Programa

1. Abertura e introdução ao curso e Áreas protegidas e gestão dos seus sistemas
2. Biodiversidade, serviços ecossistêmicos e recursos naturais: diferentes perspectivas ambientais
3. Conselhos de gestão e áreas protegidas: ideal, realidade e caminhos em busca de efetividade
4. A comunicação como parte estratégica da gestão das áreas protegidas e seus conjuntos
5. Valores culturais das áreas protegidas
6. Territórios tradicionais – colaborações e conflitos com outras áreas protegidas e outros atores sociais
7. Territórios tradicionais – direitos e cosmovisões e implicações em modelos de governança e gestão
8. Populações tradicionais extrativistas e áreas protegidas
9. Turismo de base comunitária em áreas protegidas
10. O papel dos atores sociais e da gestão participativa nas áreas de proteção ambiental (APAs)
11. Áreas protegidas e sistemas locais
12. Gestão compartilhada com organizações da sociedade civil
13. Possibilidades de concessões de serviços de apoio à visitação e interesses sociais e ecológicos
14. Gestão de conjuntos áreas protegidas para promoção da saúde e do bem-estar
15. Princípios e diretrizes para uma gestão de conjuntos de áreas protegidas mais aberta, colaborativa, inclusiva e equitativa – um novo paradigma de gestão? e Avaliação qualitativa participativa e encerramento

Bibliografia

Barros, C.R. De M. B. de; Luz, L.; Zimmermann, N. de C. & Pacheco, L. (orgs.). 2017 [2015]. Extrativismo e conservação da biodiversidade: Aprendizados nas unidades de conservação de uso sustentável na Amazônia. Brasília: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). 110 p. [Disponível em https://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/comunicacao/publicacoes…, com última consulta em 2020 jun. 07.]
Bishop, K.; Dudley, D.; Phillips, A. & Stolton, S. 2004. Speaking a Common Language; the uses and performance of the IUCN System of Management Categories for Protected Areas. Cardiff University, International Union for Conservation of Nature (IUCN) and United Nations Environment Programme (UNEP), World Conservation Monitoring Centre (WCMC). 195 p. [Disponível em https://portals.iucn.org/library/sites/library/files/documents/2004-049….]
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Brasil (MMA). 2006b. Plano Nacional das Áreas Protegidas (Pnap). Brasília, Ministério do Meio Ambiente (MMA). 44 p. [Disponível em https://www.mma.gov.br/estruturas/205/_arquivos/planonacionaareasproteg…, com última consulta em 2019 set. 30.]
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CBD. 2012. Target 11 - Technical Rationale extended (provided in document COP/10/INF/12/Rev.1) // CDB. 2012. Meta 11. Fundamento técnico ampliado (documento COP/10/INF/12/Rev.1), em https://www.cbd.int/sp/targets/rationale/target-11/, de 2012 mai. 25 (com último acesso em 2020 jan. 03). Convention on Biological Diversity (CBD). // Convenio sobre la Diversidad Biológica (CDB).
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CDB. 2018. Decisión CBD/COP/DEC/14/8 – 14/8. Áreas protegidas y otras medidas eficaces de conservación basadas en áreas. Convenio sobre la Diversidad Biológica (CDB). // CBD. 2018. Decision CBD/COP/DEC/14/8 – 14/8. Protected areas and other effective area-based conservation measures. Convention on Biological Diversity (CBD). [Disponíveis em https://www.cbd.int/doc/decisions/cop-14/cop-14-dec-08-es.pdf e https://www.cbd.int/doc/decisions/cop-14/cop-14-dec-08-en.pdf, com última consulta em 2020 mai. 10.]
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Maretti, C.C. & Barros, M.I. A. de. 2020b. Saúde, natureza e áreas protegidas: Ao desejar saúde, deseje áreas protegidas (síntese divulgativa e documento de estudo). [Disponível em https://www.researchgate.net/publication/338804308_Saude_natureza_e_are….]
Maretti, C.C. & Simões, J.F. 2020. TICCAs: Análise da situação legal e da implementação no Brasil; Territórios e áreas conservados de povos indígenas e comunidades tradicionais e locais no Brasil e relações com os conceitos associados aos TICCAs. (Relatório completo.) Brasília: Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN). 251 p. (Com apoios de parceiros, inclusive Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Consórcio TICCA, Mupan, Natural Justice, entre outros.) [Disponível em https://ispn.org.br/site/wp-content/uploads/2020/09/Ticcas_Brasil_estud…, com última consulta em 2020 set. 21.] x` Maretti, C.C. & Simões, J.F. 2020. TICCAs: Análise da situação legal e da implementação no Brasil; Resumo executivo; Territórios e áreas conservados de povos indígenas e comunidades tradicionais e locais no Brasil e relações com os conceitos associados aos TICCAs. Brasília: Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN). 32 p. (Com apoios de parceiros, inclusive Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Consórcio TICCA, Mupan, Natural Justice, entre outros.) [Disponível em https://ispn.org.br/site/wp-content/uploads/2020/09/Ticcas_Brasil_estud…, com última consulta em 2020 set. 21.]
