Programa

Aula 01: Introdução ao casal Liev e Sofia – contextualização histórica e dados biográficos

Aula 02: Apresentação de Anna Kariênina – a estrutura da obra

Aula 03: A sonata a Kreutzer – estrutura da obra e polêmicas

Aula 04: De quem é a culpa – a resposta de Sofia

Bibliografia:

Obras discutidas:
TOLSTÓI, Liev. Anna Kariênina. Tradução: Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
TOLSTÓI, Lev. Sonata Kreutzer; TOLSTAIA, Sófia. De quem é a culpa; Canção sem palavras. Tradução Irineu Franco Perpetuo [2.ed]: São Paulo: Carambaia, 2022.

Referências complementares:

CRUISE, Edwina. Women, sexuality, and the family in Tolstoy. In: ORWIN, Donna Tussing (ed.). The Cambridge Companion to Tolstoy. Cambridge University Press, 2002.
DAME, Natalia. The Search for Narrative Control: Music and Female Sexuality in Tolstoy’s “Family Happiness” and “The Kreutzer Sonata.” Ulbandus Review, vol. 16, p. 158–76, 2014. JSTOR. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/24391989. Acesso em 21 fev. 2024.
FRIEDMAN, Norman. O ponto de vista na ficção. Tradução de Fábio Fonseca de Melo. Revista USP. São Paulo, n.53, p.166-182, março/maio, 2002.
HERMAN, David. Stricken by Infection: Art and Adultery in Anna Karenina and Kreutzer Sonata. Slavic Review, vol. 56, n. 1, p. 15–36, 1997, JSTOR, https://doi.org/10.2307/2500653. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/2500653. Acesso em: 22 fev. 2024.
NABOKOV, Vladimir. Lições de literatura russa Tradução: Jorio Dauster. São Paulo: Editora Fósforo, 2021.
PERPETUO, Irineu Franco. Lev e Sófia: o tenso dueto dos Tolstói. In: TOLSTÓI, Lev. Sonata Kreutzer; TOLSTAIA, Sófia. De quem é a culpa; Canção sem palavras. Tradução Irineu Franco Perpetuo [2.ed]: São Paulo: Carambaia, 2022.
STEINER, George. Tolstói ou Dostoiévski: um ensaio sobre o Velho Criticismo. Tradução: Isa Kopelman. São Paulo: Perspectiva, 2006.
STITES, Richard. The Women’s Liberation Moviment in Russia; Feminism, Nihilism and Bolshevism. Princeton University Press. New Jersey: 1967.
TOLSTÓI, Leon. O que é a Arte?. São Paulo: Experimento, 1994.
TOLSTOY, Sofia. The diaries of Sofia Tolstoy. Trad.: Cathy Porter. Harper Perennial, 2010.

WILLIAMS, Raymond. Tragédia social e pessoal: Tolstói e Lawrence. In: WILLIAMS, Raymond. Tragédia moderna. Trad. Betina Bischof. São Paulo: Cosac & Naify, 2002. p. 161-182.

 

Programa

Aula 1 – Introdução da teoria democracia de ambos os autores em relação a participação popular, a liberdade e o bem comum, mostrando suas abordagens em consonâncias com seus respetivos contextos históricos e culturais, bem como as influências filosóficas que moldaram suas ideias.
Aula 2 – Aristóteles - O filósofo estagirita define a democracia como a forma de governo da liberdade, a mais estável e está presente na maioria das cidades. Quando reflete sobre a cidadania, ele diz que o cidadão deve conhecer a sua função como governado e como governante, o que implica na alternância política, fazer o poder político circular entre os cidadãos, um tema caro à democracia. Por outro lado, o filósofo a considera uma constituição desviante, cuja finalidade não atende ao bem comum e sim aos objetivos de um determinado grupo político: a multidão. Sem o controle da lei, a democracia chega em sua forma extrema, que se assemelha ao tirano composto por muitos cidadãos. Considerando os elogios e as críticas de Aristóteles à democracia, notamos uma relação ambígua com o regime e a relação da democracia com a liberdade. Nesse encontro, desejamos aprofundar de que modo o pensador grego concebeu o regime, a lei, a justiça e a liberdade democrática.
Aula 3 – John Stuart Mill – O filósofo britânico tinha uma visão progressista em relação à democracia. Para o autor, ela representava a melhor forma de governo porque promovia a liberdade individual, incentivava o desenvolvimento das capacidades morais e intelectuais dos cidadãos e era um meio de alcançar o maior bem-estar para o maior número de pessoas. Dessa forma, a democracia, tal como praticada na Inglaterra vitoriana, poderia ser aprimorada por meio de reformas, como a educação cívica e a ampliação do sufrágio, entre outros mecanismos. Alguns desses mecanismos que visavam proteger as minorias contra a tirania da maioria foram bastante criticados e ainda são objetos pertinentes para nossa reflexão. Nesse encontro, trataremos pontos fundamentais da teoria da democracia representativa de Mill.

Ao longo do curso serão apontados e discutidos os pontos de convergência e diferenças fundamentais entre os autores.


