Programa

I. Módulo I: Introdução ao curso (aula 1 - 08/08: duração de 3 horas)
- Apresentação do programa e cronograma do curso
- Breve histórico do desenvolvimento da morfologia
- Conceitos básicos da área
Objetivo: apresentar os alunos ao programa do curso e apresentá-los a um breve histórico do desenvolvimento da morfologia no decorrer dos anos e introduzi-los a alguns conceitos básicos e relevantes para a área que serão importantes para os conteúdos dos próximos módulos.

II. Módulo II: Interface entre morfologia e fonologia (aula 2 - 09/08: duração de 3 horas)
- Alomorfia fonologicamente condicionada e alomorfia contextual
- Concatenatividade e não concatenatividade nas línguas do mundo
- Processos não concatenativos de formação de palavras: fusões vocabulares e formas truncadas
Objetivo: apresentar as relações entre morfologia e fonologia, atentando-se para os casos canônicos de afixação e composição, em que se tem uma morfologia essencialmente concatenativa (considerando-se aqui também os casos de alomorfia fonologicamente condicionada, em que a variação é previsível em termos fonológicos); além disso, dá-se também atenção aos casos em que tal interface não revela uma relação tão transparente assim, tanto no nível flexional (alomorfia contextual) quanto no nível derivacional (processos não concatenativos de formação de
palavras, como as fusões vocabulares e as formas truncadas).

III. Módulo III: Interface entre morfologia e sintaxe (aula 3 - 10/08: duração de 3 horas)
- Morfossintaxe: categorias gramaticais sintaticamente relevantes
- Composição
- Propriedades morfossintáticas dos verbos do português brasileiro
Objetivo: apresentar aos alunos os casos em que a morfologia e a sintaxe interagem, ressaltando os casos das propriedades morfossintáticas de verbos do português brasileiro, as categorias gramaticais sintaticamente relevantes (negação, número etc) e a formação de compostos, por exemplo.

IV. Módulo IV: Interface entre morfologia e semântica-pragmática (aula 4 - 11/08: duração de 3 horas)
- Morfologia e semântica lexical
- Morfologia e semântica formal
- Morfopragmática: utilizações discursivas da morfologia
Objetivo: investigar a contraparte de significado que a morfologia evidencia, mostrando como diferentes nuances de significado são capturadas por uma dada forma morfológica; além disso, apresenta-se casos em que a morfologia é discursivamente relevante: a utilização de um dado sufixo, por exemplo, pode indicar a posição do falante diante de uma dada situação.

V. Módulo V: Morfologia e ensino (aula 5 - 12/08: duração de 3 horas)
- Ensino tradicional de morfologia
- Morfologia nos PCNs e BNCC
- Novas abordagens para o ensino de morfologia: explorando as interfaces
Objetivo: mostrar de que maneira a morfologia está presente nos documentos que regulam a educação brasileira e como isso reflete o ensino tradicional de morfologia; a partir disso, busca-se oferecer propostas de reflexão acerca de como se pode abordar a morfologia no contexto da sala de aula.

REFERÊNCIAS:
ALVES, I. M. Neologismo. São Paulo: Ática, 1990.
ANDERSON, S. R. Where’s Morphology? Linguistic Inquiry, v. 13, n. 4, 1982, p. 571-612.
BASILIO, M. Teoria Lexical. 3. ed. São Paulo: Ática, 1991.
______. Formação e classes de palavras no português do Brasil. 3ª edição. São Paulo: Contexto, 2011.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Secretaria de Educação Básica. Brasília, 2017.
CAMARA JR., M. Estrutura da língua portuguesa. Edição crítica. Rio de Janeiro: Vozes, 2019.
FIGUEIREDO SILVA, M. C.; BOECHAT DE MEDEIROS, A. Para conhecer Morfologia. 1ª edição. São Paulo: Contexto, 2016.
GONÇALVES, C. A. V. Blends lexicais em português: não-concatenatividade e correspondência. Veredas, v.7, n.1, p.149-167, 2003.
GONÇALVES, C. A. V. Atuais tendências em formação de palavras. São Paulo: Contexto, 2016.
HALLE, M.; MARANTZ, A. A Morfologia Distribuída e as peças da flexão. Tradução de Beatriz Pires Santana e Maurício Resende. Curitiba: Ed. UFPR, 2020.
MARANGONI JUNIOR, C. E. A blendtividade na formação de palavras: a derivação dos blends na interface entre morfologia, fonologia e pragmática. 2021. Dissertação (Mestrado em Letras) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2021.
MINUSSI, R. D; BARBOSA, J. W. C. Ensino de morfologia: uma proposta de estrutura para o estudo das classes de palavras e da formação de palavras. ReVEL, v. 19, n. 37, p. 130-166, 2021.
NÓBREGA, V. A. Tópicos em composição: estrutura, formação e acento. 2014. Dissertação (Mestrado em Letras) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2014.
NUNES, Terezinha; BRYANT, Peter. Leitura e ortografia: além dos primeiros passos. Porto Alegre: Penso, 2014.
PETTER, M. M. T. Morfologia. In: FIORIN, J. L. Introdução à Lingüística II: Princípios de Análise. Contexto, 2003.
RAMCHAND, G.; REISS, C. The Oxford Handbook of Linguistic Interfaces. Oxford: Oxford University Press, 2007.
ROCHA, L. C. de A. Estruturas morfológicas do português. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1998.
ROSA, M. C. Introdução à Morfologia. 1ª edição. São Paulo: Contexto, 2000.
SANDALO, M. F. Morfologia. In: MUSSALIN, F.; BENTES, A. C. (eds.). Introdução à Lingüística. São Paulo: Cortez, 2001, p. 181-206.
SANDMANN, A. J. Formação de Palavras. Curitiba: Scientia et Labor, 1988.
SANDMANN, A. J. Morfologia Geral. São Paulo: Contexto, 1991.
SANDMANN, A. J. Morfologia Lexical. São Paulo: Contexto, 1992.
SCHER, A. P. Formas truncadas em português brasileiro e espanhol peninsular: descrição preliminar. ReVEL, ed. esp. n. 5, p. 61-79, 2011.
SCHER, A. P. Morfologia Distribuída: formação de palavras na sintaxe. In: FIORIN, J. L. (org.). Novos caminhos da Linguística. São Paulo: Contexto, 2017.
______. Por menos morfologia não concatenativa: uma análise localista para as formas nominais truncadas no português brasileiro.2018. Tese (Livre docência). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.
SCHER, A. P.; MARANGONI JUNIOR, C. E. Novas evidências em favor de um morfema avaliativo – [Eval]: formas nominais truncadas e blends em português brasileiro. Fórum Linguístico, Florianópolis, v. 17, número especial, p. 4636-4657, 2020.
SCHER, A. P. .; MONTEIRO, B. N. . O estatuto morfossintático dos prefixos negativos des- e in- em português. Revista do GELNE, [S. l.], v. 22, n. 2, p. 280–293, 2020.
SPENCER, A. Morphological Theory: An Introduction to Word Structure in Generative Grammar. Oxford: Blackwell, 1991.
VILLALVA, A. Estruturas morfológicas: unidades e hierarquia do Português. Lisboa: FCT, 2000.

