Programa


Encontro 1: Women and Fiction
• Introdução ao curso
• Contexto histórico do A Room of One’s Own de Virginia Woolf
• Estrutura de A Room of One’s Own (an essay-novel?)
• Leitura e discussão da “introdução” pp. 7-10 (original & tradução)

Encontro 2: Shakespeare’s Sister and the Man’s Sentence
• Leitura: Woolf pp.52-55/59-62 (Shakespeare’s sister) & pp.78-85/88-97 (the man’s sentence)
• Introdução à teoria feminista
• A mulher como categoria social
• Língua(gem) e gênero
• Discussão

Encontro 3: What is a Woman?
• Leitura: Butler, Gender Trouble pp. 1-25/15-49
• Introdução à teoria queer
• Sexo/Gênero/Desejo
• Identidade e a metafísica da substância
• Discussão


Encontro 4: Unsex me: Performativity and Identity
• Leitura: Butler pp. 128-142/185-203 (Bodily inscriptions, performative subversions) & Woolf pp.104-109/118-124 (The androgynous mind)
• Introdução ao conceito de performatividade
• A mente andrógena
• Discussão
• Considerações finais



Bibliografia Principal:

WOOLF, Virginia. A Room of One’s Own. 1929. London: Grafton-HarperCollins, 1977

BUTLER, Judith. Gender Trouble: Feminism and the Subversion of Identity. London: Routledge, 1990


Bibliography Complementar:

BEAUVOIR, Simone. The Second Sex. London: Vintage, 1997

CASTLE, Terry. The Apparitional Lesbian: Female Homosexuality and Modern Culture. New York: Columbia University Press, 1993

FEDERICI, Silvia. Revolution at Point Zero: Housework, Reproduction, and the Feminist Struggle. New York: PM Press, 2012

FOUCAULT, Michel. The History of Sexuality. translated by Robert Hurley. New York: Pantheon Books, 1978

SEDGWICK, Eve Kosofsky. Epistemology of the Closet. Berkeley: University of California Press, 1990

SCOTT, Joan. “Gênero: uma categoria útil para a análise histórica”. Cadernos de História, vol.11, n. 11, Recife: UFPE, 2016

SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Can the Subaltern Speak? Trad. bras.: Pode o subalterno falar? Tradução de Sandra R. Almeida, Marcos P. Feitosa & André P. Feitosa. Belo Horizonte: UFMG, 2010

Programa

LITERATURA CATALANA: NARRATIVA AMB VEU DE DONA

OBJECTIUS

- Oferir una selecció de veus narratives femenines dins el panorama de la literatura catalana als Països Catalans.
- Difondre el paper de la dona dins la literatura catalana i situar-la en un context polític i social.
- Donar a conèixer 5 escriptores rellevants en llengua catalana (biografia i obra).
- L’estudiant ha de poder comprendre fragments de les principals obres d’aquestes 5 veus narratives (en llengua catalana).
- L’estudiant haurà de debatre, opinar i argumentar sobre el contingut dels fragments seleccionats.


PROGRAMA

1. Introducció: el paper de la dona en la literatura catalana
2. Escriptores: vida i obra

a. Mercè Rodoreda
b. Isabel-Clara Simó
c. Maria Aurèlia Capmany
d. Antònia Vicens
e. Montserrat Roig

3. Presentació de recursos literaris a la xarxa
4. Traduccions i adaptacions cinematogràfiques i televisives
5. Documentals, entrevistes i reportatges