Bibliografia:
MARAL, A. C.; GOMES, C. C. Aristóteles – Política. Introdução e revisão científica Raul M. Rosado Fernandes. Lisboa: Vega, 1998.
MILL, J. S. O Governo Representativo. Brasília. UNB, 1980.
__________. Sobre a Liberdade. Tradução Denise Bottmann. Porto Alegre. L&PM, 2018.
__________. Autobiografia. Tradução Alexandre Braga Massella. São Paulo. Iluminuras, 2007.
BRILHANTE, A.; ROCHA, F. Democracia e voto plural no pensamento político de John Stuart Mill. In: Ethic@ - Florianópolis, v.12, n.1, p. 53 – 65, jun. 2013.

DALAQUA, G. O desenvolvimento do Eu: ética, política e justiça em John Stuart Mill. Curitiba: Editora da Universidade Federal do Paraná, 2018.
OBER, Josiah. The Athenian revolution: essays on ancient Greek democracy and political theory. Princeton: Princeton University Press, 1996.
PATEMAN, C. Participação e teoria democrática. Trad. Luiz Rouanet. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
PITKIN, H. Representação: Palavras, Instituições e Ideias. São Paulo: Lua Nova, n. 67, pp. 263-269, 2006.
RACKHAM, Harris. Aristotle – Politics. Loeb Classical Library vol. XXI. Cambridge: Harvard University Press, 1944
RAMOS, Silvana de Souza. O conceito de democracia e experiência política da antiga Atenas. Cadernos de Ética e Filosofia Política, São Paulo, Brasil, v. 2, n. 37, p. 37–52, 2020. DOI: 10.11606/issn.1517-0128.v2i37p37-52. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/cefp/article/view/180418. Acesso em: 29 out. 2024.
ROBERTS, Jennifer T. Athens on trial: the antidemocratic tradition in Western thought. Princeton: Princeton University Press, 1994.
SARTORI, G. A teoria da democracia revisitada – o debate contemporâneo. São Paulo: Ática, 1994.
SILVA, E. John Stuart Mill on Education and Progress. Anglo Saxonica, No. 19, Issue 1, art. 10, pp. 1-17, 2021.
SIMÕES, M. John Stuart Mill e a liberdade. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
STARR, Chester G. O nascimento da democracia ateniense: A assembleia no século V. a.C. Trad. Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Odysseus Editora, 2005.
TIERNO, Patricio. Aristóteles: a teoria política da constituição e a deliberação. 2008. Tese (Doutorado em Ciência Política) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008. doi:10.11606/T.8.2008.tde-10022009-131156.
TOCQUEVILLE, A. A democracia na América. Livro II. Sentimentos e Opiniões. Tradução: Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
THOMPSON, D. [1940]. John Stuart Mill and representative government. Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1976.
URBINATI, N. Mill on Democracy: From the Athenian Polis to Representative Government. Chicago: University of Chicago Press, 2002.
VERNANT, Jean-Pierre. As origens do pensamento grego. Trad. Ísis Borges B. da Fonseca. 29ª ed. Rio de Janeiro: Difel, 2023.
WOLFF, Francis. Aristóteles e a política. Trad. Thereza Christina Ferreira Stummer, Lydia Araujo Watanabe. São Paulo: Discurso Editorial, 1999.
YOUNG, Iris. Representação política, identidade e minorias. São Paulo: Lua Nova, v. 67, pp. 139-190, 2006
ZINGANO, Marco. Ethica Nicomachea: A virtude moral (I.13 – III.8). São Paulo: Odysseus, 2008.
______. Ethica Nicomachea: As virtudes morais (III.9 – IV.15). São Paulo: Odysseus, 2020.
______. Ethica Nicomachea: Tratado da justiça (V.1 – 15). São Paulo: Odysseus, 2017.

Programa

Aula 1 - Processo natural ou antropogênico? paleoclimatologia e tempo geológico do sistema climático: das forçantes naturais às forçantes antropogênicas;

Aula 2 - Bases científicas das mudanças climáticas: da física e da matemática das mudanças climáticas até as questões históricas, geográficas e sociais dos feedbacks do sistema climático;

Aula 3 - Introdução ao debate marxista sobre as mudanças climáticas: conceitos gerais do sistema Terra e breve histórico do debate marxista; 

Aula 4 - O imperialismo ecológico, o capitalismo fóssil e a grande aceleração: as questões ambientais do começo do capitalismo, a apropriação dos combustíveis fósseis e as mudanças nos processos produtivos, a relação entre a grande aceleração e o complexo industrial-militar;

Aula 5 - Capitalismo verde ou green new deal: normatizações internacionais, ascensão do neoliberalismo e a grande aceleração;

Aula 6 - Financeirização do clima: a financeirização dos instrumentos de mitigação e adaptação climática;

Aula 7 - Negacionismo e “fascismo” climático: o desenvolvimento do negacionismo climático e a apropriação do debate pela direita;

Aula 8 - O que fazer? a subjetivação da culpa e da ansiedade climática e a necessidade de organização política.

