Programa

Aula 1 (09/02/2026) – Suzy Lee e os livros ilustrados coreanos no exterior (2000-2010)

Aula 2 (10/02/2026) – Experimentando mídias no livro ilustrado na Coreia (2010-2020)

Aula 3 (11/02/2026) – Vacance Project e a remidiação do livro ilustrado coreano (2020-2025)

Referências

BOLTER, Jay David; GRUSIN, Richard. Remediation: Understanding new media. Cambridge: MIT Press, 2000.
BRUHN, Jørgen. Heteromediality. In: ELLESTRÖM, Lars. (Ed.). Media, Modalities, and Modes. London: Palgrave Macmillan, 2010. p. 225-236.
______. The Intermediality of Narrative Literature: Medialities Matter. London: Palgrave Macmillan, 2016.
CHO, Eun-sook. Prospect for the Future of Research on Korean Children’s Literature. Korea Journal, Haogae-ro, v. 59, n. 4, p. 217–227, 2019.
ELLESTRÖM, Lars. Transmedial Narration: Narratives and Stories in Different Media. Cham: Palgrave, 2019.
ERLL, Astrid; RIGNEY, Ann. (Eds.). Mediation, Remediation, and the Dynamics of Cultural Memory. Berlin: Walter de Gruyter, 2009.
GIRÃO, Luis Carlos. O objeto-livro infantil: Perspectivas crítico-estéticas entre literatura e outras mídias. Tese (Doutorado em Literatura e Crítica Literária). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/PUC-SP, São Paulo, 2021.
KIM, Jae-hyun; LEE, Hyun-jean. Picture books as Interactive Art. Journal of Basic Design & Art, Seoul, v. 19, n. 3, p. 69-83, jun. 2016.
KIM, Ji-eun. The Return of Oral Narratives in Picture Books and Children’s Literature of Digital Age. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 25, p. 325-361, 2019.
KONG, Jeong-ja; SHIM, Won-sik. An Analysis of the Development of Picture Book Reviews in Korea. Journal of Korean Library and Information Science Society, Gongju, v. 45, n. 4, p. 165-184, dec. 2012.
KWON, Hyug-jun. The reconsideration about the definition, scope, and the types of fantasy in children's literature. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 16, p. 5-42, may 2009.
KWON, Youngmin; FULTON, Bruce. What Is Korean Literature? Berkeley: Institute of East Asian Studies, 2020.
LEE, Suzy. A trilogia da margem: O livro-imagem segundo Suzy Lee. Trad. Cid Knipel. São Paulo: Cosac Naify, 2012.
LINDEN, Sophie V. D. Para ler o livro ilustrado. Trad. Dorothée de Bruchard. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
NIKOLAJEVA, Maria; SCOTT, Carole. Livro ilustrado: Palavras e imagens. Trad. Cid Knipel. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
PICTUREBOOK MUSEUM. History of picture books in Korea. Picturebook Museum. Seoul, 23 mai. 2016. Disponível em: http://picturebook-museum.com/user/community_01_d.asp?idx=13. Acesso em: 15 fev. 2022.

Programa

1a aula
Indicações principais:
RUBIN, Gayle. Pensando o Sexo. In: Rubin, G. Políticas do Sexo. São Paulo: Ubu Editora, 2017.
 
Indicações secundárias:
CARRARA, Sérgio. "Moralidades, racionalidades e políticas sexuais no Brasil contemporâneo." Mana 21.2 (2015): 323-345.
PELÚCIO, Larissa. Abjeção e desejo: uma etnografia travesti sobre o modelo preventivo de Aids. São
Paulo: Annablume, 2009.
 
2a aula
Indicações principais:
MISKOLCI, Richard. “Pânicos Morais e Controle Social: Reflexões sobre o Casamento Gay”. Cadernos Pagu (UNICAMP), v. 28, p. 101-128, 2007.
MACHADO, Maria das Dores. “Religião, cultura e política”. Religião & Sociedade (Impresso), v. 32, p. 29-56, 2012.
NATIVIDADE, Marcelo. “Religião, homofobias e direitos LGBT”. Latitude, v. 07, p. 31-49, 2013.
 
Indicações secundárias:
ALMEIDA, Miguel Vale de. "Ser mas não ser, eis a questão. O problema persistente do essencialismo estratégico." Working Paper CRIA 1 (2009).
BUTLER, Judith. "O parentesco é sempre tido como heterossexual?." Cadernos pagu 21 (2003): 219-260.
 
3a aula
Indicações principais:
GAMA, Maria Clara. “Capítulo 3: Debates parlamentares sobre o PL 122/06, projeto de lei de criminalização da homofobia”. Criminalização da homofobia e despatologização da homossexualidade no Congresso Nacional, da redemocratização à atualidade. Tese de Doutorado. IESP-UERJ, Rio de Janeiro, 2017.
MOMBAÇA, Jota. “Rumo a uma redistribuição desobediente de gênero e anticolonial da violência”. In: Cadernos do grupo de pesquisa Oficina de Imaginação Política. Publicação comissionada pela 32a Bienal de São Paulo. São Paulo: Incerteza Viva, 2016.
 
4a aula
Indicações principais:
BENTO, Berenice. "Nome social para pessoas trans: cidadania precária e gambiarra legal." Revista Semestral do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar 4.1. 2014.
LIMA, Luiza Ferreira. "Em busca da pessoa transexual “verdadeira”: sobre a produção de dignidade e cidadania diferenciais." Cadernos de Campo (São Paulo, 1991) 25.25 (2016): 267-292.
 
INDICAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
 
BENTO, Berenice. "Nome social para pessoas trans: cidadania precária e gambiarra legal." Revista
Semestral do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar 4.1. 2014.
BUTLER, Judith. "O parentesco é sempre tido como heterossexual?." Cadernos pagu 21 (2003):
219-260.
CARRARA, Sérgio. "Moralidades, racionalidades e políticas sexuais no Brasil contemporâneo."
Mana 21.2 (2015): 323-345.
DE ALMEIDA, Miguel Vale. "Ser mas não ser, eis a questão. O problema persistente do
essencialismo estratégico." Working Paper CRIA 1 (2009).
GAMA, Maria Clara. “Capítulo 3: Debates parlamentares sobre o PL 122/06, projeto de lei de
criminalização da homofobia”. Criminalização da homofobia e despatologização da
homossexualidade no Congresso Nacional, da redemocratização à atualidade. Tese de Doutorado.
IESP-UERJ, Rio de Janeiro, 2017.
LIMA, Luiza Ferreira. "Em busca da pessoa transexual “verdadeira”: sobre a produção de dignidade
e cidadania diferenciais." Cadernos de Campo (São Paulo, 1991) 25.25 (2016): 267-292.
MACHADO, Maria das Dores. DISCURSOS PENTECOSTAIS EM TORNO DO ABORTO E DA
HOMOSSEXUALIDADE NA SOCIEDADE BRASILEIRA. Cultura y Religión (En línea), v. 17, p.
48-68, 2013.
MACHADO, Maria das Dores. Pentecostais, sexualidade e família no Congresso Nacional.
Horizontes Antropológicos (UFRGS. Impresso), v. 47, p. 351-380, 2017.
MACHADO, Maria das Dores. Religião e Política no Brasil Contemporâneo: uma análise dos
pentecostais e carismáticos católicos. Religião & Sociedade, v. 35, p. 45-72, 2015.
MACHADO, Maria das Dores. Religião, cultura e política. Religião & Sociedade (Impresso), v. 32, p.
29-56, 2012.
MISKOLCI, Richard. “Pânicos Morais e Controle Social: Reflexões sobre o Casamento Gay”.
Cadernos Pagu (UNICAMP), v. 28, p. 101-128, 2007.
MISKOLCI, Richard; PEREIRA, Pedro Paulo Gomes. Educação e Saúde em disputa: movimentos
anti-igualitários e políticas públicas. Interface (Botucatu. Online), v. 23, p. e180353-14, 2019.
MOMBAÇA, Jota. “Rumo a uma redistribuição desobediente de gênero e anticolonial da violência”.
In: Cadernos do grupo de pesquisa Oficina de Imaginação Política. Publicação comissionada pela
32a Bienal de São Paulo. São Paulo: Incerteza Viva, 2016.
NATIVIDADE, Marcelo. Religião, homofobias e direitos LGBT. Latitude, v. 07, p. 31-49, 2013.
NATIVIDADE, Marcelo; OLIVEIRA, Leandro. AS NOVAS GUERRAS SEXUAIS: PODER
RELIGIOSO E IDENTIDADES LGBT NO BRASIL. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Garamond, 2013. v.
1. 230p .
 
NATIVIDADE, Marcelo; OLIVEIRA, Leandro. Sexualidades ameaçadoras: religião e homofobias em
discursos evangélicos conservadores. Sexualidad, Salud y Sociedad (Rio de Janeiro), v. 2, p.
121-161, 2009.
NUNES, Lauro Victor. “Seção 3: ‘Uma bolha foi furada no caldo de culturas da política’: investigando
o bloqueio de uma lei antidiscriminatória a LGBTIs”. Narrativas de bloqueio à criminalização da
violência contra LGBTIs no Brasil: estudo de caso sobre uma omissão legislativa. Dissertação de
Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Ciência Política. UFSCAR, São Carlos, 2018.
PELÚCIO, Larissa. Abjeção e desejo: uma etnografia travesti sobre o modelo preventivo de Aids.
São Paulo: Annablume, 2009.

Programa

AULA 1 - A história da música de concerto em São Paulo e no Rio de Janeiro
- Os ciclos de institucionalização: dos “os vôos da galinha” à universidade.
- Compositores: origens sociais e trajetórias.
- Peças e procedimentos: questões de análise musical em Sociologia.
Bibliografia geral
GUÉRIOS, Paulo Renato. Heitor Villa-Lobos: o caminho sinuoso da predestinação. Curitiba: Edição do autor, 2009.
KATER, Carlos. Música Viva e H.-J. Koellreutter. Movimentos em direção à modernidade. São Paulo: Atraves/Musa, 2001.
SILVA, Flávio. Camargo Guarnieri, o tempo e a música. Rio de Janeiro/São Paulo: Funarte/Imprensa Oficial, 2001.
WISNIK, José Miguel. O som e o sentido. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
Bibliografia complementar
AZEVEDO, Luiz Heitor C. de. 150 anos de música no Brasil: 1800-1950. Rio de Janeiro: José Olympio, 1956
NEVES, José Maria. Música contemporânea brasileira. Rio de Janeiro: Contracapa, 2008.

AULA 2 - Travessias: possíveis leituras sociológicas sobre o cancioneiro de Milton Nascimento nas décadas de 1960 e 1970
- A Era dos Festivais, as gravadoras norte-americanas e as possibilidades para propagação mediática
- Milagre dos Peixes – produção musical nos Anos de Chumbo
- Regionalismos na canção: capilaridades da produção miltoniana e negociação com os pares
Bibliografia geral
AMARAL, Chico. 2018. A música de Milton Nascimento. Belo Horizonte: Editora UFMG.
DUARTE, Maria Dolores Pires do Rio. 2009. Travessia – A vida de Milton Nascimento. Rio de Janeiro: Record.
Bibliografia complementar
DIAS, Marcia Tosta. 2008. Os donos da voz – Indústria fonográfica brasileira e mundialização da cultura. São Paulo: Boitempo.
ELIAS, Norbert. 1991. Mozart – Sociologia de um gênio. Rio de Janeiro: Zahar.
ORTIZ, Renato. 1988. A moderna tradição brasileira. São Paulo: Brasiliense.

