Programa

Programa

1. Elaboração de diálogos mais completos.
2. Reforço da oralidade.
3. Verbos - infinitivos – verbos no presente e no passado.
4. Reforço da parte escrita - elaboração de textos usando verbos no presente e no passado.
5. Leitura de textos
6. Preposições.
7. Situações do cotidiano e elaboração de diálogos correspondentes tanto no presente como no passado.
8. Revisão de verbos nas diferentes construções verbais no presente e no passado.
9. Apresentação do tempo futuro.

Bibliografia

CHAYAT; ISRAELI & KOBLINER - Ivrit myn Haatchalá. Jerusalém, Academon, Ed. Universidade Hebraica de Jerusalém, Parte I, 2007.

ELIOR, Mika; DOLBERG, Lilach e RIVLIN, Tina – Ivrit Mibait Tov. Jerusalém, Haagaf Lechinuch mevugarim, 2004

GANENI, Nili e SHIMONI, Ruth – Ivrit Mibereshit. Holon, David Rachgold, 2005 – Volumes I e II

MAADIA, Meira – Leatsliach Beivrit – helek alef. Ramat Gan, Haagaf Lechinuch mevugarim, 2008

WAINBECH, Liora e LAUDAN, Edna – Et Laivrit. Tel Aviv, Matach, 1992

Programa

Aula 1 (1h30 - 07 de fevereiro):
Identificação do perfil dos participantes por meio de dinâmica de apresentação.
Apresentação e discussão dos conceitos de política linguística, de planificação linguística e de glotopolítica.
Envio de textos teóricos para leitura.

Aula 2 (1h30 - 08 de fevereiro):
Discussão sobre possível interseção teórica entre as áreas de política linguística e de política pública.
Realização de atividade prática de comparação teórica entre os conceitos estudados.

Aula 3 (1h30 - 09 de fevereiro):
Discussão sobre os impactos das políticas linguísticas nos diferentes contextos educacionais do Brasil.
Reflexão e problematização dos critérios de avaliação de políticas linguísticas como políticas públicas a partir de estudos de caso.
Elaboração de propostas a partir de avaliações político linguísticas de medidas, leis e decretos.

Aula 4 (1h30 – 10 de fevereiro):
Discussão sobre ações em rede como possíveis políticas linguísticas de apoio ao processo de internacionalização das universidades.

Referência bibliográfica:
BEACCO, J-C. L’internationalisation des formations d’enseignement supérieur: la question des langues, de politique en didactique. vol. 38 Cahier de l’Apliut, França, 2019.
CALVET, L-J. As políticas linguísticas. São Paulo: Parábola Editorial: IPOL, 2007.
CALVET, L-J.. Entrevista com Louis-Jean Calvet. In: PEREIRA, T. Entrevista com Louis-Jean Calvet. Cadernos de Letras da UFF, Niterói, v. 23, n. 46, 2013.
CHARDENET, P. Valoriser le capital linguistique des universités: pour une approche didactique stratégique. In: ALBUQUERQUE-COSTA, H. ; PARPETTE, C. Français sur Objectif Universitaire: méthodologie, formation des enseignants et conception de programmes. Série enjeu – v.4. São Paulo: Editora Paulistana, 2016.
LAGARES, Xoán Carlos. Qual política linguística? Desafios glotopolíticos contemporâneos – ed. – São Paulo: Parábola 2018.
MOROSINI, M. Guia para a Internacionalização Universitária. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2019
PEREIRA, T.C.A.S.; SAVEDRA, M.M.G. (org). Multilinguismo, Discurso e Direitos Linguísticos. Caderno de Letras da UFF, Niterói, v.32, n62, Universidade Federal Fluminense, Instituto de Letras, 2021.
REIS, J. N. S.; SOUZA, M. M. M. F. ; BARLETA, I. A. . A educação bilíngue na fronteira franco-brasileira: uma avaliação glotopolítica. In: SOUZA, M. M. M. F.; CARDOZO, A.; LIMA-PEREIRA, R. (Org.). Contatos franco-brasileiros: retrospectivas e perspectivas. 1ed.São Paulo: Pontes Editores Ltda, 2022.
SAVEDRA, M. M. G. (Org.) ; PEREIRA, T. C. A. S. (Org.) ; LAGARES, X. C. (Org.) . Glotopolitica e práticas de linguagem. 1. Ed- v. 1. Niterói: Eduff, 2021.
SILVA, K. A.; XAVIER, R. P. Internacionalização no ensino superior. Fórum linguístico - v. 18, n. 1. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, Pós-graduação em Linguística, 2021.
SOUZA, M. M. M. F.; PEREIRA, T. C. A. S. Politique linguistique et politique publique: une proposition d?intersection théorique. In: BLANCHET, P. Diversité sociolinguistique et ordre social: confrontations. Cahiers internationaux de sociolinguistique – v.1, n° 15, p. 167-181, 2019
SOUZA, M. M. M. F.. Les Politiques Linguistiques Publiques Éducatives (PLPE): l'enseignement des langues étrangères et la place du FLE au Brésil après 1988. Le français dans le monde. recherches et applications, v. 1, p. 181, 2020.