Maretti, C.C.; Wadt, L.H.O.; Gomes-Silva, D.A.P.; Maldonado, W.T.P. de V.; Sanches, R.A.; Coutinho, F. & Brito, S. da S. 2005. From pre-assumptions to a ‘just world conserving nature:’ the role of category VI in protecting landscapes. In: Brown, J.; Mitchell, N. & Beresford, M.(eds.). The protected landscape approach: linking nature, culture and community. Gland and Cambridge, IUCN, pp. 47–64. [Disponível em https://www.researchgate.net/publication/271841839_From_pre-assumptions… or https://portals.iucn.org/library/sites/library/files/documents/2005-006….]
Maretti, C.C. et alii. 2003. Brazil; lessons learned in the establishment and management of protected areas by indigenous and local communities. São Paulo and Gland, ed. author for IUCN (WCPA, CEESP-CMWG and TILCEPA). 72 p. (V World Parks Congress, Durban 2003.) [Disponível em http://cmsdata.iucn.org/downloads/cca_cmaretti.pdf ou https://www.researchgate.net/publication/271853244_Protected_areas_and_….]
Morin, E. 2006. Introdução ao pensamento complexo. Porto Alegre: Sulina. 120 p. (Original: Introduction à la pensée complexe. Éditions du Seuil, 2005. Tradução por Eliane Lisboa.)
Nicolescu, B. 1996. La Transdisciplinarité : Manifeste. Éditions du Rocher. 98 p. (Collection "Transdisciplinarité".) [Disponível em https://basarab-nicolescu.fr/BOOKS/TDRocher.pdf, com última consulta em 2020 maio 31.]
Pellin, A. et alii. 2019. Diálogos da Conservação: Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação. IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas. 44 p. [Disponível em https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms/files/41215/1576269054MOSUC_Se…, com última consulta em 2020 maio 21.]
Phillips, A. 2003. Turning ideas on their heads: a new paradigm for protected areas. George Wright Forum, 20, pp. 8-32. [Disponível em http://www.georgewright.org/202phillips.pdf.]
Ribeiro, D.O. de M. 2019. Parecer nº 00016/2019/Gabinete/PFE-ICMBio/PGF/AGU; NUP: 02070.005769/2018-53. (Assinado em 2019 nov. 11.) Procuradoria Federal Especializada Junto ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Advocacia Geral da União (AGU). 8 p.
Santos, B. de S. 2007. Para além do pensamento abissal; Das linhas globais a uma ecologia de saberes. Novos estudos, Cebrap, 79, pp. 71-94. [Disponível em https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-330020070…, com última consulta em 2020 maio 22.]
Santos, B. de. 2014. As epistemologias do Sul e as ciências sociais do futuro. [Palestra.] UFRS. (O sociólogo português Boaventura de Sousa Santos participou da conferência no início do segundo semestre letivo de 2014. O evento fez parte das comemorações dos 80 anos da UFRGS; com 1h 30 min.) [Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=tvZBoV4o86Y, com última consulta em 2020 fev. 26.]
Soares-F. B. et alii. 2010. Role of Brazilian Amazon protected areas in climate change mitigation. PNAS (www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.0913048107)
Souza, T. V. S. B. & Simões, H. B. 2019. Contribuições do Turismo em Unidades de Conservação Federais para a Economia Brasileira; Efeitos dos Gastos dos Visitantes em 2018; sumário executivo. Brasília: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). [Disponível em http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/agenda-presidente/contri….]
UICN. 2004b. Resolución 3.049, Áreas Conservadas por Comunidades, Congreso Mundial de Conservación, Bangkok 2004. Gland, Suiza: UICN (Unión Internacional por la Conservación de la Naturaleza). [Disponível em https://portals.iucn.org/library/sites/library/files/resrecfiles/WCC_20….]
UICN. 2008b. Resolución 4.050, Reconocimiento de los Territorios Indígenas de Conservación, Congreso Mundial de Conservación, Barcelona 2008. Gland, Suiza: UICN (Unión Internacional por la Conservación de la Naturaleza). // IUCN 2008. Resolution 4.050, Recognition of Indigenous Conservation Territories, World Conservation Congress, Barcelona 2008. Gland, Switzerland: IUCN (International Union for Conservation of Nature). [Disponíveis em https://portals.iucn.org/library/sites/library/files/resrecfiles/WCC_20… e https://portals.iucn.org/library/sites/library/files/resrecfiles/WCC_20….]
UICN. 2008c. Resolución 4.049, 4.038 Reconocimiento y conservación de los sitios naturales sagrados en áreas protegidas, Congreso Mundial de Conservación, Barcelona 2008. Gland, Suiza: UICN (Unión Internacional por la Conservación de la Naturaleza). // IUCN. 2008. Resolution 4.038, Recognition and conservation of sacred natural sites in protected areas, World Conservation Congress, Barcelona 2008. Gland, Switzerland: IUCN (International Union for Conservation of Nature). [Disponíveis em https://portals.iucn.org/library/sites/library/files/resrecfiles/WCC_20… e https://portals.iucn.org/library/sites/library/files/resrecfiles/WCC_20….]
Young, C.E.F. & Medeiros, R. 2018. Quanto vale o verde: a importância econômica das unidades de conservação brasileiras. Rio de Janeiro: Conservação Internacional (CI-Brasil). 180 p. [Colaboração entre CI, FBPN, Funbio, Semeia, SOS Mata Atlântica, WWF-Brasil e BID.] [Disponível em https://www.wwf.org.br/?66982/Quanto-Vale-o-Verde-A-Importncia-Econmica…, com última consulta em 2020 mar. 23.]

