Programa
1. Aspectos metodológicos do ensino de literatura.
2. Contextualizando: Jorge Amado e o Romance de 30.
3. Percepção do mundo na sala de aula: a dimensão histórico-social de “Capitães da Areia”.
4. “Capitães da Areia”: romance, filme e estratégias de ensino.
Referências bibliográficas
AGUIAR, Josélia. Jorge Amado – Uma Biografia. São Paulo: Editora Todavia, 2018.
AMADO, Jorge. Capitães da areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Editora Cultrix, 2007.
BRANDILEONE, Ana Paula Franco Nobile; OLIVEIRA Vanderléia da Silva (orgs.). Literatura na escola: contextos e práticas em sala de aula. Campinas: Editora Pontes, 2018.
CANDIDO, Antonio; CASTELLO, José Aderaldo. Presença da literatura brasileira: Modernismo – História e Antologia. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 2006.
CANDIDO, Antonio. Na sala de aula – Caderno de análise literária. São Paulo. Editora Ática, 1984.
CEREJA, Willian Roberto. Ensino de literatura – Uma proposta dialógica para o trabalho com literatura. São Paulo: Atual Editora, 2005.
DALVI, Maria Amélia; JOVER-FALEIROS, Rita; REZENDE, Neide Luzia (orgs.). Leitura de literatura na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2019.
DURÃO, Fábio Akcelrud. Metodologia de pesquisa em literatura. São Paulo: Parábola Editorial, 2020.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura – Uma Introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
MOISÉS, Massaud. A criação literária. São Paulo: EDUSP, 1975.
_______________. História da literatura brasileira – Volume III: Desvairismo e Tendências contemporâneas. São Paulo: Editora Cultrix, 2001.
RALLO, Élisabeth Ravoux. Métodos de crítica literária. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
ROJO, Roxane; MOURA, Eduardo (orgs.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2020.
Aula 1: O teatro russo e Mikhail Tchékhov
A espiritualidade dentro do teatro russo: Stanislávski – Sulerjítski – M. Tchékhov
Quem foi Mikhail Tchékhov? Trajetória artística do ator e pedagogo russo
Aula 2: Mikhail Tchékhov e a Antroposofia: relações entre teoria e prática
O que Mikhail Tchékhov encontra no contato com a antroposofia e como essa cosmovisão embasa sua prática.
Breve apresentação de termos-chave da antroposofia e sua relação com a técnica tchekhoviana
Aula 3: Origens dos conceitos da técnica tchekhoviana
Abordagem dos conceitos de Eu Superior e Eu Inferior, sentimento do todo, sentimento de forma, atmosfera e irradiação a partir da sua origem antroposófica.
Bibliografia:
CHEKHOV, Michael. Para o ator. São Paulo, Martins Fontes, 2019.
CHEKHOV, Michael. Lessons for Teachers of his Acting Technique. Transcribed by Deirdre Hurst du Prey. Dovehouse Editions Inc. Ottawa, Canada, 2000.
CHÉJOV. Mijaíl. A. El caminho del actor / Vida y encuentros. Traduccíon y notas de Bibichrifa Jakimziánova y Jorge Saura. Ediciones ALBA, Barcelona, Espanha, 2016.
GONZÁLEZ PUCHE, Alejandro. ZHENGHONG, Ma (Compilação e Tradução). 16 lecciones y otros materiales. Cali, Universidad del Valle, 2017.
MALAEV-BABEL, Andrei. Yevgeny Vakhtangov: A critical portrait. New York, Routledge, 2013.
MAROWITZ, Charles. The Other Chekhov: A biography of Michael Chekhov, the Legendary Actor, Director and Theorist. Applause Theatre & Cinema Books, New York, 2004.
MERINO, Daniela Simone Terehoff. Mestre de Teatro, Mestre de Vida – Leopold Sulerjítski e sua busca artística e pedagógica. Dissertação (Mestrado em Letras). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.
SCANDOLARA, Camilo. Os estúdios do Teatro de Arte de Moscou e a formação da pedagogia teatral no século XX. 2006. 218 f. Dissertação (Mestrado em Artes) – Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Artes. Campinas, 2006.
STEINER, Rudolf. Teosofia – Introdução ao conhecimento supra-sensível do mundo e do destino humano. São Paulo, Editora Antroposófica, 2004.
STEINER, Rudolf. Matéria, forma e essência – o caminho cognitivo da Filosofia à Antroposofia. São Paulo, Editora Antroposófica, 1999.
