Programa

Programa
- Estratégias de aprendizado de uma língua estrangeira;
- Estratégias de compreensão e produção oral;
- Revisão de aspectos linguísticos em função das dificuldades dos alunos, como: passé composé, imparfait, plus-que-parfait, futur simple, présent, conditionnel, subjonctif; sistema de pronomes e adjetivos;
- Prática da fonética e pronúncia em francês.

Programa

O módulo I deste curso é dedicado à identificação dos elementos da frase nominal, no texto, e à aquisição de ferramentas para a compreensão de suas diferentes construções sintáticas. Os tópicos relacionados ao verbo serão abordados no módulo seguinte, isto é, no curso “Árabe para leitura de textos (II)”.

1. Nome
1.1. Nomes definidos e indefinidos (substantivos, adjetivos e pronomes);
1.2. Sintagma nominal qualificativo;
1.3. Casos;
1.4. Gênero (marca de feminino e palavras femininas).
1.5. .
2. Idāfa (estado construto)
2.1. adjetivo;
2.2. casos de ambiguidade.
3. Possessivos (sufixais)
3.1. adjetivo;
3.2. desconstrução da idāfa com a preposição li- .
4. Demonstrativos
4.1. nome determinado;
4.2. nome indeterminado;
4.3. idāfa.
5. Número do nome
5.1. Singular;
5.2. Plural “são”;
5.3. Dual;
5.4. Plural fracto;
5.5. idāfa.
6. Números (ordinais e cardinais)

Material
Os materiais utilizados durante o curso são desenvolvidos pelo professor e serão compartilhados com os inscritos no formato digital por meio do Google Drive.

Bibliografia
Manuais e gramáticas de apoio

Badawi, El-Said; Carter, Michael G.; Gully, Adrian. Modern Written Arabic: A Comprehensive Grammar. Nova Iorque: Routledge, 2004.
Corriente, F. Gramática árabe. Espanha: Herder, 2002.
Cowan, David. 2007. Gramática do árabe moderno. Rio de Janeiro: Globo, 2007.
Dickins, James; Hervey, Sándor; Higgins, Ian. Thinking Arabic Translation: A course in translation method: Arabic to English. 2a Ed. Nova Iorque: Routledge, 2017.
Durand, Olivier; Langone, Angela; Mion, Giuliano. Corso di arabo contemporaneo. Milão: HOEPLI, 2010.
Lutz, Edzard; Bjørsnøs, Amund. Chrestomathy of Classical Arabic Prose Literature. 8a Ed. Wiesbaden: Harrassowitz Verlag, 2008.
Sabbagh, Alphonse Nagib. Dicionário Árabe-Português. Rio de Janeiro/Rio Bonito: Fundação Biblioteca Nacional/Almádena, 2011.

Programa

Aula 1: Poe e a tradição Gótica, o conto “O Retrato Oval”
Aula 2: Espacialidade Gótica, o conto “Ligeia”
Aula 3: Goticização da Consciência, os contos “O Demônio da Perversidade” & “O Gato Preto”
Aula 4: Análise dos poemas “O Palácio Assombrado” e “O Corvo”

