Programa
Conteúdo programático:
Aula1
• Introdução
• Uma breve história da Bíblia e seus estudos acadêmicos
• Referenciais teóricos: Protocolos e Práticas de leitura
• O caso do códice 2437 da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
Aula 2
• A Bíblia como literatura: novas práticas de leitura bíblica
• Erich Auerbach e Robert Alter
• A Bíblia como literatura no Brasil: um panorama bibliográfico
Aula 3
• A Bíblia de Frederico Lourenço
• Tradução, paratextos, suporte, edições...
• Bíblias laicas: a secularização dos objetos religiosos
Aula 4
• Análises de narrativas bíblicas: exercícios de leitura e aplicação práticas dos conteúdos estudados
Bibliografia Básica:
ALTER, Robert. A Arte da Narrativa Bíblica. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
AUERBACH, Erich. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Perspectiva, 2011.
BÍBLIA, volume I: Novo Testamento: os quatro Evangelhos. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
BÍBLIA, volume I: Novo Testamento: os quatro Evangelhos. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço – 2 ª edição revista e aumentada. Lisboa: Quetzal, 2018.
BÍBLIA, volume II: Novo Testamento: apóstolos, epístolas, Apocalipse. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
BÍBLIA, volume III: Antigo Testamento: os livros proféticos. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
BÍBLIA, volume IV: Antigo Testamento: os livros sapienciais (Tomo 1). Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. Lisboa: Quetzal, 2018.
BÍBLIA, volume IV: Antigo Testamento: os livros sapienciais (Tomo 2). Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. Lisboa: Quetzal, 2019.
CHARTIER, Roger. A história ou a leitura do tempo. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.
CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
CHARTIER, Roger (org.). Práticas de leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 2011.
FRYE, Northrop. O código dos códigos: a Bíblia e a literatura. São Paulo: Boitempo, 2004.
GABEL, John B.; WHEELER, Charles B. A Bíblia como literatura. São Paulo: Loyola, 2003.
GENETTE, Gérard. Paratextos editoriais. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2009.
LIMA, Anderson de Oliveira. A Bíblia como literatura no Brasil: história e análise de novas práticas de leitura bíblica. São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie (Tese de doutorado), 2015.
LOURENÇO, Frederico. O livro aberto: leituras da Bíblia. Rio de Janeiro: Oficina Raquel, 2017.
MARGUERAT, Daniel; BOURQUIN, Yvan. Para ler as narrativas bíblicas: iniciação à análise narrativa. São Paulo: Loyola, 2009.
MCKENZIE, Donald Francis. Bibliografia e sociologia dos textos. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2018.
MILES, Jack. Cristo: uma crise na vida de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
MILES, Jack. Deus, uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
ZABATIERO, Júlio P. T.; LEONEL, João. Bíblia, literatura e linguagem. São Paulo: Paulus, 2011.
Programa
1. Ponto de partida: as classes sociais na crise do governo Dilma (2011-2016)
SINGER, André. O lulismo em crise: um quebra-cabeça do período Dilma (2011-2016). São Paulo: Companhia das Letras, 2018. “Introdução: Do sonho rooseveltiano ao pesadelo golpista” e “Capítulo 1: Cutucando onças com bases curtas”.
BOITO, Armando. Reforma e crise política no Brasil: os conflitos de classe nos governos do PT. São Paulo: Editora Unesp, 2017. Capítulos 10: “A crise do neodesenvolvimentismo do governo Dilma Rousseff” e Capítulo 11: “Por que foi fraca a resistência ao golpe de 2016?”.
Leituras complementares
ANDERSON, Perry. Crisis in Brazil . London Review of Books, v.38, n. 8, pp 15-22, abr., 2016.
CARVALHO, Laura. Valsa Brasileira: do boom ao caos econômico. São Paulo: Todavia, 2018
MIGUEL, Luís Felipe. A democracia na periferia capitalista: impasses do Brasil. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2022.
