Programa
14.06.2021: O que é Paleografia? Breve história da Paleografia. Normas para a transcrição de manuscritos, séculos XVI-XIX.
- O conceito de Paleografia com suas múltiplas abordagens; considerações e curiosidades sobre a História da Paleografia; normas que balizam uma transcrição diplomática, semi-diplomática e moderna orientada para publicações diversas, estudos acadêmicos e ensaios; sistematização do processo de apresentação de uma transcrição.
15.06.2021: Aprendendo a utilizar manuais paleográficos; Braquigrafia; Grafologia; Galeria de detalhes em abreviaturas, símbolos e numerais.
- Introdução a utilização de manuais para facilitar o processo de paleografar; compreensão da importância do estudo braquigráfico e grafológico para transcrição de manuscritos; observação de detalhes estratégicos para interpretar abreviaturas, símbolos e numerais.
21.06.2021: Apresentação dos principais arquivos com documentação em língua portuguesa para os estudos em História da África, História Atlântica e Afro-brasileira, séculos XVI-XIX; Documento digitalizado: vilão ou mocinho?
- Instrumentalização à pesquisa em arquivo; aprendendo a utilizar e localizar documentos nos sistemas dos bancos de dados, catálogos e cotas arquivísticas; reflexão sobre as possibilidades de acesso remoto aos arquivos; cuidados que devem ser empregados ao pesquisar um documento manipulado: digitalizado, microfilmado, fotocopiado, fotografado.
22.06.2021: Ateliê de Paleografia: leitura e transcrição de manuscritos para os estudos em História da África, História Atlântica e Afro-brasileira, séculos XVI-XIX
- Exercícios de transcrição paleográfica em documentos disponibilizados digitalmente; oportunidade de sanar dúvidas e exercitar o que aprendeu nas aulas anteriores; disponibilização de referências bibliográficas para aprofundar os estudos em paleografia, e na história tratada pelos documentos utilizados.
Referências:
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BIDERMAN, Maria Tereza. Dicionários do português: da tradição à contemporaneidade. Alfa, São Paulo, 47(1): 53-69, 2003.
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CASTILLO. Francisco de Andújar. Venalidade de ofícios y honores. Metodologia de Investigacion. In. STUMPF,
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Estampa, 1987.
MAIA, António da Silva. Dicionário complementar português-Kimbundo-Kigingo: línguas do centro e norte de
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MACEDO, José Rivair. LOPES, Nei. Dicionário de História da África. Séculos VI ao XVI. Belo Horizonte: Autêntica,
2017.
NUNES, Borges E. Abreviaturas paleográficas portuguesas. Lisboa: Cosmos, 1981.
SCHWARCZ, Lilia.; GOMES, Flávio. Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Cia das Letras, 2018.
SOUZA, Marina de Mello e. Além do visível: Poder, Catolicismo e Comércio no Congo e em Angola (séculos XVI e
XVII). São Paulo: EDUSP, 2018.
VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil Colonial, 1500-1808. Rio de janeiro: Objetiva, 2000.
VIEIRA, Marisa Leite da Silva; BRAGA, Eliane de Oliveira. Recomendações para a digitalização de documentos
arquivísticos: uma análise da lei nº 12.682/2012. ÁGORA: Arquivologia Em Debate, 31(62), 1–22.
Aula 1. Contribuição à teoria do fascismo, apresentando as categorias de análise “forma-fascismo”, “situação fascismo” e “emergência fascismo”: apresentação de textos clássicos que empreenderam esforços no sentido de compreender e definir o fascismo enquanto categoria de análise dos fenômenos autoritários no século XX e agora no início do século XXI;
Aula 2. Apresentação das principais emergências históricas do fascismo no sentido de compreender as aproximações e distanciamentos entre elas e considerando-as como modelos comparativos analíticos para compreender as demais escaladas fascistas ao longo da história;
Aula 3. Exposição concisa da história do autoritarismo brasileiro. As raízes coloniais do autoritarismo brasileiro: racismo e patriarcado e seus desdobramentos culturais e políticos;
Aula 4. Emergência do bolsonarismo, um roteiro ainda em movimento : debate a partir da experiência recente da política brasileira, destacando-se a ascensão do governo Bolsonaro, desde quando despontou nas pesquisas de intenção de voto até a sua eleição, em 2018.
