Programa

Aula 1: O fim da arte na estética de Hegel

Aula 2: Hegel e a arte de seu tempo

Aula 3: O modernismo contra o fim da arte

Aula 4: O pós-modernismo e o fim da arte

Bibliografia


BÜRGER, P. Teoria da vanguarda. Tradução de Ernesto Sampaio. Lisboa: Vega, 1993.
DANTO, A. C.. Após o fim da arte: a arte contemporânea e os limites da história. Tradução de Saulo Krieger. São Paulo: Odysseus, 2006.
CAMPANA, F. The End of Literature, Hegel, and the Contemporary Novel. [s.l.]: Palgrave Macmillan, 2019.
HEGEL, G. W. F. Cursos de estética I. Tradução de M. A. Werle. 2. ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2015.
______. Cursos de estética II. Tradução de M. A. Werle e O. Tolle. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014a.
______. Cursos de estética III. Tradução de M. A. Werle e O. Tolle. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014b.
______. Cursos de estética IV. Tradução de M. A. Werle e O. Tolle. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014c.
______. Sobre os prosélitos”. Tradução de Gustavo Torrecilha. Aoristo - International Journal of Phenomenology, Hermeneutics and Metaphysics, [S. l.], v. 5, n. 1, p. 280–288, 2022. DOI: 10.48075/aoristo.v5i1.28778. Disponível em:
https://e-revista.unioeste.br/index.php/aoristo/article/view/28778 .
HENRICH, D. Fixpunkte. Abhandlungen und Essays zur Theorie der Kunst. Frankfurt am Main: Suhrkamp, 2003.
HEBING, N. Hegels Ästhetik des Komischen. Hamburgo: Felix Meiner Verlag, 2015.
JAMESON, F. A virada cultural: reflexões sobre o pós-modernismo. Tradução de Carolina Araújo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.
______. Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. Tradução de Maria Elisa Cevasco. São Paulo: Ática, 2000.
PIPPIN, R. B. After the Beautiful. Hegel and the Philosophy of Pictorial Modernism. Chicago: The University of Chicago Press, 2014.
RANCIÈRE, J. Aisthesis: cenas do regime estético da arte. Tradução de Dilson Ferreira da Cruz. São Paulo: 34, 2021.
RUTTER, B. Hegel on the Modern Arts. Nova York: Cambridge University Press, 2010.
SZONDI, P. Poética y filosofía de la historia I. Antigüedad clásica y Modernidad en la estética de la época de Goethe. La teoría hegeliana de la poesía. Tradução de Francisco L. Lisi. Madri: Visor, 1992.
WERLE, M. A. A questão do fim da arte em Hegel. São Paulo: Hedra, 2011.

Programa

12/04/2021
Aula 1: Quem fala e quem vê? Na primeira aula, discutiremos os níveis de interação na narrativa e, neles, as figuras do autor, autor implícito, narrador, leitor implícito e leitor. Faremos exercícios breves de escrita para mobilizar esses conceitos e compreender suas repercussões na narrativa.

16/04/2021
Aula 2:  De quem é a obra literária? Na segunda aula, discutiremos a noção popular de que o leitor é tão autor da obra literária quanto o escritor. A partir de ferramentas da linguística da língua em uso, exploraremos como se constrói a narrativa na interação autor-leitor.

19/04/2021
Aula 3: Quanto sabe quem narra? Na terceira aula, utilizaremos as ferramentas da Teoria de Espaços Mentais (Fauconnier 1994, 1997; Fauconnier & Turner 2002) para explorar os efeitos narrativos de mudanças de tempo e aspectos verbais na escrita, e como essas mudanças têm repercussões no acesso à informação.

23/04/2021
Aula 4: Diálogos dinâmicos. Na última aula, faremos exercícios de construção de diálogos críveis e potentes a partir de ferramentas obtidas a partir da Análise da Conversa e dos Estudos dos Gestos.

Bibliografia:

ÁNGEL-OSORNO, J. (2016). Descrição de narrativas em espanhol de Aldana (Colômbia): o comportamento do PONTO DE VISTA segundo a Teoria de Espaços Mentais.
ASSIS, M.d. (1984). Capítulo CVI. Em: Quincas Borba. São Paulo: Penguin & Companhia das Letras.
ATWOOD, M. (2009). Alias Grace. Londres: Virago Press
BAVELAS, J. B., COATES, L. & JOHNSON, T. (2000). Listeners as co-narrators. In Journal of Personality and
Social Psychology, 79 (6) , (pp.941-952). The American Psychological Association.
CHAFE, W. (1994). Doscourse, Consciousness and Time. Chicago & London: The University of Chicago Press.
CLARK, H. (1996). Using language. Nova Iorque: Cambridge University Press.
CUTRER, M. (1994). Time and Tense in Narrative and in Everyday Language. Tese (Douturado em Ciências Cognitivas e Linguística) - Universidade de California, San Diego.
DIXON, P. & BORTOLUSSI, M. (1996). Literary communication: Effects on reader-narrator cooperation. In Poetics, 23 (pp. 405-430).
DOIZ-BIENZOBAS, A. (1995) The Preterit and the Imperfect in Spanish: Past Situations vs. Past Viewpoint. Tese (Doutorado em Linguística)- Universidade de California, San Diego.
FAUCONNIER, G. (1994). Mental Spaces: aspects of meaning construction in language. Cambridge: Cambridge University Press.
FAUCONNIER, G. & TURNER, M. (2002). The way we think: Conceptual blending and the mind’s hidden complexities. Nova Iorque: Basic Books.
FAUCONNIER, G. (1997). Mappings on Thought and Language. Cambridge: Cambridge University Press.
FILLMORE, C. J. (2003). Double-decker Definitions: the Role of Frames in Meaning Explanations. Em, Sign Language Vol. 3 No. 3, pp.263-295. Academic Research Library.
FIORÍN, J. L. (2005). Capítulo 3: Do tempo. Em: As astúcias da enunciação. São Paulo: Editora Ática.
GARFINKEL, H. (1967). Studies in ethnomethodology. Englewood Cliffs: Prentice Hall.
GENETTE, G. (1980). Narrative Discourse: An essay in method. Nova Iorque: Cornell Univeristy Press.
GOODWIN, C. (2018). Co-operative accumulation as a pervasive feature of the organization of action. In Co-
Operative Action (pp. 23–45). Cambridge: Cambridge University Press.
KOCKELMAN, P. (2016). Semiotic agency. In N. J. Enfield & P. Kockelman (Eds.), Distributed Agency (pp. 25–38). Oxford: Oxford University Press.
MCCLEARY, L. & VIOTTI, E. (2014). Espaços integrados e corpos partidos: vozes e perspectivas narrativas em línguas sinalizadas. Em: SCRIPTA V.18, N.34, pp. 121-139. Belo Horizonte: PUC Minas.
McCLEARY, L. E., & VIOTTI, E. de C. (2017). Fundamentos para uma semiótica de corpos em ação. In J. L. Fiorin (Ed.), Novos caminhos da linguística (pp. 171–193). São Paulo: Editora Contexto.
OAKLEY, T. (2009) From attention to meaning: explorations in semiotics, linguistics, and rhetoric. New York, Oxford, Brussels: Peter Lang.
OCAMPO, S. (2019). Voz ao telefone. Em: A fúria e outros contos. São Paulo: Companhia das Letras.
POYATOS, F. (2002). Language-paralanguage-kinesics: the basic triple structure of human communication. In Nonverbal communication across disciplines, v.2 , (pp.103-132). Amsterdam/Philadelphia: John Benjamins Publishing Company.
SCHEGLOFF, E.A., JEFFERSON, G. & SACKS, H. (1977). The Preference for Self-Correction in the Organization of Repair in Conversation. Language 53, 2: 361–382.
TENUTA, A. (2006). Estrutura narrativa e espaços mentais. Belo Horizonte: UFMG.
TENUTA, A. & LEPESQUEUR, M. (2014). The Mental Spaces Model and an analysis of non-canonical past verbal values. Em: Selected papers from the 4th UK Cognitive Linguistics Conference, pp. 284-304.
THOMAS, F. N. & TURNER, M. (2011). Clear and simple as the truth, Writing classic prose. Princeton and Oxford: Princeton University Press.

Programa

Serão seis encontros (duas vezes por semana), cada um com propostas programáticas diferentes.

01/08/22, O pensamento republicanista antes da crise: Introdução histórica e política do contexto pré-intra republicanismo de Florença e apresentação-debate sobre De Monarchia de Dante;

● ALIGHIERI, Dante. De Monarchia, (Le opere di Dante; 4) a cura di Paolo Chiesa e Andrea Tabarroni, colab. Diego Ellero, Salerno Ed., Roma, 2013.
● BRUNI, Francesco La città divisa: le parti e il bene comune da Dante a Guicciardini. Editora Il Mulino: Bologna, 2003.
● KELSEN, Hans. A Teoria do Estado de Dante Alighieri. Editora Contracorrente: São Paulo – SP, 2021.

04/08/22, Historiografia sobre as questões de poder no renascimento de Florença: Reflexão sobre as políticas, filosofias e questões de poder no renascimento italiano e apresentação, debate e comparações entre A Cultura do Renascimento Italiano de Jacob Burckhardt e O Renascimento Italiano de Peter Burke;

● BURCKHARDT, Jacob. A Cultura do Renascimento na Itália. Trad. Sérgio Tellaroli. 1ª Reimpressão. São Paulo. Companhia das Letras, 2003.
● BURKE, Peter. The Italian Renaissance: Culture & Society in Italy. 2ª ed. Nova Jersey: Princeton University Press, 2014.

08/08/22, Niccolò Machiavelli: O pensador dentro da crise: Explanação sobre o Pensamento Político e as questões contemporâneas ao Cinquecento e apresentação - debate sobre Il Principe de Niccolò Machiavelli;

● MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Trad. Candida de Sampaio Bastos. São Paulo. DPL, 2009.
● VIROLI, Maurizio. Il Sorriso di Niccolò. Edição Digital. Bari: Gius. Laterza & Figli Spa, set. 2013.

11/08/22, Francesco Guicciardini: Reflexões realistas sobre a crise: Explanação sobre o Realismo Político e as situações pré-intra-pós crise de poder e independência italiana no Cinquecento e apresentação - debate sobre Storia d’Italia de Francesco Guicciardini;

● GUICCIARDINI, Francesco. Storia d'Italia. a cura di Silvana Seidel Menchi; saggio introduttivo di Felix Gilbert. Torino: Einaudi, 1971. Disponível em Liber Liber: https://www.liberliber.it/mediateca/libri/g/guicciardini/storia_d_itali…, acesso em: 25 Maio 2022.
● RIDOLFI, Roberto. Vita di Francesco Guicciardini. Editrice Angelo Belardetti: Roma 1960.
● SIMONETTA, Marcello. Francesco Guicciardini fra autobiografia e storia. Editora Ronzani: Vicenza, 2020.

