Programa

Módulo I: Morfologia avaliativa - conceituação e caracterização (aula 1 - 01/08/23: duração de 2 horas)
- O que é Morfologia Avaliativa?
- Flexão ou derivação?
- Semântica e pragmática da avaliação
- Leituras avaliativas: afetividade e pejoratividade

Módulo II: Morfologia avaliativa em processos concatenativos (aula 2 - 02/08/23: duração de 2 horas)
- Diminutivos e avaliação
- Aumentativos e avaliação
- Outros sufixos e prefixos avaliativos

Módulo III: Morfologia avaliativa em processos não concatenativos (aula 3 - 03/08/23: duração de 2 horas)
- Truncamentos
- Fusões vocabulares
- Hipocorísticos

Referências


ALBER, B. The Foot in Truncation. Handout (CUNY Conference on the Foot), 2009.
ALBER, B.; ARNDT-LAPPE, S. A Universal Typology of Truncation. Handout (15th Manchester Phonology Meeting),
2007.
ALBER, B.; ARNDT-LAPPE, S. Templatic and subtractive truncation. In: TROMMER, J. (ed.). The Morphology and
Phonology of Exponence: The State of the Art, Oxford University Press, Oxford, 2012, p. 289-325.
ALBER, B.; ARNDT-LAPPE, S. Anchoring in truncation: A typological analysis. Natural Language & Linguistic
Theory, 2022.
ALBER, Birgit; ARNDT-LAPPE, Sabine; KOKKELMANS, Joachim. Truncation, clippings and blends: universal
structures and their variation. Slides (54th Annual Meeting of the Societas Linguistica Europaea, Athens), 2021.
ANDRADE, K. E.; RONDININI, R. B. As “ianes” do porão: análise morfo-pragmática das atuais construções X-iane.
SCRIPTA, Belo Horizonte, v. 20, n. 38, p. 121-147, 2016.
ARMELIN, P. R. G. A Relação entre Gênero e Morfologia Avaliativa nos Nominais do Português Brasileiro: uma
abordagem sintática da formação de palavras. Tese (Doutorado) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.
ARNDT-LAPPE, S. Truncation and Exponence: how small can you get? Handout (DFG Network Core Mechanisms
of Exponence), 2008.
BASÍLIO, M. Cruzamentos vocabulares: o fator humorfológico. Apresentação de trabalho. Congresso. XII
Congresso da ASSEL-RIO. Rio de Janeiro, 2003.
BASÍLIO, M. Fusão Vocabular Expressiva: um estudo da produtividade e da criatividade em construções lexicais.
Textos Seleccionados, XXV Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Linguística, Porto, APL, p. 201-210,
2010.
BELIAEVA, N. Unpacking contemporary English blends: Morphological structure, meaning, processing. PhD thesis.
Victoria University of Wellington, 2014.
BELIAEVA, N. A study of English blends: From structure to meaning and back again. Word Structure 7(1), p. 29–54,
2014.
BELIAEVA, N. Blends at the intersection of addition and subtraction: Evidence from processing. SKASE Journal of
Theoretical Linguistics 13,2, 23–45, 2016.
BAUER, L. Evaluative morphology: in search of universals. Studies in Language, v. 21, n. 3, p. 533–575, 1997.
DRESSLER, W. U.; MERLINI BARBARESI, L. Morphopragmatics: Diminutives and Intensifiers in Italian, German
and Other Languages. Berlin: De Gruyter, 1994.
DRESSLER, W. U.; MERLINI BARBARESI, L. Pragmatics and Morphology: Morphopragmatics. In: HUANG, Y.
(ed.). The Oxford Handbook of Pragmatics. Oxford: Oxford University Press, 2017. p. 493-510.
GONÇALVES, C. A. V. Blends lexicais em português: não-concatenatividade e correspondência. Veredas, v.7, n.1,
p.149-167, 2003.
GONÇALVES, C. A. V. Processos morfológicos não-concatenativos do português brasileiro: formato morfoprosódico
e latitude funcional. Alfa, São Paulo, n. 48, v. 1, p. 9-28, 2004.
GONÇALVES, C. A. V. Usos morfológicos: os processos marginais de formação de palavras em português.
Gragoatá, v. 11, n. 21, p. 219-241, 2006a.
GONÇALVES, C. A. V. A Ambimorfemia de cruzamentos vocabulares: uma abordagem por ranking de restrições.
Revista da Abralin, v. 5, n.1, p. 169-183, 2006b.
GONÇALVES, C. A. V. Atuais tendências em formação de palavras. São Paulo: Contexto, 2016.
GRANDI, N.; KÖRTVÉLYESSY, L. Introduction: why evaluative morphology? In: GRANDI, N.; KÖRTVÉLYESSY, L.
Edinburgh Handbook of Evaluative Morphology. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2015. p. 3-20.
GRIES. S. T. Shouldn’t it be breakfunch? A quantitative analysis of blend structure in English. Linguistics, 42(3),
639–667, 2004a.
GRIES. S. T. Some characteristics of English morphological blends. In: ANDRONIS, M. A.; DEBENPORT, E.;
PYCHA, A.; YOSHIMURA, K. (eds.). Papers from the 38th Regional Meeting of the Chicago Linguistics Society, vol.
2: The panels, Chicago: Chicago Linguistic Society, p. 201–216, 2004b.
JURAFSKY, D. Universal tendencies in the semantics of the diminutive. Language, 72: 3, p. 533-578, 1996.
KÖRTVÉLYESSY, L. Evaluative morphology and language universals. In: GRANDI, N.; KÖRTVÉLYESSY, L.
Edinburgh Handbook of Evaluative Morphology. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2015. p. 61-73.
MARANGONI JUNIOR, C. E. A blendtividade na formação de palavras: a derivação dos blends na interface entre
morfologia, fonologia e pragmática. 2021. Dissertação (Mestrado em Letras) - Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2021.
MATTIELLO, E. Extra-grammatical morphology in English: Abbreviations, blends, reduplicatives, and related
phenomena. Berlin: Mouton de Gruyter, 2013.
MERLINI BARBARESI, L. Evaluative morphology and pragmatics. In: GRANDI, N.; KÖRTVÉLYESSY, L. Edinburgh
Handbook of Evaluative Morphology. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2015. p. 32-42.
MINUSSI, R. D.; NÓBREGA, V. A. A interface sintaxe-pragmática na formação de palavras: avaliando os pontos de
acesso da Enciclopédia na arquitetura da gramática. Veredas (UFJF), v.18/1, p. 161-184, 2014.
NÓBREGA, V. A.; MINUSSI, R. D. O tratamento da morfologia não-concatenativa pela morfologia distribuída: o caso
dos blends fonológicos. Revista Letras, Curitiba, n. 91, p. 158-177, jan./jun. 2015.
PIÑEROS, C.-E. Word-blending as a case of non-concatenative morphology in Spanish. Rutgers Optimality Archive,
2000.
PIÑEROS, C.-E. The creation of portmanteaus in the extragrammatical morphology of Spanish. Probus, 16(2), p.
203–240, 2004.
PRIETO, V. M. Spanish Evaluative Morphology: Pragmatic, Sociolinguistic, and Semantic Issues. PhD Dissertation –
University of Florida, Gainesville, 2005.
PRIETO, V. M. The Semantics of Evaluative Morphology. In: GRANDI, N.; KÖRTVÉLYESSY, L. Edinburgh Handbook
of Evaluative Morphology. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2015. p. 21-31.
RONNEBERGER-SIBOLD, E. Word creation: Definition—Function—Typology. In: RAINER, F.; DRESSLER, W. U.;
KASTOVSKY, D.; LUSCHÜTZKY, H. C. (eds.). Variation and change in morphology. Amsterdam: Benjamins, p.
201–216, 2010.
SCALISE, S. Generative morphology. Dordrecht: Foris, 1984.
SANDMANN, A. J. Formação de Palavras. Curitiba: Scientia et Labor, 1988.
SANDMANN, A. J. Morfologia Geral. São Paulo: Contexto, 1991.
SANDMANN, A. J. Morfologia Lexical. São Paulo: Contexto, 1992.
SCHER, A. P. Formas truncadas em português brasileiro e espanhol peninsular: descrição preliminar. ReVEL, ed.
esp. n. 5, p. 61-79, 2011.
SCHER, A. P.. Por menos morfologia não concatenativa: uma análise localista para as formas nominais truncadas
no português brasileiro. 2018. Tese (Livre docência). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.
SCHER, A. P.; MARANGONI JUNIOR, C. E. Novas evidências em favor de um morfema avaliativo – [Eval]: formas
nominais truncadas e blends em português brasileiro. Fórum Linguístico, Florianópolis, v. 17, número especial, p.
4636-4657, 2020.
SCHER, A. P. .; MONTEIRO, B. N. . O estatuto morfossintático dos prefixos negativos des- e in- em português.
Revista do GELNE, [S. l.], v. 22, n. 2, p. 280–293, 2020.
STUMP, G. How peculiar is evaluative morphology? Journal of Linguistics, 29, p. 1-36, 1993.
VILLALVA, A. Estruturas morfológicas: unidades e hierarquia do Português. Lisboa: FCT, 2000.

