Programa

Aula 1 (19): O objeto e o sentido de Diferença e Repetição

Aula 2 (21): A crítica ao tema do fundamento e a abertura ao "sem-fundo".

Aula 3 (26): A crítica à representação e ao senso comum

Aula 4 (28): O pensamento como criação.

Bibliografia

DELEUZE, G. Diferença e Repetição. Tradução de Luiz Orlandi e Roberto Machado. Rio de Janeiro: Graal, 1988.
LAPOUJADE, D. Deleuze, os movimentos aberrantes. São Paulo: n-1, 2015.

Programa

Comunicação: apresentar-se, informar-se sobre o outro, contar, comunicar-se em aula, cumprimentar e despedir-se em diferentes contextos, perguntar e dar informações pessoais, falar de sonhos e paixões, falar da cidade, nomear e localizar lugares na cidade, pedir e dar explicações, informar-se para se hospedar, agradecer e responder a um agradecimento, indicar um itinerário simples, dar impressões sobre um lugar, falar das atividades, da profissão, do que gosta, de si e dos centros de interesse.

Vocabulário: línguas, nacionalidades, números de 0 a 100, alfabeto, momentos do dia, dias da semana, fórmulas de
cumprimento formais e informais, elementos da identidade, meses do ano, expressão do que se gosta, alguns lugares da cidade, algumas expressões de localização, termos para se hospedar, algumas indicações de direção, algumas fórmulas de polidez, algumas profissões, algumas atividades esportivas e culturais, caracterização física e psicológica, termos ligados à saídas, o registro familiar.

Gramática: adjetivos de nacionalidade, verbos chamar-se, ser e ter, artigos definidos e indefinidos, adjectifs possessifs (pronomes possessivos), negação, presente dos verbos do 1º grupo, preposições com nomes de país, preposições de lugar com artigos contraídos, por que/porque, perguntas fechadas, pronomes demonstrativos, verbos da ordem do gostar seguidos de substantivo ou verbo, presente de alguns verbos seguidos de artigo contraído, masculino e feminino das profissões, masculino, feminino e plural dos adjetivos, pronomes tônicos.

Elementos de fonética: acentuação da última sílaba, distinção dos sons [y] e [u], entonação ascendente e descendente, pronúncia dos números, ligação da última sílaba com a seguinte, entonação de pergunta, distinção do feminino das profissões, marca do gênero nos adjetivos orais.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 1. Niveau A1. Paris: Hachette, 2017.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Programa

Aula 1 – Introdução: história do mangá: do emakimono ao período Meiji.
Aula 2 – História do mangá: do período Meiji à atualidade.
Aula 3 – Mangá e a cultura pop japonesa: seus diálogos.
Aula 4 – Mercado de mangá; Mangá X animê.
Aula 5 – Mangá no Brasil: o boom como cultura entre os jovens e o consumo de mangás traduzidos no Brasil.
Aula 6 – Mangá alternativo: revista Garô.
Aula 7 – Os elementos gráficos do mangá: como o mangá é feito - parte I.
Aula 8 – Os elementos gráficos do mangá: como o mangá é feito - parte II.
Aula 9 – Como são construídos os personagens de mangá: fisicamente e psicologicamente/narrativamente.
Aula 10 – Mangá na arte contemporânea japonesa.