BIBLIOGRAFIA
BARBOSA, Jefferson Rodrigues. Chauvinismo e extrema direita. Crítica aos herdeiros do sigma. São Paulo, Editora UNESP, 2015.
BERTONHA, João Fábio. Sobre a direita, estudos sobre o fascismo, o nazismo e o integralismo. Maringá, Editora da Universidade Estadual de Maringá, 2008.
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PINTO, Álvaro Vieira. Ciência e existência. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1969.
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SAFATLE, Vladimir. O circuito dos afetos, corpos políticos, desamparo e o fim do indivíduo. São Paulo, Autêntica, 2016.
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WILLIAMS, Raymond. Cultura. São Paulo, Editora Paz e Terra, 2000.
WILLIAMS, Raymond. Cultura e sociedade. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1969.
WILLIAMS, Raymond. “A ideia de uma cultura comum.” Recursos da esperança, Editora UNESP, 2014, pp. 49-57.
WILLIAMS, Raymond. Política do modernismo. São Paulo, Editora UNESP, 2011.
WILLIAMS, Raymond. Recursos da esperança. São Paulo, Editora UNESP, 2014.
ZETKIN, Clara. “A luta contra o fascismo.” Como nasce e morre o fascismo, Autonomia Literária, 2019, pp. 32-75.
1ª sessão: Entre ciborgues e céus que caem: uma introdução ao debate que descentraliza o
humano
HARAWAY, Donna. Manifesto ciborgue. In: Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano.
2ed. Belo Horizonte: Autêntica editora, 2009.
ALBERT, Bruce. KOPENAWA, Davi. A queda do céu. Palavras de um xamã yanomami. São Paulo,
Companhia das Letras, 2015.
INGOLD, Tim. A antropologia ganha vida. In: T. Ingold. Estar vivo: ensaios sobre movimento,
conhecimento e descrição. Petrópolis: Vozes. 2015.
DESPRET, Vinciane. Pesquisar junto aos mortos. Campos, v. 22, n. 1, p. 289-307, 2021.
TSING. Anna. Margens Indomáveis: cogumelos como espécies companheiras. Ilha: Revista de
Antropologia, v.17, n.1, p.177-201, 2015.
2ª sessão: A vida social dos espíritos – dinâmicas, contextos e possibilidades analíticas
MOURA MELO, Marcelo. Entidades espirituais: materializações, histórias e os índices de suas
presenças. Etnográfica, Vol. 20, n.1, 2016, pp. 211-225.
BLANES, Ruy. ESPÍRITO SANTO, Diana. Introduction: on the agency of intangible. In: _______. The
Social Life of Spirits. Chicago and London: The University of Chicago Press. 2014. p.01-32.
3ª sessão: Symbiogênese: Como voltar a atenção para os emaranhamentos multiespécies
HARAWAY, Donna J. Staying with the trouble: Making kin in the Chthulucene. Duke University
Press, 2016.
VAN DOOREN, Thom; KIRKSEY, Eben; MÜNSTER, Ursula. Estudos multiespécies: cultivando artes
de atentividade. Clímaco, v. 3, n. 7, p. 39-66, 2016.
SÜSSEKIND, Felipe. Sobre a vida multiespécie. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, p. 159-
178, 2018.
4ª sessão: Trabalho de campo com não humanos: engajamento, história e criatividade
TSING. Anna. Margens Indomáveis: cogumelos como espécies companheiras. Ilha: Revista de
Antropologia, v.17, n.1, p.177-201, 2015.
TSING, Anna. 2019. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no Antropoceno. Brasília: IEB Mil
Folhas.
DESPRET, Vinciane. Que diriam os animais? Ubu Editora, 2021.
5ª sessão: Fantasmas e os rastros do colonialismo: O que recontam os fantasmas?
WILLIAMS, Brackette. “Fantasmas holandeses e o mistério da história: ritual e interpretações de
colonizados e colonizadores sobre a rebelião de escravos de Berbice de 1763”. Ilha: Revista de
Antropologia, v. 22, n. 1: 2020, p. 187-233.
Rodrigues, I. N. As múltiplas vidas de Batepá: memórias de um massacre colonial em São Tomé e
Príncipe (1953-2018). Estudos Ibero-Americanos, 45(2), 2019.pp- 4–15.
TORRES, Aline. A casa e os altares. Etnográfica. Vol.24 (2), 2020. Pp.371-370.