Bibliografia:
ANGUS, Ian. Enfrentando o Antropoceno: Capitalismo fóssil e a crise do sistema terrestre. São Paulo, SP: Boitempo, 2023.
FOSTER, John Bellamy. A ecologia de Marx: materialismo e natureza. São Paulo: Expressão Popular, 2021.
IPCC. Climate Change 2021 – The Physical Science Basis: Working Group I Contribution to the Sixth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change. 1. ed. [S.l.]: Cambridge University Press, 2023.
MALM, Andreas. Fossil capital: the rise of steam power and the roots of global warming. London New York: Verso, 2016.
MALM, Andreas. White skin, black fuel: on the danger of fossil fascism. London ; New York: Verso, 2021.
MARQUES, Luiz. Capitalismo e colapso ambiental. Campinas: Editora da Unicamp, 2020.
MARX, Karl. O capital: crítica da economia política ; livro primeiro - o processo de produção do capital. São Paulo: Boitempo Editorial, 2015.
SAITO, Kohei. O ecossocialismo de Karl Marx: Capitalismo, natureza e a crítica inacabada à economia política. Tradução: Pedro Davoglio. São Paulo, SP: Boitempo, 2021.

Programa

Aula 1 – The Brazilian colonial past and the patriotic Romanticism of the Nitheroy generation
The first class will examine the generation of Brazilian writers who made a conscious effort of forging a literary tradition to the newly independent Brazilian nation. Through the examples of Gonçalves de Magalhães, Manuel de Araújo Porto-Alegre, and Joaquim Manuel de Macedo, we will discuss their literary and political performances within the monarchical regime as well as their efforts in creating the indigenous character as a national construct.

Aula 2 – The genesis of the Lusophone America: José de Alencar
This class will present José de Alencar’s critique of Indianist epic poetry and the rewriting of the history of the Portuguese Invasion of America in his Indianist novel Iracema (1865), through which Alencar proposes an allegory of the genesis of the Brazilian people.

Aula 3 – Gonçalves Dias: ethnography and critical subjectivity in the figuration of indigeneity
The third class will focus on the Indianist poetry by Gonçalves Dias. Dias expands the topic of national liberation in the configuration of indigenous heroism by adding the critical component of subjectivity. In his own figuration of the Indianist universe, Dias combines ethnographic materials and European literary frameworks in order to denounce the cruelty of the Portuguese exploitation of Brazil and the subsequent economic and moral decadence engendered by European actions.

Aula 4 – The abolitionist discourse in Castro Alves and the re-creation of the Palmares maroon settlement
Through Castro Alves’s abolitionist discourse, we will discuss the dignifying characterization of Afro-Brazilian heroic characters as a political effort to subvert hegemonic representation of minoritized groups, as well as the author’s political opposition to the monarchical regime in his defense of republicanism.

Aula 5 – Afro-Brazilian writers: Maria Firmina dos Reis and Luiz Gama
The last class will focus on two prominent Afro-Brazilian writers of the 19 th century: Maria Firmina dos Reis and Luiz Gama. Through their prose writings, we will discuss their unique perspective on Afro-Brazilian identities, the slavery system, and its detrimental effect on Brazilian society.

Bibliografia

ACKERMANN, Fritz. A obra poética de Antônio Gonçalves Dias. São Paulo: Conselho Estadual de Cultura, 1964.
ALENCAR, José de. Iracema: a legend of Brazil. Translated by Clifford E. Landers. Oxford: Oxford University Press, 2000.
______. Cartas sobre A confederação dos tamoyos. Rio de Janeiro: Empreza Typographica Nacional do Diario, 1856.
ALONSO, Angela. Flores, votos e balas. O movimento abolicionista brasileiro. (1868-88). São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
ALVES, Castro. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997.
______. The major abolitionist poems. Edited and translated by Amy A. Peterson. New York: Garland Publishing, 1990.
BETHELL, Leslie (ed.). Colonial Brazil. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 6. ed. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 2000.
CASTRO-KLAREN, Sara (ed.). A Companion to Latin American Literature and Culture. Oxford: Blackwell Publishing, 2008.
COSTA, Emília Viotti da. The Brazilian Empire: myths and histories. Revised edition. Chapel Hill: The University of North Carolina Press, 2000.
DIAS, Gonçalves. Poesia e prosa completas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1998.
DUARTE, Eduardo de Assis. Toward a concept of Afro-Brazilian Literature. Translated by Melissa E. Schindler and Adelaine LaGuardia. Obsidian: Literature in the African Diaspora. Vol. 13, no. 1, p. 97-122, 2012.
GOMES, Flávio. Palmares. Escravidão e liberdade no Atlântico Sul. São Paulo: Contexto, 2011 (E-book).
GOMES, Heloisa Toller. The uniqueness of the Brazilian case: a challenge for Postcolonial Studies. Postcolonial Studies, Vol. 14, No. 4, p. 405-413, 2011.
GRADEN, Dale. From slavery to freedom in Brazil: Bahia, 1835-1900. Albuquerque: University of New Mexico Press, 2006.
GUZMAN, Tracy Devine. Native and national in Brazil: indigeneity after independence. Chapel Hill: The University of North Carolina Press, 2013.
JOBIM, José Luís; ROCHA, João Cezar de Castro. Comparative Literature seen from Brazil. Revista Brasileira de Literatura Comparada, n. 30, 2017.
LUCAS, Fábio. Brazilian Poetry from the 1830s to the 1880s. The Cambridge History of Latin American Literature. Edited by Roberto Gonzalez Echevarría and Enrique Pupo-Walker. v. 3. The Cambridge History of Latin American Literature. Cambridge: Cambridge University Press, 1996. p. 69–82.
MAGALHÃES, D. J. A confederação dos tamoios. Organização Maria Eunice Moreira, Luís Bueno. Curitiba: UFPR, 2007.
MARQUES, Wilton José. Gonçalves Dias: o poeta na contramão. Literatura e escravidão no romantismo brasileiro. São Carlos: EDUFSCar, 2010.
REIS, Maria Firmina dos Reis. Ursula; A escrava. Florianópolis; Belo Horizonte: Editora Mulherres; PUC Minas, 2004.
SCHWARTZ, Stuart B. Slaves, peasants and rebels: reconsidering Brazilian slavery. Chicago: University of Illinois Press, 1996.
SOMMER, Doris. Foundational Fictions: The National Romances of Latin America. University of California Press, 1993.
TREECE, David. Exiles, allies, rebels: Brazil's Indianist Movement, Indigenist Politics, and the Imperial Nation-State. Westport, CT, and London: Greenwood Press, 2000.

