Programa
Datas: 14, 16, 21, 23, 28 de abril (4ª e 6ª).
Cada aula terá a duração de 2h.
Apresentação
Aula 1: Mulheres leitoras: o perigo dos romances. Faremos um breve panorama histórico sobre a luta pelo direito à educação e à participação das mulheres na produção literária/intelectual do século XIX. Trataremos sobretudo de questões morais comuns para a época, sobretudo acerca das mulheres como um massivo público de literatura nesse século.
A Mulher de Trinta Anos, de Honoré de Balzac
Aula 2: A jovem Julie.
Leitura e discussão do livro.
Aula 3: Julie aos trinta anos.
Leitura e discussão do livro.
Madame Bovary, de Gustave Flaubert
Aula 4: Emma Rouault
Leitura e discussão do livro.
Aula 5: Senhora Bovary
Leitura e discussão do livro.
BIBLIOGRAFIA:
ARMSTRONG, Judith M. Novel of Adultery. PALGRAVE MACMILLAN, 2013.
AUERBACH, Erich. Mimesis: a representação da realidade na Literatura. São Paulo: Perspectiva, 2007.
BALZAC, H. “Prefácio à Comédia Humana”. In: A Comédia Humana Vol. 1. São Paulo, SP: Editora Globo S/A, 2012. (e-book)
BAUDELAIRE, Charles. "Madame Bovary par Gustave Flaubert", In: Œuvres complètes de Charles Baudelaire, Vol 3. Paris: Calmann Lévy, 1885. pp. 407 - 422. (Disponível em: https://fr.wikisource.org/)
DALVI, Camila David. O Bovarismo de Jules de Gaultier (na ficção e na vida): Fontes e Vertentes. 2009, 137f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Espírito Santo, Centro De Ciências Humanas e Naturais, Departamento De Línguas E Letras
__________. “O Pintor da vida moderna” In: Poesia e Prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006.
FINCH, Alison. Women's Writing in Nineteenth-Century France. Cambridge, UK: Cambridge University Press, 2006.
HEATH, Stephen. “Provincial Manners in Madame Bovary” In: Madame Bovary: contexts, critical reception. Editado por Margaret Cohen. New York, NY; London: W.W. Norton & Company, 2005. ix, 551 p., il. (A Norton critical edition).
HOSSNE, Andrea Saad. Bovarismo e Romance: Madame Bovary e Lady Oracle. São Paulo, SP: Ateliê Editorial, 2000. 304pp.
JAMES, Henry. “Style and Morality in Madame Bovary” In: Madame Bovary: contexts, critical reception. Editado por Margaret Cohen. New York, NY; London: W.W. Norton & Company, 2005. ix, 551 p., il. (A Norton critical edition).
KEHL, Maria Rita. Deslocamentos do feminino: a mulher freudiana na passagem para a modernidade. São Paulo, SP: Boitempo, 2016. 232pp.
KENNER, Hugh. Flaubert, Joyce and Beckett: The Stoic Commedians. Boston: Beacon Press, 1962.
LILTI, Antoine. Le Monde Des Salons: Sociabilité Et Mondanité À Paris Au Xviiie Siècle. Paris: Fayard, 2013.
MORETTI, Franco. “The Best Time We Ever Had”, In: Madame Bovary: contexts, critical reception. Editado por Margaret Cohen. New York, NY; London: W.W. Norton & Company, 2005. ix, 551 p., il. (A Norton critical edition).
NOVILLO-CORVALÁN, P. “Androgynous Desire: Flaubert, Joyce, Puig, And The Tradition Of The Female Quixote” In: The Modern Language Review, Vol. 107, No. 1 (January 2012), pp. 1-19
OEHLER, Dolf. Quadros Parisienses: Estética antiburguesa em Baudelaire, Daumier e Heine (1830-1848). São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
_____________. O Velho Mundo Desce aos Infernos: auto-análise da modernidade após o trauma de junho de 1848 em Paris. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
OVERTON, Bill. The Novel of Female Adultery: Love and Gender in Continental European Fiction, 1830-1900. London: Palgrave Macmillan Limited, 2016
PASCO, Allan. H. Balzac: Literary sociologist. Editora: Palgrave Macmillan, Suiça. 2016. 297 pp.