 

Programa

Aula 1 - Universo mangaká: processo produtivo e mercado editorial japonês
Aula 2 - Processo criativo dos mangás: enredo, personagens e aspectos visuais
Aula 3 - Estilo, influências e a figura do herói nos mangás
Aula 4 - A recepção e a apropriação dos mangás pelo público leitor brasileiro

Referências bibliográficas

BARBIERI, Daniele. A Linguagem dos Quadrinhos. São Paulo: Peirópolis, 2017.
CAGNIN, Antônio Luiz. Os Quadrinhos. São Paulo: Ática, 1975.
COHN, Neil. Comics, Linguistics and Visual Language: The Past and Future of a Field. Disponível em: http://www.visuallanguagelab.com/P/NC_Comics&Linguistics.pdf. Acesso em: 17 de set. 2019.
COHN, Neil. Japanese Visual Language. Disponível em: http://www. visuallanguagelab.com/P/japanese_vl.pdf.
EISNER, Will. Quadrinhos e Arte Sequencial. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
FARIA, Mônica. Comunicação Pós Moderna nas Imagens do Mangá. Dissertação (Mestrado em Comunicação Social), Famicos, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre: 2007.
FUJINO, Yoko. Narração e ruptura no texto visual do Shojo-Manga: estudo das histórias em quadrinhos para público adolescente feminino japonês. Dissertação de Mestrado. Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo: 1997.
GRAVETT, Paul. Mangá: Como o Japão Reinventou os Quadrinhos. São Paulo: Conrad, 2006.
ISSA, Victor Eiji. Otaku: um sujeito entre dois mundos. Refletindo sobre o diálogo existente entre ficção e realidade. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo: 2015.
LUYTEN, Sonia. Mangá: O Poder dos Quadrinhos Japoneses. São Paulo: Hedra, 2011.
LUYTEN, Sonia. História em Quadrinhos: Leitura Crítica. São Paulo: Paulinas, 1984.
MOLINÉ, Alfons. O Grande Livro dos Mangás. São Paulo: JBC, 2004.
RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos. São Paulo: Editora Contexto, 2009.
SALLES, Cecília. Gesto inacabado: processo de criação artística. 2ª ed. São Paulo: Annablume: FAPESP, 2004.
SCHODT, Frederik. Manga! Manga! The world of Japanese Comics. New York: Kodansha International, 1983.
YAMAMOTO, L. Elementos visuais no shoujo mangá: expressando sensações, emoções e sentimentos. Trabalho de Conclusão de Curso (Artes Visuais) – Instituto de Artes, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, São Paulo, 2015. Disponível em: http://repositorio.unesp.br/handle/11449/139099.