Programa

Aula 1: Mirando em Água funda: uma introdução a Ruth Guimarães e ao seu romance de estreia
O primeiro encontro será dedicado a introduzir os alunos à produção literária de Ruth Guimarães. Serão mencionados alguns dados de sua trajetória pessoal e formação intelectual, bem como as suas principais referências literárias, a fim de compreender melhor os repertórios mobilizados pela autora e, com isso, pontuar características fundamentais de sua prosa. Uma parte da fortuna crítica será levantada de modo a apresentar os elementos primordiais do romance Água funda para que se possa iniciar o estudo analítico nas próximas aulas.

Aula 2: Características do discurso narrativo de Água funda: “Quem é que pode com a língua do povo?”
O segundo encontro permitirá analisar algumas características estruturantes do discurso narrativo de Água funda, tais como: a mobilização do folclore e da cultura popular e a estetização das vozes do povo. À luz dos estudos de Walter Benjamin, Antonio Candido, Alckmar Luiz dos Santos e Fernanda R. Miranda, também examinaremos a figura do narrador. Pretende-se evidenciar os elementos que subsidiam a construção dessa voz narrativa peculiar: um contador de causos caipira cuja narração deixa entrever um profundo domínio da forma.

Aula 3: De Sinhá a Choca: a derrocada de Maria Carolina
O terceiro encontro continuará a análise do romance com foco em toda a trajetória da personagem Maria Carolina, desde quando era Sinhá até a sua transformação em Choca. Considerando as peculiaridades do discurso narrativo vistas no encontro anterior, outros tópicos servirão de subsídio à análise da trama dessa personagem, tais como: o impacto do fim da escravização e do advento do novo regime às dinâmicas do patriarcado e da família tradicional rural.

Aula 4: Entre o feitiço da Mãe de Ouro e o amor de Curiango: decifrando a errância do tropeiro Joca
O quarto encontro terá como foco o drama do tropeiro Joca, a sua relação com Curiango e com a Mãe do Ouro. Com o respaldo de Antonio Candido e de Maria Sylvia de Carvalho Franco, a crise pela qual o protagonista passa será examinada à luz das tensões inerentes ao caipira pobre da primeira metade do séc. XX, advindas sobretudo da chegada da urbanização ao meio rural e da necessidade de adequação ao mundo industrializado.

Aula 5: A comunidade de Olhos D’Água: um lugar pesteado
No quinto e último encontro, de forma sucinta, serão discutidas as outras historietas presentes no enredo, de modo a traçar a repercussão que a “praga” teve na comunidade de Olhos D’Água. Além disso, personagens secundários constantemente acionados pelo narrador serão brevemente analisados, pois denotam também aspectos fundamentais e circunstanciais da sociedade caipira, tais como o indígena Inácio Bugre, os “antigos” Seu Pedro Gomes e Saninha e o médico Dr. Amadeu. Por fim, novamente um panorama geral em torno de Água funda será apresentado, bem como a menção a outras temáticas presentes na obra, a fim de sublinhar o fecundo e pouco explorado terreno de discussões proporcionado pelo romance Ruth Guimarães.