Bibliografia:
ALTERTON, Margaret. Origins of Poe's Critical Theory. Iowa: Severus, 2011.
BALDWIN, Summerfield. The Aesthetic Theory of Edgar Poe. The Sewanee Review, Sewanee: v. 26, n. 2, p. 210-221, 1918.
BOTTING, Fred. Poe’s Phantasmagoreality. The Edgar Allan Poe Review, Philadelphia: Spring 2010, v. XI, ed. 1, p. 9-21.
BOTTING, Fred. Gothic. 2. ed. New York: Routledge, 2014.
BURWICK, Frederick. Romantic Supernaturalism: The Case Study as Gothic Tale. The Wordsworth Circle, Chicago: v. 34, n. 2, p. 73-81, 2003.
BURWICK, Frederick. Edgar Allan Poe: The Sublime, the Picturesque, the Grotesque, and the Arabesque. Amerikastudien, Heidelberg: v. 43, n. 3 - The American Sublime, pp. 423-436, 1998.
CLERY, E. J. Cambridge Studies in Romanticism: The Rise of Supernatural Fiction (1762-1800). Edinburgh: Edinburgh University Press, 1995. v. 12.
CLERY, E. J.; MILES, Robert (ed.). Gothic Documents: A Sourcebook 1700-1820. Manchester: Manchester University Press, 2000.
D'ANGELO, Paolo. A estética do romantismo. Trad. Isabel Teresa Santos. Lisboa: Editorial Estampa, 1998.
GROOM, Nick. The Gothic: A Very Short Introduction. Oxford: Oxford University Press, 2012.
GUINSBURG, Jacob (org.). O romantismo. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2019.
HAYES, Kevin J. (ed.). The Cambridge Companion to Edgar Allan Poe. 1. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.
KAYSER, Johannes Wolfgang. O grotesco. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Perspectiva, 2019.
LAWSON, Lewis A. Poe's Conception of the Grotesque. The Mississippi Quarterly, Starkville: v. 19, n. 4 (Fall), p. 200-205, 1966.
LIMA, Maria Antónia. Poe and Gothic Creativity. The Edgar Allan Poe Review, Philadelphia: Spring 2010, v. XI, ed. 1, p. 22-30.
PEEPLES, Scott; KENNEDY, J. Gerald (ed.). The Oxford Handbook of Edgar Allan Poe. 1. ed. New York; Oxford: Oxford University Press, 2019.
POE, Edgar Allan. Tales & Sketches: Volume I: 1831-1842. MABBOTT, Thomas Ollive (ed.). 1. ed. Urbana: University of Illinois Press, 2000.
POE, Edgar Allan. Tales & Sketches: Volume II: 1843-1849. MABBOTT, Thomas Ollive (ed.). 1. ed. Urbana: University of Illinois Press, 2000.
POE, Edgar Allan. Contos de imaginação e mistério. Trad. Cássio de Arantes Leite. São Paulo: Tordesilhas, 2012.
POE, Edgar Allan. Critical Theory: The Major Documents. LEVINE, Stuart; LEVINE, Susan F. (ed.). Urbana: University of Illinois Press, 2009.
POE, Edgar Allan. Essays and Reviews. THOMPSON, G. R. (ed.). 1. ed. New York: Library of America, 1984.
PUNTER, David (ed.). A New Companion to the Gothic. 1. ed. New Jersey: Wiley-Blackwell, 2012.
PUNTER, David (ed.). The Edinburgh Companion to Gothic and the Arts. 1. ed. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2019.
PUNTER, David. Early American Gothic. In The Literature of Terror: A History of Gothic Fictions from 1765 to the Present Day. 1. ed. London: Longman Publishing Group, 2013. v. 1, cap. VII, p. 165-186.
ROBERTS, Adam. Gothic and horror fiction. In: JAMES, Edward; MENDLESOHN, Farah (ed.). The Cambridge Companion to Fantasy Literature. Cambridge: Cambridge University Press, 2012. cap. 2, p. 21-36.
THOMPSON, G. R. Poe's Fiction: Romantic Irony in the Gothic Tales. Madison: The University of Wisconsin Press, 1973.
VASCONCELOS, Sandra G. Do outro lado do espelho (um estudo de E. A. Poe e Machado de Assis). Língua e Literatura, v. 15, n. 18, p. 23-39, 1990.
VASCONCELOS, Sandra G. Romance gótico: persistência do romanesco. In: DEZ lições sobre o romance inglês do século XVIII. 1. ed. São Paulo: Boitempo, 2002. p. 118-133.
WEINSTOCK, Jeffrey Andrew (ed.). The Cambridge Companion to American Gothic. 1. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2017.

Programa

01 – Introdução e Pesquisa - Aspectos Gerais do Curso
Apresentar os principais aspectos do curso, indicar de que modo serão articuladas as atividades práticas com o conteúdo teórico visando um melhor aprendizado sobre o fazer cinema. Explicações práticas sobre como funcionará o curso. Aplicação do questionário inicial. Definição e terminologia básica. Exercício em grupo para compreender o que cada participante pensa sobre cinema. Entender quais são os papéis e atividades dos membros de uma equipe de cinema.
Cada um com sua função e responsabilidade, mas todos trabalhando por um objetivo comum: o filme. Primeira apuração de interesse por funções. Um detalhamento das principais atividades de cada uma das funções de uma equipe de cinema.
O filme como o produto de um trabalho a ser entregue a diferentes públicos. O uso do material audiovisual em pesquisa acadêmica.

02 – Produção
Um filme é um projeto e precisa ser administrado. Cuidados e técnicas para preparação de um projeto envolvendo material audiovisual. (Técnicas 5W2H, Etapas de projeto, Análise/Síntese).
Principais responsabilidades, funções e documentos de responsabilidade do Produtor e da Equipe de Produção.
Como organizar e mobilizar os diferentes recursos durante a produção de um filme? Quem são os pontos de contato do Produtor?
Definição de responsabilidades como Assistente de Direção, Produtor de Objetos, Equipes de Apoio e outras funções técnicas. Como formar uma equipe colaborativa.
Exercício prático de definição de agendas, funções, quebra de objetos e demais recursos para filmagem. O Produtor como facilitador, por vezes, um algoz.
A busca do equilíbrio entre manter o filme dentro dos limites previamente definidos, de melhorá-lo - quando possível, e de concluí-lo, minimizando seus riscos.

03 – Direção/Realização Geral
Principais responsabilidades, funções e documentos que o Diretor deve acompanhar e colocar em prática. O Diretor Geral, ou simplesmente "Diretor" é aquele que irá dar forma visual e conduzir a equipe em campo/set para que uma história seja contada.
O papel do Diretor como o de um tradutor de imagens que estão em sua cabeça, roteiro e material de pesquisa, para uma imagem compartilhada por toda a equipe. Timing de ações. O papel do Assistente de Direção.
Exemplos e cuidados comuns à Direção de Arte. Cuidados com equipe e personagens.
Influenciar e não influenciar: a sensibilidade como forma de se estabelecer, ou não, vínculos. Conhecendo os próprios limites e os limites dos “atores”/personagens.
Exercício de Direção Geral.

04 – Edição
Técnicas e conceitos de Edição. Estudo, planejamento, organização e execução da Edição. Projeto, sequência, trilha, cena, plano, frame e transição.
Técnicas adicionais de montagem. Tratamento de cor, transições e caracteres.
O manejo do tempo e do espaço através da edição. Tipos de montagem e uso do tempo.
Diferentes abordagens de Edição. A Edição como um trabalho previsível e regrado/improvisado e arriscado. Técnicas de controle de sensibilidade, luz, velocidade, movimentação e foco.
Exercício de Edição.