Programa

Aula 1 - INTRODUÇÃO ÀS EPISTEMOLOGIAS FEMINISTA DECOLONIAL
Docentes: Thaís de Souza Gomes e Beatriz Leal

Tópicos:
● Pensamento Feminista Decolonial
● Crítica ao feminismo eurocêntrico
● Colonialidade de gênero

Bibliografia -
MIÑOSO, Yuderkys E. De por qué es necesario un feminismo descolonial: diferenciación, dominación coconstitutiva de la modernidad occidental y el fin de la política de identidad. Solar, Revista de Filosofía Iberoamericana, Dossier Epistemologías feministas latino-americanas, v. 12, n. 1, p. 141-71, 2017.
LUGONES, M. Colonialidad y Género. Tabula Rasa, Bogotá, Colombia, n.9, p.73-101, 2008

Aula 2 – CH’IXI: UMA CRÍTICA EPISTÊMICA
Docente:Graziela Tavares de Souza Reis

Tópicos:
● A noção aymara de Ch’ixi
● Teoria andina crítica sobre a colônia
● Sociologia da imagem

Bibliografia -
CUSICANQUI, Silvia Rivera. Ch’ixinakax utxiwa. Una reflexión sobre prácticas y discursos descolonizadores. Buenos Aires: Tinta Limón, 2010.

Aula 3 - DESAFIANDO MATRIZES: FEMINISMO DECOLONIAL E O BEM_VIVER
Docentes: Débora Aymoré

Tópicos:
● Reescrevendo metodologias a partir do feminismo decolonial
● Citando feminismo decolonial e pós-colonial
● Debate feminista e o movimento agroecológico

Bibliografia -
COSTA, Maria da G. Agroecologia, (Eco)Feminismo e “Bem-Viver”. Emergências Descoloniais no movimento ambientalista brasileiro. Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s 's World Congress (Anais Eletrônicos),Florianópolis, 2017, ISSN 2179-510X.
CURIEL, Ochy. “Construindo metodologias feministas a partir do feminismo decolonial”. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de (Org.). Pensamento feminista hoje: perspectivas decoloniais

Aula 4 - DESCOLONIZAR CORPOS E A MEMÓRIA
Docentes: Thaís de Souza Gomes e Graziela Reis

Tópicos:
● Feminismo comunitário
● Descolonizar a temporalidade
● Violência de gênero

Bibliografia -
GUZMÁN, Adriana. Descolonizar la memoria. Descolonizar los feminismos. La Paz; Tarpuna Muya, 2019.

SEGATO, Rita Laura. La escritura en el cuerpo de las mujeres asesinadas en Ciudad Juárez: territorio, soberanía y crímenes de segundo estado. Buenos Aires: Tinta Limón, 2014.

Aula 5 - FEMINISMO AFRO-LATINO-AMERICANO
Docentes: Yoná dos Santos

Tópicos:
● A dimensão racial no feminismo
● A importância de um feminismo afro-latino-americano

Bibliografia -
GONZÁLEZ, Lélia. A mulher negra na sociedade brasileira: Uma abordagem político-econômica. RIOS, Flávia; LIMA, Márcia. (org.) Por um feminismo afrolatinoamericano: ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
LOZANO LERNA, Betty. El feminismo no puede ser uno porque las mujeres somos diversas. Aportes a un feminismo negro decolonial desde la experiencia de las mujeres negras del Pacífico colombiano. La manzana de la discordia, Julio - Diciembre, Año 2010, Vol. 5, No. 2: 7-24.

Dinâmica:
3h: por dia de aula expositiva

Referências completas:
COSTA, Maria da G. Agroecologia, (Eco)Feminismo e “Bem-Viver”. Emergências Descoloniais no movimento ambientalista brasileiro. Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s 's World Congress (Anais Eletrônicos),Florianópolis, 2017, ISSN 2179-510X.
CUSICANQUI, Silvia Rivera. Ch’ixinakax utxiwa. Una reflexión sobre prácticas y discursos descolonizadores. Buenos Aires: Tinta Limón, 2010.
GONZÁLEZ, Lélia. A mulher negra na sociedade brasileira: Uma abordagem político-econômica. RIOS, Flávia; LIMA, Márcia. (org.) Por um feminismo afrolatinoamericano: ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
GUZMÁN, Adriana. Descolonizar la memoria. Descolonizar los feminismos. La Paz; Tarpuna Muya, 2019.
LOZANO LERNA, Betty. El feminismo no puede ser uno porque las mujeres somos diversas. Aportes a un feminismo negro decolonial desde la experiencia de las mujeres negras del Pacífico colombiano. La manzana de la discordia, Julio - Diciembre, Año 2010, Vol. 5, No. 2: 7-24.
LUGONES,M. Colonialidad y Género. Tabula Rasa, Bogotá, Colombia, n.9, p.73-101, 2008.
MIÑOSO, Yuderkys E. De por qué es necesario un feminismo descolonial: diferenciación, dominación coconstitutiva de la modernidad occidental y el fin de la política de identidad. Solar, Revista de Filosofía Iberoamericana, Dossier Epistemologías feministas latino-americanas, v. 12, n. 1, p. 141-71, 2017.
CURIEL, Ochy. “Construindo metodologias feministas a partir do feminismo decolonial”. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de (Org.). Pensamento feminista hoje: perspectivas decoloniais
SEGATO, Rita Laura. La escritura en el cuerpo de las mujeres asesinadas en Ciudad Juárez: territorio, soberanía y crímenes de segundo estado. Buenos Aires: Tinta Limón, 2014.