AULA 3 - Entre a canção e o vão: as transformações na música popular após a “era dos festivais”
- A complexificação da canção popular e o deslocamento da hegemonia da
MPB.
- Agentes musicais e seus contextos: o papel do produtor.
- A música experimental contemporânea e a canção popular.
- Diálogos possíveis entre a música e a arte contemporânea: práticas e conceitos.
Bibliografia geral
MOLINA, Sergio. Música de montagem: A composição de música popular no pós-1967. São Paulo: É Realizações, 2017.
NAPOLITANO, Marcos. História & música – história cultural da música popular. 3ª edição. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
NAVES, Santuza. Canção popular no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
BACAL, T. B. O produtor como autor. O digital como ferramenta, fetiche e estética. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2016.
Bibliografia complementar
ATTALI, J. Bruits. Essai sur l’économie politique de la musique. Paris: Fayard / PUF, 2001.
CACCURI, Vivian. O que faço é música. Rio de Janeiro: 7 letras, 2013.
HEINICH, Nathalie. Práticas da arte contemporânea: uma abordagem pragmática a um novo paradigma artístico. Sociologia e Antropologia. Rio de Janeiro, V.02.02: 373-390, Outubro, 2014.
SIQUEIRA, Maria Fantinado Géo. Que música é essa? Reflexões sobre o trabalho de campo com grupos experimentais. Verso e Reverso, vol. XXVII, n. 66, setembro-dezembro 2013.

AULA 4 - O início do rap em São Paulo e as estruturas da indústria fonográfica nos anos 90
- O que é ser "independente"? Uma visão das gravadoras e selos de rock e de rap
- O "sub-campo" do rap em São Paulo: concursos nos bailes black, shows precários e a preponderância dos Racionais MC's e do Sampa Crew
- O rap dos anos 90 visto pelo jornalismo cultural
Bibliografia geral
APPELROUTH, Scott; KELLY, Crystal - Rap, Race and the (Re)production of boundaries. Sociological Perspectives Vol. 56, No. 3 (Fall 2013), pp. 301-326 (26 pages) https://www.jstor.org/stable/10.1525/sop.2013.56.3.301
HERSCHMANN, Micael. O funk e o hip-hop invadem a cena. 2 ed. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, 2005.
HERTZMAN, Marc A. Making Samba: A New History of Race and Music in Brazil. Duke University Press. 2013
MACEDO, Márcio.Hip-Hop SP: Transformações entre uma cultura de rua, negra e periférica. In: Pluralidade Urbana em São Paulo: vulnerabilidade, marginalidade, ativismos. KOWARICK, L.; FRUGOLI JR, H.. (Orgs.). 1ed. São Paulo, Ed. 34. 2016, v., p. 23-53.
Bibliografia complementar
ALEXANDRE, Ricardo. Cheguei bem a tempo de ver o palco desabar: 50 causos e memórias do rock brasileiro. São Paulo, Arquipélago. 2013
DIAS, Marcia Tosta. Os donos da voz – Indústria fonográfica brasileira e mundialização da cultura. São Paulo: Boitempo. 2008.
FORMAN, Murray; NEAL, Mark Anthony (orgs.). That's the Joint!: The Hip-Hop Studies Reader. Routledge, 2011
MICELI, Sergio. O papel político dos meios de comunicação de massa. In Brasil: o trânsito da memória (orgs. Saúlo Sosnowski e Jorge Schwartz). São Paulo, Edusp, 1994.

AULA 5 - Os caminhos da música caipira na fonografia brasileira
- Música caipira vira música sertaneja nos anos 60
- Agronegócio e migração
- Desprezo e admiração pelo caipira na música brasileira
- Revalorização simbólica da música caipira no final do século
Bibliografia geral
ALONSO, Gustavo. Cowboys do Asfalto: música sertaneja e modernização brasileira. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.
VILELA, Ivan. Cantando a própria história: música caipira e enraizamento. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2013.
SANTOS, Diego Tavares dos. O coração do Brasil: formação social da música caipira e da música sertaneja no seio da modernidade brasileira (1930-1980). São Paulo, 2019. Tese (Doutorado em Sociologia) - Universidade de São Paulo.
SANT’ANNA, Romildo. A moda é viola: ensaio do cantar caipira. 2ª ed. revis. e ampl. São Paulo: Arte & Ciência, 2009.

Bibliografia geral
ALEXANDRE, Ricardo. Cheguei bem a tempo de ver o palco desabar: 50 causos e memórias do rock brasileiro. São Paulo, Arquipélago. 2013
ANDRADE, Elaine Nunes (org.). Rap e educação, rap é educação. São Paulo, Summus, 1999.
DIAS, Marcia Tosta. 2008. Os donos da voz – Indústria fonográfica brasileira e mundialização da cultura. São Paulo: Boitempo.
ELIAS, Norbert. 1991. Mozart – Sociologia de um gênio. Rio de Janeiro: Zahar.
MICELI, Sergio. O papel político dos meios de comunicação de massa. In Brasil: o trânsito da memória (orgs. Saúlo Sosnowski e Jorge Schwartz). São Paulo, Edusp, 1994.
MICELI, Sergio. A Noite da Madrinha. São Paulo: Companhia das Letras, 2005a.
MICELI, Sergio - No ar em Belíndia – A indústria cultural hoje. In: A Noite da Madrinha. São Paulo: Companhia das Letras, 2005b.
MIDANI, André. Do Vinil ao Download. São Paulo: Casa dos Livros, 2015.
ORTIZ, Renato. 1988. A moderna tradição brasileira. São Paulo: Brasiliense

Programa

PROGRAMA DO CURSO

A reflexão e as discussões propostas no curso serão guiadas pelas cinco perguntas a seguir, que tratam dos objetivos e dos autores da Divulgação Científica, bem como de seu público-alvo, dos meios de publicização das informações e dos modos de adaptação do discurso científico.

Por que fazer Divulgação Científica?
O curso proposto visa discutir as necessidades de se fazer um trabalho eficaz de Divulgação Científica, tendo em vista que é por meio dela que os resultados encontrados e alcançados na academia são compartilhados com um público não-especializado.

Quem faz Divulgação Científica?
Pesquisadoras/es em qualquer nível de formação (estudantes de graduação, pós-graduação ou professoras/es) podem fazer com que sua pesquisa se torne popular, de modo a contribuir e facilitar o dia a dia da população em geral. Pensando nisso, o curso elencará as características e as motivações necessárias para o/a divulgador/a científico/a desenvolver esse trabalho.

Para quem fazer Divulgação Científica?
O curso abordará estratégias focadas na adequação da linguagem especializada para uma mais acessível, com o objetivo de tornar os resultados obtidos na universidade mais inteligíveis para um público mais amplo e que se interessa pelo assunto divulgado.

Como fazer Divulgação Científica?
Ao conhecer as melhores redes sociais e dominar a linguagem de cada uma, a/o interessada/o no curso será capaz de elaborar seus próprios meios para fazer a Divulgação Científica de sua pesquisa de forma efetiva e compreensível.

