Programa

1. Introdução a Júlia Lopes de Almeida: biografia, obras e principais temáticas
2. A crônica: Júlia Lopes discute o espaço público
3. O conto: espaços domésticos em Ânsia Eterna (1903)
4. O romance A falência (1901): possibilidades de leitura

BIBLIOGRAFIA

ALMEIDA, Júlia Lopes de. (Aut.); NEVES, Rodrigo Jorge Ribeiro. (Col.). Contos e novelas. São Paulo: Hedra, 2021.
ALMEIDA, Júlia Lopes de. A Falência. São Paulo: Penguin, 2019.
BROCA, Brito. A vida literária no Brasil - 1900. Rio de Janeiro: José Olympio, 2005.
CANDIDO, Antonio (et al.). A crônica: o gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil. Campinas, SP: Editora da UNICAMP; Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1992.
COMPAGNON, Antoine. O Demônio da Teoria - Literatura e senso comum. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999.
DEL PRIORE, Mary (org.) História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 2004.
EISENHART, Vanina. Primeira-Dama Tropical: A cidade e o corpo feminino na ficção de Júlia Lopes de Almeida. Califórnia, Mester, 2006.
ENGEL, Magali Gouveia. Júlia Lopes de Almeida: Uma mulher fora de seu tempo?. La manzana de la discordia, Año 2, No. 8, p. 25- 32, Diciembre, 2009.
GARZONI, Lerice de Castro. Feminismo e Racismo no romance A intrusa de Júlia Lopes de Almeida. Revista Grafía, Vol. 11, N° 1, p. 44-60, enero-junio, 2014.
GRANJA, Lúcia. Crônica. Chronique. Crónica. Florianópolis, Revista da Anpoll, nº 38, p. 86-100, Jan./Jun., 2015.
MORTATTI, Maria do Rosário Longo. Na história do ensino da literatura no Brasil: problemas e possibilidades para o século XXI. Educar em Revista, Curitiba: Ed. UFPR, n.52, p.23-43, abr./jun. 2014.
PETIT, Michèle. Ler o mundo: experiéncias de transmissäo cultural nos dias de hoje. Säo Paulo: Editora 34, 2019 (1º Edição).
SUASSUNA, L.; NÓBREGA, J. E como anda o ensino de literatura brasileira? Um estudo de práticas nos níveis fundamental e médio. Revista Desenredo, v. 9, n. 1, 11.
TREVISAN, Gabriela Simonetti. A escrita feminista de Júlia Lopes de Almeida. São paulo: Intermeios, 2021.

Programa

Aula 1: Contextualização do espaço literário francófono
Aula 2: Trajetória, reflexões (artigos e entrevistas), e trechos traduzidos de obras
Aula 3: Ironia, paródia e modernidade: leitura de Tituba, bruxa negra de Salem
Aula 4: Ensaio memorialístico: leitura de O coração que chora e que ri


Referência bibliográfica:

ANZALDÚA, Gloria. Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro
mundo. Tradução: Édna de Marco. Estudos feministas, v. 8, n. 1, 2000 [1981], p. 229-236.
BERNABÉ, Jean ; CHAMOISEAU, Patrick; CONFIANT, Raphael. Éloge de la Créolité. Paris
: Gallimard, 1993.
CÉSAIRE, Aimé. Cahier d’um Retour au Pays Natal, Diário de um Retorno ao País Natal.
Tradução: Lilian Pestre de Almeida. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2012.
CÉSAIRE, Aimé. Discurso sobre o colonialismo. Tradução: Noémia de Sousa. 1. ed. Lisboa:
Livraria Sá da Costa Editora, 1978.
COLLINS, Patricia Hill. Em direção a uma nova visão: raça, classe e gênero como categorias
de análise e conexão. Tradução: Júlia Clímaco. In: MORENO, Renata (org.). Reflexões e
práticas de transformação feminista. São Paulo: SOF, 2015.
CONDÉ, Maryse. Desirada. Chez Pocket, 1997.
CONDÉ, Maryse. La vie sans fards. Paris: Éditions Jean-Claude Lattès, 2012.
CONDÉ, Maryse. Liaison dangereuse. In: BRIS, Michel le; ROUAUD, Jean (Org.) Pour une littérature-monde. Éditions Gallimard, 2007.
CONDÉ, Maryse. Order, Disorder, Freedom, and the West Indian Writer. Yale University Press, v. 2,
n. 83, p. 121-135, 1993.
CONDÉ, Maryse. O coração que chora e que ri. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2022.
CONDÉ, Maryse. O evangelho do novo mundo. São Paulo: Rosa dos tempos, 2022.
CONDÉ, Maryse ; CARRUGGI, Noëlle. Maryse Condé, Rébellion et transgressions. Paris :
Karthala, 2015.
CONDÉ, Maryse; PFAFF, Françoise. Entretiens avec Maryse Condé. Paris: Karthala, 1993.
CONDÉ, Maryse. Nouveaux entretiens avec Maryse Condé. Paris: Karthala, 2016.
COTTILLE-FOLEY, Nora. Maryse Condé Entre Pulsion de Départ et Pulsion de Retour: Une
Réappropriation de L'Espace Antillais. Journal of Caribbean Literatures, v. 4, n. 2, p. 159-
165, 2006.
FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Tradução: Renato da Silveira. Salvador:
EDUFBA, 2008.
FANON, Frantz. Os condenados da Terra. Tradução: Serafim Ferreira. Lisboa: Editora
ULISSEIA, 1961.
FIGUEIREDO, Eurídice. Construção de identidades pós-coloniais na literatura antilhana. Niterói: EDUFF, 1998.
GLISSANT, Édouard. Espaço fechado, palavra aberta. Tradução: Diva Barbaro Damato.
Estudos Avançados, v. 3, n. 7, p. 159-169, 1989.
GLISSANT, Édouard. Introdução a uma poética da relação. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2005.
GLISSANT, Édouard. Le discours Antillais. [S.I.]. Éditions Gallimard, 1997 [1981].
GLISSANT, Édouard. Pela opacidade. Tradução: Henrique de Toledo Groke e Keila Prado Costa. Revista Criação & Crítica, n. 1, p. 53-55, 2008.
GLISSANT, Édouard. Solitaire et solidaire. In: BRIS, Michel; ROUAUD, Jean (org.). Pour une littérature-monde. Éditions Gallimard, 2007.
MOUDILENO, Lydie. De l’autobiographie au roman fantastique : itinéraires de Maryse Condé. In : CARRUGGI, Noëlle (org.). Maryse Condé, Rébellion et transgressions. Paris : Karthala, 2015.

Programa

Aula 1: Estar nos Mundos
Breve exposição conceitual e exercício prático.
Leitura: Corpo cênico, estado cênico de Eleonora Fabião.

Aula 2: Cosmoperformance
Apresentação de ações artísticas a partir do elo responsável entre as vidas (humanas e não humanas) e partilha do exercício prático.

Referências

ALICE, T. Petformances – Arte relacional como poéticas do cuidado para/com/por animais. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 2, n. 41, p. 1-20, 2021.DOI: 10.5965/1414573102412021e0125.
Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/20006.


BENJAMIN, Flaviana. A proposição cosmopolítica na obra de Jaider Esbell e Vó Bernal. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 1, n. 43, p. 1–19, 2022. DOI: 10.5965/1414573101432022e0115.
Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/21543.

BERGER, John. Por que olhar os animais?. São Paulo: Fósforo, 2021.

DANOWSKI, Deborah & VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Há mundo por vir? Ensaio sobre os medos e os fins. São Paulo: ISA, Cultura & Barbárie, 2014.

FABIAO, Eleonora. Corpo cênico, estado cênico. Contrapontos, Florianopolis , v. 10, n. 03, p. 321-326, dez. 2010 .
Disponível em http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-7114201…. acessos em 02 jun. 2024.

GOMBRICH, Ernst Hans. A História da arte. Rio De Janeiro: Editora LTC - Livros Técnicos e Científicos, 1993.