Programa

Unidade 6 – Gramatica “imperativo” p144-149
Revisao: Unidades 4-6 p150-153

Unidade 7 – Vocabulario “festa” p154-156
Unidade 7 – Gramatica “futuro p157-162
Unidade 7 – Vocabulario “roupas” p162-167

Unidade 7 – Gramatica “pronomes pessoais” p168-173
Unidade 8 – Vocabulario “comida” p174-182
Unidade 8 – Gramatica “pronomes pessoais” p183-193

Unidade 9 – Vocabulario “educacao” p194-200
Unidade 9 – Vocabulario “profissoes” p201-205
Unidade 9 – Gramatica “preterito perfeito” p206-211
Unidade 9 – Gramatica “preterito perfeito” p211-213
Revisao: Unidades 7-9 p214-217

Programa

Semana 1: Explorando o Río de la Plata
Dia 1: Los Comentarios, de Alvar Núñez Cabeza de Vaca, e a junção Norte-Sul


Dia 2: La Argentina
El Jaber, Loreley. Un país malsano: la conquista del espacio en las crónicas del Río de la Plata: siglos XVI y

XVII. 1. ed. Ensayos críticos. Ciudad Autónoma de Buenos Aires. Beatriz Viterbo Editora, 2011.
DÍAZ DE GUZMÁN, Ruy. Historia argentina de descubrimiento, población y conquista de las provincias del
Río de la Plata. Disponível em: <http://bdh.bne.es/bnesearch/Search.do?>.
NÚÑEZ CABEZA DE VACA, Álvar. La relacion y comentarios del gouernador Aluar nuñez cabeça de vaca de
lo acaescido en las dos jornadas que hizo a las Indias. Valladolid: Francisco Fernandez de Cordoua, 1555.
Disponível em: <http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000092765&page=1>.


Semana 2: Os gêneros literários da época reformista.
Dia 3: A literatura burocrática no período reformista: Lazarillo de ciegos caminantes.
CARRIÓ DE LA VANDERA, Alonso. El lazarillo de ciegos caminantes. Caracas: Biblioteca Ayacucho, 1985.
CARILLA, Emilio, El libro de los misterios. El lazarillo de ciegos caminantes, Madrid, Gredos, 1976.
IGLESIA, Cristina & EL JABER, Loreley. Una patria literaria, volumen 1 de la Historia Crítica de la Literatura
Argentina. Buenos Aires: Emecé, 2014.
ZANETTI, Susana. "La trama de lectura y escritura en El lazarillo de ciegos caminantes". La dorada garra de la
lectura: Lectoras y lectores de novela en América Latina. Rosario: Beatriz Viterbo , 2002.


Dia 4: Novos setores sociais no teatro emergente: El amor de la estanciera.
El amor de la estanciera. In: SEIBEL, Beatriz (Org). Antología de obras de teatro argentino. Desde sus orígenes
a la actualidad. V. I. Buenos Aires: Instituto Nacional del Teatro, 2006.
BERTOLOTTI, Virginia. De los orígenes de gaucho: un vagabundo en fronteras inciertas. Revista de la Academia
Nacional de Letras, 1, 2, 2007.
PELLETIERI, Osvaldo. Historia del teatro argentino en Buenos Aires. Volumen I: El período de constitución
(1700-1884). Buenos Aires: Galerna, 2001.
PISANO, Juan Ignacio. El teatro gauchesco entre la Colonia y la Emancipación: rastros de una continuidad
olvidada. Iberoamericana, v. 18, n. 69, 2018.

Programa

Aula 1: Por que argumentamos?

Aula 2: Sobre o que argumentamos?

Aula 3: Como argumentamos?

Programa completo com bibliografia:


Aula 1: Por que argumentamos?
Distinção entre diferença de ponto de vista e argumentação.
Triunvirato: retórica, lógica e dialética e seus propósitos.
Bibliografia:
GONÇALVES-SEGUNDO, Paulo Roberto. Argumentação prática: teoria, método e análise. Campinas: Pontes Editores, 2025.
GONÇALVES-SEGUNDO, Paulo Roberto. O raciocínio argumentativo entre o lógico e o dialético: o modelo de Stephem Toulmin.
In: PIRIS, Eduardo Lopes; GRÁCIO, Rui Alexandre (orgs). Introdução às teorias da argumentação. Campinas: Pontes Editores, 2023, p. 51-88.
JOHNSON, Ralph H. Revisitando o triunvirato lógica/dialética/retórica. Tradução de Eduardo Lopes Piris e Paulo Roberto Gonçalves-Segundo. EID&A – Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, Ilhéus, n. 20, v. 1, p. 254- 273, 2020. DOI: https://doi.org/10.17648/eidea-20-v1-2708.