Programa

09/11 – Conceitos sobre transgressão psíquica e social fundamentos nas pesquisas psicolinguísticas; análise das concepções de identidade e ideologia de acordo com a perspectiva social.
16/11 – Recepção cerebral à linguagem e comportamento cognitivo humano
23/11 – Apresentação histórica de personalidades transgressoras e suas influências socioculturais
30/11 – Produções ficcionais: análise

Referência bibliográfica:

BRAIT, B. A personagem. São Paulo: Ática, 1990.
CASTELLS, M. O poder da identidade. Volume II. 3 ed. São Paulo: Editora Paz e Terra S/A tradução, 2002.
CHOMSKY, N. Linguagem e pensamento. Trad. F. M. Guimarães. Petrópolis: Vozes, 1977 [1. ed. Inglês 1968].
CIALDINI, R. B. As armas da persuasão. Rio de Janeiro: Sextante, 2012.
DAWKINS, R. O gene egoísta. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
EKMAN, P. A linguagem das emoções: revolucione sua comunicação e seus relacionamento reconhecendo todas as expressões das pessoas ao redor. São Paulo: Lua de Papel, 2011.
FAIRCLOUGH, N. Discurso e mudança social. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2001.
FOUCAULT, M. A ordem do discurso. São Paulo: Loyola, 1996. 79 p.
GIDDENS, A. Modernidade e Identidade. Tradução Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002.
HALL, S. A identidade cultural na Pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.
JAKOBSON, Roman. Linguística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 1971.
KERBRAT-ORECCHIONI, C. Texte et context. Scola-Sciences cognitives. Linguistique & Intelligence Artificielle. 6(1996):39-60.
KOTHE, F. O herói. São Paulo: Ática, 1985.
LACAN, J.. Da psicose paranoica em suas relações com a personalidade, seguido de primeiros escritos sobre a paranoia. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1987.
LOPES, V. F. O poder da renúncia sublimado no discurso: análise crítica de correspondências históricas. Mauritius: Novas Edições Acadêmicas, 2020.
LOPES, V. F; SILVA, D. E. G. da. Discurso e pobreza na ausência de escolhas: a voz feminina de identidades perdidas. In: SILVA, D. E. G. da. (org.) Práticas semiótico-discursivas – texto e imagem na (re)construção de identidade. Brasília: Thesaurus, 2019. p. 89-114.
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RAINE, A. A anatomia da violência: as raízes biológicas da criminalidade. Porto Alegre: Artmed, 2015.
ROSA, M. C. Introdução à (bio)linguística: linguagem e mente. São Paulo: Contexto, 2018.
SARAIVA, P. E. S. Cérebro, evolução e linguagem. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2014.
SAUSSURE, F. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 2003.
SILVA, A.. Mentes perigosas: o psicopata mora ao lado. São Paulo: Globo, 2014.
SILVA, D. E. G. da. Identidades enfraquecidas versus cidadania cultural. In: Sébastian Joachim (Org.). Diversidade cultural, linguagem e identidade, vol. I. Recife: Elógica, 2002 p. 51-68.
SOUZA, R. O.; MATTOS, P.; MIELE, F.; MALLOY-DINIZ, L. F. Neuropsicologia dos comportamentos antissociais. In: FUENTES, D. [et al.] Neuropsicologia: teoria e prática. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. pp. 287-296.
TINOCO, R. C.; LOPES, V. F. Literatura, cognição e o papel do professor na melhoria do aprendizado. In: SILVA, A. A. da e KUNZ, S. A. Da S. Kunz (Orgs.). Direitos humanos e educação. Uberlândia: Culturatrix, 2018, p. 54-70.
ZANELLO, V. Saúde mental, gênero e dispositivos: cultura e processos de subjetivação. Curitiba: Appris, 2018.

Programa

Comunicação: apresentar-se, informar-se sobre o outro, contar, comunicar-se em aula, cumprimentar e despedir-se em diferentes contextos, perguntar e dar informações pessoais, perguntar o preço, falar de sonhos e paixões, falar da cidade, nomear e localizar lugares na cidade, pedir e dar explicações, informar-se para se hospedar, agradecer e responder a um agradecimento, indicar um itinerário simples, escrever um cartão postal, dar impressões sobre um lugar, falar das atividades, falar do tempo, da profissão, do que gosta, de si e dos centros de interesse, propor, aceitar e recusar uma saída, marcar um encontro, convidar e dar instruções.


Vocabulário: línguas, nacionalidades, números de 0 a 100, alfabeto, momentos do dia, dias da semana, fórmulas de cumprimento formais e informais, elementos da identidade, meses do ano, expressão do que se gosta, alguns lugares da cidade, algumas expressões de localização, termos para se hospedar, algumas indicações de direção, algumas fórmulas de polidez, termos ligados à correspondência, fórmulas para começar e terminar um cartão postal, algumas profissões, algumas atividades esportivas e culturais, alguns nomes de animais, caracterização física e psicológica, termos ligados à saídas, o registro familiar.


Gramática: adjetivos de nacionalidade, verbos chamar-se, ser e ter, artigos definidos e indefinidos, ajectifs possessifs (pronomes possessivos), negação, presente dos verbos do 1º grupo, preposições com nomes de país, preposições de lugar com artigos contraídos, por que/porque, perguntas fechadas, pronomes demonstrativos, verbos da ordem do gostar seguidos de substantivo ou verbo, presente de alguns verbos seguidos de artigo contraído, masculino e feminino das profissões, masculino, feminino e plural dos adjetivos, pronomes tônicos, pronome on (a gente), imperativo.
Elementos de fonética: acentuação da última sílaba, distinção dos sons [y] e [u], entonação ascendente e descendente, pronúncia dos números, ligação da última sílaba com a seguinte, entonação de pergunta, distinção do feminino das profissões, marca do gênero nos adjetivos orais.


Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 1. Niveau A1. Paris: Hachette, 2017.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Programa

Aula 1 – 12/09/2024 – Apresentação do curso

Aula 2 – 19/09/2024 – A República Mundial das Letras (I)

Pascale Casanova, A República Mundial das Letras. Estação Liberdade: 2002, 23-200.

Aula 3 – 26/09/2024 – A República Mundial das Letras (II)

Pascale Casanova, A República Mundial das Letras. Estação Liberdade: 2002, pp. 217-427.

Aula 4 – 03/10/2024 – Kafka Indignado (I)

Pascale Casanova, Kafka Indignado. São Paulo: Edusp, 2024, pp. 37-91.

Aula 5 – 10/10/2024 – Kafka Indignado (II)

Pascale Casanova, Kafka Indignado. São Paulo: Edusp, 2024, pp. 123-279

Aula 6 – 17/10/2024 – Kafka Indignado (III)

Pascale Casanova, Kafka Indignado. São Paulo: Edusp, 2024, pp. 279-427

Aula 7 – 24/10/2024 – A Língua Mundial. Tradução e Dominação

Pascale Casanova, A Língua Mundial. Tradução e Dominação. São Paulo: Unb, 2021.