Onde fazer Divulgação Científica?
Na era da internet, as redes sociais são as ferramentas mais utilizadas e abrangentes no que diz respeito à Divulgação Científica. Assim, o curso discutirá e trará exemplos de canais de comunicação que fazem um bom trabalho, usando meios como Instagram, Facebook, Twitter, YouTube, Blogs e Podcasts.

BIBLIOGRAFIA

ARNT, Ana de Medeiros. Ser professor, leitor e escritor: possibilitar outros modos de pensar e agir na sociedade. In: BESSA, Eduardo; FRANÇA Cecília; ARNT Ana de Medeiros (Orgs). Divulgação Científica para professores. Tangara da Serra: Ideias. 2015.
BAGNO, Marcos. Pesquisar, ensinar, mas também divulgar. LaborHistórico, vol. 5, n.1, 2020, p. 348-352.
BESSA, Eduardo. Dicas de escrita para divulgadores. In: BESSA, Eduardo; FRANÇA Cecília; ARNT Ana de Medeiros (Orgs). Divulgação Científica para professores. Tangara da Serra: Ideias. 2015.
BESSA, Eduardo. O que é divulgação científica? In: BESSA, Eduardo; FRANÇA Cecília; ARNT Ana de Medeiros (Orgs). Divulgação Científica para professores. Tangara da Serra: Ideias. 2015.
FONSECA, A. A. da; MENDES BUENO, L. Breve panorama da divulgação científica brasileira no YouTube e nos podcasts. Cadernos de Comunicação, [S. l.], v. 25, n. 2, 2021. DOI: 10.5902/2316882X63121. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/ccomunicacao/article/view/63121. Acesso em: 9 fev. 2022.
IAMARINO, Atila. Como, por que e onde criar um blog? In: BESSA, Eduardo; FRANÇA Cecília; ARNT Ana de Medeiros (Orgs). Divulgação Científica para professores. Tangara da Serra: Ideias. 2015.
LIMA, Guilherme da Silva; GIORDAN, Marcelo. Da reformulação discursiva a uma práxis da cultura científica: reflexões sobre a divulgação científica. História, Ciências, Saúde - Manguinhos [online]. 2021, v. 28, n. 2 [Acessado 9 Fevereiro 2022] , pp. 375-392. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-59702021000200003.
MANSUR, Vinicius et al. Da publicação acadêmica à divulgação científica. Cadernos de Saúde Pública [online]. 2021, v. 37, n. 7 [Acessado 9 Fevereiro 2022] , e00140821. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0102-311X00140821.
NATAL, Camila Binhardi; ALVIM, Marcia Helena. Divulgação Científica e a Inclusão Social. In: 5° Encontro de Divulgação de Ciência e Cultura (EDICC), 2018, Campinas. Anais eletrônicos... Campinas, Galoá, 2018. Disponível em: https://proceedings.science/edicc-2018/papers/a-divulgacao-cientifica-e…. Acesso em: 09 fev. 2022.
SOARES, Rafael Bento da Silva. A importância da divulgação científica. In: BESSA, Eduardo; FRANÇA Cecília; ARNT Ana de Medeiros (Orgs). Divulgação Científica para professores. Tangará da Serra: Ideias. 2015.

Programa

I. Administração e territórios
Analisaremos a dinâmica da administração monárquica em um conjunto político dotado de diferentes
territórios com estatutos jurídicos singulares (como o principado da Catalunha; os territórios bascos e
o reino português durante a União Ibérica).
*Bibliografia:
- VICENS VIVES, Jaume. A estrutura administrativa e estadual nos séculos XVI e XVII (Extraído
de XIe Congrès des Sciences Historiques, 1960. Rapports IV: Histoire Moderne, Stockhom, Almqvisq &
Wiskell, 1960, pp.1-24) in HESPANHA, Antonio Manuel (org.). Poder e instituições na Europa do
antigo regime: coletânea de textos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984. (pp.203-230)
- ELLIOTT, John. Una Europa de Monarquías Compuestas (Cap.I) In ELLIOTT, John. España, Europa
y El mundo de ultramar [1500-1800]. Marta Balcells y Juan Carlos Bayo (coord.). Madrid: Taurus,
2010. pp.29-54.

II. Inquisição e Minorias
Analisar-se-á os problemas sociais que levaram à instauração da chamada Inquisição moderna nos reinos
hispânicos a partir de 1480, com especial ênfase na busca desta instituição pela homogeneização
religiosa e cultural nos territórios da Monarquia.
* Bibliografía:
-KAMEN, Henry. La Inquisición española. Mito e Historia, Barcelona, Crítica, 2013, pp. 57-102 y
234-287.

III. A Monarquia Hispânica e as estruturas religiosas
Apresentar-se-á um panorama das estruturas eclesiásticas na Monarquia Hispânica nos séculos XVI
& XVII, abordando tópicos como a reforma da igreja e o patronato real. Além disso, colocaremos em
relevo algumas discussões referidas ao chamado paradigma de confessionalização no contexto
hispânico.
*Bibliografia:
-FERNÁNDEZ TERRICABRAS, Ignasi. “El Patronato Real en la América Hispana: fundamentos y
prácticas” en Barreto Xavier, A., Palomo, F. y Stumpf, R. (coords.), Monarquías ibéricas em
perspectiva comparada (séculos XVI-XVIII) dinámicas imperiais e circulaçao de modelos político-
administrativos, Lisboa, Universidade de Lisboa, 2018, pp. 97-122.
-PALOMO, Federico. “Confesionalización.”, en J. L. Betrán, B. Hernández y D. Moreno (eds.).
Identidades y fronteras culturales en el mundo ibérico en la Edad Moderna, Barcelona: Universitat
de Barcelona, 2016, pp. 69-89.

