Programa

Aula 01 – Introdução e conceitos, linha do tempo
Na nossa primeira aula veremos alguns conceitos importantes para conhecer melhor os autores analisados, Walter Benjamin e George Orwell. Montaremos uma linha do tempo dos principais eventos históricos que atravessam a obra dos autores, tendo em mente a Primeira Guerra Mundial e a Revolução Russa (1914-1917). Assim faremos uma introdução a alguns conceitos importantes dentro da História, Filosofia e Literatura, como escrita política, fascismo, entre outros.

Aula 02 - Crise econômica e ascensão do fascismo
Na nossa segunda aula veremos questões sociais e históricas que envolvem o período do pós-guerra, especialmente entre os anos 1929 e 1933 na Europa. Também estudaremos a ascensão do Fascismo e os desdobramentos após a morte de Lenin e Trotsky na URSS em 1940. Analisaremos alguns conceitos utilizados por Walter Benjamin, tal como reificação, consciência de classe, além de fatos e acontecimentos históricos importantes, como a República de Weimar e a criação da Escola de Frankfurt. Tendo esse panorama em mente, veremos a experiência de George Orwell junto aos moradores de rua de Paris e Londres, e a experiência de Walter Benjamin em Paris.
Obras analisadas
George Orwell - “Na Pior em Paris e Londres” (1933) “O albergue” (1931)
Walter Benjamin - “Teses sobre o conceito de história” (1940) “Experiência e pobreza” (1933)

Aula 03 - Semelhanças e dissemelhanças
Na nossa terceira aula veremos como se deram alguns desdobramentos políticos e sociais após o pacto entre Hitler e Stalin, analisando a Segunda Guerra e os campos de concentração que se espalham pela Europa. Estudaremos alguns trechos em que Walter Benjamin e George Orwell criticam o regime stalinista, nas “Teses sobre o Conceito de História”, “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” e no prefácio à edição ucraniana de “Animal Farm”.
Obras analisadas
George Orwell - “Resenha de Mein Kampf” (1940) e “Prefácio à edição ucraniana de Animal Farm” (1945)
Walter Benjamin - “Teses sobre o Conceito de História” (1940), “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” (1936)

Aula 04 - A crítica ao progresso
Em nossa quarta aula veremos como os autores observam e comentam a relação entre progresso técnico e social na Europa, assim como o fenômeno do culto ao líder e a relação entre história e messianismo. Analisaremos os textos de Walter Benjamin que tratam a respeito da sua ruptura com Stálin e a URSS, e veremos como George Orwell construiu personagens alegóricas às figuras da Revolução Russa, na obra Animal Farm.
Obras analisadas
George Orwell - “Animal Farm” (1945) e “O que é o fascismo?” (1944)
Walter Benjamin - “Teses sobre o conceito de história” (1940) “Teorias do fascismo alemão” (1930)

Aula 05 - O reino da tecnologia
Na quinta aula veremos o panorama do pós-guerra e como os “avanços” tecnológicos ajudam a intensificar a reificação nas relações sociais. Veremos exemplos de ensaios e textos dos autores a respeito do avanço da técnica, como por exemplo no que culmina a ideia de vigilância no livro 1984.
Obras analisadas
George Orwell - “1984” (1949), trechos do diário de Orwell e cartas, trechos de “O caminho para Wigan Pier” (1937)
Walter Benjamin - “Teses sobre o conceito de história” (1940)
Theodor Adorno - “Culture Critique and Society,” (1949)

Aula 06 - Crise contemporânea
Em nossa última aula veremos como a obra de Walter Benjamin e George Orwell atuam como uma ferramenta interpretativa para a crise contemporânea, que surge de desdobramentos do neoliberalismo até o recrudescimento do neofascismo. Também veremos como a ideia do messianismo benjaminiano se baseia em seu potencial de transformação social, fazendo um paralelo com desdobramentos contemporâneos e políticos no Brasil.
Obras analisadas
Theodor Adorno - “Aspectos do novo radicalismo de direita”
Mark Fisher - “É mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo?” (2009)

Programa

AULA 01. Corpos e espaços: os atores e os edifícios teatrais na transição colonial-republicana. (01/08)

AULA 02. Aspectos da dramaturgia: a obra de Luis Ambrosio Morante. (02/08)

AULA 03. A imprensa e a recepção do teatro: polêmicas, ideias estéticas e crônicas da cena. (03/08)

