Programa

Aula 1. Pasolini: vida e obra (1922 -1975)
Aula 2. Empirismo Herético (1972)
Aula 3. Escritos Corsários (1975)
Aula 4. Cartas Luteranas (1976)

Bibliografia:
TRADUÇÕES DE PIER PAOLO PASOLINI EM PORTUGUÊS:

PASOLINI, Pier Paolo. As cinzas de Gramsci. Trad. Alexandre Pilati. Brasília: C14/Casa da Edição, 2021.
_________. Ali dos olhos azuis. Ali dos olhos azuis. Trad. Andréia Guerini, Bruno Berlendis de Carvalho, Maria Cristina Pompa, Renata Lucia Bottini. São Paulo: Berlendis e Vertecchia, 2006.
_________. A hora depois do sonho. Trad. Edilson Alkmin Cunha. Rio de Janeiro, Bloch Editores, 1968.
_________. Amado meu. Trad. Elisabeth Braz, Luiz Nazário. São Paulo: Brasiliense, 1982.
_________. Caos: crônicas políticas. Trad. Carlos Nélson Coutinho. São Paulo, Brasiliense, 1982.
_________. Diálogo com Pier Paolo Pasolini: Escritos (1957-1984). Trad. Nordana Benetazzo. São Paulo, SP: Nova Stella Editorial Ltda, São Paulo, SP: Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro, 1986.
_________. Empirismo herege. Trad. Miguel Serras Pereira. Lisboa: Assírio & Alvim, 1982.
_________. Escritos Corsários. Trad. Maria Betânia Amoroso. São Paulo: Editora 34, 2020.
_________. Meninos da vida. Trad. Rosa Artini Petraitis, Luiz Nazário. São Paulo: Brasiliense, 1985.
_________. O pai selvagem. Trad. Silvana S. Rodrigues. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.
_________. Os jovens infelizes. Trad. Michel Lahud, Maria Betânia Amoroso. São Paulo: Brasiliense, 1990.
_________. Poemas Trad. Maurício Santana Dias] São Paulo: Cosac Naify, 2015.
_________. Teorema. Trad.Fernando Travassos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1968.
_________. Uma vida violenta. Trad. José Lima. Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.


EDIÇAO DE REFERÊNCIA PARA AS OBRAS DE PIER PASOLO PASOLINI:

PIER PAOLO PASOLINI: TUTTE LE OPERE. Edizione diretta da Walter Siti. Milano: Mondadori - I Meridiani [collana]

PASOLINI, Pier Paolo. Romanzi e racconti, Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 1998.
_________. Saggi sulla letteratura e sull'arte. Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 1999.
_________. Saggi sulla politica e sulla società. Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 1999.
_________. Per il cinema, Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 2001.
_________. Teatro, Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 2001.
_________. Le poesie. Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 2003.

Programa

Programa

1- "De São Paulo"- Mário de Andrade (21/07)
2 - "Espírito de São Paulo" e outros textos - Ribeiro Couto (22/07)
3 - "Ronda da meia-noite: vícios, misérias e esplendores da cidade de São Paulo" - Sylvio Floreal (23/07)
4 - "Pela cidade" e "Cosmópolis" - Guilherme de Almeida (24/07)

Bibliografia

ALMEIDA, Guilherme de. Cosmópolis: oito reportagens de Guilherme de Almeida. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1962.
__________. Pela cidade/Meu roteiro sentimental da cidade de S. Paulo. São Paulo Martins Fontes, 2004.
ANDRADE, Mário de. De São Paulo: cinco crônicas de Mário de Andrade, 1920-1921. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2004.
ARRIGUCCI JR, Davi. Enigma e comentário. Ensaios sobre literatura e experiência. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
BIGNOTTO, Cilza Carla “O Caso Sylvio Floreal”. In: Figuras de autor, figuras de editor: as práticas editoriais de Monteiro Lobato. São Paulo: Editoras Unesp, 2018.
BROCA, Brito. A vida literária no Brasil – 1900. Rio de Janeiro: José Olympio, 2005.
BULHÕES, Marcelo Magalhães. “Um jornalista do submundo: a reportagem narrativa em Sylvio Floreal”. In: Revista Comunicação Midiática: Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da Universidade Estadual Paulista, Bauru, ano 2, n.º 3, ago 2005, p. 105-116.
CANDIDO, Antonio et al. A Crônica: o gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil. São Paulo: Editora da UNICAMP; Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1992.
CARVALHO, José Murilo de. Sobre o pré-modernismo. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1988.
COUTO, Ribeiro. Espírito de São Paulo. Rio de Janeiro: Schmidt Editor, 1932.
FLOREAL, Sylvio. Ronda da Meia-Noite: Vícios, Misérias e Esplendores da Cidade de São Paulo. São Paulo: Boitempo, 2002.
HARDMAN, Francisco Foot. "Antigos Modernistas". In: NOVAES, Adauto (org). Tempo e História. São Paulo: Cia das Letras, 1992.
KALIFA, Dominique. Os Bas-fonds: História de um Imaginário. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2017.
LINS, Vera. Ribeiro Couto, uma questão de olhar. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1997.
LOPEZ, T. A. Mário de Andrade cronista de São Paulo nos primórdios do modernismo. Remate de Males, v. 33, n. 1-2, p. 51-89, 17 jun. 2015.
MEDINA, Cremilda. Notícia, um produto à venda: jornalismo na sociedade urbana e industrial. São Paulo: Summus, 1988.
MEYER, Marlise. Folhetim: uma história. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
MICELI, Sergio. Intelectuais à Brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
OLIVEIRA, Milena Fernandes de. O mercado de prestígio: consumo, capitalismo e modernidade na São Paulo da “Belle Époque” (1890-1914). São Paulo: Alamedam 2014.
RAGO, Margareth. “Apresentação: Nas margens da Paulicéia”. In: FLOREAL, Sylvio. Ronda da Meia-Noite: Vícios, Misérias e Esplendores da Cidade de São Paulo. São Paulo: Paz e Terra, 2003, p. 3-7.
RIO, João do. O momento Literário. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, Dep. Nacional do Livro, [1905] 1994.
SALIBA, Elias Thomé. Histórias, memórias, tramas e dramas da identidade paulistana. In: PORTA, P. (org). História da Cidade de São Paulo, v. 3: a cidade na primeira metade do século XX. São Paulo: Paz e Terra, 2004, p. 555-588.
SCHAPOCHNIK, Nelson. “Apresentação: Prelúdio à Sinfonia Cosmopolita”. In: FLOREAL, Sylvio. Ronda da Meia-Noite: Vícios, Misérias e Esplendores da Cidade de São Paulo. São Paulo: Boitempo, 2002, p. 13-17.
SODRÉ, Nelson Werneck. História da Imprensa no Brasil. São Paulo: Martins Fontes, 1983.
SUSSEKIND, Flora. Cinematógrafo de letras: literatura, técnica e modernização no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

Programa

Aula 1
1. Quem é Baltasar Gracián? Breves notas biográficas.
2. Os círculos letrados: a biblioteca de Lastanosa e as letras aragonesas.
3. A prosa política e cortesã: El Heroe, Oráculo Manual e El Político.
4. Prudência, razão de estado e práticas de corte.

