Programa

Aula 01 — O lugar histórico da obra tardia de Thomas Mann: Meine Zeit (1950).
Aula 02 — Doutor Fausto (1947): a danação do humanismo europeu.
Aula 03 — O eleito (1951): a contrição do humanismo europeu.
Aula 04 — A enganada (1953): a paródia do Romantismo alemão.
Aula 05 — A reconciliação destrutiva: a obra tardia de Thomas Mann.

Bibliografia:
- ADORNO, T. W. “Spätstil Beethovens”, in: Gesammelte Schriften, vol. 17, Frankfurt a.M.: Suhrkamp, 1974, pp. 17-20.
- AUERBACH, E. Ensaios de literatura ocidental. São Paulo: Editora 34/Duas Cidades, 2007
- ____. “Figura”, in Figura: São Paulo: Editora 34/Duas Cidades, 2024, pp. 41-122.
- ____. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Perspectiva, 2015.
- GALVÃO, W. N. “‘O eleito’, de Thomas Mann: a arte da paródia e da ironia”. In: Lendo e relendo, São Paulo: Edições Sesc; Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2019, pp. 195-224.
- JOLLES, A. Formas simples: legenda, saga, mito, adivinha, ditado, caso, memorável, conto, chiste. Trad. Alvaro Cabral, São Paulo: Cultrix, 1976.
- KAHLER, E. The orbit of Thomas Mann, Princeton: Princeton University Press, 1969.
- LUKÁCS, G. Essays on Thomas Mann, London: Merlin Press, 1964.
- _____. “Thomas Mann e a tragédia da arte moderna”, in.: Ensaios sobre literatura, São Paulo: Civilização Brasileira, 1965.
- MANN, Thomas. A gênese do Doutor Fausto, São Paulo: Mandarim, 2001.
- _____. As três últimas novelas: As cabeças trocadas; A lei; A mulher atraiçoada. Trad. Gilda Lopes Encarnação. Porto: Livros do Brasil, 2015.
- _____. Ouvintes alemães: discursos contra Hitler, trad. Antonio Carlos dos Santos e Renato Zwick, Rio de Janeiro: Zahar, 2009.
- _____. Die Betrogene und andere Erzählungen, Frankfurt a. Main: S. Fischer Verlag, 2015.
- _____. Doutor Fausto: a vida do compositor alemão Adrian Leverkühn contada por um amigo. São Paulo: Cia das Letras, 2016.
- _____. Essays: 1945 — 1955. Frankfurt a. Main: S. Fischer Verlag, 2014.
- _____. O eleito, Trad. Cláudia Dornbusch, São Paulo: Cia das Letras, 2018.
- ROSENFELD, A. Thomas Mann, São Paulo: Perspectiva/Unicamp/Edusp, 1994.
- SAID, Edward W. Estilo tardio, São Paulo: Cia das Letras, 2009.
- VAGET, Hans Rudolf. Thomas Mann, der amerikaner, Frankfurt a. Main: S. Fischer Verlag, 2011.

Programa

• A semântica da (in)definitude do sintagma nominal e o ensino do artigo no português brasileiro;
• A semântica da quantidade nominal e o singular e o plural no português;
• Semântica formal e ensino de Língua Portuguesa: Uma proposta de análise e reflexão dos pronomes indefinidos;
• Práticas de análise linguística na escola: reflexões sobre a semântica do fenômeno crase no português brasileiro;
• A noção de sentido: uma relação entre a semântica e a gramática;
• A semântica Fregeana e o ensino de coesão;
• A semântica dinâmica e a semiótica discursiva no ensino de coerência;
• A semântica das conjunções e as relações entre as sentenças;
• A estrutura informacional e a sua contribuição para a interpretação e produção de textos orais e escritos na Educação Básica;
• A semântica dos modificadores e o ensino de orações subordinadas adjetivas;
• O ensino de modificação adverbial em língua portuguesa;
• Produção de material didático em semântica;
• Produção de material didático em semântica: a BNCC e o livro didático;
• Ferramentas tecnológicas no ensino de semântica;
• Descrição de tempo e aspecto verbal e o ensino de tempos verbais no português brasileiro;;
• Os tempos verbais simples e progressivos.


Sistema de Avaliação:

Para ser aprovado o aluno deve finalizar o curso com uma frequência mínima de 75% da carga-horária total do curso que será contabilizada a partir da participação nas aulas online no Google Meets e das atividades de leitura supervisionada no Google Forms.


Bibliografia:

ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007.
¬¬¬¬
___________. Gramática contextualizada: limpando o ‘pó das ideias simples’. São Paulo: Parábola Editorial, 2014.

___________. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.

AVERBUCK, L. Expressão verbal escrita de alunos do primeiro ciclo da UFRGS: A estrutura do parágrafo e processos de pensamento lógico. Cadernos de pesquisa 26. Fundação Carlos Chagas, 1975.

AZEVEDO, Isabel Cristina Michelan de. O papel da argumentação na construção de competências discursivas no ambiente escolar. In: MOSCA, Lineide Salvador. Retórica e Argumentação em Práticas Sociais Discursivas. Coimbra: Grácio Editor, 2016b. p. 159-185.

AZEREDO, José Carlos de. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa. São Paulo: Publifolha, 2018.

BAGNO, Marcos. Gramática Pedagógica do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2011.

BECHARA, Evanildo. Ensino da gramática. Opressão? Liberdade?. 4 ed. São Paulo: Ática, 1989. (Princípios; 26).

____________. Gramática escolar da língua portuguesa.2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2010.

____________. Moderna gramática portuguesa. 38. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.

BELINE, Ronald. Língua e Variação. In.: FIORIN, J. Linguística? O que é isso?. São Paulo: Contexto, 2013.

BERTRAND, Denis. Parler pour convaincre: Rhétorique et discours. Paris: Éditions Gallimard, 1999.

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BIDERMAN, Maria Tereza. O conhecimento, a terminologia e o dicionário. Ciência e Cultura. São Paulo, v. 58, n. 2, p. 35-37, 2006.