Bibliografia:
ALBERT, Bruce. KOPENAWA, Davi. A queda do céu. Palavras de um xamã yanomami. São Paulo,
Companhia das Letras, 2015.
BLANES, Ruy. ESPÍRITO SANTO, Diana. Introduction: on the agency of intangible. In: _______. The
Social Life of Spirits. Chicago and London: The University of Chicago Press. 2014. p.01-32.
DESPRET, Vinciane. Pesquisar junto aos mortos. Campos, v. 22, n. 1, p. 289-307, 2021.
DESPRET, Vinciane. Que diriam os animais? Ubu Editora, 2021.
HARAWAY, Donna J. Staying with the trouble: Making kin in the Chthulucene. Duke University
Press, 2016.
HARAWAY, Donna. Manifesto ciborgue. In: Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano.
2ed. Belo Horizonte: Autêntica editora, 2009.
INGOLD, Tim. A antropologia ganha vida. In: T. Ingold. Estar vivo: ensaios sobre movimento,
conhecimento e descrição. Petrópolis: Vozes. 2015.
MOURA MELO, Marcelo. Entidades espirituais: materializações, histórias e os índices de suas
presenças. Etnográfica, Vol. 20, n.1, 2016, pp. 211-225.
Rodrigues, I. N. As múltiplas vidas de Batepá: memórias de um massacre colonial em São Tomé e
Príncipe (1953-2018). Estudos Ibero-Americanos, 45(2), 2019.pp- 4–15.
SÜSSEKIND, Felipe. Sobre a vida multiespécie. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, p. 159-
178, 2018.
TORRES, Aline. A casa e os altares. Etnográfica. Vol.24 (2), 2020. Pp.371-370.
TSING, Anna. 2019. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no Antropoceno. Brasília: IEB Mil
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TSING. Anna. Margens Indomáveis: cogumelos como espécies companheiras. Ilha: Revista de
Antropologia, v.17, n.1, p.177-201, 2015.
VAN DOOREN, Thom; KIRKSEY, Eben; MÜNSTER, Ursula. Estudos multiespécies: cultivando artes
de atentividade. ClimaCom, v. 3, n. 7, p. 39-66, 2016.
WILLIAMS, Brackette. “Fantasmas holandeses e o mistério da história: ritual e interpretações de
colonizados e colonizadores sobre a rebelião de escravos de Berbice de 1763”. Ilha: Revista de
Antropologia, v. 22, n. 1: 2020, p. 187-233.
1) Conhecendo as famílias e as sub-famílias de línguas indígenas;
2) As línguas indígenas do Alto Rio Negro;
3) As línguas indígenas do Guaporé-Mamoré;
4) As línguas indígenas do Alto-Xinguano;
5) Fonética e fonologia das línguas indígenas;
6) Morfossintaxe das línguas indígenas;
7) As línguas indígenas brasileiras na atualidade.
Aula 1 – Introdução
(a) Apresentação do curso;
(b) A diversidade cultural e linguística;
(c) Número de línguas e falantes;
(d) Noções básicas de Linguística Histórica;
(e) Famílias linguísticas do território brasileiro;
Aula 2 – Áreas linguísticas e culturais no Brasil
(a) Mamoré-Guaporé;
(b) Alto Xingu;
(c) Alto Rio Negro;
(d) Nordeste;
(e) Línguas gerais.
Aula 3 – Fonética e fonologia de línguas indígenas
(a) Introdução à fonética e à fonologia das línguas indígenas;
(b) Sistemas vocálicos e consonantais das línguas indígenas;
(c) Processos fonológicos de harmonia vocálica, nasalidade e alternância consonantal;
(d) Línguas de sinais indígenas.
Aula 4 – Morfossintaxe de línguas indígenas
(a) Introdução à morfologia e sintaxe das línguas indígenas brasileiras;
(b) Partes do discurso e categorias gramaticais;
(c) Formação de palavras;
(d) Ordem dos constituintes;
(e) Recursividade.
Aula 5 – Línguas indígenas no Brasil hoje
(a) Situação das línguas indígenas hoje
(i) Escala de vitalidade das línguas indígenas
(ii) Como preservar línguas indígenas
(b) Linguística descritiva
(c) Revitalização linguística
(i) Gramáticas pedagógicas
(d) O futuro das línguas indígenas
Bibliografia:
AIKHENVALD, A. Y. The Languages of the Amazon. Oxford; New York: Oxford University Press, 2012. DOI:10.1093/acprof:oso/9780199593569.001.0001
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CHACON, T. C.; CAYÓN, L. Considerações sobre a exogamia linguística no Noroeste Amazônico. Revista de Letras da Universidade Católica de Brasília, Brasília, v. 6, n. 1/2, p. 6-20, dez. 2013.
