Programa
| Detalhamento: |
|
1a aula |
| Detalhamento: |
|
1a aula |
Aula 1: Introdução: o que são videogames; abordagens de videogames na academia
Aula 2: Alguns pressupostos teóricos da Semiótica Social e da abordagem Multimodal
Aula 3: Alguns pressupostos teóricos do campo dos Estudos dos jogos
Aula 4: Análises e aplicações das categorias de análise ludossemióticas
Programa completo:
Aula 1: Introdução: o que são videogames; abordagens de videogames na academia
Algumas definições de videogame
Breve história dos estudos acadêmicos de videogames
Abordagens possíveis
Aula 2: Alguns pressupostos teóricos da Semiótica Social e da abordagem Multimodal
O que é o quadro teórico da Semiótica Social?
A abordagem multimodal
Categorias de análise visual: cores, composição e conotadores visuais
Categorias de análise sonora: tom, intensidade e conotadores sonoros
Aula 3: Alguns pressupostos teóricos do campo dos Estudos dos jogos
O que é o campo dos Estudos de jogos?
O estudo formal dos jogos
Categorias de análise lúdica: mecânicas, regras e sistemas
Aula 4: Análises e aplicações das categorias de análise ludossemiótica
Proposição de estudos de caso à luz das categorias abordadas no curso
Discussão de exemplos levantados pelos participantes
Bibliografia por aula:
Aula 1:
EGENFELDT-NIELSEN, Simon; SMITH, Jonas Heide; TOSCA, Susana Pajares. Understanding video games: the essential introduction. 3 ed. Londres: Routledge, 2020.
JUUL, Jesper. Half-Real: videogames entre regras reais e mundos ficcionais. Trad. Alan Richard da Luz. São Paulo: Blucher, 2019.
MÄYRÄ, Frans. An Introduction to Game Studies: Games in Culture. Londres: SAGE Publications, 2008.
WOLF, Mark J. P. Encyclopedia of video games: the culture, technology, and art of gaming. 2 ed. California: Greenwood, 2021.
Aula 2:
CATALANO, Theresa; WAUGH, Linda R. Critical Discourse Analysis, Critical Discourse Studies and Beyond. Cham: Springer, 2020.
JEWITT, Carey; BEZEMER, Jeff; O'HALLORAN, Kay. Introducing Multimodality. Nova Iorque: Routledge, 2016.
KRESS, Gunther. Multimodality: A social semiotic approach to contemporary communication. Nova Iorque: Routledge, 2010.
KRESS, Gunther; VAN LEEUWEN, Theo. Reading Images: The Grammar of Visual Design. 3 ed. Londres; Nova Iorque: Routledge, 2020.
VAN LEEUWEN, Theo. Introducing Social Semiotics. Londres: Routledge, 2005.
Aula 3:
CRAWFORD, Chris. Chris Crawford on Interactive Storytelling. 2 ed. Califórnia: New Riders, 2013.
FERNÁNDEZ-VARA, Clara. Introduction to game analysis. Nova Iorque: Routledge, 2015.
SALEN, Katie; ZIMMERMAN, Eric. Regras do jogo: fundamentos do Design de Jogos, Volume 1. Trad. Edson Furmankiewicz. 4 ed. São Paulo: Blucher, 2021.
SICART, Miguel. Defining Game Mechanics. Game Studies, The international journal of computer game research, Vol. 8, n. 2, 2008. Disponível em: http://gamestudies.org/0802/articles/sicart Acessado em: 18/04/2022.
Aula 4:
Vide bibliografia das aulas 1 a 3.
Aula 01: apresentar a proposta do curso, as principais correntes filosóficas (neoestoicismo), religiosas (catolicismo, luteranismo,
calvinismo) e estruturas sociais da Alemanha seiscentista.
Aula 02: introdução à lírica: a reforma de M. Opitz, lírica casual, espiritual, política, epigramas, canções poéticas espirituais;
Aula 03: introdução ao drama: teatro profissional, jesuítico, protestante, comédia;
Aula 04: épica, épica bíblica, épica heroica, poesia escolar, o romance e suas diversas formas (cortesão histórico, pícaro), prosa
ficcional e não ficcional.
