Programa

Aula 1: 05.08: Tópicos contemporâneos sobre a sociedade digital
Ministrantes:
Antônio Olegário, Diego Gonçalves, Guilherme Olímpio Fagundes, Julia Rodrigues Barros Alves e Marcus Repa.

Resumo: A aula introdutória apresentará a sociologia digital como um ponto de encontro de estudos acerca do papel das redes sociais, da crescente captura e análise de dados (dataficação), a digitalização de processos, o uso de plataformas digitais e o crescente papel da inteligência artificial. Essas tecnologias serão apresentadas de forma
introdutória junto a uma visão geral do curso, onde diferentes casos da aplicação tecnológica nas relações de trabalho e empreendedorismo serão discutidos.

Referências bibliográficas:
Cordeiro, Veridiana, Letícia Simões Gomes e Leopoldo Waizbort (2023). “A formação da sociologia digital: emergência de uma nova especialidade na sociologia ou um campo para repensar a própria sociologia?”. Plural 30(1), 5-22.
Nascimento, Leonardo (2020). Sociologia Digital: uma breve introdução. Salvador: Editora UFBA (Coleção Cibercultura).
O’Neil, Cathy. (2020). “Introdução”; “Capítulo 1”. In Algoritmos de destruição em massa: como o big data aumenta a desigualdade e ameaça a democracia. Editora Rua do Sabão, Santo André.
Esposito, Elena. (2022). Artificial Communication: How Algorithms Produce Social Intelligence. MIT Press.
Pasquinelli, Matteo. (2023). “Conclusion: The Automation of General Intelligence”. The Eye of the Master: A Social History of Artificial Intelligence. Verso Books.

Aula 2: 07.08: Aperte o botão, ganhe vida extra e pague o aluguel!
Ministrante: Marcus Repa.
Resumo: a partir do jogo Monotonia, identificar o que as imagens sugerem em relação ao processo do trabalho, enquanto forma crítica, de uma passagem do “fordismo” para uma produção de tecnologias de imagens baseadas em trabalho individualizado e remoto. Da análise interna, a interpretação combina os elementos externos ao jogo
digital, isto é, os agentes envolvidos e as condições de produção de um jogo, assim como a circulação desse para o consumo. Esse percurso apresenta algumas pistas para que uma análise sociológica contemporânea compreenda as relações profissionais e os sentidos das “novas formas de trabalho”.

Referências bibliográficas:
Castells, Manuel. A Transformação Do Trabalho E Do Mercado De Trabalho: Trabalhadores Ativos Na Rede, Desempregados E Trabalhadores Com Jornada Flexível. In: A Sociedade Em Rede. Paz E Terra, 2020.
Guevara-Villalobos, Orlando. Playful Peripheries: The Consolidation Of Independent Game Production In Latin America. In: Independent Videogames Cultures, Networks, Techniques And Politics, Ruffino, Paolo (Ed.), Routledge, 2021.
Harvey, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Estação Liberdade, 2010.
Tschang, Ted F. The Video Game Development Process. In: The Video Game Explosion: A History From Pong To Playstation And Beyond. Wolf, Mark J.P. (Edit.). Greenwood Publishing Group, Inc, United States Of America, 2008.
Woodcock, James. Marx No Fliperama. São Paulo: Autonomia Literária, 2020.
Schumacher, Leif. Immaterial Fordism: The Paradox Of Game Industry Labour. Work Organisation, Labour & Globalisation 1, No. 1 (2007): 144-55. Accessed April 8, 2020. Www.Jstor.Org/Stable/10.13169/Workorgalaboglob.1.1.0144.
Boltanski, Luc. Desconstrução do mundo do trabalho. In: O novo espírito do capitalismo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2020.

Aula 3: 12.08: Plataformização do trabalho - Do Uber ao OnlyFans
Ministrante: Julia Rodrigues Barros Alves.
Resumo: Através do aprofundamento em duas plataformas, o Uber e o OnlyFans, discutiremos o processo socioeconômico de plataformização (a crescente dependência das plataformas digitais para o funcionamento do capitalismo) com o objetivo de apresentar os seus principais efeitos para o mundo do trabalho. Focando, sobretudo, nas trabalhadoras sexuais de plataforma, pretende-se suscitar reflexões acerca de como, enquanto sociedade, definimos trabalho, prazer, plataforma e/ou rede social — problematizando, enfim, o senso comum de que trabalhos plataformizados são simples e obrigatoriamente trabalhos precarizados.

Referências bibliográficas:
Gwyn Easterbrook-Smith, Gwyn. "OnlyFans as gig-economy work: a nexus of precarity and stigma". Porn Studies. 10 (3), 252–267.
Abílio, Ludmila Costhek. “Uberização: a era do trabalhador just-in-time?”. Estudos Avançados. 34(98), 111–126.
Figiaccone, Julieta. “Soy mi propia madama”: Emprendedoras eróticas en OnlyFans”. Nueva Sociedad. Disponível em:
https://nuso.org/articulo/316-emprendedoras-eroticas-only-fans/.

Aula 4: 14.08: Quando seu trabalho são as redes - O empreendedorismo de base tecnológica
Ministrante: Guilherme Olímpio Fagundes.
Resumo: Enquanto a sociologia do trabalho, em sua interface com os estudos digitais, tem se preocupado com os efeitos de sistemas algorítmicos sobre o tecido social, é dada pouca atenção para indivíduos, grupos e organizações que estão por trás da produção dessas inovações tecnológicas (Padgett e Powell, 2012). Tendo isso em mente, a aula se debruça sobre o ofício do empreendedor da indústria de alta tecnologia, especialmente nas suas diferentes agendas sociológicas de pesquisa, que versam sobre desigualdades sociais, plataformas de bussiness (LinkedIn), processos de inovação, dentre outros.
Referências bibliográficas:
Maia, Marcel. (2024). “Introdução”. In Jovem firma procura investidor: como as aceleradoras promovem encontros e moldam startups. Tese de doutorado (Sociologia), Universidade de São Paulo.
Elfring, Tom, Kim Klyver e Elco van Burg (2021). Entrepreneurship as Networking. Nova Iorque: Oxford University Press.
Mattar, Luciano. (2018). Inserção e interdependência multinível entre redes sociais interpessoais e interorganizacionais: Capital social e desempenho no caso do cluster industrial Parque Tecnológico BH-TEC. Tese de doutorado (Sociologia), Universidade Federal de Minas Gerais.
Padgett, John e Walter W. Powell. (2012). The Emergence of Organizations and Markets. Princeton: Princeton University Press.

Aula 5: 19.08: Monitoramento Eletrônico, Classificação de Desempenhos e Reputação Plataformizada
Ministrante: Diego dos Santos Moura Gonçalves (Píi).
Resumo: A aula abordará o avanço do monitoramento eletrônico no ambiente de trabalho, a partir do caso dos caminhoneiros do transporte rodoviário, compreendendo esse monitoramento enquanto parte do processo de dataficação, isto é, da crescente captura e análise de dados. Esse uso dos dados implica em novas e mais pervasivas formas de classificação de desempenhos e comportamentos, numa dinâmica que pode ser traçada desde a proliferação dos scores de crédito nos anos 70. No caso dos caminhoneiros, a telemetria veicular, a exemplo do aplicativo de gestão de frotas GoBrax, permite produzir classificações e premiar os desempenhos desejados. De forma mais ampla, é possível falar de uma reputação plataformizada, com notas e ranqueamentos, que se tornam cada vez mais relevantes para atividades tão diversas como e-commerce (ebay) ou avaliação de prestação de serviços por aplicativo.

