Programa

Aula 01: O que é multimodalidade? Uma perspectiva sistêmico-funcional
Aula 02: Alguns pressupostos teóricos da Semiótica Social
Aula 03: Exemplos de análise: interações multimodais em plataformas digitais
Aula 04: Exemplos de análise: interações multimodais em videogames
Aula 05: Análises e aplicações das categorias de análise semiótica

Bibliografia:


BATEMAN, J. A. Multimodality and Genre: A Foundation for the Systematic Analysis of Multimodal
Documents. New York: Palgrave, 2008.
BATEMAN, J. A.; WILDFEUER, J.; HIIPPALA, T. Multimodality – Foundations, Research and
Analysis: A Problem-Oriented Introduction. Berlim: Walter de Gruyter, 2017.
COPE, B.; KALANTZIS, M. “Multiliteracies”: New literacies, new learning. Pedagogies: An international
journal, v. 4, n. 3, p. 164-195, 2009.
FARHAT, T. C. Multimodalidade e contexto: problemas, assunções e hipóteses. Entrepalavras, v. 12, n.
3, p. 38-61, 2022.
FARHAT, T. C.; GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Identidades em comunhão: estratégias multimodais de
individuação em um grupo de Facebook. Texto Digital, v. 17, n. 2, p. 35-71, 2021.
FARHAT, T. C.; GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Análise multimodal: noções e procedimentos
fundamentais. Trabalhos em Linguística Aplicada, v. 61, p. 435-454, 2022.
GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Metáforas multimodais e argumentação prática: discutindo efeitos
retóricos e modos de articulação entre modalidades. Revista de Estudos da Linguagem, v. 28, n. 2, p.
801-844, 2020.
HALLIDAY, M. A. K.; MATTHIESSEN, C. M. I. M. Introduction to Functional Grammar. 4. ed. New
York/London: Routledge, 2014.
ISOLA-LANZONI, G. Coesão verbo-imagética: um estudo sistêmico-funcional sobre multimodalidade
em mídias digitais. 2020. Dissertação (Mestrado em Filologia e Língua Portuguesa) – Faculdade de
Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2020.
ISOLA-LANZONI, G. Coesão verbo-imagética: uma proposta de descrição e interpretação de interações
multimodais. Entrepalavras, v. 12, n. 3, p. 62-91, 2022.
JEWITT, C. (ed.). The Routledge Handbook of Multimodal Analysis. London/New York: Routledge,
2009.
JEWITT, C.; BEZEMER, J.; O'HALLORAN, Kay. Introducing Multimodality. Nova Iorque: Routledge,
2016.
KRESS, G. Multimodality: A social semiotic approach to contemporary communication. Nova
Iorque: Routledge, 2010.
KRESS, G.; VAN LEEUWEN, T. Reading Images: The Grammar of Visual Design. 3a ed. New York:
Routledge, 2021.
LOGI, L.; ZAPPAVIGNA, M. A social semiotic perspective on emoji: How emoji and language interact to
make meaning in digital messages. New Media & Society, 2021.
MATTHIESSEN, C. M. I. M. Multisemiosis and context-based register typology: Registerial variation in
the complementarity of semiotic systems. In: VENTOLA, E.; GUIJARRO, A. J. M. (ed.). The World Told
and the World Shown: Multisemiotic Issues. Palgrave Macmillan, London, 2009. p. 11-38.
MATTHIESSEN, C. M. I. M; TERUYA, K. Systemic Functional Linguistics: A Complete Guide.
London: Routledge, 2023.
MATTHIESSEN, C. M. I. M; TERUYA, K.; LAM, M. Key Terms in Systemic Functional Linguistics.
London/New York: Continuum, 2010.
MATUMOTO, A. de O. Sobrevoando a Amazônia: a construção verbo-imagética do Brasil em três jogos
shmup. Entrepalavras, v. 12, n. 3, p. 92-122, 2022.
MATUMOTO, A. de O.; GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Towards a social-semiotic approach to visual
analysis of two-dimensional games: a toolkit. Texto Livre, v. 15, p. e39398, 2022.
VAN LEEUWEN, T. Introducing Social Semiotics. London/New York: Routledge, 2005.

 

Programa

Aula 1 - A conquista da forma: os anos 40.
Aula 2 - Os poemas do Capibaribe (O cão sem plumas, O Rio, Morte e vida Severina).
Aula 3 - A geometria da composição (Serial e A educação pela pedra)
Aula 4 - Museu de tudo e depois: poesia, crítica e memória.