NOBRE, Marcos. “1988 + 30”. Novos estud. CEBRAP 35 (2). Jul 2016
SANTOS, Wanderly Guilherme dos. A democracia impedida: O Brasil no Século XXI. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2017.
2. A permanência histórica da direita no Brasil
SINGER, André. A reativação da direita no Brasil. Opin. Pública 27 (3). Set.-Dez. 2021.
MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Em guarda contra o perigo vermelho, 2002. Cap. 2: Matrizes do Anticomunismo.
ROCHA, Camila. Menos Marx, mais Mises. São Paulo: Todavia, 2021. Cap. 1: O que há de novo na direita?. Cap. 2: A direita tradicional: Hayek e o combate ao comunismo.
Leituras complementares
LACERDA, Marina Basso. O novo conservadorismo brasileiro. Porto Alegre: Zouk, 2019.
NICOLAU, Jairo. O Brasil dobrou à direita: uma radiografia da eleição de Bolsonaro em 2018. São Paulo: Zahar, 2020.
PIERUCCI, A. F. ; COUTINHO, M. C. A Direita que Flutua: o voto conservador na eleição de 1990 em São Paulo. Novos Estudos Cebrap, n 29, mar., p. 10-27 1991.
SINGER, André. Esquerda e direita no eleitorado brasileiro: a identificação ideológica nas disputas presidenciais de 1989 e 1994. São Paulo: Edusp, 2002.
FERNANDES, Florestan. Revolução Burguesa no Brasil: ensaio de interpretação sociológica. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987. Capítulo 7.
ANDERSON, Perry. O Brasil de Lula. London Review of Books, 2011
ANDERSON, Perry. “A direita intransigente”. In: ANDERSON, Perry. Espectro: da direita à esquerda no mundo das idéias. São Paulo: Boitempo, 2012.
3. A extrema direita no poder
BOLSONARO, Jair. Discursos parlamentares, 2022. Discurso do dia 13 de março de 2014.
BOLSONARO, Jair. Discursos parlamentares, 2022. Discurso do dia 13 de fevereiro de 2014.
BIGNOTTO, Newton. Bolsonaro e o bolsonarismo entre o populismo e o fascismo. In: STARLING, Heloísa; BIGNOTTO, Newton; LAGO, Miguel. Linguagem da destruição. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
Leituras complementares
ROCHA, Camila; SOLANO, Esther. O bolsonarismo e as classes populares. In: AVRITZER, Leonardo; KERCHE, Fábio; MARONA, Marjorie (Orgs.). Governo Bolsonaro: Retrocesso democrático e degradação política. Belo Horizonte: Editora Autêntica,p.21-34, 2021
MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Passados presentes: O golpe de 1964 e a ditadura militar. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2021.
CASTRO, Celso. O espírito militar: um antropólogo na caserna. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2021.
ANDERSON, Perry. Bolsonaro’s Brazil. London Review of Books, 2019.
CAVALCANTE, Sávio. 2020. Classe média e ameaça neofascista no Brasil de Bolsonaro. Crítica Marxista. N. 50. Pp. 121-130.
CHIRIO, Maud. A política nos quartéis: revoltas e protestos de oficiais na ditadura militar brasileira. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2012
STREECK, Wolfgang. Tempo Comprado: a crise adiada do capitalismo democrático. São Paulo: Boitempo, 2018.
FRASER, Nancy. Why two Karls are better than one: integrating Polanyi and Marx into a critical theory of the current crises. 2017
4. O lulismo na política brasileira: uma rota de fuga?
SINGER, André. Os sentidos do lulismo: reforma gradual e pacto conservador. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. “Introdução: alguns temas da questão setentrional” e “Capítulo 1: Raízes sociais e ideológicas do lulismo”.