Programa

1. O judeu como estrangeiro: algumas reflexões
2. A situação dos judeus na Europa: séculos XIII a XVIII
3. A Inquisição Espanhola e a Inquisição Portuguesa: tipicidades, semelhanças e diferenças.
4. A cultura como perseguição: Autos de Fé, descrição, análise.
5. A constituição de Estados "puros" étnica e religiosamente. Os Estatutos de limpeza de sangue.
6. O marranismo e os cripto-judeus: transculturação.
7. A Diáspora Sefaradita: América Colonial e Europa. Conflitos inter-comunitários: toshavim/megorashim; sefaradim/ashkenazim.
8. Os judeus no Brasil colonial: a transferência do preconceito para o Brasil-Colônia
9. Um estudo de caso: os cristãos novos da Bahia
10. Desenvolvimento cultural dos judeus sob domínio espanhol e lusitano.

Bibliografia
Berezin, R. (org): Caminhos do Povo Judeu. São Paulo: Vaad há'chinuch, 1975
Elazar, D. I. "Sefaradim y Ashkenazim: La Tradición Clásica y Romántica en el Judaísmo" em Merkaz Ierushalaim, N*2
Gendler, E.E. "Community" em Cohen, A.A. & Mendes-Flohr, P (eds). Contemporary Jewish Religious Thought. London: Collier Macmillan Publishers, 1987.
Johnson, P. História dos Judeus, Rio de Janeiro: Imago Ed., 1995.
Kamen, H. A Inquisição Española. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1966 (caps. 1, 2 e 3)
Malamat, A, Tadmor, H., Stern, M, Safrai, S., Bem-Sasson, H. H. & Ettinger, S. Historia del Pueblo Judío. Madrid: Alianza Editorial, 1988 (Volume II)
Novinsky, Anita. Cristãos Novos na Bahia. São Paulo: Editora Perspectiva, 1972
Novinsky, A. & Tucci Carneiro, M.A. Inquisição: Ensaios sobre Mentalidade, Heresias e Arte. São Paulo: EDUSP, 1992
Roth, C. La época europea, em Grandes Épocas e Ideas del Pueblo Judío. Buenos Aires: Editora Paidós, 1965.
Scholem, G. A Mística Judaica. São Paulo: Editora Perspectiva, 1972 (cap. 7)
Tucci Carneiro, M. L. Preconceito Racial no Brasil Colonia. São Paulo: Editora Brasiliense, 1983.

Programa

Cronograma das aulas:
Aula 1 (06/02) - Introdução: ciência e ideologia na sociedade burguesa.
Aula 2 (08/02) - Marx e a crítica da ciência burguesa.
Aula 3 (09/02) - Da mistificação à ciência revolucionária.
Aula 4 (13/02) - Engels e a crítica à epistemologia das ciências naturais no século XIX.
Aula 5 (15/02) - Biologia como ideologia: a naturalização da realidade social e histórica.
Aula 6 (16/02) - Conclusão: ciência, verdade e emancipação.