Bibliografia
DYCK, Joachim. Ticht-Kunst: Deutsche Barockpoetik und rhetorische Tradition. 3 ed. Tübingen: Max Niemeyer, 1991;
HANSEN, João Adolfo. Agudezas seiscentistas e outros ensaios. Organização de Cilaine Alves Cunha e Mayra Maudana. São
Paulo: EDUSP, 2019;
MEID, Volker. Barocklyrik. 2 ed. Stuttgart; Weimar: Metzler, 2008;
______. Die Deutsche Literatur im Zeilalter des Barock: vom Späthumanismus zur Frühaufklärung. München: Beck, 2009;
______. Literatur des Barock. In: BEUTIN, Wolfgang et al. (org.). Deutsche Literaturgeschichte: von den Änfangen bis zur
Gegenwart. 8 ed. Stuttgart; Weimar: Metzler, 2013;
MEIER, Albert (org.). Die Literatur des 17. Jahrhunderts. München; Wien: Hanser, 1999;
NIEFANGER, Dirk. Barock. Lehrbuch Germanistik. 3 ed. Stuttgart; Weimar: Metzler, 2008.
Aula 1: Atrizes da Cia Negra de Revista e breve história do grupo
Aula 2: Atrizes do TEN Teatro Experimental do Negro e breve história do grupo
Bibliografia:
BARROS, Orlando de. Corações de Chocolat. Rio de Janeiro: Editora Livre Expansão. 2005
NASCIMENTO, Abdias. Teatro Experimental do Negro: Testemunhos. Rio de Janeiro: GRD, 1966
NASCIMENTO, Abdias. Teatro Experimental do Negro: trajetórias e reflexões. Revista do Instituto de Estudos Avançados, USP.
Aula 1: Introdução ao curso / Leitura em intercompreensão: galego
Aula 2: Principais conceitos / Leitura em intercompreensão: catalão
Aula 3: Línguas de imigração e de herança / Leitura em intercompreensão: talian
Aula 4: Leitura em intercompreensão: romeno / Encerramento
Bibliografia:
ALBUQUERQUE-COSTA, H. A.; MAYRINK, M. F.; SANTORO, E. A Intercompreensão em Línguas Românicas na formação do professor de línguas estrangeiras: a experiência da USP. Revista Letras Raras, [S.l.], v. 6, n. 3, 2017, p. 82-95. Disponível em: http://revistas.ufcg.edu.br/ch/index.php/RLR/article/view/902
CANDELIER, M.; CAMILIERI-GRIMA, A.; CASTELLOTTI, V.; DE PIETRO, J.-.; LÖRINCZ, I.; MEISSNER, F.-J.; SHRÖDER-SURA, A.; NOGUEROL, A. CARAP – Cadre de référence pour les approches plurielles des langues et des cultures. Graz: Conseil de l’Europe, 2012. Disponível em: http://carap.ecml.at/
COSTE, D.; MOORE, D.; ZARATE, G. (2009 [1997]). Compétence plurilingue et pluriculturelle. Version révisée et enrichie d’un avant-propos et d’une bibliographie complémentaire. Parution initiale: 1997. Vers un Cadre Européen Commun de référence pour l’enseignement et l’apprentissage des langues vivantes: études préparatoires. Version révisée: 2009. Division des Politiques linguistiques, Strasbourg. Disponível em: https://rm.coe.int/168069d29c
CUQ, J. P. (org.). Dictionnaire de didactique du français langue étrangère et seconde. Paris: CLE International, 2003.
DE CARLO, M.; ANQUETIL, M. Référentiel de compétences de communication plurilingue en Intercompréhension - REFIC. EL.LE, v. 8, n. 1, p. 163-234, 2019. Disponível em: https://edizionicafoscari.unive.it/it/edizioni4/riviste/elle/2019/1numm…
ESCUDÉ, P; CALVO DEL OLMO, F. Intercompreensão: a chave para as línguas. São Paulo: Parábola, 2019.
MIRANDA-PAULO, L. A intercompreensão no curso de Letras: formando sujeitos plurilíngues a partir da leitura de textos acadêmicos em línguas românicas. 2018. 470f. Tese (Doutorado em Língua Francesa) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8146/tde-26032019-145256/pt-br…
SARSUR-CÂMARA, É. Abordagens plurais das línguas no ensino fundamental: experiência piloto com pré-adolescentes de uma escola pública de Belo Horizonte. 2020. Tese (Doutorado em Estudos Linguísticos), Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2020. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/33943
1. Aspectos metodológicos do ensino de literatura.
2. Contextualizando: Jorge Amado e o Romance de 30.
3. Percepção do mundo na sala de aula: a dimensão histórico-social de “Capitães da Areia”.
4. “Capitães da Areia”: romance, filme e estratégias de ensino.
