Programa

Aula 1: Panorama contemporâneo do Neo-hinduísmo

Nesta aula serão discutidos textos contemporâneos de cientistas sociais que analisam grupos neo-hindus e as formas de expressão da espiritualidade ao redor do mundo. As professoras ministrantes irão partir de uma contextualização histórica e conceitual para esclarecer os conceitos básicos e incentivar a participação ativa dos alunos nas discussões.

Bibliografia básica:
- ALTGLAS, Véronique. Spirituality and Discipline: not a contradiction in terms. In: Bringing back the social into the sociology of religion, pp. 79-107. Boston: Brill, 2018. 
- HOFFMAN, Maria Barroso. Algumas observações sobre espiritualidade, emoção e distanciamento entre os praticantes de ioga no ocidente. RBSE, v.1, n.1, pp.119-132, 2002

Aula 2: Ascetismo

Com foco nos aspectos culturais do neo-hinduísmo, os textos desta aula propõem discussões sobre o estilo de vida dos praticantes e devotos.

Bibliografia básica:
- VALANTASIS, Richard. 2002. A Theory of the Social Function of Asceticism. In: W. Vincent & R. Valantasis (orgs.), Asceticism. Oxford: Oxford University Press. pp. 544-552.
- FLOOD, Gavin. 2004. The ascetic self: Subjectivity, memory and tradition. Cambridge: Cambridge University Press. pp. 211-234.
Bibliografia complementar:
CAMPBELL, Colin. A orientalização do Ocidente: reflexões sobre uma nova teodicéia para um novo milênio. Religião & Sociedade, v. 18, n. 1, p. 5-22, 1997.
BASTOS, Cecilia. Meditação e yoga nas camadas médias do Rio de Janeiro: análise do campo nos estudos da Bhagavad Gita. Religare, v. 16, n.2, p. 659-691, 2019.
BASTOS, Cecilia; ASSIS, Thaís. Vida de yoga e neo-hinduísmo: identidades e pertencimentos. Sociologia & Antropologia, v. 12, n.3, 2022.
WARRIER, Maya. Guru choice and spiritual seeking in contemporary India. International Journal of Hindu Studies 7, no. 1/3: 31-54, 2003.

Programa

Dia 1 (19/2/2024) - Introdução ao curso / Fundamentos teóricos do Meridionalismo
Este tema será abordado a partir de uma perspectiva histórica e teórica. Serão apresentados os principais conceitos da geopolítica, as teorias de integração regional e as perspectivas sobre o papel do Brasil no Hemisfério Sul.

Dia 2 (20/2/2024) - História do Meridionalismo
Este tema visa analisar como o Meridionalismo emergiu e foi moldado por eventos históricos, considerando fatores como a Guerra Fria, diferentes regimes políticos e mudanças no cenário internacional, analisando especialmente a evolução das relações do Brasil com as regiões da América do Sul, África, Ásia e Oceania.

Dia 3 (21/2/2024) - Instrumentos meridionalistas do Brasil
Este tema busca examinar as relações bilaterais e multilaterais do Brasil com países do Hemisfério Sul, como Argentina, África do Sul, Índia, entre outros, bem como avaliar como essas relações impactam a diplomacia, o comércio e a segurança regional, considerando a perspectiva do Meridionalismo. Ao final, os alunos serão incentivados a analisar casos concretos e a propor soluções para os desafios da integração regional.

Dia 4 (22/2/2024) - Desafios da liderança meridional brasileira / Encerramento do curso
Este tema será abordado a partir da análise dos obstáculos que o Brasil enfrenta para promover a integração regional nas regiões da América do Sul, África, Ásia e Oceania. Serão discutidos os problemas políticos, econômicos e sociais que dificultam a cooperação entre os países dessas regiões.

Bibliografia:

ALBUQUERQUE, Edu Silvestre. A teoria geopolítica meridionalista de André Martin. Revista de Geopolítica, v. 5, nº 2, p. 5-18, jul./dez. 2014.

“FOREIGN RELATIONS OF THE UNITED STATES, 1964–1968, VOLUME XXXIV, ENERGY DIPLOMACY AND GLOBAL ISSUES”, The Office of Historian – Department of State. Disponível em: https://history.state.gov/historicaldocuments/frus1964-68v34/summary

GABRIEL, João Paulo Nicoline et all. Brazilian engagement to Asia and the Belt and Road Initiative in 2017: less politics, more trade and investments. Estudos internacionais. Belo Horizonte, ISSN 2317 773X, v.6 n.1 (2018), p.26 43

KAPLAN, R.D. (2009), Center stage for the twenty first century, Foreign Affairs, Vol. no.2, pp. 16 32.

KORNEGAY, Francis A. África do Sul, o Atlântico Sul e a Equação IBAS-BRICS: o Espaço Transatlântico em Transição. In: Austral - Revista Brasileira de Estratégia e Relações Internacionais. Porto Alegre: UFRGS, v.2, n.3, Jan-Jun 2013, p.79-106.