Aula 2: Sobre o que argumentamos?
Questão argumentativa.
Tipos de questão (fechada ou aberta) e tipos de resposta (tese descritiva, avaliativa e prescritiva).
Bibliografia:
GONÇALVES-SEGUNDO, Paulo Roberto. Argumentação prática: teoria, método e análise. Campinas: Pontes Editores, 2025.
GONÇALVES-SEGUNDO, Paulo Roberto. Afinal, o que é um argumento? Linha D’Água: São Paulo, v. 37, n. 01, p. 197-227, 2024. DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2236-4242.v37i1p197-227.
GONCALVES-SEGUNDO, Paulo Roberto. A configuração funcional da argumentação epistêmica: uma releitura do layout de Toulmin em perspectiva multidisciplinar. Bakhtiniana, Rev. Estud. Discurso [online], v. 15, n. 3, p. 236-266, 2020. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/2176-457347130.
GONÇALVES-SEGUNDO, Paulo Roberto. A configuração funcional da argumentação prática: uma releitura do layout de Fairclough & Fairclough (2012). EID&A – Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, Ilhéus, v. 2, n. 19, p. 109-137, 2019. DOI: https://doi.org/10.17648/eidea-19-v2-2498.
GRÁCIO, Rui Alexandre Lalanda Martins. Vocabulário Crítico de Argumentação. Coimbra: Grácio Editor, 2013.
PLANTIN, Christian. A argumentação: História, teorias, perspectivas. Tradução de Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2008[2005].

Aula 3: Como argumentamos?
Esquema Argumentativo.
Possibilidades de análise.
Bibliografia:
GONÇALVES-SEGUNDO, Paulo Roberto. Argumentação prática: teoria, método e análise. Campinas: Pontes Editores, 2025.
MACAGNO, Fabrizio; WALTON, Douglas. Argumentos de raciocínio prático: uma abordagem modular. Tradução: Paulo Roberto Gonçalves-Segundo, Gabriel Isola-Lanzoni, Lucas Pereira da Silva e Winola Weiss Pires Cunha. EID&A – Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, Ilhéus, v. 19, n. 1, p. 140-184, 2019. DOI: https://doi.org/10.17648/eidea-19- 2448.
PERELMAN, Chaïm; OLBRECHTS-TYTECA, Lucie. Tratado da argumentação: A nova retórica. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
WALTON, Douglas. Fundamentals of Critical Argumentation. New York: Cambridge University Press, 2006.
WALTON, Douglas; REED, Christopher; MACAGNO, Fabrizio. Argumentation Schemes. Cambridge: Cambridge University Press, 2008.
WALTON, Douglas; MACAGNO, Fabrizio. A classification system for argumentation schemes. Argument & Computation, Amsterdam, v. 6, n. 3, p. 219–245, 2016. DOI: https://doi.org/10.1080/19462166.2015.1123772.

Programa

Aula 1 – 11/09/2025 (quinta-feira).
Palestra sobre álbum musical com especialista convidado(a).

Aula 2 – 23/09/2025 (terça-feira).
Palestra sobre álbum musical com especialista convidado(a).

Aula 3 – 09/10/2025 (quinta-feira).
Palestra sobre álbum musical com especialista convidado(a).

Aula 4 – 21/10/2025 (terça-feira).
Palestra sobre álbum musical com especialista convidado(a).

Aula 5 – 04/11/2025 (terça-feira)
Palestra sobre álbum musical com especialista convidado(a).

Aula 6 – 18/11/2025 (terça-feira)
Palestra sobre álbum musical com especialista convidado(a).

Aula 7 – 02/12/2025 (terça-feira)
Palestra sobre álbum musical com especialista convidado(a).

Bibliografia básica:

ADORNO, Theodor. Introdução à sociologia da música: doze preleções teóricas. São Paulo: Ed. UNESP, 2011.
CONTIER, Arnaldo Daraya. “Edu Lobo e Carlos Lyra: o nacional e o popular na canção de protesto (os anos 1960)”, Revista Brasileira de História, São Paulo, USP, v. 18, n.º 35, p. 13-52, 1998.
DIAS, Márcia Tosta. Os donos da voz: indústria fonográfica brasileira e mundialização da cultura. São Paulo: Boitempo, 2000.
DINIZ, Sheyla Castro. “... De tudo que a gente sonhou”: amigos e canções do Clube da Esquina. São Paulo: Intermeios/Fapesp, 2017.
_______. Desbundados e marginais: MPB e contracultura nos “anos de chumbo” (1969-1974). Tese de doutorado em
Sociologia, Campinas, Unicamp, 2017.
FAVARETTO, Celso Fernando. Tropicália, alegoria, alegria. 4.ª ed. Cotia: Ateliê, 2007.
FERNANDES, Dmitri Cerboncini; SANDRONI, Carlos (orgs.). Música e Ciências Sociais: para além do descompasso entre arte e ciência. Curitiba: Prismas, 2016.
FRITH, Simon. Performing rites: evaluating popular music. New York/Oxford: Oxford University Press, 1998.
GARCIA, Walter. Melancolias, mercadorias: Dorival Caymmi, Chico Buarque, o pregão de rua e a canção popular comercial no Brasil. Cotia/SP: Ateliê Editorial, 2013.
_______. Bim bom: a tradição sem conflitos de João Gilberto. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
MAMMÌ, Lorenzo. “A era do disco”. In: A fugitiva: ensaios sobre música. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 104-124.
MIDDLETON, Richard. Studying popular music. London: Open University Press, 1990.
MOLINA, Sérgio. Música de montagem: a composição de música popular no pós-1967. São Paulo: É Realizações, 2017.
MORAES, José Geraldo Vinci. “História e Música: a canção popular e o conhecimento histórico”, Revista Brasileira de
História, São Paulo, v. 20, n.º 39, 2000.
______; SALIBA, Elias Thomé (orgs.). História e música no Brasil. São Paulo: Alameda, 2010.
MORELLI, Rita. Indústria fonográfica: um estudo antropológico. 2ª ed. Campinas: Ed. Unicamp, 2009.
NAPOLITANO, Marcos. “Seguindo a canção”: engajamento político e indústria cultural na MPB (1959-1969). São Paulo:
Annablume/FAPESP, 2001.
_______. Síncope das ideias: a questão da tradição na música popular brasileira. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2007.
_______. História e música: história cultural da música popular. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
NAVES, Santuza Cambraia. Canção popular no Brasil: a canção crítica. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
NOBRE, Marcos; ZAN, José Roberto. “A vida após a morte da canção”, Serrote, São Paulo, n.º 6, nov. 2010. Disponível:
https://www.revistaserrote.com.br/2011/07/a-vida-apos-a-morte-da-cancao/. Acesso: 10 abr. 2021.
OLIVEIRA, Acauam. O fim da canção? Racionais MC’s como efeito colateral do sistema cancional brasileiro. Tese de
doutorado em Literatura brasileira, FFLCH, USP, 2015.
ORTIZ, Renato. A moderna tradição brasileira: cultura brasileira e indústria cultural. São Paulo, Brasiliense, 2011.
PARANHOS, Adalberto. “A música popular e a dança dos sentidos: distintas faces do mesmo”, ArtCultura, n.º 9,
Uberlândia, Edufu, jul./dez., 2004, p. 22-31.
RIDENTI, Marcelo. Em busca do povo brasileiro: artistas da revolução, do CPC à era da TV. Rio de Janeiro: Record, 2000.
SANDRONI, Carlos. Feitiço decente: transformações do samba no Rio de Janeiro, 1917-1933. Rio de Janeiro: Jorge Zahar/Ed. UFRJ, 2001.
_______. “Adeus à MPB”. In: CAVALCANTI, Berenice; STARLING, Heloísa; EISENBERG, José (orgs.). Decantando a
República: inventário histórico e politico da canção popular moderna brasileira – Outras conversas sobre os jeitos da
canção (v. 1). Rio de Janeiro: Nova Fronteira; São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2004, p. 24-35.
TAGG, Philip. “Análise musical para ‘não-musos’: a percepção popular como base para a compreensão de estruturas e
significados musicais”, Per musi, Belo Horizonte, n.º 23, 2011.
TATIT, Luiz. O século da canção. Cotia: Ateliê, 2004.
TRAVASSOS, Elizabeth. ULHÔA, Martha; OCHOA, Ana Maria (orgs.). Música popular na América Latina: pontos de escuta. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2005, p. 94-111.
WAIZBORT, Leopoldo. “Fonográfico”, Novos Estudos, v. 33, n.º 2, São Paulo, jul. 2014, p. 27-46.
WILLIAMS, Raymond. Cultura. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
WISNIK, José Miguel. O som e o sentido. uma outra história das músicas. 2.ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
_______. Sem receita: ensaios e canções. São Paulo: Publifolha, 2004.
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ZUMTHOR, Paul. Performance, recepção, leitura. São Paulo: EDUC, 2000.

Programa

AULA 1 (dia 03/03/26) – Apresentação do curso: dinâmica, conteúdo, leituras e bibliografia.
Crônica, um gênero literário híbrido.
Gênese, conceito, trajetória histórica e diferenças: América Latina e Brasil
Comentários sobre o texto: Cómo vi morir de sida a mi padre y a mi hermano /Como vi meu pai e meu irmão morrer de Aids (Dunia Orellana)
AULA 2 (dia 10/03/26) - O exercício contínuo de ler uma crônica.
Aspectos da leitura: questionamentos, desconfianças, dúvidas, reflexões e sensações.
Elementos literários da crônica: linguagem, vocabulário, tempos verbais, tempo, espaço, recursos estilísticos e narrador.
Comentários sobre o texto: El disfraz del Che / A fantasia do Che (June Fernández)
AULA 3 (dia 17/03/26) - Jornalismo literário e crônicas latino-americanas: um novo boom?
Comentários sobre os textos: Que mi mamá no se entere/Que minha mãe não fique sabendo (Carla Gloria Colomè) e Cama adentro/ Morando no emprego (Natalia Sánchez Loaysa)
AULA 4 (dia 24/03/26) - Aspectos jornalísticos: noção de realidade, jornalismo, pesquisa, observação reportagem, dados e escrita.
Comentários sobre o texto: Totonicapán, un bosque (Andrea Ixchíu)

