Programa

Aula 1: A dúvida hiperbólica (1ª meditação);
Aula 2: O cogito e sua natureza (2ª meditação);
Aula 3: A existência de Deus (3ª meditação);
Aula 4: As provas da distinção real e da união substancial da alma e do corpo (6ª meditação);
 

Bibliografia:
PRIMÁRIA:
DESCARTES, R. Discurso do método, Meditações, Objeções e respostas, As paixões da alma, Cartas. Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gérard Lebrun; tradução de J. Guinsburg e Bento Prado Júnior. São Paulo: Abril S.A. Cultural e industrial, 1973.
SECUNDÁRIA:
ALQUIÉ, F. A Filosofia de Descartes. Lisboa: Editorial presença, 2ª edição, 1986.
GUEROULT, M. Descartes segundo a ordem das razões. São Paulo: Discurso editorial, 2016.
LEOPOLDO E SILVA, F. Descartes: a metafísica da modernidade. São Paulo: Editora moderna LTDA, 1993.

Programa

Aula 1. Marília de Dirceu e o problema das edições.
 
As liras atribuídas a Tomás Antônio Gonzaga: edições princeps: 1792 (Primeira Parte), pela 1799 (Primeira e Segunda Partes reunidas).
A obra que hoje se conhece como Marília de Dirceu.
Edições apócrifas e falsas.
Dirceu de Marília, um embuste editorial.
A edição crítica de Rodrigues Lapa.
A edição Aguilar – A poesia dos Inconfidentes.
 
 
Aula 2. Um poeta árcade? Tomas Antônio Gonzaga e a tradição crítica.
 
A fortuna crítica de Marília de Dirceu.
A leitura romântico-nacionalista.
a) Biografismo,
b) Sentimentalismo
c) Autenticidade
d) Nacionalismo
O mito Gonzaga.
O mito Marília de Dirceu e Maria Doroteia Joaquina de Seixas.
Características do Arcadismo e da obra: a leitura dos manuais
 
 
Aula 3. Análise da lira I,1 (Eu, Marília, não sou algum vaqueiro)
 
A linguagem gonzaguiana.
A construção estrófica.
Metro, ritmo, rima e estribilhos.
A tópica gonzaguiana.
O pastor e a pastora – a tradição bucólica.
Constituição das figuras de Marília.
 
Aula 4. Uma leitura retórico-poética de Marília de Dirceu.
 
Inflexão nos estudos da poesia colonial brasileira.
Contexto histórico e cultural da poesia luso-brasileira no séc. XVIII.
A instituição retórica.
Conceito de imitação.
O papel das retóricas e poéticas.
 
 
 
Bibliografia
 
Edições da obra
 
T. A. G., Marília de Dirceu. Marília de Dirceu (parte I). Lisboa: Nunesiana, 1792.
T. A. G., Marília de Dirceu; (partes I e II). Lisboa: Nunesiana, 1799.
T. A. G., Marília de Dirceu. Lisboa: Bulhões, 1800.
 
T. A. G. Marília de Dirceu. Lisboa: Nunesiana, 1802.
_______. Marília de Dirceu. Rio de Janeiro: Imprensa Régia, 1810.
_______. Marília de Dirceu. Lisboa: Lacerdina, 1811.
_______. Marília de Dirceu (partes I, II e III). Lisboa: Impressão Régia, 1812.
GONZAGA, Tomás Antônio. Marília de Dirceu. Ed. Manuel Pereira da Silva. Rio de Janeiro: Laemmert, 1845.
________. Marília de Dirceu. Org. Joaquim Norberto de Souza e Silva. Paris, Rio de Janeiro: Garnier, 1862.
________. Marília de Dirceu. Org. José Veríssimo. Rio de Janeiro: Garnier, 1908.
________. Marília de Dirceu. Org. Alberto Faria. Rio de Janeiro: Anuário do Brasil, 1922.
________. Marília de Dirceu. Int. pref. e notas prof. Rodrigues Lapa. Lisboa: Ed. Sá da Costa, 1937.
________. Obras completas. Ed. Manuel Rodrigues Lapa. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1942.
________. Marília de Dirceu e mais poesias. Pref. notas M. Rodrigues Lapa. 2a ed. Lisboa: Sá da Costa, 1944.
________. Obras completas de Tomás Antônio Gonzaga. Ed. crít. de M. Rodrigues Lapa. Rio de Janeiro: MEC-INL, 1957.
________. Marília de Dirceu. Int. Manuel Cavalcanti Proença. Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1967. (Ed. de Ouro).
Os melhores poemas de Tomaz Antônio Gonzaga. Sel. int. e notas de Alexandre Eulálio. São Paulo: Global, 1983.
GONZAGA, Tomás Antônio. Marília de Dirceu. Edição do bicentenário (1792-1992). Pref. notas. Melânia Silva Aguiar. Rio de Janeiro: Livraria Garnier, 1992.
PROENÇA FILHO, Domício. (Org.) A poesia dos inconfidentes: poesia completa de Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga e Alvarenga Peixoto. Artigos, ensaios e notas de Melânia Silva de Aguiar et alli. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996.
 
Traduções
Marilie, chants élégiaques de Gonzaga. Trad. Eugène de Monglave e Prosper Chalas. Paris: Panckoucke, 1825. (Versão em prosa literária).
Marilia de Dirceo: lire di Tommaso Antônio Gonzaga brasiliano. Trad. Giovenale Vergezzi- Ruscalla. Torino: Stamperia Sociale degli Artisti, 1844.
Amaryllidos Dircaei. Trad. Antônio de Castro Lopes. Rio de Janeiro: Tipografia Quirino & Irmãos, 1868. (Trad. latina para uso nas escolas do Império, 1868-1887)
GONZAGA, Tomás Antônio. “Eu, Marília, não sou algum vaqueiro” (Lira I,1). Trad. Ferdinand Schmid. Berlim: Gebrüder, 1879.
GONZAGA, Tomás Antônio. “A estas horas” (Lira II, 9). Trad. Alexander Sergueievitch Pushkin, 1825. (Para o russo, a partir da versão francesa). In: PÚCHKIN. Aleksandr. Obras Completas em 10 volumes. Moscou: Academia de Ciências, 1956-1958; vol. II, p. 298.
GONZAGA, Tomás Antônio. Marilia de Dirceo. Trad. e notas de Jorge Ruedas de La Serna. Ed. bilíngue. México, São Paulo: Fondo de Cultura Economica, Edusp, 2002.
 
