Programa

Aula 1. Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga: problemas da primeira edição.
Aula 2. Contexto de produção, circulação e leitura de obras poéticas em fins do século XVIII.
Aula 3. Um autor “brasileiro”? Apropriação histórica das liras de Marília de Dirceu e da figura de Tomás Antônio Gonzaga.

Referências:
COSTA, Claudio Manuel da; GONZAGA, Tomás Antônio; PEIXOTO, Alvarenga. Poesia dos inconfidentes: poesia completa. Org. Domício Proença Filho. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996.
GONZAGA, Tomás Antonio. Obras completas de Tomás Antonio Gonzaga. Ed. crítica de M. Rodrigues Lapa. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 1957.
EULALIO, Alexandre. “Verso e reverso de Gonzaga”. In: ---------- Livro involuntário. Org. Carlos Augusto Calil e Maria Eugenia Boaventura. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1993.
FURTADO, Joaci Pereira. Uma república de leitores: história e memória na recepção das Cartas Chilenas. São Paulo: Hucitec, 1997.
POLITO, Ronald. Um coração maior que o mundo: Tomás Antônio Gonzaga e o horizonte luso-colonial. São Paulo: Globo, 2004.
RUEDAS DE LA SERNA, Jorge Antonio. Arcádia: tradição e mudança. São Paulo: Edusp, 1995.
STRECKER-GOMES, Heidi. Figura de Marília: Aspectos da poética de Tomás Antônio Gonzaga. São Paulo: FFLCH-USP, 2020. Dissertação (Mestrado em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa). Orientador: Jean Pierre Chauvin.

Programa

1. Introdução: Bandeira tradutor.
2. “Anelo”, de Johann Wolfgang von Goethe
“Vem, linda peixerinha”, de Heinrich Heine
3. Maria Stuart, de Friedrich Schiller
4. Quatro sonetos de Elizabeth Barrett Browning
5. Cinco poemas de Emily Dickinson
6. Macbeth, de William Shakespeare
Considerações finais

Bibliografia:


ANDRADE, Mário de. Amar, Verbo Intransitivo. 19 a edição. Belo Horizonte, Vila Rica, 1993.
MORAES, Marcos Antonio (org.). Correspondência Mário de Andrade & Manuel Bandeira. São Paulo, Edusp, 2001.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da Vida Inteira. 20 a edição. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1993.
__________. Itinerário de Pasárgada. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984.
BROWNING, Elizabeth Barrett. Sonnets from the Portuguese, disponíveis em: https://www.gutenberg.org/files/2002/2002-h/2002-h.htm
DICKINSON, Emily. The complete poems. Edited by Thomas H. Johnson. Little, Brown and Company, Boston, 1960. → disponível em: https://www.gutenberg.org/files/12242/12242-h/12242-h.htm
ESTEVES, Lenita Maria Rimolli. As bruxas de Macbeth no “original” e em quatro traduções brasileiras: a inquisição das diferenças. Campinas/SP, IEL-Unicamp, 1992. (Dissertação de Mestrado)
GOETHE, Johann Wolfgang von. West-östlicher Diwan, in: Werke in vier Bänden. Band III. Caesar Verlag, Salzburg, 1983.→ disponível em: http://www.zeno.org/Literatur/M/Goethe,+Johann+Wolfgang/Gedichte/West-%…
________. Divã Ocidento-Oriental. Tradução de Daniel Martineschen. São Paulo, Estação Liberdade, 2019.
HEINE, Heinrich. Sämtliche Gedichte. Insel Verlag, Frankfurt/ Main, 1993. → disponível em: http://www.zeno.org/Literatur/M/Heine,+Heinrich/Gedichte
MARTINESCHEN, Daniel. O lugar da tradução no Divã Ocidental-Oriental de Goethe. Curitiba/PR, UFPR, 2016. (Tese de doutorado)
SCHILLER, Friedrich. Maria Stuart. Tradução de Manuel Bandeira. São Paulo, Abril Cultural, 1977.
_________. A Noiva de Messina. Tradução de Gonçalves Dias e notas de Manuel Bandeira. São Paulo, SESI-SP, 2018.
SHAKESPEARE, William. Macbeth. 2 a edição. Tradução de Manuel Bandeira. Rio de Janeiro, Brasiliense, 1989.

Programa

Unidade 4 Vocabulario “cartas” p88-91
Unidade 4 Vocabulario “abreviacoes” p92-96

Unidade 4 Gramatica “discurso indireto” p 97-99
Unidade 4 Revisao – Conversa p100-101
Unidade 5 Vocabulario “casa” p102-106

Unidade 5 Gramatica “subjontivo-imperativo” p107-110
Unidade 5 Vocabulario “comida” p111-116
Unidade 5 Revisao – Conversa p117-119

Unidade 6 Vocabulario “escola” p120-125
Unidade 6 Gramatica “conditional” p126-131
Unidade 6 Gramatica “discurso indireto” p132-137
Unidade 6 Revisao – Conversa p138-139
- Prova Sinulada -

Programa

02/08/21: Sistema manguezal conceitos iniciais. O que é? Qual a sua origem? Onde ocorre?
04/08/21: Sistema manguezal: características físicas e biológicas.
09/08/21: Sistema manguezal e suas interações com a fauna e com os demais sistemas costeiros.
11/08/21: Sistema manguezal e a legislação ambiental: como e porque conservar esse sistema?