KORNEGAY JR, Francis A. & Sanusha Naidu (2019): BRICS in the Post Liberal World Order: A New Agenda for Cooperation? Perspectives from South Africa, Strategic Analysis, DOI: 10.1080/09700161.2019.1669893

KUMAR, Deepak. Competição no Oceano Índico à Luz do Emergente Triângulo Estratégico. Revista da Escola de Guerra Naval, Rio de Janeiro, no 14 (2009), p. 123-153.

LEITE, Patrícia Soares. O Brasil e a Cooperação Sul-Sul em três momentos de política externa: os governos Jânio Quadros/João Goulart, Ernesto Geisel e Luiz Inácio Lula da Silva. Brasília: FUNAG, 2011.

MARTIN, André R. Qual é o nosso bloco? O Brasil procura o seu lugar no mundo. In: Globalização e Espaço Latino-Americano. São Paulo: Hucitec, 1994, pp. 34-39

MARTIN, André R. Brasil, geopolítica e poder mundial: O anti-Golbery. São Paulo: Hucitec, 2018.

PENHA, Eli Alves. Relações Brasil-África e Geopolítica do Atlântico Sul. Salvador: EDUFBA, 2011.

PEREIRA, Analúcia D; CLOSS, Marília B. A Importância do Fórum IBAS na Nova Geopolítica Mundial. Conjuntura Internacional. Belo Horizonte, v. 11, n. 2, p. 35 - 44, 2o sem. 2014.

REGIANI, Rafael. Meridionalismo: o novo paradigma da geopolítica brasileira? Revista de Geopolítica, v. 11, nº 1, p. 48-61, jan./fev./mar. de 2020.

RIBEIRO, Erik Herejk; OTAVIO, Anselmo. Geopolítica E Cooperação No Atlântico Sul E No Oceano Índico: Uma Análise Comparativa Das Iniciativas E Desafios. S/d. Acesso em: Disponível em: https://www.academia.edu/31361577/Geopol%C3%ADtica_e_coopera%C3%A7%C3%A…

RIZZO, Aline Duarte da Graça. Avaliação da cooperação Sul-Sul: uma análise comparada das perspectivas de avaliação do Brasil, Índia e África do Sul. Brasília: IPEA, 2019.

“The colapse of the Trans Pacific Partnership”. THE ECONOMIST EXPLAINS. Disponível em: https://www.economist.com/the-economist-explains/2016/11/23/the-collaps…. Acessado em 20/11/2023.

Programa

Aula 1 (13/08) - Conceito e objetivo da Paleografia – Exercício de transcrição 1 – Apresentação de dicionários.

Aula 2 (14/08) - Práticas de leitura e de escrita – Exercício de transcrição 2.

Aula 3 (15/08) – Leitura e comentários das transcrições – Encerramento

Bibliografia

ACIOLI, V. L. C. A escrita no Brasil colônia: um guia para leitura de documentos manuscritos. Recife: UFPe; Massangana, 1994.
FACHIN, P. R. M. Descaminhos e dificuldades: leitura de manuscritos do século XVIII. Trilhas Urbanas: Goiânia. 2008.
FLEXOR, M. H. O. Abreviaturas: manuscritos dos séculos XVI ao XIX. 3. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2008.
MARTÍNEZ, T. M. et al. (dir.). Paleografía y diplomática. Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia, 1991.
NUNES, Eduardo Borges. Abreviaturas paleográficas portuguesas. Lisboa, Faculdade de Letras, 1981.

Programa

Aula 01 (30/07): Contexto histórico-social e poesia anônima

Aula 02 (06/08): Elvira Hernández e Juan Luis Martínez

Aula 03 (13/08): Carmen Berenguer e Diego Maquieira

Aula 04 (20/08): Rodrigo Lira e Rosabetty Muñoz

Aula 05 (27/08): Raúl Zurita e Soledad Fariña

Bibliografia:

ALEGRÍA, Diego; VIDAL, Cristian; ZUÑIGA, Nelson. (org.). Poesía chilena en dictadura y postdictadura. Santiago: Universidade do Chile, 2020.
BERENGUER, Carmen; BRITO, Eugenia; ELTIT, Diamela; OLEA, Raquel; ORTEGA, Eliana; RICHARD, Nelly (Orgs.). Escribir en los bordes: Congreso Internacional de Literatura Femenina Latinoamericana 1987. Santiago: Editorial Cuarto Propio, 1990.
BERENGUER, Carmen. La gran hablada. México: Editorial Aldus, 2012.
BIANCHI, Soledad (Org.). Entre la lluvia y el arcoiris: algunos jóvenes poetas chilenos. Holanda: Instituto para el Nuevo Chile, 1983.
BIANCHI, Soledad. Poesía Chilena (Miradas, enfoques, apuntes). Chile, Santiago: Ediciones Documentales/CESOC, 1990.
BOLAÑO, Roberto. La nueva poesía latinoamericana (crisis o renacimiento). In: Revista Plural. México: n. 68, 1977.
BRITO, Eugenia. Campos minados (literatura post-golpe en Chile). Santiago: Cuarto Propio, 1994.
CÁNOVAS, Rodrigo. Llamado a la tradición, mirada hacia el futuro o parodia del presente. In: RICHARD, Nelly (Org.). Arte en Chile desde 1973: escena de avanzada y sociedad. Santiago: FLACSO, 1987.
CAMPOS, Javier. La joven poesía chilena en el período 1961-1973: (G. Millán, R. Rojas, O. Hahn). Concepción: Lar, 1987.
CARRASCO MUÑOZ, Iván. Antipoesía y neovanguardia. In: Estudios Filológicos, n. 23, p. 35-53, 1988.
COLECTIVO DE ESCRITORES JÓVENES. Poesía para el camino: antología. Santiago: Nueva Universidad, 1977.
DÍAZ, Erwin (Org.). Poesía chilena de hoy: de Parra a nuestros días. Santiago: Ediciones Metales Pesados, 2005.
ELOY, Horácio. Revistas y publicaciones literarias en dictadura (1973 - 1990). Santiago: MAGO Editores, 2014.
ESPAÑA, Aristóteles. Dawson. Santiago: Editorial Bruguera, 1985.
ESPINOSA, Patricia. Panorama de la poesía chilena de mujeres: 1980-2006. In: Proyecto Patrimonio. 2006.
FARIÑA, Soledad. El deseo hecho palabra. Santiago: Ediciones Universidad Diego Portales, 2021.
FARIÑA, Soledad. La vocal de la tierra. Santiago: Editorial Cuarto Propio, 1999.
GILMAN, Claudia. Entre la pluma y el fusil: debates y dilemas del escritor revolucionario en América Latina. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores, 2003.
HARRIS, Thomas. Desarrollo de la poesía chilena: 1960 (1973) 1990. In: Revista Mapocho. Chile: n° 51, 2002.
HARRIS, Tomás; CALDERÓN, Lila; CALDERÓN, Teresa (Org.). Veinticinco años de poesía chilena (1970 – 1995). Santiago: Fondo de Cultura Económica, 1999.
HERNÁN ERRÁZURIZ, Luis; LEIVA QUIJADA, Gonzalo. El golpe estético. Dictadura militar en Chile. 1973-1989. Santiago: Ocho Libros, 2012.
HERNÁNDEZ, Elvira. Actas Urbe. Chile, Santiago: Alquimia Ediciones, 2013.
HERNÁNDEZ, Elvira. La bandera de Chile. Argentina: Tierra Firme, 1991.
HERNÁNDEZ, Elvira. No soy tan moderna. Santiago: Alquimia Ediciones, 2020.
JOAQUÍN BRUNNER, José. Chile en la encrucijada de su cultura”. In: Cuadernos Hispanoamericanos. Madri: nº 482 - 483, 1990.
LA BATALLA DE CHILE. “El golpe de Estado”. Direção: Patricio Guzmán. Produção: Chris Marker. Chile, 1981.
LA BATALLA DE CHILE. “El poder popular”. Direção: Patricio Guzmán. Produção: Chris Marker. Chile, 1984.
LA BATALLA DE CHILE. “La insurrección de la burguesía”. Direção: Patricio Guzmán. Produção: Chris Marker. Chile, 1980.
LIHN, Enrique. El circo en llamas. Santiago: LOM Ediciones, 1997.
LIRA, Rodrigo. Proyecto de obras completas. Santiago: Editorial Universitaria, 2003.
MACCHIAVELLO CORNEJO, Carla. Desmarcar el territorio: Otras escenas artísticas durante la dictadura en Chile. Santiago: Ediciones Metales Pesados, 2025.
MACÍAS, Sergio. Una breve aproximación a dieciséis años de poesía chilena: 1973 – 1989. In: Cuadernos Hispanoamericanos. Madri: nº 482 - 483, 1990.
MAQUIEIRA, Diego. La Tirana. Santiago: Tempus Tacendi, 1983.
MARTÍNEZ, Juan Luis. La nueva novela. Santiago: Ediciones Archivo, 1977.
MARTÍNEZ, Juan Luis. La poesía chilena. Santiago: Ediciones Archivo, 1978.
MARTINEZ, Juan Luis. Poemas del otro. Santiago: Ediciones Universidad Diego Portales, 2003.
MORAGA, Fernanda; NÓMEZ, Naín. Destejiendo fronteras literarias en la poesía actual de mujeres en Chile. Catedral Tomada: Revista de crítica literaria latinoamericana, v. 11, n. 20, 2016.
MUÑOZ, Rosabetty. Poesía reunida. Santiago: Ediciones Tácitas, 2024.
NEUSTADT, Robert. CADA día: la creación de un arte social. Santiago: Editorial Cuarto Propio, 2001.
NÓMEZ, Naín. La poesía chilena: Representaciones de terror y fragmentación del sujeto en los primeros años de dictadura. In: Acta literaria. Concepción: n. 36, 2008.
NÓMEZ, Naín. Transformaciones de la poesía chilena entre 1973 y 1988. In: Estudios filológicos. Chile: nº 42, 2007.
OLEA, Raquel. Escritura de mujeres: un agenciamiento cultural en la década de los ochenta. In: Variaciones. Santiago: Editorial Cuarto Propio, 2019.
OYARZÚN, Pablo. Arte, visualidad e historia. Santiago: Ediciones Universidad Diego Portales, 2015.
RICHARD, Nelly. Intervenções Críticas - Arte, Cultura, Gênero e Política. Tradução: Romulo Monte. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002.
RICHARD, Nelly. La insubordinación de los signos (cambio político, transformaciones culturales y poéticas de la crisis). Santiago: Editorial Cuarto Próprio, 1994.
SCHOPF, Federico. Del vanguardismo a la antipoesía: ensayos sobre la poesía en Chile. Santiago: Lom Ediciones, 2000.
SCHOPF, Federico. Figura de la vanguardia. In: Revista Chilena de Literatura, n. 33, 2016.
SEPÚLVEDA, Magda. Ciudad quiltra: poesía chilena (1973-2013). Santiago: Editorial Cuarto Propio, 2013.
VILLEGAS, Juan (Org.). Antología de la nueva poesía femenina chilena. Chile, Santiago: Editorial La Noria, 1985.
ZURITA, Raúl. Anteparaíso. Santiago: Editores Asociados, 1982.
ZURITA, Raúl. Literatura, lenguaje y sociedad: 1973-1983. Santiago: CENECA, 1988.
ZURITA, Raúl. Purgatorio. Santiago: Editorial Universitaria, 1979.

