Programa

Aula 1 - EPISTEMOLOGIAS LATINO-AMERICANAS: O pensamento de Paulo Freire
Docentes: Andrea Rosendo, Abril Romero, Oak Tonet Assad, Sarah Maria Cavalcante Rodrigues, Marcelly Machado Cruz e Fernanda do Nascimento Pinheiro

Tópicos:
● Pensamento Social Latino-americano
● Direitos humanos e cuidado
● Colonialidade e educação

Bibliografia:
BATTHYANY, Karina. Las políticas y el cuidado en América Latina - Una mirada a las experiencias regionales. Santiago: CEPAL/Nações Unidas, 2015.
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1967.

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Aula 2 - EPISTEMOLOGIAS LATINO-AMERICANAS: O pensamento de Rita Segato e a crítica da decolonialidade
Docentes: Abril Romero, Oak Tonet Assad, Sarah maria Cavalcante Rodrigues, Marcelly Machado Cruz e Fernanda do Nascimento Pinheiro

Tópicos:
● Pensamento Social Latino-americano
● Direitos humanos e cuidado
● Colonialidade e educação

Bibliografia:
SEGATO, Rita. La crítica de la colonialidad en ocho ensayos – Y una antropología por demanda. Ciudad Antónoma de Buenos Aires, Prometeo Libros, 2015.

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Aula 3 - ESTUDOS CULTURAIS LATINO-AMERICANOS
Docentes: Daniel Alfonso León, Andrea Rosendo da Silva,e Patrícia de Matos Silva

Tópicos:
● Comunicação, Cultura e hegemonia na América Latina
● Diversidade e Multiculturalidade: debates interseccionais
● Estudos culturais e Comunicação no debate latino-americano

Bibliografia:
MARTÍN-BARBERO, J. De los medios a las mediaciones; comunicación, cultura y hegemonía. 2.ed. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 1991.
CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas - estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 1997.
WOLTON, Dominique. Pensar a Comunicação. Anges (Portugal), Difusão Editorial, AS, 1997.

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Aula 4 - CONSTITUCIONALISMO LATINOAMERICANO, NEOCOLONIALISMO E NEOEXTRACTIVISMO.
Docentes: Raíssa Lazarini, Jenny Moreno Socha, Suzana Silveira

Bibliografia: a definir

C. L. R. James
RODNEY, Walter. Como a Europa subdesenvolveu a África OU C. L. R. James. Os Jacobinos Negros.

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Aula 5 - REGIONALISMO E INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA
Docentes: Gabriel Malheiros Marques Fernandes, Fernanda Gontijo de Oliveira e Daniel Wanderley Caliman
Comentadores:

Tópicos:
● Regionalismos e Teorias da integração Latino-americana;
● Movimentos sociais e integração regional
● Fluxos e movimentos migratórios na América Latina

Bibliografia:
DOSSIÊ Movimentos Migratórios. Brazilian Journal of Latin American Studies. v. 17, n. 32, 28 jun. 2018.
RUIZ, José Briceño. Las teorías de la integración regional; más allá del eurocentrismo. Bogotá: Universidad Cooperativa de Colombia/Centro de Pensamiento Global, 2018.

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Aula 6 - ECONOMIA LATINO-AMERICANA
Docentes:
Iago Sousa Chavez Soares, Maria Liliana Barriga Clavijo e Carlos Magno Rodrigues de Almeida
Comentadores: —

Tópicos:
● Noções gerais sobre a formação da economia latino-americana
● Desenvolvimentismo, dependência e subdesenvolvimento
● Teorias da CEPAL

Bibliografia:
BÉRTOLA FLORES, Luis Eduardo; OCAMPO, José Antonio. O desenvolvimento econômico da América Latina desde a independência. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
FURTADO, Celso. A Economia Latino-Americana. 4.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

Programa

Aula 1. A vida e a obra de Hilda Hilst (HH): um panorama
Aula 2. Percurso editorial e materialidades dos livros hilstianos no século XX
Aula 3. O mercado editorial como temática interna e externa aos livros
Aula 4. Reacomodações editoriais da obra de HH no século XXI