AULA 04. A tradução teatral na formação de práticas dramatúrgicas (1818-1849). (04/08)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ESCALONA, Fabian. Hamlet en el Mapocho: Luis Ambrosio Morante y el teatro transicional tardo-colonial/temprano-republicano
en el Cono Sur. MERIDIONAL Revista Chilena de Estudios Latinoamericanos. n. 8, 2022, p. 149-178.
FOPPA, Tito Livio. Diccionario teatral del Río de la Plata. Buenos Aires: Argentores, 1961.
HALPERIN DONGHI, Tulio. Reforma y disolución de los imperios ibéricos. 1750-1850. Historia de América Latina, Volumen 3.
Madrid: Alianza Editorial, 1985.
KLEIN, Theodoro. El actor en el Río de la Plata. Buenos Aires: Argentores, 1984.
LANDINI, María Belén. El teatro de Luis Ambrosio Morante (1780-1837): configuración de territorialidades rioplatenses en torno al
proceso independentista. Tese de Doutorado. Universidad de Buenos Aires, Buenos Aires, 2021.
PELEGRI, Andrea. “La especificidad de la traducción teatral en procesos de escenificación”. In: La invisibilidad de la traducción en
la escena chilena las relaciones entre el texto teatral traducido y las prácticas escénicas de directores y actores santiaguinos
(2014-2016). Tese de Doutorado. Pontifícia Universidad Católica de Chile, Santiago, 2017.
PELLETIERI, Osvaldo. Historia del teatro argentino en Buenos Aires. Volumen I: El período de constitución (1700-1884). Buenos
Aires: Galerna, 2001.
PEREIRA SALAS, Eugenio. Historia del teatro en Chile desde sus orígenes hasta la muerte de Juan Casacuberta (1849).
Santiago: Ediciones de la Universidad de Chile, 1974.
REYES POSADA, Carlos. El teatro en el Nuevo Reino de Granada. Medellín: Fondo Editorial Universidad EAFIT, 2008.
VERNECK, Bruno. Y al morir al hombre enseña: teatro e política no contexto das independências. REVISTA USP, v. 1, p. 31-46,
2021.

 

Programa


Aula 1 (Carolina Luiz e Natália Leon): O silêncio das mulheres na história e na literatura.

Aula 2 (Carolina Luiz): Medusa: do monstro à vítima.

Aula 3 (Natália Leon): A medusa que é bela e ri: Cixous e a crítica do falocentrismo na literatura ocidental.

Aula 4 (Natália Leon): Afinal, o que pode ser a escrita feminina?

Aula 5 (Carolina Luiz): O rapto de Perséfone e outros crimes: as poetas e a reescrita da violência mitológica.

Aula 6 (Carolina Luiz e Natália Leon): A escrita feminina e algumas leituras feministas da mitologia grega: uma conversa.

BIBLIOGRAFIA:

BECKER, Mar. A mulher submersa. Bragança Paulista: Urutau, 2020.
BENJAMIN, Walter. “Sobre o conceito de história”. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Obras escolhidas, vol. 1. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985, pp. 222-232.
CIXOUS, Hélène (1976). O riso da Medusa. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2022.
CIXOUS, Hélène (1989). A hora de Clarice Lispector. São Paulo: Nós, 2022.
CIXOUS, Helène. Le nom d´Oedipe, chant du corps interdit. Paris: Edition de Femmes, 1978.
CIXOUS, Helène, Clément, Catherine (1975). The newly born woman. Minneapolis: Minnesota Press, 1996.
DOVE, Rita (1995). “Mother Love.” Collected Poems: 1974-2004. Edição do Kindle.
FRANCO, Stella Maris Scatena. “Gênero em debate: problemas metodológicos e perspectivas
historiográficas”. In: VILLAÇA, Mariana; PRADO, Maria Ligia C. (org.). História das Américas:
fontes e abordagens historiográficas. SP: Humanitas/Capes, 2015, pp. 36-51.
GLÜCK, Louise. Averno. New York: Farrar, Straus and Giroux, 2006. (Edição do Kindle)
HESÍODO. Teogonia. Tradução Christian Werner. São Paulo: Hedra, 2013.
KRISTEVA, Julia. “Suffering and Horror”. In: Powers of Horror. An Essay on Abjection. New York. Columbia University Press, 1982.
LORAUX, Nicole. Maneiras trágicas de matar uma mulher: Imaginário da Grécia Antiga.
Tradução: Mário da Gama Kury. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988.
OVÍDIO NASÃO, Públio. As Metamorfoses. Tradução David Gomes Jardim Júnior. Rio de Janeiro: Tecnoprint Ediouro, 1983.
PERROT, Michelle. “Escrever uma história das mulheres: relato de experiência”. In: Cadernos Pagu
(4), 2008, pp. 9-28.
PLATH, Sylvia. Ariel. Tradução Rodrigo Garcia Lopes, Cristina Macedo. Campinas, SP: Verus Editora, 2018. Edição do Kindle.
ROMÃO, Luiza. Também guardamos pedras aqui. São Paulo: Nós, 2021.