BORGES NETO, José; MÜLLER, Ana Lúcia de Paula; PIRES DE OLIVEIRA, Roberta. A semântica formal das línguas naturais: histórias e desafios. In: Revista de Estudos da Linguagem. Belo Horizonte, v. 20, n. 1, p. 119-148, jan./jun., 2012.

BORGES NETO, José. Gramática e Lógica. Revista da ABRALIN, v.15, n.1, p. 121-138, jan./jun. 2016.

BRANDÃO, Carlos. Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense. 1999.

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BRITTO, Luiz Percival Leme. A sombra do caos: ensino de língua X tradição gramatical. Campinas: ALB/Mercado de Letras, 1997.

BUNZEN, Clecio; MENDONÇA, Márcia. org. Português no ensino médio e formação do professor. São Paulo: Parábola Editorial, 2006.

CAMPOS, Elísia Paixão de. Por um novo ensino de gramática: orientações didáticas e sugestões de atividades. Goiânia: Cânone editorial, 2014.

CANÇADO, Márcia. Manual de semântica: noções básicas e exercícios. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.

CARMO JR., José Roberto do. Estratégias enunciativas na produção do texto publicitário verbovisual. In: OLIVEIRA, Ana Cláudia de; TEIXEIRA, Lúcia. Linguagens na comunicação: desenvolvimentos de semiótica sincrética. São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2009.

CASTILHO, Ataliba. Introdução ao estudo do aspecto verbal na Língua Portuguesa. Marília: 1968.

_________________ O aspecto verbal no Português falado. In Gramática do português falado. Campinas: Ed. da UNICAMP, vol. 7. 2002.

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CHIERCHIA, Gennaro. Semântica. Campinas: Editora da UNICAMP, 2003.

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CORREA, Thiago Moreira. Reflexões sobre uma didática para a Semiótica Visual: semissimbolismo. Comunicação oral. FAPS – Fórum de Atualização em Pesquisas Semióticas, mar. 2019. Disponível em . Acesso em 15 maio 2019.

CUNHA, Celso; Cintra, Lindley. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.

DOETJES, Jenny. Count/mass distinctions across languages. In.: MAIENBORN, Claudia; VON HEUSINGER, Klaus; PORTNER, Paul (ed.). Semantics: An International Handbook of Natural Language Meaning, De Gruyter Mouton, v. 3, 2559–2580, 2012.

EISNER, Will. Quadrinhos e a Arte Sequencial. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

FAVERO, Leonor. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991.

FERRAREZI JUNIOR, Celso. Semântica para a educação básica. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.

__________. Sintaxe para a educação básica. São Paulo: Contexto, 2012.

__________; BASSO, Renato. Semântica, semânticas: uma introdução. São Paulo: Contexto, 2013.

FERREIRA, Marcelo Barra. Curso de Semântica Formal. Berlim: Language Science Press, 2019.

FIORIN, José Luiz. As astúcias da enunciação. As categorias de pessoa, espaço e tempo. 2ª ed. São Paulo: Ática, 1999.

_________. Introdução à linguística: objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002.

_________. A linguagem humana: do mito a ciência. In.: Linguística? O que é isso?. São Paulo: Contexto. 2013, p. 13-43.

_________. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 2011.

_________. Figuras de retórica. São Paulo: Contexto, 2014.

FRANCHI, Carlos. Mas o que é mesmo ‘gramática’?. São Paulo: Parábola, 2006.

FREGE, Gottlob. Lógica e filosofia da linguagem. 2. ed. amp. e rev. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2009.

FREGE, Gottlob. Sobre o sentido e Referência. S. Miranda (trad.). Fundamento – Rev. de Pesquisa em Filosofia, v. 1, n. 3, maio – ago. 2011.

FREITAS, Marcela Martins. Tempo gramatical e aspecto: Descrição e ensino. Dissertação (mestrado). São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2019.

GOMES, Ana Quadros; MENDES, Luciana Sanchez. Para conhecer semântica. São Paulo: Contexto, 2018.

GERALDI, João. (org.). O texto na sala de aula. Cascavel: ASSOESTE, 1999.

GREIMAS, Algirdas Julien; COURTÉS, Joseph. Dicionário de semiótica. 2. ed. 1ª reimpressão, São Paulo: Contexto, 2012.

GREIMAS, Algirdas Julien. Sobre o sentido II: ensaios semióticos. 1ª ed. São Paulo: Nankin/EDUSP, 2014 [1983].

GRICE, Herbert Paul. Lógica e conversação. In: DASCAL, M. (Org.) Fundamentos metodológicos da linguística (IV). Campinas-Unicamp, 1982.

HURFORD, James. Language and Number: The Emergence of a Cognitive System. Basil Blackwell, Oxford, 1987.

ILARI, Rodolfo; POSSENTI, Sirio. Português e ensino de gramática. Contexto & Educacao, Ijui: s.n, v.9, n.36, p. 103-118, out./nov. 1994.

ILARI, Rodolfo; CASTILHO, Ataliba Teixeira de; CASTILHO, Célia M. de; et al. Considerações sobre a posição dos advérbios. In: Gramática do português falado: a ordem [S.l: s.n.], 2002.

ILARI, Rodolfo; BASSO, Renato. O verbo. In: ILARI, Rodolfo (org.) Gramática do português culto falado no Brasil. vol III: Palavras de classe aberta. São Paulo: Contexto, 2014. P. 65-242.

ILARI, Rodolfo. O português da gente: a língua que estudamos a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2014.

_________. Introdução ao estudo do léxico: brincando com as palavras. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2011.

_________. A Perspectiva Funcional da Frase Portuguesa. Campinas: Editora da Unicamp, 1992.

_________. A expressão do tempo em Português. São Paulo: Contexto, 1997.

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KATO, Mary. Tópico e sujeito: duas categorias na sintaxe? In: Cadernos de Estudos Linguísticos (17). Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1989.