Bibliografia

BENJAMIN, Walter. “O narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov”. In: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Trad. Sérgio Paulo Rouanet, São Paulo: Brasiliense, 1994.
BOTELHO, Joaquim Maria; BOTELHO, Júnia. Histórias da casa velha: biografia e legado de Ruth Guimarães. São Paulo: Reformatório, 2022.
CANDIDO, Antonio. “A literatura e a formação do homem”. Textos de intervenção. Org. Vinícius Dantas. São Paulo: Duas Cidades: Editora 34, 2002.
______. Notas de crítica literária “Água Funda”. Revista Ângulo/Cadernos do Centro Cultural Teresa D’Ávila. Lorena, n. 137, p. 14-18, abril/jun. 2014.
______. Os parceiros do Rio Bonito. 3ª ed. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1975.
______. Prefácio. In: GUIMARÃES, Ruth. Água Funda. São Paulo: Editora 34, 2018.
FRANCO, Maria Sylvia de Carvalho. Homens livres na ordem escravocrata. 4 ed. São Paulo: Fundação Editora da Unesp, 1997.
GUIMARÃES, Ruth. Água funda. São Paulo: Editora 34, 2018.
MARINHO, Cecilia Silva Furquim. Água Funda, de Ruth Guimarães: Mário, Valdomiro, o medo e “aquela filosofia que só se encontra na linguagem do povo”. Opiniães - Revista dos Alunos de Literatura Brasileira. São Paulo, Ano 10, n. 18, jan.-jul., 2021.
______. A instabilidade na crítica do romance Água Funda, de Ruth Guimarães. Histórias da literatura: entre as páginas da tradição. Porto Alegre, vol. 1, 2021a.
MIRANDA, Fernanda. “Ruth Guimarães”. In: MIRANDA, Fernanda. Silêncios prescritos: estudo de romances de autoras negras brasileiras (1859-2006). Rio de Janeiro: Malê, 2019.
SANTOS, Alckmar Luiz dos. "Récit et Prophétie chez Ruth Guimarães". Etudes Romanesques, v.8, p.159 - 170, 2004.

Programa

Aula 1: Contextualização. O Brasil, Portugal e a França no longo século XVI.
Aula 2: Pero Vaz de Caminha e Pero de Magalhães Gândavo: a pluralidade da empresa colonial portuguesa e os diferentes futuros planejados por ela. Leitura da Carta de Achamento do Brasil, de Pero Vaz de Caminha, e da História da Província de Santa Cruz a que popularmente chamamos de Brasil, de Pero de Magalhães de Gândavo.
Aula 3: André Thevet e Jean de Léry: o Brasil na França, a França no Brasil. Leitura de passagens das Singularidades da França Antártica e da Cosmografia Universal, de André Thevet, e de História de uma viagem veita à Terra do Brasil e de História Memorável do Sítio de Sancerre, de Jean de Léry.