Estudos sobre o autor/retóricas e poéticas
 
AMORA, Antônio Soares. Tomás Antônio Gonzaga. In : _____. Panorama da poesia brasileira e luso brasileira. Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, 1959. p. 98-123.
BOSI, Alfredo. Árcades ilustrados. In: _____. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1978. p. 78-84.
CÂNDIDO, Antônio. Entre pastores. In: _____. O observador literário. 4a ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2008.
________. Uma aldeia falsa. In: _____. Na sala de aula: caderno de análise literária. São Paulo: Editora Ática, 1995, p. 20-37.
_______. Letras e ideias no período colonial. In: _____. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária. São Paulo : Nacional, 1965, p. 105-128.
________. Naturalidade e individualismo de Gonzaga. In : _____. Formação da literatura brasileira; momentos decisivos. 5. ed. Belo Horizonte : Itatiaia; São Paulo : EDUSP, 1975. p. 114-126.
CASTELO, José Aderaldo. A época arcádica. In:_____. A literatura brasileira; manifestações literárias da era colonial. 2. ed. rev. e com. São Paulo: Cultrix, 1965. p. 131-188.
CHAUVIN, Jean Pierre. Retórica, controvérsia do Oitocentos. Revista Patrimônio & Memória – CEDAP/UNESP. Assis, v. 13, n.2, p. 14-27.
_____. “Pictórico”, categoria do Seiscentos? Revista Teresa. São Paulo, USP. n. 18.
CRISTÓVÃO, Fernando. Marília de Dirceu de Tomás António Gonzaga ou a poesia como imitação e pintura. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1981.
CURTIUS, Ernest Robert. A poesia como entretenimento. In: _____. Literatura europeia e idade média latina. Trad. Teodoro Cabral e Paulo Rónai. São Paulo: Hucitec / Edusp, 1996, p. 583-584.
EULÁLIO, Alexandre. Verso e reverso de Gonzaga. Dirceu poeta e prisioneiro. In: As melhores poesias de Tomás Antônio Gonzaga. São Paulo, Global, 1983.
________. Nota biobibiográfica. In: As melhores poesias de Tomás Antônio Gonzaga. São Paulo: Global, 1983.
FREITAS, Leandro César Albuquerque de. Ecos bucólicos: relações entre as Bucólicas de Virgílio e a primeira parte da Marília de Dirceu de Gonzaga. Dissertação (Mestrado) CCHLA-UFP. 2008. Disponível em: Acesso: mai. 2017.
FREIRE, Francisco José (Cândido Lusitano). Do fim da poesia (Cap. 4). In: _____. Arte poética ou regras da verdadeira poesia em geral... Lisboa: Oficina Patriarcal de Francisco Luís Ameno, 1759, p. 26-30.
FRIEIRO, E. O diabo na livraria do cônego; Como era Gonzaga? e outros temas mineiros. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1981.
FURTADO, Joaci Pereira. A sorte deste mundo: percursos de Marília de Dirceu no século XIX. Literatura: teoria e prática, v. 36, n. 72, 2018.
GONÇALVES, Adelto. Gonzaga, um poeta do iluminismo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
HANSEN, João Adolfo. As liras de Gonzaga entre retórica e valor de troca. Revista Via Atlântica, n. 1. Mar. 1997.
________. Prefácio. In: FURTADO, Joaci Pereira. Uma república de leitores: história e memória na recepção das Cartas chilenas (1845-1989). São Paulo: Hucitec, 1997, p. 11-20.
________. Ilustração católica, pastoral árcade e civilização. Oficina da Inconfidência, Ouro Preto, n. 10, 1999, p. 11-47.
HASEGAWA, Alexandre Pinheiro. Os limites do gênero bucólico em Virgílio. São Paulo: Humanitas, 2011.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Gosto arcádico. In: –––––. Tentativas de Mitologia. São Paulo: Perspectiva, 1979.
JARDIM, Ana Cristina. De “Marília de Dirceu” ao “Romanceiro da Inconfidência” a construção de um mito na sociedade brasileira a partir do século XVIII. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2009. Disponível em:
Acesso: maio 2018.
LEY, Emanuel Eduardo Gaudie. Gonzagueana da Biblioteca Nacional. Anais da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, n. 49, p. 417-92, 1927.
MARTINS, Paulo. Elegia romana: construção e efeito. Pref. João Adolfo Hansen. São Paulo: Humanitas, 2009.
MARQUES, Pedro. Arcádia melodiosa no Brasil. Remate de Males, Campinas-SP, v. 37, n. 1, p. 59-82, jan./jun. 2017.
MAXWELL, Kenneth. A farsa. In : _____. A devassa da devassa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977, p. 168-204.
MORAES, Rubem Borba de. Bibliografia brasileira do período colonial: catálogo comentado das obras dos autores nascidos no Brasil e publicadas antes de 1808. São Paulo:
OLIVEIRA, Teresa Cristina Meireles de. O real transfigurado – As liras de Tomás Antônio Gonzaga e a poética do imaginário. Rio de Janeiro: UFRJ, 1993.
PÉCORA, Alcir. O amor da convenção. In: _____. Máquina de gêneros. São Paulo: Edusp, 2001, p. 189-202.
POLITO, Ronald. Um coração maior que o mundo: Tomás Antônio Gonzaga e o mundo luso-colonial. São Paulo: Globo, 2006.
________. A persistência das ideias e das formas – um estudo sobre a obra de Tomás Antônio Gonzaga. Niterói: UFF, 1990.
RESENDE, Marcelo. Tomás Antônio Gonzaga continua exilado na África. Folha de S.Paulo, 14/01/1998. Disponível em:
RODOLPHO, Melina. Écfrase e evidência nas letras latinas: doutrina e práxis. São Paulo: Humanitas, 2012
ROMERO, Silvio. Tomás Antônio Gonzaga. In: –––––. História da literatura brasileira. 4. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1949. t. 2, p. 127-136.
RUEDAS DE LA SERNA, Jorge Antônio. Arcádia: tradição e mudança. São Paulo: Edusp, 1995.
SCHNAIDERMAN, Boris. Pushkin, tradutor de Gonzaga. In: –––––. Projeções: Rúsia/Brasil/Itália. São Paulo: Perspectiva, 1978. p. 37-41.
SILVA, Joaquim Norberto de Souza. Dirceu de Marília. Liras Atribuídas a Senhora DMJD de S (Natural de Vila Rica). Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 1845. Disponível em: < http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000067.pdf&gt; Acesso em: 23 jun. 2017.
SILVEIRA, Rodrigo Carvalho da. A poética do réu em Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga. Tese (Doutorado). Letras. UFRJ. 2016.
Disponível em . Acesso em: 02 mai. 2017.
TEIXEIRA, Ivan. Mecenato pombalino e poesia neoclássica: Basílio da Gama e a poética do encômio. São Paulo: Edusp, 1999.
VARNHAGEN, Francisco Adolfo. Florilégio da Poesia Brasileira. Tomo II. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1946.
VERÍSSIMO. José. Gonzaga. In: –––––. Estudos da literatura brasileira. Intr. de Vivaldi Moreira. 2a série. São Paulo: Edusp, 1977. Pp 119-124.
VERNEY, Luís António. Carta sétima. In: _____. Verdadeiro método de estudar... Valença: Oficina de Antônio Balle, 1746, p. 215-275.