IV. Revoltas na Monarquia Hispânica 
As revoltas fizeram parte do cotidiano da Monarquia, expondo desequilíbrio, tensões e disputas.
Analisaremos algumas delas, como as Comunidades de Castela as Germanías em Valência na
década de 1520, bem como, as revoltas das décadas de 1630 e 1640 no contexto das reformas
olivaristas.
*Bibliografía para Comunidades e Germanías:
-Carrasco, Rafael. La empresa imperial de Carlos V y la España de los albores de la Modernidad,
Madrid, Cátedra, 2015, cap. II “Las convulsiones de los primeros años y el restablecimiento del
orden”, pp. 53-110.
*Bibliografia para revoltas das décadas de 1630 e 1640:
- LATORRE, Gregório Nicolás. Felipe IV y Olivares. El fracaso del reformismo (1612-1643) In
FLORISTÁN, Alfredo (Coord.). Historia de España Moderna. Barcelona: Ariel, 2011. (pp.487-512).

V. Nobreza e “limpeza de sangue”
Em uma sociedade estamental, a desigualdade jurídica implicava a existência de um grupo
privilegiado. No contexto posterior aos Reis Católicos, põe-se em relevo a distinção social entre
cristão velhos e cristãos novos: a chamada “limpeza de sangue” passa a ser um importante elemento
no conceito ibérico de fidalguia. Portanto, analisaremos os pontos de contato entre catolicismo,
vínculos de linhagem e posição social.
*Bibliografia:
DOMÍNGUEZ ORTIZ, António. Las clases privilegiadas en el Antiguo Régimen. Madrid: ISTMO,
1985, cap. I.1 EL ESTAMENTO NOBILIARIO: Composición del estado noble, pp.19-49.

Bibliografia geral:

ARCURI, Andrea. Formas de disciplinamiento social en la época de la confesionalización. Costumbres,
sacramentos y ministerios en Granada y Sicilia (1564-1665), Granada, Editorial Universidad de
Granada, 2021.
ARRIETA, Jon. Claroscuros de una realidad debatida: la hidalguía universal de los vascos. En El País
Vasco, tierra de hidalgos y nobles. Momentos singulares de su historia, Madrid: Fundación Banco
Santander, 2016.
AZCONA, Tarsicio de. «Reforma del episcopado y del clero de España en tiempo de los Reyes
Católicos y de Carlos V (1475-1558). En GARCÍA VILLOSLADA, Ricardo (dir.). Historia de la Iglesia
en España- III. La Iglesia en la España de los siglos XV y XVI, Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos,
1980, vol. 1 segunda parte, pp. 113-210.
BARRIO GOZALO, Maximiliano. El clero en la España Moderna, Córdoba: CSIC- Caja Sur Obra
Social y Cultural, 2010.
Barrio Gonzalo, Maximiliano. Los obispos españoles bajo el régimen del Real Patronato. Madrid:
Biblioteca de Autores Cristianos, 2021.
BENNASSAR, Bartolomé. La España de los Austrias (1516-1700). Trad. Bernat Hervàs. Barcelona:
Crítica, 2010.
BOUZA ÁLVAREZ, Fernando. Imagen y propaganda. Capítulos de historia cultural del reinado de
Felipe II. Madrid: Akal, 1998.
BOXER, Charles. A Igreja Militante e a Expansão Ibérica, 1440-1770. São Paulo: Cia. Das Letras,
2007.
CARDIM, Pedro et al. (Ed.). Polycentric Monarchies: How Did Early Modern Spain and Portugal
Achieve and Maintain a Global Hegemony? Eastbourne: Sussex academic press, 2014.
CARDIM, Pedro. Portugal unido y separado. Felipe II, la unión de territorios y la condición política del
reino de Portugal, Valladolid, Universidad de Valladolid / Cátedra «Felipe II», 2014.
CAVALLERO, Constanza. Los enemigos del fin del mundo. Judíos, herejes y demonios en el
Fortalitium fidei de Alonso de Espina (Castilla, siglo XV), Buenos Aires: Miño y Dávila, 2016.
CLAVERO, Bartolomé. “Institución Política y Derecho: Acerca del Concepto Historiográfico de ‘Estado
Moderno’” in Revista de Estudios Políticos (Nueva Era), nº19, Enero-Febrero, 1981.
DEDIEU, Jean-Pierre. “¿Pecado original o pecado social? Reflexiones en torno a la constitución
y a la definición del grupo judeo-converso en Castilla”, Manuscrits, 10, 1992, pp. 61-76.
DOMÍNGUEZ ORTIZ, António. Las clases privilegiadas en el Antiguo Régimen. Madrid: ISTMO,
1985.
ELLIOTT, John. La rebelión de los catalanes: un estudio sobre la decadencia de España (1598-1640).
Madrid: Siglo Veintiuno, 1999.
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WULFF, Fernando. Las esencias patrias: historiografía e historia antigua en la construcción de la
identidad española (siglos XVI-XX). Barcelona: Critica, 2003

Programa

Aula 1 – Primórdios da Ficção Científica e suas transformações até a era Imperialista
Na primeira aula, à guisa de introdução ao tema, apresentaremos o conceito de ficção científica e a ascensão do gênero no contexto do contato dos europeus com outros povos, particularmente a partir do século XVI, bem como os clássicos do gênero, na Europa, que têm a colonização como pano de fundo fundamental.

Aula 2 – O imperialismo e a consolidação da ficção científica
Essa aula se centrará na Ficção Científica produzida no período de disputa entre os grandes impérios coloniais, na Europa, e de ascensão do imperialismo estadunidense, compreendendo o século XX até a Segunda Guerra Mundial.

Aula 3 – Descolonização e a nova onda da Ficção Científica
Nessa aula, será discutido o impacto dos processos de descolonização de África e Ásia sobre obras de Ficção Científica, particularmente da chamada Nova Onda, no pós-guerra.

Aula 4 – Neocolonialismo e a Ficção Científica
Essa aula se centrará no período de fins do século XX até a contemporaneidade, levando em consideração tanto os movimentos decoloniais quanto as novas formas de colonização a partir da globalização, como o colonialismo econômico e o digital.