_________. Tópicos como alçamento de predicados secundários, In: Cadernos de Estudos Linguísticos (34). Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 67-76, 1998.

KLEIMAN, Ângela; SEPULVEDA, Cida. Oficina de gramática-metalinguagem para principiantes. Campinas: Pontes Editora, 2014.

KLEIN, Wolfgang. Time in language. London and New York: Routledge, 1994.

KOCH, Ingedore Villaça. Argumentação e linguagem. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1996.

________ ; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Coerência textual. 17. ed., 2ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2008.

LANDAU, Sidney. Dictionaries: The Art and Craft of Lexicography. Cambridge, 1989.

LEGROSKI, Marina. Todo, qualquer e cada: uma proposta de análise semântica. Tese (doutorado). Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2015.

LEVINSON, Stephen C. Pragmática. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

LOPES, Edward. Metáfora: da retórica à semiótica. 2ª ed. São Paulo: Atual, 1987.

MACHADO, Nilson; CUNHA, Marisa. Lógica e linguagem cotidiana – verdade, coerência, comunicação, argumentação. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017.

MAMIZUKA, Robêni. Redações no vestibular: estudo do parágrafo, problemas de organização. In.: Cadernos de Pesquisa 23. Fundação Carlos Chagas, 1977.

MARCUSCHI, Luiz Antônio. Linguística do texto: o que é, como se faz. Recife: UFPE, 1983.

MEDEIROS, Alessandro Boechat de; SILVA, Maria Cristina Figueiredo. O estruturalismo de Mattoso Câmara Jr. In: _________. Para Conhecer Morfologia. São Paulo: Contexto, 2016, p. 40-49.

MENDONÇA, Márcia. Análise linguística no ensino médio: um novo olhar, um outro objeto. In: BUNZEN, Clecio; MENDONÇA, Márcia (org). Português no ensino médio e formação do professor. São Paulo: Parábola Editorial, 2006.

MOKVA, Ana Maria. A semântica na sala de aula. Dissertação (mestrado). Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2001, 198p.

MOURA-NEVES, Maria Helena. Gramática de usos do português. 2. ed. São Paulo: Editora Unesp, 2011.

MÜLLER, Ana. Sentenças genericamente quantificadas e expressões de referência a espécies no português brasileiro. Cadernos de Estudos Linguísticos, v. 39, p. 131-148, 2000

___________. Genericity and the denotation of common nouns in Brazilian Portuguese. DELTA – Documentação de Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, v. 18, n.2, p. 287-308, 2002.

___________. A semântica do sintagma nominal. In: MÜLLER, A. L.; NEGRÃO, E. V.; FOLTRAN, M. J. (Orgs.). Semântica formal. São Paulo: Contexto, 2003, p. 61-73.
__________. Tópico, foco e nominais nus no PB. In: L. NEGRI et al. (org.). Sentido e Significação. São Paulo: Contexto, p. 77-95, 2004.
___________; BERTUCCI, R. Sintagmas nominais nus expressam a distinção definido vs indefinido? O caso do karitiana. In: PIRES DE OLIVEIRA, R.; MEZARY, M. P. (orgs.). Nominais Nus. Um olhar através das línguas. Campinas, Mercado de Letras, 2012. pp. 149-180.

__________; VIOTTI, Evani. Semântica formal. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução à linguística II: princípios de análise. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2017, p. 137-160.

NEGRÃO, Esmeralda Vailati. O Português Brasileiro: uma língua voltada para o discurso. Tese de Livre Docência. USP, 1999.

NEVES, Maria Helena. A gramática: história, teoria e análise, ensino. São Paulo: Editora UNESP, 2002.

__________. Que gramática estudar na escola? Norma e uso na língua portuguesa. São Paulo: Contexto, 2003.

OLIVEIRA, Roberta Pires de et al. Semântica: 6º período. Florianópolis: LLV/CCE/UFSC, 2012.

___________________; BASSO, Renato. A semântica, a pragmática e os seus mistérios. In: Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL, v. 5, n. 8, mar., 2007.

___________________. A gramática do sentido na escola. In: MARTINS, Marco Antonio (Org.). Gramática e Ensino. Natal: Editora da Universidade Federal de Natal, v. 1, p. 229-260, 2013.

___________________; BASSO, Renato. Arquitetura da Conversação: Teoria das Implicaturas. São Paulo: Parábola Editorial, 2014.

__________; QUAREZEMIN, Sandra. Gramáticas na escola. Petrópolis: Vozes, 2016.

PARAGUASSU, Nize; MÜLLER, Ana. A distinção contável-massivo nas línguas naturais. Revista Brasileira de Letras (UFSCar), v. 73, p. 65-75, 2008.

PARAGUASSU-MARTINS, Nize. A contabilidade dos nomes no português brasileiro. São Paulo, SP. Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, 2010.

PARSONS, Terence. Events in the Semantics of English. A Study in Subatomic Semantics. Cambridge/Mass., MIT Press, 1990.

PERINI, Mário. Sofrendo a gramática. 3.ed. São Paulo: Ática, 2003.

___________. Gramática do português brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.

___________. Gramática descritiva do português brasileiro. Petrópolis: Vozes, 2016.

PIETROFORTE, Antônio Vicente Seraphim. Análise textual da história em quadrinhos: uma abordagem semiótica da obra de Luiz Gê. São Paulo: Annablume-Fapesp, 2009.

PILATI, Eloisa et al. Educação linguística e ensino de gramática na educação básica. Linguagens & Ensino, Pelotas, v. 14, n. 2, p. 395-425, jul./dez.2011.

__________. Linguística, gramática e aprendizagem ativa. Campinas: Pontes, 2017.

PORTNER, Paul; PARTEE, Barbara. (eds.). Formal semantics: the essential readings. Blackwell Publishers, 2002.

POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado de Letras, 1997.

___________. Sobre o ensino de português na escola. In: GERALDI, João (org.). O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006.