Programa

Aula 1 – Ordem econômica, questão social e mobilização popular: do massacre da companhia bananeira (1928) ao Gaitanismo (décadas de 1930 e 1940)
Aula 2 – El Bogotazo (1948), La Violencia (1946-1957) e El Frente Nacional (1957-1974): autoritarismo e democracia restringida
Aula 3 – O conflito armado das décadas de 1960 a 1980: as FARC, o M-19, o paramilitarismo e o narcotráfico
Aula 4 – A Assembleia Constituinte de 1991: a luta por direitos, o projeto neoliberal e a retórica da paz

Referências bibliográficas:
ACOSTA OLAYA, Cristian. Un dique en aguas turbulentas. Identidades políticas, populismo y violencia en la Colombia de Jorge Eliécer Gaitán, 1928-1948. Bogotá, D. C.: Editorial Universidad del Rosario, 2022.
ALAPE, Arturo. El Bogotazo: memorias del olvido. Bogotá: Ministerio de Cultura: Biblioteca Nacional de Colombia, 2016.
ARCHILA NEIRA, Mauricio; PARDO, Mauricio. Movimientos sociales, Estado y democracia en Colombia. Bogotá: Universidad Nacional de Colombia, Centro de Estudios Sociales, Instituto Colombiano de Antropología e Historia, 2001.
ARCHILA NEIRA, Mauricio. Idas y venidas vueltas y revueltas – Protestas Sociales en Colombia, 1958-1990. Bogotá: Instituto Colombiano de Antropología e Historia / Centro de Investigación y Educación Popular, 2003.
ARCHILA NEIRA, Mauricio; TORRES CENDALES, Leidy Jazmín (ed.). Bananeras. Huelga y Masacre. 80 años. Bogotá: Universidad Nacional de Colombia, 2009.
ARIAS TRUJILLO, Ricardo. Historia de Colombia contemporánea (1920-2010). Bogotá: Ministerio de Cultura: Biblioteca Nacional de Colombia, 2017.
DUQUE DAZA, Javier. El Frente Nacional revisitado: el cambio institucional en Colombia y sus efectos no previstos. Refexión Política, [S. l.], v. 21, n. 42, p. 109-128.
ECHEVERRY-CAMPUZANO, Ángela Milena; RAMÍREZ BACCA, Renzo. Proceso constituyente y asamblea nacional de 1991. Representaciones sobre la paz en la prensa escrita a partir de Voz. La verdad del Pueblo. Folios, [S. l.], 30, 2014, p. 11-44.
GREEN, W. John. Gaitanismo, liberalismo de izquierda y movilización popular. Medellín: Fondo Editorial Universidad EAFIT, Banco de la República, 2013
LEMAITRE RIPOLL, Julieta. El derecho como conjuro: fetichismo legal, violencia y movimientos sociales. Bogotá: Siglo del Hombre Editores, 2009.
PALACIOS, Marco. Violencia pública en Colombia, 1958-2010. Bogotá: FCE, 2012.
PASCHEL, Tianna. Becoming black political subjects: movements and ethno-racial rights in Colombia and Brazil. Princeton: Princeton University Press, 2016.
TIRADO MEJÍA, Álvaro. La Revolución en Marcha. El primer Gobierno de López Pumarejo, 1934-1938. Bogotá: Universidad Nacional, Penguin, 2019.
TORRES FORERO, César Augusto. De las aulas a las urnas. La Universidad del Rosario, la Séptima Papeleta y la Constituyente de 1991. Bogotá: Editorial Universidad del Rosario, 2007.
SANTAMARÍA CHAVARRO, Ángela. Lorenzo Muelas y el constitucionalismo indígena “desde abajo”: una retrospectiva crítica sobre el proceso constituyente de 1991. Colombia Internacional, [S. l.], n. 79, sept.-dic. 2013, p. 77-120.
VALENCIA VILLA, Hernando. Cartas de batalla: una crítica del constitucionalismo colombiano. Bogotá: Panamericana Editorial, 2010.
VIANNA, Rodrigo de Luiz Brito. A democracia e as armas – a trajetória do grupo guerrilheiro colombiano M-19. Dissertação (Mestrado em História Social). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.
WILLS OBREGÓN, María Emma. Inclusión sin representación. La irrupción política de las mujeres en Colombia (1970-2000). Bogotá: Editorial Norma, 2007.

Programa

Aula 1: Tékhne, medicina e filosofia
05 de Agosto, 19h-21h

a) Sentidos e usos da palavra tékhne
b) Relações entre medicina e filosofia na Antiguidade

Aula 2: A tékhne do sonho
12 de Agosto, 19-21h

a) O uso dos sonhos como método de investigação
b) Onirocrítica na arte médica e no pensamento filosófico

 