BIBLIOGRAFIA TEÓRICA
COULDRY, Nick; MEJIAS, Ulises A. "The Costs of Connection: How Data Is Colonizing Human Life and Appropriating It for Capitalism" Redwood City: Stanford University Press, 2019.
GREWELL, Greg. "Colonizing the universe: Science Fictions then, now and in the (imagined) future". Rocky Mountain Review of Language and Literature, Vol.55, No. 2 (2001). Rocky Mountain Modern Language Association.
KERSLAKE, Patricia. "Science Fiction and Empire". Liverpool: Liverpool university Press, 2007.
LENIN, Vladimir I. "O Imperialismo, Etapa Superior do Capitalismo". Campinas: Unicamp, 2011.
RIEDER, John. "Colonialism and the Emergency of Science Fiction". Middleton: Wesleyan University Press, 2008
ROBERTS, Adam. "A verdadeira História da Ficção Científica: do preconceito à conquista das massas". São Paulo: Seoman, 2018.
SEED, David. "A Companion to Science Fiction". New Jersey: Wiley-Blackwell, 2018.


BIBLIOGRAFIA LITERÁRIA - Alguns exemplos de textos literários que serão abordados (não são obrigatórios, nem serão comentados só esses):

Aula 1
GILMAN, Charlotte P. "A Terra das Mulheres".São Paulo: Rosa dos Tempos, 2023.
WELLS, H. G. "A Guerra dos Mundos". Rio de Janeiro: Suma, 2016.
VERNE, Julio. "A Volta ao Mundo em 80 Dias". Rio de Janeiro: Zahar, 2017.

Aula 2
HEINLEIN, Robert A. "Tropas estelares". São Paulo: Aleph, 2015.
WYNDHAM, John. "O Dia das Trífides". Lisboa: Livros do Brasil, 1962.
DICK, Philip K. "Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?" São Paulo: Aleph, 2015.

Aula 3
LE GUIN, Ursula K. "Floresta é o Nome do Mundo". São Paulo: Morro Branco, 2020.
DELANY, Samuel. "Babel-17". London: Orion, 2010.
HERBERT, Frank. "Duna". São Paulo, Aleph, 2015.

Aula 4
BUTLER, Octavia. "A parábola do Semeador". São Paulo: Morro Branco, 2018.
GIBSON, William. "Neuromancer". São Paulo: Aleph, 2001.
TCHAIKOVSKY, Adrian. "Herdeiros do Tempo". São Paulo: Morro Branco, 2022.

Programa

Aula 1: A era de ouro: a formação da literatura russa
- O estabelecimento de uma língua literária
- A. S. Púchkin

Aula 2: A era de ouro: da poesia à prosa
- M. Lérmontov e Tiúttchev
- Novos papéis da literatura

Aula 3: A era de prata: o Simbolismo e o Acmeísmo
- O Simbolismo e a renovação da poesia (A. Blok e A. Biéli)
- O Acmeísmo (N. Gumiliov, A. Akhmátova e O. Mandelstam)

Aula 4: A era de prata: as vanguardas
- O Futurismo: egofuturismo e imagismo (I. Severiánin e I. Essénin)
- Cubo-futurismo e construtivismo (V. Maiakóvski, V. Khlébnikov, A. Krutchônikh, B. Pasternak)

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
BERNARDINI, A. Púchkin e o Começo da Literatura Russa. Caderno de Literatura e Cultura Russa, n. 1, p. 31–40, mar. 2024. (Aula 1)
JAKOBSON, R. A geração que esbanjou seus poetas. São Paulo: Cosac Naify, 2006. (Aula 4)
LO GATTO, E. Tiutchev. In: ___. Historia de la literatura rusa. Barcelona: Luis de Caralt, 1952. (Aula 2)
POMORSKA, K. Os predecessores do futurismo. In: ___. Formalismo e futurismo. São Paulo: Perspectiva, 1972. (Aulas 3 e 4)
RAYFIELD, D. The golden age of Russian poetry. In: CORNWELL, N. The Routledge companion to Russian literature. London; New York: Routledge, 2001. (Aulas 1 e 2)

Programa

Aula 1

Introdução ao curso, com apresentação dos principais aspectos a serem abordados, da metodologia e do formato das aulas. Nesta primeira aula, o foco se dará na exposição das características mais relevantes da obra de Roberto Bolaño (aspectos biográficos, sua relação com o infrarrealismo, as perspectivas conflitantes em relação ao Chile, a recorrência das vivências no México em suas narrativas, a relação com a doença e a iminência da morte, além dos reflexos disso em sua produção artística, especialmente em seus contos e em suas obras maximalistas).

Aula 2

Apresentação dos principais aspectos da obra de Diamela Eltit: a relação com movimentos artísticos e performáticos no Chile e os reflexos disso em suas narrativas, a perspectiva de resistência e militância política durante a ditadura chilena, a trajetória intelectual e acadêmica da autora e sua marginalização diante de parte da crítica literária, os problemas de gênero (sexual e literário) em suas obras, bem como sua relação biográfica e literária com a maternidade.

Aula 3

Nesta aula, o propósito é fazer um cruzamento entre as trajetórias e obras dos autores, a partir de escritos ensaísticos de ambos e de algumas de suas obras (especialmente Amuleto, de Bolaño, e Jamais o fogo nunca, de Eltit). Como motivo principal do encontro está a análise da noção de limite em suas obras, colocando em perspectiva de que maneira essa ideia dialoga com experiências históricas latino-americanas (ditaduras, violência, ascensão do neoliberalismo) e com uma espécie de desencantamento histórico.

Aula 4

A aula final terá como esboço inferências analíticas que buscam interpretar o campo do limite em suas obras como um eco simbólico do tensionamento de fronteiras entre o sagrado e o profano, o passado e a profecia, o humano e o animal, o conhecimento acadêmico e o conhecimento popular/marginal, a poesia e a antipoesia, o romance e o antirromance, etc..

Referências bibliográficas

Diamela Eltit em português
ELTIT, Diamela. A máquina Pinochet e outros ensaios. São Paulo: e-galáxia, 2017.
______. Jamais o fogo nunca. Belo Horizonte: Relicário Edições, 2017.

Diamela Eltit em espanhol
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____________. Mano de obra: tres novelas. México: FCE, 2004.
____________. Jamás el fuego nunca. Cáceres, Espanha: Editorial Periférica, 2012.
______________. Tres novelas. México: FCE, 2004.

Roberto Bolaño em português

BOLAÑO, Roberto. 2666. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
_______. A literatura nazista na América. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
_______. Amuleto. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
_______. Detetives selvagens. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
_______. Estrela distante. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
_______. Noturno do Chile. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
_______. O espírito da ficção científica. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
_______. O Terceiro Reich. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
_______. Putas assassinas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
_______. Pista de gelo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.


