Programa

Detalhamento:

1a aula
Apresentação do Curso e da respectiva dinâmica. Significado de Projeto e utilização. Preparação para a escolha do Projeto a ser desenvolvido por cada um.

2a aula
Escolha do Projeto para Aplicação Prática. Elementos Componentes de um Projeto. Matriz Básica.
Sessão de dúvidas

3a aula
Desenvolvimento do Projeto e respectivas contingências I

4a aula
Desenvolvimento do Projeto e respectivas contingências II
Sessão de dúvidas

5a aula
Noções Básicas sobre as Principais Escolas e Teorias de Administração. (Obtenção de Cultura Geral sobre o assunto de forma a poder aplicá-la). Conclusão das Definições do Projeto e finalização do Plano Inicial de Ação.

6a aula
Intersecção entre o Projeto e Orçamento.
Sessão de dúvidas

7a aula
Noção de Orçamento. Elementos Primordiais.

8a aula
Dinâmica de Orçamento. Tipos e Possibilidades.
Sessão de dúvidas

9a aula
Aplicação do Orçamento no Projeto escolhido.

10a aula
Finalização do Plano de Ação Definitivo com Orçamento incluso.
Sessão de dúvidas

11a aula
Como definir conjunto de Projetos para a empresa ou subordinados. Mecanismos de Acompanhamento, Controle e Correção.

12a aula
Dinâmica de perguntas e respostas, temporizadas - verificação de conceitos para ajustes e saber sistêmico. Sessão de dúvidas

13a aula
Estudo de Caso para fixação dos conceitos primordiais. Preparação Prática para Trabalho de Criatividade.

14a aula
INSTÂNCIA e ANÁLISE DE DECISÃO
Âmbitos de Análise - Horizontes de Viabilidade; Concretização


Trabalho final:
Dissertação sobre projeto individual realizado durante o curso integrado ao Orçamento real do aluno.


Referências bibliográficas:

Carvalho, Marly Monteiro de. “Fundamentos em gestão de projetos: construindo competências para gerenciar projetos” – 5. ed. – São Paulo : Atlas, 2019.

MARQUES, Euvaldo. Finanças públicas: administração financeira e orçamentária. São Paulo: Saraiva, 2015. E-book. (1 recurso online). ISBN 9788502621916. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788502621916. Acesso em: 7 Oct. 2020.

SILVA, Lino Martins da. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo da nova contabilidade pública. 9ª São Paulo: Atlas, 2012. E-book. (1 recurso online). ISBN 9788522477968. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522477968. Acesso em: 7 Oct. 2020.

SOUZA, Acilon Batista de. Curso de administração financeira e orçamento: princípios e aplicações. São Paulo: Atlas, 2014. E-book. (1 recurso online). ISBN 9788522485642. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522485642. Acesso em: 7 Oct. 2020.

Programa

Aula 1: Introdução: o que são videogames; abordagens de videogames na academia
Aula 2: Alguns pressupostos teóricos da Semiótica Social e da abordagem Multimodal
Aula 3: Alguns pressupostos teóricos do campo dos Estudos dos jogos
Aula 4: Análises e aplicações das categorias de análise ludossemióticas

Programa completo:

Aula 1: Introdução: o que são videogames; abordagens de videogames na academia
Algumas definições de videogame
Breve história dos estudos acadêmicos de videogames
Abordagens possíveis

Aula 2: Alguns pressupostos teóricos da Semiótica Social e da abordagem Multimodal
O que é o quadro teórico da Semiótica Social?
A abordagem multimodal
Categorias de análise visual: cores, composição e conotadores visuais
Categorias de análise sonora: tom, intensidade e conotadores sonoros

Aula 3: Alguns pressupostos teóricos do campo dos Estudos dos jogos
O que é o campo dos Estudos de jogos?
O estudo formal dos jogos
Categorias de análise lúdica: mecânicas, regras e sistemas

Aula 4: Análises e aplicações das categorias de análise ludossemiótica
Proposição de estudos de caso à luz das categorias abordadas no curso
Discussão de exemplos levantados pelos participantes

Bibliografia por aula:

Aula 1:

EGENFELDT-NIELSEN, Simon; SMITH, Jonas Heide; TOSCA, Susana Pajares. Understanding video games: the essential introduction. 3 ed. Londres: Routledge, 2020.
JUUL, Jesper. Half-Real: videogames entre regras reais e mundos ficcionais. Trad. Alan Richard da Luz. São Paulo: Blucher, 2019.
MÄYRÄ, Frans. An Introduction to Game Studies: Games in Culture. Londres: SAGE Publications, 2008.
WOLF, Mark J. P. Encyclopedia of video games: the culture, technology, and art of gaming. 2 ed. California: Greenwood, 2021.