REFERÈNCIES BIBLIOGRÀFIQUES

capmany, m. aurèlia. Feliçment, jo sóc una dona. Barcelona: Nova Terra, 1969 / Barcelona: Laia, 1983 / Barcelona: Barcanova, 1994.
capmany, m. aurèlia. Betúlia. Barcelona: Selecta, 1956.
capmany, m. aurèlia. El gust de la pols. Barcelona: Destino, 1962 / Barcelona: Edicions 62, 1986.
capmany, m. aurèlia. Un lloc entre els morts. Barcelona: Nova Terra, 1967 / Barcelona: Laia, 1979 / Barcelona: Edicions 62, 1984 / Barcelona: Proa, 1999.
rodoreda, m. Aloma. Barcelona: Edicions 62, 1938.
rodoreda, m. La plaça del diamant. Barcelona: Club Editor, 1962.
rodoreda, m. El carrer de les camèlies. Barcelona: 1966.
rodoreda, m. Jardí vora el mar. Barcelona: 1967.
rodoreda, m. Mirall trencat. Barcelona: Club Editor, 1974.
rodoreda, m. La mort i la primavera. Barcelona: Club Editor, 1986.
roig, m. Ramona, adéu. Barcelona: Edicions 62, 1972.
roig, m. El temps de les cireres. Barcelona: Edicions 62, 1977.
roig, m. L’hora violeta. Barcelona: 1980.
roig, m. L’òpera quotidiana. Barcelona: 1982.
roig, m. La veu melodiosa. Barcelona: 1987.
simó, isabel-clara. Júlia. Barcelona: La Magrana, 1983.
simó, isabel-clara. Històries perverses. Barcelona: Edicions 62, 1992.
simó, isabel-clara. La salvatge. Barcelona: Columna, 1994.
simó, isabel-clara. Dones. Barcelona: Columna, 1997.
simó, isabel-clara. Amor meva. Barcelona: Edicions 62, 2010.
simó, isabel-clara. El teu gust. Barcelona: Editorial Bromera, 2020.
vicens, a. 39 º a l’ombra. Barcelona. Editorial Selecta, 1968 / Palma: Lleonard Muntaner editor, 2019.
vicens, a. La santa. Barcelona: Laia, 1980 / Mallorca: Adia edicions, 2019.
vicens, a. Quilòmetres de tul per a un petit cadàver. Barcelona: Editorial Laia, 1982 / Mallorca: Adia edicions, 2020.
vicens, a. Ànima de gos. Palma: Nova Editorial Moll, 2010
Associació d’Escriptors en Llengua Catalana. https://www.escriptors.cat/index.php/autors
LletrA. La literatura catalana a internet. https://lletra.uoc.edu/

Programa

Dia 4 de agosto
Noções introdutórias. As línguas indígenas de importância histórica no Brasil e seu papel na nomeação do território brasileiro. A natureza do estudo toponímico
Os padrões morfológicos dos nomes indígenas de origem tupi ou com origem nas línguas gerais dele originadas. Os topônimos quinhentistas de origem tupi.

Dia 5 de agosto
Os nomes de origem tupi com a posposição tupi -PE.
A nomeação da Amazônia com topônimos indígenas

Dia 11 de agosto
Os nomes de origem indígena da “Paulistânia”, isto é, a região do sudeste, sul e centro-oeste do Brasil influenciada pelos paulistas
Os nomes geográficos de origem indígena não tupi no Brasil

Dia 12 de agosto
Os nomes de origem indígena surgidos nos séculos XIX e XX


Bibliografia:

CARDOSO, Armando Levy. Toponímia Brasílica. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 1961.
LEITE, Fabiana Raquel. A Língua Geral Paulista e o "Vocabulário Elementar da Língua Geral Brasílica". Dissertação de mestrado. Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem. Campinas, SP, 2013.
NAVARRO, Eduardo de Almeida. O último refúgio da língua geral no Brasil. In: Estudos Avançados. São Paulo, USP, v. 26, p. 245-254, 2012.
_________________ Tupi or not Tupi: A Identidade Indígena do Brasil. In: Revista Brasileira, Rio de Janeiro, 1941, v. I, p. 91-104, 2017.
_________________ Artificial Indigenous Place Names in Brazil: a Classification of Tupi Origin Names Created in the 19th and 20th Centuries. In Revista Letras Raras. Campina Grande, UFCG, v. 9, p. 252-267, 2020.
_________________Os topônimos com a posposição tupi –pe no território brasileiro. In Revista do Museu Emílio Goeldi. Belém, 2021 (no pelo).
TEIXEIRA, Rubenilson Brazão. Os desenhos da cidade: as representações da cidade do Natal no século XVII. In: Topoi. Rio de Janeiro, v. 21, n. 43, p. 68-96, jan./abr. 2020.