DUARTE, F. B. Diversidade Linguística no Brasil: A situação das línguas ameríndias. Caletroscópio, v. 4, n. especial, p. 27-62, 2016.
EBERHARD, D. M. Em defesa das línguas minoritárias do Brasil. SIL: Arquivos de Língua e Cultura, 2013.
EPPS, P.; MICHAEL, L. The Areal Linguistics of Amazonia. In: HICKEY, Raymond (ed.). The Cambridge Handbook of Areal Linguistics. Cambridge: Cambridge University Press, 2017. p. 934-963.
EPPS, P.; SALANOVA, A. P. A linguística amazônica hoje. LIAMES, Campinas, v. 12, p. 07-37, 2012.
EPPS, P.; STENZEL, K. Upper Rio Negro: Cultural and Linguistic Interaction in Northwestern Amazonia. Rio de Janeiro: Museu do Índio - FUNAI, Museu Nacional, 2013.
FRANCHETTO, Bruna; BALYKOVA, Kristina (orgs.). Índio não fala só tupi: uma viagem pelas línguas dos povos originários no Brasil. 1. ed. Rio de Janeiro: 7Letras, 2020.
FRANCHETTO, Bruna (org.) Alto Xingu: uma sociedade multilíngue. Rio de Janeiro: Museu do índio, 2011.
GALVÃO, E. Áreas culturais indígenas do brasil: 1900-1959. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. n. 8, 1960.
MAIA, M.; FRANCHETTO, B.; LEMLE, M.; VIEIRA, M. D. Línguas Indígenas e Gramática Universal. São Paulo: Contexto, 2019.
MELATTI, Julio Cezar. Índios do Brasil. São Paulo: EdUSP, 2014.
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STORTO, L. Línguas Indígenas: tradição, universais e diversidade. Campinas: Mercado das Letras, 2019.
Aula 1: Elizabeth Gaskell e o industrialismo inglês
Aula 2: O narrador de North and South (1854-1855)
Aula 3: Jean Rhys e o projeto imperialista britânico
Aula 4: Os narradores de Wide Sargasso Sea (1966)
Referências bibliográficas
● Sobre North and South:
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ANDERSON, Kathleen; SATALINO, Kelsey. ‘An honest up and down fight’: Confrontation and Social Change in North and South. The Gaskell Journal, vol. 27 (2013), pp. 108-125.
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CARLYLE, Thomas. Chartism. New York: John B. Alden Publisher, 1885.
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CHAPMAN, Alison. Elizabeth Gaskell: Mary Barton and North and South. Cambridge: Icon Books, 1999.
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FREEDGOOD, Elaine. Worlds Enough: The Invention of Realism in the Victorian Novel. Princeton: Princeton University Press, 2019.
GASKELL, Elizabeth. North and South. London: Penguin Books, 1995.
GUY, Josephine M. The Social-Problem Novel. London: MacMillan, 1996.
INGHAM, Patricia. The Language of Gender and Class: Transformation in the Victorian Novel. London & New York: Routledge, 1996.
LANSBURY, Coral. Elizabeth Gaskell: The Novel of Social Crisis. New York: Harper & Row Publishers; Barnes & Noble, 1975.
MORETTI, Franco. O burguês. Trad. Alexandre Morales. São Paulo: Três Estrelas, 2014.
PARRINDER, Patrick. Nation and Novel: The English Novel from its Origins to the Present Day. New York: Oxford University Press, 2006.
SPENCER, Jane. Women Writers: Elizabeth Gaskell. New York: Macmillan, 1993.
TORTONESE, Paolo. Em busca da completude: O burguês entre o cômico e o sério. Trad. Natasha Belfort Palmeira. Novos Estudos CEBRAP, São Paulo. v. 40, n. 01. pp. 193-203.
WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade. Trad. Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
WRIGHT, Terrence. Elizabeth Gaskell ‘We Are Not Angels’: Realism, Gender, Values. London: MacMillan, 1995.