Aula 8 – 31/10/2024 – Conclusão do curso: Beckett e a revolução simbólica

Programa

1. O Migrante como Sujeito e Objeto da Sociologia : da Escola de Chicago ao paradigma das mobilidades
2. Desvendando o imaginário migratório: lendo Abdemalek Sayad (e Pierre Bourdieu)
3. Fronteiras do Sul: Migração Sul-Sul e o Brasil nas Rotas das Migrações Contemporâneas
4. Migrações, Identidade e Resistência no espaço urbano : o caso boliviano em SP
5. Discursos de Ódio e Políticas de Medo: A Migração nas Narrativas da Extrema Direita contemporânea
 

Cronograma:

ENCONTRO 1 | Terça-feira, 5 de agosto
O MIGRANTE COMO SUJEITO E OBJETO DA SOCIOLOGIA


Bibliografia básica
Oliveira, Márcio. O tema da imigração na sociologia clássica. Dados, Revista de Ciências Sociais, Rio
de Janeiro, vol. 57, n. 1, p. 73-100 (2014)
Bauman, Zygmunt. Turistas e vagabundos: os heróis e as vítimas da pós-modernidade. In: Bauman,
Zygmunt. O mal-estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Zahar (1998)
Scheel, Stephan; Tazzioli, Martina. Who is a migrant? Abandoning the nation-state point of view in the
study of migration. Migration Politics, v. 1, n. 1, (2022)
Bibliografia complementar
Kaufmann, Vincent; Bergman, Manfred; Joye, Dominique. Motility: mobility as capital. Ijurr, v. 28, n.
4, p. 745-756 (2004)
Amelina, Anna After the reflexive turn in migration studies: towards the doing migration approach.
Population, Space and Place, v. 27, n. 1 (2021)
De Sá Cotrim, Aline. Guedes, Alex. As contribuições da Escola Sociológica de Chicago para os estudos
migratórios e seus reflexos na Escola Livre de Sociologia e Política de São Paulo (ELSP), no Brasil, nas
décadas de 1940 e 1950. Faces da História, v. 9, n. 1, p. 305–330 (2022)
Zaretsky, Eli. Introduction. In: Thomas, William; Znaniecki, Florian. The Polish Peasant in Europe and
in America. Urbana and Chicago (1996)
Peixoto, João. Teorias explicativas das migrações: teorias micro e macrossociológicas. Socius (2004)

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ENCONTRO 2 | Terça-feira, 12 de agosto
A SOCIOLOGIA DA MIGRAÇÃO A PARTIR DOS IMAGINÁRIOS
Bibliografia básica
Sayad, Abdelmalek. A imigração ou os paradoxos da alteridade. São Paulo: Edusp, p. 44-72 (1998)
Sayad, Abdelmalek et al. La doble ausencia: de las ilusiones del emigrado a los padecimientos del
inmigrado. Barcelona: Anthropos, p. 19-25 (2010)
CRONOGRAMA DO CURSO

Indicações cinematográficas
O Brutalista (2024) | Brady Corbet | 200 min. | AppleTV
Nomadland (2021) | Chloé Zhao | 90 min. | Disney+
Lost, lost, lost (1976) | Jonas Mekas | 180 min. | Vimeo
A negra de... (1966) | Ousmane Sembène | 59 min. | PLEX
O imigrante (1917) | Charles Chaplin | 24 min. | YouTube

Dias, Gustavo. Da objetificação à humanização: uma leitura crítica sobre o conceito de imigrante na
obra de Abdelmalek Sayad. In: Dias, Gustavo; Bogus, Lucia; Pereira, José Carlos Alves; Baptista, Dulce.
A contemporaneidade do pensamento de Abdelmalek Sayad. São Paulo: Educ (2020)
Dahinden, Janine. Migranticization. In: Dahinden, Janine (ed). Encyclopedia of Global Migration.
Edward Elgar Publishing p. 358–360 (2025)
Bibliografia complementar
Mohammedi, Sidi; Ferreira, Carolina. A revolução copernicana de Abdelmalek Sayad. Travessia, v. 32,
n. 86, p. 39-46 (2019)
Dias, Gustavo; Avallone, Genaro. A produção de uma sociolinguística crítica sobre a representação do
migrante. REHMU, v. 32, p. 1-23 (2024)
Le Bras, Hervé. L’invention de l’immigré: le sol et le sang. La Tour d’Aigues: Éd. de l’Aube (2014)
Marandola Jr.; Eduardo; Dal Gallo, Priscila. Ser migrante: implicações territoriais e existenciais da
migração. Revista Brasileira de Estudos de População, v. 27, n. 2, p. 407–424 (2010)
Villamar, María del Carmen; Ribeiro, Gisele Maria. Abdelmalek Sayad e o pioneirismo do pensamento
pós-colonial nos estudos migratórios. In: Dias, Gustavo; Bogus, Lucia; Pereira, José Carlos Alves;
Baptista, Dulce. A contemporaneidade do pensamento de Abdelmalek Sayad. São Paulo: Educ (2020)
Varela Huerta, Amarela. Por el derecho a permanecer y pertenecer: sociología de lucha de migrantes.
Madrid: Traficantes de Sueños (2013)
Sayad, Abdelmalek; Bourdieu, Pierre. Dominação colonial e o saber cultural. Revista de Sociologia e
Política, n. 26, p. 41-60 (2006)

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ENCONTRO 3 | Quinta-feira, 14 de agosto
FRONTEIRAS E CAMINHOS DAS MIGRAÇÕES SUL-SUL E O LUGAR DO BRASIL
Bibliografia básica
Debray, Alix; Schewel, Kerilyn. Global trends in South-South migration. In: Crawley, Heaven; Teye,
Joseph Kofi (org.). The Palgrave handbook of South–South migration and inequality. N. York: Palgrave
(2024)
Amaya, Diana Paola; Andrade, Carolina Santos et al. Entre voces disidentes y hegemónicas: disputas
narrativas alrededor del Darién y sus transformaciones. In: Cavalcanti, Leonado; Díaz; Segura, Daisy,
Díaz, Mariela (org.). Migración, Estado e políticas. CLACSO (2025)
Baeninger, Rosana. O Brasil na rota das migrações latino-americanas. In: Baeninger, Rosana (org.).
Imigração boliviana no Brasil. Nepo/Unicamp, p. 7–18 (2012)
Indicações cinematográficas
Dahomey (2024) | Mati Diop | 68 min. | MUBI
Farewell Amor (2020) | Ekwa Msangi | 118 min. | MUBI