Programa

Aula 1 (08/03) – Introdução das atividades; história do mangá: de emakimono a atualidade (teoria I); como
desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático I). 
Aula 2 (15/03) – como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático II).
Aula 3 (22/03) – Mangá e a cultura pop japonesa (teoria II); como desenhar personagens de mangá –
corpo: frontal, perfil, 3/4 (prático III).
Aula 4 (29/03) – como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos (prático IV).
Aula 5 (12/04) – Mercado de mangá; Mangá X animê (teoria III); como desenhar personagens de mangá –
corpo: escorço e movimentos e cenas (prático V).
Aula 6 (19/04) – como desenhar personagens de mangá – criação de personagens: protagonista e
antagonista (prático VI).
Aula 7 (26/04) – Ilustração: grafite, nanquim e lápis de cor (prático VII)
Aula 8 (03/05)  – ilustração: aquarela, pastel seco e canetinhas (prático VIII)
Aula 9 (10/05) – Estudo para criação de uma imagem: ilustração e construção de personagem (prático IX)
Aula 10 (17/05) – Finalização da ilustração dos personagens (prático X).

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ACEVEDO, Juan. Como fazer histórias em quadrinhos. Tradução de Sílvio Neves Ferreira. São Paulo: Global, 1990.
AIZEN, Naumim. Bum! Prááá! Bam! Tchááá! Pou! Onomatopéias nas histórias-em-quadrinhos. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 269-306.
ANDRAUS, Gazy. A autoria artística das histórias em quadrinho (HQs) e seu potencial imagético informacional. Visualidades - Revista do Programa de Mestrado em Cultura Visual – FAV - UFG, 2013, vol. 7,
n° 1, p.42-67.
BAN, Toshio; TEZUKA PRODUCTIONS. Osamu Tezuka: uma biografia mangá. Tradução de Adriana Sada. São Paulo: Conrad, 2003.
CIRNE, Moacy. A explosão criativa dos quadrinhos. 4ª ed. Petrópolis: Vozes, 1974.
CHINEN, Nobu. Linguagem HQ: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2011.
_____. Linguagem mangá: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2013.
CRAWFORD, Ben. Emperor Tomato-Ketchup: cartoon properties from Japan. In. BRODERICK, Mick. Hibakusha Cinema: Hiroshima, Nagasaki and the nuclear image in Japanese film. Londres e Nova York:
Kegan Paul International, 1996, p. 75-90.
ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 15ª ed. Tradução de Perola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva, 1993.
FUJINO, Yoko. Identidade e alteridade: a figura feminina nas revistas ilustradas japonesas nas Eras Meiji, Taishô e Shôwa. Tese (Doutorado em Comunicação e Estética do Audiovisual) – Universidade de São Paulo. São Paulo, 2002.
_____. Narração e ruptura no texto visual do shojo-maga: estudo das histórias em quadrinhos para público adolescente feminino japonês. Dissertação (Mestrado em Imagem e som) – Universidade de São Paulo. São Paulo, 1997.
GARCÍA, Héctor. A geek in Japan: discovering the land of manga, anime, zen, and the tea ceremony. North Clarendon: Tuttle, 2011.
GASCA, Luis; GUBERN, Roman. El discurso del comic. 3ª ed. Madri: Cátedra, 1994.
GRAVETT, Paul. Mangá: como o Japão reinventou os quadrinhos. Tradução de Ederli Fortunato. São Paulo: Conrad Editora, 2006.
GUERINI, Andreia; BARBOSA, Tereza Virgínia Ribeiro. Pescando imagens com rede textual: HQ como tradução. São Paulo: Peirópolis, 2013. 111 p.
HASHIMOTO, Madalena. Pintura e escritura do mundo flutuante: Hishikawa Moronobu e ukiyo-e Ihara Saikaku e ukiyo-zôshi. 1ª ed. São Paulo: Hedra, 2002.
KLAWA, Laonte; COHEN, Haron. Os quadrinhos e a comunicação de massa. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 103-114.
KOYAMA-RICHARD, Brigitte. One thousand years of manga. Paris: Flammarion, 2007.
LEITÃO, Renata Garcia de Carvalho. Representações dos sons nos mangás. In. VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo; CHINEN, Nobu. Intersecções acadêmicas: panorama das 1 as Jornadas Internacionais de
Histórias em Quadrinhos. São Paulo: Criativo, 2013, p. 50-61.
LUYTEN, Sonia Bibe. Mangá, o poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo: Hedra, 2000.
______. Onomatopéia e mímesis no mangá: a estética do som. In. Revista USP, São Paulo, dez./fev. 2001 – 2002, n o 52, p. 176-188.
McCARTHY, Helen. The art of Osamu Tezuka: god of manga. Lewes: ILEX, 2013.
McCLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. Tradução de Helcio de Carvalho, Marisa do Nascimento Paro. 1ª ed. São Paulo: Makron Books, 1995.
NAPIER, Susan J. Anime: from Akira to Princess Mononoke. Nova York: PALGRAVE, 2001.
NATSUME, Fusanosuke. Manga wa Naze Omoshiroi no ka: sono hyôgen to bunpô. (Por que mangá é tão interessante: suas expressões e gramática.). Tokyo: NHK raiburari, 1997.
RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos. 1ª ed. São Paulo: Contexto, 2010.
______. Tiras livres: um novo gênero dos quadrinhos. João Pessoa: Marca de Fantasia, 2014.
SHODT, Frederik L.. Manga! Manga! The world of Japanese comics. Tokyo: Kodansha International, 2001.
VASCONCELLOS, Pedro Vicente Figueiredo. Mangá-Dô, os caminhos das histórias em quadrinhos japonesas. Mestrado (Dissertação em Artes e Design) – Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro,
2006.
VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo (Org.). Muito além dos quadrinhos: análises e reflexões sobre a 9a arte. 1ª ed. São Paulo: Devir Livraria, 2009.