05 – Captação: Fotografia e Som
Definição de elementos necessários para definição de decupagem - plano e ângulo. As tarefas do Fotógrafo, do Diretor de Fotografia, e da equipe de apoio (iluminação e som direto).
Uso dos recursos das câmeras digitais. Luz, plano, estabilidade e som.
A Direção de Fotografia funcionando como uma entidade conciliadora de diferentes pontos de vista. Valorizando as demais funções.
Componentes de controle da captação (ISO (ganho), abertura, shutter, foco, WB, zoom e áudio). Cuidados para evitar que o áudio se torne um problema insuperável. Opções de edição de som. Ruídos, trilhas sonoras, voz, paisagens sonoras e silêncio.
Mineração de som e paisagens sonoras. Técnicas adicionais de composição de áudio.
Exemplos de montagem de som e de engenharia de som. Exercício de Fotografia e Som.

06 – Roteiro/Guionismo
Roteiro original e adaptações à pesquisa
Exemplos de roteiros e de formas de se apresentar documentos de roteiro para produções cinematográficas. Roteiro e argumento: escrevendo uma história para que uma equipe de cinema possa realizá-la em um filme? Arco Dramático e quebras. Diferentes formas de se indicar um caminho para filmagem.
Pensar como um Fotógrafo, como um Diretor, como um Editor? Ou como um Roteirista? Exercício prático de adaptação de roteiro de acordo com demandas definidas pela equipe.

07 – Inteligência Artificial como ferramenta de apoio
Explorar as possibilidades de uso das ferramentas disponíveis como ferramenta de apoio a roteiro, produção, edição, legendagem e pós-produção. Discutir os limites éticos envolvidos na utilização de ferramentas movidas por inteligência artificial.

08 – Acessibilidade, Legendagem e GC
Cuidados e práticas relacionadas à promoção da acessibilidade no audiovisual. Elaboração e aplicação de legendas e títulos em material audiovisual.

09 – Projeto Final: Participação em Projeto de Curta-metragem.

10 – Conclusão do Projeto e Mostra dos Curtas produzidos na Oficina.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERNARDET, Jean-Claude. O que é cinema. [S.l.]: Brasiliense, 2017.
CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. Disponível em formato PDF.
DOURADO, Patrícia. Da criação como experimentação contínua: práticas de roteiro no cinema brasileiro contemporâneo. 2021. 250 f. Tese (Doutorado em Comunicação e Semiótica) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2021.
FIELD, Syd. Manual do roteirista: introdução. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. Disponível em formato PDF.
FIGUEIREDO, Rafael Meira de. Paradigmas da decupagem no cinema brasileiro dos anos 2000: o caso de Cidade de Deus e Cronicamente inviável. 2005. 120 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação Social) – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005.
McKEE, Robert. Substance, structure, style, and the principles of screenwriting. Barcelona: Alba Editorial, 1997.
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Tradução de Mônica Saddy Martins. [S.l.]: Papirus Editora, 2005.
SOARES, Sérgio José Puccini. Documentário e roteiro de cinema: da pré-produção à pós-produção. Campinas, SP: [s.n.], 2007. Tese de Doutorado.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico: a opacidade e a transparência. São Paulo: Paz e Terra, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAZIN, André. Ontologia da imagem fotográfica”. IN BAZIN, Andre. O Cinema – Ensaios. São Paulo: Editora Brasiliense. [1985], 1991. Ps. 19-26.
BENJAMIN, Walter. Pequena história da fotografia. In: Benjamin, Walter. Coleção Grandes Cientistas Sociais. São Paulo: Ática, 1991.
CARRIÈRE, Jean-Claude; BONITZER, Pascal. Prática do roteiro cinematográfico. São Paulo: JSN, 1996. Disponível em formato PDF.
CARRIÈRE, Jean-Claude. A linguagem secreta do cinema. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994. Disponível em formato PDF.
COMPARATO, Doc. Da criação ao roteiro. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. Disponível em formato EPUB.
DA-RIN, Silvio. A invenção de uma escritura documental. In: Espelho partido: tradição e transformação do documentário. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2006. p. 109-132.
DELIGNY, Fernand. A câmera, ferramenta pedagógica. [S.l.]: [s.n.], 1975. Tradução de “La caméra, outil pédagogique”. In: Deligny, Fernand. Les vagabonds efficaces et autres récits. Paris: François Maspero, 1975. p. 169-175. Disponível em: file:///C:/Users/anaca/Downloads/DELIGNY,%20Fernand.%20A%20c%C3%A2mera,%20ferramenta%20pedag%C3%B3gica%20(La%20cam%C3%A9ra,%20outil%20p%C3%A9dagogique).pdf.
FELDMAN BIANCO, Bela; MOREIRA LEITE, Miriam. L. (Org.). Desafio da imagem: fotografia, iconografia e vídeo nas ciências sociais. São Paulo: Papirus, 2006.
FERREIRA, Allan Herison; TREVISAN, Ana Carolina. Narrativas digitais e inteligência artificial: uma análise comparativa tridimensional de conteúdos audiovisuais. SciELO Preprints, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.9937. Acesso em: 1 dez. 2024.
FERREIRA, Allan Herison; TREVISAN, Ana Carolina. Meta-identidade e plataformas digitais: disputas por transparência e controle na criação algorítmica das identidades pelos sistemas de IA.SciELO Preprints, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.13161. Acesso em: 10 jan. 2026.
FREEMAN, Michael. The photographer's mind: creative thinking for better digital photos. London: Focal Press, 2010.
FREUND, Gisèle. La fotografía como documento social. México: Editorial Gustavo Gili, 1993.
GPESC. Ficha de leitura: O olho interminável, de Aumont (2004). Publicado em 19 jan. 2010. Disponível em: https://www.ufrgs.br/gpesc/?p=169. Acesso em: 7 jan. 2025.
MACHADO, A. Pré-cinemas & pós-cinemas. São Paulo: Papirus, 1997.
OLIVEIRA JR., Wenceslao Machado de. Algumas geografias que o cinema cria: as alusões, os lugares e os espaços no filme Cidade de Deus. In: ENCONTRO DE GEÓGRAFOS DA AMÉRICA LATINA, 10., 2005, São Paulo. Anais [...]. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2005. Disponível em: http://observatoriogeograficoamericalatina.org.mx/egal10/Geografiasocio…. Acesso em: 1 dez. 2024.
QUEIROZ FILHO, Antonio Carlos. Espaço fílmico: território e territorialidades nas imagens de cinema. Geografia, Rio Claro, v. 35, n. 1, p. 37-50, jan./abr. 2010. Disponível em: https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/ageteo/article/…. Acesso em: 1 dez. 2024.
RANCIÈRE, Jacques. La fabula cinematográfica. Barcelona: Paidós, 2000.
SALLES, João Moreira. “A dificuldade do documentário”. IN: MARTINS, José Souza; ECKERT, Cornelia; CAIUBY NOVAES, Sylvia (orgs.) O imaginário e o poético nas Ciências Sociais. São Paulo, EDUSC, 2005. Capítulo 3.
SARAIVA, Leandro; CANNITO, Newton. Manual de roteiro, ou Manuel, o primo pobre dos manuais de cinema e TV. São Paulo: Conrad, 2004. Disponível em formato PDF.
STANISLAVSKI, Constantin. A construção do personagem. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. Cap. XI.
STANISLAVSKI, Constantin. A criação de um papel. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
TARKOVSKY, Andrei. Esculpir en el tiempo. Madrid: Ediciones Rialp, 1991. p. 138-148.