Programa

Encontro 01. “Michel Foucault e Gilles Deleuze: um breve histórico dos autores”

Encontro 02. “A filosofia de Michel Foucault: a arqueologia do saber, a genealogia do poder e o cuidado de si”

Encontro 03. “Do saber ao poder (parte I): como Foucault chega às relações de poder?”

Encontro 04. “Do saber ao poder (parte II): como o saber se relaciona com o poder?”

Encontro 05. “Entre o macro e o micro: uma nova forma de compreender o poder”


Bibliografia

DELEUZE, G. Foucault. São Paulo: Brasiliense, 2019.
______. O poder. São Paulo: Editora filosófica politeia, 2020.
FOUCAULT, M. História da sexualidade I: A vontade de saber. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2018.
______. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2021.
______. Vigiar e punir. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.

Bibliografia complementar (outras referências poderão ser sugeridas ao longo do curso):
DELEUZE, G. Nietzsche e a filosofia. São Paulo: n-1 edições, 2018.
______. O que é a filosofia? Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992.
KOOPMAN, C. Genealogy as critique: Foucault and the Problems of Modernity. Bloomington, Indiana: Indiana University Press, 2013.
MACHADO, R. Deleuze, a arte e a filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009.
______. Nietzsche e a verdade. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
MUCHAIL, S. Foucault, simplesmente. São Paulo: Edições Loyola, 2004.
NAIL, T.; MORAR, N.; SMITH, D. Between Deleuze and Foucault. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2016.
PATTON, P. Deleuzian concepts: Philosophy, Colonization, Politics. California: Standford University Press, 2010.
PEREIRA, D. Deleuze sobre Foucault: aprender pela escuta do outro. Linha Mestra, [s.l.], N. 41, pp. 158-165, maio-agosto, 2020.

Programa

1º dia:
Histórico do uso de modelos na geografia
Uso da quantificação
Representações como forma de se compreender questões e problemas geográficos/espaciais
Aula prática: construção de um modelo de vulnerabilidade ambiental através de técnicas de geoprocessamento utilizando o software ArcGIS
 
2º dia:
Mudança de paradigma e aumento da complexidade
Introdução do tempo e da dinâmica nos modelos geográficos
O que são sistemas complexos e quais as suas propriedades
Aula prática: explorar e observar as propriedades de modelos de sistemas complexos através da Biblioteca de Modelos do software NetLogo.
 
3° dia:
Inteligência artificial como ferramenta para desenvolver modelos de simulação: modelos baseados em agentes
O que é um ABM: apresentação das suas propriedades e exemplos
Protocolo para desenvolvimento de um modelo de simulação
Aula prática: construindo um modelo baseado em agentes (random walks) a partir do software NetLogo.
 
 
BIBLIOGRAFIA:
 
GERARDI, L. H. O.; SILVA, B. C. N. Quantificação em geografia. São Paulo: Difel, 1981.
GILBERT, N. Agent-based Models. Thousand Oaks: SAGE Publications Ltd., 2008.
HAGGETT, P.; CHORLEY, R. J. Models, paradigms and the new Geography. In:
CHORLEY, R. J.; HAGGETT, P. (Ed.). Models in Geography. Londres: Methuen e Co., 1967. p. 19-41.
HEPPENSTALL, A. J., CROOKS, A. T., SEE, L. M., BATTY, M. Agent-based models of geographical systems. London: Springer Science & Business Media, 2012, 747p.
HOLLAND, J. H. Emergence: from chaos to order. Oxford: Oxford University Press, 1998.
MITCHELL, M. Complexity: A Guided Tour. Oxford: Oxford University Press, 2011.
TOBLER, W. Cellular Geography. Philosophy in geography, p. 379–386, 1979.
TORRENS, P. M.; BENENSON, I. Geographic automata systems. International Journal of Geographical Information Science, 2005, v. 19, n. 4, p. 385-412.
WILENSKY, U.; RAND, W. An introduction to agent-based modeling: modeling natural, social, and engineered complex systems with NetLogo. Cambridge: MIT Press, 2015, 416p