FONTES ELETRÔNICAS

AIHARA, Hiroyuki. JAPAN: Kingdom of Characters. Japan Foundation. Disponível em: http://fjsp.org.br/agenda/kingdom_of_characters/. Acesso em: 05 out. 2015.
ALLISON, Anne. Cuteness as Japan’s: Millennial Product. In. TOBIN, Joseph. Pikachu’s Global Adventure: the rise and fall of Pokémon. London: Duke University Press, 2004. Disponível em:
http://web.mit.edu/condry/Public/NausicaaFiles/Allison-PikachusGlobalCh…. Acesso em: 20 nov. 2013.
BOUISSOU, Jean-Marie. Por que o mangá se tornou um produto cultural globlal? (Pourquoi le manga est-il devenu un produit culturel global?). In. Eurozine, 27 de outubro de 2010. Diponível em:
http://www.eurozine.com/articles/2008-10-27-bouissou-fr.html. Acesso em: 29 jun. 2015.
EISNER, Will. Disponível em: http://www.willeisner.com/. Acesso em: 02 abr. 2014.
NATSUME, Fusanosuke. Japanese Manga: Its Expression and Popularity. Trad. Ueki Kaori. In. ABD-UNESCO, vol. 34, n° 1, 2003. Disponível em: http://www.accu.or.jp/appreb/09/pdf34-1/34-1P003-005.pdf.
Acesso em: 03 abr. 2014.
ODAGIRI, Hiroshi. Manga truism: on the insularity of Japanese manga discourse. In. BERNDT, Jaqueline. Comics Worlds and the World of Comics: Towards Scholarship on a Global Scale. IMRC, vol. 1, 2009.
Disponível em: http://imrc.jp/lecture/2009/12/comics-in-the-world.html. Acesso em: 07abr. 2014.
SHARLIN, Naomi. Sounds like…: understanding Japanese sound symbolism. Projetos e teses. (Tese em Línguistica). Faculdade Bryn Mawr College. Pennsylvania, 2009. Disponível em: http://www.swarthmore.edu/SocSci/Linguistics/2010theses/NaomiSharlinBMC…. Acesso em: 24 abr. 2014.
YANO, Christine R. Wink on Pink: Interpreting Japanese Cute as It Grabs the Global Headlines. In. The Journal of Asian Studies, vol. 68, n° 3, agosto 2009. Disponível em:
http://www.jstor.org/stable/20619791 http://www.jstor.org/stable/20619791 . Acesso em: 14 fev. 2014.

