Programa

Aula 1

Tópicos:
● Mudança social e mudança religiosa
● Alguns conceitos da sociologia da religião
● Religião e modernidade
● Mudar para que tudo permaneça como está: Papa Francisco e o romance Gattopardo
Textos sugeridos:
● PIERUCCI, Antônio Flávio; PRANDI, Reginaldo (1996). Assim como não era no princípio: religião e ruptura. In: Idem, A realidade social das religiões no Brasil: religião, sociedade e política. São Paulo: Hucitec, p. 9-20.
● HERVIEU-LÉGER, Danièle (2014). O peregrino e o convertido: a religião em movimento. Petrópolis: Vozes. [Introdução]
● ROSADO-NUNES, Maria José Fontelas. (2013). “As aparências não enganam: Francisco é Bergoglio”. Sexuality PolicyWatch, 18 de julho. Disponível em .
● SANTOS, Renan William dos Santos. Radio USP: Após 5 anos de papa Francisco, não há mudanças concretas. https://jornal.usp.br/atualidades/apos-5-anos-de-papa-francisco-nao-ha-…
● PRANDI, Reginaldo; SANTOS, Renan William dos (2015). Mudança religiosa na sociedade secularizada: o Brasil 50 anos após o Concílio Vaticano II. Contemporânea, 5 (2): 351-379.
 
Aula 2
 
Tópicos:
● O cristianismo como raiz do antropocentrismo antiecológico
● O peso do fator religião em surveys sobre o engajamento ecológico
● Tipificação dos diferentes tipos de ambientalismo
● Os principais aspectos do ambientalismo nas religiões e movimentos cristãos
Textos sugeridos:
● THOMAS, Keith (2010 [1983]). O homem e o mundo natural. São Paulo: Companhia das Letras. [Especialmente a “Introdução”, p. 15-20, e o item 1 “Fundamentos teológicos”, p. 21-32].
● FERRY, Luc (2009). A nova ordem ecológica: a árvore, o animal e o homem. Rio de Janeiro: DIFEL. [Especialmente o item 4 “A ecologia democrática e a questão dos direitos da natureza”, p. 217-44].
● WHITE Jr., Lynn (2007) [1967]. Raíces históricas de nuestra crisis ecológica. Revista Ambiente Y Desarrollo de CIPMA, 23 (1), Santiago de Chile, p. 78-86. Disponível em . [Texto curto. Versão em português no link: http://paulo-loucao.blogspot.com/2013/05/as-raizes-historicas-da-nossa-…].
● MMA – MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (2012). O que o brasileiro pensa do meio ambiente e do consumo sustentável. Rio de Janeiro: Overview. Disponível em: https://www.mma.gov.br/images/noticias_arquivos/pdf/sumario%20executivo…
 
Aula 3
 
Tópicos:
● Os primeiros brotos do ambientalismo católico
● Aversão ao paganismo
● Ecologia moral, humana e integral
● Conservadorismo reciclado
● Estratégias no mundo secularizado
Textos sugeridos:
● FRANCISCO, Papa (2015). Carta encíclica Laudato Si’: sobre o cuidado da casa comum. Disponível em .
● SANTOS, Renan William (2019). Direitos da natureza e deveres religiosos: tensões entre a ecologia católica e movimentos ambientalistas seculares. Religião & Sociedade, 39 (2), p. 78-99. Disponível em .
 
Aula 4
 
Tópicos:
● Pioneiros das Campanhas da Fraternidade
● A trajetória significativa de Leonardo Boff
● O Sínodo da Amazônia
● Conflitos entre ambientalismo católico e governo federal
Textos sugeridos:
● COSTA, Marcelo (2016). Em nome do Pai: o Francisco de Assis de Leonardo Boff. Topoi, Rio de Janeiro, v. 17, n. 33, p. 444-467.
● CNBB/REPAM (2019). Instrumentum laboris. Disponível em: .
● BRAGANÇA, Bertrand de Orleans e (2017). Psicose ambientalista: os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma "religião" ecológica, igualitária e anticristã. São Paulo: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.
 
Leitura complementar:
 
Sobre ambientalismo
ALONSO, Angela; COSTA, Valeriano & MACIEL, Débora (2007). Identidade e estratégia na formação do movimento ambientalista brasileiro. Novos estudos, n. 79, p. 151-67.
CARSON, Rachel (1962). Silent spring. Nova York, Ballantine.
CRESPO, Samyra & LEITÃO, Pedro (1993). O que o brasileiro pensa da ecologia. Rio de Janeiro: MAST, CETEM e ISER.
GIDDENS, Anthony (2010). A política da mudança climática. Rio de Janeiro: Zahar.
LUTZENBERGER, José A. (1980). Fim do futuro? Manifesto ecológico brasileiro. Porto Alegre: Movimento.
SERRES, Michel (1991). O contrato natural. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
ZHOURI, Andréa (2006). O ativismo transnacional pela Amazônia: entre a ecologia política e o ambientalismo de resultados. Horizontes antropológicos, Porto Alegre, n.25, p. 139-69.
 