Referências bibliográficas:
Fourcade, Marion e Kieran Healy. (2013). “Classification Situations: Life-Chances in the Neoliberal Era”. Accounting, Organizations and Society 38.
Levy, Karen (2015). “The Contexts of Control: Information, Power, and Truck-Driving Work”. The Information Society: An International Journal 31(2), 160-174.
Tadelis, Steven (2016). Reputation and Feedback Systems in Online Platform Markets. Annual Review of Economics 8(1), 321-340.

Aula 6: 21.08: Automação e Trabalho: entre a quantidade e a qualidade
Ministrante: Antonio Olegário.
Resumo: O objetivo desta aula é abordar o debate sobre automação e o futuro do trabalho em sua dimensão quantitativa e qualitativa. Sendo assim, discutiremos as características automatizantes das novas tecnologias e debateremos o potencial que a digitalização possui de efetuar mudanças paradigmáticas nos mercados de trabalho globais. Estas transformações serão trabalhadas, então, a partir da oposição entre quantidade e qualidade, oposição essa que nos levará a perguntar tanto sobre os efeitos da automação na quantidade de vagas de emprego disponíveis quanto sobre seu impacto na organização e direção (qualidade) dos ambientes de trabalho. Por fim, a aula considerará brevemente, à luz do debate sobre o futuro do trabalho, os temas trabalhados na primeira data do curso.

Referências bibliográficas:
Frey, Carl e Michael Osborne (2017). “The future of employment: How susceptible are jobs to computerisation?”. Technological Forecasting & Social Change 114.
Benanav, Aaron. (2019). Automation and The Future of Work, 1. New Left Review, 119.
Benanav, Aaron. (2019). Automation and The Future of Work, 2. New Left Review, 120.
Crawford, Kate (2021). Atlas of AI: Power, Politics, and the Planetary Costs of Artificial Intelligence. New Haven: Yale University Press.

Programa

O cronograma segue a seguinte ordem lógica: a contextualização do debate (Módulo I) permite dar um chão inicial ao debate. A parte de Jacques Lacan (Módulo II) permite compreender a crítica que Gilles Deleuze e Félix Guattari desenvolvem ao complexo de Édipo (Módulo III). Por fim, o debate apresenta a proposta de O anti-Édipo (1972) de pensar os corpos para além do âmbito familiar (Módulo IV).

Introdução (1 encontro)
Apresentação da proposta e explicação da dinâmica dos encontros.

Módulo I - Contextualização do debate (3 encontros)
Durante essa parte, o debate de Gilles Deleuze e Félix Guattari com Jacques Lacan será situado historicamente.

Módulo II - O complexo de Édipo (3 encontros)
O complexo de Édipo sob molde lacaniano se centra em duas noções, o Nome-do-Pai e o Falo, que serão abordadas neste módulo.

Módulo III - A crítica guattaro-deleuziana à psicanálise de Lacan (3 encontros)
Deleuze e Guattari irão criticar o modo como o complexo de Édipo acredita socializar por completo um corpo. Para poder compreender tal objeção, será preciso acompanhar de que forma a dupla problematiza as noções de Nome-do-Pai e Falo.

Módulo IV - Por uma radical economia libidinal (3 encontros)
A proposta de Deleuze e Guattari para além do complexo de Édipo será apresentada aqui por meio da noção de corpo sem órgãos. Serão exploradas as consequências políticas e sociais desse conceito-limite.

Encerramento do curso (1 encontro)

Referências Bibliográficas

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O anti-Édipo: capitalismo e esquizofrenia. Tradução de Luiz B. L. Orlandi. São Paulo: Editora 34, 2011.
DOSSE, François. Gilles Deleuze e Félix Guattari: biografia cruzada. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2010.
DOSSE, François. História do estruturalismo: o campo do signo, 1945-1966 (volume 1). Tradução de Álvaro Cabral. São Paulo: Editora Unesp, 2018.
DOSSE, François. História do estruturalismo: o canto do cisne, de 1967 a nossos dias (volume 2). Tradução de Álvaro Cabral. São Paulo: Editora Unesp, 2018.
DOSSE, François. A saga dos intelectuais franceses, volume II: o futuro em migalhas (1968-1989). Tradução de Leila de Aguiar Costa. São Paulo: Estação Liberdade, 2023.
DUTRA, Vinícius. A economia restrita do falo: crítica derridiana à teoria sexual de Lacan, Princípios: Revista de Filosofia (UFRN), v. 31, n. 66, 2024. DOI: 10.21680/1983-2109.2024v31n66ID35543. Acesso em: 2 Jan. 2025.
FREUD, Sigmund. A moral sexual “cultural” e a doença nervosa moderna (1908). In: FREUD, Sigmund. Cultura, sociedade, religião: O mal-estar na cultura e outros escritos. Tradução de Maria Rita Salzano Moraes. Belo Horizonte: Autêntica, 2020. pp. 65-97.
FREUD, Sigmund. Totem e tabu. In: FREUD, Sigmund. Obras completas, volume 11: totem e tabu, contribuição à história do movimento psicanalítico e outros textos (1912-1914). Tradução de Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. pp. 13-244.
LACAN, Jacques. Escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
LÉVI-STRAUSS, Claude. As estruturas elementares de parentesco. Tradução de Mariano Ferreira. Petrópolis: Vozes, 2012.
ROUDINESCO, Elisabeth. Jacques Lacan: esboço de uma vida, história de um sistema de pensamento. Tradução de Paulo Neves. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
ROUDINESCO, Elisabeth. Sigmund Freud na sua época e em nosso tempo. Tradução de André Telles. Rio de Janeiro: Zahar, 2016.

Programa

1. PROGRAMA COMPLETO

Unitat 1: De persones i d’animals
GRAMÀTICA
- Quantitatius: cada, tot, tothom, cap, res, ningú
-Subjuntiu en oracions subordinades: m'agrada que les persones tinguin...
-Oracions adjectives de relatiu: m'agraden les persones que riuen...
-Sufixos: diminutius i augmentatius
-Estructures: tots dos, cap dels dos, ni l'un ni l'altre, tant amb l'un com...
-Recurs expressiu: endavant; digues; digui, digui
LÈXIC
-Lèxic relacionat amb l'aprenentatge de llengües
-Adjectius per descriure maneres de ser
-Lèxic relacionat amb els animals
FONÈTICA
-Els sons [ʒ] [g/ɣ]
-Les combinacions güe, güi
CULTURA
- Les llengües a Catalunya
Unitat 2: El futur ja és aquí!
GRAMÀTICA
-Futur i futur perfet
-Pronom hi
-Estructures de probabilitat o possibilitat en futur: és possible que, és probable que, probablement, segurament,
potser
-Connectors: si, quan
-Expressions temporals: d'aquí a, l'any que ve...
-Recurs discursiu: ves a saber
LÈXIC
-Lèxic per predir el futur
-Lèxic relacionat amb la robòtica
-Lèxic per descriure un món futur
-Lèxic de fenòmens naturals
FONÈTICA
- Les paraules agudes
CULTURA
- Alexandre Deulofeu: l'historiador del futur
Unitat 4: Peces úniques
GRAMÀTICA
-Expressions d'hipòtesis i suposicions: potser, pot ser que, a veure si, i si...
-Per a què i per
-Quantitatius: gens, cap, res, una mica, poc, gaire, prou, massa
-Noms amb complement preposicional: rellotge de paret, sabates sense cordons...
-Recurs discursiu: òndia, apa
LÈXIC
-Lèxic per descriure objectes
-Noms d'objectes
-Sinònims de cosa
FONÈTICA
-El so [tʃ]
-L'entonació de frases interrogatives: que i què
CULTURA
- Els poemes objecte de Joan Brossa
Unitat 5: Amb la por al cos
GRAMÀTICA
-Passat perifràstic, perfet d’indicatiu i imperfet d’indicatiu
-Plusquamperfet d’indicatiu
-Estructures per expressar dubte, hipòtesi i certesa: no sé si, crec que, pel que sembla, és molt clar que...
-Deure + infinitiu
-Expressions temporals: de seguida, un cop, a continuació, tot just...
-Recurs discursiu: no m’ho puc creure, no pot ser, justa la fusta...
LÈXIC
-Lèxic relacionat amb fets misteriosos i amb la novel·la policíaca
FONÈTICA
-Els sons [ks] i [ʃ]
CULTURA
-La història de les bruixes als Països Catalans