BIBLIOGRAFIA
ABDALA JUNIOR, Benjamin (org.). Estudos comparados: teoria, crítica e metodologia. Cotia: Ateliê Editorial, 2014.
ABREU, Márcia. Cultura letrada: literatura e leitura. São Paulo: Editora Unesp, 2006.
ALVES, Mariana Garcia de Castro. Hilda Hilst – respiros: uma experiência de divulgação. 2012. 144 f. Dissertação (Mestrado em Divulgação Científica e Cultural) – Instituto de Estudos da Linguagem, Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2012.
BARBOSA, Aline Leal Fernandes. Lacraia e Unicórnia – A Hilda das cartas de Mora e Caio. Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais, Iporá, v. 13, n. 2, p. 26-40, 2024. Disponível em: https://www.revista.ueg.br/index.php/sapiencia. Acesso em: 03 jun. 2024.
BORGES, Luciana. Narrando a edição: escritores e editores na Trilogia obscena, de Hilda Hilst. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, [S. l.], n. 34, p. 117–145, 2009. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/estudos/article/view/9638. Acesso em: 20 set. 2020.
BORGES, Luciana. O erotismo como ruptura na ficção brasileira de autoria feminina: um estudo de Clarice Lispector, Hilda Hilst e Fernanda Young. Florianópolis: Editora Mulheres, 2013.
BOURDIEU, Pierre. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. Tradução Maria Lucia Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
BOURDIEU, Pierre. Uma revolução conservadora na edição. Tradução Luciana Salazar Salgado e José de Souza Muniz Jr. In: Política & Sociedade, Florianópolis, v. 17, n. 39, p. 198-249, maio/ago. 2018.
BRITTO, Clovis Carvalho. A economia simbólica dos acervos literários: itinerários de Cora Coralina, Hilda Hilst e Ana Cristina César. 2011. Tese (Doutorado em Sociologia), Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Sociologia, Universidade de Brasília, Brasília, 2011.
CALASSO, Roberto. A marca do editor. Belo Horizonte; Veneza: Âyiné, 2020.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos (1750-1880). São Paulo: Todavia, 2023.
CASANOVA, Pascale. A república mundial das letras. Tradução Marina Appenzeller. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.
CHARTIER, Roger. A mão do autor e a mente do editor. Tradução George Schlesinger. São Paulo: Editora Unesp, 2014.
CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. Tradução Fulvia M. L. Moretto. São Paulo: Editora Unesp, 2002.
CHARTIER, Roger. Textos, impressão, leituras. In: HUNT, Lynn. A nova história cultural. Tradução Jefferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins Fontes Editora, 1995.
DIAZ, Brigitte. O gênero epistolar ou o pensamento nômade: formas e funções da correspondência em alguns percursos de escritores no século XIX. Tradução Brigitte Hervot e Sandra Ferreira. São Paulo: Edusp, 2016.
DINIZ, Cristiano (org.). Fico besta quando me entendem: entrevistas com Hilda Hilst. São Paulo: Globo, 2013.
DINIZ, Cristiano. Fortuna crítica de Hilda Hilst: levantamento bibliográfico atualizado (1949-2018). Campinas: UNICAMP/IEL/Setor de Publicações; UNICAMP/IEL/CEDAE, 2018.
DUARTE, Edson Costa. A recepção da literatura de Hilda Hilst. Palimpsesto - Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ, [s.l.], v. 13, n. 18, p. 135-145, jun. 2014. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/palimpsesto/article/view/34…. Acesso em: 07 abr. 2022.
EL FAR, Alessandra. O livro e a leitura no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006.
FERNANDES, Bruna Kalil Othero. Além do ponto G, o ponto H: a pornocracia como projeto literário de Hilda Hilst. 2020. 145 f. Dissertação (Mestrado em Letras: Estudos Literários) – Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2020.
FOLGUEIRA, Laura Santos; DESTRI, Luisa. Eu e não outra: a vida intensa de Hilda Hilst. São Paulo: Tordesilhas, 2018.
FOLGUEIRA, Laura Santos. The obscene madame D: um levantamento sobre a tradução de A obscena senhora D, de Hilda Hilst, nos Estados Unidos. 2017. 154 f. Dissertação (Mestrado em Estudos da Tradução) — Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.
GENETTE, Gérard. Paratextos editoriais. Tradução Álvaro Faleiros. Cotia: Ateliê Editorial, 2009.
HALLEWELL, Laurence. O livro no Brasil: sua história. Tradução Maria da Penha Villalobos, Lólio Lourenço de Oliveira e Geraldo Gerson de Souza. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2012.
HENDEL, Richard. O design do livro. Tradução Geraldo Gerson de Souza e Lúcio Manfredi. Cotia: Ateliê Editorial, 2003.
IRIAS, Taynara do Nascimento. A coleção “Obras reunidas de Hilda Hilst” da Editora Globo: materialidade dos livros e outras estratégias editoriais. In: 47º CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO - INTERCOM, 2024, Balneário Camboriú. Anais [...]. São Paulo: Intercom, 2024. Disponível em: https://sistemas.intercom.org.br/pdf/link_aceite/nacional/17/1007202423…. Acesso em: 01 nov. 2025.
IRIAS, Taynara do Nascimento. As reescrituras das imagens de Hilda Hilst nas edições do livro O caderno rosa de Lori Lamby. In: 45° CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO - INTERCOM, 2022, João Pessoa. Anais [...]. São Paulo: Intercom, 2022. Disponível em: https://portalintercom.org.br/anais/nacional2022/resumo/080220220040176…. Acesso em: 17 jul. 2024.
IRIAS, Taynara do Nascimento. “E se eu ficasse eterna?”: um itinerário de reescrituras das obras e das imagens públicas de Hilda Hilst ou um catálogo de edições. 2023. 525 f. Dissertação (Mestrado em Estudos de Linguagens) — Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens, Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2023.
LEFEVERE, André. Tradução, reescrita e manipulação da fama literária. Tradução Cláudia Matos Seligmann. Bauru: Edusc, 2007.
LEITÃO, Andréa Jamilly Rodrigues. Fractais da literatura: o diálogo epistolar entre Hilda Hilst e Caio Fernando Abreu. Manuscrítica: Revista de Crítica Genética, São Paulo, n. 42, p. 144–161, 2020. Disponível em: https://revistas.usp.br/manuscritica/article/view/178320. Acesso em: 15 jun. 2024.
MCKENZIE, Donald Francis. Bibliografia e a Sociologia dos Textos. São Paulo: Edusp, 2018.
MASSI, Augusto (org. e texto); LEMOS, Fernando (fotografias e fotomontagens). Fernando Lemos Hilda Hilst. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2018.
MORAES, Eliane Robert. A prosa degenerada. In: HILST, Hilda. Pornô Chic. São Paulo: Globo, 2014.
MOARES, Eliane Robert. Da medida estilhaçada. In: Cadernos de Literatura Brasileira: Hilda Hilst. São Paulo: Instituto Moreira Sales, n. 8, out. 1999.
MORAES, Marcos Antonio de. Edição da correspondência reunida de Mário de Andrade: histórico e alguns pressupostos. Patrimônio e memória, Assis, v. 4, n. 2, p. 115-128, jun. 2009. Disponível em: https://pem.assis.unesp.br/index.php/pem/article/view/114/506. Acesso em: 05 abr. 2024.
PAIXÃO, Fernando (ed.); MIRA, Maria Celeste (coord.). Momentos do livro no Brasil. São Paulo: Editora Ática, 1998.
PÉCORA, Alcir (org.). Por que ler Hilda Hilst. São Paulo: Globo, 2010.
PÉCORA, Alcir. Cinco pistas para a prosa de ficção de Hilda Hilst. In: HILST, Hilda. Da prosa. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
RIBEIRO, Ana Elisa Ferreira. O ar de uma teimosia: trilhas da publicação em Clarice Lispector, Lúcia Machado de Almeida e Henriqueta Lisboa. Rio de Janeiro: Macabéa, 2020.
SALLA, Thiago Mio. Graciliano Ramos na terra de Camões: difusão, recepção e leitura (1930-1950). Cotia: Ateliê Editorial; São Paulo: Nankin Editorial, 2021.
SAPIRO, GISÈLE. Sociologia da literatura. Tradução Juçara Valentino. Belo Horizonte: Moinhos; Contafios, 2019.
SILVA, José Armando Pereira da. Massao Ohno, Editor. Cotia: Ateliê Editorial, 2019.
TEIXEIRA, Ivan. Literatura como imaginário: introdução ao conceito de poética cultural. Revista Brasileira: revista da Academia Brasileira de Letras, [Rio de Janeiro], v. 10, n. 37, p. 43-67, out./dez. 2003. Disponível em: https://www.eca.usp.br/acervo/producaoacademica/001362669.pdf. Acesso em: 05 jul. 2024.
THOMPSON, John B. Mercadores de cultura: o mercado editorial no século XXI. Tradução Alzira Allegro. São Paulo: Editora Unesp, 2013.

Programa

A dinâmica do curso consistirá em seções com uma exposição inicial (palestra) do prof. Daniel Aarão Reis Filho sobre o tema programado e em seguida de uma discussão da problemática com a participação dos estudantes inscritos.
 
AULA 1
– Apresentação do tema e da bibliografia. Questões para debate.
O paradigma russo I (A escola liberal – L. Schapiro e R. Pipes)
Textos de apoio:
. Schapiro, Leonard. De Lénine à Staline. Gallimard, Paris, 1960/1967, pp 189-232
. Pipes, Richard. La révolution russe. PUF, Paris, 1990/1993, pp 409-464
 
AULA 2
O paradigma russo II (A história social - M. Lewin)
Textos de apoio:
. Lewin, Moshe. Russia/USSR/Russia, New Press, N. York, 1995, pp 42-71
. .......................The Soviet Century. Verso, Londo/N. York, 2005, pp 271-291
 
AULA 3
O paradigma russo III (A história política e social – C. Ingerflom e M. Ferro)
Textos de apoio:
. Ingerflom, Claudio. A modernidade sem o Estado: por uma história política descentralizada. In Daniel Aarão Reis e alii: Tradições e Modernidades, FGV, Rio de Janeiro, 2009, pp 257-282
. Ferro, Marc. 1917, Les hommes et la révolution. Omnibus, Paris, 2011, pp 500-519
 
AULA 4
O paradigma russo IV (A revolução catastrófica – Daniel Aarão Reis)
Textos de apoio:
. Aarão Reis, Daniel. A revolução que mundou o mundo. Rússia, 1917. Companhia das Letras, São Paulo, 2017, pp 188-193
. ...............................As revoluções russas e a emergência do socialismo autoritário. In Estudos Avançados, 31(91), 2017, pp 67-79
 
AULA 5
Os novos paradigmas dos anos 1960 – I: (Cultura e Política)
Textos de apoio:
Ridenti, Marcelo. 1968: rebeliões e utopias, in D. Aarão Reis et alii: O Século XX, o tempo das dúvidas, vol. 3. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 2000, pp 133-159
........................... 1968 cinquentão: rebeldia e integração.
 