Referências Bibliográficas


ALBUQUERQUE, A.G.B.M.; et al. A proteção dos ecossistemas de manguezal pela legislação ambiental brasileira. GEOgraphia, ano 17, n. 33, p. 126-153, 2015.
ARAUJO, M. P., et al. Assessment of Brazilian mangroves hydrocarbon contamination from a latitudinal perspective. Marine Pollution Bulletin, n. 150, 2020.
BARBIER, E. B. et al. The value of estuarine and coastal ecosystem services. Ecological Monographs, v. 81, n. 2, p. 169-193, 2011.
BRASIL, Ministério do Meio Ambiente. Atlas dos Manguezais do Brasil. Brasília: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, 2018. 176p.
HOCHARD, J. P.; HAMILTON, S.; BARBIER, E. D. Mangroves shelter coastal economic activity from cyclones. PNAS, v. 116, n. 25, p. 12232-12237, 2019.
MACIEL, N. C. Legislação Ambiental e o manguezal. In: ALVES, J. R. P. (Org.) Manguezais: educar para proteger. Rio de Janeiro FEMAR/SEMADS, 2001. p. 35-45.
MAGRIS, R. A.; BARRETO, R. Mapping and assessment of protection of mangrove habitats in Brazil. Pan-American Journal of Aquatic Sciences, v. 5, n. 4, p. 546-556, 2010.
MUKHERJEE, N. et al. Ecosystem service valuations of mangrove ecosystems to inform decision making and future valuation exercises. Plos One, v. 9, n. 9, 2014.
POLIDORO, B. A. et al. The loss of species: mangrove extinction risk and geographic areas of global concern. Plos One, v. 5, p. 1-10, 2010.
ROVAI, A. S. et al. Brazilian Mangrovees: Blue Carbon Hotspots of National and Global Relevance to Natural Climate Solutions. Frontiers in Forests and Global Change, 03 jan. 2022.
SANTOS, A. L. G. Cartografia dos níveis hierárquicos dos manguezais: uma visão sistêmica. 2014. 352 f. Tese (Doutorado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.
SANTOS, A. L. G. Manguezais da Baixada Santista-SP: alterações e permanências (1962-2009). 2009. 169 f. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós Graduação em Ciência Ambiental - PROCAM, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.
SCHAEFFER-NOVELLI, Y. et al. Brazilian mangroves. Aquatic Ecosystem Health and Management Society, n. 3, p. 561-570, 2000.
SCHAEFFER-NOVELLI, Y.; VALE, C. C.; CINTRÓN, G. Monitoramento do ecossistema manguezal: estrutura e características funcionais. In: TURRA, A.; DENADAI, M. R. (Orgs.) Protocolos para o monitoramento de habitats bentônicos costeiros. Rede de Monitoramento de Habitat Bentônicos Costeiros – ReBentos. São Paulo: Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, 2015. p. 62-80.
SCHAEFFER-NOVELLI, Y. et al. Climate changes in mangrove forests and salt marshes. Brazilian. Journal of Oceanography, v. 64, p. 37-52, 2016.
SILVA, A. P.; SILVA, J.B.; ARAÚJO, E.D.S. Marisma, manguezal (mangue e apicum): ecossistema de transição terra-mar do Brasil. Revista Brasileira de Geografia Física, v. 13, n. 2, p.727-742, 2020.
SPALDING, M.; KAINUMA, M.; COLLINS, L. World Atlas of Mangroves. Washington, D.C.: Lorna, 2010.

Programa

1. O campo da Cultura Visual: referências básicas
Referência bibliográfica:
KNAUSS, Paulo. “O desafio de fazer História com imagens: arte e cultura visual”. ArtCultura, Uberlândia, vol. 8, nº 12, pp. 97-115, 2006.
MENESES, Ulpiano Toledo Bezerra de. “Fontes visuais, cultura visual, História visual. Balanço provisório, propostas cautelares”. Revista Brasileira de História. São Paulo, vol. 23, nº 45, 2003, pp. 11-36.
SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das Chagas Fernandes “A virada e a imagem: história teórica do pictorial/iconic/visual turn e suas implicações para as humanidades”. Anais do Museu Paulista, São Paulo, Nova Série, vol. 27, 2019, pp. 1-51.
SCHIAVINATTO, Iara Lis Franco; Eduardo Costa (Orgs). Cultura Visual & História. 1a. ed. São Paulo:Alameda, 2016.

2. Cultura visual, imperialismo e colonialismo: primeiras aproximações
Referência bibliográfica:
KOUTSOUKOS, Sandra Sofia Machado. Zoológicos humanos: gente em exibição na era do imperialismo. Campinas: Editora da UNICAMP, 2020.
MOUREAU, Daniela; PARÉS, Luis Nicolau (orgs.). Imagens do Daomé: Edmond Fortier e o colonialismo francês na terra dos voduns (1908-1909). São Paulo: Martins Fontes, 2018.
VICENTE, Filipa Lowndes (org.). O império da visão: fotografia no contexto colonial português (1860-1960). Lisboa: Edições 70, 2014, pp. 223-242.
______. “Rosita e o império como objecto de desejo”. Artigo publicado no jornal Público em 25/8/2013 na Disponível em: https://www.buala.org/pt/corpo/rosita-e-o-imperio-como-objecto-de-desejo. Último acesso em: 14/11/2022.

3. Cultura Visual e Turismo: práticas memorialísticas
Referência bibliográfica:
AQUINO, Lívia. Picture Ahead: a Kodak e a construção do turista--fotógrafo. São Paulo: Ed. do Autor, 2016.
GEARY, Christraud M.; WEBB, Virginia-Lee. (eds.). Delivering Views: distant cultures in early postcards. Washington D. C.: Smithsonian Institution Press, 1998.
MARTINS, M. L. (Ed.). Os postais ilustrados na vida da comunidade. Braga: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, 2017, pp. 55-88.
MENESES, Ulpiano Toledo Bezerra de. A paisagem como fato cultural. In: YÁZIGI, Eduardo A. (org.). Turismo e Paisagem. São Paulo: Contexto, 2002, pp. 29-64.

Programa

Aula 1: 05.08: Tópicos contemporâneos sobre a sociedade digital
Ministrantes:
Antônio Olegário, Diego Gonçalves, Guilherme Olímpio Fagundes, Julia Rodrigues Barros Alves e Marcus Repa.