Bibliografia:
BARBOSA, João Alexandre. A imitação da forma: uma leitura de João Cabral de Melo Neto. São Paulo: Duas Cidades, 1975.
CAMPOS, Haroldo de. “O geômetra engajado”. In: Metalinguagem e outras metas. São Paulo: Perspectiva, 2006.
CARONE, Modesto. A poética do silêncio. São Paulo: Perspectiva, 1979.
GONÇALVES, Aguinaldo. Transição e permanência. Miró/João Cabral: da tela ao texto. São Paulo: Iluminuras, 1989.
LE CORBUSIER. Por uma arquitetura. Tradução de Ubirajara Rebouças. São Paulo: 1977.
MARQUES, Ivan. João Cabral de Melo Neto: uma biografia. São Paulo: Todavia, 2021.
NAVES, Rodrigo. A forma difícil. Ensaios sobre arte brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
NUNES, Benedito. João Cabral de Melo Neto. Petrópolis: Vozes, 1971.
OLIVEIRA, Waltencir Alves de. O gosto dos extremos: tensão e dualidade na poesia de João Cabral de Melo Neto. São Paulo: Edusp/Fapesp, 2012.
PEIXOTO, Marta. Poesia com coisas. São Paulo: Perspectiva, 1983.
SECCHIN, Antônio Carlos. João Cabral: uma fala só lâmina. São Paulo: Cosac Naify, 2014.
VILLAÇA, Alcides. “Expansão e limite da poesia de João Cabral”. In: BOSI, Alfredo (org.) Leitura de poesia. São Paulo: Ática, 1996.

Programa

Resumo: O curso pretende apresentar ao público o processo histórico de emergência e transformação dos sistemas artísticos no Brasil em Portugal ao longo do século XIX, enfocando inicial e brevemente a constituição do modelo acadêmico de formação de artistas, para em seguida analisar a consolidação e crise desse modelo. Por fim, a entrada de novas práticas e atores no universo artístico nas décadas finais do século será objeto na segunda parte do curso. Concomitante a esses temas, serão sempre discutidas as potencialidades e limites de um enfoque sociológico transnacional e comparativo sobre os fenômenos artísticos, considerando a circulação de modelos estéticos, artistas, colecionadores, entre outros.

AULA 1 – Como estudar a arte do longo século XIX? Transições e temporalidades da arte no Brasil e em Portugal


AULA 2 – Ideias sobre o moderno em um fim de século frenético. Por uma sociologia histórica da mundialização do campo artístico

Bibliografia:


BONNET, Alain. L’Enseignement des arts au XIXe Siècle. La réforme de l’École des Beaux-Arts de 1863 et la fin du modele académique. Rennes, França: Presses Universitaires de Rennes, 2006.
BOURDIEU, Pierre. “Les conditions sociales de la circulation internationale des idées”. In: Actes de la recherche en sciences sociales. Vol. 145, dez. 2002, pp. 3-8.
CARVALHO, Anna M. M. “Da Oficina à Academia. A transição do ensino artístico no Brasil”, in: FERREIRA-ALVES, N. M. (Org.). Artistas e Artífices e sua Mobilidade no Mundo de Expressão Portuguesa. Porto : Cepese, 2007, pp. 31-40.
COLI, Jorge. Como estudar a arte brasileira do século XIX? São Paulo: Senac, 2005.
DIAS, Elaine. “Arte e Academia entre política e natureza (1816 a 1857)”, in: BARCINSKI, F. (org.). Sobre a Arte Brasileira. Da pré-história aos anos 1960. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes: Edições SESC São Paulo, 2014. pp.136-173.
ESPAGNE, Michel. “La notion de transfert culturel”, Revue Sciences/Lettres [En ligne], n°1, 2013.
FRANÇA, José-Augusto. “Perspectiva artística do século XIX português”, in: Análise Social, vol. XVI, 1980-1, pp.9-27.
GINZBURG, Carlo e CASTELNUOVO, Enrico. “Domination symbolique et géographie artistique dans l’histoire de l’art italien”, in: Actes de la recherche em sciences sociales. Vol. 40, novembre 1981, pp. 51-72.
GOMBRICH, Ernst. “Revolução permanente. O século XIX”, em: A História da Arte. Rio de Janeiro : LTC, 2008.
LEANDRO, Sandra. “Teoria e crítica de arte em Portugal no final do século XIX”, in: Leandro, S. (Coord.) Seminários de Estudos de Arte: Estados da Forma I. Centro de História da Arte e Investigação Artística. Universidade de Évora, 2007. pp. 13-46
LISBOA, Maria H. As Academias e Escolas de Belas Artes e o Ensino Artístico (1836-1910). Lisboa : Edições Colibri, 2007.
LUCA, Tânia Regina de. A Ilustração (1884-1892): circulação de textos e imagens entre Paris, Lisboa e Rio de Janeiro. São Paulo : Editora Unesp, 2018.
MIGLIACCIO, Luciano. “A arte no Brasil entre o Segundo Reinado e a Belle Époque”. Sobre a Arte Brasileira: da Pré-História aos anos 1960. São Paulo : Editora WMF Martins Fontes / Edições SESC São Paulo, 2014.
PEVSNER, N. Academias de Arte: passado e presente. São Paulo: Cia. das Letras, 2005.
PITTA, Fernanda M. “Um povo pacato e bucólico”: costume, história e imaginário na pintu-ra de Almeida Junior. Tese de Doutorado, São Paulo, ECA-USP, 2013.
SALDANHA, Nuno. José Vital Branco Malhoa - O pintor, o mestre e a obra. Tese de Doutoramento em História da Arte, Universidade Católica Portuguesa, Lisboa: FCH/UCP, 2007.
SAPIRO, Gisèle. “Le champ est-il national ? La théorie de la différenciation sociale au prisme de l’histoire globale” in: Actes de la recherche en sciences sociales, (N°200), p. 70-85, 2013.
SILVA, Maria do C. C. “A arte francesa na crítica de José Duarte Ramalho Ortigão e de Mariano Pina”. Anais do III Colóquio de Teoria, Crítica e História da Arte. Instituto de Artes, Universidade de Brasília, 2019, pp. 19-27.
SIMIONI, Ana Paula C.; STUMPF, Lúcia K. “O Moderno antes do Modernismo: paradoxos da pintura brasileira no nascimento da República”, in: Teresa. Revista de Literatura Brasileira [14]. São Paulo, 2014, pp.111-129.
SQUEFF, Letícia. Uma Galeria para o Império. A coleção Escola Brasileira e as Origens do Museu Nacional de Belas Artes. São Paulo: Edusp, 2012.
__________. “Revendo a Missão Francesa: a Missão Artística de 1816, de Afonso D’Escragnolle Taunay”, In: Atas I Encontro de História da Arte – IFCH / Unicamp, Vol. II, 2005, pp. 563-570.
SILVA, Maria do C. C. “A arte francesa na crítica de José Duarte Ramalho Ortigão e de Mariano Pina”. Anais do III Colóquio de Teoria, Crítica e História da Arte. Instituto de Artes, Universidade de Brasília, 2019, pp. 19-27.
SILVA, Rosangela de Jesus. “Angelo Agostini, Felix Ferreira e Gonzaga Duque Estrada: contribuições da crítica de arte brasileira no século XIX”, in: Revista de História da Arte e Arqueologia , v. 10, 2008, pp. 43-71.
THIESSE, Anne-Marie. “Les fictions créatrices: les identités nationales”. Romantisme. Vol. 30, No. 10, 2000, pp. 51-62.
__________. “Rôles de la presse dans la formation des identités nationales”. In: THÉRENTY, M.-E.; VAILLANT, A. (Org.). Presse, nation et mondialisation. Paris, Nouveau Monde éditions, 2010, p.127-138.
THUILLIER, Jacques. Peut-on parler d’une peinture “pompier”? Presses Universitaires de France – PUF, 1984.
WARNKE, Martin. “Conclusão”, in: O Artista da Corte. Os antecedentes dos artistas modernos. São Paulo : EDUSP, 2001.