Programa

Detalhamento:

Aula 1: Breve apresentação da filosofia da diferença: Gilles Deleuze, criação conceitual, intercessores. A obra escrita junto a
Felix Guattari: O anti-Édipo; Kafka; Mil Platôs; O que é a filosofia? Introdução ao O anti-Édipo: Capítulo I: As máquinas
desejantes (p. 11-71). Método de leitura coletiva e comentário de texto.


Aula 2: Leitura coletiva, discussão e comentário de texto – Capítulo II: Psicanálise e familismo: a Santa família. II.1. O
imperialismo de Édipo (p. 73-80).


Aula 3:  Leitura coletiva, discussão e comentário de texto – Capítulo II: Psicanálise e familismo: a Santa família. II.2. Três
textos de Freud (p. 80-95).

Bibliografia básica:


Deleuze, Gilles; Guattari, Félix. O anti-Édipo: Capitalismo e Esquizofrenia 1 [1972]. São Paulo: Editora 34, 2011.Trad. de Luiz
Orlandi.
Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/6513183/mod_resource/content…-
E%CC%81dipo%20%20Capitalismo%20e%20Esquizofrenia%20by%20Gilles%20Deleuze%20%20Fe%CC%81lix%20Guattari
%20%28z-lib.org%29.pdf . Acesso em: 28/11/2024.
Deleuze, Gilles. “D de Desejo”. Boutang, Pierre-André. O Abecedário de Gilles Deleuze – Entrevistas com Claire Parnet. Paris:
Éditions Montparnasse/ TV Arte, 1994-1995. Disponível em: https://machinedeleuze.wordpress.com/2021/06/07/o-abecedario-
de-gilles-deleuze-transcricao-completa/ . Acesso em: 28/11/2024.
_______. L'Abécédaire de Gilles Deleuze : D comme Désir (HD). Legenda em espanhol. Disponível em:
https://youtu.be/tLlSRFLThYw?si=3p4ckIgg06fdfaP8 . Acesso em: 28/11/2024.
_______. Diferença e repetição [1968]. Trad. Luiz Orlandi e Roberto Machado. Rio de Janeiro: Graal, 2006.
Foucault, Michel. O anti-Édipo: uma introdução à vida não fascista. Prefácio à edição americana de O anti-Édipo. Dits et êcrits
(Gallimard). Trad. Fernando José Fagundes Ribeiro. Disponível em: https://letraefilosofia.com.br/wp-
content/uploads/2015/03/foucault-prefacio-a-vida-nao-facista.pdf . Acesso em: 28/11/2024.
Machado, Roberto. Deleuze, a arte a filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.
Rocha, Pedro Paulo. “O anti-Édipo. Considerações sobre o livro de Gilles Deleuze e Félix Guattari”. A terra é redonda
(29/04/2022). Disponível em: https://aterraeredonda.com.br/o-anti-edipo/ . Acesso em: 28/11/2024.
Zourabichvili, François. O Vocabulário de Deleuze. Rio de Janeiro: Ed. Relume Dumará, 2009. Disponível em:
https://www.redehumanizasus.net/sites/default/files/deleuze-vocabulario… . Acesso em: 24/11/2024.
Trad. André Telles.
Zunino, Pablo. Deleuze: el laberinto de la imagen. Buenos Aires: Teseo, 2020. Disponível em:
https://www.editorialteseo.com/archivos/18560/deleuze-el-laberinto-de-l… . Acesso em: 28/11/2024.

 

 

Programa

Aula 1. Representações da invasão colonial da África
Imagens europeias da África: Coração das trevas, de Joseph Conrad (1899).
Do ponto de vista de quem já estava lá: O mundo se despedaça, de Chinua Achebe (1958).

Aula 2. Nascer, viver e morrer sob situação colonial
Uma criança sob colonialismo francês no Mali: Amkoullel, o menino fula, de Amadou Hampâté Bâ (1991).
A morte de um rei mossi no Alto Volta: Moro Naba, documentário de Jean Rouch (1958).

Aula 3. Estrutura e violência do colonialismo
A Segunda Guerra Mundial em perspectiva africana: Emitaï, de Ousmane Sembène (1972).
“Entre a colonização e a civilização, a distância é infinita”: o Discurso sobre o colonialismo de Aimé Césaire (1950).