Joseph, Handerson. Diáspora: sentidos sociais e mobilidades haitianas. Horizontes Antropológicos, v.
21, n. 43, p. 51-78 (2015)
Bibliografia complementar
Fiddian-Qasmieyeh, Elena. Recentring the South in Studies of migration. In: Crawley, Heaven; Teye,
Joseph Kofi (org.). The Palgrave handbook of South–South migration and inequality. N. York: Palgrave
(2024)
Baeninger, Rosana et al (org.). Migrações sul-sul. Unicamp (2018)
Domeniconi, Joice, Baeninger, Rosana. O Brasil na rota das migrações internacionais qualificadas no
século XXI. In: X Encontro Nacional sobre Migração. Blucher (2017)
Batisai, Kezia. Retheorising migration: a South-South perspective. In: Pragna, Rugunanan; Xulu-Gama,
Nomkhosi. Migration in Southern Africa. IMISCOE (2022)
Miranda, Bruno. Movilidades haitianas en el corredor Brasil-México: Efectos del control migratorio y
de la securitización fronteriza. Periplos, v. 5, n. 1 p. 108-130 (2021)
Concha, Nanette Liberona. Los tránsitos transfronterizos como experiencias corporeizadas. Nueva
Sociedad, n. 316 (2025)

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ENCONTRO 4 | Terça-feira, 19 de agosto
MIGRANTE COMO OBJETO (DE ÓDIO) DA EXTREMA-DIREITA
Bibliografia básica
Culloty, Eileen; Suiter, Jane. How online disinformation and far-right activism is shaping public
debates on immigration. McAuliff, Marie. International Migration and Digital Technology. Londres:
Elgar (2021)
Zanetti, Lucas; França, Thais. Ativismo anti-imigração e extrema-direita na Europa: Entrevista com
Kristian Berg Harpviken. Tempo Social, n. 35 (2023)
Bibliografia complementar
Dahinden, Janine. A plea for the ‘de-migranticization’ of research on migration and integration. Ethnic
and Racial Studies, v. 39, n. 13, p. 2207-2225 (2016)
Agier, Michel. Refugiados diante da nova ordem mundial. Tempo Social, v. 18, n. 2, p. 197–215 (2006)
Indicações cinematográficas
Cidade pássaro (2020) | Matias Mariani | 102 min. | MUBI
Era o Hotel Cambridge (2016) | Eliane Caffé | 94 min. | YouTube

Ambrosini, Maurizio. The populist far right paradox: the identification of the enemy and its exceptions
in the immigration policies of the Meloni government in Italy. Comparative Migration Studies, v. 13,
n. 1 (2025)

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BÔNUS | Quinta-feira, 21 de agosto
PRESENÇA BOLIVIANA EM SÃO PAULO: NOVAS APROPRIAÇÕES SIMBÓLICAS
Bibliografia básica
Branco, Cristina. Marka, aylly e w’aka em São Paulo e em Buenos Aires: transterritorialização aymara
e quéchua em situação migratória. Espaço Ameríndio, v. 17, n. 1, p. 172-203 (2023)
Mendes, Vinícius de Souza. Entre a festa e a feira: ascensão e ritualidade festiva aimará. In: Ibañez,
Carmen (org). Como indios nos dominaran, como indios dominaremos. Frëie Berlin (2025) [NO PRELO]
Indicações cinematográficas
Nación Clandestina (1989) | Jorge Sanjinés| 122 min. | OkRU
Thakhi (2024) | Natali Mamani | 34 min. | YouTube
Calle Coimbra (2024) | Visto Permanente | 21 min. | YouTube
Nossa dor não é arte (2025) | Cholitas da Babilônia | 10 min. | YouTube

Bibliografia:
AGIER, Michel. Refugiados diante da nova ordem mundial. Tempo Social, v. 18, n. 2, p. 197–215, nov. 2006.
BAENINGER, Rosana. Migrações internacionais e a construção de pertencimentos. Estudos Avançados, São Paulo, v. 26, n. 75, p. 39–52, 2012.
BAENINGER, Rosana. Migrações internacionais no Brasil: entre a construção da política e os discursos institucionais. In: FELDMAN-BIANCO, Bela et al. (org.). Migrações: implicações passadas e desafios presentes. Campinas: NEPO/Unicamp, 2017.
BAENINGER, Rosana. Políticas migratórias e os desafios contemporâneos da governança das migrações. Revista Brasileira de Estudos de População, v. 36, 2019.
BAENINGER, Rosana; PERES, Renata T. Migrações sul-sul e o Brasil na rota dos deslocamentos internacionais. Revista Brasileira de Estudos de População, v. 35, n. 1, p. 1–16, 2018.
BAENINGER, Rosana; SILVA, Sidney Antonio da (orgs.). Imigração e cultura no Brasil: encontros e desencontros. Campinas: NEPO/Unicamp, 2022.
CASTLES, Stephen; MILLER, Mark J. A era das migrações: movimentos internacionais de população no mundo moderno. 4. ed. São Paulo: UNESP, 2013.
FELDMAN-BIANCO, Bela. Migração, refúgio e xenofobia no Brasil: notas etnográficas sobre os novos racismos. Revista Mana, v. 25, n. 2, p. 1–29, 2019.
FREIRE-MEDEIROS, Bianca; LAGES, Maurício. A virada das mobilidades: fluxos, fixos e fricções. Revista Crítica de Ciências Sociais, (123), 2020, 121-142.
FREIRE-MEDEIROS, Bianca A metrópole do capital de rede: mobilidades socioespaciais e iniquidades urbanas. Cadernos Metrópole, 26(60), 2024, 423-442.
RIGON, André. Mobilidades sul-sul: notas sobre uma antropologia das migrações. Cadernos de Campo, n. 24, p. 227–247, 2015.
SAYAD, Abdelmalek. A dupla ausência: das ilusões do emigrado às sofrências do imigrado. São Paulo: Edusp, 2004.
SAYAD, Abdelmalek. A imigração: ou os paradoxos da alteridade. São Paulo: Edusp, 1998.
SAYAD, Abdelmalek. A condição de imigrado. In: ______________. A imigração: ou os paradoxos da alteridade. São Paulo: Edusp, 1998. p. 133–158.
SAYAD, Abdelmalek. Imigração e “pensamento de Estado”. In: ______________. A imigração: ou os paradoxos da alteridade. São Paulo: Edusp, 1998. p. 77–102.
MENDES, Vinícius de Souza. A cidade em festa: fraternidades folclóricas bolivianas em São Paulo. Brazilian Journal of Latin American Studies, 20(39), 2021, 213-236.
SILVA, Sidney Antonio da. Migração, refúgio e desastres: a mobilidade como modo de vida. Campinas: NEPO/Unicamp, 2020.
SILVA, Sidney Antonio da. Migração, identidade e reconhecimento: reflexões sobre as formas contemporâneas de mobilidade. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 32, n. 94, p. 1–16, 2017.
SILVA, Sidney Antonio da. Movimentos migratórios e experiências urbanas: narrativas culturais e práticas de resistência. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 33, n. 96, 2018.
VARELA HUERTA, Amarela. “Luchas migrantes”: un nuevo campo de estudio para la sociología de los disensos. Desacatos, v. 12, n. 28, p. 145–170, maio 2015.