Programa

1 – Programa do curso
- A importância de se ensinar colocações e expressões em língua estrangeira;
- Subsídios teóricos para ensinar colocações e expressões valendo-se de textos autênticos e corpus disponível on-line;
- Subsídios teóricos e práticos para elaborar materiais didáticos por meio de corpus e ferramentas disponíveis on-line;
- Aplicação dos subsídios aprendidos para a elaboração de material próprio, abordando colocações e expressões em língua inglesa.
 
2 – Objetivo geral
O objetivo deste curso é fazer com que os participantes conheçam subsídios teóricos e práticos para ensinar colocações e expressões em língua inglesa, valendo-se de textos autênticos e corpus disponível on-line.
 
 
3- Bibliografia
BERBER SARDINHA, Tony. Linguística de Corpus. São Paulo: Manole, 2004.
DAVIES, Mark. The Corpus of Contemporary American English (COCA): 560 million words, 1990-present. Available online at https://corpus.byu.edu/coca/. (2008-).
TAGNIN, Stella. E. O. O Jeito Que A Gente Diz. 2ª ed. São Paulo: Disal Editora, 2013.

 

Programa

Encontro 1 – 08 de maio
Contos crespos, de Cuti. A leitura das narrativas elencadas do livro Contos crespos, de Cuti, pretende apontar para tensões cotidianas das nossas relações raciais, e, a partir de uma perspectiva negra, apontar para o autoengano da democracia racial.
Ministrante: Emily Cristina dos Ouros

Encontro 2 – 22 de maio
Fronteira: espaço para efabulação em Cronicando, de Mia Couto. Orientadas pela leitura de crônicas escolhidas do livro Cronicando, de Mia Couto,  convidamos para uma conversa acerca da realidade social, política e cultural moçambicana e suas relações com o Brasil.  
Ministrante: Maria Paula de Jesus Correia
 
Encontro 3 – 12 de junho
Poesia como “abrigo e matilha”: Um buraco com meu nome, de Jarid Arraes Propomos a leitura de poemas selecionados do livro Um buraco com meu nome, de Jarid Arraes. Enfocaremos a construção das temáticas do livro, os recursos estilísticos mobilizados e a enunciação de um eu-lírico negro. 
Ministrante: Nara Lasevicius Carreira

Encontro 4 – 26 de junho: A poesia combativa de Noémia de Sousa
A partir da leitura de poemas do livro Sangue negro, de Noémia de Sousa, propomos uma reflexão sobre as relações entre a poesia moçambicana e a situação histórico-social de Moçambique no período de colonialismo português.
Ministrante: Juliana Kohari da Silva

Encontro 5 – 03 de julho
Mayombe: as muitas vozes de Angola. A leitura do romance do autor angolano Pepetela procurará refletir sobre os limites da ficção e da história. A construção da nação e as contradições da luta revolucionária.
Ministrante: Rosangela Sarteschi

Metodologias (Estratégias) de desenvolvimento do Curso
Em cada encontro, faremos leitura compartilhada de uma obra literária [romance, contos, crônicas e poemas], procurando, a partir de seus procedimentos literários, analisá-la e interpretá-la em suas relações contextuais. Para isso é obrigatória a leitura prévia dos textos indicados. As conversas sobre literaturas de língua portuguesa serão realizadas a partir de uma seleção de romances, contos, crônicas e poemas de modo que todas e todos possam apresentar impressões, descobertas e dúvidas que serão compartilhadas. No momento de cada reunião, serão propostas leituras coletivas seguidas de debate sobre os procedimentos literários e sobre as relações texto/contexto possíveis de serem apreendidas.