Aula 4. Diferentes perspectivas sobre o fim do colonialismo
As independências e a violência: Sobre a violência, documentário de Göran Olsson (2014).
A Costa do Marfim independente no romance O sol das independências, de Ahmadou Kourouma (1968).

Aula 5. Ambiguidades das modernidades africanas
Espaços de experiência de uma história entrelaçada: a Aventura ambígua, de Cheikh Hamidou Kane (1961).
Horizontes de expectativa em territórios sobrepostos: a Viagem da hiena, de Djibril Diop Mambéty (1973).
Migrações contemporâneas: Atlantique, de Mati Diop (2019).

FILMOGRAFIA
ATLANTIQUE, dir. Mati Diop, ficção, 109 min. Senegal; França; Bélgica, 2019.
EMITAÏ, dir. Ousmane Sembène, ficção, 101 min. Senegal, 1971.
MORO NABA, dir. Jean Rouch, documentário, 28 min. França, 1958.
SOBRE A VIOLÊNCIA, dir: Göran Olsson, documentário, 85 min. Dinamarca; Finlândia; Suécia, 2014.
TOUKI BOUKI: A VIAGEM DA HIENA, dir. Djibril Diop Mambéty, ficção, 91 min. Senegal, 1973.

BIBLIOGRAFIA
ACHEBE, Chinua. An Image of Africa: Racism in Conrad's Heart of Darkness. Research in African Literatures, v. 9, n. 1, Special Issue on Literary Criticism (Spring, 1978), p. 1-15.
ACHEBE, Chinua. O mundo se despedaça. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
ACHEBE, Chinua. O nome difamado da África. In: Idem. A educação de uma Criança sob o Protetorado Britânico: ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 82-99.
BÂ, Amadou Hampâté. Amkoullel, o menino fula. São Paulo: Pallas Athena. 2013 [1991].
BÂ, Amadou Hampâté. L’Étrange destin de Wangrin ou Les Roueries d’un interprète africain. Paris: Éditions 10/18,
2021 [1973].
BALANDIER, Georges. A noção de situação colonial. Cadernos de Campo: Revista dos alunos de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade de São Paulo. São Paulo: Universidade de São Paulo, v. 3, n. 3, p. 107-131, 1993.
BHABHA, Homi. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013.
CÉSAIRE, Aimé. Discurso sobre o colonialismo. In: Idem. Textos escolhidos: A tragédia do Rei Christophe; Discurso sobre o colonialismo; Discurso sobre a negritude. Trad.: Sebastião Nascimento. Rio de Janeiro: Cobogó, 2022, p. 161-210.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Zahar, 2022.
HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008.
KANE, Cheikh Hamidou. Aventura Ambígua. São Paulo: Ática, 1984 [1961].
KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto/Ed. PUC-Rio, 2006.
KOUROUMA, Ahmadou. O sol das independências. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1970 [1968].
MBEMBE, Achille. As formas africanas de auto-inscrição. Estudos Afro-Asiáticos, Rio de Janeiro: Universidade Cândido Mendes, ano 23, n. 1, p. 171-209, 2001.
MBEMBE, Achille. Crítica da razão negra. Trad. Sebastião Nascimento. São Paulo: n-1 edições, 2018.
MUDIMBE, Valentin-Yves. A invenção da África: gnose, filosofia e a ordem do conhecimento. Trad. Fábio Ribeiro. Petrópolis: Vozes, 2019.
SAID, Edward. Cultura e Imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
TROUILLOT, Michel-Rolph. Silenciando o passado: poder e a produção da história. Tradução: Sebastião Nascimento. Curitiba: huya, 2016.

Programa

- Introdução: apresentação do tema:
- O autor e sua obra: Luís Vaz de Camões e Os Lusíadas. A epopeia portuguesa.
- Noções de história, geografia e generalidades acerca da Armênia. A epopeia armênia.
- Análise de trechos de Os Lusíadas, abordando ligações com o universo armênio;
- Análise do universo armênio ali tratado.
- Conclusões.

Ementa:
Aula 1: Introdução – Narrativa de viagem – Epopeia – Armênia – História – Geografia – Universo armênio – Diáspora armênia – Luís de Camões
Aula 2: Autor e obra – Os Lusíadas – epopeia portuguesa – Epopeia armênia (David de Sassun) – Leitura dirigida
Aula 3 – Leitura dirigida – análise de elementos do universo armênio observado – Conclusões.