Aula 2:

CATALANO, Theresa; WAUGH, Linda R. Critical Discourse Analysis, Critical Discourse Studies and Beyond. Cham: Springer, 2020.
JEWITT, Carey; BEZEMER, Jeff; O'HALLORAN, Kay. Introducing Multimodality. Nova Iorque: Routledge, 2016.
KRESS, Gunther. Multimodality: A social semiotic approach to contemporary communication. Nova Iorque: Routledge, 2010.
KRESS, Gunther; VAN LEEUWEN, Theo. Reading Images: The Grammar of Visual Design. 3 ed. Londres; Nova Iorque: Routledge, 2020.
VAN LEEUWEN, Theo. Introducing Social Semiotics. Londres: Routledge, 2005.

Aula 3:

CRAWFORD, Chris. Chris Crawford on Interactive Storytelling. 2 ed. Califórnia: New Riders, 2013.
FERNÁNDEZ-VARA, Clara. Introduction to game analysis. Nova Iorque: Routledge, 2015.
SALEN, Katie; ZIMMERMAN, Eric. Regras do jogo: fundamentos do Design de Jogos, Volume 1. Trad. Edson Furmankiewicz. 4 ed. São Paulo: Blucher, 2021.
SICART, Miguel. Defining Game Mechanics. Game Studies, The international journal of computer game research, Vol. 8, n. 2, 2008. Disponível em: http://gamestudies.org/0802/articles/sicart Acessado em: 18/04/2022.

Aula 4:
Vide bibliografia das aulas 1 a 3.

Programa

Aula 01: apresentar a proposta do curso, as principais correntes filosóficas (neoestoicismo), religiosas (catolicismo, luteranismo,
calvinismo) e estruturas sociais da Alemanha seiscentista.

Aula 02: introdução à lírica: a reforma de M. Opitz, lírica casual, espiritual, política, epigramas, canções poéticas espirituais;

Aula 03: introdução ao drama: teatro profissional, jesuítico, protestante, comédia;

Aula 04: épica, épica bíblica, épica heroica, poesia escolar, o romance e suas diversas formas (cortesão histórico, pícaro), prosa
ficcional e não ficcional.

Bibliografia

DYCK, Joachim. Ticht-Kunst: Deutsche Barockpoetik und rhetorische Tradition. 3 ed. Tübingen: Max Niemeyer, 1991;
HANSEN, João Adolfo. Agudezas seiscentistas e outros ensaios. Organização de Cilaine Alves Cunha e Mayra Maudana. São
Paulo: EDUSP, 2019;
MEID, Volker. Barocklyrik. 2 ed. Stuttgart; Weimar: Metzler, 2008;
______. Die Deutsche Literatur im Zeilalter des Barock: vom Späthumanismus zur Frühaufklärung. München: Beck, 2009;
______. Literatur des Barock. In: BEUTIN, Wolfgang et al. (org.). Deutsche Literaturgeschichte: von den Änfangen bis zur
Gegenwart. 8 ed. Stuttgart; Weimar: Metzler, 2013;
MEIER, Albert (org.). Die Literatur des 17. Jahrhunderts. München; Wien: Hanser, 1999;
NIEFANGER, Dirk. Barock. Lehrbuch Germanistik. 3 ed. Stuttgart; Weimar: Metzler, 2008.