Programa

Encontro 1 – 03/02/2026
Introdução e apresentação dos objetivos do curso
Conhecendo os bailes negros paulistanos
A geografia dos bailes black em São Paulo
Bailes nostalgia: a prática da memória

Encontro 2 – 10/02/2026
O rap e a cartografia das periferias paulistanas
a) A cidade e a cultura hip-hop: territorialidades e resistências
b) O rap como leitura e representação da realidade urbana
c) Memória, espaço e identidade negra nas letras e trajetórias do rap paulistano
Diálogos de encerramento: bailes e hip-hop, continuidades e rupturas.

Bibliografia


AZEVEDO, Amailton M. G.; SILVA, “Salloma” Salomão Jovino. Os sons que vêm das ruas: a música como sociabilidade e lazer da juventude negra urbana. In: ANDRADE, Elaine N. (Org.). Rap e Educação, Rap é Educação. São Paulo: Selo Negro, 1999.
BARBOSA, Márcio; RIBEIRO, Esmeralda. Bailes: Soul, Samba-Rock, Hip-Hop e identidade em São Paulo. São Paulo: Quilombhoje, 2007.
PLÁCIDO, Ricardo do Ó. Territórios negros: cartografias e etnicidades na experiência do Rap paulistano (1970-1990). 2019. Dissertação (Mestrado em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. doi:10.11606/D.8.2019.tde-02122019-152750. Acesso em: 2025-11-06.
VALVASSORI, Igor Santos. Som de Valente: bailes negros em São Paulo. 2018. Dissertação (Mestrado em Geografia Humana) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. doi:10.11606/D.8.2019.tde- 22032019-103557. Acesso em: 2025-11-06.
1000 TRUTAS 1000 TRETAS Racionais MC’s. Direção: Ice Blue, Mano Brown, Roberto T. Oliveira. Produção: Sindicato Paralelo Filmes. Realização: Cosanostra. São Paulo, 2006. DVD (226 min.).
Nos Tempos da São Bento. Direção: Guilherme Botelho. Produção: SUATITUDE. Direção de Arte: Cassimano. Direção de Fotografia: Cassimano. Co-Produção Executiva: Dj Alam Beat. Apresentação: Dugueto Shabazz. Narração: Paulo Brown. Edição: Mateus Suverso. Arte: Zero 4. Rodado entre os anos de 2007 e 2010, 90 (min). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z8fIypGeVs. Acesso em 06/11/2025.
O NEGRO da Senzala ao Soul. Direção: Demétrio Costa. Produção: Departamento de Jornalismo - TV 2 Cultura. Realização: TV 2 Cultura. São Paulo, 1977. (45 min.). Disponível em: https://youtu.be/5AVPrXwxh1A. Acesso em 06/11/2025.
ORÍ. Direção: Raquel Gerber. Roteiro: Beatriz Nascimento. Produção: Angra Filmes; Fundação do Cinema Brasileiro. Realização: Estúdios Mega. Brasil, 1989. (91 min.).

Programa

Nível I
 
METAS BÁSICAS 
- Mostrar para o aluno como ele pode se comunicar em grego dentro de diferentes situações. 
- Ajudar o aluno a falar simplesmente e o mais correto possível, desenvolver a percepçao do ouvir, a capacidade de ler e também a capacidade de escrever certo. 
- Dar ênfase no entusiasmo do aluno, mostrando que ele aprende e fala coisas uteis desde o inicio. 
 