Referências bibliográficas:
ACEVEDO, Juan. Como fazer histórias em quadrinhos. Tradução de Sílvio Neves Ferreira. São Paulo: Global, 1990.
AIZEN, Naumim. Bum! Prááá! Bam! Tchááá! Pou! Onomatopéias nas histórias-em-quadrinhos. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 269-306.
ANDRAUS, Gazy. A autoria artística das histórias em quadrinho (HQs) e seu potencial imagético informacional. Visualidades - Revista do Programa de Mestrado em Cultura Visual – FAV - UFG, 2013, vol. 7, n° 1, p.42-67.
BAN, Toshio; TEZUKA PRODUCTIONS. Osamu Tezuka: uma biografia mangá. Tradução de Adriana Sada. São Paulo: Conrad, 2003.
CIRNE, Moacy. A explosão criativa dos quadrinhos. 4ª ed. Petrópolis: Vozes, 1974.
CHINEN, Nobu. Linguagem HQ: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2011.
_____. Linguagem mangá: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2013.
CRAWFORD, Ben. Emperor Tomato-Ketchup: cartoon properties from Japan. In. BRODERICK, Mick. Hibakusha Cinema: Hiroshima, Nagasaki and the nuclear image in Japanese film. Londres e Nova York: Kegan Paul International, 1996, p. 75-90.
ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 15ª ed. Tradução de Perola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva, 1993.
FUJINO, Yoko. Identidade e alteridade: a figura feminina nas revistas ilustradas japonesas nas Eras Meiji, Taishô e Shôwa. Tese (Doutorado em Comunicação e Estética do Audiovisual) – Universidade de São Paulo. São Paulo, 2002.
_____. Narração e ruptura no texto visual do shojo-maga: estudo das histórias em quadrinhos para público adolescente feminino japonês. Dissertação (Mestrado em Imagem e som) – Universidade de São Paulo. São Paulo, 1997.
GARCÍA, Héctor. A geek in Japan: discovering the land of manga, anime, zen, and the tea ceremony. North Clarendon: Tuttle, 2011.
GASCA, Luis; GUBERN, Roman. El discurso del comic. 3ª ed. Madri: Cátedra, 1994.
GRAVETT, Paul. Mangá: como o Japão reinventou os quadrinhos. Tradução de Ederli Fortunato. São Paulo: Conrad Editora, 2006.
GUERINI, Andreia; BARBOSA, Tereza Virgínia Ribeiro. Pescando imagens com rede textual: HQ como tradução. São Paulo: Peirópolis, 2013. 111 p.
HASHIMOTO, Madalena. Pintura e escritura do mundo flutuante: Hishikawa Moronobu e ukiyo-e Ihara Saikaku e ukiyo-zôshi. 1ª ed. São Paulo: Hedra, 2002.
KLAWA, Laonte; COHEN, Haron. Os quadrinhos e a comunicação de massa. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 103-114.
KOYAMA-RICHARD, Brigitte. One thousand years of manga. Paris: Flammarion, 2007.
LEITÃO, Renata Garcia de Carvalho. Representações dos sons nos mangás. In. VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo; CHINEN, Nobu. Intersecções acadêmicas: panorama das 1 as Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos. São Paulo: Criativo, 2013, p. 50-61.
LUYTEN, Sonia Bibe. Mangá, o poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo: Hedra, 2000.
______. Onomatopéia e mímesis no mangá: a estética do som. In. Revista USP, São Paulo, dez./fev. 2001 – 2002, n o 52, p. 176-188.
McCARTHY, Helen. The art of Osamu Tezuka: god of manga. Lewes: ILEX, 2013.
McCLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. Tradução de Helcio de Carvalho, Marisa do Nascimento Paro. 1ª ed. São Paulo: Makron Books, 1995.
NAPIER, Susan J. Anime: from Akira to Princess Mononoke. Nova York: PALGRAVE, 2001.
NATSUME, Fusanosuke. Manga wa Naze Omoshiroi no ka: sono hyôgen to bunpô. (Por que mangá é tão interessante: suas expressões e gramática.). Tokyo: NHK raiburari, 1997.

Programa

Objetivos:
- Discutir e identificar em linhas gerais as principais características da formação econômica argentina a partir da segunda metade do século XIX.
- Discutir e identificar como o processo de desenvolvimento e crescimento do complexo agroexportador ao fim do século XIX e começo do século XX engendrou formas específicas de organização e dominação políticas na Argentina.
- Discutir e identificar os principais sujeitos sociais que emergiram do processo de modernização capitalista argentino, assim como suas principais contradições.
- Discutir e identificar o impacto e as consequências para a sociedade argentina da crise de 1929 e como de seus desdobramentos surgiu o maior e mais importante movimento político daquele país, o Peronismo.
- Discutir e identificar o alcance e os limites políticos e econômicos do governo de Juan Domingo Perón (1946-1955), assim como as resistências e oposições por ele provocadas.
 
AULAS:
 
AULA 1
A Consolidação da Estrutura Social de Acumulação Capitalista na Argentina: formação do complexo agroexportador, urbanização, imigração e crescimento industrial, 1880-1930.
 
AULA 2
Política e sociedade argentina: novos sujeitos e conflitos sociais, 1880-1930.
 
AULA 3
Colapso do complexo exportador e realinhamento de classes: o processo econômico e político durante a “Década Infame”, 1930-1945.
 
AULA 4
Ascensão e queda do Primeiro Peronismo. 1946-1955.
 