HARAWAY. Donna. Antropoceno, Capitaloceno, Plantationoceno, Chthuluceno: fazendo parentes. Trad. Susana Dias, Mara Verônica e Ana Godoy. ClimaCom – Vulnerabilidade [Online], Campinas, ano 3, n. 5, 2016.
Available from: https://climacom.mudancasclimaticas.net.br/antropoceno-capitaloceno-pla…

KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

LATOUR, Bruno. Diante de Gaia: Oito conferências sobre a natureza no Antropoceno. São Paulo: Ubu, 2020.

MANCUSO, Estefano. A revolução das plantas. São Paulo: Ubu, 2019.

MUNDURUKU, Daniel. Todas as coisas são pequenas. São Paulo: Arx, 2008.

PEREIRA, Arliene Stephanie Menezes. Aninhá vaguretê: corpo e simbologia no ritual do Torém dos índios Tremembé. Curitiba: Appris, 2020.

STENGERS, Isabelle. A proposição cosmopolítica. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, [S. l.], n. 69, p. 442-464, 2018.
DOI: 10.11606/issn.2316-901X.v0i69p442-464. Disponível em:
https://www.revistas.usp.br/rieb/article/view/145663. Acesso em: 13 jan. 2022.

SAAVEDRA, Carola. O mundo desdobrável: ensaios para depois do fim. Rio de Janeiro: Relicário, 2021.

ZUMTHOR, Paul. Performance, recepção e leitura. São Paulo: Ubu, 201

Entrevistas

Deborah Danowski
https://www.ihu.unisinos.br/categorias/159-entrevistas/585821-ha-mundo-…

 

Programa

Aula 1 (06/02): Marxismo e Estudos da Tradução: tecendo relações

Aula 2 (11/02): Estudos de tradução na União Soviética

Aula 3 (13/02): Estudos sociológicos da tradução: trabalho, trabalhadoras/es e fluxos de tradução

Aula 4 (18/02): Marxismo feminista: tradutoras e traduções no Brasil

Aula 5 (20/02): Tradução e luta de classes: Gramsci tradutor e pensador da tradutibilidade

Bibliografia:
Aula 1: Marxismo e Estudos da Tradução: tecendo relações
MARX, Karl. Prefácios. In. O Capital, vols. I e II. São Paulo: Abril, 1996. Tradução de Flávio Kothe e Régis Barbosa.
TYMOCZKO, Maria. Translation and political engagement. The Translator, v. 6, n. 1, 2000.
SECCO, Lincoln. Os Cadernos de Gramsci ou Pequena história acerca de como se salva um Livro. Blog da Boitempo, 5 de agosto de 2011.

Aula 2: Estudos de tradução na União Soviética
DARMAROS, Marina. Mercado editorial e tradutor na URSS. In: Caso Jorge Amado: O poder soviético e a publicação de Gabriela, Cravo e Canela. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. pp. 20-91. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8155/tde-28022020-150719/p….
TIHANOV, Galin. “Guerra, Revolução e Literatura Universal”. Trad. Danilo Hora. In: V. Chklóvski, Viagem sentimental. São Paulo: Editora 34, 2018, pp. 390–401.

Aula 3: Estudos sociológicos da tradução: trabalho, trabalhadoras/es e fluxos de tradução
CHAMBERLAIN, Lori. Gênero e a metafórica da tradução. In. P. Ottoni, Tradução: a prática da diferença. Campinas: Fapesp/Unicamp, 1998 [1988]. Tradução de Norma Viscardi.
MHEREB, Maria Teresa. Gênero e divisão do trabalho: o caso da poesia traduzida no Brasil. Revista Belas Infiéis, v. 11, n. 2, 2022. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/belasinfieis/article/view/41365.
VENTOSA, Carmen Francí. La feminización del ejercicio profesional de la traducción editorial: entre la precariedad y el entusiasmo. Transfer, v. 15, n. 1–2, 2020.

Aula 4: Marxismo feminista: tradutoras e traduções no Brasil
ALVARENGA, Ana França et al. Coletivo Sycorax: desdobramentos de práticas feministas de tradução. Revista Belas Infiéis, v. 11, n. 2, 2022. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/belasinfieis/article/view/41253.
COLETIVO SYCORAX. Nota das tradutoras. In. Silvia Federici, Reencantando o mundo: feminismo e a política dos comuns. São Paulo: Elefante, 2022. Disponível em: http://coletivosycorax.org/wp-content/uploads/2022/12/Reencantandoomund…
CASTRO, Olga; SPOTURNO, Maria Laura. Feminismos y traducción: apuntes conceptuales y metodológicos para una traductología feminista transnacional. Mutatis Mutandis, v. 13, n. 1, 2020. Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/mutatismutandis/article/view/340….

Aula 5: Tradução e luta de classes: Gramsci tradutor e pensador da tradutibilidade
BIANCHI, Álvaro. Introdução: Um sardo no mundo grande e terrível. Gramsci entre dois mundos: política e tradução. São Paulo: Autonomia Literária, 2021.
LIGUORI, Guido; VOZA, Pascale. Dicionário Gramsciano. São Paulo: Boitempo, 2020. Tradução de Ana Maria Chiarini; Diego S. C. Ferreira; Leandro de O. Galastri e Sílvia de Bernardinis. *Verbetes: “Tradução” e “Tradutibilidade”.
GRAMSCI, Antonio. Tradutibilidade das linguagens científicas e filosóficas. In. Cadernos do Cárcere, vol. 1. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2023. Tradução de Carlos Nelson Coutinho.

Bibliografia complementar:


BAER, Brian James. Translation and the making of modern Russian literature. Nova York: Bloomsbury Academic, 2016. (Literatures, cultures, translation).
BIANCHI, Álvaro. Gramsci entre dois mundos: política e tradução. São Paulo: Autonomia Literária, 2021.
BIANCHI, Álvaro. Tradução e circulação: por uma história global do pensamento político. IX Encontro da ABCP, Belo Horizonte, 2016. Disponível em: (PDF) BIANCHI, Alvaro. Circulação e tradução: para uma história global do pensamento político. IX encontro da ABCP, Belo Horizonte, 2016 (researchgate.net)
BORGHESE, Lucia. Tia Alene in bicicletta: Gramsci traduttore dal tedesco e teorico della traduzione. Belfagor, v. 26, n. 6, 1981. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/26145074.
BOURDIEU, Pierre. As condições sociais da circulação internacional das ideias. Revista Enfoques, 2002 [1988]. Tradução de Fernanda Abreu.
CAMPOS, Augusto de. Patrícia Galvão: vida-obra. São Paulo: Brasiliense, 1982.
CAMPOS, Haroldo de. A operação dos cinco sentidos. São Paulo: Iluminuras, 2013.
CAMPOS, Haroldo de. Da tradução como criação e como crítica. In. Metalinguagem e outras metas. São Paulo: Perspectiva, 1992.
CHAMBERLAIN, Lori. Gender and the metaphorics of translation. Signs, v. 13, n. 3, 1988. Disponível em: http://www.jstor.com/stable/3174168.
CHESTERMAN, A. Memes of translation: the spread of ideas in translation theory. Amsterdam/Philadelphia: John Benjamins, 1997.
COLETIVO SYCORAX. Nota das tradutoras. In: Silvia Federici, O ponto zero da revolução: trabalho doméstico, reprodução e luta feminista. São Paulo: Elefante, 2019. Disponível em:
http://coletivosycorax.org/wp-content/uploads/2019/09/Opontozerodarevol…
COLETIVO SYCORAX. Nota das tradutoras. In: Silvia Federici, Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo: Elefante, 2019. Disponível em: http://coletivosycorax.org/wp-content/uploads/2019/09/CALIBA_E_A_BRUXA_…
COLETIVO SYCORAX. Nota das tradutoras. In. Silvia Federici, Reencantando o mundo: feminismo e a política dos comuns. São Paulo: Elefante, 2022. Disponível em: http://coletivosycorax.org/wp-content/uploads/2022/12/Reencantandoomund…
DARMAROS, Marina. Caso Jorge Amado: O poder soviético e a publicação de Gabriela, Cravo e Canela. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8155/tde-28022020-150719/p…
GRAMSCI, Antonio. Quaderni di traduzioni – 1929-1932 (vol. 1 e 2). Roma: Instituto della Enciclopedia Italiana, 2007.
GRAMSCI, Antonio. Tradutibilidade das linguagens científicas e filosóficas. In. Cadernos do cárcere, vol. I. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2023. Tradução de Carlos Nelson Coutinho.
HOLMES, Rachel. Eleanor Marx: uma vida. São Paulo: Expressão Popular, 2021. Tradução de Cecília Farias, Letícia Bergamini, Lia Urbini.
IVES, Peter. Gramsci's Politics of Language. Toronto: University of Toronto Press, 2006.
LIGUORI, Guido; VOZA, Pascale. Dicionário Gramsciano. São Paulo: Boitempo, 2020. Tradução de Ana Maria Chiarini; Diego S. C. Ferreira; Leandro de O. Galastri e Sílvia de Bernardinis. *Verbetes: “Tradução” e “Tradutibilidade”.
MARX, Eleanor. Obra completa. São Paulo: Aetia, 2021. Tradução de Felipe Vale da Silva.
MARX, Karl. O Capital, vols. I e II. São Paulo: Abril, 1996. Tradução de Flávio Kothe e Régis Barbosa.
MHEREB, Maria Teresa. Divisão sexual do trabalho e direcionalidade dos fluxos de tradução: um estudo sobre o romance traduzido no Brasil. In: A. Faleiros et al, Tradução em Relação: espaços de transformação. Campinas: Mercado de Letras, 2021.
MHEREB, Maria Teresa. Apresentação ao Dossiê Sylvia Pankhurst. Lucía - Revista Feminista de Cultura Visual e Tradução. Disponível em: https://www.marxists.org/portugues/pankhurst/1914/03/08.pdf.
MITTMANN, Solange. A tradução militante feminista e o silêncio. Línguas e instrumentos linguísticos, v. 25, n. especial. Campinas: Unicamp, 2022. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/42-53.
MÖSER, Cornelia. Traduire, c’est produire. GLAD!, v. 9, 2020. Disponível em: https://journals.openedition.org/glad/1991#tocto1n1.
RESIS, Albert. Das Kapital Comes to Russia. Slavic Review, v. 29, n. 2, p. 219–237, 1970. Disponível em: https://www.cambridge.org/core/product/identifier/S0037677900144924/typ…. Acesso em: 5 nov. 2023.
ROSAS, Cecília et al. Conjurar traducciones: la traducción colectiva de ‘Caliban and the Witch’ al portugués brasileño como estrategia feminista transnacional. Revista Mutatis Mutandis, vol. 13, n. 1, Medellín, 2020. Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/mutatismutandis/article/view/341….
SPIVAK, Gayatri Chakravorty. The Politics of Translation. In. Outside the Teaching Machine. Nova York: Routledge, 1993.
TIHANOV, Galin. Guerra, Revolução e Literatura Universal. In: V. Chklóvski, Viagem sentimental. Trad. Danilo Hora. São Paulo: Editora 34, 2018, p. 390–401.
VENTOSA, Carmen Francí. La feminización del ejercicio profesional de la traducción editorial: entre la precariedad y el entusiasmo. Transfer, v. 15, n. 1–2, 2020. Disponível em: https://revistes.ub.edu/index.php/transfer/article/view/30195.
VENUTI, Lawrence. Introdução. In. A invisibilidade do tradutor. São Paulo: Editora Unesp, 2021. Tradução de Valéria Biondo, Laureano Pellegrin, Lucinéia Marcelino Villela, Marileide Dias Esqueda.
VON FLOTOW, Luise. Tradução feminista: contextos, práticas e teorias. Cadernos de Tradução, v. 41, n. 2, 2021. Tradução de Ofir B. de Aguiar e Lilian Virginia Porto. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/traducao/article/view/75949.

Programa

 
APRESENTAÇÃO 
O Programa “Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem Mediada de Geografia para a Educação Básica” com 80 horas é uma iniciativa a partir do Laboratório de Ensino e Material Didático (LEMADI) do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Trata-se de um espaço de atualização para professores de Geografia da Educação Básica da esfera pública. 
Como espaço de atualização visa disponibilizar o progresso do conhecimento na área técnica, científica e acadêmica de Geografia; e, explorar modalidades de abordagens didáticas junto a profissionais da educação pública para a valorização permanente dos saberes docentes no ensino de Geografia. 
Além disso, visa cumprir com um dos pilares da Universidade de São Paulo de prestar serviços relevantes a comunidade. 
 
JUSTIFICATIVA 
Trata-se da décima edição do Programa que já se realiza desde 2009 e que se justifica pelo público a que se destina, constituído pelos professores de Geografia que atuam na educação pública visando um universo muito importante na sociedade que é a maioria da população em idade escolar. 
Sabemos que, para dar conta das necessidades contemporâneas da educação no seu cotidiano profissional, aos professores é necessário continuar a oferecer a possibilidade de atualização permanente que oportunize ao mesmo tempo um espaço de reflexão sobre sua própria prática e sobre o ambiente em que se desenvolve esta prática – a escola, além do compartilhamento de suas experiências que envolvem mudanças e apropriação de inovações. 
A concepção desse curso tem uma perspectiva multidisciplinar e considera que atualmente é fundamental pensar a Educação de modo integrado incluindo a própria Universidade como uma Instituição que está voltada para a dinâmica, o interesse e o desenvolvimento da Instituição Escolar. Espera-se que os participantes se sintam envolvidos no processo de busca de uma reestruturação pedagógica e curricular do ensino de Geografia quanto às abordagens relacionadas à Ciência Geográfica e às abordagens didáticas que o curso pretende enfocar. 
 
 
OBJETIVOS 
O Curso aqui proposto tem sua centralidade nos seguintes objetivos gerais: 
• Desenvolver atualização de professores no campo da ciência geográfica articulando aspectos científicos, técnicos, culturais e acadêmicos de temáticas contemporâneas de Geografia com a dimensão psico-pedagógica envolvida no processo de aprendizagem dessa ciência enquanto disciplina escolar. 
• Difundir a metodologia e a didática da Aprendizagem Mediada no ambiente educacional. 
• Identificar, analisar, delimitar e lidar com as interfaces entre a esfera cultural científico-acadêmica e a esfera das práticas sociais e discursivas da escola. 
Quanto às especificidades do Curso ora proposto temos os seguintes objetivos específicos: 
• Valorização dos saberes docentes e da reflexão sobre outros saberes que se produzem e circulam no ambiente escolar. 
• Reflexão sobre a prática docente e o papel do professor enquanto mediador da aprendizagem. 
• Difusão da metodologia de aprendizagem mediada como alternativa experimental para a prática docente na Educação Básica. 
• Apropriação de fundamentos teóricos para a organização do trabalho pedagógico com ênfase no planejamento da prática, na prática e na avaliação como momentos do ensino e aprendizagem. 
• Indicação de princípios e critérios que norteiam a relação professor e aluno. 
• Elaboração do mapa cognitivo da aula. 
• Modificação do ambiente aula. 
 
CARACTERIZAÇÃO DOS CURSISTAS 
O Curso se destina a professores de Geografia graduados em nível superior, com exercício no Ensino Fundamental e Médio e que atuem, na Educação Pública e Privada, estando aberto também a outros profissionais de educação que tenham interesse nas temáticas, teorias e metodologias envolvidas na abordagem adotada. A diversidade na formação dos participantes está sendo considerada na concepção e organização do curso. 
A seleção dos cursistas será realizada mediante comprovação de sua atuação na educação básica pública ou privada e as 50 vagas serão preenchidas conforme a ordem de inscrição considerando que 05 vagas serão gratuitas para 2 docente, 2 discente e 2 funcionário da Universidade, e 2 vagas destinadas a participação de interessados da 3ª idade. Os demais interessados deverão pagar uma taxa simbólica para cobrir os custos básicos operacionais de funcionamento do curso. 
 
ESTRUTURA CURRICULAR 
O Curso proposto está organizado em 10 Módulos presenciais que são independentes, porém articulados quanto à abordagem metodológica. Cada módulo é organizado com Encontros Temáticos e Oficinas Didáticas, em geral, na parte da tarde. 
 