Aula 2
1. Introdução à retórica do Siglo de Oro.
2. Metáfora e alegoria: notas introdutórias.
3. Retórica e agudeza
4. Agudeza e engenho nos tratados Agudeza y Arte de Ingenio de Baltasar Gracián.

Aula 3
1. A prosa filosófica espanhola.
2. Epopeia em prosa seiscentista.
3. Percorrer o mundo no El Criticón.
4. A prosa sacra no El Comungatório.

Referências bibliográficas

i) Obras de Gracián
GRACIÁN, Baltasar. Agudeza y Arte de Ingenio. 2 vols. Edição, introdução e notas de Evaristo Correa Calderón. Madrid: Clásicos Castália, 1987.
GRACIÁN, Baltasar. Arte de Ingenio, Tratado de la Agudeza. (2ª. Ed.) Edição, introdução e notas de Emilio Blanco. Madrid: Cátedra Letras Hispánicas, 2010.
GRACIÁN, Baltasar. El Héroe. Edição fac-símile. Prólogo de Aurora Egido. Zaragoza: Instituición “Fernando el Católico”, 2001.
GRACIÁN, Baltasar. El Político D. Fernando el Católico. Edição fac-símile. Prólogo de Aurora Egido. Zaragoza: Instituición “Fernando el Católico”, 2000
GRACIÁN, Baltasar. El Comungatorio. Ediçãoe notas de Luis Sánchez Laílla. Introdução de Aurora Egido. Zaragoza: Prensas Universitárias de Zaragoza, 2003.
GRACIÁN, Baltasar. El Criticón. (12ª Ed.) Edição, introdução e notas de Santos Alonso. Madrid: Cátedra Letras Hispánicas, 2013.
GRACIÁN, Baltasar. Oráculo Manual y Arte de Prudencia. Edição fac-símile. Prólogo de Aurora Egido. Zaragoza: Instituición “Fernando el Católico”, 2001.

ii) Estudos e ensaios sobre a obra do jesuíta
EGIDO, Aurora. CARMEN MARÍN, María. (Coord.) Baltasar Gracián: Estado de la cuestión y nuevas perspectivas. Caragoza: Instituición “Fernando el Católico”, 2001.
EGIDO, Aurora. Humanidades y dignidade del hombre en Baltasar Gracián. Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca, 2001.
EGIDO, Aurora. La búsqueda de la inmortalidad en las obras de Baltasar Gracián. Discurso leído el día 8 de Junio de 2014 en su Recepción Pública. Por la Sra. Dra. Aurora Egido. Y contestación del Excmo. Sr. D. Perre Gimferrer. Madrid: Sansueña Industrias Gráficas, 2014.
EGIDO, Aurora. Las caras de la Prudencia y Baltasar Gracián. Madrid: Editorial Castalia, 2000.
GARCÍA GIBERT, Javier. Baltasar Gracián. Madrid: Editorial Síntesis, 2003.
HIDALGO-SERNA, Emilio. El pensamiento ingenioso en Baltasar Gracián. Barcelona: Anthropos, 1993.

iii) Trabalhos gerais sobre as letras dos séculos XVI-XVII
CARILLA, Ernesto. Manierismo y Barroco en las letras hispânicas. Madrid, Gredos, 1983.
CHARTIER, Roger. Entre Poder y Placer. Cultura escrita y Literatura en la Edad Moderna. Madrid: Cátedra, 2000.
DOMÍNGUEZ ORTÍZ, Antonio. El antiguo régimen: los Reyes Católicos y los Austrias, vol.III de La Historia de España de Alfaguara. Madrid: Alianza, 1973.
MARAVALL, JOSÉ ANTONIO. La cultura del Barroco. Barcelona: Ariel, 1975.

Programa

Aula 1: O drama social: The Weavers (1892), de Gerhart Hauptmann

Aula 2: A fundação do teatro moderno britânico: Look Back in Anger (1956), de John Osborne

Aula 3: Entre o agitprop e o expressionismo: Hoppla, We’re Alive! (1927), de Ernst Toller

Aula 4: A formação do agitprop britânico: as peças curtas de Ewan MacColl

Aula 5: O teatro épico em teoria e prática: Mãe Coragem e Seus Filhos (1939), de Bertolt Brecht

Aula 6: Brecht entre os britânicos: Serjeant Musgrave’s Dance (1959), de John Arden

Bibliografia:
Peças
ARDEN, John. Serjeant Musgrave’s Dance. London: Bloomsbury Methuen, 2005.
BRECHT, Bertolt. Mãe Coragem e Seus Filhos. In:___________. Teatro Completo. Vol. 6. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.
GOORNEY, Howard; MACCOLL, Ewan (eds.). Agit-prop to Theatre Workshop: political playscripts 1930-50. Manchester: Manchester University Press, 1986.
HAUPTMANN, Gerhart. The Weavers. São Francisco: Chandler Publishing Company, 1965.
OSBORNE, John. Look Back in Anger. London: Faber & Faber, 1978.
TOLLER, Ernst. Seven Plays. Milton Keynes: Read Books, 2013.

Bibliografia preliminar
BENSON, Renate. German expressionist drama: Ernst Toller and Georg Kaiser. New York: Grove Press, 1984.
GRAY, Frances. John Arden. London: Macmillan Press, 1982.
INNES, Christopher. Modern British Drama 1890-1990. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.
OSBORNE, John. Gerhart Hauptmann and the naturalist drama. London: Routledge, 1998.
PATTERSON, Michael. Strategies of Political Theatre: Post-War British Playwrights. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
PISCATOR, Erwin. Teatro Político. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
REBELLATO, Dan. 1956 And All That: The Making of Modern British Drama. London: Routledge, 1999.
ROSENFELD, Anatol. O teatro épico. São Paulo: Editora Perspectiva, 2014.
SAMUEL, Raphael; MACCOLL, Ewan; COSGROVE, Stuart. Theatres of the Left 1880-1935: Workers’ Theatre Movements in Britain and America. London: Routledge, 1985.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno (1880-1950). São Paulo: Cosac Naify, 2011.
THOMSON, Peter; SACKS, Glendyr. (eds.) The Cambridge Companion to Brecht. Cambridge: Cambridge University Press, 2006.
WILLIAMS, Simon; HAMBURGER, Michael (eds.). A History of German Theatre. Cambridge: Cambridge University Press, 2008.