Programa

Conteúdo programático:
Aula1
• Introdução
• Uma breve história da Bíblia e seus estudos acadêmicos
• Referenciais teóricos: Protocolos e Práticas de leitura
• O caso do códice 2437 da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro

Aula 2
• A Bíblia como literatura: novas práticas de leitura bíblica
• Erich Auerbach e Robert Alter
• A Bíblia como literatura no Brasil: um panorama bibliográfico

Aula 3
• A Bíblia de Frederico Lourenço
• Tradução, paratextos, suporte, edições...
• Bíblias laicas: a secularização dos objetos religiosos

Aula 4
• Análises de narrativas bíblicas: exercícios de leitura e aplicação práticas dos conteúdos estudados


Bibliografia Básica:


ALTER, Robert. A Arte da Narrativa Bíblica. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
AUERBACH, Erich. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Perspectiva, 2011.
BÍBLIA, volume I: Novo Testamento: os quatro Evangelhos. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
BÍBLIA, volume I: Novo Testamento: os quatro Evangelhos. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço – 2 ª edição revista e aumentada. Lisboa: Quetzal, 2018.
BÍBLIA, volume II: Novo Testamento: apóstolos, epístolas, Apocalipse. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
BÍBLIA, volume III: Antigo Testamento: os livros proféticos. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
BÍBLIA, volume IV: Antigo Testamento: os livros sapienciais (Tomo 1). Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. Lisboa: Quetzal, 2018.
BÍBLIA, volume IV: Antigo Testamento: os livros sapienciais (Tomo 2). Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. Lisboa: Quetzal, 2019.
CHARTIER, Roger. A história ou a leitura do tempo. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.
CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
CHARTIER, Roger (org.). Práticas de leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 2011.
FRYE, Northrop. O código dos códigos: a Bíblia e a literatura. São Paulo: Boitempo, 2004.
GABEL, John B.; WHEELER, Charles B. A Bíblia como literatura. São Paulo: Loyola, 2003.
GENETTE, Gérard. Paratextos editoriais. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2009.
LIMA, Anderson de Oliveira. A Bíblia como literatura no Brasil: história e análise de novas práticas de leitura bíblica. São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie (Tese de doutorado), 2015.
LOURENÇO, Frederico. O livro aberto: leituras da Bíblia. Rio de Janeiro: Oficina Raquel, 2017.
MARGUERAT, Daniel; BOURQUIN, Yvan. Para ler as narrativas bíblicas: iniciação à análise narrativa. São Paulo: Loyola, 2009.
MCKENZIE, Donald Francis. Bibliografia e sociologia dos textos. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2018.
MILES, Jack. Cristo: uma crise na vida de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
MILES, Jack. Deus, uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
ZABATIERO, Júlio P. T.; LEONEL, João. Bíblia, literatura e linguagem. São Paulo: Paulus, 2011.

Programa

1. Ponto de partida: as classes sociais na crise do governo Dilma (2011-2016)
SINGER, André. O lulismo em crise: um quebra-cabeça do período Dilma (2011-2016). São Paulo: Companhia das Letras, 2018. “Introdução: Do sonho rooseveltiano ao pesadelo golpista” e “Capítulo 1: Cutucando onças com bases curtas”.
BOITO, Armando. Reforma e crise política no Brasil: os conflitos de classe nos governos do PT. São Paulo: Editora Unesp, 2017. Capítulos 10: “A crise do neodesenvolvimentismo do governo Dilma Rousseff” e Capítulo 11: “Por que foi fraca a resistência ao golpe de 2016?”.

Leituras complementares
ANDERSON, Perry. Crisis in Brazil . London Review of Books, v.38, n. 8, pp 15-22, abr., 2016.
CARVALHO, Laura. Valsa Brasileira: do boom ao caos econômico. São Paulo: Todavia, 2018
MIGUEL, Luís Felipe. A democracia na periferia capitalista: impasses do Brasil. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2022.
NOBRE, Marcos. “1988 + 30”. Novos estud. CEBRAP 35 (2). Jul 2016
SANTOS, Wanderly Guilherme dos. A democracia impedida: O Brasil no Século XXI. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2017.

2. A permanência histórica da direita no Brasil
SINGER, André. A reativação da direita no Brasil. Opin. Pública 27 (3). Set.-Dez. 2021.
MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Em guarda contra o perigo vermelho, 2002. Cap. 2: Matrizes do Anticomunismo.
ROCHA, Camila. Menos Marx, mais Mises. São Paulo: Todavia, 2021. Cap. 1: O que há de novo na direita?. Cap. 2: A direita tradicional: Hayek e o combate ao comunismo.