15/08/22: Conflitos republicanos entre os sujeitos “utópico improdutivo" e o “nepotista elitista”: Conflitos, concordâncias e reflexões entre as propostas de pensamentos políticos para o renascimento italiano e apresentação - debate sobre Considerazioni intorno ai Discorsi del Machiavelli sopra la prima Deca di Tito Livio de Francesco Guicciardini (que foi feito como resposta ao I Discorsi sopra la prima Deca de Machiavelli);

● BIGNOTTO, Newton. Republicanismo e realismo: Um perfil de Francesco Guicciardini. Editora UFMG: Belo Horizonte, 2006.
● GUICCIARDINI, Francesco. Considerazioni intorno ai discorsi del Machiavelli sopra la prima deca di Tito Livio. 1933. Disponível em Liber Liber: https://www.liberliber.it/mediateca/libri/g/guicciardini/considerazioni… ,
acesso em: 25 Maio 2022.
● MACHIAVELLI, Niccolò. Discorsi sopra la prima Deca di Tito Livio. A cura di Mario Martelli 1971. Disponível em Liber Liber: https://www.liberliber.eu/mediateca/libri/m/machiavelli/discorsi_sopra_… , acesso em: 25 Maio 2022.
● SIMONETTA, Marcello. Francesco Guicciardini fra autobiografia e storia. Editora. Ronzani: Vicenza, 2020.
● TEIXEIRA, Felipe Charbel. A retórica prudencial de Maquiavel e Guicciardini. Artigo científico publicado pela UFRJ: Rio de Janeiro, 2010.

18/06/22, Na depressão, o que resta é imaginar através da Utopia: Apresentação das conclusões depressivas do republicanismo de Florença, as novas linhas literárias que falam de política dentro do Utopismo fiorentino e apresentação - debate sobre Mondo Savio e Pazzo, de Anton Francesco.

● BERRIEL. Carlos Eduardo Ornelas. Uma Utopia Plebeia do Cinquecento: “Mondo Savio e Pazzo”, De Anton Francesco Doni. RECORTE: Revista do Mestrado em Letras: Linguagem, Discurso e Cultura, v.7 n.1. São Paulo, 2011.
● _______. Cidades Utópicas do Renascimento. Cienc. Cult. vol.56 no.2 São Paulo Apr./June 2004.
● RIVOLETTI, Christian. O corpo físico e político da cidade ideal no Cinquecento europeu. Trad.Helvio Moraes. Revista Morus. v. 5. São Paulo, 2005.

Programa

Aula 01: Montesquieu e suas Cartas persas
Aula 02: Voltaire e O Cândido
Aula 03: Rousseau e a Nova Heloísa
Aula 04: Diderot e seus romances
Aula 05: Laclos e As relações perigosas
Aula 06: Sade e seus escritos


DIDEROT, Denis. O Sobrinho de Rameau. Trad. Daniel Garroux. São Paulo: UNESP, 2019.
LACLOS, Choderlos de. As Relações perigosas. Trad. Carlos Drummond de Andrade. São Paulo: Editora Globo, 2013.
MONTESQUIEU. Cartas persas. Trad. Renato Janine Ribeiro. São Paulo: Paulicéia, 1991
ROUSSEAU, Jean-Jacques. A Nova Heloísa. Hucitec, 2006.
VOLTAIRE. O Cândido ou o otimismo. Trad. Samuel Titan Jr. São Paulo : Editora 34,

Programa

Aula 1 - Apresentação do curso: o que são formas breves?
Aula 2 - Epigramas, provérbios, máximas e jogos espirituosos
Aula 3 - Dar o que pensar ou o pensamento do nada: os aforismos
Aula 4 - Fragmentos autobiográficos e a noção de biografema em Barthes
Aula 5 - Não há fim onde reina a finitude: a escrita fragmentária, crítica e literatura em Maurice Blanchot
Aula 6 - A obra ao pé da página: a poética da nota de rodapé

Bibliografia:

BARTHES, Roland. A morte do autor. In O rumor da língua. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012.
_______________. A preparação do romance. Tradução de Leyla Perrone-Moisés. São Paulo: Martins Fontes, v. 2, 2005.
BLANCHOT, Maurice. A conversa infinita. São Paulo: Escuta, 2010
_________________. “A literatura e o direito à morte”. In A parte do fogo. Rio de Janeiro: Rocco, 1997.
MONTANDON, Alain. Les formes brèves. Paris: Hachette, 1992.
NIETZSCHE, Friedrich. Humano demasiado humano. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
NOVALIS, Friedrich von Hardenberg. Pólen: fragmentos, diálogos, monólogo. São Paulo: Iluminuras, 2001.
PIGLIA, Ricardo. Formas breves. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
PINO, Claudia Amigo. “De um corpo para outro: Roland Barthes e a bio-grafemática”. In Criação & Crítica, n. 17, p. 15-29, dez. 2016. Disponível em: http://revistas.usp.br/criacaoecritica. Acesso em: 28/05/2025.
SCHLEGEL, Friedrich. Conversa sobre a poesia e outros fragmentos. São Paulo: Iluminuras, 1994.
SUSINI-ANASTOPOULOS, Françoise. L’ecriture fragmentaire. Paris: Presses Universitaires de France, 1997.