Referências Bibliográficas:
CAMINHA, Pero Vaz de. A Carta de Pero Vaz de Caminha: Edição Modernizada e Semidiplomática. Introdução, Notas e Estabelecimento de Texto de Marcelo Módolo e Maria de Fátima Nunes Madeira. Cotia: Ateliê Editorial, 2023.
DAHER, Andrea. O Brasil Francês: As Singularidades da França Equinocial (1612-1615). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
GÂNDAVO, Pero de Magalhães de. A Primeira História do Brasil: História da Província de Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil. Texto modernizado e notas de Sheila Moura Hue e Ronaldo Menegaz. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004.
LÉRY, Jean de. Histoire d'un voyage faict en la terre du Brésil. Paris: Le Livre de Poche, 1999.
______. História de uma Viagem Feita à Terra do Brasil Também Chamada América. Tradução de Ignez Duque Estrada. Rio de Janeiro: Fundação Darcy Ribeiro, 2009.
LESTRINGANT, Frank. Le Huguenot et le Sauvage: L'Amérique et la controverse coloniale, en France, au temps des guerres de religion. Genève: Droz, 2004.
______. A Oficina do Cosmógrafo ou A imagem do mundo no Renascimento. Tradução de Edmir Missio. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
______. Le Brésil d'André Thevet. Les Singularités de la France Antarctique (1557). Paris: Chandeigne, 2011.
LUSSAGNET, Suzanne (ed.)Les Français en Amérique pendant la deuxième moitié du XVIe siècle: le Brésil et les brésiliens. Paris: Presses Universitaires de France, 1953.
MÉTRAUX, Alfred. La religion des Tupinamba. Paris: Presses Universitaires de France, 2014.
RONSARD, Pierre de. Discours; Derniers Vers. Présentation par Yvonne Bellenger. Manchecourt: GF Flammarion, 1979.
THEVET, André. La Cosmographie Universelle. Paris: Chez Guillaume Chaudier, 1575.
______. Singularidades da França Antártica, a que outros chamam de América. Tradução de Estêvão Pinto. Brasília: Edições do Senado Federal, 2018.
______. A Cosmografia Universão de André Thevet, Cosmógrafo do Rei. Tradução de Raul de Sá Barbosa. Rio de Janeiro: Fundação Darcy Ribeiro, 2009.

Programa

Bibliografia
 
CAMPORESI, Piero. Hedonismo e Exotismo: a arte de viver na época das luzes. São Paulo: Unesp, 1990. Anais do Museu Paulista, São Paulo, jan-dez 1997, vol. 5, p. 9-91.
CASCUDO, Câmara Cascudo. História da Alimentação no Brasil. Vol. 1. São Paulo: Itatiaia/Edusp.
FLANDRIN, Jean-Louis e MONTANARI, Massimo. História da alimentação. São Paulo: Estação Liberdade, 1996.
FREYRE, Gilberto. Açúcar. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
GOODY, Jack. Cooking, cuisine and class: a study in comparative sociology. Nova York: Cambridge University Press, 2000.
GRAHAM, Richard. Alimentar a cidade: das vendedoras de rua À reforma liberal. Salvador, 1780-1860). São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
GRAHAM, Richard. Alimentar a cidade: das vendedoras de rua À reforma liberal. Salvador, 1780-1860). São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
HARRIS, Marvin. Vacas, porcos, guerras e bruxas: os enigmas da cultura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira 1978.
MINTZ, Sidney. Comida e antropologia: uma breve revisão. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 16, n. 47.
MONTANARI, Massimo. A fome e a abundância: uma história da alimentação da Europa. Bauru: Edusc, 2003.
MONTANARI, Massimo. O mundo na cozinha: história, identidades, trocas. São Paulo: Senac/ Estação Liberdade, 2009.
MONTANARI, Massimo. O mundo na cozinha: história, identidades, trocas. São Paulo: Senac/ Estação Liberdade, 2009.
MONTELEONE, Joana. Sobre reis, livros e cozinheiros. In: ALGRANTI, Leila e
MEGIANI, Ana Paula. O império por escrito: formas de transmissão da cultura letrada no mundo ibérico. Séculos XVI-XIX. São Paulo: Alameda Casa Editorial, 2009.
SALINS, Marshall. Cultura e razão práticas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
SPANG, Rebecca. A invenção do restaurante: Paris e a moderna cultura gastronômica. Rio de Janeiro: Record, 2000.
TANNAHILL, Reay. Food in history. Londres: Penguin, 1988

 

Programa

Aula 01 – Introdução e conceitos, linha do tempo
Na nossa primeira aula veremos alguns conceitos importantes para conhecer melhor os autores analisados, Walter Benjamin e George Orwell. Montaremos uma linha do tempo dos principais eventos históricos que atravessam a obra dos autores, tendo em mente a Primeira Guerra Mundial e a Revolução Russa (1914-1917). Assim faremos uma introdução a alguns conceitos importantes dentro da História, Filosofia e Literatura, como escrita política, fascismo, entre outros.