 

Programa

Ementa:
O cuidado refere-se a todas as atividades essenciais à satisfação de necessidades básicas para a reprodução, a existência e a sociabilidade. Todas as atividades desta ordem encontram-se geralmente estruturadas, organizadas e sustentadas na esfera doméstica. Dessa maneira, a família tem sido e continua sendo a principal prestadora de serviços de cuidado e bem-estar. Esse modelo reproduz uma desigualdade estrutural de gênero, uma vez que hierarquiza o público, como uma esfera de produção principalmente masculina, e o privado, como a esfera doméstica de reprodução associada às mulheres. A organização social do cuidado como categoria analítica tem permitido superar os modelos de cuidado focados na maternidade, referindo à maneira pela qual as famílias, o Estado, o mercado e as organizações comunitárias produzem e distribuem inter-relacionadamente os cuidados (Rodríguez Enríquez e Marzoneto, 2015). Estudos desse tipo têm contribuído para entender que, na América Latina e na maioria dos países do mundo, a organização social do cuidado é desigual (Rodríguez Enríquez e Pautassi, 2014) e que no interior dos domicílios, por sua vez, são as mulheres que assumem quase todas essas tarefas. Nessa linha de debates focada na economia feminista ou na economia dos cuidados, o cuidado tem se tornado foco de muitos debates atuais sobre a distribuição de tarefas e responsabilidades na sociedade. Desde diferentes disciplinas, há uma tendência a problematizar seu caráter feminizado, desvalorizado e invisível e, consequentemente, a falta de políticas de cuidado. Se hoje o debate tem conseguido refletir sobre as formas em que as mulheres continuam sendo responsabilizadas pelas tarefas de cuidado que correspondem a sociedade em geral, ainda temos um longo caminho a percorrer pois outras variáveis, além do gênero e da classe social, devem ser foco dessas análises como raça, etnia, sexualidade, geração, entre outras. Embora em outras áreas essas arestas são cada vez mais centrais, elas são frequentemente ignoradas quando revisamos a literatura internacional sobre cuidados, categoria polissêmica e controversa. Nesse sentido, considera-se que algumas perguntas precisam ainda ser respondidas e que elas podem ajudar a traçar novos caminhos no debate sobre cuidados. Quais têm sido as principais controvérsias? Quais as questões que hoje em dia articulam a arena pública com o debate acadêmico e com as demandas dos movimentos sociais? Como pensar o cuidado desde outras epistemologias? Como descolonizar as noções arraigadas à embranquecida categoria de cuidado? Se ao falar de cuidado estamos falando de uma dimensão básica da nossa existência, precisamos, então, discutir o que significa bem-viver. Nessa direção o curso tem por objetivo discutir as principais perspectivas críticas que orientam as abordagens sobre os cuidados e propor novas articulações teóricas a partir das abordagens interseccionais e do feminismo decolonial. Dessa maneira, o curso procura aproximar os e as estudantes à uma definição política do cuidado, articulando velhas e novas discussões e diferentes epistemologias sobre as formas de cuidar da vida/mundo.

Aula 1: Da privatização à politização do cuidado
- A familiarização do cuidado
- A economia feminista e o trabalho de cuidado
- A organização social do cuidado
- A revalorização da esfera doméstica: Redistribuição e reconhecimento
- A “crise dos cuidados” e os cuidados transacionais

BENHABIB, Shila. The Reluctant Modernism of Hannah Arendt. Thousand Oaks-London-New
Delhi, SAGE, 1996
BORGEAUD-GARCIANDÍA Natacha. [Introducción] El trabajo de cuidado /compilado por
Natacha Borgeaud-Garciandía. - 1a ed . - Ciudad Autónoma de Buenos Aires : Fundación
Medifé Edita, 2018.
BRAGE, E. La lógica femenina del cuidado. Cáp. 6: Tesis doctoral. Facultad de Filosofía y
Letras, UBA. (2018)
ESQUIVEL, V., FAUR E. Y JELIN, E, “Hacia la conceptualización de la ‘organización social
del cuidado’”, Buenos Aires: UNICEF-UNFPA-IDES. 2009
FAUR, E, El cuidado infantil en el siglo XX. Mujeres malabaristas en una sociedad desigual. Buenos Aires: Siglo Veintiuno. 2014
FEDERICI, SILVIA. “Teorizando e politizando o trabalho doméstico”. In: O ponto zero da
revolução. Editora Elefante, 2019.
FRASER, Nancy. Da redistribuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça numa era “póssocialista”. Cadernos De Campo (São Paulo), 15(14-15), 231-239.
https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v15i14-15p231-23, 2006
GONZÁLVEZ TORRALBO, Herminia. LOS CUIDADOS EN LA MIGRACIÓN
TRANSNACIONAL. SUR 24 - v.13 n.24 • 43 - 52 | 2016
HIRATA, Helena e ARAUJO GUIMARÃES, Nadya. Cuidado e cuidadoras: as varias faces do
trabalho do care. São Paulo, Atlas, 2012 [Intruducción]
HIRATA, Helena e ARAUJO GUIMARÃES, Nadya. El cuidado en América Latina : mirando
los casos de Argentina, Brasil, Chile, Colombia y Uruguay / [Introducción] - 1a ed . - Ciudad
Autónoma de Buenos Aires: Fundación Medifé Edita, 2020.
MAGLIANO, M. José. Interseccionalidad y migraciones: potencialidades y desafíos. Estudos
Feministas, Florianópolis, 23(3): 691-712, setembro-dezembro/2015
PAUTASSI, L Y ZIBECCI, C. (2013). “Las fronteras del cuidado”. Buenos Aires. Biblos.
RODRÍGUEZ ENRÍQUEZ, C. Y MARZONETTO, G. Organización Social del Cuidado y
Desigualdad: el déficit de políticas públicas de cuidado en Argentina. Perspectivas de Políticas
Públicas, 4(8), 103-134. (2016).
ROSAS, Carolina, BORGEAUD GARCIANDÍA, Natacha, MALLIMACI, Ana Inés y
MAGLIANO, María José Migraciones sur-sur y trabajos de cuidado. Aportes desde el contexto
argentino.