Leituras complementares
LACERDA, Marina Basso. O novo conservadorismo brasileiro. Porto Alegre: Zouk, 2019.
NICOLAU, Jairo. O Brasil dobrou à direita: uma radiografia da eleição de Bolsonaro em 2018. São Paulo: Zahar, 2020.
PIERUCCI, A. F. ; COUTINHO, M. C. A Direita que Flutua: o voto conservador na eleição de 1990 em São Paulo. Novos Estudos Cebrap, n 29, mar., p. 10-27 1991.
SINGER, André. Esquerda e direita no eleitorado brasileiro: a identificação ideológica nas disputas presidenciais de 1989 e 1994. São Paulo: Edusp, 2002.
FERNANDES, Florestan. Revolução Burguesa no Brasil: ensaio de interpretação sociológica. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987. Capítulo 7.
ANDERSON, Perry. O Brasil de Lula. London Review of Books, 2011
ANDERSON, Perry. “A direita intransigente”. In: ANDERSON, Perry. Espectro: da direita à esquerda no mundo das idéias. São Paulo: Boitempo, 2012.

3. A extrema direita no poder
BOLSONARO, Jair. Discursos parlamentares, 2022. Discurso do dia 13 de março de 2014.
BOLSONARO, Jair. Discursos parlamentares, 2022. Discurso do dia 13 de fevereiro de 2014.
BIGNOTTO, Newton. Bolsonaro e o bolsonarismo entre o populismo e o fascismo. In: STARLING, Heloísa; BIGNOTTO, Newton; LAGO, Miguel. Linguagem da destruição. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.

Leituras complementares
ROCHA, Camila; SOLANO, Esther. O bolsonarismo e as classes populares. In: AVRITZER, Leonardo; KERCHE, Fábio; MARONA, Marjorie (Orgs.). Governo Bolsonaro: Retrocesso democrático e degradação política. Belo Horizonte: Editora Autêntica,p.21-34, 2021
MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Passados presentes: O golpe de 1964 e a ditadura militar. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2021.
CASTRO, Celso. O espírito militar: um antropólogo na caserna. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2021.
ANDERSON, Perry. Bolsonaro’s Brazil. London Review of Books, 2019.
CAVALCANTE, Sávio. 2020. Classe média e ameaça neofascista no Brasil de Bolsonaro. Crítica Marxista. N. 50. Pp. 121-130.
CHIRIO, Maud. A política nos quartéis: revoltas e protestos de oficiais na ditadura militar brasileira. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2012
STREECK, Wolfgang. Tempo Comprado: a crise adiada do capitalismo democrático. São Paulo: Boitempo, 2018.
FRASER, Nancy. Why two Karls are better than one: integrating Polanyi and Marx into a critical theory of the current crises. 2017

4. O lulismo na política brasileira: uma rota de fuga?
SINGER, André. Os sentidos do lulismo: reforma gradual e pacto conservador. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. “Introdução: alguns temas da questão setentrional” e “Capítulo 1: Raízes sociais e ideológicas do lulismo”.
FRENCH, John. D.. Lula and his politics of cunning: From metalworker to president of Brazil. Chapel Hill: The University of North Carolina Press, 2021. “Introduction: The long view” e “Conclusion: A victim of his successes”

Leituras complementares
WEFFORT, Francisco. O populismo na política brasileira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
SADER, Emir. Brasil, de Getúlio a Lula. In: SADER, Emir; GARCIA, Marco Aurélio (Orgs.). Brasil: Entre o Passado e o Futuro. São. Paulo: Boitempo,p.11-29, 2010
ANDERSON, Perry. O Brasil de Lula. Novos Estudos. São Paulo, n. 95, pp. 23-52, 2011

5. O que nos espera? Proposta de debate sobre as leituras do curso.

Programa

1. Introdução à filosofia de Espinosa;
2. A imaginação na filosofia de Espinosa;
3. Introdução à filosofia de Kant: o projeto crítico;
4. A imaginação produtiva em Kant: a descoberta do transcendental da imaginação;
5. A imaginação na filosofia de Husserl (1)
6. A imaginação na filosofia de Husserl (2)
7. A imaginação espontânea em Sartre

Bibliografia

I. Primária
1) Espinosa
ESPINOSA, B. Ética. Texto bilíngue. Tradução do Grupo de Estudos Espinosanos; coordenação de
Marilena Chaui. São Paulo: EDUSP, 2015.
____________. Tratado da Emenda do Intelecto. Texto bilíngue. Tradução de Cristiano Novaes de
Rezende. – Campinas: Editora da Unicamp, 2015.
____________. Princípios da filosofia cartesiana e Pensamentos Metafísicos. Texto bilíngue. Tradução
de Homero Santiago e Luís César Guimarães Oliva. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2015.
____________. Breve Tratado de Deus, do homem e de seu bem-estar. Tradução de Luís César Oliva
e de Emanuel Angelo da Rocha Fragoso. Belo Horizonte: Autêntica, 2012.
____________. Tratado Teológico-Político. Tradução, introdução e notas de Diogo Pires Aurélio. São
Paulo: Martins Fontes, 2004.