Aula 02 - Crise econômica e ascensão do fascismo
Na nossa segunda aula veremos questões sociais e históricas que envolvem o período do pós-guerra, especialmente entre os anos 1929 e 1933 na Europa. Também estudaremos a ascensão do Fascismo e os desdobramentos após a morte de Lenin e Trotsky na URSS em 1940. Analisaremos alguns conceitos utilizados por Walter Benjamin, tal como reificação, consciência de classe, além de fatos e acontecimentos históricos importantes, como a República de Weimar e a criação da Escola de Frankfurt. Tendo esse panorama em mente, veremos a experiência de George Orwell junto aos moradores de rua de Paris e Londres, e a experiência de Walter Benjamin em Paris.
Obras analisadas
George Orwell - “Na Pior em Paris e Londres” (1933) “O albergue” (1931)
Walter Benjamin - “Teses sobre o conceito de história” (1940) “Experiência e pobreza” (1933)

Aula 03 - Semelhanças e dissemelhanças
Na nossa terceira aula veremos como se deram alguns desdobramentos políticos e sociais após o pacto entre Hitler e Stalin, analisando a Segunda Guerra e os campos de concentração que se espalham pela Europa. Estudaremos alguns trechos em que Walter Benjamin e George Orwell criticam o regime stalinista, nas “Teses sobre o Conceito de História”, “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” e no prefácio à edição ucraniana de “Animal Farm”.
Obras analisadas
George Orwell - “Resenha de Mein Kampf” (1940) e “Prefácio à edição ucraniana de Animal Farm” (1945)
Walter Benjamin - “Teses sobre o Conceito de História” (1940), “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” (1936)

Aula 04 - A crítica ao progresso
Em nossa quarta aula veremos como os autores observam e comentam a relação entre progresso técnico e social na Europa, assim como o fenômeno do culto ao líder e a relação entre história e messianismo. Analisaremos os textos de Walter Benjamin que tratam a respeito da sua ruptura com Stálin e a URSS, e veremos como George Orwell construiu personagens alegóricas às figuras da Revolução Russa, na obra Animal Farm.
Obras analisadas
George Orwell - “Animal Farm” (1945) e “O que é o fascismo?” (1944)
Walter Benjamin - “Teses sobre o conceito de história” (1940) “Teorias do fascismo alemão” (1930)

Aula 05 - O reino da tecnologia
Na quinta aula veremos o panorama do pós-guerra e como os “avanços” tecnológicos ajudam a intensificar a reificação nas relações sociais. Veremos exemplos de ensaios e textos dos autores a respeito do avanço da técnica, como por exemplo no que culmina a ideia de vigilância no livro 1984.
Obras analisadas
George Orwell - “1984” (1949), trechos do diário de Orwell e cartas, trechos de “O caminho para Wigan Pier” (1937)
Walter Benjamin - “Teses sobre o conceito de história” (1940)
Theodor Adorno - “Culture Critique and Society,” (1949)

Aula 06 - Crise contemporânea
Em nossa última aula veremos como a obra de Walter Benjamin e George Orwell atuam como uma ferramenta interpretativa para a crise contemporânea, que surge de desdobramentos do neoliberalismo até o recrudescimento do neofascismo. Também veremos como a ideia do messianismo benjaminiano se baseia em seu potencial de transformação social, fazendo um paralelo com desdobramentos contemporâneos e políticos no Brasil.
Obras analisadas
Theodor Adorno - “Aspectos do novo radicalismo de direita”
Mark Fisher - “É mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo?” (2009)

Programa

AULA 01. Corpos e espaços: os atores e os edifícios teatrais na transição colonial-republicana. (01/08)

AULA 02. Aspectos da dramaturgia: a obra de Luis Ambrosio Morante. (02/08)