FRENCH, John. D.. Lula and his politics of cunning: From metalworker to president of Brazil. Chapel Hill: The University of North Carolina Press, 2021. “Introduction: The long view” e “Conclusion: A victim of his successes”
Leituras complementares
WEFFORT, Francisco. O populismo na política brasileira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
SADER, Emir. Brasil, de Getúlio a Lula. In: SADER, Emir; GARCIA, Marco Aurélio (Orgs.). Brasil: Entre o Passado e o Futuro. São. Paulo: Boitempo,p.11-29, 2010
ANDERSON, Perry. O Brasil de Lula. Novos Estudos. São Paulo, n. 95, pp. 23-52, 2011
5. O que nos espera? Proposta de debate sobre as leituras do curso.
Programa
1. Introdução à filosofia de Espinosa;
2. A imaginação na filosofia de Espinosa;
3. Introdução à filosofia de Kant: o projeto crítico;
4. A imaginação produtiva em Kant: a descoberta do transcendental da imaginação;
5. A imaginação na filosofia de Husserl (1)
6. A imaginação na filosofia de Husserl (2)
7. A imaginação espontânea em Sartre
Bibliografia
I. Primária
1) Espinosa
ESPINOSA, B. Ética. Texto bilíngue. Tradução do Grupo de Estudos Espinosanos; coordenação de
Marilena Chaui. São Paulo: EDUSP, 2015.
____________. Tratado da Emenda do Intelecto. Texto bilíngue. Tradução de Cristiano Novaes de
Rezende. – Campinas: Editora da Unicamp, 2015.
____________. Princípios da filosofia cartesiana e Pensamentos Metafísicos. Texto bilíngue. Tradução
de Homero Santiago e Luís César Guimarães Oliva. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2015.
____________. Breve Tratado de Deus, do homem e de seu bem-estar. Tradução de Luís César Oliva
e de Emanuel Angelo da Rocha Fragoso. Belo Horizonte: Autêntica, 2012.
____________. Tratado Teológico-Político. Tradução, introdução e notas de Diogo Pires Aurélio. São
Paulo: Martins Fontes, 2004.
____________. Tratado Político. Tradução, introdução e notas de Diogo Pires Aurélio. São Paulo:
Martins Fontes, 2009.
2) Kant
Kant, I. Crítica da razão pura. Tradução e notas de Fernando Costa Mattos 4. ed. Petrópolis,
RJ: Vozes; Bragança Paulista, SP: Editora Universitária São Francisco, 2015.
_________ Prolegômenos a toda metafísica futura. Tradução de Tania Maria Bernkopf. São Paulo:
Abril Cultural, 1974. (Coleção os Pensadores)
_________Lógica. Tradução de Guido Antônio de Almeida do texto original estabelecido por
Gottlob Benjamin Jäsche. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2015.
_________ Manual de Lógica. Tradução bilíngue de Fausto Castilho do texto original estabelecido
por Gottlob Benjamin Jäsche. 2ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2002.
_________ Crítica da razão prática. Tradução de Monique Hulshof. Petrópolis, RJ: Vozes;
Bragança Paulista, SP: Editora Universitária São Francisco, 2016.
_________ Crítica da faculdade de julgar. Tradução de Fernando Costa Mattos. Petrópolis, RJ: Vozes;
Bragança Paulista, SP: Editora Universitária São Francisco, 2016.
3) Husserl
HUSSERL. Ideias Para uma Fenomenologia Pura e Para uma Filosofia Fenomenológica. Trad. Márcio
Susuki. São Paulo: Ed. Idéias e Letras, 2006.
______. Fantasia e Consciência de Imagem. In: SILVA, M, M, M. “Fantasia e consciência de imagem”,
lições apresentadas por Husserl no semestre de inverno de 1904-1905: tradução, introdução e notas.
Dissertação de mestrado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Departamento de
Filosofia, Universidade de São Paulo, 2012.
______. HUSSERLIANA X. Zur Phänomenologie des inneren Zeitbewusstseins. Haia: Martinus Nijhoff.
1966.
______. HUSSERLIANA XXIII. Phantasie, Bildbewusstseins, Erinnerung. Zur Phänomenologie der
anschaulichen Vergegenwärtigungen. Haia: Martinus Nijhoff, 1980.