Referências bibliográficas
AGUIAR, Josélia. Jorge Amado – Uma Biografia. São Paulo: Editora Todavia, 2018.
AMADO, Jorge. Capitães da areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Editora Cultrix, 2007.
BRANDILEONE, Ana Paula Franco Nobile; OLIVEIRA Vanderléia da Silva (orgs.). Literatura na escola: contextos e práticas em sala de aula. Campinas: Editora Pontes, 2018.
CANDIDO, Antonio; CASTELLO, José Aderaldo. Presença da literatura brasileira: Modernismo – História e Antologia. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 2006.
CANDIDO, Antonio. Na sala de aula – Caderno de análise literária. São Paulo. Editora Ática, 1984.
CEREJA, Willian Roberto. Ensino de literatura – Uma proposta dialógica para o trabalho com literatura. São Paulo: Atual Editora, 2005.
DALVI, Maria Amélia; JOVER-FALEIROS, Rita; REZENDE, Neide Luzia (orgs.). Leitura de literatura na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2019.
DURÃO, Fábio Akcelrud. Metodologia de pesquisa em literatura. São Paulo: Parábola Editorial, 2020.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura – Uma Introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
MOISÉS, Massaud. A criação literária. São Paulo: EDUSP, 1975.
_______________. História da literatura brasileira – Volume III: Desvairismo e Tendências contemporâneas. São Paulo: Editora Cultrix, 2001.
RALLO, Élisabeth Ravoux. Métodos de crítica literária. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
ROJO, Roxane; MOURA, Eduardo (orgs.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2020.
Aula 1: O teatro russo e Mikhail Tchékhov
A espiritualidade dentro do teatro russo: Stanislávski – Sulerjítski – M. Tchékhov
Quem foi Mikhail Tchékhov? Trajetória artística do ator e pedagogo russo
Aula 2: Mikhail Tchékhov e a Antroposofia: relações entre teoria e prática
O que Mikhail Tchékhov encontra no contato com a antroposofia e como essa cosmovisão embasa sua prática.
Breve apresentação de termos-chave da antroposofia e sua relação com a técnica tchekhoviana
Aula 3: Origens dos conceitos da técnica tchekhoviana
Abordagem dos conceitos de Eu Superior e Eu Inferior, sentimento do todo, sentimento de forma, atmosfera e irradiação a partir da sua origem antroposófica.
Bibliografia:
CHEKHOV, Michael. Para o ator. São Paulo, Martins Fontes, 2019.
CHEKHOV, Michael. Lessons for Teachers of his Acting Technique. Transcribed by Deirdre Hurst du Prey. Dovehouse Editions Inc. Ottawa, Canada, 2000.
CHÉJOV. Mijaíl. A. El caminho del actor / Vida y encuentros. Traduccíon y notas de Bibichrifa Jakimziánova y Jorge Saura. Ediciones ALBA, Barcelona, Espanha, 2016.
GONZÁLEZ PUCHE, Alejandro. ZHENGHONG, Ma (Compilação e Tradução). 16 lecciones y otros materiales. Cali, Universidad del Valle, 2017.
MALAEV-BABEL, Andrei. Yevgeny Vakhtangov: A critical portrait. New York, Routledge, 2013.
MAROWITZ, Charles. The Other Chekhov: A biography of Michael Chekhov, the Legendary Actor, Director and Theorist. Applause Theatre & Cinema Books, New York, 2004.
MERINO, Daniela Simone Terehoff. Mestre de Teatro, Mestre de Vida – Leopold Sulerjítski e sua busca artística e pedagógica. Dissertação (Mestrado em Letras). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.
SCANDOLARA, Camilo. Os estúdios do Teatro de Arte de Moscou e a formação da pedagogia teatral no século XX. 2006. 218 f. Dissertação (Mestrado em Artes) – Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Artes. Campinas, 2006.
STEINER, Rudolf. Teosofia – Introdução ao conhecimento supra-sensível do mundo e do destino humano. São Paulo, Editora Antroposófica, 2004.
STEINER, Rudolf. Matéria, forma e essência – o caminho cognitivo da Filosofia à Antroposofia. São Paulo, Editora Antroposófica, 1999.
STEINER, Rudolf. A filosofia da Liberdade. Elementos de uma cosmovisão moderna. São Paulo, Editora Antroposófica, 1988.