Bibliografia completa do curso:
BALDWIN, Thomas (ed.). The Cambridge History of Philosophy 1870-1945. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
BERNAL, John Desmond. Dialectical Materialism and Modern Science. Science & Society, v. II, n. 1, pp. 58-66, winter 1937.
CAHAN, David. Anti-Helmholtz, Anti-Zöllner, Anti-Dühring: the freedom of science in Germany during the 1870s. In: KRÜGER, Lorenz (ed.). Universalgenie Helmholtz. Berlin / Boston: Akademie Verlag, pp. 330-344, 1994.
__________. Hermann von Helmholtz and the Foundations of Nineteenth-century Science. Berkeley / London / Los Angeles: University of California Press, 1994.
CARCANHOLO, Reinaldo. Capital: essência e aparência. Vol. 2. São Paulo: Expressão Popular, 2013. 
CHASIN, José. Marx: Estatuto Ontológico e Resolução Metodológica. São Paulo: Boitempo, 2009.
COLEMAN, William. Biology in the Nineteenth Century. Problems of Form, Function and Transformation. Cambridge: Cambridge University Press, 1978.
DARWIN, Charles. The Origin of Species by Means of Natural Selection. The Descent of Man and Selection in Relation to Sex. Chicago: Encyclopædia Britannica, 1952.
DOBB, Maurice. A Evolução do capitalismo. Rio de janeiro: Zahar Editores, 1977.
DUAYER, Mario. Economia depois do relativismo: crítica ontológica ou ceticismo instrumental? Anais do VIII Congresso de Economia Política, Jun. 2003. 
__________. Marx, verdade e discurso. Perspectiva, v. 19, n. 1, pp. 15-39, jan/jun 2001. 
__________. Relativismo, certeza e conformismo: para uma crítica das filosofias da perenidade do capital. Revista da Sociedade Brasileira de Economia Política, v. 27, pp. 58-83, 2010.
EAGLETON, Terry. Ideologia. Uma Introdução. São Paulo: Boitempo Editorial, 1997.
ENGELS, Friedrich. Anti-Dühring. A revolução da ciência segundo o senhor Eugen Dühring. São Paulo, Boitempo, 2015.
ENGELS, Friedrich. Dialética da natureza. São Paulo: Boitempo, 2020.
ENGELS, Friedrich. Esboço para uma crítica da Economia Política. Verinotio – Revista On-line de Filosofia e Ciências Humanas, Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, pp. 263-287, 2020. 
FRIEDMAN, Michael; NORDMANN, Alfred (eds.). The Kantian Legacy in Nineteenth-century Science. Cambridge: The MIT Press, 2006.
FULDA, Hans Friedrich. Tese para a dialética como método de exposição (no “Capital” de Marx). Crítica Marxista, n. 45, pp. 109-116, 2017.
GIANOTTI, José Arthur. Origens da dialética do trabalho. Estudo sobre a lógica do jovem Marx. Rio de Janeiro: Centro Edelstein, 2010. 
GREGORY, Frederick. Scientific Materialism in Nineteenth Century Germany. Dordrecht: D. Reidel Publishing Company, 1977.
GRESPAN, Jorge. O negativo do capital: o conceito de crise na crítica de Marx à economia política. São Paulo: Expressão Popular, 2012.
__________. Marx e a crítica do modo de representação capitalista. São Paulo: Boitempo, 2019. 
HALDANE, John Burdon Sanderson. The Marxist Philosophy and the Sciences. New York: Random House, 1939.
HARMAN, Peter. Energy, Force and Matter. The Conceptual Development of Nineteenth-century Physics. Cambridge: Cambridge University press, 1982.
HAWKINS, Mike. Social Darwinism in European and American Thought, 1860-1945. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.
HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Epítome. Volume 1. Lisboa: Edições 70, 1988.
__________. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Epítome. Volume 2. Lisboa: Edições 70, 1989.
__________. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Epítome. Volume 3. Lisboa: Edições 70, 1992.
__________. “A Fenomenologia do Espírito”. In: Os Pensadores XXX. São Paulo: Abril, 1974.
__________. The Science of Logic. Cambridge: Cambridge University Press, 2010.
HELMHOLTZ, Hermann von. Epistemological writings. Dordrecht / Boston: D. Reidel Publishing Company, 1977.
__________. Science and Culture. Popular and Philosophical essays. Chicago / London: The University of Chicago Press, 1995.
HOBSBAWM, Eric. A Era das revoluções (1789 – 1848). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
__________. A Era do Capital 1848 – 1875. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
__________. Sobre a História. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
HODGE, Jonathan; RADICK, Gregory (eds.). The Cambridge Companion to Darwin. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
HUBMANN, Gerald. Da política à filologia: a Marx-Engels Gesamte Ausgabe. Crítica Marxista, v. 34, pp. 33-49, 2012.
KANGAL, Kaan. Engels’ intentions in Dialectics of Nature. Science & Society, v. 83, n. 2, pp. 215-243, april 2019.
__________. Friedrich Engels and the Dialectics of Nature. Cham: Palgrave Macmillan, 2020.
KELLY, Alfred. The Descent of Darwin: the popularization of Darwinism in Germany, 1860-1914. Chapel Hill: The University of North Carolina Press, 1981.
KONDER, Leandro. A questão da ideologia. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
KOSIK, Kosik. Dialética do Concreto. São Paulo: Paz e Terra, 1978.
LEFEBVRE, Henri. Marxismo: uma breve introdução. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2016.
LEVINS, Richard; LEWONTIN, Richard. Dialética da Biologia. São Paulo: Expressão Popular, 2022.
LEWONTIN, Richard. Biologia como ideologia. Ribeirão Preto: FUNPEC, 2010.
LÖWY, Michael. Método dialético e teoria política. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
LUKÁCS, Gyorgy. História e Consciência de Classe. Estudos de dialética materialista. Porto: Publicações Escorpião, 1974
__________. Para uma ontologia do ser social I. São Paulo: Boitempo, 2018.
__________. Para uma ontologia do ser social II. São Paulo: Boitempo, 2013. 
MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A Ideologia Alemã: crítica da mais recente filosofia alemã em seus representantes Feuerbach, B. Bauer e Stirner, e do socialismo alemão em seus diferentes profetas (1845-1846). São Paulo: Boitempo, 2007.
MARX, Karl. O Capital: crítica da economia política. Livro I: o processo de produção do capital. São Paulo: Boitempo, 2011.
__________. O Capital: crítica da economia política. Livro II: o processo de circulação do capital. São Paulo: Boitempo, 2014.
__________. O Capital: crítica da economia política. Livro III: o processo global da produção capitalista. São Paulo: Boitempo, 2017.
__________. Exzerpte und Notizen Somer 1844 bis Anfang 1847. MEGA IV/3. Berlin: Akademie Verlag, 1998. 
__________. Grundrisse: manuscritos econômicos de 1857-1858: esboços da crítica da economia política. São Paulo: Boitempo; Rio de Janeiro: Ed. URFJ, 2011.
__________. Miséria da Filosofia. Resposta à Filosofia da Miséria do Sr. Proudhon. São Paulo: Boitempo, 2017.
MÜLLER, Marcos Lutz. Exposição e método dialético no Capital. Boletim SEAF, n. 2, Belo Horizonte, 1982. 
MUSTO, Marcello. Difusão e recepção dos Grundrisse no mundo: uma contribuição para a história do marxismo. Crítica Marxista, n. 27, pp. 99-108, 2009. 
__________. A formação da crítica de Marx à economia política: dos estudos de 1843 aos Grundrisse. Crítica Marxista, n. 33, pp. 31-65, 2011. 
NETTO, José Paulo. Introdução ao estudo do método de Marx. São Paulo: Expressão Popular, 2011.
PIMENTA, Pedro Paulo. Darwin e a seleção natural: uma história filosófica. São Paulo: Edições 70, 2019.
REICHELT, Helmut. Sobre a estrutura lógica do conceito de capital em Karl Marx. Campinas: Editora da Unicamp, 2013. 
ROSDOLSKY, Roman. Gênese e estrutura de O Capital de Karl Marx. Rio de janeiro: Eduerj / Contraponto, 2011.
SCHIEMANN, Gregor. Hermann von Helmholtz’s mechanism: the loss of certainty. A study on the transition from classical to modern Philosophy of Nature. Dordrecht: Springer, 2009.
SHANAHAN, Timothy. The Evolution of Darwinism. Selection, adaptation, and progress in evolutionary biology. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.
SHEEHAN, Helena. Marxism and the Philosophy of Science: a critical history. New Jersey: Humanities Press, 1993.
SPENCER, Hebert. On Social Evolution: selected writings. Chicago: University of Chicago Press, 1983, 1972.
THEUNISSEN, Michael. Crise do poder: teses para a teoria da contradição dialética. Cadernos de Filosofia alemã: Crítica e Modernidade, 24 (1), pp. 183-196, 2011.
WOOD, Allen; HAHN, Songsuk (eds.). The Cambridge History of Philosophy in the Nineteenth Century (1790–1870). Cambridge: Cambridge University Press, 2012.

Programa

Aula 1 (19): O objeto e o sentido de Diferença e Repetição

Aula 2 (21): A crítica ao tema do fundamento e a abertura ao "sem-fundo".