2. BIBLIOGRAFIA


Livros
ALABADÍ, J. [et al.]. D’ací i d’allà: Oral A2. València: Tabarca Llibres, 2010.
BADIA, D.; PÉREZ, M. Camí de Ronda: 40 primeres classes de català. Vic: L’Àlber, 2015.
BASTONS, N. [et al.].Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide, 2012.
BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Elemental 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova,
2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GINEBRA, J.; MONTSERRAT, A. Diccionari d’ús dels verbs catalans. Barcelona: Educaula (Grup 62), 2021.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell elemental (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes.
Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També
disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans: 2019.
MAS, M. [et al.]. Veus: Curs de català: Nivell 3. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2011.
MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 3: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona:
Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 3. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 3. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
Sites
CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala
Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ LINGÜÍSTICA. Gramàtica. https://www.cpnl.cat/gramatica/
GENERALITAT DE CATALUNYA. Optimot Consultes lingüístiques.
https://aplicacions.llengua.gencat.cat/llc/AppJava/index.html
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ
LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
GRUP ENCICLOPÈDIA. DIDAC (Diccionari escolar). https://www.diccionari.cat/didac
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Diccionari de l’Institut d’Estudis Catalans. https://dlc.iec.cat/
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017.
https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

 

 

Programa

Programa resumido:
 
Aula 1: Aquisição segmental – percepção, articulação e categorização dos sons da língua;
Aula 2: Aquisição silábica – percepção, articulação e categorização das sílabas da língua;
Aula 3: Aquisição lexical – recortando o contínuo sonoro da fala;
Aula 4: Comparando a aquisição fonológica típica e atípica – desvios e atrasos fonológicos;
Aula 5: Aquisição bilíngue – relatos de pesquisa; mitos e verdades.
 
Programa completo:
 
Aula 1: Aquisição segmental – percepção, articulação e categorização dos sons da língua;
 
Tópicos:
● Fundamentos da Fonética e Fonologia;
● Fonologia segmental: inventário vocálico e consonantal do PB;
● Percepção linguística em neonatos: os períodos “citizens of the world” versus “culture-bound listeners”;
● Aquisição vocálica do PB;
● Aquisição consonantal do PB.
 
Aula 2: Aquisição silábica – percepção, articulação e categorização das sílabas da língua;
 
Tópicos:
● Sílaba: O que é, para que serve, como se comporta na língua;
● Inventário silábico do português;
● Balbucio;
● Aquisição silábica: CV, V, CVV, CVC, CCV.
 
Aula 3: Aquisição lexical: recortando o contínuo sonoro da fala
 
Tópicos:
● Segmentação da fala a partir da prosódia;
● Outras “pistas” para a segmentação: fonologia, sintaxe e reconhecimento de palavras funcionais vizinhas;
● Do som ao significado - o papel da sintaxe e da semântica.
 
Aula 4: Comparando a aquisição fonológica típica e atípica: desvios e atrasos fonológicos.
 
Tópicos:
● Atraso de fala de origem fonética e fonológica;
● Apraxia de fala.
 
Aula 5: Bilinguismo
 
Tópicos:
● O que é bilinguismo?;
● Hipóteses sobre a aquisição bilíngue;
● Aquisição bilíngue: Fonologia e Léxico;
● Transferência e Codeswitching;
● Efeitos cognitivos do bilinguismo;
● Mitos e verdades sobre o bilinguismo.
 
Bibliografia por aula:
 
Aula 1:
BISOL, L. (Org.) Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2010.
CRISTÓFARO-SILVA, T. Fonética e Fonologia do Português: roteiro de estudos e guia de exercícios. São Paulo: Contexto, 2009.
SEARA, C.S; NUNES, V. G.; LAZZAROTTO-VOLCÃO, C.. Fonética e fonologia do português brasileiro. Série COnhecer. São Paulo: Editora Contexto, 2018.
 
Aula 2:
FREITAS, M. J.; SANTOS, A. L. (org.) Aquisição de língua materna e não materna. Questões gerais e dados do português. Textbooks in Language Sciences 3. Berlin: Language Science Press, 2017.
LAMPRECHT, R.R. Aquisição Fonológica do Português: Perfil de desenvolvimento e subsídios para terapia. Porto Alegre: Artmed, 2004.
LAMPRECHT, R.R. Aquisição da linguagem: estudos recentes no Brasil. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2011.
 
Aula3:
NAME, M.C. O que nos dizem os resultados experimentais sobre a percepção da fala pelo bebê. Veredas online, ed. especial, 2012, p. 284-297.
GOUT, A., & CHRISTOPHE, A. O papel do bootstrapping prosódico na aquisição da sintaxe e do léxico. In.: CORRÊA, L.S. (org): Aquisição da linguagem e problemas do desenvolvimento linguístico. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio, 2006, p. 103-128.
 
Aula 4:
MELO, Roberta Michelon; MOTA, Helena Bolli; BERTI, Larissa Cristina . Parâmetros acústicos e articulatórios durante a produção do contraste entre oclusivas alveolares e velares: dados típicos e de desvio fonológico. AUDIOLOGY - COMMUNICATION RESEARCH (ACR) , v. 22, p. 1-10, 2017.
Acessado em 26/05/2019.
LAMPRECHT, R.R. Aquisição Fonológica do Português: Perfil de desenvolvimento e subsídios para terapia. Porto Alegre: Artmed, 2004.
 
Aula 5:
MEGALE, A. Bilingüismo e educação bilíngüe – discutindo conceitos. Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL. V. 3, n. 5, agosto de 2005.
FLORY, E. & SOUZA, M. T. Bilinguismo: diferentes definições, diversas implicações. Revista Intercâmbio, volume XIX: 23-40, 2009. São Paulo: LAEL/PUC-SP
ZIMMER, M; FINGER, I; SCHERER, L. Do bilinguismo ao multilinguismo: intersecções entre a psicolinguística e a neurolinguística. Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL. V. 6, n. 11, agosto de 2008.
 
Bibliografia de apoio:
FIORIN, J. L. (org.) Introdução à Linguística I: objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2008.
VARELLA, N. K. Na aquisição da escrita pelas crianças ocorrem processos fonológicos similares aos da aquisição da fala? Letras de Hoje, Porto Alegre, v. 30, no 4, p. 265-271, dezembro 1995.
LAMPRECHT, R. R. Qual é a diferença entre consciência fonológica e consciência fonêmica? Letra A: o jornal do alfabetizador. Belo Horizonte, ano 4. n. 16, outubro/novembro, 2008, p. 3.
MIRANDA, A. R. M. & MATZENAUER, C. L. B. Aquisição da fala e da escrita: relações com a Fonologia. Cadernos de Educação, Pelotas [35], p. 359-405, janeiro/abril 2010.
 