Programa

Aula 1: Atrizes da Cia Negra de Revista e breve história do grupo

Aula 2: Atrizes do TEN Teatro Experimental do Negro e breve história do grupo

Bibliografia:

BARROS, Orlando de. Corações de Chocolat. Rio de Janeiro: Editora Livre Expansão. 2005
NASCIMENTO, Abdias. Teatro Experimental do Negro: Testemunhos. Rio de Janeiro: GRD, 1966
NASCIMENTO, Abdias. Teatro Experimental do Negro: trajetórias e reflexões. Revista do Instituto de Estudos Avançados, USP.

 

Programa

Aula 1: Introdução ao curso / Leitura em intercompreensão: galego
Aula 2: Principais conceitos / Leitura em intercompreensão: catalão
Aula 3: Línguas de imigração e de herança / Leitura em intercompreensão: talian
Aula 4: Leitura em intercompreensão: romeno / Encerramento

Bibliografia:
ALBUQUERQUE-COSTA, H. A.; MAYRINK, M. F.; SANTORO, E. A Intercompreensão em Línguas Românicas na formação do professor de línguas estrangeiras: a experiência da USP. Revista Letras Raras, [S.l.], v. 6, n. 3, 2017, p. 82-95. Disponível em: http://revistas.ufcg.edu.br/ch/index.php/RLR/article/view/902
CANDELIER, M.; CAMILIERI-GRIMA, A.; CASTELLOTTI, V.; DE PIETRO, J.-.; LÖRINCZ, I.; MEISSNER, F.-J.; SHRÖDER-SURA, A.; NOGUEROL, A. CARAP – Cadre de référence pour les approches plurielles des langues et des cultures. Graz: Conseil de l’Europe, 2012. Disponível em: http://carap.ecml.at/
COSTE, D.; MOORE, D.; ZARATE, G. (2009 [1997]). Compétence plurilingue et pluriculturelle. Version révisée et enrichie d’un avant-propos et d’une bibliographie complémentaire. Parution initiale: 1997. Vers un Cadre Européen Commun de référence pour l’enseignement et l’apprentissage des langues vivantes: études préparatoires. Version révisée: 2009. Division des Politiques linguistiques, Strasbourg. Disponível em: https://rm.coe.int/168069d29c
CUQ, J. P. (org.). Dictionnaire de didactique du français langue étrangère et seconde. Paris: CLE International, 2003.
DE CARLO, M.; ANQUETIL, M. Référentiel de compétences de communication plurilingue en Intercompréhension - REFIC. EL.LE, v. 8, n. 1, p. 163-234, 2019. Disponível em: https://edizionicafoscari.unive.it/it/edizioni4/riviste/elle/2019/1numm…
ESCUDÉ, P; CALVO DEL OLMO, F. Intercompreensão: a chave para as línguas. São Paulo: Parábola, 2019.
MIRANDA-PAULO, L. A intercompreensão no curso de Letras: formando sujeitos plurilíngues a partir da leitura de textos acadêmicos em línguas românicas. 2018. 470f. Tese (Doutorado em Língua Francesa) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8146/tde-26032019-145256/pt-br…
SARSUR-CÂMARA, É. Abordagens plurais das línguas no ensino fundamental: experiência piloto com pré-adolescentes de uma escola pública de Belo Horizonte. 2020. Tese (Doutorado em Estudos Linguísticos), Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2020. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/33943

Programa

 
Aula 1 – Introdução das atividades; história do mangá: de emakimono a atualidade (teoria I); como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático I). 
Aula 2 – Palestrante convidado (teoria II) – Karina Ayumi Ekami Takiguti; como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático II). 
Aula 3 – Mangá e a cultura pop japonesa (teoria III); como desenhar personagens de mangá – corpo: frontal, perfil, 3/4 (prático III). 
Aula 4 – Palestrante convidado (teoria IV) – Ana Cristina Yokoyama; como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos (prático IV). 
Aula 5 – Mercado de mangá; Mangá X animê (teoria V); como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos e cenas (prático V). 
Aula 6 – Palestrante convidado (teoria VI) – Cláudio Augusto Ferreira; como desenhar personagens de mangá – criação de personagens: protagonista e antagonista (prático VI). 
Aula 7 – Ilustração: grafite, nanquim e lápis de cor (prático VII). 
Aula 8 – Palestrante convidado (teoria VII) – Juliana Saito Pinheiros Mascitelli; ilustração: aquarela, pastel seco e canetinhas (prático VIII) 
Aula 9 – Palestrante convidado (teoria VIII) - Luciana Fonseca de Arruda; criação: ilustração e construção de personagem (prático IX) 
Aula 10 – Finalização da ilustração dos personagens (prático X). 
 