__________. Fictions of Female Adultery 1684-1890. Palgrave Macmillan, 2002.
SABISTON, Elizabeth. “The Prison of Womanhood” In: Comparative Literature, Vol. 25, No. 4 (Outono, 1973), pp. 336-351 Published by: Duke University Press on behalf of the University of Oregon (Disponível em: http://www.jstor.org/stable/1769510)
STEPHENS, Sonya. History of Women's Writing in France. Cambridge, GBR: Cambridge University Press, 2009. Internet resource.
TANNER, Tony. Adultery in the Novel. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 1979.
WATT, Ian. A Ascensão Do Romance: Estudos Sobre Defoe, Richardson E Fielding. São Paulo, SP: Companhia de Bolso, 2010.
Traduções sugeridas:
BALZAC, Honoré. A mulher de trinta anos. (Trad. Rosa Freire Aguiar). São Paulo, SP: Companhia das letras, 2015.
FLAUBERT, Gustave. Madame Bovary: Costumes de província. (Trad. Mário Laranjeira). São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2011.
Encontro 1
- Contextos sócio-histórico de ensino e aprendizagem de português como língua adicional (PLA);
- Objetivos e necessidades de estudantes de PLA.
Encontro 2
- Os conceitos de TDIC, materiais didáticos, ferramentas e recursos digitais;
- O uso das tecnologias como TIC, TAC e TEP nas aulas de PLA.
Encontro 3
- Gêneros textuais no ensino e aprendizagem de PLA;
- Análise, curadoria e elaboração de materiais didáticos para aulas em diferentes contextos de PLA.
Encontro 4
- Unidade didática nas aulas de PLA;
- Produção de unidade didática para um contexto de PLA.
Encontro 5
- Apresentação das unidades didáticas para um contexto de PLA produzidas pelos participantes;
- Autoavaliação e avaliação do curso.
Bibliografia
ALBUQUERQUE-COSTA, H.; MAYRINK, M. Formação crítico-reflexiva para professores de línguas em ambiente virtual. In: ALBUQUERQUE-COSTA, H.; MAYRINK, M. (Orgs.). Ensino e aprendizagem de línguas em ambientes virtuais. São Paulo: Humanitas, 2013. P. 39-63.
FURTOSO, V. A. B. Formação de professores de Português para Falantes de Outras Línguas: reflexões e contribuições. Londrina : EDUEL, 2009.
KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e tempo docente. Campinas: Papirus, 2013.
MENDES, Edleise. O português como língua de mediação cultural: por uma formação intercultural de professores e alunos de PLE. In: MENDES, E. (org.) Diálogos Interculturais: ensino e formação em português língua estrangeira. Campinas, SP: Pontes Editores, 2011.
PAIVA, Vera Lucia Menezes de Oliveira e. O uso da tecnologia no ensino de línguas estrangeiras: breve retrospectiva histórica. In: JESUS, Dánie Marcelo de; , Dánie Marcelo de; MACIEL. Ruberval Franco (Orgs.). Olhares sobre tecnologias digitais: linguagens, ensino, formação e prática docente. Coleção: Novas Perspectivas em Linguística Aplicada Vol. 44.Campinas, SP : Pontes Editores, 2015, p.21-34.
REIG H. Disonancia cognitiva y apropiación de las TIC. In: Revista TELOS Cuadernos de Comunicación e Innovación, Madrid: Fundación Telefónica, enero-marzo, p. 1-2, 2012. Disponível em https://telos.fundaciontelefonica.com/url-direct/pdfgenerator?tipoConte…. Acesso em 27 de mai. 2021.
SCARAMUCCI, Matilde Virginia Ricardi; BIZON, Ana Cecília Cossi (Org.). Formação inicial e continuada de professores de Português Língua Estrangeira/Segunda Língua no Brasil. Araraquara: Letraria, 2020.
SCHLATTER, M. [Conversa com] Margarete Schlatter. In: K. A. SILVA; R. ARAGÃO (Orgs.). Conversas com formadores de professores de línguas. Campinas, SP: Pontes, 2013. p. 187-199.