 

Programa

Semana 1: Literatura com e sem adjetivos (conceituações elementares sobre o gênero LIJ, discussões abertas e consensos da área, letramento literário, visão psicanalítica da relação do adulto com seu ideário de infância, preconceitos sobre a LIJ e sua desconstrução)
Semana 2: Primórdios do gênero: etiologia e história das obras inaugurais da LIJ
Semana 3: Entre os primórdios e o século XIX
Semana 4: LIJ brasileira: nascimento e florescimento
Semana 5: LIJ contemporânea, pós-moderna, emancipatória e formas, propostas, linguagens, suportes, estéticas e temáticas questionadores e de desconstrução


Bibliografia geral:

AGUIAR, Vera Teixeira de & MARTHA, Alice Aurea Penteado (Org.). Literatura infantil e juvenil: leituras plurais. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2014
_____ Conto e reconto: das fontes à invenção. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012.
AGUIAR, Vera Teixeira & CECCANTINI, João Luís (Orgs.). Poesia infantil e juvenil brasileira: uma ciranda sem fim. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012.
AGUIAR, Vera Teixeira, CECCANTINI, João Luís, MARTHA, Alice Áurea Penteado. Heróis contra a parede: estudos de literatura infantil e juvenil. São Paulo: Cultura Acadêmica; Assis: ANEP, 2010.
AGUIAR E SILVA, Vitor Manuel. As humanidades, os estudos culturais, o ensino de literatura e a política da língua portuguesa. Coimbra: Almedina, 2010
_____ Teoria da literatura. Coimbra: Almedina, 2005.
ANDRUETTO, María Teresa. Por uma literatura sem adjetivos. São Paulo: Editora Pulo do Gato, 2012.
ANTONIL, André João. Cultura e opulência no Brasil. São Paulo: Edusp/Itatiaia, 1982.
ARIÉS, Philippe. História social da criança e da família. 2.ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1986.
ARROYO, Leonardo. Literatura Infantil Brasileira. São Paulo, Editora UNESP, 2011.
BEDÊ, Ana Luiza Reis. Monteiro Lobato e a presença francesa em A Barca de Gleyre. São Paulo: Annablume/Fapesp, 2007.
BETTELHEIM, Bruno. Psicanálise dos contos de fada. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
BORDINI, Maria da Glória. Poesia Infantil. São Paulo: Ática, 1986.
BOSI, Alfredo. O ser e o tempo na poesia. São Paulo: Cia. Das Letras, 2000.
_____ Reflexões sobre a arte. São Paulo: Ática, 2004.
BURKE, Kenneth. Teoria da forma literária. São Paulo: Cultrix, 1952.
CAMARGO, Luís. A ilustração do livro infantil. Belo Horizonte: Editora Lê, 1995.
CAMPBELL, Joseph. O herói de mil faces. São Paulo: Pensamento, 2007.
CARDONA, Maria João. Para a História da Educação de Infância em Portugal. Porto: Porto Editora, 1997.
CARVALHO, Bárbara Vasconcelos de. A literatura Infantil. São Paulo: Global, 1984.
CASCUDO, Luis da Câmara. Literatura oral no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1984.
CESERANI, Remo. O Fantástico. Tradução de Nilton Cezar Tridapalli. Curitiba: Ed. UFPR, 2006.
CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Editora da Unesp – Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: 1999.
COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da literatura infantil e juvenil. São Paulo: Amarilys, 2010.
_____ Dicionário Crítico da Literatura Infantil Brasileira. São Paulo: Edusp, 1995.
_____ A Literatura Infantil. São Paulo: Moderna, 2000.
_____ O conto de fadas: símbolos, mitos, arquétipos. São Paulo: DCL, 2003.
CUNHA, Maria Zilda da. Na tessitura dos signos contemporâneos. Novos olhares para a literatura infantil e juvenil. São Paulo: Humanitas/Paulinas, 2009.
DINORAH, Maria. O livro na sala de aula. Porto Alegre: LP&M, 1987.
EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
EVANGELISTA, Aracy Alves. M. (Org.). A escolarização da leitura literária: o jogo do livro infantil e juvenil. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
FIGUEIREDO, Eurídice. Conceitos de literatura e cultura. Juiz de Fora: UFJF, 2005.
FISCHER, Steven Roger. História da leitura. São Paulo: Editora Unesp, 2006.
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_____ A literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 2003.

Programa

1. Introdução a Júlia Lopes de Almeida: biografia, obras e principais temáticas
2. A crônica: Júlia Lopes discute o espaço público
3. O conto: espaços domésticos em Ânsia Eterna (1903)
4. O romance A falência (1901): possibilidades de leitura

BIBLIOGRAFIA

ALMEIDA, Júlia Lopes de. (Aut.); NEVES, Rodrigo Jorge Ribeiro. (Col.). Contos e novelas. São Paulo: Hedra, 2021.
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GARZONI, Lerice de Castro. Feminismo e Racismo no romance A intrusa de Júlia Lopes de Almeida. Revista Grafía, Vol. 11, N° 1, p. 44-60, enero-junio, 2014.
GRANJA, Lúcia. Crônica. Chronique. Crónica. Florianópolis, Revista da Anpoll, nº 38, p. 86-100, Jan./Jun., 2015.
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SUASSUNA, L.; NÓBREGA, J. E como anda o ensino de literatura brasileira? Um estudo de práticas nos níveis fundamental e médio. Revista Desenredo, v. 9, n. 1, 11.
TREVISAN, Gabriela Simonetti. A escrita feminista de Júlia Lopes de Almeida. São paulo: Intermeios, 2021.

Programa

Aula 1: Contextualização do espaço literário francófono
Aula 2: Trajetória, reflexões (artigos e entrevistas), e trechos traduzidos de obras
Aula 3: Ironia, paródia e modernidade: leitura de Tituba, bruxa negra de Salem
Aula 4: Ensaio memorialístico: leitura de O coração que chora e que ri


Referência bibliográfica:

ANZALDÚA, Gloria. Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro
mundo. Tradução: Édna de Marco. Estudos feministas, v. 8, n. 1, 2000 [1981], p. 229-236.
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Tradução: Lilian Pestre de Almeida. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2012.
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Livraria Sá da Costa Editora, 1978.
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CONDÉ, Maryse. La vie sans fards. Paris: Éditions Jean-Claude Lattès, 2012.
CONDÉ, Maryse. Liaison dangereuse. In: BRIS, Michel le; ROUAUD, Jean (Org.) Pour une littérature-monde. Éditions Gallimard, 2007.
CONDÉ, Maryse. Order, Disorder, Freedom, and the West Indian Writer. Yale University Press, v. 2,
n. 83, p. 121-135, 1993.
CONDÉ, Maryse. O coração que chora e que ri. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2022.
CONDÉ, Maryse. O evangelho do novo mundo. São Paulo: Rosa dos tempos, 2022.
CONDÉ, Maryse ; CARRUGGI, Noëlle. Maryse Condé, Rébellion et transgressions. Paris :
Karthala, 2015.
CONDÉ, Maryse; PFAFF, Françoise. Entretiens avec Maryse Condé. Paris: Karthala, 1993.
CONDÉ, Maryse. Nouveaux entretiens avec Maryse Condé. Paris: Karthala, 2016.
COTTILLE-FOLEY, Nora. Maryse Condé Entre Pulsion de Départ et Pulsion de Retour: Une
Réappropriation de L'Espace Antillais. Journal of Caribbean Literatures, v. 4, n. 2, p. 159-
165, 2006.
FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Tradução: Renato da Silveira. Salvador:
EDUFBA, 2008.
FANON, Frantz. Os condenados da Terra. Tradução: Serafim Ferreira. Lisboa: Editora
ULISSEIA, 1961.
FIGUEIREDO, Eurídice. Construção de identidades pós-coloniais na literatura antilhana. Niterói: EDUFF, 1998.
GLISSANT, Édouard. Espaço fechado, palavra aberta. Tradução: Diva Barbaro Damato.
Estudos Avançados, v. 3, n. 7, p. 159-169, 1989.
GLISSANT, Édouard. Introdução a uma poética da relação. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2005.
GLISSANT, Édouard. Le discours Antillais. [S.I.]. Éditions Gallimard, 1997 [1981].
GLISSANT, Édouard. Pela opacidade. Tradução: Henrique de Toledo Groke e Keila Prado Costa. Revista Criação & Crítica, n. 1, p. 53-55, 2008.
GLISSANT, Édouard. Solitaire et solidaire. In: BRIS, Michel; ROUAUD, Jean (org.). Pour une littérature-monde. Éditions Gallimard, 2007.
MOUDILENO, Lydie. De l’autobiographie au roman fantastique : itinéraires de Maryse Condé. In : CARRUGGI, Noëlle (org.). Maryse Condé, Rébellion et transgressions. Paris : Karthala, 2015.