Sobre religião
BERGER, Peter. O dossel sagrado. São Paulo: Paulus.
BOURDIEU, Pierre. Sociólogos da crença e a crença de sociólogos. In: ______, Coisas ditas. São Paulo: Brasiliense, p. 108-113, 2004.
BOURDIEU, Pierre (2011). Apêndice I: Uma interpretação da teoria da religião de Max Weber. In: Idem, A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, p. 79-98.
BRUCE, Steve (2016). Secularização e a impotência da religião individualizada. Religião & Sociedade, Rio de Janeiro, n. 36, vol. 1, p. 178-90.
FERNANDES, Silvia Alves e VÁSQUEZ, Manuel A. (2013). Is new pope`s take on the poor all that new?. Religion Dispatches. 25 de Julho. Disponível em: http://religiondispatches.org/is-new-popes-take-on-the-poor-all-that-ne….
HERVIEU-LÉGER, Danièle. O peregrino e o convertido: a religião em movimento. Petrópolis: Vozes, 2004.
PIERUCCI, Antônio Flávio. Reencantamento e dessecularização: a propósito do autoengano em sociologia da religião. Novos Estudos CEBRAP. Vol. 49, pp. 99-117, 1997a.
______ . Religião como solvente: uma aula (2006). Novos estudos CEBRAP, n.75, pp. 111-127.
PRANDI, Reginaldo; SANTOS, Renan William (2017). Quem tem medo da bancada evangélica? Tempo Social, 29 (2), p.187-213. Disponível em .
PRANDI, Reginaldo; SANTOS, Renan William dos; BONATO, Massimo. (2019). Igrejas evangélicas como máquinas eleitorais no Brasil [Evangelical churches as electoral machines in Brazil]. Revista USP, v. 01, p. 43-60. Disponível em: .
WEBER, Max. A ética protestante e o “espírito” do capitalismo. São Paulo: Cia das Letras, 2004.
 
Sobre religião e ambientalismo
ELLINGSON, Stephen (2016). To care for creation: the emergence of the religious environmental movement. Chicago: University of Chicago Press.
ESQUIVEL, Juan e MALLIMACI, F. (2016). Religión, medioambiente y desarrollo sustentable: la integralidad en la cosmología católica. Revista de Estudios Sociales, Bogotá, n. 60, p. 72-86.
SANTOS, Renan William (2017). A salvação agora é verde: ambientalismo e sua apropriação religiosa pela Igreja Católica. 2017. 172 f. Dissertação (Sociologia). Universidade de São Paulo, São Paulo.
TAYLOR, Bron (2004). A Green Future for Religion?. Futures, n. 36, p. 991-1008.
______ (2008). Dark Green Religion and the Environmental Future. In: SWEARER, Donald K., Ecology and the Environment. Cambridge: Harvard University Press, p. 89-107.
WILSON, Edward O. (2008). A criação: como salvar a vida na Terra. São Paulo: Companhia das Letras.
WILKINSON, Katharine K. (2012). Between God & Green. New York: Oxford University Press.

Programa

1. Contexto social e filosófico do Xunzi (filósofo Xun);
2. A filosofia de Xun e sua ética relacional das virtudes confucionista;
3. A teoria do conhecimento do Xun: as funções emocional e cognitiva do coração-mente;
4. Lista de virtudes e vícios morais e intelectuais a partir da obra Xunzi;
Encontro II:
5. Epistemologia das virtudes: resumo do estado da arte;
6. Desafios: situacionismo, “falta de caráter” e a dificuldade de seguir altos padrões normativos;
7. Respostas xunzianas: as vantagens de moldar nossa natureza biológica em harmonia com o ideal cultural;
8. Ritualidade como virtude intelectual: uma contribuição xunziana à epistemologia das virtudes.

Referências


CONFÚCIO. Os Analectos. Tradução, comentários e notas de Giorgio Sinedino. São Paulo: Editora UNESP, 2012.
COSTA, Matheus Oliva da; LI, Peter. A Visão Educacional do Filósofo Xun: tradução comentada do primeiro capítulo do Xunzi. Zi Yue, n. 2, 2021 (no prelo)
CHEN, Kuan Hung. Knowledge and conduct: Zhi and the epistemic landscape in the Xunzi. 2016, 230 p. Tese (Doutorado em Filosofia). Honolulu: University of Hawaii at Manoa, 2016.
GETTIER, Edmund. Conhecimento é crença verdadeira justificada?. Revista Perspectiva Filosófica, Recife, v. 39, n.1, 2013, p.124-127. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/perspectivafilosofica/article/view/…. Acessado em 05 mai. 2021.
GRECO, John; TURRI, John. Epistemologia da Virtude. Intuitio, Por Alegre, v. 8, n. 1, 2015, pp. 325-262. Disponível em: https://philarchive.org/archive/SANEDV. Acessado em 05 mai. 2022.
HUTTON, Eric L. (Ed.). Dao Companion to the Philosophy of Xunzi. Ebook: Springer, 2016.
KNOBLOCK, John (ed.). Xunzi: A translation and study of the complete works (3 v.). Stanford: Stanford University Press, 1988.
MI, C. What Is Knowledge? When Confucius Meets Ernest Sosa. Dao: A Journal of Comparative Philosophy, Vol. 14, No. 3, p. 355-367, 2015.
MI, Chienkuo; SLOTE, Michael Slote; SOSA, Ernest. Moral and Intellectual Virtues in Western and Chinese Philosophy: The Turn Toward Virtue. New York: Routledge, 2016.
NUNES. Álvaro. O que é o conhecimento? Crítica na Rede, 27 de Setembro de 2015. Disponível em: https://criticanarede.com/anunesoqueeoconhecimento.html. Acessado em 05 mai. 2021.
SANTOS, Felipe Rocha Lima. Epistemologia e Virtudes Intelectuais: do Conhecimento ao Entendimento. Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2018.
SANTOS, Felipe Rocha L. Vícios intelectuais, virtudes e investigação. Sofia, v. 7, n. 1, p. 147-162, 2018.
SATO, Masayuki. The Confucian quest for order: the original and formation of the politial thought of Xun Zi. Leiden: Brill, 2003.
SILVA FILHO, Waldomiro. Resenha - Pessoas epistemicamente virtuosas: sobre Epistemologia da virtude de E. Sosa. Philósophos-Revista de Filosofia, v. 18, n. 2, p. 293-312, 2013.
SOSA, Ernest. The Raft and the Pyramid: Coherence versus Foundations in the Theory of Knowledge. Midwest Studies In Philosophy, v. 5, n. 1, pp. 3–26, 1980. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1475-4975.1980.tb00394.x. Acesso em 13/07/2021;
SOSA, Ernest. A Virtue Epistemology: Apt Belief and Reflective Knowledge, Volume I. Oxford: Oxford University Press, 2009.
TSAI, Cheng-Hung. Xunzi and Virtue Epistemology (荀子與德性知識論). Universitas (哲學與文化), v. 41, n. 3, 2014. Disponível em: https://philarchive.org/archive/TSAXAV. Acesso em 26/08/2021. (tradução do autor para o inglês: https://www.academia.edu/11819791/Xunzi_and_Virtue_Epistemology).
UM, Sungwoo (2020). What is a relational virtue?. Philosophical Studies, n. 178, p. 95–111, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1007/s11098-020-01422-1. Acesso em 08/05/2022.
VALENZUELA ALONSO, Nuño Alberto. Rectificar los nombres (Xun Zi / Zheng Ming): Un capítulo fundamental en el pensamiento confuciano. Madrid: Miraguano Ediciones, 2019.
XUNZI. Nomeação Correta (Zheng Ming 正名) – Xunzi. Tradução, introdução e notas Matheus Oliva da Costa e Peter Li. Prajna, n. 3, 2022 (no prelo).
XUNZI. Discurso sobre o Céu (Tiān Lùn 天論) - cap. 17 do Xunzi 荀子. Tradução, introdução e notas Matheus Oliva da Costa. Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy, v. 5, p. 211-226, 2021.
XUNZI. Xunzi (2 volumes). Translated into English by John Knoblock, translated into Modern Chinese by Zhang Jue. Changsha/Beijing: Hunan People's Publishing House/Foreign Languages Press, 1999.
XUNZI. Xunzi. In: STURGEON, Donald. Chinese Text Project. 2006. Disponível em https://ctext.org/xunzi. Acesso em: 28/05/2022.
XUNZI. Xunzi: The complete text. Translated and with an introduction by Eric L. Hutton. Princeton: Princeton University Press, 2014.

