, Cidadania Global e o novo Direito Internacional
Cançado Trindade, Antônio Augusto. A humanização do direito internacional. 2° edição. Belo Horizonte: Del Rey Editora, 2015.
Gaspardo, Murilo. Globalização e os fundamentos da cidadania. 1. ed. São Paulo: Alameda, 2017. v. 1. 418p.
Lafer, Celso. A internacionalização dos Direitos Humanos: o desafio do direito a ter direitos. In: Filosofia e direitos humanos.  Odílio Alves Aguiar, Celso de Moraes Pinheiro e Karen Franklin (orgs.). Fortaleza: Editora UFC, 2006
Laisner, Regina Claudia. Diálogos teóricos dos modelos de globalização da democracia: intersecções entre Ciência Política e Relações Internacionais. In: Murilo Gaspardo. (Org.). Globalização e os fundamentos da cidadania. 1ed.São Paulo: Alameda, 2017, v. 1, p. 115-142.
Menezes, Wagner. O humanismo como marco paradigmático das relações internacionais contemporâneas e sua repercussão sobre o direito Internacional. In: Sidney Guerra. (Org.). Temas Emergentes de Direitos Humanos. 1ed.Campos dos Goytacazes: faculdade de de Direito de campos, 2006, v. 1, p. 333-351. 

b) As contribuições afro-jurídico-filosóficas de E. Mbaya., S.E.Ngoenha e B. Malomalo.
Cardoso, Maurício; Cerêncio, P. A luta por direitos é aqui e agora. In: CARDOSO, Mauricio.
Malomalo, Bas’llele. Literatura Africana e Direitos Biocósmicos. In Tânia Lima; Izabel Nascimento; Derivaldo dos Santos; Rosilda Bezerra e Amarino Queiroz. (Org.). Griots: literatura e direitos humanos. 1ed.Natal: Caule de Papiro, 2020, v. 1, p. 237-268.
____. A imigração africana contemporânea para o Brasil: entre a violência e o desrespeito aos direitos humanos. Diáspora africana e migração na era da globalização: experiência de refúgio, estudo, trabalho. 1ed.Curitiba: CRV, 2015, v. 1, p. 107-123
Mbaya, Ettienne-Richard. Genèse, évolution et universalité des droits de l'homme face à la diversité des cultures –Versão On-line ISSN 1806-9592, in Estud. av. v.11 n.30 São Paulo maio/ago. 1997 https://doi.org/10.1590/S0103-40141997000200003, Dossiê Direitos Humanos.
Ngoenha, Severino Elias.  Filosofia Africana. Das Independências às liberdades. Moçambique: Paulinas, 2014.

 

Aula 2


a)    Afrocosmopolitismo e Justiça Ubuntu: uma outra possibilidade epistemológica em Direitos Humanos.
Malomalo, Bas’llele. Literatura Africana e Direitos Biocósmicos. In Tânia Lima; Izabel Nascimento; Derivaldo dos Santos; Rosilda Bezerra e Amarino Queiroz. (Org.). Griots: literatura e direitos humanos. 1ed.Natal: Caule de Papiro, 2020, v. 1, p. 237-268.
____. A imigração africana contemporânea para o Brasil: entre a violência e o desrespeito aos direitos humanos. Diáspora africana e migração na era da globalização: experiência de refúgio, estudo, trabalho. 1ed.Curitiba: CRV, 2015, v. 1, p. 107-123
____. Ubuntu como projeto alternativo de sociedade diante da crise social, econômica, política e ambiental do modelo desenvolvimentista ocidental: um olhar a partir da América Latina e da África. In: Márcia Esteves de Calazans; Bas?Ilele Malomalo; Emilia da Silva Piñeiro. (Org.). As desigualdades de gênero e raça na América Latina no século XXI. 1ed.Porto Alegre: Editora Fi, 2019, v. 1, p. 511-532. 
_____. Bioepistemolologia do NTU: meu(s) diálogo(s) com Dagoberto José Fonseca. In: Dagoberto José Fonseca; Bas´Ilele Malomalo; Simone Loiola Ferreira. (Org.). Intelectualidade coletiva negra: memórias, educação e emancipação. 1ed.Porto Alegre: Editora FI, 2018, v. 1, p. 69-120.
  ____. Uma agenda pan-africanista na década internacional de afrodescendentes. In: KOMINEK, Andrea Maila Voss; VANALI, Ana Crhistina. (Org.). Roteiros temáticos da diáspora: caminhos para o enfrentamento ao racismo no Brasil. 1ed.Porto Alegre: Editora Fi, 2018, v. 1, p. 1-531.

Menezes, Wagner O direito internacional contemporâneo e a teoria da transnormatividade. Revista Pensar, Fortaleza, v.12, p.133-144, mar. 2007.

Ngoenha, Severino Elias. Filosofia Africana: das Independências às Liberdades. Maputo, Moçambique: Edições Paulista – África, 1993.

Prudente, Eunice Aparecida de Jesus. Racismo estrutural. Revista do Tribunal Regional do Trabalho- 15 Região, v. 55, p. 23-34, 2019.
¬¬____. Educação em direitos: um caminho para a igualdade racial. Revista Brasileira de Filosofia, v. 1, p. 35-72, 2011.

Santos, Vanilda Honória. (2014). O Homo Sacer e a exclusão do outro: algumas considerações. Profanações, 1(2), 70–81. https://doi.org/10.24302/prof.v1i2.560
____. Apontamentos de antropologia filosófica afrodiaspórica das Congadas no Brasil. Revista  ÍTACA (Rio de Janeiro, online), v. 36, p. 7-42, 2020.

Programa

Aula 1: Leitura crítica e o problema da desordem informacional. Noção de gênero, hipergênero e o papel da
tecnologia no desenvolvimento dos gêneros textuais. Formulação de um plano de aula a ser revisto no final do
curso.

Aula 2: O que é argumentação? Reflexão sobre enquadramentos teóricos e a
argumentação como elemento constitutivo do discurso.

Aula 3: A internet e a cena da enunciação. As fake news e o seu elemento cênico.

Aula 4: A noção de ethos, pathos e logos. O papel da emoção e da razão segundo a análise
do discurso.

Aula 5: O papel da doxa e dos estereótipos para a estabilização da comunicação.

Aula 6: A imagem como recurso persuasivo. Os textos multimodais.

Aula 7: Os esquemas argumentativos (análise de discursos enganosos) e as formas de
sistematização desses achados para uso em sala de aula.

Aula 8: A questão da modalidade veridictória como uma das marcas desses textos. Outras
marcas linguísticas que aparecem recorrentemente nesses textos. Reflexão sobre o conteúdo do curso e os planos
de aula elaborados no início do curso.

