Programa

Aula 1 – Gêneros, modelos e prescrições
1. Características da prosa não-ficcional: coordenadas gerais;
2. Levantamento dos principais gêneros: o aforismo, o tratado e os espelhos;
3. Escritores e leitores na Espanha dos Áustria.

Aula 2 – Educar nobres e príncipes
1. Os sentidos da educação e o papel das letras;
2. O modelo cortesão, a sociedade de corte e representação;
3. Educação e Razão de Estado: entre a política e as letras;
3. Educar nobres e príncipes espanhóis: particularidades da monarquia dos Áustria.

Aula 3 – Os tratados espanhóis
1. Aula de Cortesanos (1547), de Cristóbal de Castillejo;
2. El Consejo y Consejeros del Príncipe (1559), de Fradique Furio Ceriol;
3. Suma de preceptos justos, necesarios y provechosos en Consejo de Estado al Rey Felipe III [...] (1614)
4. Oráculo manual y arte de prudência (1647), de Baltasar Gracián.

Referências bibliográficas

i) Fontes primárias
Castillejo, Cristóbal. Aula de Cortesanos. Barcelona: Editorial Linkgua, 2012.
Ceriol, Fradique Furio. El Consejo y Consejeros del Príncipe. Edición preparada por Henry Mechoulan. Madrid:
Editora Nacional, 1978.
Gracián, Baltasar. Oráculo manual y arte de prudencia. Edição fac-símile. Prólogo de Aurora Egido. Zaragoza:
Instituición “Fernando el Católico”, 2001.
Pérez, Antonio. Suma de preceptos justos, necesarios y provechosos en Consejo de Estado al Rey Felipe III,
siendo Príncipe. Aforismos sacados de la Historia de Publio Cornelio Tácito (1614). Introducción y notas de
Modesto Santos. Barcelona: Anthropos, 1991.
ii) Estudos e ensaios
CHÂTELET, François. História das ideias políticas. Tradução de Carlos Nelson Coutinho. 2ª. Ed. Rio de Janeiro:
Zahar, 2009.
MACHIAVELLI, Niccolò. Il Principe. Saggi e commenti. A cura di Giorgio Inglese. Roma: Instituto della Enciclopedia
Italiana Fondata da Giovanni Treccani, 2013.
MARAVALL, José Antonio. Poder, honor y élites en el siglo XVII. Madrid: Siglo XXI de España Editores, 1979.
SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. Tradução de Renato Janine Ribeiro e Laura
Teixeira Mota. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

 

Programa

AULA 1:
Os estudos linguísticos das línguas de sinais (breve histórico)
Aspectos fonológicos das línguas de sinais (parâmetros)

AULA 2:
Aspectos morfológicos das línguas de sinais

AULA 3:
Aspectos sintáticos das línguas de sinais

AULA 4:
Aspectos semânticos e pragmáticos das línguas de sinais

Bibliografia:

CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W.; MAURICIO, A. C. L. Novo dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da Língua de Sinais brasileira – Libras baseado em Linguística e Neurociências Cognitivas. São Paulo: Edusp, 2013.
FELIPE, T. A. Libras em contexto: curso básico – livro do estudante. Rio de Janeiro: Walprint, 2007.
FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à Linguística I. Objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2012. [Biblioteca Virtual]. Acesso em 16 fev. 2019.
__________. Introdução à Lingüística II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2012.
__________. Linguística? Que é isso?. São Paulo: Contexto, 2013.
LEITE, T. de A. A segmentação da língua de sinais brasileira (libras): um estudo linguístico descritivo a partir da conversação espontânea entre surdos. Tese (Doutorado em linguística) – Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha; CHOI, Daniel; VIEIRA, Maria Inês; GASPAR, Priscilla; NAKASATO, Ricardo. Libras. Conhecimento além dos sinais. São Paulo: Pearson, 2011.
QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. ArtMed. Porto Alegre. 2004.
SILVA, Rafael Dias (org.). Língua Brasileira de Sinais – Libras. São Paulo: Pearson, 2015.
STOKOE, W. Sign language structure: An outline of the visual communication systems of the American deaf. Studies in Linguistics: Occasional papers, v. 8, 1960.
XAVIER, A. N. Descrição fonético-fonológica dos sinais da Língua de Sinais Brasileira (Libras). Dissertação (metrado em linguística) – Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006.
XAVIER, A. N; NEVES, S. L. G. Descrição de aspectos morfológicos da libras. Revista Sinalizar, v.1, n.2, p. 130-151, jul./dez. 2016.

Programa

AULA 1 (17/02/2025): O que é linguística cognitiva?