Programa

Aula 1 – Fundamentos da violência política (Sessão 1: 06/02/2023)
Bibliografia de referência
CHANDRA, Kanchan. What is ethnic identity and does it matter?. Annu. Rev. Polit. Sci., v. 9, p. 397-424, 2006.
HINNEBUSCH, Raymond. The politics of identity in Middle East international relations. International relations of the Middle East, p. 151-171, 2005.
KALYVAS, Stathis N. The ontology of “political violence”: action and identity in civil wars. Perspectives on politics, v. 1, n. 3, p. 475-494, 2003.
PATEL, David S. Identity and Politics. In: ANGRIST, Michele Penner (Org.), Politics and Society in the Contemporary Middle East, Lynne Rienner Publishers, 2010, Cap 7.
PEARLMAN, Wendy. Emotions and the Micro Foundations of the Arab Uprisings, Perspectives on Politics, v. 11, n. 2, 2013.
VARSHNEY, Ashutosh. Ethnicity and Ethnic Conflict. In: BOIX, Carles e Susan C. STOKES (Orgs.) The Oxford Handbook on Comparative Politics. New York: Oxford University Press, 2009, cap. 12 (pp. 274-294).

Aula 2 – Conflitos identitários: etnia, religião e comunalismo (sessão 2: 08/02/2023)
Bibliografia de referência
COLLIER, Paul; HOEFFLER, Anke. Greed and grievance in civil war. Oxford Economic Papers, v. 56, n. 4, p. 563-595, 2004.
CRAWFORD, Beverly; LIPSCHUTZ, Ronnie D. (Ed.). The myth of “ethnic conflict”: politics, economics, and “cultural” violence. Research series n. 98. Berkeley: University of California, 1998
ELBADAWI, Ebrahim; SAMBANIS, Nicholas. Why are there so many civil wars in Africa? Understanding and preventing violent conflict. Journal of African economies, v. 9, n. 3, p. 244-269, 2000.
ESTEBAN, Joan; MAYORAL, Laura; RAY, Debraj. Ethnicity and conflict: an empirical study. American Economic Review, v. 102, n. 4, p. 1310-1342, 2012.
ESTEBAN, Joan; RAY, Debraj. Conflict and distribution. Journal of Economic Theory, v. 87, n. 2, p. 379-415, 1999.
FEARON, James D.; LAITIN, David D. Ethnicity, insurgency, and civil war. American Political Science Review, 97, n. 1, p. 75-90, 2003.
GILLEY, Bruce. Against the concept of ethnic conflict. Third World Quarterly, v. 25, n. 6, p. 1155-1166, 2004.
POSNER, Daniel N. The political salience of cultural difference: Why Chewas and Tumbukas are allies in Zambia and adversaries in Malawi. American Political Science Review, v. 98, n. 4, p. 529-545, 2004.
VALBJØRN, Morten. Still Dripping with Identity Politics? Beyond Classic Identity Politics: Three Ways of Discussing Identity Politics in the Study of International Relations of the New Middle East. Apsa Mena Politics Newsletter, v. 2, n. 1, p. 33-36, 2019.

Aula 3 – Democracias pós-conflito: transição e acomodações políticas (sessão 3: 13/02/2023)
Bibliografia de referência
ANDEWEG, Rudy B. Consociational democracy. Annual Review of Political Science, v. 3, n.1, p. 509-536, 2000.
BRANCATI, Dawn. Peace by design: Managing intrastate conflict through decentralization. Oxford University Press, 2009, Introdução.
CAMMETT, Melani; MALESKY, Edmund. Power sharing in postconflict societies: Implications for peace and governance. Journal of Conflict Resolution, v. 56, n. 6, p. 982-1016, 2012.
EHRLICH, Charles E. Democratic Alternatives to Ethnic Conflict: Consociationalism and Neo-Separatism. Brook. J. Int'l L., v. 26, n.2, p. 447-484, 2000.
HARTZELL, Caroline; HODDIE, Matthew. Institutionalizing peace: power sharing and post‐civil war conflict management. American Journal of Political Science, v. 47, n. 2, p. 318-332, 2003.
______. Power sharing and democracy in post-civil war states: the art of the possible. Cambridge: Cambridge University Press, 2020.
HINNEBUSCH, Raymond. Authoritarian persistence, democratization theory and the Middle East: An overview and critique. Democratization, v. 13, n. 3, p. 373-395, 2006.
HOROWITZ, Donald L. Ethnic power sharing: Three big problems. Journal of democracy, v. 25, n. 2, p. 5-20, 2014.
__________. Making Moderation Pay: The Comparative Politics of Ethnic Conflict Management. In: Conflict and Peacemaking in Multiethnic Societies. J. Montville. Lexington, Massachusetts, Lexington Books, 1990, cap. 25 (pp. 451-475).