* as referências literárias serão indicadas ao longo do curso.

Programa

Este curso será ministrado em francês e terá como foco a produção nessa língua, sendo abordados alguns dos gêneros textuais (resumo, resenha, apresentação oral e/ou artigo científico) de maior circulação na esfera universitária. Serão também tratados aspectos gerais da escrita acadêmica, como a importância do contexto de produção para a produção textual, e a definição de objetivos e perguntas de pesquisa.

BIBLIOGRAFIA GERAL:
GARNIER, Sylvie; SAVAGE, Alan D. Rédiger un texte académique en français, Paris: Ophrys, 2011
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Resumo. São Paulo: Parábola, 2004.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Resenha. São Paulo: Parábola, 2004.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Trabalho de pesquisa: diários de leitura para revisão bibliográfica. São Paulo: Parábola, 2007.
MOTTA-ROTH, Désirée. Comunidade acadêmica internacional? Multicultural? Onde? Como? In Linguagem & Ensino, Vol. 5, No. 2, 2002, p.49-65.
MOTTA-ROTH, Désirée.; HENDGES, Graciela H. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.
PERROTTA, Claudia. Um texto para chamar de seu. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
SANTOS-GUIMARÃES, Luiza. La rédaction universitaire: vers une formation en français langue seconde. Major Paper, University of Guelph, 2013.

Programa

1. PROGRAMA COMPLETO
Unitat 6: Tants caps, tants barrets


GRAMÀTICA
-Indicatiu o subjuntiu en oracions subordinades.
-Estructures per expressar certesa, preferència, exigència, voluntat... crec que, no estic segur que...
-Present de subjuntiu
-Perfet de subjuntiu
-Connectors: en primer lloc, en segon lloc, per acabar...
-Tractament forma en un text escrit
-Recurs discursiu: què hi dius?, què en penses?, què n’opines?...
LÈXIC
-Lèxic relacionat amb el turisme de masses
-Lèxic relacionat amb temes socials
FONÈTICA
-Les paraules planes
CULTURA
-Les lligues de debat


Unitat 7: A taula!
GRAMÀTICA
- Formes dels pronoms amb l’imperatiu
- Tan bon punt, quan, fins que, abans que
- Combinació dels pronoms: el, la, els, les, en + hi
- Per i per què
- Recurs discursiu: no t’estàs de res
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb els menjars, la cuina i el parament de taula
FONÈTICA
- El so [ʎ]
- L’apostrofació dels pronoms
CULTURA
- El vermut
- Els àpats als Paisos Catalans


Unitat 8: S’ha fet malbé!
GRAMÀTICA

- Verbs que es conjuguen amb pronoms: fondre’s, aturar-se, trencar-se, espatllar-se.
- Estil directe i indirecte

- Tractament formal en un text oral
- Connectors: en realitat, per exemple, o bé, a més, fins i tot, a sobre, tot plegat...
- Recurs discursiu: entesos
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb les avaries i els desperfectes
- Lèxic relacionat amb la destresa
- Lèxic relacionat amb les reclamacions
FONÈTICA
- La pronunciació i la grafia del so [s]
CULTURA
- El projecte Reparat millor que nou


Unitat 9: Tant de bo!
GRAMÀTICA

- Estructures per expressar desitjos: espero que, desitjo que, voldria que...
- Condicional
- Imperfet de subjuntiu
- Connector: si
- Recurs discursiu: tant de bo
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb els desitjos
- Lèxic relacionat amb diverses situacions hipotètiques
FONÈTICA
- Les paraules esdrúixoles
- L’accentuació de l’imperfet de subjuntiu


2. BIBLIOGRAFIA


Livros
ALABADÍ, J. [et al.]. D’ací i d’allà: Oral A2. València: Tabarca Llibres, 2010.
BADIA, D.; PÉREZ, M. Camí de Ronda: 40 primeres classes de català. Vic: L’Àlber, 2015.
BASTONS, N. [et al.].Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide, 2012.
BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Elemental 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova,
2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GINEBRA, J.; MONTSERRAT, A. Diccionari d’ús dels verbs catalans. Barcelona: Educaula (Grup 62), 2021.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell elemental (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes.
Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També
disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans: 2019.
MAS, M. [et al.]. Veus: Curs de català: Nivell 3. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2011.
MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 3: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona:
Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 3. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 3. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
Sites
CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala
Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ LINGÜÍSTICA. Gramàtica. https://www.cpnl.cat/gramatica/
GENERALITAT DE CATALUNYA. Optimot Consultes lingüístiques.
https://aplicacions.llengua.gencat.cat/llc/AppJava/index.html
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ
LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
GRUP ENCICLOPÈDIA. DIDAC (Diccionari escolar). https://www.diccionari.cat/didac
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Diccionari de l’Institut d’Estudis Catalans. https://dlc.iec.cat/
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017.
https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

Programa

Programa resumido:
 
Aula 1: Introdução à sintaxe
Aula 2: Aquisição de sintaxe I: teorias e casos do português brasileiro
Aula 3: Aquisição de sintaxe II: interface sintaxe-semântica
Aula 4: A fala na escrita
Aula 5: Alterações de Linguagem: olhando para a aquisição da sintaxe
 
Programa completo:
 