4) Sartre
SARTRE, Jean-Paul. “A imaginação”. Tradução de Luiz Roberto Salinas Fortes. São Paulo: Abril
Cultural, 1978. (Coleção Os Pensadores)
__________O imaginário. Tradução de Duda Machado. São Paulo: Editora Ática, 1996.
II. Secundária
1) Sobre Espinosa:
CHAUI, M. Espinosa, uma filosofia da liberdade. São Paulo, Moderna, 1995.
DELBOS, V. O Espinosismo: curso proferido na Sorbonne em 1912-1913. Tradução de Homero
Santiago. São Paulo: Discurso Editorial, 2002.
DELEUZE, G. Espinosa: filosofia prática. São Paulo: Escuta, 2002.
GLEIZER, M. Verdade e certeza em Espinosa. Porto Alegre: L&PM, 1999.
JAQUET, C. A unidade do corpo e da mente: afetos, ações e paixões em Espinosa. Tradução de Luís
César Oliva e Marcos Ferreira de Paula. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2011.
OLIVA, L.C.G. Existência e Eternidade em Leibniz e Espinosa. São Paulo: Discurso Editorial, 2016.
RODRIGUES, J.L. O conatus imaginativo em Espinosa: a produção da contingência e a ideia de
finalidade. Trans/Form/Ação, Marília, v. 44, n. 1, Jan./Mar., 2021, p. 205-224.
SANTIAGO, H. Entre Servidão e Liberdade. São Paulo: Editora Filosófica Politeia, 2019.
SOUZA, G.F.R. Sonhar de olhos abertos: um estudo sobre os conceitos de erro e de privação na
filosofia de Espinosa. Dissertação de Mestrado. Departamento de Filosofia, Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2023.
TEIXEIRA, L. A doutrina dos modos de percepção e o conceito de abstração na filosofia de Espinosa.
São Paulo, Ed. Unesp, 2001.
2) Sobre Kant
FERRARIN, Alfredo. Ensaios sobre Kant e a imaginação. História de um conceito desabrigado.
Tradução de Josiane Guglielmi de Souza. Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2017.
GIBBONS, Sarah L. Kant's theory of imagination: Bridging gaps in judgement and experience.
Oxford, UK: Clarendon Press, 2002.
GUYER, Paul. Kant and the claims of knowledge. Cambridge: Cambridge University Press, 2003
[1987]
HEBECHE, Luiz. “A imaginação em Descartes e Kant”. In: Veritas, Porto Alegre, v. 50, n. 2, junho 2005,
p. 99-110.
HEIDEGGER, Martin. Kant y el problema de la metafísica. Tradução para o espanhol de Gred Ibscher
Roth. 2. Ed. México, D. F.: Fondo de Cultura Economica, 1986 [1929].
KEMP SMITH, N. A Commentary to Kant’s “Critique of Pure Reason”. London: Macmillan, 1918.
KNELLER, Jane. Kant e o poder da imaginação. Tradução de Elaine Alves Trindade. São Paulo:
Madras, 2010 [2007].
LEBRUN, Gérard. Kant e o problema da metafísica. Tradução de Carlos Alberto Ribeiro de Moura. São
Paulo: Martins Fontes, 1993 [1970].
MAKKREEL, Rudolf A. Imagination and Interpretation in Kant: the hermeneutical import of the Critique
of Judgment. Chicago and London: The University of Chicago Press, 1990.
MAKOWIAK, Alexandra. Kant, l’imagination et la question de l’homme. Grenoble: Millon, 2009.
MÖRCHEN, Hermann. Die Einbildungskraft bei Kant. Tübingen: Max Niemeyer, 1970 [1928].
PIMENTA, Olavo Calábria. A imaginação de Kant e os dois objetos para nós: e ainda, a propósito da
doutrina do esquematismo e das duas deduções das categorias. Tese de Doutorado.
Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Filosofia e Ciências 2012.
4) Sobre Sartre
CABESTAN, Philippe. L’imaginaire, Sartre. Paris: Ellipses, 1999.