Programa

Aula 1: O que é intertextualidade?: fundamentos e conceitos
Apresentação da teoria e do histórico do conceito de intertextualidade e suas definições,

Aula 2: A intertextualidade na prática
A - Análise de textos que apresentem o processo intertextual
B - Atividade prática

Bibliografia:

BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo, 2010.
BARROS, Diana Luz Pessoa de.Dialogismo, polifonia, intertextualidade em torno de Bakhtin. São Paulo: Editora 34, 2016.
BARTHES, Roland. A câmara clara: nota sobre a fotografia. Tradução de Manuela Torres. Lisboa: Edições 70, 2018.
BRAIT, Beth. Ironia em perspectiva polifônica. Campinas, Editora da Unicamp, 1996.
CORRADIN, Flavia Maria. Antônio José da Silva, o Judeu: textos versus (con)textos. Cotia, Íbis, 1998.
FIORIN, José Luiz. Interdiscursividade e intertexto. São Paulo: Contexto, 2006.
GENETTE, Gérard. Palimpsestos: a literatura de segunda mão. Belo Horizonte: Vozes,
HUTCHEON, Linda. A theory of parody: the teachings of twentieth-century art forms. New York/London: Methuen, 1985.
Intertextualidades. (Trad. Poétique, n 27). Coimbra, Almedina, 1979
KRISTEVA, Julia. Introdução à semanálise. São Paulo, Perspectiva, 1974.
SAMOYAULT, Tiphaine. A intertextualidade; tradução de Sandra Nitrini. São Paulo: Aderaldo & Rothschild, 2008.
SANT’ANNA, Affonso Romano de. Paródia, paráfrase e cia.. São Paulo, Ática, 1985.
SILVA, Alexandre dos S.; TANIGUCHI, André K.; RIBEIRO, Leonardo C. A intertextualidade aplicada ao contexto pedagógico. REVISTA PANDORA BRASIL, Letras em foco II, nº 89, dezembro/2017,

Programa

Aula 1 - EPISTEMOLOGIAS LATINO-AMERICANAS: O pensamento de Paulo Freire
Docentes: Andrea Rosendo, Abril Romero, Oak Tonet Assad, Sarah Maria Cavalcante Rodrigues, Marcelly Machado Cruz e Fernanda do Nascimento Pinheiro

Tópicos:
● Pensamento Social Latino-americano
● Direitos humanos e cuidado
● Colonialidade e educação

Bibliografia:
BATTHYANY, Karina. Las políticas y el cuidado en América Latina - Una mirada a las experiencias regionales. Santiago: CEPAL/Nações Unidas, 2015.
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1967.

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Aula 2 - EPISTEMOLOGIAS LATINO-AMERICANAS: O pensamento de Rita Segato e a crítica da decolonialidade
Docentes: Abril Romero, Oak Tonet Assad, Sarah maria Cavalcante Rodrigues, Marcelly Machado Cruz e Fernanda do Nascimento Pinheiro

Tópicos:
● Pensamento Social Latino-americano
● Direitos humanos e cuidado
● Colonialidade e educação

Bibliografia:
SEGATO, Rita. La crítica de la colonialidad en ocho ensayos – Y una antropología por demanda. Ciudad Antónoma de Buenos Aires, Prometeo Libros, 2015.

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Aula 3 - ESTUDOS CULTURAIS LATINO-AMERICANOS
Docentes: Daniel Alfonso León, Andrea Rosendo da Silva,e Patrícia de Matos Silva

Tópicos:
● Comunicação, Cultura e hegemonia na América Latina
● Diversidade e Multiculturalidade: debates interseccionais
● Estudos culturais e Comunicação no debate latino-americano

Bibliografia:
MARTÍN-BARBERO, J. De los medios a las mediaciones; comunicación, cultura y hegemonía. 2.ed. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 1991.
CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas - estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 1997.
WOLTON, Dominique. Pensar a Comunicação. Anges (Portugal), Difusão Editorial, AS, 1997.

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Aula 4 - CONSTITUCIONALISMO LATINOAMERICANO, NEOCOLONIALISMO E NEOEXTRACTIVISMO.
Docentes: Raíssa Lazarini, Jenny Moreno Socha, Suzana Silveira

Bibliografia: a definir

C. L. R. James
RODNEY, Walter. Como a Europa subdesenvolveu a África OU C. L. R. James. Os Jacobinos Negros.

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Aula 5 - REGIONALISMO E INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA
Docentes: Gabriel Malheiros Marques Fernandes, Fernanda Gontijo de Oliveira e Daniel Wanderley Caliman
Comentadores:

Tópicos:
● Regionalismos e Teorias da integração Latino-americana;
● Movimentos sociais e integração regional
● Fluxos e movimentos migratórios na América Latina

Bibliografia:
DOSSIÊ Movimentos Migratórios. Brazilian Journal of Latin American Studies. v. 17, n. 32, 28 jun. 2018.
RUIZ, José Briceño. Las teorías de la integración regional; más allá del eurocentrismo. Bogotá: Universidad Cooperativa de Colombia/Centro de Pensamiento Global, 2018.

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Aula 6 - ECONOMIA LATINO-AMERICANA
Docentes:
Iago Sousa Chavez Soares, Maria Liliana Barriga Clavijo e Carlos Magno Rodrigues de Almeida
Comentadores: —

Tópicos:
● Noções gerais sobre a formação da economia latino-americana
● Desenvolvimentismo, dependência e subdesenvolvimento
● Teorias da CEPAL

Bibliografia:
BÉRTOLA FLORES, Luis Eduardo; OCAMPO, José Antonio. O desenvolvimento econômico da América Latina desde a independência. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
FURTADO, Celso. A Economia Latino-Americana. 4.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

Programa

Aula 1. A vida e a obra de Hilda Hilst (HH): um panorama
Aula 2. Percurso editorial e materialidades dos livros hilstianos no século XX
Aula 3. O mercado editorial como temática interna e externa aos livros
Aula 4. Reacomodações editoriais da obra de HH no século XXI