Programa

Aula 1: Estar nos Mundos
Breve exposição conceitual e exercício prático.
Leitura: Corpo cênico, estado cênico de Eleonora Fabião.

Aula 2: Cosmoperformance
Apresentação de ações artísticas a partir do elo responsável entre as vidas (humanas e não humanas) e partilha do exercício prático.

Referências

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Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/20006.


BENJAMIN, Flaviana. A proposição cosmopolítica na obra de Jaider Esbell e Vó Bernal. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 1, n. 43, p. 1–19, 2022. DOI: 10.5965/1414573101432022e0115.
Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/21543.

BERGER, John. Por que olhar os animais?. São Paulo: Fósforo, 2021.

DANOWSKI, Deborah & VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Há mundo por vir? Ensaio sobre os medos e os fins. São Paulo: ISA, Cultura & Barbárie, 2014.

FABIAO, Eleonora. Corpo cênico, estado cênico. Contrapontos, Florianopolis , v. 10, n. 03, p. 321-326, dez. 2010 .
Disponível em http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-7114201…. acessos em 02 jun. 2024.

GOMBRICH, Ernst Hans. A História da arte. Rio De Janeiro: Editora LTC - Livros Técnicos e Científicos, 1993.

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Available from: https://climacom.mudancasclimaticas.net.br/antropoceno-capitaloceno-pla…

KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

LATOUR, Bruno. Diante de Gaia: Oito conferências sobre a natureza no Antropoceno. São Paulo: Ubu, 2020.

MANCUSO, Estefano. A revolução das plantas. São Paulo: Ubu, 2019.

MUNDURUKU, Daniel. Todas as coisas são pequenas. São Paulo: Arx, 2008.

PEREIRA, Arliene Stephanie Menezes. Aninhá vaguretê: corpo e simbologia no ritual do Torém dos índios Tremembé. Curitiba: Appris, 2020.

STENGERS, Isabelle. A proposição cosmopolítica. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, [S. l.], n. 69, p. 442-464, 2018.
DOI: 10.11606/issn.2316-901X.v0i69p442-464. Disponível em:
https://www.revistas.usp.br/rieb/article/view/145663. Acesso em: 13 jan. 2022.

SAAVEDRA, Carola. O mundo desdobrável: ensaios para depois do fim. Rio de Janeiro: Relicário, 2021.

ZUMTHOR, Paul. Performance, recepção e leitura. São Paulo: Ubu, 201

Entrevistas

Deborah Danowski
https://www.ihu.unisinos.br/categorias/159-entrevistas/585821-ha-mundo-…

 

Programa

Aula 1 (06/02): Marxismo e Estudos da Tradução: tecendo relações

Aula 2 (11/02): Estudos de tradução na União Soviética

Aula 3 (13/02): Estudos sociológicos da tradução: trabalho, trabalhadoras/es e fluxos de tradução

Aula 4 (18/02): Marxismo feminista: tradutoras e traduções no Brasil

Aula 5 (20/02): Tradução e luta de classes: Gramsci tradutor e pensador da tradutibilidade

Bibliografia:
Aula 1: Marxismo e Estudos da Tradução: tecendo relações
MARX, Karl. Prefácios. In. O Capital, vols. I e II. São Paulo: Abril, 1996. Tradução de Flávio Kothe e Régis Barbosa.
TYMOCZKO, Maria. Translation and political engagement. The Translator, v. 6, n. 1, 2000.
SECCO, Lincoln. Os Cadernos de Gramsci ou Pequena história acerca de como se salva um Livro. Blog da Boitempo, 5 de agosto de 2011.

Aula 2: Estudos de tradução na União Soviética
DARMAROS, Marina. Mercado editorial e tradutor na URSS. In: Caso Jorge Amado: O poder soviético e a publicação de Gabriela, Cravo e Canela. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. pp. 20-91. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8155/tde-28022020-150719/p….
TIHANOV, Galin. “Guerra, Revolução e Literatura Universal”. Trad. Danilo Hora. In: V. Chklóvski, Viagem sentimental. São Paulo: Editora 34, 2018, pp. 390–401.

Aula 3: Estudos sociológicos da tradução: trabalho, trabalhadoras/es e fluxos de tradução
CHAMBERLAIN, Lori. Gênero e a metafórica da tradução. In. P. Ottoni, Tradução: a prática da diferença. Campinas: Fapesp/Unicamp, 1998 [1988]. Tradução de Norma Viscardi.
MHEREB, Maria Teresa. Gênero e divisão do trabalho: o caso da poesia traduzida no Brasil. Revista Belas Infiéis, v. 11, n. 2, 2022. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/belasinfieis/article/view/41365.
VENTOSA, Carmen Francí. La feminización del ejercicio profesional de la traducción editorial: entre la precariedad y el entusiasmo. Transfer, v. 15, n. 1–2, 2020.

Aula 4: Marxismo feminista: tradutoras e traduções no Brasil
ALVARENGA, Ana França et al. Coletivo Sycorax: desdobramentos de práticas feministas de tradução. Revista Belas Infiéis, v. 11, n. 2, 2022. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/belasinfieis/article/view/41253.
COLETIVO SYCORAX. Nota das tradutoras. In. Silvia Federici, Reencantando o mundo: feminismo e a política dos comuns. São Paulo: Elefante, 2022. Disponível em: http://coletivosycorax.org/wp-content/uploads/2022/12/Reencantandoomund…
CASTRO, Olga; SPOTURNO, Maria Laura. Feminismos y traducción: apuntes conceptuales y metodológicos para una traductología feminista transnacional. Mutatis Mutandis, v. 13, n. 1, 2020. Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/mutatismutandis/article/view/340….

Aula 5: Tradução e luta de classes: Gramsci tradutor e pensador da tradutibilidade
BIANCHI, Álvaro. Introdução: Um sardo no mundo grande e terrível. Gramsci entre dois mundos: política e tradução. São Paulo: Autonomia Literária, 2021.
LIGUORI, Guido; VOZA, Pascale. Dicionário Gramsciano. São Paulo: Boitempo, 2020. Tradução de Ana Maria Chiarini; Diego S. C. Ferreira; Leandro de O. Galastri e Sílvia de Bernardinis. *Verbetes: “Tradução” e “Tradutibilidade”.
GRAMSCI, Antonio. Tradutibilidade das linguagens científicas e filosóficas. In. Cadernos do Cárcere, vol. 1. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2023. Tradução de Carlos Nelson Coutinho.