Bibliografia:
ARTEMIDORO DE DALDIS. Oneirokritika: livros de análise de sonhos: livro V. Organização de Anise de A. G. D'Orange Ferreira. 1. ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2014
BALANSARD, Anne. Technè dans les dialogues de Platon. Sankt Augustin: Academia Verlag, 2001
BUCCOLINI, Claudio; TOTARO, Pina (org.). Somnia – Il sogno dall’antichità all’età moderna. Roma: ILIESI, 2020
DODDS, E. R. Os gregos e o irracional. Tradução de Paulo Domenech Oneto. São Paulo: Escuta, 2002
EIJK, Philip J. Van der. Medicine and philosophy in classical antiquity. Cambridge: Cambridge University Press, 2005
ENTRALGO, Pedro Laín. La medicina hipocrática. Madrid: Ediciones de la Revista de Occidente, 1970
FREDE, Michael. Philosophy and medicine in antiquity. In: DONAGAN, Alan; PEROVICH, Anthony N.; WEDIN, Michael V. (org.). Human nature and natural knowledge. Dordrecht: Springer, 1986
JAEGER, Werner. Paideia. Tradução de Artur M. Parreira. 6. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2013.
LÖBL, Rudolf von. Techne: Untersuchung zur Bedeutung dieses Wortes in der Zeit von Homer bis Aristoteles. Bd. 1: Von Homer bis zu den Sophisten. Würzburg: Königshausen und Neumann, 1997
NUTTON, Vivian. Ancient medicine. 3. ed. New York: Routledge, 2024.
PALMIERI, Marina Leonhardt. Os tratados sobre o sono e os sonhos, "De Somno et Vigilia" e "De Insomniis", de Aristóteles. 2015. Dissertação – Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2015
TÜRCKE, Christoph. Philosophy of dreams. New Haven: Yale University Press, 2013
VEGETTI, Mario. La medicina in Platone. Venezia: Il Cardo Editore, 1995

Programa

Aula 01 — O lugar histórico da obra tardia de Thomas Mann: Meine Zeit (1950).
Aula 02 — Doutor Fausto (1947): a danação do humanismo europeu.
Aula 03 — O eleito (1951): a contrição do humanismo europeu.
Aula 04 — A enganada (1953): a paródia do Romantismo alemão.
Aula 05 — A reconciliação destrutiva: a obra tardia de Thomas Mann.

Bibliografia:
- ADORNO, T. W. “Spätstil Beethovens”, in: Gesammelte Schriften, vol. 17, Frankfurt a.M.: Suhrkamp, 1974, pp. 17-20.
- AUERBACH, E. Ensaios de literatura ocidental. São Paulo: Editora 34/Duas Cidades, 2007
- ____. “Figura”, in Figura: São Paulo: Editora 34/Duas Cidades, 2024, pp. 41-122.
- ____. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Perspectiva, 2015.
- GALVÃO, W. N. “‘O eleito’, de Thomas Mann: a arte da paródia e da ironia”. In: Lendo e relendo, São Paulo: Edições Sesc; Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2019, pp. 195-224.
- JOLLES, A. Formas simples: legenda, saga, mito, adivinha, ditado, caso, memorável, conto, chiste. Trad. Alvaro Cabral, São Paulo: Cultrix, 1976.
- KAHLER, E. The orbit of Thomas Mann, Princeton: Princeton University Press, 1969.
- LUKÁCS, G. Essays on Thomas Mann, London: Merlin Press, 1964.
- _____. “Thomas Mann e a tragédia da arte moderna”, in.: Ensaios sobre literatura, São Paulo: Civilização Brasileira, 1965.
- MANN, Thomas. A gênese do Doutor Fausto, São Paulo: Mandarim, 2001.
- _____. As três últimas novelas: As cabeças trocadas; A lei; A mulher atraiçoada. Trad. Gilda Lopes Encarnação. Porto: Livros do Brasil, 2015.
- _____. Ouvintes alemães: discursos contra Hitler, trad. Antonio Carlos dos Santos e Renato Zwick, Rio de Janeiro: Zahar, 2009.
- _____. Die Betrogene und andere Erzählungen, Frankfurt a. Main: S. Fischer Verlag, 2015.
- _____. Doutor Fausto: a vida do compositor alemão Adrian Leverkühn contada por um amigo. São Paulo: Cia das Letras, 2016.
- _____. Essays: 1945 — 1955. Frankfurt a. Main: S. Fischer Verlag, 2014.
- _____. O eleito, Trad. Cláudia Dornbusch, São Paulo: Cia das Letras, 2018.
- ROSENFELD, A. Thomas Mann, São Paulo: Perspectiva/Unicamp/Edusp, 1994.
- SAID, Edward W. Estilo tardio, São Paulo: Cia das Letras, 2009.
- VAGET, Hans Rudolf. Thomas Mann, der amerikaner, Frankfurt a. Main: S. Fischer Verlag, 2011.