MÓDULOS E EIXOS TEMÁTICOS 
Cada Módulo é orientado por um eixo temático aberto e amplo e cada Encontro aprofunda o eixo temático do Módulo e as Oficinas Didáticas oferecem os subsídios para as atividades que serão realizadas ao longo do Programa introduzindo, de maneira dinâmica, atividades e práticas orientadas pela Teoria da Experiência de Aprendizagem Mediada, de Reuven Feuerstein. 
A duração total do Curso é de 80 horas, distribuídas em 10 Módulos de 8 horas cada, totalizando 14 Encontros Temáticos e 6 Oficinas Didáticas, realizados sempre aos sábados, entre fevereiro e junho de 2017, conforme a sequência abaixo e o Cronograma que segue: 
Módulo 1 – Concepções de Aprendizagem e de Geografia no mundo contemporâneo 
Módulo 2 – Sociedade e Geografia I - com Oficina Didática. 
Módulo 3 – Natureza e Geografia I 
Módulo 4 – Natureza e Geografia II 
Módulo 5 – Sociedade e Geografia II – com Oficina Didática. 
Módulo 6 – Política, Economia e Geografia – com Oficina Didática. 
Módulo 7 – Cultura e Geografia – com Oficina Didática. 
Módulo 8 – Paisagem e Geografia 
Módulo 9 – Tecnologia, Linguagens, Cartografia e Geografia – com Oficina Didática 
Módulo 10 – Linguagem e Geografia: formação e uso de vocabulário específico – com Oficina Didática. 
 
CRONOGRAMA / CARGA HORÁRIA / DOCENTES - 2018 
 
 
03 de Fevereiro 
Módulo 1 - Concepções de Geografia e de Aprendizagem no mundo contemporâneo (8h) 
Docentes 
Encontro Temático I: Concepções de Aprendizagem e de Geografia (4h) 
Profª Drª Ana Maria Marques Camargo Marangoni -USP 
Oficina Didática: Concepções de Aprendizagem – Tendências atuais (4h) 
Prof. MS. Marcello Bulgarelli 
(Professor convidado) 
24 de Fevereiro 
Módulo 2 - Sociedade e Geografia I (8h) 
Docentes 
Encontro Temático II: A cidade e o campo (4h) 
Profª Drª Marta Inez Medeiros Marques 
Oficina Didática: A Prática Docente de Geografia - relações professor e alunos: a dimensão discursiva do professor. (4h) 
Profª Drª Maria Eliza Miranda -USP 
 
10 de março 
Módulo 3 – Natureza e Geografia I (8h) 
Docentes 
Encontro Temático III: Processos naturais - o relevo (4h) 
Prof. Dr. Jurandyr Ross - USP 
Continuação (4h) 
Prof. Dr. Fernando J. Nadal - USP 
24 de março 
Módulo 4 – Natureza e Geografia II (8h) 
Docentes 
Encontro Temático IV: Processos naturais - o clima, o solo e a vegetação (4h) 
Prof. Dr. Emerson Galvani - USP 
Profª Drª Deborah de Oliveira - USP 
Continuação (4h) 
Prof. Drª Maria Elisa S. Silva - USP 
 
07 de Abril 
Módulo 5 – Sociedade e Geografia II (8h) 
Docentes 
Encontro Temático V: A população – distribuição, movimentos e condições socioeconômicas (4h) 
Prof. Dr. Eduardo Donizeti Girotto - USP 
Oficina Didática: Contribuição da Filosofia e da Psicologia para o Ensino de Geografia (4h) 
Profª Drª Maria Eliza Miranda - USP 
28 de abril 
Módulo 6 – Política, Economia e Geografia (8h) 
Docentes 
Encontro Temático VI: Relações global/local (4h) 
Profª. Drª. Rita de C. A. Cruz - USP 
Oficina Didática: O Planejamento da Prática Docente Geografia (4h) 
Profª Drª M. Eliza Miranda - USP 
 
12 de Maio 
Módulo 7 – Cultura e Geografia (8h) 
Docentes 
Encontro Temático VII: Geografia e Diversidade (4h) 
Prof. Dr. Rodrigo Valverde - USP 
Oficina Didática: O ensino de Geografia na Educação Pública (4h) 
Profª Ms. Angélica Batista – USP (Professora convidada) 
26 de maio 
Módulo 8 – Paisagem e Geografia (8h) 
Docentes 
Encontro Temático VIII: Teoria Geográfica da Paisagem (4h) 
Prof. Dr. J. Bueno Conti - USP 
Oficina Didática: As bases da aprendizagem mediada: critérios de mediação e funções cognitivas (4h) Profª Drª Maria Eliza Miranda - USP 
 
09 de Junho 
Módulo 9 – Tecnologia, Linguagens e Cartografia (8h) 
Docentes 
Encontro Temático XI: A representação do espaço geográfico e a representação de relações (4h) 
Profª Drª Lígia Vizeu Barrozo - USP 
Oficina Didática: As diversas linguagens e o ensino de Geografia (4hs) Profª Drª Maria das Graças Lima 
(professora convidada) 
23 de junho 
Módulo 10 – Linguagem e Geografia: formação e uso de vocabulários específicos (8h) 
Docentes 
Encontro Temático X: O valor da Geografia no currículo escolar (4hs) 
Profª Drª Ana Maria M. Marangoni – USP 
Oficina Didática: Avaliação de Aprendizagem e Avaliação do Curso (4h) 
Profª Drª Maria Eliza Miranda – USP 
 
RECURSOS NECESSÁRIOS 
• Computador e datashow 
• Internet 
• Textos e outros materiais impressos 
• Papel craft (pardo) e pincéis atômicos coloridos 
• Materiais para o participante: pasta, caderno, bloco de anotações, caneta, lápis, borracha. 
• Café e açúcar 
 
AVALIAÇÃO DO CURSO 
A avaliação do curso será realizada conforme orientação, normas e instrumentos disponibilizados pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo com a aplicação de formulário próprio que será preenchido pelos participantes individualmente. Além disso, haverá a atividade individual e em grupos nas diversas Oficinas Didáticas previstas durante o Programa, conforme orientação no decorrer das mesmas e que será objeto de registro tipo Memorial de Desenvolvimento do Programa, elaborado individualmente pelos participantes na última Oficina Didática onde será realizado exercício de metacognição dos processos desenvolvidos, relacionados com os objetivos gerais e específicos estabelecidos para o Programa. 
 