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 
 
ACEVEDO, Juan. Como fazer histórias em quadrinhos. Tradução de Sílvio Neves Ferreira. São Paulo: Global, 1990. 
AIZEN, Naumim. Bum! Prááá! Bam! Tchááá! Pou! Onomatopéias nas histórias-em-quadrinhos. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 269-306. 
ANDRAUS, Gazy. A autoria artística das histórias em quadrinho (HQs) e seu potencial imagético informacional. Visualidades - Revista do Programa de Mestrado em Cultura Visual – FAV - UFG, 2013, vol. 7, n° 1, p.42-67. 
BAN, Toshio; TEZUKA PRODUCTIONS. Osamu Tezuka: uma biografia mangá. Tradução de Adriana Sada. São Paulo: Conrad, 2003. 
CIRNE, Moacy. A explosão criativa dos quadrinhos. 4ª ed. Petrópolis: Vozes, 1974. 
CHINEN, Nobu. Linguagem HQ: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2011. 
_____. Linguagem mangá: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2013. 
CRAWFORD, Ben. Emperor Tomato-Ketchup: cartoon properties from Japan. In. BRODERICK, Mick. Hibakusha Cinema: Hiroshima, Nagasaki and the nuclear image in Japanese film. Londres e Nova York: Kegan Paul International, 1996, p. 75-90. 
ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 15ª ed. Tradução de Perola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva, 1993. 
FUJINO, Yoko. Identidade e alteridade: a figura feminina nas revistas ilustradas japonesas nas Eras Meiji, Taishô e Shôwa. Tese (Doutorado em Comunicação e Estética do Audiovisual) – Universidade de São Paulo. São Paulo, 2002. 
_____. Narração e ruptura no texto visual do shojo-maga: estudo das histórias em quadrinhos para público adolescente feminino japonês. Dissertação (Mestrado em Imagem e som) – Universidade de São Paulo. São Paulo, 1997. 
GARCÍA, Héctor. A geek in Japan: discovering the land of manga, anime, zen, and the tea ceremony. North Clarendon: Tuttle, 2011. 
GASCA, Luis; GUBERN, Roman. El discurso del comic. 3ª ed. Madri: Cátedra, 1994. 
GRAVETT, Paul. Mangá: como o Japão reinventou os quadrinhos. Tradução de Ederli Fortunato. São Paulo: Conrad Editora, 2006. 
GUERINI, Andreia; BARBOSA, Tereza Virgínia Ribeiro. Pescando imagens com rede textual: HQ como tradução. São Paulo: Peirópolis, 2013. 111 p. 
HASHIMOTO, Madalena. Pintura e escritura do mundo flutuante: Hishikawa Moronobu e ukiyo-e Ihara Saikaku e ukiyo-zôshi. 1ª ed. São Paulo: Hedra, 2002. 
KLAWA, Laonte; COHEN, Haron. Os quadrinhos e a comunicação de massa. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 103-114. 
KOYAMA-RICHARD, Brigitte. One thousand years of manga. Paris: Flammarion, 2007. 
LEITÃO, Renata Garcia de Carvalho. Representações dos sons nos mangás. In. VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo; CHINEN, Nobu. Intersecções acadêmicas: panorama das 1as Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos. São Paulo: Criativo, 2013, p. 50-61. 
LUYTEN, Sonia Bibe. Mangá, o poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo: Hedra, 2000. 
______. Onomatopéia e mímesis no mangá: a estética do som. In. Revista USP, São Paulo, dez./fev. 2001 – 2002, no 52, p. 176-188. 
McCARTHY, Helen. The art of Osamu Tezuka: god of manga. Lewes: ILEX, 2013. 
McCLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. Tradução de Helcio de Carvalho, Marisa do Nascimento Paro. 1ª ed. São Paulo: Makron Books, 1995. 
NAPIER, Susan J. Anime: from Akira to Princess Mononoke. Nova York: PALGRAVE, 2001. 
NATSUME, Fusanosuke. Manga wa Naze Omoshiroi no ka: sono hyôgen to bunpô. (Por que mangá é tão interessante: suas expressões e gramática.). Tokyo: NHK raiburari, 1997. 
RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos. 1ª ed. São Paulo: Contexto, 2010. 
______. Tiras livres: um novo gênero dos quadrinhos. João Pessoa: Marca de Fantasia, 2014. 
SHODT, Frederik L.. Manga! Manga! The world of Japanese comics. Tokyo: Kodansha International, 2001. 
VASCONCELLOS, Pedro Vicente Figueiredo. Mangá-Dô, os caminhos das histórias em quadrinhos japonesas. Mestrado (Dissertação em Artes e Design) – Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro, 2006. 
VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo (Org.). Muito além dos quadrinhos: análises e reflexões sobre a 9a arte. 1ª ed. São Paulo: Devir Livraria, 2009. 
FONTES ELETRÔNICAS 
AIHARA, Hiroyuki. JAPAN: Kingdom of Characters. Japan Foundation. Disponível em: http://fjsp.org.br/agenda/kingdom_of_characters/. Acesso em: 05 out. 2015. 
ALLISON, Anne. Cuteness as Japan’s: Millennial Product. In. TOBIN, Joseph. Pikachu’s Global Adventure: the rise and fall of Pokémon. London: Duke University Press, 2004. Disponível em: http://web.mit.edu/condry/Public/NausicaaFiles/Allison-PikachusGlobalCh…. Acesso em: 20 nov. 2013. 
 