Programa

Aula 1: A independência na História e os jornais na historiografia
Independência do Brasil: história e historiografia
Jornais e panfletos como fonte: aspectos materiais e olhares renovados

Aula 2: Os debates dos jornais e panfletos da independência do Brasil
A liberdade de imprensa
Os primeiros jornais
O debate político dos panfletos

Aula 3: Acervos e métodos para entender o debate politico dos impressos
Guerra de Penas, Guerra de palavras: métodos de estudo dos impressos da independência
Acervos virtuais: repositórios para o estudo dos impressos no Brasil

Referências:
_______________ A guerra das penas: os impressos políticos e a independência do Brasil. Tempo. Revista do Departamento de História da UFF, Niterói, v. 4, n.8, p. 41-65, 1999.
ALONSO, Paula (compiladora). Construcciones impresas: panfletos, diarios y revistas en la formación de los Estados nacionales en América Latina, 1820-1920. México: Fondo de Cultura Económica, 2004.
CARVALHO, José Murilo de. NEVES, Lucia Maria Bastos Pereira das. BASILE, Marcello Otávio de Neri Campos (Orgs.). Às armas, cidadãos! Panfletos manuscritos da independência do Brasil (1820-1823).São Paulo / Belo Horizonte: Companhia das Letras / Editora UFMG, 2012.
CARVALHO, José Murilo. NEVES, Lúcia M. Bastos. BASILE, Marcello. (Orgs). Guerra literária. Panfletos da independência do Brasil (1820-1823). Volume 1. Cartas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014
COSTA, Wilma Peres. A independência na historiografia brasileira. In: JANCSÓ, István (Org.). Independência: história e historiografia. 1º ed. São Paulo: Hucitec, 2005.
FERNÁNDEZ SEBASTÍÁN, Javier. Guerra de palavras. Lengua y política en la revolución de España. In: RÚJULA, Pedro. CANAL, Jordi. (eds.). Guerra de ideas. Política y cultura en la España de la Guerra de la Independencia. Madrid: Marcial Pons, 2011.
GLAVE, Luis Miguel. Del pliego al periódico. Prensa, espacios públicos y construcción nacional en Iberoamérica. In: Debates y perspectivas. Cuaderno de historia y ciencias sociales, nº 03, dezembro de 2003.
GOMES CABRAL, Flávio José. Conversas reservadas, vozes públicas. Conflitos políticos e rebeliões em Pernambuco no tempo da independência do Brasil. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2013.
JASMIN, Marcelo Gantus e FERES Jr., João (orgs.). História dos conceitos: debates e perspectivas. Rio de Janeiro: Editora PUC-Rio, Loyola, IUPERJ, 2006.
LEITE, Renato Lopes. Republicanos e libertários. Pensadores radicais no Rio de Janeiro (1822). Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2000.
LUSTOSA, Isabel. Insultos impressos: a guerra dos jornalistas na Independência (1821-1823). São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
MARTINS, Ana Luiza. LUCA, Tania Regina de, (org.). História da imprensa no Brasil.. São Paulo: editora contexto, 2008.
MOREL, Marco. As transformações dos espaços públicos: imprensa, atores políticos e sociabilidades na Cidade Imperial, 1820-1840. São Paulo: Hucitec, 2005.
MOREL, Marco. BARROS, Mariana M. Palavra, imagem e poder: o surgimento da imprensa no Brasil do século XIX, Rio de Janeiro, DP&A, 2003.
NEVES, Lúcia M. Bastos P. Corcundas e constitucionais. A cultura política da independência (1820-1822). Rio de Janeiro: Revan/FAPERJ, 2003.
NEVES, Lúcia M. Bastos P. MOREL, Marco. FERREIRA, Tania Maria Bessone (org.). História e imprensa: representações culturais e práticas de poder. Rio de Janeiro: DP & A: FAPERJ, 2006.
OLIVEIRA, Cecília Helena de Salles. O disfarce do anonimato. O debate político através dos folhetos:1820-1822.Dissertação de mestrado. USP, São Paulo, 1979.
Paulo: Hucitec, 2006.
SLEMIAN, Andréa. Vida política em tempo de crise: Rio de Janeiro (1808-1824). São Paulo: Hucitec, 2006.
SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa no Brasil. Ed. 2 Rio de Janeiro: editora Graal,1977.
VERDELHO, Telmo dos Santos. As palavras e as ideias na Revolução Liberal de 1820. Coimbra: Instituto Nacional de Investigação Científica, 1981.