Aula 2: "Da ética do cuidado à cidade cuidadora"
- Da autonomia à interdependência
- A ética do cuidado
- Os arranjos de cuidado
- Cidades cuidadoras

DEBERT, Guita; PULHEZ, Mariana (org.). Desafios do cuidado: gênero, velhice e deficiência.
Campinas: UNICAMP/IFCH, 2017.
FAZZIONI, Natália. Nascer e morrer no Complexo do Alemão: políticas de saúde e arranjos de
cuidado. 2018. Tese (Doutorado em Antropologia Cultural) – Universidade Federal do Rio de
janeiro, Rio de Janeiro, 2018.
HELENE, Diana. ““Eu quero sair daqui!”: do isolamento doméstico a coletivização do
cuidado”. In: BORGES, Andrea; MARQUES, Leila. (Org.). Reflexões durante a pandemia:
coronavírus e as cidades no Brasil. 1ed.Rio de Janeiro: Outras Letras, 2020. MOL, Anemmarie. “Care: putting practice in theory”. In: MOL, A.; MOSER, I.; POLS, J. Care
in Practice: On Tinkering in Clinics, Homes and Farms. Amsterdam: Transcript, 2010. ________. The logic of care: health and the problem of patient choice. New York: Routledge,
2008.
TRONTO, Joan. Moral boundaries: a political argument for an ethic of care. Londres:
Routledge, 2009.
VALDIVIA, Blanca. “Del urbanismo androcéntrico a la ciudad cuidadora”. In: Hábitat y
sociedade, nº 11, Universidad de Sevilla, noviembre de 2018:64-84

Aula 3: Da economia feminista a um olhar interseccional sobre o cuidado
- Interseccionalidade e consubstancialidade
- A cor, o gênero e a classe das epidemias
- Quem cuida de quem?

HIRATA, Helena. Gênero, classe e raça Interseccionalidade e consubstancialidade das relações
sociais. Tempo soc. [online]. 2014, vol.26, n.1 [cited 2020-06-08], pp.61-73.
AUDRE LORD “Não existe hierarquia de opressão” em: “Pensamento Feminista: Conceitos
Fundamentais”. Org. Heloisa Buqrque de Hollanda. Rio de Jnaeiro: Bazar do Tempo, 2019.
AUDRE LORD “Idade, raça, classe e gênero: mulheres redefinindo a diferença” de em
“Pensamento Feminista: Conceitos Fundamentais”. Org. Heloisa Buqrque de Hollanda. Rio de
Jnaeiro: Bazar do Tempo, 2019.
BEATRIZ NASCIMENTO “A mulher negra e o amor” em “Pensamento Feminista Brasileiro:
Formação e contexto. Org. Heloisa Buarque de Hollanda. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo,
2019.
FEDERICI, Silvia. O Ponto Zero da Revolução: Trabalho Doméstico, Reprodução e Luta
Feminista. São Paulo: Elefante, 2019.
PIMENTA, Denise. Pandemia é coisa de mulher: Breve ensaio sobre o enfrentamento de uma
doença a partir das vozes e silenciamentos femininos dentro das casas, hospitais e na produção
acadêmica. TESSITURAS, V8, S1, JAN-JUN 2020. Pelotas | RS. Disponível em:
https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/tessituras/article/view/…
TRONTO, Joan. Riesgo o cuidado?. Buenos Aires: Editora Fundación Medifé, 2020.
VERGÈS, Françoise. Um feminismo Decolonial. São Paulo: Editora UBU, 2020.

Aula 4: O cuidado em chave decolonial
- Uma epistemologia afro latino americana
- Bem Viver
- Comunalidade
- Feminismo comunitario

DA GRAÇA COSTA, Maria “Agroecologia, ecofeminismo e bem viver: emergências
decoloniais no movimento ambientalista brasileieo” em “Pensamento Feminista Hoje:
Perspectivas Decolonial”. Org. Heloisa Buarque de Holanda. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo,
2020.
GONZALEZ, LÉLIA. A categoria político- cultural de amefricanidade. Tempo Brasileiro, Rio
de Janeiro, n. 92/93, p. 69-82, jan./jun. 1988 em: Buarque de Holanda, Heloisa (Org)
“Pensamento Feminista Hoje: Perspectivas Decolonial”. Org.. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo,
2020.
LUGONES, MARIA. Género y colonialidad, Tabula Rasa. Bogotá - Colombia, No.9: 73-101,
julio-diciembre 2008 ISSN 1794-2489
DOS SANTOS, Luciane Lucas « Deve a economia feminista ser pós-colonial? Colonialidade
económica, género e epistemologias do Sul », Revista Crítica de Ciências Sociais [Online],
114 | 2017
KILOMBA, Grada. Cáp. 3 “Quem pode falar?”: Falando no centro. Descolonizando o
conhecimento. Em: Memórias da plantação. Episódios do racismo cotidiano.
CURIEL, Ochy. Construindo metodologias feministas a partir do feminismo decolonial. Em:
Buarque de Holanda, Heloisa (Org) “Pensamento Feminista Hoje: Perspectivas Decolonial”.
Org.. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2020.
MINOSO, Yuderkys Espinosa. Hacer genealogía de la experiencia: el método hacia una crítica
a la colonialidad de la Razón feminista desde la experiencia histórica en América Latina. Rev.
Direito Práx. [online]. 2019, vol.10, n.3
RIVERA CUSICANQUI, Silvia. Ch’ixinakax utxiwa. Una reflexión sobre prácticas y discursos
descolonizadores. Buenos Aires: Tinta Limón, 2010.Pinturas. 80 pp.
Julieta Paredes, « El feminismocomunitario: la creación de un pensamiento
propio », Corpus [En línea], Vol. 7, No 1 | 2017
SEGATO, Rita Laura (2014) “La Crítica de la Colonialidad en ocho ensayos. Buenos Aires:
Prometeo, de próxima aparición.