STEINER, Rudolf. A filosofia da Liberdade. Elementos de uma cosmovisão moderna. São Paulo, Editora Antroposófica, 1988.
STEINER, Rudolf. Arte e estética segundo Goethe. Goethe como inaugurador de uma estética nova. São Paulo, Editora Antropo-sófica, 2012.
TCHERKÁSSKI, Serguei. Stanislávski e o yoga. São Paulo, É Realizações, 2019.
Aula 1 – Camus e o homem revoltado
Aula 2 – Nietzsche e a genealogia da moral
Aula 3 – Nietzsche e o niilismo
Aula 4 - “Precisamos ser os advogados de Nietzsche”
Bibliografia
CAMUS, A. L’homme revolté. Paris: Gallimard, 1951/2015
CAMUS, A. O homem revoltado. São Paulo: Record, 2017
NIETZSCHE, F. Genealogia da Moral – Uma polêmica, São Paulo: Cia. das Letras, 2001
1. Carolina Maria de Jesus
No módulo 1 do curso, serão tratados os seguintes temas a partir da obra de Carolina Maria de Jesus: literatura negra, literatura periférica, ativismo negro literário, estética, arquivo, memória, realismo crítico, elementos sócio-políticos de suas obras.
Local: Casa Sueli Carneiro
Professores: Mário Augusto Medeiros (04/10/25, 10h-12h30) e Fernanda Silva e Souza (11/10/25, 10h-12h30)
2. Milton Santos
O módulo dedicado a Milton Santos trabalhará as ideias de espaço geográfico, meio técnico-
científico-informacional, outra globalização, território, região, lugar, paisagem, escala, redes geográficas, além da cidadania, ética e exclusão na análise geográfica.
Local: USP
Professores: Antônio Carlos “Billy” Malachias (18/10/25, 10h-12h30) e Catia Antônia da Silva (25/10/25, 10h-12h30)
3. Encerramento:
Aula com Muniz Sodré.
Intelectual negro brasileiro, sociólogo, jornalista e escritor, Muniz Sodré apresentará alguns de seus principais conceitos e ideias que incluem a "ciência do comum", o “pensar nagô” e a crítica ao "fascismo da cor" e ao “império do grotesco”, entre outros. Suas obras abordam temas como a relação entre mídia e poder, a influência da cultura afro-brasileira, o racismo e a importância da educação.
Local: USP, dia 01/11/25, 10h-12h30.
Referências bibliográficas do curso
ADESINA, Jimi. Práticas de Sociologia Africana: Lições sobre endogeneidade e gênero na academia. In: SILVA, Tereza Cruz e; COELHO, João Paulo Borges; SOUTO, Amélia Neves de (Orgs.). Como Fazer Ciências Sociais e Humanas em África: questões epistemológicas, metodológicas, teóricas e políticas (Textos do Colóquio em Honra a Aquino de Bragança). Dacar: CODESRIA, 2012, p. 195-210.
CARNEIRO, S. Escritos de uma vida. Rio de Janeiro, Pólen, 2019.
DARC DE SOUZA, A. ., & NOAL, S. M. “Carolina Maria de Jesus: um olhar particular sobre o mundo”. Fênix - Revista De História E Estudos Culturais, 18(1), 155–174, 2021.
FARIAS, Tom. Carolina: uma biografia. Rio de Janeiro: Malê, 2019.
JESUS, Carolina Maria de, Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2015.
JESUS, Carolina Maria de, Diário de bitita. São Paulo: SESI, 2014.
JESUS, Carolina Maria de, Casa de alvenaria - Volume 1: Osasco (Cadernos de Carolina). São Paulo: Companhia das Letras, 2021.
JESUS, Carolina Maria de, Casa de alvenaria - Volume 1: Santana (Cadernos de Carolina). São Paulo: Companhia das Letras, 2021.
JESUS, Carolina Maria de, Meu estranho diário. São Paulo: Xamã, 1996.
JESUS, Carolina Maria de, Antologia pessoal. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996.
JESUS, Carolina Maria de, O escravo: romance. São Paulo: Companhia das Letras, 2023.
MACHADO, Marília Novais da Mata. “Os escritos de Carolina Maria de Jesus: determinações e imaginário.” Psicol. Soc. 18 (2) • Ago 2006.
ROSA, Carolina Schenatto e SILVA, Gilberto Ferreira. “Carolina Maria de Jesus e o pensamento liminar na literatura brasileira”. Rev. Estud. Fem. 28 (2), 2020.
RUFINO DOS SANTOS, Joel. Carolina Maria de Jesus. Rio de Janeiro: Garamond, 2008.