Programa

• A semântica da (in)definitude do sintagma nominal e o ensino do artigo no português brasileiro;
• A semântica da quantidade nominal e o singular e o plural no português;
• Semântica formal e ensino de Língua Portuguesa: Uma proposta de análise e reflexão dos pronomes indefinidos;
• Práticas de análise linguística na escola: reflexões sobre a semântica do fenômeno crase no português brasileiro;
• A noção de sentido: uma relação entre a semântica e a gramática;
• A semântica Fregeana e o ensino de coesão;
• A semântica dinâmica e a semiótica discursiva no ensino de coerência;
• A semântica das conjunções e as relações entre as sentenças;
• A estrutura informacional e a sua contribuição para a interpretação e produção de textos orais e escritos na Educação Básica;
• A semântica dos modificadores e o ensino de orações subordinadas adjetivas;
• O ensino de modificação adverbial em língua portuguesa;
• Produção de material didático em semântica;
• Produção de material didático em semântica: a BNCC e o livro didático;
• Ferramentas tecnológicas no ensino de semântica;
• Descrição de tempo e aspecto verbal e o ensino de tempos verbais no português brasileiro;;
• Os tempos verbais simples e progressivos.


Sistema de Avaliação:

Para ser aprovado o aluno deve finalizar o curso com uma frequência mínima de 75% da carga-horária total do curso que será contabilizada a partir da participação nas aulas online no Google Meets e das atividades de leitura supervisionada no Google Forms.


Bibliografia:

ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007.
¬¬¬¬
___________. Gramática contextualizada: limpando o ‘pó das ideias simples’. São Paulo: Parábola Editorial, 2014.

___________. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.

AVERBUCK, L. Expressão verbal escrita de alunos do primeiro ciclo da UFRGS: A estrutura do parágrafo e processos de pensamento lógico. Cadernos de pesquisa 26. Fundação Carlos Chagas, 1975.

AZEVEDO, Isabel Cristina Michelan de. O papel da argumentação na construção de competências discursivas no ambiente escolar. In: MOSCA, Lineide Salvador. Retórica e Argumentação em Práticas Sociais Discursivas. Coimbra: Grácio Editor, 2016b. p. 159-185.

AZEREDO, José Carlos de. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa. São Paulo: Publifolha, 2018.

BAGNO, Marcos. Gramática Pedagógica do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2011.

BECHARA, Evanildo. Ensino da gramática. Opressão? Liberdade?. 4 ed. São Paulo: Ática, 1989. (Princípios; 26).

____________. Gramática escolar da língua portuguesa.2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2010.

____________. Moderna gramática portuguesa. 38. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.

BELINE, Ronald. Língua e Variação. In.: FIORIN, J. Linguística? O que é isso?. São Paulo: Contexto, 2013.

BERTRAND, Denis. Parler pour convaincre: Rhétorique et discours. Paris: Éditions Gallimard, 1999.

BEZERRA, Maria Auxiliadora.; REINALDO, Maria Augusta. Análise linguística: afinal a que se refere? São Paulo: Cortez, 2013.

BIDERMAN, Maria Tereza. O conhecimento, a terminologia e o dicionário. Ciência e Cultura. São Paulo, v. 58, n. 2, p. 35-37, 2006.

BORGES NETO, José; MÜLLER, Ana Lúcia de Paula; PIRES DE OLIVEIRA, Roberta. A semântica formal das línguas naturais: histórias e desafios. In: Revista de Estudos da Linguagem. Belo Horizonte, v. 20, n. 1, p. 119-148, jan./jun., 2012.

BORGES NETO, José. Gramática e Lógica. Revista da ABRALIN, v.15, n.1, p. 121-138, jan./jun. 2016.

BRANDÃO, Carlos. Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense. 1999.

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 2018. Disponível em: <> Acesso em: 20 set. 2018.

BRITTO, Luiz Percival Leme. A sombra do caos: ensino de língua X tradição gramatical. Campinas: ALB/Mercado de Letras, 1997.

BUNZEN, Clecio; MENDONÇA, Márcia. org. Português no ensino médio e formação do professor. São Paulo: Parábola Editorial, 2006.

CAMPOS, Elísia Paixão de. Por um novo ensino de gramática: orientações didáticas e sugestões de atividades. Goiânia: Cânone editorial, 2014.

CANÇADO, Márcia. Manual de semântica: noções básicas e exercícios. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.

CARMO JR., José Roberto do. Estratégias enunciativas na produção do texto publicitário verbovisual. In: OLIVEIRA, Ana Cláudia de; TEIXEIRA, Lúcia. Linguagens na comunicação: desenvolvimentos de semiótica sincrética. São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2009.

CASTILHO, Ataliba. Introdução ao estudo do aspecto verbal na Língua Portuguesa. Marília: 1968.

_________________ O aspecto verbal no Português falado. In Gramática do português falado. Campinas: Ed. da UNICAMP, vol. 7. 2002.

____________.. Nova Gramática do Português brasileiro.1. ed., 2ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2012.

CHIERCHIA, Gennaro. Semântica. Campinas: Editora da UNICAMP, 2003.

COMRIE, B. Tense. 4ª ed. Cambridge University Press, 1985.

CORREA, Thiago Moreira. Reflexões sobre uma didática para a Semiótica Visual: semissimbolismo. Comunicação oral. FAPS – Fórum de Atualização em Pesquisas Semióticas, mar. 2019. Disponível em . Acesso em 15 maio 2019.