BIBLIOGRAFIA 
Bibliografia de Apoio 
 
AB’SABER, A. N. (coord.). Educação e meio urbano in Geografia e Planejamento, 31, São Paulo: IG, 1978. 
ALVES, G. A. TV e vídeo: uma possibilidade de discussão de região in BOLETIM PAULISTA DE GEOGRAFIA, 79, São Paulo: Associação dos Geógrafos Brasileiros, 2003. (especial sobre ensino). 
AMIN, Samir. (coordenador) A crise do imperialismo. Rio de Janeiro, Graal, 1977. ANDERSON, J e VASCONCELLOS, R. Mapas para e por crianças: possíveis contribuições dos cartógrafos, Anais I Colóquio Cartografia para crianças, Rio Claro: LEMADI-DG-USP/ LEG-UNESP, 1995. 
AQUINO, J. G. Indisciplina na escola, alternativas. Teorias e Práticas. SP. Summus Ed. 1996. 
ARROYO, Leonardo - Literatura Infantil Brasileira. São Paulo, Melhoramentos, 1988. 
AZEVEDO, T. R.; TARIFA, J. R. (2001) "O ritmo semanal das atividades humanas e o clima na Região Metropolitana da Grande São Paulo" in GEOSUP, n.9. Departamento de Geografia, FFLCH, USP, São Paulo. 
BARATO, J. N. As demandas do saber técnico. In: BARATO, J. N. Escritos sobre tecnologia educacional & educação profissional. São Paulo: Ed. SENAC. São Paulo, 2002, p. 135-151. 
BARRETO, E. S. S. (org.) Os currículos do ensino fundamental para as escolas brasileiras. Campinas, SP. Ed. Autores Associados/Fund. Carlos Chagas, 1998. 
BECKER, Bertha K. Amazônia geopolítica na virada do III milênio. Rio de Janeiro: Garamond, 2004. 
BETTELHEIM, Bruno. Psicanálise dos Contos de Fadas. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1978. 
BOESCH, H. e CAROL, H. Princípios do conceito de Paisagem, in Boletim Geográfico, 27 (202): jan-fev, Rio de Janeiro, IBGE, 1968. 
CAMARANO, Ana Amélia e BELTRÃO, Kaizô I. Distribuição Espacial da População Brasileira: mudanças na segunda metade deste século. Texto para discussão. Rio de Janeiro: IPEA, 2000. 
CARLOS, A. F. A. (org.). A geografia em sala de aula, São Paulo: Contexto, 2001. 
CARLOS, Ana Fani A. e LEMOS, Inês G. (orgs.). Dilemas Urbanos: novas abordagens sobre a cidade. São Paulo: Contexto, 2003. 
CARLOS, Ana Fani A. e OLIVEIRA, Umbelino de (orgs.). Geografias de São Paulo, vol. 1: Representação e a crise da metrópole. São Paulo: Contexto, 2000. 
_______ e _______ (orgs.). Geografias de São Paulo, vol. 2: A metrópole do século XXI. São Paulo: Contexto, 2004. 
CHRISTOFOLETTI, A.- Geomorfologia. São Paulo, Edgard Blucher, 1972. 
CHRISTOFOLETTI, Antonio. (Org.) Perspectivas da Geografia. São Paulo, Difel, 1983. 
CLAVAL, Paul. Espaço e poder. Rio de Janeiro, Zahar, 1979. 
CONTI, José Bueno. A Geografia Física E As Relações Sociedade/Natureza No Mundo Tropical. São Paulo, Humanitas: FFLCH, 2002. 
COSTA, E. E. M. O Surgimento da Formação de Jovens Rurais por Alternância: história de uma pedagogia associada ao meio rural - as Casas Familiares Rurais. In: Fernando Curi Peres. 
COSTA, Wanderley M. O Estado e as políticas territoriais no Brasil. São Paulo, Contexto/EDUSP, 1988. 
DA SILVA, Francisco Carlos Teixeira, SANTOS, Raimundo e COSTA, Luiz Flávio de Carvalho. Mundo Rural e Política ensaios interdisciplinares. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 
GÕES, Lúcia Pimentel. Introdução à Literatura Infantil e Juvenil. S. Paulo, Pioneira, 1984. 
GUERRA & CUNHA (Ed.) - Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. Rio de janeiro, Bertrand Brasil, 1992. 
IBGE/IPEA et alii. Caracterização e Tendências da Rede Urbana no Brasil. Vol. 2. Campinas: UNICAMP, 2000. 
JACOBI, Pedro. Cidade e Meio Ambiente percepções e práticas em São Paulo. São Paulo: Annablume, 1999. 
KAYSER, B. O geógrafo e a pesquisa de campo in Seleção de textos 11, São Paulo: AGB, 1985. 
KUENZER, A. Z. Ensino Médio e Profissional: as políticas do estado neoliberal. São Paulo: Cortez, 1997. 
LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1996. 
MACHADO, Arlindo (coord.). Made in Brasil: três décadas do vídeo brasileiro. São Paulo: Itaú Cultural, 2003. 
MAGNOLI, Demétrio. O que é Geopolítica. São Paulo, Brasiliense, 1986. 
MARTINS, José de Souza (Coord.). Travessia. A vivência da reforma agrária nos assentamentos. Porto Alegre: UFRGS, 2003. 
MARTINS, Sérgio Régis Moreira – “A invenção do humor no espaço gráfico brasileiro". Tese de Doutorado. 
MARTONNE, E. De - O clima fator do relevo. Paris, Scientia, 339-355, 1913 (traduzido/AGB). 
MOFFITT, Michael. O dinheiro do mundo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1984. 
MONBEIG, P. Papel e valor do ensino de Geografia e de sua pesquisa. Boletim Carioca de Geografia, ano VII, números 1 e 2, Rio de Janeiro. 
MONTEIRO, C. A. F. (1990) "A cidade como processo derivador ambiental e estrutura geradora de um clima urbano" in Geosul, n.9. Departamento de Geociências, UFSC, Florianópolis. 
MONTEIRO, C. A. F. (1990) "Adentrar a cidade para tomar-lhe a temperatura" in Geosul, n.9. Departamento de Geociências, UFSC, Florianópolis. 
MORAES, Antonio Carlos Robert e COSTA, Wanderley Messias. Geografia Crítica: a valorização do Espaço. São Paulo, HUCITEC, 1984. 
MUNARI, Bruno. "Fantasia, invenção, criatividade e imaginação". Lisboa, Editorial Presença. 
MUNFORD. L. A cidade na história. 2 vols. Belo Horizonte, Itatiaia, 1965. 
OLIVEIRA, M. R. N. S. (org.) Confluências e divergências entre currículo e didática. Campinas, SP. Papirus, 1998. 
PACHECO, Carlos Américo e PATARRA, Neide (orgs.). Dinâmica Demográfica Regional e as Novas Questões Populacionais no Brasil. Campinas: Instituto de Economia da Unicamp, 2000. 
PARRA, N. Técnicas audiovisuais em educação. São Paulo, Edibel, 1978. 
PIAGET, Jean. A Formação do Símbolo na Criança. Rio, Zahar ed. 1978. 
PIRENNE, H. As cidades da Idade Média. Europa-América, 1973. (Coleção Saber) 
QUAINI, Massimo. A construção da Geografia Humana. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1983. 
RATZEL, F. O solo, a sociedade e o Estado, cap. de Politsch Géographie (1897), in Revista do Departamento de Geografia, (2), São Paulo, FFLCH/USP, 1983. 
RIBEIRO, Luiz Cesar de Queiroz e SANTOS JÚNIOR, O. (orgs.). Globalização, Fragmentação e Reforma Urbana; o futuro das cidades brasileiras. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1994. 
RODARI, Giani. Gramática da Fantasia. S. Paulo, Summus, 1982. 
RODRIGUES, C.- Geomorfologia Aplicada. Avaliações de experiências e de instrumentos de planejamento físico-territorial e ambiental brasileiros. Tese de Doutorado, São Paulo, Dep. De Geografia FFLCH-USP, 1977. 
ROLNIK, Raquel e FRÜGOLI JR., Heitor. Reestruturação Urbana da Metrópole Paulistana: Zona Leste como território de rupturas e permanências. Cadernos Metrópole, São Paulo, nº 6, 2º sem., 2001. 
SANT´ANNA NETO, J. L. (org.) (2002) - Os climas das cidades brasileiras. Programa de Pós-Graduação em Geografia, Faculdade de Ciências e Tecnologia, UNESP, Presidente Prudente. 
SANTOS, C. A cartografia temática no ensino de Geografia: a relevância da realidade relevo. Dissertação de mestrado, DG/FFLCH/USP, 2002.
SAVIANI, N. Saber escolar, currículo e didática = problemas da unidade conteúdo/método no processo pedagógico. Campinas, SP. Ed. Autores Associados, 1998. 
SILVA. R. T. Das telas para a sala de aula: televisão e vídeo no ensino de história, dissertação de mestrado: FE/USP, 2002. 
SIMIELLI, M. E. R. O mapa como meio de comunicação: implicações no ensino de geografia. Tese de doutoramento. Departamento de Geografia, FFLCH/USP, 1986. 
SIMIELLI, M. E. R. O mapa como meio de comunicação: implicações no ensino de Geografia do 1ograu. Tese de doutorado, DG/FFLCH/USP, 1996. 
TARIFA, J. R., AZEVEDO, T. R. orgs. (2001) "Os climas da cidade de São Paulo: teoria e prática" in Coleção Novos Caminhos n.4. Departamento de Geografia, FFLCH, USP, São Paulo. 
TRICARD, J. e outros. Reflexões sobre a geografia, São Paulo: AGB, 1979. 
TRUFFI, Y. H. e FRANCO, L. A. C. Multimeios aplicados à educação: uma leitura crítica. São Paulo: FTD, 1990. 
VEIGA, I. P. A. (Org.) Técnicas de ensino: por que não? 13. ed. Campinas: Papirus, 2002. 
VEIGA, I. P. A. CARDOSO, M. H. F. Escola Fundamental, currículo e ensino. Campinas, SP. Papirus Ed., 1995. 
VEIGA, José Eli da. Cidades Imaginárias o Brasil é menos urbano do que se calcula. 2ª ed. Campinas: Ed. Associados, 2003. 
VEIGA, José Eli Da. Desenvolvimento sustentável o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Garamond, 2005. 
WEIGERT, H. W. Geopolítica, generais e geógrafos. México, Fondo de Cultura Económica, 1943. 
YUS, R. Temas transversais em busca de uma nova escola. Porto Alegre, Artmed, 1998. 
ZILBERMAN, Regina (org.). A produção cultural para crianças. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982. 
ZILBERMAN, Regina (org.). Leitura em crise na escola. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982. 
Bibliografia de Apoio às Oficinas Didáticas 
GOMES, Cristiano Mauro Assis - "Feuerstein e a construção mediada do conhecimento", Artmed, Porto Alegre, RS, 2000. 
Da ROS, Silvia Zanatta - "Pedagogia e Mediação em Reuven Feuerstein", Plexus Editora, 2002. 
BELTRAN, José Maria Martinez - "La mediación en el proceso de aprendizaje", Madri, Bruño, 1994. 
BEYER, H. O. - “O Fazer Psico-Pedagógico. A abordagem de Reuven Feuerstein a partir de Piaget e Vygotsky”, Mediação Editora, Porto Alegre, 1996. 
FEUERSTEIN, Reuven - " Instrumental Enrichment: an intervention program for cognitive modifiability", Glenview (Illinois): Scott, Foresman and Company, 1980. 
FEUERSTEIN, Reuven - " Mediated Learning Experience (MLE): theoretical, psychosocial and learning implications", London, Feundi Publishing House, 1994 
HERNÁNDEZ, Fernando – “Cultura Visual, Mudança Educativa e Projeto de Trabalho”, Artemed Editora, Porto Alegre, 2000. 
HOFFMANN, Jussara – “Avaliação mediadora uma prática em construção da pré-escola à universidade”, Mediação a editora do professor, Porto Alegre, RS, 2003. 
KOZULIN, Alex - "Privação Cultural e Aprendizagem: Mediar Reafirmando Identidades", Palestra Publicada na WEB. 
LÉVY, Pierre – “Educação e Cybercultura” publicado na WEB. 
______________ - “Tecnologias Intelectuais e Modos de Conhecer: nós somos o texto” publicado na WEB. 
MARTINS, Enilde A. B. - "Aprendizagem Mediada: um estudo prévio dos efeitos do PEI de Reuven Feuerstein em jovens integrados a um processo de qualificação profissional básica", Dissertação de Mestrado apresentada no Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná, Curitiba, 2002. 
MEIR, Ben Hur - "PEI e Aprendizagem: Pontes e Transcendência”.- Publicado na WEB. 
MORAES, Rita – "Direito à Inteligência", Entrevista de Reuven Feuerstein à revista ISTO É - 12/05/1999. 
MORIN, Edgar – “A cabeça bem-feita: pensar a reforma, reformar o pensamento”, RJ., Bertrand Brasil, 2000. 
NOGUEZ, S. - "El desarrollo potencial de aprendizaje. Entrevista a Reuven Feuerstein", Revista Electrónica de Investigación Educativa, 2002. 
NÓVOA, Antonio – “Avaliações em Educação: Novas Perspectivas”, Porto Editora, Portugal, 2003. 
PIAGET, JEAN - "Para onde vai a Educação", Forense, RJ, 1970. 
SANTOS, Boaventura de Sousa – “Pela mão de Alice – O social e o político na pós-modernidade”, Cortez Editora, São Paulo, 2004. 
SCHNEUWLY, Bernard - DOLZ, Joaquim – NOVERRAZ, Michèle – “Sequências Didáticas para o Oral e a Escrita: Apresentação de um Procedimento” In: Gêneros Orais e Escritos na Escola, Campinas, SP, Mercado das Letras, 2004. 
SILVA, Janssen Felipe da e outros (org.) – “Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo”, Mediação a editora do professor, Porto Alegre, RS, 2003. 
TORRES SANTOMÉ, Jurjo – “Globalização e Interdisciplinaridade: o currículo integrado”, Artes Médicas Sul, Porto Alegre, 1999/2000. 
VYGOTSKY, L. S. - "Pensamento e Linguagem", Martins Fontes, SP, 1987.