SCHLATTER, Margarete; BULLA, Gabriela da Silva; COSTA, Everton Vargas da. Português como Língua Adicional: uma entrevista com Margarete Schlatter. In: ReVEL. vol. 18, n. 35, 2020. Disponível em: http://www.revel.inf.br/files/3979a6ecf118d99835787c92b01de296.pdf. Acesso em: 29 maio 2022.
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1ª aula (07/02) – Imagens da guerra e o Infamiliar de Freud: representações oníricas do nazifascismo RIBEIRO-DE-SOUSA, Celeste H. M. Do cá e do lá: introdução à imagologia. São Paulo: Humanitas, 2004 |
Aula 1 - Breve perspectiva dos estudos sobre a juventude brasileira nas Ciências Sociais e na Educação.
Aula 2 - Emergência e ampliação do debate sobre a temática na Geografia, com ênfase em pesquisas que focam na dimensão da cidade e da escola.
Aula 3 - Diferentes contextos socioespaciais, diferentes formas de viver a juventude.
Aula 4 - Estudos desenvolvidos em metrópoles e realidades não metropolitanas.
Bibliografia básica:
CARDOSO, D. S.; TURRA NETO, N. Juventude, cidade e território: esboços de uma geografia das juventudes. In: I Seminário de Pesquisa Juventudes e Cidade, Universidade Federal de Juiz de Fora, 06 e 07 de outubro de 2011, Juiz de Fora. ANAIS do I Seminário de Pesquisa Juventudes e Cidade. Juiz de Fora, 2011.
CARRANO, P. C. R. Juventudes e cidades educadoras. Petrópolis: Vozes, 2003.
CARRANO, P. Jovens, escolas e cidades: entre diversidades, desigualdades e desafios à convivência. In: VIEIRA, M. M.; RESENDE, J.; NOGUEIRA, M. A.; DAYRELL, J.; MARTINS, A.; CALHA, A. (Org.) Habitar a escolas e as suas margens: geografias plurais em confronto. Portalegre: Instituto Politécnico de Portalegre, 2013.
CAVALCANTI, L. S. Juventudes, ensino de Geografia e formação/atuação cidadãs. In: OLIVEIRA, V. H. N. Geografias das juventudes. Porto Alegre: GEPJUVE, 2023.
GAMALHO, N. P. Juventudes e as periferias. In: OLIVEIRA, V. H. N. Geografias das juventudes. Porto Alegre: GEPJUVE, 2023.
TURRA NETO, N.. Metodologias de pesquisa para o estudo geográfico da sociabilidade juvenil. RA'E GA: o Espaço Geográfico em Análise, v. 23, p. 340-375, 2011.
TURRA NETO, N. Definir juventude como ato político: na confluência entre orientações de tempo, idade e espaço. In: CAVALCANTI, L. S.; CHAVEIRO, E. F.; PIRES, L. M. A cidade e seus jovens. Goiânia: Ed. PUC Goiás, 2015.
Aula 01: Introdução ao casal Liev e Sofia – contextualização histórica e dados biográficos
Aula 02: Apresentação de Anna Kariênina – a estrutura da obra
Aula 03: A sonata a Kreutzer – estrutura da obra e polêmicas
Aula 04: De quem é a culpa – a resposta de Sofia
Bibliografia:
Obras discutidas:
TOLSTÓI, Liev. Anna Kariênina. Tradução: Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
TOLSTÓI, Lev. Sonata Kreutzer; TOLSTAIA, Sófia. De quem é a culpa; Canção sem palavras. Tradução Irineu Franco Perpetuo [2.ed]: São Paulo: Carambaia, 2022.
Referências complementares:
CRUISE, Edwina. Women, sexuality, and the family in Tolstoy. In: ORWIN, Donna Tussing (ed.). The Cambridge Companion to Tolstoy. Cambridge University Press, 2002.
DAME, Natalia. The Search for Narrative Control: Music and Female Sexuality in Tolstoy’s “Family Happiness” and “The Kreutzer Sonata.” Ulbandus Review, vol. 16, p. 158–76, 2014. JSTOR. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/24391989. Acesso em 21 fev. 2024.