CUNHA, Celso; Cintra, Lindley. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.

DOETJES, Jenny. Count/mass distinctions across languages. In.: MAIENBORN, Claudia; VON HEUSINGER, Klaus; PORTNER, Paul (ed.). Semantics: An International Handbook of Natural Language Meaning, De Gruyter Mouton, v. 3, 2559–2580, 2012.

EISNER, Will. Quadrinhos e a Arte Sequencial. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

FAVERO, Leonor. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991.

FERRAREZI JUNIOR, Celso. Semântica para a educação básica. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.

__________. Sintaxe para a educação básica. São Paulo: Contexto, 2012.

__________; BASSO, Renato. Semântica, semânticas: uma introdução. São Paulo: Contexto, 2013.

FERREIRA, Marcelo Barra. Curso de Semântica Formal. Berlim: Language Science Press, 2019.

FIORIN, José Luiz. As astúcias da enunciação. As categorias de pessoa, espaço e tempo. 2ª ed. São Paulo: Ática, 1999.

_________. Introdução à linguística: objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002.

_________. A linguagem humana: do mito a ciência. In.: Linguística? O que é isso?. São Paulo: Contexto. 2013, p. 13-43.

_________. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 2011.

_________. Figuras de retórica. São Paulo: Contexto, 2014.

FRANCHI, Carlos. Mas o que é mesmo ‘gramática’?. São Paulo: Parábola, 2006.

FREGE, Gottlob. Lógica e filosofia da linguagem. 2. ed. amp. e rev. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2009.

FREGE, Gottlob. Sobre o sentido e Referência. S. Miranda (trad.). Fundamento – Rev. de Pesquisa em Filosofia, v. 1, n. 3, maio – ago. 2011.

FREITAS, Marcela Martins. Tempo gramatical e aspecto: Descrição e ensino. Dissertação (mestrado). São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2019.

GOMES, Ana Quadros; MENDES, Luciana Sanchez. Para conhecer semântica. São Paulo: Contexto, 2018.

GERALDI, João. (org.). O texto na sala de aula. Cascavel: ASSOESTE, 1999.

GREIMAS, Algirdas Julien; COURTÉS, Joseph. Dicionário de semiótica. 2. ed. 1ª reimpressão, São Paulo: Contexto, 2012.

GREIMAS, Algirdas Julien. Sobre o sentido II: ensaios semióticos. 1ª ed. São Paulo: Nankin/EDUSP, 2014 [1983].

GRICE, Herbert Paul. Lógica e conversação. In: DASCAL, M. (Org.) Fundamentos metodológicos da linguística (IV). Campinas-Unicamp, 1982.

HURFORD, James. Language and Number: The Emergence of a Cognitive System. Basil Blackwell, Oxford, 1987.

ILARI, Rodolfo; POSSENTI, Sirio. Português e ensino de gramática. Contexto & Educacao, Ijui: s.n, v.9, n.36, p. 103-118, out./nov. 1994.

ILARI, Rodolfo; CASTILHO, Ataliba Teixeira de; CASTILHO, Célia M. de; et al. Considerações sobre a posição dos advérbios. In: Gramática do português falado: a ordem [S.l: s.n.], 2002.

ILARI, Rodolfo; BASSO, Renato. O verbo. In: ILARI, Rodolfo (org.) Gramática do português culto falado no Brasil. vol III: Palavras de classe aberta. São Paulo: Contexto, 2014. P. 65-242.

ILARI, Rodolfo. O português da gente: a língua que estudamos a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2014.

_________. Introdução ao estudo do léxico: brincando com as palavras. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2011.

_________. A Perspectiva Funcional da Frase Portuguesa. Campinas: Editora da Unicamp, 1992.

_________. A expressão do tempo em Português. São Paulo: Contexto, 1997.

_________. A linguística e o ensino de língua portuguesa. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

KATO, Mary. Tópico e sujeito: duas categorias na sintaxe? In: Cadernos de Estudos Linguísticos (17). Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1989.

_________. Tópicos como alçamento de predicados secundários, In: Cadernos de Estudos Linguísticos (34). Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 67-76, 1998.

KLEIMAN, Ângela; SEPULVEDA, Cida. Oficina de gramática-metalinguagem para principiantes. Campinas: Pontes Editora, 2014.

KLEIN, Wolfgang. Time in language. London and New York: Routledge, 1994.

KOCH, Ingedore Villaça. Argumentação e linguagem. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1996.

________ ; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Coerência textual. 17. ed., 2ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2008.