Aula 3 (26): A crítica à representação e ao senso comum

Aula 4 (28): O pensamento como criação.

Bibliografia

DELEUZE, G. Diferença e Repetição. Tradução de Luiz Orlandi e Roberto Machado. Rio de Janeiro: Graal, 1988.
LAPOUJADE, D. Deleuze, os movimentos aberrantes. São Paulo: n-1, 2015.

Programa

Comunicação: apresentar-se, informar-se sobre o outro, contar, comunicar-se em aula, cumprimentar e despedir-se em diferentes contextos, perguntar e dar informações pessoais, falar de sonhos e paixões, falar da cidade, nomear e localizar lugares na cidade, pedir e dar explicações, informar-se para se hospedar, agradecer e responder a um agradecimento, indicar um itinerário simples, dar impressões sobre um lugar, falar das atividades, da profissão, do que gosta, de si e dos centros de interesse.

Vocabulário: línguas, nacionalidades, números de 0 a 100, alfabeto, momentos do dia, dias da semana, fórmulas de
cumprimento formais e informais, elementos da identidade, meses do ano, expressão do que se gosta, alguns lugares da cidade, algumas expressões de localização, termos para se hospedar, algumas indicações de direção, algumas fórmulas de polidez, algumas profissões, algumas atividades esportivas e culturais, caracterização física e psicológica, termos ligados à saídas, o registro familiar.

Gramática: adjetivos de nacionalidade, verbos chamar-se, ser e ter, artigos definidos e indefinidos, adjectifs possessifs (pronomes possessivos), negação, presente dos verbos do 1º grupo, preposições com nomes de país, preposições de lugar com artigos contraídos, por que/porque, perguntas fechadas, pronomes demonstrativos, verbos da ordem do gostar seguidos de substantivo ou verbo, presente de alguns verbos seguidos de artigo contraído, masculino e feminino das profissões, masculino, feminino e plural dos adjetivos, pronomes tônicos.

Elementos de fonética: acentuação da última sílaba, distinção dos sons [y] e [u], entonação ascendente e descendente, pronúncia dos números, ligação da última sílaba com a seguinte, entonação de pergunta, distinção do feminino das profissões, marca do gênero nos adjetivos orais.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 1. Niveau A1. Paris: Hachette, 2017.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Programa

Aula 1 – Introdução: história do mangá: do emakimono ao período Meiji.
Aula 2 – História do mangá: do período Meiji à atualidade.
Aula 3 – Mangá e a cultura pop japonesa: seus diálogos.
Aula 4 – Mercado de mangá; Mangá X animê.
Aula 5 – Mangá no Brasil: o boom como cultura entre os jovens e o consumo de mangás traduzidos no Brasil.
Aula 6 – Mangá alternativo: revista Garô.
Aula 7 – Os elementos gráficos do mangá: como o mangá é feito - parte I.
Aula 8 – Os elementos gráficos do mangá: como o mangá é feito - parte II.
Aula 9 – Como são construídos os personagens de mangá: fisicamente e psicologicamente/narrativamente.
Aula 10 – Mangá na arte contemporânea japonesa.

Referências bibliográficas:
ACEVEDO, Juan. Como fazer histórias em quadrinhos. Tradução de Sílvio Neves Ferreira. São Paulo: Global, 1990.
AIZEN, Naumim. Bum! Prááá! Bam! Tchááá! Pou! Onomatopéias nas histórias-em-quadrinhos. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 269-306.
ANDRAUS, Gazy. A autoria artística das histórias em quadrinho (HQs) e seu potencial imagético informacional. Visualidades - Revista do Programa de Mestrado em Cultura Visual – FAV - UFG, 2013, vol. 7, n° 1, p.42-67.
BAN, Toshio; TEZUKA PRODUCTIONS. Osamu Tezuka: uma biografia mangá. Tradução de Adriana Sada. São Paulo: Conrad, 2003.
CIRNE, Moacy. A explosão criativa dos quadrinhos. 4ª ed. Petrópolis: Vozes, 1974.
CHINEN, Nobu. Linguagem HQ: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2011.
_____. Linguagem mangá: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2013.
CRAWFORD, Ben. Emperor Tomato-Ketchup: cartoon properties from Japan. In. BRODERICK, Mick. Hibakusha Cinema: Hiroshima, Nagasaki and the nuclear image in Japanese film. Londres e Nova York: Kegan Paul International, 1996, p. 75-90.
ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 15ª ed. Tradução de Perola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva, 1993.
FUJINO, Yoko. Identidade e alteridade: a figura feminina nas revistas ilustradas japonesas nas Eras Meiji, Taishô e Shôwa. Tese (Doutorado em Comunicação e Estética do Audiovisual) – Universidade de São Paulo. São Paulo, 2002.
_____. Narração e ruptura no texto visual do shojo-maga: estudo das histórias em quadrinhos para público adolescente feminino japonês. Dissertação (Mestrado em Imagem e som) – Universidade de São Paulo. São Paulo, 1997.
GARCÍA, Héctor. A geek in Japan: discovering the land of manga, anime, zen, and the tea ceremony. North Clarendon: Tuttle, 2011.
GASCA, Luis; GUBERN, Roman. El discurso del comic. 3ª ed. Madri: Cátedra, 1994.
GRAVETT, Paul. Mangá: como o Japão reinventou os quadrinhos. Tradução de Ederli Fortunato. São Paulo: Conrad Editora, 2006.
GUERINI, Andreia; BARBOSA, Tereza Virgínia Ribeiro. Pescando imagens com rede textual: HQ como tradução. São Paulo: Peirópolis, 2013. 111 p.
HASHIMOTO, Madalena. Pintura e escritura do mundo flutuante: Hishikawa Moronobu e ukiyo-e Ihara Saikaku e ukiyo-zôshi. 1ª ed. São Paulo: Hedra, 2002.
KLAWA, Laonte; COHEN, Haron. Os quadrinhos e a comunicação de massa. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 103-114.
KOYAMA-RICHARD, Brigitte. One thousand years of manga. Paris: Flammarion, 2007.
LEITÃO, Renata Garcia de Carvalho. Representações dos sons nos mangás. In. VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo; CHINEN, Nobu. Intersecções acadêmicas: panorama das 1 as Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos. São Paulo: Criativo, 2013, p. 50-61.
LUYTEN, Sonia Bibe. Mangá, o poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo: Hedra, 2000.
______. Onomatopéia e mímesis no mangá: a estética do som. In. Revista USP, São Paulo, dez./fev. 2001 – 2002, n o 52, p. 176-188.
McCARTHY, Helen. The art of Osamu Tezuka: god of manga. Lewes: ILEX, 2013.
McCLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. Tradução de Helcio de Carvalho, Marisa do Nascimento Paro. 1ª ed. São Paulo: Makron Books, 1995.
NAPIER, Susan J. Anime: from Akira to Princess Mononoke. Nova York: PALGRAVE, 2001.
NATSUME, Fusanosuke. Manga wa Naze Omoshiroi no ka: sono hyôgen to bunpô. (Por que mangá é tão interessante: suas expressões e gramática.). Tokyo: NHK raiburari, 1997.