Resumo: A aula introdutória apresentará a sociologia digital como um ponto de encontro de estudos acerca do papel das redes sociais, da crescente captura e análise de dados (dataficação), a digitalização de processos, o uso de plataformas digitais e o crescente papel da inteligência artificial. Essas tecnologias serão apresentadas de forma
introdutória junto a uma visão geral do curso, onde diferentes casos da aplicação tecnológica nas relações de trabalho e empreendedorismo serão discutidos.

Referências bibliográficas:
Cordeiro, Veridiana, Letícia Simões Gomes e Leopoldo Waizbort (2023). “A formação da sociologia digital: emergência de uma nova especialidade na sociologia ou um campo para repensar a própria sociologia?”. Plural 30(1), 5-22.
Nascimento, Leonardo (2020). Sociologia Digital: uma breve introdução. Salvador: Editora UFBA (Coleção Cibercultura).
O’Neil, Cathy. (2020). “Introdução”; “Capítulo 1”. In Algoritmos de destruição em massa: como o big data aumenta a desigualdade e ameaça a democracia. Editora Rua do Sabão, Santo André.
Esposito, Elena. (2022). Artificial Communication: How Algorithms Produce Social Intelligence. MIT Press.
Pasquinelli, Matteo. (2023). “Conclusion: The Automation of General Intelligence”. The Eye of the Master: A Social History of Artificial Intelligence. Verso Books.

Aula 2: 07.08: Aperte o botão, ganhe vida extra e pague o aluguel!
Ministrante: Marcus Repa.
Resumo: a partir do jogo Monotonia, identificar o que as imagens sugerem em relação ao processo do trabalho, enquanto forma crítica, de uma passagem do “fordismo” para uma produção de tecnologias de imagens baseadas em trabalho individualizado e remoto. Da análise interna, a interpretação combina os elementos externos ao jogo
digital, isto é, os agentes envolvidos e as condições de produção de um jogo, assim como a circulação desse para o consumo. Esse percurso apresenta algumas pistas para que uma análise sociológica contemporânea compreenda as relações profissionais e os sentidos das “novas formas de trabalho”.

Referências bibliográficas:
Castells, Manuel. A Transformação Do Trabalho E Do Mercado De Trabalho: Trabalhadores Ativos Na Rede, Desempregados E Trabalhadores Com Jornada Flexível. In: A Sociedade Em Rede. Paz E Terra, 2020.
Guevara-Villalobos, Orlando. Playful Peripheries: The Consolidation Of Independent Game Production In Latin America. In: Independent Videogames Cultures, Networks, Techniques And Politics, Ruffino, Paolo (Ed.), Routledge, 2021.
Harvey, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Estação Liberdade, 2010.
Tschang, Ted F. The Video Game Development Process. In: The Video Game Explosion: A History From Pong To Playstation And Beyond. Wolf, Mark J.P. (Edit.). Greenwood Publishing Group, Inc, United States Of America, 2008.
Woodcock, James. Marx No Fliperama. São Paulo: Autonomia Literária, 2020.
Schumacher, Leif. Immaterial Fordism: The Paradox Of Game Industry Labour. Work Organisation, Labour & Globalisation 1, No. 1 (2007): 144-55. Accessed April 8, 2020. Www.Jstor.Org/Stable/10.13169/Workorgalaboglob.1.1.0144.
Boltanski, Luc. Desconstrução do mundo do trabalho. In: O novo espírito do capitalismo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2020.

Aula 3: 12.08: Plataformização do trabalho - Do Uber ao OnlyFans
Ministrante: Julia Rodrigues Barros Alves.
Resumo: Através do aprofundamento em duas plataformas, o Uber e o OnlyFans, discutiremos o processo socioeconômico de plataformização (a crescente dependência das plataformas digitais para o funcionamento do capitalismo) com o objetivo de apresentar os seus principais efeitos para o mundo do trabalho. Focando, sobretudo, nas trabalhadoras sexuais de plataforma, pretende-se suscitar reflexões acerca de como, enquanto sociedade, definimos trabalho, prazer, plataforma e/ou rede social — problematizando, enfim, o senso comum de que trabalhos plataformizados são simples e obrigatoriamente trabalhos precarizados.

Referências bibliográficas:
Gwyn Easterbrook-Smith, Gwyn. "OnlyFans as gig-economy work: a nexus of precarity and stigma". Porn Studies. 10 (3), 252–267.
Abílio, Ludmila Costhek. “Uberização: a era do trabalhador just-in-time?”. Estudos Avançados. 34(98), 111–126.
Figiaccone, Julieta. “Soy mi propia madama”: Emprendedoras eróticas en OnlyFans”. Nueva Sociedad. Disponível em:
https://nuso.org/articulo/316-emprendedoras-eroticas-only-fans/.

Aula 4: 14.08: Quando seu trabalho são as redes - O empreendedorismo de base tecnológica
Ministrante: Guilherme Olímpio Fagundes.
Resumo: Enquanto a sociologia do trabalho, em sua interface com os estudos digitais, tem se preocupado com os efeitos de sistemas algorítmicos sobre o tecido social, é dada pouca atenção para indivíduos, grupos e organizações que estão por trás da produção dessas inovações tecnológicas (Padgett e Powell, 2012). Tendo isso em mente, a aula se debruça sobre o ofício do empreendedor da indústria de alta tecnologia, especialmente nas suas diferentes agendas sociológicas de pesquisa, que versam sobre desigualdades sociais, plataformas de bussiness (LinkedIn), processos de inovação, dentre outros.
Referências bibliográficas:
Maia, Marcel. (2024). “Introdução”. In Jovem firma procura investidor: como as aceleradoras promovem encontros e moldam startups. Tese de doutorado (Sociologia), Universidade de São Paulo.
Elfring, Tom, Kim Klyver e Elco van Burg (2021). Entrepreneurship as Networking. Nova Iorque: Oxford University Press.
Mattar, Luciano. (2018). Inserção e interdependência multinível entre redes sociais interpessoais e interorganizacionais: Capital social e desempenho no caso do cluster industrial Parque Tecnológico BH-TEC. Tese de doutorado (Sociologia), Universidade Federal de Minas Gerais.
Padgett, John e Walter W. Powell. (2012). The Emergence of Organizations and Markets. Princeton: Princeton University Press.