1. Dicionário e enciclopédia;
2. Realismo experiencialista;
3. Compromissos teóricos/ princípios
4. Principais autores, contribuições

AULA 2 (18/02/2025): O problema da categorização

1. O que é categorização?
2. O modelo clássico de categorização
3. Termos para cores
4. A base psicológica das cores focais
5. A categorização de objetos
6. Protótipos e efeitos prototípicos
7. O papel do contexto e dos modelos culturais

AULA 3 (19/02/2025): Frames, modelos cognitivos idealizados e gramática cognitiva

1. O que são frames?
2. Modelos cognitivos idealizados
3. A gramática cognitiva
3.1. Domínio e domínio matriz
3.2. Imagética convencional
3.3. Classes de palavras
3.4. Subjetividade e intersubjetividade
3.5. Sistema imagético
3.6. Desdobramento de perspectiva
3.7. Dinâmica de forças
3.8. Esquema imagético

AULA 4 (20/02/2025): Metáforas, metonímias e a teoria dos espaços mentais

1. Metáforas da vida cotidiana
1.1. Metáforas de tempo
1.2. Metáfora do conduto
1.3. Sistemas metafóricos
1.4. Personificação
1.5. A unidirecionalidade da metáfora
1.6. Metáforas e esquemas imagéticos
1.7. Metáfora e polissemia
1.8. Padrões inferenciais
1.9. Extensões novas de metáforas convencionais
2. Metonímias
3. Metáfora versus metonímia
3.1. Metaftonímia
4. A teoria dos espaços mentais

AULA 5 (24/02/2025): Gramática de construções, modelos baseados no uso e a aquisição de linguagem

1. Construções gramaticais
1.1. Tipologia de expressões idiomáticas
1.2. A organização radial das construções sintáticas
1.3. Construções de estrutura argumental
1.4. Redes construcionais
2. Estrutura simbólica e competência linguística
3. A aquisição de linguagem

Referência bibliográfica:
O curso vai se basear principalmente na Introdução à linguística cognitiva (Ed. Contexto), de Lilian Ferrari, a partir do qual o programa foi planejado. Buscaremos aprofundar cada um desses temas recorrendo aos textos básicos, isto é, aos primeiros autores que os pensaram dentro do modelo. Também recorreremos ao Oxford Handbook of Cognitive Linguistics, editado por Dirk Geeraerts e por Hubert Cuyckens.

A bibliografia por onde transitaremos é a seguinte:

ALMEIDA, M. L. L.; FERREIRA, R. G.; PINHEIRO, D. et al. Linguística Cognitiva em Foco: morfologia e semântica do português. Rio de Janeiro: Publit, 2009.
BATORÉO, H. “Produtividade lexical, espaços mentais integrados e lexias compostas na Língua Portuguesa (PE e PB): o que a Linguística Cognitiva nos ensina sobre língua e cultura?” In: Linguística (Revista do Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFRJ). Rio de Janeiro: Imprinta, 2010, v. 6, n. 2, pp. 27-43.
BERLIN, B. & KAY, P. Basic color terms: their universality and evolution. Berkeley: University California Press, 1969.
CROFT, William. “The role of domains in the interpretation of metaphors and metonymies”. In: Cognitive Linguistics, 1993, 4, pp. 335-70.
CROFT, William; CRUSE, D. Alan. Cognitive linguistics. Cambridge; New York: Cambridge University Press, 2004.
CUENCA, Maria Josep; HILFERTY, Joseph. Introducción a la linguística cognitiva. Barcelona: Editorial Ariel, S. A., 1999.
CULICOVER, Peter W.; JACKENDOFF, Ray. Simpler Syntax. Oxford: Oxford University Press, 2005.
FERRARI, Lilian. “Postura epistêmica — Ponto de vista e mesclagem em construções condicionais na interação conversacional”. In: Revista Veredas, Juiz de Fora: Edufjf, 1999, v. 3, n. 1, pp. 115-128.
_____. “Os parâmetros básicos da condicionalidade na visão cognitivista”. In: Revista Veredas, Juiz de Fora: Edufjf, 2000, v. 4, n. 1, pp. 21-30.
_____. “A sociocognitive approach to modality and conditional constructions in Brazilian Portuguese”. In: Journal of Language and Linguistics, 2002, n. 3, pp. 218-237. (http://www.jllonline.net/)
_____. “Construções gramaticais e a gramática das construções condicionais”. In: Revista Scripta, 2003, v. 5, n. 9, pp. 143-150.
_____. “A abordagem sociocognitiva dos atos de fala”. In: Revista Portuguesa de Humanidades — Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Portugal: Braga, 2004, v. 81/2, pp. 119-133.
_____. (org.). Espaços mentais e construções gramaticais: do uso linguístico à tecnologia. Rio de Janeiro: Imprinta, 2009a.
_____. “Linguística cognitiva: fundamentos teóricos de pesquisas recentes e aplicações interdisciplinares”. In: FERRARI, Lilian. (org.). Espaços mentais e construções gramaticais: do uso linguístico à tecnologia. Rio de Janeiro: Imprinta, 2009b, pp. 13-26.
_____. “A construção do sentido”. In: MOLLICA, M. C. (org.). Linguagem: para Letras, Educação e Fonoaudiologia. São Paulo: Contexto, 2009c.
_____. “Prefácio”. In: Linguística Cognitiva em Foco: morfologia e semântica do português. Rio de Janeiro: Publit, 2009d, pp. 3-4.
_____. “Conceptual structure and subjectivity in epistemic constructions”. In: SCLIAR-CABRAL, L. (ed.). Psycholinguistics; scientific and technological challenges. Selected papers of the 8th International Congress of ISAPL. Porto Alegre: EdiPUCRS, 2010.
_____. “Modelos de gramática em Linguística Cognitiva: princípios convergentes e perspectivas complementares”. In: Cadernos de Letras da UFF. Dossiê: Letras e cognição 41, Niterói: UFF, 2010, pp. 149-166.
_____. Introdução à Linguística Cognitiva. São Paulo: Contexto, 2022.
FERREIRA, R. G. A hipótese da corporificação da língua: o caso de cabeça. Dissertação de Mestrado. Rio de Janeiro, Faculdade de Letras, UFRJ, 2009.
FILLMORE, C. “An alternative to checklist theories of meaning”. In: COGEN, C.; THOMPSON, H.; THURGOOD, G.; WHISTLER, K. (eds.). Proceedings of the Berkeley Linguistic Society. Berkeley: Berkeley Linguistic Society, 1975, pp. 123-137.
_____. “Scenes-and-framesemantics”. In: ZAMPOLLI, A. (ed.). Linguistics structures processing. Amsterdam: North Holland, 1977, pp. 55-81
_____. “Frame semantics”. In: LINGUISTIC SOCIETY OF KOREA (ed.). Linguistics in the mornilg calm. Seoul: Hanshin Publishing. 1982, pp. 111-137.
_____. “Frames and the semantics of understanding”. In: Quaderni di Semantica, 1985, 6, pp. 222-162.
LABOV, William. “The boundaries of words and their meaning”. In; BAILEY, C.; SHUY, R. (eds.). New ways of analyzing variation in English. Washington DC: Georgetown University Press, 1973, pp. 340-373.
_____. “Denotational structure”. In: FARKAS, D.; JAKOBSEN, W.; TODRYS, K. (eds.). Papers from the Parasession on the Lexicon. Chicago Linguistics Society, 1978, pp. 220-260.
GEERAERTS, Dirk; CUYCKENS, Hubert. (eds.:). The Oxford Handbook of Cognitive Linguistics. Oxford; New York: Oxford University Press, 2007.
GEERAERTS, Dirk. Ten lectures on cognitive sociolinguistics. Leiden ; Boston : Brill, 2018.
JACKENDOFF, Ray. “Conceptual semantics and cognitive linguistics”. In: Cognitive Linguistics, 7-1 (1996), 93-129.
LAKOFF, George. Women, Fire, and Dangerous Things. What categories reveal about mind. Chicago/London: The University of Chicago Press, 1990 [1987]
_____. “Cognitive versus Generative Linguistics: How commitments influence results”. In: Language and Communication, 1 (1), 1990.
_____. “The invariance hypothesis: is abstract reason based on image schemas? ». In: Cognitive Linguistics, 1990, v. 1, pp. 39-74.
_____. Metaphor and War: The Metaphor System Used to Justify War in the Gulf. An open letter to the Internet. Available from the Center for the Cognitive Science of Mataphor, 1990. (Disponível em: http://philosophy.uoregon.edu/metaphor/metaphor.htm)
_____. “The contemporary theory of metaphor”. In: ORTONY, A. (ed.). Metaphor and Thought. 2. Cambridge: Cambridge University Press, 1993, pp. 202-51.
_____. Ten Lectures on Cognitive Linguistics. Leiden/Boston: Brill, 2017.
LAKOFF, George; JOHNSON, Mark. “Conceptual Metaphor in Everyday Language”. In: The Journal of Philosophy, v. 77, Issue 8 (Aug., 1980), p. 453-486.
_____. Metaphors we live by. London: University of Chicago Press, 2003.
LANGACKER, Ronald W. Foundations of Cognitive Grammar. Volume 1: Theoretical Prerequisites. Stanford: Stanford University Press, 1987.
_____. Concept, image, and symbol. Berlin/New York: Mouton de Gruyter, 1991.
_____. Cognitive Grammar. A basic introduction. Oxford/New York: Oxford University Press, 2008.
_____. Investigations in Cognitive Grammar. Oxford/New York: Oxford University Press, 2013.
_____. Ten Lectures on the elaboration of cognitive grammar. Leiden/Boston: Brill, 2017.
LI, Thomas Fwjin (ed.). Compendium of cognitive linguistics research. New York: Nova Publishers, 2012. (3 vols.)
ROSCH, Eleanor. “On the internal structure of perceptual and semantic categories”. In: MOORE, T. (org.). Cognitive Development and the Acquisition of Language. New York: Academic Press, 1973, pp. 111-44.
_____. “Principles of categorization”. In: ROSCH, E.; LLOYD, B. (eds.). Cognition and Categorization. Hillsdale, NJ; NY: Lawrence Erlbaum, 1978, pp. 27-48.
SAPIR, E. Language: an introduction to the study of speech. New York: Harcourt, Brace & World, 1921.
_____. A Linguagem. Introdução ao estudo da fala. Tradução de Joaquim Mattoso Camara Jr. 2 ed. com o apêndice : Um século de Estudos Linguísticos nos Estados Unidos da América, de autoria do tradutor. Rio de Janeiro : Livraria Acadêmica, 1971.
_____. « Língua e ambiente ». In : _____. Linguística como ciência. Rio de Janeiro : Livraria Acadêmica, 1969.
TALMY, L. “Lexicalization patterns. Semantics structure in lexical form”. In: SHOPEN, T. (ed.). Language typology and syntactic description. v. 3. Cambridge: CUP, 1985, pp. 36-149.
_____. “Force dynamics in language and cognition”. In: Cognitive Science, 1998, 2, pp. 49-100.
_____. Toward a Cognitive Semantics. Cambridge, MA: MIT Press, 2000. (2 volumes)
_____. “Grammatical construal: the relation of grammar to cognition”. In: GEERAERTS (org.). Cognitive Linguistics. Basic Readings. Berlin: Mouton de Gruyter, 2006.
TAYLOR, John R. Ten Lectures on Applied Cognitive Linguistics. Leiden ; Boston : Brill, 2018.
WHORF, B. Language, thought and reality. CARROL, J. (ed.). Cambridge, Mass.: MIT Press, 1956.
WILCOX, Sherman. Ten Lectures on Cognitive Linguistics and the Unification of Spoken and Signed Languages. Leiden; Boston: Brill, 2018.
ZACKS, Jeffrey M. Ten Lectures on the Representation of Events in Language, Perception, Memory and Action Control. Leiden; Boston: Brill, 2020.