Bibliografia:
ANSALDI, Waldo. La trunca transición del régimen oligárquico al régimen democrático. In: FALCÓN, Ricardo. (org.) Nueva Historia Argentina: democracia, conflicto social y renovación de ideas (1916-1930). Tomo VI. Buenos Aires: Editorial Sudamericana, 2000.
ANSALDI, Waldo. Notas sobre la formación de la burguesía argentina, 1780-1880. In: FLORESCANO, Enrique. (coord.) Orígenes y desarrollo de la burguesía en América Latina, 1700-1955. México; Caracas; Buenos Aires: Editorial Nueva Imagen, 1985.
BARSKY, Osvaldo; DJENDEREDJIAN, Julio. Historia del capitalismo agrario pampeano – La expansión ganadera hasta 1895. Buenos Aires, Siglo XXI Editores, 2003.
BARSKY, Osvaldo; GELMAN, Jorge. Historia del agro argentino: Desde la Conquista hasta fines del siglo XX, Buenos Aires: Grijalbo Mondadori, 2001.
BILSKY, Edgardo. La F.O.R.A y el movimiento obrero (1900-1910). Tomo I e II. Buenos Aires: CEAL, 1985.
BILSKY, Edgardo. La Semana Trágica. Buenos Aires: CEAL, 1984.
BOTANA, Natalio R. El orden conservador – La política argentina entre 1880-1916. Buenos Aires: Editorial Sudamericana, 1977.
BUNGE, Alejandro; FERRARI, Ludovico A.; VALLE, Juan Carlos. Costo de la vida en la Argentina de 1910 a 1919. Revista de Economía Argentina. Tomo IV. fev. 1920, pp. 253-260.
BUNGE, Alejandro. Los problemas económicos del presente. Buenos Aires: s.e., 1920.
CAMARERO, Hernán. A la conquista de la clase obrera: los comunistas y el mundo del trabajo en la Argentina: 1920-1935. Buenos Aires: Siglo XXI Editora Iberoamericana, 2007.
CAMPO, Hugo del, Sindicalismo e Peronismo: los comienzos de un vínculo perdurable, 1ª Ed., Buenos Aires, Editorial Siglo XXI, 2005
CANTON, Dario; CIRIA, Alberto; MORENO, José Luis. La democracia constitucional y su crisis. Buenos Aires: Editorial Paidós, 1980.
CORTES CONDE, Roberto. Problemas del crecimiento industrial argentino (1870-1914), Desarollo Económico, v. 3, nº 1/2, abr/set. 1963.
CÚNEO, Dardo. Comportamiento y crisis de la clase empresaria, vol. 1, Buenos Aires, CEAL, 1984 [1961].
DI TELLA, Guido; ZYMELMAN, Manuel. Los ciclos económicos argentinos. Buenos Aires: Editorial Paidós, 1973.
DIAZ ALEJANDRO, Carlos. Ensayos sobre la historia económica argentina. Buenos Aires: Amorrortu Editores, 1975.
DORFMAN, Adolfo. Historia de la industria argentina. Buenos Aires: Hyspamerica, 1986 [1942].
DOYON, Louise, Perón y los trabajadores: los orígenes del sindicalismo peronista, 1943-1955,1ª Ed, Buenos Aires, Editorial Siglo XXI, 2006.
FALCÓN, Ricardo. El mundo del trabajo urbano (1890-1914). Buenos Aires, CEAL, 1986.
FALCÓN, Ricardo; MONSERRAT, Alejandra. Estado, empresas, trabajadores y sindicatos. In: FALCÓN, Ricardo (org.). Nueva Historia Argentina: Democracia, conflicto social y renovación de ideas (1916-1930). Tomo VI. Buenos Aires: Editorial Sudamericana, 2000.
FEIS, Hebert. The Industrial Situation in Great Britain: From the Armistice to the Beginning of 1921. The American Economic Review, v. 11, nº 2, jun. 1921.
FERRER, Aldo. La economia argentina: Las etapas de su desarrollo y problemas actuales. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 1963.
FERRERES, Orlando J. (org.) Dos siglos de economía argentina, Buenos Aires: El Ateneo, 2010.
GERCHUNOFF, Pablo; ROCCHI, Fernando; ROSSI, Gastón. Desorden y Progreso: Las crisis económicas argentinas, 1870-1905. Buenos Aires: Edhasa, 2008.
GODIO, Julio. El movimento obrero argentino (1910-1930): Socialismo, sindicalismo y comunismo. Buenos Aires: Editorial Legasa, 1988.
GODIO, Julio. La Semana Tragica de enero de 1919. Buenos Aires: Hyspamerica, 1985 [1972].
GUTIÉRREZ, Leandro H.; ROMERO, Luis Alberto. Sectores populares, cultura y política: Buenos Aires en la entreguerra. Buenos Aires: Sudamericana, 1995.
HORA, Roy. Los terratenientes de la pampa Argentina. Una historia social y política, 1860-1945. Buenos Aires: Siglo XXI Editora, 2005.
HOROWICZ, Alejandro. Los Cuatro Peronismos. Buenos Aires: Hyspamérica, 1986.
MARCHESE, Silvia M. Estrategias de las organizaciones empresariales para su participación en política. In: FALCÓN, R. (org.) Nueva Historia Argentina: democracia, conflicto social y renovación de ideas (1916-1930). Tomo VI. Buenos Aires: Editorial Sudamericana, 2000
MAROTTA, Sebastian. El movimiento sindical argentino, su genesis y desarrollo (1907-1920).Tomo I-III. Buenos Aires: s.e., 1961.
MAZUCHELLI, Frederico. Os anos de chumbo: Economia e política internacional no entreguerras. São Paulo: Editora UNESP; Campinas. SP: FACAMP, 2009.
PANETTIERI, José. Los trabajadores. Buenos Aires: Editorial Jorge Alvarez, 1967.
PANETTIERI, José. Síntesis histórica del desarrollo industrial argentino. Buenos Aires: Ediciones Macchi, 1969.
PANETTIERI, José. Devaluaciones de la moneda (1822-1935). Buenos Aires: CEAL, 1983.
PANETTIERI, José. Las primeras leyes obreras. Buenos Aires: CEAL, 1984.
PANETTIERI José. Argentina: Historia de un pais periferico, 1860-1914. Buenos Aires: CEAL, 1986.
PEÑA, Milciades. Masas, caudillos y elites: La dependencia argentina de Yrigoyen a Perón. Buenos Aires: Editores Fichas, 1971.
PEÑA, Milcíades. De Mitre a Roca: la consolidación de la oligarquía anglocriolla. Buenos Aires, Ediciones Fichas, 1973.
PEÑA, Milcíades. El paraíso terrateniente: federales y unitarios forjan la civilización del cuero (1810-1850). Buenos Aires: Ediciones Fichas, 1975.
PORTANTIERO, J.C. e MURMIS, M., Estudos sobre as origens do Peronismo, trad. J.A. Guilhon Alburquerque, São Paulo, Editora Brasiliense, 1973.
RAPPORT, Mario. Historia económica, política y social de la Argentina (1880-2003). Buenos Aires: Emecé editorial, 2010.
ROCK, David. El Radicalismo argentino, 1890-1930. Buenos Aires: Amorrortu Editores, 2010 [1977].
SCHVARZER, Jorge. Empresarios del pasado: la Unión Industrial Argentina. Buenos Aires: Imago Mundi, 1991.