OS PRINCIPAIS ESTÁGIOS DA APRENDIZAGEM 
- Apresentação do novo idioma (fenomeno gramatical, funcionamento da lingua, vocabulario) com a ajuda de algum dialogo ou texto. 
- Os alunos praticam aquilo que aprenderam com ajuda dos exercícios de controle da comunicaçao oral 
- Explicação analítica do fenomeno linguistico. 
- Os alunos fazem em classe exercícios escritos sobre o tema explicado para melhor aprendizado. 
- Os alunos fazem os outros exercícios na comunicao oral com maior liberdade. 
- Fazem exercícios de listening para melhorar a percepçao do ouvir. 
- Os alunos fazem a outra parte dos exercícios escritos em classe ou em casa, de acordo com a escolha do professor. 
- Os diálogos sao introduzidos, primeiro, depois um ou mais fenômenos lingüísticos e em segundo, um novo vocabulário. 
 
BIBLIOGRAFIA 
"Τα νέα ελληνικά για ξένους" (Ta nea ellinika gia xenous- o grego moderno para estrangeiros)
 
Nível II
 
METAS BÁSICAS 
- Mostrar para o aluno como ele pode se comunicar em grego dentro de diferentes situações. 
- Ajudar o aluno a falar simplesmente e o mais correto possível, desenvolver a percepçao do ouvir, a capacidade de ler e também a capacidade de escrever certo. 
- Dar ênfase no entusiasmo do aluno, mostrando que ele aprende e fala coisas uteis desde o inicio. 
 
OS PRINCIPAIS ESTÁGIOS DA APRENDIZAGEM 
- Apresentação do novo idioma (fenomeno gramatical, funcionamento da lingua, vocabulario) com a ajuda de algum dialogo ou texto. 
- Os alunos praticam aquilo que aprenderam com ajuda dos exercícios de controle da comunicaçao oral 
- Explicação analítica do fenomeno linguistico. 
- Os alunos fazem em classe exercícios escritos sobre o tema explicado para melhor aprendizado. 
- Os alunos fazem os outros exercícios na comunicao oral com maior liberdade. 
- Fazem exercícios de listening para melhorar a percepçao do ouvir. 
- Os alunos fazem a outra parte dos exercícios escritos em classe ou em casa, de acordo com a escolha do professor. 
- Os diálogos sao introduzidos, primeiro, depois um ou mais fenômenos lingüísticos e em segundo, um novo vocabulário. 
 
BIBLIOGRAFIA 
"Τα νέα ελληνικά για ξένους" (Ta nea ellinika gia xenous- o grego moderno para estrangeiros)
 
 
 
Nível III
 
METAS BÁSICAS 
 
- Mostrar para o aluno como ele pode se comunicar em grego dentro de diferentes situações. 
 
- Ajudar o aluno a falar simplesmente e o mais correto possível, desenvolver a percepção do ouvir, a capacidade de ler e também a capacidade de escrever certo. 
 
- Dar ênfase no entusiasmo do aluno, mostrando que ele aprende e fala coisas uteis desde o início. 
 
 
PRINCIPAIS ESTÁGIOS DA APRENDIZAGEM 
 
- Apresentação do novo idioma (fenômeno gramatical, funcionamento da língua, vocabulário) com a ajuda de algum dialogo ou texto. 
 
- Os alunos praticam aquilo que aprenderam com ajuda dos exercícios de controle da comunicação oral. 
 
- Explicação analítica do fenômeno linguístico. 
 
- Os alunos fazem em classe exercícios escritos sobre o tema explicado para melhor aprendizado. 
 
- Os alunos fazem os outros exercícios na comunicação oral com maior liberdade. 
 
- Fazem exercícios de listening para melhorar a percepção do ouvir. 
 
- Os alunos fazem a outra parte dos exercícios escritos em classe ou em casa, de acordo com a escolha do professor. 
 
 
BIBLIOGRAFIA 
"Τα νέα ελληνικά για ξένους" (Ta nea ellinika gia xenous- o grego moderno para estrangeiros)

 

Programa

Programa
- Introdução ao tema
- Apresentação da obra (Viagens, também conhecida como Il Milione) e do autor (Marco Polo)
- Análise do contexto histórico e sociocultural da Armênia à época de Viagens;
- Leitura de capítulos da obra e análise do universo armênio ali descrito;
- Conclusões.

Ementa:
Aula 1: Introdução – narrativa de viagem – Reino armênio da Cilícia – História – Cultura – Marco Polo – vida e obra
Aula 2: Análise do contexto histórico e sociocultural da Armênia à época de Viagens – Leitura dirigida – Análise do universo armênio
Aula 3: Leitura dirigida – Análise do universo armênio - conclusões

Bibliografia
ALEM, Jean-Pierre. L’Armenie. Paris: Presses Universitaires de France, 1983.
ANTUNES, Sérgio Pereira. Introdução ao universo armênio. São Paulo: Sésamo, 2012.
DINIZ, Beatriz. Organização política e social na época do reino da Cilícia (1080-1375). São Paulo: FFLCH, 1993.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes. A cerveja na Armênia Antiga.
KHORENATSI, Moisés. História dos armênios. Tradução de Deize Crespim Pereira. São Paulo: Humanitas, 2012.
MEKHITARIAN, N. O reino armênio da Cilícia e a história de Zeitun. São Paulo: Edições ineleigentes, 2005.
NEVES, Antônio Loja e PEREIRA, Margarida Neves. Armênia: povo e identidade. Lisboa: Tinta da China, 2018.
POLO, Marco. Il milione. Turim: Edicioni RAI, 1982.
POLO, Marco. O livro das maravilhas. São Paulo: LP&M, 1999.
SAPSEZIAN, Aharon. A literatura armênia. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1994.
SAPSEZIAN, Aharon. História da Armênia. São Paulo: Paz e Terra, 1988.
TOUMANYAN, Hovhannes. David of Sassoun. Yerevan: NAHAPET, 2013.