Roberto Bolaño em espanhol

BOLAÑO, Roberto. La Universidad Desconocida. Barcelona: Anagrama, 2007.
________. El gaucho insufrible. Barcelona: Anagrama, 2003.
_______. Entre paréntesis. Barcelona: Anagrama, 2004.
_______. Sepulcros de Vaqueros. Buenos Aires: Alfaguara, 2018.


Sobre Bolaño:

BRAITHWAITE, Andrés. Bolaño por sí mismo: entrevistas escogidas. Santiago: Ediciones Universidad Diego Portales, 2006.
CONCHA, Jaime. Leer a contraluz. Estudios de la narrativa chilena. De Blest Gana a Varas y Bolaño. Santiago de Chile: Ediciones Universidad Alberto Hurtado, 2012.

ESPINOSA, Patricia. Territorios en fuga: estudios críticos sobre la obra de Roberto Bolaño. Santiago: Ed. Frasis, 2003.
GUTIÉRREZ, Rafael. “Las intervenciones críticas de Roberto Bolaño: el escritor como estratega en el combate literario”. In: Cuadernos de Literatura, vol. XVIII, nº36, JULIO-DICIEMBRE 2014, p. 310-331. Disponível em: http://dx.doi.org/10.11144/Javeriana.CL18-36.icrb Acesso em 18/05/2021
HOSIASSON, Laura. “La voz del otro em Bolaño”. In: DHONDT, Reindert; VANDEBOSCH, Dagmar (orgs.). Transnacionalidad e hibridez en el ensayo hispánico. Leida, Países Baixos: Editora Brill, 2017, p. 124-135.
JENNERJAHN. Ina. “Escritos en los cielos y fotografías del infierno. Las 'Acciones de arte' de Carlos Ramírez Hoffman, según Roberto Bolaño”. In: Revista de Crítica Literaria Latinoamericana. Año 28, No. 56 (2002), pp. 69-86.
LÓPEZ BADANO, Cecilia. “Construcciones estéticas intertextuales: ecos postmodernos de Cortázar en tres "generaciones" literarias latinoamericanas (Bolaño, Bellatín, Busqued)”. In Revista Chasqui, Querétaro, novembro de 2014.
MANZONI, Cecilia. La escritura como tauromaquia. Buenos Aires: Corregidor, 2002.
ROBERTO Bolaño frente ao canon literario. In: Romanische Studien1, 2015. Disponível em https://www.romanischestudien.de/index.php/rst/article/view/10/64 Acesso em 18/05/2021

PAZ, Edmundo; FAVERÓN, Gustavo (org.). Bolaño Salvaje. Barcelona: Ed. Candaya, 2008.
PEREIRA, Antonio Marcos; RIBEIRO, Gustavo Silveira (orgs). Toda a orfandade do mundo: escritos sobre Roberto Bolaño. Belo Horizonte: Relicário Edições, 2016.
Sobre Eltit:
CARREÑO, Rubí (org.). Diamela Eltit: redes locales, redes globales. Santiago de Chile: Nuevo Hispanismos, Pontificia Universidad Católica, 2009.
ESPINOSA, Patricia (org). Diamela Eltit: políticas de su narrativa ficcional: estudios desde Chile. Santiago, Chile: Garceta Ediciones, 2018.
FRANCO, Jean. “Apuntes sobre la crítica feminista y la literatura hispanoamericana”. In: Hispamérica. Año 15, nº. 45 (Dec., 1986), p. 31-43.
KLINGER, Diana. “A resistência: uma vida”. In: ALEA. Rio de Janeiro, vol. 20/2, p. 184-195, mai-ago. 2018. Disponível em: https://dx.doi.org/10.1590/1517-106X/2018202184195 Acesso em 08/06/2021
OLEA, Raquel. Lengua vibora. Producciones de lo femenino en la escritura de mujeres chilenas. Michigan: Ed. Cuarto Propio, 1998.
ORTEGA, Julio. “Diamela Eltit y el imaginario de la virtualidad”. In: LÉRTORA, Juan Carlos. Una poética de literatura menor: la narrativa de Diamela Eltit. Santiago: Editorial Cuarto Propio, 1993, p. 53-81.
PASTEN, Agustín. “Radiografía de un pueblo enfermo: la narrativa de Diamela Eltit”. In: A Contracorriente, vol. 10, nº 1, Primavera 2012, p. 88-123. Disponível em: https://acontracorriente.chass.ncsu.edu/index.php/acontracorriente/arti… Acesso em: 16/05/2021


Outros:


GIORDANO, Alberto. “Los límites de la literatura”. In: Cuadernos del Seminario. Rosario: Centro de Estudios de Literatura Argentina, 2010.
GUTIÉRREZ, Rafael. “Formas híbridas na literatura latino-americana contemporânea”. In: Revista Landa. Vol 3, nº 2, 2015, p. 94-115. Disponível em: http://www.revistalanda.ufsc.br/PDFs/vol3n2/6.%20CHAMADA%20-%20Rafael%2… Acesso em 08/06/2021
HARAWAY, Donna. When species meet. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2008.
OLMOS, Ana Cecilia. “Transgredir o gênero: políticas da escritura na literatura hispano-americana atual”. In: Revista Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, n. 38, Brasília, julho/dezembro, 2011.
PELBART, Peter Pál. Da clausura do fora ao fora da clausura: loucura e desrazão. São Paulo: Brasiliense. 1989.
__________________. A nau do tempo rei: 7 ensaios sobre o Tempo da Loucura. Rio de Janeiro: Imago. 1993.

PONIATOWSKA, Elena. La noche de Tlatelolco. México: Editorial Era, 2010.
RANCIÈRE, Jaques. A partilha do sensível. Trad. Mônica Costa Netto. São Paulo: EXO experimental org.; Ed. 34, 2005.
_______________. O inconsciente estético. São Paulo: Editora 34, 2009.
RICHARD, Nelly. Márgenes e instituciones. Arte en Chile desde 1973. Santiago: Ediciones Metales Pesados, 2007.
SELIGMANN-SILVA, Márcio. “Testemunho e a política da memória: o tempo depois das catástrofes”. In: Projeto História, nº 30, 2005, 31-78.
VECCHI, Roberto. “Alegorias claustrosóficas: o pensamento confinado, a exceção e a história literária.” In: Rassegna iberistica 91, 2010, p. 43-52.