PROENÇA, Paulo Sérgio de. “Não sou racista, mas...”: motivações linguísticas da proverbial retórica à brasileira para a negação do racismo. In Revista A Cor das Letras. Feira de Santana, v. 18, p. 336-344, maio/ago., 2017.

QUAREZEMIN, Sandra. Estratégias de Focalização no Português Brasileiro. Tese (Doutorado) - UFSC, 2009.

___________. Ensinar Linguística na Escola: um confronto com a realidade. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/workingpapers/article/view/1984-84…

REBOUÇAS, Moema Lúcia Martins. Leitura de textos visuais na escola. In: NUNES, Ana Luíza Ruschel (org). Artes Visuais: Leitura de imagens e escola. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2012, p. 247-260.

ROSA-SILVA, Fernanda. Deslocamento de tópico contrastivo no português brasileiro: uma proposta semântico-pragmática. In: Revista de Estudos da Linguagem, v.27, p.771 - 809, 2019.

___________. Deslocamento de sintagma nominal definido com função de foco no português brasileiro. Revista Linguística, v.15, p.86 - 117, 2019.

___________. Deslocamento de tópico e foco no português brasileiro: Uma análise semântico-pragmática. Tese (Doutorado) – USP, 2017.

ROTHSTEIN, Susan. Numericals: counting, measuring and classifying. In Aguilar-Guevara, A., Chernilovskaya, A. and Nouwen, R. (eds.), Proceedings of Sinn und Bedeutung 16, Cambridge, MA: MIT Working Papers in Linguistics, pp. 527–43, 2012.

SAUSSURE, Ferdinand de. [1915]. Curso de Lingüística Geral. Organizado por Charles Bally e Albert Sechehaye com a colaboração de Albert Riedlinger. Trad. Antonio Chelini, José Paulo Paes e Izidoro Blikstein. 26. edição. São Paulo: Pensamento-Cultrix, 1974.

SILVA, Sílvio Porfírio. Texto visual na educação infantil: contribuições para construção do conhecimento da criança. Revista Arredia, Dourados, MS, Editora UFGD, v.3, n.5: 77-101 ago./dez. 2014. Disponível em . Acesso em 15/05/2019.

SILVINO, Flávia Felipe. Letramento visual. ANAIS – Seminários Teóricos Interdisciplinares do SEMIOTEC – I STIS. Nov/2012. Disponível em: . Acesso em 15/05/2019.

SHIMODA, Lucas Takeo; FERREIRA, Luiz Fernando. O ensino de coerência textual em enunciados verbais e não-verbais. Uma abordagem alternativa. Estudos Semióticos, 15, 2019. 158-180.

SQUARISI, Dad; SALVADOR, Arlete. A arte de escrever bem: um guia para jornalistas e profissionais do texto. São Paulo: Contexto, 2004.

STALNAKER, Robert. Context and content: Essays on Intentionality in Speech and Thought. Oxford University Press. 1999.

TARSKI, Alfred. A concepção semântica da verdade. Trad.: Celso Braida et al. MORTARI, Cezar Augusto; DUTRA, Luiz Henrique de Araújo (Orgs). São Paulo: Editora UNESP, 2007.

TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática, 14. ed. São Paulo: Cortez, 2009.

VENDLER, Zeno. Verbs and times. The philosophical review, LXVI, 1957, pp. 143-60.

___________. Linguistics and philosophy. Ithaca: Cornell University Press, 1967.

VIEIRA, Silvia; BRANDÃO, Silvia. Ensino de gramática: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2011.

XAVIER, Maria Isabel. O útil e o inúril no ensino de língua materna. In: DALLA ZEN, Maria Isabell; XAVIER, Maria Luisa (orgs). Ensino da língua materna: para além da tradição. Porto Alegre: Melhoramentos, 1998.

Programa

LÍNGUA E CULTURA CATALÃS II


Unitat 5: Casa meva és casa vostra

GRAMÀTICA
- Quantificadors: massa, molt, bastant, força, més aviat, una mica, poc, gaire, gens
- Interrogatius: on / (a) quin
- Preposicions: a, en, amb
- Present d’indicatiu: haver-hi, ser, viure, estar-se, preferir
- Numerals ordinals: primer, segon...
- Estructures comparatives
- Expressions locatives: a prop, al costat, al mig, al darrere, entre, al final, lluny, al davant
- Connectors: a més, també
LÈXIC
- Noms de les vies públiques
- Noms i adjectius per indicar característiques de barris, pobles i ciutats
FONÈTICA
- La vocal neutra
CULTURA
- Barris de Barcelona i València



Unitat 6: Històries de vida

GRAMÀTICA
- Pronoms febles: el, la, els, les, ho
- Pronoms febles: em, et, es, ens, us (davant i darrere del verb)
- Interrogatiu: quan
- Numerals a partir del 100
- Expressions temporals: als 10 anys, quan, al cap de, l’any 2009, fa tres mesos, del 2010 al 2012...
- Present d’indicatiu: saber, conèixer
- Passat perifràstic d’indicatiu
- Imperfet d’indicatiu: ser, tenir, haver-hi
- Connector: per això
LÈXIC
- Verbs que indiquen experiències personals
- Noms i verbs que indiquen fets històrics
- Expressions per a reaccionar: què dius ara?, que fort, quina pena!, ostres!...
FONÈTICA
- Entonació d’expressions de sorpresa i tristesa
- El verb conèixer
CULTURA
- Dones invisibles de la història de Catalunya
- Persones destacades en diferents àmbits
- Fets rellevants de la història de Catalunya




Unitat 7: Menjar-se el món

GRAMÀTICA
- Quantificadors: gens, cap
- Pronoms febles: el, la, els, les, en
- Perífrasi d’obligació en present d’indicatiu: haver de + infinitiu
- Forma impersonal: es pot / s’ha de + infinitiu
- Present d’indicatiu: preferir, estimar-se més, agradar (més), voler, poder
- Connector: doncs
LÈXIC
- Noms de plats, d’aliments i de mesures
- Adjectius per a indicar qualitats del menjar
- Noms de dietes especials
FONÈTICA
- Entonació de preguntes que comencen amb que: Que tenim oli?
- Entonació de preguntes que comencen amb de + objecte directe: D’oli, en tenim?
CULTURA
- Arrossos tradicionals dels Països Catalans
- Plats típics catalans