Aula 1: Introdução à sintaxe
 
A competência linguística
Como o falante tem intuição sobre o que é ou não possível em sua língua?
A estrutura da sentença
As classes gramaticais
O que são constituintes e como eles se organizam para formar uma sentença?
Como a criança adquire e processa essa estrutura?
Predicados e argumentos
As relações entre o verbo e seus argumentos
Dados de alternância verbal do PB infantil
 
 
Aula 2: Aquisição de sintaxe I: teorias e casos do português brasileiro
 
Introdução às Teorias de Aquisição
Pronomes, críticos e objetos nulos
Passivas
Interrogativas, relativas e clivadas
 
 
Aula 3: Aquisição de sintaxe II: interface sintaxe-semântica
 
Sintaxe. semântica e composicionalidade;
O mapeamento da sintaxe para a semântica na língua adulta;
O mapeamento da sintaxe para a semântica no processo de aquisição;
Exemplos do PB: Movimento, tópico e foco.
 
 
Aula 4: A fala na escrita
 
Diferença entre o que se fala e o que se escreve no PB;
Aquisição da escrita como L2;
Proposta de Kato (2005);
O caso do "se" apassivador e indeterminador: dados e discussão.
 
 
Aula 5: Alterações de linguagem: olhando para a aquisição da sintaxe
 
Síndrome de Down
Transtorno do Espectro do Autismo
Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem
Outras condições que acometem a linguagem
 
 
Bibliografia por aula:
 
Aula 1:
 
GROLLA, E. & FIGUEIREDO SILVA, M. C. (2014) Para conhecer: aquisição da linguagem. São Paulo, editora Contexto.
KENEDY, E. Curso básico de gramática gerativa. São Paulo, editora Contexto.
NEGRÃO, E.; SCHER, A. P.; VIOTTI, E. 2010. Sintaxe: explorando a estrutura da sentença. In FIORIN, J. L. Introdução à Linguística II: Princípios de Análise. Ed. Contexto, São Paulo.
 
Aula 2:
 
GROLLA, E. & FIGUEIREDO SILVA, M. C. (2014) Para conhecer: aquisição da linguagem. São Paulo, editora Contexto.
FREITAS, Maria João & SANTOS, Ana Lúcia (eds.). 2017. Aquisição de língua materna e não materna: Questões gerais e dados do português (Textbooks in Language Sciences 3). Berlin: Language Science Press.
 
Aula3:
 
GROLLA, E. & FIGUEIREDO SILVA, M. C. (2014) Para conhecer: aquisição da linguagem. São Paulo, editora Contexto.
DE OLIVEIRA, R. P. (2001) Semântica formal: uma breve introdução. Mercado de Letras.
FREGE, G. (2009). Sobre o sentido e a referência. Lógica e Filosofia da Linguagem. 2ª. ed. São Paulo: EdUSP, 129-158.
 
Aula 4:
 
KATO, Mary Aizawa. A gramática do letrado: questões para a teoria gramatical. In: MARQUES, Mary Aizawa.; TEIXEIRA, José; LEMOS, Aida. (Orgs.). Ciências da linguagem: trinta anos de investigação e ensino. Braga: Universidade do Minho. 2005a.
KATO, Mary Aizawa. A contribuição chomskiana para a compreensão da aprendizagem de L2. Trabalhos em Lingüística Aplicada. Campinas, v. 44, n.2, 2005b.
KATO, Mary Aizawa. A variação no domínio dos clíticos no português brasileiro. Lingüística. Montevideo, v. 33, n. 1, 2017.
KATO, Mary Aizawa; CYRINO, Sonia Maria Lazzarini.; CORRÊA, Vilma Recha. Brazilian Portuguese and the recovery of lost clitics through schooling. In: PIRES, Acrisio; ROTHMAN, Jason. (eds.) Minimalist Inquiries into Child and Adult Language Acquisition: Case Studies across Portuguese. Berlin/New York: Mouton De Gruyter. 2009.
SILVA, L. R.. THE ACQUISITION OF THE INDETERMINATE AND PASSIVE SE CLITIC IN BRAZILIAN PORTUGUESE: OUTCOMES OF AN ACQUISITION THROUGH WRITING. REVISTA VIRTUAL DE ESTUDOS DA LINGUAGEM, v. 16, p. 116-148, 2018.
 
Aula 5:
ARVIGO, Maria Cláudia. Tempo e aspecto gramatical no Déficit Específico de Linguagem. ReVEL, edição especial n. 6, 2012.
MARTINS, Alexandrina. VIEIRA, Sónia. Avaliação linguística em contextos de desenvolvimento típico e atípico. In FREITAS, Maria João & SANTOS, Ana Lúcia. Aquisição de língua materna e não materna. Berlin: Language Science Press. p.381-405. 2017.
PENKE, Martina. Syntax and language disorders. In: Tibor Kiss, Artemis Alexiadou (eds.): Syntax (2nd edition). An International Handbook. Berlin: Walter de Gruyter. 2015.
 
Bibliografia de apoio:
BENVENISTE, E. (1976). Problemas de linguística geral. São Paulo, Nacional/EDUSP.
FIORIN, J. L. (org) (2010). Introdução à Linguística: Objetos Teóricos. Ed. Contexto, São Paulo.
FIORIN, J. L. (org) (2010). Introdução à Linguística: Princípios de Análise. Ed. Contexto, São Paulo.