Aula 5: 19.08: Monitoramento Eletrônico, Classificação de Desempenhos e Reputação Plataformizada
Ministrante: Diego dos Santos Moura Gonçalves (Píi).
Resumo: A aula abordará o avanço do monitoramento eletrônico no ambiente de trabalho, a partir do caso dos caminhoneiros do transporte rodoviário, compreendendo esse monitoramento enquanto parte do processo de dataficação, isto é, da crescente captura e análise de dados. Esse uso dos dados implica em novas e mais pervasivas formas de classificação de desempenhos e comportamentos, numa dinâmica que pode ser traçada desde a proliferação dos scores de crédito nos anos 70. No caso dos caminhoneiros, a telemetria veicular, a exemplo do aplicativo de gestão de frotas GoBrax, permite produzir classificações e premiar os desempenhos desejados. De forma mais ampla, é possível falar de uma reputação plataformizada, com notas e ranqueamentos, que se tornam cada vez mais relevantes para atividades tão diversas como e-commerce (ebay) ou avaliação de prestação de serviços por aplicativo.

Referências bibliográficas:
Fourcade, Marion e Kieran Healy. (2013). “Classification Situations: Life-Chances in the Neoliberal Era”. Accounting, Organizations and Society 38.
Levy, Karen (2015). “The Contexts of Control: Information, Power, and Truck-Driving Work”. The Information Society: An International Journal 31(2), 160-174.
Tadelis, Steven (2016). Reputation and Feedback Systems in Online Platform Markets. Annual Review of Economics 8(1), 321-340.

Aula 6: 21.08: Automação e Trabalho: entre a quantidade e a qualidade
Ministrante: Antonio Olegário.
Resumo: O objetivo desta aula é abordar o debate sobre automação e o futuro do trabalho em sua dimensão quantitativa e qualitativa. Sendo assim, discutiremos as características automatizantes das novas tecnologias e debateremos o potencial que a digitalização possui de efetuar mudanças paradigmáticas nos mercados de trabalho globais. Estas transformações serão trabalhadas, então, a partir da oposição entre quantidade e qualidade, oposição essa que nos levará a perguntar tanto sobre os efeitos da automação na quantidade de vagas de emprego disponíveis quanto sobre seu impacto na organização e direção (qualidade) dos ambientes de trabalho. Por fim, a aula considerará brevemente, à luz do debate sobre o futuro do trabalho, os temas trabalhados na primeira data do curso.

Referências bibliográficas:
Frey, Carl e Michael Osborne (2017). “The future of employment: How susceptible are jobs to computerisation?”. Technological Forecasting & Social Change 114.
Benanav, Aaron. (2019). Automation and The Future of Work, 1. New Left Review, 119.
Benanav, Aaron. (2019). Automation and The Future of Work, 2. New Left Review, 120.
Crawford, Kate (2021). Atlas of AI: Power, Politics, and the Planetary Costs of Artificial Intelligence. New Haven: Yale University Press.

Programa

O cronograma segue a seguinte ordem lógica: a contextualização do debate (Módulo I) permite dar um chão inicial ao debate. A parte de Jacques Lacan (Módulo II) permite compreender a crítica que Gilles Deleuze e Félix Guattari desenvolvem ao complexo de Édipo (Módulo III). Por fim, o debate apresenta a proposta de O anti-Édipo (1972) de pensar os corpos para além do âmbito familiar (Módulo IV).

Introdução (1 encontro)
Apresentação da proposta e explicação da dinâmica dos encontros.

Módulo I - Contextualização do debate (3 encontros)
Durante essa parte, o debate de Gilles Deleuze e Félix Guattari com Jacques Lacan será situado historicamente.

Módulo II - O complexo de Édipo (3 encontros)
O complexo de Édipo sob molde lacaniano se centra em duas noções, o Nome-do-Pai e o Falo, que serão abordadas neste módulo.

Módulo III - A crítica guattaro-deleuziana à psicanálise de Lacan (3 encontros)
Deleuze e Guattari irão criticar o modo como o complexo de Édipo acredita socializar por completo um corpo. Para poder compreender tal objeção, será preciso acompanhar de que forma a dupla problematiza as noções de Nome-do-Pai e Falo.

Módulo IV - Por uma radical economia libidinal (3 encontros)
A proposta de Deleuze e Guattari para além do complexo de Édipo será apresentada aqui por meio da noção de corpo sem órgãos. Serão exploradas as consequências políticas e sociais desse conceito-limite.

Encerramento do curso (1 encontro)

Referências Bibliográficas

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O anti-Édipo: capitalismo e esquizofrenia. Tradução de Luiz B. L. Orlandi. São Paulo: Editora 34, 2011.
DOSSE, François. Gilles Deleuze e Félix Guattari: biografia cruzada. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2010.
DOSSE, François. História do estruturalismo: o campo do signo, 1945-1966 (volume 1). Tradução de Álvaro Cabral. São Paulo: Editora Unesp, 2018.
DOSSE, François. História do estruturalismo: o canto do cisne, de 1967 a nossos dias (volume 2). Tradução de Álvaro Cabral. São Paulo: Editora Unesp, 2018.
DOSSE, François. A saga dos intelectuais franceses, volume II: o futuro em migalhas (1968-1989). Tradução de Leila de Aguiar Costa. São Paulo: Estação Liberdade, 2023.
DUTRA, Vinícius. A economia restrita do falo: crítica derridiana à teoria sexual de Lacan, Princípios: Revista de Filosofia (UFRN), v. 31, n. 66, 2024. DOI: 10.21680/1983-2109.2024v31n66ID35543. Acesso em: 2 Jan. 2025.
FREUD, Sigmund. A moral sexual “cultural” e a doença nervosa moderna (1908). In: FREUD, Sigmund. Cultura, sociedade, religião: O mal-estar na cultura e outros escritos. Tradução de Maria Rita Salzano Moraes. Belo Horizonte: Autêntica, 2020. pp. 65-97.
FREUD, Sigmund. Totem e tabu. In: FREUD, Sigmund. Obras completas, volume 11: totem e tabu, contribuição à história do movimento psicanalítico e outros textos (1912-1914). Tradução de Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. pp. 13-244.
LACAN, Jacques. Escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
LÉVI-STRAUSS, Claude. As estruturas elementares de parentesco. Tradução de Mariano Ferreira. Petrópolis: Vozes, 2012.
ROUDINESCO, Elisabeth. Jacques Lacan: esboço de uma vida, história de um sistema de pensamento. Tradução de Paulo Neves. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
ROUDINESCO, Elisabeth. Sigmund Freud na sua época e em nosso tempo. Tradução de André Telles. Rio de Janeiro: Zahar, 2016.