 

Programa

1. Nelson Rodrigues “machista”?: discursos rodriguianos sobre o feminismo e o feminino
2. O desejo feminino como ameaça: A mulher sem pecado (1941) e Toda nudez será castigada (1965)
3. Nem Evas, nem Marias: Dorotéia (1949), Bonitinha, mas ordinária (1962) e Vestido de noiva (1943)
4. Meninas adultizadas e senhoras infantilizadas: Valsa nº. 6 (1951), Perdoa-me por me traíres (1957) e Os sete gatinhos (1958)
5. Amor e ódio entre as mulheres da família: Senhora dos afogados (1947) e A serpente (1978)
6. O enigma da insatisfação feminina: A falecida (1953) e Viúva, porém honesta (1957)

BIBLIOGRAFIA

Obras de Nelson Rodrigues:
RODRIGUES, Nelson. “A mulher sem pecado: drama em três atos” (1941). Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 1 – Peças psicológicas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981. p. 41-103.
. “Vestido de noiva: tragédia em três atos” (1943). Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 1 – Peças psicológicas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981. p. 105- 167.
. “Senhora dos afogados: tragédia em três atos” (1947). Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 2 – Peças míticas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981. p. 255- 332.
. “Doroteia: farsa irresponsável em três atos” (1949). Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 2 – Peças míticas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981. p. 193- 253.
. “Valsa nº. 6: peça em dois atos” (1951). Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 1 – Peças psicológicas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981. p. 169- 214.
. “A falecida: tragédia carioca em três atos” (1953). Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 3 – Tragédias cariocas I. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983. p. 51-119.
. “Perdoa-me por me traíres: tragédia de costumes em três atos” (1957). Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 3 – Tragédias cariocas I. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. p. 121-180.
. “Viúva, porém honesta: farsa irresponsável em três atos” (1957). Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 1 – Peças psicológicas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981. p. 215-269.
. “Os sete gatinhos: divina comédia em três atos e quatro quadros” (1958). Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 3 – Tragédias cariocas I. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. p. 181-253.
. “Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária: peça em três atos” (1962). Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 4 – Tragédias cariocas II. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989. p. 243-326.
. “Toda nudez será castigada: obsessão em três atos” (1965). Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 4 – Tragédias cariocas II. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989. p. 155-242.
. “A serpente: peça em um ato” (1978). Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 4 – Tragédias cariocas II. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989. p. 53-86.

Outras fontes:
BASSANEZI, Carla. “Mulheres dos anos dourados”. Mary Del Priore (Org.). História das mulheres no Brasil. São Paulo: UNESP/Contexto, 2004. p. 607-640.
BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
CALLIGARIS, Contardo. A adolescência. São Paulo: Publifolha, 2000.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira. Belo Horizonte: Itatiaia, 2000.
CARNEIRO, Maria José. “A desagradável família de Nelson Rodrigues”. Uma nova família?: o moderno e o arcaico na família de classe média brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1987.
DELUMEAU, Jean. História do medo no ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
DUARTE, Constância Lima. “Feminismo e literatura no Brasil”. Revista Estudos avançados, USP, n. 17, v. 49. São Paulo, 2003. p. 151-172.
FACINA, Adriana. Santos e canalhas: uma análise antropológica da obra de Nelson Rodrigues. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004.
. “Nelson Rodrigues e o feminismo”. Nelson Rodrigues: Literatura, Sociedade e Política. I Jornada do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – PPGL / UTFPR. Campus Pato Branco, 27 a 29/11/17.
FISCHER, Luís Augusto. Inteligência com dor: Nelson Rodrigues ensaísta. Porto Alegre: Arquipélago, 2009.
FREUD, Sigmund. Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1972.
GUIDARINI, Mario. Nelson Rodrigues: flor de obsessão. Florianópolis, Ed. UFSC, 1990.
LACAN, Jaques (1949). Escritos. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
MAGALDI, Sábato. Teatro da obsessão: Nelson Rodrigues. São Paulo: Global Editora, 2004.
. Nelson Rodrigues: dramaturgia e encenações. São Paulo: Perspectiva/EDUSP, 1992.
. “Introdução”. Nelson Rodrigues: teatro completo, vol. 1 – Peças psicológicas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981. p. 7-39.
PASSOS, Cleusa Rios Pinheiro. “Esse tal Lacan (Leitura de Doroteia, de Nelson Rodrigues)”. Revista USP, n. 42. São Paulo, 1999. p. 131-141.
PEREIRA, Victor Hugo Adler. Nelson Rodrigues, o freudismo e o carnaval nos teatros modernos. Rio de Janeiro: 7Letras, 2012.
. Nelson Rodrigues e a obs-cena contemporânea. Rio de Janeiro: Ed UERJ, 1999.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. “A fala esvaziada em Nelson Rodrigues”. Cleusa Rios Pinheiro PASSOS & Yudith ROSENBAUM (Org.). Escritas do desejo: crítica literária e psicanálise. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2011. p. 161-176.
RAGO, Margareth. “Trabalho feminino e sexualidade”. Mary Del Priore (Org.). História das mulheres no Brasil. São Paulo: UNESP/Contexto, 2004. p. 578-606.
SALOMÃO, Irã. Nelson: feminino e masculino. Rio de Janeiro: 7Letras, 2000.​​​​​​​