Unitat 8: Xarxes, estils i tendències

GRAMÀTICA
- Interrogatius: què, quin, quina, quins, quines
- Demostratius: aquest, aquesta, aquests, aquestes / aquell, aquella, aquells, aquelles
- Pronom feble: hi
- Present d’indicatiu: dur, portar, posar-se, anar (vestit) amb / de
- Connectors: i tant, és clar, exacte
LÈXIC
- Noms de peces de vestir, de complements, de materials i de colors
- Adjectius per a descriure peces de vestir i complements
FONÈTICA
- Les vocals o i u
- Emmudiments
CULTURA
- Dissenyadors dels Països Catalans
- Els premis Gaudí del cinema català


Unitat 9: Hem fet molta feina!

GRAMÀTICA
- Expressions temporals: avui, fins ara, aquest matí, aquesta setmana...
- Pronoms febles: m’, t’, s’, ens, us
- Present d’indicatiu: saber, poder
- Perfet d’indicatiu
- Participis
- Connector: és que
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb les habilitats, i l’experiència laboral i formativa
- Expressions per a reaccionar: quin greu, em sap greu, ho sento, perdona...
FONÈTICA
- Les consonants p, b, t, d, c, g a final de paraula
- Entonació de frases de disculpa
CULTURA
- Voluntariats

LÍNGUA E CULTURA CATALÃS II

Objectius generals

Com a objectius generals, l’aprenent ha de ser capaç de comprendre i utilitzar oralment i per escrit expressions quotidianes i frases molt senzilles encaminades a satisfer les primeres necessitats en àmbits comunicatius i sobre temes molt propers als aprenents.
A més, l’aprenent ha de poder interactuar d’una manera senzilla amb els seus interlocutors.


Objectius específics

Unitat 5: Casa meva és casa vostra

- Dir on i amb qui viu algú
- Descriure un barri o una ciutat
- Localitzar els serveis d’un barri
- Fer comparacions

Unitat 6: Històries de vida

- Parlar de fets personals
- Parlar de fets de la història
- Narrar la vida de personatges destacats
- Explicar anècdotes i reaccionar-hi

Unitat 7: Menjar-se el món

- Explicar els ingredients d’un plat
- Entendre i donar consells sobre dietes
- Expressar gustos i preferències sobre menjars
- Entendre i produir intercanvis lingüístics per comprar aliments

Unitat 8: Xarxes, estils i tendències

- Opinar sobre les xarxes i les compres per internet
- Descriure com va vestit algú
- Explicar la forma de vestir en determinades ocasions
- Entendre i produir intercanvis lingüístics per comprar un peça de roba o complements

Unitat 9: Hem fet molta feina!

- Parlar de les habilitats
- Explicar les activitats que s’han fet durant el dia
- Disculpar-se i donar una excusa
- Informar de l’experiència laboral i formativa

REFERÈNCIES BIBLIOGRÀFIQUES

Manuals en paper
ALABADÍ, J. [et al.]. D’ací i d’allà: Oral A2. València: Tabarca Llibres, 2010.
BADIA, D.; PÉREZ, M. Camí de Ronda: 40 primeres classes de català. Vic: L’Àlber, 2015.
BASTONS, N. [et al.].Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide, 2012.
BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Bàsic 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova, 2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell bàsic (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes. Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans: 2019.
MAS, M. [et al.]. Veus: Curs de català: Nivell 1. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2010.
MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 1: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona: Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2018.

Recursos en línia
CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala
Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

Programa

Tópicos abordados
1. Antes e depois da virada historicista
2. Das regras lógicas aos valores cognitivos (McMullin, Lacey)
3. O que é um valor? (Lacey)
4. O que são valores sociais (Lacey, Longino, Kitcher)
5. Os valores sociais na ciência e uma ciência feminista (Longino)
6. Valores cognitivos, valores sociais e as etapas da atividade científica (Lacey)

Bibliografia
LACEY, H. Valores e atividade científica 1. São Paulo: Editora 34/Scientiae Studia, 2008.
__________ Valores e atividade científica 2. São Paulo: Editora 34/Scientiae Studia, 2010.
__________ Valores e atividade científica 3. São Paulo: Editora 34/Scientiae Studia, 2022.
Longino, H.E. Science as Social Knowledge. Princeton: Princeton University Press, 1990.
__________“Cognitive and non-cognitive values in science: rethinking the dichotomy,” in L.H.Nelson and J.Nelson (eds) Feminism, Science and the Philosophy of Science, Dordrecht: Kluwer Academic Press, 1996.
__________“Gender, politics, and the theoretical virtues,” in Synthese 104:383–97.
__________“Subjects, power and knowledge: description and prescription in feminist philosophies of science”. in L. Alcoff and E. Potter (eds). Feminist epistemologies, New York: Routledge, 1995.
KITCHER, P. The advancement of Science: Science without legend, objectivity without illusion. New York: Oxford University Press, 1993.
____________ The lives to come: the genetic revolution and human possibilities.
____________ Science, Truth, and Democracy. Oxford University Press, 2001.

Programa

Aula 1: Introdução à Antropologia Visual

Aula 2: Abordagens antropológicas no/do cinema

Aula 3: Análise audiovisual na Antropologia

Aula 4: Produção audiovisual na Antropologia

Bibliografia

- Caiuby Novaes, Sylvia. Fotografia, cinema e televisão – desafios para a Antropologia no mundo contemporâneo. In: Cadernos de Antropologia e Imagem: Textos diversos, v. 23, Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2006, p. 195-207.

- Caiuby Novaes, Sylvia. Imagem, magia e imaginação: desafios ao texto antropológico. In: Mana, n. 14, v. 2, p. 455-475, 2008.