Forma de acompanhamento e avaliação dos participantes e do curso
A cada aula será solicitado uma ficha de leitura, a ser disponibilizada aos cursistas posteriormente, a respeito da obra para o acompanhamento da leitura compartilhada. Cada ficha de leitura deverá ser entregue até a o dia anterior a cada encontro.

Bibliografia

Literários:
ARRAES, Jarid. Um burraco com o meu nome. São Paulo: Ferina, 2018.
COUTO, Mia. Cronicando. Lisboa: Caminho, 1991.
CUTI. Contos crespos. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2008.
PEPETELA. Mayombe. São Paulo: Ática, 1982.
SOUSA, Noémia de. Sangue negro. São Paulo: Editora Kapulana, 2016.

Teóricos:
ADORNO, Theodor W. “Posição do narrador no romance contemporâneo” In: Notas
de Literatura I. São Paulo: Duas Cidades/Ed. 34, 2003.
ADORNO, Theodor W. “Lírica e Sociedade” In: Benjamin, Walter et alii. Textos
escolhidos. São Paulo: Abril Cultural, 1983, (Os pensadores)
ARRIGUCCI, Davi. Fragmento sobre a crônica. In: Enigma e comentário. São Paulo:
Companhia das letras, 1987, p. 51-66.
BOSI, Alfredo. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix, 1977.
BROOKSHAW, David. Raça e cor na literatura brasileira. Porto Alegre: Editora
Mercado Aberto, 1983.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade. Rio de Janeiro: Ouro sobre o Azul,
2008.
CANDIDO, Antonio. “A literatura e a formação do homem” In: Textos de Intervenção.
São Paulo: Duas Cidades/Editora 34. Coleção Espírito Crítico (seleção,
apresentações e notas de Vinícius Dantas), 2002, p. 77-92.
CAVACAS, Fernanda; CHAVES, Rita; MACÊDO, Tânia. Mia Couto: um convite à
diferença. São Paulo: Humanitas, 2013.
CORTÁZAR, Júlio, Valise de cronópio. São Paulo: Perspectiva, 1993.
CUTI. Literatura negro-brasileira. São Paulo: Selo Negro, 2010. Coleção
Consciência em Debate (coordenada por Vera Lúcia Benedito). Edição para e-book.
DUARTE, Eduardo de Assis. “Por um conceito de Literatura Afro-brasileira”. In:
DUARTE, Eduardo de Assis & FONSECA, Maria Nazareth Soares (org) Literatura e
afrodescendência no Brasil: antologia crítica. Belo Horizonte: Editora da UFMG,
2011, vol. 4.
FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Tradução de Renato da Silveira.
Salvador: EDUFBA, 2008.
FONSECA, Maria Nazareth Soares e CURY. Maria Zilda Ferreira. Mia Couto:
espaços ficcionais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
GOMES, Nilma Lino. “Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre
relações raciais no Brasil: uma breve discussão” In: BRASIL. Educação anti-racista:
caminhos abertos pela Lei Federal no. 10639/03. Brasília: MEC/SECAD, 2005 
(Coleção Educação para todos n. 2).
HEDGES, David (coord.). A História de Moçambique, 1885-1930. In: História de
Moçambique, v. II: Moçambique no auge do colonialismo, 1930-1961. 2 ed. Maputo:
Livraria Universitária – Universidade Eduardo Mondlane, 1999, p. 1-34.
HOOKS, bell. Ensinando pensamento crítico: sabedoria prática. Tradução de Bhuvi
Libanio. São Paulo: Elefante, 2020. 
KILOMBA, Grada. Memórias da Plantação – Episódios de racismo cotidiano. Rio de
Janeiro: Cobogó, 2019. 
LEITE, Ana Mafalda. Voz, origem, corpo, narração – poesia de Noémia de Sousa.
In: Oralidades & escritas nas literaturas africanas. Lisboa: Edições Colibri, 1998, p.
101-110.
NOA, Francisco. Arte, estética e ética: a possibilidade de existir. In: Perto do
fragmento, a totalidade: Olhares sobre a literatura e o mundo. São Paulo: Kapulana,
2015, p. 65-75.
NOA, Francisco. “Literatura colonial em Moçambique: o paradigma submerso”. In:
Revista Via Atlântica, São Paulo: DLCV/USP, (3): 58-68, dez. 1999.
SILVA, Mário Augusto Medeiros da. A descoberta do insólito: literatura negra e
literatura periférica no Brasil (1960-2000). Rio de Janeiro: Aeroplano, 2013.

Programa

I. Módulo I: Introdução ao curso (aula 1 - 08/08: duração de 3 horas)
- Apresentação do programa e cronograma do curso
- Breve histórico do desenvolvimento da morfologia
- Conceitos básicos da área
Objetivo: apresentar os alunos ao programa do curso e apresentá-los a um breve histórico do desenvolvimento da morfologia no decorrer dos anos e introduzi-los a alguns conceitos básicos e relevantes para a área que serão importantes para os conteúdos dos próximos módulos.