CASTRO, Paulo Alexandre e. Metafísica da imaginação. Estudos sobre a Consciência Irrealizante a
Partir de Sartre. São Paulo: Editora Bond, 2006.
Programa
Aula 1: Contextualizando o cinema britânico: a British New Wave e Ken Loach na BBC
Filmes analisados:
- Cathy Come Home (1964)
- Kes (1969)
Bibliografia de apoio:
WILLIAMS, Raymond. Culture is ordinary. In: Resources of Hope. London & New York: Verso, 1989.
______. A Defense of Realism. In: What I Came to Say. London: Hutchison Radius, 1989.
Aula 2: Consolidação do neoliberalismo: o gerenciamento da ralé
Filmes analisados:
- Riff Raff (1991)
- It's a Free World (2007)
Bibliografia de apoio:
JAMESON, Fredric. A cultura do dinheiro. Ensaios sobre a globalização. Trad. Maria Elisa Cevasco e Marcos
César de Paula Soares. Petrópolis: Vozes, 2001.
Capítulo 1. Globalização e estratégia política.
Aula 3: O cinema recente de Ken Loach I: I, Daniel Blake
Filmes analisados:
- I, Daniel Blake (2016)
Bibliografia de apoio:
HARVEY, David. Seventeen Contradictions and the End of Capitalism. New York: Oxford University Press,
2014.
Capítulo 10. Monopoly and Competition: Centralisation and Decentralisation.
Aula 4: O cinema recente de Ken Loach II: Sorry We Missed You
Filmes analisados:
- Sorry We Missed You (2019)
Bibliografia de apoio:
SENNETT, Richard (1943) - A corrosão do caráter: as consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo. 16ª
ed. Rio de Janeiro: Record, 2015.
Capítulo 1. À deriva.
Bibliografia complementar:
BORDWELL, David. Narration in the Fiction Film. Madison: Methuen & Co., 1985.
DARDOT, Pierre; LAVAL, Christian. The New Way of the World. London & New York: Verso, 2013.
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Trad. Teresa Ottoni. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002.
ENGELS, Friedrich. A situação da classe trabalhadora na Inglaterra. Trad. B. A. Schumann. São Paulo:
Boitempo Editorial, 2008.
HARVEY, David. Seventeen Contradictions and the End of Capitalism. New York: Oxford University Press,
2014.
______. The Conditions of Postmodernity: An Enquiry into the Origins of Cultural Change. Oxford: Blackwell,
1990.
______. Spaces of Global Capitalism. London & New York: Verso, 2005.
______. A Brief History of Neoliberalism.New York: Oxford University Press, 2005
JAMESON, Fredric. A cultura do dinheiro. Ensaios sobre a globalização. Trad. Maria Elisa Cevasco e Marcos
César de Paula Soares. Petrópolis: Vozes, 2001.
______. “Fredric Jameson: Cognitive Mapping.” In.: Marxism and the interpretation of culture. Illini Books ed.,
Illinois: 1988 (pp. 347-360)
______. Postmodernism, or, The Cultural Logic of Late Capitalism. Nova York: Verso, 1992.
LEVY, Jacques. "On Space in Cinema", Annales de géographie, vol. no 694, no. 6, 2013, pp. 689-711.
ROSENFELD, Anatol. O Teatro Épico. 5. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
SENNETT, Richard (1943) - A corrosão do caráter: as consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo. 16ª
ed. Rio de Janeiro: Record, 2015.
SOARES, Marcos César de Paula. O trabalho colaborativo no cinema de Ken Loach. Ilha do Desterro,
Florianópolis, v. 72, p. 251-263, 2019.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
WILLIAMS, Raymond. “A Lecture on Realism.” Afterall: A Journal of Art, Context and Enquiry, no. 5, 2002, pp.
106–15. JSTOR, http://www.jstor.org/stable/20711464.
______. Base and Superstructure in Marxist Cultural Theory. In: Culture and materialism: selected essays.
London: Verso, 1980.