Bibliografia

Amossy, Ruth. “Argumentação e Análise Do Discurso: Perspectivas Teóricas E Recortes
Disciplinares”. Revista Eletrônica De Estudos Integrados Em Discurso E Argumentação, Vol. 1,
nº 1, Nov. 2011, p. 129-44, http://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/view/389.
Amossy, Ruth. A argumentação no discurso. São Paulo: Ed. Contexto, 2018. Impresso
Antunes, Irandé. Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola, 2006.
Antunes, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009.
Azevedo, T. de Transposição Didática De Gêneros Discursivos: Algumas Reflexões. Revista
Desenredo, Vol. 6, nº 2, May 2011, http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/1716.
Janeiro, 2021
Bakhtin, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
Bakhtin, Mikhail, and Valentin Nikolaevich Volochinov. Marxismo e filosofia da linguagem.
Vol. 7. São Paulo: Hucitec, 2006.
de Barros, Diana Luz Pessoa. Teoria Semiótica do Texto. São Paulo: Ed. Ática, 2005. Impresso
de Barros, Diana Luz Pessoa. "Algumas reflexões sobre o papel dos estudos linguísticos e
discursivos no ensino-aprendizagem na escola." Estudos Semióticos 15.2 (2019): 1-14.
de Barros, Diana Luz Pessoa. "AS FAKE NEWS E AS “ANOMALIAS”." VERBUM. CADERNOS DE
PÓS-GRADUAÇÃO. ISSN 2316-3267 9.2 (2020)
Brandão, Helena Hathsue Nagamine. “O leitor: co-enunciador do texto”. Polifonia. Cuiabá.
Revista de Letras, n. 1, (1994): 85-90.
Cabral, Ana Lúcia Tinoco. "Leitura de Textos Multimodais: simultaneidade e integração na
construção dos sentidos." Revista Intersecções 6.10 (2013): 89-106.
http://www.portal.anchieta.br/revistas-elivros/interseccoes/pdf/interse…
Charaudeau, Patrick. Discurso das Mídias. Tradução de Ana M. S. Corrêa. São Paulo:

Contexto, 2006.
Charaudeau, Patrick. “A argumentação em uma problemática da influência”. ReVEL, edição
especial vol. 14, n. 12, 2016. Tradução de Maria Aparecida Lino Pauliukonis.
[www.revel.inf.br].
Fiorin, J. L. “O pathos do enunciatário”. ALFA: Revista De Linguística, vol. 48, nº 2, julho de
2004, https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/4297.
Gonçalves-Segundo, P. R. “Fake news, Information Disorder and Moral Panic: Exploring
Discursive Strategies”. Cadernos De Linguística, Vol. 1, no. 4, Mar. 2021, pp. 01-26,
doi:10.25189/2675-4916.2020.v1.n4.id261.
Grize, J.-B. O Ponto De Vista Da Lógica Natural. Revista Eletrônica De Estudos Integrados Em
Discurso E Argumentação, Vol. 20, nº 3, Dec. 2020, doi:10.47369/eidea-20-3-3012
Liberali, Fernanda Coelho. "Argumentação em contexto escolar." Campinas:Pontes
Editores (2013).
Maingueneau, Dominique. Analyser les textes de communication. Paris: Nathan, 1998
[Análise de textos de comunicação. Tradução de Cecília P. Souza-e-Silva e Décio
Rocha. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2002].
Marcuschi, Luiz Antonio. Produção Textual, Análise de Gêneros e Compreensão. São Paulo:
Parábola Editorial, 2008. Impresso
Plantin, Christian. As razões das emoções. Trad. Emília Mendes. In: Mendes, E.;
Machado, I. L. (Org.). As emoções no discurso. V. II. Campinas: Mercado de Letras, 2010. p.
57-80. Impresso
Plantin, C. Análise E Crítica Do Discurso Argumentativo. Revista Eletrônica De Estudos
Integrados Em Discurso E Argumentação 1.1 (2011), 17-37,
http://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/view/365.
Rodrigues, Sonia Maria Valente. “A escrita argumentativa na escolaridade obrigatória:
descrição e fundamentação de um percurso didático”, Argumentação e discurso: fronteiras e
desafios, 2020, FLUP, https://hdl.handle.net/10216/128425. 7 de jan. 2021
Sintra, Marta Catarina Dias. (2019). Fake news e a Desinformação: perspetivar
comportamentos e estratégias informacionais. (Dissertação de Mestrado). FCSH -
Universidade Nova de Lisboa, Lisboa. Disponível em: http://hdl.handle.net/10362/79564
Wardle, Claire; Derakhshan, Hossein. Information Disorder: Toward an interdisciplinary
framework for research and policy making. Council of Europe, October, 2017. Disponível em:
https://rm.coe.int/information-disorder-toward-an-interdisciplinary-fra….

Programa

Aula 1 (04.08): Introdução à obra de Joaquim Pedro de Andrade com o estudo de O Mestre de Apipucos; O poeta do Castelo (1959) e Garrincha (1963).

Aula 2 (11.08): Improvisiert und Zielbewusst ou Cinema Novo (1967), Brasília: contradições de uma cidade nova (1967) e a novidade do cinema direto.

Aula 3 (18.08): A Linguagem da Persuasão (1972); O Aleijadinho (1978) e O tempo e a
Glória (1987).