FRIEDMAN, Norman. O ponto de vista na ficção. Tradução de Fábio Fonseca de Melo. Revista USP. São Paulo, n.53, p.166-182, março/maio, 2002.
HERMAN, David. Stricken by Infection: Art and Adultery in Anna Karenina and Kreutzer Sonata. Slavic Review, vol. 56, n. 1, p. 15–36, 1997, JSTOR, https://doi.org/10.2307/2500653. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/2500653. Acesso em: 22 fev. 2024.
NABOKOV, Vladimir. Lições de literatura russa Tradução: Jorio Dauster. São Paulo: Editora Fósforo, 2021.
PERPETUO, Irineu Franco. Lev e Sófia: o tenso dueto dos Tolstói. In: TOLSTÓI, Lev. Sonata Kreutzer; TOLSTAIA, Sófia. De quem é a culpa; Canção sem palavras. Tradução Irineu Franco Perpetuo [2.ed]: São Paulo: Carambaia, 2022.
STEINER, George. Tolstói ou Dostoiévski: um ensaio sobre o Velho Criticismo. Tradução: Isa Kopelman. São Paulo: Perspectiva, 2006.
STITES, Richard. The Women’s Liberation Moviment in Russia; Feminism, Nihilism and Bolshevism. Princeton University Press. New Jersey: 1967.
TOLSTÓI, Leon. O que é a Arte?. São Paulo: Experimento, 1994.
TOLSTOY, Sofia. The diaries of Sofia Tolstoy. Trad.: Cathy Porter. Harper Perennial, 2010.
WILLIAMS, Raymond. Tragédia social e pessoal: Tolstói e Lawrence. In: WILLIAMS, Raymond. Tragédia moderna. Trad. Betina Bischof. São Paulo: Cosac & Naify, 2002. p. 161-182.
Aula 1 – Introdução da teoria democracia de ambos os autores em relação a participação popular, a liberdade e o bem comum, mostrando suas abordagens em consonâncias com seus respetivos contextos históricos e culturais, bem como as influências filosóficas que moldaram suas ideias.
Aula 2 – Aristóteles - O filósofo estagirita define a democracia como a forma de governo da liberdade, a mais estável e está presente na maioria das cidades. Quando reflete sobre a cidadania, ele diz que o cidadão deve conhecer a sua função como governado e como governante, o que implica na alternância política, fazer o poder político circular entre os cidadãos, um tema caro à democracia. Por outro lado, o filósofo a considera uma constituição desviante, cuja finalidade não atende ao bem comum e sim aos objetivos de um determinado grupo político: a multidão. Sem o controle da lei, a democracia chega em sua forma extrema, que se assemelha ao tirano composto por muitos cidadãos. Considerando os elogios e as críticas de Aristóteles à democracia, notamos uma relação ambígua com o regime e a relação da democracia com a liberdade. Nesse encontro, desejamos aprofundar de que modo o pensador grego concebeu o regime, a lei, a justiça e a liberdade democrática.
Aula 3 – John Stuart Mill – O filósofo britânico tinha uma visão progressista em relação à democracia. Para o autor, ela representava a melhor forma de governo porque promovia a liberdade individual, incentivava o desenvolvimento das capacidades morais e intelectuais dos cidadãos e era um meio de alcançar o maior bem-estar para o maior número de pessoas. Dessa forma, a democracia, tal como praticada na Inglaterra vitoriana, poderia ser aprimorada por meio de reformas, como a educação cívica e a ampliação do sufrágio, entre outros mecanismos. Alguns desses mecanismos que visavam proteger as minorias contra a tirania da maioria foram bastante criticados e ainda são objetos pertinentes para nossa reflexão. Nesse encontro, trataremos pontos fundamentais da teoria da democracia representativa de Mill.
Ao longo do curso serão apontados e discutidos os pontos de convergência e diferenças fundamentais entre os autores.
Bibliografia:
MARAL, A. C.; GOMES, C. C. Aristóteles – Política. Introdução e revisão científica Raul M. Rosado Fernandes. Lisboa: Vega, 1998.