● Sobre Wide Sargasso Sea:
ASHCROFT, Bill; GRIFFITHS, Garrett; TIFFIN, Helen. The Empire Writes Back. 2. ed. London and New York: Routledge, 2002.
BLACKBURN, Robin. A queda do escravismo colonial: 1776-1848. Trad. Maria Beatriz de Medina. Rio de Janeiro: Record, 2002.
BRATHWAITE, Kamau. The Development of Creole Society, 1770-1820. Oxford: Clarendon Press, 1971.
CIOLKOWSKI, Laura E. Navigating the Wide Sargasso Sea: Colonial History, English Fiction and British Empire. Twentieth-Century Literature, v. 43, n. 3 p. 339-359, 1997.
EAGLETON, Terry.; JAMESON, Fredric; SAID, Edward. Nationalism, Colonialism and Literature. 5. ed. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2001. Introdução de Seamus Deane.
EMERY, Mary Lou. Modernism, the Visual, and Caribbean Literature. Cambridge: Cambridge University Press, 2007.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
FRIEDMAN, Norman. O ponto de vista na ficção: o desenvolvimento de um conceito crítico. Revista USP, São Paulo, n. 53, p. 166-182, 2002.
FREITAS, Viviane Ramos de. Cartografias do exílio: errância e espacialidade na ficção da escritora caribenha Jean Rhys. Tese (Doutorado em Literatura e Cultura) – Instituto de Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2017, 280f.
GREGG, Veronica Marie. Jean Rhys and Modernism: A Different Voice. Jean Rhys Review, v. 1, n. 2, p. 30-46, 1987.
Aula 01 - Introdução: Arte na América Latina, História das Relações de Gênero
Nesta aula introdutória, temos como intuito apresentar certos paradigmas teórico-metodológicos caros à discussão de Arte, Gênero e História na América. É possível falar em arte latino-americana? Quais são as contribuições do campo da história das relações de gênero e da crítica feminista de arte para uma ideia de arte latino-americana? De quais modos a disciplina da história pode acessar estes debates, diversificando suas fontes e aparatos teórico-metodológicos?
Aula 02 - Escritas de si e gênero
A segunda aula do curso tem como intuito explorar as contribuições das chamadas escritas de si para o campo da história das relações de gênero, da história da arte e história social de modo mais amplo. A utilização dos escritos autobiográficos - como cartas, diários e autobiografias - ampliou a possibilidade de investigação da trajetória de mulheres, sobretudo de artistas e intelectuais.
Na ocasião também será abordada a produção documental gerada a partir da relação intersubjetiva de entrevistas de história oral, com ênfase para iniciativas que resultaram em escritos em primeira pessoa.
Aula 03 - Intelectuais, artistas e ideias
Na terceira aula serão discutidas diferentes perspectivas de mulheres intelectuais e artistas sobre o tema da arte na América Latina, tomando como eixo central as suas respectivas produções, especialmente os ensaios críticos, textos e obras que indicam a sua relevância para a história da arte.
Aula 04 - As questões de gênero na arte latino-americana
Nesta aula, apresentaremos como algumas artistas e coletivos de arte feminista abordaram as questões de gênero em suas obras, performances ou instalações e trouxeram à público discussões muitas vezes consideradas privadas ou tabus.
Aula 05 - Fechamento / Levantamento de dúvidas dos alun@s
Critérios de Aprovação:
Resumo - Formulário Google
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WITINZG, Mara R. Voicing our vision: writings by women artists. Londres: The Women’s Press, 1992.
- Aula 01:
- A importância da argumentação e retrospecto sobre a argumentação no ensino (Professora Zilda Gaspar Oliveira de Aquino)
- A argumentação na Base Nacional Comum Curricular (Professora Janayna Betollo Cozer Casotti)
- A relação entre ensino de argumentação, construção de pontos de vista e desenvolvimento da competência leitora (Professora Renata Palumbo)
- Aula 02:
- O livro didático e a argumentação (Professora Janayna Betollo Cozer Casotti)
- Aula 03:
- As figuras retóricas e o gênero textual debate (Professora Renata Palumbo)
- Aula 04:
- O ethos em diferentes mídias (Professora Zilda Gaspar Oliveira de Aquino)
Referências Bibliográficas
AMOSSY, R. A argumentação no discurso. São Paulo: Contexto, 2018.
AQUINO, Z. G. O. de. Conversação e conflito: um estudo das estratégias discursivas em interações polêmicas. Vol. I e II. Tese de Doutoramento. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1997.