 

Programa

Aula 01 – História dos Bairros de São Paulo e as Narrativas de Memória Paulistanas
Aula 02 – Os Trabalhadores e os Bairros: Mooca e São Miguel Paulista
Aula 03 – Produção Acadêmica Contemporânea dos Moradores Sobre Seus Bairros: Sapopemba, Fazenda da Juta, Guaianazes
Aula 04 – Os Coletivos de Cultura e as Histórias dos Bairros da Zona Leste

Bibliografia Básica


ALMEIDA, Valéria Tenório. Jardim da Conquista: Segregação Urbana e Mobilização Social. In: SARAU GOSTO DE CONQUISTA (org.). Jardim da Conquista – O Canto Poético. São Paulo: Secretaria da Cultura de São Paulo (VAI), 2014. 91-112.
ALMEIDA, Wilker de & MACEDO, Jorge Gonçalves de. Penha de França. São Paulo: Arquivo Histórico Municipal, 1999. (Historia dos Bairros de Sao Paulo: 31)
AZEVEDO, Aroldo. Subúrbios Orientais de São Paulo. (Tese de Doutorado) São Paulo: USP, 1945.
AZEVEDO, Amailton Magno; SILVA, Sheila Alice Gomes da. Discursos e Narrativas Sobre o Passado: o bairro paulistano de Guaianases em representações no tempo presente. Cadernos do Tempo Presente, n. 18, dez. 2014/jan. 2015, p. 85-97.
BONDUKI, Nabil Georges. Origens da Habitação Social no Brasil: Arquitetura Moderna, Lei do Inquilinato e Difusão da Casa Própria.6ed. São Paulo: FAPESP/Estação Liberdade, 2013.
______________________ & ROLNIK, Raquel. Periferias: ocupação do espaço e reprodução da força trabalho. São Paulo: USP, 1978.
BONOMO, Rachel Eny. Itaquera Virou Cidade: A Luta de Itaquera e de São Mateus Contra o Lixão e o Movimento para a Criação da APA do Parque e Fazenda do Carmo (São Paulo, 1984-1992). São Paulo: PUC, 1999. (Dissertação em Historia)
CALAZANS, Antônia Terra. História das Cidades Brasileiras. Série Como Eu Ensino. 1. ed. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
_______________________. Memorias dos Oficios: Historia dos Artesaos de Oficios em São Paulo. 1ed. São Paulo: Ed Intermeios, 2017.
CALDEIRA, Tereza Pires do Rio. A Política dos Outros: O Cotidiano dos Moradores de Periferia e o que Pensam do Poder e dos Poderosos. 1 ed. São Paulo: Brasiliense, 1984.
___________________________ Cidade de Muros: Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo. 1 Ed. São Paulo: EDUSP/Ed 34, 2000.
CARIGNATO, Lucirene Aparecida. Vivências Femininas no Movimento de Saúde da Cidade de São Paulo. (Dissertação de Mestrado). São Paulo: PUC, 2007.
CPDOC GUAIANÁS. Nas Trilhas dos Guaianás. São Paulo: Ponto de Cultura/Secretaria Municipal de Cultura, 2016.
D’ANDREA, Pablo, Tiaraju. Formação dos Sujeitos Periféricos: Cultura e Política na Periferia de São Paulo. (Tese de Doutorado em Sociologia). São Paulo: FFLCH-USP, 2013.
DELI, Feranando Rodrigues. Da Fazenda Caaguaçú à Área de Preservação Ambiental: A APA do Carmo no Cerne da Zona Leste Paulistana. São Paulo: FFLCH-USP (Dissertação de Mestrado), 2010.
DUARTE, Adriano Luiz. O Direito a Cidade: Trabalhadores e Cidadãos em São Paulo (1942-1953). São Paulo: Alameda, 2018.
______________________ & FONTES, Paulo. O Populismo Visto da Periferia. Adhemarismo e Janismo nos Bairros da Mooca e São Miguel Paulista (1947-1953). Cad. AEL, v.11, n.20/21, 2004.
FERREIRA, Deocleciana. Fazenda da Juta/SP: Uma Trilha entre o Rural e o Urbano. (Tese de Doutorado em Serviço Social) São Paulo: PUC, 2018.
FONTES, Paulo. Um Nordeste em São Paulo: Trabalhadores Migrantes em São Miguel Paulista (1945-1966). 1 Ed. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2008.
_____________ Trabalhadores e Associativismo Urbano no Governo Jânio Quadros em São Paulo (1953-1954). Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 33, nº 66, p. 71-94. 2013.
FREIRE, Amanda de Sousa & LIMA Priscila Machado (Org.). Memórias de um São. Mapeamento e Memória Cultural da Região de São Mateus. São Paulo: MetaLibri, 2015.
GLEZER, Raquel. Visões de São Paulo. In: Bresciani, Stell (org.). Imagens da cidade - séculos XIX e XX. São Paulo. Marco Zero. ANPUH/FAPESP. 1994
GRUPO URURAY PATRIMÔNIO CULTURAL. Territórios do Ururay São Paulo: Secretaria Municipal de Cultura/Movimento Cultural da Penha, 2016.
LEMOS, Amalia Inês Geraises de & FRANÇA, Maria Cecília. Itaquera. São Paulo: Departamento do Patrimonio Historico, 1999. (Historia dos Bairros de Sao Paulo: 24).
MARTINS, José de Souza. O Coração da Paulicéia Ainda Bate. São Paulo: Ed UNESP, 2017.
MARCELINO, Júlio Cesar José. (Coordenador) 40 Anos de Janela: Livro Comemorativo dos Quarenta Anos de COHAB I. São Paulo: Movimento Cultural da Penha, 2019.
MELO, Jesus Matias de. Itaim Paulista. São Paulo: Arquivo Histórico Municipal, 2017. (Historia dos Bairros de Sao Paulo: 33)
NETO, Murilo Leal Pereira. A Reinvenção do Trabalhismo no Vulcão do Inferno. Um Estudo Sobre Metalúrgicos e Têxteis de São Paulo. A Fábrica, o Bairro, o Sindicato e a Política (1950-1964). (Dissertação de Mestrado). São Paulo: FFLCH/USP, 2006.
______________________ . A Fábrica, O Sindicato, o Bairro e a Política: A Reinvenção da Classe Trabalhadora de São Paulo (1951-1964). In: Revista Mundos do Trabalho, vol 1, n-1, janeiro-junho, 2009. pp. 225-45.
PORTA, Paula (Org.). História da Cidade de São Paulo na Primeira Metade do Século XX.1ed. São Paulo: Paz e Terra, 2004.
ROLNIK, Raquel. O Que é Cidade. São Paulo: Ed Brasiliense, 1995. (Série Primeiros Passos)
SANTOS, Cida. Zona Leste Meu Amor: Personagens de Uma História de Lutas. São Paulo: Ed. Marco Markovitch, 1999.
_____________. Zona Leste Fazendo História. São Paulo: Ed. Marco Markovitch, 1997.
SILVA, Sheila Alice da. Negros em Guaianases: Cultura e Memoria. São Paulo: EDUC, 2019.