AULA 6
Os novos paradigmas dos anos 1960 – II: (Cultura e Política )
Texto de apoio. Aarão Reis, Daniel. Aproximações, contrastes e contradições entre paradigmas de mudança social: os 50 anos de 1968. In Daniel Aarão Reis e alii. 1968, reflexos e reflexões. Editora SESC, São Paulo, pp 15-30
. Bantigny, Ludivine. 1968, de grands soirs en petits matins, Seuil, Paris, 2018, pp 259-278 e 369-373.
. Berman, Paul. A tale of two utopias. The political journey of the generation of 1968, W.W. Norton, N. York/London, 1996, pp 254-339
 
 
 
BIBLIOGRAFIA GERAL:
 
O paradigma das revoluções russas
 
Aarão Reis, Daniel.Os intelectuais russos e a formulação de modernidades alternativas: um caso paradigmático? In Estudos Históricos, 37, jan-jun de 2006, FGV, 2006, pp7-28
.....................(org.) Manifestos Vermelhos. Companhia das Letras, São Paulo, 2017
.....................A revolução que mudou o mundo. Rússia, 1917. Companhia das Letras, São Paulo, 2017
....................As revoluções russas e a emergência do socialismo autoritário. In Estudos Avançados, 31 (91), 2017, pp 67-79
Anweiler, O. The Soviets: The Russian Workers’, Peasants’, and Soldiers Councils, 1905-1921, New York, 1974
Avrich, P. La tragédie de Cronstadt, 1921. Seuil, Paris, 1975
Berlin, I. Pensadores russos. Cia. das Letras, São Paulo, 1988
Bunyan, J. Intervention, Civil War, and Communism in Russia, april-december, 1918. Documents and materials, Baltimore, 1936
V.P. Butt, A.B. Murphy, N.A.Myshov e G.R. Swain. The Russian Civil War. Documents from de Soviet Archives, Macmillan Press, London, 1996
Ferro, M. La revolution de 1917. Février-octobre, 2 vols, Aubier-Montaigne, Paris, 1967 (reeditada em 1997, por Albin-Michel)
..........................1917. Les hommes de la révolution. Omnibus, Paris, 2011
...........................Des soviets au communisme bureacratique. Gallimard/Julliard, Paris, 1980
Figes, O. Peasant Russia, Civil War: The Volga Countryside in Revolution(1917-1921), Clarendon Press, Oxford 1989
Fitzpatrick, S. La revolución rusa. Siglo veinteuno, Buenos Aires, 2012
Frame, M., Kolonitskii, B., Marks, S.G., Stockdale, M.K. (orgs.). Russian Culture in War and in Revolution, 1914-1922, 2 vols. Slavica Publishers, Indiana University, Bloomington, 2016
Furet, F. Le passé d’une illusion. Laffont/C. Lévy, Paris, 1995
Goldman, W. Mulher, estado e revolução. Boitempo, São Paulo, 2014
Gorky, M. Untimely thoughts: essays on revolution, Culture and the bolsheviks,1917-1918. Trad. De Herman Ermolaev. New Haven, 1995
...............................Ecrits de révolution. Stock, Paris, 1922 (trad. André Pierre)
Hobsbawn, E. A história do marxismo. Paz e Terra, São Paulo, vols. II, III, IV e V, 1982-1985
Ingerflom, C. Le tsar c’est moi. PUF, Paris, 2015
.......................................A modernidade sem o Estado: por uma história política descentralizada. In Aarão Reis, D. et alii (orgs). Tradições e Modernidades. Editora FGV, Rio de Janeiro, 2010, pp 257-282
Kolonitski, B. e Figes, O. Interpreting the Russian Revolution: The Language and Symbols of 1917. New Haven; London: Yale University Press, 1999.
Lewin, Moshe. The making of the Soviet Union. Pantheon Books, New York, 1985
.............................. Russia/USSR/Russia. New Press. New York, 1995
...............................O século soviético. Record, Rio de Janeiro, 2007
Mawdsley, E. The Russian civil war. Sidney, Allen and Uwin, 1987
Pipes, R. História da revolução russa. Record, Rio de Janeiro, 1995
…………. (org.) Revolutionnary Russia: A symposium. Harvard University Press, Cambridge, 1968
Rabinovitch, A. The Bolsheviks come do Power. The revolution of 1917 in Petrograd. Haymarket Books/Pluto Press, Chicago/London, 2004
Rittersporn, G. T. Nouvelles recherches, vieux problèmes. Revue des études slaves, t. 64, fasc. 1, 1992, pp 9-25
Schapiro, L. Origins of the Communist Autocracy. Praeger, New York, 1965
Schneider, G. (org.) A revolução das mulheres. Emancipação feminina na Rússia Soviética. Boitempo, São Paulo, 2017
Stalin, J. e alii. Histoire de la révolution russe. Ed. Sociales, Paris, 1950, 3 vols.
Suny, R.G. Revision and retreat in the historiography of 1917: social history and its critics. In The Russian review, vol. 53, april, 1994, pp 165-182
Suny, R. e Adams, A. The Russian Revolution and Bolshevik Victory: Visions and Revisions , D. C. Heath, Lexington, Mass., 1990
Swain, G.R. The origins of Russian Civil War. Longman, London, 1996
Trotsky, L.D. História da revolução russa. 3 vols. Paz e Terra, Rio de Janeiro, 1978
Venturi, F. Les intellectuels, le peuple et la révolution. Gallimard, Paris, 1972
Yvert-Jalu, H. Femmes et Famille en Russie. Sextant, Paris, 2008
 
 
O paradigma dos movimentos dos anos 1960
 
Aarão Reis, Daniel e Moraes, Pedro. 1968, a paixão de uma utopia. FGV, Rio de Janeiro, RJ, 2008 (3a edição)
Allyn, D. Make love not war: the sexual revolution, an unfettered history. Little Brown, Boston, 2000
Alves, M. M. 68 mudou o mundo. Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1993
Artières, P. (org.) 68, les oubliés du cortège. Cahiers d'histoire. Revue d'histoire critique, n° 107, 2009
Artiéres, P. e Zancarini-Fournel, M. 68, une histoire collective, 1962-1981. La Découverte/Poche, Paris, 2015, 2a edição
Bantigny, L. Le temps politisé. Quelques enjeux politiques de la conscience historique en mai-juin 68. Vingtième siècle. Revue d'histoire, 2013/1, n° 117, p 215-229
Berman, P. A tale of two utopias. The political journey of the generation of 1968, W.W. Norton, N. York/London, 1996
Besançon, J. (org.) Les murs ont la parole. Paris, Tchou, 1968
Bosc, S. et al. A crise europeia: revolta ou revolução? Degrau, Rio de Janeiro, 1968
Britto, S. Sociologia da Juventude. Zahar, Rio de Janeiro, 1968. Vols. I-IV
Brochier, J.J. e Oelgart, B. L'Internationale étudiante. Julliard, Paris, 1968
Broué, P. A primavera dos povos começa em Praga. Kairós, São Paulo, 1979
Camus, A. O homem revoltado. Paris, 1951/Record, Rio de Janeiro, 1967
Carandell, J.M. A contestação juvenil. Salvat, Rio de Janeiro, 1979
Certeau, M. de. La prise de la parole. Desclée de Brouwer, Paris, 1968
Chaves, G. e Souza, D. Nossa Paixão era Inventar um Novo Tempo: 34 Depoimentos de Personalidades sobre a Resistência à Ditadura Militar. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1999.
Cohn-Bendit D. Le gauchisme. Seuil, Paris, 1968
......................... Nós, que amávamos tanto a revolução. Brasiliense, São Paulo, 1987
......................... O grande bazar. Brasiliense, São Paulo, 1988
Cony, C.H. Pessach: a travessia. Companhia das Letras, São Paulo, 1997
Daum, N. Mai 68 raconté par des anonymes, Ed. Amsterdam, Paris, 2008
Dirceu, José e Palmeira, Vladimir. Abaixo a Ditadura: O Movimento de 1968 Contado por seus Líderes. Rio de Janeiro: Garamond, 1998.
Daniel, H. Passagem para o próximo sonho. Codecri. Rio de Janeiro, 1982
Debord, G. A sociedade do espetáculo. Contraponto, Rio de Janeiro, 1997
Debray, R. Revolução na revolução. Centro Editorial Latino-Americano, São Paulo, 1980
Dreyfus-Armand, G. e Gervereau, L. (orgs.) Mai 68: les mouvements étudiants en France et dans le monde. Bibliothèque de Documentation Internationale Contemporaine/BDIC, 1988
Duarte, Paulo Sérgio. Anos 60: Transformação da Arte no Brasil. Rio de Janeiro: Campos Gerais, 1998.
Dumontier, P. Les situationnistes et mai 68. G. Lebovici, 1990
Ferry, L. e Renault, A. Pensamento 68. Ensaio, São Paulo, 1988
Fico, C. e Araújo, M.P. 1968, 40 anos depois. História e Memória. 7 Letras, Rio de Janeiro, 2009
Forachi, M.M. A juventude na sociedade moderna. Pioneira, São Paulo, 1972
Fraser, R. 1968, a student generation in revolt. Pantheon, N. York, 1988
Fura, J. & Rolland, D. (orgs). 1968 hors de France: histoire et construction historiographique. L'Harmattan, Paris, 2009
Gabeira, F. O que é isso, companheiro? Codecri, Rio de Janeiro, 1979
.................. e Cohn-Bendit, D. Nós que amávamos tanto a revolução. Rocco, Rio de Janeiro, 1985
Gaspari, E. A Ditadura Envergonhada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
.................. A Ditadura Escancarada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
Gasquet, V. Les 500 affiches de mai 1968. Balland, Paris, 1978
Gittlin, Todd. The Sixties. Years of Hope, days of rage. Bantam, Toronto/N. York, 1987
Goldefeder, S. A Primavera de Praga. Brasiliense, São Paulo, 1981
Gorender, J. Combate nas Trevas. Ática, São Paulo, 1987
Groppo, L.A. Uma Onda Mundial de Revoltas. Movimentos Estudantis de 1968. São Paulo/Piracicaba: Fapesp/Editora Unimep, 2005.
Hamon, H. e Rotman, P. Génération 1: Les années de rêve. Seuil, Paris, 1987
Huxley, A. A Ilha. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1964
..................As portas da percepção. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1965
Kimball, R. The long march: how the cultural revolution of the 1960s changed America. Encounter, S. Francisco, 2000
Klein, H.J. La mort mercenaire. Seuil, Paris, 1980
Lemke-Santangelo, G. Daughters of Aquarius: women of the sixties counterculture. University Press of Kansas, Lawrence, Kan., 2009
Maciel, L.C. Anos 1960. LP&M, Porto Alegre, 1987
.................... Geração em transe. Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1996
Mandel, E. Da Comuna a maio de 68. Antídoto, Lisboa, 1979
..................Os estudantes, os intelectuais e a luta de classes, Antídoto, Lisboa, 1979
Marcuse, H. Eros e civilização. Zahar, Rio de Janeiro, 1968
....................Ideologia e sociedade industrial. . Zahar, Rio de Janeiro, 1968
....................O fim da utopia. Paz e Terra, Rio de Janeiro, 1969
.................... O homem unidimensional. Estudos da ideologia da sociedade industrial avançada. Edipro, Rio de Janeiro, 1964
 