MILL, J. S. O Governo Representativo. Brasília. UNB, 1980.
__________. Sobre a Liberdade. Tradução Denise Bottmann. Porto Alegre. L&PM, 2018.
__________. Autobiografia. Tradução Alexandre Braga Massella. São Paulo. Iluminuras, 2007.
BRILHANTE, A.; ROCHA, F. Democracia e voto plural no pensamento político de John Stuart Mill. In: Ethic@ - Florianópolis, v.12, n.1, p. 53 – 65, jun. 2013.
DALAQUA, G. O desenvolvimento do Eu: ética, política e justiça em John Stuart Mill. Curitiba: Editora da Universidade Federal do Paraná, 2018.
OBER, Josiah. The Athenian revolution: essays on ancient Greek democracy and political theory. Princeton: Princeton University Press, 1996.
PATEMAN, C. Participação e teoria democrática. Trad. Luiz Rouanet. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
PITKIN, H. Representação: Palavras, Instituições e Ideias. São Paulo: Lua Nova, n. 67, pp. 263-269, 2006.
RACKHAM, Harris. Aristotle – Politics. Loeb Classical Library vol. XXI. Cambridge: Harvard University Press, 1944
RAMOS, Silvana de Souza. O conceito de democracia e experiência política da antiga Atenas. Cadernos de Ética e Filosofia Política, São Paulo, Brasil, v. 2, n. 37, p. 37–52, 2020. DOI: 10.11606/issn.1517-0128.v2i37p37-52. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/cefp/article/view/180418. Acesso em: 29 out. 2024.
ROBERTS, Jennifer T. Athens on trial: the antidemocratic tradition in Western thought. Princeton: Princeton University Press, 1994.
SARTORI, G. A teoria da democracia revisitada – o debate contemporâneo. São Paulo: Ática, 1994.
SILVA, E. John Stuart Mill on Education and Progress. Anglo Saxonica, No. 19, Issue 1, art. 10, pp. 1-17, 2021.
SIMÕES, M. John Stuart Mill e a liberdade. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
STARR, Chester G. O nascimento da democracia ateniense: A assembleia no século V. a.C. Trad. Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Odysseus Editora, 2005.
TIERNO, Patricio. Aristóteles: a teoria política da constituição e a deliberação. 2008. Tese (Doutorado em Ciência Política) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008. doi:10.11606/T.8.2008.tde-10022009-131156.
TOCQUEVILLE, A. A democracia na América. Livro II. Sentimentos e Opiniões. Tradução: Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
THOMPSON, D. [1940]. John Stuart Mill and representative government. Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1976.
URBINATI, N. Mill on Democracy: From the Athenian Polis to Representative Government. Chicago: University of Chicago Press, 2002.
VERNANT, Jean-Pierre. As origens do pensamento grego. Trad. Ísis Borges B. da Fonseca. 29ª ed. Rio de Janeiro: Difel, 2023.
WOLFF, Francis. Aristóteles e a política. Trad. Thereza Christina Ferreira Stummer, Lydia Araujo Watanabe. São Paulo: Discurso Editorial, 1999.
YOUNG, Iris. Representação política, identidade e minorias. São Paulo: Lua Nova, v. 67, pp. 139-190, 2006
ZINGANO, Marco. Ethica Nicomachea: A virtude moral (I.13 – III.8). São Paulo: Odysseus, 2008.