BOUISSOU, Jean-Marie. Por que o mangá se tornou um produto cultural globlal? (Pourquoi le manga est-il devenu un produit culturel global?). In. Eurozine, 27 de outubro de 2010. Diponível em: http://www.eurozine.com/articles/2008-10-27-bouissou-fr.html. Acesso em: 29 jun. 2015. 
 
EISNER, Will. Disponível em: http://www.willeisner.com/. Acesso em: 02 abr. 2014. 
NATSUME, Fusanosuke. Japanese Manga: Its Expression and Popularity. Trad. Ueki Kaori. In. ABD-UNESCO, vol. 34, n° 1, 2003. Disponível em: http://www.accu.or.jp/appreb/09/pdf34-1/34-1P003-005.pdf. Acesso em: 03 abr. 2014. 
ODAGIRI, Hiroshi. Manga truism: on the insularity of Japanese manga discourse. In. BERNDT, Jaqueline. Comics Worlds and the World of Comics: Towards Scholarship on a Global Scale. IMRC, vol. 1, 2009. Disponível em: http://imrc.jp/lecture/2009/12/comics-in-the-world.html. Acesso em: 07abr. 2014. 
SHARLIN, Naomi. Sounds like…: understanding Japanese sound symbolism. Projetos e teses. (Tese em Línguistica). Faculdade Bryn Mawr College. Pennsylvania, 2009. Disponível em: http://www.swarthmore.edu/SocSci/Linguistics/2010theses/NaomiSharlinBMC…. Acesso em: 24 abr. 2014. 
YANO, Christine R. Wink on Pink: Interpreting Japanese Cute as It Grabs the Global Headlines. In. The Journal of Asian Studies, vol. 68, n° 3, agosto 2009. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/20619791. Acesso em: 14 fev. 2014.
 

 

Programa

1. Aspectos metodológicos do ensino de literatura.
2. Contextualizando: Jorge Amado e o Romance de 30.
3. Percepção do mundo na sala de aula: a dimensão histórico-social de “Capitães da Areia”.
4. “Capitães da Areia”: romance, filme e estratégias de ensino.