Programa

Aula 1 (26/04): Imagens do Sertão (Vidas secas – Os fuzis – Deus e o diabo na terra do sol)
Esta aula trata da tríade canônica que permitiu a consolidação do Cinema Novo no campo cinematográfico brasileiro. Os três filmes em questão – Vidas secas (Nelson Pereira dos Santos, 1963), Os fuzis (Ruy Guerra, 1963) e Deus e o diabo na terra do sol (Glauber Rocha, 1964) – foram realizados no período imediatamente anterior ao golpe civil-militar de 1964, contexto de ampla politização que não deixou de marcar essa produção. Assim, ao lado da vinculação com determinados protocolos de abordagem da realidade brasileira (a ênfase no sertão, por exemplo), trata-se de analisar o significado dessa produção na trajetória de seus diretores, bem como articular determinadas escolhas estéticas (a fotografia, a dramaturgia, a banda sonora) aos dilemas políticos que se colocavam no momento. Por fim, essa produção será analisada à luz dos problemas que se colocaram a respeito de sua articulação com o público brasileiro e com o circuito internacional de festivais.

Aula 2 (27/04): Imagens da derrota (O desafio – Terra em transe – O bravo guerreiro – A opinião pública)
O otimismo do governo João Goulart rapidamente se esvaiu com o golpe de 1964 e realizadores do Cinema Novo passaram à revisão autocrítica do projeto nacional-popular derrotado. Esta aula comentará a segunda tríade do movimento: O desafio (Paulo César Saraceni, 1964), Terra em transe (Glauber Rocha, 1967) e O bravo guerreiro (Gustavo Dahl, 1968). Tais filmes tematizaram dilemas internos de seus realizadores, refletindo amargamente sobre o papel do intelectual engajado nos erros que levaram ao golpe. A aula comentará também o documentário A opinião pública (Arnaldo Jabor, 1966), que reflete sobre a experiência da derrota por meio de um mergulho na alienação brasileira (tanto da classe média quanto das classes populares). Por fim, a aula abordará o contexto de transformações culturais no qual esses filmes se inserem. Um momento em que o otimismo deu lugar à melancolia e os parâmetros de engajamento artístico foram repensados por novos movimentos de vanguarda em áreas como a canção e o teatro (Tropicalismo, Teatro Oficina etc.).

Aula 3 (28/04): Um cinema paulista moderno? (Noite vazia – São Paulo SA. – O caso dos irmãos Naves)
Esta aula propõe um contraponto em relação ao peso excessivo conferido ao Cinema Novo na constituição do cinema brasileiro moderno. Para tanto, trata-se de analisar obras de dois diretores paulistas ativos nos anos 1960. Em primeiro lugar, trata-se de comentar o filme Noite vazia (Walter Hugo Khouri, 1964), com o objetivo de destacar a particularidade da trajetória de Khouri no cenário brasileiro. Considerando seus protocolos formais e temáticos (um cinema urbano, que prioriza o trabalho em estúdio), é interessante notar o desenvolvimento de uma obra que estabelece um contraponto com o Cinema Novo no momento mesmo em que este sinalizava a prioridade das imagens relativas ao mundo rural brasileiro. Num segundo momento, trata-se de analisar os filmes São Paulo SA. (Luiz Sérgio Person, 1965) e O caso dos irmãos Naves (Luiz Sérgio Person, 1967) com o objetivo de notar a inserção muito específica de Person em relação a problemas como a vinculação com o público, os protocolos formais incorporados nos filmes, a figuração da burguesia e do operariado e, por fim, o diálogo com os problemas políticos da atualidade.