Programa

1. PROGRAMA COMPLETO

Unitat 1: De persones i d’animals
GRAMÀTICA
- Quantitatius: cada, tot, tothom, cap, res, ningú
-Subjuntiu en oracions subordinades: m'agrada que les persones tinguin...
-Oracions adjectives de relatiu: m'agraden les persones que riuen...
-Sufixos: diminutius i augmentatius
-Estructures: tots dos, cap dels dos, ni l'un ni l'altre, tant amb l'un com...
-Recurs expressiu: endavant; digues; digui, digui
LÈXIC
-Lèxic relacionat amb l'aprenentatge de llengües
-Adjectius per descriure maneres de ser
-Lèxic relacionat amb els animals
FONÈTICA
-Els sons [ʒ] [g/ɣ]
-Les combinacions güe, güi
CULTURA
- Les llengües a Catalunya
Unitat 2: El futur ja és aquí!
GRAMÀTICA
-Futur i futur perfet
-Pronom hi
-Estructures de probabilitat o possibilitat en futur: és possible que, és probable que, probablement, segurament,
potser
-Connectors: si, quan
-Expressions temporals: d'aquí a, l'any que ve...
-Recurs discursiu: ves a saber
LÈXIC
-Lèxic per predir el futur
-Lèxic relacionat amb la robòtica
-Lèxic per descriure un món futur
-Lèxic de fenòmens naturals
FONÈTICA
- Les paraules agudes
CULTURA
- Alexandre Deulofeu: l'historiador del futur
Unitat 4: Peces úniques
GRAMÀTICA
-Expressions d'hipòtesis i suposicions: potser, pot ser que, a veure si, i si...
-Per a què i per
-Quantitatius: gens, cap, res, una mica, poc, gaire, prou, massa
-Noms amb complement preposicional: rellotge de paret, sabates sense cordons...
-Recurs discursiu: òndia, apa
LÈXIC
-Lèxic per descriure objectes
-Noms d'objectes
-Sinònims de cosa
FONÈTICA
-El so [tʃ]
-L'entonació de frases interrogatives: que i què
CULTURA
- Els poemes objecte de Joan Brossa
Unitat 5: Amb la por al cos
GRAMÀTICA
-Passat perifràstic, perfet d’indicatiu i imperfet d’indicatiu
-Plusquamperfet d’indicatiu
-Estructures per expressar dubte, hipòtesi i certesa: no sé si, crec que, pel que sembla, és molt clar que...
-Deure + infinitiu
-Expressions temporals: de seguida, un cop, a continuació, tot just...
-Recurs discursiu: no m’ho puc creure, no pot ser, justa la fusta...
LÈXIC
-Lèxic relacionat amb fets misteriosos i amb la novel·la policíaca
FONÈTICA
-Els sons [ks] i [ʃ]
CULTURA
-La història de les bruixes als Països Catalans


2. BIBLIOGRAFIA


Livros
ALABADÍ, J. [et al.]. D’ací i d’allà: Oral A2. València: Tabarca Llibres, 2010.
BADIA, D.; PÉREZ, M. Camí de Ronda: 40 primeres classes de català. Vic: L’Àlber, 2015.
BASTONS, N. [et al.].Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide, 2012.
BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Elemental 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova,
2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GINEBRA, J.; MONTSERRAT, A. Diccionari d’ús dels verbs catalans. Barcelona: Educaula (Grup 62), 2021.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell elemental (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes.
Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També
disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans: 2019.
MAS, M. [et al.]. Veus: Curs de català: Nivell 3. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2011.
MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 3: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona:
Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 3. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 3. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
Sites
CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala
Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ LINGÜÍSTICA. Gramàtica. https://www.cpnl.cat/gramatica/
GENERALITAT DE CATALUNYA. Optimot Consultes lingüístiques.
https://aplicacions.llengua.gencat.cat/llc/AppJava/index.html
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ
LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
GRUP ENCICLOPÈDIA. DIDAC (Diccionari escolar). https://www.diccionari.cat/didac
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Diccionari de l’Institut d’Estudis Catalans. https://dlc.iec.cat/
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017.
https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

 

 

Programa

Programa resumido:
 
Aula 1: Aquisição segmental – percepção, articulação e categorização dos sons da língua;
Aula 2: Aquisição silábica – percepção, articulação e categorização das sílabas da língua;
Aula 3: Aquisição lexical – recortando o contínuo sonoro da fala;
Aula 4: Comparando a aquisição fonológica típica e atípica – desvios e atrasos fonológicos;
Aula 5: Aquisição bilíngue – relatos de pesquisa; mitos e verdades.
 
Programa completo:
 
Aula 1: Aquisição segmental – percepção, articulação e categorização dos sons da língua;
 
Tópicos:
● Fundamentos da Fonética e Fonologia;
● Fonologia segmental: inventário vocálico e consonantal do PB;
● Percepção linguística em neonatos: os períodos “citizens of the world” versus “culture-bound listeners”;
● Aquisição vocálica do PB;
● Aquisição consonantal do PB.
 