II. Módulo II: Interface entre morfologia e fonologia (aula 2 - 09/08: duração de 3 horas)
- Alomorfia fonologicamente condicionada e alomorfia contextual
- Concatenatividade e não concatenatividade nas línguas do mundo
- Processos não concatenativos de formação de palavras: fusões vocabulares e formas truncadas
Objetivo: apresentar as relações entre morfologia e fonologia, atentando-se para os casos canônicos de afixação e composição, em que se tem uma morfologia essencialmente concatenativa (considerando-se aqui também os casos de alomorfia fonologicamente condicionada, em que a variação é previsível em termos fonológicos); além disso, dá-se também atenção aos casos em que tal interface não revela uma relação tão transparente assim, tanto no nível flexional (alomorfia contextual) quanto no nível derivacional (processos não concatenativos de formação de
palavras, como as fusões vocabulares e as formas truncadas).

III. Módulo III: Interface entre morfologia e sintaxe (aula 3 - 10/08: duração de 3 horas)
- Morfossintaxe: categorias gramaticais sintaticamente relevantes
- Composição
- Propriedades morfossintáticas dos verbos do português brasileiro
Objetivo: apresentar aos alunos os casos em que a morfologia e a sintaxe interagem, ressaltando os casos das propriedades morfossintáticas de verbos do português brasileiro, as categorias gramaticais sintaticamente relevantes (negação, número etc) e a formação de compostos, por exemplo.

IV. Módulo IV: Interface entre morfologia e semântica-pragmática (aula 4 - 11/08: duração de 3 horas)
- Morfologia e semântica lexical
- Morfologia e semântica formal
- Morfopragmática: utilizações discursivas da morfologia
Objetivo: investigar a contraparte de significado que a morfologia evidencia, mostrando como diferentes nuances de significado são capturadas por uma dada forma morfológica; além disso, apresenta-se casos em que a morfologia é discursivamente relevante: a utilização de um dado sufixo, por exemplo, pode indicar a posição do falante diante de uma dada situação.

V. Módulo V: Morfologia e ensino (aula 5 - 12/08: duração de 3 horas)
- Ensino tradicional de morfologia
- Morfologia nos PCNs e BNCC
- Novas abordagens para o ensino de morfologia: explorando as interfaces
Objetivo: mostrar de que maneira a morfologia está presente nos documentos que regulam a educação brasileira e como isso reflete o ensino tradicional de morfologia; a partir disso, busca-se oferecer propostas de reflexão acerca de como se pode abordar a morfologia no contexto da sala de aula.

REFERÊNCIAS:
ALVES, I. M. Neologismo. São Paulo: Ática, 1990.
ANDERSON, S. R. Where’s Morphology? Linguistic Inquiry, v. 13, n. 4, 1982, p. 571-612.
BASILIO, M. Teoria Lexical. 3. ed. São Paulo: Ática, 1991.
______. Formação e classes de palavras no português do Brasil. 3ª edição. São Paulo: Contexto, 2011.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Secretaria de Educação Básica. Brasília, 2017.
CAMARA JR., M. Estrutura da língua portuguesa. Edição crítica. Rio de Janeiro: Vozes, 2019.
FIGUEIREDO SILVA, M. C.; BOECHAT DE MEDEIROS, A. Para conhecer Morfologia. 1ª edição. São Paulo: Contexto, 2016.
GONÇALVES, C. A. V. Blends lexicais em português: não-concatenatividade e correspondência. Veredas, v.7, n.1, p.149-167, 2003.
GONÇALVES, C. A. V. Atuais tendências em formação de palavras. São Paulo: Contexto, 2016.
HALLE, M.; MARANTZ, A. A Morfologia Distribuída e as peças da flexão. Tradução de Beatriz Pires Santana e Maurício Resende. Curitiba: Ed. UFPR, 2020.
MARANGONI JUNIOR, C. E. A blendtividade na formação de palavras: a derivação dos blends na interface entre morfologia, fonologia e pragmática. 2021. Dissertação (Mestrado em Letras) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2021.
MINUSSI, R. D; BARBOSA, J. W. C. Ensino de morfologia: uma proposta de estrutura para o estudo das classes de palavras e da formação de palavras. ReVEL, v. 19, n. 37, p. 130-166, 2021.
NÓBREGA, V. A. Tópicos em composição: estrutura, formação e acento. 2014. Dissertação (Mestrado em Letras) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2014.
NUNES, Terezinha; BRYANT, Peter. Leitura e ortografia: além dos primeiros passos. Porto Alegre: Penso, 2014.
PETTER, M. M. T. Morfologia. In: FIORIN, J. L. Introdução à Lingüística II: Princípios de Análise. Contexto, 2003.
RAMCHAND, G.; REISS, C. The Oxford Handbook of Linguistic Interfaces. Oxford: Oxford University Press, 2007.
ROCHA, L. C. de A. Estruturas morfológicas do português. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1998.
ROSA, M. C. Introdução à Morfologia. 1ª edição. São Paulo: Contexto, 2000.
SANDALO, M. F. Morfologia. In: MUSSALIN, F.; BENTES, A. C. (eds.). Introdução à Lingüística. São Paulo: Cortez, 2001, p. 181-206.
SANDMANN, A. J. Formação de Palavras. Curitiba: Scientia et Labor, 1988.
SANDMANN, A. J. Morfologia Geral. São Paulo: Contexto, 1991.
SANDMANN, A. J. Morfologia Lexical. São Paulo: Contexto, 1992.
SCHER, A. P. Formas truncadas em português brasileiro e espanhol peninsular: descrição preliminar. ReVEL, ed. esp. n. 5, p. 61-79, 2011.
SCHER, A. P. Morfologia Distribuída: formação de palavras na sintaxe. In: FIORIN, J. L. (org.). Novos caminhos da Linguística. São Paulo: Contexto, 2017.
______. Por menos morfologia não concatenativa: uma análise localista para as formas nominais truncadas no português brasileiro.2018. Tese (Livre docência). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.
SCHER, A. P.; MARANGONI JUNIOR, C. E. Novas evidências em favor de um morfema avaliativo – [Eval]: formas nominais truncadas e blends em português brasileiro. Fórum Linguístico, Florianópolis, v. 17, número especial, p. 4636-4657, 2020.
SCHER, A. P. .; MONTEIRO, B. N. . O estatuto morfossintático dos prefixos negativos des- e in- em português. Revista do GELNE, [S. l.], v. 22, n. 2, p. 280–293, 2020.
SPENCER, A. Morphological Theory: An Introduction to Word Structure in Generative Grammar. Oxford: Blackwell, 1991.
VILLALVA, A. Estruturas morfológicas: unidades e hierarquia do Português. Lisboa: FCT, 2000.