- Fanon, Frantz. Peles negras, máscaras brancas. Tradução de Sebastião Nascimento com colaboração de Raquel Camargo. São Paulo: Ubu Editora, 2020.

- Flaherty, Robert J. How I filmed Nanook of the North (Trechos). Disponível em: https://www.documentary.org/feature/how-i-filmed-nanook-north.

- Hikiji, Rose Satiko Gitirana. Imagem-Violência: etnografia de um cinema provocador. São Paulo: Terceiro Nome, 2019.

- MacDougall, David. O corpo no cinema. In: Barbosa, Andréa; da Cunha, Edgar Teodoro; Hikiji, Rose Satiko Gitirana; Caiuby Novaes, Sylvia. A experiência da imagem na etnografia. São Paulo: Terceiro Nome, 2016.

- Piault, Marc. A antropologia e a “passagem à imagem”. In: Cadernos de antropologia e imagem: Antropologia e cinema: primeiros contatos, v. 1, Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 1995, p. 23-30.

- Samain, Etienne. As imagens não são bolas de sinuca. Como pensam as imagens. In: Samain, Etienne. (org.). Como pensam as imagens. Campinas: Editora da Unicamp, p. 21-36, 2012.

- Triana, Bruna e Gómez, Diana A análise fílmica na antropologia. In: Barbosa, Andréa; da Cunha, Edgar Teodoro; Hikiji, Rose Satiko Gitirana; Caiuby Novaes, Sylvia. A experiência da imagem na etnografia. São Paulo: Terceiro Nome, 2016.

Filmografia:
- Nanook, o esquimó. Direção de Robert J. Flaherty. Produção de Robert J. Flaherty. Roteiro: Robert J. Flaherty. Estados Unidos: Revillon Frères, 1922. (79 min.), P&B.

- Acevedo Saenz, Lisa. As pátrias, a casa e o corpo: imagens do visível e do não visível das vidas de mulheres familiares de desaparecidos do conflito armado da Colômbia. 2022. Vídeo.

- Nós. Direção de Jordan Peele. Produção de Jasom Blum, Iam Cooper, Sean McKittrick, Jordan Peele. Intérpretes: Lupita Nyong’O, Winston Duke, Elisabeth Moss, Tim Heidecker, Shahadi Wright Joseph, Evan Alex, Yahya Abdul-Mateen II. Roteiro: Jordan Peele. Estados Unidos: Paramount Pictures, 2019. (116 min.), color.

Programa

Aula 1: Autores sardos da literatura italiana através dos tempos
Será feita uma introdução histórica e geográfica da ilha a partir da literatura sarda no século XX, sobretudo a partir da figura de Grazia Deledda (1871-1936) seguindo até a Nuova letteratura sarda, com autores como Michela Murgia (1972-2023) e Salvatore Niffoi (1950-). A partir de trechos de algumas obras de autores sardos entre o final do século XX e o início do século XXI, será possível entender a ilha como espaço mítico e também como o lugar do mundo contemporâneo e globalizado.

Aula 2: Michela Murgia como intelectual sarda na contemporaneidade
Michela Murgia (1972-2023) será apresentada como um importante nome da Nuova letteratura sarda e a partir de uma seleção de trechos de suas obras será possível analisá-la como importante intelectual no cenário político e social da Itália, a partir de obras como Ave Mary, Istruzioni per diventare fascisti e Ricordatemi come vi pare, bem como sua trajetória política e intelectual a partir de sua relevância como escritora, principalmente a partir de Il mondo deve sapere, seu romance inicial, autoficcional, e que serve como denúncia ao mundo contemporâneo do trabalho.

Aula 3: Michela Murgia como autora sarda na contemporaneidade
Será apresentado o romance Accabadora, principal obra ficcional de Murgia e serão selecionados alguns trechos que mostram a narrativa local, focada no tempo e no espaço sardo, seja ele mítico ou não. Serão analisados o enredo, as personagens e alguns episódios específicos que demonstram a relevância do romance.

Bibliografia:
Obras literárias

DELEDDA, Grazia. Canne al vento, Arnoldo Mondadori Editore, 2001.
______________. Racconti sardi, Mondadori Editore, 2016.
MURGIA, Michela. Accabadora. Torino, Einaudi, 2009.
______________. Ave Mary. E la chiesa inventò la donna. Torino, Einaudi, 2011.
______________. Istruzioni per diventare fascisti. Torino, Einaudi, 2018.
______________. Il mondo deve sapere. Romanzo tragicomico di una telefonista precaria. Milano, Einaudi, 2006.
______________. Ricordatemi come vi pare, Milano, Mondadori, 2024.
______________. Viaggio in Sardegna. Undici percorsi nell'isola che non si vede. Torino, Einaudi, 2008.
NIFFOI. Salvatore. La vedova scalza, Adelphi, 2006

Base teórica
BENVENUTI, Giuliana. CESARANI, Remo. La letteratura nell’età globale. Bolonha: Il mulino, 2012.

BOJA, Šimurina. Problemi della vita contemporanea al femminile (Margaret Mazzantini, Michela Murgia, Donatella Di Pietrantonio, Elisa Ruotolo, Cristina Campo). Dissertação de Mestrado - Departamento de Italiano da Universidade de Zadar, 2016.

BRIOSCHI, Franco; DI GIROLAMO, Costanzo; FUSILLO, Massimo. Introduzione alla letteratura. Roma: Carocci, 2013.

CAZZULLO, Aldo. L’intervista de Il corriere a Michela Murgia. Corriere della Sera, 6 de maio de 2023. Disponível em: https://www.fondazionesardinia.eu/ita/?p=20280. Acesso em: 11 out 2024.

CONTARINI, Silvia. Scrivere al tempo della globalizzazione. Narrativa italiana dai primi anni Duemila. Firenze: Franco Cesati Editore, 2019.

CORTELLESSA, Andrea. La terra della prosa. Narratori italiani degli anni zero (1999-2014). Roma: L’orma editore, 2014.