Referências bibliográficas

AGUIAR, Josélia. Jorge Amado – Uma Biografia. São Paulo: Editora Todavia, 2018.
AMADO, Jorge. Capitães da areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Editora Cultrix, 2007.
BRANDILEONE, Ana Paula Franco Nobile; OLIVEIRA Vanderléia da Silva (orgs.). Literatura na escola: contextos e práticas em sala de aula. Campinas: Editora Pontes, 2018.
CANDIDO, Antonio; CASTELLO, José Aderaldo. Presença da literatura brasileira: Modernismo – História e Antologia. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 2006.
CANDIDO, Antonio. Na sala de aula – Caderno de análise literária. São Paulo. Editora Ática, 1984.
CEREJA, Willian Roberto. Ensino de literatura – Uma proposta dialógica para o trabalho com literatura. São Paulo: Atual Editora, 2005.
DALVI, Maria Amélia; JOVER-FALEIROS, Rita; REZENDE, Neide Luzia (orgs.). Leitura de literatura na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2019.
DURÃO, Fábio Akcelrud. Metodologia de pesquisa em literatura. São Paulo: Parábola Editorial, 2020.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura – Uma Introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
MOISÉS, Massaud. A criação literária. São Paulo: EDUSP, 1975.
_______________. História da literatura brasileira – Volume III: Desvairismo e Tendências contemporâneas. São Paulo: Editora Cultrix, 2001.
RALLO, Élisabeth Ravoux. Métodos de crítica literária. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
ROJO, Roxane; MOURA, Eduardo (orgs.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2020.

Programa

Aula 1: O teatro russo e Mikhail Tchékhov
A espiritualidade dentro do teatro russo: Stanislávski – Sulerjítski – M. Tchékhov
Quem foi Mikhail Tchékhov? Trajetória artística do ator e pedagogo russo

Aula 2: Mikhail Tchékhov e a Antroposofia: relações entre teoria e prática
O que Mikhail Tchékhov encontra no contato com a antroposofia e como essa cosmovisão embasa sua prática.
Breve apresentação de termos-chave da antroposofia e sua relação com a técnica tchekhoviana

Aula 3: Origens dos conceitos da técnica tchekhoviana
Abordagem dos conceitos de Eu Superior e Eu Inferior, sentimento do todo, sentimento de forma, atmosfera e irradiação a partir da sua origem antroposófica.

Bibliografia:
CHEKHOV, Michael. Para o ator. São Paulo, Martins Fontes, 2019.
CHEKHOV, Michael. Lessons for Teachers of his Acting Technique. Transcribed by Deirdre Hurst du Prey. Dovehouse Editions Inc. Ottawa, Canada, 2000.
CHÉJOV. Mijaíl. A. El caminho del actor / Vida y encuentros. Traduccíon y notas de Bibichrifa Jakimziánova y Jorge Saura. Ediciones ALBA, Barcelona, Espanha, 2016.
GONZÁLEZ PUCHE, Alejandro. ZHENGHONG, Ma (Compilação e Tradução). 16 lecciones y otros materiales. Cali, Universidad del Valle, 2017.
MALAEV-BABEL, Andrei. Yevgeny Vakhtangov: A critical portrait. New York, Routledge, 2013.
MAROWITZ, Charles. The Other Chekhov: A biography of Michael Chekhov, the Legendary Actor, Director and Theorist. Applause Theatre & Cinema Books, New York, 2004.
MERINO, Daniela Simone Terehoff. Mestre de Teatro, Mestre de Vida – Leopold Sulerjítski e sua busca artística e pedagógica. Dissertação (Mestrado em Letras). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.
SCANDOLARA, Camilo. Os estúdios do Teatro de Arte de Moscou e a formação da pedagogia teatral no século XX. 2006. 218 f. Dissertação (Mestrado em Artes) – Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Artes. Campinas, 2006.
STEINER, Rudolf. Teosofia – Introdução ao conhecimento supra-sensível do mundo e do destino humano. São Paulo, Editora Antroposófica, 2004.
STEINER, Rudolf. Matéria, forma e essência – o caminho cognitivo da Filosofia à Antroposofia. São Paulo, Editora Antroposófica, 1999.
STEINER, Rudolf. A filosofia da Liberdade. Elementos de uma cosmovisão moderna. São Paulo, Editora Antroposófica, 1988.
STEINER, Rudolf. Arte e estética segundo Goethe. Goethe como inaugurador de uma estética nova. São Paulo, Editora Antropo-sófica, 2012.
TCHERKÁSSKI, Serguei. Stanislávski e o yoga. São Paulo, É Realizações, 2019.