Links

CPDOC GUAIANÁS. https://cpdocguaianas.com.br/. Acesso em 08.06.2020.
__________________. A Periferia do Samba: Escolas de Samba de Guaianases e Cidade Tiradentes (Documentário, 22min29). São Paulo: Ponto de Cultura/Secretaria Municipal de Cultura, 2016. https://www.youtube.com/watch?v=jgwSWMB_q7s Acesso em: 08.06.2020.
HISTÓRIA DOS BAIRROS DE SÃO PAULO (ARQUIVO HISTÓRICO DE SÃO PAULO). https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/arquivo_his…. Acesso em: 08.06.2020.
HISTÓRIA DOS BAIRROS DE SÃO PAULO (VIDEOS/SECRETARIA DE CULTURA) .https://www.youtube.com/playlist?list=PLXWmWGNF1_gPVJvSxKJQKYkVpvBEtxaH7 Acesso em: 08.06.2020.
TERRITÓRIOSDOURURAY(MINIDOC). https://www.youtube.com/watch?v=w1BSlvUq2QI. Acesso em: 08.06.2020.

Programa

Aula 1: Os pressupostos da crítica musical adorniana e a cena cultural da República de Weimar.

A crítica ao jazz de Theodor W. Adorno deve ser compreendida como um argumento historicamente construído em diferentes contextos culturais. Partindo desse pressuposto, nesta aula iremos num primeiro momento nos ater a uma descrição geral da cena musical alemã dos anos 1920 e ao tipo de jazz que ali circulava, tal como as relações da música comercial com a música “séria” do período. O artigo de J. Bradford Robinson incluído na bibliografia desta aula servirá de base para tal discussão. Num segundo momento, teremos como objeto de discussão o texto de Adorno Sobre a situação social da música (1932), que estabelece as bases de um modelo de crítica capaz de interpretar tanto os destinos da música comercial e do jazz como a mudança de status e de função da cultura em meio à sociedade capitalista do entreguerras e de sua nascente indústria cultural. Partindo das reflexões desenvolvidas na década de 1920, o autor se debruça sobre as consequências da estabilização musical e da transformação da música em mercadoria.

Bibliografia Básica:
ADORNO, Theodor. Sobre la situación social de la música [1932]. In: ADORNO, Theodor. Escritos Musicales V. Obra Completa, 18. Madri: Ediciones Akal, 2011, p.762-809.
ROBINSON, J. Bradford. The jazz essays of Theodor Adorno: some thoughts on jazz reception in Weimar Germany. In: Popular Music. Cambridge: Cambridge University Press, Vol. 13, n.1, Janeiro de 1994.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Jorge. Crítica Dialética em Theodor Adorno: música e verdade nos anos 1920. Cotia: Ateliê Editorial, 2007.
GAY, Peter. A cultura de Weimar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
WIPPLINGER, Jonathan O. The Jazz Republic: Music, Race and American Culture in Weimar Germany. Social History, Popular Culture, and Politics in Germany (Série). EUA, Michigan: University of Michigan Press, 2017.

Aula 2: A crítica ao jazz durante os anos 1930.

Explicitados os pressupostos de seu pensamento e traçada a fisionomia da música comercial do período, iremos nos debruçar diretamente sobre os textos de Adorno da década de 1930 que tratam exclusivamente do jazz. Os dois textos de Adorno incluídos na bibliografia básica desta aula constituem o ponto alto de sua análise em relação a esse tipo de música antes de seu exílio norte-americano, e representam um momento de amadurecimento e complexificação de suas ideias. Em seu argumento, o autor se empenha em revelar os mecanismos e forças
econômicas que atuam sobre o jazz e seu material musical, tal como seus aspectos ideológicos e reificantes. Decifrando-o socialmente, Adorno busca destituir criticamente dessa música sua aparência moderna, libertária e emancipadora.