Programa

Conteúdo programático.
- Relações entre fascismo e cultura;
- Bolsonarismo e fascismo;
- Definição de Guerra Cultural e suas conexões com o fascismo;
- Guerra Cultural Bolsonarista;

Programa.
Aula 1. Abordagem da relação entre fascismo e cultura, apresentando as categorias de análise “forma-fascismo”, “situação fascismo” e “emergência fascismo”. Apresentação de textos clássicos que empreenderam esforços no sentido de compreender e definir o fascismo enquanto categoria de análise dos fenômenos autoritários no século XX e agora no início do século XXI;

Aula 2. Emergência do bolsonarismo como expressão da forma-fascismo: debate a partir da experiência recente da política brasileira, destacando-se a ascensão do governo Bolsonaro, desde quando despontou nas pesquisas de intenção de voto, sua eleição, em 2018, sua derrota eleitoral e perspectivas para o futuro próximo;

Aula 3. Abordagem histórico e conceitual das Guerras Culturais;

Aula 4. As expressões de Guerra Cultural no Bolsonarismo, suas principais referências, práticas e veículos.

BIBLIOGRAFIA

BARBOSA, Jefferson Rodrigues. Chauvinismo e extrema direita. Crítica aos herdeiros do sigma. São Paulo, Editora UNESP, 2015.
BERTONHA, João Fábio. Sobre a direita, estudos sobre o fascismo, o nazismo e o integralismo. Maringá, Editora da Universidade Estadual de Maringá, 2008.
BRAY, Mark. O manual antifascista. São Paulo, Autonomia Literária, 2019.
CARR, E. H. Vinte anos de crise 1919-1939. Brasília, Editora Universidade de Brasília, 1981.
CHAUI, Marilena. Manifestações ideológicas do autoritarismo brasileiro. São Paulo, Autêntica, 2013.
DIETRICH, Ana Maria. Nazismo tropical? O Partido Nazista no Brasil. Tese de doutorado. Janeiro 2007.
GEARY, Patrick J. O mito das nações. São Paulo, Conrad Livros, 2005.
LUKACS, John. O Hitler da história. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1997.
PINTO, Álvaro Vieira. Ciência e existência. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1969.
POULANTZAS, Nicos. Fascismo e ditadura. vol. I e II, Porto, Portucalense Editora, 1972.
SAFATLE, Vladimir. O circuito dos afetos, corpos políticos, desamparo e o fim do indivíduo. São Paulo, Autêntica, 2016.
SANTOS, Theotonio dos. Socialismo ou fascismo, o novo caráter da dependência e o dilema latino-americano. Florianópolis, Insular, 2018.
SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. “Os fascismos.” O século XX, vol. II, Civilização Brasileira, 2005, pp. 109-163.
WILLIAMS, Raymond. “Base e superestrutura na teoria da cultura marxista.” Cultura e materialismo, Editora UNESP, 2011, pp. 42 - 68.
WILLIAMS, Raymond. Cultura. São Paulo, Editora Paz e Terra, 2000.
WILLIAMS, Raymond. Cultura e sociedade. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1969.
WILLIAMS, Raymond. “A ideia de uma cultura comum.” Recursos da esperança, Editora UNESP, 2014, pp. 49-57.
WILLIAMS, Raymond. Política do modernismo. São Paulo, Editora UNESP, 2011.
WILLIAMS, Raymond. Recursos da esperança. São Paulo, Editora UNESP, 2014.
ZETKIN, Clara. “A luta contra o fascismo.” Como nasce e morre o fascismo, Autonomia Literária, 2019, pp. 32-75.

Programa

1. Introdução à Sociologia da Arte e à História Social da Arte
A. Maria Amélia et al. As novas regras do jogo: o sistema de arte no brasil. Porto Alegre:
Zouk, 2014.
B. FETTER, Bruna. Das reconfigurações contemporâneas do(s) sistema(s) da arte.
MODOS. Revista de História da Arte. Campinas, v2, n 3, p. 102-119. Set 2018.
C. HAUSER, Arnold. The Sociology of Art. Chicago: University of Chicago Press, 1982.
D. GRAMSCI, Antonio. Cadernos do cárcere. Volume 3: Maquiavel. Notas sobre o Estado
e a política. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.

2. O modernismo em questão (06/02/2024)
A. WALDMAN, T. À “frente” da Semana de Arte Moderna: a presença de Graça Aranha e
Paulo Prado. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), v. 23, n. 45, p. 71–94, jun. 2010.
B. CAMARGOS, Marcia. Villa Kyrial. Crônica da belle époque paulistana. São Paulo:
Senac, 2000
C. __________________. Entre a vanguarda e a tradição: Os artistas brasileiros na
Europa (1912-1930). São Paulo: Alameda, 2011.
3. Os anos 1930 e as artes plásticas em São Paulo (07/02/2024)
A. FORTE, G. N. CAM e SPAM: Arte, Política e Sociabilidade na São Paulo Moderna, do
Início dos Anos 1930. Tese—University of São Paulo: [s.n.]

4. Os museus de Arte Moderna de São Paulo e o Sistema Internacional (08/02/2024)
A. SILVA, M. H. G. A política externa estadunidense e os museus de arte moderna de São
Paulo. Anais Congresso Patrimônio Cultural: Identidade e Imaginário, mai. 2023.
B. BARROS, Regina Teixeira de. Revisão de uma história: a criação do Museu de Arte
Moderna de São Paulo 1946-1949. Dissertação (Mestrado em Artes), Universidade de
São Paulo. São Paulo, 2002.
C. TOTA, Antonio Pedro. O amigo americano. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
D. ARRUDA, Maria Arminda do Nascimento. Metrópole e cultura: São Paulo no
meio do século XX. São Paulo: EDUSP, 2015.
E. ALAMBERT, Francisco. CANHÊTE, Polyana. As bienais de São Paulo. São
Paulo: Boitempo, 2004