Programa

1. PROGRAMA COMPLETO
Unitat 0: Domini.cat
GRAMÀTICA
-Alfabet
-Signes ortogràfics
LÈXIC
- Paraules en català
- Frases de classe
FONÈTICA
- Les lletres i els sons del català
CULTURA
- Imatges dels Països Catalans
- El territori on es parla català

Unitat 1: Tot un món
GRAMÀTICA
-Articles personals
-Articles definits
-Pronoms forts: jo, tu, ell, ella, vostè
-Pronoms febles: em, et, es, en
-Interrogatius: com, qui, quants, quantes, quines, d’on, per què
-Adjectius de nacionalitat: gènere
- Numerals de l’1 al 100
-Preposicions: de, per
-Present d’indicatiu: ser, dir-se, tenir, parlar, estudiar
LÈXIC
- Noms de països, nacionalitats i llengües
FONÈTICA
- Entonació de preguntes i respostes
- El verb dir-se
CULTURA
- Noms i cognoms

Unitat 2: Família, amics i coneguts
GRAMÀTICA
-Possessius
-Demostratius: aquest, aquesta, aquests, aquestes
-Pronoms forts: nosaltres, vosaltres, ells, elles, vostès
-Pronoms febles: ens, us, es
-Interrogatius: de què
-Substantius i adjectius: gènere i nombre
-Present d’indicatiu: ser, dir-se, tenir, parlar, estudiar, treballar, fer, viure
-Preposicions: a, en, de
-Connector: però
LÈXIC
-Noms de professions
-Noms de parentiu
-Adjectius per descriure persones
FONÈTICA
- La grafia i el so ny
CULTURA
- L’hereu i la pubilla

Unitat 3: Per a tots els gustos
GRAMÀTICA
-Quantificadors: molt, força, bastant, una mica, gaire, gens
-Pronoms de complement indirecte: m’ (a mi), t’ (a tu), li (a ell, a ella, a vostè), ens (a nosaltres), us (a
vosaltres), els (a ells, a elles, a vostès)
- Present d’indicatiu: agradar, suportar, odiar, encantar, escoltar, anar, sortir, llegir
- Connector: doncs
LÈXIC
-Noms dels dies de la setmana
-Noms de les estacions
-Noms i verbs relacionats amb el món del lleure
- Verbs que indiquen gustos
- A mi, també / a mi, tampoc / a mi, sí / a mi, no / jo, també / jo, tampoc / jo, sí / jo, no
FONÈTICA
- L’apostrofació dels pronoms
- El verb llegir
CULTURA
- El temps lliure dels joves

Unitat 4: Les coses de cada dia
GRAMÀTICA
-Expressions temporals: abans de, després de, havent dinat, havent sopat, sempre, mai, sovint...
-Present d’indicatiu
-Preposicions: de... a..., des de... fins a..., entre... i...
-Connector: perquè
LÈXIC
-Parts del dia
-Adjectius per descriure persones
-Verbs que indiquen activitats quotidianes
- Noms d’establiments
FONÈTICA
-Els sons [ʒ] i [ʃ]
-Les terminacions del present d’indicatiu
CULTURA
- Els horaris dels catalans

Unitat 5: Com a casa enlloc
GRAMÀTICA
-Quantificadors: massa, molt, bastant, força, més aviat, una mica...
-Interrogatius: on, (a) quin
-Preposicions: a, en, amb
-Present d’indicatiu: haver-hi, ser, viure, estar-se, preferir
-Numerals ordinals: primer, segon...
-Estructures comparatives
-Expressions locatives: a prop, lluny, al costat, al mig…
-Connectors: a més, també
LÈXIC
-Noms de les vies públiques
-Noms i adjectius per indicar característiques de barris, pobles i ciutats
FONÈTICA
-La vocal neutra
CULTURA
-Barris de Barcelona i València

2. BIBLIOGRAFIA
Livros
ALABADÍ, J. [et al.]. D’ací i d’allà: Oral A2. València: Tabarca Llibres, 2010.
BADIA, D.; PÉREZ, M. Camí de Ronda: 40 primeres classes de català. Vic: L’Àlber, 2015.
BASTONS, N. [et al.].Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide, 2012.
BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Bàsic 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova, 2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GINEBRA, J.; MONTSERRAT, A. Diccionari d’ús dels verbs catalans. Barcelona: Educaula (Grup 62), 2021.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell bàsic (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes. Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans: 2019.
MAS, M. [et al.]. Veus: Curs de català: Nivell 1. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2010.
MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 1: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona: Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2018.

Sites
CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala
Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ LINGÜÍSTICA. Gramàtica. https://www.cpnl.cat/gramatica/
GENERALITAT DE CATALUNYA. Optimot Consultes lingüístiques.
https://aplicacions.llengua.gencat.cat/llc/AppJava/index.html
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
GRUP ENCICLOPÈDIA. DIDAC (Diccionari escolar). https://www.diccionari.cat/didac
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Diccionari de l’Institut d’Estudis Catalans. https://dlc.iec.cat/
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017.
https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

Programa

AULA 1 Introdução – “Não existe hierarquia de opressão”
Audre Lorde
Grada Kilomba
Lélia González
Sojourner Truth

AULA 2 Discriminações e Somatória de opressões
Kimberlé Crenshaw
Sueli Carneiro

AULA 3 Marcadores Sociais da Diferença
Avtar Brah

AULA 4 Produções contemporâneas e brasileiras
Carla Akotirene
Flavia Rios
Jaqueline Gomes de Jesus

AULA 5 Críticas e possibilidades de ação
Angela Davis
Gloria Anzaldúa
Patricia Hill Collins


Referências Bibliográficas:

ANZALDÚA, Gloria. “La conciencia de la mestiza: rumo a uma nova consciência.” In: Revista Estudos Feministas, vol.3 n. 3, 2005, p. 704-719.
http://www.scielo.br/pdf/ref/v13n3/a15v13n3.pdf

AKOTIRENE, Carla. 2018. “O que é interseccionalidade?”. Feminismos Plurais.

BIROLI, Flávia & MIGUEL, Luis Felipe. 2015. “Gênero, raça, classe: opressões cruzadas e convergências na reprodução das desigualdades” In: Dossiê Desigualdades e Interseccionalidades. http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/viewFile/241…

BRAH, Avtar. 2006. “Diferença, Diversidade, Diferenciação”. In: Cadernos Pagu (26), janeiro-junho. pp.329-376. http://www.scielo.br/pdf/cpa/n26/30396.pdf

CARNEIRO, Sueli. “Mulheres em movimento”. In: Revista Estudos Avançados, vol. 17, no. 49, 2003.
http://www.scielo.br/pdf/ea/v17n49/18400.pdf

COLLINS, Patricia Hill. 2017. “Se perdeu na tradução? Interseccionalidade e Política Emancipatória”. In: Revista Parágrafo, v.5, (1), pp.6-17. http://revistaseletronicas.fiamfaam.br/index.php/recicofi/article/view/…

CRENSHAW, Kimberlé. 2012 “Interseccionalidade na Discriminação de Raça e Gênero”. http://www.acaoeducativa.org.br/fdh/wp-content/uploads/2012/09/Kimberle…

Combahee River Collective. The Combahee River Collective statement. [1978]. In: Smith, B. (org.). Home girls: a black feminist anthology. New Jersey,Rutgers University Press, pp. 264-274, 2008.