Programa

Aula 1: 30/7/2025 – Música, trabalho e relações raciais
PEREIRA, Joao Baptista Borges. Cor, Profissão e Mobilidade O Negro e o Rádio de São Paulo (1967; 2001 2ª edição)
Pereira, J. B. B. (1970). O Negro e a Comercialização da Música Popular Brasileira. Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, (8), 7-15. https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i8p7-15

Aula 2: 13/8/2025 – Indústria cultural
BARBOSA, Othon Fernando Jambeiro: Canção popular e industria cultural. São Paulo 1971.
VASCONCELLOS, Gilberto Felisberto Música popular: de olho na fresta. Rio de Janeiro: Edições do Graal 1977

Aula 3: 20/8/2025 – Música sertaneja
MARTINS, José de Souza. 1974 “Viola quebrada”. In Debate e Crítica, n.o 4. 1974
MARTINS, José de Souza. Musica sertaneja: a dissimulação na linguagem dos humilhados. In: Capitalismo e tradicionalismo. 1975 SOCIOLOGIA
CALDAS, Waldenyr. Acorde na Aurora: Música sertaneja e indústria cultural. Editora nacional, 1977

Aula 4: 27/8/2025 – Culturas afro-brasileiras e populares
MUKUNA, Kazadi Wa. Contato musical transatlântico: contribuição bantu na musica popular brasileira. 1977. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 1977
PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. Evolution of the Latin American Carnival. Published online by Cambridge University Press: 02 April 2024 [originalmente publicado em francês em 1978]

 

Bibliografia complementar:
QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. A ordem carnavalesca. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 6(1-2): 27-45, 1994 (editado em jun. 1995)

Bibliografia geral:
ARRUDA, Maria Arminda do Nascimento. A Embalagem do Sistema A Publicidade no Capitalismo Brasileiro. São Paulo: Edusp, 2015

_____. Metrópole e cultura: São Paulo no meio século XX. São Paulo: Edusp, 2015

BAIA, Silvano Fernandes. A historiografia da música popular no Brasil (1971-1999). Tese apresentada ao Departamento de História da USP. São Paulo, 2011.

____. Ensaio acadêmico sobre música popular nos anos 1970: quatro textos seminais. Baleia na rede – Estudos em arte e sociedade, n 10, vol.1, 2013.

BASTIDE, Roger. Arte e sociedade. São Paulo, Edusp, 1971.

FERNANDES, Dmitri Cerboncini. A inteligência da música popular: a 'autenticidade' no samba e no choro. Tese de Doutorado defendida no departamento de Sociologia da USP. 2010

MICELI, Sergio. A noite da madrinha. São Paulo: Companhia das Letras, 2005

Programa

Objetivo: Jair Messias Bolsonaro foi, entre 1991 e 2018, deputado federal pertencente ao baixo clero, nunca tendo sido autor ou relator de projeto relevante. Pertenceu a nove partidos políticos. Nenhuma delas teve efetiva chance de encabeçar chapa para o Executivo federal. Sagrou-se vitorioso com mais de 57 milhões de votos com pouco tempo de rádio e TV, praticamente sem alianças, e defendendo posições extremas na disputa por um cargo para o qual os postulantes historicamente caminham em direção ao centro. Como isso foi possível? O curso visa a discutir textos que se dedicam e ajudam a entender o fenômeno singular, muito maior e anterior a biografia de um indivíduo. Embora a bibliografia produzida até hoje, em grande medida, aborde as características do bolsonarismo de maneira transversal, o tema é organizado em sete perspectivas: a derrocada petista e os resultados eleitorais; mídias digitais; guerra cultural e neoliberalismo; militares e milícias; oposição aos movimentos antirracistas; e morte em massa.