Bibliografia
ALEM, Jean-Pierre. L’Armenie. Paris: Presses Universitaires de France, 1983.
ANTUNES, Sérgio Pereira. Introdução ao universo armênio. São Paulo: Sésamo, 2012.
CAMÕES, Luís de. Os Lusíadas. Edição organizada por Emanuel Paulo Ramos. Porto: Ed. Porto, 1965.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes e DINIZ, Beatriz. A técnica da vinicultura na Armênia Antiga.
KHORENATSI, Moisés. História dos armênios. Tradução de Deize Crespim Pereira. São Paulo: Humanitas, 2012.
NEVES, Antônio Loja e PEREIRA, Margarida Neves. Armênia: povo e identidade. Lisboa: Tinta da China, 2018.
SAPSEZIAN, Aharon. A literatura armênia. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1994.
SAPSEZIAN, Aharon. História da Armênia. São Paulo: Paz e Terra, 1988.
TOUMANYAN, Hovhannes. David of Sassoun. Yerevan: NAHAPET, 2013.

Programa

- Aula 1 - Paulo Emílio Sales Gomes: esta aula focalizará a discussão sobre a performance de determinados autores, proposta por Paulo Emílio num conjunto de artigos publicados em Visão, O Estado de S. Paulo e Brasil, urgente na passagem dos anos 1950 para os anos 1960. Nesse conjunto de textos, o crítico de cinema se dedica à análise da trajetória de alguns atores e atrizes, brasileiros e estrangeiros, comentando sua performance em alguns filmes. Assim, espera-se propor uma reflexão sobre temas diversos associados à dimensão corporal - gênero, envelhecimento, erotismo etc. -, a propósito comentários de Paulo Emílio sobre figuras como Brigitte Bardot, Marylin Monroe, Maria Schell, Leslie Howard, Jacques Tati, Harry Lloyd, Luiza Maranhão, Irma Álvarez, Harry Cooper etc.


- Aula 2 - Gilda de Mello e Souza: nesta aula serão apresentados e discutidos os textos de Gilda de Mello e Souza que tomam por objeto as obras cinematográficas de Luchino Visconti e Federico Fellini. Objetiva-se contrastar a perspectiva adotada por Gilda acerca do figurino cinematográfico com as análises produzidas sobre a moda em sua obra mais conhecida, O Espírito das Roupas. Para isso, serão debatidos os temas que perpassam a abordagem da autora sobre moda e figurino, em especial as formas de representação de gênero, das elites e da decadência.

Referências bibliográficas:


MELLO E SOUZA, Gilda de. O Espírito das Roupas: a moda no século dezenove. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
________. Exercícios de leitura. São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2008.
________. A ideia e o figurado. São Paulo: Duas Cidades, Editora 34, 2005.
MENDES, Adilson. Trajetória de Paulo Emílio. Cotia: Ateliê Editorial, 2013.
PONTES, Heloisa. Destinos mistos: os críticos do Grupo Clima em São Paulo (1940-68). São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
SALLES GOMES, Paulo Emílio. Crítica de cinema no Suplemento Literário. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1981, 2 v.
________. Uma situação colonial? São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
SOUZA, José Inacio de Melo. Paulo Emilio no Paraíso. Rio de Janeiro: Record, 2002.

Programa

o Encontro 1 - Prof. Eduardo Navarro (USP) – 23/08 das 19hs às 20h30
- Tratará sobre a experiência de elaboração do método moderno de tupi antigo e do dicionário de tupi (navarro, 2005; 2015).
Objetiva-se que o ministrante apresente exemplos visando ilustrar os desafios e as estratégias ligadas à tradução cultural
indígena.

o Encontro 2 – Me. Gabriela Pereira – 25/08 das 19hs às 20h30
- Tratará sobre o Projeto Selvagem, e discutir sobre perspectivas indígenas, acadêmicas, científicas, tradicionais e de outras
espécies, presentes nele e se isso pode ser considerado um tipo de tradução cultural indígena (SELVAGEM, online a; b).

o Encontro 3 - Prof. Alba Krishna Topan Feldman (UEM) – 30/08 das 19hs às 20h30
- Tratará sobre como se dá a “mistura” entre conhecimento tradicional/indígena e conhecimento acadêmico em uma obra
literária, e se isso pode ser compreendido como uma tradução cultural indígena.

o Encontro 4 - Me. Gabriela Pereira – 01/09 das 19hs às 20h30
- Fará uma retomada em relação a tudo o que foi trabalhado e gerar uma reflexão sobre o que é, portanto, a tradução cultural
indígena e as melhores estratégias para utilizá-la (BURKE, 2009).