BIBLIOGRAFIA
ABDALA JUNIOR, Benjamin (org.). Estudos comparados: teoria, crítica e metodologia. Cotia: Ateliê Editorial, 2014.
ABREU, Márcia. Cultura letrada: literatura e leitura. São Paulo: Editora Unesp, 2006.
ALVES, Mariana Garcia de Castro. Hilda Hilst – respiros: uma experiência de divulgação. 2012. 144 f. Dissertação (Mestrado em Divulgação Científica e Cultural) – Instituto de Estudos da Linguagem, Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2012.
BARBOSA, Aline Leal Fernandes. Lacraia e Unicórnia – A Hilda das cartas de Mora e Caio. Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais, Iporá, v. 13, n. 2, p. 26-40, 2024. Disponível em: https://www.revista.ueg.br/index.php/sapiencia. Acesso em: 03 jun. 2024.
BORGES, Luciana. Narrando a edição: escritores e editores na Trilogia obscena, de Hilda Hilst. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, [S. l.], n. 34, p. 117–145, 2009. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/estudos/article/view/9638. Acesso em: 20 set. 2020.
BORGES, Luciana. O erotismo como ruptura na ficção brasileira de autoria feminina: um estudo de Clarice Lispector, Hilda Hilst e Fernanda Young. Florianópolis: Editora Mulheres, 2013.
BOURDIEU, Pierre. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. Tradução Maria Lucia Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
BOURDIEU, Pierre. Uma revolução conservadora na edição. Tradução Luciana Salazar Salgado e José de Souza Muniz Jr. In: Política & Sociedade, Florianópolis, v. 17, n. 39, p. 198-249, maio/ago. 2018.
BRITTO, Clovis Carvalho. A economia simbólica dos acervos literários: itinerários de Cora Coralina, Hilda Hilst e Ana Cristina César. 2011. Tese (Doutorado em Sociologia), Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Sociologia, Universidade de Brasília, Brasília, 2011.
CALASSO, Roberto. A marca do editor. Belo Horizonte; Veneza: Âyiné, 2020.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos (1750-1880). São Paulo: Todavia, 2023.
CASANOVA, Pascale. A república mundial das letras. Tradução Marina Appenzeller. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.
CHARTIER, Roger. A mão do autor e a mente do editor. Tradução George Schlesinger. São Paulo: Editora Unesp, 2014.
CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. Tradução Fulvia M. L. Moretto. São Paulo: Editora Unesp, 2002.
CHARTIER, Roger. Textos, impressão, leituras. In: HUNT, Lynn. A nova história cultural. Tradução Jefferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins Fontes Editora, 1995.
DIAZ, Brigitte. O gênero epistolar ou o pensamento nômade: formas e funções da correspondência em alguns percursos de escritores no século XIX. Tradução Brigitte Hervot e Sandra Ferreira. São Paulo: Edusp, 2016.
DINIZ, Cristiano (org.). Fico besta quando me entendem: entrevistas com Hilda Hilst. São Paulo: Globo, 2013.
DINIZ, Cristiano. Fortuna crítica de Hilda Hilst: levantamento bibliográfico atualizado (1949-2018). Campinas: UNICAMP/IEL/Setor de Publicações; UNICAMP/IEL/CEDAE, 2018.
DUARTE, Edson Costa. A recepção da literatura de Hilda Hilst. Palimpsesto - Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ, [s.l.], v. 13, n. 18, p. 135-145, jun. 2014. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/palimpsesto/article/view/34…. Acesso em: 07 abr. 2022.
EL FAR, Alessandra. O livro e a leitura no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006.
FERNANDES, Bruna Kalil Othero. Além do ponto G, o ponto H: a pornocracia como projeto literário de Hilda Hilst. 2020. 145 f. Dissertação (Mestrado em Letras: Estudos Literários) – Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2020.
FOLGUEIRA, Laura Santos; DESTRI, Luisa. Eu e não outra: a vida intensa de Hilda Hilst. São Paulo: Tordesilhas, 2018.
FOLGUEIRA, Laura Santos. The obscene madame D: um levantamento sobre a tradução de A obscena senhora D, de Hilda Hilst, nos Estados Unidos. 2017. 154 f. Dissertação (Mestrado em Estudos da Tradução) — Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.
GENETTE, Gérard. Paratextos editoriais. Tradução Álvaro Faleiros. Cotia: Ateliê Editorial, 2009.
HALLEWELL, Laurence. O livro no Brasil: sua história. Tradução Maria da Penha Villalobos, Lólio Lourenço de Oliveira e Geraldo Gerson de Souza. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2012.
HENDEL, Richard. O design do livro. Tradução Geraldo Gerson de Souza e Lúcio Manfredi. Cotia: Ateliê Editorial, 2003.
IRIAS, Taynara do Nascimento. A coleção “Obras reunidas de Hilda Hilst” da Editora Globo: materialidade dos livros e outras estratégias editoriais. In: 47º CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO - INTERCOM, 2024, Balneário Camboriú. Anais [...]. São Paulo: Intercom, 2024. Disponível em: https://sistemas.intercom.org.br/pdf/link_aceite/nacional/17/1007202423…. Acesso em: 01 nov. 2025.
IRIAS, Taynara do Nascimento. As reescrituras das imagens de Hilda Hilst nas edições do livro O caderno rosa de Lori Lamby. In: 45° CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO - INTERCOM, 2022, João Pessoa. Anais [...]. São Paulo: Intercom, 2022. Disponível em: https://portalintercom.org.br/anais/nacional2022/resumo/080220220040176…. Acesso em: 17 jul. 2024.
IRIAS, Taynara do Nascimento. “E se eu ficasse eterna?”: um itinerário de reescrituras das obras e das imagens públicas de Hilda Hilst ou um catálogo de edições. 2023. 525 f. Dissertação (Mestrado em Estudos de Linguagens) — Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens, Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2023.
LEFEVERE, André. Tradução, reescrita e manipulação da fama literária. Tradução Cláudia Matos Seligmann. Bauru: Edusc, 2007.
LEITÃO, Andréa Jamilly Rodrigues. Fractais da literatura: o diálogo epistolar entre Hilda Hilst e Caio Fernando Abreu. Manuscrítica: Revista de Crítica Genética, São Paulo, n. 42, p. 144–161, 2020. Disponível em: https://revistas.usp.br/manuscritica/article/view/178320. Acesso em: 15 jun. 2024.
MCKENZIE, Donald Francis. Bibliografia e a Sociologia dos Textos. São Paulo: Edusp, 2018.
MASSI, Augusto (org. e texto); LEMOS, Fernando (fotografias e fotomontagens). Fernando Lemos Hilda Hilst. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2018.
MORAES, Eliane Robert. A prosa degenerada. In: HILST, Hilda. Pornô Chic. São Paulo: Globo, 2014.
MOARES, Eliane Robert. Da medida estilhaçada. In: Cadernos de Literatura Brasileira: Hilda Hilst. São Paulo: Instituto Moreira Sales, n. 8, out. 1999.
MORAES, Marcos Antonio de. Edição da correspondência reunida de Mário de Andrade: histórico e alguns pressupostos. Patrimônio e memória, Assis, v. 4, n. 2, p. 115-128, jun. 2009. Disponível em: https://pem.assis.unesp.br/index.php/pem/article/view/114/506. Acesso em: 05 abr. 2024.
PAIXÃO, Fernando (ed.); MIRA, Maria Celeste (coord.). Momentos do livro no Brasil. São Paulo: Editora Ática, 1998.
PÉCORA, Alcir (org.). Por que ler Hilda Hilst. São Paulo: Globo, 2010.
PÉCORA, Alcir. Cinco pistas para a prosa de ficção de Hilda Hilst. In: HILST, Hilda. Da prosa. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
RIBEIRO, Ana Elisa Ferreira. O ar de uma teimosia: trilhas da publicação em Clarice Lispector, Lúcia Machado de Almeida e Henriqueta Lisboa. Rio de Janeiro: Macabéa, 2020.
SALLA, Thiago Mio. Graciliano Ramos na terra de Camões: difusão, recepção e leitura (1930-1950). Cotia: Ateliê Editorial; São Paulo: Nankin Editorial, 2021.
SAPIRO, GISÈLE. Sociologia da literatura. Tradução Juçara Valentino. Belo Horizonte: Moinhos; Contafios, 2019.
SILVA, José Armando Pereira da. Massao Ohno, Editor. Cotia: Ateliê Editorial, 2019.
TEIXEIRA, Ivan. Literatura como imaginário: introdução ao conceito de poética cultural. Revista Brasileira: revista da Academia Brasileira de Letras, [Rio de Janeiro], v. 10, n. 37, p. 43-67, out./dez. 2003. Disponível em: https://www.eca.usp.br/acervo/producaoacademica/001362669.pdf. Acesso em: 05 jul. 2024.
THOMPSON, John B. Mercadores de cultura: o mercado editorial no século XXI. Tradução Alzira Allegro. São Paulo: Editora Unesp, 2013.