Aula 1: A derrocada petista e os resultados eleitorais

A aula introdutória tratará das razões para a debacle do Partido dos Trabalhadores, que levaram à ascensão da direita – primeiro heterogênea, depois homogeneizada por Bolsonaro –, o processo eleitoral de 2018 e os dados do perfil do eleitorado naquele pleito.

  • SINGER, André. 2018. Cutucando onças com bases curtas. Em: SINGER, André. O Lulismo Em Crise: Um Quebra-Cabeça Do Período Dilma (2011-2016). São Paulo: Companhia das Letras.
  • NICOLAU, Jairo. 2020. O Brasil Dobrou À Direita: Uma Radiografia Da Eleição De Bolsonaro Em 2018. Rio de Janeiro: Zahar.
  • SINGER, André. 2020. A Reativação Da Direita No Brasil. https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/view/1664. 2020.

Aula 2: Propaganda em tempos de mídias digitais

Bolsonaro cresce em um ambiente internacional de uso das mídias digitais. A aula tratará do avanço da direita em outros lugares do mundo a partir do uso dessas novas tecnologias e do avanço de Bolsonaro nesse contexto. Tratará ainda do ambiente de redes relacionado aos conceitos de Guerra Híbrida e de Fascismo.

Parte 1

  • MARANHÃO FILHO, Eduardo Meinberg de Albuquerque, Fernanda Marina Feitosa COELHO, Tainah Biela DIAS. 2019. Fake news acima de tudo, fake news acima de todos: Bolsonaro e o “kit gay”, “ideologia de gênero” e fim da “família tradicional”." Correlatio 17 (01/30): 65. Disponível em https://core.ac.uk/download/pdf/235209395.pdf.
  • EMPOLI, Giuliano da. Os Engenheiros Do Caos: Como as fake news, as teorias da conspiração e os algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições. Vestígio, 2019.
  • ITUASSU, Arthur e outros. 2019. De Donald Trump a Jair Bolsonaro: democracia e comunicação política digital nas eleições de 2016, nos Estados Unidos, e 2018, no Brasil. VIII Congresso da Associação Brasileira de Pesquisadores em Comunicação e Política. Disponível em http://ctpol.unb.br/compolitica2019/GT4/gt4_Ituassu_et_al.pdf.

Parte 2

Aula 3: Guerra cultural nas ruínas do neoliberalismo

Neoliberalismo e família tradicional como projeto político se entrelaçam pela visão comum que têm de sociedade: não cabe ao Estado distribuir riquezas. A aula relaciona o surgimento e as consequências de 40 anos de neoliberalismo com o avanço do discurso moral e mantenedor da ordem, dentro do conceito de neoconservadorismo.

Aula 4: Ecos da ditadura: militares e milícias

A relação de Bolsonaro com as milícias e o papel das Forças Armadas na eleição e no governo de Bolsonaro são o tema da quarta aula, que irá apresentar as proximidades e as diferenças entre o processo de militarização e o processo de milicialização da política.

  • LEINER, Pedro. 2020. O Brasil no espectro de uma guerra híbrida: Militares, operações psicológicas e política em uma perspectiva etnográfica. Alameda.
  • PINTO, Eduardo Costa. Bolsonaro, quartéis e marxismo cultural: a loucura como método. Em: MARTINS FILHO, João Roberto (Ed.). 2021. Os Militares e a Crise Brasileira. Alameda Editorial.
  • MANSO, Bruno Paes. 2020 A república das milícias: Dos esquadrões da morte à era Bolsonaro.  Todavia.

Aula 5: Parte 1 - Oposição aos movimentos antirracistas

A oposição aos movimentos antirracistas por parte de Bolsonaro e de altas autoridades será discutida no prisma do resgate da ditadura sobre a pauta racial.

Aula 5: Parte 2 – Morte em massa

A reação de Bolsonaro à pandemia será abordada através do conceito de necropolítica e do conceito de pulsão de morte, a partir da produção da Escola de Frankfurt.

Bibliografia complementar

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Programa

Programa

1. Elaboração de diálogos mais completos.
2. Reforço da oralidade.
3. Verbos - infinitivos – verbos no presente e no passado.
4. Reforço da parte escrita - elaboração de textos usando verbos no presente e no passado.
5. Leitura de textos
6. Preposições.
7. Situações do cotidiano e elaboração de diálogos correspondentes tanto no presente como no passado.
8. Revisão de verbos nas diferentes construções verbais no presente e no passado.
9. Apresentação do tempo futuro.