Margairaz, M. e Tartakowsky, D. (orgs.) 1968. Entre libération et libéralisation. La grande bifurcation. PUR, Rennes, 2010
Martins Filho, J.R. Movimento estudantil e ditadura militar. Papirus, Campinas, 1987
Matos, O. Paris, 1968, as barricadas do desejo. Brasiliense, São Paulo, 1984
Miller, T. The 60s communes: hippies and beyond. Syracuse University Press, N. York, 1999
Morin, E., Lefort, C., Coudray, J. Mai 68 - la brèche. Fayard, Paris, 1968
Pagis, J. Mai 68. Un pavé dans leur histoire. Presses Sciences-Po, Paris, 2014
Porhel, V. e Zancarini-Fournel (org.) 68' révolutions dans le genre? Clio. Femmes, Histoire, Sociétés, n° 29, 2009
Reich, W. A revolução sexual. Zahar, Rio de Janeiro, 1974
Richard, G. & Sainclivier, J. (orgs.) Les partis à l'épreuve de 68. L'émerge de nouveaux clivages, 1971-1974. PUR, Rennes, 2012
Ridenti, M. O fantasma da revolução brasileira. UNESP/FAPESP, São Paulo, 1993
..................Intelectuais, Artistas e Estudantes: Paris, 1968. In Aarão Reis, Daniel (org.). Intelectuais, História e Política (Séculos XIX e XX). Rio de Janeiro: Sette Letras, 2000.
................... Em Busca do Povo Brasileiro. Artistas da Revolução, do CPC à Era da TV. Rio de Janeiro: Record, 2002
Valle, M. Ribeiro do. O Diálogo é a Violência. Movimento Estudantil e Ditadura Militar. Campinas: Editora da Unicamp, 1999.
Vaneigen, R. Traité du savoir-vivre à l'usage des jeunes générations. Gallimard, Paris, 1967
Veloso, C. Verdade tropical. Companhia das Letras, São Paulo, 1997
Ventura, Z. 1968, o ano que não terminou. Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1988
Zancarini-Fournel, M.. Le moment 68. Une histoire contestée. Seuil, Paris, 2008

 

Programa

Aula 1: Questões de forma e assunto no teatro engajado da Primeira República
(ministrante: Carlos Moacir Vedovato Junior)
Nesta aula, pretende-se apresentar um panorama de algumas realizações do teatro empenhado ao longo das décadas de 1920 e 1930 - particularmente as peças A Bandeira proletária (1922), de Marino Spagnolo, e Deus lhe pague (1932), de Joracy Camargo -, discutindo particularmente a questão da relação entre o assunto da luta de classes e a forma de aspiração dramática dessas obras. A partir das peças e de outros elementos, intenta-se a criação de uma ideia ampla da circulação do teatro à esquerda no período que antecede às produções dramatúrgicas de Mário de Andrade e Oswald de Andrade.

Aula 2: Projeto estético e projeto ideológico - consciência trágica do subdesenvolvimento
(ministrante: Prof. Dra. Ivone Daré Rabello)
Nesta aula será discutida a passagem do primeiro ao segundo modernismo, tendo como ponto de partida os ensaios de João Luiz Lafetá (1930: o modernismo e a crítica) e de Antonio Candido (“Literatura e subdesenvolvimento”) e os lugares ocupados por Mário de Andrade e Oswald de Andrade nesse percurso.
Leitura: “Literatura e subdesenvolvimento”, de Antonio Candido

Aula 3: O homem e o cavalo, de Oswald de Andrade
(ministrante: Carlos Moacir Vedovato Junior)
Nesta aula, pretende-se apresentar a peça O homem e o cavalo (1934), de Oswald de Andrade, focalizando sua forma de composição em que se misturam, a partir de uma estrutura de estações, montagem Pau-Brasil de sua fase anterior e a peça de intervenção, mais afeita ao discurso do Partido Comunista Brasileiro. Intenta-se a discussão acerca das resoluções formais encontradas por Oswald para a realização de um teatro político.
Leitura: O homem e o cavalo, de Oswald de Andrade

Aula 4: Café, de Mário de Andrade
(ministrante: Carlos Moacir Vedovato Junior)
Nesta aula, pretende-se apresentar a peça Café (1943), de Mário de Andrade, focalizando as relações entre a cultura popular estudada pelo autor (sobretudo as danças dramáticas brasileiras) e o teatro político europeu (particularmente a dramaturgia do expressionista Ernst Toller). Intenta-se, como na aula anterior, uma discussão sobre as resoluções formais encontradas por Mário para a elaboração de sua ópera.
Leitura: Café, de Mário de Andrade

Bibliografia de apoio:

Aula 1:

CAFEZEIRO, Edwaldo. História do Teatro Brasileiro: um percurso de Anchieta a Nelson Rodrigues. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996.
BRAGA, Claudia. Em busca da brasilidade: teatro brasileiro na primeira república. São Paulo: Perspectiva, 2003.
CAMARGO, Joracy. Deus lhe pague… Rio de Janeiro: Livraria Educadora, 1935.
COSTA, Iná Camargo. Sinta o Drama. Rio de Janeiro: Vozes, 1998.
____. Nem uma lágrima: teatro épico em perspectiva dialética. São Paulo: Expressão Popular, 2012.
GARCIA, Silvana. O teatro da militância: a intenção do popular no engajamento político. São Paulo: Perspectiva, 1990.
FÓSCOLO, Avelino. Antologia do teatro anarquista. org. Maria Thereza Vargas. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
MACHADO, Antônio de Alcântara. Palcos em foco: Críticas de espetáculo; ensaios sobre teatro (1923 - 1933). São Paulo: Edusp, 2009.
MAGALDI, Sábato. Panorama do Teatro Brasileiro. São Paulo: Global, 1997.
MAGALDI, Sábato; VARGAS, Maria Thereza. Cem anos de teatro em São Paulo (1875 - 1974). São Paulo: SENAC, 2001.
PRADO, Décio de Almeida. O teatro brasileiro moderno. São Paulo: Perspectiva, 2008.
____. HIstória concisa do teatro brasileiro. São Paulo: Edusp, 2008.
RIEGO, Christina Barros. Do futuro e da morte do teatro brasileiro: uma viagem pelas revistas literárias e culturais do período modernista (1922 - 1942). São Paulo: Hedra, 2010.
ROSENFELD, Anatol. O teatro épico. São Paulo: Perspectiva, 2017.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno. trad. Raquel Imanishi Rodrigues. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
TEATRO OPERÁRIO NA CIDADE DE SÃO PAULO. coord. Maria Thereza Vargas. São Paulo: Secretaria Municipal de Cultura, 1980.

Aula 2:

CANDIDO, Antonio. “Literatura e subdesenvolvimento”. In. A educação pela noite & outros ensaios. São Paulo: Ática, 1989.
LAFETÁ, João Luiz. 1930: a crítica e o modernismo. São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2000.

Aula 3:

ANDRADE, Oswald de. Obras completas VIII teatro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976.
____. O santeiro do mangue e outros poemas. São Paulo: Globo, 1991.
____. Obras completas VII Poesias reunidas. Rio de Janeiro: CIvilização Brasileira, 1971.
GARCIA, SIlvana. As trombetas de Jericó: Teatro das Vanguardas HIstóricas. São Paulo: Hucitec, 1997.
MACHADO, Carlos Eduardo Jordão. Um capítulo da história da modernidade estética: o debate sobre o expressionismo. São Paulo: Editora UNESP, 2016.
MAGALDI, Sábato. Teatro ruptura: Oswald de Andrade. São Paulo: Global, 2004.
SANTOS, Sérgio Rodrigues de Carvalho. O drama impossível, teatro modernistas de António Alcântara Machado, Oswald de Andrade e Mário de Andrade. Tese (doutorado), São Paulo: Universidade de São Paulo, 2002.
REED, John. 10 dias que abalaram o mundo. São Paulo: Global, 1978.
SCHWARZ, Roberto. “A carroça, o bonde e o poeta modernista” IN: Que horas são? São Paulo: Cia. das Letras, 1987.
CARONE, Modesto. Metáfora e montagem (um estudo sobre a poesia de Georg Trakl). São Paulo: Perspectiva, 1974.

Aula 4:


ANDRADE, Mário de. Danças dramáticas no Brasil (3t.). São Paulo: Martins, 1959.
______. Ensaio sobre a música brasileira. São Paulo: Martins; Brasília: INL, 1972.
______. O banquete. São Paulo: Duas Cidades, 1977.
______. Vida do cantador. Belo Horizonte, Rio de Janeiro: Villa Rica, 1993.
______. O turista aprendiz. Belo Horizonte: Itatiaia, 2002.
______. O Baile das quatro artes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2012.
COLI, Jorge. Música Final: Mário de Andrade e sua coluna jornalística no Mundo Musical. Campinas: Editora da UNICAMP, 1998.
FILHO, Hermilo Borba. Apresentação do Bumba-meu-Boi. Recife: Imprensa Universitária, 1966.
____. Espetáculos populares do Nordeste. São Paulo: Buriti, 1966.
FREITAS, Philippe Curimbaba. Épica e engajamento na ópera Café, de Mário de Andrade. Tese (doutorado). Guarulhos: Universidade Federal de São Paulo, 2019.
MERKEL, Ulrich. Teatro e política: poesias e peças do expressionismo alemão / Georg Heym, Ernst Toller, Georg Kaiser. Rio de Janeiro: Paz e Terra; Instituto Cultural Brasil-Alemanha, 1983.
MENDES, Murilo. Poemas e Bumba-meu-poeta. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988.
MEYER, Marlyse. Pirineus, caiçaras… da comedia dell’arte ao bumba-meu-boi. Campinas: Editora da UNICAMP, 1991.
TONI, Flávia. 'Café', uma ópera de Mário de Andrade: estudo e edição anotada. Tese de livre-docência. São Paulo: USP, 2004.
WISNIK, José Miguel. Dança dramática (poesia / música brasileira). Tese (doutorado). São Paulo: Universidade de São Paulo, 1980.

Programa

Aula 1 – Um panorama dos exames de proficiência em língua italiana
- O que são exames de proficiência
- Os exames italianos CILS, CELI, PLIDA e CERT.IT
- Como os exames são estruturados
- Quais são as competências requeridas
- Como obter as certificações

Aula 2 – As provas de compreensão oral e produção oral
- Propostas mais frequentes na prova de produção oral
- Propostas mais frequentes na prova de compreensão oral
- O que é avaliado em cada proposta
- Estratégias de resolução

Aula 3 – As provas de compreensão escrita e produção escrita
- Propostas mais frequentes na prova de compreensão escrita
- Propostas mais frequentes na prova de produção escrita
- O que é avaliado em cada proposta
- Estratégias de resolução

Aula 4 – As provas de competência linguística/comunicativa
- Propostas mais frequentes na prova de competência linguística/comunicativa
- O que é avaliado em cada proposta
- Estratégias de resolução

BIBLIOGRAFIA

ALDERSON, J. C. The testing of reading. In: NUTTALL, C. Teaching reading skills in a foreign language. Macmillan Heinemann English Language Teaching, Oxford, 1996, pp. 212-228.
BACHMAN, L. Fundamental Considerations in Language Testing. Oxford, Oxford University Press, 1990.
BACHMAN, L. & PALMER, A. Language testing in Practice: designing and developing useful language tests. Oxford University Press, 1996.
BALBONI, P. E. Tecniche didattiche per l'educazione linguistica. Italiano, lingue straniere, lingue classiche. Torino: Utet Libreria, 1998.
CONSELHO DA EUROPA. Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas – Aprendizagem, ensino, avaliação. Lisboa: Asa Editores II, S.A., 2001.
DE MAURO, T. Vocabolario di base della lingua italiana IN: DE MAURO, T. Guida all’uso delle parole. Roma, Editori Riuniti, 1980, p. 149-183.
NOVELLO, A. Valutare una lingua straniera: le certificazioni europee. Venezia, Libreria Editrice Cafoscarina S.R.L., 2009.
SCARAMUCCI, M. Proficiência em LE: Considerações terminológicas e conceituais. Trab. linguis. apl., v. 56, Campinas, 2000, pp. 11-22.
WEIR, C. Understanding and developing language test. Hertforfshire: Prentice Hall Europe, 1993.