Programa

A dinâmica do curso consistirá em seções com uma exposição inicial (palestra) do prof. Daniel Aarão Reis Filho sobre o tema programado e em seguida de uma discussão da problemática com a participação dos estudantes inscritos.
 
AULA 1
– Apresentação do tema e da bibliografia. Questões para debate.
O paradigma russo I (A escola liberal – L. Schapiro e R. Pipes)
Textos de apoio:
. Schapiro, Leonard. De Lénine à Staline. Gallimard, Paris, 1960/1967, pp 189-232
. Pipes, Richard. La révolution russe. PUF, Paris, 1990/1993, pp 409-464
 
AULA 2
O paradigma russo II (A história social - M. Lewin)
Textos de apoio:
. Lewin, Moshe. Russia/USSR/Russia, New Press, N. York, 1995, pp 42-71
. .......................The Soviet Century. Verso, Londo/N. York, 2005, pp 271-291
 
AULA 3
O paradigma russo III (A história política e social – C. Ingerflom e M. Ferro)
Textos de apoio:
. Ingerflom, Claudio. A modernidade sem o Estado: por uma história política descentralizada. In Daniel Aarão Reis e alii: Tradições e Modernidades, FGV, Rio de Janeiro, 2009, pp 257-282
. Ferro, Marc. 1917, Les hommes et la révolution. Omnibus, Paris, 2011, pp 500-519
 
AULA 4
O paradigma russo IV (A revolução catastrófica – Daniel Aarão Reis)
Textos de apoio:
. Aarão Reis, Daniel. A revolução que mundou o mundo. Rússia, 1917. Companhia das Letras, São Paulo, 2017, pp 188-193
. ...............................As revoluções russas e a emergência do socialismo autoritário. In Estudos Avançados, 31(91), 2017, pp 67-79
 
AULA 5
Os novos paradigmas dos anos 1960 – I: (Cultura e Política)
Textos de apoio:
Ridenti, Marcelo. 1968: rebeliões e utopias, in D. Aarão Reis et alii: O Século XX, o tempo das dúvidas, vol. 3. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 2000, pp 133-159
........................... 1968 cinquentão: rebeldia e integração.
 
AULA 6
Os novos paradigmas dos anos 1960 – II: (Cultura e Política )
Texto de apoio. Aarão Reis, Daniel. Aproximações, contrastes e contradições entre paradigmas de mudança social: os 50 anos de 1968. In Daniel Aarão Reis e alii. 1968, reflexos e reflexões. Editora SESC, São Paulo, pp 15-30
. Bantigny, Ludivine. 1968, de grands soirs en petits matins, Seuil, Paris, 2018, pp 259-278 e 369-373.
. Berman, Paul. A tale of two utopias. The political journey of the generation of 1968, W.W. Norton, N. York/London, 1996, pp 254-339
 
 
 
BIBLIOGRAFIA GERAL:
 
O paradigma das revoluções russas
 
Aarão Reis, Daniel.Os intelectuais russos e a formulação de modernidades alternativas: um caso paradigmático? In Estudos Históricos, 37, jan-jun de 2006, FGV, 2006, pp7-28
.....................(org.) Manifestos Vermelhos. Companhia das Letras, São Paulo, 2017
.....................A revolução que mudou o mundo. Rússia, 1917. Companhia das Letras, São Paulo, 2017
....................As revoluções russas e a emergência do socialismo autoritário. In Estudos Avançados, 31 (91), 2017, pp 67-79
Anweiler, O. The Soviets: The Russian Workers’, Peasants’, and Soldiers Councils, 1905-1921, New York, 1974
Avrich, P. La tragédie de Cronstadt, 1921. Seuil, Paris, 1975
Berlin, I. Pensadores russos. Cia. das Letras, São Paulo, 1988
Bunyan, J. Intervention, Civil War, and Communism in Russia, april-december, 1918. Documents and materials, Baltimore, 1936
V.P. Butt, A.B. Murphy, N.A.Myshov e G.R. Swain. The Russian Civil War. Documents from de Soviet Archives, Macmillan Press, London, 1996
Ferro, M. La revolution de 1917. Février-octobre, 2 vols, Aubier-Montaigne, Paris, 1967 (reeditada em 1997, por Albin-Michel)
..........................1917. Les hommes de la révolution. Omnibus, Paris, 2011
...........................Des soviets au communisme bureacratique. Gallimard/Julliard, Paris, 1980
Figes, O. Peasant Russia, Civil War: The Volga Countryside in Revolution(1917-1921), Clarendon Press, Oxford 1989
Fitzpatrick, S. La revolución rusa. Siglo veinteuno, Buenos Aires, 2012
Frame, M., Kolonitskii, B., Marks, S.G., Stockdale, M.K. (orgs.). Russian Culture in War and in Revolution, 1914-1922, 2 vols. Slavica Publishers, Indiana University, Bloomington, 2016
Furet, F. Le passé d’une illusion. Laffont/C. Lévy, Paris, 1995
Goldman, W. Mulher, estado e revolução. Boitempo, São Paulo, 2014
Gorky, M. Untimely thoughts: essays on revolution, Culture and the bolsheviks,1917-1918. Trad. De Herman Ermolaev. New Haven, 1995
...............................Ecrits de révolution. Stock, Paris, 1922 (trad. André Pierre)
Hobsbawn, E. A história do marxismo. Paz e Terra, São Paulo, vols. II, III, IV e V, 1982-1985
Ingerflom, C. Le tsar c’est moi. PUF, Paris, 2015
.......................................A modernidade sem o Estado: por uma história política descentralizada. In Aarão Reis, D. et alii (orgs). Tradições e Modernidades. Editora FGV, Rio de Janeiro, 2010, pp 257-282
Kolonitski, B. e Figes, O. Interpreting the Russian Revolution: The Language and Symbols of 1917. New Haven; London: Yale University Press, 1999.
Lewin, Moshe. The making of the Soviet Union. Pantheon Books, New York, 1985
.............................. Russia/USSR/Russia. New Press. New York, 1995
...............................O século soviético. Record, Rio de Janeiro, 2007
Mawdsley, E. The Russian civil war. Sidney, Allen and Uwin, 1987
Pipes, R. História da revolução russa. Record, Rio de Janeiro, 1995
…………. (org.) Revolutionnary Russia: A symposium. Harvard University Press, Cambridge, 1968
Rabinovitch, A. The Bolsheviks come do Power. The revolution of 1917 in Petrograd. Haymarket Books/Pluto Press, Chicago/London, 2004
Rittersporn, G. T. Nouvelles recherches, vieux problèmes. Revue des études slaves, t. 64, fasc. 1, 1992, pp 9-25
Schapiro, L. Origins of the Communist Autocracy. Praeger, New York, 1965
Schneider, G. (org.) A revolução das mulheres. Emancipação feminina na Rússia Soviética. Boitempo, São Paulo, 2017
Stalin, J. e alii. Histoire de la révolution russe. Ed. Sociales, Paris, 1950, 3 vols.
Suny, R.G. Revision and retreat in the historiography of 1917: social history and its critics. In The Russian review, vol. 53, april, 1994, pp 165-182
Suny, R. e Adams, A. The Russian Revolution and Bolshevik Victory: Visions and Revisions , D. C. Heath, Lexington, Mass., 1990
Swain, G.R. The origins of Russian Civil War. Longman, London, 1996
Trotsky, L.D. História da revolução russa. 3 vols. Paz e Terra, Rio de Janeiro, 1978
Venturi, F. Les intellectuels, le peuple et la révolution. Gallimard, Paris, 1972
Yvert-Jalu, H. Femmes et Famille en Russie. Sextant, Paris, 2008
 