Aula 2: Aquisição silábica – percepção, articulação e categorização das sílabas da língua;
 
Tópicos:
● Sílaba: O que é, para que serve, como se comporta na língua;
● Inventário silábico do português;
● Balbucio;
● Aquisição silábica: CV, V, CVV, CVC, CCV.
 
Aula 3: Aquisição lexical: recortando o contínuo sonoro da fala
 
Tópicos:
● Segmentação da fala a partir da prosódia;
● Outras “pistas” para a segmentação: fonologia, sintaxe e reconhecimento de palavras funcionais vizinhas;
● Do som ao significado - o papel da sintaxe e da semântica.
 
Aula 4: Comparando a aquisição fonológica típica e atípica: desvios e atrasos fonológicos.
 
Tópicos:
● Atraso de fala de origem fonética e fonológica;
● Apraxia de fala.
 
Aula 5: Bilinguismo
 
Tópicos:
● O que é bilinguismo?;
● Hipóteses sobre a aquisição bilíngue;
● Aquisição bilíngue: Fonologia e Léxico;
● Transferência e Codeswitching;
● Efeitos cognitivos do bilinguismo;
● Mitos e verdades sobre o bilinguismo.
 
Bibliografia por aula:
 
Aula 1:
BISOL, L. (Org.) Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2010.
CRISTÓFARO-SILVA, T. Fonética e Fonologia do Português: roteiro de estudos e guia de exercícios. São Paulo: Contexto, 2009.
SEARA, C.S; NUNES, V. G.; LAZZAROTTO-VOLCÃO, C.. Fonética e fonologia do português brasileiro. Série COnhecer. São Paulo: Editora Contexto, 2018.
 
Aula 2:
FREITAS, M. J.; SANTOS, A. L. (org.) Aquisição de língua materna e não materna. Questões gerais e dados do português. Textbooks in Language Sciences 3. Berlin: Language Science Press, 2017.
LAMPRECHT, R.R. Aquisição Fonológica do Português: Perfil de desenvolvimento e subsídios para terapia. Porto Alegre: Artmed, 2004.
LAMPRECHT, R.R. Aquisição da linguagem: estudos recentes no Brasil. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2011.
 
Aula3:
NAME, M.C. O que nos dizem os resultados experimentais sobre a percepção da fala pelo bebê. Veredas online, ed. especial, 2012, p. 284-297.
GOUT, A., & CHRISTOPHE, A. O papel do bootstrapping prosódico na aquisição da sintaxe e do léxico. In.: CORRÊA, L.S. (org): Aquisição da linguagem e problemas do desenvolvimento linguístico. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio, 2006, p. 103-128.
 
Aula 4:
MELO, Roberta Michelon; MOTA, Helena Bolli; BERTI, Larissa Cristina . Parâmetros acústicos e articulatórios durante a produção do contraste entre oclusivas alveolares e velares: dados típicos e de desvio fonológico. AUDIOLOGY - COMMUNICATION RESEARCH (ACR) , v. 22, p. 1-10, 2017.
Acessado em 26/05/2019.
LAMPRECHT, R.R. Aquisição Fonológica do Português: Perfil de desenvolvimento e subsídios para terapia. Porto Alegre: Artmed, 2004.
 
Aula 5:
MEGALE, A. Bilingüismo e educação bilíngüe – discutindo conceitos. Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL. V. 3, n. 5, agosto de 2005.
FLORY, E. & SOUZA, M. T. Bilinguismo: diferentes definições, diversas implicações. Revista Intercâmbio, volume XIX: 23-40, 2009. São Paulo: LAEL/PUC-SP
ZIMMER, M; FINGER, I; SCHERER, L. Do bilinguismo ao multilinguismo: intersecções entre a psicolinguística e a neurolinguística. Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL. V. 6, n. 11, agosto de 2008.
 
Bibliografia de apoio:
FIORIN, J. L. (org.) Introdução à Linguística I: objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2008.
VARELLA, N. K. Na aquisição da escrita pelas crianças ocorrem processos fonológicos similares aos da aquisição da fala? Letras de Hoje, Porto Alegre, v. 30, no 4, p. 265-271, dezembro 1995.
LAMPRECHT, R. R. Qual é a diferença entre consciência fonológica e consciência fonêmica? Letra A: o jornal do alfabetizador. Belo Horizonte, ano 4. n. 16, outubro/novembro, 2008, p. 3.
MIRANDA, A. R. M. & MATZENAUER, C. L. B. Aquisição da fala e da escrita: relações com a Fonologia. Cadernos de Educação, Pelotas [35], p. 359-405, janeiro/abril 2010.
 

 

Programa

Semana 1: Literatura com e sem adjetivos (conceituações elementares sobre o gênero LIJ, discussões abertas e consensos da área, letramento literário, visão psicanalítica da relação do adulto com seu ideário de infância, preconceitos sobre a LIJ e sua desconstrução)
Semana 2: Primórdios do gênero: etiologia e história das obras inaugurais da LIJ
Semana 3: Entre os primórdios e o século XIX
Semana 4: LIJ brasileira: nascimento e florescimento
Semana 5: LIJ contemporânea, pós-moderna, emancipatória e formas, propostas, linguagens, suportes, estéticas e temáticas questionadores e de desconstrução


Bibliografia geral:

AGUIAR, Vera Teixeira de & MARTHA, Alice Aurea Penteado (Org.). Literatura infantil e juvenil: leituras plurais. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2014
_____ Conto e reconto: das fontes à invenção. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012.
AGUIAR, Vera Teixeira & CECCANTINI, João Luís (Orgs.). Poesia infantil e juvenil brasileira: uma ciranda sem fim. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012.
AGUIAR, Vera Teixeira, CECCANTINI, João Luís, MARTHA, Alice Áurea Penteado. Heróis contra a parede: estudos de literatura infantil e juvenil. São Paulo: Cultura Acadêmica; Assis: ANEP, 2010.
AGUIAR E SILVA, Vitor Manuel. As humanidades, os estudos culturais, o ensino de literatura e a política da língua portuguesa. Coimbra: Almedina, 2010
_____ Teoria da literatura. Coimbra: Almedina, 2005.
ANDRUETTO, María Teresa. Por uma literatura sem adjetivos. São Paulo: Editora Pulo do Gato, 2012.
ANTONIL, André João. Cultura e opulência no Brasil. São Paulo: Edusp/Itatiaia, 1982.
ARIÉS, Philippe. História social da criança e da família. 2.ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1986.
ARROYO, Leonardo. Literatura Infantil Brasileira. São Paulo, Editora UNESP, 2011.
BEDÊ, Ana Luiza Reis. Monteiro Lobato e a presença francesa em A Barca de Gleyre. São Paulo: Annablume/Fapesp, 2007.
BETTELHEIM, Bruno. Psicanálise dos contos de fada. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
BORDINI, Maria da Glória. Poesia Infantil. São Paulo: Ática, 1986.
BOSI, Alfredo. O ser e o tempo na poesia. São Paulo: Cia. Das Letras, 2000.
_____ Reflexões sobre a arte. São Paulo: Ática, 2004.
BURKE, Kenneth. Teoria da forma literária. São Paulo: Cultrix, 1952.
CAMARGO, Luís. A ilustração do livro infantil. Belo Horizonte: Editora Lê, 1995.
CAMPBELL, Joseph. O herói de mil faces. São Paulo: Pensamento, 2007.
CARDONA, Maria João. Para a História da Educação de Infância em Portugal. Porto: Porto Editora, 1997.
CARVALHO, Bárbara Vasconcelos de. A literatura Infantil. São Paulo: Global, 1984.
CASCUDO, Luis da Câmara. Literatura oral no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1984.
CESERANI, Remo. O Fantástico. Tradução de Nilton Cezar Tridapalli. Curitiba: Ed. UFPR, 2006.
CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Editora da Unesp – Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: 1999.
COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da literatura infantil e juvenil. São Paulo: Amarilys, 2010.
_____ Dicionário Crítico da Literatura Infantil Brasileira. São Paulo: Edusp, 1995.
_____ A Literatura Infantil. São Paulo: Moderna, 2000.
_____ O conto de fadas: símbolos, mitos, arquétipos. São Paulo: DCL, 2003.
CUNHA, Maria Zilda da. Na tessitura dos signos contemporâneos. Novos olhares para a literatura infantil e juvenil. São Paulo: Humanitas/Paulinas, 2009.
DINORAH, Maria. O livro na sala de aula. Porto Alegre: LP&M, 1987.
EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
EVANGELISTA, Aracy Alves. M. (Org.). A escolarização da leitura literária: o jogo do livro infantil e juvenil. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
FIGUEIREDO, Eurídice. Conceitos de literatura e cultura. Juiz de Fora: UFJF, 2005.
FISCHER, Steven Roger. História da leitura. São Paulo: Editora Unesp, 2006.
FREITAS, Marcos Cezar (Org) História Social da Infância no Brasil. São Paulo: Cortez, 2006.
FREITAS, Marcos Cezar e KULMANN JR., Moysés (Org.). Os intelectuais na História da infância. São Paulo: Cortez, 2002.
FROMM, Erich. A linguagem esquecida: uma introdução ao entendimento dos sonhos, contos de fadas e mitos. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1983.
GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas no Brasil. Campinas, SP: Autores Associados, 2008.
GÓES, Lúcia Pimentel. Olhar de descoberta. São Paulo: Paulinas, 2006.
GREGORIN FILHO, José Nicolau. A roupa infantil da literatura. Araraquara, SP: 1995. Dissertação apresentada à FCL-UNESP.
_____ Figurativização e imaginário cultural. Araraquara. SP, 2002. Tese apresentada à FCL-UNESP.
_____ Literatura Infantil: múltiplas linguagens na formação de leitores. São Paulo: Melhoramentos, 2009.
_____ Literatura Juvenil: adolescência, cultura e formação de leitores. São Paulo: Melhoramentos, 2011.
GROPPO, Luís Antonio. Juventude: ensaios sobre Sociologia e História das juventudes modernas. Rio de Janeiro: DIFEL, 2000.
HORTA, José Silvério Baía. O hino, o Sermão e a Ordem do dia: o regime autoritário e a educação no Brasil. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1994.
HUNT, Peter. Crítica, teoria e literatura infantil. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
JESUALDO, J. A Literatura Infantil. São Paulo: Cultrix/USP, 1978.
JOLLES, André. As formas simples. (trad. Álvaro Cabral) São Paulo: Cultrix, 1976.
JOUVE, Vincent. Por que estudar literatura? São Paulo: Parábola, 2012.
_____ A leitura. Trad. Brigitte Hervor. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
KHEDE, Sônia Salomão (org.) Literatura Infanto-Juvenil: um gênero polêmico. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1983.
_____ Personagens da Literatura Infanto-Juvenil. São Paulo: Ática, 1986.
LAJOLO Marisa. Usos e abusos da Literatura na escola. Rio de Janeiro: Globo, 1982.
_____ Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 2008.
LAJOLO, Marisa e CECCANTINI, João Luís (Orgs.) Monteiro Lobato, livro a livro: Obra infantil. São Paulo: Editora da Unesp, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: 2008.