Programa

Encontro 1 – 03/02/2026
Introdução e apresentação dos objetivos do curso
Conhecendo os bailes negros paulistanos
A geografia dos bailes black em São Paulo
Bailes nostalgia: a prática da memória

Encontro 2 – 10/02/2026
O rap e a cartografia das periferias paulistanas
a) A cidade e a cultura hip-hop: territorialidades e resistências
b) O rap como leitura e representação da realidade urbana
c) Memória, espaço e identidade negra nas letras e trajetórias do rap paulistano
Diálogos de encerramento: bailes e hip-hop, continuidades e rupturas.

Bibliografia


AZEVEDO, Amailton M. G.; SILVA, “Salloma” Salomão Jovino. Os sons que vêm das ruas: a música como sociabilidade e lazer da juventude negra urbana. In: ANDRADE, Elaine N. (Org.). Rap e Educação, Rap é Educação. São Paulo: Selo Negro, 1999.
BARBOSA, Márcio; RIBEIRO, Esmeralda. Bailes: Soul, Samba-Rock, Hip-Hop e identidade em São Paulo. São Paulo: Quilombhoje, 2007.
PLÁCIDO, Ricardo do Ó. Territórios negros: cartografias e etnicidades na experiência do Rap paulistano (1970-1990). 2019. Dissertação (Mestrado em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. doi:10.11606/D.8.2019.tde-02122019-152750. Acesso em: 2025-11-06.
VALVASSORI, Igor Santos. Som de Valente: bailes negros em São Paulo. 2018. Dissertação (Mestrado em Geografia Humana) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. doi:10.11606/D.8.2019.tde- 22032019-103557. Acesso em: 2025-11-06.
1000 TRUTAS 1000 TRETAS Racionais MC’s. Direção: Ice Blue, Mano Brown, Roberto T. Oliveira. Produção: Sindicato Paralelo Filmes. Realização: Cosanostra. São Paulo, 2006. DVD (226 min.).
Nos Tempos da São Bento. Direção: Guilherme Botelho. Produção: SUATITUDE. Direção de Arte: Cassimano. Direção de Fotografia: Cassimano. Co-Produção Executiva: Dj Alam Beat. Apresentação: Dugueto Shabazz. Narração: Paulo Brown. Edição: Mateus Suverso. Arte: Zero 4. Rodado entre os anos de 2007 e 2010, 90 (min). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z8fIypGeVs. Acesso em 06/11/2025.
O NEGRO da Senzala ao Soul. Direção: Demétrio Costa. Produção: Departamento de Jornalismo - TV 2 Cultura. Realização: TV 2 Cultura. São Paulo, 1977. (45 min.). Disponível em: https://youtu.be/5AVPrXwxh1A. Acesso em 06/11/2025.
ORÍ. Direção: Raquel Gerber. Roteiro: Beatriz Nascimento. Produção: Angra Filmes; Fundação do Cinema Brasileiro. Realização: Estúdios Mega. Brasil, 1989. (91 min.).

Programa

Nível I
 
METAS BÁSICAS 
- Mostrar para o aluno como ele pode se comunicar em grego dentro de diferentes situações. 
- Ajudar o aluno a falar simplesmente e o mais correto possível, desenvolver a percepçao do ouvir, a capacidade de ler e também a capacidade de escrever certo. 
- Dar ênfase no entusiasmo do aluno, mostrando que ele aprende e fala coisas uteis desde o inicio. 
 
OS PRINCIPAIS ESTÁGIOS DA APRENDIZAGEM 
- Apresentação do novo idioma (fenomeno gramatical, funcionamento da lingua, vocabulario) com a ajuda de algum dialogo ou texto. 
- Os alunos praticam aquilo que aprenderam com ajuda dos exercícios de controle da comunicaçao oral 
- Explicação analítica do fenomeno linguistico. 
- Os alunos fazem em classe exercícios escritos sobre o tema explicado para melhor aprendizado. 
- Os alunos fazem os outros exercícios na comunicao oral com maior liberdade. 
- Fazem exercícios de listening para melhorar a percepçao do ouvir. 
- Os alunos fazem a outra parte dos exercícios escritos em classe ou em casa, de acordo com a escolha do professor. 
- Os diálogos sao introduzidos, primeiro, depois um ou mais fenômenos lingüísticos e em segundo, um novo vocabulário. 
 