____________. Tratado Político. Tradução, introdução e notas de Diogo Pires Aurélio. São Paulo:
Martins Fontes, 2009.
2) Kant
Kant, I. Crítica da razão pura. Tradução e notas de Fernando Costa Mattos 4. ed. Petrópolis,
RJ: Vozes; Bragança Paulista, SP: Editora Universitária São Francisco, 2015.
_________ Prolegômenos a toda metafísica futura. Tradução de Tania Maria Bernkopf. São Paulo:
Abril Cultural, 1974. (Coleção os Pensadores)
_________Lógica. Tradução de Guido Antônio de Almeida do texto original estabelecido por
Gottlob Benjamin Jäsche. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2015.
_________ Manual de Lógica. Tradução bilíngue de Fausto Castilho do texto original estabelecido
por Gottlob Benjamin Jäsche. 2ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2002.
_________ Crítica da razão prática. Tradução de Monique Hulshof. Petrópolis, RJ: Vozes;
Bragança Paulista, SP: Editora Universitária São Francisco, 2016.
_________ Crítica da faculdade de julgar. Tradução de Fernando Costa Mattos. Petrópolis, RJ: Vozes;
Bragança Paulista, SP: Editora Universitária São Francisco, 2016.
3) Husserl
HUSSERL. Ideias Para uma Fenomenologia Pura e Para uma Filosofia Fenomenológica. Trad. Márcio
Susuki. São Paulo: Ed. Idéias e Letras, 2006.
______. Fantasia e Consciência de Imagem. In: SILVA, M, M, M. “Fantasia e consciência de imagem”,
lições apresentadas por Husserl no semestre de inverno de 1904-1905: tradução, introdução e notas.
Dissertação de mestrado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Departamento de
Filosofia, Universidade de São Paulo, 2012.
______. HUSSERLIANA X. Zur Phänomenologie des inneren Zeitbewusstseins. Haia: Martinus Nijhoff.
1966.
______. HUSSERLIANA XXIII. Phantasie, Bildbewusstseins, Erinnerung. Zur Phänomenologie der
anschaulichen Vergegenwärtigungen. Haia: Martinus Nijhoff, 1980.

4) Sartre
SARTRE, Jean-Paul. “A imaginação”. Tradução de Luiz Roberto Salinas Fortes. São Paulo: Abril
Cultural, 1978. (Coleção Os Pensadores)
__________O imaginário. Tradução de Duda Machado. São Paulo: Editora Ática, 1996.

II. Secundária
1) Sobre Espinosa:
CHAUI, M. Espinosa, uma filosofia da liberdade. São Paulo, Moderna, 1995.
DELBOS, V. O Espinosismo: curso proferido na Sorbonne em 1912-1913. Tradução de Homero
Santiago. São Paulo: Discurso Editorial, 2002.

DELEUZE, G. Espinosa: filosofia prática. São Paulo: Escuta, 2002.
GLEIZER, M. Verdade e certeza em Espinosa. Porto Alegre: L&PM, 1999.
JAQUET, C. A unidade do corpo e da mente: afetos, ações e paixões em Espinosa. Tradução de Luís
César Oliva e Marcos Ferreira de Paula. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2011.
OLIVA, L.C.G. Existência e Eternidade em Leibniz e Espinosa. São Paulo: Discurso Editorial, 2016.
RODRIGUES, J.L. O conatus imaginativo em Espinosa: a produção da contingência e a ideia de
finalidade. Trans/Form/Ação, Marília, v. 44, n. 1, Jan./Mar., 2021, p. 205-224.
SANTIAGO, H. Entre Servidão e Liberdade. São Paulo: Editora Filosófica Politeia, 2019.
SOUZA, G.F.R. Sonhar de olhos abertos: um estudo sobre os conceitos de erro e de privação na
filosofia de Espinosa. Dissertação de Mestrado. Departamento de Filosofia, Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2023.
TEIXEIRA, L. A doutrina dos modos de percepção e o conceito de abstração na filosofia de Espinosa.
São Paulo, Ed. Unesp, 2001.
2) Sobre Kant
FERRARIN, Alfredo. Ensaios sobre Kant e a imaginação. História de um conceito desabrigado.
Tradução de Josiane Guglielmi de Souza. Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2017.
GIBBONS, Sarah L. Kant's theory of imagination: Bridging gaps in judgement and experience.
Oxford, UK: Clarendon Press, 2002.
GUYER, Paul. Kant and the claims of knowledge. Cambridge: Cambridge University Press, 2003
[1987]
HEBECHE, Luiz. “A imaginação em Descartes e Kant”. In: Veritas, Porto Alegre, v. 50, n. 2, junho 2005,
p. 99-110.
HEIDEGGER, Martin. Kant y el problema de la metafísica. Tradução para o espanhol de Gred Ibscher
Roth. 2. Ed. México, D. F.: Fondo de Cultura Economica, 1986 [1929].
KEMP SMITH, N. A Commentary to Kant’s “Critique of Pure Reason”. London: Macmillan, 1918.
KNELLER, Jane. Kant e o poder da imaginação. Tradução de Elaine Alves Trindade. São Paulo:
Madras, 2010 [2007].
LEBRUN, Gérard. Kant e o problema da metafísica. Tradução de Carlos Alberto Ribeiro de Moura. São
Paulo: Martins Fontes, 1993 [1970].
MAKKREEL, Rudolf A. Imagination and Interpretation in Kant: the hermeneutical import of the Critique
of Judgment. Chicago and London: The University of Chicago Press, 1990.
MAKOWIAK, Alexandra. Kant, l’imagination et la question de l’homme. Grenoble: Millon, 2009.
MÖRCHEN, Hermann. Die Einbildungskraft bei Kant. Tübingen: Max Niemeyer, 1970 [1928].
PIMENTA, Olavo Calábria. A imaginação de Kant e os dois objetos para nós: e ainda, a propósito da
doutrina do esquematismo e das duas deduções das categorias. Tese de Doutorado.
Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Filosofia e Ciências 2012.
4) Sobre Sartre
CABESTAN, Philippe. L’imaginaire, Sartre. Paris: Ellipses, 1999.
CASTRO, Paulo Alexandre e. Metafísica da imaginação. Estudos sobre a Consciência Irrealizante a
Partir de Sartre. São Paulo: Editora Bond, 2006.