Programa

1. PROGRAMA COMPLETO
Unitat 0: Domini.cat
GRAMÀTICA
-Alfabet
-Signes ortogràfics
LÈXIC
- Paraules en català
- Frases de classe
FONÈTICA
- Les lletres i els sons del català
CULTURA
- Imatges dels Països Catalans
- El territori on es parla català
Unitat 1: Tot un món
GRAMÀTICA
-Articles personals
-Articles definits
-Pronoms forts: jo, tu, ell, ella, vostè
-Pronoms febles: em, et, es, en
-Interrogatius: com, qui, quants, quantes, quines, d’on, per què
-Adjectius de nacionalitat: gènere
- Numerals de l’1 al 100
-Preposicions: de, per
-Present d’indicatiu: ser, dir-se, tenir, parlar, estudiar
LÈXIC
- Noms de països, nacionalitats i llengües
FONÈTICA
- Entonació de preguntes i respostes
- El verb dir-se
CULTURA
- Noms i cognoms
Unitat 2: Família, amics i coneguts
GRAMÀTICA
-Possessius
-Demostratius: aquest, aquesta, aquests, aquestes
-Pronoms forts: nosaltres, vosaltres, ells, elles, vostès
-Pronoms febles: ens, us, es
-Interrogatius: de què
-Substantius i adjectius: gènere i nombre
-Present d’indicatiu: ser, dir-se, tenir, parlar, estudiar, treballar, fer, viure
-Preposicions: a, en, de
-Connector: però
LÈXIC
-Noms de professions
-Noms de parentiu

-Adjectius per descriure persones
FONÈTICA
- La grafia i el so ny
CULTURA
- L’hereu i la pubilla
Unitat 3: Per a tots els gustos
GRAMÀTICA
-Quantificadors: molt, força, bastant, una mica, gaire, gens
-Pronoms de complement indirecte: m’ (a mi), t’ (a tu), li (a ell, a ella, a vostè), ens (a nosaltres), us (a
vosaltres), els (a ells, a elles, a vostès)
- Present d’indicatiu: agradar, suportar, odiar, encantar, escoltar, anar, sortir, llegir
- Connector: doncs
LÈXIC
-Noms dels dies de la setmana
-Noms de les estacions
-Noms i verbs relacionats amb el món del lleure
- Verbs que indiquen gustos
- A mi, també / a mi, tampoc / a mi, sí / a mi, no / jo, també / jo, tampoc / jo, sí / jo, no
FONÈTICA
- L’apostrofació dels pronoms
- El verb llegir
CULTURA
- El temps lliure dels joves
Unitat 4: Les coses de cada dia
GRAMÀTICA
-Expressions temporals: abans de, després de, havent dinat, havent sopat, sempre, mai, sovint...
-Present d’indicatiu
-Preposicions: de... a..., des de... fins a..., entre... i...
-Connector: perquè
LÈXIC
-Parts del dia
-Adjectius per descriure persones
-Verbs que indiquen activitats quotidianes
- Noms d’establiments
FONÈTICA
-Els sons [ʒ] i [ʃ]
-Les terminacions del present d’indicatiu
CULTURA
- Els horaris dels catalans
2. BIBLIOGRAFIA
ALABADÍ, J. [et al.]. D’ací i d’allà: Oral A2. València: Tabarca Llibres, 2010.
BADIA, D.; PÉREZ, M. Camí de Ronda: 40 primeres classes de català. Vic: L’Àlber, 2015.
BASTONS, N. [et al.].Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide, 2012.
BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Bàsic 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova, 2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell bàsic (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes.
Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També
disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans: 2019.
MAS, M. [et al.]. Veus: Curs de català: Nivell 1. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2010.
MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 1: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona:
Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.

CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala
Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ
LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017.
https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

Programa

 

 

Detalhamento:

MÉTODO “ KLIK EM GREGO”

Publicado pelo Centro para a Língua Grega – do Ministério de Educação, o KLIK é o livro de curso grego mais completo e confiável. É um livro inovador para aprender grego moderno como segunda língua / língua estrangeira. Baseia-se no novo programa de exame detalhado, implementando métodos de ensino contemporâneos e é constantemente enriquecido com material novo em formato digital.
KLIK sta Ellinika compreende opções úteis e funcionais que permitem aos alunos aprender e praticar o grego moderno de maneira rápida e fácil. Quando o aluno inicia este curso ele estabelece as bases para a Certificação em grego moderno.

Data Conteúdo da aula


18/02/25 Unidade 1: Vocabulário "apresentação" p18-21
21/02/25 Unidade 1: Vocabulário "profissões" e Gramática “presente” p22-26
25/02/25 Unidade 1: Vocabulário “casa” e Gramática "adjetivos"p 27-31
28/02/25 Unidade 1: Gramática “plural” p32-35
04/03/25 Feriado
07/03/25 Feriado
11/03/25 Unidade 1: Gramática "pretérito perfeito” 36-39
14/03/25 Unidade 2: Vocabulario “eventos” p40-46
17/03/25 Unidade 2: Gramática "possessivo" p47-52
21/03/25 Unidade 2: Vocabulário “propaganda” p52-55
25/03/25 Unidade 2: Vocabulario “eventos” p40-46
28/03/25 Unidade 2: Gramática "possessivo" p47-52
01/04/25 Unidade 2: Vocabulário “propaganda” p52-55
04/04/25 Unidade 2: Escrita “propaganda” 56-59
08/04/25 Unidade 2: Gramática “pronomes pessoais” p59-63
11/04/25 Unidade 3: Vocabulário “viagem” p64-68
15/04/25 Unidade 3: Gramática "adjetivos"p 69-73
18/04/25 Feriado
22/04/25 Emenda de Feriado
25/04/25 Unidade 3: Vocabulario “tempo” p74-80
29/04/25 Unidade 4 Vocabulário “cartas” p88-91
02/05/25 Emenda de Feriado
06/05/25 Unidade 4 Vocabulário "abreviações" p92-96
09/05/25 Unidade 4 Gramática “discurso indireto” p 97-99
13/05/25 Unidade 5 Vocabulario “casa” p102-106
16/05/25 Unidade 5 Gramática "subjuntivo-imperativo" p107-110
20/05/25 Unidade 5 Vocabulario “comida” p111-116
23/05/25 Unidade 6 Vocabulário “escola” p120-125
27/05/25 Unidade 6 Gramática “conditional” p126-131
30/05/25 Unidade 6 Gramática “discurso indireto” p132-137

Programa

Aula 1: chegada do socialismo nos Bálcãs.