Programa

Objetivos:
- Discutir e identificar em linhas gerais as principais características da formação econômica argentina a partir da segunda metade do século XIX.
- Discutir e identificar como o processo de desenvolvimento e crescimento do complexo agroexportador ao fim do século XIX e começo do século XX engendrou formas específicas de organização e dominação políticas na Argentina.
- Discutir e identificar os principais sujeitos sociais que emergiram do processo de modernização capitalista argentino, assim como suas principais contradições.
- Discutir e identificar o impacto e as consequências para a sociedade argentina da crise de 1929 e como de seus desdobramentos surgiu o maior e mais importante movimento político daquele país, o Peronismo.
- Discutir e identificar o alcance e os limites políticos e econômicos do governo de Juan Domingo Perón (1946-1955), assim como as resistências e oposições por ele provocadas.
 
AULAS:
 
AULA 1
A Consolidação da Estrutura Social de Acumulação Capitalista na Argentina: formação do complexo agroexportador, urbanização, imigração e crescimento industrial, 1880-1930.
 
AULA 2
Política e sociedade argentina: novos sujeitos e conflitos sociais, 1880-1930.
 
AULA 3
Colapso do complexo exportador e realinhamento de classes: o processo econômico e político durante a “Década Infame”, 1930-1945.
 
AULA 4
Ascensão e queda do Primeiro Peronismo. 1946-1955.
 