Referências bibliográficas:
ANGULO EGEA, María; AGUILAR GUZMÁN, Marcela (orgs.). Criaturas fenomenales: antología de nuevas cronistas. Buenos Aires: Marea Editorial, 2023.
_______________, M. Crónica y mirada: aproximaciones al periodismo narrativo Angulo Egea, María. Crónica y mirada. Fragua, 2014.
ARRIGUCCI, Davi. Fragmentos sobre a crônica Folha de S. Paulo, 1º de maio de 1987 em coletâneas e no Portal da Crônica Brasileira.
CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: Vários escritos. 5ª ed. revista e ampliada. São Paulo: Duas Cidades; Ouro sobre Azul, 2004. p. 169–191.
________________. A. A vida ao rés-do-chão. In: A crônica: o gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil. Campinas/Rio de Janeiro: Ed. Da Unicamp/Fundação Casa de Rui Barbosa, 1992, p. 13-22.
____________, A. O direito à literatura. In: Vários escritos. 5ª ed. revista e ampliada. São Paulo: Duas Cidades; Ouro sobre Azul, 2004. p. 169–191.
CAPARRÓS, Martín. Por la crónica. Revista Etiqueta Negra, Lima, n. 39, 2006. Disponível em: https://etiquetanegra.com.pe/articulo/por-la-cronica.
DARRIGRANDI, C. (2013). Crónica latinoamericana: algunos apuntes sobre su estudio. Cuadernos de Literatura. http://web.b.ebscohost.com.upc.remotexs.
EGAN, Linda. Carlos Monsiváis Cultura y crónica en el México Contemporáneo. México: FCE, 2004.
GONZÁLEZ VEIGUELA, Lino, Diccionario de la crónica hispanoamericana», http://www.fronterad.com/?q=diccionario-cronica-hispanoamericana, 2012.
PEREIRA, Edvaldo. Páginas Ampliadas: O livro-reportagem como extensão do jornalismo e da literatura. Campinas: UNICAMP, 1995.
ROTKER, Susana. La invención de la crónica. México: FCE Fundación para un Nuevo Periodismo Iberoamericano, 2005.
SÁ, J. A crônica. Série Princípios. São Paulo: Ática, 1985.
VILLANUEVA CHANG, Júlio. El que enciende la luz. Revista El Malpensante, Bogotá, n. 74, 27 jan. 2021. Disponível em: https://elmalpensante.com/articulo/358/el-que-enciende-la-luz.
VILLORO, Juan. La crónica, ornitorrinco de la prosa. Prólogo do livro Safari accidental. Disponível em: https://premioggm.org/noticias/2022/09/juan-villoro-la-cronica-ornitorr…

Programa

  • O curso abordará as múltiplas interseções entre o fazer literário e a tradução. Uma série de palestras de escritores, tradutores e professores de literatura permitirá diferentes enfoques do tema, como o papel do tradutor como autor, as correspondências entre o processo criativo da literatura e da tradução, a atividade tradutória de poetas e a importância da recepção da literatura traduzida na obra de escritores. A sequência de palestras será entremeada por aulas elucidativas, que garantirão a continuidade temática do curso. 
     
    07/04 Introdução ao tema da criação literária e da tradução
    Por Simone Homem de Mello
     
    14/04 SEMANA SANTA
     
    21/04 TIRADENTES
     
    28/04 A recriação nas obras clássicas
    Por Álvaro Faleiros e André Malta 
     
    05/05 A tradução e a composição musical
    Por Carlos Rennó e Nelson Ascher
     
    12/05 O autor implícito na literatura e na tradução
    Por Simone Homem de Mello
     
    19/05 O autor-tradutor na poesia e na prosa narrativa
    Por Horácio Costa e Luis Krausz 
     
    26/05 Tradução e adaptação de padrões formais em poesia
    Por Marcelo Tápia 
     
    02/06 A adaptação literária como reescritura
    Por Donaldo Schüler e Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa
     