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


BURKE, Peter. Culturas da tradução nos primórdios da Europa Moderna. In: BURKE, Peter; HSIA, R. Po-chia. A tradução
cultural nos primórdios da Europa Moderna. São Paulo: Editora UNESP, 2009.
NAVARRO, Eduardo de Almeida. Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. 3 ed. rev. e
aperfeiçoada. São Paulo: Global, 2005.
NAVARRO, Eduardo de Almeida. Dicionário tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil: vocabulário português-tupi e
dicionário tupi-português, tupinismos no português do Brasil, etimologias de topônimos e antropônimos de origem tupi. São
Paulo: Global, 2015.
SELVAGEM - CICLO DE ESTUDOS SOBRE A VIDA. FLECHA SELVAGEM. online a. Disponível em:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLYysvnBmz4S32JaJupR9X815Kp5OkK3YE. Acesso em: 15 mar. 2023.
SELVAGEM CICLO. Sobre. online b. Disponível em: https://selvagemciclo.com.br/sobre/. Acesso em: 15 mar. 2023.

Programa

1ª AULA - Introdução • Conceitos • Berço das civilizações • Povos da região entre as nações •O Oriente Médio no contexto geopolítico • O Século XIX • O Antissemitismo europeu, origens do sionismo e as primeiras imigrações.
Confronto de impérios • Ascensão da Alemanha e Japão e declínio da Rússia • Ben Gurion, Chaim Weizmann • A Primeira Guerra Mundial, A Declaração Balfour e as promessas aos árabes • Tratado Sykes-Picot.
2ª AULA - O confronto de nacionalismos • Consolidação da nova comunidade judaica e do Mandato Britânico, primeiras revoltas árabes na Palestina. A Segunda Guerra Mundial, o Holocausto e seu impacto sobre o Oriente Médio. A intensificação da violência - 1948 a 1967 • A Guerra Fria • A Criação do Estado de Israel, surgimento dos refugiados palestinos, Guerra de Independência e Nakba • Imigração judaica dos países árabes.
3ª AULA – A década de 1950 – Guerra Fria no Oriente Médio – Descolonização - Da Guerra dos Seis Dias (1967) à Guerra do Yom Kippur (1973) • Setembro Negro e o Exílio Palestino • Choque do petróleo e um novo Oriente Médio.
A guerra civil libanesa – 1977, a direita no poder em Israel, o Egito de Sadat, a invasão do Líbano • A derrubada do Xá no Irã e a nova sociedade israelense.
4a AULA - A Guerra Irã-Iraque, segundo choque do petróleo • Alternativas energéticas • Surgimento do Hizballh - A Primeira Intifada • Fim da Guerra Fria, imigração soviética e a ilusão da paz.
5ª AULA - As Guerras do Golfo e suas consequências, os acordos de Oslo, as negociações de Camp David, Segunda Intifada e a guerra assimétrica.


6ª AULA - Os ataques de 07 de outubro de 2023 a Israel. A Guerra em Gaza e o enfrentamento entre Israel e o grupo terrorista Hezballah na fronteira Líbano – Israel.


Bibliografia:

FELDBERG, Samuel, Decifrando o Oriente Médio - Coletânea de textos publicados no período de 1996 a 2021 (Disponível em: www.sefer.com.br)

FELDBERG, Samuel, Estados Unidos e Israel: Uma aliança em questão, São Paulo, Editora Hucitec, 2008


GILBERT, Martin, História de Israel, São Paulo, Edições 70, 2010


SAYIGH, Yezid, Armed Struggle and the Search for State, Oxford, Clarendon Press, 1997


SHAPIRA, Anita, Israel, uma história, Rio de Janeiro: Editora Record, 2017