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Programa

LÍNGUA E CULTURA CATALÃS II


Unitat 5: Casa meva és casa vostra

GRAMÀTICA
- Quantificadors: massa, molt, bastant, força, més aviat, una mica, poc, gaire, gens
- Interrogatius: on / (a) quin
- Preposicions: a, en, amb
- Present d’indicatiu: haver-hi, ser, viure, estar-se, preferir
- Numerals ordinals: primer, segon...
- Estructures comparatives
- Expressions locatives: a prop, al costat, al mig, al darrere, entre, al final, lluny, al davant
- Connectors: a més, també
LÈXIC
- Noms de les vies públiques
- Noms i adjectius per indicar característiques de barris, pobles i ciutats
FONÈTICA
- La vocal neutra
CULTURA
- Barris de Barcelona i València



Unitat 6: Històries de vida

GRAMÀTICA
- Pronoms febles: el, la, els, les, ho
- Pronoms febles: em, et, es, ens, us (davant i darrere del verb)
- Interrogatiu: quan
- Numerals a partir del 100
- Expressions temporals: als 10 anys, quan, al cap de, l’any 2009, fa tres mesos, del 2010 al 2012...
- Present d’indicatiu: saber, conèixer
- Passat perifràstic d’indicatiu
- Imperfet d’indicatiu: ser, tenir, haver-hi
- Connector: per això
LÈXIC
- Verbs que indiquen experiències personals
- Noms i verbs que indiquen fets històrics
- Expressions per a reaccionar: què dius ara?, que fort, quina pena!, ostres!...
FONÈTICA
- Entonació d’expressions de sorpresa i tristesa
- El verb conèixer
CULTURA
- Dones invisibles de la història de Catalunya
- Persones destacades en diferents àmbits
- Fets rellevants de la història de Catalunya




Unitat 7: Menjar-se el món

GRAMÀTICA
- Quantificadors: gens, cap
- Pronoms febles: el, la, els, les, en
- Perífrasi d’obligació en present d’indicatiu: haver de + infinitiu
- Forma impersonal: es pot / s’ha de + infinitiu
- Present d’indicatiu: preferir, estimar-se més, agradar (més), voler, poder
- Connector: doncs
LÈXIC
- Noms de plats, d’aliments i de mesures
- Adjectius per a indicar qualitats del menjar
- Noms de dietes especials
FONÈTICA
- Entonació de preguntes que comencen amb que: Que tenim oli?
- Entonació de preguntes que comencen amb de + objecte directe: D’oli, en tenim?
CULTURA
- Arrossos tradicionals dels Països Catalans
- Plats típics catalans


Unitat 8: Xarxes, estils i tendències

GRAMÀTICA
- Interrogatius: què, quin, quina, quins, quines
- Demostratius: aquest, aquesta, aquests, aquestes / aquell, aquella, aquells, aquelles
- Pronom feble: hi
- Present d’indicatiu: dur, portar, posar-se, anar (vestit) amb / de
- Connectors: i tant, és clar, exacte
LÈXIC
- Noms de peces de vestir, de complements, de materials i de colors
- Adjectius per a descriure peces de vestir i complements
FONÈTICA
- Les vocals o i u
- Emmudiments
CULTURA
- Dissenyadors dels Països Catalans
- Els premis Gaudí del cinema català


Unitat 9: Hem fet molta feina!

GRAMÀTICA
- Expressions temporals: avui, fins ara, aquest matí, aquesta setmana...
- Pronoms febles: m’, t’, s’, ens, us
- Present d’indicatiu: saber, poder
- Perfet d’indicatiu
- Participis
- Connector: és que
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb les habilitats, i l’experiència laboral i formativa
- Expressions per a reaccionar: quin greu, em sap greu, ho sento, perdona...
FONÈTICA
- Les consonants p, b, t, d, c, g a final de paraula
- Entonació de frases de disculpa
CULTURA
- Voluntariats

LÍNGUA E CULTURA CATALÃS II

Objectius generals

Com a objectius generals, l’aprenent ha de ser capaç de comprendre i utilitzar oralment i per escrit expressions quotidianes i frases molt senzilles encaminades a satisfer les primeres necessitats en àmbits comunicatius i sobre temes molt propers als aprenents.
A més, l’aprenent ha de poder interactuar d’una manera senzilla amb els seus interlocutors.


Objectius específics

Unitat 5: Casa meva és casa vostra

- Dir on i amb qui viu algú
- Descriure un barri o una ciutat
- Localitzar els serveis d’un barri
- Fer comparacions

Unitat 6: Històries de vida

- Parlar de fets personals
- Parlar de fets de la història
- Narrar la vida de personatges destacats
- Explicar anècdotes i reaccionar-hi

Unitat 7: Menjar-se el món

- Explicar els ingredients d’un plat
- Entendre i donar consells sobre dietes
- Expressar gustos i preferències sobre menjars
- Entendre i produir intercanvis lingüístics per comprar aliments

Unitat 8: Xarxes, estils i tendències

- Opinar sobre les xarxes i les compres per internet
- Descriure com va vestit algú
- Explicar la forma de vestir en determinades ocasions
- Entendre i produir intercanvis lingüístics per comprar un peça de roba o complements

Unitat 9: Hem fet molta feina!