Bibliografia

CHAYAT; ISRAELI & KOBLINER - Ivrit myn Haatchalá. Jerusalém, Academon, Ed. Universidade Hebraica de Jerusalém, Parte I, 2007.

ELIOR, Mika; DOLBERG, Lilach e RIVLIN, Tina – Ivrit Mibait Tov. Jerusalém, Haagaf Lechinuch mevugarim, 2004

GANENI, Nili e SHIMONI, Ruth – Ivrit Mibereshit. Holon, David Rachgold, 2005 – Volumes I e II

MAADIA, Meira – Leatsliach Beivrit – helek alef. Ramat Gan, Haagaf Lechinuch mevugarim, 2008

WAINBECH, Liora e LAUDAN, Edna – Et Laivrit. Tel Aviv, Matach, 1992

Programa

Aula 1 (1h30 - 07 de fevereiro):
Identificação do perfil dos participantes por meio de dinâmica de apresentação.
Apresentação e discussão dos conceitos de política linguística, de planificação linguística e de glotopolítica.
Envio de textos teóricos para leitura.

Aula 2 (1h30 - 08 de fevereiro):
Discussão sobre possível interseção teórica entre as áreas de política linguística e de política pública.
Realização de atividade prática de comparação teórica entre os conceitos estudados.

Aula 3 (1h30 - 09 de fevereiro):
Discussão sobre os impactos das políticas linguísticas nos diferentes contextos educacionais do Brasil.
Reflexão e problematização dos critérios de avaliação de políticas linguísticas como políticas públicas a partir de estudos de caso.
Elaboração de propostas a partir de avaliações político linguísticas de medidas, leis e decretos.

Aula 4 (1h30 – 10 de fevereiro):
Discussão sobre ações em rede como possíveis políticas linguísticas de apoio ao processo de internacionalização das universidades.

Referência bibliográfica:
BEACCO, J-C. L’internationalisation des formations d’enseignement supérieur: la question des langues, de politique en didactique. vol. 38 Cahier de l’Apliut, França, 2019.
CALVET, L-J. As políticas linguísticas. São Paulo: Parábola Editorial: IPOL, 2007.
CALVET, L-J.. Entrevista com Louis-Jean Calvet. In: PEREIRA, T. Entrevista com Louis-Jean Calvet. Cadernos de Letras da UFF, Niterói, v. 23, n. 46, 2013.
CHARDENET, P. Valoriser le capital linguistique des universités: pour une approche didactique stratégique. In: ALBUQUERQUE-COSTA, H. ; PARPETTE, C. Français sur Objectif Universitaire: méthodologie, formation des enseignants et conception de programmes. Série enjeu – v.4. São Paulo: Editora Paulistana, 2016.
LAGARES, Xoán Carlos. Qual política linguística? Desafios glotopolíticos contemporâneos – ed. – São Paulo: Parábola 2018.
MOROSINI, M. Guia para a Internacionalização Universitária. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2019
PEREIRA, T.C.A.S.; SAVEDRA, M.M.G. (org). Multilinguismo, Discurso e Direitos Linguísticos. Caderno de Letras da UFF, Niterói, v.32, n62, Universidade Federal Fluminense, Instituto de Letras, 2021.
REIS, J. N. S.; SOUZA, M. M. M. F. ; BARLETA, I. A. . A educação bilíngue na fronteira franco-brasileira: uma avaliação glotopolítica. In: SOUZA, M. M. M. F.; CARDOZO, A.; LIMA-PEREIRA, R. (Org.). Contatos franco-brasileiros: retrospectivas e perspectivas. 1ed.São Paulo: Pontes Editores Ltda, 2022.
SAVEDRA, M. M. G. (Org.) ; PEREIRA, T. C. A. S. (Org.) ; LAGARES, X. C. (Org.) . Glotopolitica e práticas de linguagem. 1. Ed- v. 1. Niterói: Eduff, 2021.
SILVA, K. A.; XAVIER, R. P. Internacionalização no ensino superior. Fórum linguístico - v. 18, n. 1. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, Pós-graduação em Linguística, 2021.
SOUZA, M. M. M. F.; PEREIRA, T. C. A. S. Politique linguistique et politique publique: une proposition d?intersection théorique. In: BLANCHET, P. Diversité sociolinguistique et ordre social: confrontations. Cahiers internationaux de sociolinguistique – v.1, n° 15, p. 167-181, 2019
SOUZA, M. M. M. F.. Les Politiques Linguistiques Publiques Éducatives (PLPE): l'enseignement des langues étrangères et la place du FLE au Brésil après 1988. Le français dans le monde. recherches et applications, v. 1, p. 181, 2020.

Programa

Aula 1: Mirando em Água funda: uma introdução a Ruth Guimarães e ao seu romance de estreia
O primeiro encontro será dedicado a introduzir os alunos à produção literária de Ruth Guimarães. Serão mencionados alguns dados de sua trajetória pessoal e formação intelectual, bem como as suas principais referências literárias, a fim de compreender melhor os repertórios mobilizados pela autora e, com isso, pontuar características fundamentais de sua prosa. Uma parte da fortuna crítica será levantada de modo a apresentar os elementos primordiais do romance Água funda para que se possa iniciar o estudo analítico nas próximas aulas.