Aula 4 – Compartilhamento de poder e sectarismo 15/02/2023
Bibliografia de referência
FARHA, Mark; MOUSA, Salma. Secular autocracy vs. sectarian democracy? Weighing reasons for Christian support for regime transition in Syria and Egypt. Mediterranean Politics, v. 20, n. 2, p. 178-197, 2015.
GADE, Tine. Limiting violent spillover in civil wars: the paradoxes of Lebanese Sunni jihadism, 2011–17. Contemporary Arab Affairs, v. 10, n. 2, p. 187-206, 2017.
HASHEMI, Nader; POSTEL, Danny. Sectarianization: Mapping the new politics of the Middle East. The Review of Faith & International Affairs, v. 15, n. 3, p. 1-13, 2017.
PINTO, Paulo G. The Shattered Nation: the Sectarianization of the Syrian Conflict. In: HASHEMI, Nader e Danny POSTEL (Orgs). Sectarianization: Mapping the New Politics of the Middle East, London: Oxford University Press, 2017. Cap 7 (p. 123-142).
SALLOUKH, Bassel. The sectarianization of geopolitics in the Middle East. In: HASHEMI, Nader; POSTEL, Danny (Orgs.). Sectarianization: mapping the new politics of the Middle East . Nova York: Oxford University Press, 2017. p. 35-52.
WEHREY, Frederic (Ed.) Beyond Sunni and Shia: The Roots of Sectarianism in a Changing Middle East. Oxford: Oxford University Press. First Edition. 2017. Introduction (p. 1-10) e Cap 1 DIXON, Paul “Beyond Sectarianism in the Middle East? Comparative Perspectives on Group Conflict” (p. 11-36).

Programa

Aula 1 – High Tech, Low Life
Objeto: Cyberpunk Edgerunners (2022)
Teoria: MARX, Karl. Fragmento sobre as máquinas. comunism0. Disponível:
https://comunism0.wordpress.com/fragmento-sobre-asmaquinas/ . Acesso: 04 de junho de 2023;
FISHER, Mark. Fear and misery in neoliberal Britain. K-punk. Novembro de 2010. Disponível: https://k-
punk.org/fear-and-misery-in-neoliberal-britain/. Acesso: 04 de junho de 2023.

Aula 2 – O ciberespaço-tempo
Objeto: GIBSON, William. Neuromancer. Tradução de Fábio Fernandes. São Paulo: Aleph, 2016.
Teoria: JAMESON, Frederic. “The End of Temporality.” Critical Inquiry 29, no. 4 (2003): 695–718.
https://doi.org/10.1086/377726;
CRARY, Jonathan. 24/7: Capitalismo tardio e os fins do sono. Tradução de Joaquim Toledo Junior. São Paulo:
Ubu, 2016;
BAUDRILLARD, Jean. Simulacros e simulação. Tradução de Maria João da Costa Pereira. Lisboa: Relógio
D’água, 1991.

Aula 3 – Ciborgues
Objeto: Ghost in the shell (1995)
Teoria: HARAWAY, Donna. Manifesto Ciborgue. Em: TADEU, Tomaz (organização e tradução), KUNZRU, Hari;
HARAWAY, Donna. Antropologia do Ciborgue: as vertigens do pós-humano. Belo Horizonte, Autêntica, 2009;
PRECIADO, Paul B. Pornotopia: Playboy e a invenção da sexualidade multimídia. Tradução de Maria Paula
Gurgel Ribeiro. São Paulo, N -1, 2020.

Aula 4 – Mundos possíveis
Objeto: VÁRIOS AUTORES. Solarpunk: histórias ecológicas e fantásticas em um mundo sustentável. São
Paulo: Draco, 2013
Teoria: BASTANI, Aaron. Comunismo de luxo totalmente automatizado. Tradução de Everton Lourenço,
Melanie Castro Boehmer e Giuliana Almada. São Paulo: Autonomia Literária, 2023.
FISHER, Mark. Acid Communism (Unfinished Introduction). My-blackout. Abril de 2019. Disponível: https://my-
blackout.com/2019/04/25/mark-fisher-acid-communism-unfinished-introduction/ . Acesso: 04 de junho de 2023.

Programa

Aula 1. De ladrão a escritor: o caminho até Nossa Senhora das Flores
Aula 2. O mal: personagens e mitologia criminal
Aula 3. O sexo: homoerotismo e morte
Aula 4. A crítica: Sartre, Derrida e companhia

Referências Bibliográficas:
Derrida, Jacques. Glas. Paris: Galilée, 1974.
Genet, Jean. Romans et Poèmes. Édition établie par Emmanuelle Lambert et Gilles Philippe, avec Albert Dichy. Paris : Gallimard, Bibliothèque de la Pléiade, 2021.    
Genet, Jean. Pompas fúnebres. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
Genet, Jean. Nossa Senhora das Flores. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.
Genet, Jean. O milagre da rosa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
Genet, Jean. Querelle. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
Genet, Jean. Diário de um ladrão. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.
Sartre, Jean-Paul. Saint-Genet, ator e mártir. Petrópolis: Editora Vozes, 2002.