Programa

Conteúdo do curso:

Fundamentos de Programação
Compreender conceitos básicos de programação em Python
Dominar estruturas fundamentais: variáveis, listas, dicionários e funções
Aprender a manipular diferentes tipos de dados
Dominar a biblioteca pandas para análise de dados
Realizar limpeza e preparação de dados sociais
Aprender a importar e exportar dados em diferentes formatos (CSV, Excel, JSON)
Utilizar técnicas de visualização de dados com matplotlib e seaborn
Calcular estatísticas descritivas
Identificar padrões e tendências em dados sociais

Aplicar métodos de correlação e regressão
Executar testes de hipóteses relevantes para pesquisa social
Aprender técnicas de web scraping para coletar dados online
Acessar APIs de redes sociais e bases de dados públicas
Automatizar processos de coleta de dados
Dominar conceitos básicos de NLP usando NLTK e spaCy
Utilizar WordNet para análise semântica e lexical
Implementar Latent Dirichlet Allocation (LDA) usando gensim
Aplicar técnicas de pré-processamento específicas para modelagem de tópicos
Calcular métricas centrais de rede (centralidade, densidade, modularidade)
Criar visualizações efetivas de redes usando gephi

 

Programa

Aula 1 (03/02): Marcadores Sociais da Diferença
ZAMBONI, Marcio. Marcadores sociais da diferença. In: Sociologia: grandes temas do conhecimento (Especial Desigualdades). São Paulo, pp. 13-18, 2014.
FACCHINI, Regina. “Não faz mal pensar que não se está só”: estilo, produção cultural e feminismo entre as minas do rock em São Paulo. In: Cadernos Pagu, (36), pp. 117-153, janeiro-junho de 2011.

Aula 2 (05/02): Antropologia, musicar e participação
HIKIJI, Rose Satiko Gitirana. A música e o risco. São Paulo: Edusp, 2006. (cap. 1, pp. 47-70).
VILLELA, Alice et al. O musicar como trilha para a etnomusicologia. In: Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n° 73, pp. 17-26, 2019.
BERTHO, Renan Moretti. Performance, significado e interação no musicar participativo/apresentacional de uma roda de choro. In: Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n° 73, pp. 83-99, 2019.
(Leituras Complementares): SMALL, Christopher. Musicking: the meaning of performance and
listening. Middletown: Wesleyan University Press, 1998. (prelúdio, pp. 1-18)
TURINO, Thomas. Music as social life: the politics of participation. Chicago, Londres: University of Chicago Press, 2008. (cap. 2, pp. 23-65)

Aula 3 (10/02): (Trans)localidade
APPADURAI, Arjun. Soberania sem territorialidade: notas para uma geografia pós-nacional. In: Novos Estudos CEBRAP, n°49, novembro de 1997, pp. 33-46.
CHALCRAFT, Jasper; HIKIJI, Rose Satiko Gitirana. O visto e o invísivel. In: Cadernos de Campo, n.25, pp. 437-447, 2016.
CHALCRAFT, Jasper; SEGARRA, Josep Juan; HIKIJI, Rose Satiko Gitirana. Bagagem desfeita: a
experiência da imigração por artistas congoleses. In: GIS, v.2, n.1, pp. 305-312, 2017.
FARIA, Débora Costa de. “Narrativas musicais contemporâneas entre o local e o global: os casos do funk brasileiro e do kuduro angolano”. In: Cadernos de Arte e Antropologia, Vol. 7, n° 1, pp. 27-46, 2018.
(Leitura complementar): APPADURAI, Arjun. “The production of locality”. In: Modernity at large: cultural dimensions of globalization. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1996, pp. 178-199.

Aula 4 (12/02): Gênero e música
SOUSA, Fernanda Kalianny Martins & RAMOS, Izabela Nalio. Leci Brandão e Sharylaine:
distanciamentos e aproximações entre trajetórias femininas no samba e no hip-hop. In: SAGGESE et al. (orgs). Marcadores Sociais da Diferença: gênero, sexualidade e raça em perspectiva antropológica. São Paulo: Terceiro Nome; Editora Gramma, 2018. (pp. 77-95)
SOUZA, Valéria Alves de. Intersecções de raça, gênero, religiosidade e cultura: padrões de estética e beleza no bloco afro Ilú Obá De Min. In: SAGGESE et al. (orgs). Marcadores Sociais da Diferença: gênero, sexualidade e raça em perspectiva antropológica. São Paulo: Terceiro Nome; Editora Gramma, 2018. (pp. 329-345)

Aula 5 (19/02): O som da periferia
VIANNA, Hermano. O mundo funk carioca. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988. (caps. 1 e 2, pp. 11-23) FELTRAN, Gabriel de Santis. “Sobre anjos e irmãos: cinquenta anos de expressão política do ‘crime’ numa tradição musical das periferias”. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros. n° 56, pp. 43-71, 2013.

Aula 6 (24/02): Subculturas e cenas
BECKER, Howard Saul. Outsiders: estudos de sociologia do desvio. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009. (Cap. 5, pp. 89-110)
GUERRA, Paula; QUINTELA, Pedro. Culturas urbanas e sociabilidades juvenis contemporâneas: um breve roteiro teórico. In: Revista de Ciências Sociais, Vol. 47, n° 1, pp. 193-217, 2016.
(Leituras complementares): HEBIDGE, Dick. Subculture: the meaning of style. London: Methuen, 1979. (Cap. 4, pp. 46-70)
CHAMBERS, Ian. A strategy for living: black music and white subcultures. In: HALL, S.; JEFFERSON, T. (eds.) Resistance through rituals: youth subcultures in post-war Britain. London: Hutchinson, 1976. (pp. 157-165)

Aula 7 (26/02): Música negra e autenticidade
GILROY, Paul. O Atlântico Negro. Modernidade e dupla consciência, São Paulo, Rio de Janeiro,
34/Universidade Cândido Mendes – Centro de Estudos Afro-Asiáticos, 2001 (cap. 3, pp. 157-221)

Aula 8 (03/03): Música eletrônica de pista e a experiência clubber
FERREIRA, Pedro Peixoto. Transe maquínico: quando som e movimento se encontram na música eletrônica de pista. In: Horizontes Antropológicos. Ano 14, n.29, pp. 189-215, jan./jun. 2008.
BRAGA, Gibran Teixeira. “A pista é um laboratório”: corpos, afetos e experimentação em cenas de música eletrônica underground. Revista Visagem, Vol. 5, n° 1, pp. 223-252, 2019.
(Leitura Complementar): JACKSON, Phil. Inside clubbing: sensual experiments in the art of being human. New York; Oxford: Berg, 2004. (introdução, pp. 1-6, cap. 2 e 3, pp. 15-34, e cap. 9, pp. 135-154)

Programa

a. Exercitar o estudante com conhecimento intermediário de latim na leitura de textos originais, a fim de aumentar a fluência do processo. 
b. Exercitar a pronúncia do latim e a enunciação dos textos metrificados. 
c. Tomar contato com a interpretação dos textos a partir da consulta a comentadores antigos e modernos. 
d. Concluir a leitura do Primeiro Canto da Eneida de Virgílio (I. a.C.), iniciada no primeiro em Leitura em Latim I (1º semestre de 2017). 
 