 

Programa

Aula 1 – 2h, Luana Fúncia
Parábola da Lei em Kafka e a metáfora do “mundo administrado”
Bibliografia:
HORKHEIMER, Max. Eclipse da Razão. São Paulo: Editora Unesp, 2016.
KAFKA, Franz. O Processo. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Aula 2 – 2h, Luana Fúncia
Na Colônia Penal e o debate filosófico da “luta por reconhecimento”
Bibliografia:
HONNETH. Axel. Luta por reconhecimento: a Gramática Moral dos Conflitos Sociais. São Paulo: Editora 34, 2009.
KAFKA, Franz. Na Colônia Penal. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

Aula 3 – 2h, Viviane Carnizelo
A metamorfose e a questão da “normalidade psíquica”
Bibliografia:
FREUD, Sigmund. O infamiliar. In: Obras Completas. São Paulo: Companhia das Letras, 2010-atual.
KAFKA, Franz. A Metamorfose. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Aula 4 – 2h, Viviane Carnizelo
O mundo do trabalho e o sofrimento psíquico nele implicado, a partir de Kafka e além
Bibliografia:
FREUD, Sigmund. Mal-estar na Civilização. In: Obras Completas. São Paulo: Companhia das Letras, 2010-atual.
KAFKA, Franz. A Metamorfose. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Bibliografia:

HONNETH. Axel. Luta por reconhecimento: a Gramática Moral dos Conflitos Sociais. São Paulo: Editora 34, 2009.
HORKHEIMER, Max. Eclipse da Razão. São Paulo: Editora Unesp, 2016.
FREUD, Sigmund. Infamiliar. In: Obras Completas. São Paulo: Companhia das Letras, 2010-atual. Mal-estar na Civilização. In: Obras Completas. São Paulo: Companhia das Letras, 2010-atual.
KAFKA, Franz. A Metamorfose. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
Na Colônia Penal. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
O Processo. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Programa

Aula 1 – Gêneros, modelos e prescrições
1. Características da prosa não-ficcional: coordenadas gerais;
2. Levantamento dos principais gêneros: o aforismo, o tratado e os espelhos;
3. Escritores e leitores na Espanha dos Áustria.

Aula 2 – Educar nobres e príncipes
1. Os sentidos da educação e o papel das letras;
2. O modelo cortesão, a sociedade de corte e representação;
3. Educação e Razão de Estado: entre a política e as letras;
3. Educar nobres e príncipes espanhóis: particularidades da monarquia dos Áustria.