Programa

1ª semana

21/07/20

I. Foucault: Biopolítica/Biopoder
Leituras: FOUCAULT, Michel. Direito de morte e poder sobre a vida. In: História da Sexualidade. A vontade de saber. Rio de Janeiro: Graal, 2009.
FOUCAULT, Michel. Aula de 17 de março de 1976. In: A defesa da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
2ª semana

22/07/20
II. Georges Bataille: Soberania, excesso, vida e morte
Leitura: BATAILLE, Georges. Sovereignity. In: The Accursed Share. Vol 3. New York: Zone Books, 1991
3ª semana

24/07/20

III. Michael Taussig: Cultura do terror, espaço da morte
Leituras: TAUSSIG, Michal. Cultura do terror, espaço da morte. In: Xamanismo, colonialismo e o homem selvagem. São Paulo: Paz & Terra, 1993.
4ª semana

28/07/20

IV. Judith Butler: Vidas precárias
Leituras: BUTLER, Judith. Introdução: vida precária, vida passível de luto. In: Quadros de Guerra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.
5ª semana

29/07/20

V. Veena Das e Deborah Poole: Margens do Estado
Leituras: DAS, Veena e Poole, Deborah. State and its margins. In: Anthropology in the Margins of the State. New Delhi: Oxford University Press, 2004.
6ª semana

31/07/20
VI. Achille Mbembé: Necropolítica
Leituras: MBEMBE, Achille. Necropolítica. São Paulo: n-1 edições, 2018.

Programa

Aula 1​​​​​​​
a)    Direitos Humanos, Pluralismos, Cidadania Global e o novo Direito Internacional
Cançado Trindade, Antônio Augusto. A humanização do direito internacional. 2° edição. Belo Horizonte: Del Rey Editora, 2015.
Gaspardo, Murilo. Globalização e os fundamentos da cidadania. 1. ed. São Paulo: Alameda, 2017. v. 1. 418p.
Lafer, Celso. A internacionalização dos Direitos Humanos: o desafio do direito a ter direitos. In: Filosofia e direitos humanos.  Odílio Alves Aguiar, Celso de Moraes Pinheiro e Karen Franklin (orgs.). Fortaleza: Editora UFC, 2006
Laisner, Regina Claudia. Diálogos teóricos dos modelos de globalização da democracia: intersecções entre Ciência Política e Relações Internacionais. In: Murilo Gaspardo. (Org.). Globalização e os fundamentos da cidadania. 1ed.São Paulo: Alameda, 2017, v. 1, p. 115-142.
Menezes, Wagner. O humanismo como marco paradigmático das relações internacionais contemporâneas e sua repercussão sobre o direito Internacional. In: Sidney Guerra. (Org.). Temas Emergentes de Direitos Humanos. 1ed.Campos dos Goytacazes: faculdade de de Direito de campos, 2006, v. 1, p. 333-351. 

b) As contribuições afro-jurídico-filosóficas de E. Mbaya., S.E.Ngoenha e B. Malomalo.
Cardoso, Maurício; Cerêncio, P. A luta por direitos é aqui e agora. In: CARDOSO, Mauricio.
Malomalo, Bas’llele. Literatura Africana e Direitos Biocósmicos. In Tânia Lima; Izabel Nascimento; Derivaldo dos Santos; Rosilda Bezerra e Amarino Queiroz. (Org.). Griots: literatura e direitos humanos. 1ed.Natal: Caule de Papiro, 2020, v. 1, p. 237-268.
____. A imigração africana contemporânea para o Brasil: entre a violência e o desrespeito aos direitos humanos. Diáspora africana e migração na era da globalização: experiência de refúgio, estudo, trabalho. 1ed.Curitiba: CRV, 2015, v. 1, p. 107-123
Mbaya, Ettienne-Richard. Genèse, évolution et universalité des droits de l'homme face à la diversité des cultures –Versão On-line ISSN 1806-9592, in Estud. av. v.11 n.30 São Paulo maio/ago. 1997 https://doi.org/10.1590/S0103-40141997000200003, Dossiê Direitos Humanos.
Ngoenha, Severino Elias.  Filosofia Africana. Das Independências às liberdades. Moçambique: Paulinas, 2014.

 

Aula 2


a)    Afrocosmopolitismo e Justiça Ubuntu: uma outra possibilidade epistemológica em Direitos Humanos.
Malomalo, Bas’llele. Literatura Africana e Direitos Biocósmicos. In Tânia Lima; Izabel Nascimento; Derivaldo dos Santos; Rosilda Bezerra e Amarino Queiroz. (Org.). Griots: literatura e direitos humanos. 1ed.Natal: Caule de Papiro, 2020, v. 1, p. 237-268.
____. A imigração africana contemporânea para o Brasil: entre a violência e o desrespeito aos direitos humanos. Diáspora africana e migração na era da globalização: experiência de refúgio, estudo, trabalho. 1ed.Curitiba: CRV, 2015, v. 1, p. 107-123
____. Ubuntu como projeto alternativo de sociedade diante da crise social, econômica, política e ambiental do modelo desenvolvimentista ocidental: um olhar a partir da América Latina e da África. In: Márcia Esteves de Calazans; Bas?Ilele Malomalo; Emilia da Silva Piñeiro. (Org.). As desigualdades de gênero e raça na América Latina no século XXI. 1ed.Porto Alegre: Editora Fi, 2019, v. 1, p. 511-532. 
_____. Bioepistemolologia do NTU: meu(s) diálogo(s) com Dagoberto José Fonseca. In: Dagoberto José Fonseca; Bas´Ilele Malomalo; Simone Loiola Ferreira. (Org.). Intelectualidade coletiva negra: memórias, educação e emancipação. 1ed.Porto Alegre: Editora FI, 2018, v. 1, p. 69-120.
  ____. Uma agenda pan-africanista na década internacional de afrodescendentes. In: KOMINEK, Andrea Maila Voss; VANALI, Ana Crhistina. (Org.). Roteiros temáticos da diáspora: caminhos para o enfrentamento ao racismo no Brasil. 1ed.Porto Alegre: Editora Fi, 2018, v. 1, p. 1-531.