Bibliografia


ANDRADE, Joaquim Pedro de. GALLANO, Ana Maria (org.) Casa-grande, senzala & cia. – Roteiro e Diário. Rio de Janeiro: Ed. Aeroplano, 2001.
ANDRADE, Oswald de. A Utopia Antropofágica. 3. ed. São Paulo: Ed. Globo, 2001.
ANDRADE, Rodrigo M. F. Rodrigo e o SPHAN. Rio de Janeiro: Fund. Nacional Pró- Memória, 1987.
ARAÚJO, Luciana. Joaquim Pedro de Andrade: primeiros tempos. São Paulo:
Alameda, 2013.
BENTES, Ivana. Joaquim Pedro de Andrade: a revolução intimista. Rio de Janeiro:
Relume Dumará, 1996.
BERNARDET, Jean-Claude. Brasil em tempo de cinema: ensaio sobre o cinema brasileiro de 1958 a 1966. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
BUARQUE DE HOLLANDA, Sérgio. Raízes do Brasil. 5. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1969.
CAMPOS, Haroldo de. Metalinguagem & outras metas: ensaios de teoria e crítica
literária. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 1992.
CANDAU, Joël. Memória e identidade. São Paulo: Contexto, 2011.
CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira, vol. 2. Belo Horizonte: Itatiaia, 2000.
DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos. "Notas sobre a Banda". Correio da Manhã, 14.10.66.
ESCOREL, Eduardo. Adivinhadores de Água. São Paulo: Cosac Naify, 2005.
EULÁLIO, Alexandre. O homem do pau-brasil na cidade dele. In: Remate de males nº6, jun 1986, UNICAMP.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 1968.
FREYRE, Gilberto. "Esnobe da riqueza?" Revista O Cruzeiro, ano XXXII, n. 22, 12.03.1960, p.54
GOMES, Paulo Emílio Sales. 2. ed. Cinema: trajetória no subdesenvolvimento. São
Paulo: Paz e Terra, 2001.
JOHNSON, Randal. "Joaquim Pedro de Andrade: The Poet of Satire", in: Cinema Novo x 5 – Masters of Contemporary Brazilian film. Austin: University of Texas, 1984.
MARQUES, Ivan Francisco. “Joaquim Pedro de Andrade e o Modernismo”. Itinerários, Araraquara, n. 49, p. 115-133, jul./dez. 2019.
NAVA, Pedro. Balão Cativo, Rio de Janeiro: José Olympio, 1973.
NEVES, David. Cinema Novo no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1966.
NORA, Pierre. “Entre memória e história: a problemática dos lugares”. In: Projeto
História. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica (PUC), n.10, pp. 07-28, dez/1993.
PASCHOA, Airton. "A estreia de Joaquim Pedro: gigante adormecido e bandeira popular". Revista USP, n. 63, São Paulo: USP, 2004.
PRADO, Paulo. Retrato do Brasil. [digitalização da 1. ed.] São Paulo: Oficinas Gráficas Duprat-Mayença (Reunidas), 2006 [1928]. E-book.
PROUST, Marcel. "Du coté de chez Swan", in: À la récherche du temps perdu. Tome I. Paris: Flammarion, 1987.
RAMOS, Fernão Pessoa. 2. ed. Mas afinal... o que é mesmo documentário? São Paulo: Senac, 2013, pp. 341-379.
RAMOS, Fernão Pessoa. “A ascensão do jovem cinema” In: Nova história do cinema brasileiro. Vol.2, São Paulo: Edições Sesc, 2018.
RAMOS, Guiomar. Um cinema antropofágico? São Paulo: Annablume, 2008.
RICOEUR, Paul. Tempo e narrativa. Campinas: Papirus, 1994.
ROCHA, Glauber. “Uma estética da fome”, in: Revista Civilização Brasileira, n.3, jul 1963.
RODRIGUES, Nelson. A pátria de chuteiras. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013.
SARACENI, Paulo César. Por dentro do Cinema Novo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.
SCHWARZ, Roberto. Cultura e Política 1964-1969. São Paulo: Paz e Terra, 2009.
SILVA, Meire Oliveira. O cinema-poesia de Joaquim Pedro de Andrade: passos da paixão mineira. Curitiba: Appris, 2016.
SILVA, Meire Oliveira. Cinema-tropicalista ou as diversas conjecturas em torno do filme Macunaíma. Itinerários, Revista de Literatura - UNESP, 2016.
SILVA, Meire Oliveira. Liturgia da pedra: negro amor de rendas brancas. São Paulo: Alameda, 2018.
SILVA, Meire Oliveira. Desenvolvimentismo, plano-piloto e segregação: uma análise de Brasília, contradições de uma cidade nova, de Joaquim Pedro de Andrade. RUA
Labeurb – Revista do Laboratório de Estudos Urbanos do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade. UNICAMP. Volume 25, número 1 - e-ISSN 2179- 9911 - Junho/2019.
http://www.labeurb.unicamp.br/rua/ Acesso em: 29 mai. 2025.
SILVA, Meire Oliveira. Reflexões sobre os 50 anos de Os inconfidentes (1972), de Joaquim Pedro de Andrade, no Bicentenário da Independência. Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura, Campinas, SP, v. 30, n. 00, p. e22012, 2022. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/resgate/article/view/86….
Acesso em: 29 mai. 2025.
SOUZA, Gilda de. Exercícios de leitura. São Paulo: Duas Cidades, 1980.
VIANY, Alex. O Processo do Cinema Novo. Rio de Janeiro: Editora Aeroplano, 1999.
XAVIER, Ismail. Alegorias do subdesenvolvimento. São Paulo: Brasiliense, 1993.

Filmografia

O MESTRE de Apipucos. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro: Filmes
do Serro, 1959. Curta-metragem, NTSC, p&b, 9 min.
O POETA do Castelo. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro: Filmes do
Serro, 1959. Curta-metragem, NTSC, p&b, 11 min.
GARRINCHA, alegria do povo. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro:
Filmes do Serro, 1963. Média-metragem, NTSC, p&b, 58 min.
IMPROVISIERT und Zielbewusst ou Cinema Novo. Direção: Joaquim Pedro de
Andrade. Rio de Janeiro: Filmes do Serro, 1967. Curta- metragem, NTSC, p&b, 30
min.

Programa

OBJETIVOS: Desenvolver habilidades comunicativas avançadas (C1) em e sobre a Língua Francesa, que possibilitem a aquisição de estruturas linguísticas, discursivas e do léxico utilizados em situações comunicativas variadas, permitindo a comunicação oral e escrita mais independente. Sensibilizar para os elementos de cultura dos países francófonos.

NÍVEL EXIGIDO: 2º grau completo. N13 do curso Introdução à língua francesa e à cultura francófona ou conhecimentos em francês equivalentes a esse nível (B2). Estudantes da graduação em Francês: comprovar Francês 7. Será realizado teste de nível para alunos que não cumprirem os requisitos acima.

PROGRAMA:
Eixos temáticos:

1) Falar sobre cidades: culturas urbanas, mundo urbano, mobilidade nas cidades, descrever cidades e moradias, transportes urbanos e arquitetura;
2) Falar sobre alimentação: expressar gostos alimentares e emoções, relações entre alimentação e saúde, analisar e comentar fatos da sociedade; dar conselhos sobre compras de alimentos; falar sobre vantagens e desvantagens de aplicativos alimentares.
3) À decidir: escolha temática dos participantes do curso.