AULA 03. A imprensa e a recepção do teatro: polêmicas, ideias estéticas e crônicas da cena. (03/08)

AULA 04. A tradução teatral na formação de práticas dramatúrgicas (1818-1849). (04/08)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ESCALONA, Fabian. Hamlet en el Mapocho: Luis Ambrosio Morante y el teatro transicional tardo-colonial/temprano-republicano
en el Cono Sur. MERIDIONAL Revista Chilena de Estudios Latinoamericanos. n. 8, 2022, p. 149-178.
FOPPA, Tito Livio. Diccionario teatral del Río de la Plata. Buenos Aires: Argentores, 1961.
HALPERIN DONGHI, Tulio. Reforma y disolución de los imperios ibéricos. 1750-1850. Historia de América Latina, Volumen 3.
Madrid: Alianza Editorial, 1985.
KLEIN, Theodoro. El actor en el Río de la Plata. Buenos Aires: Argentores, 1984.
LANDINI, María Belén. El teatro de Luis Ambrosio Morante (1780-1837): configuración de territorialidades rioplatenses en torno al
proceso independentista. Tese de Doutorado. Universidad de Buenos Aires, Buenos Aires, 2021.
PELEGRI, Andrea. “La especificidad de la traducción teatral en procesos de escenificación”. In: La invisibilidad de la traducción en
la escena chilena las relaciones entre el texto teatral traducido y las prácticas escénicas de directores y actores santiaguinos
(2014-2016). Tese de Doutorado. Pontifícia Universidad Católica de Chile, Santiago, 2017.
PELLETIERI, Osvaldo. Historia del teatro argentino en Buenos Aires. Volumen I: El período de constitución (1700-1884). Buenos
Aires: Galerna, 2001.
PEREIRA SALAS, Eugenio. Historia del teatro en Chile desde sus orígenes hasta la muerte de Juan Casacuberta (1849).
Santiago: Ediciones de la Universidad de Chile, 1974.
REYES POSADA, Carlos. El teatro en el Nuevo Reino de Granada. Medellín: Fondo Editorial Universidad EAFIT, 2008.
VERNECK, Bruno. Y al morir al hombre enseña: teatro e política no contexto das independências. REVISTA USP, v. 1, p. 31-46,
2021.

 

Programa


Aula 1 (Carolina Luiz e Natália Leon): O silêncio das mulheres na história e na literatura.

Aula 2 (Carolina Luiz): Medusa: do monstro à vítima.

Aula 3 (Natália Leon): A medusa que é bela e ri: Cixous e a crítica do falocentrismo na literatura ocidental.

Aula 4 (Natália Leon): Afinal, o que pode ser a escrita feminina?

Aula 5 (Carolina Luiz): O rapto de Perséfone e outros crimes: as poetas e a reescrita da violência mitológica.

Aula 6 (Carolina Luiz e Natália Leon): A escrita feminina e algumas leituras feministas da mitologia grega: uma conversa.

BIBLIOGRAFIA:

BECKER, Mar. A mulher submersa. Bragança Paulista: Urutau, 2020.
BENJAMIN, Walter. “Sobre o conceito de história”. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Obras escolhidas, vol. 1. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985, pp. 222-232.
CIXOUS, Hélène (1976). O riso da Medusa. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2022.
CIXOUS, Hélène (1989). A hora de Clarice Lispector. São Paulo: Nós, 2022.
CIXOUS, Helène. Le nom d´Oedipe, chant du corps interdit. Paris: Edition de Femmes, 1978.
CIXOUS, Helène, Clément, Catherine (1975). The newly born woman. Minneapolis: Minnesota Press, 1996.
DOVE, Rita (1995). “Mother Love.” Collected Poems: 1974-2004. Edição do Kindle.
FRANCO, Stella Maris Scatena. “Gênero em debate: problemas metodológicos e perspectivas
historiográficas”. In: VILLAÇA, Mariana; PRADO, Maria Ligia C. (org.). História das Américas:
fontes e abordagens historiográficas. SP: Humanitas/Capes, 2015, pp. 36-51.
GLÜCK, Louise. Averno. New York: Farrar, Straus and Giroux, 2006. (Edição do Kindle)
HESÍODO. Teogonia. Tradução Christian Werner. São Paulo: Hedra, 2013.
KRISTEVA, Julia. “Suffering and Horror”. In: Powers of Horror. An Essay on Abjection. New York. Columbia University Press, 1982.
LORAUX, Nicole. Maneiras trágicas de matar uma mulher: Imaginário da Grécia Antiga.
Tradução: Mário da Gama Kury. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988.
OVÍDIO NASÃO, Públio. As Metamorfoses. Tradução David Gomes Jardim Júnior. Rio de Janeiro: Tecnoprint Ediouro, 1983.
PERROT, Michelle. “Escrever uma história das mulheres: relato de experiência”. In: Cadernos Pagu
(4), 2008, pp. 9-28.
PLATH, Sylvia. Ariel. Tradução Rodrigo Garcia Lopes, Cristina Macedo. Campinas, SP: Verus Editora, 2018. Edição do Kindle.
ROMÃO, Luiza. Também guardamos pedras aqui. São Paulo: Nós, 2021.

Programa

Aula 1 – Ordem econômica, questão social e mobilização popular: do massacre da companhia bananeira (1928) ao Gaitanismo (décadas de 1930 e 1940)
Aula 2 – El Bogotazo (1948), La Violencia (1946-1957) e El Frente Nacional (1957-1974): autoritarismo e democracia restringida
Aula 3 – O conflito armado das décadas de 1960 a 1980: as FARC, o M-19, o paramilitarismo e o narcotráfico
Aula 4 – A Assembleia Constituinte de 1991: a luta por direitos, o projeto neoliberal e a retórica da paz

Referências bibliográficas:
ACOSTA OLAYA, Cristian. Un dique en aguas turbulentas. Identidades políticas, populismo y violencia en la Colombia de Jorge Eliécer Gaitán, 1928-1948. Bogotá, D. C.: Editorial Universidad del Rosario, 2022.
ALAPE, Arturo. El Bogotazo: memorias del olvido. Bogotá: Ministerio de Cultura: Biblioteca Nacional de Colombia, 2016.
ARCHILA NEIRA, Mauricio; PARDO, Mauricio. Movimientos sociales, Estado y democracia en Colombia. Bogotá: Universidad Nacional de Colombia, Centro de Estudios Sociales, Instituto Colombiano de Antropología e Historia, 2001.
ARCHILA NEIRA, Mauricio. Idas y venidas vueltas y revueltas – Protestas Sociales en Colombia, 1958-1990. Bogotá: Instituto Colombiano de Antropología e Historia / Centro de Investigación y Educación Popular, 2003.
ARCHILA NEIRA, Mauricio; TORRES CENDALES, Leidy Jazmín (ed.). Bananeras. Huelga y Masacre. 80 años. Bogotá: Universidad Nacional de Colombia, 2009.
ARIAS TRUJILLO, Ricardo. Historia de Colombia contemporánea (1920-2010). Bogotá: Ministerio de Cultura: Biblioteca Nacional de Colombia, 2017.
DUQUE DAZA, Javier. El Frente Nacional revisitado: el cambio institucional en Colombia y sus efectos no previstos. Refexión Política, [S. l.], v. 21, n. 42, p. 109-128.
ECHEVERRY-CAMPUZANO, Ángela Milena; RAMÍREZ BACCA, Renzo. Proceso constituyente y asamblea nacional de 1991. Representaciones sobre la paz en la prensa escrita a partir de Voz. La verdad del Pueblo. Folios, [S. l.], 30, 2014, p. 11-44.
GREEN, W. John. Gaitanismo, liberalismo de izquierda y movilización popular. Medellín: Fondo Editorial Universidad EAFIT, Banco de la República, 2013
LEMAITRE RIPOLL, Julieta. El derecho como conjuro: fetichismo legal, violencia y movimientos sociales. Bogotá: Siglo del Hombre Editores, 2009.
PALACIOS, Marco. Violencia pública en Colombia, 1958-2010. Bogotá: FCE, 2012.
PASCHEL, Tianna. Becoming black political subjects: movements and ethno-racial rights in Colombia and Brazil. Princeton: Princeton University Press, 2016.
TIRADO MEJÍA, Álvaro. La Revolución en Marcha. El primer Gobierno de López Pumarejo, 1934-1938. Bogotá: Universidad Nacional, Penguin, 2019.
TORRES FORERO, César Augusto. De las aulas a las urnas. La Universidad del Rosario, la Séptima Papeleta y la Constituyente de 1991. Bogotá: Editorial Universidad del Rosario, 2007.
SANTAMARÍA CHAVARRO, Ángela. Lorenzo Muelas y el constitucionalismo indígena “desde abajo”: una retrospectiva crítica sobre el proceso constituyente de 1991. Colombia Internacional, [S. l.], n. 79, sept.-dic. 2013, p. 77-120.
VALENCIA VILLA, Hernando. Cartas de batalla: una crítica del constitucionalismo colombiano. Bogotá: Panamericana Editorial, 2010.
VIANNA, Rodrigo de Luiz Brito. A democracia e as armas – a trajetória do grupo guerrilheiro colombiano M-19. Dissertação (Mestrado em História Social). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.
WILLS OBREGÓN, María Emma. Inclusión sin representación. La irrupción política de las mujeres en Colombia (1970-2000). Bogotá: Editorial Norma, 2007.