Nesta aula apresentaremos o curso e iniciaremos as
discussões refletindo sobre o desenvolvimento do nacionalismo na região no século XIX e seu impacto na formação dos países, bem como a chegada do socialismo após a Segunda Guerra Mundial. O objetivo é refletir sobre as diferentes manifestações de nacionalismo e socialismo na região. Nesta aula também iniciaremos as apresentações de alguns monumentos importantes.
PONS, Sílvio. A Revolução Global: história do comunismo internacional, 1917-1991. Rio de
Janeiro: Contraponto, 2014.

Aula 2: tensões e aproximações entre socialismo e nacionalismo na Iugoslávia e na Bulgária.

Nesta aula discutiremos as especificidades do regime socialista na Bulgária e na Iugoslávia, salientando como cada país lidou de forma diferente com a relação entre nacionalismo e socialismo, e como isso se refletiu nos monumentos construídos.
VASILEVA, Aneta; KALEVA, Emilia. “Recharging socialism: Bulgarian socialista monuments in
the 21 st Century. In: Studia Ethnologica Croatia, 2017.
NOWAK, Ilhana. “Lost in Time? The Socialist Modernist Monuments of the Former Yugoslavia
and Their Shifting Conceptualization”. In: Acta Universitatis Wratislaviensis, N. 4158, 2023.

Aula 3: formas internacionalistas de nacionalismo na Macedônia.

Nesta aula, discutiremos as reformas realizadas na cidade de Skopie, capital da Macedônia, em dois momentos distintos. O primeiro, envolvendo a ONU e o arquiteto modernista japonês Kenzo Tange, ocorre após um grande terremoto que devastou a cidade nos anos 1960. O segundo, ocorre na década de 2010, já em um contexto pós- socialista e de tentativas da Macedônia de se aproximar da União Europeia.
ALIK, Belma. “The Architectural Transformation of Skopje from 1963 earthquake to today”. In:
The Journal of International Social Research, vol 13, 2020.
KOZIURA, Karolina. “The struggle over memory hidden in the contemporary cityscape: the
example of Skopje 2014, Macedonia”. In: Journal of Urban Ethnology 12/2014.

Aula 4: formas socialistas e balcânicas de habitação, a tensão entre regional e internacional.

Nesta aula discutiremos os projetos habitacionais na antiga Iugoslávia, explorando a relação entre modelos ligados ao movimento modernista e modelos mais voltados para as raízes otomanas da região. Discutiremos também o caso do Blok 5, construído em Montenegro e refletindo a política oficial do país de “auto- gestão”.
IGNJATOVIC, Aleksandar; SOJILKOVIC, Danica. “Practising Dialectical Materialism: The Balkan
House and Archtecture in Socialist Yugoslavia”. In: Journal of Contemporary History, vol. 59 (1), 2024.
HORVAT, Lea. “Housing Yugoslav Self-Management: Blok 5 in Titograd”. In: Histories of
Postwar Archtecture n.6, vol.3, 2020.

Aula 5: monumentos socialistas no pós-socialismo.

Nesta aula refletiremos sobre o manejo de
monumentos socialistas após a transição para o capitalismo, com ênfase para o caso da cidade de Sófia, capital da Bulgária. Assim, analisaremos alguns casos nos quais monumentos foram
preservados, ressignificados ou mesmo destruídos, buscando refletir sobre formas de lidar com a memória e os monumentos públicos em sociedades em transformação.
VUKOV, Nikolai. “Monuments and Memorial Spaces of Socialist Bulgaria”. In: SCHORCH,
Philipp; HABIT, Daniel (ed.). Curating (Post-)Socialist Environments. Berlin: Transcript, 2021.

Programa

Conteúdo programático


- Apresentação do curso
- A sociedade moçambicana entre 1940 – 1950
- Noémia de Sousa: escritora e militante política
- Correntes literárias: imbricações possíveis
- Roda de leitura: análise e leitura de poemas

Bibliografia básica


BOSI, Alfredo. Poesia resistência. In: _____. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix, 1977.
CABAÇO, José Luís. Moçambique: identidade, colonialismo e libertação. São Paulo: Editora da Unesp, 2009.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade. São Paulo: Companhia editora nacional, 1976.
CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1989.
CHABAL, Patrick. Vozes moçambicanas. Lisboa: Vega, 1994.
EAGLETON, Terry. Literatura e História. In: ____. Marxismo e Crítica Literária. Porto: Afrontamentos, 1976.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1968.
FANON, Frantz. Pele negra máscaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008.
MINDOSO, André Victorino. Os assimilados de Moçambique: da situação colonial à experiência socialista. Tese (doutorado em sociologia). Programa de Pós-graduação em Sociologia. Departamento de Sociologia. Setor de Ciências Humanas. Curitiba: Universidade do Paraná, 2017.
MINISTÉRIO DAS COLÔNIAS. Decreto-lei nº. 22:465. Acto colonial. Portugal: Paços do Governo da Rebublica, 1933.
MINISTÉRIOS DAS COLÔNIAS. Decreto-lei nº. 39.666. Estatutos dos indígenas portugueses das províncias da
Guiné, Angola e Moçambique. Portugal, 1954.
RODNEY, Walter A. Como a Europa subdesenvolveu a África.
SOUSA, Noémia de. Sangue Negro. Maputo: Associação dos Escritores Moçambicanos,1988.
ZAMPARONI, Waldemir. “Da escravatura ao trabalho forçado: teorias e práticas”.
ZAMPARONI, Waldemir. Gênero e trabalho doméstico numa sociedade colonial: Lourenço Marques, Moçambique, c. 1900-1940.

Programa

COMPOSIÇÃO DO CURSO
(TOTAL DE 180 HORAS)

MÓDULO 1: ESTUDOS DE LÍNGUA COREANA (36 hr)
Fundamentos do estudo de língua coreana, Norma padrão da língua coreana, História de língua coreana, Fonologia de
coreano, Gramática de coreano, Lexicologia de coreano, Semantica de coreano, Pragmatica de coreano ETC
MÓDULO 2: LÍNGUISTICA (12 hr)
Teoria de aquisição de lingua estrangeira, Linguistica comparativa, Linguistica aplicada, Fundamentos de linguística,
Sociolinguistica, Psicolinguistica ETC
MÓDULO 3: PEDAGOGIA DE COREANO (54 hr)
Fundamentos da educação de língua coreana, Didatica de língua coreana, Ensino de linguagem oral de língua coreana,
Ensino de linguagem escrita de língua coreana, Ensino de leitura de língua coreana, Ensino de produção de texto em
língua coreana, Ensino de pronúncia de língua coreana, Ensino da gramática de língua coreana, Ensino dos vocabulários
de língua coreana, Ensino da cultura coreana, Curriculo na educação de língua coreana, Medição e avaliação de língua
coreana, Política educacional de língua coreana, Tradução de língua coreana ETC
MÓDULO 4: CULTURA COREANA (18 hr)
Fundamentos da educação de língua coreana, Didatica de língua coreana, Ensino de linguagem oral de língua coreana,
Ensino de linguagem escrita de língua coreana, Ensino de leitura de língua coreana, Ensino de produção de texto em
língua coreana, Ensino de pronúncia de língua coreana, Ensino da gramática de língua coreana, Ensino dos vocabulários
de língua coreana, Ensino da cultura coreana, Curriculo na educação de língua coreana, Medição e avaliação de língua
coreana, Política educacional de língua coreana, Tradução de língua coreana ETC
MÓDULO 5: PRATICAS DO ENSINO DE COREANO (60 hr)
Aulas supervisionadas, Aulas simuladas, Estágio ETC