Aula 4 (29/04): Imagens do lixo e da desordem (A margem – O Bandido da Luz Vermelha)
No pós-golpe, o cinema brasileiro moderno assistiu ao surgimento de outra vertente estético-ideológica, o chamado Cinema Marginal, ao mesmo tempo herdeiro e dissidente do Cinema Novo. Esta aula abordará os primórdios desse fenômeno a partir de dois filmes: A margem (Ozualdo Candeias, 1967) e O bandido da luz vermelha (Rogério Sganzerla, 1968). O filme de Candeias é um marco relevante nesse contexto, seja devido à forma de produção empregada, seja devido ao tratamento dado às imagens do espaço urbano. Já o Bandido mescla a radicalização de procedimentos do cinema moderno e a tradição das chanchadas e apresenta a trajetória de um anti-herói – criminoso, porém cativante – em uma metrópole corrupta e apocalíptica. A aula abordará ainda os intensos debates travados entre cinemanovistas e marginais na virada para a década de 1970, expressões de novas polarizações no campo cultural brasileiro em torno da experimentação artística, da relação com a indústria cultural e com o Estado e da emergência da contracultura no Brasil.

Aula 5 (30/04): Imagens de tragédia e carnaval (O padre e a moça – Macunaíma)
Esta aula analisará dois longas-metragens realizados por Joaquim Pedro de Andrade após o golpe civil-militar de 1964: O padre e a moça (1966) e Macunaíma (1969). Ambos dialogam com a tradição modernista brasileira ao adaptarem, respectivamente, um poema de Carlos Drummond de Andrade (do livro Lição de coisas, de 1962) e o romance canônico de Mário de Andrade de 1929. E ambos encenam, cada qual à sua maneira, tragédias, através das quais é possível vislumbrar uma revisão de projetos defendidos no pré-golpe. No intimista e silencioso O padre e a moça, o interior rural do Brasil não é mais espaço mítico da utopia, mas símbolo de arcaísmo e conservadorismo homicida. Já Macunaíma traz a rapsódia modernista para o cotidiano dos anos 1960 em uma atmosfera que dialoga com as comédias carnavalescas, contrastando com o desfecho trágico de seu protagonista. A aula buscará entender o projeto do realizador, de um filme ao outro, face às novas demandas culturais e políticas que marcavam o Brasil naquele momento.

Bibliografia


ARAÚJO, Luciana Corrêa de. Joaquim Pedro de Andrade: primeiros tempos. São Paulo: Alameda, 2013.
BERNARDET, Jean-Claude. Brasil em tempo de cinema: ensaio sobre o cinema brasileiro de 1958 a 1966. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
________. Cineastas e imagens do povo. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
________. Cinema brasileiro: propostas para uma história. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
________; GALVÃO, Maria Rita. Cinema: repercussões em caixa de eco ideológica (as ideias de “nacional” e “popular” no pensamento cinematográfico brasileiro). São Paulo: Brasiliense/Embrafilme, 1983.
CAMPO, Mônica Brincalepe. “O desafio: filme reflexão no pós-1964”. In: CAPELATO, Maria Helena et al. Cinema e História: dimensões históricas do audiovisual. São Paulo: Alameda, 2007.
COELHO, Frederico. Eu, brasileiro, confesso minha culpa e meu pecado: cultura marginal no Brasil das décadas de 1960 e 1970. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010
NAPOLITANO, Marcos. Coração civil: a vida cultural brasileira sob o regime militar (1964-1985). São Paulo: Intermeios/PPGHS-USP, 2017.
NEHRING, Marta Moraes. São Paulo no Cinema: a representação da cidade nos anos 1960. Tese (Doutorado em Ciência da Comunicação). ECA-USP, São Paulo, 2007.
RAMOS, Fernão. “Cinema Novo/Cinema Marginal, entre curtição e exasperação”. In: ________; SCHVARZMAN, Sheila (org.). Nova história do cinema brasileiro. São Paulo: Edições SESC, 2018. V. 2. p. 117-201.
________. Cinema Marginal (1968-1973): a representação em seu limite. São Paulo: Brasiliense/Embrafilme, 1987.
RAMOS, José Mário Ortiz. Cinema, Estado e lutas culturais: anos 50, 60, 70. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1983.
RIDENTI, Marcelo. Em busca do povo brasileiro: artistas da revolução, do CPC à era da TV. São Paulo: Editora Unesp, 2014.
________. Brasilidade revolucionária: um século de cultura e política. São Paulo: Editora UNESP, 2010.
ROCHA, Glauber. Revisão crítica do cinema brasileiro. São Paulo: Cosac Naify, 2003.
________. Revolução do Cinema Novo. São Paulo: Cosac Naify, 2004.
SALLES GOMES, Paulo Emílio. Uma situação colonial? São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
SCHWARZ, Roberto. O pai de família e outros estudos. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
SGANZERLA, Rogério. Por um cinema sem limite. Rio de Janeiro: Azougue, 2001.
SIMIS, Anita. Estado e cinema no Brasil. São Paulo: Editora Unesp, 2015.
UCHÔA, Fábio. Ozualdo Candeias e o cinema de sua época (1967-83): perambulação, silêncio e erotismo. São Paulo: Alameda, 2019.
XAVIER, Ismail. Alegorias do subdesenvolvimento: Cinema Novo, Tropicalismo, Cinema Marginal. São Paulo: Cosac Naify, 2012.
________. O cinema brasileiro moderno. São Paulo: Paz & Terra, 2006.
________. Sertão-mar: Glauber Rocha e a estética da fome. São Paulo: Editora 34/Duas Cidades, 2019.