ELIAS, Alba Maria Santana Ferreira. A religiosidade em Elias Portolu - de Grazia Deledda. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, programa de Pós Graduação em Literatura, Florianópolis, 2019.

GÖREN, Esin; BEDIN, Cristiano; KARAIL, Deniz Dilşad (orgs). Proposte per il nostro millennio. La letteratura italiana tra postmodernismo e globalizzazione. Istambul, İstanbul Üniversitesi Sağlık, 2016.

HAGEN, Maria Christina Rosander. La Sardegna tra tradizione e immobilità: Grazia Deledda, Michela Murgia e Salvatore Niffoi, Un’analisi di tre romanzi. Dissertação de Mestrado - Faculdade de Ciências Humanas da Universidade de Oslo, 2018.

ONNIS, Ramona (org). Italia fuori Italia. Diffusione, canonizzazione, ricezione transnazionale della letteratura italiana degli anni Duemila. Paris, Presses universitaires de Paris Nanterre, 2016.

Programa

O povo armênio e sua história. A formação do povo armênio em consequência às diversas invasões e interações com outros povos, sobretudo, os gregos e os persas. Algumas definições: paganismo, folclore, mitos, deuses e lendas. Os deuses e mitos pagãos e sua influência no cotidiano da vida do povo armênio através dos tempos. O feminino na mitologia armênia. A importância da reverência à natureza, efetuada de diferentes formas através dos tempos e dos povos.

Bibliografia:
ABEGHYAN, Manuk. Armenian Folk Beliefs, Tese de Doutorado, Alemanha 1899. Obra traduzida por Dora Sakayan e Robert Bedrossian (2012),
https://ia800700.us.archive.org/11/items/ArmenianFolkBeliefs/Abeghyan_A…
ANANIKIAN, Mardiros H. (2010). Mitología Armenia. Buenos Aires, Universidad del Salvador.
https://archive.org/details/mitarm/page/n73/mode/2up
HACIKYAN, A.J. (2000a). “Mitologia Armênia”. In: HACIKYAN, A.J. (coord. 2000). The Heritage of Armenian Literature. Volume I: From the Oral Tradition to the Golden Age. Detroit, Wayne State University Press. Cap. 5: “Armenian Mythology”. Tradução de Deize C. Pereira (inédita)

Programa

  • Aula 01 – História dos Bairros de São Paulo e as Narrativas de Memória Paulistanas
  • Aula 02 – Os Trabalhadores e os Bairros: Mooca e São Miguel Paulista
  • Aula 03 – Produção Acadêmica Contemporânea dos Moradores Sobre Seus Bairros: Fazenda da Juta, Guaianases e São Mateus
  • Aula 04 – Os Coletivos e Fóruns de Cultura e as Histórias dos Bairros da Zona Leste
 
Bibliografia Básica
 
ALMEIDA, Valéria Tenório. Jardim da Conquista: Segregação Urbana e Mobilização Social. In: SARAU GOSTO DE CONQUISTA (org.). Jardim da Conquista – O Canto Poético. São Paulo: Secretaria da Cultura de São Paulo (VAI), 2014. 91-112.
AZEVEDO, Aroldo. Subúrbios Orientais de São Paulo. (Tese de Doutorado) São Paulo: USP, 1945.
AZEVEDO, Amailton Magno; SILVA, Sheila Alice Gomes da. Discursos e Narrativas Sobre o Passado: o bairro paulistano de Guaianases em representações no tempo presente. Cadernos do Tempo Presente, n. 18, dez. 2014/jan. 2015, p. 85-97.
BONDUKI, Nabil Georges. Origens da Habitação Social no Brasil: Arquitetura Moderna, Lei do Inquilinato e Difusão da Casa Própria.6ed. São Paulo: FAPESP/Estação Liberdade, 2013.
______________________ & ROLNIK, Raquel. Periferias: ocupação do espaço e reprodução da força trabalho. São Paulo: USP, 1978.
CALAZANS, Antônia Terra. História das Cidades Brasileiras. Série Como Eu Ensino. 1. ed. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
_______________________. Memorias dos Oficios: Historia dos Artesaos de Oficios em São Paulo. 1ed. São Paulo: Ed Intermeios, 2017.
CALDEIRA, Tereza Pires do Rio. A Política dos Outros: O Cotidiano dos Moradores de Periferia e o que Pensam do Poder e dos Poderosos. 1 ed. São Paulo: Brasiliense, 1984.
___________________________ Cidade de Muros: Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo. 1 Ed. São Paulo: EDUSP/Ed 34, 2000.
CARIGNATO, Lucirene Aparecida. Vivências Femininas no Movimento de Saúde da Cidade de São Paulo. (Dissertação de Mestrado). São Paulo: PUC, 2007.
D’ANDREA, Pablo, Tiaraju. Formação dos Sujeitos Periféricos: Cultura e Política na Periferia de São Paulo. (Tese de Doutorado em Sociologia). São Paulo: FFLCH-USP, 2013.
DUARTE, Adriano Luiz. O Direito a Cidade: Trabalhadores e Cidadãos em São Paulo. São Paulo: Alameda, 2018.
______________________ & FONTES, Paulo. O Populismo Visto da Periferia. Adhemarismo e Janismo nos Bairros da Mooca e São Miguel Paulista (1947-1953). Cad. AEL, v.11, n.20/21, 2004.
FERREIRA, Deocleciana. Fazenda da Juta/SP: Uma Trilha entre o Rural e o Urbano. (Tese de Doutorado em Serviço Social) São Paulo: PUC, 2018.
FONTES, Paulo. Um Nordeste em São Paulo: Trabalhadores Migrantes em São Miguel Paulista (1945-1966). 1 Ed. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2008.
_____________ Trabalhadores e Associativismo Urbano no Governo Jânio Quadros em São Paulo (1953-1954). Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 33, nº 66, p. 71-94. 2013.
FREIRE, Amanda de Sousa & LIMA Priscila Machado (Org.). Memórias de um São. Mapeamento e Memória Cultural da Região de São Mateus. São Paulo: MetaLibri, 2015.
LEMOS, Amalia Inês Geraises de & FRANÇA, Maria Cecília. Itaquera. São Paulo: Departamento do Patrimonio Historico, 1999. (Historia dos Bairros de Sao Paulo; 24).
NETO, Murilo Leal Pereira. A Reinvenção do Trabalhismo no Vulcão do Inferno. Um Estudo Sobre Metalúrgicos e Têxteis de São Paulo. A Fábrica, o Bairro, o Sindicato e a Política (1950-1964). (Dissertação de Mestrado). São Paulo: FFLCH/USP, 2006.
______________________ . A Fábrica, O Sindicato, o Bairro e a Política: A Reinvenção da Classe Trabalhadora de São Paulo (1951-1964). In: Revista Mundos do Trabalho,vol 1, n-1, janeiro-junho, 2009. pp. 225-45.
PORTA, Paula (Org.). História da Cidade de São Paulo na Primeira Metade do Século XX.1ed. São Paulo: Paz e Terra, 2004.
SILVA, Sheila Alice da. Negros em Guaianases: Cultura e Memoria. São Paulo: EDUC, 2019.