Programa

Módulo I: Morfologia avaliativa - conceituação e caracterização (aula 1 - 01/08/23: duração de 2 horas)
- O que é Morfologia Avaliativa?
- Flexão ou derivação?
- Semântica e pragmática da avaliação
- Leituras avaliativas: afetividade e pejoratividade

Módulo II: Morfologia avaliativa em processos concatenativos (aula 2 - 02/08/23: duração de 2 horas)
- Diminutivos e avaliação
- Aumentativos e avaliação
- Outros sufixos e prefixos avaliativos

Módulo III: Morfologia avaliativa em processos não concatenativos (aula 3 - 03/08/23: duração de 2 horas)
- Truncamentos
- Fusões vocabulares
- Hipocorísticos

Referências


ALBER, B. The Foot in Truncation. Handout (CUNY Conference on the Foot), 2009.
ALBER, B.; ARNDT-LAPPE, S. A Universal Typology of Truncation. Handout (15th Manchester Phonology Meeting),
2007.
ALBER, B.; ARNDT-LAPPE, S. Templatic and subtractive truncation. In: TROMMER, J. (ed.). The Morphology and
Phonology of Exponence: The State of the Art, Oxford University Press, Oxford, 2012, p. 289-325.
ALBER, B.; ARNDT-LAPPE, S. Anchoring in truncation: A typological analysis. Natural Language & Linguistic
Theory, 2022.
ALBER, Birgit; ARNDT-LAPPE, Sabine; KOKKELMANS, Joachim. Truncation, clippings and blends: universal
structures and their variation. Slides (54th Annual Meeting of the Societas Linguistica Europaea, Athens), 2021.
ANDRADE, K. E.; RONDININI, R. B. As “ianes” do porão: análise morfo-pragmática das atuais construções X-iane.
SCRIPTA, Belo Horizonte, v. 20, n. 38, p. 121-147, 2016.
ARMELIN, P. R. G. A Relação entre Gênero e Morfologia Avaliativa nos Nominais do Português Brasileiro: uma
abordagem sintática da formação de palavras. Tese (Doutorado) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.
ARNDT-LAPPE, S. Truncation and Exponence: how small can you get? Handout (DFG Network Core Mechanisms
of Exponence), 2008.
BASÍLIO, M. Cruzamentos vocabulares: o fator humorfológico. Apresentação de trabalho. Congresso. XII
Congresso da ASSEL-RIO. Rio de Janeiro, 2003.
BASÍLIO, M. Fusão Vocabular Expressiva: um estudo da produtividade e da criatividade em construções lexicais.
Textos Seleccionados, XXV Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Linguística, Porto, APL, p. 201-210,
2010.
BELIAEVA, N. Unpacking contemporary English blends: Morphological structure, meaning, processing. PhD thesis.
Victoria University of Wellington, 2014.
BELIAEVA, N. A study of English blends: From structure to meaning and back again. Word Structure 7(1), p. 29–54,
2014.
BELIAEVA, N. Blends at the intersection of addition and subtraction: Evidence from processing. SKASE Journal of
Theoretical Linguistics 13,2, 23–45, 2016.
BAUER, L. Evaluative morphology: in search of universals. Studies in Language, v. 21, n. 3, p. 533–575, 1997.
DRESSLER, W. U.; MERLINI BARBARESI, L. Morphopragmatics: Diminutives and Intensifiers in Italian, German
and Other Languages. Berlin: De Gruyter, 1994.
DRESSLER, W. U.; MERLINI BARBARESI, L. Pragmatics and Morphology: Morphopragmatics. In: HUANG, Y.
(ed.). The Oxford Handbook of Pragmatics. Oxford: Oxford University Press, 2017. p. 493-510.
GONÇALVES, C. A. V. Blends lexicais em português: não-concatenatividade e correspondência. Veredas, v.7, n.1,
p.149-167, 2003.
GONÇALVES, C. A. V. Processos morfológicos não-concatenativos do português brasileiro: formato morfoprosódico
e latitude funcional. Alfa, São Paulo, n. 48, v. 1, p. 9-28, 2004.
GONÇALVES, C. A. V. Usos morfológicos: os processos marginais de formação de palavras em português.
Gragoatá, v. 11, n. 21, p. 219-241, 2006a.
GONÇALVES, C. A. V. A Ambimorfemia de cruzamentos vocabulares: uma abordagem por ranking de restrições.
Revista da Abralin, v. 5, n.1, p. 169-183, 2006b.
GONÇALVES, C. A. V. Atuais tendências em formação de palavras. São Paulo: Contexto, 2016.
GRANDI, N.; KÖRTVÉLYESSY, L. Introduction: why evaluative morphology? In: GRANDI, N.; KÖRTVÉLYESSY, L.
Edinburgh Handbook of Evaluative Morphology. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2015. p. 3-20.
GRIES. S. T. Shouldn’t it be breakfunch? A quantitative analysis of blend structure in English. Linguistics, 42(3),
639–667, 2004a.
GRIES. S. T. Some characteristics of English morphological blends. In: ANDRONIS, M. A.; DEBENPORT, E.;
PYCHA, A.; YOSHIMURA, K. (eds.). Papers from the 38th Regional Meeting of the Chicago Linguistics Society, vol.
2: The panels, Chicago: Chicago Linguistic Society, p. 201–216, 2004b.
JURAFSKY, D. Universal tendencies in the semantics of the diminutive. Language, 72: 3, p. 533-578, 1996.
KÖRTVÉLYESSY, L. Evaluative morphology and language universals. In: GRANDI, N.; KÖRTVÉLYESSY, L.
Edinburgh Handbook of Evaluative Morphology. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2015. p. 61-73.
MARANGONI JUNIOR, C. E. A blendtividade na formação de palavras: a derivação dos blends na interface entre
morfologia, fonologia e pragmática. 2021. Dissertação (Mestrado em Letras) - Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2021.
MATTIELLO, E. Extra-grammatical morphology in English: Abbreviations, blends, reduplicatives, and related
phenomena. Berlin: Mouton de Gruyter, 2013.
MERLINI BARBARESI, L. Evaluative morphology and pragmatics. In: GRANDI, N.; KÖRTVÉLYESSY, L. Edinburgh
Handbook of Evaluative Morphology. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2015. p. 32-42.
MINUSSI, R. D.; NÓBREGA, V. A. A interface sintaxe-pragmática na formação de palavras: avaliando os pontos de
acesso da Enciclopédia na arquitetura da gramática. Veredas (UFJF), v.18/1, p. 161-184, 2014.
NÓBREGA, V. A.; MINUSSI, R. D. O tratamento da morfologia não-concatenativa pela morfologia distribuída: o caso
dos blends fonológicos. Revista Letras, Curitiba, n. 91, p. 158-177, jan./jun. 2015.
PIÑEROS, C.-E. Word-blending as a case of non-concatenative morphology in Spanish. Rutgers Optimality Archive,
2000.
PIÑEROS, C.-E. The creation of portmanteaus in the extragrammatical morphology of Spanish. Probus, 16(2), p.
203–240, 2004.
PRIETO, V. M. Spanish Evaluative Morphology: Pragmatic, Sociolinguistic, and Semantic Issues. PhD Dissertation –
University of Florida, Gainesville, 2005.
PRIETO, V. M. The Semantics of Evaluative Morphology. In: GRANDI, N.; KÖRTVÉLYESSY, L. Edinburgh Handbook
of Evaluative Morphology. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2015. p. 21-31.
RONNEBERGER-SIBOLD, E. Word creation: Definition—Function—Typology. In: RAINER, F.; DRESSLER, W. U.;
KASTOVSKY, D.; LUSCHÜTZKY, H. C. (eds.). Variation and change in morphology. Amsterdam: Benjamins, p.
201–216, 2010.
SCALISE, S. Generative morphology. Dordrecht: Foris, 1984.
SANDMANN, A. J. Formação de Palavras. Curitiba: Scientia et Labor, 1988.
SANDMANN, A. J. Morfologia Geral. São Paulo: Contexto, 1991.
SANDMANN, A. J. Morfologia Lexical. São Paulo: Contexto, 1992.
SCHER, A. P. Formas truncadas em português brasileiro e espanhol peninsular: descrição preliminar. ReVEL, ed.
esp. n. 5, p. 61-79, 2011.
SCHER, A. P.. Por menos morfologia não concatenativa: uma análise localista para as formas nominais truncadas
no português brasileiro. 2018. Tese (Livre docência). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.
SCHER, A. P.; MARANGONI JUNIOR, C. E. Novas evidências em favor de um morfema avaliativo – [Eval]: formas
nominais truncadas e blends em português brasileiro. Fórum Linguístico, Florianópolis, v. 17, número especial, p.
4636-4657, 2020.
SCHER, A. P. .; MONTEIRO, B. N. . O estatuto morfossintático dos prefixos negativos des- e in- em português.
Revista do GELNE, [S. l.], v. 22, n. 2, p. 280–293, 2020.
STUMP, G. How peculiar is evaluative morphology? Journal of Linguistics, 29, p. 1-36, 1993.
VILLALVA, A. Estruturas morfológicas: unidades e hierarquia do Português. Lisboa: FCT, 2000.