Comunicação: fazer um compte rendu oral de documentos sobre cidades; descrever uma cidade sob a forme de um compte rendu; identificar as ideias principais e secundárias de um documento; redigir uma síntese de documentos; fazer recomendações para a melhoria da mobilidade urbana; fazer a descrição de uma cidade; trabalhar a escrita criativa; definir uma noção a partir de uma carta mental; expressar gostos alimentares; falar sobre os pequenos prazeres; experimentar a escrita criativa; compreender a influência da alimentação sobre a saúde; estudar e restituir os dados de uma pesquisa; analisar um relatório sobre um artigo; analisar e comentar um fato social; apresentar um exposé sobre um fato social; dar conselhos sobre alimentação; apresentar as vantagens e desvantagens nutricionais;

Vocabulário: o urbanismo e a habitação;. o transporte urbano; a arquitetura; as emoções e as sensações; a estatística; a agricultura e o comércio; o marketing e a publicidade

Gramática: adjetivos qualificativos para descrever; conectivos argumentativos; tournures impersonnelles e expressões para recomendar e dar conselhos; conectivos sequenciais e expressões para organizar uma exposição oral; expressões de acordo e
desacordo; expressões para indicar nuances

Elementos de fonética: os homônimos; adotar o tom justo.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso, além de um eixo temático a ser escolhido pelos participantes.

BIBLIOGRAFIA GERAL :
ABRY, Dominique ; CHALARON, Marie-Laure. La grammaire des premiers temps B1-B2. Presses Universitaires de Grenoble, 2015.
BRIET, Geneviève ; COLLIGE, Valérie ; RASSART, Emmanuelle. La prononciation en classe. Presses Universitaires de Grenoble, 2014.
CALLET, Stéphanie. Entraînez-vous de A à Z : 200 exercices de grammaire, orthographe, lexique. Presses Universitaires de Grenoble, 2016.
HEU-BOULHAT, Élodie ; MABILAT, Jean-Jacques. Édito Méthode de Français Niveau B2. Didier, 2015.
HIRSCHPRUNG, N. ; TRICOT, T. Cosmopolite 5. Niveau C1. Paris : Hachette, 2019.
PARIZET, Marie-Louise. ABC DELF B2 : 200 exercices. CLE International, 2013.
PETITMENGIN, Violette ; FAFA, Clémence. La grammaire en jeux. Presses Universitaires de Grenoble, 2017.

Programa

Aula 1 (09/02/2026) – Suzy Lee e os livros ilustrados coreanos no exterior (2000-2010)

Aula 2 (10/02/2026) – Experimentando mídias no livro ilustrado na Coreia (2010-2020)

Aula 3 (11/02/2026) – Vacance Project e a remidiação do livro ilustrado coreano (2020-2025)

Referências

BOLTER, Jay David; GRUSIN, Richard. Remediation: Understanding new media. Cambridge: MIT Press, 2000.
BRUHN, Jørgen. Heteromediality. In: ELLESTRÖM, Lars. (Ed.). Media, Modalities, and Modes. London: Palgrave Macmillan, 2010. p. 225-236.
______. The Intermediality of Narrative Literature: Medialities Matter. London: Palgrave Macmillan, 2016.
CHO, Eun-sook. Prospect for the Future of Research on Korean Children’s Literature. Korea Journal, Haogae-ro, v. 59, n. 4, p. 217–227, 2019.
ELLESTRÖM, Lars. Transmedial Narration: Narratives and Stories in Different Media. Cham: Palgrave, 2019.
ERLL, Astrid; RIGNEY, Ann. (Eds.). Mediation, Remediation, and the Dynamics of Cultural Memory. Berlin: Walter de Gruyter, 2009.
GIRÃO, Luis Carlos. O objeto-livro infantil: Perspectivas crítico-estéticas entre literatura e outras mídias. Tese (Doutorado em Literatura e Crítica Literária). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/PUC-SP, São Paulo, 2021.
KIM, Jae-hyun; LEE, Hyun-jean. Picture books as Interactive Art. Journal of Basic Design & Art, Seoul, v. 19, n. 3, p. 69-83, jun. 2016.
KIM, Ji-eun. The Return of Oral Narratives in Picture Books and Children’s Literature of Digital Age. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 25, p. 325-361, 2019.
KONG, Jeong-ja; SHIM, Won-sik. An Analysis of the Development of Picture Book Reviews in Korea. Journal of Korean Library and Information Science Society, Gongju, v. 45, n. 4, p. 165-184, dec. 2012.
KWON, Hyug-jun. The reconsideration about the definition, scope, and the types of fantasy in children's literature. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 16, p. 5-42, may 2009.
KWON, Youngmin; FULTON, Bruce. What Is Korean Literature? Berkeley: Institute of East Asian Studies, 2020.
LEE, Suzy. A trilogia da margem: O livro-imagem segundo Suzy Lee. Trad. Cid Knipel. São Paulo: Cosac Naify, 2012.
LINDEN, Sophie V. D. Para ler o livro ilustrado. Trad. Dorothée de Bruchard. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
NIKOLAJEVA, Maria; SCOTT, Carole. Livro ilustrado: Palavras e imagens. Trad. Cid Knipel. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
PICTUREBOOK MUSEUM. History of picture books in Korea. Picturebook Museum. Seoul, 23 mai. 2016. Disponível em: http://picturebook-museum.com/user/community_01_d.asp?idx=13. Acesso em: 15 fev. 2022.

Programa

1a aula
Indicações principais:
RUBIN, Gayle. Pensando o Sexo. In: Rubin, G. Políticas do Sexo. São Paulo: Ubu Editora, 2017.
 
Indicações secundárias:
CARRARA, Sérgio. "Moralidades, racionalidades e políticas sexuais no Brasil contemporâneo." Mana 21.2 (2015): 323-345.
PELÚCIO, Larissa. Abjeção e desejo: uma etnografia travesti sobre o modelo preventivo de Aids. São
Paulo: Annablume, 2009.
 
2a aula
Indicações principais:
MISKOLCI, Richard. “Pânicos Morais e Controle Social: Reflexões sobre o Casamento Gay”. Cadernos Pagu (UNICAMP), v. 28, p. 101-128, 2007.
MACHADO, Maria das Dores. “Religião, cultura e política”. Religião & Sociedade (Impresso), v. 32, p. 29-56, 2012.
NATIVIDADE, Marcelo. “Religião, homofobias e direitos LGBT”. Latitude, v. 07, p. 31-49, 2013.
 
Indicações secundárias:
ALMEIDA, Miguel Vale de. "Ser mas não ser, eis a questão. O problema persistente do essencialismo estratégico." Working Paper CRIA 1 (2009).
BUTLER, Judith. "O parentesco é sempre tido como heterossexual?." Cadernos pagu 21 (2003): 219-260.
 