 
O paradigma dos movimentos dos anos 1960
 
Aarão Reis, Daniel e Moraes, Pedro. 1968, a paixão de uma utopia. FGV, Rio de Janeiro, RJ, 2008 (3a edição)
Allyn, D. Make love not war: the sexual revolution, an unfettered history. Little Brown, Boston, 2000
Alves, M. M. 68 mudou o mundo. Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1993
Artières, P. (org.) 68, les oubliés du cortège. Cahiers d'histoire. Revue d'histoire critique, n° 107, 2009
Artiéres, P. e Zancarini-Fournel, M. 68, une histoire collective, 1962-1981. La Découverte/Poche, Paris, 2015, 2a edição
Bantigny, L. Le temps politisé. Quelques enjeux politiques de la conscience historique en mai-juin 68. Vingtième siècle. Revue d'histoire, 2013/1, n° 117, p 215-229
Berman, P. A tale of two utopias. The political journey of the generation of 1968, W.W. Norton, N. York/London, 1996
Besançon, J. (org.) Les murs ont la parole. Paris, Tchou, 1968
Bosc, S. et al. A crise europeia: revolta ou revolução? Degrau, Rio de Janeiro, 1968
Britto, S. Sociologia da Juventude. Zahar, Rio de Janeiro, 1968. Vols. I-IV
Brochier, J.J. e Oelgart, B. L'Internationale étudiante. Julliard, Paris, 1968
Broué, P. A primavera dos povos começa em Praga. Kairós, São Paulo, 1979
Camus, A. O homem revoltado. Paris, 1951/Record, Rio de Janeiro, 1967
Carandell, J.M. A contestação juvenil. Salvat, Rio de Janeiro, 1979
Certeau, M. de. La prise de la parole. Desclée de Brouwer, Paris, 1968
Chaves, G. e Souza, D. Nossa Paixão era Inventar um Novo Tempo: 34 Depoimentos de Personalidades sobre a Resistência à Ditadura Militar. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1999.
Cohn-Bendit D. Le gauchisme. Seuil, Paris, 1968
......................... Nós, que amávamos tanto a revolução. Brasiliense, São Paulo, 1987
......................... O grande bazar. Brasiliense, São Paulo, 1988
Cony, C.H. Pessach: a travessia. Companhia das Letras, São Paulo, 1997
Daum, N. Mai 68 raconté par des anonymes, Ed. Amsterdam, Paris, 2008
Dirceu, José e Palmeira, Vladimir. Abaixo a Ditadura: O Movimento de 1968 Contado por seus Líderes. Rio de Janeiro: Garamond, 1998.
Daniel, H. Passagem para o próximo sonho. Codecri. Rio de Janeiro, 1982
Debord, G. A sociedade do espetáculo. Contraponto, Rio de Janeiro, 1997
Debray, R. Revolução na revolução. Centro Editorial Latino-Americano, São Paulo, 1980
Dreyfus-Armand, G. e Gervereau, L. (orgs.) Mai 68: les mouvements étudiants en France et dans le monde. Bibliothèque de Documentation Internationale Contemporaine/BDIC, 1988
Duarte, Paulo Sérgio. Anos 60: Transformação da Arte no Brasil. Rio de Janeiro: Campos Gerais, 1998.
Dumontier, P. Les situationnistes et mai 68. G. Lebovici, 1990
Ferry, L. e Renault, A. Pensamento 68. Ensaio, São Paulo, 1988
Fico, C. e Araújo, M.P. 1968, 40 anos depois. História e Memória. 7 Letras, Rio de Janeiro, 2009
Forachi, M.M. A juventude na sociedade moderna. Pioneira, São Paulo, 1972
Fraser, R. 1968, a student generation in revolt. Pantheon, N. York, 1988
Fura, J. & Rolland, D. (orgs). 1968 hors de France: histoire et construction historiographique. L'Harmattan, Paris, 2009
Gabeira, F. O que é isso, companheiro? Codecri, Rio de Janeiro, 1979
.................. e Cohn-Bendit, D. Nós que amávamos tanto a revolução. Rocco, Rio de Janeiro, 1985
Gaspari, E. A Ditadura Envergonhada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
.................. A Ditadura Escancarada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
Gasquet, V. Les 500 affiches de mai 1968. Balland, Paris, 1978
Gittlin, Todd. The Sixties. Years of Hope, days of rage. Bantam, Toronto/N. York, 1987
Goldefeder, S. A Primavera de Praga. Brasiliense, São Paulo, 1981
Gorender, J. Combate nas Trevas. Ática, São Paulo, 1987
Groppo, L.A. Uma Onda Mundial de Revoltas. Movimentos Estudantis de 1968. São Paulo/Piracicaba: Fapesp/Editora Unimep, 2005.
Hamon, H. e Rotman, P. Génération 1: Les années de rêve. Seuil, Paris, 1987
Huxley, A. A Ilha. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1964
..................As portas da percepção. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1965
Kimball, R. The long march: how the cultural revolution of the 1960s changed America. Encounter, S. Francisco, 2000
Klein, H.J. La mort mercenaire. Seuil, Paris, 1980
Lemke-Santangelo, G. Daughters of Aquarius: women of the sixties counterculture. University Press of Kansas, Lawrence, Kan., 2009
Maciel, L.C. Anos 1960. LP&M, Porto Alegre, 1987
.................... Geração em transe. Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1996
Mandel, E. Da Comuna a maio de 68. Antídoto, Lisboa, 1979
..................Os estudantes, os intelectuais e a luta de classes, Antídoto, Lisboa, 1979
Marcuse, H. Eros e civilização. Zahar, Rio de Janeiro, 1968
....................Ideologia e sociedade industrial. . Zahar, Rio de Janeiro, 1968
....................O fim da utopia. Paz e Terra, Rio de Janeiro, 1969
.................... O homem unidimensional. Estudos da ideologia da sociedade industrial avançada. Edipro, Rio de Janeiro, 1964
 