    09/06 Tradução e recriação. Conclusão do curso.
    Por Marcelo Tápia 
     
    Bibliografia de referência 
     
    ALMEIDA, Guilherme de. Poetas de França.1ª edição, 1936 / 5ª edição – São Paulo: Babel, 2011. 
    __________________. Paralelamente a Paul Verlaine. São Paulo: Martins, 1944. 
    __________________. Flores das “Flores do mal” de Baudelaire. São Paulo: Editora 34, 2010. 
    ARROJO, Rosemary. Oficina de Tradução. São Paulo: Ática, 2003. 
    ____________. Tradução, desconstrução e psicanálise. Rio de Janeiro: Imago, 1993. 
    ASCHER. Nelson Ascher: Introdução a Poesia Alheia. 124 poemas traduzidos. Rio de Janeiro: Imago, 1998. 
    BENJAMIN, Walter. “A tarefa do tradutor”. In: Cadernos do Mestrado. Rio de Janeiro: 
    Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 1992. 
    BRITTO, P. H. “Para uma avaliação mais objetiva das traduções de poesia”. In: KRAUSE, Gustavo B. As margens da tradução. Rio de Janeiro: FAPERJ/Caetés/UERJ, 2002. 
    _________. “Desconstruir para quê?”. In: Cadernos de tradução, vol. 2. Florianópolis: UFSC, 2001. 
    _________. “Fidelidade em tradução poética: o caso Donne”. In: Revista Terceira margem, no 15, julho-dezembro de 2006, pp. 239-254. Rio de Janeiro: 2006. 
    BUFFAGNI, Claudia; GARZELLI, Beatrice; ZANOTTI, Serenella (org.). The Translator as Author. Perspectives on Literary Translation. Münster: LIT Verlag, 2011. 
    CAMPOS, Haroldo de. “A língua pura na teoria da tradução de Walter Benjamin”. In: Tápia, Marcelo; Nóbrega, Thelma M. (org.). Haroldo de Campos - Transcriação. São Paulo: Perspectiva, 2013. 
    ________________. “A palavra vermelha de Hölderlin”. In: A arte no horizonte do provável. São Paulo: Perspectiva, 1975.
    ––––––––––––––––. Bere’shith – A cena da origem. São Paulo: Perspectiva, 1993. 
    ________________. “Da tradução à transficcionalidade”. In: Tápia, Marcelo; Nóbrega, Thelma M. (org.)., op. cit. 
    ________________. “Da tradução como criação e como crítica”. In: Tápia, Marcelo; Nóbrega, Thelma M. (org.), op. cit. 
    –––––––––––––––– “Da transcriação: poética e semiótica da operação tradutora.” In: In: Tápia, Marcelo; Nóbrega, Thelma M. (org.), op. cit. 
    ¬¬¬¬¬¬––––––––––––––––. “Transluciferação mefistofáustica”. In: Deus e o diabo no Fausto de Goethe. São Paulo: Perspectiva, 1981. 
    ________________ ; Vieira, Trajano. Mênis: A ira de Aquiles. São Paulo: Perspectiva, 1994. 
    –––––––––––––––– Odisseia de Homero – Fragmentos. Organização: Ivan de Campos e Marcelo Tápia. Apresentação: Trajano Vieira. São Paulo: Olavobrás, 2006. 
    –––––––––––––––– “Para transcriar a Ilíada”. Revista USP no12, dez.-jan.- fev. 1991-1992. ________________. “Paul Valéry e a poética da tradução”. In: Tápia, Marcelo; Nóbrega, Thelma M. (org.), op. cit. 
    ________________. “Tradução, ideologia e história". In: Tápia, Marcelo; Nóbrega, Thelma M. (org.), op. cit. 
    FALEIROS, Álvaro. Guilherme de Almeida e a tradução como forma. Plaquete. São Paulo: Casa Guilherme de Almeida, 2012. 
    FALEIROS, Álvaro. Traduzir o poema. Cotia: Ateliê Editorial, 2012. 
    GENTZLER, E. Contemporary translation theories. New York: Routledge, 1993.
    GUIMARÃES, Júlio Castañon. “Presença de Mallarmé no Brasil”. In: ______. Reescritas e esboços. Rio de Janeiro: Topbooks, 2010. 
    ISER, Wolfgang. “Problemas da teoria da literatura atual: o imaginário e os conceitos-chaves da época”. In: COSTA LIMA, Luiz. Teoria da literatura em suas fontes. 2ª edição. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983. 
    JAKOBSON, Roman. Linguística e comunicação. 6ª ed. São Paulo: Cultrix, 1973. 
    ______________. “O que fazem os poetas com as palavras”. In: Revista Colóquio Letras, 1973. 
    LARANJEIRA, Mário. Poética da tradução. São Paulo: Edusp / Fapesp, 2003). 
    LEVÝ, Jiři. "Translation as a Decision Process". In To Honor Roman Jakobson. The Hague: Mouton, II, 1967. 
    LEVÝ, Jiří. The Art of Translation. Amsterdam: John Benjamins, 2011. 
    MALTA, André. A selvagem perdição – Erro e ruína na Ilíada. São Paulo: Odysseus, 2006. 
    OLIVA NETO, João Angelo. “A Eneida em bom português: considerações sobre teoria e prática da tradução poética”. In: Simpósio de Estudos Clássicos da USP n. 2. São Paulo: Humanitas, 2007. 
    PERTEGHELLA, Manuela; LOFFREDO, Eugenia (org.). Translation And Creativity: Perspectives on Creative Writing and Translation Studies. London / New York: Continuum, 2006. 
    PIGNATARI, Décio. O que é comunicação poética. 8ª ed. São Paulo: Ateliê, 2005. 
    POUND, Ezra. ABC da literatura. Org. e apres. de Augusto de Campos. 3ª edição. São Paulo: Cultrix, 1977. 
    ____________. Teorias contemporaneas de la traducción. In: site da Universitat Rovira i Virgili. Tarragona (Catalunha, Espanha): 2011. 
    STEINER, G. Depois de Babel: questões de linguagem e tradução. Tradução de Carlos Alberto Faraco. Curitiba: UFPR, 2005. 
    TÁPIA, Marcelo. Diferentes percursos de tradução da épica homérica como paradigmas metodológicos de recriação poética – Um estudo propositivo sobre linguagem, poesia e tradução. Tese de doutorado, USP, 2012. 
    LAWRENCE, Venuti. The translator's invisibility. London / New York: Routledge, 1995. 
    VIEIRA, Trajano. “Introdução”. In: Campos, Haroldo de. Ilíada de Homero. São Paulo: Mandarim, 2002. 
    WINIFRED, N. The language poets use. London: The Athlone Press, 1972.