3a aula
Indicações principais:
GAMA, Maria Clara. “Capítulo 3: Debates parlamentares sobre o PL 122/06, projeto de lei de criminalização da homofobia”. Criminalização da homofobia e despatologização da homossexualidade no Congresso Nacional, da redemocratização à atualidade. Tese de Doutorado. IESP-UERJ, Rio de Janeiro, 2017.
MOMBAÇA, Jota. “Rumo a uma redistribuição desobediente de gênero e anticolonial da violência”. In: Cadernos do grupo de pesquisa Oficina de Imaginação Política. Publicação comissionada pela 32a Bienal de São Paulo. São Paulo: Incerteza Viva, 2016.
 
4a aula
Indicações principais:
BENTO, Berenice. "Nome social para pessoas trans: cidadania precária e gambiarra legal." Revista Semestral do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar 4.1. 2014.
LIMA, Luiza Ferreira. "Em busca da pessoa transexual “verdadeira”: sobre a produção de dignidade e cidadania diferenciais." Cadernos de Campo (São Paulo, 1991) 25.25 (2016): 267-292.
 
INDICAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
 
BENTO, Berenice. "Nome social para pessoas trans: cidadania precária e gambiarra legal." Revista
Semestral do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar 4.1. 2014.
BUTLER, Judith. "O parentesco é sempre tido como heterossexual?." Cadernos pagu 21 (2003):
219-260.
CARRARA, Sérgio. "Moralidades, racionalidades e políticas sexuais no Brasil contemporâneo."
Mana 21.2 (2015): 323-345.
DE ALMEIDA, Miguel Vale. "Ser mas não ser, eis a questão. O problema persistente do
essencialismo estratégico." Working Paper CRIA 1 (2009).
GAMA, Maria Clara. “Capítulo 3: Debates parlamentares sobre o PL 122/06, projeto de lei de
criminalização da homofobia”. Criminalização da homofobia e despatologização da
homossexualidade no Congresso Nacional, da redemocratização à atualidade. Tese de Doutorado.
IESP-UERJ, Rio de Janeiro, 2017.
LIMA, Luiza Ferreira. "Em busca da pessoa transexual “verdadeira”: sobre a produção de dignidade
e cidadania diferenciais." Cadernos de Campo (São Paulo, 1991) 25.25 (2016): 267-292.
MACHADO, Maria das Dores. DISCURSOS PENTECOSTAIS EM TORNO DO ABORTO E DA
HOMOSSEXUALIDADE NA SOCIEDADE BRASILEIRA. Cultura y Religión (En línea), v. 17, p.
48-68, 2013.
MACHADO, Maria das Dores. Pentecostais, sexualidade e família no Congresso Nacional.
Horizontes Antropológicos (UFRGS. Impresso), v. 47, p. 351-380, 2017.
MACHADO, Maria das Dores. Religião e Política no Brasil Contemporâneo: uma análise dos
pentecostais e carismáticos católicos. Religião & Sociedade, v. 35, p. 45-72, 2015.
MACHADO, Maria das Dores. Religião, cultura e política. Religião & Sociedade (Impresso), v. 32, p.
29-56, 2012.
MISKOLCI, Richard. “Pânicos Morais e Controle Social: Reflexões sobre o Casamento Gay”.
Cadernos Pagu (UNICAMP), v. 28, p. 101-128, 2007.
MISKOLCI, Richard; PEREIRA, Pedro Paulo Gomes. Educação e Saúde em disputa: movimentos
anti-igualitários e políticas públicas. Interface (Botucatu. Online), v. 23, p. e180353-14, 2019.
MOMBAÇA, Jota. “Rumo a uma redistribuição desobediente de gênero e anticolonial da violência”.
In: Cadernos do grupo de pesquisa Oficina de Imaginação Política. Publicação comissionada pela
32a Bienal de São Paulo. São Paulo: Incerteza Viva, 2016.
NATIVIDADE, Marcelo. Religião, homofobias e direitos LGBT. Latitude, v. 07, p. 31-49, 2013.
NATIVIDADE, Marcelo; OLIVEIRA, Leandro. AS NOVAS GUERRAS SEXUAIS: PODER
RELIGIOSO E IDENTIDADES LGBT NO BRASIL. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Garamond, 2013. v.
1. 230p .
 
NATIVIDADE, Marcelo; OLIVEIRA, Leandro. Sexualidades ameaçadoras: religião e homofobias em
discursos evangélicos conservadores. Sexualidad, Salud y Sociedad (Rio de Janeiro), v. 2, p.
121-161, 2009.
NUNES, Lauro Victor. “Seção 3: ‘Uma bolha foi furada no caldo de culturas da política’: investigando
o bloqueio de uma lei antidiscriminatória a LGBTIs”. Narrativas de bloqueio à criminalização da
violência contra LGBTIs no Brasil: estudo de caso sobre uma omissão legislativa. Dissertação de
Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Ciência Política. UFSCAR, São Carlos, 2018.
PELÚCIO, Larissa. Abjeção e desejo: uma etnografia travesti sobre o modelo preventivo de Aids.
São Paulo: Annablume, 2009.

Programa

AULA 1 - A história da música de concerto em São Paulo e no Rio de Janeiro
- Os ciclos de institucionalização: dos “os vôos da galinha” à universidade.
- Compositores: origens sociais e trajetórias.
- Peças e procedimentos: questões de análise musical em Sociologia.
Bibliografia geral
GUÉRIOS, Paulo Renato. Heitor Villa-Lobos: o caminho sinuoso da predestinação. Curitiba: Edição do autor, 2009.
KATER, Carlos. Música Viva e H.-J. Koellreutter. Movimentos em direção à modernidade. São Paulo: Atraves/Musa, 2001.
SILVA, Flávio. Camargo Guarnieri, o tempo e a música. Rio de Janeiro/São Paulo: Funarte/Imprensa Oficial, 2001.
WISNIK, José Miguel. O som e o sentido. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
Bibliografia complementar
AZEVEDO, Luiz Heitor C. de. 150 anos de música no Brasil: 1800-1950. Rio de Janeiro: José Olympio, 1956
NEVES, José Maria. Música contemporânea brasileira. Rio de Janeiro: Contracapa, 2008.

AULA 2 - Travessias: possíveis leituras sociológicas sobre o cancioneiro de Milton Nascimento nas décadas de 1960 e 1970
- A Era dos Festivais, as gravadoras norte-americanas e as possibilidades para propagação mediática
- Milagre dos Peixes – produção musical nos Anos de Chumbo
- Regionalismos na canção: capilaridades da produção miltoniana e negociação com os pares
Bibliografia geral
AMARAL, Chico. 2018. A música de Milton Nascimento. Belo Horizonte: Editora UFMG.
DUARTE, Maria Dolores Pires do Rio. 2009. Travessia – A vida de Milton Nascimento. Rio de Janeiro: Record.
Bibliografia complementar
DIAS, Marcia Tosta. 2008. Os donos da voz – Indústria fonográfica brasileira e mundialização da cultura. São Paulo: Boitempo.
ELIAS, Norbert. 1991. Mozart – Sociologia de um gênio. Rio de Janeiro: Zahar.
ORTIZ, Renato. 1988. A moderna tradição brasileira. São Paulo: Brasiliense.