Programa

- Introdução ao tema
- A obra: A Transcaucásia e a península de Absheron: notas de viagem;
- O autor: Calouste Gulbenkian;
- Análise do contexto histórico e sociocultural do período abordado;
- Leitura dirigida de trechos selecionados da obra e análise do universo armênio referido;
- Conclusões.

Bibliografia
ALEM, Jean-Pierre. L’Armenie. Paris: Presses Universitaires de France, 1983.
ANTUNES, Sérgio Pereira. Introdução ao universo armênio. São Paulo: Sésamo, 2012.
GULBENKIAN, Calouste. La transcaucasie et la péninsule d’Apchéron: souvenirs de Voyage. Paris, Hachette, 1891.
KHORENATSI, Moisés. História dos armênios. Tradução de Deize Crespim Pereira. São Paulo: Humanitas, 2012.
PALOMO, S.M. S. Sobre a posição do armênio dentro do indo-europeu. Revista de Estudos Orientais, nº 1, março, 1997 p. 177-183.
PEREIRA, Deize Crespim (org.). Poesia armênia moderna e contemporânea (recurso eletrônico). São Paulo: FFLCH, 2021.
NEVES, Antônio Loja e PEREIRA, Margarida Neves. Armênia: povo e identidade. Lisboa: Tinta da China, 2018.
SANTOS, José Rodrigues dos. Um milionário em Lisboa. Lisboa: Gradiva, 2013.
SANTOS, José Rodrigues dos. O homem de Constantinopla. Lisboa: Gradiva, 2013.
SAPSEZIAN, Aharon. A literatura armênia. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1994.
SAPSEZIAN, Aharon. História da Armênia. São Paulo: Paz e Terra, 1988.
TCHAMKERTEN, Astrig. Calouste Sarkis Gulbenkian: o homem e a sua obra. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2018.
YEGHIAZARYAN, Lusiné. O papel da tradução no desenvolvimento e estruturação da arte literária armênia. In Revista de Estudos Orientais. Nº 5. São Paulo: DLO/FFLCH/USP, 2006, p. 185-194

Programa

1. Introdução à Linguística de Corpus e a desenho de pesquisas com as ferramentas
2. BootCat: apresentação e exercícios práticos
3. AntConc: apresentação e exercícios práticos
4. WordSmith Tools: apresentação e exercícios práticos
5. Sketch Engine: apresentação e exercícios práticos


Bibliografia e sitografia:
ANTHONY, L. AntConc (Version 3.4.3) [Computer Software]. Tokyo, Japan: Waseda University, 2014. Disponível
em < http://www.laurenceanthony.net/> Acesso em 09/12/2022.
BARONI, M.; BERNARDINI, S.; DALAN, E.; FERRARESI, A.; LECCI, C.; ZANCHETTA, E. BootCaT, 2018.
Disponível em: https://bootcat.dipintra.it/. Acesso em: 09/12/2022.
BARONI, M.; BERNARDINI, S. BootCaT: Bootstrapping corpora and terms from the web. Proceedings of LREC,
2004.
BERBER SARDINHA, T. Linguística de Corpus. Barueri: Manole, 2004.
BERNARDINI, Silvia; Pereira NUNES, Leonardo, Aprendizagem por descoberta no ensino de línguas para
estudantes de tradução: utilizando corpora como instrumentos pedagógicos, «BELAS INFIÉIS», 2017, 6, pp. 145 -
162 [artigo] Bernardini, Silvia, Discovery learning in the language-for-translation classroom: corpora as learning aids,
«CADERNOS DE TRADUÇÃO», 2016, 36, pp. 14 - 35 [artigo] TAGNIN, S. E. O. O jeito que a gente diz. São Paulo:
Disal Editora, 2013
CALLONI, Tatiane Marques. O baixo contínuo segundo Agazzari: tradução de um tratado italiano de música do
século XVII através da Abordagem Funcionalista e da Linguística de Corpus. 2019. Dissertação (Mestrado em
Língua e Literatura Italiana) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São
Paulo, 2019. DOI: 10.11606/D.8.2019.tde-13062019-121111. Acesso em: 2022-12-09.
CALLONI, Tatiane Marques. Linguística de corpus na música: análise de textos sobre improvisação musical em
português e italiano. Palimpsesto - Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ, [S.l.], v. 17, n. 28,
p. 440-459, abr. 2019.
FONSECA, C. L.; REBECHI, R.; TOSQUI-LUCKS, P. TradTerm. Número Especial Linguística de Corpus 1 -
Homenagem à Prof. Stella Esther Ortweiler Tagnin 1. v. 37 n. 1 (2021).
https://www.revistas.usp.br/tradterm/issue/view/11616
SANTOS, Gabriela Pereira dos. Glossário bilíngue português-inglês de colocações especializadas de Harmonia
Musical, baseado em corpus. 2017. Dissertação de mestrado. Universidade de São Paulo. Disponível em
<https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8160/tde-25042018-131725/e…; em 09/12/2022.
SINCLAIR, J. Corpus and text: basic principles. In: WYNNE, M. (ed.). Developing linguistic corpora: a guide to good
practice. Oxford: Oxbow Books, 2005, p. 1-16. Disponível em: http://ota.ox.ac.uk/documents/creating/dlc. Acesso
em: 18 dez. 2018.
KILGARRIFF, A.; BAISA, V.; BUŠTA, J.; JAKUBÍČEK, M.; KOVÁŘ, V.; MICHELFEIT, J.; RYCHLÝ, P.; SUCHOMEL,
V. Sketch Engine: Lexical Computing, 2018. Disponível em: https://www.sketchengine.eu. Acesso em: 09/12/2022.
SCOTT, M. WordSmith Tools version 8, Stroud: Lexical Analysis Software, 2020. Disponível em: <
https://lexically.net/wordsmith/downloads/> Acesso em: 09/12/2022.
TAGNIN, S. E. O. Expressões idiomáticas e convencionais. São Paulo: Ática, 1989.
TAGNIN, S. E. O. O jeito que a gente diz. São Paulo: Disal, 2013.
TAGNIN, S. E. O. A Linguística de Corpus na e para Tradução. In VIANA, Vander & TAGNIN, Stella E. O. Corpora
na Tradução, São Paulo: Hub Editorial, 2015.
WEISSER, M. Practical corpus linguistics: an introduction to corpus-based language analysis. Chichester West
Sussex England, Malden MA: Wiley Blackwell, 2016.