Menezes, Wagner O direito internacional contemporâneo e a teoria da transnormatividade. Revista Pensar, Fortaleza, v.12, p.133-144, mar. 2007.

Ngoenha, Severino Elias. Filosofia Africana: das Independências às Liberdades. Maputo, Moçambique: Edições Paulista – África, 1993.

Prudente, Eunice Aparecida de Jesus. Racismo estrutural. Revista do Tribunal Regional do Trabalho- 15 Região, v. 55, p. 23-34, 2019.
¬¬____. Educação em direitos: um caminho para a igualdade racial. Revista Brasileira de Filosofia, v. 1, p. 35-72, 2011.

Santos, Vanilda Honória. (2014). O Homo Sacer e a exclusão do outro: algumas considerações. Profanações, 1(2), 70–81. https://doi.org/10.24302/prof.v1i2.560
____. Apontamentos de antropologia filosófica afrodiaspórica das Congadas no Brasil. Revista  ÍTACA (Rio de Janeiro, online), v. 36, p. 7-42, 2020.

Programa

Aula 1: Leitura crítica e o problema da desordem informacional. Noção de gênero, hipergênero e o papel da
tecnologia no desenvolvimento dos gêneros textuais. Formulação de um plano de aula a ser revisto no final do
curso.

Aula 2: O que é argumentação? Reflexão sobre enquadramentos teóricos e a
argumentação como elemento constitutivo do discurso.

Aula 3: A internet e a cena da enunciação. As fake news e o seu elemento cênico.

Aula 4: A noção de ethos, pathos e logos. O papel da emoção e da razão segundo a análise
do discurso.

Aula 5: O papel da doxa e dos estereótipos para a estabilização da comunicação.

Aula 6: A imagem como recurso persuasivo. Os textos multimodais.

Aula 7: Os esquemas argumentativos (análise de discursos enganosos) e as formas de
sistematização desses achados para uso em sala de aula.

Aula 8: A questão da modalidade veridictória como uma das marcas desses textos. Outras
marcas linguísticas que aparecem recorrentemente nesses textos. Reflexão sobre o conteúdo do curso e os planos
de aula elaborados no início do curso.

Bibliografia

Amossy, Ruth. “Argumentação e Análise Do Discurso: Perspectivas Teóricas E Recortes
Disciplinares”. Revista Eletrônica De Estudos Integrados Em Discurso E Argumentação, Vol. 1,
nº 1, Nov. 2011, p. 129-44, http://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/view/389.
Amossy, Ruth. A argumentação no discurso. São Paulo: Ed. Contexto, 2018. Impresso
Antunes, Irandé. Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola, 2006.
Antunes, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009.
Azevedo, T. de Transposição Didática De Gêneros Discursivos: Algumas Reflexões. Revista
Desenredo, Vol. 6, nº 2, May 2011, http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/1716.
Janeiro, 2021
Bakhtin, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
Bakhtin, Mikhail, and Valentin Nikolaevich Volochinov. Marxismo e filosofia da linguagem.
Vol. 7. São Paulo: Hucitec, 2006.
de Barros, Diana Luz Pessoa. Teoria Semiótica do Texto. São Paulo: Ed. Ática, 2005. Impresso
de Barros, Diana Luz Pessoa. "Algumas reflexões sobre o papel dos estudos linguísticos e
discursivos no ensino-aprendizagem na escola." Estudos Semióticos 15.2 (2019): 1-14.
de Barros, Diana Luz Pessoa. "AS FAKE NEWS E AS “ANOMALIAS”." VERBUM. CADERNOS DE
PÓS-GRADUAÇÃO. ISSN 2316-3267 9.2 (2020)
Brandão, Helena Hathsue Nagamine. “O leitor: co-enunciador do texto”. Polifonia. Cuiabá.
Revista de Letras, n. 1, (1994): 85-90.
Cabral, Ana Lúcia Tinoco. "Leitura de Textos Multimodais: simultaneidade e integração na
construção dos sentidos." Revista Intersecções 6.10 (2013): 89-106.
http://www.portal.anchieta.br/revistas-elivros/interseccoes/pdf/interse…
Charaudeau, Patrick. Discurso das Mídias. Tradução de Ana M. S. Corrêa. São Paulo:

Contexto, 2006.
Charaudeau, Patrick. “A argumentação em uma problemática da influência”. ReVEL, edição
especial vol. 14, n. 12, 2016. Tradução de Maria Aparecida Lino Pauliukonis.
[www.revel.inf.br].
Fiorin, J. L. “O pathos do enunciatário”. ALFA: Revista De Linguística, vol. 48, nº 2, julho de
2004, https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/4297.
Gonçalves-Segundo, P. R. “Fake news, Information Disorder and Moral Panic: Exploring
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doi:10.25189/2675-4916.2020.v1.n4.id261.
Grize, J.-B. O Ponto De Vista Da Lógica Natural. Revista Eletrônica De Estudos Integrados Em
Discurso E Argumentação, Vol. 20, nº 3, Dec. 2020, doi:10.47369/eidea-20-3-3012
Liberali, Fernanda Coelho. "Argumentação em contexto escolar." Campinas:Pontes
Editores (2013).
Maingueneau, Dominique. Analyser les textes de communication. Paris: Nathan, 1998
[Análise de textos de comunicação. Tradução de Cecília P. Souza-e-Silva e Décio
Rocha. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2002].
Marcuschi, Luiz Antonio. Produção Textual, Análise de Gêneros e Compreensão. São Paulo:
Parábola Editorial, 2008. Impresso
Plantin, Christian. As razões das emoções. Trad. Emília Mendes. In: Mendes, E.;
Machado, I. L. (Org.). As emoções no discurso. V. II. Campinas: Mercado de Letras, 2010. p.
57-80. Impresso
Plantin, C. Análise E Crítica Do Discurso Argumentativo. Revista Eletrônica De Estudos
Integrados Em Discurso E Argumentação 1.1 (2011), 17-37,
http://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/view/365.
Rodrigues, Sonia Maria Valente. “A escrita argumentativa na escolaridade obrigatória:
descrição e fundamentação de um percurso didático”, Argumentação e discurso: fronteiras e
desafios, 2020, FLUP, https://hdl.handle.net/10216/128425. 7 de jan. 2021
Sintra, Marta Catarina Dias. (2019). Fake news e a Desinformação: perspetivar
comportamentos e estratégias informacionais. (Dissertação de Mestrado). FCSH -
Universidade Nova de Lisboa, Lisboa. Disponível em: http://hdl.handle.net/10362/79564
Wardle, Claire; Derakhshan, Hossein. Information Disorder: Toward an interdisciplinary
framework for research and policy making. Council of Europe, October, 2017. Disponível em:
https://rm.coe.int/information-disorder-toward-an-interdisciplinary-fra….

Programa

Aula 1 (04.08): Introdução à obra de Joaquim Pedro de Andrade com o estudo de O Mestre de Apipucos; O poeta do Castelo (1959) e Garrincha (1963).

Aula 2 (11.08): Improvisiert und Zielbewusst ou Cinema Novo (1967), Brasília: contradições de uma cidade nova (1967) e a novidade do cinema direto.

Aula 3 (18.08): A Linguagem da Persuasão (1972); O Aleijadinho (1978) e O tempo e a
Glória (1987).

Bibliografia


ANDRADE, Joaquim Pedro de. GALLANO, Ana Maria (org.) Casa-grande, senzala & cia. – Roteiro e Diário. Rio de Janeiro: Ed. Aeroplano, 2001.
ANDRADE, Oswald de. A Utopia Antropofágica. 3. ed. São Paulo: Ed. Globo, 2001.
ANDRADE, Rodrigo M. F. Rodrigo e o SPHAN. Rio de Janeiro: Fund. Nacional Pró- Memória, 1987.
ARAÚJO, Luciana. Joaquim Pedro de Andrade: primeiros tempos. São Paulo:
Alameda, 2013.
BENTES, Ivana. Joaquim Pedro de Andrade: a revolução intimista. Rio de Janeiro:
Relume Dumará, 1996.
BERNARDET, Jean-Claude. Brasil em tempo de cinema: ensaio sobre o cinema brasileiro de 1958 a 1966. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
BUARQUE DE HOLLANDA, Sérgio. Raízes do Brasil. 5. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1969.
CAMPOS, Haroldo de. Metalinguagem & outras metas: ensaios de teoria e crítica
literária. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 1992.
CANDAU, Joël. Memória e identidade. São Paulo: Contexto, 2011.
CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira, vol. 2. Belo Horizonte: Itatiaia, 2000.
DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos. "Notas sobre a Banda". Correio da Manhã, 14.10.66.
ESCOREL, Eduardo. Adivinhadores de Água. São Paulo: Cosac Naify, 2005.
EULÁLIO, Alexandre. O homem do pau-brasil na cidade dele. In: Remate de males nº6, jun 1986, UNICAMP.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 1968.
FREYRE, Gilberto. "Esnobe da riqueza?" Revista O Cruzeiro, ano XXXII, n. 22, 12.03.1960, p.54
GOMES, Paulo Emílio Sales. 2. ed. Cinema: trajetória no subdesenvolvimento. São
Paulo: Paz e Terra, 2001.
JOHNSON, Randal. "Joaquim Pedro de Andrade: The Poet of Satire", in: Cinema Novo x 5 – Masters of Contemporary Brazilian film. Austin: University of Texas, 1984.
MARQUES, Ivan Francisco. “Joaquim Pedro de Andrade e o Modernismo”. Itinerários, Araraquara, n. 49, p. 115-133, jul./dez. 2019.
NAVA, Pedro. Balão Cativo, Rio de Janeiro: José Olympio, 1973.
NEVES, David. Cinema Novo no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1966.
NORA, Pierre. “Entre memória e história: a problemática dos lugares”. In: Projeto
História. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica (PUC), n.10, pp. 07-28, dez/1993.
PASCHOA, Airton. "A estreia de Joaquim Pedro: gigante adormecido e bandeira popular". Revista USP, n. 63, São Paulo: USP, 2004.
PRADO, Paulo. Retrato do Brasil. [digitalização da 1. ed.] São Paulo: Oficinas Gráficas Duprat-Mayença (Reunidas), 2006 [1928]. E-book.
PROUST, Marcel. "Du coté de chez Swan", in: À la récherche du temps perdu. Tome I. Paris: Flammarion, 1987.
RAMOS, Fernão Pessoa. 2. ed. Mas afinal... o que é mesmo documentário? São Paulo: Senac, 2013, pp. 341-379.
RAMOS, Fernão Pessoa. “A ascensão do jovem cinema” In: Nova história do cinema brasileiro. Vol.2, São Paulo: Edições Sesc, 2018.
RAMOS, Guiomar. Um cinema antropofágico? São Paulo: Annablume, 2008.
RICOEUR, Paul. Tempo e narrativa. Campinas: Papirus, 1994.
ROCHA, Glauber. “Uma estética da fome”, in: Revista Civilização Brasileira, n.3, jul 1963.
RODRIGUES, Nelson. A pátria de chuteiras. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013.
SARACENI, Paulo César. Por dentro do Cinema Novo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.
SCHWARZ, Roberto. Cultura e Política 1964-1969. São Paulo: Paz e Terra, 2009.
SILVA, Meire Oliveira. O cinema-poesia de Joaquim Pedro de Andrade: passos da paixão mineira. Curitiba: Appris, 2016.
SILVA, Meire Oliveira. Cinema-tropicalista ou as diversas conjecturas em torno do filme Macunaíma. Itinerários, Revista de Literatura - UNESP, 2016.
SILVA, Meire Oliveira. Liturgia da pedra: negro amor de rendas brancas. São Paulo: Alameda, 2018.
SILVA, Meire Oliveira. Desenvolvimentismo, plano-piloto e segregação: uma análise de Brasília, contradições de uma cidade nova, de Joaquim Pedro de Andrade. RUA
Labeurb – Revista do Laboratório de Estudos Urbanos do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade. UNICAMP. Volume 25, número 1 - e-ISSN 2179- 9911 - Junho/2019.
http://www.labeurb.unicamp.br/rua/ Acesso em: 29 mai. 2025.
SILVA, Meire Oliveira. Reflexões sobre os 50 anos de Os inconfidentes (1972), de Joaquim Pedro de Andrade, no Bicentenário da Independência. Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura, Campinas, SP, v. 30, n. 00, p. e22012, 2022. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/resgate/article/view/86….
Acesso em: 29 mai. 2025.
SOUZA, Gilda de. Exercícios de leitura. São Paulo: Duas Cidades, 1980.
VIANY, Alex. O Processo do Cinema Novo. Rio de Janeiro: Editora Aeroplano, 1999.
XAVIER, Ismail. Alegorias do subdesenvolvimento. São Paulo: Brasiliense, 1993.