AULA 3 - Entre a canção e o vão: as transformações na música popular após a “era dos festivais”
- A complexificação da canção popular e o deslocamento da hegemonia da
MPB.
- Agentes musicais e seus contextos: o papel do produtor.
- A música experimental contemporânea e a canção popular.
- Diálogos possíveis entre a música e a arte contemporânea: práticas e conceitos.
Bibliografia geral
MOLINA, Sergio. Música de montagem: A composição de música popular no pós-1967. São Paulo: É Realizações, 2017.
NAPOLITANO, Marcos. História & música – história cultural da música popular. 3ª edição. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
NAVES, Santuza. Canção popular no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
BACAL, T. B. O produtor como autor. O digital como ferramenta, fetiche e estética. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2016.
Bibliografia complementar
ATTALI, J. Bruits. Essai sur l’économie politique de la musique. Paris: Fayard / PUF, 2001.
CACCURI, Vivian. O que faço é música. Rio de Janeiro: 7 letras, 2013.
HEINICH, Nathalie. Práticas da arte contemporânea: uma abordagem pragmática a um novo paradigma artístico. Sociologia e Antropologia. Rio de Janeiro, V.02.02: 373-390, Outubro, 2014.
SIQUEIRA, Maria Fantinado Géo. Que música é essa? Reflexões sobre o trabalho de campo com grupos experimentais. Verso e Reverso, vol. XXVII, n. 66, setembro-dezembro 2013.

AULA 4 - O início do rap em São Paulo e as estruturas da indústria fonográfica nos anos 90
- O que é ser "independente"? Uma visão das gravadoras e selos de rock e de rap
- O "sub-campo" do rap em São Paulo: concursos nos bailes black, shows precários e a preponderância dos Racionais MC's e do Sampa Crew
- O rap dos anos 90 visto pelo jornalismo cultural
Bibliografia geral
APPELROUTH, Scott; KELLY, Crystal - Rap, Race and the (Re)production of boundaries. Sociological Perspectives Vol. 56, No. 3 (Fall 2013), pp. 301-326 (26 pages) https://www.jstor.org/stable/10.1525/sop.2013.56.3.301
HERSCHMANN, Micael. O funk e o hip-hop invadem a cena. 2 ed. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, 2005.
HERTZMAN, Marc A. Making Samba: A New History of Race and Music in Brazil. Duke University Press. 2013
MACEDO, Márcio.Hip-Hop SP: Transformações entre uma cultura de rua, negra e periférica. In: Pluralidade Urbana em São Paulo: vulnerabilidade, marginalidade, ativismos. KOWARICK, L.; FRUGOLI JR, H.. (Orgs.). 1ed. São Paulo, Ed. 34. 2016, v., p. 23-53.
Bibliografia complementar
ALEXANDRE, Ricardo. Cheguei bem a tempo de ver o palco desabar: 50 causos e memórias do rock brasileiro. São Paulo, Arquipélago. 2013
DIAS, Marcia Tosta. Os donos da voz – Indústria fonográfica brasileira e mundialização da cultura. São Paulo: Boitempo. 2008.
FORMAN, Murray; NEAL, Mark Anthony (orgs.). That's the Joint!: The Hip-Hop Studies Reader. Routledge, 2011
MICELI, Sergio. O papel político dos meios de comunicação de massa. In Brasil: o trânsito da memória (orgs. Saúlo Sosnowski e Jorge Schwartz). São Paulo, Edusp, 1994.

AULA 5 - Os caminhos da música caipira na fonografia brasileira
- Música caipira vira música sertaneja nos anos 60
- Agronegócio e migração
- Desprezo e admiração pelo caipira na música brasileira
- Revalorização simbólica da música caipira no final do século
Bibliografia geral
ALONSO, Gustavo. Cowboys do Asfalto: música sertaneja e modernização brasileira. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.
VILELA, Ivan. Cantando a própria história: música caipira e enraizamento. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2013.
SANTOS, Diego Tavares dos. O coração do Brasil: formação social da música caipira e da música sertaneja no seio da modernidade brasileira (1930-1980). São Paulo, 2019. Tese (Doutorado em Sociologia) - Universidade de São Paulo.
SANT’ANNA, Romildo. A moda é viola: ensaio do cantar caipira. 2ª ed. revis. e ampl. São Paulo: Arte & Ciência, 2009.

Bibliografia geral
ALEXANDRE, Ricardo. Cheguei bem a tempo de ver o palco desabar: 50 causos e memórias do rock brasileiro. São Paulo, Arquipélago. 2013
ANDRADE, Elaine Nunes (org.). Rap e educação, rap é educação. São Paulo, Summus, 1999.
DIAS, Marcia Tosta. 2008. Os donos da voz – Indústria fonográfica brasileira e mundialização da cultura. São Paulo: Boitempo.
ELIAS, Norbert. 1991. Mozart – Sociologia de um gênio. Rio de Janeiro: Zahar.
MICELI, Sergio. O papel político dos meios de comunicação de massa. In Brasil: o trânsito da memória (orgs. Saúlo Sosnowski e Jorge Schwartz). São Paulo, Edusp, 1994.
MICELI, Sergio. A Noite da Madrinha. São Paulo: Companhia das Letras, 2005a.
MICELI, Sergio - No ar em Belíndia – A indústria cultural hoje. In: A Noite da Madrinha. São Paulo: Companhia das Letras, 2005b.
MIDANI, André. Do Vinil ao Download. São Paulo: Casa dos Livros, 2015.
ORTIZ, Renato. 1988. A moderna tradição brasileira. São Paulo: Brasiliense

Programa

PROGRAMA DO CURSO

A reflexão e as discussões propostas no curso serão guiadas pelas cinco perguntas a seguir, que tratam dos objetivos e dos autores da Divulgação Científica, bem como de seu público-alvo, dos meios de publicização das informações e dos modos de adaptação do discurso científico.

Por que fazer Divulgação Científica?
O curso proposto visa discutir as necessidades de se fazer um trabalho eficaz de Divulgação Científica, tendo em vista que é por meio dela que os resultados encontrados e alcançados na academia são compartilhados com um público não-especializado.