Bibliografia: 
 
a. Textos 
 
GREENOUGH, J.B. (ed.). Bucolics, Aeneid, and Georgics of Vergil. Boston: Ginn & Co. 1900. 
MYNORS, R.A.B. (ed.). P. Vergili Maronis opera. Oxford: OUP, 1979 [1969]. 
 
b. Comentários 
 
*CONINGTON, J. P. P. Vergili Maronis Opera. The works of Virgil, with a Commentary by John Conington, M.A. Late Corpus Professor of Latin in the University of Oxford. London: Whittaker and Co., Ave Maria Lane. 1876. Disponível em: http://www.perseus.tufts.edu/. 
THILO, G. & HAGEN, H. (eds.). Servii Grammatici qui feruntur in Vergilii carmina commentarii. Leipzig; B. G. Teubner. 1881. Disponível em: http://www.perseus.tufts.edu/. 
 
*texto utilizado em sala de aula 
 
c. Dicionários 
 
LEWIS, C.T. & SHORT, C. A Latin Dictionary. Oxford: Clarendon Press. 1879. Disponível em: 
SARAIVA, F.S. Novissimo diccionario latino-portuguez. Rio de Janeiro: Garnier, s.d. 
VV.AA. Dicionário Latim-português. Porto: Porto Editora, 2012.

 

Programa

De 16 a 30 de novembro de 2021, das 14:00 às 17:00
Carga horária: 9 horas

16/11/2021
Audiodescrição: termos e terminologias, limites e limitações
Exemplos de eventos ao vivo com audiodescrição

23/11/2021
A equipe de audiodescrição: elementos indispensáveis e profissionais de apoio
Com a palavra, o consultor

30/11/2021
AD remota, tecnologias e aproximação social
Os recursos adicionais: maquetes táteis, visitas guiadas, convite sonoro, etc.

Referência bibliográfica:

AMERICAN COUNCIL OF THE BLIND. Disponível em http://www.acb.org/adp/ad.html.
Acesso 12.jan.2020
ARAÚJO, Vera Lúcia Santiago & ADERALDO, Narisa Ferreira (orgs.)
Os novos rumos da pesquisa em audiodescrição no Brasil. Curitiba: Ed CRV, 2013.
FRANCO, Eliana Paes Cardoso. Em busca de um modelo de acessibilidade audiovisual para cegos no Brasil: um projeto piloto In: TradTerm, 13, 2007, p. 171-185. Disponível em http://myrtus.uspnet.usp.br/tradterm/site/images/revistas/v13n1/v13n1a1… Acesso 12.jan.2020.
Guia para Produções Audiovisuais Acessíveis; Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual (SAv). Disponível em https://www.dropbox.com/s/8uafqb41loyshsf/Guia%20para%20Producoes%20Aud…. Acesso em 12.jan.2020
ITC Guidance On Standards for Audio Description. Disponível em msradio.huji.ac.il/narration.doc Acesso nov.2017
PERROTTI-GARCIA, Ana Julia e BRAHEMCHA, Fernanda (orgs.). Ao Vivo e A Cores, relatos de casos de audiodescrição de eventos ao vivo. KDP, no prelo. Previsão de publicação 2021.

EMENTA:

Nome da Disciplina:
Audiodescrição em eventos ao vivo: curso teórico expositivo Turma 2
Carga Horária:
15 horas
Docente: Ana Julia Perrotti-Garcia
Objetivos:
1. Sensibilizar a população da importância da acessibilidade comunicacional em eventos ao vivo;
2. Apresentar as modalidades de atuação de audiodescritores em eventos ao vivo, nas modalidades presencial e remota
3. Iniciar a formação de futuros audiodescritores, sejam roteiristas, locutores ou consultores

Justificativa: A audiodescrição, ferramenta de inclusão e acessibilidade, é cada dia mais necessária nos diferentes objetos audiovisuais, sendo fonte de difusão de cultura, principalmente em eventos ao vivo, sejam com descritores presentes no local de apresentação ou situados remotamente.

Metodologia: Aulas expositivas, exemplos práticos da aplicação de técnicas.
Conteúdo:
Audiodescrição: termos e terminologias, limites e limitações
Exemplos de eventos ao vivo com audiodescrição
A equipe de audiodescrição: elementos indispensáveis e profissionais de apoio
Atuação, formação e características de um consultor
AD remota, tecnologias e aproximação social
Os recursos adicionais: maquetes táteis, visitas guiadas, convite sonoro, etc.

Bibliografia:

AMERICAN COUNCIL OF THE BLIND. Disponível em http://www.acb.org/adp/ad.html.
Acesso 12.jan.2020
ARAÚJO, Vera Lúcia Santiago & ADERALDO, Narisa Ferreira (orgs.)
Os novos rumos da pesquisa em audiodescrição no Brasil. Curitiba: Ed CRV, 2013.
FRANCO, Eliana Paes Cardoso. Em busca de um modelo de acessibilidade audiovisual para cegos no Brasil: um projeto piloto In: TradTerm, 13, 2007, p. 171-185. Disponível em http://myrtus.uspnet.usp.br/tradterm/site/images/revistas/v13n1/v13n1a1… Acesso 12.jan.2020.
Guia para Produções Audiovisuais Acessíveis; Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual (SAv). Disponível em https://www.dropbox.com/s/8uafqb41loyshsf/Guia%20para%20Producoes%20Aud…. Acesso em 12.jan.2020
ITC Guidance On Standards for Audio Description. Disponível em msradio.huji.ac.il/narration.doc Acesso nov.2017
PERROTTI-GARCIA, Ana Julia e BRAHEMCHA, Fernanda (orgs.). Ao Vivo e A Cores, relatos de casos de audiodescrição de eventos ao vivo. KDP, no prelo. Previsão de publicação 2021.