______. Ethica Nicomachea: As virtudes morais (III.9 – IV.15). São Paulo: Odysseus, 2020.
______. Ethica Nicomachea: Tratado da justiça (V.1 – 15). São Paulo: Odysseus, 2017.
Aula 1 - Processo natural ou antropogênico? paleoclimatologia e tempo geológico do sistema climático: das forçantes naturais às forçantes antropogênicas;
Aula 2 - Bases científicas das mudanças climáticas: da física e da matemática das mudanças climáticas até as questões históricas, geográficas e sociais dos feedbacks do sistema climático;
Aula 3 - Introdução ao debate marxista sobre as mudanças climáticas: conceitos gerais do sistema Terra e breve histórico do debate marxista;
Aula 4 - O imperialismo ecológico, o capitalismo fóssil e a grande aceleração: as questões ambientais do começo do capitalismo, a apropriação dos combustíveis fósseis e as mudanças nos processos produtivos, a relação entre a grande aceleração e o complexo industrial-militar;
Aula 5 - Capitalismo verde ou green new deal: normatizações internacionais, ascensão do neoliberalismo e a grande aceleração;
Aula 6 - Financeirização do clima: a financeirização dos instrumentos de mitigação e adaptação climática;
Aula 7 - Negacionismo e “fascismo” climático: o desenvolvimento do negacionismo climático e a apropriação do debate pela direita;
Aula 8 - O que fazer? a subjetivação da culpa e da ansiedade climática e a necessidade de organização política.
Bibliografia:
ANGUS, Ian. Enfrentando o Antropoceno: Capitalismo fóssil e a crise do sistema terrestre. São Paulo, SP: Boitempo, 2023.
FOSTER, John Bellamy. A ecologia de Marx: materialismo e natureza. São Paulo: Expressão Popular, 2021.
IPCC. Climate Change 2021 – The Physical Science Basis: Working Group I Contribution to the Sixth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change. 1. ed. [S.l.]: Cambridge University Press, 2023.
MALM, Andreas. Fossil capital: the rise of steam power and the roots of global warming. London New York: Verso, 2016.
MALM, Andreas. White skin, black fuel: on the danger of fossil fascism. London ; New York: Verso, 2021.
MARQUES, Luiz. Capitalismo e colapso ambiental. Campinas: Editora da Unicamp, 2020.
MARX, Karl. O capital: crítica da economia política ; livro primeiro - o processo de produção do capital. São Paulo: Boitempo Editorial, 2015.
SAITO, Kohei. O ecossocialismo de Karl Marx: Capitalismo, natureza e a crítica inacabada à economia política. Tradução: Pedro Davoglio. São Paulo, SP: Boitempo, 2021.
Aula 1 – The Brazilian colonial past and the patriotic Romanticism of the Nitheroy generation
The first class will examine the generation of Brazilian writers who made a conscious effort of forging a literary tradition to the newly independent Brazilian nation. Through the examples of Gonçalves de Magalhães, Manuel de Araújo Porto-Alegre, and Joaquim Manuel de Macedo, we will discuss their literary and political performances within the monarchical regime as well as their efforts in creating the indigenous character as a national construct.
Aula 2 – The genesis of the Lusophone America: José de Alencar
This class will present José de Alencar’s critique of Indianist epic poetry and the rewriting of the history of the Portuguese Invasion of America in his Indianist novel Iracema (1865), through which Alencar proposes an allegory of the genesis of the Brazilian people.
Aula 3 – Gonçalves Dias: ethnography and critical subjectivity in the figuration of indigeneity
The third class will focus on the Indianist poetry by Gonçalves Dias. Dias expands the topic of national liberation in the configuration of indigenous heroism by adding the critical component of subjectivity. In his own figuration of the Indianist universe, Dias combines ethnographic materials and European literary frameworks in order to denounce the cruelty of the Portuguese exploitation of Brazil and the subsequent economic and moral decadence engendered by European actions.
Aula 4 – The abolitionist discourse in Castro Alves and the re-creation of the Palmares maroon settlement
Through Castro Alves’s abolitionist discourse, we will discuss the dignifying characterization of Afro-Brazilian heroic characters as a political effort to subvert hegemonic representation of minoritized groups, as well as the author’s political opposition to the monarchical regime in his defense of republicanism.
Aula 5 – Afro-Brazilian writers: Maria Firmina dos Reis and Luiz Gama
The last class will focus on two prominent Afro-Brazilian writers of the 19 th century: Maria Firmina dos Reis and Luiz Gama. Through their prose writings, we will discuss their unique perspective on Afro-Brazilian identities, the slavery system, and its detrimental effect on Brazilian society.
Bibliografia
ACKERMANN, Fritz. A obra poética de Antônio Gonçalves Dias. São Paulo: Conselho Estadual de Cultura, 1964.