Quem faz Divulgação Científica?
Pesquisadoras/es em qualquer nível de formação (estudantes de graduação, pós-graduação ou professoras/es) podem fazer com que sua pesquisa se torne popular, de modo a contribuir e facilitar o dia a dia da população em geral. Pensando nisso, o curso elencará as características e as motivações necessárias para o/a divulgador/a científico/a desenvolver esse trabalho.

Para quem fazer Divulgação Científica?
O curso abordará estratégias focadas na adequação da linguagem especializada para uma mais acessível, com o objetivo de tornar os resultados obtidos na universidade mais inteligíveis para um público mais amplo e que se interessa pelo assunto divulgado.

Como fazer Divulgação Científica?
Ao conhecer as melhores redes sociais e dominar a linguagem de cada uma, a/o interessada/o no curso será capaz de elaborar seus próprios meios para fazer a Divulgação Científica de sua pesquisa de forma efetiva e compreensível.

Onde fazer Divulgação Científica?
Na era da internet, as redes sociais são as ferramentas mais utilizadas e abrangentes no que diz respeito à Divulgação Científica. Assim, o curso discutirá e trará exemplos de canais de comunicação que fazem um bom trabalho, usando meios como Instagram, Facebook, Twitter, YouTube, Blogs e Podcasts.

BIBLIOGRAFIA

ARNT, Ana de Medeiros. Ser professor, leitor e escritor: possibilitar outros modos de pensar e agir na sociedade. In: BESSA, Eduardo; FRANÇA Cecília; ARNT Ana de Medeiros (Orgs). Divulgação Científica para professores. Tangara da Serra: Ideias. 2015.
BAGNO, Marcos. Pesquisar, ensinar, mas também divulgar. LaborHistórico, vol. 5, n.1, 2020, p. 348-352.
BESSA, Eduardo. Dicas de escrita para divulgadores. In: BESSA, Eduardo; FRANÇA Cecília; ARNT Ana de Medeiros (Orgs). Divulgação Científica para professores. Tangara da Serra: Ideias. 2015.
BESSA, Eduardo. O que é divulgação científica? In: BESSA, Eduardo; FRANÇA Cecília; ARNT Ana de Medeiros (Orgs). Divulgação Científica para professores. Tangara da Serra: Ideias. 2015.
FONSECA, A. A. da; MENDES BUENO, L. Breve panorama da divulgação científica brasileira no YouTube e nos podcasts. Cadernos de Comunicação, [S. l.], v. 25, n. 2, 2021. DOI: 10.5902/2316882X63121. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/ccomunicacao/article/view/63121. Acesso em: 9 fev. 2022.
IAMARINO, Atila. Como, por que e onde criar um blog? In: BESSA, Eduardo; FRANÇA Cecília; ARNT Ana de Medeiros (Orgs). Divulgação Científica para professores. Tangara da Serra: Ideias. 2015.
LIMA, Guilherme da Silva; GIORDAN, Marcelo. Da reformulação discursiva a uma práxis da cultura científica: reflexões sobre a divulgação científica. História, Ciências, Saúde - Manguinhos [online]. 2021, v. 28, n. 2 [Acessado 9 Fevereiro 2022] , pp. 375-392. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-59702021000200003.
MANSUR, Vinicius et al. Da publicação acadêmica à divulgação científica. Cadernos de Saúde Pública [online]. 2021, v. 37, n. 7 [Acessado 9 Fevereiro 2022] , e00140821. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0102-311X00140821.
NATAL, Camila Binhardi; ALVIM, Marcia Helena. Divulgação Científica e a Inclusão Social. In: 5° Encontro de Divulgação de Ciência e Cultura (EDICC), 2018, Campinas. Anais eletrônicos... Campinas, Galoá, 2018. Disponível em: https://proceedings.science/edicc-2018/papers/a-divulgacao-cientifica-e…. Acesso em: 09 fev. 2022.
SOARES, Rafael Bento da Silva. A importância da divulgação científica. In: BESSA, Eduardo; FRANÇA Cecília; ARNT Ana de Medeiros (Orgs). Divulgação Científica para professores. Tangará da Serra: Ideias. 2015.

Programa

I. Administração e territórios
Analisaremos a dinâmica da administração monárquica em um conjunto político dotado de diferentes
territórios com estatutos jurídicos singulares (como o principado da Catalunha; os territórios bascos e
o reino português durante a União Ibérica).
*Bibliografia:
- VICENS VIVES, Jaume. A estrutura administrativa e estadual nos séculos XVI e XVII (Extraído
de XIe Congrès des Sciences Historiques, 1960. Rapports IV: Histoire Moderne, Stockhom, Almqvisq &
Wiskell, 1960, pp.1-24) in HESPANHA, Antonio Manuel (org.). Poder e instituições na Europa do
antigo regime: coletânea de textos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984. (pp.203-230)
- ELLIOTT, John. Una Europa de Monarquías Compuestas (Cap.I) In ELLIOTT, John. España, Europa
y El mundo de ultramar [1500-1800]. Marta Balcells y Juan Carlos Bayo (coord.). Madrid: Taurus,
2010. pp.29-54.

II. Inquisição e Minorias
Analisar-se-á os problemas sociais que levaram à instauração da chamada Inquisição moderna nos reinos
hispânicos a partir de 1480, com especial ênfase na busca desta instituição pela homogeneização
religiosa e cultural nos territórios da Monarquia.
* Bibliografía:
-KAMEN, Henry. La Inquisición española. Mito e Historia, Barcelona, Crítica, 2013, pp. 57-102 y
234-287.

III. A Monarquia Hispânica e as estruturas religiosas
Apresentar-se-á um panorama das estruturas eclesiásticas na Monarquia Hispânica nos séculos XVI
& XVII, abordando tópicos como a reforma da igreja e o patronato real. Além disso, colocaremos em
relevo algumas discussões referidas ao chamado paradigma de confessionalização no contexto
hispânico.
*Bibliografia:
-FERNÁNDEZ TERRICABRAS, Ignasi. “El Patronato Real en la América Hispana: fundamentos y
prácticas” en Barreto Xavier, A., Palomo, F. y Stumpf, R. (coords.), Monarquías ibéricas em
perspectiva comparada (séculos XVI-XVIII) dinámicas imperiais e circulaçao de modelos político-
administrativos, Lisboa, Universidade de Lisboa, 2018, pp. 97-122.
-PALOMO, Federico. “Confesionalización.”, en J. L. Betrán, B. Hernández y D. Moreno (eds.).
Identidades y fronteras culturales en el mundo ibérico en la Edad Moderna, Barcelona: Universitat
de Barcelona, 2016, pp. 69-89.