DAVIS, Angela. As mulheres negras na construção de uma nova utopia. Portal Geledés, 1997. https://www.geledes.org.br/as-mulheres-negras-na-construcao-de-uma-nova…

GONZALEZ, Lélia. “Por um feminismo afrolatinoamericano”. Revista Isis Internacional, Santiago, v. 9, p. 133-141, 1988.
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/271077/mod_resource/content/…

HANCOCK, Ange-Marie. Intersectionality as a normative and empirical paradigm. Politics and Gender, 3(2), 248–254, 2007.

HIRATA, Helena. Gênero, classe e raça: interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais. Revista Tempo Social, v. 26, no. 1, 2014.

hooks, bell. Feminist theory: from margin to center. Boston: South End Press, 1984.

JESUS, Jaqueline Gomes. 2018. “Feminismos contemporâneos e Interseccionalidade 2.0” In: Revista REBEH, v.1 (1). http://www.revistas.unilab.edu.br/index.php/rebeh/article/view/87/48

MARINI, Marisol & SAGGESE, Gustavo & CANCELA, Cristina, & LORENZO, Rocío & SIMÕES, Julio. (Orgs. Coletânea) 2018. Marcadores Sociais da Diferença: gênero, sexualidade, raça e classe em perspectiva antropológica. São Paulo: Terceiro Nome – Editora Gramma.

PISCITELLI, Adriana. 2008. “Interseccionalidades, categorias de articulação e experiências de migrantes brasileiras”. In: Sociedade e Cultura, v.11, (2), jul/dez, pp. 263-274. http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/download/229….

RIOS, Flavia & MACIEL, Regimeire. 2017/2018. “Feminismo negro brasileiro em três tempos: Mulheres Negras, Negras Jovens e Feministas Interseccionais”. In: Labrys. https://www.labrys.net.br/labrys31/black/flavia.htm

VERGUEIRO, Viviane. 2016. Por inflexões decoloniais de corpos e identidades de gênero inconformes: uma análise autoetnográfica da cisgeneridade como normatividade. Dissertação de Mestrado. https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/19685

VIVEROS, Mara. La interseccionalidad: una aproximación situada a la dominación. Revista Debate Feminista, v.52, 2016.

SCHWARCZ, Lilia. “Prefácio”. 2015. In: Raça, etnicidade, sexualidade e gênero: em perspectiva comparada.(Orgs. CANCELA, Cristina Donza; MOUTINHO, Laura e SIMÕES, Júlio Assis.) São Paulo: Terceiro Nome [Antropologia Hoje].

Programa

Aula 1 – segunda-feira (26/04/21) – Contextualização do teatro russo antes e depois de Konstantin Stanislávski; a criação do TAM e sua repercussão na Rússia; os principais debates da época; as peças de Anton Tchekhov; as dramaturgias durante o Realismo Socialista e a partir dos anos 1970.

Aula 2 – quarta-feira (28/04/21) – Os principais acontecimentos que levaram à criação do Primeiro Estúdio; apresentação da figura de Leopold Sulerjítski e sua importância para a realização desse projeto; o Sistema dentro do espaço laboratorial que foi o Estúdio; os principais conceitos de Lev Tolstói ali presentes; a relação do Estúdio com o momento histórico vivenciado a partir da eclosão da Primeira Guerra Mundial; leitura de trechos das peças “O grilo na lareira” e “O dilúvio”.

Aula 3 – sexta-feira (30/04/21) Apresentação de autores contemporâneos que reescreveram Tchékhov, com destaque para Alekséi Slapóvski e Vladímir Sorokin. Leituras de trechos de suas peças e comentários sobre suas “reescrituras”. Conclusão do curso.

Bibliografia:

​​​​​​​
ALVES, R. Tchekhov e os palcos brasileiros. São Paulo: Perspectiva, 2008.
GUINSBURG, J. Stanislávski, Meyerhold & cia. São Paulo: Perspectiva, 2a ed. revista, 2001.
______. Stanislávski e o Teatro de Arte de Moscou. Do realismo externo ao tchekhovismo. São Paulo: Editora Perspectiva, 2010
MARCANÇOLI, C. O Jubileu de Vladímir Sorókin: 'um tal Tchékhov, que nunca havíamos visto antes!'. Dissertação de mestrado, USP, 2017.
MERINO, D.S.T. Sulerjítski: Mestre de teatro, mestre de vida. Sua busca artística e pedagógica. São Paulo: Perspectiva, 2019.
SCANDOLARA, Camilo. Os estúdios do Teatro de Arte de Moscou e a formação da pedagogia teatral no século XX. Dissertação de Mestrado, Campinas, 2006.
SCHNAIDERMAN, Boris. A poética de Maiakóvski. São Paulo: Editora Perspectiva, 1984. pp. 139-149.
STANISLÁVSKI, K. S. Minha vida na arte. Trad. Paulo Bezerra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1989.
TCHERKASSKI, S. Stanislávski e o yoga. Trad. Diego Moshchkovich. 1ed. – São Paulo: É Realizações, 2019.
TOLSTÓI, L. N. Calendário da sabedoria. São Paulo: Prestígio, 2005
______. Os Últimos Dias. (org Elena Vássina. Trad. Anastassia Bytsenko et al). São Paulo: Penguin/Companhia das Letras, 2011.
VÁSSINA, E., LABAKI, A. Stanislávski: vida, obra e Sistema – Rio de Janeiro: Funarte, 2015 .

Programa

OBJECTIUS

Introduir el panorama actual de la poesia catalana en tot el domini lingüístic de la llengua catalana.
Presentar una tria de poetes i poetesses contemporanis (breu biografia i obra).
Oferir una selecció de poemes de poesia catalana contemporània.
L’estudiant ha de poder comprendre el contingut dels poemes seleccionats que es comentaran a l’aula.
L’estudiant haurà d’interpretar i opinar sobre el contingut dels poemes seleccionats.


PROGRAMA

1- Introducció: el panorama de la poesia catalana contemporània als Països Catalans
2 - Tast de poetes i poetesses:

Blanca Llum Vidal
Enric Casasses
Antonina Canyelles
Pol Guasch
Lucia Pietrelli
Josep Pedrals
Maria Cabrera
Esteve Plantada
Laia Noguera
Edgar Alemany
Carles Hac Mor
Meritxell Cucurella-Jorba
Miquel de Palol
Laia Malo
Eduard Escoffet
Àngels Gregori
Roc Casagran
Anna Gual

3 - Presentació de recursos poètics a la xarxa
4 - Poemes musicats

REFERÈNCIES BIBLIOGRÀFIQUES

Associació d’Escriptors en Llengua Catalana. https://www.escriptors.cat/index.php/autors
LletrA. La literatura catalana a internet. https://lletra.uoc.edu/
Mag poesia. UIB. http://magpoesia.mallorcaweb.com/
Música de poetes. UOC i Departament d’Ensenyament. GENCAT. http://www.musicadepoetes.cat/presentacio
Poesia catalana contemporània (2000-2020). UIB. LICETC. https://blocs.uib.cat/licetc/poesia-catalana-contemporania-2000-2020/
Poesia catalana. http://www.poesia.cat/
Poeteca. https://poeteca.cat/
Racó de poesia. http://racodepoesia.blogspot.com/
Tèrbol atzur. Dones a la literatura catalana i universal. http://trbolatzur.blogspot.com/
Versos.cat. https://www.versos.cat/
Viu la poesia. http://www.viulapoesia.com/
33 poetes de menys de 35. Antologia editada per Josep Pedrals. https://lletra.uoc.edu/ca/tema/poetes-joves/poetes