PROGRAMA COMPLETO
Aula 01 – 06/Mar (seg): Fundamentos do estudo de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 02 – 08/Mar (qua): Teoria de aquisição de língua estrangeira (3h) [Módulo 2]
Aula 03 – 13/Mar (seg): Fundamentos do estudo de língua coreana 1 (3h) [Módulo 1]
Aula 04 – 15/Mar (qua): Fundamentos do estudo de língua coreana 2 (3h) [Módulo 3]
Aula 05 – 20/Mar (seg): Didática de língua coreana 1 (3h) [Módulo 3]
Aula 06 – 22/Mar (qua): Didática de língua coreana 2 (3h) [Módulo 3]
Aula 07 – 27/Mar (seg): Norma padrão da língua coreana 1 (3h) [Módulo 1]
Aula 08 – 29/Mar (qua): Norma padrão da língua coreana 2 (3h) [Módulo 1]
Aula 09 – 10/Abr (seg): Currículo na educação/língua coreana (3h) [Módulo 3]

Aula 10 – 12/Abr (qua): Estudo do material didático (3h) [Módulo 3]
Aula 11 – 17/Abr (seg): Morfologia de língua coreana (3h) [Módulo 1]
Aula 12 – 19/Abr (qua): Sintaxe de língua coreana (3h) [Módulo 1]
Aula 13 – 24/Abr (seg): Ensino de leitura de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 14 – 26/Abr (qua): Ensino de produção de texto em língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 15 – 03/Mai (qua): Fonologia de coreano 1 (3h) [Módulo 1]
Aula 16 – 08/Mai (seg): Fonologia de coreano 2 (3h) [Módulo 1]
Aula 17 – 10/Mai (qua): Ensino de pronúncia de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 18 – 15/Mai (seg): Ensino da gramática de língua coreana 1 (3h) [Módulo 3]
Aula 19 – 17/Mai (qua): Sociedade da Coreia moderna (3h) [Módulo 4]
Aula 20 – 22/Mai (seg): História da Coreia (3h) [Módulo 4]
Aula 21 – 24/Mai (qua): Ensino da gramática de língua coreana 2 (3h) [Módulo 3]
Aula 22 – 29/Mai (seg): Ensino da gramática de língua coreana 3 (3h) [Módulo 3]
Aula 23 – 31/Mai (qua): Cultura coreana (3h) [Módulo 4]
Aula 24 – 05/Jun (seg): Cultura tradicional da Coreia (3h) [Módulo 4]
Aula 25 – 07/Jun (qua): Ensino da cultura coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 26 – 12/Jun (seg): Medição e avaliação de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 27 – 14/Jun (qua): História de língua coreana (3h) [Módulo 1]
Aula 28 – 19/Jun (seg): Lexicologia de coreano (3h) [Módulo 1]
Aula 29 – 21/Jun (qua): Ensino dos vocabulários de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 30 – 26/Jun (seg): Linguística aplicada (3h) [Módulo 2]
Aula 31 – 28/Jun (qua): Pragmática de coreano 1 (3h) [Módulo 1]
Aula 32 – 03/Jul (seg): Pragmática de coreano 2 (3h) [Módulo 1]
Aula 33 – 31/Jul (seg): Ensino de linguagem oral de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 34 – 02/Ago (qua): Ensino da audição em coreano (3h) [Módulo 3]
Aula 35 – 07/Ago (seg): Entendimento da cultura coreana 1 (3h) [Módulo 4]
Aula 36 – 09/Ago (qua): Entendimento da cultura coreana 2 (3h) [Módulo 4]
Aula 37 – 14/Ago (seg): Linguística comparativa 1 (3h) [Módulo 2]
Aula 38 – 16/Ago (qua): Linguística comparativa 2 (3h) [Módulo 2]
Aula 39 – 21/Ago (seg): Política educacional de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 40 – 23/Ago (qua): Professor de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 41 – 28/Ago (seg): Aula supervisionada 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 42 – 30/Ago (qua): Discussão supervisionada 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 43 – 11/Set (seg): Aula supervisionada 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 44 – 13/Set (qua): Discussão supervisionada 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 45 – 18/Set (seg): Aula supervisionada 3 (3h) [Módulo 5]
Aula 46 – 20/Set (qua): Discussão supervisionada 3 (3h) [Módulo 5]
Aula 47 – 25/Set (seg): Planos de ensino (Falar/ Ouvir/ Ler/ Escrever) 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 48 – 27/Set (qua): Planos de ensino (Falar/ Ouvir/ Ler/ Escrever) 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 49 – 02/Out (seg): Aula simulada (Falar/ Ouvir/ Ler/ Escrever) 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 50 – 04/Out (qua): Aula simulada (Falar/ Ouvir/ Ler/ Escrever) 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 51 – 09/Out (seg): Planos de ensino (Vocab/ Gram/ Pron/ Cultura) 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 52 – 11/Out (qua): Planos de ensino (Vocab/ Gram/ Pron/ Cultura) 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 53 – 16/Out (seg): Aula simulada (Vocab/ Gram/ Pron/ Cultura) 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 54 – 18/Out (qua): Aula simulada (Vocab/ Gram/ Pron/ Cultura) 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 55 – 23/Out (seg): Planos de ensino integrado 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 56 – 25/Out (qua): Planos de ensino integrado 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 57 – 30/Out (seg): Planos de ensino integrado 3 (3h) [Módulo 5]
Aula 58 – 01/Nov (qua): Aula simulada integrada 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 59 – 06/Nov (seg): Aula simulada integrada 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 60 – 08/Nov (qua): Discussão geral (3h) [Módulo 5]