Sites das ferramentas:

BootCat: https://bootcat.dipintra.it/
AntConc: https://www.laurenceanthony.net/software/antconc/
WordSmith Tools: https://www.lexically.net/wordsmith/
Sketch Engine: https://www.sketchengine.eu/

Programa

Aula 1:
- Apresentação do curso e breve participação dos participantes;
- Processo histórico do livro ilustrado;
- Algumas definições formais do livro-ilustrado e do livro-imagem;
- Alguns títulos.

Aula 2
- Análises formais - a semiótica discursiva na análise dos livros ilustrados de Shaun Tan;
- Um estudo da mediação do livro-imagem;
- Sensibilização com os participantes (preparação para a aula final).

Aula 3
- Experiências práticas - convidados:
- Paula Gardenia Lucena Gallego (os acervos da sala de leitura - avanços e limites);
- Mateus Albuquerque de Oliveira (Mediação e música);
- Porque ler literatura para infância? Roda de conversa e encerramento do curso.

 

ARIZPE, Evelyn. Imagens que convidam a pensar – o "livro álbum sem palavras" e a resposta leitora. São Paulo: Revista Emília. (acessado em 27/02/2014)

BAJOUR, Cecilia. La orfebrería del silencio: la construcción de lo no dicho en los libros-álbum. 1˚ edição. Córdoba: Comunicarte, 2016. p. 85-100.

FIORIN, José Luiz. Elementos de Análise do Discurso. 15. ed., 4ª reimpressão. – São Paulo: Contexto, 2018. 

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Saberes necessários à prática educativa. 35º edição. São Paulo. Editora Paz e Terra. 1996.

HALLET, Wolfgang. Reading Multimodal Fiction: A Methodological Approach. Anglistik: International Journal of English Studies, 29.1, 25-40, March, 2018.

HARKOT-DE-LA-TAILLE, Elizabeth. Sentir, saber, tornar-se: estudo semiótico do percurso sensório e a identidade narrativa. São Paulo : Humanitas : FAPESP, 2016.

HARKOT-DE-LA-TAILLE, Elizabeth. Enunciação e plano da expressão: As três graças, de Rubens e Nepomuceno. In: Estudos semióticos do plano da expressão [recurso eletrônico]/ Organizadores: Ivã Carlos Lopes e Paula Martins de Souza. — São Paulo : FFLCH/USP, 2018.

HUNT, Peter. Crítica, teoria e literatura infantil. São Paulo: Cosac Naify, 2010.

KRESS, Gunther. Literacy in the New Media Age. London: Routledge, 2003. 

LANDOWSKI, E. Sobre el contagio. In: LANDOWSKI, E.; DORRA, R.; OLIVEIRA, A.C. (Ed.). Semiótica, estesis, estética. São Paulo: EdUC; Puebla: UAP, p.269-278, 1999. 

LINDEN, Sophie Van Der. Para ler o livro ilustrado: Sophie Van Der Linden. Tradução: Dorothée de Bruchard. São Paulo: SESI-SP, 2018. 

NIKOLAJEVA, Maria; SCOTT, Carole. Livro Ilustrado: Palavras e Imagens. São Paulo: Cosac Naify, 2006.

SALISBURY, M.; STYLES, M. Livro infantil ilustrado: a arte da narrativa visual. São Paulo, SP: Rosari, 2013.