_______. Keywords. A Vocabulary of Culture and Society New York: Oxford University Press, 2015
______. Culture is ordinary. In: Resources of Hope. London & New York: Verso, 1989.
______. What I Came to Say. London: Hutchison Radius, 1989.
Programa
Aula 1. Pasolini: vida e obra (1922 -1975)
Aula 2. Empirismo Herético (1972)
Aula 3. Escritos Corsários (1975)
Aula 4. Cartas Luteranas (1976)
Bibliografia:
TRADUÇÕES DE PIER PAOLO PASOLINI EM PORTUGUÊS:
PASOLINI, Pier Paolo. As cinzas de Gramsci. Trad. Alexandre Pilati. Brasília: C14/Casa da Edição, 2021.
_________. Ali dos olhos azuis. Ali dos olhos azuis. Trad. Andréia Guerini, Bruno Berlendis de Carvalho, Maria Cristina Pompa, Renata Lucia Bottini. São Paulo: Berlendis e Vertecchia, 2006.
_________. A hora depois do sonho. Trad. Edilson Alkmin Cunha. Rio de Janeiro, Bloch Editores, 1968.
_________. Amado meu. Trad. Elisabeth Braz, Luiz Nazário. São Paulo: Brasiliense, 1982.
_________. Caos: crônicas políticas. Trad. Carlos Nélson Coutinho. São Paulo, Brasiliense, 1982.
_________. Diálogo com Pier Paolo Pasolini: Escritos (1957-1984). Trad. Nordana Benetazzo. São Paulo, SP: Nova Stella Editorial Ltda, São Paulo, SP: Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro, 1986.
_________. Empirismo herege. Trad. Miguel Serras Pereira. Lisboa: Assírio & Alvim, 1982.
_________. Escritos Corsários. Trad. Maria Betânia Amoroso. São Paulo: Editora 34, 2020.
_________. Meninos da vida. Trad. Rosa Artini Petraitis, Luiz Nazário. São Paulo: Brasiliense, 1985.
_________. O pai selvagem. Trad. Silvana S. Rodrigues. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.
_________. Os jovens infelizes. Trad. Michel Lahud, Maria Betânia Amoroso. São Paulo: Brasiliense, 1990.
_________. Poemas Trad. Maurício Santana Dias] São Paulo: Cosac Naify, 2015.
_________. Teorema. Trad.Fernando Travassos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1968.
_________. Uma vida violenta. Trad. José Lima. Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.
EDIÇAO DE REFERÊNCIA PARA AS OBRAS DE PIER PASOLO PASOLINI:
PIER PAOLO PASOLINI: TUTTE LE OPERE. Edizione diretta da Walter Siti. Milano: Mondadori - I Meridiani [collana]
PASOLINI, Pier Paolo. Romanzi e racconti, Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 1998.
_________. Saggi sulla letteratura e sull'arte. Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 1999.
_________. Saggi sulla politica e sulla società. Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 1999.
_________. Per il cinema, Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 2001.
_________. Teatro, Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 2001.
_________. Le poesie. Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 2003.
Programa
Programa
1- "De São Paulo"- Mário de Andrade (21/07)
2 - "Espírito de São Paulo" e outros textos - Ribeiro Couto (22/07)
3 - "Ronda da meia-noite: vícios, misérias e esplendores da cidade de São Paulo" - Sylvio Floreal (23/07)
4 - "Pela cidade" e "Cosmópolis" - Guilherme de Almeida (24/07)
Bibliografia
ALMEIDA, Guilherme de. Cosmópolis: oito reportagens de Guilherme de Almeida. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1962.
__________. Pela cidade/Meu roteiro sentimental da cidade de S. Paulo. São Paulo Martins Fontes, 2004.
ANDRADE, Mário de. De São Paulo: cinco crônicas de Mário de Andrade, 1920-1921. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2004.