BIBLIOGRAFIA
- NATIONAL INSTITUTE OF KOREAN LANGUAGE. Oeguk-ineul wihan Hangugeo munbbeop 1 [Gramática Coreana
para Estrangeiros 1]. Seul: CommunicationBooks, 2005.
- NATIONAL INSTITUTE OF KOREAN LANGUAGE. Oeguk-ineul wihan Hangugeo munbbeop 2 [Gramática Coreana
para Estrangeiros 2]. Seul: CommunicationBooks, 2005.
- KIM, J. H. Oegugeoroseo-ui Hangugeohak Gaeron [Introdução à Linguística Coreana como Língua Estrangeira]. Seul:
Pagijong Press, 2008
- WOO, H.S., BAE, D.Y. Hangugeo Eohwi-ui Ihae [Compreensão do Vocabulário Coreano para Ensino de Língua

Coreana]. Busan: BUFS Press, 2009
- KANG, H.H. et al. Hangugeo Gyowon-eul wihan Hangugeo Gyoyukak [Estudo do Ensino de Língua Coreana para
professores de coreano]. Seul: Korea National Open University Press, 2016

Programa

O ciclo Mestre Mateo é um circuito de cinema galego que exhibe nos lugares que forman parte da rede de salas as
películas finalistas dos Premios Mestre Mateo. A Academia Galega do Audiovisual co apoio da Área de Cultura da
Deputación da Coruña, a vicepresidencia da Deputación de Lugo, a Deputación de Pontevedra e a Deputación de
Ourense impulsan este programa de cinema dirixido a concellos, vilas, salas no estrangeiro que desexen incluir na
súa oferta cultural o mais destacado do audiovisual galego actual.
Froito da colaboración coa Secretaría Xeral de Emigración o Ciclo Mestre Mateo tamén está presente nas
Comunidades Galegas do exterior.
Esta iniciativa é posible grazas a implicación de persoas apaixoadas pola cultura e o cinema que, coa súa
xenerosidade, axudan a materializar o proxecto.
Filmes:
-Matria
-O corno
-Salta!
-Fatum
Documentais:
-A viaxe de Lucy
-Emoción, vida e teatro: A nave das Marías
-Chichi e mais eu
-Os espazos em branco
Para ver mais sobre o Ciclo Mestre Mateo entre na páxina web.
https://ciclomestremateo.gal/peliculas/

Programa

 

1. Conceito de arte. Produção artística e sociedade. As primeiras representações de visão do mundo. Pintura rupestre e a leitura do mundo. A escultura pré-histórica. A caverna contemporânea. 
2. A mitologia e o teatro clássico: aspectos gerais. As tragédias: Prometeu Acorrentado, de Ésquilo; Édipo Rei, de Sófocles. O espaço cênico. 
3. Roma: espaços urbanos e a leitura do social. 
4. Expressões artísticas da Idade Média. Iluminuras. Arte Cristã. A vida cultural no feudo. O teatro religioso e a poesia medieval. O gótico. O Casal Arnolfini, de Jan van Eyck. Gutenberg e a democratização do saber. 
5. Renascimento: a perspectiva. O resgate da Antiguidade Clássica. Expressões do Renascimento italiano. Giotto e a leitura do espaço. Leonardo Da Vinci. A leitura do humano em Michelangelo. Rafael sua obra no Vaticano. 
6. A arte de Arcimboldo. Países Baixos: Bosch na perspectiva sociocultural. Dürer e o acesso às obras de arte. Barroco Católico e Barroco Protestante. Luzes e sombras de Caravaggio. Velázquez e a leitura do espaço. Rubens e a interpretação das formas. Interiores e a leitura do cotidiano em Vermeer. 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
AUERBACH, E. Mimesis. São Paulo: Perspectiva, 2012. 
BRANDÃO, Junito de S. Teatro grego. Tragédia e Comédia. 12 ed. Petrópolis: Vozes, 2011. 
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 20 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006. 
CUMMING, R. Para entender a arte. São Paulo: Ática, 2010. 
DELL’ORTO, Luisa F. Roma antigua. Vida y cultura. Firenze: Scala, 1993. 
DEMPSEY, Amy. Estilos, escolas e movimentos. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. 
DONDIS, D. A. Sintaxe da Linguagem visual. (Trad. Jefferson Luiz Camargo). São Paulo: Martins Fontes, 2007. 
ECO, Umberto (org.) História da beleza. Rio de Janeiro: Record, 2004. 
ECO, Umberto (org.) História da feiúra. Rio de Janeiro: Record, 2007. 
HAUSER, A. História social da literatura e da arte. Vols. I e II. São Paulo: Martins Fontes, 2000. 
HESÍODO. Teogonia. A origem dos Deuses. (Estudo e tradução de Jaa Torrano) São Paulo: Roswitha Kempf, 1986. 
GOMBRICH, E.H. A história da arte. 16 ed. (Trad. Álvaro Cabral). Rio de Janeiro: LTC, 2012. 
JANSON, H. W.; JANSON, A. F. Iniciação à História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 2009. 
KURY, Gama. Dicionário de Mitologia grega e romana. 8 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2010. 
ORTEGA Y GASSET, J. Adão no paraíso e outros ensaios de estética. (Trad. Ricardo Araújo). São Paulo: Cortez, 2001. 
ORTEGA Y GASSET, J. Ensaios de estética (Mona Lisa, Três quadros do vinho e Velázquez). (Trad. e introd. Ricardo Araújo). São Paulo: Cortez, 2011. 
PRETTE, Maria Carla. Para entender a arte. História, linguagem, época, estilo. São Paulo: Globo, 2008. 
SILVA, Vitor Manuel de Aguiar e. Teoria da Literatura. 8 ed. Coimbra: Almedina, 2004. 
STRICKLAND, Carol. Arte Comentada – da pré-história ao pós-modernismo. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. 
TAVARES, Hênio. Teoria Literária. 11 ed. Belo Horizonte: Villa Rica, 1996. 
TIRAPELI, Percival. Arte Brasileira. Arte Colonial. Barroco e Rococó. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2006. 
VEZZOSI, Alessandro. Leonardo da Vinci. Arte e Ciência do Universo. (Trad. Monica Braga). Rio de Janeiro: Objetiva, 2006. 
WÖLFFLIN, Heinrich. Renascença e Barroco. (Trad. Mary Amazonas Leite de Barros e Antonio Steffen). 2 ed. São Paulo: Perspectiva, 2012. 
ZUMTHOR, Paul. Falando de Idade Média. (Trad. Jerusa Pires Ferreira). São Paulo: Perspectiva, 2009.