Aula 2: Características do discurso narrativo de Água funda: “Quem é que pode com a língua do povo?”
O segundo encontro permitirá analisar algumas características estruturantes do discurso narrativo de Água funda, tais como: a mobilização do folclore e da cultura popular e a estetização das vozes do povo. À luz dos estudos de Walter Benjamin, Antonio Candido, Alckmar Luiz dos Santos e Fernanda R. Miranda, também examinaremos a figura do narrador. Pretende-se evidenciar os elementos que subsidiam a construção dessa voz narrativa peculiar: um contador de causos caipira cuja narração deixa entrever um profundo domínio da forma.

Aula 3: De Sinhá a Choca: a derrocada de Maria Carolina
O terceiro encontro continuará a análise do romance com foco em toda a trajetória da personagem Maria Carolina, desde quando era Sinhá até a sua transformação em Choca. Considerando as peculiaridades do discurso narrativo vistas no encontro anterior, outros tópicos servirão de subsídio à análise da trama dessa personagem, tais como: o impacto do fim da escravização e do advento do novo regime às dinâmicas do patriarcado e da família tradicional rural.

Aula 4: Entre o feitiço da Mãe de Ouro e o amor de Curiango: decifrando a errância do tropeiro Joca
O quarto encontro terá como foco o drama do tropeiro Joca, a sua relação com Curiango e com a Mãe do Ouro. Com o respaldo de Antonio Candido e de Maria Sylvia de Carvalho Franco, a crise pela qual o protagonista passa será examinada à luz das tensões inerentes ao caipira pobre da primeira metade do séc. XX, advindas sobretudo da chegada da urbanização ao meio rural e da necessidade de adequação ao mundo industrializado.

Aula 5: A comunidade de Olhos D’Água: um lugar pesteado
No quinto e último encontro, de forma sucinta, serão discutidas as outras historietas presentes no enredo, de modo a traçar a repercussão que a “praga” teve na comunidade de Olhos D’Água. Além disso, personagens secundários constantemente acionados pelo narrador serão brevemente analisados, pois denotam também aspectos fundamentais e circunstanciais da sociedade caipira, tais como o indígena Inácio Bugre, os “antigos” Seu Pedro Gomes e Saninha e o médico Dr. Amadeu. Por fim, novamente um panorama geral em torno de Água funda será apresentado, bem como a menção a outras temáticas presentes na obra, a fim de sublinhar o fecundo e pouco explorado terreno de discussões proporcionado pelo romance Ruth Guimarães.

Bibliografia

BENJAMIN, Walter. “O narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov”. In: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Trad. Sérgio Paulo Rouanet, São Paulo: Brasiliense, 1994.
BOTELHO, Joaquim Maria; BOTELHO, Júnia. Histórias da casa velha: biografia e legado de Ruth Guimarães. São Paulo: Reformatório, 2022.
CANDIDO, Antonio. “A literatura e a formação do homem”. Textos de intervenção. Org. Vinícius Dantas. São Paulo: Duas Cidades: Editora 34, 2002.
______. Notas de crítica literária “Água Funda”. Revista Ângulo/Cadernos do Centro Cultural Teresa D’Ávila. Lorena, n. 137, p. 14-18, abril/jun. 2014.
______. Os parceiros do Rio Bonito. 3ª ed. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1975.
______. Prefácio. In: GUIMARÃES, Ruth. Água Funda. São Paulo: Editora 34, 2018.
FRANCO, Maria Sylvia de Carvalho. Homens livres na ordem escravocrata. 4 ed. São Paulo: Fundação Editora da Unesp, 1997.
GUIMARÃES, Ruth. Água funda. São Paulo: Editora 34, 2018.
MARINHO, Cecilia Silva Furquim. Água Funda, de Ruth Guimarães: Mário, Valdomiro, o medo e “aquela filosofia que só se encontra na linguagem do povo”. Opiniães - Revista dos Alunos de Literatura Brasileira. São Paulo, Ano 10, n. 18, jan.-jul., 2021.
______. A instabilidade na crítica do romance Água Funda, de Ruth Guimarães. Histórias da literatura: entre as páginas da tradição. Porto Alegre, vol. 1, 2021a.
MIRANDA, Fernanda. “Ruth Guimarães”. In: MIRANDA, Fernanda. Silêncios prescritos: estudo de romances de autoras negras brasileiras (1859-2006). Rio de Janeiro: Malê, 2019.
SANTOS, Alckmar Luiz dos. "Récit et Prophétie chez Ruth Guimarães". Etudes Romanesques, v.8, p.159 - 170, 2004.