 

Programa

Aula 1: Contextualizando o cinema britânico: a British New Wave e Ken Loach na BBC
Filmes analisados:
- Cathy Come Home (1964)
- Kes (1969)
Bibliografia de apoio:
WILLIAMS, Raymond. Culture is ordinary. In: Resources of Hope. London & New York: Verso, 1989.
______. A Defense of Realism. In: What I Came to Say. London: Hutchison Radius, 1989.

Aula 2: Consolidação do neoliberalismo: o gerenciamento da ralé
Filmes analisados:
- Riff Raff (1991)
- It's a Free World (2007)
Bibliografia de apoio:
JAMESON, Fredric. A cultura do dinheiro. Ensaios sobre a globalização. Trad. Maria Elisa Cevasco e Marcos
César de Paula Soares. Petrópolis: Vozes, 2001.
Capítulo 1. Globalização e estratégia política.


Aula 3: O cinema recente de Ken Loach I: I, Daniel Blake

Filmes analisados:
- I, Daniel Blake (2016)
Bibliografia de apoio:
HARVEY, David. Seventeen Contradictions and the End of Capitalism. New York: Oxford University Press,
2014.
Capítulo 10. Monopoly and Competition: Centralisation and Decentralisation.
 
Aula 4: O cinema recente de Ken Loach II: Sorry We Missed You
Filmes analisados:
- Sorry We Missed You (2019)
Bibliografia de apoio:
SENNETT, Richard (1943) - A corrosão do caráter: as consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo. 16ª
ed. Rio de Janeiro: Record, 2015. 
Capítulo 1. À deriva. 

Bibliografia complementar:

BORDWELL, David. Narration in the Fiction Film. Madison: Methuen & Co., 1985.
DARDOT, Pierre; LAVAL, Christian. The New Way of the World. London & New York: Verso, 2013.
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Trad. Teresa Ottoni. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002.
ENGELS, Friedrich. A situação da classe trabalhadora na Inglaterra. Trad. B. A. Schumann. São Paulo:
Boitempo Editorial, 2008.
HARVEY, David. Seventeen Contradictions and the End of Capitalism. New York: Oxford University Press,
2014.
______. The Conditions of Postmodernity: An Enquiry into the Origins of Cultural Change. Oxford: Blackwell,
1990.
______. Spaces of Global Capitalism. London & New York: Verso, 2005.
______. A Brief History of Neoliberalism.New York: Oxford University Press, 2005
JAMESON, Fredric. A cultura do dinheiro. Ensaios sobre a globalização. Trad. Maria Elisa Cevasco e Marcos
César de Paula Soares. Petrópolis: Vozes, 2001.
______. “Fredric Jameson: Cognitive Mapping.” In.: Marxism and the interpretation of culture. Illini Books ed.,
Illinois: 1988 (pp. 347-360)
______. Postmodernism, or, The Cultural Logic of Late Capitalism. Nova York: Verso, 1992.
LEVY, Jacques. "On Space in Cinema", Annales de géographie, vol. no 694, no. 6, 2013, pp. 689-711.
ROSENFELD, Anatol. O Teatro Épico. 5. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
SENNETT, Richard (1943) - A corrosão do caráter: as consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo. 16ª
ed. Rio de Janeiro: Record, 2015.
SOARES, Marcos César de Paula. O trabalho colaborativo no cinema de Ken Loach. Ilha do Desterro,
Florianópolis, v. 72, p. 251-263, 2019.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
WILLIAMS, Raymond. “A Lecture on Realism.” Afterall: A Journal of Art, Context and Enquiry, no. 5, 2002, pp.
106–15. JSTOR, http://www.jstor.org/stable/20711464. 
______. Base and Superstructure in Marxist Cultural Theory. In: Culture and materialism: selected essays.
London: Verso, 1980.
_______.  Keywords. A Vocabulary of Culture and Society New York: Oxford University Press, 2015
______. Culture is ordinary. In: Resources of Hope. London & New York: Verso, 1989.
______. What I Came to Say. London: Hutchison Radius, 1989.