Filmografia

O MESTRE de Apipucos. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro: Filmes
do Serro, 1959. Curta-metragem, NTSC, p&b, 9 min.
O POETA do Castelo. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro: Filmes do
Serro, 1959. Curta-metragem, NTSC, p&b, 11 min.
GARRINCHA, alegria do povo. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro:
Filmes do Serro, 1963. Média-metragem, NTSC, p&b, 58 min.
IMPROVISIERT und Zielbewusst ou Cinema Novo. Direção: Joaquim Pedro de
Andrade. Rio de Janeiro: Filmes do Serro, 1967. Curta- metragem, NTSC, p&b, 30
min.

Programa

OBJETIVOS: Desenvolver habilidades comunicativas avançadas (C1) em e sobre a Língua Francesa, que possibilitem a aquisição de estruturas linguísticas, discursivas e do léxico utilizados em situações comunicativas variadas, permitindo a comunicação oral e escrita mais independente. Sensibilizar para os elementos de cultura dos países francófonos.

NÍVEL EXIGIDO: 2º grau completo. N13 do curso Introdução à língua francesa e à cultura francófona ou conhecimentos em francês equivalentes a esse nível (B2). Estudantes da graduação em Francês: comprovar Francês 7. Será realizado teste de nível para alunos que não cumprirem os requisitos acima.

PROGRAMA:
Eixos temáticos:

1) Falar sobre cidades: culturas urbanas, mundo urbano, mobilidade nas cidades, descrever cidades e moradias, transportes urbanos e arquitetura;
2) Falar sobre alimentação: expressar gostos alimentares e emoções, relações entre alimentação e saúde, analisar e comentar fatos da sociedade; dar conselhos sobre compras de alimentos; falar sobre vantagens e desvantagens de aplicativos alimentares.
3) À decidir: escolha temática dos participantes do curso.

Comunicação: fazer um compte rendu oral de documentos sobre cidades; descrever uma cidade sob a forme de um compte rendu; identificar as ideias principais e secundárias de um documento; redigir uma síntese de documentos; fazer recomendações para a melhoria da mobilidade urbana; fazer a descrição de uma cidade; trabalhar a escrita criativa; definir uma noção a partir de uma carta mental; expressar gostos alimentares; falar sobre os pequenos prazeres; experimentar a escrita criativa; compreender a influência da alimentação sobre a saúde; estudar e restituir os dados de uma pesquisa; analisar um relatório sobre um artigo; analisar e comentar um fato social; apresentar um exposé sobre um fato social; dar conselhos sobre alimentação; apresentar as vantagens e desvantagens nutricionais;

Vocabulário: o urbanismo e a habitação;. o transporte urbano; a arquitetura; as emoções e as sensações; a estatística; a agricultura e o comércio; o marketing e a publicidade

Gramática: adjetivos qualificativos para descrever; conectivos argumentativos; tournures impersonnelles e expressões para recomendar e dar conselhos; conectivos sequenciais e expressões para organizar uma exposição oral; expressões de acordo e
desacordo; expressões para indicar nuances

Elementos de fonética: os homônimos; adotar o tom justo.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso, além de um eixo temático a ser escolhido pelos participantes.

BIBLIOGRAFIA GERAL :
ABRY, Dominique ; CHALARON, Marie-Laure. La grammaire des premiers temps B1-B2. Presses Universitaires de Grenoble, 2015.
BRIET, Geneviève ; COLLIGE, Valérie ; RASSART, Emmanuelle. La prononciation en classe. Presses Universitaires de Grenoble, 2014.
CALLET, Stéphanie. Entraînez-vous de A à Z : 200 exercices de grammaire, orthographe, lexique. Presses Universitaires de Grenoble, 2016.
HEU-BOULHAT, Élodie ; MABILAT, Jean-Jacques. Édito Méthode de Français Niveau B2. Didier, 2015.
HIRSCHPRUNG, N. ; TRICOT, T. Cosmopolite 5. Niveau C1. Paris : Hachette, 2019.
PARIZET, Marie-Louise. ABC DELF B2 : 200 exercices. CLE International, 2013.
PETITMENGIN, Violette ; FAFA, Clémence. La grammaire en jeux. Presses Universitaires de Grenoble, 2017.