ARRIGUCCI JR, Davi. Enigma e comentário. Ensaios sobre literatura e experiência. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
BIGNOTTO, Cilza Carla “O Caso Sylvio Floreal”. In: Figuras de autor, figuras de editor: as práticas editoriais de Monteiro Lobato. São Paulo: Editoras Unesp, 2018.
BROCA, Brito. A vida literária no Brasil – 1900. Rio de Janeiro: José Olympio, 2005.
BULHÕES, Marcelo Magalhães. “Um jornalista do submundo: a reportagem narrativa em Sylvio Floreal”. In: Revista Comunicação Midiática: Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da Universidade Estadual Paulista, Bauru, ano 2, n.º 3, ago 2005, p. 105-116.
CANDIDO, Antonio et al. A Crônica: o gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil. São Paulo: Editora da UNICAMP; Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1992.
CARVALHO, José Murilo de. Sobre o pré-modernismo. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1988.
COUTO, Ribeiro. Espírito de São Paulo. Rio de Janeiro: Schmidt Editor, 1932.
FLOREAL, Sylvio. Ronda da Meia-Noite: Vícios, Misérias e Esplendores da Cidade de São Paulo. São Paulo: Boitempo, 2002.
HARDMAN, Francisco Foot. "Antigos Modernistas". In: NOVAES, Adauto (org). Tempo e História. São Paulo: Cia das Letras, 1992.
KALIFA, Dominique. Os Bas-fonds: História de um Imaginário. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2017.
LINS, Vera. Ribeiro Couto, uma questão de olhar. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1997.
LOPEZ, T. A. Mário de Andrade cronista de São Paulo nos primórdios do modernismo. Remate de Males, v. 33, n. 1-2, p. 51-89, 17 jun. 2015.
MEDINA, Cremilda. Notícia, um produto à venda: jornalismo na sociedade urbana e industrial. São Paulo: Summus, 1988.
MEYER, Marlise. Folhetim: uma história. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
MICELI, Sergio. Intelectuais à Brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
OLIVEIRA, Milena Fernandes de. O mercado de prestígio: consumo, capitalismo e modernidade na São Paulo da “Belle Époque” (1890-1914). São Paulo: Alamedam 2014.
RAGO, Margareth. “Apresentação: Nas margens da Paulicéia”. In: FLOREAL, Sylvio. Ronda da Meia-Noite: Vícios, Misérias e Esplendores da Cidade de São Paulo. São Paulo: Paz e Terra, 2003, p. 3-7.
RIO, João do. O momento Literário. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, Dep. Nacional do Livro, [1905] 1994.
SALIBA, Elias Thomé. Histórias, memórias, tramas e dramas da identidade paulistana. In: PORTA, P. (org). História da Cidade de São Paulo, v. 3: a cidade na primeira metade do século XX. São Paulo: Paz e Terra, 2004, p. 555-588.
SCHAPOCHNIK, Nelson. “Apresentação: Prelúdio à Sinfonia Cosmopolita”. In: FLOREAL, Sylvio. Ronda da Meia-Noite: Vícios, Misérias e Esplendores da Cidade de São Paulo. São Paulo: Boitempo, 2002, p. 13-17.
SODRÉ, Nelson Werneck. História da Imprensa no Brasil. São Paulo: Martins Fontes, 1983.
SUSSEKIND, Flora. Cinematógrafo de letras: literatura, técnica e modernização no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
Programa
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Aula 1 |
Programa
Aula 1: O drama social: The Weavers (1892), de Gerhart Hauptmann
Aula 2: A fundação do teatro moderno britânico: Look Back in Anger (1956), de John Osborne
Aula 3: Entre o agitprop e o expressionismo: Hoppla, We’re Alive! (1927), de Ernst Toller
Aula 4: A formação do agitprop britânico: as peças curtas de Ewan MacColl
Aula 5: O teatro épico em teoria e prática: Mãe Coragem e Seus Filhos (1939), de Bertolt Brecht
Aula 6: Brecht entre os britânicos: Serjeant Musgrave’s Dance (1959), de John Arden
Bibliografia:
Peças
ARDEN, John. Serjeant Musgrave’s Dance. London: Bloomsbury Methuen, 2005.