Programa

Aula 1. Gregório de Matos, Boca do Inferno: a leitura canônica
Leitura de poemas escolhidos

Aula 2. Do nacionalismo à leitura retórico-poética
Leitura de poemas escolhidos

Aula 3. As principais edições de Gregório de Matos
A questão dos gêneros

Referência bibliográfica:
CHAUVIN, J. P. Juízo e perspectiva: a construção do imaginário de Gregório de Matos e Guerra pela crítica literária no Brasil. Todas as Musas. Ano 05, n. 02. Jan.-jun. 2014.
HANSEN, J. A. Retórica da agudeza. Letras Clássicas, n. 4. P. 317-342, 2000.
HANSEN, J. A. Barroco, neobarroco e outras ruínas. Destiempos.com. Ano 3, n. 14. México, Distrito Federal, mar-abr 2008.
HANSEN, J. A. Pedra e cal; freiráticos na sátira luso-brasileira. Revista da USP, n. 57, 2003. P. 68-85 (Brasil Colônia – Dossiê)
MATOS, G. de. Poesias escolhidas. Sel. e org. José Miguel Wisnik. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
MATOS. G. de. Obra poética. Ed. James Amado. 4a ed. Rio de Janeiro: Record, 1999.
MATOS, G. de. Poemas atribuídos. Códice Asencio Cunha. 5 volumes. Ed. e estudo João Adolfo Hansen e Marcello Moreira. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

Programa

Aula 1: Panorama contemporâneo do Neo-hinduísmo

Nesta aula serão discutidos textos contemporâneos de cientistas sociais que analisam grupos neo-hindus e as formas de expressão da espiritualidade ao redor do mundo. As professoras ministrantes irão partir de uma contextualização histórica e conceitual para esclarecer os conceitos básicos e incentivar a participação ativa dos alunos nas discussões.

Bibliografia básica:
- ALTGLAS, Véronique. Spirituality and Discipline: not a contradiction in terms. In: Bringing back the social into the sociology of religion, pp. 79-107. Boston: Brill, 2018. 
- HOFFMAN, Maria Barroso. Algumas observações sobre espiritualidade, emoção e distanciamento entre os praticantes de ioga no ocidente. RBSE, v.1, n.1, pp.119-132, 2002

Aula 2: Ascetismo

Com foco nos aspectos culturais do neo-hinduísmo, os textos desta aula propõem discussões sobre o estilo de vida dos praticantes e devotos.

Bibliografia básica:
- VALANTASIS, Richard. 2002. A Theory of the Social Function of Asceticism. In: W. Vincent & R. Valantasis (orgs.), Asceticism. Oxford: Oxford University Press. pp. 544-552.
- FLOOD, Gavin. 2004. The ascetic self: Subjectivity, memory and tradition. Cambridge: Cambridge University Press. pp. 211-234.
Bibliografia complementar:
CAMPBELL, Colin. A orientalização do Ocidente: reflexões sobre uma nova teodicéia para um novo milênio. Religião & Sociedade, v. 18, n. 1, p. 5-22, 1997.
BASTOS, Cecilia. Meditação e yoga nas camadas médias do Rio de Janeiro: análise do campo nos estudos da Bhagavad Gita. Religare, v. 16, n.2, p. 659-691, 2019.
BASTOS, Cecilia; ASSIS, Thaís. Vida de yoga e neo-hinduísmo: identidades e pertencimentos. Sociologia & Antropologia, v. 12, n.3, 2022.
WARRIER, Maya. Guru choice and spiritual seeking in contemporary India. International Journal of Hindu Studies 7, no. 1/3: 31-54, 2003.

Programa

Dia 1 (19/2/2024) - Introdução ao curso / Fundamentos teóricos do Meridionalismo
Este tema será abordado a partir de uma perspectiva histórica e teórica. Serão apresentados os principais conceitos da geopolítica, as teorias de integração regional e as perspectivas sobre o papel do Brasil no Hemisfério Sul.

Dia 2 (20/2/2024) - História do Meridionalismo
Este tema visa analisar como o Meridionalismo emergiu e foi moldado por eventos históricos, considerando fatores como a Guerra Fria, diferentes regimes políticos e mudanças no cenário internacional, analisando especialmente a evolução das relações do Brasil com as regiões da América do Sul, África, Ásia e Oceania.