Margairaz, M. e Tartakowsky, D. (orgs.) 1968. Entre libération et libéralisation. La grande bifurcation. PUR, Rennes, 2010
Martins Filho, J.R. Movimento estudantil e ditadura militar. Papirus, Campinas, 1987
Matos, O. Paris, 1968, as barricadas do desejo. Brasiliense, São Paulo, 1984
Miller, T. The 60s communes: hippies and beyond. Syracuse University Press, N. York, 1999
Morin, E., Lefort, C., Coudray, J. Mai 68 - la brèche. Fayard, Paris, 1968
Pagis, J. Mai 68. Un pavé dans leur histoire. Presses Sciences-Po, Paris, 2014
Porhel, V. e Zancarini-Fournel (org.) 68' révolutions dans le genre? Clio. Femmes, Histoire, Sociétés, n° 29, 2009
Reich, W. A revolução sexual. Zahar, Rio de Janeiro, 1974
Richard, G. & Sainclivier, J. (orgs.) Les partis à l'épreuve de 68. L'émerge de nouveaux clivages, 1971-1974. PUR, Rennes, 2012
Ridenti, M. O fantasma da revolução brasileira. UNESP/FAPESP, São Paulo, 1993
..................Intelectuais, Artistas e Estudantes: Paris, 1968. In Aarão Reis, Daniel (org.). Intelectuais, História e Política (Séculos XIX e XX). Rio de Janeiro: Sette Letras, 2000.
................... Em Busca do Povo Brasileiro. Artistas da Revolução, do CPC à Era da TV. Rio de Janeiro: Record, 2002
Valle, M. Ribeiro do. O Diálogo é a Violência. Movimento Estudantil e Ditadura Militar. Campinas: Editora da Unicamp, 1999.
Vaneigen, R. Traité du savoir-vivre à l'usage des jeunes générations. Gallimard, Paris, 1967
Veloso, C. Verdade tropical. Companhia das Letras, São Paulo, 1997
Ventura, Z. 1968, o ano que não terminou. Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1988
Zancarini-Fournel, M.. Le moment 68. Une histoire contestée. Seuil, Paris, 2008

 

Programa

Aula 1: Questões de forma e assunto no teatro engajado da Primeira República
(ministrante: Carlos Moacir Vedovato Junior)
Nesta aula, pretende-se apresentar um panorama de algumas realizações do teatro empenhado ao longo das décadas de 1920 e 1930 - particularmente as peças A Bandeira proletária (1922), de Marino Spagnolo, e Deus lhe pague (1932), de Joracy Camargo -, discutindo particularmente a questão da relação entre o assunto da luta de classes e a forma de aspiração dramática dessas obras. A partir das peças e de outros elementos, intenta-se a criação de uma ideia ampla da circulação do teatro à esquerda no período que antecede às produções dramatúrgicas de Mário de Andrade e Oswald de Andrade.

Aula 2: Projeto estético e projeto ideológico - consciência trágica do subdesenvolvimento
(ministrante: Prof. Dra. Ivone Daré Rabello)
Nesta aula será discutida a passagem do primeiro ao segundo modernismo, tendo como ponto de partida os ensaios de João Luiz Lafetá (1930: o modernismo e a crítica) e de Antonio Candido (“Literatura e subdesenvolvimento”) e os lugares ocupados por Mário de Andrade e Oswald de Andrade nesse percurso.
Leitura: “Literatura e subdesenvolvimento”, de Antonio Candido

Aula 3: O homem e o cavalo, de Oswald de Andrade
(ministrante: Carlos Moacir Vedovato Junior)
Nesta aula, pretende-se apresentar a peça O homem e o cavalo (1934), de Oswald de Andrade, focalizando sua forma de composição em que se misturam, a partir de uma estrutura de estações, montagem Pau-Brasil de sua fase anterior e a peça de intervenção, mais afeita ao discurso do Partido Comunista Brasileiro. Intenta-se a discussão acerca das resoluções formais encontradas por Oswald para a realização de um teatro político.
Leitura: O homem e o cavalo, de Oswald de Andrade

Aula 4: Café, de Mário de Andrade
(ministrante: Carlos Moacir Vedovato Junior)
Nesta aula, pretende-se apresentar a peça Café (1943), de Mário de Andrade, focalizando as relações entre a cultura popular estudada pelo autor (sobretudo as danças dramáticas brasileiras) e o teatro político europeu (particularmente a dramaturgia do expressionista Ernst Toller). Intenta-se, como na aula anterior, uma discussão sobre as resoluções formais encontradas por Mário para a elaboração de sua ópera.
Leitura: Café, de Mário de Andrade

Bibliografia de apoio:

Aula 1:

CAFEZEIRO, Edwaldo. História do Teatro Brasileiro: um percurso de Anchieta a Nelson Rodrigues. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996.
BRAGA, Claudia. Em busca da brasilidade: teatro brasileiro na primeira república. São Paulo: Perspectiva, 2003.
CAMARGO, Joracy. Deus lhe pague… Rio de Janeiro: Livraria Educadora, 1935.
COSTA, Iná Camargo. Sinta o Drama. Rio de Janeiro: Vozes, 1998.
____. Nem uma lágrima: teatro épico em perspectiva dialética. São Paulo: Expressão Popular, 2012.
GARCIA, Silvana. O teatro da militância: a intenção do popular no engajamento político. São Paulo: Perspectiva, 1990.
FÓSCOLO, Avelino. Antologia do teatro anarquista. org. Maria Thereza Vargas. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
MACHADO, Antônio de Alcântara. Palcos em foco: Críticas de espetáculo; ensaios sobre teatro (1923 - 1933). São Paulo: Edusp, 2009.
MAGALDI, Sábato. Panorama do Teatro Brasileiro. São Paulo: Global, 1997.
MAGALDI, Sábato; VARGAS, Maria Thereza. Cem anos de teatro em São Paulo (1875 - 1974). São Paulo: SENAC, 2001.
PRADO, Décio de Almeida. O teatro brasileiro moderno. São Paulo: Perspectiva, 2008.
____. HIstória concisa do teatro brasileiro. São Paulo: Edusp, 2008.
RIEGO, Christina Barros. Do futuro e da morte do teatro brasileiro: uma viagem pelas revistas literárias e culturais do período modernista (1922 - 1942). São Paulo: Hedra, 2010.
ROSENFELD, Anatol. O teatro épico. São Paulo: Perspectiva, 2017.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno. trad. Raquel Imanishi Rodrigues. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
TEATRO OPERÁRIO NA CIDADE DE SÃO PAULO. coord. Maria Thereza Vargas. São Paulo: Secretaria Municipal de Cultura, 1980.

Aula 2:

CANDIDO, Antonio. “Literatura e subdesenvolvimento”. In. A educação pela noite & outros ensaios. São Paulo: Ática, 1989.
LAFETÁ, João Luiz. 1930: a crítica e o modernismo. São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2000.

Aula 3:

ANDRADE, Oswald de. Obras completas VIII teatro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976.
____. O santeiro do mangue e outros poemas. São Paulo: Globo, 1991.
____. Obras completas VII Poesias reunidas. Rio de Janeiro: CIvilização Brasileira, 1971.
GARCIA, SIlvana. As trombetas de Jericó: Teatro das Vanguardas HIstóricas. São Paulo: Hucitec, 1997.
MACHADO, Carlos Eduardo Jordão. Um capítulo da história da modernidade estética: o debate sobre o expressionismo. São Paulo: Editora UNESP, 2016.
MAGALDI, Sábato. Teatro ruptura: Oswald de Andrade. São Paulo: Global, 2004.
SANTOS, Sérgio Rodrigues de Carvalho. O drama impossível, teatro modernistas de António Alcântara Machado, Oswald de Andrade e Mário de Andrade. Tese (doutorado), São Paulo: Universidade de São Paulo, 2002.
REED, John. 10 dias que abalaram o mundo. São Paulo: Global, 1978.
SCHWARZ, Roberto. “A carroça, o bonde e o poeta modernista” IN: Que horas são? São Paulo: Cia. das Letras, 1987.
CARONE, Modesto. Metáfora e montagem (um estudo sobre a poesia de Georg Trakl). São Paulo: Perspectiva, 1974.

Aula 4:


ANDRADE, Mário de. Danças dramáticas no Brasil (3t.). São Paulo: Martins, 1959.
______. Ensaio sobre a música brasileira. São Paulo: Martins; Brasília: INL, 1972.
______. O banquete. São Paulo: Duas Cidades, 1977.
______. Vida do cantador. Belo Horizonte, Rio de Janeiro: Villa Rica, 1993.
______. O turista aprendiz. Belo Horizonte: Itatiaia, 2002.
______. O Baile das quatro artes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2012.
COLI, Jorge. Música Final: Mário de Andrade e sua coluna jornalística no Mundo Musical. Campinas: Editora da UNICAMP, 1998.
FILHO, Hermilo Borba. Apresentação do Bumba-meu-Boi. Recife: Imprensa Universitária, 1966.
____. Espetáculos populares do Nordeste. São Paulo: Buriti, 1966.
FREITAS, Philippe Curimbaba. Épica e engajamento na ópera Café, de Mário de Andrade. Tese (doutorado). Guarulhos: Universidade Federal de São Paulo, 2019.
MERKEL, Ulrich. Teatro e política: poesias e peças do expressionismo alemão / Georg Heym, Ernst Toller, Georg Kaiser. Rio de Janeiro: Paz e Terra; Instituto Cultural Brasil-Alemanha, 1983.
MENDES, Murilo. Poemas e Bumba-meu-poeta. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988.
MEYER, Marlyse. Pirineus, caiçaras… da comedia dell’arte ao bumba-meu-boi. Campinas: Editora da UNICAMP, 1991.
TONI, Flávia. 'Café', uma ópera de Mário de Andrade: estudo e edição anotada. Tese de livre-docência. São Paulo: USP, 2004.
WISNIK, José Miguel. Dança dramática (poesia / música brasileira). Tese (doutorado). São Paulo: Universidade de São Paulo, 1980.

Programa

Aula 1 – Um panorama dos exames de proficiência em língua italiana
- O que são exames de proficiência
- Os exames italianos CILS, CELI, PLIDA e CERT.IT
- Como os exames são estruturados
- Quais são as competências requeridas
- Como obter as certificações

Aula 2 – As provas de compreensão oral e produção oral
- Propostas mais frequentes na prova de produção oral
- Propostas mais frequentes na prova de compreensão oral
- O que é avaliado em cada proposta
- Estratégias de resolução

Aula 3 – As provas de compreensão escrita e produção escrita
- Propostas mais frequentes na prova de compreensão escrita
- Propostas mais frequentes na prova de produção escrita
- O que é avaliado em cada proposta
- Estratégias de resolução

Aula 4 – As provas de competência linguística/comunicativa
- Propostas mais frequentes na prova de competência linguística/comunicativa
- O que é avaliado em cada proposta
- Estratégias de resolução

BIBLIOGRAFIA

ALDERSON, J. C. The testing of reading. In: NUTTALL, C. Teaching reading skills in a foreign language. Macmillan Heinemann English Language Teaching, Oxford, 1996, pp. 212-228.
BACHMAN, L. Fundamental Considerations in Language Testing. Oxford, Oxford University Press, 1990.
BACHMAN, L. & PALMER, A. Language testing in Practice: designing and developing useful language tests. Oxford University Press, 1996.
BALBONI, P. E. Tecniche didattiche per l'educazione linguistica. Italiano, lingue straniere, lingue classiche. Torino: Utet Libreria, 1998.
CONSELHO DA EUROPA. Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas – Aprendizagem, ensino, avaliação. Lisboa: Asa Editores II, S.A., 2001.
DE MAURO, T. Vocabolario di base della lingua italiana IN: DE MAURO, T. Guida all’uso delle parole. Roma, Editori Riuniti, 1980, p. 149-183.
NOVELLO, A. Valutare una lingua straniera: le certificazioni europee. Venezia, Libreria Editrice Cafoscarina S.R.L., 2009.
SCARAMUCCI, M. Proficiência em LE: Considerações terminológicas e conceituais. Trab. linguis. apl., v. 56, Campinas, 2000, pp. 11-22.
WEIR, C. Understanding and developing language test. Hertforfshire: Prentice Hall Europe, 1993.