- Parlar de les habilitats
- Explicar les activitats que s’han fet durant el dia
- Disculpar-se i donar una excusa
- Informar de l’experiència laboral i formativa

REFERÈNCIES BIBLIOGRÀFIQUES

Manuals en paper
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BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Bàsic 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova, 2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell bàsic (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes. Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans: 2019.
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MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 1: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona: Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2018.

Recursos en línia
CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala
Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

Programa

Tópicos abordados
1. Antes e depois da virada historicista
2. Das regras lógicas aos valores cognitivos (McMullin, Lacey)
3. O que é um valor? (Lacey)
4. O que são valores sociais (Lacey, Longino, Kitcher)
5. Os valores sociais na ciência e uma ciência feminista (Longino)
6. Valores cognitivos, valores sociais e as etapas da atividade científica (Lacey)

Bibliografia
LACEY, H. Valores e atividade científica 1. São Paulo: Editora 34/Scientiae Studia, 2008.
__________ Valores e atividade científica 2. São Paulo: Editora 34/Scientiae Studia, 2010.
__________ Valores e atividade científica 3. São Paulo: Editora 34/Scientiae Studia, 2022.
Longino, H.E. Science as Social Knowledge. Princeton: Princeton University Press, 1990.
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__________“Gender, politics, and the theoretical virtues,” in Synthese 104:383–97.
__________“Subjects, power and knowledge: description and prescription in feminist philosophies of science”. in L. Alcoff and E. Potter (eds). Feminist epistemologies, New York: Routledge, 1995.
KITCHER, P. The advancement of Science: Science without legend, objectivity without illusion. New York: Oxford University Press, 1993.
____________ The lives to come: the genetic revolution and human possibilities.
____________ Science, Truth, and Democracy. Oxford University Press, 2001.

Programa

Aula 1: Introdução à Antropologia Visual

Aula 2: Abordagens antropológicas no/do cinema

Aula 3: Análise audiovisual na Antropologia

Aula 4: Produção audiovisual na Antropologia

Bibliografia

- Caiuby Novaes, Sylvia. Fotografia, cinema e televisão – desafios para a Antropologia no mundo contemporâneo. In: Cadernos de Antropologia e Imagem: Textos diversos, v. 23, Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2006, p. 195-207.

- Caiuby Novaes, Sylvia. Imagem, magia e imaginação: desafios ao texto antropológico. In: Mana, n. 14, v. 2, p. 455-475, 2008.

- Fanon, Frantz. Peles negras, máscaras brancas. Tradução de Sebastião Nascimento com colaboração de Raquel Camargo. São Paulo: Ubu Editora, 2020.

- Flaherty, Robert J. How I filmed Nanook of the North (Trechos). Disponível em: https://www.documentary.org/feature/how-i-filmed-nanook-north.

- Hikiji, Rose Satiko Gitirana. Imagem-Violência: etnografia de um cinema provocador. São Paulo: Terceiro Nome, 2019.

- MacDougall, David. O corpo no cinema. In: Barbosa, Andréa; da Cunha, Edgar Teodoro; Hikiji, Rose Satiko Gitirana; Caiuby Novaes, Sylvia. A experiência da imagem na etnografia. São Paulo: Terceiro Nome, 2016.

- Piault, Marc. A antropologia e a “passagem à imagem”. In: Cadernos de antropologia e imagem: Antropologia e cinema: primeiros contatos, v. 1, Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 1995, p. 23-30.

- Samain, Etienne. As imagens não são bolas de sinuca. Como pensam as imagens. In: Samain, Etienne. (org.). Como pensam as imagens. Campinas: Editora da Unicamp, p. 21-36, 2012.

- Triana, Bruna e Gómez, Diana A análise fílmica na antropologia. In: Barbosa, Andréa; da Cunha, Edgar Teodoro; Hikiji, Rose Satiko Gitirana; Caiuby Novaes, Sylvia. A experiência da imagem na etnografia. São Paulo: Terceiro Nome, 2016.

Filmografia:
- Nanook, o esquimó. Direção de Robert J. Flaherty. Produção de Robert J. Flaherty. Roteiro: Robert J. Flaherty. Estados Unidos: Revillon Frères, 1922. (79 min.), P&B.

- Acevedo Saenz, Lisa. As pátrias, a casa e o corpo: imagens do visível e do não visível das vidas de mulheres familiares de desaparecidos do conflito armado da Colômbia. 2022. Vídeo.

- Nós. Direção de Jordan Peele. Produção de Jasom Blum, Iam Cooper, Sean McKittrick, Jordan Peele. Intérpretes: Lupita Nyong’O, Winston Duke, Elisabeth Moss, Tim Heidecker, Shahadi Wright Joseph, Evan Alex, Yahya Abdul-Mateen II. Roteiro: Jordan Peele. Estados Unidos: Paramount Pictures, 2019. (116 min.), color.