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VYGOTSKY, L.S. [1934]. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2015.
Aula 01 | Fundamentos Históricos e a Formação das Identidades:: Dos Rus de Kiev ao Império Russo
Kolsto, Pal; Blakkisrud, Helge (2016) The New Russian Nationalism: Imperialism, Ethnicity and Authoritarianism, 2000-2015. Edinburgh: Edinburgh University Press.
Kuzio, Taras (1998) Ukraine: State and Nation Building. London: Routledge
Perrie, Maureen (ed.) (2006) The Cambridge History of Russia, Vol. I: From Early Rus' to 1689. Cambridge University Press.
Aula 02 | A Formação do Estado Russo no Pós-Guerra Fria: Reconstrução (Geo)Política
Sousa, Danilo Rogério de (2012) ‘A Nova Geopolítica Russa e o Eurasianismo’. Revista de Geopolítica. 3(2), pp. 61-70.
Tsygankov, Andrei (2010) Russia’s Foreign Policy: Change and Continuity in National Identity. Lanhan: Rowman & Littlefield Publishers, Inc.
Aula 03 | A Disputa das Grandes Potências: EUA, OTAN e a Contenção da Heartland
Íseri, Emre (2009) ‘The US Grand Strategy and the Eurasian Heartland in the Twenty-First Century’. Geopolitics. 14(1), pp. 26-46.
Mackinder, Halford (1904) ‘The Geographic Pivot of History’. The Geographic Journal. 23(4), pp. 421-437.
Aula 04 | A Rússia e a Ucrânia no Período Pós-Soviético: Da Separação ao Conflito
D'Anieri, Paul (2019) Ukraine and Russia: From Civilized Divorce to Uncivil War. Cambridge: Cambridge University Press.
Kuzio, Taras (2017) Putin's War Against Ukraine: Revolution, Nationalism, and Crime. Createspace Independent Publishing; Published in Association with the Chair of Ukrainian Studies, University of Toronto.
Mankoff, Jeffrey (2014) ‘Russia’s Latest Land Grab: How Putin Won Crimea and Lost Ukraine’. Foreign Affairs.
Villa, Rafael; Lebelem, Cristiane (2022) ‘A Guerra Russo-Ucraniana: Impactos sobre a Segurança Regional e Internacional’. CEBRI-Revista. 1(3), pp. 112-136.
1. Introdução: O panorama da poesia catalã atual nos Países Catalães.
2. Apresentação de uma seleção de poetas atuais de todo o domínio linguístico da língua catalã (breve biografia e
obra).
a. Blanca Llum Vidal
b. Enric Casasses
c. Antonina Canyelles
d. Pol Guasch
e. Lucia Pietrelli
f. Josep Pedrals
g. Maria Cabrera
h. Esteve Plantada
i. Laia Noguera
j. Edgar Alemany
k. Carles Hac Mor
l. Meritxell Cucurella-Jorba
m. Miquel de Palol
n. Laia Malo
o. Eduard Escoffet
p. Àngels Gregori
q. Roc Casagran
r. Anna Gual
3. Leitura, interpretação e análise de uma seleção de poemas dos poetas apresentados.
4. Mostra de poemas musicados
5. Apresentação de recursos poéticos nos sites.
B. BIBLIOGRAFIA
Associació d’Escriptors en Llengua Catalana. https://www.escriptors.cat/index.php/autors
LletrA. La literatura catalana a internet. https://lletra.uoc.edu/
Mag poesia. UIB. http://magpoesia.mallorcaweb.com/
Música de poetes. UOC i Departament d’Ensenyament. GENCAT. http://www.musicadepoetes.cat/presentacio
Poesia catalana contemporània (2000-2020). UIB. LICETC. https://blocs.uib.cat/licetc/poesia-catalana-
contemporania-2000-2020/
Poesia catalana. http://www.poesia.cat/
Poeteca. https://poeteca.cat/
Racó de poesia. http://racodepoesia.blogspot.com/
Tèrbol atzur. Dones a la literatura catalana i universal. http://trbolatzur.blogspot.com/
Versos.cat. https://www.versos.cat/
Viu la poesia. http://www.viulapoesia.com/
33 poetes de menys de 35. Antologia editada per Josep Pedrals. https://lletra.uoc.edu/ca/tema/poetes-joves/poetes