LAJOLO, Marisa. e ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira. São Paulo: Ática, 1984.
_____ A formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 2009.
_____ A leitura rarefeita: livro e literatura no Brasil. São Paulo: Editora Brasiliense, 1991.
LEAHY-DIOS, Cyana. Educação literária como metáfora social: desvios e rumos. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
LIMA, Aldo de (Org.). O direito à literatura. Recife: ED. Universitária da UFPE, 2012.
MAGNANI, Maria do Rosário Mortari. Leitura, literatura e escola. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
MARTINS, Maria Helena. Crônica de uma utopia. Leitura e literatura infantil em trânsito. São Paulo: Brasiliense, 1989.
MATTOS, Regiane Augusto de. História e Cultura afro-brasileira. São Paulo: Contexto, 2009.
MELLO E SOUZA, Antonio Candido. Literatura e Sociedade. São Paulo: T. A. Queiroz, 2000.
_____ Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. Belo Horizonte, Editora Itatiaia, 2000.
MENDES, Maria dos Prazeres Santos. Monteiro Lobato, Clarice Lispector e Lygia B. Nunes: o estético em diálogo na literatura infanto-juvenil. São Paulo: 1994. Tese apresentada à Comunicação e Semiótica PUC-SP.
MENDES, Mariza. B. T. Em busca dos contos perdidos. O significado das funções femininas nos contos de fada. São Paulo: Editora da Unesp: Imprensa Oficial do Estado, 2000.
MEREGE. Ana Lúcia. Os contos de fadas: origens, história e permanência no mundo moderno. São Paulo: Claridade, 2010.
MORAES, Antonieta Dias de. Reflexos da violência na literatura infanto-juvenil. SP: letras e Letras, 1991.
MOURA, Magali & CAMBEIRO, Delia (Orgs.). Magias, encantamentos e metamorfoses: fabulações modernas e suas expressões no imaginário contemporâneo. Rio de Janeiro: De Letras, 2013.
ORIÁ, Ricardo. O Brasil contado às crianças: Viriato Corrêa e a literatura escolar brasileira (1934-1961). São Paulo: Annablume, 2011.
PALO, Maria José e OLIVEIRA, M. Rosa. Literatura Infantil. São Paulo: Ática, 1986.
PAZ, Noemi. Mitos e Ritos de Iniciação nos Contos de Fada. São Paulo: Pensamento, 2005.
PERROTTI, Edmir. O texto sedutor na Literatura Infantil. São Paulo: Ícone, 1986.
_____. Confinamento cultural, Infância e Leitura. São Paulo: Summus Editorial, 1990.
_____ Literatura Infantil & juvenil: Vivências de Leitura e Expressão Criadora. São Paulo: Saraiva, 1993.
RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos. São Paulo: Contexto, 2012.
REIS, Carlos & LOPES, Ana Cristina M. Dicionário de Narratologia. Coimbra: Almedina, 2007.
RESENDE, Vânia Maria. Ziraldo e o livro para crianças e jovens no Brasil: revelações poéticas sob o signo de flicts. São Paulo: Humanitas/Paulinas, 2013.
RIBEIRO, Francisco Aurélio. A literatura infanto-juvenil de Clarice Lispector. Vitória: Nemar, 1993.
ROCCO, Maria Tereza Fraga. Crise na linguagem. São Paulo: Mestre Jou, 1981.
ROSEMBERG. Fúlvia. Literatura Infantil e ideologia. São Paulo: Global, 1984.
RÖSING, Tânia M. K. e BURLAMAQUE, Fabiane. (Org.) De casa e de fora, de antes e de agora: estudos de literatura infantil e juvenil. Passo Fundo: Editora da Universidade Federal de Passo Fundo, 2010.
SAMOYAULT, Tiphaine. A intertextualidade. São Paulo: Aderaldo e Rothschild, 2008.
SANDRONI, Laura. De Lobato a Bojunga. As reinações renovadas. Rio de Janeiro: Livraria Agir Editora, 1987.
SANT’ANNA, Afonso R. Paródia, paráfrase e Cia. São Paulo: Editora Ática, 2001.
SANT´ANNA, Marco Antônio Domingues. O gênero da parábola. São Paulo: Editora UNESP, 2010.
SECCO, Carmen Lúcia Tindó. Entre fábulas e alegorias: ensaios sobre literatura infantil de Angola e Moçambique. Rio de Janeiro: Quartet: UFRJ, Centro de Letras e Artes, 2007.
SILVA, Vitor Manuel Aguiar. As humanidades, os estudos culturais, o ensino da literatura e a política da língua portuguesa. Coimbra: Almedina, 2010.
SIMÕES, Marco Antonio. História da leitura: do papiro ao papel digital. São Paulo: Terceira Margem, 2011.
SORIANO, Marc. Guide de la Literature pour la Jeunesse. Paris: Flamarion, 1975.
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SOUZA, Ângela Leite de. Contos de fada : Grimm e a literatura oral no Brasil. Belo Horizonte: Editora Lê, 1999.
SPINA, Segismindo. A cultura literária medieval. São Paulo: Ateliê Editorial, 2007.
STEARNS, Peter. A infância. São Paulo: Contexto, 2006.
TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009.
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VALE, Fernando Marques do. A obra infantil de Monteiro Lobato. Inovações e repercussões. Lisboa: Portugalmundo, 1994.
VASCONCELLOS, Zinda Maria Carvalho. O universo ideológico da obra infantil de Monteiro Lobato. São Paulo: Traço Editora, 1982.
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VON FRANZ, Marie- Louise. A sombra e o mal nos contos de fada. São Paulo: Ed. Paulinas, 1985.
_____ A interpretação dos contos de fada. São Paulo: Paulus, 1990.
YUNES, Eliana e PONDÉ, M. da Glória. Leitura e leituras da literatura infantil. São Paulo: FTD, 1988.
WADA, Marcia Miyoko. Juventude e leitura. São Paulo:Annablume; A cor da Letra, 2004.
WORNICOV, Ruth et al. Criança, leitura, livro. São Paulo: Nobel, 1986.
ZILBERMAN, Regina e LAJOLO, Marisa. A leitura rarefeita: livro e leitura no Brasil. São Paulo: Editora Brasiliense, 1991.
ZILBERMAN, Regina (org.). Leitura em crise na escola. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982.
_____. (org.). A produção cultural para crianças. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982.
_____ A literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 2003.