Bibliografia Básica
ADORNO, Theodor W. Adiós al jazz [1933]. In: ADORNO, Theodor. Escritos Musicales V. Obra Completa, 18. Madri: Ediciones Akal, 2011; p. 829-833. Disponível também em inglês: Farwell to jazz. In: LEPPERT, Richard (Org.). Essays on Music: Theodor Adorno. Berkeley: University Of California Press, 2002; p. 496-500.
ADORNO, Theodor W. Sobre el jazz [1936]. In: ADORNO, Theodor. Escritos Musicales IV. Obra Completa, 17. Ediciones Akal: Madrid, 2008; p. 83-118. Disponível também em inglês: On jazz. In: LEPPERT, Richard (Org.). Essays on Music: Theodor Adorno. Berkeley: University Of California Press, 2002; p. 470-495.

Bibliografia Complementar:
ADORNO, Theodor W. Crítica cultural e sociedade [1949]. In: Prismas: crítica cultural e sociedade. São Paulo: Editora Ática, 2001; p. 7- 26.
BERENDT, Joachim-Ernst; HUESMANN, Günther. Os estilos do jazz. In: O livro do jazz.: de Nova Orleans ao século XXI. São Paulo: Perspectiva: Edições Sesc São Paulo, 2014; p.29-88.
LEPPERT, Richard. Commentary (Music and Mass Culture). In: ADORNO, Theodor. Essays on Music. University of California Press: Califórnia, 2002, p.327-372.

Aula 3: O jazz como epíteto da indústria cultural e da fetichização da música.

Em seu exílio norte-americano, Adorno desenvolve e amplia sua crítica à mercantilização da cultura, indicando em seus textos tendências regressivas que atingem o público, o sistema de produção e reprodução dos bens culturais e o caráter fetichizado e materialmente precário das obras. Neste debate, o jazz passa a figurar como exemplo e índice histórico relevante das consequências da colonização da cultura pela lógica mercantil. Alçado ao sucesso comercial e tendo tomado a forma do swing, o jazz passa a ser o centro de toda a indústria do entretenimento da música norte-americana. Nesse sentido, iremos ler tais textos buscando como neles se desenvolve a crítica adorniana ao jazz, a fim de ressaltar não só como sua argumentação passa a ser operada em um novo nível sociológico e conceitual de análise, como também identificar na própria crítica ao jazz o fio condutor de tal diagnóstico de época.

Bibliografia Básica:
ADORNO, Theodor W. Sobre o caráter fetichista na música e a regressão da audição [1938]. In: Indústria Cultural (Coletânea). São Paulo: Editora Unesp, 2020; p.53-101.
ADORNO, Theodor & HORKHEIMER, Max. A indústria cultural. O Esclarecimento como mistificação das massas [1944]. In: Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985; p.99-138.

Bibliografia Complementar:
ADORNO, Theodor W. Sobre a música popular [1941]. In: COHN, Gabriel (Org.). Sociologia: Theodor Adorno. São Paulo: Ática, 1986, p.115-146.
CARONE, Iray. Adorno em Nova York: Os estudos de Princeton sobre a música no rádio (1938-1941). São Paulo: Alameda, 2019.
RODRIGUES, Maysa C. C. Indústria cultural em Theodor Adorno: das primeiras análises sobre a
mercantilização da cultura nos anos 1930 à formulação do conceito em 1947. Dissertação de Mestrado. Universidade de São Paulo: São Paulo, 2015.

Aula 4: Os escritos tardios e a revolução musical do jazz.

Neste último encontro, iremos analisar num primeiro momento os textos tardios de Adorno a respeito do jazz, escritos na década de 1950 e que dão continuidade ao seu posicionamento crítico que acompanhamos até aqui. À época, Adorno foi duramente criticado pelo jornalista Joachim-Ernst Berendt, ao qual o autor respondeu em uma réplica. Acompanharemos esse debate a fim de iluminar não só as críticas que Adorno recebeu, como sua defesa em relação aos pontos levantados por seu interlocutor. Num segundo momento, iremos nos debruçar sobre os desenvolvimentos do jazz a partir da década de 1950 em diante, período no qual essa música passa por uma profunda transformação de seu material musical e assume uma nova posição em relação à indústria cultural, tornando-se interlocutora de questões caras à população afro-americana e suas respectivas demandas políticas. Discutiremos, por fim, os limites e pontos cegos da crítica de Adorno, principalmente diante destas transformações no jazz que, a princípio, o tornam bastante distinto daquela música que foi o objeto da crítica adorniana na distante década de 1930.

Bibliografia Básica:

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ADORNO, Theodor. Moda intemporal – sobre o jazz [1953]; Anexo: Réplica a uma crítica à “Moda intemporal” [1953]. In: Prismas: crítica cultural e sociedade. São Paulo: Editora Ática, 2001; p.117-130; p.281-285.
BERENDT, Joachim-Ernst. A favor e contra o Jazz [1953]. In: Arte Filosofia n.16. Ouro Preto: IFAC/UFOP, julho de 2014; p.4-10.

Bibliografia Complementar:
FRIDMAN, Luís Carlos. Theodor Adorno e Eric Hobsbawm sobre o Jazz. Sociol. Antropol. Rio de Janeiro, V.10.02, Mai.-Ago. 2020, p.493-512.
HOBSBAWM, Eric J. História social do Jazz. São Paulo: Paz e Terra, 2017.
OKIJI, Fumi. Jazz As Critique: Adorno and black expression revisited. Stanford, California: Stanford University Press, 2018.