SOUZA, Eduardo. O estranhamento nos livros ilustrados de Shaun Tan. Dissertação de mestrado –  Programa de Pós-Graduação em design, Departamento de design, Centro de Artes e Comunicação, Universidade Federal de Pernambuco. Recife, p. 312, 2016

TAN, Shaun. Tales from outer suburbia. 1st American ed. New York: Arthur A. Levine Books, 2009. 

TEIXEIRA, Lucia. Razão e afeto: a argumentação na crítica de arte. São Paulo, ALFA - Revista de Linguística, vol. 50, n. 1, p. 145 - 158,  2006.

Programa

01. Apresentação do curso: teatralidades coloniais e o lugar das formas breves.
02. Sor Juana e o espetáculo barroco: festa e teatro no século XVII.
03. Formas teatrais no século XVIII: El amor de la estanciera e a gauchesca.
04. O costumbrismo na consolidação do Estado Nacional: Ña Catita.
05. Florencio Sánchez e a modernização teatral no entresséculos XIX-XX.
06. Mito e história: El gesticulador, Rodolfo Usigli e Electra Garrigó, de Virgilio Piñera.
07. Teatro e questão agrária no Peru: Victor Zavala.
08. Teatro e criação coletiva na Colômbia: Enríque Buenaventura.
09. Do impulso utópico ao contexto ditatorial: Jorge Díaz, Topografía de un desnudo e Griselda Gambaro, Decir Sí.
10. Manifestações contemporâneas: teatro e performance.

Obras de referência:
BERENGUER CARISOMO, Arturo. Las ideas estéticas en el teatro argentino. Buenos Aires: Instituto Nacional de Estudios de Teatro, 1947.
CASTEDO-ELLERMAN, Elena. El teatro chileno de mediados del siglo XX. Santiago: Editorial Andrés Bello, 1982.
LUCIANI, Frederick. “Teatro hispanoamericano del período colonial”. In: GONZÁLES ECHEVARRÍA, Roberto & PUPO-WALKER, Enrique. Historia de la literatura Hispanoamericana. Vol. 1. Del descubrimiento al modernismo. Madrid: Gredos, 2006.
PELLETIERI, Osvaldo. Historia del teatro argentino en Buenos Aires: La segunda modernidad (1949-1976). Buenos Aires: Editorial Galerna, 2001.
PELLETIERI, Osvaldo. Historia del teatro argentino en Buenos Aires. Volumen I: El período de constitución (1700-1884). Buenos Aires: Galerna, 2001.
PIÑA, Juan Andrés. Historia del teatro en Chile (1941-1990). Santiago: Taurus, 2014.
REYES POSADA, Carlos. El teatro en el Nuevo Reino de Granada. Medellín: Fondo Editorial Universidad EAFIT, 2008.
REYES POSADA, Carlos. Teatro Colombiano del siglo XIX. Bogotá: Imprenta Nacional, 2002.
SOLÓRZANO, Carlos. Teatro latinoamericano del siglo XX. Buenos Aires: Editorial Nueva Visión, 1961.
TAYLOR, Diana. Theatre of Crisis: Drama and Politics in Latin America. Kentucky: University Press, 1991.

Programa

Aula 1: As Dimensões Fundacionais do Conservadorismo Clássico: Burke em Diálogo com o Iluminismo Escocês (05/08/2025)
Aula 2: Burke e a Crítica ao Revolucionarismo Francês: Oposição ao republicanismo cívico de Rousseau e ao ideal de Soberania Popular (07/08/2025)
Aula 3: A Crítica Burkeana aos Direitos do Homem: Debate com Thomas Paine (12/08/2025)
Aula 4: Recepção do pensamento conservador no Brasil: Breves considerações sobre Visconde de Cairu e Visconde do Uruguai (14/08/2025)
 