Bibliografia complementar:


BAER, Brian James. Translation and the making of modern Russian literature. Nova York: Bloomsbury Academic, 2016. (Literatures, cultures, translation).
BIANCHI, Álvaro. Gramsci entre dois mundos: política e tradução. São Paulo: Autonomia Literária, 2021.
BIANCHI, Álvaro. Tradução e circulação: por uma história global do pensamento político. IX Encontro da ABCP, Belo Horizonte, 2016. Disponível em: (PDF) BIANCHI, Alvaro. Circulação e tradução: para uma história global do pensamento político. IX encontro da ABCP, Belo Horizonte, 2016 (researchgate.net)
BORGHESE, Lucia. Tia Alene in bicicletta: Gramsci traduttore dal tedesco e teorico della traduzione. Belfagor, v. 26, n. 6, 1981. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/26145074.
BOURDIEU, Pierre. As condições sociais da circulação internacional das ideias. Revista Enfoques, 2002 [1988]. Tradução de Fernanda Abreu.
CAMPOS, Augusto de. Patrícia Galvão: vida-obra. São Paulo: Brasiliense, 1982.
CAMPOS, Haroldo de. A operação dos cinco sentidos. São Paulo: Iluminuras, 2013.
CAMPOS, Haroldo de. Da tradução como criação e como crítica. In. Metalinguagem e outras metas. São Paulo: Perspectiva, 1992.
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CHESTERMAN, A. Memes of translation: the spread of ideas in translation theory. Amsterdam/Philadelphia: John Benjamins, 1997.
COLETIVO SYCORAX. Nota das tradutoras. In: Silvia Federici, O ponto zero da revolução: trabalho doméstico, reprodução e luta feminista. São Paulo: Elefante, 2019. Disponível em:
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COLETIVO SYCORAX. Nota das tradutoras. In: Silvia Federici, Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo: Elefante, 2019. Disponível em: http://coletivosycorax.org/wp-content/uploads/2019/09/CALIBA_E_A_BRUXA_…
COLETIVO SYCORAX. Nota das tradutoras. In. Silvia Federici, Reencantando o mundo: feminismo e a política dos comuns. São Paulo: Elefante, 2022. Disponível em: http://coletivosycorax.org/wp-content/uploads/2022/12/Reencantandoomund…
DARMAROS, Marina. Caso Jorge Amado: O poder soviético e a publicação de Gabriela, Cravo e Canela. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8155/tde-28022020-150719/p…
GRAMSCI, Antonio. Quaderni di traduzioni – 1929-1932 (vol. 1 e 2). Roma: Instituto della Enciclopedia Italiana, 2007.
GRAMSCI, Antonio. Tradutibilidade das linguagens científicas e filosóficas. In. Cadernos do cárcere, vol. I. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2023. Tradução de Carlos Nelson Coutinho.
HOLMES, Rachel. Eleanor Marx: uma vida. São Paulo: Expressão Popular, 2021. Tradução de Cecília Farias, Letícia Bergamini, Lia Urbini.
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LIGUORI, Guido; VOZA, Pascale. Dicionário Gramsciano. São Paulo: Boitempo, 2020. Tradução de Ana Maria Chiarini; Diego S. C. Ferreira; Leandro de O. Galastri e Sílvia de Bernardinis. *Verbetes: “Tradução” e “Tradutibilidade”.
MARX, Eleanor. Obra completa. São Paulo: Aetia, 2021. Tradução de Felipe Vale da Silva.
MARX, Karl. O Capital, vols. I e II. São Paulo: Abril, 1996. Tradução de Flávio Kothe e Régis Barbosa.
MHEREB, Maria Teresa. Divisão sexual do trabalho e direcionalidade dos fluxos de tradução: um estudo sobre o romance traduzido no Brasil. In: A. Faleiros et al, Tradução em Relação: espaços de transformação. Campinas: Mercado de Letras, 2021.
MHEREB, Maria Teresa. Apresentação ao Dossiê Sylvia Pankhurst. Lucía - Revista Feminista de Cultura Visual e Tradução. Disponível em: https://www.marxists.org/portugues/pankhurst/1914/03/08.pdf.
MITTMANN, Solange. A tradução militante feminista e o silêncio. Línguas e instrumentos linguísticos, v. 25, n. especial. Campinas: Unicamp, 2022. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/42-53.
MÖSER, Cornelia. Traduire, c’est produire. GLAD!, v. 9, 2020. Disponível em: https://journals.openedition.org/glad/1991#tocto1n1.
RESIS, Albert. Das Kapital Comes to Russia. Slavic Review, v. 29, n. 2, p. 219–237, 1970. Disponível em: https://www.cambridge.org/core/product/identifier/S0037677900144924/typ…. Acesso em: 5 nov. 2023.
ROSAS, Cecília et al. Conjurar traducciones: la traducción colectiva de ‘Caliban and the Witch’ al portugués brasileño como estrategia feminista transnacional. Revista Mutatis Mutandis, vol. 13, n. 1, Medellín, 2020. Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/mutatismutandis/article/view/341….
SPIVAK, Gayatri Chakravorty. The Politics of Translation. In. Outside the Teaching Machine. Nova York: Routledge, 1993.
TIHANOV, Galin. Guerra, Revolução e Literatura Universal. In: V. Chklóvski, Viagem sentimental. Trad. Danilo Hora. São Paulo: Editora 34, 2018, p. 390–401.
VENTOSA, Carmen Francí. La feminización del ejercicio profesional de la traducción editorial: entre la precariedad y el entusiasmo. Transfer, v. 15, n. 1–2, 2020. Disponível em: https://revistes.ub.edu/index.php/transfer/article/view/30195.
VENUTI, Lawrence. Introdução. In. A invisibilidade do tradutor. São Paulo: Editora Unesp, 2021. Tradução de Valéria Biondo, Laureano Pellegrin, Lucinéia Marcelino Villela, Marileide Dias Esqueda.
VON FLOTOW, Luise. Tradução feminista: contextos, práticas e teorias. Cadernos de Tradução, v. 41, n. 2, 2021. Tradução de Ofir B. de Aguiar e Lilian Virginia Porto. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/traducao/article/view/75949.

Programa

 
APRESENTAÇÃO 
O Programa “Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem Mediada de Geografia para a Educação Básica” com 80 horas é uma iniciativa a partir do Laboratório de Ensino e Material Didático (LEMADI) do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Trata-se de um espaço de atualização para professores de Geografia da Educação Básica da esfera pública. 
Como espaço de atualização visa disponibilizar o progresso do conhecimento na área técnica, científica e acadêmica de Geografia; e, explorar modalidades de abordagens didáticas junto a profissionais da educação pública para a valorização permanente dos saberes docentes no ensino de Geografia. 
Além disso, visa cumprir com um dos pilares da Universidade de São Paulo de prestar serviços relevantes a comunidade. 
 
JUSTIFICATIVA 
Trata-se da décima edição do Programa que já se realiza desde 2009 e que se justifica pelo público a que se destina, constituído pelos professores de Geografia que atuam na educação pública visando um universo muito importante na sociedade que é a maioria da população em idade escolar. 
Sabemos que, para dar conta das necessidades contemporâneas da educação no seu cotidiano profissional, aos professores é necessário continuar a oferecer a possibilidade de atualização permanente que oportunize ao mesmo tempo um espaço de reflexão sobre sua própria prática e sobre o ambiente em que se desenvolve esta prática – a escola, além do compartilhamento de suas experiências que envolvem mudanças e apropriação de inovações. 
A concepção desse curso tem uma perspectiva multidisciplinar e considera que atualmente é fundamental pensar a Educação de modo integrado incluindo a própria Universidade como uma Instituição que está voltada para a dinâmica, o interesse e o desenvolvimento da Instituição Escolar. Espera-se que os participantes se sintam envolvidos no processo de busca de uma reestruturação pedagógica e curricular do ensino de Geografia quanto às abordagens relacionadas à Ciência Geográfica e às abordagens didáticas que o curso pretende enfocar. 
 