Aula 3 – Os tratados espanhóis
1. Aula de Cortesanos (1547), de Cristóbal de Castillejo;
2. El Consejo y Consejeros del Príncipe (1559), de Fradique Furio Ceriol;
3. Suma de preceptos justos, necesarios y provechosos en Consejo de Estado al Rey Felipe III [...] (1614)
4. Oráculo manual y arte de prudência (1647), de Baltasar Gracián.

Referências bibliográficas

i) Fontes primárias
Castillejo, Cristóbal. Aula de Cortesanos. Barcelona: Editorial Linkgua, 2012.
Ceriol, Fradique Furio. El Consejo y Consejeros del Príncipe. Edición preparada por Henry Mechoulan. Madrid:
Editora Nacional, 1978.
Gracián, Baltasar. Oráculo manual y arte de prudencia. Edição fac-símile. Prólogo de Aurora Egido. Zaragoza:
Instituición “Fernando el Católico”, 2001.
Pérez, Antonio. Suma de preceptos justos, necesarios y provechosos en Consejo de Estado al Rey Felipe III,
siendo Príncipe. Aforismos sacados de la Historia de Publio Cornelio Tácito (1614). Introducción y notas de
Modesto Santos. Barcelona: Anthropos, 1991.
ii) Estudos e ensaios
CHÂTELET, François. História das ideias políticas. Tradução de Carlos Nelson Coutinho. 2ª. Ed. Rio de Janeiro:
Zahar, 2009.
MACHIAVELLI, Niccolò. Il Principe. Saggi e commenti. A cura di Giorgio Inglese. Roma: Instituto della Enciclopedia
Italiana Fondata da Giovanni Treccani, 2013.
MARAVALL, José Antonio. Poder, honor y élites en el siglo XVII. Madrid: Siglo XXI de España Editores, 1979.
SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. Tradução de Renato Janine Ribeiro e Laura
Teixeira Mota. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

 

Programa

AULA 1:
Os estudos linguísticos das línguas de sinais (breve histórico)
Aspectos fonológicos das línguas de sinais (parâmetros)

AULA 2:
Aspectos morfológicos das línguas de sinais

AULA 3:
Aspectos sintáticos das línguas de sinais

AULA 4:
Aspectos semânticos e pragmáticos das línguas de sinais

Bibliografia:

CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W.; MAURICIO, A. C. L. Novo dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da Língua de Sinais brasileira – Libras baseado em Linguística e Neurociências Cognitivas. São Paulo: Edusp, 2013.
FELIPE, T. A. Libras em contexto: curso básico – livro do estudante. Rio de Janeiro: Walprint, 2007.
FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à Linguística I. Objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2012. [Biblioteca Virtual]. Acesso em 16 fev. 2019.
__________. Introdução à Lingüística II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2012.
__________. Linguística? Que é isso?. São Paulo: Contexto, 2013.
LEITE, T. de A. A segmentação da língua de sinais brasileira (libras): um estudo linguístico descritivo a partir da conversação espontânea entre surdos. Tese (Doutorado em linguística) – Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha; CHOI, Daniel; VIEIRA, Maria Inês; GASPAR, Priscilla; NAKASATO, Ricardo. Libras. Conhecimento além dos sinais. São Paulo: Pearson, 2011.
QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. ArtMed. Porto Alegre. 2004.
SILVA, Rafael Dias (org.). Língua Brasileira de Sinais – Libras. São Paulo: Pearson, 2015.
STOKOE, W. Sign language structure: An outline of the visual communication systems of the American deaf. Studies in Linguistics: Occasional papers, v. 8, 1960.
XAVIER, A. N. Descrição fonético-fonológica dos sinais da Língua de Sinais Brasileira (Libras). Dissertação (metrado em linguística) – Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006.
XAVIER, A. N; NEVES, S. L. G. Descrição de aspectos morfológicos da libras. Revista Sinalizar, v.1, n.2, p. 130-151, jul./dez. 2016.

Programa

AULA 1 (17/02/2025): O que é linguística cognitiva?

1. Dicionário e enciclopédia;
2. Realismo experiencialista;
3. Compromissos teóricos/ princípios
4. Principais autores, contribuições

AULA 2 (18/02/2025): O problema da categorização

1. O que é categorização?
2. O modelo clássico de categorização
3. Termos para cores
4. A base psicológica das cores focais
5. A categorização de objetos
6. Protótipos e efeitos prototípicos
7. O papel do contexto e dos modelos culturais

AULA 3 (19/02/2025): Frames, modelos cognitivos idealizados e gramática cognitiva

1. O que são frames?
2. Modelos cognitivos idealizados
3. A gramática cognitiva
3.1. Domínio e domínio matriz
3.2. Imagética convencional
3.3. Classes de palavras
3.4. Subjetividade e intersubjetividade
3.5. Sistema imagético
3.6. Desdobramento de perspectiva
3.7. Dinâmica de forças
3.8. Esquema imagético