Bibliografia:
ARENDT, Hannah. Sobre a Revolução. Tradução de Denise Bottmann. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
BURKE, Edmund. The Writings and Speeches of Edmund Burke. Editado por Paul Langford. 9 vols. Oxford: Oxford University Press, 1981-2000.
BURKE, Edmund. Uma Investigação filosófica sobre a origem de nossas ideias do sublime e do belo. Tradução de Enid Abreu. 2. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2013.
BURKE, Edmund. Reflexões sobre a revolução na França. Tradução José Miguel Nanni Soares. São Paulo: Edipro, 2014.
CARVALHO, Daniel Gomes de. Thomas Paine e a Revolução Francesa: entre o Liberalismo e a Democracia (1794-1795). Revista de História, São Paulo, n. 180, p. 1–37, 2021. DOI: 10.11606/issn.2316-9141.rh.2021.167250. Disponível em: https://revistas.usp.br/revhistoria/article/view/167250.
CARVALHO, José Murilo de (org. e introdução). Paulino José Soares de Sousa, Visconde do Uruguai. São Paulo: 34, Coleção Formadores do Brasil, 2002.
CÍCERO. Sobre a República. Tradução de Isadora Prévide Bernardo. São Paulo, SP: Editora Unesp, 2024.
CONDORCET, Jean-Antoine -Nicolas de Caritat. Escritos político-constitucionais. Tradução de Amaro de Oliveira Fleck e Cristina Foroni Consani. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2013.
COUTINHO, João Pereira. As ideias conservadoras explicadas a revolucionários e reacionários. São Paulo: Três Estrelas, 2014.
FERGUSON, Adam. Ensaio sobre a história da sociedade civil/ Instituições de filosofia moral. Tradução de Pedro Paulo Pimenta e Eveline Campos Hauck. São Paulo: Editora Unesp, 2019.
FLORENZANO, Modesto. Thomas Paine Revisitado. Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), 1996. Disponível em: http://200.14-4.182.46/publicacoes/textos/florenzanothomaspaine.pdf.
FLORENZANO, Modesto. Burke: a man for all seasons. Revista Brasileira de História, v. 17, n. 33, p. 32-69, 1997.
FLORENZANO, Modesto. Começar o mundo de novo: Thomas Paine e outros estudos. Tese (livre docência). Universidade de São Paulo, São Paulo, 1999.
FRANÇA, Júlio. FUNDAMENTOS ESTÉTICOS DA LITERATURA DE HORROR: A INFLUÊNCIA DE EDMUND BURKE EM H. P. LOVECRAFT. Caderno Seminal, Rio de Janeiro, v. 14, n. 14, 2014.
HAMILTON, A., JAY. J., and J. Madison. The Federalist. New York: The Modern Library, 1965.
HAUCK, Eveline Campos. Introdução à filosofia política de Adam Ferguson: progresso e declínio. Campinas: Editora da Unicamp, 2022.
HUME, David. Ensaios morais, políticos e literários. Rio de Janeiro: Topbooks, 2004.
KINZO, Maria D’Alva. Burke: a continuidade contra a ruptura. In: WEFFORT, Francisco (Org.). Os Clássicos da Política. São Paulo: Ática, p. 3–46, 1989.
KIRK, Russel. The conservative mind: From Burke to Eliot. Washington: Library of Congress, 2001.
KRAMNICK, Isaac (ed.). The Portable Edmund Burke. New York: Penguin Books, 1999.
LEITE, Leonardo Delatorre. ; JUNQUEIRA , Michelle. Asato. ; MORAES, Gerson. Leite de . A CONCEPÇÃO DE DEMOCRACIA E DE DIREITOS FUNDAMENTAIS NO CONSTITUCIONALISMO LIBERAL DE ALEXIS DE TOCQUEVILLE. Revista Direito e Justiça: Reflexões Sociojurídicas, v. 23, n. 46, p. 61-95, 29 out. 2023.
LEITE, Leonardo Delatorre. ; PEREZ, Giovanna Bolletta. ; MORAES, Gerson Leite de. ; MENEZES, Daniel Francisco Nagao. (Org.). Formação intelectual brasileira no oitocentos: uma abordadem sociojurídica. 1. ed. Londrina: Editora Thoth, 2024.
LEVIN, Yuval. O Grande Debate: Edmund Burke, Thomas Paine e o Nascimento da Esquerda e da Direita. Tradução de Alessandra Bonrruquer. Rio de Janeiro: Record, 2017.
LYNCH, Christian Edward Cyril. Conservadorismo caleidoscópico: Edmund Burke e o pensamento político no Brasil Oitocentista. Lua Nova, São Paulo, n. 100, p. 313-362, 2017.
MISASI, Enrico van Blarcum de Graaff. Edmund Burke (1729-1797) e o constitucionalismo conservador: elementos e repercussões. 2020. Dissertação (Mestrado em Direito do Estado) – Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2020. doi:10.11606/D.2.2020.tde-03052021-021558.
MONTEIRO, João Paulo Gomes. Hume e a epistemologia. São Paulo: Unesp, 2009.
MONTEIRO, Pedro Meira. Cairu e a patologia da Revolução. Estudos Avançados, 17(49), p. 349-358, 2003. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/eav/article/view/9962.
MONTEIRO, Pedro Meira. Um moralista nos trópicos: o visconde de Cairu e o Duque de la Rochefoucauld. São Paulo: Fapesp / Boitempo Editorial, 2004.
MORAES, Davi Schelotag de; LEITE, Leonardo Delatorre Leite. . O sistema conservador de Visconde de Cairu. In: Leonardo Delatorre Leite; Giovanna Bolletta Perez; Gerson Leite de Moraes; Daniel Francisco Nagao Menezes. (Org.). Formação intelectual brasileira no oitocentos: uma abordadem sociojurídica. 1ed.Londrina: Editora Thoth, 2024, v. 1, p. 01-314.
MOREIRA, Ivone. Burke e o conservadorismo de tradição inglesa - o diálogo com David Hume: um contributo para a sua caracterização. Centro de Investigação do Instituto de Estudos Políticos (CIEP), Universidade Católica Portuguesa, p. 185-199, 2023. Disponível em: https://repositorio.ucp.pt/entities/publication/ea0b972f-6fa4-49b5-bc47….
OAKESHOTT, Michael. A Política da Fé e a Política do Ceticismo. Traduzido por Daniel Lena Marchiori Neto. São Paulo: Editora É Realizações, 2018.
O’GORMAN, Frank. Edmund Burke: his political philosophy. New York: Routledge, 2004.
PAINE, Thomas. Os direitos do homem: Uma resposta ao ataque do Sr. Burke à Revolução Francesa. Tradução Jaime Clasen. São Paulo: Vozes De Bolso, 2019.
PIMENTA, Pedro Paulo (Org.). O Iluminismo Escocês. São Paulo: Alameda, 2011.
QUINTON, Antony. The politics of imperfection: The religious and secular traditions of conservative thought in England from Hooker to Oakeshott. London: Faber e Faber, 1976.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
SCRUTON, Roger. Conservadorismo: Um convite à grande tradição. Tradução Alessandra Bonrruquer. São Paulo: Grupo Editorial Record, 2020.
SIEYÈS. Qu’est-ce que le tiers-état ? Paris : Champs Classiques, 1988.
SOUZA, Jamerson Murilo Anunciação de. Edmund Burke e a gênese do conservadorismo. Serviço Social & Sociedade, São Paulo, n. 126, p. 360–377, 2016.
SUNSTEIN, Cass R. “Burkean Minimalism”. Michigan Law Review (2006): 353-408.
TOCQUEVILLE, Alexis de. A Democracia na América. Tradução: Neil Ribeiro da Silva. 2.ed. Belo Horizonte: Itatiaia, São Paulo: Edusp, 1987
WEIL, Simone. O enraizamento: Prelúdio a uma declaração dos deveres para com o ser humano. Tradução de Clarissa Ribeiro. Petrópolis, RJ: Vozes, 2023.