 
OBJETIVOS 
O Curso aqui proposto tem sua centralidade nos seguintes objetivos gerais: 
• Desenvolver atualização de professores no campo da ciência geográfica articulando aspectos científicos, técnicos, culturais e acadêmicos de temáticas contemporâneas de Geografia com a dimensão psico-pedagógica envolvida no processo de aprendizagem dessa ciência enquanto disciplina escolar. 
• Difundir a metodologia e a didática da Aprendizagem Mediada no ambiente educacional. 
• Identificar, analisar, delimitar e lidar com as interfaces entre a esfera cultural científico-acadêmica e a esfera das práticas sociais e discursivas da escola. 
Quanto às especificidades do Curso ora proposto temos os seguintes objetivos específicos: 
• Valorização dos saberes docentes e da reflexão sobre outros saberes que se produzem e circulam no ambiente escolar. 
• Reflexão sobre a prática docente e o papel do professor enquanto mediador da aprendizagem. 
• Difusão da metodologia de aprendizagem mediada como alternativa experimental para a prática docente na Educação Básica. 
• Apropriação de fundamentos teóricos para a organização do trabalho pedagógico com ênfase no planejamento da prática, na prática e na avaliação como momentos do ensino e aprendizagem. 
• Indicação de princípios e critérios que norteiam a relação professor e aluno. 
• Elaboração do mapa cognitivo da aula. 
• Modificação do ambiente aula. 
 
CARACTERIZAÇÃO DOS CURSISTAS 
O Curso se destina a professores de Geografia graduados em nível superior, com exercício no Ensino Fundamental e Médio e que atuem, na Educação Pública e Privada, estando aberto também a outros profissionais de educação que tenham interesse nas temáticas, teorias e metodologias envolvidas na abordagem adotada. A diversidade na formação dos participantes está sendo considerada na concepção e organização do curso. 
A seleção dos cursistas será realizada mediante comprovação de sua atuação na educação básica pública ou privada e as 50 vagas serão preenchidas conforme a ordem de inscrição considerando que 05 vagas serão gratuitas para 2 docente, 2 discente e 2 funcionário da Universidade, e 2 vagas destinadas a participação de interessados da 3ª idade. Os demais interessados deverão pagar uma taxa simbólica para cobrir os custos básicos operacionais de funcionamento do curso. 
 
ESTRUTURA CURRICULAR 
O Curso proposto está organizado em 10 Módulos presenciais que são independentes, porém articulados quanto à abordagem metodológica. Cada módulo é organizado com Encontros Temáticos e Oficinas Didáticas, em geral, na parte da tarde. 
 
MÓDULOS E EIXOS TEMÁTICOS 
Cada Módulo é orientado por um eixo temático aberto e amplo e cada Encontro aprofunda o eixo temático do Módulo e as Oficinas Didáticas oferecem os subsídios para as atividades que serão realizadas ao longo do Programa introduzindo, de maneira dinâmica, atividades e práticas orientadas pela Teoria da Experiência de Aprendizagem Mediada, de Reuven Feuerstein. 
A duração total do Curso é de 80 horas, distribuídas em 10 Módulos de 8 horas cada, totalizando 14 Encontros Temáticos e 6 Oficinas Didáticas, realizados sempre aos sábados, entre fevereiro e junho de 2017, conforme a sequência abaixo e o Cronograma que segue: 
Módulo 1 – Concepções de Aprendizagem e de Geografia no mundo contemporâneo 
Módulo 2 – Sociedade e Geografia I - com Oficina Didática. 
Módulo 3 – Natureza e Geografia I 
Módulo 4 – Natureza e Geografia II 
Módulo 5 – Sociedade e Geografia II – com Oficina Didática. 
Módulo 6 – Política, Economia e Geografia – com Oficina Didática. 
Módulo 7 – Cultura e Geografia – com Oficina Didática. 
Módulo 8 – Paisagem e Geografia 
Módulo 9 – Tecnologia, Linguagens, Cartografia e Geografia – com Oficina Didática 
Módulo 10 – Linguagem e Geografia: formação e uso de vocabulário específico – com Oficina Didática. 
 
CRONOGRAMA / CARGA HORÁRIA / DOCENTES - 2018 
 
 
03 de Fevereiro 
Módulo 1 - Concepções de Geografia e de Aprendizagem no mundo contemporâneo (8h) 
Docentes 
Encontro Temático I: Concepções de Aprendizagem e de Geografia (4h) 
Profª Drª Ana Maria Marques Camargo Marangoni -USP 
Oficina Didática: Concepções de Aprendizagem – Tendências atuais (4h) 
Prof. MS. Marcello Bulgarelli 
(Professor convidado) 
24 de Fevereiro 
Módulo 2 - Sociedade e Geografia I (8h) 
Docentes 
Encontro Temático II: A cidade e o campo (4h) 
Profª Drª Marta Inez Medeiros Marques 
Oficina Didática: A Prática Docente de Geografia - relações professor e alunos: a dimensão discursiva do professor. (4h) 
Profª Drª Maria Eliza Miranda -USP 
 
10 de março 
Módulo 3 – Natureza e Geografia I (8h) 
Docentes 
Encontro Temático III: Processos naturais - o relevo (4h) 
Prof. Dr. Jurandyr Ross - USP 
Continuação (4h) 
Prof. Dr. Fernando J. Nadal - USP 
24 de março 
Módulo 4 – Natureza e Geografia II (8h) 
Docentes 
Encontro Temático IV: Processos naturais - o clima, o solo e a vegetação (4h) 
Prof. Dr. Emerson Galvani - USP 
Profª Drª Deborah de Oliveira - USP 
Continuação (4h) 
Prof. Drª Maria Elisa S. Silva - USP 
 
07 de Abril 
Módulo 5 – Sociedade e Geografia II (8h) 
Docentes 
Encontro Temático V: A população – distribuição, movimentos e condições socioeconômicas (4h) 
Prof. Dr. Eduardo Donizeti Girotto - USP 
Oficina Didática: Contribuição da Filosofia e da Psicologia para o Ensino de Geografia (4h) 
Profª Drª Maria Eliza Miranda - USP 
28 de abril 
Módulo 6 – Política, Economia e Geografia (8h) 
Docentes 
Encontro Temático VI: Relações global/local (4h) 
Profª. Drª. Rita de C. A. Cruz - USP 
Oficina Didática: O Planejamento da Prática Docente Geografia (4h) 
Profª Drª M. Eliza Miranda - USP 
 
12 de Maio 
Módulo 7 – Cultura e Geografia (8h) 
Docentes 
Encontro Temático VII: Geografia e Diversidade (4h) 
Prof. Dr. Rodrigo Valverde - USP 
Oficina Didática: O ensino de Geografia na Educação Pública (4h) 
Profª Ms. Angélica Batista – USP (Professora convidada) 
26 de maio 
Módulo 8 – Paisagem e Geografia (8h) 
Docentes 
Encontro Temático VIII: Teoria Geográfica da Paisagem (4h) 
Prof. Dr. J. Bueno Conti - USP 
Oficina Didática: As bases da aprendizagem mediada: critérios de mediação e funções cognitivas (4h) Profª Drª Maria Eliza Miranda - USP 
 
09 de Junho 
Módulo 9 – Tecnologia, Linguagens e Cartografia (8h) 
Docentes 
Encontro Temático XI: A representação do espaço geográfico e a representação de relações (4h) 
Profª Drª Lígia Vizeu Barrozo - USP 
Oficina Didática: As diversas linguagens e o ensino de Geografia (4hs) Profª Drª Maria das Graças Lima 
(professora convidada) 
23 de junho 
Módulo 10 – Linguagem e Geografia: formação e uso de vocabulários específicos (8h) 
Docentes 
Encontro Temático X: O valor da Geografia no currículo escolar (4hs) 
Profª Drª Ana Maria M. Marangoni – USP 
Oficina Didática: Avaliação de Aprendizagem e Avaliação do Curso (4h) 
Profª Drª Maria Eliza Miranda – USP 
 
RECURSOS NECESSÁRIOS 
• Computador e datashow 
• Internet 
• Textos e outros materiais impressos 
• Papel craft (pardo) e pincéis atômicos coloridos 
• Materiais para o participante: pasta, caderno, bloco de anotações, caneta, lápis, borracha. 
• Café e açúcar 
 
AVALIAÇÃO DO CURSO 
A avaliação do curso será realizada conforme orientação, normas e instrumentos disponibilizados pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo com a aplicação de formulário próprio que será preenchido pelos participantes individualmente. Além disso, haverá a atividade individual e em grupos nas diversas Oficinas Didáticas previstas durante o Programa, conforme orientação no decorrer das mesmas e que será objeto de registro tipo Memorial de Desenvolvimento do Programa, elaborado individualmente pelos participantes na última Oficina Didática onde será realizado exercício de metacognição dos processos desenvolvidos, relacionados com os objetivos gerais e específicos estabelecidos para o Programa. 
 