BRECHT, Bertolt. Mãe Coragem e Seus Filhos. In:___________. Teatro Completo. Vol. 6. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.
GOORNEY, Howard; MACCOLL, Ewan (eds.). Agit-prop to Theatre Workshop: political playscripts 1930-50. Manchester: Manchester University Press, 1986.
HAUPTMANN, Gerhart. The Weavers. São Francisco: Chandler Publishing Company, 1965.
OSBORNE, John. Look Back in Anger. London: Faber & Faber, 1978.
TOLLER, Ernst. Seven Plays. Milton Keynes: Read Books, 2013.
Bibliografia preliminar
BENSON, Renate. German expressionist drama: Ernst Toller and Georg Kaiser. New York: Grove Press, 1984.
GRAY, Frances. John Arden. London: Macmillan Press, 1982.
INNES, Christopher. Modern British Drama 1890-1990. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.
OSBORNE, John. Gerhart Hauptmann and the naturalist drama. London: Routledge, 1998.
PATTERSON, Michael. Strategies of Political Theatre: Post-War British Playwrights. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
PISCATOR, Erwin. Teatro Político. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
REBELLATO, Dan. 1956 And All That: The Making of Modern British Drama. London: Routledge, 1999.
ROSENFELD, Anatol. O teatro épico. São Paulo: Editora Perspectiva, 2014.
SAMUEL, Raphael; MACCOLL, Ewan; COSGROVE, Stuart. Theatres of the Left 1880-1935: Workers’ Theatre Movements in Britain and America. London: Routledge, 1985.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno (1880-1950). São Paulo: Cosac Naify, 2011.
THOMSON, Peter; SACKS, Glendyr. (eds.) The Cambridge Companion to Brecht. Cambridge: Cambridge University Press, 2006.
WILLIAMS, Simon; HAMBURGER, Michael (eds.). A History of German Theatre. Cambridge: Cambridge University Press, 2008.
Programa
Aula 1: O que é intertextualidade?: fundamentos e conceitos
Apresentação da teoria e do histórico do conceito de intertextualidade e suas definições,
Aula 2: A intertextualidade na prática
A - Análise de textos que apresentem o processo intertextual
B - Atividade prática
Bibliografia:
BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo, 2010.
BARROS, Diana Luz Pessoa de.Dialogismo, polifonia, intertextualidade em torno de Bakhtin. São Paulo: Editora 34, 2016.
BARTHES, Roland. A câmara clara: nota sobre a fotografia. Tradução de Manuela Torres. Lisboa: Edições 70, 2018.
BRAIT, Beth. Ironia em perspectiva polifônica. Campinas, Editora da Unicamp, 1996.
CORRADIN, Flavia Maria. Antônio José da Silva, o Judeu: textos versus (con)textos. Cotia, Íbis, 1998.
FIORIN, José Luiz. Interdiscursividade e intertexto. São Paulo: Contexto, 2006.
GENETTE, Gérard. Palimpsestos: a literatura de segunda mão. Belo Horizonte: Vozes,
HUTCHEON, Linda. A theory of parody: the teachings of twentieth-century art forms. New York/London: Methuen, 1985.
Intertextualidades. (Trad. Poétique, n 27). Coimbra, Almedina, 1979
KRISTEVA, Julia. Introdução à semanálise. São Paulo, Perspectiva, 1974.
SAMOYAULT, Tiphaine. A intertextualidade; tradução de Sandra Nitrini. São Paulo: Aderaldo & Rothschild, 2008.
SANT’ANNA, Affonso Romano de. Paródia, paráfrase e cia.. São Paulo, Ática, 1985.
SILVA, Alexandre dos S.; TANIGUCHI, André K.; RIBEIRO, Leonardo C. A intertextualidade aplicada ao contexto pedagógico. REVISTA PANDORA BRASIL, Letras em foco II, nº 89, dezembro/2017,

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