 

Programa

Aula 1: Estudos Sociológicos sobre Videogames: definição de videogames como artefatos culturais, Evolução dos videogames e seu impacto na sociedade contemporânea, Importância dos estudos sociológicos na compreensão dos videogames, exploração das tendências emergentes na cultura gamer e sua relevância, Debate sobre os desafios éticos e sociais decorrentes do avanço tecnológico nos jogos, Reflexão sobre o papel da Sociologia no
desenvolvimento dos estudos sobre videogames.

Aula 2: Cultura Gamer e Comunidades Virtuais: O que são comunidades?,Normas, práticas e identidades no ambiente gamer, exploração das dinâmicas sociais e interações nos jogos online.

Aula 3: Representação e Diversidade nos Videogames: representações de gênero, raça, sexualidade e outras identidades nos jogos independentes, análise crítica das representações estereotipadas e seus impactos sociais, exame de iniciativas para promover a diversidade nos videogames.

Aula 4: O Trabalho na Indústria de Jogos Digitais: desenvolvimento de estúdios, internacionalização, novas formas de trabalho.

Aula 5: Imersão, Agência e Transformação: uso de elementos de jogos em contextos não relacionados a jogos, engajamento e transformação social, discussão sobre os limites e desafios dos métodos etnográficos para ambientes virtuais. Os discentes, assim como o ministrante, entrarão em algum jogo online multiplayer escolhido previamente na primeira aula para pesquisa no espaço.

Aula 6: Aula Final: o corpo discente apresentará uma proposta de estudo de jogos digitais, discutindo o tema a partir de escolhas bibliográficas indicadas no programa ou relacionadas com o objeto selecionado para análise. O trabalho será em grupo, vislumbrando a cooperação entre alunos e alunas, assim como prevendo um tempo máximo de apresentação para cada equipe. O trabalho final poderá ser apresentado sob qualquer formato de mídia
(audiovisual, textual, podcast) e enviado no dia 28/02.

Programa

Aula 1 — Introdução: o (des)aprender segundo Clarice Lispector
Aula 2 — “Os desastres de Sofia”: o aprender como valor não utilitário
Aula 3 — “O crime do professor de matemática”: a dessacralização da figura docente
Aula 4 — “A legião estrangeira”: a criança na posição de porta-voz do saber
Aula 5 — Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres: a educação e a problematização dos papéis sociais de gênero
Aula 6 — Encerramento

Bibliografia:
ARÊAS, Vilma. Clarice Lispector com a ponta dos dedos: a trama do tempo. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2020.
CANDIDO, Antonio. “No raiar de Clarice Lispector”. In: Vários escritos. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1970, p. 123-131.
_______________. “O direito à literatura”. In: Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1995, p. 235-263.
_______________. Na sala de aula: caderno de análise literária. São Paulo: Ática, 1985.
FREIRE, Paulo. Educação como prática de liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.
_______________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2004.
GOTLIB, Nádia Battella. Clarice: uma vida que se conta. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2013.
JUNIOR, Arnaldo Franco. Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres, de Clarice Lispector, romance moderno e romance de mocinha. Signótica, Goiânia, v. 18, n. 1, 2008, p. 1–16.
LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. Org. Benjamin Moser. Rio de Janeiro: Rocco, 2016.
_______________. Todas as crônicas. Org. Pedro Karp Vasquez. Rio de Janeiro: Rocco, 2018.
_______________. Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
MACHADO, Regina Helena de Oliveira. Crime e desistência nos textos de Clarice Lispector. Remate de Males, Campinas, SP, v. 9, 2015, p. 119–130.
MARUCCI, Isabella Pereira. Relações sociais e a sabedoria: professor e aluno em “Os desastres de Sofia”, de Clarice Lispector. Littera: Revista de Estudos Linguísticos e Literários, v. 11, n. 21, 2020, p. 199-217.
NUNES, Benedito. O drama da linguagem: uma leitura de Clarice Lispector. São Paulo: Ática, 1995.
RANCIÈRE, Jacques. O mestre ignorante — cinco lições sobre a emancipação intelectual. Trad. Lilian do Valle. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
ROEFERO, Élcio Luís. Infância e perversidade em Clarice Lispector ou do anseio por uma vaga salvação. Kalíope, São Paulo, ano 4, n.1. 2008. p. 68-81.
ROSENBAUM, Yudith. Metamorfoses do mal: uma leitura de Clarice Lispector. São Paulo: Edusp; Fapesp, 2006.
SÁ, Olga de. A escritura de Clarice Lispector. Petrópolis: Vozes, 1979.
WALDMAN, Berta. Clarice Lispector: a paixão segundo C. L. 2 ed. São Paulo: Editora Escuta, 1992.