Programa

Aula 1:
O que é Linguística de Corpus, Tradução e Terminologia/Terminografia
 
Aula 2:
Tipos de corpora
O que é corpus de estudo e corpus de referência
Como compilar um corpus de estudo/referência
Exercício prático: BootCaT Frontend
 
Aula 3:
Ferramentas da Linguística de Corpus
AntConc e WordSmith Tools
Lista de palavras, lista de palavras-chave, linhas de concordância
Exercício prático: AntConc
 
Aula 4:
Terminologia
Ganchos terminológicos
Como identificar termos
Exercício prático: Identificação de termos
 
Aula 5:
Glossário
O que é macroestrutura e microestrutura
Exercício prático: Elaboração de um verbete
 
Bibliografia:
 
ANTHONY, L. (2014). AntConc 3.4.3w. Tokyo: Waseda University, 2014. Disponível em: . Acesso em: 22 nov. 2019.
AUBERT, F. Introdução à metodologia da pesquisa terminológica bilíngüe. 2 ed. São Paulo: FFLCH/CITRAT, 2001. Disponível em: . Acesso em: 22 nov. 2019.
BARBOSA, M. (2001). Dicionários, Vocabulários, Glossário: concepções. In: Caderno de Terminologia, n. 1. São Paulo: FFLCH/CITRAR, p. 23-45.
BASTIANELLO, R. Terminologia da energia solar fotovoltaica para fins terminográficos: estudo baseado em corpus comparável (português-francês). 2017. 378f. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. Disponível em: >. Acesso em: 22 nov. 2019.
BASTIANELLO, R.; ZAVAGLIA, A. (2016). "A busca por equivalentes em língua francesa e sinônimos em língua portuguesa para os termos da energia solar fotovoltaica formados por ‘sistema'". Debate Terminológico, 16. p.15-28. Disponível em: . Acesso em: 22 nov. 2019.
BASTIANELLO, R.; ZAVAGLIA, A. (2019). Terminologia da Radiação Solar: elaboração de um glossário bilíngue (português-francês). In: Tradterm, v. 34, p. 27-47. Acesso em: 22 nov. 2019.
BERBER SARDINHA, T. Linguística de Corpus. Barueri: Manole, 2004.
BIRDERMAN, M. (1984). Glossário. In: Alfa, 28(supl.). São Paulo, p. 135-144.
BOOTCAT. Disponível em: . Acesso em: 22 nov. 2019.
BOWKER, L.; PEARSON, J.. Working with Specialized Language: a practical guide to using corpora. London: Routledge, 2002.
CABRÉ, M. La Terminología: representación y comunicación. Barcelona: Institut Universitari de Lingüística Aplicada, 1999.
DUBUC, R. Manuel Pratique de Terminologie. 2 ed. Québec: Linguatech, 1985.
KRIEGER, M.; FINATTO, M. Introdução à Terminologia: teoria e prática. 2 ed. São Paulo: Contexto, 2015.
KRIEGER, M.; MACIEL, A. (org.) – Temas de Terminologia. Porto Alegre/São Paulo: Ed. Universidade/UFRGS/ Humanitas/USP, 2001.
PAVEL, S.; NOLET, D. Manual de Terminologia. Tradução de Enilde Faulstich. 2002. Disponível em: . Acesso em: 22 nov. 2019.
REY-DEBOVE, J. Étude linguistique et sémiotique des dictionnaires français contemporains. The Hague, Paris: Mouton, 1971.
TAGNIN, S.. O jeito que a gente diz. Barueri: DISAL, 2013.
TAGNIN, S.; BEVILACQUA, C. Corpora na Terminologia. São Paulo: Hub Editorial, 2013
TAGNIN, S.; VALE, O. (orgs.). Avanços da Linguística de Corpus no Brasil. São Paulo: Humanitas, 2008.
VIANA, V.; TAGNIN, S. Corpora na Tradução. São Paulo: Hub Editorial, 2015.
WÜSTER, E. Introducción a la Teoría General de la Terminología y la Lexicografía Terminológica. Barcelona: Institut Universitari de Lingüística Aplicada, 1998.