AULA 4 (20/02/2025): Metáforas, metonímias e a teoria dos espaços mentais

1. Metáforas da vida cotidiana
1.1. Metáforas de tempo
1.2. Metáfora do conduto
1.3. Sistemas metafóricos
1.4. Personificação
1.5. A unidirecionalidade da metáfora
1.6. Metáforas e esquemas imagéticos
1.7. Metáfora e polissemia
1.8. Padrões inferenciais
1.9. Extensões novas de metáforas convencionais
2. Metonímias
3. Metáfora versus metonímia
3.1. Metaftonímia
4. A teoria dos espaços mentais

AULA 5 (24/02/2025): Gramática de construções, modelos baseados no uso e a aquisição de linguagem

1. Construções gramaticais
1.1. Tipologia de expressões idiomáticas
1.2. A organização radial das construções sintáticas
1.3. Construções de estrutura argumental
1.4. Redes construcionais
2. Estrutura simbólica e competência linguística
3. A aquisição de linguagem

Referência bibliográfica:
O curso vai se basear principalmente na Introdução à linguística cognitiva (Ed. Contexto), de Lilian Ferrari, a partir do qual o programa foi planejado. Buscaremos aprofundar cada um desses temas recorrendo aos textos básicos, isto é, aos primeiros autores que os pensaram dentro do modelo. Também recorreremos ao Oxford Handbook of Cognitive Linguistics, editado por Dirk Geeraerts e por Hubert Cuyckens.

A bibliografia por onde transitaremos é a seguinte:

ALMEIDA, M. L. L.; FERREIRA, R. G.; PINHEIRO, D. et al. Linguística Cognitiva em Foco: morfologia e semântica do português. Rio de Janeiro: Publit, 2009.
BATORÉO, H. “Produtividade lexical, espaços mentais integrados e lexias compostas na Língua Portuguesa (PE e PB): o que a Linguística Cognitiva nos ensina sobre língua e cultura?” In: Linguística (Revista do Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFRJ). Rio de Janeiro: Imprinta, 2010, v. 6, n. 2, pp. 27-43.
BERLIN, B. & KAY, P. Basic color terms: their universality and evolution. Berkeley: University California Press, 1969.
CROFT, William. “The role of domains in the interpretation of metaphors and metonymies”. In: Cognitive Linguistics, 1993, 4, pp. 335-70.
CROFT, William; CRUSE, D. Alan. Cognitive linguistics. Cambridge; New York: Cambridge University Press, 2004.
CUENCA, Maria Josep; HILFERTY, Joseph. Introducción a la linguística cognitiva. Barcelona: Editorial Ariel, S. A., 1999.
CULICOVER, Peter W.; JACKENDOFF, Ray. Simpler Syntax. Oxford: Oxford University Press, 2005.
FERRARI, Lilian. “Postura epistêmica — Ponto de vista e mesclagem em construções condicionais na interação conversacional”. In: Revista Veredas, Juiz de Fora: Edufjf, 1999, v. 3, n. 1, pp. 115-128.
_____. “Os parâmetros básicos da condicionalidade na visão cognitivista”. In: Revista Veredas, Juiz de Fora: Edufjf, 2000, v. 4, n. 1, pp. 21-30.
_____. “A sociocognitive approach to modality and conditional constructions in Brazilian Portuguese”. In: Journal of Language and Linguistics, 2002, n. 3, pp. 218-237. (http://www.jllonline.net/)
_____. “Construções gramaticais e a gramática das construções condicionais”. In: Revista Scripta, 2003, v. 5, n. 9, pp. 143-150.
_____. “A abordagem sociocognitiva dos atos de fala”. In: Revista Portuguesa de Humanidades — Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Portugal: Braga, 2004, v. 81/2, pp. 119-133.
_____. (org.). Espaços mentais e construções gramaticais: do uso linguístico à tecnologia. Rio de Janeiro: Imprinta, 2009a.
_____. “Linguística cognitiva: fundamentos teóricos de pesquisas recentes e aplicações interdisciplinares”. In: FERRARI, Lilian. (org.). Espaços mentais e construções gramaticais: do uso linguístico à tecnologia. Rio de Janeiro: Imprinta, 2009b, pp. 13-26.
_____. “A construção do sentido”. In: MOLLICA, M. C. (org.). Linguagem: para Letras, Educação e Fonoaudiologia. São Paulo: Contexto, 2009c.
_____. “Prefácio”. In: Linguística Cognitiva em Foco: morfologia e semântica do português. Rio de Janeiro: Publit, 2009d, pp. 3-4.
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_____. Introdução à Linguística Cognitiva. São Paulo: Contexto, 2022.
FERREIRA, R. G. A hipótese da corporificação da língua: o caso de cabeça. Dissertação de Mestrado. Rio de Janeiro, Faculdade de Letras, UFRJ, 2009.
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_____. Cognitive Grammar. A basic introduction. Oxford/New York: Oxford University Press, 2008.
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LI, Thomas Fwjin (ed.). Compendium of cognitive linguistics research. New York: Nova Publishers, 2012. (3 vols.)
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SAPIR, E. Language: an introduction to the study of speech. New York: Harcourt, Brace & World, 1921.
_____. A Linguagem. Introdução ao estudo da fala. Tradução de Joaquim Mattoso Camara Jr. 2 ed. com o apêndice : Um século de Estudos Linguísticos nos Estados Unidos da América, de autoria do tradutor. Rio de Janeiro : Livraria Acadêmica, 1971.
_____. « Língua e ambiente ». In : _____. Linguística como ciência. Rio de Janeiro : Livraria Acadêmica, 1969.
TALMY, L. “Lexicalization patterns. Semantics structure in lexical form”. In: SHOPEN, T. (ed.). Language typology and syntactic description. v. 3. Cambridge: CUP, 1985, pp. 36-149.
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TAYLOR, John R. Ten Lectures on Applied Cognitive Linguistics. Leiden ; Boston : Brill, 2018.
WHORF, B. Language, thought and reality. CARROL, J. (ed.). Cambridge, Mass.: MIT Press, 1956.
WILCOX, Sherman. Ten Lectures on Cognitive Linguistics and the Unification of Spoken and Signed Languages. Leiden; Boston: Brill, 2018.
ZACKS, Jeffrey M. Ten Lectures on the Representation of Events in Language, Perception, Memory and Action Control. Leiden; Boston: Brill, 2020.