IV. Revoltas na Monarquia Hispânica 
As revoltas fizeram parte do cotidiano da Monarquia, expondo desequilíbrio, tensões e disputas.
Analisaremos algumas delas, como as Comunidades de Castela as Germanías em Valência na
década de 1520, bem como, as revoltas das décadas de 1630 e 1640 no contexto das reformas
olivaristas.
*Bibliografía para Comunidades e Germanías:
-Carrasco, Rafael. La empresa imperial de Carlos V y la España de los albores de la Modernidad,
Madrid, Cátedra, 2015, cap. II “Las convulsiones de los primeros años y el restablecimiento del
orden”, pp. 53-110.
*Bibliografia para revoltas das décadas de 1630 e 1640:
- LATORRE, Gregório Nicolás. Felipe IV y Olivares. El fracaso del reformismo (1612-1643) In
FLORISTÁN, Alfredo (Coord.). Historia de España Moderna. Barcelona: Ariel, 2011. (pp.487-512).

V. Nobreza e “limpeza de sangue”
Em uma sociedade estamental, a desigualdade jurídica implicava a existência de um grupo
privilegiado. No contexto posterior aos Reis Católicos, põe-se em relevo a distinção social entre
cristão velhos e cristãos novos: a chamada “limpeza de sangue” passa a ser um importante elemento
no conceito ibérico de fidalguia. Portanto, analisaremos os pontos de contato entre catolicismo,
vínculos de linhagem e posição social.
*Bibliografia:
DOMÍNGUEZ ORTIZ, António. Las clases privilegiadas en el Antiguo Régimen. Madrid: ISTMO,
1985, cap. I.1 EL ESTAMENTO NOBILIARIO: Composición del estado noble, pp.19-49.

Bibliografia geral:

ARCURI, Andrea. Formas de disciplinamiento social en la época de la confesionalización. Costumbres,
sacramentos y ministerios en Granada y Sicilia (1564-1665), Granada, Editorial Universidad de
Granada, 2021.
ARRIETA, Jon. Claroscuros de una realidad debatida: la hidalguía universal de los vascos. En El País
Vasco, tierra de hidalgos y nobles. Momentos singulares de su historia, Madrid: Fundación Banco
Santander, 2016.
AZCONA, Tarsicio de. «Reforma del episcopado y del clero de España en tiempo de los Reyes
Católicos y de Carlos V (1475-1558). En GARCÍA VILLOSLADA, Ricardo (dir.). Historia de la Iglesia
en España- III. La Iglesia en la España de los siglos XV y XVI, Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos,
1980, vol. 1 segunda parte, pp. 113-210.
BARRIO GOZALO, Maximiliano. El clero en la España Moderna, Córdoba: CSIC- Caja Sur Obra
Social y Cultural, 2010.
Barrio Gonzalo, Maximiliano. Los obispos españoles bajo el régimen del Real Patronato. Madrid:
Biblioteca de Autores Cristianos, 2021.
BENNASSAR, Bartolomé. La España de los Austrias (1516-1700). Trad. Bernat Hervàs. Barcelona:
Crítica, 2010.
BOUZA ÁLVAREZ, Fernando. Imagen y propaganda. Capítulos de historia cultural del reinado de
Felipe II. Madrid: Akal, 1998.
BOXER, Charles. A Igreja Militante e a Expansão Ibérica, 1440-1770. São Paulo: Cia. Das Letras,
2007.
CARDIM, Pedro et al. (Ed.). Polycentric Monarchies: How Did Early Modern Spain and Portugal
Achieve and Maintain a Global Hegemony? Eastbourne: Sussex academic press, 2014.
CARDIM, Pedro. Portugal unido y separado. Felipe II, la unión de territorios y la condición política del
reino de Portugal, Valladolid, Universidad de Valladolid / Cátedra «Felipe II», 2014.
CAVALLERO, Constanza. Los enemigos del fin del mundo. Judíos, herejes y demonios en el
Fortalitium fidei de Alonso de Espina (Castilla, siglo XV), Buenos Aires: Miño y Dávila, 2016.
CLAVERO, Bartolomé. “Institución Política y Derecho: Acerca del Concepto Historiográfico de ‘Estado
Moderno’” in Revista de Estudios Políticos (Nueva Era), nº19, Enero-Febrero, 1981.
DEDIEU, Jean-Pierre. “¿Pecado original o pecado social? Reflexiones en torno a la constitución
y a la definición del grupo judeo-converso en Castilla”, Manuscrits, 10, 1992, pp. 61-76.
DOMÍNGUEZ ORTIZ, António. Las clases privilegiadas en el Antiguo Régimen. Madrid: ISTMO,
1985.
ELLIOTT, John. La rebelión de los catalanes: un estudio sobre la decadencia de España (1598-1640).
Madrid: Siglo Veintiuno, 1999.
ELLIOTT, John. Revueltas en la Monarquía Hispánica in Revoluciones y rebeliones de la Europa
Moderna. Madrid: Alianza, 1984.
ELLIOTT, John. Una Europa de Monarquías Compuestas In ELLIOTT, John. España, Europa y El
mundo de ultramar [1500-1800]. Marta Balcells y Juan Carlos Bayo (coord.). Madrid: Taurus, 2010.
FERNÁNDEZ ALBALADEJO, Pablo. Fragmentos de monarquía. Trabajos de historia política.
Madrid: Alianza Editorial, 1992.
FERNÁNDEZ ALBALADEJO, Pablo. Materia de España: cultura política e identidad en la España
moderna. Madrid: Marcial Pons, 2007.
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Cambridge: Harvard University press, 2017.
FLORISTÁN, Alfredo (Coord.). Historia de España Moderna. Barcelona: Ariel, 2011.
GIL PUJOL, Xavier. “Centralismo e Localismo? Sobre as Relações Políticas e Culturais entre Capital e
Territórios nas Monarquias Europeias nos Séculos XVI e XVII”, Penélope revista de história e ciências
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GIL PUJOL, Xavier. Un rey, una fe, muchas naciones In La Monarquía de las Naciones: Patria, nación
y naturaleza en la Monarquía de España. En comemoración del IV Centenario de la muerte de Carlos
de Amberes 1604-2003. ÁLVAREZ-OSORIO, Antonio & GARCÍA, Bernardo (Ed.). Madrid: Fundación
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GIORDANO, María Laura. “La ciudad de nuestra conciencia: los conversos y la construcción de la
identidad judeocristiana (1449-1556)”, Hispania Sacra, 62, 125, 2012, pp. 43-91
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PÉREZ GARCÍA, Pablo. Las Germanías de Valencia, en Miniatura y al Fresco, Valencia:
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