Dia 3 (21/2/2024) - Instrumentos meridionalistas do Brasil
Este tema busca examinar as relações bilaterais e multilaterais do Brasil com países do Hemisfério Sul, como Argentina, África do Sul, Índia, entre outros, bem como avaliar como essas relações impactam a diplomacia, o comércio e a segurança regional, considerando a perspectiva do Meridionalismo. Ao final, os alunos serão incentivados a analisar casos concretos e a propor soluções para os desafios da integração regional.

Dia 4 (22/2/2024) - Desafios da liderança meridional brasileira / Encerramento do curso
Este tema será abordado a partir da análise dos obstáculos que o Brasil enfrenta para promover a integração regional nas regiões da América do Sul, África, Ásia e Oceania. Serão discutidos os problemas políticos, econômicos e sociais que dificultam a cooperação entre os países dessas regiões.

Bibliografia:

ALBUQUERQUE, Edu Silvestre. A teoria geopolítica meridionalista de André Martin. Revista de Geopolítica, v. 5, nº 2, p. 5-18, jul./dez. 2014.

“FOREIGN RELATIONS OF THE UNITED STATES, 1964–1968, VOLUME XXXIV, ENERGY DIPLOMACY AND GLOBAL ISSUES”, The Office of Historian – Department of State. Disponível em: https://history.state.gov/historicaldocuments/frus1964-68v34/summary

GABRIEL, João Paulo Nicoline et all. Brazilian engagement to Asia and the Belt and Road Initiative in 2017: less politics, more trade and investments. Estudos internacionais. Belo Horizonte, ISSN 2317 773X, v.6 n.1 (2018), p.26 43

KAPLAN, R.D. (2009), Center stage for the twenty first century, Foreign Affairs, Vol. no.2, pp. 16 32.

KORNEGAY, Francis A. África do Sul, o Atlântico Sul e a Equação IBAS-BRICS: o Espaço Transatlântico em Transição. In: Austral - Revista Brasileira de Estratégia e Relações Internacionais. Porto Alegre: UFRGS, v.2, n.3, Jan-Jun 2013, p.79-106.

KORNEGAY JR, Francis A. & Sanusha Naidu (2019): BRICS in the Post Liberal World Order: A New Agenda for Cooperation? Perspectives from South Africa, Strategic Analysis, DOI: 10.1080/09700161.2019.1669893

KUMAR, Deepak. Competição no Oceano Índico à Luz do Emergente Triângulo Estratégico. Revista da Escola de Guerra Naval, Rio de Janeiro, no 14 (2009), p. 123-153.

LEITE, Patrícia Soares. O Brasil e a Cooperação Sul-Sul em três momentos de política externa: os governos Jânio Quadros/João Goulart, Ernesto Geisel e Luiz Inácio Lula da Silva. Brasília: FUNAG, 2011.

MARTIN, André R. Qual é o nosso bloco? O Brasil procura o seu lugar no mundo. In: Globalização e Espaço Latino-Americano. São Paulo: Hucitec, 1994, pp. 34-39

MARTIN, André R. Brasil, geopolítica e poder mundial: O anti-Golbery. São Paulo: Hucitec, 2018.

PENHA, Eli Alves. Relações Brasil-África e Geopolítica do Atlântico Sul. Salvador: EDUFBA, 2011.

PEREIRA, Analúcia D; CLOSS, Marília B. A Importância do Fórum IBAS na Nova Geopolítica Mundial. Conjuntura Internacional. Belo Horizonte, v. 11, n. 2, p. 35 - 44, 2o sem. 2014.

REGIANI, Rafael. Meridionalismo: o novo paradigma da geopolítica brasileira? Revista de Geopolítica, v. 11, nº 1, p. 48-61, jan./fev./mar. de 2020.

RIBEIRO, Erik Herejk; OTAVIO, Anselmo. Geopolítica E Cooperação No Atlântico Sul E No Oceano Índico: Uma Análise Comparativa Das Iniciativas E Desafios. S/d. Acesso em: Disponível em: https://www.academia.edu/31361577/Geopol%C3%ADtica_e_coopera%C3%A7%C3%A…

RIZZO, Aline Duarte da Graça. Avaliação da cooperação Sul-Sul: uma análise comparada das perspectivas de avaliação do Brasil, Índia e África do Sul. Brasília: IPEA, 2019.

“The colapse of the Trans Pacific Partnership”. THE ECONOMIST EXPLAINS. Disponível em: https://www.economist.com/the-economist-explains/2016/11/23/the-collaps…. Acessado em 20/11/2023.

Programa

Aula 1 (13/08) - Conceito e objetivo da Paleografia – Exercício de transcrição 1 – Apresentação de dicionários.

Aula 2 (14/08) - Práticas de leitura e de escrita – Exercício de transcrição 2.