Programa

Aula 1: 30/7/2025 – Música, trabalho e relações raciais
PEREIRA, Joao Baptista Borges. Cor, Profissão e Mobilidade O Negro e o Rádio de São Paulo (1967; 2001 2ª edição)
Pereira, J. B. B. (1970). O Negro e a Comercialização da Música Popular Brasileira. Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, (8), 7-15. https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i8p7-15

Aula 2: 13/8/2025 – Indústria cultural
BARBOSA, Othon Fernando Jambeiro: Canção popular e industria cultural. São Paulo 1971.
VASCONCELLOS, Gilberto Felisberto Música popular: de olho na fresta. Rio de Janeiro: Edições do Graal 1977

Aula 3: 20/8/2025 – Música sertaneja
MARTINS, José de Souza. 1974 “Viola quebrada”. In Debate e Crítica, n.o 4. 1974
MARTINS, José de Souza. Musica sertaneja: a dissimulação na linguagem dos humilhados. In: Capitalismo e tradicionalismo. 1975 SOCIOLOGIA
CALDAS, Waldenyr. Acorde na Aurora: Música sertaneja e indústria cultural. Editora nacional, 1977

Aula 4: 27/8/2025 – Culturas afro-brasileiras e populares
MUKUNA, Kazadi Wa. Contato musical transatlântico: contribuição bantu na musica popular brasileira. 1977. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 1977
PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. Evolution of the Latin American Carnival. Published online by Cambridge University Press: 02 April 2024 [originalmente publicado em francês em 1978]

 

Bibliografia complementar:
QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. A ordem carnavalesca. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 6(1-2): 27-45, 1994 (editado em jun. 1995)

Bibliografia geral:
ARRUDA, Maria Arminda do Nascimento. A Embalagem do Sistema A Publicidade no Capitalismo Brasileiro. São Paulo: Edusp, 2015

_____. Metrópole e cultura: São Paulo no meio século XX. São Paulo: Edusp, 2015

BAIA, Silvano Fernandes. A historiografia da música popular no Brasil (1971-1999). Tese apresentada ao Departamento de História da USP. São Paulo, 2011.

____. Ensaio acadêmico sobre música popular nos anos 1970: quatro textos seminais. Baleia na rede – Estudos em arte e sociedade, n 10, vol.1, 2013.

BASTIDE, Roger. Arte e sociedade. São Paulo, Edusp, 1971.