BIBLIOGRAFIA 
Bibliografia de Apoio 
 
AB’SABER, A. N. (coord.). Educação e meio urbano in Geografia e Planejamento, 31, São Paulo: IG, 1978. 
ALVES, G. A. TV e vídeo: uma possibilidade de discussão de região in BOLETIM PAULISTA DE GEOGRAFIA, 79, São Paulo: Associação dos Geógrafos Brasileiros, 2003. (especial sobre ensino). 
AMIN, Samir. (coordenador) A crise do imperialismo. Rio de Janeiro, Graal, 1977. ANDERSON, J e VASCONCELLOS, R. Mapas para e por crianças: possíveis contribuições dos cartógrafos, Anais I Colóquio Cartografia para crianças, Rio Claro: LEMADI-DG-USP/ LEG-UNESP, 1995. 
AQUINO, J. G. Indisciplina na escola, alternativas. Teorias e Práticas. SP. Summus Ed. 1996. 
ARROYO, Leonardo - Literatura Infantil Brasileira. São Paulo, Melhoramentos, 1988. 
AZEVEDO, T. R.; TARIFA, J. R. (2001) "O ritmo semanal das atividades humanas e o clima na Região Metropolitana da Grande São Paulo" in GEOSUP, n.9. Departamento de Geografia, FFLCH, USP, São Paulo. 
BARATO, J. N. As demandas do saber técnico. In: BARATO, J. N. Escritos sobre tecnologia educacional & educação profissional. São Paulo: Ed. SENAC. São Paulo, 2002, p. 135-151. 
BARRETO, E. S. S. (org.) Os currículos do ensino fundamental para as escolas brasileiras. Campinas, SP. Ed. Autores Associados/Fund. Carlos Chagas, 1998. 
BECKER, Bertha K. Amazônia geopolítica na virada do III milênio. Rio de Janeiro: Garamond, 2004. 
BETTELHEIM, Bruno. Psicanálise dos Contos de Fadas. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1978. 
BOESCH, H. e CAROL, H. Princípios do conceito de Paisagem, in Boletim Geográfico, 27 (202): jan-fev, Rio de Janeiro, IBGE, 1968. 
CAMARANO, Ana Amélia e BELTRÃO, Kaizô I. Distribuição Espacial da População Brasileira: mudanças na segunda metade deste século. Texto para discussão. Rio de Janeiro: IPEA, 2000. 
CARLOS, A. F. A. (org.). A geografia em sala de aula, São Paulo: Contexto, 2001. 
CARLOS, Ana Fani A. e LEMOS, Inês G. (orgs.). Dilemas Urbanos: novas abordagens sobre a cidade. São Paulo: Contexto, 2003. 
CARLOS, Ana Fani A. e OLIVEIRA, Umbelino de (orgs.). Geografias de São Paulo, vol. 1: Representação e a crise da metrópole. São Paulo: Contexto, 2000. 
_______ e _______ (orgs.). Geografias de São Paulo, vol. 2: A metrópole do século XXI. São Paulo: Contexto, 2004. 
CHRISTOFOLETTI, A.- Geomorfologia. São Paulo, Edgard Blucher, 1972. 
CHRISTOFOLETTI, Antonio. (Org.) Perspectivas da Geografia. São Paulo, Difel, 1983. 
CLAVAL, Paul. Espaço e poder. Rio de Janeiro, Zahar, 1979. 
CONTI, José Bueno. A Geografia Física E As Relações Sociedade/Natureza No Mundo Tropical. São Paulo, Humanitas: FFLCH, 2002. 
COSTA, E. E. M. O Surgimento da Formação de Jovens Rurais por Alternância: história de uma pedagogia associada ao meio rural - as Casas Familiares Rurais. In: Fernando Curi Peres. 
COSTA, Wanderley M. O Estado e as políticas territoriais no Brasil. São Paulo, Contexto/EDUSP, 1988. 
DA SILVA, Francisco Carlos Teixeira, SANTOS, Raimundo e COSTA, Luiz Flávio de Carvalho. Mundo Rural e Política ensaios interdisciplinares. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 
GÕES, Lúcia Pimentel. Introdução à Literatura Infantil e Juvenil. S. Paulo, Pioneira, 1984. 
GUERRA & CUNHA (Ed.) - Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. Rio de janeiro, Bertrand Brasil, 1992. 
IBGE/IPEA et alii. Caracterização e Tendências da Rede Urbana no Brasil. Vol. 2. Campinas: UNICAMP, 2000. 
JACOBI, Pedro. Cidade e Meio Ambiente percepções e práticas em São Paulo. São Paulo: Annablume, 1999. 
KAYSER, B. O geógrafo e a pesquisa de campo in Seleção de textos 11, São Paulo: AGB, 1985. 
KUENZER, A. Z. Ensino Médio e Profissional: as políticas do estado neoliberal. São Paulo: Cortez, 1997. 
LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1996. 
MACHADO, Arlindo (coord.). Made in Brasil: três décadas do vídeo brasileiro. São Paulo: Itaú Cultural, 2003. 
MAGNOLI, Demétrio. O que é Geopolítica. São Paulo, Brasiliense, 1986. 
MARTINS, José de Souza (Coord.). Travessia. A vivência da reforma agrária nos assentamentos. Porto Alegre: UFRGS, 2003. 
MARTINS, Sérgio Régis Moreira – “A invenção do humor no espaço gráfico brasileiro". Tese de Doutorado. 
MARTONNE, E. De - O clima fator do relevo. Paris, Scientia, 339-355, 1913 (traduzido/AGB). 
MOFFITT, Michael. O dinheiro do mundo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1984. 
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MONTEIRO, C. A. F. (1990) "Adentrar a cidade para tomar-lhe a temperatura" in Geosul, n.9. Departamento de Geociências, UFSC, Florianópolis. 
MORAES, Antonio Carlos Robert e COSTA, Wanderley Messias. Geografia Crítica: a valorização do Espaço. São Paulo, HUCITEC, 1984. 
MUNARI, Bruno. "Fantasia, invenção, criatividade e imaginação". Lisboa, Editorial Presença. 
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Bibliografia de Apoio às Oficinas Didáticas 
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HERNÁNDEZ, Fernando – “Cultura Visual, Mudança Educativa e Projeto de Trabalho”, Artemed Editora, Porto Alegre, 2000. 
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KOZULIN, Alex - "Privação Cultural e Aprendizagem: Mediar Reafirmando Identidades", Palestra Publicada na WEB. 
LÉVY, Pierre – “Educação e Cybercultura” publicado na WEB. 
______________ - “Tecnologias Intelectuais e Modos de Conhecer: nós somos o texto” publicado na WEB. 
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MEIR, Ben Hur - "PEI e Aprendizagem: Pontes e Transcendência”.- Publicado na WEB. 
MORAES, Rita – "Direito à Inteligência", Entrevista de Reuven Feuerstein à revista ISTO É - 12/05/1999. 
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PIAGET, JEAN - "Para onde vai a Educação", Forense, RJ, 1970. 
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TORRES SANTOMÉ, Jurjo – “Globalização e Interdisciplinaridade: o currículo integrado”, Artes Médicas Sul, Porto Alegre, 1999/2000. 
VYGOTSKY, L. S. - "Pensamento e Linguagem", Martins Fontes, SP, 1987.