Aula 3 (15/08) – Leitura e comentários das transcrições – Encerramento

Bibliografia

ACIOLI, V. L. C. A escrita no Brasil colônia: um guia para leitura de documentos manuscritos. Recife: UFPe; Massangana, 1994.
FACHIN, P. R. M. Descaminhos e dificuldades: leitura de manuscritos do século XVIII. Trilhas Urbanas: Goiânia. 2008.
FLEXOR, M. H. O. Abreviaturas: manuscritos dos séculos XVI ao XIX. 3. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2008.
MARTÍNEZ, T. M. et al. (dir.). Paleografía y diplomática. Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia, 1991.
NUNES, Eduardo Borges. Abreviaturas paleográficas portuguesas. Lisboa, Faculdade de Letras, 1981.

Programa

Aula 01 (30/07): Contexto histórico-social e poesia anônima

Aula 02 (06/08): Elvira Hernández e Juan Luis Martínez

Aula 03 (13/08): Carmen Berenguer e Diego Maquieira

Aula 04 (20/08): Rodrigo Lira e Rosabetty Muñoz

Aula 05 (27/08): Raúl Zurita e Soledad Fariña

Bibliografia:

ALEGRÍA, Diego; VIDAL, Cristian; ZUÑIGA, Nelson. (org.). Poesía chilena en dictadura y postdictadura. Santiago: Universidade do Chile, 2020.
BERENGUER, Carmen; BRITO, Eugenia; ELTIT, Diamela; OLEA, Raquel; ORTEGA, Eliana; RICHARD, Nelly (Orgs.). Escribir en los bordes: Congreso Internacional de Literatura Femenina Latinoamericana 1987. Santiago: Editorial Cuarto Propio, 1990.
BERENGUER, Carmen. La gran hablada. México: Editorial Aldus, 2012.
BIANCHI, Soledad (Org.). Entre la lluvia y el arcoiris: algunos jóvenes poetas chilenos. Holanda: Instituto para el Nuevo Chile, 1983.
BIANCHI, Soledad. Poesía Chilena (Miradas, enfoques, apuntes). Chile, Santiago: Ediciones Documentales/CESOC, 1990.
BOLAÑO, Roberto. La nueva poesía latinoamericana (crisis o renacimiento). In: Revista Plural. México: n. 68, 1977.
BRITO, Eugenia. Campos minados (literatura post-golpe en Chile). Santiago: Cuarto Propio, 1994.
CÁNOVAS, Rodrigo. Llamado a la tradición, mirada hacia el futuro o parodia del presente. In: RICHARD, Nelly (Org.). Arte en Chile desde 1973: escena de avanzada y sociedad. Santiago: FLACSO, 1987.
CAMPOS, Javier. La joven poesía chilena en el período 1961-1973: (G. Millán, R. Rojas, O. Hahn). Concepción: Lar, 1987.
CARRASCO MUÑOZ, Iván. Antipoesía y neovanguardia. In: Estudios Filológicos, n. 23, p. 35-53, 1988.
COLECTIVO DE ESCRITORES JÓVENES. Poesía para el camino: antología. Santiago: Nueva Universidad, 1977.
DÍAZ, Erwin (Org.). Poesía chilena de hoy: de Parra a nuestros días. Santiago: Ediciones Metales Pesados, 2005.
ELOY, Horácio. Revistas y publicaciones literarias en dictadura (1973 - 1990). Santiago: MAGO Editores, 2014.
ESPAÑA, Aristóteles. Dawson. Santiago: Editorial Bruguera, 1985.
ESPINOSA, Patricia. Panorama de la poesía chilena de mujeres: 1980-2006. In: Proyecto Patrimonio. 2006.
FARIÑA, Soledad. El deseo hecho palabra. Santiago: Ediciones Universidad Diego Portales, 2021.
FARIÑA, Soledad. La vocal de la tierra. Santiago: Editorial Cuarto Propio, 1999.
GILMAN, Claudia. Entre la pluma y el fusil: debates y dilemas del escritor revolucionario en América Latina. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores, 2003.
HARRIS, Thomas. Desarrollo de la poesía chilena: 1960 (1973) 1990. In: Revista Mapocho. Chile: n° 51, 2002.
HARRIS, Tomás; CALDERÓN, Lila; CALDERÓN, Teresa (Org.). Veinticinco años de poesía chilena (1970 – 1995). Santiago: Fondo de Cultura Económica, 1999.
HERNÁN ERRÁZURIZ, Luis; LEIVA QUIJADA, Gonzalo. El golpe estético. Dictadura militar en Chile. 1973-1989. Santiago: Ocho Libros, 2012.
HERNÁNDEZ, Elvira. Actas Urbe. Chile, Santiago: Alquimia Ediciones, 2013.
HERNÁNDEZ, Elvira. La bandera de Chile. Argentina: Tierra Firme, 1991.
HERNÁNDEZ, Elvira. No soy tan moderna. Santiago: Alquimia Ediciones, 2020.
JOAQUÍN BRUNNER, José. Chile en la encrucijada de su cultura”. In: Cuadernos Hispanoamericanos. Madri: nº 482 - 483, 1990.
LA BATALLA DE CHILE. “El golpe de Estado”. Direção: Patricio Guzmán. Produção: Chris Marker. Chile, 1981.
LA BATALLA DE CHILE. “El poder popular”. Direção: Patricio Guzmán. Produção: Chris Marker. Chile, 1984.
LA BATALLA DE CHILE. “La insurrección de la burguesía”. Direção: Patricio Guzmán. Produção: Chris Marker. Chile, 1980.
LIHN, Enrique. El circo en llamas. Santiago: LOM Ediciones, 1997.
LIRA, Rodrigo. Proyecto de obras completas. Santiago: Editorial Universitaria, 2003.
MACCHIAVELLO CORNEJO, Carla. Desmarcar el territorio: Otras escenas artísticas durante la dictadura en Chile. Santiago: Ediciones Metales Pesados, 2025.
MACÍAS, Sergio. Una breve aproximación a dieciséis años de poesía chilena: 1973 – 1989. In: Cuadernos Hispanoamericanos. Madri: nº 482 - 483, 1990.
MAQUIEIRA, Diego. La Tirana. Santiago: Tempus Tacendi, 1983.
MARTÍNEZ, Juan Luis. La nueva novela. Santiago: Ediciones Archivo, 1977.
MARTÍNEZ, Juan Luis. La poesía chilena. Santiago: Ediciones Archivo, 1978.
MARTINEZ, Juan Luis. Poemas del otro. Santiago: Ediciones Universidad Diego Portales, 2003.
MORAGA, Fernanda; NÓMEZ, Naín. Destejiendo fronteras literarias en la poesía actual de mujeres en Chile. Catedral Tomada: Revista de crítica literaria latinoamericana, v. 11, n. 20, 2016.
MUÑOZ, Rosabetty. Poesía reunida. Santiago: Ediciones Tácitas, 2024.
NEUSTADT, Robert. CADA día: la creación de un arte social. Santiago: Editorial Cuarto Propio, 2001.
NÓMEZ, Naín. La poesía chilena: Representaciones de terror y fragmentación del sujeto en los primeros años de dictadura. In: Acta literaria. Concepción: n. 36, 2008.
NÓMEZ, Naín. Transformaciones de la poesía chilena entre 1973 y 1988. In: Estudios filológicos. Chile: nº 42, 2007.
OLEA, Raquel. Escritura de mujeres: un agenciamiento cultural en la década de los ochenta. In: Variaciones. Santiago: Editorial Cuarto Propio, 2019.
OYARZÚN, Pablo. Arte, visualidad e historia. Santiago: Ediciones Universidad Diego Portales, 2015.
RICHARD, Nelly. Intervenções Críticas - Arte, Cultura, Gênero e Política. Tradução: Romulo Monte. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002.
RICHARD, Nelly. La insubordinación de los signos (cambio político, transformaciones culturales y poéticas de la crisis). Santiago: Editorial Cuarto Próprio, 1994.
SCHOPF, Federico. Del vanguardismo a la antipoesía: ensayos sobre la poesía en Chile. Santiago: Lom Ediciones, 2000.
SCHOPF, Federico. Figura de la vanguardia. In: Revista Chilena de Literatura, n. 33, 2016.
SEPÚLVEDA, Magda. Ciudad quiltra: poesía chilena (1973-2013). Santiago: Editorial Cuarto Propio, 2013.
VILLEGAS, Juan (Org.). Antología de la nueva poesía femenina chilena. Chile, Santiago: Editorial La Noria, 1985.
ZURITA, Raúl. Anteparaíso. Santiago: Editores Asociados, 1982.
ZURITA, Raúl. Literatura, lenguaje y sociedad: 1973-1983. Santiago: CENECA, 1988.
ZURITA, Raúl. Purgatorio. Santiago: Editorial Universitaria, 1979.