ALENCAR, José de. Iracema: a legend of Brazil. Translated by Clifford E. Landers. Oxford: Oxford University Press, 2000.
______. Cartas sobre A confederação dos tamoyos. Rio de Janeiro: Empreza Typographica Nacional do Diario, 1856.
ALONSO, Angela. Flores, votos e balas. O movimento abolicionista brasileiro. (1868-88). São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
ALVES, Castro. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997.
______. The major abolitionist poems. Edited and translated by Amy A. Peterson. New York: Garland Publishing, 1990.
BETHELL, Leslie (ed.). Colonial Brazil. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 6. ed. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 2000.
CASTRO-KLAREN, Sara (ed.). A Companion to Latin American Literature and Culture. Oxford: Blackwell Publishing, 2008.
COSTA, Emília Viotti da. The Brazilian Empire: myths and histories. Revised edition. Chapel Hill: The University of North Carolina Press, 2000.
DIAS, Gonçalves. Poesia e prosa completas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1998.
DUARTE, Eduardo de Assis. Toward a concept of Afro-Brazilian Literature. Translated by Melissa E. Schindler and Adelaine LaGuardia. Obsidian: Literature in the African Diaspora. Vol. 13, no. 1, p. 97-122, 2012.
GOMES, Flávio. Palmares. Escravidão e liberdade no Atlântico Sul. São Paulo: Contexto, 2011 (E-book).
GOMES, Heloisa Toller. The uniqueness of the Brazilian case: a challenge for Postcolonial Studies. Postcolonial Studies, Vol. 14, No. 4, p. 405-413, 2011.
GRADEN, Dale. From slavery to freedom in Brazil: Bahia, 1835-1900. Albuquerque: University of New Mexico Press, 2006.
GUZMAN, Tracy Devine. Native and national in Brazil: indigeneity after independence. Chapel Hill: The University of North Carolina Press, 2013.
JOBIM, José Luís; ROCHA, João Cezar de Castro. Comparative Literature seen from Brazil. Revista Brasileira de Literatura Comparada, n. 30, 2017.
LUCAS, Fábio. Brazilian Poetry from the 1830s to the 1880s. The Cambridge History of Latin American Literature. Edited by Roberto Gonzalez Echevarría and Enrique Pupo-Walker. v. 3. The Cambridge History of Latin American Literature. Cambridge: Cambridge University Press, 1996. p. 69–82.
MAGALHÃES, D. J. A confederação dos tamoios. Organização Maria Eunice Moreira, Luís Bueno. Curitiba: UFPR, 2007.
MARQUES, Wilton José. Gonçalves Dias: o poeta na contramão. Literatura e escravidão no romantismo brasileiro. São Carlos: EDUFSCar, 2010.
REIS, Maria Firmina dos Reis. Ursula; A escrava. Florianópolis; Belo Horizonte: Editora Mulherres; PUC Minas, 2004.
SCHWARTZ, Stuart B. Slaves, peasants and rebels: reconsidering Brazilian slavery. Chicago: University of Illinois Press, 1996.
SOMMER, Doris. Foundational Fictions: The National Romances of Latin America. University of California Press, 1993.
TREECE, David. Exiles, allies, rebels: Brazil's Indianist Movement, Indigenist Politics, and the Imperial Nation-State. Westport, CT, and London: Greenwood Press, 2000.
Unidade 6 – Gramatica “imperativo” p144-149
Revisao: Unidades 4-6 p150-153
Unidade 7 – Vocabulario “festa” p154-156
Unidade 7 – Gramatica “futuro p157-162
Unidade 7 – Vocabulario “roupas” p162-167
Unidade 7 – Gramatica “pronomes pessoais” p168-173
Unidade 8 – Vocabulario “comida” p174-182
Unidade 8 – Gramatica “pronomes pessoais” p183-193
Unidade 9 – Vocabulario “educacao” p194-200
Unidade 9 – Vocabulario “profissoes” p201-205
Unidade 9 – Gramatica “preterito perfeito” p206-211
Unidade 9 – Gramatica “preterito perfeito” p211-213
Revisao: Unidades 7-9 p214-217