 

Programa

Aula 1 - Universo mangaká: processo produtivo e mercado editorial japonês
Aula 2 - Processo criativo dos mangás: enredo, personagens e aspectos visuais
Aula 3 - Estilo, influências e a figura do herói nos mangás
Aula 4 - A recepção e a apropriação dos mangás pelo público leitor brasileiro

Referências bibliográficas

BARBIERI, Daniele. A Linguagem dos Quadrinhos. São Paulo: Peirópolis, 2017.
CAGNIN, Antônio Luiz. Os Quadrinhos. São Paulo: Ática, 1975.
COHN, Neil. Comics, Linguistics and Visual Language: The Past and Future of a Field. Disponível em: http://www.visuallanguagelab.com/P/NC_Comics&Linguistics.pdf. Acesso em: 17 de set. 2019.
COHN, Neil. Japanese Visual Language. Disponível em: http://www. visuallanguagelab.com/P/japanese_vl.pdf.
EISNER, Will. Quadrinhos e Arte Sequencial. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
FARIA, Mônica. Comunicação Pós Moderna nas Imagens do Mangá. Dissertação (Mestrado em Comunicação Social), Famicos, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre: 2007.
FUJINO, Yoko. Narração e ruptura no texto visual do Shojo-Manga: estudo das histórias em quadrinhos para público adolescente feminino japonês. Dissertação de Mestrado. Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo: 1997.
GRAVETT, Paul. Mangá: Como o Japão Reinventou os Quadrinhos. São Paulo: Conrad, 2006.
ISSA, Victor Eiji. Otaku: um sujeito entre dois mundos. Refletindo sobre o diálogo existente entre ficção e realidade. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo: 2015.
LUYTEN, Sonia. Mangá: O Poder dos Quadrinhos Japoneses. São Paulo: Hedra, 2011.
LUYTEN, Sonia. História em Quadrinhos: Leitura Crítica. São Paulo: Paulinas, 1984.
MOLINÉ, Alfons. O Grande Livro dos Mangás. São Paulo: JBC, 2004.
RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos. São Paulo: Editora Contexto, 2009.
SALLES, Cecília. Gesto inacabado: processo de criação artística. 2ª ed. São Paulo: Annablume: FAPESP, 2004.
SCHODT, Frederik. Manga! Manga! The world of Japanese Comics. New York: Kodansha International, 1983.
YAMAMOTO, L. Elementos visuais no shoujo mangá: expressando sensações, emoções e sentimentos. Trabalho de Conclusão de Curso (Artes Visuais) – Instituto de Artes, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, São Paulo, 2015. Disponível em: http://repositorio.unesp.br/handle/11449/139099.

Programa

Aula 1 - INTRODUÇÃO ÀS EPISTEMOLOGIAS FEMINISTA DECOLONIAL
Docentes: Thaís de Souza Gomes e Beatriz Leal

Tópicos:
● Pensamento Feminista Decolonial
● Crítica ao feminismo eurocêntrico
● Colonialidade de gênero

Bibliografia -
MIÑOSO, Yuderkys E. De por qué es necesario un feminismo descolonial: diferenciación, dominación coconstitutiva de la modernidad occidental y el fin de la política de identidad. Solar, Revista de Filosofía Iberoamericana, Dossier Epistemologías feministas latino-americanas, v. 12, n. 1, p. 141-71, 2017.
LUGONES, M. Colonialidad y Género. Tabula Rasa, Bogotá, Colombia, n.9, p.73-101, 2008

Aula 2 – CH’IXI: UMA CRÍTICA EPISTÊMICA
Docente:Graziela Tavares de Souza Reis

Tópicos:
● A noção aymara de Ch’ixi
● Teoria andina crítica sobre a colônia
● Sociologia da imagem

Bibliografia -
CUSICANQUI, Silvia Rivera. Ch’ixinakax utxiwa. Una reflexión sobre prácticas y discursos descolonizadores. Buenos Aires: Tinta Limón, 2010.

Aula 3 - DESAFIANDO MATRIZES: FEMINISMO DECOLONIAL E O BEM_VIVER
Docentes: Débora Aymoré

Tópicos:
● Reescrevendo metodologias a partir do feminismo decolonial
● Citando feminismo decolonial e pós-colonial
● Debate feminista e o movimento agroecológico

Bibliografia -
COSTA, Maria da G. Agroecologia, (Eco)Feminismo e “Bem-Viver”. Emergências Descoloniais no movimento ambientalista brasileiro. Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s 's World Congress (Anais Eletrônicos),Florianópolis, 2017, ISSN 2179-510X.
CURIEL, Ochy. “Construindo metodologias feministas a partir do feminismo decolonial”. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de (Org.). Pensamento feminista hoje: perspectivas decoloniais

Aula 4 - DESCOLONIZAR CORPOS E A MEMÓRIA
Docentes: Thaís de Souza Gomes e Graziela Reis

Tópicos:
● Feminismo comunitário
● Descolonizar a temporalidade
● Violência de gênero

Bibliografia -
GUZMÁN, Adriana. Descolonizar la memoria. Descolonizar los feminismos. La Paz; Tarpuna Muya, 2019.

SEGATO, Rita Laura. La escritura en el cuerpo de las mujeres asesinadas en Ciudad Juárez: territorio, soberanía y crímenes de segundo estado. Buenos Aires: Tinta Limón, 2014.

Aula 5 - FEMINISMO AFRO-LATINO-AMERICANO
Docentes: Yoná dos Santos

Tópicos:
● A dimensão racial no feminismo
● A importância de um feminismo afro-latino-americano

Bibliografia -
GONZÁLEZ, Lélia. A mulher negra na sociedade brasileira: Uma abordagem político-econômica. RIOS, Flávia; LIMA, Márcia. (org.) Por um feminismo afrolatinoamericano: ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
LOZANO LERNA, Betty. El feminismo no puede ser uno porque las mujeres somos diversas. Aportes a un feminismo negro decolonial desde la experiencia de las mujeres negras del Pacífico colombiano. La manzana de la discordia, Julio - Diciembre, Año 2010, Vol. 5, No. 2: 7-24.