Programa

Encontro 01. “Michel Foucault e Gilles Deleuze: um breve histórico dos autores”

Encontro 02. “A filosofia de Michel Foucault: a arqueologia do saber, a genealogia do poder e o cuidado de si”

Encontro 03. “Do saber ao poder (parte I): como Foucault chega às relações de poder?”

Encontro 04. “Do saber ao poder (parte II): como o saber se relaciona com o poder?”

Encontro 05. “Entre o macro e o micro: uma nova forma de compreender o poder”


Bibliografia

DELEUZE, G. Foucault. São Paulo: Brasiliense, 2019.
______. O poder. São Paulo: Editora filosófica politeia, 2020.
FOUCAULT, M. História da sexualidade I: A vontade de saber. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2018.
______. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2021.
______. Vigiar e punir. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.

Bibliografia complementar (outras referências poderão ser sugeridas ao longo do curso):
DELEUZE, G. Nietzsche e a filosofia. São Paulo: n-1 edições, 2018.
______. O que é a filosofia? Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992.
KOOPMAN, C. Genealogy as critique: Foucault and the Problems of Modernity. Bloomington, Indiana: Indiana University Press, 2013.
MACHADO, R. Deleuze, a arte e a filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009.
______. Nietzsche e a verdade. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
MUCHAIL, S. Foucault, simplesmente. São Paulo: Edições Loyola, 2004.
NAIL, T.; MORAR, N.; SMITH, D. Between Deleuze and Foucault. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2016.
PATTON, P. Deleuzian concepts: Philosophy, Colonization, Politics. California: Standford University Press, 2010.
PEREIRA, D. Deleuze sobre Foucault: aprender pela escuta do outro. Linha Mestra, [s.l.], N. 41, pp. 158-165, maio-agosto, 2020.