STEINER, Rudolf. Arte e estética segundo Goethe. Goethe como inaugurador de uma estética nova. São Paulo, Editora Antropo-sófica, 2012.
TCHERKÁSSKI, Serguei. Stanislávski e o yoga. São Paulo, É Realizações, 2019.
Aula 1 – Camus e o homem revoltado
Aula 2 – Nietzsche e a genealogia da moral
Aula 3 – Nietzsche e o niilismo
Aula 4 - “Precisamos ser os advogados de Nietzsche”
Bibliografia
CAMUS, A. L’homme revolté. Paris: Gallimard, 1951/2015
CAMUS, A. O homem revoltado. São Paulo: Record, 2017
NIETZSCHE, F. Genealogia da Moral – Uma polêmica, São Paulo: Cia. das Letras, 2001
1. Carolina Maria de Jesus
No módulo 1 do curso, serão tratados os seguintes temas a partir da obra de Carolina Maria de Jesus: literatura negra, literatura periférica, ativismo negro literário, estética, arquivo, memória, realismo crítico, elementos sócio-políticos de suas obras.
Local: Casa Sueli Carneiro
Professores: Mário Augusto Medeiros (04/10/25, 10h-12h30) e Fernanda Silva e Souza (11/10/25, 10h-12h30)
2. Milton Santos
O módulo dedicado a Milton Santos trabalhará as ideias de espaço geográfico, meio técnico-
científico-informacional, outra globalização, território, região, lugar, paisagem, escala, redes geográficas, além da cidadania, ética e exclusão na análise geográfica.
Local: USP
Professores: Antônio Carlos “Billy” Malachias (18/10/25, 10h-12h30) e Catia Antônia da Silva (25/10/25, 10h-12h30)
3. Encerramento:
Aula com Muniz Sodré.
Intelectual negro brasileiro, sociólogo, jornalista e escritor, Muniz Sodré apresentará alguns de seus principais conceitos e ideias que incluem a "ciência do comum", o “pensar nagô” e a crítica ao "fascismo da cor" e ao “império do grotesco”, entre outros. Suas obras abordam temas como a relação entre mídia e poder, a influência da cultura afro-brasileira, o racismo e a importância da educação.
Local: USP, dia 01/11/25, 10h-12h30.
Referências bibliográficas do curso
ADESINA, Jimi. Práticas de Sociologia Africana: Lições sobre endogeneidade e gênero na academia. In: SILVA, Tereza Cruz e; COELHO, João Paulo Borges; SOUTO, Amélia Neves de (Orgs.). Como Fazer Ciências Sociais e Humanas em África: questões epistemológicas, metodológicas, teóricas e políticas (Textos do Colóquio em Honra a Aquino de Bragança). Dacar: CODESRIA, 2012, p. 195-210.
CARNEIRO, S. Escritos de uma vida. Rio de Janeiro, Pólen, 2019.
DARC DE SOUZA, A. ., & NOAL, S. M. “Carolina Maria de Jesus: um olhar particular sobre o mundo”. Fênix - Revista De História E Estudos Culturais, 18(1), 155–174, 2021.
FARIAS, Tom. Carolina: uma biografia. Rio de Janeiro: Malê, 2019.
JESUS, Carolina Maria de, Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2015.
JESUS, Carolina Maria de, Diário de bitita. São Paulo: SESI, 2014.
JESUS, Carolina Maria de, Casa de alvenaria - Volume 1: Osasco (Cadernos de Carolina). São Paulo: Companhia das Letras, 2021.
JESUS, Carolina Maria de, Casa de alvenaria - Volume 1: Santana (Cadernos de Carolina). São Paulo: Companhia das Letras, 2021.
JESUS, Carolina Maria de, Meu estranho diário. São Paulo: Xamã, 1996.
JESUS, Carolina Maria de, Antologia pessoal. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996.
JESUS, Carolina Maria de, O escravo: romance. São Paulo: Companhia das Letras, 2023.
MACHADO, Marília Novais da Mata. “Os escritos de Carolina Maria de Jesus: determinações e imaginário.” Psicol. Soc. 18 (2) • Ago 2006.
ROSA, Carolina Schenatto e SILVA, Gilberto Ferreira. “Carolina Maria de Jesus e o pensamento liminar na literatura brasileira”. Rev. Estud. Fem. 28 (2), 2020.
RUFINO DOS SANTOS, Joel. Carolina Maria de Jesus. Rio de Janeiro: Garamond, 2008.