Programa

Aula 1: Tékhne, medicina e filosofia
05 de Agosto, 19h-21h

a) Sentidos e usos da palavra tékhne
b) Relações entre medicina e filosofia na Antiguidade

Aula 2: A tékhne do sonho
12 de Agosto, 19-21h

a) O uso dos sonhos como método de investigação
b) Onirocrítica na arte médica e no pensamento filosófico

 

Bibliografia:
ARTEMIDORO DE DALDIS. Oneirokritika: livros de análise de sonhos: livro V. Organização de Anise de A. G. D'Orange Ferreira. 1. ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2014
BALANSARD, Anne. Technè dans les dialogues de Platon. Sankt Augustin: Academia Verlag, 2001
BUCCOLINI, Claudio; TOTARO, Pina (org.). Somnia – Il sogno dall’antichità all’età moderna. Roma: ILIESI, 2020
DODDS, E. R. Os gregos e o irracional. Tradução de Paulo Domenech Oneto. São Paulo: Escuta, 2002
EIJK, Philip J. Van der. Medicine and philosophy in classical antiquity. Cambridge: Cambridge University Press, 2005
ENTRALGO, Pedro Laín. La medicina hipocrática. Madrid: Ediciones de la Revista de Occidente, 1970
FREDE, Michael. Philosophy and medicine in antiquity. In: DONAGAN, Alan; PEROVICH, Anthony N.; WEDIN, Michael V. (org.). Human nature and natural knowledge. Dordrecht: Springer, 1986
JAEGER, Werner. Paideia. Tradução de Artur M. Parreira. 6. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2013.
LÖBL, Rudolf von. Techne: Untersuchung zur Bedeutung dieses Wortes in der Zeit von Homer bis Aristoteles. Bd. 1: Von Homer bis zu den Sophisten. Würzburg: Königshausen und Neumann, 1997
NUTTON, Vivian. Ancient medicine. 3. ed. New York: Routledge, 2024.
PALMIERI, Marina Leonhardt. Os tratados sobre o sono e os sonhos, "De Somno et Vigilia" e "De Insomniis", de Aristóteles. 2015. Dissertação – Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2015
TÜRCKE, Christoph. Philosophy of dreams. New Haven: Yale University Press, 2013
VEGETTI, Mario. La medicina in Platone. Venezia: Il Cardo Editore, 1995