Programa

Aula 1 – Camus e o homem revoltado

Aula 2 – Nietzsche e a genealogia da moral

Aula 3 – Nietzsche e o niilismo

Aula 4 - “Precisamos ser os advogados de Nietzsche”

Bibliografia

CAMUS, A. L’homme revolté. Paris: Gallimard, 1951/2015
CAMUS, A. O homem revoltado. São Paulo: Record, 2017
NIETZSCHE, F. Genealogia da Moral – Uma polêmica, São Paulo: Cia. das Letras, 2001

Programa

1. Carolina Maria de Jesus 

No módulo 1 do curso, serão tratados os seguintes temas a partir da obra de Carolina Maria de Jesus: literatura negra, literatura periférica, ativismo negro literário, estética, arquivo, memória, realismo crítico, elementos sócio-políticos de suas obras.  
Local: Casa Sueli Carneiro
Professores: Mário Augusto Medeiros (04/10/25, 10h-12h30) e Fernanda Silva e Souza (11/10/25, 10h-12h30)

2. Milton Santos

O módulo dedicado a Milton Santos trabalhará as ideias de espaço geográfico, meio técnico-
científico-informacional, outra globalização, território, região, lugar, paisagem, escala, redes geográficas, além da cidadania, ética e exclusão na análise geográfica.
Local: USP
Professores: Antônio Carlos “Billy” Malachias (18/10/25, 10h-12h30) e Catia Antônia da Silva (25/10/25, 10h-12h30)

3. Encerramento:
Aula com Muniz Sodré.
Intelectual negro brasileiro, sociólogo, jornalista e escritor, Muniz Sodré apresentará alguns de seus principais conceitos e ideias que incluem a "ciência do comum", o “pensar nagô” e a crítica ao "fascismo da cor" e ao “império do grotesco”, entre outros. Suas obras abordam temas como a relação entre mídia e poder, a influência da cultura afro-brasileira, o racismo e a importância da educação.
Local: USP, dia 01/11/25, 10h-12h30.

Referências bibliográficas do curso
ADESINA, Jimi. Práticas de Sociologia Africana: Lições sobre endogeneidade e gênero na academia. In: SILVA, Tereza Cruz e; COELHO, João Paulo Borges; SOUTO, Amélia Neves de (Orgs.). Como Fazer Ciências Sociais e Humanas em África: questões epistemológicas, metodológicas, teóricas e políticas (Textos do Colóquio em Honra a Aquino de Bragança). Dacar: CODESRIA, 2012, p. 195-210.
CARNEIRO, S. Escritos de uma vida. Rio de Janeiro, Pólen, 2019.
DARC DE SOUZA, A. ., & NOAL, S. M. “Carolina Maria de Jesus: um olhar particular sobre o mundo”. Fênix - Revista De História E Estudos Culturais, 18(1), 155–174, 2021.
FARIAS, Tom. Carolina: uma biografia. Rio de Janeiro: Malê, 2019.
JESUS, Carolina Maria de, Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2015.
JESUS, Carolina Maria de, Diário de bitita. São Paulo: SESI, 2014.
JESUS, Carolina Maria de, Casa de alvenaria - Volume 1: Osasco (Cadernos de Carolina). São Paulo: Companhia das Letras, 2021.
JESUS, Carolina Maria de, Casa de alvenaria - Volume 1: Santana (Cadernos de Carolina). São Paulo: Companhia das Letras, 2021.
JESUS, Carolina Maria de, Meu estranho diário. São Paulo: Xamã, 1996.
JESUS, Carolina Maria de, Antologia pessoal. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996.
JESUS, Carolina Maria de, O escravo: romance. São Paulo: Companhia das Letras, 2023.
MACHADO, Marília Novais da Mata. “Os escritos de Carolina Maria de Jesus: determinações e imaginário.” Psicol. Soc. 18 (2) • Ago 2006. 
ROSA, Carolina Schenatto e SILVA, Gilberto Ferreira. “Carolina Maria de Jesus e o pensamento liminar na literatura brasileira”. Rev. Estud. Fem. 28 (2), 2020. 
RUFINO DOS SANTOS, Joel. Carolina Maria de Jesus. Rio de Janeiro: Garamond, 2008.
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