SANTANA, B. Continuo preta: a vida de Sueli Carneiro. São Paulo, Companhia das Letras, 2021.
TANUS, Gustavo. Impressões e arquivos: notas sobre-vida, literatura e vida literária em Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus. Anuário de Literatura, [S. l.], v. 27, p. 01–19, 2022. https://anpof.org.br/comunicacoes/coluna-anpof/carolina-maria-de-jesus-…
--------------
CARNEIRO, Rosalvo Nobre. A virada linguística na filosofia geográfica de Milton Santos. PerCursos, Florianópolis, v. 23, n. 51, p. 052–079, 2022.
CARNEIRO, S. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo, Selo Negro, 2011.
CAVALCANTE, L. V.; LIMA, L. C. Epistemologia da Geografia e espaço geográfico: a contribuição teórica de Milton Santos. Geousp – Espaço e Tempo (Online), v. 22, n. 1, p. 061-075 mês. 2018. ISSN 2179-0892.
MCKEE, J.B. Sociology and the Race Problem: The Failure of a Perspective. Urbana, IL: University of Illinois Press, 1993.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 4a ed, 2a reimpr. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2006.
SANTOS, Milton. Espaço e sociedade: Ensaios. 2a ed. Petrópolis: Vozes, 1982.
SANTOS, Milton, “O Espaço Geográfico Como Categoria Filosófica”. Terra Livre, [S. l.], n. 5, 2015.
SANTOS, Milton. O trabalho do geógrafo no terceiro mundo. 2 ed. São Paulo: HUCITEC, 1986.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2000.
SANTOS, Milton. Sociedade e espaço: a formação social como teoria e como método. São Paulo: Boletim Paulista de Geografia, nº54, junho, p. 81-99, 1977.
SANTOS, Milton. Técnica, espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico informacional. 2ed. São Paulo: HUCITEC, 1997.
SANTOS. “O retorno do território.” In: SANTOS, Milton; SOUZA, Maria Adélia A. de; SILVEIRA, Maria Laura (Orgs.). Território: globalização e fragmentação. 4. ed. São Paulo: Hucitec: ANPUR, 1998. p. 15-20.
SILVA, Marcos Aurélio da; VOIGT, Mateus Engel. “Milton Santos e o problema do marxismo das instâncias”. Revista Práxis e Hegemonia Popular, [S. l.], v. 9, n. 15, p. 5–23, 2024.
SOUSA, Adria De Lima et al . Diálogos da psicologia existencialista com o conceito de território. Rev. abordagem gestalt., Goiânia , v. 26, n. 3, p. 339-349, dez. 2020 .
https://teoriaedebate.org.br/1999/02/06/milton-santos/
https://grabois.org.br/2001/08/01/milton-santos-um-filsofo-da-geografia/
https://www.geledes.org.br/pensamento-de-milton-santos-sobre-a-questao-…-
academia/ gad_source=1&gad_campaignid=1495757196&gbraid=0AAAAADnS6iAnsEa6ZDlPAzM1kjM5ObiIz
&gclid=CjwKCAjw1dLDBhBoEiwAQNRiQVKarrQpO8yU3hvrmH9El1FzoqhlBRtAuU3C68EtJKoqQ_0YuZ8JD
RoCCocQAvD_BwE
---------------
BUARQUE DE HOLLANDA [TEIXEIRA], H. Interseccionalidades: pioneiras do feminismo negro brasileiro. Rio de Janeiro, Bazar do tempo, 2020.
CARNEIRO, S. Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser. São Paulo: Editora Zahar, 2023.
MUNAGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo: Ática, 1988..
SODRÉ, Muniz. A ciência do comum. Petrópolis: Vozes, 2015.
SODRÉ, Muniz. A máquina de narciso. Rio de Janeiro: Mauad X, 1984.
SODRÉ, Muniz. Fascismo da cor: uma radiografia do racismo nacional. Petrópolis: Vozes, 2023.
SODRÉ, Muniz. O império do grotesco. Rio de Janeiro: Mauad X, 2002.
SODRÉ, Muniz. O terreiro e a cidade: a forma social negro brasileira. Rio de Janeiro: Mauad X, 1988.
SODRÉ, Muniz. Pensar nagô. Petrópolis: Vozes, 2017.
SODRÉ, Muniz. Reinventado a educação: diversidade, descolonização e redes. Petrópolis: Vozes, 2012.