BIBLIOGRAFIA 
"Τα νέα ελληνικά για ξένους" (Ta nea ellinika gia xenous- o grego moderno para estrangeiros)
 
Nível II
 
METAS BÁSICAS 
- Mostrar para o aluno como ele pode se comunicar em grego dentro de diferentes situações. 
- Ajudar o aluno a falar simplesmente e o mais correto possível, desenvolver a percepçao do ouvir, a capacidade de ler e também a capacidade de escrever certo. 
- Dar ênfase no entusiasmo do aluno, mostrando que ele aprende e fala coisas uteis desde o inicio. 
 
OS PRINCIPAIS ESTÁGIOS DA APRENDIZAGEM 
- Apresentação do novo idioma (fenomeno gramatical, funcionamento da lingua, vocabulario) com a ajuda de algum dialogo ou texto. 
- Os alunos praticam aquilo que aprenderam com ajuda dos exercícios de controle da comunicaçao oral 
- Explicação analítica do fenomeno linguistico. 
- Os alunos fazem em classe exercícios escritos sobre o tema explicado para melhor aprendizado. 
- Os alunos fazem os outros exercícios na comunicao oral com maior liberdade. 
- Fazem exercícios de listening para melhorar a percepçao do ouvir. 
- Os alunos fazem a outra parte dos exercícios escritos em classe ou em casa, de acordo com a escolha do professor. 
- Os diálogos sao introduzidos, primeiro, depois um ou mais fenômenos lingüísticos e em segundo, um novo vocabulário. 
 
BIBLIOGRAFIA 
"Τα νέα ελληνικά για ξένους" (Ta nea ellinika gia xenous- o grego moderno para estrangeiros)
 
 
 
Nível III
 
METAS BÁSICAS 
 
- Mostrar para o aluno como ele pode se comunicar em grego dentro de diferentes situações. 
 
- Ajudar o aluno a falar simplesmente e o mais correto possível, desenvolver a percepção do ouvir, a capacidade de ler e também a capacidade de escrever certo. 
 
- Dar ênfase no entusiasmo do aluno, mostrando que ele aprende e fala coisas uteis desde o início. 
 
 
PRINCIPAIS ESTÁGIOS DA APRENDIZAGEM 
 
- Apresentação do novo idioma (fenômeno gramatical, funcionamento da língua, vocabulário) com a ajuda de algum dialogo ou texto. 
 
- Os alunos praticam aquilo que aprenderam com ajuda dos exercícios de controle da comunicação oral. 
 
- Explicação analítica do fenômeno linguístico. 
 
- Os alunos fazem em classe exercícios escritos sobre o tema explicado para melhor aprendizado. 
 
- Os alunos fazem os outros exercícios na comunicação oral com maior liberdade. 
 
- Fazem exercícios de listening para melhorar a percepção do ouvir. 
 
- Os alunos fazem a outra parte dos exercícios escritos em classe ou em casa, de acordo com a escolha do professor. 
 
 
BIBLIOGRAFIA 
"Τα νέα ελληνικά για ξένους" (Ta nea ellinika gia xenous- o grego moderno para estrangeiros)

 

Programa

Programa
- Introdução ao tema
- Apresentação da obra (Viagens, também conhecida como Il Milione) e do autor (Marco Polo)
- Análise do contexto histórico e sociocultural da Armênia à época de Viagens;
- Leitura de capítulos da obra e análise do universo armênio ali descrito;
- Conclusões.

Ementa:
Aula 1: Introdução – narrativa de viagem – Reino armênio da Cilícia – História – Cultura – Marco Polo – vida e obra
Aula 2: Análise do contexto histórico e sociocultural da Armênia à época de Viagens – Leitura dirigida – Análise do universo armênio
Aula 3: Leitura dirigida – Análise do universo armênio - conclusões

Bibliografia
ALEM, Jean-Pierre. L’Armenie. Paris: Presses Universitaires de France, 1983.
ANTUNES, Sérgio Pereira. Introdução ao universo armênio. São Paulo: Sésamo, 2012.
DINIZ, Beatriz. Organização política e social na época do reino da Cilícia (1080-1375). São Paulo: FFLCH, 1993.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes. A cerveja na Armênia Antiga.
KHORENATSI, Moisés. História dos armênios. Tradução de Deize Crespim Pereira. São Paulo: Humanitas, 2012.
MEKHITARIAN, N. O reino armênio da Cilícia e a história de Zeitun. São Paulo: Edições ineleigentes, 2005.
NEVES, Antônio Loja e PEREIRA, Margarida Neves. Armênia: povo e identidade. Lisboa: Tinta da China, 2018.
POLO, Marco. Il milione. Turim: Edicioni RAI, 1982.
POLO, Marco. O livro das maravilhas. São Paulo: LP&M, 1999.
SAPSEZIAN, Aharon. A literatura armênia. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1994.
SAPSEZIAN, Aharon. História da Armênia. São Paulo: Paz e Terra, 1988.
TOUMANYAN, Hovhannes. David of Sassoun. Yerevan: NAHAPET, 2013.