SANTANA, B. Continuo preta: a vida de Sueli Carneiro. São Paulo, Companhia das Letras, 2021.
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CARNEIRO, S. Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser. São Paulo: Editora Zahar, 2023.
MUNAGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo: Ática, 1988..
SODRÉ, Muniz. A ciência do comum. Petrópolis: Vozes, 2015.
SODRÉ, Muniz. A máquina de narciso. Rio de Janeiro: Mauad X, 1984.
SODRÉ, Muniz. Fascismo da cor: uma radiografia do racismo nacional. Petrópolis: Vozes, 2023.
SODRÉ, Muniz. O império do grotesco. Rio de Janeiro: Mauad X, 2002.
SODRÉ, Muniz. O terreiro e a cidade: a forma social negro brasileira. Rio de Janeiro: Mauad X, 1988.
SODRÉ, Muniz. Pensar nagô. Petrópolis: Vozes, 2017.
SODRÉ, Muniz. Reinventado a educação: diversidade, descolonização e redes. Petrópolis: Vozes, 2012.
O conto de fadas, em seu sentido amplo, abarca uma série de outras manifestações artísticas do maravilhoso literário (o conto maravilhoso, o conto popular, o conto folclórico, entre outros). É possível, porém, estreitar o horizonte de possibilidades narratológicas que ajudam a descrever o conto de fadas propriamente dito, isto é, o conto sobre fadas e seres feéricos, vertente cultivada por escritoras franceses dos séculos XVII e XVIII. O curso justifica-se por propor aos alunos o convite à reflexão sobre tais questões terminológicas e textuais, a fim de aprimorar o que já se sabe sobre o gênero e apresentar obras ainda pouco conhecidas no Brasil, como os títulos de Madame d'Aulnoy e Mademoiselle de La Force. Os estudantes serão convidados a refletir sobre o contexto histórico da Europa do século XVII a fim de compreender de que modo o século das ciências é também o século das fadas.
Aula única - 14 de março - Sábado
O conto de fadas literário francês de autoria feminina: séculos XVII e XVIII
Referências bibliográficas
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CALVINO, Ítalo. Sobre o Conto de Fadas. Tradução de José Colaço Barreiros. Lisboa: Teorema, 1999.
CHARTIER, Roger. Leituras e leitores na França do Antigo Regime. Tradução de Álvaro Lorencini. São Paulo: Editora Unesp, 2004.
COELHO, Nelly Novaes. O Conto de Fadas. 2ª ed. São Paulo: Editora Ática, 1991.
COELHO, Nelly Novaes. O Conto de Fadas: Símbolos – Mitos – Arquétipos. 4ª ed. São Paulo: Paulinas, 2012.
COELHO, Nelly Novaes. Panorama histórico da literatura infantil-juvenil: das origens indoeuropéias ao Brasil contemporâneo. 3ª ed. ref. e amp. São Paulo: Quíron, 1985.
CUNHA, Maria Zilda da. Na tessitura dos signos contemporâneos: novos olhares para a Literatura Infantil e Juvenil. São Paulo: Paulinas, 2009.
FONTENELLE, Bernard de. Diálogos sobre a pluralidade dos mundos. Tradução de Denise Bottmann. 2ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2013.
GALILEI, Galileu. O Mensageiro das Estrelas. Tradução de Carlos Ziller Camenietzki. São Paulo: Duetto Editorial, 2009. [Suplemento da Scientifc American Brasil n. 85, de junho de 2009].
GÓES, Lúcia Pimentel. Introdução à Literatura para Crianças e Jovens. São Paulo: Paulinas, 2010.
KEPLER, Johannes. “O Sonho”. Tradução de Jair Lúcio Prados Ribeiro. In: “O Sonho de Johannes Kepler: uma tradução do primeiro texto de hard sci-fi”. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 40, n. 1, e1602. Sociedade Brasileira de Física, 2018. Disponível em: https://tinyurl.com/kepler1634. Acesso em 13 de julho de 2022.
PERRAULT, Charles. Contos e Fábulas. Tradução de Mário Laranjeira. São Paulo: Iluminuras, 2009.
RIBEIRO FILHO, Paulo César. Madame d'Aulnoy e o conto de fadas literário francês do século XVII. 2023. Tese (Doutorado em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2023. doi:10.11606/T.8.2023.tde-17052023-142303. Acesso em: 2023-07-07.
SIMONSEN, Michèle. O Conto Popular. Tradução de Luis Claudio de Castro e Costa. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
STRAPAROLA, Giovanni Francesco. The Facetious Nights of Straparola. Tradução de W. G. Waters. S/L: Entail Books, 2015.