FERNANDES, Dmitri Cerboncini. A inteligência da música popular: a 'autenticidade' no samba e no choro. Tese de Doutorado defendida no departamento de Sociologia da USP. 2010

MICELI, Sergio. A noite da madrinha. São Paulo: Companhia das Letras, 2005

Programa

Objetivo: Jair Messias Bolsonaro foi, entre 1991 e 2018, deputado federal pertencente ao baixo clero, nunca tendo sido autor ou relator de projeto relevante. Pertenceu a nove partidos políticos. Nenhuma delas teve efetiva chance de encabeçar chapa para o Executivo federal. Sagrou-se vitorioso com mais de 57 milhões de votos com pouco tempo de rádio e TV, praticamente sem alianças, e defendendo posições extremas na disputa por um cargo para o qual os postulantes historicamente caminham em direção ao centro. Como isso foi possível? O curso visa a discutir textos que se dedicam e ajudam a entender o fenômeno singular, muito maior e anterior a biografia de um indivíduo. Embora a bibliografia produzida até hoje, em grande medida, aborde as características do bolsonarismo de maneira transversal, o tema é organizado em sete perspectivas: a derrocada petista e os resultados eleitorais; mídias digitais; guerra cultural e neoliberalismo; militares e milícias; oposição aos movimentos antirracistas; e morte em massa.

Aula 1: A derrocada petista e os resultados eleitorais

A aula introdutória tratará das razões para a debacle do Partido dos Trabalhadores, que levaram à ascensão da direita – primeiro heterogênea, depois homogeneizada por Bolsonaro –, o processo eleitoral de 2018 e os dados do perfil do eleitorado naquele pleito.

  • SINGER, André. 2018. Cutucando onças com bases curtas. Em: SINGER, André. O Lulismo Em Crise: Um Quebra-Cabeça Do Período Dilma (2011-2016). São Paulo: Companhia das Letras.
  • NICOLAU, Jairo. 2020. O Brasil Dobrou À Direita: Uma Radiografia Da Eleição De Bolsonaro Em 2018. Rio de Janeiro: Zahar.
  • SINGER, André. 2020. A Reativação Da Direita No Brasil. https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/view/1664. 2020.

Aula 2: Propaganda em tempos de mídias digitais

Bolsonaro cresce em um ambiente internacional de uso das mídias digitais. A aula tratará do avanço da direita em outros lugares do mundo a partir do uso dessas novas tecnologias e do avanço de Bolsonaro nesse contexto. Tratará ainda do ambiente de redes relacionado aos conceitos de Guerra Híbrida e de Fascismo.

Parte 1

  • MARANHÃO FILHO, Eduardo Meinberg de Albuquerque, Fernanda Marina Feitosa COELHO, Tainah Biela DIAS. 2019. Fake news acima de tudo, fake news acima de todos: Bolsonaro e o “kit gay”, “ideologia de gênero” e fim da “família tradicional”." Correlatio 17 (01/30): 65. Disponível em https://core.ac.uk/download/pdf/235209395.pdf.
  • EMPOLI, Giuliano da. Os Engenheiros Do Caos: Como as fake news, as teorias da conspiração e os algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições. Vestígio, 2019.
  • ITUASSU, Arthur e outros. 2019. De Donald Trump a Jair Bolsonaro: democracia e comunicação política digital nas eleições de 2016, nos Estados Unidos, e 2018, no Brasil. VIII Congresso da Associação Brasileira de Pesquisadores em Comunicação e Política. Disponível em http://ctpol.unb.br/compolitica2019/GT4/gt4_Ituassu_et_al.pdf.

Parte 2

Aula 3: Guerra cultural nas ruínas do neoliberalismo

Neoliberalismo e família tradicional como projeto político se entrelaçam pela visão comum que têm de sociedade: não cabe ao Estado distribuir riquezas. A aula relaciona o surgimento e as consequências de 40 anos de neoliberalismo com o avanço do discurso moral e mantenedor da ordem, dentro do conceito de neoconservadorismo.

Aula 4: Ecos da ditadura: militares e milícias

A relação de Bolsonaro com as milícias e o papel das Forças Armadas na eleição e no governo de Bolsonaro são o tema da quarta aula, que irá apresentar as proximidades e as diferenças entre o processo de militarização e o processo de milicialização da política.

  • LEINER, Pedro. 2020. O Brasil no espectro de uma guerra híbrida: Militares, operações psicológicas e política em uma perspectiva etnográfica. Alameda.
  • PINTO, Eduardo Costa. Bolsonaro, quartéis e marxismo cultural: a loucura como método. Em: MARTINS FILHO, João Roberto (Ed.). 2021. Os Militares e a Crise Brasileira. Alameda Editorial.
  • MANSO, Bruno Paes. 2020 A república das milícias: Dos esquadrões da morte à era Bolsonaro.  Todavia.

Aula 5: Parte 1 - Oposição aos movimentos antirracistas

A oposição aos movimentos antirracistas por parte de Bolsonaro e de altas autoridades será discutida no prisma do resgate da ditadura sobre a pauta racial.

Aula 5: Parte 2 – Morte em massa

A reação de Bolsonaro à pandemia será abordada através do conceito de necropolítica e do conceito de pulsão de morte, a partir da produção da Escola de Frankfurt.

Bibliografia complementar

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