Dinâmica:
3h: por dia de aula expositiva

Referências completas:
COSTA, Maria da G. Agroecologia, (Eco)Feminismo e “Bem-Viver”. Emergências Descoloniais no movimento ambientalista brasileiro. Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s 's World Congress (Anais Eletrônicos),Florianópolis, 2017, ISSN 2179-510X.
CUSICANQUI, Silvia Rivera. Ch’ixinakax utxiwa. Una reflexión sobre prácticas y discursos descolonizadores. Buenos Aires: Tinta Limón, 2010.
GONZÁLEZ, Lélia. A mulher negra na sociedade brasileira: Uma abordagem político-econômica. RIOS, Flávia; LIMA, Márcia. (org.) Por um feminismo afrolatinoamericano: ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
GUZMÁN, Adriana. Descolonizar la memoria. Descolonizar los feminismos. La Paz; Tarpuna Muya, 2019.
LOZANO LERNA, Betty. El feminismo no puede ser uno porque las mujeres somos diversas. Aportes a un feminismo negro decolonial desde la experiencia de las mujeres negras del Pacífico colombiano. La manzana de la discordia, Julio - Diciembre, Año 2010, Vol. 5, No. 2: 7-24.
LUGONES,M. Colonialidad y Género. Tabula Rasa, Bogotá, Colombia, n.9, p.73-101, 2008.
MIÑOSO, Yuderkys E. De por qué es necesario un feminismo descolonial: diferenciación, dominación coconstitutiva de la modernidad occidental y el fin de la política de identidad. Solar, Revista de Filosofía Iberoamericana, Dossier Epistemologías feministas latino-americanas, v. 12, n. 1, p. 141-71, 2017.
CURIEL, Ochy. “Construindo metodologias feministas a partir do feminismo decolonial”. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de (Org.). Pensamento feminista hoje: perspectivas decoloniais
SEGATO, Rita Laura. La escritura en el cuerpo de las mujeres asesinadas en Ciudad Juárez: territorio, soberanía y crímenes de segundo estado. Buenos Aires: Tinta Limón, 2014.

Programa

1. O judeu como estrangeiro: algumas reflexões
2. A situação dos judeus na Europa: séculos XIII a XVIII
3. A Inquisição Espanhola e a Inquisição Portuguesa: tipicidades, semelhanças e diferenças.
4. A cultura como perseguição: Autos de Fé, descrição, análise.
5. A constituição de Estados "puros" étnica e religiosamente. Os Estatutos de limpeza de sangue.
6. O marranismo e os cripto-judeus: transculturação.
7. A Diáspora Sefaradita: América Colonial e Europa. Conflitos inter-comunitários: toshavim/megorashim; sefaradim/ashkenazim.
8. Os judeus no Brasil colonial: a transferência do preconceito para o Brasil-Colônia
9. Um estudo de caso: os cristãos novos da Bahia
10. Desenvolvimento cultural dos judeus sob domínio espanhol e lusitano.

Bibliografia
Berezin, R. (org): Caminhos do Povo Judeu. São Paulo: Vaad há'chinuch, 1975
Elazar, D. I. "Sefaradim y Ashkenazim: La Tradición Clásica y Romántica en el Judaísmo" em Merkaz Ierushalaim, N*2
Gendler, E.E. "Community" em Cohen, A.A. & Mendes-Flohr, P (eds). Contemporary Jewish Religious Thought. London: Collier Macmillan Publishers, 1987.
Johnson, P. História dos Judeus, Rio de Janeiro: Imago Ed., 1995.
Kamen, H. A Inquisição Española. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1966 (caps. 1, 2 e 3)
Malamat, A, Tadmor, H., Stern, M, Safrai, S., Bem-Sasson, H. H. & Ettinger, S. Historia del Pueblo Judío. Madrid: Alianza Editorial, 1988 (Volume II)
Novinsky, Anita. Cristãos Novos na Bahia. São Paulo: Editora Perspectiva, 1972
Novinsky, A. & Tucci Carneiro, M.A. Inquisição: Ensaios sobre Mentalidade, Heresias e Arte. São Paulo: EDUSP, 1992
Roth, C. La época europea, em Grandes Épocas e Ideas del Pueblo Judío. Buenos Aires: Editora Paidós, 1965.
Scholem, G. A Mística Judaica. São Paulo: Editora Perspectiva, 1972 (cap. 7)
Tucci Carneiro, M. L. Preconceito Racial no Brasil Colonia. São Paulo: Editora Brasiliense, 1983.

Programa

Cronograma das aulas:
Aula 1 (06/02) - Introdução: ciência e ideologia na sociedade burguesa.
Aula 2 (08/02) - Marx e a crítica da ciência burguesa.
Aula 3 (09/02) - Da mistificação à ciência revolucionária.
Aula 4 (13/02) - Engels e a crítica à epistemologia das ciências naturais no século XIX.
Aula 5 (15/02) - Biologia como ideologia: a naturalização da realidade social e histórica.
Aula 6 (16/02) - Conclusão: ciência, verdade e emancipação.

Bibliografia completa do curso:
BALDWIN, Thomas (ed.). The Cambridge History of Philosophy 1870-1945. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
BERNAL, John Desmond. Dialectical Materialism and Modern Science. Science & Society, v. II, n. 1, pp. 58-66, winter 1937.
CAHAN, David. Anti-Helmholtz, Anti-Zöllner, Anti-Dühring: the freedom of science in Germany during the 1870s. In: KRÜGER, Lorenz (ed.). Universalgenie Helmholtz. Berlin / Boston: Akademie Verlag, pp. 330-344, 1994.
__________. Hermann von Helmholtz and the Foundations of Nineteenth-century Science. Berkeley / London / Los Angeles: University of California Press, 1994.
CARCANHOLO, Reinaldo. Capital: essência e aparência. Vol. 2. São Paulo: Expressão Popular, 2013. 
CHASIN, José. Marx: Estatuto Ontológico e Resolução Metodológica. São Paulo: Boitempo, 2009.
COLEMAN, William. Biology in the Nineteenth Century. Problems of Form, Function and Transformation. Cambridge: Cambridge University Press, 1978.
DARWIN, Charles. The Origin of Species by Means of Natural Selection. The Descent of Man and Selection in Relation to Sex. Chicago: Encyclopædia Britannica, 1952.
DOBB, Maurice. A Evolução do capitalismo. Rio de janeiro: Zahar Editores, 1977.
DUAYER, Mario. Economia depois do relativismo: crítica ontológica ou ceticismo instrumental? Anais do VIII Congresso de Economia Política, Jun. 2003. 
__________. Marx, verdade e discurso. Perspectiva, v. 19, n. 1, pp. 15-39, jan/jun 2001. 
__________. Relativismo, certeza e conformismo: para uma crítica das filosofias da perenidade do capital. Revista da Sociedade Brasileira de Economia Política, v. 27, pp. 58-83, 2010.
EAGLETON, Terry. Ideologia. Uma Introdução. São Paulo: Boitempo Editorial, 1997.
ENGELS, Friedrich. Anti-Dühring. A revolução da ciência segundo o senhor Eugen Dühring. São Paulo, Boitempo, 2015.
ENGELS, Friedrich. Dialética da natureza. São Paulo: Boitempo, 2020.
ENGELS, Friedrich. Esboço para uma crítica da Economia Política. Verinotio – Revista On-line de Filosofia e Ciências Humanas, Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, pp. 263-287, 2020. 
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HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Epítome. Volume 1. Lisboa: Edições 70, 1988.
__________. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Epítome. Volume 2. Lisboa: Edições 70, 1989.
__________. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Epítome. Volume 3. Lisboa: Edições 70, 1992.
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MARX, Karl. O Capital: crítica da economia política. Livro I: o processo de produção do capital. São Paulo: Boitempo, 2011.
__________. O Capital: crítica da economia política. Livro II: o processo de circulação do capital. São Paulo: Boitempo, 2014.
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__________. Grundrisse: manuscritos econômicos de 1857-1858: esboços da crítica da economia política. São Paulo: Boitempo; Rio de Janeiro: Ed. URFJ, 2011.
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MUSTO, Marcello. Difusão e recepção dos Grundrisse no mundo: uma contribuição para a história do marxismo. Crítica Marxista, n. 27, pp. 99-108, 2009. 
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NETTO, José Paulo. Introdução ao estudo do método de Marx. São Paulo: Expressão Popular, 2011.
PIMENTA, Pedro Paulo. Darwin e a seleção natural: uma história filosófica. São Paulo: Edições 70, 2019.
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THEUNISSEN, Michael. Crise do poder: teses para a teoria da contradição dialética. Cadernos de Filosofia alemã: Crítica e Modernidade, 24 (1), pp. 183-196, 2011.
WOOD, Allen; HAHN, Songsuk (eds.). The Cambridge History of Philosophy in the Nineteenth Century (1790–1870). Cambridge: Cambridge University Press, 2012.