Bibliografia:
ANSALDI, Waldo. La trunca transición del régimen oligárquico al régimen democrático. In: FALCÓN, Ricardo. (org.) Nueva Historia Argentina: democracia, conflicto social y renovación de ideas (1916-1930). Tomo VI. Buenos Aires: Editorial Sudamericana, 2000.
ANSALDI, Waldo. Notas sobre la formación de la burguesía argentina, 1780-1880. In: FLORESCANO, Enrique. (coord.) Orígenes y desarrollo de la burguesía en América Latina, 1700-1955. México; Caracas; Buenos Aires: Editorial Nueva Imagen, 1985.
BARSKY, Osvaldo; DJENDEREDJIAN, Julio. Historia del capitalismo agrario pampeano – La expansión ganadera hasta 1895. Buenos Aires, Siglo XXI Editores, 2003.
BARSKY, Osvaldo; GELMAN, Jorge. Historia del agro argentino: Desde la Conquista hasta fines del siglo XX, Buenos Aires: Grijalbo Mondadori, 2001.
BILSKY, Edgardo. La F.O.R.A y el movimiento obrero (1900-1910). Tomo I e II. Buenos Aires: CEAL, 1985.
BILSKY, Edgardo. La Semana Trágica. Buenos Aires: CEAL, 1984.
BOTANA, Natalio R. El orden conservador – La política argentina entre 1880-1916. Buenos Aires: Editorial Sudamericana, 1977.
BUNGE, Alejandro; FERRARI, Ludovico A.; VALLE, Juan Carlos. Costo de la vida en la Argentina de 1910 a 1919. Revista de Economía Argentina. Tomo IV. fev. 1920, pp. 253-260.
BUNGE, Alejandro. Los problemas económicos del presente. Buenos Aires: s.e., 1920.
CAMARERO, Hernán. A la conquista de la clase obrera: los comunistas y el mundo del trabajo en la Argentina: 1920-1935. Buenos Aires: Siglo XXI Editora Iberoamericana, 2007.
CAMPO, Hugo del, Sindicalismo e Peronismo: los comienzos de un vínculo perdurable, 1ª Ed., Buenos Aires, Editorial Siglo XXI, 2005
CANTON, Dario; CIRIA, Alberto; MORENO, José Luis. La democracia constitucional y su crisis. Buenos Aires: Editorial Paidós, 1980.
CORTES CONDE, Roberto. Problemas del crecimiento industrial argentino (1870-1914), Desarollo Económico, v. 3, nº 1/2, abr/set. 1963.
CÚNEO, Dardo. Comportamiento y crisis de la clase empresaria, vol. 1, Buenos Aires, CEAL, 1984 [1961].
DI TELLA, Guido; ZYMELMAN, Manuel. Los ciclos económicos argentinos. Buenos Aires: Editorial Paidós, 1973.
DIAZ ALEJANDRO, Carlos. Ensayos sobre la historia económica argentina. Buenos Aires: Amorrortu Editores, 1975.
DORFMAN, Adolfo. Historia de la industria argentina. Buenos Aires: Hyspamerica, 1986 [1942].
DOYON, Louise, Perón y los trabajadores: los orígenes del sindicalismo peronista, 1943-1955,1ª Ed, Buenos Aires, Editorial Siglo XXI, 2006.
FALCÓN, Ricardo. El mundo del trabajo urbano (1890-1914). Buenos Aires, CEAL, 1986.
FALCÓN, Ricardo; MONSERRAT, Alejandra. Estado, empresas, trabajadores y sindicatos. In: FALCÓN, Ricardo (org.). Nueva Historia Argentina: Democracia, conflicto social y renovación de ideas (1916-1930). Tomo VI. Buenos Aires: Editorial Sudamericana, 2000.
FEIS, Hebert. The Industrial Situation in Great Britain: From the Armistice to the Beginning of 1921. The American Economic Review, v. 11, nº 2, jun. 1921.
FERRER, Aldo. La economia argentina: Las etapas de su desarrollo y problemas actuales. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 1963.
FERRERES, Orlando J. (org.) Dos siglos de economía argentina, Buenos Aires: El Ateneo, 2010.
GERCHUNOFF, Pablo; ROCCHI, Fernando; ROSSI, Gastón. Desorden y Progreso: Las crisis económicas argentinas, 1870-1905. Buenos Aires: Edhasa, 2008.
GODIO, Julio. El movimento obrero argentino (1910-1930): Socialismo, sindicalismo y comunismo. Buenos Aires: Editorial Legasa, 1988.
GODIO, Julio. La Semana Tragica de enero de 1919. Buenos Aires: Hyspamerica, 1985 [1972].
GUTIÉRREZ, Leandro H.; ROMERO, Luis Alberto. Sectores populares, cultura y política: Buenos Aires en la entreguerra. Buenos Aires: Sudamericana, 1995.
HORA, Roy. Los terratenientes de la pampa Argentina. Una historia social y política, 1860-1945. Buenos Aires: Siglo XXI Editora, 2005.
HOROWICZ, Alejandro. Los Cuatro Peronismos. Buenos Aires: Hyspamérica, 1986.
MARCHESE, Silvia M. Estrategias de las organizaciones empresariales para su participación en política. In: FALCÓN, R. (org.) Nueva Historia Argentina: democracia, conflicto social y renovación de ideas (1916-1930). Tomo VI. Buenos Aires: Editorial Sudamericana, 2000
MAROTTA, Sebastian. El movimiento sindical argentino, su genesis y desarrollo (1907-1920).Tomo I-III. Buenos Aires: s.e., 1961.
MAZUCHELLI, Frederico. Os anos de chumbo: Economia e política internacional no entreguerras. São Paulo: Editora UNESP; Campinas. SP: FACAMP, 2009.
PANETTIERI, José. Los trabajadores. Buenos Aires: Editorial Jorge Alvarez, 1967.
PANETTIERI, José. Síntesis histórica del desarrollo industrial argentino. Buenos Aires: Ediciones Macchi, 1969.
PANETTIERI, José. Devaluaciones de la moneda (1822-1935). Buenos Aires: CEAL, 1983.
PANETTIERI, José. Las primeras leyes obreras. Buenos Aires: CEAL, 1984.
PANETTIERI José. Argentina: Historia de un pais periferico, 1860-1914. Buenos Aires: CEAL, 1986.
PEÑA, Milciades. Masas, caudillos y elites: La dependencia argentina de Yrigoyen a Perón. Buenos Aires: Editores Fichas, 1971.
PEÑA, Milcíades. De Mitre a Roca: la consolidación de la oligarquía anglocriolla. Buenos Aires, Ediciones Fichas, 1973.
PEÑA, Milcíades. El paraíso terrateniente: federales y unitarios forjan la civilización del cuero (1810-1850). Buenos Aires: Ediciones Fichas, 1975.
PORTANTIERO, J.C. e MURMIS, M., Estudos sobre as origens do Peronismo, trad. J.A. Guilhon Alburquerque, São Paulo, Editora Brasiliense, 1973.
RAPPORT, Mario. Historia económica, política y social de la Argentina (1880-2003). Buenos Aires: Emecé editorial, 2010.
ROCK, David. El Radicalismo argentino, 1890-1930. Buenos Aires: Amorrortu Editores, 2010 [1977].
SCHVARZER, Jorge. Empresarios del pasado: la Unión Industrial Argentina. Buenos Aires: Imago Mundi, 1991.

 

Programa

Aula 1 – 2h, Luana Fúncia
Parábola da Lei em Kafka e a metáfora do “mundo administrado”
Bibliografia:
HORKHEIMER, Max. Eclipse da Razão. São Paulo: Editora Unesp, 2016.
KAFKA, Franz. O Processo. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Aula 2 – 2h, Luana Fúncia
Na Colônia Penal e o debate filosófico da “luta por reconhecimento”
Bibliografia:
HONNETH. Axel. Luta por reconhecimento: a Gramática Moral dos Conflitos Sociais. São Paulo: Editora 34, 2009.
KAFKA, Franz. Na Colônia Penal. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

Aula 3 – 2h, Viviane Carnizelo
A metamorfose e a questão da “normalidade psíquica”
Bibliografia:
FREUD, Sigmund. O infamiliar. In: Obras Completas. São Paulo: Companhia das Letras, 2010-atual.
KAFKA, Franz. A Metamorfose. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Aula 4 – 2h, Viviane Carnizelo
O mundo do trabalho e o sofrimento psíquico nele implicado, a partir de Kafka e além
Bibliografia:
FREUD, Sigmund. Mal-estar na Civilização. In: Obras Completas. São Paulo: Companhia das Letras, 2010-atual.
KAFKA, Franz. A Metamorfose. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Bibliografia:

HONNETH. Axel. Luta por reconhecimento: a Gramática Moral dos Conflitos Sociais. São Paulo: Editora 34, 2009.
HORKHEIMER, Max. Eclipse da Razão. São Paulo: Editora Unesp, 2016.
FREUD, Sigmund. Infamiliar. In: Obras Completas. São Paulo: Companhia das Letras, 2010-atual. Mal-estar na Civilização. In: Obras Completas. São Paulo: Companhia das Letras, 2010-atual.
KAFKA, Franz. A Metamorfose. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
Na Colônia Penal. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
O Processo. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.