TOLKIEN, J.R.R. Sobre histórias de fadas. Tradução de Ronald Kyrmse. 2ª ed. São Paulo: Conrad, 2010.
TORRES, M. C.; SOUSA, A.; LEITE, A. (orgs). Antologia de contos de fadas franceses de autoria feminina do século XVII. Florianópolis: DLLE/UFSC, 2019. Disponível em:
https://mnemosineantologiasdotcom.files.wordpress.com/2019/08/antologia…
VENTURA, Susana. Na companhia de Bela: contos de fadas por autoras dos séculos XVII e XVIII. Seleção, organização e comentários: Susana Ventura, Cassia Leslie/ Ilustrações: Roberta Asse. 1. Ed. Londrina: Florear Livros, 2019
WARNER, Marina. Da Fera à Loira: sobre contos de fadas e seus narradores. Tradução de Thelma Médici Nóbrega. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
ZIPES, Jack. Contos de fadas: a esperança que ecoa do “Era uma vez...”: Entrevista com Jack Zipes. Literartes, [S. l.], v. 1, n. 11, p. 13-26, 2019. Disponível em: https://tinyurl.com/zipes1. Acesso em 21 de julho de 2022.
I. OBJETIVOS
O minicurso tem por objetivo apresentar a anti-intuitiva e controversa noção de não ser em sua estreia histórica, com Parmênides, autêntico inventor dessa noção, e do primeiro dos seus seguidores a continuar a discussão sobre o não ser. Embora em seu uso corriqueiro o não ser das coisas se apresente como um conceito normal e amplamente usado, ao pararmos para uma análise mais detida descobrimos que é uma noção extremamente complexa e aporética. Desde Parmênides, essa noção despertou o interesse dos maiores filósofos: de Platão e Aristóteles, na antiguidade, até Heidegger na filosofia contemporânea e mais atualmente nos estudos de lógicas não clássicas. Parmênides parece ter captado a essência de tal noção desde o início. Todavia, a rigorosa aplicação dessa noção na interpretação do mundo o levou à negação do devir, mergulhando a análise na mais anti-intuitiva das visões: um mundo estável e sem mutação. Essa visão de um mundo sem mutação se consolida em Melisso, que todavia apresenta uma noção de não ser diferente. Essa diferença, aparentemente pequena, se revelará ao longo da história extremamente importante e, de certa forma, deixará o não ser der Parmênides em Segundo plano.
Ao mesmo tempo, do ponto de vista pedagógico, a análise da noção de não ser em Parmênides constitui um dos mais clássicos exercícios do estudo filosófico, contribuindo substancialmente à formação da mens philosophica. Este objetivo pedagógico ao lado do objetivo mais propriamente filosófico de olhar de perto a uma das noções básicas da história do pensamento ocidental resultam num passo pequeno – trata-se de um minicurso – mas muito significativo em direção à compreensão dos grande temas filosóficos da humanidade.
II. PROGRAMA
- Parmênides jônico e pitagórico
- Características gerais do poema “Da natureza”
- Parmênides psicólogo: análise dos fr. DK B 1, 2, 6, 7
- A noção de não ser: os fundamentos e os preceitos.
- A noção de não ser em Melisso
III. JUSTIFICATIVA DO PROGRAMA
Espera-se que o minicurso sobre a noção de não ser em Parmênides leve seus participantes tanto à compreensão dos conceitos implicados ontologia parmenidiana, quanto a uma reflexão crítica.
Ao mesmo tempo, do ponto de vista pedagógico, a análise da noção de não ser em Parmênides constitui um dos mais clássicos exercícios do estudo filosófico, contribuindo substancialmente à formação da mens philosophica. Este objetivo pedagógico ao lado do objetivo mais propriamente filosófico de olhar de perto a uma das noções básicas da história do pensamento ocidental resultam num passo pequeno – trata-se de um minicurso – mas muito significativo em direção à compreensão dos grande temas filosóficos da humanidade.
V. JUSTIFICATIVA DO CURSO (A importância do Curso)
O curso de difusão proposto é interessante para estudantes de filosofia, psicologia e áreas afins, uma vez que tematiza a noção de não ser em Parmênides e em Melisso. Esta noção é um elemento essencial ao desenvolvimento da cultura ocidental, tanto na fundamentação da lógica e da ontologia, quanto mais genericamente na fundamentação da coerência da linguagem.
IV. MÉTODOS UTILIZADOS
Aulas expositivas e discussão dos textos de Parmênides e Melisso.