Programa

Aula 1: Contextualização. O Brasil, Portugal e a França no longo século XVI.
Aula 2: Pero Vaz de Caminha e Pero de Magalhães Gândavo: a pluralidade da empresa colonial portuguesa e os diferentes futuros planejados por ela. Leitura da Carta de Achamento do Brasil, de Pero Vaz de Caminha, e da História da Província de Santa Cruz a que popularmente chamamos de Brasil, de Pero de Magalhães de Gândavo.
Aula 3: André Thevet e Jean de Léry: o Brasil na França, a França no Brasil. Leitura de passagens das Singularidades da França Antártica e da Cosmografia Universal, de André Thevet, e de História de uma viagem veita à Terra do Brasil e de História Memorável do Sítio de Sancerre, de Jean de Léry.

Referências Bibliográficas:
CAMINHA, Pero Vaz de. A Carta de Pero Vaz de Caminha: Edição Modernizada e Semidiplomática. Introdução, Notas e Estabelecimento de Texto de Marcelo Módolo e Maria de Fátima Nunes Madeira. Cotia: Ateliê Editorial, 2023.
DAHER, Andrea. O Brasil Francês: As Singularidades da França Equinocial (1612-1615). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
GÂNDAVO, Pero de Magalhães de. A Primeira História do Brasil: História da Província de Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil. Texto modernizado e notas de Sheila Moura Hue e Ronaldo Menegaz. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004.
LÉRY, Jean de. Histoire d'un voyage faict en la terre du Brésil. Paris: Le Livre de Poche, 1999.
______. História de uma Viagem Feita à Terra do Brasil Também Chamada América. Tradução de Ignez Duque Estrada. Rio de Janeiro: Fundação Darcy Ribeiro, 2009.
LESTRINGANT, Frank. Le Huguenot et le Sauvage: L'Amérique et la controverse coloniale, en France, au temps des guerres de religion. Genève: Droz, 2004.
______. A Oficina do Cosmógrafo ou A imagem do mundo no Renascimento. Tradução de Edmir Missio. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
______. Le Brésil d'André Thevet. Les Singularités de la France Antarctique (1557). Paris: Chandeigne, 2011.
LUSSAGNET, Suzanne (ed.)Les Français en Amérique pendant la deuxième moitié du XVIe siècle: le Brésil et les brésiliens. Paris: Presses Universitaires de France, 1953.
MÉTRAUX, Alfred. La religion des Tupinamba. Paris: Presses Universitaires de France, 2014.
RONSARD, Pierre de. Discours; Derniers Vers. Présentation par Yvonne Bellenger. Manchecourt: GF Flammarion, 1979.
THEVET, André. La Cosmographie Universelle. Paris: Chez Guillaume Chaudier, 1575.
______. Singularidades da França Antártica, a que outros chamam de América. Tradução de Estêvão Pinto. Brasília: Edições do Senado Federal, 2018.
______. A Cosmografia Universão de André Thevet, Cosmógrafo do Rei. Tradução de Raul de Sá Barbosa. Rio de Janeiro: Fundação Darcy Ribeiro, 2009.

Programa

Bibliografia
 
CAMPORESI, Piero. Hedonismo e Exotismo: a arte de viver na época das luzes. São Paulo: Unesp, 1990. Anais do Museu Paulista, São Paulo, jan-dez 1997, vol. 5, p. 9-91.
CASCUDO, Câmara Cascudo. História da Alimentação no Brasil. Vol. 1. São Paulo: Itatiaia/Edusp.
FLANDRIN, Jean-Louis e MONTANARI, Massimo. História da alimentação. São Paulo: Estação Liberdade, 1996.
FREYRE, Gilberto. Açúcar. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
GOODY, Jack. Cooking, cuisine and class: a study in comparative sociology. Nova York: Cambridge University Press, 2000.
GRAHAM, Richard. Alimentar a cidade: das vendedoras de rua À reforma liberal. Salvador, 1780-1860). São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
GRAHAM, Richard. Alimentar a cidade: das vendedoras de rua À reforma liberal. Salvador, 1780-1860). São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
HARRIS, Marvin. Vacas, porcos, guerras e bruxas: os enigmas da cultura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira 1978.
MINTZ, Sidney. Comida e antropologia: uma breve revisão. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 16, n. 47.
MONTANARI, Massimo. A fome e a abundância: uma história da alimentação da Europa. Bauru: Edusc, 2003.
MONTANARI, Massimo. O mundo na cozinha: história, identidades, trocas. São Paulo: Senac/ Estação Liberdade, 2009.
MONTANARI, Massimo. O mundo na cozinha: história, identidades, trocas. São Paulo: Senac/ Estação Liberdade, 2009.
MONTELEONE, Joana. Sobre reis, livros e cozinheiros. In: ALGRANTI, Leila e
MEGIANI, Ana Paula. O império por escrito: formas de transmissão da cultura letrada no mundo ibérico. Séculos XVI-XIX. São Paulo: Alameda Casa Editorial, 2009.
SALINS, Marshall. Cultura e razão práticas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
SPANG, Rebecca. A invenção do restaurante: Paris e a moderna cultura gastronômica. Rio de Janeiro: Record, 2000.
TANNAHILL, Reay. Food in history. Londres: Penguin, 1988