V. ATIVIDADES DISCENTES
Leitura dos textos, participação nas discussões.
VI. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Presença em 75% das aulas.
VII. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Aula 1: Introdução e panorama dos estudos Hip Hop nos anos 90.
Aula 2: O intercâmbio entre rua e academia, novos estudos, novos atores.
Aula 3: Corpo sonoro e as reverberações estético-políticas
Aula 4: Das ruas aos palcos, dos palcos à rua.
Bibliografia:
BOTELHO, Guilherme Machado. Quanto vale o show? O fino rap de Athalyba-Man/ Guilherme Machado Botelho- São Paulo: Ed. do Autor, 2022.
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CAMPOS, Felipe Oliveira. Rap, cultura e política: Batalha da Matrix a estética da superação empreendedora/ Felipe Oliveira Campos. – 1ª ed. – São Paulo: Hucitec, 2020.
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VALÉRY. Paul, 1871- 1945. A alma e a dança e outros diálogos/Paul Valéry; tradução, Marcelo Coelho. - Rio de Janeiro: Imago Ed., 2005.124 pp.
Videografia:
BOTELHO, Guilherme. Nos Tempos da São Bento. DVD Documentário. São Paulo, 2010.
1. 17/04 – Guimarães Rosa e o estudo de gramática: leitura de “Esses Lopes”
2. 24/04 – Guimarães Rosa e outras linguagens: leitura de “A hora e a vez de Augusto Matraga”
3. 01/05 – Guimarães Rosa e outras disciplinas: leitura de “Sarapalha”
4. 08/05 – Guimarães Rosa e vestibular: leitura de “Campo Geral”
BIBLIOGRAFIA
BENEDETTI, Nildo Máximo. Sagarana: o Brasil de Guimarães Rosa. São Paulo: Hedra, 2010.
BRANCO, Ana Lucia. Tutaméia: do chiste à mimesis. A respeito da família. 2009. Dissertação (Mestrado em Literatura Brasileira) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.
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FANTINI, Marli. Guimarães Rosa - Fronteiras, Margens, Passagens. 2.ed. São Paulo: Ateliê Editorial; São Paulo, Editora Senac, 2003.
MAGELA, Ana Lúcia. Na garupa do cavaleiro diplomata: abrindo outras trilhas. Rio de Janeiro: Usina de Letras, 2011.
__________________. As astúcias das mulheres de Rosa. Rio de Janeiro: Editora Multifoco, 2013.
MARTINS, Nilce Sant’Anna. O léxico de Guimarães Rosa. 3. ed. São Paulo: EDUSP, 2008.
MATTA, Roberto da. A casa & a rua – espaço, cidadania mulher e morte no Brasil. 5. ed. Rio de Janeiro; Rocco, 1997.
MENESES, Adélia Bezerra de. “Sereias: sedução e saber”. In: Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, Brasil, n. 75, p. 71-93, abr. 2020.
_________________________. Cores de Rosa: ensaios sobre Guimarães Rosa. São Paulo: Ed. Ateliê, 2010.
NOVIS, Vera. Tutaméia: engenho e arte. São Paulo: Perspectiva: EDUSP, 1989.
RAMOS, Maria Luiza. “A história na estória” In: Machado e Rosa – leituras críticas. Marli Fantini (org): Ateliê Editorial, 2010.
RONCARI, Luiz. Buriti do Brasil e da Grécia, Patriarcalismo e Dionisismo no sertão de Guimarães Rosa. São Paulo: Editora. 34, 2013.
ROSA, João Guimarães. Sagarana. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
___________________. Tutameia (terceiras estórias). 9. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.
___________________. Manuelzão e Miguilim: (Corpo de baile). 11.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
XAVIER, Isamail. Sertão Mar: Glauber rocha e a estética da fome. São Paulo: Duas Cidades/ Editora 32, 2019.
Filmes:
A hora e a vez de Augusto Matraga (1965). Roberto Santos (diretor)
Bacurau (2019). Kleber Mendonça filho (diretor)
1. 17/04 – Guimarães Rosa e o estudo de gramática: leitura de “Esses Lopes”
2. 24/04 – Guimarães Rosa e outras linguagens: leitura de “A hora e a vez de Augusto Matraga”
3. 01/05 – Guimarães Rosa e outras disciplinas: leitura de “Sarapalha”
4. 08/05 – Guimarães Rosa e vestibular: leitura de “Campo Geral”
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Filmes:
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Bacurau (2019). Kleber Mendonça filho (diretor)